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Santa Catarina

Lei Complementar Estadual de Santa Catarina nº 381, de 07 de maio de 2007

Nº 381/2007

Dispõe sobre o modelo de gestão e a estrutura organizacional da Administração Pública Estadual.

Dispõe sobre servidores e serviços públicos e estabelece outras providências. (Redação dada pela LC 741, de 2019)

O GOVERNADOR DO ESTADO DE SANTA CATARINA,

Faço saber a todos os habitantes deste Estado que a Assembleia Legislativa decreta e eu sanciono a seguinte Lei Complementar:

TÍTULO I

DOS FUNDAMENTOS CONCEITUAIS DA ESTRUTURA ORGANIZACIONAL, DO MODELO DE GESTÃO E DA CULTURA ORGANIZACIONAL DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA ESTADUAL

CAPÍTULO I

Da Estrutura Organizacional

Art. 1.
A estrutura organizacional da Administração Pública Estadual deverá desburocratizar, descentralizar e desconcentrar os circuitos de decisão, melhorando os processos, a colaboração entre os serviços, o compartilhamento de conhecimentos e a correta gestão da informação, para garantir a prestação eficiente, eficaz, efetiva e relevante dos serviços públicos, visando tornar o Estado de Santa Catarina referência em desenvolvimento sustentável, nas dimensões ambiental, econômica, social e tecnológica, promovendo a redução das desigualdades entre cidadãos e entre regiões, elevando a qualidade de vida da sua população. (Redação revogada pela LC 741, de 2019)
Art. 2.
A estrutura organizacional da Administração Pública Estadual será organizada em dois níveis:
Io nível Setorial, compreendendo as Secretarias Setoriais e suas entidades vinculadas, que terão o papel de planejar e normatizar as políticas públicas do Estado, voltadas para o desenvolvimento regional, específicas de suas áreas de atuação, exercendo, com relação a elas, a supervisão, a coordenação, a orientação e o controle, de forma articulada com as Secretarias de Estado de Desenvolvimento Regional; e
IIo nível Regional, compreendendo as Secretarias de Estado de Desenvolvimento Regional, atuando como agências de desenvolvimento, que terão o papel de executar as políticas públicas do Estado, nas suas respectivas regiões, cabendo-lhes a supervisão, a coordenação, a orientação e o controle, de forma articulada com as Secretarias de Estado Setoriais e as estruturas descentralizadas da Administração Indireta do Estado. (Redação do inciso II revogada pela Lei 16.795, de 2015).
§ 1ºPara os fins do disposto nesta Lei Complementar, Agência de Desenvolvimento Regional é o órgão descentralizado da estrutura do Estado capaz de induzir e motivar o engajamento, a integração e a participação da sociedade organizada para, de forma planejada, implementar e executar políticas públicas e viabilizar instrumentos de desenvolvimento econômico sustentável para a geração de novas oportunidades de trabalho e renda, promovendo a eqüidade entre pessoas e entre regiões.
§ 2ºO conhecimento gerado nos dois níveis mencionados neste artigo será categorizado e contextualizado num terceiro nível, que é a base de conhecimento governamental, a ser implementada com os conceitos de governança eletrônica, facilitando o acesso direto, democrático e transparente da população às informações e garantindo maior agilidade aos serviços públicos. (Redação revogada pela LC 741, de 2019)

CAPÍTULO II

Do Modelo de Gestão

Art. 3.
O modelo de gestão da Administração Pública Estadual far-se-á através de políticas públicas que deverão ser desenvolvidas de forma sistêmica e em consonância com programas institucionais de órgãos e entidades públicas, associando obras, programas, serviços e benefícios socialmente úteis a objetivos e resultados consagradores de direitos sociais plenos.
§ 1ºA definição de objetivos, a criação de indicadores e a avaliação de resultados, permitirão valorizar a contribuição útil de cada órgão e o interesse público do seu desempenho, envolvendo os dirigentes e servidores num projeto comum e responsabilizando-os pela otimização dos recursos, devendo, nesse âmbito, assumir particular relevância o compartilhamento das responsabilidades, a formação de equipes multidisciplinares e a organização por programas e ações.
§ 2ºO modelo de gestão previsto neste artigo será objeto de regulamento por ato do Chefe do Poder Executivo. (Redação revogada pela LC 741, de 2019)

CAPÍTULO III

Da Cultura Organizacional

Art. 4.
A cultura organizacional da Administração Pública Estadual deverá estar fundamentada em uma nova atitude do Estado perante o cidadão e no princípio de que o serviço público existe para servir, ser útil e ser um facilitador da sociedade, proporcionando as condições para o pleno exercício das liberdades individuais e o desenvolvimento dos talentos, criatividade, vocações e potencialidades das pessoas e regiões.
Parágrafo únicoA definição da cultura organizacional a ser desenvolvida implica uma nova cultura de cidadania e de serviço às pessoas, impondo a adoção de medidas que consolidem este princípio, coloquem o poder de decisão mais próximo do cidadão, simplifiquem procedimentos e formalidades, obriguem à prestação pública de contas por parte da Administração e assegurem o princípio da responsabilidade do Estado e da sua administração perante os cidadãos. (Redação revogada pela LC 741, de 2019)

TÍTULO II

DA ADMINISTRAÇÃO SUPERIOR DO PODER EXECUTIVO

CAPÍTULO ÚNICO – Das Disposições Preliminares

SEÇÃO I

Do Governador e do Vice-Governador do Estado

Art. 5.
O Poder Executivo é exercido pelo Governador do Estado, auxiliado pelos Secretários de Estado.
Parágrafo únicoO Vice-Governador do Estado, além das atribuições que lhe forem conferidas por lei complementar, auxiliará o Governador do Estado quando convocado para missões especiais. (Redação revogada pela LC 741, de 2019)

SEÇÃO II

Das Atribuições dos Cargos de Secretário de Estado

Art. 6.
Os Secretários de Estado Setoriais e de Desenvolvimento Regional, auxiliares diretos e imediatos do Governador do Estado, exercem atribuições constitucionais, legais e regulamentares, com o apoio dos servidores públicos titulares de cargos efetivos, de provimento em comissão, de Funções de Chefia - FCs, de Funções Técnicas Gerenciais - FTGs e de Funções Gratificadas - FGs, a eles subordinados direta ou indiretamente. (Redação revogada pela LC 741, de 2019)
Art. 7.
No exercício de suas atribuições cabe aos Secretários de Estado:
Iexpedir portarias e ordens de serviço disciplinadoras das atividades integrantes da área de competência das respectivas Secretarias de Estado, exceto quanto às inseridas nas atribuições constitucionais e legais do Governador do Estado;
IIrespeitada a legislação pertinente, distribuir os servidores públicos pelos diversos órgãos internos das Secretarias de Estado que dirigem e cometer-lhes tarefas funcionais executivas;
IIIordenar, fiscalizar e impugnar despesas públicas;
IVassinar contratos, convênios, acordos e outros atos administrativos bilaterais ou multilaterais de que o Estado participe, quando não for exigida a assinatura do Governador do Estado, observado o disposto no art. 77 desta Lei Complementar;
Vrevogar, anular e sustar ou determinar a sustação de atos administrativos que contrariem os princípios constitucionais e legais da Administração Pública;
VIreceber reclamações relativas à prestação de serviços públicos, decidir e promover as correções exigidas;
VIIaplicar penas administrativas e disciplinares, exceto as de demissão de servidores estáveis e de cassação de disponibilidade;
VIIIdecidir, mediante despacho exarado em processo, sobre pedidos cuja matéria se insira na área de competência das secretarias que dirigem;
IXpromover seminários de avaliação do cumprimento das políticas públicas voltadas ao desenvolvimento regional de que tratam os §§ 1º e 2º deste artigo, articuladamente com a Secretaria de Estado do Planejamento; e
Xexercer outras atividades situadas na área de abrangência da respectiva secretaria e demais atribuições delegadas pelo Chefe do Poder Executivo.
§ 1ºÀs Secretarias de Estado Setoriais cabe acompanhar o cumprimento das políticas públicas do Estado voltadas para o desenvolvimento regional das entidades vinculadas e das Secretarias de Estado de Desenvolvimento Regional.
§ 2ºÀs Secretarias de Estado de Desenvolvimento Regional e às estruturas descentralizadas da Administração Indireta do Estado cabe executar as normas e orientações emanadas das Secretarias de Estado Setoriais, quando se tratar de políticas públicas do Estado, voltadas para o desenvolvimento regional. (Redação dos §§ 1º e 2º revogada pela Lei 16.795, de 2015) (Redação revogada pela LC 741, de 2019)

TÍTULO III

DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA ESTADUAL E DA ORGANIZAÇÃO DE SEU FUNCIONAMENTO

CAPÍTULO I

Da Administração Pública Estadual

Art. 8.
A Administração Pública Estadual compreende:
Ia Administração Direta, constituída pelos órgãos integrantes da estrutura organizacional administrativa do Gabinete do Governador do Estado, do Gabinete do Vice-Governador, das Secretarias de Estado e das Secretarias Especiais e Executivas; e
IIa Administração Indireta, constituída pelas seguintes espécies de entidades dotadas de personalidade jurídica própria:
a)autarquias;
b)fundações públicas de direito público e de direito privado;
c)empresas públicas; e
d)sociedades de economia mista.
§ 1ºAs entidades da Administração Indireta adquirem personalidade jurídica:
Ias autarquias e as fundações públicas de direito público, com a publicação da lei que as criar;
IIas fundações públicas de direito privado, com a inscrição da escritura pública de sua institucionalização e estatuto no registro civil de pessoas jurídicas; e
IIIas empresas públicas e as sociedades de economia mista, com o arquivamento e registro de seus atos constitutivos na Junta Comercial do Estado de Santa Catarina - JUCESC.
§ 2ºAs entidades compreendidas na Administração Indireta serão vinculadas à Secretaria de Estado em cuja área de competência estiver enquadrada sua principal atividade.
§ 3ºAs entidades de direito civil cujos objetivos e atividades se identifiquem com as competências das Secretarias de Estado ou com as das entidades da Administração Indireta e que recebam contribuições de natureza financeira, a título de subvenções ou transferências à conta do Orçamento do Estado, em caráter permanente, com vistas à sua manutenção, ficam sujeitas à supervisão governamental.
§ 4ºO Chefe do Poder Executivo disporá sobre a organização e o funcionamento dos órgãos da Administração Direta e, no que couber, das entidades da Administração Indireta de que trata esta Lei Complementar.
§ 5ºOs atos de organização e reorganização institucional, estrutural e funcional dos órgãos da Administração Direta e das entidades autárquicas e fundacionais deverão ser expedidos com a nominata dos cargos de provimento em comissão, das Funções Técnicas Gerenciais - FTGs, das Funções Gratificadas - FGs e das Funções de Chefia - FCs. (Redação revogada pela LC 741, de 2019)

CAPÍTULO II

Do Funcionamento da Administração Pública Estadual

Art. 9.
O funcionamento da Administração Pública Estadual, observado o que determina o art. 14 da Constituição do Estado, obedecerá ao disposto nesta Lei Complementar e na legislação aplicável, relativamente ao planejamento, à coordenação, à descentralização, à desconcentração, à execução, à delegação de competência e ao controle governamental.
§ 1ºO Poder Executivo deverá implementar modelo gerencial sintonizado com as modernas técnicas de planejamento público, primando pela flexibilidade da gestão, qualidade dos serviços públicos e prioridade às demandas do cidadão.
§ 2ºA Administração Pública Estadual deverá atuar estrategicamente com relação ao processo de gestão, priorizando a ação preventiva, aliada à descentralização e desconcentração dos programas e ações e à capacitação dos recursos humanos, com amparo na tecnologia da informação como suporte aos processos operacionais.
§ 3ºO Estado estimulará a profissionalização do servidor público, incentivando-o a participar de programas de capacitação internos e externos que o habilitem a desenvolver as várias competências inerentes ao seu cargo e às novas demandas exigidas pela sociedade.
§ 4ºA Administração Pública Estadual primará por maior eficiência, eficácia, efetividade e relevância administrativas, pela participação da sociedade nas decisões governamentais e pela transparência administrativa. A Administração Pública Estadual primará por maior eficiência, eficácia, economicidade e transparência administrativas, bem como pela participação da sociedade nas decisões governamentais. (NR) (Redação do § 4º dada pela Lei Complementar 534, de 2011).
§ 5ºA responsabilidade na gestão fiscal pressupõe uma ação planejada e transparente para a prevenção de riscos e correção de desvios capazes de afetar o equilíbrio das contas públicas, mediante o cumprimento de metas de resultados entre receitas e despesas e a obediência a limites e condições no que tange à renúncia de receita, geração de despesas com pessoal, seguridade social, dívidas consolidada e mobiliária, operações de crédito, concessão de garantia e inscrição em Restos a Pagar. (Redação revogada pela LC 741, de 2019)

SEÇÃO I

Da Ação Governamental de Planejamento

Art. 10.
A ação governamental obedecerá a um processo sistemático de planejamento que vise a promover o desenvolvimento do Estado, a sua conseqüente distribuição populacional pelo território catarinense, a democratização dos programas e ações com amplo engajamento das comunidades, a regionalização do orçamento e a transparência administrativa.
§ 1ºA ação governamental de que trata o caput deste artigo, elaborada em conformidade com as definições do Seminário Anual de Avaliação dos Programas Governamentais, será efetivada mediante a formulação dos seguintes instrumentos básicos:
IPlano Catarinense de Desenvolvimento;
IIPlanos de Desenvolvimento Regionais;
IIIPlanos Decenais, com ênfase em indicadores socioeconômicos e de desenvolvimento humano;
IVPlano Plurianual de Governo;
Vprogramas gerais, setoriais, regionais e municipais de duração anual e plurianual;
VIDiretrizes Orçamentárias;
VIIOrçamento Anual; e
VIIIProgramação Financeira e Cronograma de Execução Mensal de Desembolso.
§ 2ºA ação governamental de planejamento, atendidas as peculiaridades locais, guardará perfeita coordenação e consonância com os planos, programas e projetos dos Governos da União e dos Municípios. (Redação revogada pela LC 741, de 2019)
Art. 11.
A Administração Pública Estadual deverá promover políticas diferenciadas para equilibrar o desenvolvimento socioeconômico atendendo, principalmente, às regiões cujos municípios detenham menores valores para o Índice de Desenvolvimento Humano - IDH.
Parágrafo únicoAs Secretarias de Estado Setoriais e as Secretarias de Estado de Desenvolvimento Regional, sob a coordenação da Secretaria de Estado do Planejamento e em articulação com a Secretaria de Estado da Fazenda deverão estabelecer critérios de distribuição dos recursos públicos, de forma regionalizada, por função governamental, com a finalidade de atendimento a obras e serviços públicos, levando em consideração o índice estabelecido no caput deste artigo e outros que possam guardar o justo equilíbrio socioeconômico das regiões do Estado. (Redação revogada pela LC 741, de 2019)

SEÇÃO II

Da Ação Governamental de Coordenação

Art. 12.
As atividades da Administração Pública Estadual e os programas e ações de Governo serão objeto de permanente coordenação.
§ 1ºA ação governamental de coordenação será exercida em todos os níveis administrativos mediante a atuação das chefias individuais e a realização sistemática de reuniões com a participação das chefias subordinadas e dos servidores, bem como por intermédio da instituição de comissões de coordenação em cada nível, se necessário.
§ 2ºNo nível superior da Administração Pública Estadual, a ação governamental de coordenação será assegurada por meio:
Ide reuniões do secretariado, com a participação de titulares de cargos ou funções, convocados pelo Governador;
IIde reuniões de Secretários de Estado e titulares de cargos ou funções, por áreas afins;
IIIda Secretaria de Estado de Coordenação e Articulação, no que tange às ações políticas que envolvam a participação de mais de uma Secretaria de Estado ou entidade da Administração Indireta Estadual; da Secretaria de Estado da Casa Civil, no que tange às ações políticas que envolvam a participação de mais de uma Secretaria de Estado ou entidade da Administração Indireta Estadual; (NR) (Redação do inciso III dada pela Lei Complementar 534, de 2011).
IVda Secretaria de Estado do Planejamento, no que tange às ações programáticas que envolvam a participação de mais de uma Secretaria de Estado ou entidade da Administração Indireta Estadual; e
Vdos órgãos centrais para os setoriais e seccionais do respectivo sistema administrativo.
§ 3ºOs Secretários de Estado não poderão encaminhar à decisão do Governador do Estado assuntos que não tenham sido objeto de análise prévia por outros setores governamentais em cujas áreas de competência a matéria tenha implicações ou repercussões, a fim de se evitar encaminhamentos administrativos desarticulados. (Redação revogada pela LC 741, de 2019)

SEÇÃO III

Da Descentralização e da Desconcentração Administrativa

Art. 13.
A execução das atividades da Administração Pública Estadual será descentralizada e desconcentrada e se dará por meio das Secretarias de Estado de Desenvolvimento Regional e dos órgãos e entidades públicos estaduais, com atuação regional, por elas coordenadas.
Parágrafo únicoA descentralização e a desconcentração serão implementadas em quatro planos principais:
Idas Secretarias de Estado Setoriais para as Secretarias de Estado de Desenvolvimento Regional;
IIdo nível de direção estratégica para o nível gerencial, e deste para o nível operacional;
IIIda Administração Direta para a Administração Indireta; e
IVda Administração do Estado para:
a)o Município ou entidade da sociedade civil organizada, por intermédio das Secretarias de Estado de Desenvolvimento Regional, mediante convênio, acordo ou instrumento congênere; e
b)organizações sociais, entidades civis e entidades privadas sem fins lucrativos, mediante contratos de concessão, permissão, termos de parcerias, contratos de gestão e parcerias público-privadas. (Redação do art. 13 revogada pela Lei 16.795, de 2015) (Redação revogada pela LC 741, de 2019)
Art. 14.
As estruturas descentralizadas dos órgãos e entidades integrantes da Administração Direta e Indireta Estadual ficam sob a supervisão, coordenação, orientação e controle da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Regional de sua área de abrangência, de forma articulada com as respectivas Secretarias de Estado Setoriais, Autarquias, Fundações e Empresas do Estado.
Parágrafo únicoExcetuam-se do disposto neste artigo as atividades de fiscalização fazendária, as relativas à segurança pública, as do Regime Próprio de Previdência dos Servidores Públicos Estaduais, as atribuições próprias do Sistema de Serviços Jurídicos, as ações da Secretaria de Estado de Comunicação, os programas e ações previstos em leis orgânicas e normas federais de regulação como de competência específica do nível Setorial, as obrigações decorrentes de contratos com organismos internacionais onde seja exigida a execução exclusiva por órgão ou entidade central e aquelas que, estabelecidas em decreto do Chefe do Poder Executivo, devam ser executadas de forma global e centralizadas. (Redação do art. 14 revogada pela Lei 16.795, de 2015) (Redação revogada pela LC 741, de 2019)
Art. 15.
s programas, projetos e ações governamentais, observadas as diretrizes emanadas dos Conselhos de Desenvolvimento Regional, do Plano Catarinense de Desenvolvimento, dos Planos de Desenvolvimento Regionais, do Plano Plurianual, da Lei de Diretrizes Orçamentárias, da Lei Orçamentária Anual, da programação financeira, do cronograma de execução mensal de desembolso e das normas reguladoras de cada área, serão:
Iplanejados e normatizados pelas Secretarias de Estado Setoriais e supervisionados, coordenados, orientados e controlados, de forma articulada, com as Secretarias de Estado de Desenvolvimento Regional; e
IIexecutados pelas Secretarias de Estado de Desenvolvimento Regional, ou delegados, sempre que couber, aos municípios, e supervisionados, coordenados, orientados e controlados, de forma articulada, com as Secretarias de Estado Setoriais.
§ 1ºObservado o disposto neste artigo, no âmbito da Administração Indireta Estadual, as atribuições serão executadas por intermédio das respectivas estruturas regionais e locais devendo, sempre que couber, ser delegadas às Secretarias de Estado de Desenvolvimento Regional ou aos municípios.
§ 2ºExcetuam-se do disposto neste artigo os programas, projetos e ações previstos em leis orgânicas e normas federais de regulação como de competência específica do nível Setorial e as obrigações decorrentes de contratos com organismos internacionais onde seja exigida a execução exclusiva por órgão ou entidade central. (Redação revogada pela LC 741, de 2019)
Art. 16.
As Secretarias de Estado de Desenvolvimento Regional, na qualidade de agências de desenvolvimento deverão orientar os agentes produtivos e os Municípios quanto às opções de financiamento e incentivos financeiros disponíveis nos bancos e agências oficiais, em especial no Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul - BRDE, na Agência de Fomento do Estado de Santa Catarina S/A - BADESC, nos Fundos Estaduais e Federais, bem como nos Programas de Desenvolvimento da Empresa Catarinense - PRODEC e PRÓ-EMPREGO e outros que venham a ser criados, assim como os programas mantidos pelo Governo Federal.
Parágrafo únicoOs pleitos para financiamento nas Agências e Fundos Estaduais, bem como de tratamento diferenciado do ICMS, em especial PRODEC e PRÓ-EMPREGO, deverão ser processados a partir das Secretarias de Estado de Desenvolvimento Regional, e submetidos à apreciação do Conselho de Desenvolvimento Regional. (Redação do parágrafo único revogada pela Lei Complementar 534, de 2011). (Redação do art. 16 revogada pela Lei 16.795, de 2015). (Redação revogada pela LC 741, de 2019)
Art. 17.
s gestores dos fundos estaduais, no que couber, deverão, por intermédio de critérios técnicos, definir orçamento diferenciado para cada região, após o que serão distribuídas cotas regionais e priorizados os pleitos respectivos, pelos Conselhos de Desenvolvimento Regional.(Redação do art. 17 revogada pela Lei 16.795, de 2015) (Redação revogada pela LC 741, de 2019)
Art. 18.
Chefe do Poder Executivo estabelecerá normas complementares que determinarão a descentralização e a desconcentração da Administração Pública Estadual. (Redação revogada pela LC 741, de 2019)

SEÇÃO IV

Da Ação Governamental de Execução

Art. 19.
s atos de execução, singulares ou coletivos, obedecerão aos preceitos legais e às normas regulamentares, observados os critérios de eficiência, eficácia, efetividade, relevância e a intersetorialidade.
Parágrafo únicoOs responsáveis pela execução dos programas, projetos e ações de governo respeitarão os princípios da Administração Pública, os métodos participativos, as normas e critérios técnicos, o planejamento estabelecido pelos órgãos setoriais e regionais a que estiverem supervisionados, coordenados, orientados e controlados, as prioridades e deliberações dos Conselhos de Desenvolvimento Regional, das Audiências Públicas do Orçamento Estadual Regionalizado e do Seminário Anual de Avaliação dos Programas Governamentais. (Redação revogada pela LC 741, de 2019)

SEÇÃO V

Da Delegação de Competência

Art. 20.
A delegação de competência será utilizada como instrumento de descentralização e desconcentração administrativas, com o objetivo de assegurar rapidez às decisões. (Redação revogada pela LC 741, de 2019)
Art. 21.
Poderão ser delegadas aos Secretários de Estado as competências não exclusivas do Chefe do Poder Executivo estabelecidas na Constituição do Estado.
§ 1ºÉ facultado ao Chefe do Poder Executivo e aos Secretários de Estado delegar competência aos dirigentes de órgãos por eles supervisionados, coordenados, orientados e controlados, para a prática de atos administrativos, conforme disposto em regulamento.
§ 2ºO ato de delegação indicará o embasamento jurídico, a autoridade delegante, a autoridade delegada e a competência.
§ 3ºO exercício de funções em regime de substituição abrange os poderes delegados e subdelegados ao substituído, salvo se o ato de delegação ou subdelegação, ou o ato que determina a substituição, dispuser em contrário. (Redação revogada pela LC 741, de 2019)

SEÇÃO VI

Da Ação Governamental de Controle Administrativo

Art. 22.
controle das atividades da Administração Pública Estadual será exercido em todos os níveis, órgãos e entidades compreendendo, particularmente:
Ipela chefia competente, a execução dos programas, projetos e ações, e a observância das normas inerentes à atividade específica do órgão ou da entidade vinculada ou controlada; e
IIpelos órgãos de cada sistema, a observância das normas gerais que regulam o exercício das atividades administrativas.
Parágrafo únicoO controle da aplicação do dinheiro público, a fiscalização e supervisão dos Fundos Estaduais e a guarda dos bens do Estado serão feitos pelos órgãos dos Sistemas de Administração Financeira, de Controle Interno e de Gestão Patrimonial. (Redação revogada pela LC 741, de 2019)
Art. 23.
As tarefas de controle, com o objetivo de melhorar a qualidade e a produtividade serão racionalizadas mediante revisão de processos e supressão de meios que se evidenciarem puramente formais ou cujo custo seja evidentemente superior ao benefício. (Redação revogada pela LC 741, de 2019)

SEÇÃO VII

Da Ação Governamental de Supervisão

Art. 24.
s Secretários de Estado são responsáveis perante o Governador do Estado, pela supervisão dos serviços dos órgãos da Administração Direta e das entidades da Administração Indireta enquadrados em sua área de competência.
Parágrafo únicoA supervisão a cargo dos Secretários de Estado é exercida por meio de orientação, coordenação, controle e avaliação das atividades dos órgãos subordinados ou vinculados e das entidades vinculadas ou supervisionadas. (Redação revogada pela LC 741, de 2019)
Art. 25.
A supervisão a cargo dos Secretários de Estado, com o apoio dos órgãos que compõem as estruturas de suas Secretarias, tem por objetivos, na área de sua respectiva competência:
Iassegurar a observância das normas constitucionais e infraconstitucionais;
IIpromover a execução dos programas, projetos e ações de Governo de forma descentralizada, desconcentrada e intersetorializada;
IIIcoordenar as atividades das entidades vinculadas ou supervisionadas e harmonizar a sua atuação com a dos demais órgãos e entidades;
IVavaliar o desempenho das entidades vinculadas ou supervisionadas;
Vfiscalizar a aplicação e a utilização de recursos orçamentários e financeiros, valores e bens públicos;
VIacompanhar os custos globais dos programas, projetos e ações setoriais de Governo;
VIIencaminhar aos setores próprios da Secretaria de Estado da Fazenda os elementos necessários à prestação de contas do exercício financeiro; e
VIIIenviar ao Tribunal de Contas do Estado, sem prejuízo da fiscalização deste, informes relativos à administração financeira, patrimonial e de recursos humanos das entidades vinculadas ou supervisionadas. (Redação revogada pela LC 741, de 2019)
Art. 26.
No que se refere à Administração Indireta, a supervisão visa a assegurar:
Ia realização dos objetivos fixados nos atos de institucionalização ou de constituição da entidade;
IIa harmonia com a política e a programação do Governo no setor de atuação da entidade;
IIIa eficiência, a eficácia, a efetividade e a relevância administrativas;
IVa diminuição dos custos e das despesas operacionais;
Va autonomia administrativa, operacional e financeira da entidade; e
VIa descentralização e a desconcentração da execução dos programas, projetos e ações governamentais, que deverão ser supervisionados, coordenados, orientados e controlados, de forma articulada, entre as Secretarias de Estado Setoriais e as Secretarias de Estado de Desenvolvimento Regional.
Parágrafo únicoAto do Chefe do Poder Executivo disporá sobre os procedimentos de que trata o inciso VI deste artigo.(Redação revogada pela LC 741, de 2019)
Art. 27.
A supervisão a que se refere o artigo anterior será exercida mediante a adoção das seguintes medidas, além de outras estabelecidas em regulamento:
Iindicação, ao Governador do Estado, de administradores e membros de Conselhos Fiscais ou, quando for o caso, Conselhos de Administração e Assembléias Gerais, atendidos os critérios de governança corporativa;
IIdesignação, pelo Secretário de Estado, quando este não comparecer, dos representantes do Governo Estadual nas Assembléias Gerais e nos órgãos de administração ou controle da entidade;
IIIrecebimento periódico de relatórios, boletins, balancetes e informações que permitam aos Secretários de Estado acompanhar as atividades da entidade e a execução do orçamento anual, da programação financeira e dos contratos de gestão aprovados pelo Governo;
IVaprovação de contas, relatórios e balanços, diretamente ou por meio dos representantes, nas Assembléias e órgãos da Administração;
Vfixação, em níveis compatíveis com os critérios de operação econômica, das despesas com recursos humanos e custeio da Administração;
VIfixação de critérios para a realização de gastos com publicidade, divulgação e relações públicas; e
VIIrealização de avaliações e auditorias periódicas de desempenho.
Art. 28.
A entidade da Administração Indireta deverá estar habilitada a:
Iprestar contas de sua gestão, na forma e nos prazos estabelecidos, ao Secretário de Estado Setorial ao qual está vinculada e ao Secretário de Estado de Desenvolvimento Regional em cuja área de abrangência se encontrar a respectiva estrutura descentralizada;
IIprestar as informações solicitadas pela Assembléia Legislativa, na forma do § 2º do art. 41 da Constituição do Estado, por intermédio da Secretaria de Estado de Coordenação e Articulação; e prestar as informações solicitadas pela Assembleia Legislativa, na forma do § 2º do art. 41 da Constituição do Estado, por intermédio da Secretaria de Estado da Casa Civil; e (NR). (Redação do inciso II dada pela Lei Complementar 534 de 2011)
IIIapresentar os resultados de seus trabalhos, indicando suas causas e justificando as medidas postas em prática ou cuja adoção se impuser, no interesse do serviço público.
Parágrafo únicoAto do Chefe do Poder Executivo disporá sobre os procedimentos a serem adotados para a execução do disposto no inciso I deste artigo.(Redação revogada pela LC 741, de 2019)

CAPÍTULO III

Dos Sistemas Administrativos

Art. 29.
As atividades administrativas comuns a todos os órgãos e entidades da Administração Pública Estadual serão desenvolvidas e executadas sob a forma de sistemas. (Redação revogada pela LC 741, de 2019)
Art. 30.
Serão estruturadas, organizadas e operacionalizadas sob a forma de sistemas administrativos as seguintes atividades:
IAdministração Financeira;
IIControle Interno;
IIIGeografia e Cartografia;
IVGestão de Materiais e Serviços;
VGestão Organizacional;
VIGestão de Recursos Humanos; Gestão de Pessoas; (NR) (Redação do inciso VI dada pela Lei Complementar 534, de 2011).
VIIGestão de Tecnologia de Informação; Gestão de Tecnologia da Informação e Governança Eletrônica; (NR) (Redação do inciso VII dada pela Lei Complementar 534, de 2011).
VIIIInformações Estatísticas;
IXPlanejamento e Orçamento;
XServiços Jurídicos;
XIGestão Patrimonial;
XIIGestão Documental e Publicação Oficial; Gestão Documental, Editoração e Publicação Oficial; (NR) (Redação do inciso XII dada pela Lei Complementar 468, de 2009).
XIIICoordenação e Articulação das Ações de Governo;
XIVAtos do Processo Legislativo; e
XVOuvidoria.
XVIDefesa Civil; e
XVIIPlanejamento Estratégico. (NR) (Redação dos incisos XVI e XVII incluída pela Lei Complementar 534, de 2011).
Parágrafo únicoPara atender ao Sistema de Controle Interno do Poder Executivo a que se refere o art. 62 da Constituição do Estado, os Sistemas referidos neste artigo atuarão de forma articulada. (Redação revogada pela LC 741, de 2019)
Art. 31.
Cada sistema administrativo é composto pelo órgão central, órgãos setoriais regionais e órgãos seccionais.
§ 1ºO órgão central é representado pela Secretaria de Estado e pelas diretorias que detêm a respectiva competência administrativa, nos termos previstos nesta Lei Complementar.
§ 2ºOs órgãos setoriais são representados pelas unidades administrativas das Secretarias de Estado que detêm a competência do sistema administrativo.
§ 3ºOs órgãos setoriais regionais são representados pelas unidades administrativas das Secretarias de Estado de Desenvolvimento Regional que detêm a competência do sistema administrativo, as quais exercerão suas atribuições com abrangência nas estruturas descentralizadas dos órgãos e entidades integrantes da Administração Direta e Indireta Estadual, conforme disposto no art. 14 desta Lei Complementar. (Redação do § 3º revogada pela Lei 16.795, de 2015)
§ 4ºOs órgãos seccionais são representados pelas unidades administrativas previstas nos órgãos e entidades vinculados às Secretarias de Estado que possuem a competência do sistema administrativo.
§ 5ºCabe ao órgão central do sistema administrativo as atividades de normatização, coordenação, supervisão, regulação, controle e fiscalização das competências sob sua responsabilidade.
§ 6ºCabe aos órgãos setoriais e seccionais do sistema administrativo as atividades de execução e operacionalização das competências delegadas pelos respectivos órgãos centrais e demais atividades afins previstas na legislação.
§ 7ºAos órgãos previstos no § 1º ficam vedadas a execução e a operacionalização de atividades de forma centralizada, exceto quando decorrente da omissão ou ineficiência dos órgãos setoriais e seccionais, ou da peculiaridade da atividade, na forma a ser definida por decreto do Chefe do Poder Executivo.
§ 8ºOs órgãos setoriais e seccionais do sistema administrativo possuem subordinação administrativa e hierárquica ao titular do respectivo órgão ou entidade e vinculação técnica ao órgão central do sistema.
§ 9ºOs órgãos integrantes de um sistema administrativo, qualquer que seja a sua subordinação, ficam submetidos à orientação normativa, ao controle técnico e à fiscalização específica do órgão central, sob pena da aplicação de sanções administrativas. (Redação revogada pela LC 741, de 2019)
Art. 32.
dirigente do órgão central do sistema é responsável pelo fiel cumprimento das leis e regulamentos pertinentes, bem como pelo desempenho eficiente e coordenado do Sistema, podendo estabelecer o alcance de resultados pelos órgãos setoriais e seccionais. (Redação revogada pela LC 741, de 2019)
Art. 33.
As Autarquias, Fundações, Empresas Públicas e Sociedades de Economia Mista do Estado ficam obrigadas a fornecer as informações gerenciais necessárias, sempre que houver solicitação do órgão central do sistema administrativo. (Redação revogada pela LC 741, de 2019)
Art. 34.
Quando da ocorrência de omissão, ineficiência ou não observância das normas técnicas emitidas pelo órgão central do sistema, este poderá recomendar a substituição do ocupante do cargo de provimento em comissão, Função de Chefia - FC, Função Técnica Gerencial - FTG e Função Gratificada - FG do nível setorial ou seccional.
Parágrafo únicoÉ vedado aos órgãos da Administração Direta, Autarquias e Fundações a contratação de consultoria para desempenho de atribuições inerentes ao próprio sistema administrativo sem a aprovação do respectivo órgão central. (Redação revogada pela LC 741, de 2019)
Art. 35.
Decreto do Chefe do Poder Executivo disporá sobre a estruturação, organização, implantação e operacionalização dos sistemas de que trata este capítulo e, no caso em que a estrutura organizacional não disponha de cargo ou função específicos, sobre a definição do responsável pela execução das atividades inerentes a cada sistema. (Redação revogada pela LC 741, de 2019)

TÍTULO IV

DA ADMINISTRAÇÃO DIRETA ESTADUAL

CAPÍTULO I

Da Estrutura da Administração Direta

Art. 36.
A estrutura organizacional básica da Administração Direta compreende:
IGabinete do Governador do Estado, constituído da seguinte forma:
a)Órgãos de Consulta do Governador:

1. o Conselho de Governo;

2. o Conselho Estadual de Desenvolvimento - DESENVESC;

3. o Conselho de Política Financeira - CPF; (Redação do item 3 revogada pela Lei Complementar 534, de 2011).

4. o Conselho Estadual de Articulação do Comércio Exterior - CEACEX;

5. o Conselho Estadual de Tecnologia de Informação e Comunicação - CTIC; (Redação do item 5 revogada pela Lei Complementar 534, de 2011).

6. o Conselho Estadual de Ciência, Tecnologia e Inovação - CONCITI; e

7. o Conselho Consultivo Superior de Governo - CONSULT;

8. o Conselho Gestor de Tecnologia da Informação, Comunicação e Governança Eletrônica (CGTIC); (Redação incluída pela LC 700, de 2017.

b)Gabinete da Chefia do Executivo, a cuja estrutura se integra:

1. a Coordenadoria Estadual da Mulher; e

2. a Coordenadoria Estadual da Juventude; (Redação dos itens 1 e 2 revogada pela Lei Complementar 534, de 2011).

c)Secretaria de Estado de Coordenação e Articulação, a cuja estrutura se integra: Secretaria de Estado da Casa Civil, a cuja estrutura se integra: (NR) (Redação da alínea c dada pela Lei Complementar 534, de 2011).

1. a Secretaria Executiva da Casa Militar;

2. a Secretaria Executiva de Articulação Estadual; e (Decreto 1.504, de 2018, desativa Secretaria Executiva de Articulação Estadual)

3. a Secretaria Executiva de Articulação Nacional;

4. Secretaria Executiva de Supervisão de Recursos Desvinculados; (NR) (Redação do item 4 dada pela Lei Complementar 534, de 2011). (Decreto 1.504, de 2018, desativa Secretaria Executiva de Supervisão de Recursos Desvinculados)

d)Secretaria de Estado de Comunicação;
e)Secretaria Especial de Articulação Internacional; Secretaria Executiva de Assuntos Internacionais; (NR) (Redação da alínea e dada pela Lei Complementar 534, de 2011). (Decreto 1.504, de 2018, desativa Secretaria Executiva de Assuntos Internacionais)
f)Secretaria Executiva de Assuntos Estratégicos; e (Decreto 1.504, de 2018, desativa Secretaria Executiva de Assuntos Estratégicos)
g)Procuradoria Geral do Estado;
IIGabinete do Vice-Governador;
IIISecretaria de Estado do Planejamento;
IVSecretaria de Estado da Administração;
VSecretaria de Estado da Fazenda, a cuja estrutura se integra: Secretaria de Estado da Fazenda, a cuja estrutura se integra o Conselho de Política Financeira - CPF; (NR) (Redação do inciso V dada pela Lei Complementar 534, de 2011).
a)a Secretaria Executiva de Gestão dos Fundos Estaduais;
VISecretaria de Estado da Segurança Pública e Defesa do Cidadão, a cuja estrutura se integra: Secretaria de Estado da Segurança Pública; (NR) (Redação do inciso VI dada pela Lei Complementar 534, de 2011).
a)a Secretaria Executiva da Justiça e Cidadania; (Redação da alínea a revogada pela Lei Complementar 534, de 2011).
VIISecretaria de Estado da Saúde;
VIIISecretaria de Estado da Educação;
IXSecretaria de Estado da Assistência Social, Trabalho e Habitação, a cuja estrutura se integra a Secretaria Executiva de Habitação e Regularização Fundiária; (Redação dada pela Lei 17.170, de 2017)
a)a Secretaria Executiva de Políticas Sociais de Combate à Fome;
XSecretaria de Estado da Agricultura e Desenvolvimento Rural; Secretaria de Estado da Agricultura e da Pesca, a cuja estrutura se integra:
a)a Secretaria Executiva do Programa SC Rural; (NR) (Redação da alínea a dada pela Lei Complementar 534, de 2011) .
XISecretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico Sustentável;
XIISecretaria de Estado de Turismo, Cultura e Esporte;
XIIISecretaria de Estado da Infra-Estrutura; e
XIVSecretarias de Estado de Desenvolvimento Regional, que atuarão como agências de desenvolvimento. Secretaria de Estado da Justiça e Cidadania; (NR) (Redação do inciso XIV dada pela Lei Complementar 534, de 2011)
XVSecretaria de Estado da Defesa Civil; e
XVISecretarias de Estado de Desenvolvimento Regional, que atuarão como agências de desenvolvimento. (Redação dos incisos XV e XVI incluída pela Lei Complementar 534, de 2011). (Redação do inciso XVI revogada pela Lei 16.795, de 2015). (Redação revogada pela LC 741, de 2019)

CAPÍTULO II

Dos Órgãos Integrantes do Gabinete do Governador

SEÇÃO I

Dos Órgãos de Consulta do Governador

Art. 37.
São Órgãos de Consulta do Governador:
IConselho de Governo;
IIConselho Estadual de Desenvolvimento - DESENVESC;
IIIConselho de Política Financeira - CPF; (Redação do inciso III revogada pela Lei Complementar 534, de 2011).
IVConselho Estadual de Articulação do Comércio Exterior - CEACEX;
VConselho Estadual de Tecnologia de Informação e Comunicação - CTIC; (Redação do inciso V revogada pela Lei Complementar 534, de 2011).
VIConselho Estadual de Ciência, Tecnologia e Inovação - CONCITI; e
VIIConselho Consultivo Superior de Governo - CONSULT.
VIIIConselho Gestor de Tecnologia da Informação, Comunicação e Governança Eletrônica (CGTIC). (Redação do inciso VIII, incluída pela LC 700, de 2017). (Redação revogada pela LC 741, de 2019)

SUBSEÇÃO I – Do Conselho de Governo

Art. 38.
Conselho de Governo, nos termos do art. 76 da Constituição do Estado, é órgão superior de consulta, a quem compete pronunciar-se, quando convocado pelo Governador do Estado, sobre assuntos de relevante complexidade e magnitude.
Parágrafo únicoA organização e o funcionamento do Conselho de Governo serão regulados por lei. (Redação revogada pela LC 741, de 2019)

SUBSEÇÃO II – Do Conselho Estadual de Desenvolvimento - DESENVESC

Art. 39.
Conselho Estadual de Desenvolvimento - DESENVESC será presidido pelo Governador do Estado e integrado pelo Vice-Governador, pelos Secretários de Estado do Planejamento, da Fazenda, do Desenvolvimento Econômico Sustentável, de Coordenação e Articulação, da Educação, da Assistência Social, do Trabalho e Habitação, de Turismo, Cultura e Esporte, bem como pelo Secretário Especial de Articulação Internacional, e um representante de cada um dos Conselhos de Desenvolvimento Regional. Conselho Estadual de Desenvolvimento - DESENVESC será presidido pelo Governador do Estado e integrado pelo Vice-Governador do Estado, pelos Secretários de Estado do Planejamento, da Fazenda, do Desenvolvimento Econômico Sustentável, da Casa Civil, da Educação, da Assistência Social, do Trabalho e Habitação, de Turismo, Cultura e Esporte,bem como pelo Secretário Executivo de Assuntos Internacionais e um representante de cada um dos Conselhos de Desenvolvimento Regional. (NR) (Redação do art. 39 dada pela Lei Complementar 534, de 2011).
§ 1ºCompete ao Conselho Estadual de Desenvolvimento - DESENVESC:
Iformular políticas públicas de desenvolvimento sócioeconômico e cultural;
IIprospectar um novo modelo de desenvolvimento para o Estado;
IIIdefinir instrumentos de apoio à sustentabilidade e à expansão da empresa catarinense, atraindo e estimulando novos empreendimentos;
IVrevitalizar as micro e pequenas empresas;
Vpropor instrumentos para a organização do lazer, expandindo e qualificando a atividade turística;
VIdefinir programas integrados de recursos humanos, para a melhoria dos níveis educacionais e de capacitação profissional dos trabalhadores e para a prevenção de doenças ocupacionais;
VIIpromover a capacitação tecnológica, gerencial e a formação de empreendedores;
VIIIpromover ações em defesa da sustentabilidade ambiental; e
IXpropor e apoiar programas de desenvolvimento cultural.
§ 2ºO Presidente, por sua iniciativa ou atendendo a sugestão de qualquer conselheiro, convocará Secretários e outros integrantes do Governo Estadual, e convidará membros de outras instâncias governamentais e de instituições públicas ou privadas, sempre que a natureza da matéria o exigir. (Redação revogada pela LC 741, de 2019)

SUBSEÇÃO III – Do Conselho de Política Financeira - CPF

Art. 40.
Ao Conselho de Política Financeira - CPF, integrado pelos Secretários de Estado da Fazenda, seu presidente, do Planejamento, da Administração, de Coordenação e Articulação e pelo Procurador Geral do Estado, que constituem o Grupo Gestor de Governo, compete assessorar o Governador do Estado:
Ina tomada de decisões sobre o encaminhamento à Assembléia Legislativa de projetos de lei sobre matéria financeira e orçamentária ou que impliquem aumento de despesa ou comprometimento do patrimônio público;
IIna fixação de normas regulamentares, métodos, critérios e procedimentos destinados a reger a organização e o funcionamento dos órgãos e entidades da Administração Pública;
IIIna fixação de normas e diretrizes destinadas a compatibilizar a questão administrativa, financeira, orçamentária e patrimonial das entidades da Administração Indireta com as políticas, planos e programas governamentais aplicados no âmbito da Administração Direta; e
IVna definição da política salarial a ser observada pelas Empresas Públicas, Sociedades de Economia Mista e suas subsidiárias ou controladas.
§ 1ºAs decisões do Conselho de Política Financeira - CPF, que tenham caráter normativo ou autorizativo, terão a forma de resolução e produzirão efeitos após sua homologação pelo Governador do Estado e publicação no Diário Oficial do Estado.
§ 2ºAs alterações de ordem administrativa, financeira, orçamentária, patrimonial e organizacional, inclusive a criação de funções gratificadas e empregos permanentes ou comissionados, a serem realizadas pelas entidades da Administração Indireta Estadual, devem ser previamente analisadas e autorizadas pelo Conselho de Política Financeira - CPF.
§ 3ºExcetuam-se das disposições previstas neste artigo as entidades da administração indireta que têm a forma de sociedade anônima, de capital aberto, que possuam ações listadas em bolsa de valores, que estejam submetidas à fiscalização e normatização do Banco Central do Brasil, incluindo as suas entidades subsidiárias e controladas. Excetuam-se das disposições previstas neste artigo as entidades da administração indireta que têm a forma de sociedade anônima, de capital aberto e que possuam ações listadas em bolsa de valores, bem como as entidades que estejam submetidas à fiscalização e normatização do Banco Central do Brasil, incluindo as suas entidades subsidiárias e controladas.(NR) (Redação do § 3º dada pela Lei Complementar 405, de 2008). (Redação do art. 40 revogada pela Lei Complementar 534, de 2011). (Redação revogada pela LC 741, de 2019)

SUBSEÇÃO IV – Do Conselho Estadual de Articulação do Comércio Exterior - CEACEX

Art. 41.
Conselho Estadual de Articulação do Comércio Exterior - CEACEX será presidido pelo Governador do Estado e, na sua ausência ou impedimento, pelo Vice-Governador.
§ 1ºCompete ao Conselho Estadual de Articulação do Comércio Exterior - CEACEX:
Ipropor e apoiar diretrizes de política estadual no que tange ao comércio exterior;
IIdeliberar e opinar sobre procedimentos a serem implementados para a execução da política exterior;
IIIarticular as políticas estadual e federal de promoção e defesa comercial internacional;
IVacompanhar e apresentar sugestões para a atuação coordenada dos interesses catarinenses quando das negociações realizadas pelo Governo Federal de acordos internacionais relativos à liberalização e defesa comercial, seja bilateral, regional ou multilateralmente;
Vpromover a integração e a articulação de ações e programas realizados por órgãos estaduais que repercutam no comércio exterior, com o fim de harmonizá-los ou unificá-los;
VIestabelecer procedimentos objetivando a aproximação entre os diversos setores produtivos e os órgãos governamentais, com o objetivo de obter diagnóstico e impulsionar a exportação;
VIIpromover ações objetivando a estruturação setorial das cadeias produtivas, direcionadas à organização de entidades consorciadas visando à exportação;
VIIIpropor a criação ou modificação de normas estaduais relacionadas a produtos e serviços destinados à exportação;
IXsugerir medidas de divulgação dos produtos e serviços catarinenses no exterior;
Xpropor medidas de captação de recursos e estímulo a investimentos estrangeiros no Estado; e
XIarticular ações em consonância com o Conselho Estadual de Desenvolvimento - DESENVESC.
§ 2ºA composição dos demais membros do Governo Estadual no CEACEX, referidos no art. 3º, inciso I, da Lei nº 12.732, de 10 de novembro de 2003, será estabelecida em ato do Chefe do Poder Executivo. (Redação revogada pela LC 741, de 2019)

SUBSEÇÃO V – Do Conselho Estadual de Tecnologia de Informação e Comunicação - CTIC

Art. 42.
Conselho Estadual de Tecnologia de Informação e Comunicação - CTIC é o órgão deliberativo para tratar da definição, aprovação de normas e padrões dos assuntos relacionados à comunicação e ao Sistema Administrativo de Gestão de Tecnologia de Informação.
§ 1ºCompete ao Conselho Estadual de Tecnologia de Informação e Comunicação - CTIC:
Iaprovar a Política Estadual de Tecnologia da Informação, Comunicação e de Governança Eletrônica;
IIaprovar os Planos Diretores de Tecnologia de Informação, Comunicação e de Governança Eletrônica;
IIIaprovar a configuração e a gestão das redes de comunicação de dados, voz e imagem, locais e remotas, orientadas para atendimento das necessidades da Administração Pública Estadual;
IVaprovar normas e procedimentos para aquisição de bens, contratação de serviços de informática e de tecnologia de informação e desenvolvimento de softwares para atendimento das necessidades da Administração Pública Estadual; e
Vaprovar os procedimentos para certificação digital no âmbito dos Órgãos e Entidades da Administração Pública Estadual.
§ 2ºO Conselho Estadual de Tecnologia de Informação e Comunicação - CTIC será constituído pelos seguintes membros:
Io Vice-Governador, que o presidirá;
IIo Secretário de Estado da Administração que, na ausência ou impedimento do presidente assumirá a presidência;
IIIo Diretor de Governança Eletrônica da Secretaria de Estado da Administração, que exercerá as funções de Secretário Executivo do Conselho;
IVo Secretário de Estado de Coordenação e Articulação;
Vo Secretário de Estado de Comunicação;
VIo Secretário de Estado do Planejamento;
VIIo Secretário de Estado da Fazenda;
VIIIo Secretário de Estado da Educação;
IXo Secretário de Estado do Desenvolvimento Econômico Sustentável;
Xo Presidente das Centrais Elétricas de Santa Catarina S/A - CELESC;
XIo Presidente da Fundação de Apoio à Pesquisa Científica e Tecnológica do Estado de Santa Catarina - FAPESC;
XIIo Presidente do Centro de Informática e Automação do Estado de Santa Catarina S/A - CIASC;
XIIISecretário de Estado de Assistência Social, Trabalho e Habitação;
XIVPresidente da CASAN - Companhia Catarinense de Águas e Saneamento; e
XVPresidente da SCGÁS. (Redação do art. 42 revogada pela Lei Complementar 534, de 2011).(Redação revogada pela LC 741, de 2019)

SUBSEÇÃO VI – Do Conselho Estadual de Ciência, Tecnologia e Inovação - CONCITI

Art. 43.
Ao Conselho Estadual de Ciência, Tecnologia e Inovação - CONCITI, órgão colegiado, normativo e consultivo vinculado ao Gabinete do Governador do Estado, compete:
Iformular a política estadual de Ciência, Tecnologia e Inovação, com observância dos valores éticos e com base nos princípios estabelecidos pelos arts. 144, inciso XII, 176, 177 e 193 da Constituição do Estado; recomendar diretrizes e prioridades para a Política Estadual de Ciência, Tecnologia e Inovação, respeitadas as características regionais, os interesses da comunidade científico-tecnológica e do setor produtivo, subordinados aos interesses da sociedade catarinense; (NR) (Redação do inciso I dada pela Lei Complementar 534, de 2011).
IIestimular o desenvolvimento científico e tecnológico do Estado de Santa Catarina, em todas as áreas do conhecimento e em todas as regiões do Estado;
IIIestimular a inovação em produtos e processos em todas as organizações públicas e privadas do Estado de Santa Catarina;
IVdiagnosticar as necessidades em Ciência, Tecnologia e Inovação do Estado e indicar diretrizes e prioridades, respeitadas as características regionais, os interesses da comunidade científico-tecnológica e do setor produtivo, subordinados aos interesses da sociedade catarinense;
Vpropor estudos para subsidiar a formulação de planos e programas de desenvolvimento científico e tecnológico no Estado de Santa Catarina;
VIavaliar e opinar sobre os projetos de lei dos planos plurianuais, das diretrizes orçamentárias e dos orçamentos anuais em matérias relativas à área de Ciência, Tecnologia e Inovação, inclusive no tocante a verbas compulsoriamente vinculadas, sem prejuízo da autonomia dos órgãos e entidades que administram seu uso;
VIIcolaborar com o Governo Federal na formulação de políticas e programas de desenvolvimento científico e tecnológico de âmbito nacional;
VIIIestimular a articulação entre as instituições de pesquisa, as universidades e os setores produtivos e o seu intercâmbio com instituições de pesquisa de outros estados brasileiros e do exterior;
IXopinar sobre a criação, manutenção e extinção de instituições públicas ligadas à pesquisa em Ciência, Tecnologia e Inovação no Estado; e
Xsugerir aos poderes competentes quaisquer orientações normativas e providências que considere necessárias para a realização do objetivo do Sistema Estadual de Ciência, Tecnologia e Inovação de Santa Catarina.
Parágrafo únicoO Conselho Estadual de Ciência, Tecnologia e Inovação - CONCITI terá a seguinte composição:
§ 1ºO Conselho Estadual de Ciência, Tecnologia e Inovação - CONCITI terá a seguinte composição: (Redação do § 1º dada pela Lei Complementar 534, de 2011).
IGovernador do Estado, Presidente do Conselho;
IISecretário de Estado do Desenvolvimento Econômico Sustentável, primeiro Vice-Presidente do Conselho;
IIISecretário de Estado da Agricultura e Desenvolvimento Rural, segundo Vice-Presidente do Conselho; Secretário de Estado da Agricultura e da Pesca, segundo Vice-Presidente do Conselho; (NR) (Redação do inciso III dada pela Lei Complementar 534, de 2011).
IVSecretário de Estado da Saúde;
VSecretário de Estado do Planejamento;
VISecretário de Estado da Educação;
VIIPresidente das Centrais Elétricas de Santa Catarina S/A - CELESC;
VIIIPresidente da Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina S/A - EPAGRI;
IXPresidente da Fundação de Apoio à Pesquisa Científica e Tecnológica do Estado de Santa Catarina - FAPESC, que exercerá as funções de Secretário Executivo do Conselho; Presidente da Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Estado de Santa Catarina - FAPESC, terceiro Vice-Presidente do Conselho; (NR) (Redação do inciso IX dada pela Lei Complementar 534, de 2011).
XPresidente da Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina - CIDASC;
XIum representante, indicado por livre escolha do Governador do Estado, dentre pessoas de notória qualificação científica e técnica;
XIIPresidente da Associação Catarinense das Fundações Educacionais - ACAFE;
XIIIReitor da Universidade Federal de Santa Catarina - UFSC;
XIVReitor da Fundação Universidade do Estado de Santa Catarina - UDESC;
XVPresidente da Associação de Mantenedoras Particulares de Educação Superior de Santa Catarina - AMPESC;
XVIdois representantes do setor agropecuário, sendo um representante dos trabalhadores e um representante da classe patronal do setor, indicados por suas respectivas entidades representativas;
XVIIdois representantes do setor industrial, comercial e de serviços, sendo um representante dos trabalhadores e um representante da classe patronal dos setores, indicados por suas respectivas entidades representativas;

XVIII - um representante da comunidade dos pesquisadores em Ciência e Tecnologia no Estado, indicados pela Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência - SBPC/SC, em conjunto com as sociedades científicas;

XIXum representante dos institutos de pesquisa e de desenvolvimento tecnológico localizados no Estado de Santa Catarina e por eles indicado;
XXPresidente do Fórum de Pró-Reitores de Pesquisa e Pós-Graduação de Santa Catarina - FOPROP/SC;
XXIPresidente da Organização das Cooperativas do Estado de Santa Catarina - OCESC;
XXIIum representante do Conselho Estadual de Desenvolvimento Rural, por ele indicado;

XXIII - Presidente da Comissão de Ciência e Tecnologia da Assembléia Legislativa do Estado de Santa Catarina;

XXIVPresidente da Comissão de Agricultura da Assembléia Legislativa do Estado de Santa Catarina;
XXVsete representantes das Secretarias de Estado de Desenvolvimento Regional;
XXVIum representante do Conselho Estadual de Saúde, por ele indicado;

XXVII - um representante da União Catarinense dos Estudantes - UCE; e

XXVIII - Presidente do Centro de Informática e Automação do Estado de Santa Catarina S.A. - CIASC. (NR) (Redação do inciso XXVIII incluída pela Lei Complementar 534, de 2011).

§ 2ºO Diretor de Desenvolvimento de Ciência, Tecnologia e Inovação da Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico Sustentável exercerá a função de Secretário Executivo do Conselho.
§ 3ºO Presidente do Conselho somente terá o voto de qualidade.
§ 4ºPoderão ser convidados a participar das reuniões do Comitê, sem direito a voto, representantes de outros órgãos e entidades. (NR) (Redação dos §§§ 2º, 3º e 4º incluída pela Lei Complementar 534, de 2011). (Redação revogada pela LC 741, de 2019)

SUBSEÇÃO VII – Do Conselho Consultivo Superior de Governo - CONSULT

Art. 44.
Ao Conselho Consultivo Superior de Governo - CONSULT, órgão superior de consulta, vinculado ao Gabinete do Governador do Estado, compete propor a formulação de políticas de desenvolvimento para o Estado de Santa Catarina.
Parágrafo únicoA organização, estruturação e funcionamento do Conselho Consultivo Superior de Governo - CONSULT, serão regulados por ato do Chefe do Poder Executivo. (Redação revogada pela LC 741, de 2019)

SUBSEÇÃO VIII – Do Conselho Gestor de Tecnologia da Informação, Comunicação e Governança Eletrônica (Redação inserida pela LC 700, de 2017)

Art. 44-
A. O Conselho Gestor de Tecnologia da Informação, Comunicação e Governança Eletrônica (CGTIC), órgão colegiado, de caráter consultivo, normativo, deliberativo e fiscalizador, tem por finalidade coordenar a definição da política e a aprovação de normas e padrões de tecnologia da informação, comunicação e governança eletrônica.
§ 1ºAo CGTIC, como órgão central do Sistema Administrativo de Gestão de Tecnologia da Informação e Governança Eletrônica, compete:
Idefinir, normatizar e padronizar as políticas de tecnologia da informação, comunicação e governança eletrônica no âmbito da Administração Pública Estadual;
IIacompanhar e fiscalizar as ações de tecnologia da informação, comunicação e governança eletrônica dos órgãos e das entidades da Administração Pública Estadual;
IIIfomentar a integração, o intercâmbio de experiências, o compartilhamento de soluções e as parcerias em ações de interesse multi-institucional no âmbito da Administração Pública Estadual;
IVbuscar a racionalização no uso dos recursos de tecnologia da informação, comunicação e governança eletrônica dos órgãos e das entidades da Administração Pública Estadual, por meio da coordenação de ações cooperadas;
Vdefinir a política de governança para acesso e utilização de todos os acervos de dados e informações existentes nos órgãos e nas entidades da Administração Pública Estadual; e
VIdefinir e acompanhar os projetos de tecnologia da informação e governança eletrônica, inclusive no que se refere aos sistemas de informações geográficas, geoprocessamento, serviços eletrônicos governamentais, tratamento de imagens, gestão eletrônica de documentos, segurança e monitoramento.
§ 2ºO CGTIC é constituído pelos seguintes membros:
ISecretário de Estado da Casa Civil;
IIProcurador-Geral do Estado;
IIISecretário de Estado do Planejamento;
IVSecretário de Estado da Administração; e
VSecretário de Estado da Fazenda.
§ 3ºDecreto do Chefe do Poder Executivo disporá sobre a estruturação, organização, implantação e operacionalização do CGTIC. (Redação do Art. 44-A, inserida pela LC 700, de 2017) (Redação revogada pela LC 741, de 2019)

SEÇÃO II

Do Gabinete da Chefia do Executivo

Art. 45.
Gabinete da Chefia do Executivo assiste direta e imediatamente ao Governador do Estado nos serviços de secretaria particular.
§ 1ºA Coordenadoria Estadual da Mulher, vinculada ao Gabinete da Chefia do Executivo do Gabinete do Governador, com a finalidade de assessorar, assistir, apoiar, articular e acompanhar os programas, projetos e ações voltadas à mulher, tem por competência:
Idar assessoramento às ações políticas relativas à condição de vida da mulher e ao combate aos mecanismos de subordinação e exclusão, que sustentam a sociedade discriminatória, visando buscar a promoção da cidadania feminina e da igualdade entre os gêneros;
IIprestar apoio e assistência ao diálogo e à discussão com a sociedade e movimentos sociais no Estado, constituindo fóruns regionais para articulação de ações e recursos em políticas de gênero e, ainda, participar de fóruns, encontros, reuniões, seminários e outros que abordem questões relativas à mulher;
IIIefetuar assessoramento ou assistência à reestruturação ou à alteração estrutural do Conselho Estadual dos Direitos da Mulher - CEDM;
IVdar assessoramento e articular com diferentes órgãos do governo programas dirigidos à mulher em assuntos do seu interesse que envolvam saúde, segurança, emprego, salário, moradia, educação, agricultura, raça, etnia, comunicação, participação política e outros;
Vprestar assistência aos programas de capacitação, formação e de conscientização da comunidade, especialmente do funcionalismo estadual;
VIprestar assessoramento ao Governador do Estado em questões que digam respeito aos direitos da mulher;
VIIacompanhar o cumprimento da legislação que assegura os direitos da mulher e orientar o encaminhamento de denúncias relativas à discriminação da mulher;
VIIIpromover a realização de estudos, de pesquisas, formando um banco de dados, ou de debates sobre a situação da mulher e sobre as políticas públicas do gênero;
IXefetuar intercâmbio com instituições públicas, privadas, nacionais e estrangeiras envolvidas com o assunto mulher, visando à busca de informações para qualificar as políticas públicas a serem implantadas; e
Xexecutar outras atividades correlatas ou que lhe venham a ser designadas pela autoridade superior. (Redação do § 1º revogada pela Lei Complementar 670, de 2016)
§ 2ºA Coordenadoria Estadual da Juventude, vinculada ao Gabinete da Chefia do Executivo do Gabinete do Governador, com a finalidade de assessorar, assistir, apoiar, articular e acompanhar os programas, projetos e ações voltadas ao jovem, tem por atribuição:
Idar assessoramento às ações políticas relativas à condição de vida do jovem e ao combate aos mecanismos de exclusão, com absoluta prioridade, o direito à vida, à saúde, à alimentação, à educação, ao lazer, à profissionalização, à cultura, à dignidade, ao respeito, à liberdade e à convivência familiar e comunitária, além de colocá-los a salvo de toda forma de negligência, discriminação, exploração, violência, crueldade e opressão;
IIprestar apoio e assistência ao diálogo e à discussão com a sociedade e movimentos sociais no Estado, constituindo fóruns regionais para articulação de ações e recursos em políticas de gênero e, ainda, participar de fóruns, encontros, reuniões, seminários e outros que abordem questões relativas ao jovem;
IIIdar assessoramento e articular com diferentes órgãos do governo programas dirigidos ao jovem em assuntos de seu interesse que envolvam saúde, segurança, emprego, salário, moradia, educação, agricultura, raça, etnia, comunicação, participação política e outros;
IVprestar assistência aos programas de capacitação, formação e conscientização da comunidade, especialmente do funcionalismo estadual;
Vprestar assessoramento ao Governador do Estado em questões que digam respeito aos direitos do jovem;
VIacompanhar o cumprimento da legislação que assegura os direitos do jovem;
VIIpromover a realização de estudos, de pesquisas, formando um banco de dados ou de debates sobre a situação do jovem e sobre as políticas públicas do gênero;
VIIIefetuar intercâmbio com instituições públicas, privadas, nacionais e estrangeiras envolvidas com o assunto jovem, visando à busca de informações para qualificar as políticas públicas a serem implantadas; e
IXexecutar outras atividades correlatas ou que lhe venham a ser designadas pela autoridade superior. (Redação do § 2º revogada pela Lei Complementar 670, de 2016) (Redação revogada pela LC 741, de 2019)

SEÇÃO III

Da Secretaria de Estado da Casa Civil

Art. 46.
À Secretaria de Estado de Coordenação e Articulação, como órgão central do Sistema de Coordenação e Articulação das Ações de Governo e de todos os Atos do Processo Legislativo, compete: À Secretaria de Estado da Casa Civil, como órgão central do Sistema de Coordenação e Articulação das Ações de Governo e de todos os Atos do Processo Legislativo, compete: (NR) (Redação do art. 46 dada pela Lei Complementar 534, de 2011).
Iassistir ao Governador do Estado:
a)no desempenho de suas atribuições constitucionais e legais e, em especial, nos assuntos referentes à administração civil; e
b)no relacionamento do Poder Executivo com os outros Poderes;
IIpromover:
a)a transmissão e o controle das instruções emanadas do Governador do Estado;
b)a elaboração de projetos de lei e de todos os atos do processo legislativo;
c)o encaminhamento de mensagens governamentais e o acompanhamento da tramitação das proposições na Assembléia Legislativa;
d)o controle do cumprimento dos prazos constitucionais, legais e regimentais relativos aos atos oriundos da Assembléia Legislativa; e
e)a expedição e a publicação de leis e de atos pertinentes ao processo legislativo e de decretos editados pelo Governador do Estado;
IIIorientar e coordenar:
a)com os órgãos da Administração Pública Estadual, o estudo, a produção formal, as adequações jurídicas e de técnica legislativa dos atos do processo legislativo e dos decretos a serem submetidos à assinatura do Governador do Estado;
b)o levantamento de informações em sua área de atuação, para conhecimento e permanente avaliação do Governador do Estado;
c)as atividades desempenhadas pelas Secretarias Executivas a ela vinculadas; e
IVencarregar-se:
a)da representação civil do Governador do Estado;
b)da administração geral das residências oficiais do Governador;
c)da administração dos meios de transporte terrestre dos órgãos de assessoramento imediato do Gabinete do Governador e das residências oficiais, com exceção do Gabinete do Vice-Governador, da Secretaria de Estado de Comunicação, da Procuradoria Geral do Estado, da Secretaria Especial de Articulação Internacional e da Secretaria Executiva de Articulação Nacional; da administração dos meios de transporte terrestre dos órgãos de assessoramento imediato do Gabinete do Governador do Estado e das residências oficiais, com exceção do Gabinete do Vice-Governador do Estado, da Secretaria de Estado de Comunicação, da Procuradoria-Geral do Estado, da Secretaria Executiva de Assuntos Internacionais e da Secretaria Executiva de Articulação Nacional; (NR) (Redação da alínea c dada pela Lei Complementar 534, de 2011).
d)da administração dos meios de transporte aéreo do Gabinete do Governador; e
e)da execução orçamentária e financeira do Gabinete do Governador do Estado, com exceção do Gabinete do Vice-Governador, da Secretaria de Estado de Comunicação, da Secretaria Especial de Articulação Internacional, da Secretaria Executiva de Articulação Nacional e da Procuradoria Geral do Estado. da execução orçamentária e financeira do Gabinete do Governador do Estado, com exceção do Gabinete do Vice-Governador do Estado, da Secretaria de Estado de Comunicação, da Secretaria Executiva de Assuntos Internacionais, da Secretaria Executiva de Articulação Nacional e da Procuradoria-Geral do Estado. (NR) (Redação da alínea e dada pela Lei Complementar 534, de 2011). (Redação revogada pela LC 741, de 2019)

SUBSEÇÃO I – Da Secretaria Executiva da Casa Militar

Art. 47.
À Secretaria Executiva da Casa Militar, órgão vinculado à Secretaria de Estado de Coordenação e Articulação, compete: À Secretaria Executiva da Casa Militar, órgão integrante da Secretaria de Estado da Casa Civil, compete:
Iassistir ao Governador e ao Vice-Governador do Estado no desempenho de suas atribuições constitucionais e legais, bem como nos assuntos referentes a audiências, comunicações, viagens e participação em eventos e cerimônias civis e militares;
IIplanejar e executar a segurança pessoal do Governador do Estado, do Vice-Governador do Estado, de suas respectivas famílias e, mediante solicitação formal plenamente justificada, dos Secretários de Estado;
IIIplanejar e executar a segurança das instalações físicas dos Gabinetes e das residências do Governador e do Vice-Governador do Estado;
IVcoordenar e operacionalizar os meios de transporte terrestre e aéreo do Gabinete do Governador e seus órgãos integrantes que não tenham autonomia orçamentária e financeira, bem como do Gabinete do Vice-Governador; e
Vplanejar e executar a segurança pessoal do Governador e do Vice-Governador do Estado eleitos, a partir da divulgação do resultado oficial do pleito pelo Tribunal Regional Eleitoral - TRE.
Iassistir o Governador do Estado e o Vice-Governador do Estado no desempenho de suas atribuições constitucionais e legais, bem como coordenar as ações referentes às suas audiências, comunicações, viagens e participação em eventos e cerimônias civis e militares;
IIinstruir e determinar a aplicação de regras e procedimentos de cerimonial, no âmbito do Estado de Santa Catarina, aos órgãos governamentais e não governamentais, quando estiver presente o Governador do Estado ou o Vice-Governador do Estado;
IIIplanejar e executar, com exclusividade, a segurança pessoal do Governador do Estado e do Vice-Governador do Estado, requerendo, quando necessário, apoio aos órgãos de segurança pública;
IVplanejar e executar, quando determinado, a segurança pessoal dos familiares do Governador do Estado e do Vice-Governador do Estado e, mediante solicitação formal plenamente justificada, dos Secretários de Estado, requerendo, quando necessário, apoio aos órgãos de segurança pública;
Vplanejar e executar a segurança das instalações físicas dos Gabinetes e das residências do Governador do Estado e do Vice-Governador do Estado, bem como prestar assistência técnica e consultoria no planejamento e execução da segurança no âmbito dos órgãos do Centro Administrativo do Governo;
VIcoordenar e operacionalizar os meios de transporte terrestre e aéreo do Gabinete do Governador do Estado e seus órgãos integrantes que não tenham autonomia orçamentária e financeira, bem como do Gabinete do Vice-Governador do Estado;
VIIplanejar e executar a segurança pessoal do Governador do Estado e do Vice-Governador do Estado eleitos, a partir da divulgação do resultado oficial do pleito pelo Tribunal Regional Eleitoral - TRE; e
VIIIprestar assistência, mediante solicitação formal plenamente justificada, às autoridades em visita oficial ao Estado de Santa Catarina, requerendo, quando necessário, apoio aos demais órgãos públicos. (NR) (Redação do art. 47 dada pela Lei Complementar 534, de 2011). (Redação revogada pela LC 741, de 2019)

SUBSEÇÃO II – Da Secretaria Executiva de Articulação Estadual

Art. 48.
À Secretaria Executiva de Articulação Estadual, órgão vinculado à Secretaria de Estado de Coordenação e Articulação, compete: À Secretaria Executiva de Articulação Estadual, órgão integrante da Secretaria de Estado da Casa Civil, compete: (NR) (Redação do caput do art. 48 dada pela Lei Complementar 534, de 2011).
Ipromover:
a)o relacionamento do Poder Executivo com os outros Poderes, ressalvado o disposto na alínea “b” do inciso I do art. 46 desta Lei Complementar;
b)o relacionamento do Poder Executivo com as autoridades superiores dos Governos Municipais do Estado de Santa Catarina e com as entidades representativas da sociedade civil, de forma articulada com as Secretarias de Estado de Desenvolvimento Regional;
IIorientar e coordenar o levantamento de informações em sua área de atuação; e
IIIdesenvolver atividades de integração política e administrativa em sua área de atuação. (Redação revogada pela LC 741, de 2019)

SUBSEÇÃO III – Da Secretaria Executiva de Articulação Nacional

Art. 49.
À Secretaria Executiva de Articulação Nacional, órgão vinculado à Secretaria de Estado de Coordenação e Articulação, compete: À Secretaria Executiva de Articulação Nacional, órgão integrante da Secretaria de Estado da Casa Civil, compete: (NR) (Redação do caput do art. 49 dada pela Lei Complementar 534, de 2011).
Ipromover o relacionamento do Poder Executivo com as autoridades superiores da União, do Distrito Federal, dos Estados e dos Municípios;
IIorientar e coordenar:
a)o levantamento de informações em sua área de atuação, inclusive no que se refere à aplicação do Orçamento Federal no Estado de Santa Catarina e em seus Municípios, para conhecimento e permanente avaliação do Governador do Estado e orientação das Secretarias de Estado; e
b)as atividades de representação em Brasília dos interesses do Governo do Estado;
IIIauxiliar nas atividades de interesse dos Municípios, da sociedade e dos cidadãos catarinenses na Capital Federal;
IVcelebrar contratos, convênios, acordos e outros atos bilaterais ou multilaterais vinculados ao desempenho de sua competência;
Vdesenvolver atividades de integração política e administrativa em sua área de atuação; e
VIencarregar-se da execução orçamentária e financeira dos serviços administrativos que lhe dizem respeito.
Parágrafo únicoA sede da Secretaria Executiva de Articulação Nacional será em Brasília, assegurando-se aos servidores e aos titulares de cargos de provimento em comissão não-codificados e codificados e funções técnicas gerenciais nela lotados ou à disposição, com exercício da função na Capital Federal, a percepção de gratificação de atividade especial equivalente a 50% (cinqüenta por cento) do vencimento.
§ 1ºA sede da Secretaria Executiva de Articulação Nacional será em Brasília, contando com Gabinete de Apoio na Capital do Estado de Santa Catarina.
§ 2ºFica assegurada aos servidores e aos titulares de cargos de provimento em comissão não-codificados e codificados e funções técnicas gerenciais lotados ou à disposição da sede da Secretaria Executiva de Articulação Nacional, com exercício da função na Capital Federal, a percepção de gratificação de atividade especial equivalente a 50% (cinquenta por cento) do vencimento.
§ 3ºAo titular da Secretaria de que trata o caput deste artigo fica concedida indenização de representação executiva, no percentual de 50% (cinquenta por cento) do respectivo subsídio. (NR) (Redação dos §§§ 1º, 2º e 3º incluída pela Lei Complementar 605, de 2013). (Redação revogada pela LC 741, de 2019)

SUBSEÇÃO IV – Da Secretaria Executiva de Supervisão de Recursos Desvinculados

Art. 49-
A. À Secretaria Executiva de Supervisão de Recursos Desvinculados, órgão integrante da Secretaria de Estado da Casa Civil, compete:
Isupervisionar e acompanhar as atividades desenvolvidas pelos gestores de Fundos Estaduais;
IIreceber e encaminhar à Secretaria de Estado da Fazenda, para análise técnica, os pedidos de subvenções sociais, transferências voluntárias e outras liberações que dependam de recursos do Fundo de Desenvolvimento Social - FUNDOSOCIAL; e receber e analisar os pedidos de subvenções sociais, transferências voluntárias e outras liberações que dependam de recursos do Fundo de Desenvolvimento Social - FUNDOSOCIAL; e (NR) (Redação do inciso II dada pela Lei Complementar 540, de 2011).
IIIreceber e encaminhar à Secretaria de Estado de Turismo, Cultura e Esporte, para análise técnica, os pedidos de liberação de recursos à conta dos Fundos que integram o Sistema Estadual de Incentivo à Cultura, ao Turismo e ao Esporte - SEITEC.
Parágrafo únicoExcetuam-se do disposto no inciso I deste artigo o Fundo do Plano de Saúde e aqueles cujos recursos sejam originários e vinculados à União e aos municípios. (NR) (Redação do art. 49-A dada pela Lei Complementar 534, de 2011. (Redação revogada pela LC 741, de 2019)

SEÇÃO IV

Da Secretaria de Estado de Comunicação

Art. 50.
À Secretaria de Estado de Comunicação, órgão vinculado ao Gabinete do Governador do Estado, compete:
Idesenvolver e coordenar os serviços de imprensa, relações públicas, comunicação e informações das atividades governamentais;
IIcoordenar e articular o processo de uniformização dos diversos setores de comunicação e informações da Administração Direta e Indireta;
IIIcelebrar contratos, convênios, acordos e outros atos bilaterais ou multilaterais vinculados ao desempenho da sua competência;
IVencarregar-se da execução orçamentária e financeira dos serviços administrativos que lhe dizem respeito; e
Vapoiar e orientar as Secretarias de Estado de Desenvolvimento Regional nos serviços de imprensa, relações públicas, comunicação e informação das atividades governamentais nas respectivas regiões. (Redação revogada pela LC 741, de 2019)

SEÇÃO V

Da Secretaria Executiva de Assuntos Internacionais

Art. 51.
À Secretaria Executiva de Assuntos Internacionais, órgão vinculado ao Gabinete do Governador do Estado, compete: À Secretaria Executiva de Assuntos Internacionais, órgão vinculado ao Gabinete do Governador do Estado, compete: (NR) (Redação do caput do art. 51 dada pela Lei Complementar 534, de 2011).
Ipromover o relacionamento do Poder Executivo com autoridades e organismos de países estrangeiros;
IIorientar e coordenar:
a)o levantamento de informações em sua área de atuação;
b)as atividades de representação dos interesses administrativos do Estado e, quando solicitado, dos Municípios e da sociedade catarinense perante as representações diplomáticas, no que couber;
c)os órgãos da Administração Estadual nas ações internacionais, em especial na firmatura de protocolos, convênios e contratos internacionais;
d)a elaboração de projetos do setor público estadual e municipal junto a organismos internacionais;
IIIdesenvolver as atividades de relacionamento com o Corpo Consular;
IVarticular as ações de governo relativas à integração internacional, especialmente com o Mercado Comum do Sul - MERCOSUL;
Vacompanhar as políticas e diretrizes do Governo Federal para assuntos de comércio exterior, bem como as atividades dos demais Estados da Federação quanto às políticas de incentivos ao investimento estrangeiro;
VIexecutar atividades, no âmbito da economia internacional, visando à atração de investimentos estrangeiros, à implantação de novas empresas e à promoção de negócios;
VIIplanejar e executar atividades de inteligência competitiva e comercial, na busca de dados, informações e conhecimentos indispensáveis às ações de promoção das exportações catarinenses e de atração de investimentos estrangeiros;
VIIIorganizar e coordenar, em articulação com a Secretaria Executiva da Casa Militar, a agenda internacional de missões, recepções e eventos internacionais;
IXdesenvolver atividades de integração política e administrativa em sua área de atuação; e
Xencarregar-se da execução orçamentária e financeira dos serviços administrativos que lhe dizem respeito. (Redação revogada pela LC 741, de 2019)

SEÇÃO VI

Da Secretaria Executiva de Assuntos Estratégicos

Art. 52.
À Secretaria Executiva de Assuntos Estratégicos, órgão vinculado ao Gabinete do Governador do Estado, compete:
Idefinir e implementar o Processo de Inteligência Competitiva Governamental visando ao planejamento, coleta, análise e síntese de informações estratégicas para apoiar a tomada de decisão governamental;
IIplanejar e executar ações relativas à obtenção e à integração de dados, informações, conhecimentos e inteligências, sobre os diversos programas e ações governamentais;
IIIdefinir e implementar o Processo de Gestão do Conhecimento visando à disseminação das melhores práticas de gestão governamental;
IVcompartilhar com os diversos órgãos e entidades da Administração Pública, informações necessárias à produção de conhecimentos relacionados com as atividades de Inteligência Governamental; e
Vdefinir os mecanismos e procedimentos necessários ao compartilhamento de informações e conhecimentos no âmbito da Administração Pública Estadual.
VIorientar e coordenar ações para:
a)atrair investimentos para o Estado;
b)viabilizar recursos financeiros com órgãos do Governo Federal, em conjunto com a Secretaria de Estado da Fazenda e a Secretaria Executiva de Articulação Nacional; e
c)viabilizar projetos de financiamento com instituições nacionais e internacionais em articulação com a Secretaria de Estado da Fazenda. (NR) (Redação do inciso VI incluído pela Lei Complementar 534, de 2011).
Parágrafo únicoA organização e o funcionamento da Secretaria Executiva de Assuntos Estratégicos serão regulamentados por ato do Chefe do Poder Executivo. (Redação revogada pela LC 741, de 2019)

SEÇÃO VII

Da Procuradoria Geral do Estado

Art. 53.
A organização e o funcionamento da Procuradoria Geral do Estado são estabelecidos em lei específica, nos termos do art. 103 da Constituição do Estado de Santa Catarina. A Procuradoria-Geral do Estado, órgão central do Sistema de Serviços Jurídicos, tem sua organização e funcionamento disciplinados em lei específica, nos termos do art. 103 da Constituição do Estado de Santa Catarina.
§ 1ºO Procurador Geral do Estado estabelecerá, por Portaria, a área de jurisdição de cada Procuradoria Regional, adequando-a à organização judiciária e aos interesses da Fazenda Pública e das Secretarias de Estado de Desenvolvimento Regional.
§ 1ºPara assegurar a adequação entre as práticas administrativas e a jurisprudência dos tribunais, compete ao Procurador-Geral do Estado editar enunciados de súmula administrativa ou determinar providências específicas de observância obrigatória pelas Secretarias de Estado, seus órgãos e entidades vinculadas. (NR) (Redação do caput do art. 53 e § 1º dada pela LC 534, de 2011).
§ 2ºAplica-se aos Assessores Jurídicos e servidores da Procuradoria Especial, em Brasília, o disposto no parágrafo único do art. 49 desta Lei Complementar. (Redação revogada pela LC 741, de 2019)

CAPÍTULO III

Do Gabinete do Vice-Governador

Art. 54.
Ao Gabinete do Vice-Governador compete assistir ao seu titular no desempenho das atribuições legais e constitucionais que lhe são inerentes, bem como nas missões especiais que lhe forem confiadas.
Parágrafo únicoO Gabinete do Vice-Governador terá estruturas financeira e organizacional próprias, que se completará com o apoio técnico e operacional da Secretaria de Estado de Coordenação e Articulação. O Gabinete do Vice-Governador do Estadoterá estruturas financeira e organizacional próprias e se completará com o apoio técnico e operacional da Secretaria de Estado da Casa Civil. (NR) (Redação do parágrafo único dada pela LCr 534, de 2011). (Redação revogada pela LC 741, de 2019)

CAPÍTULO IV

Das Competências das Secretarias de Estado Setoriais

Art. 55.
Às Secretarias de Estado Setoriais, órgãos formuladores e normativos de políticas em suas áreas de atuação compete:
Idesenvolver, de forma articulada com as Secretarias de Estado de Desenvolvimento Regional, as atividades relacionadas com o planejamento, a formulação e a normatização de políticas e planos de desenvolvimento global e regional, relacionados às suas respectivas áreas de competência;
IIsupervisionar, coordenar, orientar e controlar, de forma articulada com as Secretarias de Estado de Desenvolvimento Regional, a execução dos programas, projetos e ações relacionados às suas respectivas áreas de competência; e
IIIplanejar o apoio do Governo do Estado aos Municípios, de forma articulada com as Secretarias de Estado de Desenvolvimento Regional. (Redação revogada pela LC 741, de 2019)

CAPÍTULO V

Das Secretarias de Estado Setoriais

SEÇÃO I

Da Secretaria de Estado do Planejamento

Art. 56.
À Secretaria de Estado do Planejamento, como órgão central dos sistemas de Planejamento e Orçamento, Informações Estatísticas, de Gestão Organizacional e de Geografia e Cartografia, compete: À Secretaria de Estado do Planejamento, como órgão central dos Sistemas de Planejamento Estratégico, de Informações Estatísticas, de Gestão Organizacional e de Geografia e Cartografia, compete: (NR) (Redação do caput do art. 56 dada pela Lei Complementar 534, de 2011).
Icoordenar o processo de planejamento estratégico estadual;
IIcoordenar a elaboração, o acompanhamento e a avaliação do plano de governo, do plano plurianual, das diretrizes orçamentárias e dos orçamentos anuais, em conjunto com a Secretaria de Estado da Fazenda, e a elaboração do Plano Catarinense de Desenvolvimento, dos Planos de Desenvolvimento Regionais e dos Planos Decenais, com ênfase em indicadores sócioeconômicos e de desenvolvimento humano, em conjunto com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico Sustentável; coordenar a elaboração, o acompanhamento e a avaliação dos Planos de Longo Prazo, dos Planos Decenais e dos Planos de Desenvolvimento Regionais, com ênfase em indicadores socioeconômicos e de desenvolvimento humano, em conjunto com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico Sustentável; (NR) (Redação do inciso II dada pela Lei Complementar 534, de 2011).
IIIelaborar os anteprojetos de lei e demais atos relacionados com as ações de sua área de competência;
IVcoordenar as ações de organização, reorganização, modernização, descentralização e desconcentração no âmbito da Administração Pública Estadual, articuladamente com os respectivos órgãos centrais sistêmicos;
Vacompanhar, avaliar e coordenar o processo de descentralização, desconcentração e regionalização administrativas dos órgãos e entidades da Administração Pública Estadual, de forma articulada com os respectivos órgãos centrais sistêmicos e as Secretarias de Estado de Desenvolvimento Regional;
VIplanejar, regulamentar, normatizar, acompanhar e avaliar a implementação e execução dos contratos de gestão no âmbito dos órgãos do Poder Executivo;
VIIpromover e coordenar o Seminário Anual de Avaliação dos Programas Governamentais e sistematizar as propostas apresentadas visando à inserção na Lei do Plano Plurianual, nas Diretrizes Orçamentárias e nos Orçamentos Anuais;
VIIIacompanhar as audiências do Orçamento Estadual Regionalizado, promovidas pela Assembléia Legislativa do Estado;
IXapoiar técnica e operacionalmente as Secretarias de Estado de Desenvolvimento Regional, visando à consolidação do processo de planejamento descentralizado;
Xavaliar os impactos socioeconômicos das políticas, programas e ações governamentais;
XIcoordenar a produção, análise e divulgação de informações estatísticas;
XIIpromover e coordenar a elaboração de trabalhos cartográficos e geográficos do Estado;
XIIIidentificar os limites intermunicipais e distritais;
XIVformular, planejar, coordenar e controlar, de forma articulada com as Secretarias de Estado de Desenvolvimento Regional, a implantação das políticas estaduais de desenvolvimento regional e urbano;
XVcoordenar a elaboração do Plano Catarinense de Desenvolvimento, dos Planos de Desenvolvimento Regional e dos Planos Decenais; (Redação do inciso XV revogada pela Lei Complementar 534, de 2011).
XVIpromover o uso racional e a ocupação ordenada do solo catarinense, com atenção especial àquelas áreas indispensáveis à manutenção do meio ambiente ecologicamente equilibrado;
XVIIdesenvolver ações que promovam a adequação dos instrumentos jurídicos e urbanísticos ao que prescreve o Estatuto da Cidade;

XVIII - apoiar a elaboração de planos diretores de desenvolvimento municipal;

XIXdar anuência ao parcelamento do solo urbano; (Redação do inciso XIX revogada pela Lei Complementar 549, de 2011)..
XXcoordenar a gestão do Programa de Desenvolvimento Regional e Municipal - PRODEM e do Programa Operacional do Fundo de Desenvolvimento Municipal - PROFDM; e
XXIapoiar e orientar as Secretarias de Estado de Desenvolvimento Regional na execução e implementação dos programas, projetos e ações descentralizadas e desconcentradas, articuladamente com os respectivos órgãos centrais sistêmicos. (Redação revogada pela LC 741, de 2019)

SEÇÃO II

Da Secretaria de Estado da Administração

Art. 57.
À Secretaria de Estado da Administração, como órgão central dos Sistemas Administrativos de Gestão de Recursos Humanos, de Gestão de Materiais e Serviços, de Gestão Patrimonial, de Gestão Documental e Publicação Oficial, de Gestão de Tecnologia de Informação e de Ouvidoria, no âmbito da Administração Direta, Autárquica e Fundacional, compete: À Secretaria de Estado da Administração, como órgão central dos Sistemas Administrativos de Gestão de Recursos Humanos, de Gestão de Materiais e Serviços, de Gestão Patrimonial, de Gestão Documental, Editoração e Publicação Oficial, de Gestão de Tecnologia de Informação e de Ouvidoria, no âmbito da Administração Direta, Autárquica e Fundacional, compete: (Redação do art. 57 dada pela Lei Complementar 468, de 2009). À Secretaria de Estado da Administração, como órgão central dos Sistemas Administrativos de Gestão de Pessoas, de Gestão de Materiais e Serviços, de Gestão Patrimonial, de Gestão Documental, Editoração e Publicação Oficial, de Gestão de Tecnologia da Informação e Governança Eletrônica e de Ouvidoria, no âmbito da Administração Direta, Autárquica e Fundacional, compete: (NR) (Redação do art. 57 dada pela Lei Complementar 534, de 2011). À Secretaria de Estado da Administração, como órgão central dos Sistemas Administrativos de Gestão de Pessoas, de Gestão de Materiais e Serviços, de Gestão Patrimonial, de Gestão Documental, Editoração e Publicação Oficial e de Ouvidoria, no âmbito da Administração Direta, Autárquica e Fundacional, compete: (Redação do caput, dada pela LC 700, de 2017).
Inormatizar, supervisionar, controlar, orientar e formular políticas de gestão de recursos humanos, envolvendo:
a)benefícios funcionais do pessoal civil que não tenham natureza previdenciária;
b)ingresso, movimentação e lotação do pessoal civil, permanente e temporário;
c)programas de capacitação e de educação continuada dos servidores civis;
d)planos de carreira, cargos e vencimento dos servidores civis e militares;
e)plano de saúde;
f)progressão funcional do pessoal civil;
g)remuneração dos servidores civis e militares;
h)perícia médica e saúde do servidor civil;
i)melhoria das condições de saúde ocupacional dos servidores públicos estaduais e a prevenção contra acidentes de trabalho;
j)adoção de estratégias de comprometimento dos servidores em substituição às estratégias de controle;
l)programas de atração e retenção dos servidores públicos;
m)programas de valorização do servidor público, calcados no desempenho;
n)pensões não previdenciárias; e
o)locação de mão-de-obra, bolsistas e estagiários;
IInormatizar, supervisionar, orientar e formular políticas de gestão de materiais e serviços, envolvendo:
a)licitações de material e serviços;
b)contratos de material e serviços; e
c)estocagem e logística de distribuição de material;
IIIencarregar-se:
a)dos serviços de Ouvidoria do Estado, de forma articulada com os órgãos e entes da Administração Direta e Indireta;
b)do planejamento, organização, coordenação e execução das atividades relativas à administração das áreas comuns do Centro Administrativo do Governo do Estado;
c)da administração dos serviços de segurança das áreas comuns do Centro Administrativo do Governo do Estado; e
d)da implantação, coordenação e administração do posto de atendimento médico do Centro Administrativo;
IVdefinir as políticas de tecnologia de informação e de Governança Eletrônica, observadas as decisões do Conselho Estadual de Tecnologia de Informação e Comunicação - CTIC; definir as políticas de tecnologia da informação e governança eletrônica; (NR) (Redação do inciso IV dada pela Lei Complementar 534, de 2011). (Redação do inciso IV, revogada pela LC 700, de 2017).
Vdefinir padrões de tecnologia de informação para os órgãos e entidades da Administração Pública Estadual; normatizar, padronizar, integrar e acompanhar as ações de tecnologia da informação e governança eletrônica das entidades da Administração Pública Estadual; (NR) (Redação do inciso V dada pela Lei Complementar 534, de 2011). (Redação do inciso V, revogada pela LC 700, de 2017)
VIgerenciar o arquivo público, visando ao resgate, à preservação, à manutenção e à divulgação do patrimônio documental do Estado, bem como a destinação dos documentos oficiais; definir, observando as necessidades de cada órgão da Administração Pública Estadual, os projetos de tecnologia da informação e governança eletrônica, inclusive no que se refere aos sistemas de informações geográficas, de geoprocessamento, serviços eletrônicos governamentais, tratamento de imagens, gestão eletrônica de documentos, segurança e monitoramento; (NR) (Redação do inciso VI dada pela Lei Complementar 534, de 2011). (Redação do inciso VI, revogada pela LC 700, de 2017)
VIIapoiar e orientar as Secretarias de Estado de Desenvolvimento Regional na descentralização e na desconcentração das atividades administrativas nas respectivas regiões;
VIIIelaborar anteprojetos de lei e demais atos relacionados com as ações de sua área de competência, submetendo-os ao Gestor Previdenciário, no que couber;
IXacompanhar, avaliar e ressarcir as despesas médico-hospitalares, na forma disposta no Estatuto dos Servidores Públicos Civis do Estado de Santa Catarina, desde que não cobertas pelo plano de saúde;
Xnormatizar, supervisionar, orientar e formular políticas de gestão patrimonial, envolvendo:
a)material adjudicado;
b)bens móveis e imóveis; e
c)transportes oficiais;
XIcoordenar o Programa de Apoio à Modernização da Gestão e do Planejamento dos Estados e do Distrito Federal - PNAGE;
XIInormatizar, supervisionar, orientar e formular as ações relacionadas com publicações oficiais, executando a elaboração do Diário Oficial do Estado;
XIIInormatizar, supervisionar, orientar, formular e executar auditoria em folhas de pagamento; e
XIVgerenciar, coordenar o desenvolvimento e a manutenção evolutiva do Sistema Integrado de Gestão de Recursos Humanos - SIGRH.
§ 1ºOs órgãos da Administração Direta, Autarquias e Fundações devem utilizar o sistema referido no inciso XIV do caput deste artigo, ficando vedado a utilização, a implantação e o desenvolvimento de rotinas ou sistemas informatizados para gestão de recursos humanos desagregados do Sistema Integrado de Gestão de Recursos Humanos - SIGRH.
§ 2ºAs disposições do parágrafo anterior se aplicam às Empresas Públicas e Sociedades de Economia Mista que dependam de recursos financeiros do Tesouro do Estado para pagamento de pessoal.
§ 3ºNo âmbito dos órgãos da Administração Direta, incluídas as Secretarias de Estado de Desenvolvimento Regional, Autarquias e Fundações, as atividades previstas no inciso II, alíneas “a”, “b” e “c” deste artigo serão por estes executadas, observadas as normas específicas que regem as licitações e contratações públicas. No âmbito dos órgãos da Administração Direta, incluídas as Secretarias de Estado de Desenvolvimento Regional, Autarquias e Fundações, as atividades previstas nas alíneas a, b e c do inciso II deste artigo serão por estes executadas, observadas as normas específicas que regem as licitações e contratações públicas. (NR) (Redação do § 3º dada pela LC 421, de 2008). (Redação revogada pela LC 741, de 2019)

SEÇÃO III

Da Secretaria de Estado da Fazenda

Art. 58.
À Secretaria de Estado da Fazenda, como órgão central dos Sistemas de Administração Financeira e de Controle Interno, compete: À Secretaria de Estado da Fazenda, como órgão central dos Sistemas de Planejamento e Orçamento, de Administração Financeira e de Controle Interno, compete: (Redação do art. 58 dada pela LC 534, de 2011). À Secretaria de Estado da Fazenda, como órgão central dos Sistemas de Planejamento e Orçamento, de Administração Financeira e de Controle Interno, compete: (NR) (Redação do art. 58 dada pela Lei Complementar 540, de 2011).
Icoordenar os assuntos afins e as ações interdependentes que tenham repercussão financeira;
Imanifestar-se, previamente, em assuntos que envolvam repercussão financeira para o erário; (NR) (Redação do inciso I dada pela LC 534, de 2011).
IIformular a política de crédito do Governo do Estado;
IIIdefinir as prioridades relativas à liberação dos recursos financeiros com vistas à elaboração da programação financeira de desembolso, de forma articulada com a Secretaria de Estado do Planejamento, observadas as prioridades dos Conselhos de Desenvolvimento Regional, das Audiências Públicas e do Seminário Anual de Avaliação dos Programas Governamentais;
IVdesenvolver as atividades relacionadas com:
a)tributação, arrecadação e fiscalização;
b)administração financeira e controle interno;
c)despesa e dívida pública;
d)contencioso administrativo-tributário; e
e)supervisão, coordenação e acompanhamento do desempenho das entidades financeiras do Estado;
f)gestão, revisão e adequação de tratamentos tributários diferenciados; (NR) (Redação da alínea f incluída pela Lei Complementar 534, de 2011).
Vcoordenar e controlar a cobrança da dívida ativa na esfera administrativa, de forma articulada com a Procuradoria Geral do Estado;
VIadministrar os Encargos Gerais do Estado;
VIIapoiar e orientar as Secretarias de Estado de Desenvolvimento Regional nas atividades referentes à administração financeira, contábil e de auditoria nas respectivas regiões;
VIIIdefinir os prazos, critérios e procedimentos para os fechamentos contábeis necessários à elaboração dos balancetes mensais e à consolidação do balanço geral do Estado; e
IXcoordenar o desenvolvimento e a manutenção evolutiva do sistema de gestão fiscal.
Xexercer o controle da gestão financeira dos fundos estaduais; exercer o controle da gestão financeira de seus fundos; (NR) (Redação do inciso X dada pela LC 540, de 2011) .
XIpromover a programação, a organização, a coordenação, a execução, o controle, a avaliação e a normatização das atividades pertinentes ao processo orçamentário estadual;
XIIpromover, coordenar, supervisionar e consolidar a elaboração dos projetos de Lei de Diretrizes Orçamentárias - LDO, dos orçamentos anuais e dos atos que objetivem a abertura de créditos adicionais;
XIIIcoordenar a elaboração, o acompanhamento e a avaliação do Plano Plurianual - PPA;
XIVacompanhar as audiências do Orçamento Estadual Regionalizado promovidas pela Assembleia Legislativa do Estado;
XVcoordenar os procedimentos necessários à elaboração e entrega da Prestação de Contas Anual do Governador do Estado à Assembleia Legislativa do Estado;
XVIelaborar e publicar os relatórios da execução orçamentária e da gestão fiscal; e
XVIIpromover a transparência da gestão fiscal. (NR) (Redação dos incisos X - XVII incluída pela LC 534, de 2011).
§ 1ºExcetua-se do disposto no inciso X deste artigo a gestão dos fundos do plano de saúde, dos fundos vinculados ao regime próprio de previdência e dos fundos cujos recursos sejam originários e vinculados à União e aos municípios. (Redação do § 1º revogada pela LC 540, de 2011).
§ 2ºPara fins do disposto no inciso IV deste artigo, a Secretaria de Estado da Fazenda deverá, até 31 de dezembro de cada ano, conforme regulamento, promover a avaliação da funcionalidade dos tratamentos tributários diferenciados, expedindo os atos administrativos destinados a proceder à concessões, alterações ou revogações, totais ou parciais, observada a legislação tributária. (NR) (Redação dos §§ 1º e 2º incluída pela LC 534, de 2011). (Redação revogada pela LC 741, de 2019)

SUBSEÇÃO ÚNICA – Da Secretaria Executiva de Gestão dos Fundos Estaduais

Art. 59.
À Secretaria Executiva de Gestão dos Fundos Estaduais, vinculada à Secretaria de Estado da Fazenda compete supervisionar, fiscalizar e controlar a gestão financeira dos Fundos Estaduais e exercer outras atribuições que lhe forem determinadas pelo Secretário de Estado da Fazenda, excetuando-se a gestão do fundo do plano de saúde e dos fundos cujos recursos sejam originários e vinculados à União e Municípios.
Parágrafo únicoA organização e o funcionamento da Secretaria Executiva de Gestão dos Fundos Estaduais serão regulamentados por ato do Chefe do Poder Executivo. (Redação revogada pela LC 741, de 2019)

SUBSEÇÃO ÚNICA – Do Conselho de Política Financeira - CPF(Redação dada pela Lei Complementar 534, de 2011)

Art. 59.
Conselho de Política Financeira - CPF é integrado pelo Secretário de Estado da Fazenda, seu Presidente, pelos Secretários de Estado da Administração e da Casa Civil e pelo Procurador-Geral do Estado.
§ 1ºCompete ao Conselho de Política Financeira - CPF, no âmbito das Empresas Públicas e Sociedades de Economia Mista, suas subsidiárias ou controladas:
Iauxiliar o Chefe do Poder Executivo na tomada de decisões sobre o encaminhamento à Assembleia Legislativa de projetos de lei sobre matéria financeira e orçamentária ou que impliquem aumento de despesa ou comprometimento do patrimônio público;
IIestabelecer as normas e diretrizes destinadas a compatibilizar a gestão administrativa, financeira, orçamentária e patrimonial das empresas estatais com as políticas, planos e programas governamentais aplicados no âmbito da Administração Direta; e
IIIdefinir a política salarial a ser observada pelas empresas públicas, sociedades de economia mista e suas subsidiárias ou controladas.
§ 2ºAs decisões do Conselho de Política Financeira - CPF, que tenham caráter normativo ou autorizativo, terão a forma de Resolução e produzirão efeitos após a sua homologação pelo Chefe do Poder Executivo.
§ 3ºAs alterações de ordem administrativa, financeira, orçamentária, patrimonial e organizacional, inclusive a criação de funções gratificadas e empregos permanentes ou comissionados, a serem realizadas pelas entidades da administração indireta estadual, devem ser previamente analisadas e autorizadas pelo Conselho de Política Financeira - CPF.
§ 4ºExcetuam-se das disposições previstas neste artigo as entidades da administração indireta que têm a forma de sociedade anônima, de capital aberto e que possuam ações listadas em bolsa de valores, incluindo as suas entidades subsidiárias e controladas, bem como as entidades vinculadas ao Gabinete do Governador do Estado e as que estejam submetidas à fiscalização e normatização do Banco Central do Brasil.
§ 5ºO Conselho de Política Financeira - CPF será auxiliado por uma Secretaria dirigida por servidor efetivo do quadro de pessoal da Secretaria de Estado da Fazenda.
§ 6ºA Secretaria do Conselho de Política Financeira - CPF poderá solicitar aos órgãos e entidades da Administração Pública Estadual o apoio técnico e os dados necessários às instruções prévias a serem fornecidas aos Conselheiros.
§ 7ºEm caso de urgência ou necessidade de imediato atendimento a interesse público relevante e mediante as devidas justificativas, o Presidente do Conselho de Política Financeira - CPF poderá editar Resoluções ad referendum dos demais membros do colegiado. (NR) (Redação do art. 59 dada pela LC 534, de 2011). (Redação revogada pela LC 741, de 2019)

SEÇÃO IV

Da Secretaria de Estado da Segurança Pública e Defesa do Cidadão

Art. 60.
A Secretaria de Estado da Segurança Pública e Defesa do Cidadão é constituída pelos seguintes órgãos e instituições:
ISecretaria Executiva da Justiça e Cidadania, constituída por:
a)Departamento Estadual de Defesa Civil;
b)Departamento de Administração Prisional; e
c)Departamento de Justiça e Cidadania;
IIPolícia Militar;
IIIPolícia Civil;
IVCorpo de Bombeiros Militar;
VInstituto Geral de Perícias; e
VIDepartamento Estadual de Trânsito.

SEÇÃO IV

Da Secretaria de Estado da Segurança Pública

Art. 60.
A Secretaria de Estado da Segurança Pública é constituída pelos seguintes órgãos e instituições:
IPolícia Militar;
IIPolícia Civil;
IIICorpo de Bombeiros Militar;
IVInstituto Geral de Perícias; e
VDepartamento Estadual de Trânsito. (NR) (Redação do art. 60 dada pela LC 534, de 2011). (Redação revogada pela LC 741, de 2019)
Art. 61.
São órgãos de consulta do Secretário de Estado da Segurança Pública e Defesa do Cidadão: São órgãos de consulta do Secretário de Estado da Segurança Pública:
Io Conselho Superior da Segurança Pública e Defesa do Cidadão;
IIo Conselho Estadual de Entorpecentes; e
IIIo Conselho Estadual de Trânsito.
Io Conselho Superior da Segurança Pública;
IIo Conselho Estadual de Entorpecentes; e
IIIo Conselho Estadual de Trânsito. (Redação do art. 61 dada pela LC 534, de 2011). (Redação revogada pela LC 741, de 2019)
Art. 61-
A. A articulação dos órgãos e instituições constitutivas da Secretaria de Estado da Segurança Pública deverá considerar a implementação de políticas e ações de gestão descentralizadas nas regiões de cada Secretaria de Estado de Desenvolvimento Regional. (NR) (Redação do art. 61-A dada pela LC 534, de 2011).(Redação revogada pela LC 741, de 2019)
Art. 62.
São órgãos de consulta do Secretário Executivo da Justiça e Cidadania:
Io Conselho Penitenciário; e
IIo Conselho Estadual de Defesa Civil. (Redação do art. 62 revogada pela LC 534, de 2011). . (Redação revogada pela LC 741, de 2019)
Art. 63.
Compete à Secretaria de Estado da Segurança Pública e Defesa do Cidadão, por meio de seus órgãos e instituições, além de outras atribuições que lhe forem conferidas por lei, as atividades relacionadas com: Compete à Secretaria de Estado da Segurança Pública, por meio de seus órgãos e instituições, além de outras atribuições que lhe forem conferidas por lei, as atividades relacionadas com: (NR) (Redação do art. 63 dada pela LC 534, de 2011).
Iordem pública;
IIsegurança pública;
IIIinvestigação criminal e polícia judiciária;
IVcorpo de bombeiros em colaboração com os municípios e a sociedade;
Vdefesa dos direitos humanos; (Redação do inciso V revogada pela LC 534, de 2011).
VIpoliciamento de trânsito;
VIIpoliciamento ambiental;
VIIImedidas de prevenção e repressão ao uso de entorpecentes e ao crime organizado;
IXfiscalização de jogos e diversões públicas;
Xfiscalização de produtos controlados;
XIserviços de perícias criminalística, médico-legais e de identificação civil e criminal;
XIIimplantação de núcleos de perícia;
XIIIpromoção da criação de Conselhos Municipais e Comunitários de Segurança;
XIVestímulo e apoio à implantação de guardas municipais, promovendo a formação de seus integrantes;
XVproteção a vítimas e testemunhas ameaçadas;
XVIcoordenação dos centros de apoio às vítimas de crimes;
XVIIregistro e licenciamento de veículos automotores, habilitação de condutores e campanhas educativas para o trânsito;

XVIII - planejamento, coordenação, orientação e avaliação dos programas, projetos e ações governamentais da área da Segurança Pública, nos termos do Plano Plurianual, da Lei de Diretrizes Orçamentárias, da Lei Orçamentária Anual, com o acompanhamento dos Conselhos de Desenvolvimento Regional; e

XIXexecução, de forma articulada com as Secretarias de Estado de Desenvolvimento Regional, dos programas, projetos e ações governamentais da área da Segurança Pública, nos termos do Plano Plurianual, Lei de Diretrizes Orçamentárias e Lei Orçamentária Anual.
Parágrafo únicoOs órgãos e instituições que integram a Secretaria de Estado da Segurança Pública devem observar as determinações e diretrizes expedidas pelo Gabinete do Secretário e por suas diretorias, relativas:
Iaos serviços de tecnologia da informação, telecomunicação, monitoramento eletrônico, especificações de padrões tecnológicos, interligação das bases de dados, desenvolvimento de aplicativos e estruturação do sistema integrado de segurança pública;
IIaos dados estatísticos e serviços de inteligência;
IIIà capacitação e aprimoramento profissional;
IVà disponibilização dos dados e informações afetas à Gestão de Pessoas;
Vàs licitações e contratos de materiais e serviços;
VIà comunicação social;
VIIàs orientações estratégicas;
VIIIàs políticas de eficiência dos gastos de manutenção e custeio; e
IXàs orientações de investimentos integrados de segurança pública. (NR) (Redação do parágrafo único incluído pela LC 534, de 2011). . (Redação revogada pela LC 741, de 2019)

SUBSEÇÃO ÚNICA – Secretaria Executiva da Justiça e Cidadania

Art. 64.
À Secretaria Executiva da Justiça e Cidadania, órgão vinculado à Secretaria de Estado da Segurança Pública e Defesa do Cidadão compete, por meio de seus órgãos, além de outras atribuições que lhe forem conferidas por lei, as atividades relacionadas com:
Idefesa civil;
IIimplementação da política estadual de promoção e defesa dos direitos dos adolescentes autores de atos infracionais em regime de contenção e internados nos Centros Educacionais Regionais - CER, Centros de Internamento Provisório - CIP, Casas de Semi-liberdade - CSL, Plantões Inter-institucionais de Atendimento - PLIAT;
IIIdefesa dos direitos humanos;
IVdefesa dos direitos do consumidor, fiscalização e arrecadação nas relações de consumo;
Vadministração e segurança interna e externa dos estabelecimentos penais;
VIelevação da escolaridade e ensino profissionalizante dos detentos;
VIIimplantação de ações, programas e projetos específicos no Sistema Prisional para assegurar o retorno e a reinserção social do apenado;
VIIIplanejamento, coordenação, orientação e avaliação dos programas, projetos e ações governamentais da área da Justiça e Cidadania, nos termos do Plano Plurianual, da Lei de Diretrizes Orçamentárias, da Lei Orçamentária Anual, com o acompanhamento dos Conselhos de Desenvolvimento Regional; e
IXexecução, de forma articulada com as Secretarias de Estado de Desenvolvimento Regional, dos programas, projetos e ações governamentais da área da Segurança Pública, nos termos do Plano Plurianual, Lei de Diretrizes Orçamentárias e Lei Orçamentária Anual.

SEÇÃO IV

A

Art. 64.
À Secretaria de Estado da Justiça e Cidadania compete, por meio de seus órgãos, além de outras atribuições que lhe forem conferidas por lei:
Iplanejar, formular, normatizar e executar as políticas públicas para o sistema prisional do Estado de Santa Catarina;
IIimplementar a política estadual de atendimento socioeducativo destinada aos adolescentes autores de atos infracionais inseridos nas unidades de atendimento em regime de privação e restrição de liberdade;
IIIpromover a defesa dos direitos humanos e da cidadania;
IVpromover a defesa dos direitos do consumidor;
Vpromover a administração e segurança interna e externa dos estabelecimentos penais;
VIpromover a elevação da escolaridade e o ensino profissionalizante dos detentos;
VIIplanejar, formular, normatizar e executar ações, programas e projetos específicos no sistema prisional para assegurar o retorno e a reinserção social do apenado;
VIIIplanejar, coordenar, orientar e avaliar os programas, projetos e ações governamentais da área da Justiça e Cidadania, nos termos do Plano Plurianual, da Lei de Diretrizes Orçamentárias e da Lei Orçamentária Anual, com o acompanhamento dos Conselhos de Desenvolvimento Regional;
IXexecutar, de forma articulada com as Secretarias de Estado de Desenvolvimento Regional, os programas, projetos e ações governamentais da área da Justiça e Cidadania, nos termos do Plano Plurianual, da Lei de Diretrizes Orçamentárias e da Lei Orçamentária Anual;
Xexecutar as decisões de suspensão de pena, liberdade condicional, graça, indulto e direitos dos sentenciados;
XIplanejar, formular, normatizar e executar a política estadual de promoção e defesa dos direitos dos adolescentes autores de atos infracionais;
XIImanter relacionamento institucional com o Poder Judiciário, o Ministério Público e a Ordem dos Advogados do Brasil;
XIIIestabelecer parcerias com órgãos públicos federais, estaduais e municipais, internacionais, privados e entidades civis;
XIVviabilizar, desenvolver e implantar projetos e programas de cursos de formação, atualização e treinamento em serviços para pessoal do Sistema Prisional e Sistema Socioeducativo, em todos os níveis;
XVcoordenar e fomentar a criação de centros de referência e casas abrigos, em articulação com as Secretarias de Estado de Desenvolvimento Regional, municípios e órgãos federais; e
XVIrelacionar-se com a Ordem dos Advogados do Brasil nos assuntos relativos à defensoria dativa. (NR) (Redação do art. 64 dada pela LC 534, de 2011). (Redação revogada pela LC 741, de 2019)
Art. 65.
A articulação dos órgãos e instituições constitutivas da Secretaria de Estado da Segurança Pública e Defesa do Cidadão e da Secretaria Executiva de Justiça e Cidadania deverá considerar a implementação de políticas e ações de gestão descentralizadas nas regiões de cada Secretaria de Estado de Desenvolvimento Regional. A Secretaria de Estado da Justiça e Cidadania é constituída pelos seguintes órgãos e instituições:
IDepartamento de Administração Socioeducativa;
IIDepartamento de Defesa do Consumidor;
IIIDepartamento de Administração Prisional; e
IVConselho Penitenciário. (NR) (Redação do art. 65 dada pela LC 534, de 2011). (Redação revogada pela LC 741, de 2019)
Art. 66.
Enquanto não aprovada legislação específica, aplicam-se, subsidiariamente, no que couber, aos integrantes dos órgãos da Secretaria de Estado da Segurança Pública e Defesa do Cidadão, as normas relativas ao Regime Disciplinar contidas na Lei federal nº 8.112, de 11 de dezembro de 1990, e suas alterações posteriores, inclusive no tocante aos processos já finalizados. A articulação dos órgãos e instituições constitutivas da Secretaria de Estado da Justiça e Cidadania deverá considerar a implementação de políticas e ações de gestão descentralizadas nas regiões de cada Secretaria de Estado de Desenvolvimento Regional. (NR) (Redação do art. 66 dada pela LC 534, de 2011). (Redação revogada pela LC 741, de 2019)

SEÇÃO IV

B

Art. 66-
A. À Secretaria de Estado da Defesa Civil, órgão central do Sistema Estadual de Defesa Civil, compete, além de outras atribuições que lhe forem conferidas por lei:
Iarticular e coordenar as ações de proteção e defesa civil no Estado, compreendendo:
a)prevenção e preparação para desastres;
b)assistência e socorro às vítimas das calamidades;
c)restabelecimento de serviços essenciais; e
d)reconstrução;
IIrealizar estudos e pesquisas sobre riscos e desastres;
IIIelaborar e implementar diretrizes, planos, programas e projetos para prevenção, minimização e respostas a desastres causados por ação da natureza e/ou do homem no âmbito do Estado;
IVcoordenar a elaboração do plano de contingência estadual e fomentar a elaboração dos planos de contingência municipais;
Vmobilizar recursos para prevenção e minimização dos desastres;
VIdisseminar a cultura de prevenção por meio da inclusão dos princípios de proteção e defesa civil na sociedade e do fomento, nos municípios;
VIIprestar informações à Secretaria Nacional de Defesa Civil - SEDEC ou órgão correspondente sobre as ocorrências de desastres e atividades de proteção e defesa civil no Estado;
VIIIpropor à autoridade competente a decretação ou a homologação de situação de emergência e de estado de calamidade pública;
IXprovidenciar e gerenciar a distribuição e o abastecimento de suprimentos necessários nas ações de proteção e defesa civil;
Xcoordenar a Comissão Estadual de Prevenção, Preparação e Resposta Rápida a Emergências Ambientais com Produtos Químicos Perigosos - CE P2R2 ou estruturas equivalentes;
XIpresidir e secretariar, quando lhe couber o mandato, a Comissão Permanente de Defesa Civil do Conselho de Desenvolvimento e Integração Sul - CODESUL;
XIIarticular-se com as Secretarias de Estado de Desenvolvimento Regional para promoção das ações de proteção e defesa civil na região atingida;
XIIIcoordenar as ações estaduais de ajuda humanitária nacional e internacional;
XIVcoordenar e promover, em articulação com os municípios, a implementação de ações conjuntas dos órgãos integrantes do Sistema Estadual de Defesa Civil;
XVpromover o intercâmbio técnico entre instituições e organizações nacionais e internacionais de proteção e defesa civil;
XVIpromover a capacitação de pessoas para as ações de proteção civil, em articulação com órgãos do Sistema Estadual de Defesa Civil;
XVIIfomentar o fortalecimento da estrutura de proteção e defesa civil municipal e regional; e

XVIII - recomendar ao poder competente a interdição de áreas de risco identificadas.

Parágrafo únicoA atuação da Secretaria de Estado da Defesa Civil dar-se-á de forma multissetorial, com ampla participação da sociedade catarinense e integrada aos demais setores de Governo, observados os princípios e normas da Política Nacional de Defesa Civil e do Sistema Nacional de Defesa CivilSINDEC. (Redação do art. 66-A incluída pela LC 534, de 2011). (Redação revogada pela LC 741, de 2019)
Art. 66-
B. Constitui órgão de consulta do Secretário de Estado da Defesa Civil o Conselho Estadual de Defesa Civil. (NR) (Redação do art. 66-B incluída pela LC 534, de 2011). (Redação revogada pela LC 741, de 2019)
Art. 66-
C. A articulação dos órgãos e instituições integrantes da Secretaria de Estado da Defesa Civil deverá considerar a implementação de políticas e ações de gestão descentralizadas nas regiões de cada Secretaria de Estado de Desenvolvimento Regional. (NR) (Redação do art. 66-C incluída pela LC 534, de 2011). (Redação revogada pela LC 741, de 2019)

SEÇÃO V

Da Secretaria de Estado da Saúde

Art. 67.
À Secretaria de Estado da Saúde compete coordenar a política de saúde no âmbito do Estado, em observância aos princípios e diretrizes do Sistema Único de Saúde, desenvolvendo as seguintes atividades:
Idesenvolver capacidade institucional e definir políticas e estratégias de ação em relação às suas macrofunções de planejamento, gestão, regulação, acompanhamento, avaliação e controle;
IIorganizar e acompanhar, regionalmente, no âmbito municipal e estadual, o desenvolvimento da política e do sistema de atenção à saúde;
IIIpromover e garantir o acesso universal e eqüitativo aos serviços de saúde de forma descentralizada, desconcentrada e regionalizada, de forma articulada com as Secretarias de Estado de Desenvolvimento Regional;
IVmonitorar, analisar e avaliar a situação de saúde do Estado;
Vcoordenar e executar, em caráter complementar, ações e serviços de vigilância, investigação e controle de riscos e danos à saúde;
VIformular e coordenar a política estadual de assistência farmacêutica e de medicamentos;
VIIformular a política de desenvolvimento e formação de Recursos Humanos em Saúde considerando o processo de descentralização e desconcentração dos programas, dos projetos e das ações e serviços de saúde, articuladamente com o Órgão Central do Sistema de Gestão de Recursos Humanos;
VIIIcriar e implementar mecanismos de participação social como meio de aproximar as políticas de saúde dos interesses e necessidades da população;
IXorientar e apoiar as Secretarias de Estado de Desenvolvimento Regional na execução e implementação das atividades e ações de saúde relativas ao âmbito de sua atuação;
Xformular e implementar política de promoção da saúde de forma articulada com as Secretarias de Estado de Desenvolvimento Regional e com os Municípios;
XIpromover e garantir a qualidade dos serviços de saúde;
XIIgerenciar as unidades assistenciais próprias do Estado;
XIIIdesenvolver mecanismos de gestão e regulação aplicáveis às unidades assistenciais próprias sob gestão descentralizada que permaneçam em sua organização administrativa;
XIVparticipar da formulação, implementação e avaliação da Política Estadual de Ciência e Tecnologia em Saúde, incluindo a pesquisa, a avaliação e a incorporação científica, tecnológica e a inovação em saúde de forma articulada com a Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico Sustentável;
XVcoordenar as políticas e ações programáticas de assistência em saúde no âmbito do Sistema Único de Saúde - SUS; e
XVIcoordenar as políticas de hematologia, hemoterapia e oncologia, priorizando a execução direta desses serviços.
Parágrafo únicoAs Gerências de Saúde possuem subordinação ao titular da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Regional respectivo, ficando submetidas à orientação normativa, ao controle técnico e à fiscalização da Secretaria de Estado da Saúde. (Redação revogada pela LC 741, de 2019)

SEÇÃO VI

Da Secretaria de Estado da Educação

Art. 68.
À Secretaria de Estado da Educação compete:
Iformular as políticas educacionais da educação básica, profissional e superior em Santa Catarina, observadas as normas regulamentares de ensino emanadas do Conselho Estadual de Educação de Santa Catarina;
IIgarantir o acesso e a permanência dos alunos na educação básica de qualidade em Santa Catarina;
IIIcoordenar a elaboração de programas de educação superior para o desenvolvimento regional;
IVdefinir a política de tecnologia educacional;
Vestimular a realização de pesquisas científicas em parceria com outras instituições;
VIfomentar a utilização de metodologias e técnicas estatísticas do banco de dados da educação, objetivando a divulgação das informações aos gestores escolares;
VIIformular, de forma articulada com as Secretarias de Estado de Desenvolvimento Regional, a elaboração de programa de pesquisa na rede pública do Estado, na área educacional;
VIIIformular e implementar a Proposta Curricular de Santa Catarina;
IXestabelecer políticas e diretrizes para a expansão de novas estruturas físicas, reformas e manutenção das escolas da rede pública estadual;
Xfirmar acordos de cooperação e convênios com instituições nacionais e internacionais para o desenvolvimento de projetos e programas educacionais;
XIsistematizar e emitir relatórios periódicos de acompanhamento e controle de alunos, escolas, profissionais do magistério, de construção e reforma de prédios escolares e aplicação de recursos financeiros destinados à educação, de forma articulada com as Secretarias de Estado de Desenvolvimento Regional;
XIIcoordenar as ações da educação de modo a garantir a unidade da rede, tanto nos aspectos pedagógicos quanto administrativos;
XIIIapoiar, assessorar e supervisionar as Secretarias de Estado de Desenvolvimento Regional na execução das atividades, programas, projetos e ações na área educacional;
XIVnormatizar, supervisionar, orientar, controlar e formular políticas de gestão de pessoal do magistério público estadual, de forma articulada com o órgão central do Sistema de Gestão de Recursos Humanos; e
XVpromover, de forma articulada com as Secretarias de Estado de Desenvolvimento Regional, a formação, treinamento e aperfeiçoamento de recursos humanos para garantir a unidade da proposta curricular no Estado de Santa Catarina, articuladamente com o órgão central do Sistema de Gestão de Recursos Humanos. (Redação revogada pela LC 741, de 2019)

SEÇÃO VII

Da Secretaria de Estado da Assistência Social, Trabalho e Habitação

Art. 69.
À Secretaria de Estado da Assistência Social, Trabalho e Habitação compete:
Icumprir as competências definidas no art. 13, da Lei Orgânica de Assistência Social - LOAS;
IIformular e coordenar as políticas estaduais de assistência social, trabalho e habitação;
IIIelaborar o Pacto de Aprimoramento de Gestão da Política de Assistência Social de Santa Catarina, das políticas estaduais de assistência social, trabalho e habitação de forma articulada com as Secretarias de Estado de Desenvolvimento Regional;
IIformular e coordenar as políticas estaduais de assistência social, trabalho, habitação e segurança alimentar e nutricional;
IIIelaborar o Pacto de Aprimoramento de Gestão da Política de Assistência Social de Santa Catarina, das políticas estaduais de assistência social, trabalho e habitação, de forma articulada com as Agências de Desenvolvimento Regional; (Redação dos incisos II e III dada pela Lei 17.170, de 2017).
IVfomentar ações de intersetorialidade, no âmbito das Secretarias de Estado Setoriais e das instituições de âmbito federal e do terceiro setor, que mantenham interface com as políticas estaduais de assistência social, trabalho e habitação;
Vnormatizar e regular as políticas e ações de proteção e prevenção de assistência social, trabalho e habitação;
VInormatizar e implementar o Sistema Estadual de Trabalho, Emprego e Renda - SETER, em consonância com as diretrizes e metas definidas pelo Sistema Nacional de Emprego - SINE;
VIIorganizar, coordenar, monitorar e avaliar as ações de proteção e prevenção do Sistema Estadual de Trabalho, Emprego e Renda - SETER;
VIIImaterializar as políticas sociais relacionadas ao Sistema Único de Assistência Social - SUAS e ao Sistema de Segurança Alimentar e Nutricional - SISAN por intermédio da Secretaria Executiva de Políticas Sociais de Combate à Fome, de forma articulada com as Secretarias de Estado de Desenvolvimento Regional;
IXcoordenar pesquisas e levantamentos socioeconômicos relacionados com a habitação popular nas áreas urbanas e rurais, assistência social e trabalho, objetivando o mapeamento e o diagnóstico das áreas demandantes;
Xsupervisionar os programas, projetos e ações habitacionais contratados pela Companhia de Habitação do Estado de Santa Catarina - COHAB; e
IXnormatizar, implementar e executar as políticas sociais relacionadas ao Sistema Único de Assistência Social (SUAS) e ao Sistema de Segurança Alimentar e Nutricional (SISAN), de forma articulada com as Agências de Desenvolvimento Regional;
Xorganizar, coordenar, monitorar e avaliar as ações de proteção e prevenção do SUAS e SISAN; e (Redação dos incisos IX e X dada pela Lei 17.170, de 2017)
XIapoiar e orientar as Secretarias de Estado de Desenvolvimento Regional na execução das atividades e ações relativas ao seu âmbito de atuação. (Redação revogada pela LC 741, de 2019)

SUBSEÇÃO ÚNICA – Da Secretaria Executiva de Políticas Sociais de Combate à Fome

Art. 70.
À Secretaria Executiva de Políticas Sociais de Combate à Fome, órgão vinculado à Secretaria de Assistência Social, Trabalho e Habitação, compete: À Secretaria Executiva de Habitação e Regularização Fundiária, órgão vinculado à Secretaria de Estado da Assistência Social, Trabalho e Habitação, compete:
Iformular e coordenar políticas sociais de combate à fome;
IInormatizar e implementar o Sistema Único de Assistência Social - SUAS e o Sistema de Segurança Alimentar e Nutricional - SISAN, de forma articulada com as Secretarias de Estado de Desenvolvimento Regional;
IIIorganizar, coordenar, monitorar e avaliar as ações de proteção e prevenção do Sistema Único de Assistência Social - SUAS, do Sistema de Segurança Alimentar e Nutricional - SISAN; e
IVapoiar e orientar as Secretarias de Estado de Desenvolvimento Regional na execução de programas, projetos e ações de combate à fome.
Iexecutar a política estadual de habitação popular de forma articulada com as Agências de Desenvolvimento Regional;
IIrealizar estudos e elaborar programas habitacionais;
IIIfiscalizar, acompanhar e monitorar obras habitacionais; e
IVrealizar estudos e elaborar projetos de regularização fundiária, acompanhando e monitorando sua execução. (Redação do Art. 70 dada pela Lei 17.170, de 2017) (Redação revogada pela LC 741, de 2019)

SEÇÃO VIII

Da Secretaria de Estado da Agricultura e da Pesca

Art. 71.
À Secretaria de Estado da Agricultura e Desenvolvimento Rural compete: À Secretaria de Estado da Agricultura e da Pesca compete: (NR) (Redação do art. 71 dada pela LC 534, de 2011).
Iplanejar, formular e normatizar as Políticas de Desenvolvimento Rural e Pesqueiro do Estado de Santa Catarina;
IIplanejar e elaborar programas, projetos e ações voltadas ao desenvolvimento agropecuário, pesqueiro e florestal;
IIIplanejar e elaborar programas, projetos e ações de apoio ao agronegócio, à biotecnologia, à segurança alimentar, à produção e uso de plantas e sementes bioativas e ornamentais e ao uso da micro e nanotecnologia na agropecuária;
IVformular a política estadual de apoio ao abastecimento, armazenamento e à logística de comercialização de produtos agropecuários;
Velaborar programas, projetos e ações referentes à política agrícola e agrária estadual;
VIapoiar, por intermédio de suas empresas vinculadas e das Secretarias de Estado de Desenvolvimento Regional, de forma descentralizada e desconcentrada, a execução das Políticas de Desenvolvimento Rural, considerando as peculiaridades regionais;
VIIplanejar e avaliar as políticas e ações de apoio à comercialização da produção animal e vegetal, seus produtos e subprodutos;
VIIIapoiar, planejar e viabilizar as ações que visem a oferecer oportunidades de crédito, especialmente no que diz respeito a instalações produtivas, armazéns, equipamentos e insumos na área rural e no setor pesqueiro;
IXapoiar ações ligadas ao associativismo e o cooperativismo no âmbito de sua competência;
Xcolaborar com a União na execução de programas, projetos e ações de política agrária, crédito e desenvolvimento rural;
XIplanejar, operacionalizar, gerenciar e fiscalizar o seguro rural na sua área de competência;
XIIplanejar e avaliar as ações de fiscalização do comércio e uso de agrotóxicos e fertilizantes agrícolas, de defesa sanitária animal e vegetal, de inspeção e classificação de produtos de origem animal e vegetal, delegando a sua execução à Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina - CIDASC; e
XIIIapoiar e orientar as Secretarias de Estado de Desenvolvimento Regional no que diz respeito ao Setor Agrícola e interagir, por intermédio da Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina - CIDASC e da Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina S/A - EPAGRI, na implementação da Política Estadual de Desenvolvimento Rural e Pesqueiro no Estado de Santa Catarina.(Redação revogada pela LC 741, de 2019)

SEÇÃO VIII

A

Art. 71-
A. À Secretaria Executiva do Programa SC Rural, órgão vinculado à Secretaria de Estado da Agricultura e da Pesca, compete:
Ielaborar diretrizes, supervisionar, coordenar, administrar e monitorar o Programa SC Rural;
IIconsolidar a demanda dos beneficiários e executores dentro dos planos operativos anuais;
IIIestimar as necessidades financeiras do Programa SC Rural e definir a aplicação dos recursos dele oriundos;
IVpromover e coordenar ações buscando a colaboração interinstitucional entre os órgãos e entidades participantes; e
Vacompanhar de forma periódica e sistemática a evolução dos indicadores de resultados do Programa SC Rural. (NR) (Redação do art. 71-A incluída pela LC 534, de 2011). (Redação revogada pela LC 741, de 2019)

SEÇÃO IX

Da Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico Sustentável

Art. 72.
À Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico Sustentável compete:
Iplanejar, formular e normatizar, de forma descentralizada e desconcentrada, as políticas estaduais de desenvolvimento econômico sustentável, recursos hídricos, meio ambiente e saneamento; planejar, formular e normatizar, de forma descentralizada e desconcentrada, as políticas estaduais de desenvolvimento econômico sustentável, recursos hídricos, meio ambiente, mudanças climáticas e saneamento; (Redação do inciso I dada pela Lei Complementar 466, de 2009). planejar, formular e normatizar, de forma descentralizada e desconcentrada, as políticas estaduais de desenvolvimento econômico sustentável, recursos hídricos, meio ambiente, mudanças climáticas, pagamentos de serviços ambientais e saneamento; (NR) (Redação do inciso I dada pela Lei Complementar 534, de 2011).
IIelaborar estudos de potencialidades dos recursos naturais com vistas ao seu aproveitamento racional;
IIIcoordenar programas, projetos e ações relativos à educação ambiental; coordenar programas, projetos e ações relativos à educação ambiental e sobre mudanças climáticas;(NR) (Redação do inciso III dada pela Lei Complementar 466, de 2009).
IVfomentar ações de curto, médio e longo prazos, no sentido de aumentar a cobertura dos serviços nas áreas de abastecimento de água, esgotamento sanitário, resíduos sólidos e drenagem urbana;
Velaborar o planejamento e os instrumentos de gestão dos Recursos Hídricos por Bacias Hidrográficas, estimulando a criação, o fortalecimento e a capacitação operacional dos Comitês de Bacias Hidrográficas;
VIoutorgar o direito de uso da água e fiscalizar as concessões emitidas;
VIIarticular a implantação da rede de medição hidrológica dos principais rios e mananciais de Santa Catarina;
VIIIcoordenar o Cadastro Técnico Estadual de Atividades Potencialmente Poluidoras de Recursos Naturais;
IXorientar as Secretarias de Estado de Desenvolvimento Regional na execução e implementação dos programas, projetos e ações relativas às políticas estaduais de desenvolvimento econômico, recursos hídricos, meio ambiente e saneamento; orientar as Secretarias de Estado de Desenvolvimento Regional na execução e implementação dos programas, projetos e ações relativas às políticas estaduais de desenvolvimento econômico, recursos hídricos, meio ambiente, mudanças climáticas e saneamento; (Redação do inciso IX dada pela Lei Complementar 466, de 2009).
Xcoordenar, de forma articulada com os demais órgãos envolvidos na atividade de fiscalização ambiental:
a)a aplicação de medidas de compensação;
b)as autuações; e
c)o uso legal de áreas de preservação permanente;
XIapoiar e orientar a fiscalização ambiental no Estado de Santa Catarina;
XIIcoordenar a gestão do Programa de Desenvolvimento da Empresa Catarinense - PRODEC;
XIIIformular e coordenar programas, projetos e ações indutores do desenvolvimento com sustentabilidade; formular e coordenar programas, projetos e ações indutores do desenvolvimento com sustentabilidade e conservação ambiental; (Redação do inciso XIII dada pela Lei Complementar 466, de 2009).
XIVfomentar e incentivar investimentos no Estado, em áreas e setores estratégicos para o desenvolvimento econômico e regional, mediante ações que atraiam, facilitem e informem investidores privados, nacionais e estrangeiros sobre as possibilidades oferecidas pelo Estado;
XVformular programas, projetos e ações destinados ao desenvolvimento e fortalecimento dos empreendimentos de micro e pequeno portes;
XVIformular as políticas e diretrizes para a atuação das Agências e dos Bancos de Desenvolvimento;
XVIIfomentar a implantação de condomínios de empresas, pólos tecnológicos e aglomerados produtivos locais;

XVIII - estimular a realização de pesquisa científica e tecnológica;

XIXimplementar e executar, de forma articulada com as Secretarias de Estado de Desenvolvimento Regional, a política estadual de ciência, tecnologia e inovação, definida pelo Conselho Estadual de Ciência, Tecnologia e Inovação - CONCITI;
XXrealizar estudos para subsidiar a formulação de planos e programas de desenvolvimento científico e tecnológico no Estado de Santa Catarina;
XXIimplementar e coordenar o Programa de Parcerias Público-Privadas, no Estado de Santa Catarina;
XXIIestimular a articulação entre as instituições de pesquisa, as universidades e os setores produtivos e o seu intercâmbio com instituições de pesquisa de outros estados brasileiros e do exterior; e

XXIII - sugerir aos poderes competentes quaisquer orientações normativas e providências que considere necessárias para a realização do objetivo do Sistema Estadual de Ciência, Tecnologia e Inovação de Santa Catarina. sugerir aos poderes competentes quaisquer orientações normativas e providências que considere necessárias para a realização do objetivo do Sistema Estadual de Ciência, Tecnologia e Inovação de Santa Catarina, bem como para os programas de mudanças climáticas que venham a ser instituídos no Estado de Santa Catarina;

XXIVelaborar o planejamento e os instrumentos de fomento para implementação e execução de atividades visando contribuir para mitigação dos gases de efeito estufa, de acordo com as diretrizes das políticas do Estado de Santa Catarina;
XXVapoiar os processos para a identificação e aprovação de metodologias e os indicadores de desempenho ambiental voltados ao aquecimento global e às mudanças climáticas referentes a atividades de projetos implementados no Estado de Santa Catarina;
XXVIapoiar a pesquisa e desenvolvimento de tecnologias voltadas para a preservação dos recursos naturais e o combate à mudança do clima, bem como para medidas de adaptação e mitigação dos respectivos impactos;

XXVII - realizar o inventário estadual de emissões, biodiversidade e estoques de gases de efeito estufa, de forma sistematizada e periódica;

XXVIII - definir as estratégias e metas de redução de emissões de gases de efeito estufa pelos órgãos da administração direta e indireta, mediante a ratificação do Governo do Estado de Santa Catarina;

XXIXgerenciar e negociar as reduções de emissões de gases de efeito estufa convertidas em créditos de carbono no âmbito de acordos e parcerias nacionais e internacionais;
XXXdefinir estratégias integradas de mitigação e adaptação adequada aos efeitos causados pelas mudanças climáticas; e
XXXIgerir o fundo estadual cujos recursos sejam destinados às mudanças climáticas. (Redação do inciso XXXI dada pela LC 466, de 2009).
Vpropor diretrizes básicas de mineração e ocupação territorial;
VIrealizar estudos geológicos, inclusive serviços de prospecção, mapeamento e cadastramento dos recursos minerais, com o objetivo de formar um banco de dados;
VIIcoordenar e normatizar, no âmbito de sua competência, a outorga do direito de uso da água e fiscalizar as concessões emitidas;
VIIIarticular a implantação da rede de medição hidrológica dos principais rios e mananciais de Santa Catarina;
IXacompanhar o Cadastro Técnico Estadual de Atividades Potencialmente Poluidoras ou Utilizadoras de Recursos Ambientais; (Redação dada pela Lei 17.354, de 2017).
Xorientar e supervisionar as Secretarias de Estado de Desenvolvimento Regional na execução e implementação dos programas, projetos e ações relativos às políticas estaduais de desenvolvimento econômico, recursos hídricos, pagamentos de serviços ambientais, meio ambiente, mudanças climáticas e saneamento;
XIacompanhar e articular, com os demais órgãos envolvidos na atividade de fiscalização ambiental:
a)a aplicação de medidas de compensação; e
b)o uso legal de áreas de preservação permanente;
XIIacompanhar e normatizar, no âmbito de sua competência, a fiscalização ambiental no Estado de Santa Catarina;
XIIIcoordenar a gestão do Programa de Desenvolvimento da Empresa Catarinense - PRODEC;
XIVformular e coordenar programas, projetos e ações indutores do desenvolvimento com sustentabilidade e conservação ambiental;
XVfomentar e incentivar investimentos no Estado, em áreas e setores estratégicos para o desenvolvimento econômico e regional, mediante ações que atraiam, facilitem e informem investidores privados, nacionais e estrangeiros sobre as possibilidades oferecidas pelo Estado;
XVIformular programas, projetos e ações destinados ao desenvolvimento e fortalecimento dos empreendimentos de micro e pequeno portes;
XVIIformular as políticas e diretrizes para a atuação das Agências e dos Bancos de Desenvolvimento;

XVIII - fomentar a implantação de condomínios de empresas, polos tecnológicos e aglomerados produtivos locais;

XIXestimular a realização de pesquisa científica e tecnológica;
XXdefinir com as Secretarias de Estado de Desenvolvimento Regional a política de ciência, tecnologia e inovação, observadas as recomendações do Conselho Estadual de Ciência, Tecnologia e Inovação - CONCITI, estimulando a participação e integração dos esforços das administrações públicas estadual e municipal, das instituições privadas e da sociedade civil;
XXInormatizar, padronizar, integrar e acompanhar as ações de fomento à ciência, tecnologia e inovação das entidades da Administração Pública Estadual e seus resultados;
XXIIsugerir, observando as necessidades de cada órgão da Administração Pública Estadual, diretrizes, planos, programas e orçamentos de apoio e fomento à ciência, tecnologia e inovação de interesse desses órgãos, a fim de aperfeiçoar e racionalizar a aplicação dos recursos públicos;

XXIII - realizar estudos para subsidiar a formulação de planos e programas de desenvolvimento científico e tecnológico no Estado de Santa Catarina;

XXIVestimular a articulação entre as instituições de pesquisa, as universidades e os setores produtivos e o seu intercâmbio com instituições de pesquisa de outros estados brasileiros e do exterior;
XXVsugerir aos poderes competentes orientações normativas e providências que considere necessárias para a realização do objetivo do Sistema Estadual de Ciência, Tecnologia e Inovação de Santa Catarina, bem como para os programas de mudanças climáticas que venham a ser instituídos no Estado de Santa Catarina;
XXVIelaborar o planejamento e os instrumentos de fomento para implementação e execução de atividades com vistas a contribuir para a mitigação dos gases de efeito estufa, de acordo com as diretrizes das políticas do Estado de Santa Catarina;

XXVII - apoiar os processos para a identificação e aprovação de metodologias e os indicadores de desempenho ambiental voltados ao aquecimento global e às mudanças climáticas referentes a atividades de projetos implementados no Estado de Santa Catarina;

XXVIII - apoiar a pesquisa e o desenvolvimento de tecnologias voltadas para a preservação dos recursos naturais e o combate à mudança do clima, bem como para medidas de adaptação e mitigação dos respectivos impactos;

XXIXrealizar o inventário estadual de emissões, biodiversidade e estoques de gases de efeito estufa, de forma sistematizada e periódica;
XXXdefinir as estratégias e metas de redução de emissão de gases de efeito estufa pelos órgãos da Administração Direta e Indireta, mediante a ratificação do Governo do Estado de Santa Catarina;
XXXIgerenciar e negociar as reduções de emissão de gases de efeito estufa convertidas em créditos de carbono no âmbito de acordos e parcerias nacionais e internacionais;

XXXII - definir estratégias integradas de mitigação e adaptação adequadas aos efeitos causados pelas mudanças climáticas;

XXXIII - gerir o fundo estadual cujos recursos sejam destinados às mudanças climáticas; e

XXXIV - implementar e coordenar o Programa de Parcerias Público-Privadas no Estado de Santa Catarina.(NR) (Redação dos incisos V - XXXIV dada pela LC 534, de 2011). Redação do inciso XXXIV, revogada pela Lei 17.156, de 2017).

Parágrafo únicoO Conselho Estadual do Meio Ambiente - CONSEMA e o Conselho Estadual de Recursos Hídricos - CERH ficam vinculados à Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico Sustentável. O Conselho Estadual do Meio Ambiente - CONSEMA, o Conselho Estadual de Recursos Hídricos - CERH, o Conselho Estadual de Saneamento - CONESAN, o Fundo Especial de Proteção ao Meio Ambiente - FEPEMA, o Fundo Estadual de Recursos Hídricos - FEHIDRO, o Fundo Estadual de Mudanças Climáticas - FMUC e o Fundo Estadual de Pagamentos de Serviços Ambientais - FEPSA ficam vinculados à Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico Sustentável. ((NR) (Redação do parágrafo único dada pela LC 534, de 2011). O Conselho Estadual do Meio Ambiente (CONSEMA), o Conselho Estadual de Recursos Hídricos (CERH), o Conselho Estadual de Saneamento (CONESAN), o Fórum Estadual Permanente das Microempresas, das Empresas de Pequeno Porte e dos Microempreendedores Individuais do Estado de Santa Catarina (FEMPE-SC), o Fundo Especial de Proteção ao Meio Ambiente (FEPEMA), o Fundo Estadual de Recursos Hídricos (FEHIDRO), o Fundo Estadual de Mudanças Climáticas (FMUC) e o Fundo Estadual de Pagamentos de Serviços Ambientais (FEPSA) ficam vinculados à Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico Sustentável. (NR) (Redação do parágrafo único dada pela LC 631, de 2014). (Redação revogada pela LC 741, de 2019)

SEÇÃO X

Da Secretaria de Estado de Turismo, Cultura e Esporte

Art. 73.
À Secretaria de Estado de Turismo, Cultura e Esporte compete:
Iplanejar, formular e normatizar as políticas integradas de cultura, esporte, turismo e lazer;
IIsupervisionar o sistema esportivo estadual, garantindo a prática regular do esporte de rendimento e de participação;
IIIapoiar a ampliação e diversificação da infra-estrutura estadual nas áreas da cultura, esporte, turismo e lazer;
IVapoiar e incentivar a realização de manifestações e eventos culturais, esportivos, turísticos e de lazer;
Vestabelecer parcerias com órgãos públicos federais e privados, intercambiando experiências para o desenvolvimento integrado da cultura, esporte, turismo e lazer;
VIelaborar estudos e análises específicas sobre as áreas culturais, esportivas e turísticas visando a proposição de diretrizes para o desenvolvimento integrado do lazer;
VIIplanejar e coordenar ações voltadas à captação de recursos para financiamento de projetos relativos ao desenvolvimento cultural, esportivo, turístico e de lazer junto a organismos nacionais e internacionais;
VIIIelaborar programas, projetos e ações nas áreas de cultura, esporte, turismo e lazer voltados à inclusão de portadores de necessidades especiais e demais segmentos da sociedade;
IXplanejar a promoção do produto turístico catarinense em âmbito nacional e internacional;
Xplanejar ações que envolvam o inventário e a hierarquização dos espaços culturais, esportivos, turísticos e de lazer;
XIplanejar ações de defesa do patrimônio artístico, histórico e cultural do Estado;
XIInormatizar e consolidar os critérios para os estudos e pesquisas de demanda turística;
XIIIplanejar e coordenar o Programa de Desenvolvimento do Turismo no Sul do Brasil - PRODETUR SUL/SC;
XIVadministrar e controlar o Sistema Estadual de Incentivo à Cultura, ao Esporte e ao Turismo;
XVestimular a criação e o desenvolvimento de mecanismos de regionalização e segmentação do turismo catarinense;
XVIcompatibilizar as diretrizes estaduais à política nacional de desenvolvimento do turismo;
XVIIrepresentar o Estado, por intermédio de convênios, acordos ou outros meios, com órgãos ou entidades públicos ou privados, nacionais, regionais, estaduais, municipais e internacionais, com vistas a fomentar atividades culturais, esportivas, turísticas e de lazer; e

XVIII - orientar e apoiar as Secretarias de Estado de Desenvolvimento Regional na execução e implementação das atividades e ações relativas aos setores de cultura, esporte, turismo e lazer.

XIXfica criada a Gerência de Turismo, Cultura e Esporte pertencente e vinculada à Secretaria de Estado de Desenvolvimento Regional de São Joaquim. (NR) (Redação do inciso XIX incluída pela LC 469, de 2009). (Redação revogada pela LC 741, de 2019)

SEÇÃO XI

Da Secretaria de Estado da Infra-Estrutura

Art. 74.
À Secretaria de Estado da Infra-Estrutura compete desenvolver, de forma articulada com as Secretarias de Estado de Desenvolvimento Regional, as atividades relacionadas com o planejamento, a formulação e a normatização de políticas, programas, projetos e ações, referentes a: À Secretaria de Estado da Infraestrutura compete desenvolver, de forma articulada com as Secretarias de Estado de Desenvolvimento Regional, as atividades relacionadas com o planejamento, a formulação e a normatização de políticas, programas, projetos, ações e execuções de obras, inclusive obras para prevenção e resposta a desastres, referentes a: (NR) (Redação do art. 74 dada pela Lei Complementar 534, de 2011).
Isistemas de mobilidade:
a)rodoviária;
b)ferroviária;
c)hidroviária;
d)aeroviária;
e)cicloviária; e
f)de pedestre;
IIsistema portuário estadual;
IIIpromoção de estudos para a elaboração, organização e revisão periódica da Política Estadual de Transportes de Passageiros e Cargas;
IVpromoção de estudos para a elaboração, organização e revisão periódica do Plano Diretor Aeroviário do Estado;
Vpromoção de estudos para a elaboração, organização e revisão periódica do Plano Diretor Ferroviário e do Plano Diretor Intermodal de Transportes para o Estado;
VIvinculação sistêmica com os órgãos federais nas suas áreas de atuação; e
VIIapoio e orientação às Secretarias de Estado de Desenvolvimento Regional na execução dos programas, projetos e ações relativas ao setor da infra-estrutura. (Redação revogada pela LC 741, de 2019)
Art. 75.
À Secretaria de Estado da Infra-Estrutura cabe, igualmente, coordenar e controlar o Conselho Estadual de Transportes de Passageiros - CTP, órgão de deliberação coletiva, nas suas competências de:
Iapreciar os assuntos relacionados com o transporte rodoviário intermunicipal de passageiros encaminhados pelo Departamento de Transporte e Terminais - DETER; e
IIjulgar os recursos interpostos contra a imposição de multas aplicadas às empresas que executam o transporte rodoviário intermunicipal de passageiros.(Redação revogada pela LC 741, de 2019)

SEÇÃO XII

Das Secretarias de Estado de Desenvolvimento Regional

SUBSEÇÃO I – Das Disposições Comuns

Art. 76.
As Secretarias de Estado de Desenvolvimento Regional, no âmbito das respectivas regiões administrativas, atuarão como:
Iagências de desenvolvimento regional, na forma especificada no § 1º do art. 2º desta Lei Complementar;
IIarticuladoras da transformação, nas suas respectivas regiões, em territórios de desenvolvimento sustentável e de bem-estar social;
IIImotivadoras do desenvolvimento econômico e social, enfatizando o planejamento, o fomento e a geração de emprego e renda;
IVindutoras do engajamento, integração e participação da sociedade civil organizada; e
Vcolaboradoras na sistematização das propostas formuladas no Seminário Anual de Avaliação dos Programas Governamentais e nas audiências do Orçamento Regionalizado. (Redação do art. 76 revogada pela Lei 16.795, de 2015)
Art. 77.
Às Secretarias de Estado de Desenvolvimento Regional, no âmbito de suas respectivas regiões administrativas, compete:
Irepresentar o Governo do Estado nas suas respectivas regiões;
IIelaborar o Plano de Desenvolvimento Regional, de forma articulada com as Secretarias de Estado Setoriais, sob a coordenação da Secretaria de Estado do Planejamento e com a participação da Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico Sustentável;
IIIarticular as suas ações, promovendo a integração dos diversos setores da Administração Pública Estadual;
IVpromover a compatibilização do planejamento e das necessidades regionais com as metas do Governo do Estado;
Vexecutar os programas, projetos e ações governamentais próprios, ou por intermédio da descentralização dos créditos orçamentários e financeiros das Secretarias de Estado Setoriais e das entidades da Administração Indireta, nos termos do Plano Plurianual, da Lei de Diretrizes Orçamentárias e da Lei Orçamentária Anual;
VIelaborar os respectivos regimentos internos, observando as particularidades regionais;
VIIexecutar obras e serviços públicos na região de abrangência, ou coordenar a sua execução;
VIIIrealizar reuniões periódicas com o Conselho de Desenvolvimento Regional para propor, planejar e deliberar sobre assuntos de interesse da região;
IXimplementar as prioridades e deliberações definidas nos Conselhos de Desenvolvimento Regional, no Seminário Anual de Avaliação dos Programas Governamentais e nas audiências do Orçamento Regionalizado;
Xapoiar os municípios na execução dos programas, projetos e ações, visando ao desenvolvimento sustentável regional e municipal;
XIapoiar a sociedade civil organizada, por meio de convênios acordos ou instrumentos congêneres;
XIIcoordenar a elaboração e implementação do Plano Estratégico de Desenvolvimento Regional, integrando esforços e recursos do Estado, dos municípios, da sociedade civil organizada e da iniciativa privada;
XIIIrealizar o planejamento e a execução orçamentária;
XIVexecutar a manutenção rotineira das rodovias do Plano Rodoviário Estadual - PRE, mediante a transferência dos equipamentos e a descentralização dos créditos orçamentários e financeiros do Departamento Estadual de Infra-Estrutura - DEINFRA;
XVpromover estudos para instituição de consórcios, bem como de regras de funcionamento no âmbito regional;
XVIexecutar, de forma articulada com a Secretaria de Estado da Segurança Pública, programas, projetos e ações governamentais da área da Segurança Pública, nos termos do Plano Plurianual, da Lei de Diretrizes Orçamentárias e da Lei Orçamentária Anual; (NR) (Redação dada pela Lei Complementar 534, de 2011).
XVIIexecutar, de forma articulada com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico Sustentável, a política estadual de Ciência, Tecnologia e Inovação, definida pelo Conselho Estadual de Ciência, Tecnologia e Inovação - CONCITI;

XVIII - acompanhar e participar da elaboração e execução de Programa de pesquisa na área educacional da rede pública do Estado, de forma articulada com a Secretaria de Estado da Educação;

XIXsistematizar e emitir relatórios periódicos de acompanhamento e controle de alunos, escolas, profissionais do magistério, de construção e reforma de prédios escolares e aplicação de recursos financeiros destinados à educação, de forma articulada com a Secretaria de Estado da Educação;
XXrealizar estudos e levantamentos sócioeconômicos objetivando o mapeamento das áreas demandantes de habitação popular de forma articulada e em conjunto com a Secretaria de Estado de Assistência Social, Trabalho e Habitação e COHAB;
XXIparticipar da execução dos programas, projetos e ações, das áreas de habitação popular, urbana ou rural, de forma articulada e em conjunto com a Secretaria de Estado de Assistência Social, Trabalho e Habitação e a COHAB;
XXIIexecutar os programas, projetos e ações de operação, manutenção, conservação, restauração e reposição de rodovias e instalações correlatas;

XXIII - executar a política formulada pela Secretaria de Estado da Infra-Estrutura e pelo Departamento Estadual de Infra-Estrutura - DEINFRA, para a administração da infra-estrutura de transportes, edificações e obras hidráulicas, compreendendo sua construção, operação, manutenção, restauração, reposição, adequação de capacidade e ampliação;

XXIVconstruir e reformar terminais rodoviários de passageiros e cargas, abrigos de passageiros, terminais hidroviários de passageiros e atracadouros;
XXVimplantar e pavimentar pátios de manobra e vias de circulação interna de Terminais de Passageiros;
XXVIadquirir e reformar balsas e outros equipamentos de apoio ao transporte hidroviário de passageiros;

XXVII - responsabilizar-se pela operação, conservação e manutenção dos sistemas de contenção de cheias;

XXVIII - zelar pela segurança e bem estar dos usuários do transporte de passageiros sob sua jurisdição, de forma articulada com o Departamento de Transportes e Terminais - DETER;

XXIXexecutar atividades de dragagem e captação de água mediante a descentralização dos créditos orçamentários e financeiros da Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina - CIDASC; e
XXXexecutar os programas, projetos e ações da política estadual de esporte de forma articulada com a Fundação Catarinense de Esporte - FESPORTE. (Redação do art. 77 revogada pela Lei 16.795, de 2015) (Redação revogada pela LC 741, de 2019)
Art. 78.
Decreto do Chefe do Poder Executivo fixará o quantitativo de servidores que atuarão nos órgãos das Secretarias de Estado de Desenvolvimento Regional. (Redação do art. 78 revogada pela Lei 16.795, de 2015) (Redação revogada pela LC 741, de 2019)
Art. 79.
s convênios que envolvam repasse de recursos estaduais a municípios e entidades de natureza privada sem finalidade econômica, a qualquer título, para a execução descentralizada de programas, projetos e ações governamentais serão firmados pelos Secretários de Estado de Desenvolvimento Regional, após deliberação dos respectivos Conselhos de Desenvolvimento Regional, observadas as exigências das legislações específicas. s convênios que envolvam repasse de recursos estaduais a Municípios e entidades de natureza privada sem finalidade econômica, a qualquer título, para a execução descentralizada de programas, projetos e ações governamentais, serão firmados preferencialmente pelos Secretários de Estado de Desenvolvimento Regional após a deliberação dos respectivos Conselhos de Desenvolvimento Regional, observadas as exigências das legislações específicas.
Parágrafo únicoAto do Chefe do Poder Executivo disporá sobre a execução do disposto neste artigo.
§ 1ºFica a Administração Pública Direta autorizada a firmar convênios para atendimento a Municípios que se encontrem em situação de emergência ou estado de calamidade pública declarados pelos Chefes do Poder Executivo e homologados pelo Chefe do Poder Executivo estadual durante os prazos de vigência determinados pelos decretos declaratórios e homologatórios, sendo dispensada, nesses casos, a deliberação dos Conselhos de Desenvolvimento Regional.
§ 2ºAto do Chefe do Poder Executivo disporá sobre a execução do disposto neste artigo. (Redação do art. 79 dada pela Lei Complementar 615, de 2013). (Redação do art. 79 revogada pela Lei 16.795, de 2015) (Redação revogada pela LC 741, de 2019)

SUBSEÇÃO II – Da Localização das Sedes das Secretarias de Estado de Desenvolvimento Regional e os Municípios de sua abrangência

Art. 80.
As Secretarias de Estado de Desenvolvimento Regional, instaladas nas cidades-pólo abaixo discriminadas, têm atuação nas seguintes unidades territoriais:
ISão Miguel d’Oeste, com abrangência nos seguintes Municípios: Bandeirante, Barra Bonita, Belmonte, Descanso, Guaraciaba e Paraíso;
IIMaravilha, com abrangência nos seguintes Municípios: Saudades, Bom Jesus do Oeste, Flor do Sertão, Iraceminha, Modelo, Pinhalzinho, Romelândia, Saltinho, Santa Terezinha do Progresso, São Miguel da Boa Vista, Tigrinhos, Serra Alta e Sul Brasil; (NR) (Redação dada pela Lei Complementar 548, de 2011).
IIISão Lourenço do Oeste, com abrangência nos seguintes Municípios: Campo Erê, Coronel Martins, Galvão, Jupiá, Novo Horizonte e São Bernardino;
IVChapecó, com abrangência nos seguintes Municípios: Águas Frias, Caxambu do Sul, Cordilheira Alta, Coronel Freitas, Guatambu, Nova Erechim, Nova Itaberaba e Planalto Alegre; (Redação dada pela Lei Complementar 548, de 2011).
VXanxerê, com abrangência nos seguintes Municípios: Abelardo Luz, Bom Jesus, Entre Rios, Faxinal dos Guedes, Ipuaçu, Lajeado Grande, Marema, Ouro Verde, Passos Maia, Ponte Serrada, São Domingos, Vargeão e Xaxim;
VIConcórdia, com abrangência nos seguintes Municípios: Alto Bela Vista, Ipira, Irani, Peritiba, Piratuba e Presidente Castello Branco;
VIIJoaçaba, com abrangência nos seguintes Municípios: Água Doce, Capinzal, Catanduvas, Erval Velho, Herval d’Oeste, Ibicaré, Jaborá, Lacerdópolis, Luzerna, Ouro, Treze Tílias e Vargem Bonita;
VIIICampos Novos, com abrangência nos seguintes Municípios: Abdon Batista, Brunópolis, Celso Ramos, Ibiam, Monte Carlo, Vargem e Zortéa;
IXVideira, com abrangência nos seguintes Municípios: Arroio Trinta, Fraiburgo, Iomerê, Pinheiro Preto, Salto Veloso e Tangará;
XCaçador, com abrangência nos seguintes Municípios: Calmon, Lebon Régis, Macieira, Matos Costa, Rio das Antas e Timbó Grande;
XICuritibanos, com abrangência nos seguintes Municípios: Frei Rogério, Ponte Alta do Norte, Santa Cecília e São Cristóvão do Sul;
XIIRio do Sul, com abrangência nos seguintes Municípios: Agrolândia, Agronômica, Braço do Trombudo, Laurentino, Rio do Oeste e Trombudo Central;
XIIIItuporanga, com abrangência nos seguintes Municípios: Alfredo Wagner, Atalanta, Aurora, Chapadão do Lageado, Imbuia, Leoberto Leal, Petrolândia e Vidal Ramos;
XIVIbirama, com abrangência nos seguintes Municípios: Apiúna, Dona Emma, José Boiteux, Lontras, Presidente Getúlio, Presidente Nereu, Vitor Meirelles e Witmarsum;
XVBlumenau, com abrangência nos seguintes Municípios: Gaspar, Ilhota, Luiz Alves e Pomerode; (Redação dada pela Lei 14.032, de 2007).
XVIBrusque, com abrangência nos seguintes Municípios: Botuverá, Canelinha, Guabiruba, Major Gercino, Nova Trento, São João Batista e Tijucas;
XVIIItajaí, com abrangência nos seguintes Municípios: Balneário Camboriú, Bombinhas, Camboriú, Itapema, Navegantes, Penha, Balneário Piçarras e Porto Belo; (Redação dada pela Lei 14.032, de 2007).

XVIII - Grande Florianópolis, com abrangência nos seguintes Municípios: Águas Mornas, Angelina, Anitápolis, Antônio Carlos, Biguaçu, Florianópolis, Governador Celso Ramos, Palhoça, Rancho Queimado, Santo Amaro da Imperatriz, São Bonifácio, São Pedro de Alcântara e São José;

XIXLaguna, com abrangência nos seguintes Municípios: Garopaba, Imaruí, Imbituba e Paulo Lopes;
XXTubarão, com abrangência nos seguintes Municípios: Capivari de Baixo, Gravatal, Jaguaruna, Pedras Grandes, Sangão e Treze de Maio;
XXICriciúma, com abrangência nos seguintes Municípios: Cocal do Sul, Forquilhinha, Içara, Lauro Müller, Morro da Fumaça, Nova Veneza, Orleans, Siderópolis, Treviso e Urussanga;
XXIIAraranguá, com abrangência nos seguintes Municípios: Balneário Arroio do Silva, Balneário Gaivota, Ermo, Jacinto Machado, Maracajá, Meleiro, Morro Grande, Passo de Torres, Praia Grande, Santa Rosa do Sul, São João do Sul, Sombrio, Timbé do Sul e Turvo;

XXIII - Joinville, com abrangência nos seguintes Municípios: Araquari, Barra Velha, Balneário Barra do Sul, Garuva, Itapoá, São Francisco do Sul e São João do Itaperiú;

XXIVJaraguá do Sul, com abrangência nos seguintes Municípios: Corupá, Guaramirim, Massaranduba e Schroeder;
XXVMafra, com abrangência nos seguintes Municípios: Campo Alegre, Itaiópolis, Monte Castelo, Papanduva, Rio Negrinho e São Bento do Sul;
XXVICanoinhas, com abrangência nos seguintes Municípios: Bela Vista do Toldo, Irineópolis, Major Vieira, Porto União e Três Barras;

XXVII - Lages, com abrangência nos seguintes Municípios: Anita Garibaldi, Bocaina do Sul, Campo Belo do Sul, Capão Alto, Cerro Negro, Correia Pinto, Otacílio Costa, Painel, Palmeira, Ponte Alta e São José do Cerrito;

XXVIII - São Joaquim, com abrangência nos seguintes Municípios: Bom Jardim da Serra, Bom Retiro, Rio Rufino, Urubici e Urupema;

XXIXPalmitos, com abrangência nos seguintes Municípios: Águas de Chapecó, Caibi, Cunha Porã, Cunhataí, Mondai, Riqueza e São Carlos;
XXXDionísio Cerqueira, com abrangência nos seguintes Municípios: Anchieta, Guarujá do Sul, Palma Sola, Princesa e São José do Cedro;
XXXIItapiranga, com abrangência nos seguintes Municípios: Iporã do Oeste, Santa Helena, São João do Oeste e Tunápolis;

XXXII - Quilombo, com abrangência nos seguintes Municípios: Formosa do Sul, Irati, Jardinópolis, Santiago do Sul e União do Oeste;

XXXIII - Seara, com abrangência nos seguintes Municípios: Arabutã, Arvoredo, Ipumirim, Itá, Lindóia do Sul, Paial e Xavantina;

XXXIV - Taió, com abrangência nos seguintes Municípios: Mirim Doce, Pouso Redondo, Rio do Campo, Salete e Santa Terezinha;

XXXVTimbó, com abrangência nos seguintes Municípios: Ascurra, Benedito Novo, Doutor Pedrinho, Indaial, Rio dos Cedros e Rodeio; e

XXXVI - Braço do Norte, com abrangência nos seguintes Municípios: Armazém, Grão Pará, Rio Fortuna, Santa Rosa de Lima, São Ludgero e São Martinho. (Redação do art. 80 revogada pela Lei 16.795, de 2015) (Redação revogada pela LC 741, de 2019)

SUBSEÇÃO III – Das estruturas de cargos das Secretarias de Estado de Desenvolvimento Regional

Art. 81.
As Secretarias de Estado de Desenvolvimento Regional, atendendo aos objetivos de descentralização e desconcentração da Administração Pública Estadual, terão estruturas diferenciadas de cargos, conforme previsto nos Anexos VIII-A a VIII-D, parte integrante desta Lei Complementar. (Redação do art. 81 revogada pela Lei 16.795, de 2015) (Redação revogada pela LC 741, de 2019)

CAPÍTULO VI

Dos Conselhos de Desenvolvimento Regional

Art. 82.
s Conselhos de Desenvolvimento Regional terão a seguinte composição:
Imembros natos:
a)o Secretário de Estado de Desenvolvimento Regional;
b)os Prefeitos da região de abrangência; e
c)os Presidentes das Câmaras de Vereadores da região de abrangência; e
IIdois representantes, por município da região de abrangência, membros da sociedade civil organizada, assegurando-se a representatividade dos segmentos culturais, políticos, ambientais, econômicos e sociais mais expressivos da região, definidos por decreto do Chefe do Poder Executivo.
§ 1ºOs membros natos, por motivos devidamente justificados, poderão ser representados:
Io Secretário de Estado de Desenvolvimento Regional, pelo Diretor Geral da Secretaria;
IIos Prefeitos, pelos respectivos Vice-Prefeitos; e
IIIos Presidentes das Câmaras Municipais, pelos Vice-Presidentes.
§ 2ºOs representantes dos membros natos não terão direito a voto.
§ 3ºA entidade ou segmento social escolhido para fazer parte do Conselho de Desenvolvimento Regional será substituído caso seu representante tenha duas faltas injustificadas consecutivas ou três faltas injustificadas alternadas, no espaço de um ano.
§ 4ºOs representantes das entidades poderão ser substituídos, a qualquer momento, desde que tal decisão seja oficializada, protocolada e aprovada pela Secretaria Executiva do Conselho de Desenvolvimento Regional.
§ 5ºO prazo de permanência dos representantes da entidade ou segmento social será definido no regimento interno do Conselho de Desenvolvimento Regional.
§ 6ºAto do Chefe do Poder Executivo disporá sobre a participação de órgãos e entidades da Administração Direta e Indireta, sem direito a voto, no Conselho de Desenvolvimento Regional. (Redação do art. 82 revogada pela Lei 16.795, de 2015) (Redação revogada pela LC 741, de 2019)
Art. 83.
Aos Conselhos de Desenvolvimento Regional, com poder deliberativo, compete:
Iapoiar a Secretaria de Estado de Desenvolvimento Regional na elaboração do Plano de Desenvolvimento Regional, do Plano Plurianual e do Orçamento Anual;
IIaprovar os planos e programas relativos ao desenvolvimento regional elaborados em conjunto com as Secretarias de Estado Setoriais;
IIIemitir parecer, quando solicitado pelo Secretário de Estado de Desenvolvimento Regional, sobre projetos que requeiram decisão do Chefe do Poder Executivo para efeito de execução;
IVauxiliar na decisão quanto à liberação de recursos estaduais para aplicação em projetos de desenvolvimento regional;
Vassessorar o Secretário de Estado de Desenvolvimento Regional na coordenação do inter-relacionamento dos setores público, privado e comunidade científica e tecnológica;
VIincentivar, orientar e apoiar programas de novos empreendimentos na região;
VIIemitir parecer, por escrito, firmado pelos membros do Conselho de Desenvolvimento Regional, a cada quadrimestre, sobre a execução orçamentária e o relatório das atividades executadas na região, por área de atuação, a ser enviado ao Chefe do Poder Executivo por intermédio da Secretaria de Estado do Planejamento;
VIIIdefinir as prioridades de intervenção das funções públicas de interesse comum especificadas na Lei Complementar nº 104, de 04 de janeiro de 1994; e
IXdeliberar sobre a instituição e as regras de funcionamento de consórcios no âmbito regional. (Redação do art. 83 revogada pela Lei 16.795, de 2015) (Redação revogada pela LC 741, de 2019)
Art. 84.
s Conselhos de Desenvolvimento Regional reunir-se-ão ordinariamente, em assembléia, e extraordinariamente, quando convocados, obedecendo ao rodízio de Municípios para a sua realização.
Parágrafo únicoDecreto do Chefe do Poder Executivo fixará a periodicidade das reuniões ordinárias referidas no caput. (Redação do art. 84 revogada pela Lei 16.795, de 2015) (Redação revogada pela LC 741, de 2019)
Art. 85.
Sempre que possível, e priorizando o atendimento a questões urgentes e relevantes, o Governador e o Vice-Governador do Estado far-se-ão presentes nas reuniões dos Conselhos de Desenvolvimento Regional. (Redação do art. 85 revogada pela Lei 16.795, de 2015) (Redação revogada pela LC 741, de 2019)

TÍTULO V

DA ADMINISTRAÇÃO INDIRETA ESTADUAL

CAPÍTULO I

Das Disposições Gerais

Art. 86.
As entidades integrantes da Administração Indireta Estadual reger-se-ão pelas disposições contidas nesta Lei Complementar e nas leis específicas, obedecidos os seguintes princípios institucionais:
Ias autarquias e as fundações públicas de direito público, pelas leis de criação e respectivos regimentos internos;
IIas fundações públicas de direito privado, pelas leis que autorizarem sua institucionalização e pelos respectivos estatutos; e
IIIas empresas públicas e as sociedades de economia mista, suas subsidiárias ou controladas, pelas leis que autorizarem sua constituição e pelos respectivos estatutos ou contratos sociais. (Redação revogada pela LC 741, de 2019)

CAPÍTULO II

Das Autarquias

Art. 87.
São autarquias as seguintes entidades:
Ia Administração do Porto de São Francisco do Sul - APSFS; (Redação do inciso I, revogada pela LC 707, de 2017).
IIa Agência Reguladora de Serviços Públicos de Santa Catarina - AGESC; (Redação do inciso II revogada pela Lei 16.673, de 2015)
IIIo Departamento Estadual de Infra-Estrutura - DEINFRA;
IVo Instituto de Previdência do Estado de Santa Catarina - IPESC; o Instituto de Previdência do Estado de Santa Catarina - IPREV; (NR) (Redação do inciso IV dada pela Lei Complementar 534, de 2011) .
Va Junta Comercial do Estado de Santa Catarina - JUCESC;
VIo Departamento de Transportes e Terminais - DETER; e
VIIo Instituto de Metrologia de Santa Catarina - IMETRO/SC.
VIIIa Agência Reguladora de Serviços de Saneamento Básico do Estado de Santa Catarina - AGESAN. (NR) (Redação do inciso VIII dada pela Lei Complementar 534, de 2011 e revogada pela Lei 16.673/15). (Redação revogada pela LC 741, de 2019)

SEÇÃO I

Da Administração do Porto de São Francisco do Sul - APSFS

Art. 88.
À Administração do Porto de São Francisco do Sul - APSFS compete:
Iexecutar a exploração comercial do Porto e complementarmente desenvolver atividades afins, conexas e acessórias, industriais, comerciais e de prestação de serviços;
IIexecutar a política portuária estadual;
IIIestabelecer, onde for necessário ao desempenho de suas atividades, agências escritórios ou representações e centros logísticos para apoio das operações portuárias de captação de cargas para o Porto;
IVcaptar, em fontes internas ou externas, recursos a serem aplicados na execução de sua programação;
Vrealizar programas de pesquisa e de desenvolvimento portuário, promovendo a cooperação técnica com entidades públicas e privadas;
VIdesenvolver estudos do sistema aquaviário da Baía da Babitonga, com vistas ao aproveitamento da malha hidroviária para transporte de mercadorias de cabotagem com destino ao Porto;
VIIfirmar convênios, acordos, contratos e demais instrumentos legais, no exercício de suas atribuições;
VIIIdelimitar, para fins de declaração de utilidade pública, os bens e propriedades a serem desapropriados para implantação do Plano de Projetos Portuários;
IXadquirir e alienar bens, adotando procedimentos legais adequados para efetuar sua incorporação e baixa, de acordo com as normas previstas no contrato de concessão do Porto, dando ciência ao órgão central de gestão patrimonial do Poder Executivo;
Xassegurar ao comércio e à navegação o gozo das vantagens decorrentes do melhoramento e aparelhamento do Porto;
XIpré-qualificar os operadores portuários;
XIIfixar os valores e arrecadar a tarifa portuária;
XIIIdesenvolver mecanismos para atração de cargas, podendo firmar contratos comerciais e operacionais com operadores portuários e usuários do Porto;
XIVprestar apoio técnico-administrativo ao Conselho de Autoridade Portuária e ao órgão de gestão de mão-de-obra;
XVfiscalizar a execução ou executar as obras de construção, reforma, ampliação, melhoramento e conservação das instalações portuárias, nelas comprometida a infra-estrutura de proteção e de acesso aquaviário ao Porto;
XVIfiscalizar as operações portuárias, zelando para que os serviços se realizem com regularidade, eficiência, segurança e respeito ao meio ambiente;
XVIIadotar as medidas solicitadas pelas demais autoridades no Porto, no âmbito das respectivas competências, inclusive a disponibilidade de área e instalações para os órgãos do Governo do Estado e da União que exercem atividades intervenientes na área organizada do Porto;

XVIII - organizar e regulamentar a guarda portuária, podendo ser terceirizada, a fim de prover a vigilância e segurança do Porto;

XIXpromover a remoção de embarcações ou casos de embarcações que possam prejudicar a navegação das embarcações que acessem o Porto;
XXautorizar, previamente ouvidas as demais autoridades do Porto, a entrada e saída, inclusive, a atracação, o fundeio e o tráfego de embarcações na área do Porto, bem assim a movimentação de carga da referida embarcação, ressalvada a intervenção da autoridade marítima na movimentação considerada prioritária em situações de assistência e salvamento de embarcação;
XXIsuspender operações portuárias que prejudicam o bom funcionamento do Porto, ressalvados os aspectos de interesse da autoridade marítima responsável pela segurança do transporte aquaviário;
XXIIlavrar autos de infração e instaurar processos administrativos, aplicando as penalidades previstas em lei, ressalvados os aspectos legais de competência da União, de forma supletiva, para os fatos que serão investigados e julgados conjuntamente;

XXIII - desincumbir-se dos trabalhos e exercer outras atribuições que lhes forem cometidas pelo Conselho de Autoridade Portuária;

XXIVestabelecer o horário de funcionamento no Porto, bem como as jornadas de trabalho no cais de uso público; e
XXVcumprir e fazer cumprir as leis, os regulamentos do serviço e as cláusulas do contrato de concessão do Porto e demais competências previstas na Lei federal nº 8.630, de 25 de fevereiro de 1993. (Redação da Seção I do Capítulo II do Título V, revogada pela LC 707, de 2017). (Redação revogada pela LC 741, de 2019)

SEÇÃO II

Agência Reguladora de Serviços Públicos de Santa Catarina – AGESC

Art. 89.
À Agência Reguladora de Serviços Públicos de Santa Catarina - AGESC compete:
Iassegurar a prestação de serviços públicos adequados, assim entendidos aqueles que satisfaçam as condições de regularidade, continuidade, eficiência, segurança, atualidade, generalidade, cortesia na sua prestação e modicidade nas suas tarifas;
IIgarantir harmonia entre os interesses do Estado, dos usuários, concessionários, permissionários e autorizatários de serviços públicos;
IIIzelar pelo equilíbrio econômico-financeiro dos contratos de serviços públicos delegados;
IVproteger os usuários do abuso do poder econômico que vise à dominação dos mercados, à eliminação da concorrência e ao aumento arbitrário dos lucros;
Vestimular a expansão e a modernização dos serviços delegados, de modo a buscar a sua universalização e a melhoria dos padrões de qualidade, ressalvada a competência do Estado quanto à definição das políticas setoriais;
VIgarantir a aplicação do princípio da isonomia no uso e acesso aos serviços concedidos; e
VIIbuscar a modicidade das tarifas e o justo retorno dos investimentos aos concessionários. (Revogada do art. 89 revogada pela Lei 16.673/15) (Redação revogada pela LC 741, de 2019)

SEÇÃO III

Do Departamento Estadual de Infra-Estrutura - DEINFRA

Art. 90.
A estruturação, organização, funcionamento e competências do Departamento Estadual de Infra-Estrutura - DEINFRA, vinculado à Secretaria de Estado da Infra-Estrutura, serão estabelecidos em lei complementar. (Redação revogada pela LC 741, de 2019)

SEÇÃO IV

Do Instituto de Previdência do Estado de Santa Catarina – IPESC

Art. 91.
Instituto de Previdência do Estado de Santa Catarina - IPESC tem por objetivo executar a política de previdência dos servidores públicos e agentes políticos do Estado, na forma estabelecida em lei específica, obedecidas as normas constitucionais e legislação complementar.
Parágrafo únicoPara execução de sua competência, o IPESC deve utilizar a estrutura do Sistema Administrativo de Gestão de Recursos Humanos.

SEÇÃO IV

Do Instituto de Previdência do Estado de Santa Catarina - IPREV

Art. 91.
Instituto de Previdência do Estado de Santa Catarina - IPREV tem por objetivo executar a política de previdência dos servidores públicos e agentes políticos do Estado na forma estabelecida em lei específica, obedecidas as normas constitucionais e legislação complementar.
Parágrafo únicoPara execução de sua competência, o IPREV deve utilizar a estrutura do Sistema Administrativo de Gestão de Pessoas. (NR) (Redação do art. 91 dada pela Lei Complementar 534, de 2011). (Redação revogada pela LC 741, de 2019)

SEÇÃO V

Da Junta Comercial do Estado de Santa Catarina – JUCESC

Art. 92.
À Junta Comercial do Estado de Santa Catarina - JUCESC compete:
Iexecutar os serviços de registro de empresas mercantis, neles compreendidos:
a)o arquivamento dos atos relativos à constituição, alteração, dissolução e extinção de empresas mercantis, de cooperativas, das declarações de microempresas e empresas de pequeno porte, bem como dos atos relativos a consórcios e grupo de sociedades de que trata a lei de sociedade por ações;
b)o arquivamento dos atos concernentes a sociedades mercantis estrangeiras autorizadas a funcionar no País;
c)o arquivamento de atos ou documentos que, por determinação legal, seja atribuído ao Registro Público de Empresas Mercantis e Atividades Afins e daqueles que possam interessar ao empresário ou às empresas mercantis;
d)a autenticação dos instrumentos de escrituração das empresas mercantis registradas e dos agentes auxiliares do comércio, nos termos de lei própria; e
e)a emissão de certidões dos documentos arquivados;
IIelaborar a tabela de preços de seus serviços, observados os atos especificados em instrução normativa do Departamento Nacional de Registro do Comércio - DNRC;
IIIprocessar, em relação aos agentes auxiliares do comércio:
a)a habilitação, nomeação, matrícula e seu cancelamento dos tradutores públicos e intérpretes comerciais; e
b)a matrícula e seu cancelamento de leiloeiros, trapicheiros e administradores de armazéns-gerais;
IVelaborar os respectivos Regimentos Internos e suas alterações, bem como as resoluções de caráter administrativo necessárias ao fiel cumprimento das normas legais, regulamentares e regimentais;
Vexpedir carteiras de exercício profissional para agentes auxiliares do comércio, titulares de firma mercantil individual e administradores de sociedades mercantis e cooperativas, registradas no Registro Público de Empresas Mercantis e Atividades Afins, conforme instrução normativa do Departamento Nacional de Registro do Comércio - DNRC;
VIproceder ao assentamento dos usos e práticas mercantis;
VIIprestar as informações necessárias ao Departamento Nacional de Registro do Comércio - DNRC quanto:
a)à organização, formação e atualização do cadastro nacional das empresas mercantis em funcionamento no País;
b)à realização de estudos para o aperfeiçoamento dos serviços de registro público de empresas mercantis e atividades afins;
c)ao acompanhamento e à avaliação da execução dos serviços de registro público de empresas mercantis e atividades afins; e
d)à catalogação dos assentamentos de usos e práticas mercantis procedidos; e
VIIIorganizar, formar, atualizar e auditar, observadas as instruções normativas do Departamento Nacional de Registro do Comércio - DNRC, o Cadastro Estadual de Empresas Mercantis - CEE, integrante do Cadastro Nacional de Empresas Mercantis - CNE.
IXfirmar convênios com instituições públicas federais, estaduais e municipais envolvidas no registro, cadastro e alvarás de funcionamento de empresas mercantis, com vistas à cooperação técnica e à integração via web, com utilização do Sistema REGIN - Registro Mercantil Integrado. (NR) (Redação do inciso IX dada pela Lei Complementar 534, de 2011). (Redação revogada pela LC 741, de 2019)

SEÇÃO VI

Do Departamento de Transportes e Terminais - DETER

Art. 93.
Ao Departamento de Transportes e Terminais - DETER compete:
Iexecutar a Política Estadual de Transportes de Passageiros e Cargas;
IIelaborar e revisar periodicamente o Plano Estadual de Transportes de Passageiros e Cargas, em consonância com a Política Estadual de Transportes de Passageiros e Cargas;
IIIlicitar e firmar documentos de delegação de serviços de transporte intermunicipal de passageiros, após a homologação pelo Conselho Estadual de Transportes de Passageiros - CTP;
IVplanejar, executar, fiscalizar, auditar e controlar o serviço público de transporte rodoviário intermunicipal de passageiros, bem como os serviços de navegação interior de travessias, ou qualquer outro modal de transporte de massa em nível estadual, incluídos os delegados pela União e Municípios, observada a legislação específica;
Vdescentralizar os créditos orçamentários e financeiros para as Secretarias de Estado de Desenvolvimento Regional, com o objetivo de permitir:
a)a construção e reforma de terminais rodoviários de passageiros e cargas, abrigos de passageiros, terminais hidroviários de passageiros e atracadouros;
b)a implantação e pavimentação de pátios de manobra e vias de circulação interna de Terminais de Passageiros; e
c)a aquisição e reforma de balsas e outros equipamentos de apoio ao transporte hidroviário de passageiros;
VIzelar pela segurança e bem estar dos usuários do transporte de passageiros sob sua jurisdição, de forma articulada com as Secretarias de Estado de Desenvolvimento Regional;
VIIestabelecer normas gerais e específicas sobre o sistema de transporte de passageiros e de cargas sob sua jurisdição, em consonância com a Política Estadual de Transportes de Passageiros e Cargas;
VIIIfixar e reajustar as tarifas dos serviços delegados, os valores de multas e outros preços de serviços prestados, direta ou indiretamente;
IXfixar critérios para o cálculo das Tarifas de Utilização dos terminais rodoviários e aquaviários de passageiros para os serviços sob sua jurisdição;
Xcooperar tecnicamente com as Secretarias de Estado de Desenvolvimento Regional na execução de obras e serviços inerentes a seus objetivos;
XIrealizar programas de pesquisa e de desenvolvimento tecnológico e administrativo promovendo a cooperação técnica com entidades públicas e privadas;
XIIpromover a modernização do sistema de transporte de passageiros e cargas sob sua jurisdição;
XIIIfornecer à autoridade competente informações e dados para subsidiar a formulação da Política Estadual de Transportes de Passageiros e Cargas;
XIVinscrever em dívida ativa os créditos provenientes de débitos das operadoras do sistema de transporte sob sua circunscrição;
XVelaborar o seu orçamento, em consonância com a orientação sistêmica da área de planejamento do Estado; e
XVIdelegar e firmar convênio com os Municípios referente ao transporte aquaviário, de forma articulada com as Secretarias de Estado de Desenvolvimento Regional.
XVIIfirmar convênios, acordos, contratos e demais instrumentos legais no exercício de suas atribuições;

XVIII - operar, administrar, manter e reformar, direta ou indiretamente o Terminal Rita Maria; e

XIXcontratar obras e serviços de construção, reforma, ampliação, melhoramento e conservação das instalações e escritórios necessários ao desempenho de suas atividades, bem como a contratação de serviços terceirizados. (NR) (Redação dos incisos XVII, XVIII e XIX dada pela Lei Complementar 436, de 2009). (Redação revogada pela LC 741, de 2019)

SEÇÃO VII

Do Instituto de Metrologia de Santa Catarina - IMETRO/SC

Art. 94.
Ao Instituto de Metrologia de Santa Catarina - IMETRO/SC compete:
Iexercer as atividades relacionadas com a metrologia, bem como, com a normalização, a qualidade, a certificação e a verificação de produtos e serviços;
IImanter cursos de preparação, treinamento e capacitação para formação e aperfeiçoamento técnico do seu quadro de pessoal;
IIIrealizar, diretamente ou por intermédio de terceiros, seminários, congressos, treinamentos e cursos, na área de sua atuação;
IVfiscalizar e realizar verificações em produtos e serviços, na área de sua atuação;
Vfixar e cobrar o preço dos serviços prestados no âmbito de sua competência; e
VIapurar as não-conformidades no campo de sua atuação, lavrar os respectivos autos de infração e a aplicação de penalidades, de acordo com a legislação vigente.
§ 1ºNo cumprimento de suas finalidades, cabe ao Instituto de Metrologia de Santa Catarina - IMETRO/SC agir em interface com os órgãos e entidades ligados à defesa do consumidor e ao setor produtivo, bem como com as Secretarias de Estado de Desenvolvimento Regional.
§ 2ºA organização, estruturação e funcionamento do Instituto de Metrologia de Santa Catarina - IMETRO/SC serão objeto de lei específica.
§ 3ºOs servidores vinculados ao Projeto INMETRO/SC, integram o Quadro de Pessoal do Instituto de Metrologia de Santa Catarina - IMETRO/SC. (Redação do § 3º revogada pela Lei Complementar 605, de 2013) . (Redação revogada pela LC 741, de 2019)

SEÇÃO VII

A

Art. 94-
A. À Agência Reguladora de Serviços de Saneamento Básico do Estado de Santa Catarina - AGESAN compete:
Isupervisionar, controlar e avaliar as ações e atividades decorrentes do cumprimento da legislação específica relativa ao saneamento básico;
IIfiscalizar a prestação dos serviços públicos de saneamento básico, incluídos os aspectos contábeis e financeiros e os relativos ao desempenho técnico-operacional;
IIIexpedir regulamentos de ordem técnica e econômica, com vistas ao estabelecimento de padrões de qualidade para:
a)prestação dos serviços;
b)otimização dos custos;
c)segurança das instalações; e
d)atendimento aos usuários;
IVcelebrar convênio com municípios que tenham interesse em se sujeitar à atuação da Agência Reguladora de Serviços de Saneamento Básico do Estado de Santa Catarina - AGESAN;
Vestabelecer o regime tarifário, de forma a garantir a modicidade das tarifas e o equilíbrio econômico-financeiro da prestação dos serviços;
VIanalisar os custos e o desempenho econômico-financeiro da prestação dos serviços;
VIIparticipar da elaboração e supervisionar a implementação da Política Estadual de Saneamento Básico e do Plano Estadual de Saneamento Básico;
VIIIelaborar estudos para subsidiar a aplicação de recursos financeiros do Estado em obras e serviços de saneamento básico;
IXpromover estudos com vistas ao incremento da qualidade e da eficiência dos serviços prestados e do atendimento a consultas dos usuários, dos prestadores dos serviços e dos entes delegatários;
Xaplicar sanções e penalidades ao prestador do serviço quando, sem motivo justificado, houver descumprimento das diretrizes técnicas e econômicas expedidas pela Agência Reguladora de Serviços de Saneamento Básico do Estado de Santa Catarina - AGESAN;
XIcelebrar convênios e contratos com órgãos e entidades internacionais, federais, estaduais e municipais e com pessoas jurídicas de direito privado, no âmbito de sua área de atuação;
XIImanter serviço gratuito de atendimento telefônico para recebimento de reclamações dos usuários, para efeito do disposto no art. 21, inciso III, da Lei Complementar nº 484, de 04 de janeiro de 2010, sem prejuízo do estabelecimento de outros mecanismos em regulamento da Agência Reguladora de Serviços de Saneamento Básico do Estado de Santa Catarina - AGESAN;
XIIIelaborar e aprovar seu regimento interno, o qual estabelecerá procedimentos para a realização de audiências e consultas públicas, para o atendimento às reclamações de usuários e para a edição de regulamentos e demais decisões da Agência; e
XIVadministrar seu quadro de pessoal, seu patrimônio material e seus recursos financeiros. (Redação do art. 94-A incluída pela Lei Complementar 534, de 2011 e revogada pela Lei 16.673, de 2015). (Redação revogada pela LC 741, de 2019)

SEÇÃO VIII

Das Disposições Comuns às Autarquias

Art. 95.
Constituem recursos das autarquias:
Ias dotações que lhes forem consignadas no Orçamento do Estado;
IIas transferências, os repasses e os créditos abertos em seu favor;
IIIos recursos financeiros resultantes:
a)de receitas comerciais, industriais, operacionais e de administração financeira;
b)de conversão em espécie de bens e direitos;
c)da remuneração pela prestação de serviços;
d)de rendas dos bens patrimoniais;
e)do produto da cobrança de emolumentos, taxas e multas;
f)de operações de crédito; e
g)da execução de contratos, convênios e acordos; e
IVquaisquer outras receitas inerentes às suas atividades, inclusive as resultantes da alienação de bens e da aplicação de valores patrimoniais, operações de crédito, doações, legados e subvenções. (Redação revogada pela LC 741, de 2019)

CAPÍTULO III

Das FUNDAÇÕES PÚBLICAS

Art. 96.
São fundações públicas as seguintes entidades:
Ia Fundação Catarinense de Educação Especial - FCEE;
IIa Fundação do Meio Ambiente - FATMA; (Revogada pela Lei 17.354, de 2017).
IIIa Fundação Universidade do Estado de Santa Catarina - UDESC;
IVa Fundação de Apoio à Pesquisa Científica e Tecnológica do Estado de Santa Catarina - FAPESC; a Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Estado de Santa Catarina - FAPESC; (NR) (Redação do inciso IV dada pela Lei Complementar 534, de 2011).
Va Fundação Catarinense de Cultura - FCC; e
VIa Fundação Catarinense de Esporte - FESPORTE.
VIIFundação de Amparo a Escola Nacional de Administração -ENA Brasil. (NR) (Redação do inciso VII dada pela Lei Complementar 446, de 2009). Fundação Escola de Governo - ENA. (NR) (Redação do inciso VII dada pela Lei Complementar 534, de 2011).(Redação revogada pela LC 741, de 2019)

SEÇÃO I

Da Fundação Catarinense de Educação Especial - FCEE

Art. 97.
À Fundação Catarinense de Educação Especial - FCEE compete:
Idesenvolver, em articulação com as Secretarias de Estado de Desenvolvimento Regional, a política estadual de educação especial e de atendimento à pessoa com deficiência, condutas típicas e altas habilidades;
IIfomentar, produzir e difundir o conhecimento científico e tecnológico na área de educação especial;
IIIformular políticas para promover a inclusão social da pessoa com deficiência, condutas típicas e altas habilidades;
IVprestar, direta ou indiretamente, assistência técnica a entidades públicas ou privadas que mantenham qualquer vinculação com a pessoa com deficiência, condutas típicas e altas habilidades;
Vpromover, em parceria com as Secretarias de Estado de Desenvolvimento Regional, a articulação entre as entidades públicas e privadas para formulação, elaboração e execução de programas, projetos e serviços integrados, com vistas ao desenvolvimento permanente do atendimento à pessoa com deficiência, condutas típicas e altas habilidades; promover, em parceria com as Secretarias de Estado e as Secretarias de Estado de Desenvolvimento Regional, a articulação entre as entidades públicas e privadas para formulação, elaboração e execução de programas, projetos e serviços integrados, com vistas ao desenvolvimento permanente do atendimento à pessoa com deficiência, condutas típicas e altas habilidades; (NR) (Redação do inciso V dada pela Lei Complementar 534, de 2011) .
VIauxiliar, orientar e acompanhar as Secretarias de Estado de Desenvolvimento Regional na execução das atividades relacionadas com a prevenção, assistência e inclusão da pessoa com deficiência, condutas típicas e altas habilidades; e
VIIplanejar e executar em articulação com as Secretarias de Estado, as Secretarias de Estado de Desenvolvimento Regional e Secretarias Municipais, a capacitação de recursos humanos com vistas ao aperfeiçoamento dos profissionais que atuam com a pessoa com deficiência, condutas típicas e altas habilidades.
VIIIrealizar atendimento especializado à pessoa com deficiência, condutas típicas e altas habilidades em seu Campus, através dos Centros de Atendimento Especializado, para o desenvolvimento de pesquisas em tecnologias assistivas e metodologias, com vistas à aplicação nos programas pedagógico, profissionalizante, reabilitatório e programa socioassistencial, prevenção e avaliação diagnóstica, que subsidiem os serviços de educação especial no Estado de Santa Catarina. (NR) (Redação do inciso VIII incluída pela Lei Complementar 534, de 2011). (Redação revogada pela LC 741, de 2019)

SEÇÃO II

Da Fundação do Meio Ambiente - FATMA

Art. 98.
À Fundação do Meio Ambiente - FATMA compete: À Fundação do Meio Ambiente - FATMA, sem prejuízo do estabelecido na Lei nº 14.675, de 13 de abril de 2009, compete: (NR) (Redação do art. 98 dada pela Lei Complementar 534, de 2011).
Icoordenar e implantar o sistema de controle ambiental;
IIelaborar manuais e instruções normativas relativas às atividades de licenciamento e autorização ambientais, visando à padronização dos procedimentos administrativos e técnicos;
IIIcoordenar e implantar o sistema de controle ambiental decorrente do licenciamento ambiental de empreendimentos de impacto ambiental, das autuações ambientais transacionadas e dos usos legais de áreas de preservação permanente;
IVlicenciar ou autorizar as atividades públicas ou privadas potencialmente causadoras de degradação ambiental;
Vfiscalizar e acompanhar o cumprimento das condicionantes determinadas no procedimento de licenciamento ambiental;
VIelaborar, executar e controlar ações, projetos, programas e pesquisas relacionados à proteção de ecossistemas e ao uso sustentado dos recursos naturais, que tenham abrangência inter-regional ou estadual;
VIIdesenvolver programas preventivos envolvendo transporte de produtos perigosos, em parceria com outras instituições governamentais;
VIIIpropor convênios com órgãos da Administração Federal e Municipal visando a maior eficiência no que se refere ao licenciamento e autorização ambientais;
IXsupervisionar e orientar as atividades florestais previstas em convênios públicos;
Xelaborar e executar ou co-executar projetos de acordos internacionais relacionados à proteção de ecossistemas ambientais e que tenham abrangência inter-regional ou estadual;
XIcoordenar a implementação do Sistema Estadual de Unidades de Conservação - SEUC e das unidades de conservação municipais e particulares; e
XIIexecutar, de forma articulada com os órgãos e entidades envolvidos nessa atividade, a fiscalização ambiental no Estado de Santa Catarina. (Redação da Seção II do Capitulo III do Título V, revogada pela Lei 17.354, de 2017). (Redação revogada pela LC 741, de 2019)

SEÇÃO III

Da Fundação Universidade do Estado de Santa Catarina - UDESC

Art. 99.
A Fundação Universidade do Estado de Santa Catarina - UDESC tem por objetivos específicos o ensino, a pesquisa e a extensão, integrados na formação técnico-profissional, na difusão da cultura e na criação filosófica, científica, tecnológica e artística. (Redação revogada pela LC 741, de 2019)

SEÇÃO IV

Da Fundação de Apoio à Pesquisa Científica e Tecnológica do Estado de Santa Catarina - FAPESC

Art. 100.
À Fundação de Apoio à Pesquisa Científica e Tecnológica do Estado de Santa Catarina - FAPESC compete: À Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Estado de Santa Catarina - FAPESC compete: (NR) (Redação do art. 100 dada pela Lei Complementar 534, de 2011)
Iaplicar os recursos destinados à pesquisa científica e tecnológica nos termos do art. 193 da Constituição do Estado, para o equilíbrio regional, para o avanço de todas as áreas do conhecimento, para o desenvolvimento sustentável e a melhoria de qualidade de vida da população catarinense, com autonomia técnico-científica, administrativa, patrimonial e financeira, de forma conjunta com a Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina S/A - EPAGRI; executar planos, programas e orçamentos de apoio e fomento à ciência, tecnologia e inovação, respeitando a política de ciência, tecnologia e inovação, os recursos destinados à pesquisa científica e tecnológica nos termos do art. 193 da Constituição do Estado, a fim de promover o equilíbrio regional, o avanço de todas as áreas do conhecimento, o fortalecimento da cultura de inovação, o desenvolvimento sustentável e a melhoria de qualidade de vida da população catarinense, com autonomia técnico-científica, administrativa, patrimonial e financeira, de forma conjunta com a Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina S.A. - EPAGRI; (NR) (Redação do inciso I dada pela Lei Complementar 534, de 2011)
IIplanejar, elaborar, executar e avaliar planos, programas e orçamentos de apoio e fomento à ciência e tecnologia considerando a política, diretrizes e prioridades aprovadas pelo Conselho Estadual de Ciência, Tecnologia e Inovação - CONCITI; elaborar, executar e avaliar planos, programas e orçamentos de apoio e fomento à ciência, tecnologia e inovação, seguindo orientação da Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico Sustentável, viabilizando anualmente no mínimo 1 (uma) Conferência Estadual de Ciência, Tecnologia e Inovação envolvendo os integrantes do Sistema Estadual de Ciência, Tecnologia e Inovação de Santa Catarina; (NR) (Redação do inciso II dada pela Lei Complementar 534, de 2011)
IIIapoiar a realização de estudos, a execução e divulgação de programas e projetos de pesquisa científica básica e aplicada, individuais ou institucionais e desenvolvimento de produtos e processos tecnológicos; apoiar e promover a realização de estudos, a execução e divulgação de programas e projetos de pesquisa científica básica e aplicada, individuais ou institucionais, e o desenvolvimento de produtos e processos tecnológicos, de acordo com as diretrizes da Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico Sustentável; (NR) (Redação do inciso III dada pela Lei Complementar 534, de 2011)
IVapoiar a formação e a capacitação de recursos humanos requeridos para a pesquisa científica e tecnológica, de forma regionalizada e desconcentrada; apoiar a formação e a capacitação de pessoas para a pesquisa científica e tecnológica e de inovação, de forma regionalizada e desconcentrada, mediante a concessão de bolsas em modalidades e valores a serem definidos pelo seu Conselho Superior, com vistas a manter a equivalência com aquelas concedidas em programas nacionais similares; (NR) (Redação do inciso IV dada pela Lei Complementar 534, de 2011).
Vpromover o intercâmbio e a cooperação técnico-científica regional, nacional e internacional;
VIfomentar e implementar soluções de Tecnologia de Informação e Comunicação para ciência, tecnologia, inovação e Administração Pública, respeitando-se os termos do art. 193 da Constituição do Estado; fomentar a internacionalização de empresas catarinenses inovadoras; (NR) (Redação do inciso VI dada pela Lei Complementar 534, de 2011)
VIIfomentar o desenvolvimento tecnológico das empresas catarinenses, preferencialmente em parceria com as universidades de Santa Catarina, respeitando-se os termos do art. 193 da Constituição do Estado; fomentar o desenvolvimento tecnológico inovativo das empresas catarinenses e organizações públicas ou privadas, preferencialmente em parceria com instituições de ensino e pesquisa situadas no Estado de Santa Catarina, pela transferência de conhecimento e interação de competências, podendo, para tanto, subvencionar a permanência de pesquisadores de alto nível no âmbito de programas específicos; (NR) (Redação do inciso VII dada pela Lei Complementar 534, de 2011)
VIIIsugerir ao Conselho Estadual de Ciência, Tecnologia e Inovação - CONCITI quaisquer providências que considere necessárias à realização de seus objetivos; sugerir à Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico Sustentável quaisquer providências que considere necessárias à realização de seus objetivos; (NR) (Redação do inciso VIII dada pela Lei Complementar 534, de 2011)
IXincentivar a criação e o desenvolvimento de pólos e incubadoras de base tecnológica; incentivar a criação e o desenvolvimento de pólos e incubadoras de base tecnológica, bem como de arranjos produtivos locais; (NR) (Redação do inciso IX dada pela Lei Complementar 534, de 2011).
Xprestar, eventualmente, serviços técnicos especializados pertinentes à sua área de atuação; e
XIgerenciar a rede catarinense de ciência e tecnologia.
XIIapoiar, promover e participar de reuniões e eventos de natureza científica, tecnológica e de inovação;
XIIIpromover a realização de acordos, protocolos, convênios, programas e projetos de intercâmbio entre entidades públicas e privadas, nacionais e internacionais; e
XIVapoiar a implantação dos Núcleos de Inovação Tecnológica - NITs pelas Instituições de Ciência, Tecnologia e Inovação do Estado de Santa Catarina - ICTESC, pelas universidades e outras instituições de educação superior que atuem em ciência, tecnologia e inovação, bem como pelos parques tecnológicos, incubadoras e empresas catarinenses. (NR) (Redação dos incisos XI, XII, XIII e XIV dada pela Lei Complementar 534, de 2011)
Parágrafo únicoO Conselho Superior da Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Estado de Santa Catarina será composto por 19 (dezenove) membros titulares e seus respectivos suplentes, conforme formação definida em seu Estatuto Social. (NR) (Redação parágrafo único incluído pela Lei Complementar 534, de 2011).(Redação revogada pela LC 741, de 2019)

SEÇÃO V

Da Fundação Catarinense de Cultura - FCC

Art. 101.
A Fundação Catarinense de Cultura - FCC tem por objetivo:
Iexecutar os programas, projetos e ações da política de apoio à cultura, de forma articulada com as Secretarias de Estado de Desenvolvimento Regional;
IIcoordenar e executar, de forma articulada com as Secretarias de Estado de Desenvolvimento Regional, programas, projetos e ações de incentivo às manifestações artísticas;
IIIpreservar os valores culturais e manifestações artísticas;
IVincentivar a produção e a divulgação de eventos culturais;
Vestimular a pesquisa e o estudo relacionados à arte e à cultura;
VIpromover a integração da comunidade a áreas de animação cultural, por intermédio da mobilização das escolas, associações, centros e clubes;
VIIadministrar, articuladamente com a respectiva Secretaria de Estado de Desenvolvimento Regional, o Palácio Cruz e Sousa, o Museu Histórico de Santa Catarina, o Museu de Arte de Santa Catarina, o Museu da Imagem e do Som, o Teatro Álvaro de Carvalho, a Casa dos Açores - Museu Etnográfico, a Casa de Campo do Governador Hercílio Luz, a Biblioteca Pública de Santa Catarina, o Centro Integrado de Cultura, o Teatro Ademir Rosa, as Oficinas de Arte, o Espaço Cultural Lindolf Bell, a Casa da Alfândega - Galeria de Artesanato, a Escolinha de Arte de Florianópolis e o Museu Nacional do Mar - Embarcações Brasileiras, bem como as ações que envolvem estudos e pesquisas sobre a História Política do Estado.
VIIInormatizar os critérios de tombamento dos monumentos e obras de artes inventariados e classificados;
IXtombar monumentos e obras de artes inventariadas e classificadas pelas Secretarias de Estado de Desenvolvimento Regional; e
Xapoiar as instituições públicas e privadas que visem o desenvolvimento artístico e cultural. (Redação revogada pela LC 741, de 2019)

SEÇÃO VI

Da Fundação Catarinense de Esporte - FESPORTE

Art. 102.
A Fundação Catarinense de Esportes - FESPORTE tem por objetivo:
Iexecutar os programas, projetos e ações da política estadual de esporte, de forma articulada com as Secretarias de Estado de Desenvolvimento Regional;
IIincentivar o desenvolvimento de práticas esportivas por pessoas portadoras de deficiências; e
IIIexercer outras atividades relacionadas com o desporto e a educação física, compatíveis com suas finalidades. (Redação revogada pela LC 741, de 2019)

SEÇÃO VI

A

Art. 102-
A. A Fundação Escola de Governo - ENA tem por objetivo:
Iformar gestores públicos por meio de cursos e programas de capacitação e formação e de cursos de educação continuada;
IIdesenvolver nos participantes uma visão ampla e integrada da administração pública, favorecendo a reflexão e o debate sobre a ética pública, a democracia, a cidadania e a responsabilidade do Estado perante a sociedade;
IIIpromover a prospecção e a difusão de novos conhecimentos sobre gestão pública por meio de pesquisas, estudos, estágios, convênios de cooperação, eventos, atividades de extensão, publicações, prestação de serviços e intercâmbio de alunos com instituições nacionais e internacionais públicas e privadas;
IVfornecer serviços de formação, capacitação e aperfeiçoamento aos servidores dos Poderes Executivo, Legislativo, Judiciário, ao Tribunal de Contas e ao Ministério Público, nas três esferas de Governo, observadas as diretrizes fixadas em lei específica; e
Vproporcionar aos participantes o desenvolvimento de competências e habilidades necessárias ao incremento da qualidade da gestão de políticas públicas de excelência. (NR) (Redação do art. 102-A dada pela Lei Complementar 534, de 2011).(Redação revogada pela LC 741, de 2019)

SEÇÃO VII

Das Disposições Comuns às Fundações Públicas

Art. 103.
s estatutos das fundações públicas serão aprovados por decreto do Chefe do Poder Executivo antes de serem inscritos no Cartório de Registro Civil de Pessoas Jurídicas. (Redação revogada pela LC 741, de 2019)
Art. 104.
patrimônio e a receita das fundações públicas instituídas e mantidas pelo Estado são constituídos:
Ipelos bens móveis e imóveis e também por aqueles que forem sendo constituídos ou adquiridos para instalação de seus serviços e atividades;
IIpelos bens móveis e imóveis e direitos, livres de ônus a elas transferidos em caráter definitivo, por pessoas naturais ou jurídicas, privadas ou públicas, nacionais ou estrangeiras;
IIIpor doações, heranças ou legados de qualquer natureza;
IVpelas dotações que lhes forem consignadas no Orçamento do Estado;
Vpelas subvenções, auxílios ou quaisquer contribuições deferidas pela União, pelo Estado ou pelos Municípios; e
VIpelos recursos financeiros resultantes:
a)de receitas operacionais de suas atividades, de prestação de serviços e de administração financeira;
b)de conversão em espécie de bens e direitos;
c)de renda dos bens patrimoniais;
d)de operações de crédito e de financiamento;
e)da execução de contratos, convênios e acordos, celebrados para prestação de serviços; e
f)de quaisquer outras receitas inerentes às suas atividades. (Redação revogada pela LC 741, de 2019)

CAPÍTULO IV

Das Sociedades de Economia Mista e Empresas Públicas

Art. 105.
São as seguintes as sociedades de economia mista e empresas públicas do Estado: São as seguintes as empresas públicas do Estado, dotadas de personalidade jurídica de direito privado, prestadoras de serviços públicos e sujeitas a regime especial:
ICompanhia Catarinense de Águas e Saneamento - CASAN;
IIAgência de Fomento do Estado de Santa Catarina S/A - BADESC;
IIICentrais de Abastecimento do Estado de Santa Catarina S/A - CEASA/SC;
IVCompanhia de Desenvolvimento do Estado de Santa Catarina - CODESC;
VCentrais Elétricas de Santa Catarina S/A - CELESC;
VICompanhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina - CIDASC;
VIIEmpresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina S/A - EPAGRI;
VIIICentro de Informática e Automação do Estado de Santa Catarina S/A - CIASC;
IXSC-PARCERIAS S/A;
XSanta Catarina Participações e Investimentos S/A - INVESC;
XICompanhia de Habitação do Estado de Santa Catarina - COHAB;
XIISanta Catarina Turismo S/A – SANTUR; e
XIIIBESC S/A Corretora de Seguros e Administradora de Bens – BESCOR.
ICompanhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina - CIDASC;
IIEmpresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina S/A - EPAGRI; e
IIICentro de Informática e Automação do Estado de Santa Catarina S/A - CIASC. (NR) (Redação do art. 105 dada pela Lei Complementar 473, de 2009) . (Redação revogada pela LC 741, de 2019)
Art. 105-
A. São as seguintes as sociedades de economia mista, dotadas de personalidade jurídica de direito privado, prestadoras de serviços públicos e sujeitas a regime especial:
ICompanhia Catarinense de Águas e Saneamento - CASAN;
IICentrais de Abastecimento do Estado de Santa Catarina - CEASA/SC;
IIICompanhia de Desenvolvimento do Estado de Santa Catarina - CODESC;
IVCentrais Elétricas de Santa Catarina - CELESC;
VSC Parcerias S/A; SC Participações e Parcerias S.A. - SCPar; (NR) (Redação do inciso V dada pela Lei Complementar 534, de 2011).
VISanta Catarina Participações e Investimentos S/A - INVESC;
VIICompanhia de Habitação do Estado de Santa Catarina - COHAB;
VIIISanta Catarina Turismo S/A - SANTUR;
IXBESC S/A Corretora de Seguros e Administradora de Bens - BESCOR; e
XAgência de Fomento do Estado de Santa Catarina S/A - BADESC. (NR) (Redação do inciso X dada pela Lei Complementar 473, de 2009). (Redação revogada pela LC 741, de 2019)

SEÇÃO I

Da Companhia Catarinense de Águas e Saneamento - CASAN

Art. 106.
À Companhia Catarinense de Águas e Saneamento - CASAN compete:
Iexecutar a política estadual de saneamento básico;
IIpromover levantamento e estudos econômico-financeiros relacionados com os projetos de saneamento básico, em conjunto com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico Sustentável;
IIIelaborar projetos de engenharia relativos a obras de saneamento básico;
IVplanejar projetos de saneamento básico em conjunto com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico Sustentável, e executá-los de forma articulada com as Secretarias de Estado de Desenvolvimento Regional;
Vcoordenar e executar as obras de saneamento básico, de forma articulada com as Secretarias de Estado de Desenvolvimento Regional;
VIcoordenar e executar a operação e exploração dos serviços públicos de esgotamento sanitário e de abastecimento de água;
VIIfixar, arrecadar e reajustar tarifas de serviços que lhe são afetos;
VIIIpromover a coleta, o transporte, o transbordo, o tratamento e o destino final de resíduos sólidos, inclusive os domésticos, os industriais e os hospitalares;
IXcaptar, tratar, envasar e distribuir água bruta, potável e mineral para sua comercialização no varejo e no atacado; e
Xrealizar, como atividade meio, o aproveitamento do potencial hidráulico de mananciais, com o fim de geração de energia elétrica.
Parágrafo únicoPara exercer as competências previstas nos incisos VIII, IX e X, a Companhia Catarinense de Águas e Saneamento - CASAN poderá firmar acordos, inclusive mediante convênios de cooperação e consórcios públicos ou privados para a gestão associada, nos termos da legislação vigente. (Redação revogada pela LC 741, de 2019)

SEÇÃO II

Da Agência de Fomento do Estado de Santa Catarina S/A - BADESC

Art. 107.
À Agência de Fomento do Estado de Santa Catarina S/A - BADESC compete a execução da política estadual de desenvolvimento econômico e o fomento das atividades produtivas através de operações de crédito com recursos próprios e dos fundos institucionais, bem como por aqueles oriundos de repasses de agências financeiras nacionais e internacionais.
Parágrafo únicoA Agência de Fomento do Estado de Santa Catarina S/A - BADESC atuará, especialmente, através das seguintes ações:
Idesenvolvimento de programas de investimentos destinados à captação de recursos de agências nacionais e internacionais de desenvolvimento;
IIfinanciamento de projetos de implantação e de melhoria de atividades agropecuárias, industriais, comerciais e de serviços;
IIIatuação como agente financeiro, se assim designado pelo Gestor, do Fundo de Apoio ao Desenvolvimento Empresarial de Santa Catarina - FADESC;
IVatuação como agente financeiro do Programa Operacional do Fundo de Desenvolvimento dos Municípios - PROFDM;
Vfinanciamento de estudos e diagnósticos para implantação de complexos industriais;
VIfinanciamento de estudos, projetos e diagnósticos para execução de obras e serviços de responsabilidade do setor público; e
VIIformação de fundos específicos para atender a setores priorizados pelo Estado, em especial às micro e pequenas empresas. (Redação revogada pela LC 741, de 2019)

SEÇÃO III

Das Centrais de Abastecimento do Estado de Santa Catarina S/A - CEASA/SC

Art. 108.
Às Centrais de Abastecimento do Estado de Santa Catarina S/A - CEASA/SC compete executar a política de abastecimento de hortifrutigranjeiros e de outros produtos alimentícios. (Redação revogada pela LC 741, de 2019)

SEÇÃO IV

Da Companhia de Desenvolvimento do Estado de Santa Catarina - CODESC

Art. 109.
À Companhia de Desenvolvimento do Estado de Santa Catarina - CODESC, sociedade de economia mista prestadora de serviço público, destinada a angariar recursos financeiros para o desenvolvimento da política estadual de assistência social e de fomento ao esporte, compete:
Ia administração, a regulamentação, a operacionalização, a fiscalização e a exploração direta ou indireta através de serviço descentralizado por meio de permissão, ou autorização dos serviços de loterias;
IIdirigir, regulamentar, executar, permissionar, autorizar, fiscalizar e controlar as atividades relacionadas com as modalidades lotéricas, Loteria de Números, Loteria Instantânea e Loteria Estadual;
IIIresponsabilizar-se pela administração da Casa D’Agronômica, de forma articulada com a Secretaria de Estado de Coordenação e Articulação; responsabilizar-se pela administração da Casa D’Agronômica, de forma articulada com a Secretaria de Estado da Casa Civil. (NR) (Redação do inciso III dada pela Lei Complementar 534, de 2011).
IVexecutar campanhas de caráter educativo na área tributária, de forma articulada com a Secretaria de Estado da Fazenda; e
Vparticipar na elaboração e implementação de programas, projetos e estudos técnicos, bem como, desenvolver outras atividades de interesse do Governo do Estado.
§ 1ºCada modalidade lotérica terá tipos de jogos lotéricos diversificados, os quais serão regulamentados pela Companhia de Desenvolvimento do Estado de Santa Catarina - CODESC cujos regulamentos devem ser aprovados por Decreto do Chefe do Poder Executivo.
§ 2ºFica o Poder Executivo autorizado a instituir a cobrança de taxa em razão da exploração e prestação do serviço específico e divisível.
§ 3ºDo total líquido da receita auferida pela Companhia de Desenvolvimento do Estado de Santa Catarina - CODESC, até 30% poderão ser destinados ao FUNDOSOCIAL, conforme regulamentação do Chefe do Poder Executivo. (Redação revogada pela LC 741, de 2019)

SEÇÃO V

Das Centrais Elétricas de Santa Catarina S/A - CELESC

Art. 110.
As Centrais Elétricas de Santa Catarina S/A - CELESC tem por objetivo:
Iexecutar a política estadual de eletrificação através de sua subsidiária de distribuição;
IIprojetar, construir e explorar sistemas de produção, transmissão, transformação e comércio de energia elétrica e serviços correlatos por intermédio de suas subsidiárias;
IIIrealizar estudos e levantamentos socioeconômicos, por intermédio de sua subsidiária de distribuição, visando ao fornecimento de energia elétrica;
IVoperar os sistemas através de suas subsidiárias ou associadas;
Vcobrar, por intermédio de sua subsidiária de distribuição, tarifas correspondentes ao fornecimento de energia elétrica;
VIdesenvolver empreendimentos de geração de energia elétrica, por intermédio de sua subsidiária de geração, podendo esta estabelecer parcerias com empresas públicas ou privadas;
VIIpromover, por intermédio de sua subsidiária de geração, pesquisa científica e tecnológica de sistemas alternativos de produção energética; e
VIIIparticipar, na condição de acionista, de empresas prestadoras de serviços públicos de geração de energia elétrica, de distribuição de água, de saneamento, de distribuição de gás, de telecomunicações e de tecnologia de informação.
§ 1ºA Centrais Elétricas de Santa Catarina S/A - CELESC poderá participar de empreendimentos de entidades públicas ou particulares bem como com estas celebrar convênios, ajustes ou contratos de colaboração ou assistência técnica e novos negócios que visem à elaboração de estudos, à execução de planos e programas de desenvolvimento econômico e à implantação de atividades que se relacionem com os serviços pertinentes aos seus objetivos, inclusive mediante remuneração.
§ 2ºA Centrais Elétricas de Santa Catarina S/A - CELESC poderá implementar, de forma associada ou isoladamente, projetos empresariais para desenvolver negócios de distribuição, transmissão e comercialização de energia elétrica; nas áreas de serviço especializado de telecomunicações; exploração de serviço TV por assinatura; exploração de serviço para provedor de acesso à Internet; exploração de serviço de operação e manutenção de instalações de terceiros; exploração de serviço de Call Center; compartilhamento de instalações físicas para desenvolvimento de seu próprio pessoal ou de terceiros, em conjunto com os centros e entidades de ensino e formação especializada; exploração de serviço de comercialização de cadastro de clientes, água e saneamento e outros negócios, objetivando racionalizar e utilizar, comercialmente a estrutura física e de serviços da Companhia.
§ 3ºAs Centrais Elétricas de Santa Catarina S/A - CELESC, suas subsidiárias e controladas, de forma direta ou indiretamente executarão os serviços inerentes às atividades afetas a concessão de serviço público, consoante seus objetivos estatutários e regulatórios. (NR) (Redação do § 3º incluída pela Lei Complementar 405, de 2008). (Redação revogada pela LC 741, de 2019)

SEÇÃO VI

Da Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina - CIDASC

Art. 111.
À Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina - CIDASC, sob a coordenação e orientação da Secretaria de Estado da Agricultura e Desenvolvimento Rural, compete: À Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina - CIDASC, sob delegação, coordenação e orientação da Secretaria de Estado da Agricultura e da Pesca, compete:
Iexecutar, por delegação da Secretaria de Estado da Agricultura e Desenvolvimento Rural, os serviços de inspeção e fiscalização da produção e comercialização de produtos de origem animal e vegetal, saúde animal e defesa sanitária animal e vegetal;
IIincentivar e apoiar os mecanismos de abastecimento e comercialização de produtos de origem animal e seus subprodutos;
IIIexecutar serviços de classificação de produtos de origem vegetal, inspeção e padronização de produtos de origem animal e vegetal;
IVprestar serviços laboratoriais para análise de resíduos tóxicos em produtos de origem animal e vegetal, solos, ração e outras análises laboratoriais relacionadas com a produção animal e vegetal, inclusive análises de controle de qualidades em apoio à fiscalização da produção agropecuária;
Vdesenvolver as atividades de operador portuário no Terminal Graneleiro de São Francisco do Sul;
VIrealizar pesquisas e inovação tecnológica restritas à sua área de competência; e
VIIVETADO. executar atividades de dragagem e captação de água mediante solicitação das Secretarias de Estado de Desenvolvimento Regional ou quando em situações de emergência decretadas pelos Municípios.(Redação do inciso VII vide MSV 99/07)
Iexecutar os serviços de defesa sanitária animal e vegetal e assegurar a manutenção do serviço de inspeção industrial e sanitária de produtos de origem animal - Serviço de Inspeção Estadual - SIE, por meio do registro dos estabelecimentos, seus produtos e da fiscalização do ato de inspeção industrial e sanitária de produtos de origem animal executado por profissionais da medicina veterinária habilitados pela CIDASC;
IIpromover, apoiar e executar os mecanismos de armazenagem, abastecimento e comercialização de produtos de origem animal e vegetal, seus subprodutos, insumos e resíduos;
IIIpromover e executar os serviços de fiscalização da produção vegetal e de fiscalização, padronização, certificação e classificação de produtos de origem vegetal, seus subprodutos, insumos e resíduos;
IVprestar serviços laboratoriais para análise de resíduos tóxicos em produtos de origem animal e vegetal, solo, ração e demais análises laboratoriais relacionadas com a produção e comercialização de animais e vegetais, seus subprodutos, insumos e resíduos, incluindo análises de controle de qualidade em apoio à fiscalização da produção agropecuária;
Vestabelecer critérios para credenciamento, reconhecimento, extensão para novas demandas tecnológicas e monitoramento de laboratórios para exercício das atividades previstas no inciso IV, bem como fiscalizar sua execução; e
VIdesenvolver as atividades de operador portuário no Terminal Graneleiro de São Francisco do Sul. (NR) (Redação do art. 111 dada pela Lei Complementar 534, de 2011). (Redação revogada pela LC 741, de 2019)

SEÇÃO VII

Da Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina S/A - EPAGRI

Art. 112.
À Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina S/A - EPAGRI, sob a coordenação e orientação da Secretaria de Estado da Agricultura e Desenvolvimento Rural, compete: À Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina S.A. - EPAGRI, sob a coordenação e orientação da Secretaria de Estado da Agricultura e da Pesca, compete: (NR) (Redação do art. 112 dada pela Lei Complementar 534, de 2011).
Iplanejar, coordenar, controlar e executar de forma descentralizada e desconcentrada, a política estadual de pesquisa, transferência e difusão de tecnologia agropecuária, florestal, pesqueira e de assistência técnica e extensão rural do Estado de Santa Catarina;
IIapoiar técnica e administrativamente, os órgãos e entidades da Administração Pública Estadual na formulação, orientação e coordenação da política de ciência e tecnologia relativa ao setor agropecuário e pesqueiro de Santa Catarina;
IIIestimular e promover a descentralização operativa das atividades de pesquisa agropecuária e extensão rural e pesqueira de interesse estadual, regional e municipal;
IVpromover o desenvolvimento auto-sustentado da agropecuária catarinense, por meio da integração dos serviços de geração, transferência e de difusão de tecnologia agropecuária, florestal e pesqueira;
Vexecutar as atividades de planejamento e informações agropecuárias do Estado, previstas na Lei nº 8.676, de 17 de junho de 1992; e
VIexecutar o monitoramento de safras e mercados de produtos agropecuários, florestais e pesqueiros e gerar informações socioeconômicas do setor rural catarinense.
§ 1ºAs pesquisas de que trata o inciso I deste artigo, abrangem as áreas de ciências agronômicas, florestais, zootecnia, veterinárias, da sociologia e da economia rural, além daquelas relacionadas à agroindústria, ao meio ambiente, à meteorologia, à pesca e recursos hídricos, dentre outras compreendidas nas áreas de atuação da Secretaria de Estado da Agricultura e Desenvolvimento Rural. As pesquisas de que trata o inciso I deste artigo abrangem as áreas de ciências agronômicas, florestais, zootecnia, veterinárias, da sociologia e da economia rural, além daquelas relacionadas à agroindústria, ao meio ambiente, à meteorologia, à pesca e recursos hídricos, dentre outras compreendidas nas áreas de atuação da Secretaria de Estado da Agricultura e da Pesca. (NR) (Redação do § 1º dada pela Lei Complementar 534, de 2011)
§ 2ºOs recursos de que trata o inciso I do art. 100 desta Lei Complementar serão aplicados de forma conjunta pela Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina S/A - EPAGRI e Fundação de Apoio à Pesquisa Científica e Tecnológica do Estado de Santa Catarina - FAPESC. Os recursos de que trata o inciso I do art. 100 desta Lei Complementar serão aplicados de forma conjunta pela Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina S.A. - EPAGRI e Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Estado de Santa Catarina - FAPESC. (NR) (Redação do § 2º dada pela Lei Complementar 534, de 2011). (Redação revogada pela LC 741, de 2019)

SEÇÃO VIII

Do Centro de Informática e Automação do Estado de Santa Catarina S/A - CIASC

Art. 113.
Centro de Informática e Automação do Estado de Santa Catarina S/A - CIASC tem por objetivo executar políticas de Tecnologia de Informação e Comunicação, tratamento de dados e informações, e a prestação de assessoramento técnico aos órgãos da Administração Direta e às entidades da Administração Indireta.
Parágrafo únicoAo Centro de Informática e Automação do Estado de Santa Catarina S/A - CIASC, como entidade executora da política de Tecnologia de Informação do Estado, compete desempenhar as seguintes atribuições: Ao Centro de Informática e Automação do Estado de Santa Catarina S.A. - CIASC, como entidade executora da política de tecnologia da informação e governança eletrônica do Estado, compete desempenhar as seguintes atribuições: (NR) (Redação do Parágrafo único, dada pela LC 534, de 2011). Ao CIASC, como entidade executora e de assessoramento técnico da política de tecnologia da informação, comunicação e governança eletrônica do Estado, compete desempenhar as seguintes atribuições: (Redação do Parágrafo único, dada pela LC 700, de 2017).
Iintegrar os sistemas informatizados dos órgãos da Administração Pública Estadual e das respectivas bases de dados em uma rede de Governo;
IIexecutar padrões de tecnologia de informação e de governança eletrônica para os órgãos da Administração Pública Estadual; executar padrões de tecnologia da informação e governança eletrônica para os órgãos e entidades da Administração Pública Estadual; (NR) (Redação do inciso II dada pela Lei Complementar 534, de 2011).
IIIgerenciar os processos informatizados dos serviços públicos;
IVprestar consultoria em tecnologia da informação na área pública; prestar consultoria em tecnologia da informação e governança eletrônica na área pública; (NR) (Redação do inciso IV dada pela Lei Complementar 534, de 2011).
Vadministrar os ambientes informatizados do serviço público estadual;
VIdesenvolver e gerenciar sistemas aplicativos estratégicos na área pública;
VIIdesenvolver tratamento de imagens e web sites públicos; e
VIIIgerenciar e dar suporte e manutenção à infra-estrutura da rede de governo em operação.
IXexecutar serviços de tecnologia da informação e governança eletrônica para os órgãos da Administração Direta e Indireta;
Xexecutar, mediante convênios ou contratos, serviços de tecnologia da informação e governança eletrônica para órgãos ou entidades da União e dos municípios;
XIprestar serviços de certificação digital para os órgãos e entidades da Administração Pública Estadual. (NR) (Redação dos incisos IX, X e XI incluída pela Lei Complementar 534, de 2011).
XIIassessorar tecnicamente o órgão central do Sistema Administrativo de Gestão de Tecnologia da Informação e Governança Eletrônica na gestão de suas políticas e ações. (Redação do inciso XII, dada pela LC 700, de 2017). (Redação revogada pela LC 741, de 2019)

SEÇÃO IX

Da SC-PARCERIAS S/A

Art. 114.
A SC-PARCERIAS S/A é uma sociedade de economia mista que tem por objeto a geração de investimentos no território catarinense, o desenvolvimento e o gerenciamento de projetos estratégicos de Governo, a constituição de empresas ou de sociedades de propósito específico ou participação acionária nestas, a prestação de serviços a órgãos públicos e a entidades privadas, desenvolver, gerir ou executar projetos de parcerias público-privadas, celebrar convênios, contratos, inclusive nos regimes de concessão em quaisquer de suas modalidades, bem como quaisquer outras atividades correlatas ou afins definidas em lei.
Parágrafo únicoA organização, estruturação e funcionamento da SC-PARCERIAS S/A, bem como o detalhamento de outras competências, será objeto de lei específica, de iniciativa do Poder Executivo.(Redação revogada pela LC 741, de 2019)

SEÇÃO IX

Da SC Participações e Parcerias S.A. - SCPar

Art. 114.
A SC Participações e Parcerias S.A. - SCPar tem por objetivos:
Ipromover a geração de investimentos no território catarinense;
IIimplementar, coordenar, colaborar e apoiar o Programa de Parcerias Público-Privadas no Estado de Santa Catarina;
IIIcomprar e vender participações acionárias, podendo constituir empresas com ou sem propósito específico, firmar parcerias e participar do capital de outras empresas públicas ou privadas; e
IVdesenvolver e gerenciar projetos estratégicos de Governo.
Parágrafo únicoA constituição, gestão, definição de competências e atribuições da SC Participações e Parcerias S.A. - SCPar serão disciplinadas por lei específica de iniciativa do Poder Executivo. (NR) (Redação do art. 114 dada pela Lei Complementar 534, de 2011). (Redação revogada pela LC 741, de 2019)

SEÇÃO X

Da Companhia de Habitação do Estado de Santa Catarina - COHAB

Art. 115.
A Companhia de Habitação do Estado de Santa Catarina - COHAB tem por objetivo:
Iexecutar a política estadual de habitação popular de forma articulada com as Secretarias de Estado de Desenvolvimento Regional;
IIrealizar estudos e levantamentos socioeconômicos relacionados com a habitação popular;
IIIpromover a elaboração de programas e projetos com vistas a ampliar a oferta de residências populares;
IVprojetar casas do tipo popular e urbanização de áreas destinadas a núcleos habitacionais;
Vcomercializar unidades habitacionais construídas de acordo com as diretrizes estabelecidas pela política do setor; e
VIcomprar e vender bens imóveis, dentro dos seus objetivos.
Parágrafo únicoA Companhia de Habitação do Estado de Santa Catarina - COHAB integra o Sistema Financeiro da Habitação, podendo exercer suas atividades, direta ou indiretamente, por intermédio de convênio, contrato, acordo ou instrumento congênere. (Redação revogada pela LC 741, de 2019)

SEÇÃO XI

Da Santa Catarina Turismo S/A - SANTUR

Art. 116.
A Santa Catarina Turismo S/A - SANTUR tem por objetivo:
Iexecutar as ações da política estadual de promoção e divulgação das potencialidades turísticas catarinenses, de forma articulada com as Secretarias de Estado de Desenvolvimento Regional;
IIestruturar e operacionalizar os centros de atendimento ao turista;
IIIexecutar os programas de capacitação e qualificação da atividade turística, segundo as políticas estabelecidas pela Secretaria de Estado de Turismo, Cultura e Esporte;
IVexecutar as ações relativas à pesquisa e à estatística da demanda turística catarinense;
Vcontrolar os registros da oferta turística catarinense, sistematizando-os; e
VIadministrar a “Casa de Santa Catarina”, localizada na cidade de São Paulo. (Redação revogada pela LC 741, de 2019)

SEÇÃO XII

Das Disposições Comuns às Empresas Públicas, Sociedades de Economia Mista e suas Subsidiárias ou Controladas

Art. 117.
Constituem recursos das empresas públicas, sociedades de economia mista e suas subsidiárias ou controladas:
Ias dotações que lhes forem consignadas nos orçamentos fiscal, de investimentos e da seguridade social;
IIos créditos abertos especificamente em seu favor;
IIIos recursos financeiros resultantes:
a)de receitas operacionais de suas atividades comerciais, industriais, de prestação de serviços e de administração financeira;
b)de conversão em espécie de bens e direitos;
c)de rendas dos bens patrimoniais;
d)de operações de crédito e de financiamento;
e)da execução de contratos, convênios e acordos, celebrados para realização de obras e prestação de serviços; e
f)de quaisquer outras receitas decorrentes de suas atividades empresariais.
Art. 118.
A política de administração de pessoal e de prestação de serviços das empresas de que trata esta Seção será orientada pelos critérios de qualidade, de produtividade e de preponderância do interesse público. (Redação revogada pela LC 741, de 2019)

TÍTULO VI

DA VINCULAÇÃO DE ENTIDADES

CAPÍTULO ÚNICO

Art. 119.
Ficam vinculadas aos órgãos abaixo indicados, para efeito de supervisão, coordenação, fiscalização e controle, as seguintes entidades da Administração Indireta Estadual:
Iao Gabinete do Governador do Estado:
a)as Centrais Elétricas de Santa Catarina S/A - CELESC, suas subsidiárias integrais Celesc Distribuição S/A e Celesc Geração S/A e sua controlada Companhia de Gás de Santa Catarina - SCGÁS;
b)a Companhia Catarinense de Águas e Saneamento - CASAN; e
c)a Agência de Fomento do Estado de Santa Catarina S/A - BADESC;
d)SC Participações e Parcerias S.A. - SCPar; (NR) (Redação da alínea d dada pela Lei Complementar 534, de 2011).
IIà Secretaria de Estado da Fazenda: à Secretaria de Estado da Fazenda: (NR) (Redação do inciso II dada pela Lei Complementar 534, de 2011).
a)a Companhia de Desenvolvimento do Estado de Santa Catarina - CODESC; e
b)a Santa Catarina Participações e Investimentos S/A - INVESC;
c)a Fundação Escola de Governo - ENA; (NR) (Redação da alínea c dada pela Lei Complementar 534, de 2011).
IIIà Secretaria de Estado da Administração:
a)o Instituto de Previdência do Estado de Santa Catarina - IPESC; o Instituto de Previdência do Estado de Santa Catarina - IPREV; (NR) (Redação da alínea a dada pela Lei Complementar 534, de 2011).
IVà Secretaria de Estado do Planejamento:
a)a SC-PARCERIAS S/A; (Redação do inciso IV revogada pela Lei Complementar 534, de 2011).
Và Secretaria de Estado da Agricultura e Desenvolvimento Rural: à Secretaria de Estado da Agricultura e da Pesca: (NR) (Redação do art. 111 dada pela Lei Complementar 534, de 2011).
a)a Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina - CIDASC; e
b)a Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina S/A - EPAGRI;
c)as Centrais de Abastecimento do Estado de Santa Catarina S.A. (CEASA/SC); (NR) (Redação da alínea c incluída pela Lei 16.795, de 2015)
VIà Secretaria de Estado da Educação:
a)a Fundação Catarinense de Educação Especial - FCEE; e
b)a Fundação Universidade do Estado de Santa Catarina - UDESC;
VIIà Secretaria de Estado da Infra-Estrutura:
a)o Departamento Estadual de Infra-Estrutura - DEINFRA; e
b)o Departamento de Transportes e Terminais - DETER;
VIIIà Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico Sustentável:
a)o Instituto do Meio Ambiente (IMA); (Redação dada pela Lei 17.354, de 2017).
b)a Junta Comercial do Estado de Santa Catarina - JUCESC;
c)a Fundação de Apoio à Pesquisa Científica e Tecnológica do Estado de Santa Catarina - FAPESC; a Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Estado de Santa Catarina - FAPESC; (NR) (Redação da alínea c dada pela Lei Complementar 534, de 2011).
d)o Centro de Informática e Automação do Estado de Santa Catarina S/A - CIASC;
e)o Instituto de Metrologia de Santa Catarina - IMETRO/SC; e
f)a Agência Reguladora de Serviços Públicos de Santa Catarina - AGESC; (Redação da alínea f revogada pela Lei 16.673, de 2015)
g)a Agência Reguladora de Serviços de Saneamento Básico do Estado de Santa Catarina - AGESAN; (Redação da alínea g dada pela Lei Complementar 534, de 2011 e revogada pela Lei 16.673, de 2015).
h)a Administração do Porto de São Francisco do Sul (APSFS); e (NR)(Redação da alínea h incluída pela Lei 16.795, de 2015). (Redação revogada pela LC 707, de 2017).
i)a Administradora da Zona de Processamento de Exportação (IAZPE), enquanto não completado o processo de extinção, dissolução, liquidação ou alienação da empresa; (NR)(Redação da alínea i incluída pela Lei 16.795, de 2015).
IXà Secretaria de Estado de Turismo, Cultura e Esporte:
a)a Fundação Catarinense de Cultura - FCC;
b)a Fundação Catarinense de Esporte - FESPORTE; e
c)a Santa Catarina Turismo S/A - SANTUR;
Xà Secretaria de Estado da Assistência Social, Trabalho e Habitação:
a)a Companhia de Habitação do Estado de Santa Catarina - COHAB;
XIàs Secretarias de Estado de Desenvolvimento Regional da Grande Florianópolis, de Blumenau, de Chapecó e de Tubarão:
a)as Centrais de Abastecimento do Estado de Santa Catarina S/A - CEASA/SC, localizadas no âmbito das respectivas Secretarias;
XIIà Secretaria de Estado de Desenvolvimento Regional de Joinville:
a)a Administração do Porto de São Francisco do Sul - APSFS; e
XIIIà Secretaria de Estado de Desenvolvimento Regional de Laguna:
a)a Administradora da Zona de Processamento de Exportação - IAZPE, enquanto não completado o processo de extinção, dissolução, liquidação ou alienação da empresa. (Redação dos incisos XI, XII e XIII revogada pela Lei 16.795, de 2015) (Redação revogada pela LC 741, de 2019)

TÍTULO VII

DAS NORMAS ADMINISTRATIVAS

CAPÍTULO I

Da Elaboração e da Eficácia dos Atos Administrativos

Art. 120.
s atos administrativos unilaterais e bilaterais deverão ser elaborados com a indicação do dispositivo legal ou regulamentar autorizador da sua expedição.
§ 1ºA validade e a eficácia dos atos administrativos unilaterais de efeitos externos e dos bilaterais dependem de sua publicação no veículo de divulgação oficial do Estado.
§ 2ºOs contratos, convênios e acordos administrativos e suas respectivas alterações, mediante aditivos, deverão ser publicados em extratos, com a indicação resumida dos seguintes elementos indispensáveis à sua validade:
Iespécie e número;
IInomes das partes contratantes, convenentes ou acordantes;
IIIobjeto;
IVpreço;
Vforma de pagamento;
VIcrédito orçamentário pelo qual correrá a despesa;
VIIprazo de vigência; e
VIIIdata de assinatura e indicação dos signatários. (Redação revogada pela LC 741, de 2019)

CAPÍTULO II

Das Normas de Administração Financeira e Controle Interno

SEÇÃO I

Disposições Genéricas

Art. 121.
Ficam mantidos os programas de esforço fiscal para atender as metas e compromissos constantes do Programa de Reestruturação e de Ajuste Fiscal de longo prazo, instituído pela Lei federal nº 9.496, de 11 de setembro de 1997.
§ 1ºPara viabilizar o disposto no caput deste artigo, fica mantido o Fundo de Esforço Fiscal, vinculado à Secretaria de Estado da Fazenda, cuja receita principal, além das especificadas na Lei Orçamentária, corresponderá à diferença entre o total das multas tributárias cobradas e as vantagens da Lei nº 8.411, de 28 de novembro de 1991 e os juros incidentes sobre os tributos.
§ 2ºO esforço fiscal sob a responsabilidade da Secretaria de Estado da Fazenda, deverá priorizar o controle dos gastos públicos e o aumento da arrecadação tributária, pela redução da inadimplência e da sonegação fiscal, bem como da revisão completa dos instrumentos de renúncia fiscal. (Redação revogada pela LC 741, de 2019)

SEÇÃO II

Da Administração Financeira

Art. 122.
Publicados a lei orçamentária anual ou os decretos de abertura de créditos adicionais, as unidades de administração financeira, de administração orçamentária e de contabilização ficam habilitadas a tomar as providências cabíveis para o desempenho de suas tarefas. (Redação revogada pela LC 741, de 2019)
Art. 123.
A discriminação das dotações orçamentárias globais de despesas será feita de acordo com as tabelas explicativas, aprovadas e alteráveis por decreto do Chefe do Poder Executivo, após manifestações dos órgãos centrais de orçamento, de administração financeira, e de controle interno, observados os padrões definidos pela Lei federal nº 4.320, de 17 de março de 1964, e pela Lei Complementar federal nº 101, de 04 de maio de 2000. (Redação revogada pela LC 741, de 2019)
Art. 124.
A Secretaria de Estado da Fazenda, por intermédio da Diretoria do Tesouro Estadual, com base na lei orçamentária anual, na lei de créditos adicionais e atos complementares, fixará as cotas e prazos de utilização de recursos pelos órgãos e entidades do Poder Executivo e pelos Poderes Legislativo e Judiciário e Ministério Público, a fim de atender à movimentação dos créditos orçamentários e adicionais. (Redação revogada pela LC 741, de 2019)
Art. 125.
Durante a execução orçamentária do exercício financeiro, não poderá haver a realização de despesas ou a assunção de obrigações que extrapolem os limites estabelecidos na lei orçamentária anual, exceto se previamente autorizadas por meio da abertura de créditos suplementares ou especiais, observados os parâmetros da programação financeira e o cronograma mensal de desembolso.
Parágrafo únicoMediante representação do órgão de controle interno, serão impugnados quaisquer atos referentes a despesas vedadas pelo caput deste artigo, bem como a atribuição de fornecimento ou prestação de serviços cujo custo exceda os limites previamente fixados. (Redação revogada pela LC 741, de 2019)
Art. 126.
A Secretaria de Estado da Fazenda, por intermédio da Diretoria do Tesouro Estadual, liberará as cotas financeiras dos recursos de todas as fontes para cada órgão ou entidade do Poder Executivo, obedecendo ao cronograma de desembolso aprovado por decreto, respeitadas as efetivas disponibilidades por Fonte de Recurso.
§ 1ºOs recursos de outras fontes vinculados por lei aos órgãos e entidades que forem recolhidos por meio do Sistema Financeiro de Conta Única serão objeto de programação financeira.
§ 2ºA liberação das cotas financeiras dar-se-á de forma escritural na contabilidade do Estado, com registro analítico na conta representativa de disponibilidades por Fonte de Recursos de cada órgão ou entidade.
§ 3ºO superávit financeiro, por fonte de recursos, das autarquias, fundações e fundos especiais, no final de cada exercício financeiro, será convertido em Recursos do Tesouro - Recursos Ordinários, excetuados os recursos de convênios, de operações de crédito e os autorizados pelo Secretário de Estado da Fazenda.
§ 4ºExcetuam-se das disposições deste artigo o Instituto de Previdência do Estado de Santa Catarina - IPESC, a Fundação Universidade do Estado de Santa Catarina - UDESC e o Fundo do Plano de Saúde dos Servidores Públicos Estaduais. Excetuam-se das disposições deste artigo o Instituto de Previdência do Estado de Santa Catarina - IPREV, a Fundação Universidade do Estado de Santa Catarina - UDESC e o Fundo do Plano de Saúde dos Servidores Públicos Estaduais. (NR) (Redação do § 4º dada pela Lei Complementar 534, de 2011). (Redação revogada pela LC 741, de 2019)

SEÇÃO III

Da Realização da Receita e da Despesa

Art. 127.
Na realização da receita e da despesa públicas será utilizada a via bancária, de acordo com as normas estabelecidas em regulamento.
§ 1ºNos casos em que se torne indispensável a arrecadação de receita diretamente pelas unidades administrativas, o recolhimento à conta bancária far-se-á no prazo fixado em regulamento.
§ 2ºO pagamento de despesas, bem como a transferência de recursos aos Poderes e Órgãos não integrantes do Sistema Financeiro de Conta Única far-se-á mediante ordem bancária, contabilizada pelo órgão competente, emitida por processamento eletrônico, a crédito do beneficiário, obedecidas as normas baixadas pelos órgãos centrais dos sistemas de administração financeira e de controle interno. (Redação revogada pela LC 741, de 2019)

SEÇÃO IV

Do Sistema Financeiro de Conta Única

Art. 128.
A administração financeira do Estado, a cargo da Secretaria de Estado da Fazenda, observará o princípio da Unidade de Tesouraria e será realizada mediante a utilização do Sistema Financeiro de Conta Única, abrangendo todas as Fontes de Recursos dos órgãos e entidades do Poder Executivo, exceto aquelas vinculadas ao regime próprio de previdência e ao Fundo do Plano de Saúde. A administração financeira do Estado, a cargo da Secretaria de Estado da Fazenda, observará o princípio da Unidade de Tesouraria e será realizada mediante a utilização do Sistema Financeiro de Conta Única, abrangendo todas as Fontes de Recursos dos órgãos e entidades do Poder Executivo, exceto aquelas vinculadas ao regime próprio de previdência. (NR) (Redação do art. 128 dada pela LC 403, de 2008).
§ 1ºSerão objeto de centralização em Conta Única todas as receitas orçamentárias e extra-orçamentárias, tributárias e não-tributárias, dos órgãos e entidades do Poder Executivo, exceto aquelas vinculadas ao regime próprio de previdência e ao Fundo do Plano de Saúde.
§ 1ºSerão objeto de centralização em Conta Única todas as receitas orçamentárias e extra-orçamentárias, tributárias e não-tributárias, dos órgãos e entidades do Poder Executivo, exceto aquelas vinculadas ao regime próprio de previdência. (Redação do § 1º dada pela LC 403, de 2008). Serão objeto de centralização em Conta Única todas as receitas orçamentárias e extraorçamentárias, tributárias e não-tributárias, dos órgãos e entidades do Poder Executivo, exceto aquelas vinculadas ao regime de previdência e as arrecadadas pela Administração do Porto de São Francisco do Sul. (Redação do § 1º dada pela LC 437, de 2009). Serão objeto de centralização em Conta Única todas as receitas orçamentárias e extraorçamentárias, tributárias e não tributárias, dos órgãos e entidades do Poder Executivo, exceto aquelas vinculadas ao regime de previdência, bem como as arrecadadas pela Administração do Porto de São Francisco do Sul e pelo Fundo para a Infância e Adolescência - FIA. (NR) (Redação do § 1º dada pela LC 557, de 2011). Serão objeto de centralização em Conta Única todas as receitas orçamentárias e extraorçamentárias, tributárias e não tributárias, dos órgãos e das entidades do Poder Executivo, exceto aquelas vinculadas ao regime de previdência, bem como as arrecadadas pelo Fundo para a Infância e Adolescência (FIA). (Redação do § 1º, dada pela LC 707, de 2017).
§ 2ºA administração a que se refere o caput deste artigo tem como objetivo:
Imanter a disponibilidade financeira em nível capaz de atender à programação financeira de desembolso, dentro dos parâmetros estabelecidos;
IIprover o Tesouro Estadual dos recursos necessários às liberações financeiras, com vistas ao atendimento dos Encargos Gerais do Estado;
IIIutilizar eventual disponibilidade para garantir a liquidez de obrigações do Estado ou com o objetivo de reduzir o custo da dívida pública; e
IVotimizar a administração dos recursos financeiros mediante a busca de melhores taxas de juros ou rendimentos.
§ 3ºAs disponibilidades de recursos do Sistema Financeiro de Conta Única, independentemente da Fonte, serão aplicadas pela Diretoria do Tesouro Estadual e o resultado das operações constituirá Fonte de Recursos do Tesouro - Recursos Ordinários, ressalvados os rendimentos que, por expressa disposição, devam ser apropriados a recursos vinculados.
§ 4ºAs receitas a que se refere o § 2º deste artigo serão arrecadadas, recolhidas e controladas por meio de sistema informatizado corporativo, com a utilização dos métodos desenvolvidos para a arrecadação dos tributos ou dos respectivos créditos, cabendo à Secretaria de Estado da Fazenda a criação dos códigos identificadores da receita, devendo o registro contábil ser realizado por meio do Sistema Integrado de Planejamento e Gestão Fiscal.
§ 5ºOs Poderes Legislativo e Judiciário, o Tribunal de Contas e o Ministério Público poderão aderir ao sistema informatizado corporativo, referido no § 4º deste artigo.
§ 6ºAs disponibilidades financeiras dos órgãos e entidades da Administração Pública Estadual, poderão ser aplicadas em títulos federais, em instituições financeiras que apresentarem maior rentabilidade e segurança, respeitadas as cláusulas vigentes em contratos. (Redação revogada pela LC 741, de 2019)

SEÇÃO V

Do Regime de Adiantamento

Art. 129.
regime de adiantamento, sempre precedido de empenho gravado na dotação própria, poderá ser utilizado para a realização de despesas que não possam subordinar-se ao processo normal de aplicação.
§ 1ºO regime a que se refere o caput deste artigo consiste na entrega de numerário a servidor, cuja prestação de contas far-se-á no prazo de 60 (sessenta) dias contados da data do recebimento, sob pena de atualização monetária e multa em favor do órgão ou entidade a que pertencer o crédito ou ao Tesouro Estadual. O regime a que se refere o caput deste artigo consiste na entrega de numerário a servidor, cuja prestação de contas será feita no prazo definido em ato do Chefe do Poder Executivo, sob pena de atualização monetária e multa em favor do órgão ou da entidade a que pertencer o crédito ou em favor do Tesouro Estadual. (NR) (Redação do § 1º dada pela Lei Complementar 670, de 2016).
§ 2ºObservado o disposto no parágrafo anterior, a realização da despesa sob o regime previsto no caput deste artigo processar-se-á, tanto quanto possível, por meio da utilização de cartão eletrônico, observadas, para contratação, as normas relativas à licitação.
§ 3ºA atualização monetária a que se refere o § 1º deste artigo, tomará por base os índices de atualização dos créditos tributários.
§ 4ºDecreto do Chefe do Poder Executivo regulamentará o regime de adiantamento referido nesta Seção. (Redação revogada pela LC 741, de 2019)

SEÇÃO VI

Das Transferências Voluntárias

Art. 130.
A execução descentralizada de programas de trabalho a cargo de órgãos e entidades da Administração Pública Estadual, que envolva a transferência voluntária de recursos financeiros oriundos de dotações consignadas nos Orçamentos Fiscal e da Seguridade Social, objetivando a realização de programas de trabalho, projeto ou atividade, será efetivada mediante a celebração de convênios, acordos, ajustes e instrumentos congêneres, ou por meio de auxílios e contribuições, observada a legislação pertinente e o disposto no art. 79 desta Lei Complementar.
Parágrafo únicoDecreto do Chefe do Poder Executivo disciplinará o disposto neste artigo, sem prejuízo de as mesmas normas se aplicarem, no que couber, aos instrumentos que não produzem repercussão orçamentária e financeira. (Redação revogada pela LC 741, de 2019)
Art. 131.
É vedada a realização de transferências voluntárias ou a celebração de convênios entre órgãos e entidades do Estado que impliquem liberações de recursos financeiros, ressalvada a descentralização de créditos orçamentários instituída pela Lei nº 12.931, de 13 de fevereiro de 2004. (Redação revogada pela LC 741, de 2019)

SEÇÃO VII

Do Transporte Escolar

Art. 132.
A obrigação do Estado prevista no inciso VII do art. 10 da Lei federal nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996, alterado pela Lei federal nº 10.709, de 31 de julho de 2003, relacionada ao transporte escolar dos alunos da sua rede de ensino, será cumprida mediante a transferência mensal de recursos financeiros aos Municípios que realizam essa atividade.
§ 1ºOs recursos financeiros a que se refere este artigo serão repassados pela respectiva Secretaria de Estado de Desenvolvimento Regional, até o último dia útil do mês subseqüente ao de referência do transporte realizado. (Redação do § 1º revogada pela Lei 16.795, de 2015)
§ 2ºO valor mensal a ser repassado tomará por base a distância percorrida e o quantitativo de alunos transportados, devendo ser deduzido o valor referente ao custo da cedência de professores do Estado para o Município. O valor mensal a ser repassado, devendo ser deduzido o valor referente ao custo da cedência de professores do Estado para o Município, tomará por base:
Idistância percorrida entre a residência do aluno até a unidade escolar, considerando a distância de ida e volta;
IIquantitativo de alunos transportados terá como critério estabelecido em 03 (três) faixas de distância, sendo:
a)de 06,00 a 12,00 Km;
b)de 12,01 a 24,00 Km; e
c)acima de 24,01 km; e
IIIDensidade de Alunos Transportados - DAT, que é o número de alunos transportados dividido pela área do município, obedecendo aos seguintes Grupos:
a)grupo I - DAT superior a 2,98 e/ou área inferior a 110,0 Km²;
b)grupo II - DAT entre 2,98 e 2,00;
c)grupo III - DAT entre 2,00 e 1,01; e
d)grupo IV - DAT entre 1,00 e 0,08. (Redação do § 2º dada pela Lei Complementar 482, de 2010).
§ 3ºO valor per capita será estabelecido em Portaria do Secretário de Estado da Educação, após discussão com a Federação Catarinense dos Municípios - FECAM e União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação - UNDIME, até 1º de fevereiro de cada exercício financeiro.
§ 4ºOs recursos repassados dispensam convênio, acordo ou ajuste, devendo o Município aplicá-los integralmente na finalidade prevista neste artigo, mantendo os documentos comprobatórios devidamente arquivados no prazo previsto em lei, para serem avaliados pelos órgãos de controle interno e de controle externo do Poder Executivo.
§ 5ºA Secretaria de Estado da Educação manterá, em sua página eletrônica, relatório contendo os valores repassados a cada Município e o correspondente número de alunos transportados.

SEÇÃO VIII

Dos Restos a Pagar

Art. 133.
Compete à Secretaria de Estado da Fazenda autorizar a inscrição de despesas na conta “Restos a Pagar”, obedecidas, na liquidação respectiva, as mesmas formalidades fixadas para a administração dos créditos orçamentários, e orientar os órgãos e entidades acerca do que, sobre a matéria, dispõe o art. 42 da Lei Complementar federal nº 101, 04 de maio de 2000. Compete à Secretaria de Estado da Fazenda autorizar a inscrição de despesas na conta “Restos a Pagar”, obedecidas na liquidação respectiva as mesmas formalidades fixadas para a administração dos créditos orçamentários, e orientar os órgãos e entidades acerca do que sobre a matéria dispõe o art. 42 da Lei Complementar federal nº 101, de 04 de maio de 2000, e a observância do princípio da anualidade do orçamento nas execuções orçamentária, financeira e no registro contábil, conforme previsto no art. 2º da Lei federal nº 4.320, de 17 de março de 1964. (NR) (Redação do art. 133 dada pela Lei Complementar 534, de 2011).
§ 1ºAs despesas inscritas em “Restos a Pagar Não Processados” serão liquidadas com observância ao disposto no art. 63 da Lei federal nº 4.320, de 17 de março de 1964, ainda que sua ocorrência venha a se confirmar até 31 de janeiro do exercício financeiro subseqüente, respeitado o disposto no inciso II do art. 50 da Lei Complementar federal nº 101, de 2000.
§ 2ºObservada a ordem cronológica dos pagamentos e a data a que se refere o parágrafo anterior:
Ios “Restos a Pagar Processados” referentes ao último exercício financeiro encerrado serão contabilizados no Passivo Financeiro; e os “Restos a Pagar Processados” referentes ao último exercício financeiro encerrado serão contabilizados em contas financeiras do passivo; e (NR) (Redação do inciso I dada pela Lei Complementar 534, de 2011).
IIos “Restos a Pagar” não abrangidos no disposto no inciso I do § 2º deste artigo serão integralmente cancelados até 31 de dezembro e, simultaneamente, inscritos em conta específica do passivo permanente. os “Restos a Pagar” não abrangidos pelo disposto no inciso anterior serão integralmente cancelados até 31 de dezembro e simultaneamente inscritos em contas não financeiras específicas do passivo. (NR) (Redação do inciso II dada pela Lei Complementar 534, de 2011).
§ 3ºOs pagamentos a serem efetuados em face do cancelamento referido no § 2º deste artigo, serão atendidos à conta de dotação constante da Lei Orçamentária Anual ou de créditos adicionais, abertos para essa finalidade no exercício em que ocorrer o reconhecimento da dívida.
§ 4ºTranscorrida a data a que se refere o § 1º deste artigo, sem que tenha havido o cancelamento dos “Restos a Pagar” pelo órgão ou entidade, caberá à Diretoria de Auditoria Geral da Secretaria de Estado da Fazenda fazê-lo. (Redação revogada pela LC 741, de 2019)

SEÇÃO IX

Do Acompanhamento e do Controle da Execução Orçamentária

Art. 134.
acompanhamento da execução orçamentária será feito pela Secretaria de Estado do Planejamento, de forma articulada com a Secretaria de Estado da Fazenda, a quem compete os serviços de administração financeira e de controle interno, por meio dos órgãos centrais dos respectivos sistemas. acompanhamento da execução orçamentária será efetuado pela Secretaria de Estado da Fazenda, a quem competem também as atividades de administração financeira e de controle interno. (NR) (Redação do art. 134 dada pela Lei Complementar 534, de 2011).(Redação revogada pela LC 741, de 2019)
Art. 135.
Todo ato de administração financeira deve ser realizado com base em documento que comprove a operação e registrado na contabilidade, mediante classificação em dotação orçamentária e em conta contábil adequadas. (Redação revogada pela LC 741, de 2019)
Art. 136.
s órgãos de contabilidade inscreverão como responsável, todo ordenador de despesa que não cumprir o disposto no art. 135 desta Lei Complementar.
Parágrafo únicoOrdenador de despesa é todo e qualquer agente público de cujos atos resultarem emissão de empenho, autorização de pagamento ou dispêndio de recursos do Estado, ou pelos quais este responda. (Redação revogada pela LC 741, de 2019)
Art. 137.
Responderão pelos prejuízos que causarem à Fazenda Pública, o ordenador de despesa e o responsável pela guarda de dinheiro, valores e bens. (Redação revogada pela LC 741, de 2019)
Art. 138.
A baixa de valores inscritos em responsabilidade depende de autorização do Tribunal de Contas do Estado, a ser processada em caso de:
Iprejuízo financeiro ao erário; e
IIdeterminação constante de relatório da Diretoria de Auditoria Geral da Secretaria de Estado da Fazenda.
§ 1ºA baixa de valores a que se refere este artigo se processará independentemente de autorização do Tribunal de Contas do Estado, nos casos de valores inscritos em responsabilidade e recolhidos pelo responsável, ou mediante a reposição na forma estabelecida no art. 95 da Lei nº 6.745, de 28 de dezembro de 1985, ou dispositivos equivalentes nos demais Estatutos.
§ 2ºAntes de processar-se a baixa a que se refere o § 1º deste artigo, devem os valores ser atualizados monetariamente e, se for o caso, acrescidos de juros, em conformidade com a legislação aplicável a cada fato que deu ensejo à inscrição em responsabilidade. (Redação revogada pela LC 741, de 2019)
Art. 139.
Nos casos de despesa processada irregularmente, sem prejuízo ao erário e não decorrente do disposto no art. 138 desta Lei Complementar poderá o Ordenador de Despesa autorizar a baixa de responsabilidade, mediante processo administrativo devidamente constituído, justificando tal procedimento, não o eximindo de futura responsabilização pela Diretoria de Auditoria Geral da Secretaria de Estado da Fazenda, ou pelo Tribunal de Contas do Estado.
Parágrafo únicoCópia do processo administrativo, referido no caput deste artigo, deverá integrar o balancete mensal de prestação de contas. (Redação do parágrafo único revogada pela Lei Complementar 534, de 2011). (Redação revogada pela LC 741, de 2019)

SEÇÃO X

Dos Registros Contábeis, das Prestações e das Tomadas de Contas

Art. 140.
s Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário e o Ministério Público observarão o Plano de Contas Único e as normas aprovadas pelos órgãos centrais dos sistemas de administração financeira e de controle interno.
§ 1ºO encerramento mensal e anual da contabilidade pelos órgãos e entidades a que se refere este artigo observará os prazos, documentos e condições definidas em regulamento.
§ 2ºEm caso de não atendimento ao disposto no § 1º deste artigo, fica a Secretaria de Estado da Fazenda, por intermédio da Diretoria de Contabilidade Geral, autorizada a efetuar a inscrição no cadastro de inadimplentes, ou o bloqueio na execução orçamentária e financeira, até a sua regularização pelo órgão ou entidade.
§ 3ºO cadastramento de novas contas no Plano de Contas Único, será efetuado pela Secretaria de Estado da Fazenda, por intermédio da Diretoria de Contabilidade Geral, a quem compete, também, expedir normas complementares para o adequado funcionamento da Contabilidade Geral do Estado, a fim de garantir a sua consolidação.
§ 4ºA contabilidade deverá apurar os custos dos programas dos órgãos e entidades do Poder Executivo, de forma a evidenciar os resultados de gestão.
§ 5ºDecreto do Chefe do Poder Executivo fixará as normas relativas à rotina de depreciação, amortização, exaustão e reavaliação patrimonial do Estado de Santa Catarina.
§ 6ºAs normas deste artigo aplicam-se, também, às empresas estatais dependentes. (Redação revogada pela LC 741, de 2019)
Art. 141.
Todo aquele que, a qualquer título, tenha a seu cargo serviços de contabilidade do Estado, é pessoalmente responsável pela exatidão das contas e tempestiva apresentação dos balancetes, balanços e demais registros contábeis dos atos relativos à administração orçamentária, financeira e patrimonial do setor, órgão ou entidade sob o seu encargo. (Redação revogada pela LC 741, de 2019)
Art. 142.
s órgãos e entidades do Poder Executivo prestarão ao Tribunal de Contas do Estado, as informações relativas à execução orçamentária, financeira e de contabilidade e auditoria, e facilitarão a realização das inspeções daquele Tribunal e do órgão de controle interno do Poder Executivo.
§ 1ºA remessa de informações e demonstrativos contábeis ao Tribunal de Contas, far-se-á acompanhar de relatório de contabilidade e auditoria, contendo a análise circunstanciada dos atos e fatos administrativos, da execução orçamentária e dos registros contábeis, evidenciando, se for o caso, as possíveis falhas, irregularidades ou ilegalidades constatadas, bem como as medidas implementadas para a sua regularização.
§ 2ºO relatório referido no § 1º deste artigo, será encaminhado por intermédio dos responsáveis pelos serviços de contabilidade dos órgãos e entidades, ao órgão central de controle interno do Poder ou Órgão, para encaminhamento ao Tribunal de Contas do Estado.
§ 3ºA periodicidade da remessa do relatório previsto no § 1º deste artigo, será bimestral, coincidindo a distribuição dos meses que comporão esses períodos com o exercício financeiro. (Redação revogada pela LC 741, de 2019)
Art. 143.
Todo ordenador de despesa ficará sujeito à tomada de contas, inclusive a especial, realizada pelo órgão de controle interno, antes do encaminhamento ao Tribunal de Contas do Estado. Todo ordenador de despesa estará sujeito à prestação de contas anual e à tomada de contas especial.
Parágrafo únicoA tomada de contas dos agentes públicos será feita, no prazo máximo de 180 (cento e oitenta) dias do encerramento do exercício financeiro, pelo órgão encarregado da contabilidade, sendo submetida ao Secretário de Estado ou aos dirigentes de órgãos ou entidades diretamente vinculados ou subordinados ao Governador do Estado.
§ 1ºA prestação de contas anual, a ser elaborada pelo responsável pelos serviços de contabilidade, deverá ser encaminhada ao Tribunal de Contas do Estado no prazo máximo de 60 (sessenta) dias, contados do encerramento do exercício financeiro.
§ 2ºA tomada de contas especial será realizada por comissão formalmente constituída e deverá ser concluída no prazo máximo de 180 (cento e oitenta) dias, contados da data da publicação do ato de instauração. (NR) (Redação do art. 143 dada pela Lei Complementar 534, de 2011). (Redação revogada pela LC 741, de 2019)
Art. 144.
Prestará contas qualquer pessoa física ou jurídica, pública ou privada, que utilize, arrecade, guarde, gerencie ou administre dinheiro, bens e valores públicos, ou pelos quais o Estado responda, ou que, em nome deste, assuma obrigações de natureza pecuniária.
§ 1ºQuem quer que utilize dinheiro público, terá de comprovar o seu bom e regular emprego, na conformidade das leis, regulamentos e normas emanadas das autoridades administrativas competentes.
§ 2ºAos servidores investidos no cargo de Auditor Interno, no exercício de suas competências e mediante identificação funcional disciplinada em regulamento, deverá ser permitido o livre acesso a todas as dependências do órgão ou entidade auditados, assim como a documentos, valores, registros, livros e sistemas informatizados considerados indispensáveis ao cumprimento de suas atribuições, não lhes podendo ser sonegado, sob qualquer pretexto, processo, documento ou informação.
§ 3ºEm caso de não atendimento ao disposto no § 2º deste artigo, o Diretor de Auditoria Geral da Secretaria de Estado da Fazenda, após a imediata inscrição no cadastro de inadimplentes ou o bloqueio da execução orçamentária e financeira, comunicará o fato, por escrito, ao Secretário de Estado da Fazenda, que tomará outras providências cabíveis junto ao titular do órgão ou entidade auditados.
§ 4ºAs despesas feitas por meio de adiantamentos serão escrituradas e incluídas na tomada de contas do Ordenador da Despesa, na forma prescrita e, quando impugnadas, deverá o mesmo determinar imediatas providências para a apuração de responsabilidade e imposição das penalidades cabíveis, sem prejuízo do julgamento da regularidade das contas pelo Tribunal de Contas do Estado. (Redação revogada pela LC 741, de 2019)
Art. 145.
As tomadas de contas serão objeto de pronunciamento expresso do Secretário de Estado competente, dos dirigentes de órgãos ou de entidades do Poder Executivo ou de qualquer agente público, antes do seu encaminhamento ao Tribunal de Contas do Estado para os fins constitucionais e legais. (Redação revogada pela LC 741, de 2019)
Art. 146.
Quando se verificar que determinada conta não foi prestada, ou que ocorreu desfalque, desvio de bens ou outra irregularidade de que resulte prejuízo ao Estado, as autoridades administrativas, sob pena de co-responsabilidade, e sem embargo dos procedimentos disciplinares, deverão tomar providências imediatas para assegurar o respectivo ressarcimento e instaurar a tomada de contas especial, fazendo-se comunicação a respeito ao Tribunal de Contas do Estado. A autoridade administrativa competente, sob pena de responsabilidade solidária, deverá adotar providências administrativas com vistas à identificação dos responsáveis, à quantificação do dano e ao ressarcimento do erário quando:
§ 1ºSem prejuízo do encaminhamento ao Tribunal de Contas do Estado, o Secretário de Estado ou o dirigente de órgão ou entidade, no caso de irregularidade e sob pena de responsabilidade solidária, determinará as providências que, a seu critério, se tornarem indispensáveis para o resguardo do interesse público e da adequada aplicação do dinheiro público, dando-se ciência, oportunamente, ao Tribunal de Contas do Estado.
§ 2ºA tomada de contas especial de administrador ou responsável pela guarda, arrecadação e aplicação de dinheiro, bens e valores públicos, no âmbito da Administração Direta, Fundos, Autarquias, Fundações Públicas e Empresas Estatais dependentes do Poder Executivo, consiste em processo devidamente formalizado pelo órgão competente, que tem por objetivo a apuração de fatos, identificação dos responsáveis e quantificação do dano, quando não forem prestadas as contas ou ocorrer desfalque, desvio de bens e valores públicos ou, ainda, se caracterizada a prática de qualquer ato ilegal, ilegítimo ou antieconômico de que resulte prejuízo ao erário, fazendo-se comunicação a respeito ao Tribunal de Contas do Estado.
§ 3ºA instauração e a organização dos processos de Tomada de Contas Especial a que se refere este artigo, disciplinadas em decreto do Chefe do Poder Executivo, far-se-ão em atendimento às exigências contidas no art. 116, § 6º, da Lei federal nº 8.666, de 21 de junho de 1993, com suas alterações posteriores e nos arts. 10, 61, inciso III, e 65, § 4º, da Lei Complementar nº 202, de 15 de dezembro de 2000.
§ 4ºCompete à Diretoria de Auditoria Geral da Secretaria de Estado da Fazenda orientar e fiscalizar o cumprimento das normas constantes do decreto a que se refere o § 3º deste artigo.
Inão foram prestadas contas da aplicação de recursos antecipados ou de transferência a entes públicos ou a entidades privadas, por qualquer meio e a qualquer título, inclusive subvenções, auxílios e contribuições;
IIas contas a que se refere o inciso I foram prestadas parcialmente ou evidenciaram utilização de recursos em finalidade diversa do fim a que se destinavam;
IIIocorreu desfalque, desvio de dinheiro, bens ou valores públicos; e
IVficou caracterizada prática de ato ilegal, ilegítimo ou antieconômico do qual resulte prejuízo ao erário.
Parágrafo únicoAs providências administrativas referidas no caput deste artigo consistem em diligências, notificações, comunicações ou outras providências da autoridade administrativa competente, devidamente formalizadas, com vistas a regularizar a situação ou obter a recomposição do erário. (NR) (Redação do art. 146 dada pela Lei Complementar 534, de 2011).(Redação revogada pela LC 741, de 2019)
Art. 147.
s órgãos de contabilidade manterão atualizadas as relações de responsáveis por dinheiro, valores e bens públicos, cujo rol será encaminhado ao Tribunal de Contas do Estado, pela Secretaria de Estado da Fazenda. (Redação do art. 147 revogada pela Lei Complementar 534, de 2011).(Redação revogada pela LC 741, de 2019)
Art. 148.
As contas prestadas anualmente pelo Chefe do Poder Executivo à Assembléia Legislativa incluirão, além das suas próprias, as dos Poderes Legislativo e Judiciário e da Procuradoria Geral de Justiça, as quais receberão parecer prévio, separadamente, do Tribunal de Contas do Estado.
Parágrafo únicoAs contas referidas neste artigo incluem as dos órgãos da Administração Direta e das entidades da Administração Indireta, cabendo à Assembléia Legislativa o controle externo, a que se refere o art. 59 da Constituição do Estado. (Redação revogada pela LC 741, de 2019)

SEÇÃO XI

Da Responsabilidade pelos Bens(Redação revogada pela LC 741, de 2019)

Art. 149.
s bens móveis, materiais e equipamentos em uso ficarão sob a responsabilidade dos chefes de serviço, gerentes, coordenadores ou assemelhados, procedendo os órgãos de controle à sua periódica verificação.
§ 1ºOs estoques serão obrigatoriamente contabilizados, fazendo-se a tomada anual das contas dos responsáveis.
§ 2ºA apuração dos estoques se realizará por meio da designação pelo ordenador da despesa, de servidor ou de ocupante de cargo de provimento em comissão, em autos especificamente protocolizados, sem a necessidade da sua publicação, nos quais serão juntados os resultados identificados, compondo o balancete de prestação de contas do mês de dezembro. (Redação revogada pela LC 741, de 2019)

SEÇÃO XII

Do Sistema de Controle Interno(Redação revogada pela LC 741, de 2019)

Art. 150.
Sistema de Controle Interno do Poder Executivo tem como órgão central a Secretaria de Estado da Fazenda e como núcleos técnicos, segundo as suas competências, as Diretorias de Auditoria Geral e de Contabilidade Geral.
§ 1ºO sistema de controle interno, na forma do regulamento, visa a difundir as práticas e orientações dele emanadas, além de levar a efeito suas competências.
§ 2ºNo regulamento a que se refere o § 1º deste artigo, serão disciplinadas, entre outras situações, as competências, procedimentos, técnicas e métodos inerentes ao Sistema de Controle Interno a que se refere o caput. (Redação revogada pela LC 741, de 2019)
Art. 151.
Sistema de Controle Interno do Poder Executivo será mantido de forma integrada com o Sistema de Controle Interno dos Poderes Legislativo e Judiciário e do Ministério Público. (Redação revogada pela LC 741, de 2019)

SEÇÃO XIII

Da Aplicação das Normas de Execução Orçamentária, Financeira e de Contabilidade e Auditoria(Redação revogada pela LC 741, de 2019)

Art. 152.
As normas relativas à execução orçamentária, financeira e de contabilidade e auditoria, serão fixadas por decreto do Chefe do Poder Executivo e, no que couber, em instruções normativas dos órgãos centrais dos sistemas de Planejamento e Orçamento, de Administração Financeira e de Controle Interno, com aplicação para os órgãos da Administração Direta, autarquias, fundações e empresas estatais dependentes. As normas relativas à execução orçamentária, financeira e de contabilidade e auditoria serão fixadas por decreto do Chefe do Poder Executivo e, no que couber, em instruções normativas do Órgão Central dos Sistemas Administrativos de Planejamento e Orçamento, de Administração Financeira e de Controle Interno, com aplicação para os órgãos da Administração Direta, Autarquias, Fundações e empresas estatais dependentes. (NR) (Redação do art. 152 dada pela Lei Complementar 534, de 2011).(Redação revogada pela LC 741, de 2019)
Art. 153.
Compete ao Conselho de Política Financeira - CPF, por resolução, fixar normas semelhantes às indicadas no art. 152 desta Lei Complementar para as empresas públicas, sociedades de economia mista e suas subsidiárias ou controladas, sem prejuízo da aplicação, no que couber, às empresas estatais dependentes. (Redação revogada pela LC 741, de 2019)

TÍTULO VIII

DAS DISPOSIÇÕES GERAIS E FINAIS

CAPÍTULO I

Das Disposições Gerais

SEÇÃO I

Da Alienação de Ações de Entidades da Administração Pública Estadual

Art. 154.
Fica o Chefe do Poder Executivo autorizado a alienar o controle acionário, representado pelas ações que o Estado possui, diretamente ou por intermédio de suas sociedades de economia mista na Imbituba Administradora da Zona de Processamento de Exportação - IAZPE. Fica autorizada a alienação de 100% (cem por cento) da participação acionária que o Estado possui, diretamente ou por intermédio de suas sociedades de economia mista, na Imbituba Administradora da Zona de Processamento de Exportação - IAZPE. (NR) (Redação do caput do art. 154 dada pela Lei Complementar 534, de 2011).
Parágrafo únicoFica o Poder Executivo autorizado a transferir as ações que o Estado possui no Centro de Informática e Automação do Estado de Santa Catarina S/A - CIASC e na Companhia de Gás de Santa Catarina - SCGÁS para empresas das quais detenha o controle acionário.
Art. 155.
Fica o Chefe do Poder Executivo autorizado a promover a transferência dos ativos, participações acionárias e quotas representativas de participação em capital social de empresas, pertencentes à Companhia de Desenvolvimento do Estado de Santa Catarina - CODESC, para o Estado de Santa Catarina.
Parágrafo únicoO Estado poderá integralizar quotas de fundo fiduciário de incentivo às parcerias público-privadas, ou quotas do capital social da SC-PARCERIAS S/A, com os bens e direitos a que se refere este artigo. O Estado poderá integralizar quotas de fundo fiduciário de incentivo às parcerias público-privadas ou quotas do capital social da SC Participações e Parcerias S.A. - SCPar com os bens e direitos a que se refere este artigo. (NR) (Redação do parágrafo único dada pela Lei Complementar 534, de 2011).

SEÇÃO II

Da Estrutura de Cargos de Provimento em Comissão, das Funções de Chefia e das Funções Técnicas Gerenciais

SUBSEÇÃO I – Dos Cargos de Secretário de Estado

Art. 156.
Ficam mantidos os cargos de: São cargos de Secretário de Estado:
ISecretário de Estado da Administração;
IISecretário de Estado da Fazenda;
IIISecretário de Estado da Saúde;
IVSecretário de Estado da Segurança Pública e Defesa do Cidadão;
VSecretário de Estado da Infra-Estrutura;
VISecretário de Estado da Agricultura e Desenvolvimento Rural;
VIISecretário de Estado do Planejamento;
VIIISecretário de Estado de Comunicação;
IXSecretário de Estado de Coordenação e Articulação;
XSecretário Executivo de Articulação Estadual;
XISecretário Executivo de Articulação Nacional;
XIIChefe da Casa Militar; e
XIII30 (trinta) Secretários de Estado de Desenvolvimento Regional.
ISecretário de Estado da Casa Civil;
IISecretário de Estado de Comunicação;
IIISecretário de Estado do Planejamento;
IVSecretário de Estado da Administração;
VSecretário de Estado da Fazenda;
VISecretário de Estado da Segurança Pública;
VIISecretário de Estado da Justiça e Cidadania;
VIIISecretário de Estado da Defesa Civil;
IXSecretário de Estado da Saúde;
XSecretário de Estado da Educação;
XISecretário de Estado da Assistência Social, Trabalho e Habitação;
XIISecretário de Estado da Agricultura e da Pesca;
XIIISecretário de Estado do Desenvolvimento Econômico Sustentável;
XIVSecretário de Estado de Turismo, Cultura e Esporte;
XVSecretário de Estado da Infraestrutura; e
XVI36 (trinta e seis) Secretários de Estado de Desenvolvimento Regional. (Redação do inciso XVI revogada pela Lei 16.795, de 2015)
Parágrafo únicoO Procurador-Geral do Estado, chefe da advocacia do Estado, possui prerrogativas e representação de Secretário de Estado. (NR) (Redação do art. 156 dada pela Lei Complementar 534, de 2011). (Redação revogada pela LC 741, de 2019)
Art. 157.
Ficam transformados os cargos de: São cargos de Secretário Executivo:
ISecretário de Estado da Cultura, Turismo, Esporte e Lazer, em Secretário de Estado de Turismo, Cultura e Esporte;
IISecretário de Estado da Educação, Ciência e Tecnologia, em Secretário de Estado da Educação;
IIISecretário de Estado do Desenvolvimento Sustentável, em Secretário de Estado do Desenvolvimento Econômico Sustentável;
IVSecretário de Estado do Desenvolvimento Social, Trabalho e Renda em Secretário de Estado de Assistência Social, Trabalho e Habitação;
VDiretor de Justiça e Cidadania em Secretário Executivo de Justiça e Cidadania; e
VISecretário Executivo de Articulação Internacional em Secretário Especial de Articulação Internacional.
IChefe da Casa Militar;
IISecretário Executivo de Articulação Estadual;
IIISecretário Executivo de Articulação Nacional;
IVSecretário Executivo de Supervisão de Recursos Desvinculados;
VSecretário Executivo de Assuntos Internacionais;
VISecretário Executivo de Assuntos Estratégicos;
VIISecretário Executivo de Políticas Sociais de Combate à Fome; e Secretário Executivo de Habitação e Regularização Fundiária; e (Redação do inciso VII dada pela Lei 17.170, de 2017)
VIIISecretário Executivo do Programa SC Rural. (NR) (Redação do art. 157 dada pela Lei Complementar 534, de 2011). (Redação revogada pela LC 741, de 2019)
Art. 158.
Ficam criados os cargos de:
ISecretário Executivo de Políticas Sociais de Combate à Fome;
IISecretário Executivo de Gestão dos Fundos Estaduais;
IIISecretário Executivo de Assuntos Estratégicos;
IVSecretário de Estado de Desenvolvimento Regional - Itapiranga;
VSecretário de Estado de Desenvolvimento Regional - Quilombo;
VISecretário de Estado de Desenvolvimento Regional - Seara;
VIISecretário de Estado de Desenvolvimento Regional - Taió;
VIIISecretário de Estado de Desenvolvimento Regional - Timbó; e
IXSecretário de Estado de Desenvolvimento Regional - Braço do Norte.
XPresidente da Fundação de Amparo a Escola Nacional de Administração. (Redação do inciso X incluída pela Lei Complementar 534, de 2011). (Redação do art. 158 revogada pela Lei Complementar 534, de 2011)(Redação revogada pela LC 741, de 2019)

SUBSEÇÃO II – Da Equivalência de Remuneração e Critérios de Provimento de Cargos

Art. 159.
s cargos abaixo relacionados terão a seguinte remuneração:
Ide Secretário de Estado:
a)Comandante-Geral da Polícia Militar;
b)Comandante-Geral do Corpo de Bombeiros Militar;
c)Delegado Geral da Polícia Civil;
d)Chefe da Casa Militar;
e)Secretário Executivo de Articulação Estadual;
f)Secretário Executivo de Articulação Nacional;
g)Secretário Especial de Articulação Internacional; Secretário Executivo de Assuntos Internacionais; (NR) (Redação da alínea "g" dada pela Lei Complementar 534, de 2011).
h)Procurador Geral do Estado;
i)Secretário Executivo de Assuntos Estratégicos;
j)Secretário Executivo de Justiça e Cidadania; (Redação da alínea "j" revogada pela Lei Complementar 534, de 2011).
l)Secretário Executivo de Políticas Sociais de Combate à Fome; e
m)Secretário Executivo de Gestão dos Fundos Estaduais; e Secretário Executivo de Supervisão de Recursos Desvinculados; (NR) (Redação da alínea "m" dada pela Lei Complementar 534, de 2011)
n)Secretário Executivo do Programa SC Rural;
o)Diretor-Geral do Instituto Geral de Perícias; e (NR) (Redação das alíneas "n" e "o" incluída pela Lei Complementar 534, de 2011).
p)Superintendente da Superintendência de Desenvolvimento da Região Metropolitana da Grande Florianópolis (Suderf); e (NR) (Redação da alínea "p" incluída pela Lei Complementar 636, de 2014).
IIde Diretor Geral: de Secretário Adjunto: (NR) (Redação do inciso II dada pela Lei Complementar 534, de 2011).
a)Subcomandante-Geral da Polícia Militar;
b)Chefe do Estado-Maior da Polícia Militar;
c)Subcomandante-Geral do Corpo de Bombeiros Militar;
d)Delegado Geral Adjunto da Polícia Civil;
e)Subchefe da Casa Militar;
f)Consultor Geral do Gabinete do Governador e das Secretarias Executivas; e
g)Subprocurador Geral do Estado.
h)Chefe do Estado-Maior do Corpo de Bombeiros Militar. (NR) (Redação da alínea "h" incluída pela Lei Complementar 534, de 2011).
i)os titulares das Diretorias que detêm as competências de órgão central dos sistemas administrativos vinculados às Secretarias de Estado da Fazenda e da Administração, constantes dos incisos I, II, IV, VI, IX, XI, XII e XV do art. 30 desta Lei Complementar; (Redação dada pela LC 700, de 2017).
j)Diretor Técnico da Suderf; e
k)Diretor Administrativo-Financeiro da Suderf. (NR) (Redação das alíneas "j" e "k" incluída pela Lei Complementar 636, de 2014).
l)Diretor Estadual de Trânsito. (Redação incluída pela LC 700, de 2017).
§ 1ºOs cargos de Comandante-Geral, Subcomandante-Geral e Chefe do Estado-Maior da Polícia Militar e de Comandante-Geral e Subcomandante-Geral do Corpo de Bombeiros Militar, são privativos de oficiais da ativa do último posto das Corporações. Os cargos de Comandante-Geral, Subcomandante-Geral e Chefe do Estado-Maior da Polícia Militar e de Comandante-Geral, Subcomandante-Geral e Chefe do Estado-Maior do Corpo de Bombeiros Militar são privativos de oficiais da ativa do último posto das Corporações. (NR) (Redação do § 1º dada pela Lei Complementar 534, de 2011).
§ 2ºO cargo de Chefe da Casa Militar é privativo do Posto de Coronel ou Tenente-Coronel da ativa dos Quadros das Corporações Militares Estaduais.
§ 3ºO cargo de Subchefe da Casa Militar é privativo de oficial superior da ativa dos Quadros das Corporações Militares Estaduais, de posto inferior ao Chefe da Casa Militar ou, se do mesmo posto, mais moderno.
§ 4ºOs cargos de Delegado Geral da Polícia Civil e de Delegado Geral Adjunto da Polícia Civil são privativos dos dois últimos níveis da carreira de Delegado de Polícia.
§ 5ºAs Funções Gratificadas - FG da Secretaria Executiva da Casa Militar serão ocupadas exclusivamente por Militares Estaduais da ativa, observando-se o seguinte:
Ias FGs de Coordenador da Casa Militar, de Coordenador Militar do Gabinete do Vice-Governador do Estado, de Ajudante de Ordem do Governador do Estado, de Ajudante de Ordem do Vice-Governador do Estado e de Assistente da Casa Militar são privativas de Oficiais Militares Estaduais; e
IIas FGs de Auxiliar da Casa Militar são privativas de Praças Militares Estaduais. (NR) (Redação do § 5º incluída pela Lei Complementar 534, de 2011).
§ 6ºO cargo de Diretor-Geral e as FGs de Diretor Adjunto e Corregedor, no âmbito do Instituto Geral de Perícias, constantes do Anexo XIV desta Lei Complementar, são privativos de servidores públicos efetivos e ativos dos 2 (dois) últimos níveis da carreira de Perito Oficial do Instituto Geral de Perícias. (NR) (Redação do § 6º incluída pela Lei Complementar 615, de 2013). (Redação revogada pela LC 741, de 2019)

SUBSEÇÃO III – Dos Cargos de Provimento em Comissão, das Funções de Chefia, das Funções Gratificadas e das Funções Técnicas Gerenciais

Art. 160.
Ficam criados, na estrutura dos órgãos e entidades da Administração Direta, Autárquica e Fundacional do Poder Executivo:
Io grupo de Cargos de Provimento em Comissão Não-codificados de livre nomeação e exoneração pelo Governador do Estado, com os respectivos valores de vencimento, conforme consta do Anexo I, parte integrante desta Lei Complementar;
IIo grupo de Cargos de Provimento em Comissão Codificados de Direção e Gerenciamento Superior - DGS e Direção e Gerenciamento Intermediário - DGI, de livre nomeação e exoneração pelo Governador do Estado, com os respectivos valores de vencimento, conforme consta do Anexo II, parte integrante desta Lei Complementar;
IIIo grupo de Funções Gratificadas - FG, constantes do Anexo XIV, parte integrante desta Lei Complementar a serem exercidas, exclusivamente, por servidores titulares de cargo ou emprego permanente do Estado, dos Municípios ou da União, de livre designação e dispensa pelo Governador do Estado, com os respectivos valores de gratificação, equiparadas às Funções Técnicas Gerenciais - FTG para todos os efeitos, conforme consta do Anexo IV, parte integrante desta Lei Complementar; e
IVo grupo de Funções de Chefia - FC a serem exercidas, exclusivamente, por servidores titulares de cargo de provimento efetivo ou emprego permanente do Estado, nos termos do inciso IV do art. 21 da Constituição Estadual, com os respectivos valores, conforme consta do Anexo III, parte integrante desta Lei Complementar.
§ 1ºOs cargos de Provimento em Comissão Codificados de Direção e Gerenciamento Superior - DGS de que trata o inciso II deste artigo, mantidos os mesmos níveis, ficam denominados também como Funções Técnicas Gerenciais - FTG, a serem exercidos, exclusivamente, por servidores titulares de cargo ou emprego permanente do Estado, dos Municípios ou da União, de livre designação e dispensa pelo Governador do Estado, com os respectivos valores de gratificação, conforme consta do Anexo IV, parte integrante desta Lei Complementar.
§ 2ºNo cômputo geral do provimento dos cargos previstos no inciso II deste artigo, preferencialmente 30% (trinta por cento) do quantitativo de cada órgão e entidade do Poder Executivo Estadual deverá ser ocupado por servidores titulares de cargo ou emprego permanente do Estado, dos Municípios, ou da União.
§ 3ºAto do Chefe do Poder Executivo poderá conceder aos titulares de cargos de provimento em comissão não-codificados e codificados e funções técnicas gerenciais, lotados ou vinculados às Secretarias de Estado de Desenvolvimento Regional, constantes dos Anexos VIII-A e VIII-B, uma gratificação adicional pelo efetivo exercício sobre o respectivo vencimento do cargo ou função, de até 50% (cinqüenta por cento), levando-se em consideração o valor médio de mercado daqueles serviços praticados na cidade pólo de cada uma destas regiões.
§ 4ºAs Funções Gratificadas - FG de natureza finalística constantes do Anexo XIV, no âmbito da Polícia Civil e do Instituto Geral de Perícias, serão ocupadas exclusivamente por Delegados de Polícia e por Peritos Criminalísticos, respectivamente. As FGs de natureza finalística constantes do Anexo XIV desta Lei Complementar, no âmbito da Polícia Civil, serão ocupadas exclusivamente por Delegados de Polícia e, no âmbito do Instituto Geral de Perícias, serão ocupadas exclusivamente por Peritos Oficiais, exceto as funções de Gerente Administrativo, Gerente de Identificação Civil e Criminal e Gerente de Medicina Legal, que poderão ser ocupadas por servidores públicos do Grupo Segurança Pública - Perícia Oficial. (NR) (Redação § 4º dada pela Lei Complementar 615, de 2013).
§ 5ºA Função Gratificada - FG de Gerente Regional da Fazenda Estadual, constante do Anexo XIV, serão ocupadas exclusivamente por Auditor Fiscal da Receita Estadual. (NR) (Redação do § 5º incluída pela Lei Complementar 442, de 2009). (Redação revogada pela LC 741, de 2019)
Art. 161.
As funções gratificadas constantes do Anexo Único da Lei Complementar nº 166, de 25 de junho de 1998, passam a ser constituídas conforme distribuição, denominação, quantitativos e percentuais constantes dos Anexos XII e XIII desta Lei Complementar.
Parágrafo únicoAs gratificações de que trata este artigo serão calculadas com base no vencimento do nível MAG-10-A, 40 horas, do Grupo Magistério Público Estadual. As gratificações de que trata este artigo serão calculadas com base no vencimento do nível MAG-12-A, 40 horas, do Grupo Magistério Público Estadual. (NR) (Redação do parágrafo único dada pela Lei Complementar 457, de 2009). (Redação revogada pela LC 741, de 2019)
Art. 162.
A estrutura organizacional dos órgãos e entidades da Administração Direta, Autárquica e Fundacional do Poder Executivo é composta:
Ipelos cargos de provimento em comissão de Direção e Gerenciamento Superior - DGS, Direção e Gerenciamento Intermediário - DGI e Funções Técnicas Gerenciais - FTG, previstos nos Anexos V-A a X-E desta Lei Complementar;
IIpelas Funções Gratificadas - FG, previstas nos Anexos XII, XIII e XIV, desta Lei Complementar; e
IIIpelas Funções de Chefia - FC, previstas no Anexo III desta Lei Complementar.
Parágrafo únicoFica o Chefe do Poder Executivo autorizado a renomear e remanejar, dentro da estrutura organizacional dos órgãos e entidades da Administração Direta, Autárquica e Fundacional do Poder Executivo, os cargos de provimento em comissão dos Grupos Direção e Gerenciamento Superior - DGS, de Direção e Gerenciamento Intermediário - DGI, de Função Técnica Gerencial - FTG, de Função Gratificada - FG e de Função de Chefia - FC para suprir necessidades decorrentes do processo de descentralização e desconcentração administrativa, objeto desta Lei Complementar. (Redação revogada pela LC 741, de 2019)

SUBSEÇÃO IV – Do Perfil Profissional para o Exercício de Cargos de Provimento em Comissão, de Funções Técnicas Gerenciais e de Funções de Chefia

Art. 163.
Para o exercício dos cargos de provimento em comissão não-codificados e codificados de Direção e Gerenciamento Superior - DGS, níveis 1, 2 e 3, deverá o ocupante do cargo possuir, preferencialmente, formação superior em curso de graduação, com registro na respectiva entidade de classe profissional. (Redação revogada pela LC 741, de 2019)
Art. 164.
Para o exercício dos cargos de provimento em comissão codificados de Direção e Gerenciamento Intermediário - DGI, deverá o ocupante do cargo possuir capacidade técnica comprovada para exercício da função e, preferencialmente, formação superior em curso de graduação. (Redação revogada pela LC 741, de 2019)
Art. 165.
Para o exercício de Funções Técnicas Gerenciais - FTGs, níveis 1 e 2, deverá o servidor possuir, preferencialmente, formação em curso superior de graduação compatível com as atribuições da função, com registro na respectiva entidade de classe profissional. (Redação revogada pela LC 741, de 2019)
Art. 166.
Para o exercício do cargo de provimento em comissão de Assessor de Comunicação, deverá o ocupante do cargo possuir formação em curso superior de graduação em Jornalismo ou Comunicação Social, ou ter habilitação legal. (Redação revogada pela LC 741, de 2019)
Art. 167.
Para o exercício dos cargos de provimento em comissão de Consultor Jurídico, Assessor Jurídico, Assistente Jurídico ou Procurador Jurídico, deverá o ocupante do cargo possuir formação em curso superior de graduação em Direito, com registro na Ordem dos Advogados do Brasil - OAB. (Redação revogada pela LC 741, de 2019)
Art. 168.
Para o exercício do cargo de provimento em comissão de Gerente de Infra-Estrutura, das Secretarias de Estado de Desenvolvimento Regional, o ocupante do cargo deverá estar inscrito no CREA/CONFEA. (Redação revogada pela LC 741, de 2019)
Art. 169.
cargo de provimento em comissão de Consultor Técnico em Edificações, nível DGS 2, da Secretaria de Estado da Segurança Pública e Defesa do Cidadão, será ocupado por profissional com curso superior de graduação em Engenharia ou Arquitetura, com registro na respectiva entidade de classe. cargo de provimento em comissão de Gerente Técnico de Edificações, da Secretaria de Estado da Segurança Pública e da Secretaria de Estado da Justiça e Cidadania, será ocupado por profissional com curso superior de graduação em Engenharia ou Arquitetura, com registro na respectiva entidade de classe. (NR) (Redação do art. 169 dada pela Lei Complementar 534, de 2011). (Redação revogada pela LC 741, de 2019)
Art. 169-
A. Os ocupantes dos cargos de provimento em comissão da SDC deverão:
Ipossuir formação de nível superior compatível com a função, assim como o registro na entidade de classe; ou
IIatestar certificação de conhecimento específico. (Redação do Art. 169-A incluída pela Lei Complementar 713, de 2018).(Redação revogada pela LC 741, de 2019)
Art. 170.
As funções gratificadas de Integrador de Esporte Educacional do Ensino Fundamental, Médio e Superior serão ocupadas por Profissionais com Curso Superior de Graduação em Educação Física, com registro na respectiva entidade de Classe. (Redação revogada pela LC 741, de 2019)
Art. 171.
A designação e dispensa do exercício das Funções Técnicas Gerenciais - FTG fica a cargo do Chefe do Poder Executivo. A designação e a dispensa do exercício das Funções Técnicas Gerenciais - FTG e Funções Gratificadas - FG são de competência do Chefe do Poder Executivo. (NR) (Redação do art. 171 dada pela Lei Complementar 534, de 2011).(Redação revogada pela LC 741, de 2019)

SEÇÃO III

Do Remanejamento de Dotações Orçamentárias

Art. 172.
Fica o Chefe do Poder Executivo autorizado a remanejar, total ou parcialmente, as dotações orçamentárias dos órgãos, unidades e entidades da administração direta e indireta, extintos, transformados, alterados ou transferidos em face da presente Lei Complementar para aqueles que tiverem sido criados, absorvidos, alterados ou transferidos às correspondentes ou novas atribuições.
Parágrafo únicoOs contratos, convênios, acordos ou outros instrumentos congêneres relativos às atividades transformadas, alteradas ou transferidas aos órgãos, unidades ou entidades a que se refere este artigo serão revistos para adequação ao remanejamento orçamentário correspondente. (Redação revogada pela LC 741, de 2019)

CAPÍTULO II

Das Disposições Finais

Art. 173.
A partir da vigência desta Lei Complementar à Administração Pública Estadual somente será permitida a contratação de prestação de serviços de conservação, zeladoria, limpeza, segurança, vigilância, motorista, transportes, informática, copeiragem, recepção, secretariado, mensagens, intérprete de libras, reprografia, digitação, alimentação de sistemas, telecomunicações, manutenção de veículos, máquinas, operação de telemarketing e máquinas pesadas, pintura, prédios, equipamentos e instalações, operação de equipamentos rodoviários e agrícolas, auxílio de campo no setor agropecuário, operação de tráfego e de sistemas de manutenção rodoviária, leitura e conferência de consumo e/ou utilização de bens e serviços, assessoria, gerenciamento, coordenação, supervisão e subsídios à fiscalização, controle de qualidade e quantidade, serviços especializados de infraestrutura, projetos em geral, projetos especiais, projetos de sinalização, vistoria, diagnóstico e gerenciamento de estrutura em obras de engenharia e controle de peso do transporte de carga, quando estes se caracterizarem como atividades materiais acessórias, instrumentais ou complementares aos assuntos que constituem área de competência legal do órgão ou entidade. (Redação dada pela LC 741, de 2019)
§ 1ºCabe à Secretaria de Estado da Administração normatizar, supervisionar, controlar e orientar os serviços de contratação de prestação de serviços de que trata o caput deste artigo, bem como de bolsistas e estagiários.
§ 2ºA normatização, de que trata o parágrafo primeiro deste artigo, obrigatoriamente disporá que não poderão ser objeto de execução indireta as atividades inerentes às categorias funcionais abrangidas pelo plano de cargos do órgão ou entidade, salvo expressa disposição legal em contrário ou quando se tratar de cargo extinto, total ou parcialmente, no âmbito do quadro geral de pessoal.
Art. 174.
§ 5ºdo art. 8º da Lei Complementar nº 322, de 2 de março de 2006, passa a vigorar com a seguinte redação:
“Art. 8º ................................................................................................................
§ 5ºAs disposições deste artigo aplicam-se, no que couber, aos servidores em exercício na Procuradoria Geral Junto ao Tribunal de Contas, assegurando-se-lhes as vantagens previstas nos arts. 13, 14 e 15 da Lei Complementar nº 297, de 26 de agosto de 2005, ressalvado o direito de opção pela gratificação de que trata o art. 2º da Lei nº 9.502, de 8 de março de 1994.” (NR) (Redação revogada pela LC 741, de 2019)
Art. 175.
Ficam canceladas as dívidas do Tesouro do Estado com fundos, autarquias e fundações do Estado, decorrentes de recolhimentos e retenções efetuadas em exercícios financeiros anteriores, bem como decorrentes de serviços prestados e fornecimento de materiais, faturadas até 31 de dezembro de 2006, procedendo-se os registros contábeis de ajuste.
Parágrafo únicoVETADO. (Redação revogada pela LC 741, de 2019)
Art. 176.
Aos servidores que, em virtude da reestruturação administrativa, da descentralização ou desconcentração, determinadas pela presente Lei Complementar, forem movimentados de um órgão ou entidade para outra, fica assegurado o regime remuneratório a que fazem jus no órgão ou entidade de origem. (Redação revogada pela LC 741, de 2019)
Art. 177.
Fica mantida a vantagem financeira de estímulo à interiorização, a ser paga, mensalmente, a título de ajuda de custo ao servidor público efetivo da Administração Direta, Autárquica ou Fundacional, em decorrência do seu deslocamento para prestar serviços na sede das Secretarias de Estado de Desenvolvimento Regional, cujo deslocamento ocorra no sentido da Capital para o interior do Estado, com os valores fixados no Anexo XI, parte integrante desta Lei Complementar.
§ 1ºOs critérios e condições para a concessão da vantagem prevista neste artigo, serão regulamentados por decreto do Chefe do Poder Executivo, observados os seguintes princípios:
Iter como fato gerador a manifestação de vontade do servidor em aceitar a mudança de lotação e aprovação pelo setor próprio da Administração Pública mencionado no § 3º deste artigo; ter como fato gerador a manifestação de vontade do servidor em aceitar sua disposição e aprovação pelo setor próprio da Administração Pública mencionado no § 3º deste artigo; (NR) (Redação do inciso I dada pela Lei Complementar 534, de 2011).
IIo servidor deverá possuir formação, experiência e habilidades para o atendimento das necessidades das Secretarias de Estado de Desenvolvimento Regional, de acordo com perfil a ser definido em ato do Chefe do Poder Executivo;
IIIo valor máximo da ajuda de custo é de R$ 1.500,00 (mil e quinhentos reais), considerando-se o deslocamento do servidor da Capital do Estado para a Secretaria de Estado de Desenvolvimento Regional de Dionísio Cerqueira, e nos demais casos, proporcionalmente à distância entre o órgão ou entidade de origem e a Secretaria de Estado de Desenvolvimento Regional de destino, conforme tabela constante do Anexo XI, parte integrante desta Lei Complementar;
IVa vantagem de estímulo à interiorização não servirá de base de cálculo para o pagamento de qualquer benefício financeiro, inclusive abono de férias e gratificação natalina;
Vnão sofrer qualquer tipo de desconto, salvo se houver tributação de competência da União; e
VIser incorporado à remuneração do servidor, à razão de 20% (vinte por cento) por ano, a partir do quinto ano de percepção, incidindo sobre essa parcela incorporada a contribuição previdenciária.
§ 2ºO servidor que for selecionado para assumir função em Secretaria de Estado de Desenvolvimento Regional, na forma estabelecida no regulamento próprio, será lotado na respectiva Secretaria e manterá a remuneração atribuída no órgão ou entidade de origem, excetuadas as vantagens de natureza transitórias e aquelas inerentes ao local de trabalho. O servidor que for selecionado para assumir função na Secretaria de Estado de Desenvolvimento Regional, na forma estabelecida no regulamento próprio, manterá a remuneração atribuída no órgão ou entidade de origem, excetuadas as vantagens de natureza transitória e aquelas inerentes ao local de trabalho. (NR) (Redação § 2º dada pela Lei Complementar 534, de 2011).
§ 3ºA normatização e operacionalização do disposto neste artigo, compete à Secretaria de Estado da Administração, por meio da Diretoria de Gestão de Recursos Humanos, em conjunto com as Secretarias Setoriais e as Secretarias de Estado de Desenvolvimento Regional envolvidas. A normatização e operacionalização do disposto neste artigo competem à Secretaria de Estado da Administração, por meio da Diretoria de Gestão de Pessoas, em conjunto com as Secretarias Setoriais e as Secretarias de Estado de Desenvolvimento Regional envolvidas. (NR) (Redação do § 3º dada pela Lei Complementar 534, de 2011). (Redação revogada pela LC 741, de 2019)
Art. 178.
Fica o Chefe do Poder Executivo autorizado a promover adequações na linha de correlação constantes dos respectivos planos de carreira, dos diversos órgãos e entidades da Administração Direta, Autarquias e Fundações. (Redação revogada pela LC 741, de 2019)
Art. 179.
Fica mantido o Comitê de Descentralização, órgão colegiado vinculado à Secretaria de Estado do Planejamento, com a finalidade de dirimir dúvidas relativas à implementação da descentralização administrativa prevista nesta Lei Complementar.
§ 1ºO Comitê de Descentralização será composto pelos seguintes membros:
Io Vice-Governador, que o presidirá;
IIo Secretário de Estado do Planejamento, que exercerá as funções de Secretário Executivo do Comitê e na ausência ou impedimento do presidente assumirá a presidência;
IIIum representante da Secretaria de Estado de Coordenação e Articulação; um representante da Secretaria de Estado da Casa Civil; (NR) (Redação do inciso III dada pela Lei Complementar 534, de 2011).
IVum representante da Secretaria de Estado da Administração;
Vum representante da Secretaria de Estado da Saúde;
VIum representante da Secretaria de Estado da Educação;
VIIum representante da Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico Sustentável;
VIIIum representante da Secretaria de Estado da Agricultura e Desenvolvimento Rural; um representante da Secretaria de Estado da Agricultura e da Pesca (NR) (Redação do inciso VIII dada pela Lei Complementar 534, de 2011).
IXum representante da Secretaria de Estado da Assistência Social, Trabalho e Habitação;
Xum representante da Secretaria de Estado da Infra-Estrutura;
XIum representante da Secretaria de Estado de Turismo, Cultura e Esporte;
XIIum representante das Centrais Elétricas de Santa Catarina S/A - CELESC;
XIIIum representante da Companhia Catarinense de Águas e Saneamento - CASAN;
XIVum representante da Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina S/A - EPAGRI;
XVum representante do Departamento Estadual de Infra-Estrutura - DEINFRA; e
XVIsete representantes das Secretarias de Estado de Desenvolvimento Regional.
§ 2ºAs condições de funcionamento do Comitê de Descentralização serão dispostas em ato do Chefe do Poder Executivo. (Redação revogada pela LC 741, de 2019)
Art. 180.
Fica mantido o Sistema de Controle dos Débitos de pequeno valor do Estado de Santa Catarina. (Redação revogada pela LC 741, de 2019)
Art. 181.
Poder Executivo poderá qualificar como Agência Executiva a Autarquia ou Fundação que tenha cumprido os seguintes requisitos:
Iter um plano estratégico de reestruturação e de desenvolvimento institucional em andamento; e
IIter celebrado Contrato de Gestão com a respectiva Secretaria de Estado supervisora.
Parágrafo únicoA qualificação como Agência Executiva será feita em ato do Chefe do Poder Executivo, por indicação da Secretaria de Estado do Planejamento. (Redação revogada pela LC 741, de 2019)
Art. 182.
s planos estratégicos de reestruturação e de desenvolvimento institucional definirão políticas, diretrizes e medidas voltadas para a racionalização de estruturas e do quadro de servidores, a revisão dos processos de trabalho, o desenvolvimento dos recursos humanos e o fortalecimento da identidade institucional da Agência Executiva.
§ 1ºOs Contratos de Gestão das Agências Executivas serão celebrados com periodicidade mínima de um ano e estabelecerão os objetivos, metas e respectivos indicadores de desempenho da entidade, bem como os recursos necessários e os critérios e instrumentos para a avaliação do seu cumprimento.
§ 2ºO Poder Executivo, por intermédio da Secretaria de Estado do Planejamento, definirá os critérios e procedimentos para a elaboração e o acompanhamento dos Contratos de Gestão e dos programas estratégicos de reestruturação e de desenvolvimento institucional das Agências Executivas. (Redação revogada pela LC 741, de 2019)
Art. 183.
Fica mantida a Unidade de Coordenação Estadual - UCE, do Programa de Desenvolvimento do Turismo na Região Sul do Brasil, no âmbito do Estado de Santa Catarina - PRODETUR SUL/SC, subordinada à Secretaria de Estado de Turismo, Cultura e Esporte.
§ 1ºO Programa a que se refere este artigo tem por objetivo contribuir para o desenvolvimento sustentável do turismo, com aumento das oportunidades de trabalho, geração de renda e de divisas, através da consolidação, ampliação e melhoria da qualidade dos produtos e serviços ofertados no Estado de Santa Catarina.
§ 2ºFica o Chefe do Poder Executivo autorizado a baixar os atos complementares, necessários ao cumprimento e aplicação do disposto neste artigo, inclusive no que se refere à organização do Conselho Regional de Turismo e do Conselho Gestor, necessários à operacionalização do Programa. (Redação revogada pela LC 741, de 2019)
Art. 184.
Ficam mantidas, na estrutura organizacional básica da Fundação do Meio Ambiente - Fatma, quatorze Coordenadorias de Desenvolvimento Ambiental, com sede nas Secretarias de Estado de Desenvolvimento Regional da Grande Florianópolis, Joinville, Blumenau, Lages, Chapecó, Itajaí, Criciúma, Mafra, Joaçaba, Canoinhas, São Miguel d’Oeste, Rio do Sul, Tubarão e Caçador, e dez Coordenadorias Regionais na estrutura do Instituto de Previdência do Estado de Santa Catarina - IPESC, localizadas nos Municípios sede das Secretarias de Estado de Desenvolvimento Regional da Grande Florianópolis, Joinville, Blumenau, Itajaí, Lages, Chapecó, Criciúma, São Miguel d’Oeste, Rio do Sul e Caçador. Ficam mantidas as Coordenadorias de Desenvolvimento Ambiental na estrutura organizacional básica da Fundação do Meio Ambiente - FATMA e as Coordenadorias Regionais na estrutura do Instituto de Previdência do Estado de Santa Catarina - IPESC. Ficam mantidas as Coordenadorias de Desenvolvimento Ambiental na estrutura organizacional básica do IMA e as Coordenadorias Regionais na estrutura do IPREV.
§ 1ºCompõem a estrutura organizacional básica da FATMA as Coordenadorias de Desenvolvimento Ambiental, instituídas e localizadas nos municípios sedes das Secretarias de Desenvolvimento Regional de São Miguel d’Oeste, de Maravilha, de São Lourenço do Oeste, de Chapecó, de Xanxerê, de Concórdia, de Joaçaba, de Campos Novos, de Videira, de Caçador, de Curitibanos, de Rio do Sul, de Ituporanga, de Ibirama, de Blumenau, de Brusque, de Itajaí, da Grande Florianópolis, de Laguna, de Tubarão, de Criciúma, de Araranguá, de Joinville, de Jaraguá do Sul, de Mafra, de Canoinhas, de Lages, de São Joaquim, de Palmitos, de Dionísio Cerqueira, de Itapiranga, de Quilombo, de Seara, de Taió, de Timbó e de Braço do Norte, totalizando trinta e seis Coordenadorias, que serão ativadas por Decreto do Chefe do Poder Executivo, atendidos o interesse da administração pública e as necessidades e prioridades regionais. (Redação do art. 184 dada pela Lei Complementar 438, de 2009).
§ 1ºCompõem a estrutura organizacional básica do IMA as Coordenadorias de Desenvolvimento Ambiental, que serão ativadas por decreto do Chefe do Poder Executivo, atendidos o interesse da Administração Pública e as necessidades e propriedades regionais. (Redação do art. 184 e §1º, dada pela Lei 17.354, de 2017)
§ 2ºAs Coordenadorias Regionais, em número de dez, ficam instituídas e localizadas no município sede das Secretarias de Desenvolvimento Regional da Grande Florianópolis, de Joinville, de Blumenau, de Itajaí, de Lages, de Chapecó, de Criciúma, de São Miguel d’Oeste, de Rio do Sul e de Caçador. (NR) (Redação do §2º, dada pela Lei Complementar 438, de 2009).
Art. 185.
s corregedores dos órgãos ou instituições integrantes do sistema de segurança pública ficarão vinculados aos respectivos titulares e ao Corregedor Geral da Secretaria de Estado da Segurança Pública e Defesa do Cidadão. s corregedores dos órgãos ou instituições integrantes do sistema de segurança pública ficarão vinculados aos respectivos titulares e ao Corregedor-Geral da Secretaria de Estado da Segurança Pública. (NR) (Redação do art. 185 dada pela Lei Complementar 534, de 2011).
Art. 186.
Fica mantido o Fundo de Materiais, Publicações e Impressos Oficiais, regulamentado por ato do Chefe do Poder Executivo.
Art. 187.
Por ato específico do Chefe do Poder Executivo poderão ser convocados, com remuneração e vantagens de origem, servidores públicos civis e militares estaduais da Administração Direta ou Indireta Estadual para trabalhar nos Gabinetes do Governador, do Vice-Governador do Estado, dos Secretários de Estado, do Procurador Geral do Estado e dos dirigentes máximos das Autarquias e Fundações. Por ato específico do Chefe do Poder Executivo poderão ser convocados, com remuneração e vantagens de origem, servidores públicos civis da Administração Direta ou Indireta e militares estaduais para trabalhar nos Gabinetes do Governador do Estado, do Vice-Governador do Estado, dos Secretários de Estado, do Procurador-Geral do Estado e dos dirigentes máximos das autarquias, fundações, empresas públicas e sociedades de economia mista. (Redação do art. 187 dada pela Lei Complementar 534, de 2011).
§ 1ºA convocação de que trata o caput deste artigo somente poderá ocorrer, para servidor com formação compatível com as competências legais do órgão ou entidade de destino.
§ 2ºO órgão de origem do servidor público convocado ou colocado à disposição, será ressarcido das despesas enquanto durar a convocação, exceto aquele cuja verba destinada ao pagamento das despesas com pessoal tenha sido repassada pelo Tesouro do Estado.
§ 3ºO ressarcimento de que trata o § 2º deste artigo aplica-se, inclusive, a servidores da Administração Direta ou Indireta da União, do Distrito Federal, de outros Estados, ou de Municípios e dos Poderes Legislativo e Judiciário do Estado de Santa Catarina.
Art. 187-
A. Os servidores pertencentes ao Quadro das Fundações Educacionais, instituídas pelo poder público, quando nomeados para o exercício de cargo em comissão na esfera estadual, perceberão seus vencimentos de origem ressarcidos pelo órgão da administração pública.
Parágrafo únicoA Secretaria de Estado da Educação fica autorizada a ressarcir à Fundações Educacionais os valores correspondentes à remuneração de servidores de seus quadros que estejam no exercício de cargos comissionados desde 1º de maio de 2007. (NR) (Redação do art. 187-A incluída pela Lei Complementar 458, de 2009).
Art. 187-
B. Os servidores do Quadro do Magistério Público Estadual, estáveis, poderão atuar em projetos especiais que envolvam a Secretaria de Estado da Educação, o Ministério da Educação ou Instituição de Avaliação de Projetos Educacionais de atuação nacional ou internacional, na Associação Catarinense das Fundações Educacionais e na Associação de Mantenedores Particulares de Educação Superior de Santa Catarina, representativas do sistema universitário fundacional e privado catarinense, respectivamente, com prazo de duração de até dois anos, prorrogável por igual período. (NR) (Redação do art. 187-B incluída pela Lei Complementar 458, de 2009).
Art. 188.
s servidores públicos estaduais efetivos, em exercício nas estruturas transformadas ou não, alteradas ou transferidas, poderão optar pela permanência ou não no seu órgão de origem, no prazo de sessenta dias a contar da publicação desta Lei Complementar. (Redação revogada pela LC 741, de 2019)
Art. 189.
Aos servidores atingidos pelas disposições do § 1º do art. 8º da Lei Complementar nº 322, de 2006, ficam resguardados os direitos assegurados nos respectivos contratos de trabalho. (Redação revogada pela LC 741, de 2019)
Art. 190.
caput do art. 77 da Lei nº 6.745, de 1985, passa a vigorar com a seguinte redação:

“Art. 77. Ao servidor ocupante do cargo de provimento efetivo poderá ser concedida licença para tratamento de interesses particulares, pelo prazo de até 6 (seis) anos, renovável por igual período.” (NR)

Art. 190-
A. Os períodos aquisitivos de licenças-prêmio previstas no art. 78 da Lei nº 6.745, de 28 de dezembro de 1985, no art. 135 da Lei nº 6.843, de 28 de julho de 1986, e no art. 118 da Lei nº 6.844, de 29 de julho de 1986, ou da licença especial do art. 69 da Lei nº 6.218, de 10 de fevereiro de 1983, poderão ser usufruídos de forma parcelada, em período não inferior a 30 (trinta) dias.
§ 1ºAs licenças-prêmio ou licenças especiais acumuladas serão usufruídas de acordo com a conveniência e o interesse público.
§ 2ºAs licenças-prêmio e licenças especiais referidas no caput deste artigo deverão ser usufruídas integralmente antes da concessão da aposentadoria voluntária ou compulsória.
§ 3ºTerá prioridade no usufruto de licenças-prêmio ou licenças especiais o servidor que estiver mais próximo de atender aos requisitos para fins de aposentadoria ou de atingir a idade limite prevista para a aposentadoria compulsória.
§ 4ºA apresentação de pedido de passagem à inatividade sem prévia e oportuna apresentação do requerimento de gozo implicará perda do direito à licença-prêmio e à licença especial. (NR) (Redação do art. 190-A incluída pela Lei Complementar 534, de 2011).
Art. 191.
cargo de Administrador da Biblioteca Pública de Santa Catarina é privativo de graduado em Biblioteconomia. (Redação revogada pela LC 741, de 2019)
Art. 192.
Aos empregados públicos com curso de pós-graduação, mestrado e doutorado e que por intermédio do art. 8o, § 1o, da Lei Complementar nº 322, de 2006, fizeram opção pela lotação nas Secretarias de Estado, em Quadro Isolado, classificados como Agente Técnico de Nível Superior, ficam assegurados os mesmos percentuais de adicional de pós-graduação concedidos aos demais servidores públicos estaduais.
Art. 193.
VETADO.
Art. 194.
servidor público da administração direta, autárquica e fundacional investido em mandato de Vereador, havendo compatibilidade de horário, perceberá as vantagens de seu cargo, emprego ou função, sem prejuízo da remuneração do cargo eletivo.
Art. 195.
A aplicação desta Lei Complementar não poderá implicar em redução de vantagem assegurada a servidor pela Lei Complementar nº 83, de 18 de março de 1993, inclusive aos benefícios de agregação.
Art. 196.
Fica o Estado de Santa Catarina autorizado a alienar aos respectivos Municípios os Centros Comunitários, as rodovias estaduais que se situem nos perímetros urbanos e todos os Terminais Rodoviários Estaduais, observados os procedimentos legais cabíveis.
Art. 197.
Ficam vedadas, pelo prazo de 10 (dez) anos, a contar da data da publicação desta Lei Complementar, as remoções, transferências, relotações, convocações, disposições ou cessões para a Secretaria de Estado da Fazenda, Secretaria de Estado da Administração, Procuradoria Geral do Estado e Instituto de Previdência do Estado de Santa Catarina - IPESC, que impliquem percepção de qualquer tipo de gratificação de produtividade ou de vantagem pessoal. Ficam vedadas, pelo prazo de 10 (dez) anos, a contar da data da publicação desta Lei Complementar, as remoções, transferências, relotações, convocações, disposições ou cessões para a Secretaria de Estado da Fazenda, Secretaria de Estado da Administração, Procuradoria-Geral do Estado e Instituto de Previdência do Estado de Santa Catarina - IPREV que impliquem percepção de qualquer tipo de gratificação de produtividade ou de vantagem pessoal. (NR) (Redação do art. 197 dada pela Lei Complementar 534, de 2011 e revogada pela Lei Complementar 605, de 2013).
Art. 198.
Fica o Instituto de Previdência do Estado de Santa Catarina - IPESC, autorizado a alienar os direitos creditórios relativos a sua carteira imobiliária. Fica o Instituto de Previdência do Estado de Santa Catarina - IPREV autorizado a alienar os direitos creditórios relativos a sua carteira imobiliária. (NR) (Redação do art. 198 dada pela Lei Complementar 534, de 2011).
Art. 199.
VETADO.
Art. 200.
servidor sem vínculo de caráter permanente com o Estado, ocupante de cargo de provimento em comissão na administração direta, autárquica e fundacional dos Poderes do Estado, será aposentado, nos termos do § 1º do art. 30 da Constituição Estadual, se comprovar que:
Ino advento da Emenda Constitucional nº 20, de 16 de dezembro de 1998, contava com no mínimo 5 (cinco) anos ininterruptos no cargo comissionado e desde então, tenha ocupado cargo dessa natureza;
IItenha conquistado o direito pelas regras contidas no art. 107 e seguintes da Lei nº 6.745, de 1985, e do art. 30, inciso III, alínea “a” ou “c” da Constituição Estadual.
Parágrafo únicoPara efeitos de aplicação do disposto no caput deste artigo o servidor deverá demonstrar que o tempo de exercício no cargo comissionado somado ao interstício do tempo de serviço, assegurou o direito à obtenção da aposentadoria, nos termos da legislação anterior ao advento da Emenda Constitucional nº 20, de 1998.
Art. 201.
caput do art. 14 da Lei Complementar nº 345, de 07 de abril de 2006, passa a vigorar com a seguinte redação:

“Art. 14. Fica instituída a gratificação de dedicação integral ao professor universitário, no percentual de até 40% (quarenta por cento) do vencimento do cargo efetivo, ficando o docente beneficiário impedido de exercer outra atividade com vínculo empregatício.” (NR)

Art. 202.
art. 38 da Lei Complementar nº 345, de 2006, passa a vigorar com a seguinte redação:

“Art. 38. Ao servidor ativo e inativo que em decorrência da aplicação do disposto nesta Lei Complementar passar a perceber vencimento mensal inferior ao que vinha percebendo é assegurada a adequação por nível para cobrir a diferença.” (NR)

Art. 203.
Ficam asseguradas, para efeitos de aplicação da Lei Complementar nº 83, de 1993, as linhas de correlação estabelecidas pela Lei nº 11.025, de 21 de dezembro de 1998.
Parágrafo únicoFicam convalidados os pagamentos efetuados com base na correlação de que trata o caput deste artigo.
Art. 204.
art. 8º da Lei Complementar nº 254, de 15 de dezembro de 2003, passa a vigorar com seguinte redação:

“Art. 8º O cargo de provimento efetivo de Monitor, Atividades de Nível Médio, fica excluído do Quadro Único de Pessoal da Administração Direta do Poder Executivo, e passa a integrar o Grupo Segurança Pública - Sistema de Atendimento ao Adolescente Infrator, do Sistema de Segurança Pública, da Secretaria de Estado da Segurança Pública e Defesa do Cidadão, com lotação, reenquadramento e vencimentos estabelecidos nos Anexos VII, VIII e IX desta Lei Complementar.

Parágrafo únicoAto do Chefe do Poder Executivo fixará o local do exercício dos servidores referidos no caput.” (NR)
Art. 205.
Fica o Poder Executivo autorizado a desmembrar e alienar 60.123,64 m² (sessenta mil, cento e vinte e três metros e sessenta e quatro decímetros quadrados), tendo as seguintes dimensões e confrontações: 140,00 m (cento e quarenta metros) ao Norte com a Rodovia Ademar Gonzaga; 470,17 m (quatrocentos e setenta metros e dezessete centímetros) ao Leste com área remanescente da Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina S/A - EPAGRI; 166,03 m (cento e sessenta e seis metros e três centímetros) ao Sul com terras da Universidade Federal de Santa Catarina - UFSC; e 401,98 m (quatrocentos e um metros e noventa e oito centímetros) ao Oeste também com terras da Universidade Federal de Santa Catarina - UFSC, integrante de uma área total de 323.741,20 m² (trezentos e vinte e três mil, setecentos e quarenta e um metros e vinte decímetros quadrados) de propriedade da Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina S/A - EPAGRI.
§ 1ºVETADO.
§ 2ºA autorização prevista neste artigo não afasta a obrigatoriedade dos procedimentos exigidos pela Lei federal nº 8.666, de 1993, e suas alterações posteriores.
Art. 206.
Integram a presente Lei Complementar os Anexos I a XIV, referentes a nominatas, quantitativos, níveis e vencimentos dos cargos e funções comissionados codificados e não-codificados, bem como tabela de ajuda de custo. (Redação revogada pela LC 741, de 2019)
Art. 207.
As despesas decorrentes da execução desta Lei Complementar correrão à conta das dotações do Orçamento Geral do Estado.
Art. 208.
Esta Lei Complementar entra em vigor na data de sua publicação.
Art. 209.
Ficam revogadas as Leis Complementares nº 162, de 06 de janeiro de 1998, nº 221, de 09 de janeiro de 2002, e nº 284, de 28 de fevereiro de 2005, e suas alterações posteriores.

Florianópolis, 07 de maio de 2007.

Luiz Henrique da Silveira

Governador do Estado

ANEXO REVOGADO PELA LEI COMPLEMENTAR 741, DE 2019

ANEXO I

CARGOS DE PROVIMENTO EM COMISSÃO NÃO-CODIFICADOS

ESPÉCIE

GRUPO

Vencimento

R$

I. Administração Direta:

a)Consultor Geral
b)Diretor Geral
c)Subprocurador Geral do Estado
d)Delegado Geral Adjunto da Polícia Civil
e)Subchefe da Casa Militar
f)Subcomandante-Geral da Polícia Militar
g)Chefe do Estado-Maior da Polícia Militar
h)Subcomandante-Geral do Corpo de Bombeiros Militar
i)Subprocurador Geral do Contencioso;
j)Subprocurador Geral Administrativo
l)Piloto de Aeronave do Governo do Estado

3.306,26

3.306,26

3.306,26

3.306,26

3.306,26

3.306,26

3.306,26

3.306,26

3.306,26

3.306,26

3.306,26

II. Administração Autárquica e Fundacional:

a)Presidente de Autarquia e Fundação
b)Diretor Executivo

3.306,26

3.306,26

ANEXO REVOGADO PELA LEI COMPLEMENTAR 741, DE 2019

ANEXO I

CARGOS DE PROVIMENTO EM COMISSÃO NÃO-CODIFICADOS

ESPÉCIE

GRUPO

Vencimento R$

I. Administração Direta:

a)Consultor-Geral
b)Secretário Adjunto
c)Delegado-Geral Adjunto da Polícia Civil
d)Subchefe da Casa Militar
e)Subcomandante-Geral da Polícia Militar
f)Chefe do Estado-Maior da Polícia Militar
g)Subcomandante-Geral do Corpo de Bombeiros Militar
h)Subprocurador-Geral do Contencioso;
i)Subprocurador-Geral Administrativo
j)Piloto de Aeronave do Governo do Estado
l)Chefe do Estado-Maior do Corpo de Bombeiros Militar
m)Diretor-Geral
n)Coordenador Executivo de Assuntos Estratégicos (NR) (Redação incluída pela LC 605/13).
o)Coordenador Executivo de Negociação e Relações Funcionais (NR) (Redação incluída pela LC 605/13)

6.000,00

6.000,00

6.000,00

6.000,00

6.000,00

6.000,00

6.000,00

6.000,00

6.000,00

7.500,00

6.000,00

3.306,26

6.480,00

6.480,00

II. Administração Autárquica e Fundacional:

a)Presidente de Autarquia e Fundação
b)Diretor Executivo

6.000,00

6.000,00

(NR) (Redação do anexo I dada pela Lei Complementar 534, de 2011)

ANEXO REVOGADO PELA LEI COMPLEMENTAR 741, DE 2019

ANEXO II

CARGOS DE PROVIMENTO EM COMISSÃO CODIFICADOS

ESPÉCIE

GRUPO

Código

Nível

Vencimento

R$

I. Administração Direta, Autárquica e Fundacional:

DGS

1

2.570,62

Direção e Gerenciamento Superior

DGS

2

2.203,40

II. Administração Direta, Autárquica e Fundacional

DGS

3

1.836,17

Direção e Gerenciamento Intermediário

DGI

1

1.300,00

ANEXO REVOGADO PELA LEI COMPLEMENTAR 741, DE 2019

ANEXO III

FUNÇÕES DE CHEFIA - FC

ESPÉCIE

GRUPO

Código

Nível

Valor

I. Administração Direta, Autárquica e Fundacional:

FC

1

311,10

Funções de Chefia

FC

2

233,90

FC

3

194,14

ANEXO REVOGADO PELA LEI COMPLEMENTAR 741, DE 2019

ANEXO IV

FUNÇÕES TÉCNICAS GERENCIAIS - FTG

ESPÉCIE

Código

Nível

Valor

I. Administração Direta, Autárquica e Fundacional

FTG

1

1.400,00

Funções Técnicas Gerenciais

FTG

2

1.200,00

FTG

3

1.000,00

ANEXO REVOGADO PELA LEI COMPLEMENTAR 741, DE 2019

ANEXO V

NOMINATA DE CARGOS DE PROVIMENTO EM COMISSÃO E FUNÇÕES TÉCNICAS GERENCIAIS DA ADMINISTRAÇÃO DIRETA

GABINETE DO GOVERNADOR

ANEXO REVOGADO PELA LEI COMPLEMENTAR 741, DE 2019

ANEXO V-A

GABINETE DA CHEFIA DO EXECUTIVO

ÓRGÃO

DENOMINAÇÃO DO CARGO

Quantidade

Código

Nível

GABINETE DA CHEFIA DO EXECUTIVO

Assistente do Governador

4

DGS

2

Oficial de Gabinete

1

DGS

2

Assistente de Gabinete

7

DGS

3

Executivo de Recepção do Gabinete do Governador

1

DGS

1

Consultor Geral

5

Executivo do Gabinete

9

DGS

1

Assistente Técnico

2

DGS

2

Coordenadora Estadual da Mulher

1

DGS

1

Coordenador Estadual do Idoso

1

DGS

1

Coordenador Estadual da Juventude

1

DGS

1

Administrador da Casa d’Agronômica

1

DGS

1

Coordenador de Apoio às Ações Sociais

2

DGS

1

Consultor Técnico

4

DGI

1

ANEXO REVOGADO PELA LEI COMPLEMENTAR 741, DE 2019

ANEXO V-A

GABINETE DA CHEFIA DO EXECUTIVO

ÓRGÃO

DENOMINAÇÃO DO CARGO

Quantidade

Código

Nível

GABINETE DA CHEFIA DO EXECUTIVO

Assistente do Governador

6

DGS

2

Oficial de Gabinete

1

DGS

2

Assistente de Gabinete

8

DGS

3

Executivo de Recepção do Gabinete do Governador

1

DGS

1

Consultor-Geral

7

Executivo do Gabinete

10

DGS

1

Assistente Técnico

5

DGS

2

Administrador da Casa d’Agronômica

1

DGS

1

Coordenador de Apoio às Ações Sociais

2

DGS

1

Consultor Técnico

4

DGI

1

Assessor de Gabinete

3

DGS

2

Coordenador de Articulação de Serviços Voluntários

1

DGS

1

(NR) (Redação do Anexo V-A dada pela Lei Complementar 534, de 2011)

ANEXO REVOGADO PELA LEI COMPLEMENTAR 741, DE 2019

ANEXO V-B

SECRETARIA DE ESTADO DE COORDENAÇÃO E ARTICULAÇÃO

ÓRGÃO

DENOMINAÇÃO DO CARGO

Quantidade

Código

Nível

GABINETE DO SECRETÁRIO

Assistente do Secretário

3

DGS/FTG

2

Assessor de Comunicação

1

DGS/FTG

2

Executivo de Articulação Política

2

DGS/FTG

1

Consultor Jurídico

1

DGS/FTG

1

Assistente Jurídico

2

DGS/FTG

2

Consultor Técnico

15

DGI

1

GABINETE DO DIRETOR GERAL

Diretor Geral

1

Assistente do Diretor Geral

1

DGS

2

Diretor Administrativo e Financeiro

1

DGS/FTG

1

Gerente de Planejamento e Avaliação

1

DGS/FTG

2

Gerente de Recursos Humanos

1

DGS/FTG

2

Gerente de Administração, Finanças e Contabilidade

1

DGS/FTG

2

Gerente de Apoio Operacional

1

DGS/FTG

2

Gerente de Tecnologia da Informação

1

DGS/FTG

2

DIRETORIA DE ASSUNTOS LEGISLATIVOS

Diretor de Assuntos Legislativos

1

DGS/FTG

1

Assistente Técnico Legislativo

3

DGS/FTG

2

Gerente de Mensagens e Atos Legislativos

1

DGS/FTG

2

Gerente de Acompanhamento de Pedidos de Informações

1

DGS/FTG

2

Gerente de Decretos e Atos Administrativos

1

DGS/FTG

2

SECRETARIA EXECUTIVA DA CASA MILITAR

Subchefe da Casa Militar

1

Piloto de Aeronave do Governo do Estado

6

SECRETARIA EXECUTIVA DA CASA MILITAR

Subchefe da Casa Militar

1

Piloto de Aeronave do Governo do Estado (Redação dada pela LC 481/10)

7

SECRETARIA EXECUTIVA DE ARTICULAÇÃO ESTADUAL

GABINETE DO SECRETÁRIO

Consultor Geral

1

Assistente do Secretário Executivo

1

DGS/FTG

2

Executivo de Articulação Política

4

DGS/FTG

1

Assistente Técnico

4

DGS/FTG

3

Consultor Técnico

2

DGI

1

SECRETARIA EXECUTIVA DE ARTICULAÇÃO NACIONAL

GABINETE DO SECRETÁRIO

Consultor Geral

1

Assistente do Secretário Executivo

1

DGS/FTG

2

Assessor de Comunicação

1

DGS/FTG

2

Gerente de Administração, Finanças e Contabilidade

1

DGS/FTG

2

Gerente de Logística

1

DGS/FTG

2

Executivo de Articulação Política

2

DGS/FTG

1

Gerente de Apoio aos Municípios

1

DGS/FTG

2

Gerente de Projetos Nacionais

1

DGS/FTG

2

Consultor Técnico

3

DGI

1

ANEXO REVOGADO PELA LEI COMPLEMENTAR 741, DE 2019

ANEXO V-B

SECRETARIA DE ESTADO DA CASA CIVIL

ÓRGÃO

DENOMINAÇÃO DO CARGO

Quantidade

Código

Nível

GABINETE DO SECRETÁRIO

Assistente do Secretário

3

DGS/FTG

2

Assessor de Comunicação

1

DGS/FTG

2

Executivo de Articulação Política

1

DGS/FTG

1

Consultor Jurídico

1

DGS/FTG

1

Assessor Jurídico

2

DGS/FTG

2

Consultor Técnico

15

DGI

1

Coordenador da Igualdade Racial

1

DGS

1

Coordenadora Estadual da Mulher

1

DGS

1

Coordenador Estadual do Idoso

1

DGS

1

Coordenador Estadual da Juventude (Redação suprimida pela LC 670/16)

1

DGS

1

Executivo de Redação Oficial

1

DGS/FTG

1

Assistente Técnico (Redação dada pela LC 670/16)

3

DGS/FTG

3

GABINETE DO SECRETÁRIO ADJUNTO

Secretário Adjunto

1

Assistente do Secretário Adjunto

3

DGS/FTG

2

Diretor Administrativo e Financeiro

1

DGS/FTG

1

Assistente do Diretor Administrativo e Financeiro

1

DGS/FTG

2

Gerente de Licitações, Contratos e Gestão de Compras

1

DGS/FTG

2

Gerente de Gestão de Pessoas

1

DGS/FTG

2

Gerente de Planejamento, Administração, Finanças e Contabilidade

1

DGS/FTG

2

Gerente de Apoio Operacional

1

DGS/FTG

2

Gerente de Tecnologia da Informação e

Governança Eletrônica

1

DGS/FTG

2

DIRETORIA DE ASSUNTOS LEGISLATIVOS

Diretor de Assuntos Legislativos

1

DGS/FTG

1

Assistente do Diretor de Assuntos Legislativos

1

DGS/FTG

2

Assistente Técnico Legislativo

3

DGS/FTG

2

Gerente de Mensagens e Atos Legislativos

1

DGS/FTG

2

Gerente de Acompanhamento de Pedidos de Informações

1

DGS/FTG

2

Gerente de Decretos e Atos Administrativos

1

DGS/FTG

2

DIRETORIA DE DIREITOS HUMANOS (Redação suprimida pela LC 670/16)

Diretor de Direitos Humanos

1

DGS/FTG

1

Assistente do Diretor de Direitos Humanos

1

DGS/FTG

2

SECRETARIA EXECUTIVA DA CASA MILITAR

Subchefe da Casa Militar

1

Piloto de Aeronave do Governo do Estado

7

SECRETARIA EXECUTIVA DE ARTICULAÇÃO ESTADUAL

GABINETE DO SECRETÁRIO

Consultor-Geral

1

Assistente do Secretário Executivo

1

DGS/FTG

2

Executivo de Articulação Política

4

DGS/FTG

1

Assistente Técnico

4

DGS/FTG

3

Consultor Técnico

2

DGI

1

Consultor da Liderança de Governo

4

DGS/FTG

1

SECRETARIA EXECUTIVA DE ARTICULAÇÃO NACIONAL

GABINETE DO SECRETÁRIO

Consultor-Geral

1

Assistente do Secretário Executivo

1

DGS/FTG

2

Assessor de Comunicação

1

DGS/FTG

2

Gerente de Planejamento, Administração, Finanças e Contabilidade

1

DGS/FTG

2

Gerente de Tecnologia da Informação e Governança Eletrônica

1

DGS/FTG

2

Executivo de Articulação Política

3

DGS/FTG

1

Executivo de Articulação Política (Redação dada pela LC 605/13)

2

DGS/FTG

1

Gerente de Apoio aos Municípios

1

DGS/FTG

2

Gerente de Projetos Nacionais

1

DGS/FTG

2

Consultor Técnico

3

DGI

1

Consultor Técnico (Redação dada pela LC 605/13)

2

DGI

1

Assessor Técnico

1

DGS/FTG

3

Assessor Técnico (Redação dada pela LC 605/13)

2

DGS/FTG

3

Assesssor de Controle Interno (Redação dada pela LC 605/13)

1

DGS/FTG

3

GABINETE DE APOIO (Redação dada pela LC 605/13)

Executivo de Articulação Política (Redação dada pela LC 605/13)

1

DGS/FTG

1

Gerente de Planejamento, Administração, Finanças e Contabilidade (Redação dada pela LC 605/13)

1

DGS/FTG

1

Consultor Técnico (Redação dada pela LC 605/13)

1

DGI

1

SECRETARIA EXECUTIVA DE SUPERVISÃO DE

RECURSOS DESVINCULADOS

GABINETE DO SECRETÁRIO

Assistente do Secretário

1

DGS/FTG

2

SECRETARIA EXECUTIVA DE SUPERVISÃO DE

RECURSOS DESVINCULADOS

GABINETE DO SECRETÁRIO

Assistente do Secretário (Redação dada pela LC 540/11)

1

DGS/FTG

2

DIRETORIA DE SUPERVISÃO DE RECURSOS DESVINCULADOS

Diretor de Supervisão de Recursos Desvinculados

1

DGS/FTG

1

Assistente Técnico

2

DGS/FTG

2

Gerente de Controle de Processos

1

DGS/FTG

2

Gerente de Avaliação e Acompanhamento de Projetos

1

DGS/FTG

2

DIRETORIA DE SUPERVISÃO DE RECURSOS DESVINCULADOS

Diretor de Supervisão de Recursos Desvinculados

1

DGS/FTG

1

Assistente Técnico

2

DGS/FTG

2

Gerente de Controle de Processos

1

DGS/FTG

2

Gerente de Avaliação e Acompanhamento de Projetos (Redação dada pela LC 540/11)

1

DGS/FTG

2

DIRETORIA DE GESTÃO DO FUNDOSOCIAL

Diretor de Gestão do FUNDOSOCIAL

1

DGS/FTG

1

Gerente de Controle do FUNDOSOCIAL

1

DGS/FTG

2

Gerente de Execução Orçamentária e Financeira (Redação dada pela LC 540/11)

1

DGS/FTG

2

(NR) (Redação do Anexo V-B dada pela Lei Complementar 534, de 2011)

ANEXO REVOGADO PELA LEI COMPLEMENTAR 741, DE 2019

ANEXO V-C

SECRETARIA DE ESTADO DE COMUNICAÇÃO

ÓRGÃO

DENOMINAÇÃO DO CARGO

Quantidade

Código

Nível

GABINETE DO SECRETÁRIO

Assistente do Secretário

2

DGS

2

Consultor Jurídico

1

DGS

1

Consultor de Contas e Contratos

1

DGS

1

Assistente Técnico

1

DGI

1

GABINETE DO DIRETOR GERAL

Diretor Geral

1

Gerente de Planejamento e Avaliação

1

DGS/FTG

2

Gerente de Administração, Finanças e Contabilidade

1

DGS/FTG

2

Gerente de Apoio Operacional

1

DGS/FTG

2

DIRETORIA DE DIVULGAÇÃO

Diretor de Divulgação

1

DGS

1

Gerente de Mídia

1

DGS

2

Gerente de Programação

1

DGS

2

Gerente do Sistema de Comunicação

1

DGS

2

Gerente de Publicações Legais

1

DGS

2

Gerente de Eventos

1

DGS

2

Executivo de Eventos

1

DGS

2

DIRETORIA DE IMPRENSA

Diretor de Imprensa

1

DGS

1

Gerente de Rádio

1

DGS

2

Executivo de Rádio

1

DGS

2

Gerente de Serviços de Imprensa

1

DGS

2

Gerente de Televisão

1

DGS

2

Gerente de Documentação

1

DGS

2

Executivo de Imprensa

8

DGS

2

Cinegrafista

2

DGS

2

ANEXO REVOGADO PELA LEI COMPLEMENTAR 741, DE 2019

ANEXO V-C

SECRETARIA DE ESTADO DE COMUNICAÇÃO

ÓRGÃO

DENOMINAÇÃO DO CARGO

Quantidade

Código

Nível

GABINETE DO SECRETÁRIO

Assistente do Secretário

2

DGS

2

Consultor Jurídico

1

DGS

1

Consultor de Contas e Contratos

1

DGS

1

Assistente Técnico

1

DGI

1

GABINETE DO SECRETÁRIO ADJUNTO

Secretário Adjunto

1

Gerente de Planejamento e Avaliação

1

DGS/FTG

2

Gerente de Administração, Finanças e Contabilidade

1

DGS/FTG

2

Gerente de Apoio Operacional

1

DGS/FTG

2

DIRETORIA DE DIVULGAÇÃO

Diretor de Divulgação

1

DGS

1

Gerente de Mídia

1

DGS

2

Gerente de Programação

1

DGS

2

Gerente do Sistema de Comunicação

1

DGS

2

Gerente de Publicações Legais

1

DGS

2

Gerente de Eventos

1

DGS

2

Gerente de Controle de Campanhas Institucionais

1

DGS

2

Executivo de Eventos

1

DGS

2

DIRETORIA DE IMPRENSA

Diretor de Imprensa

1

DGS

1

Gerente de Rádio

1

DGS

2

Executivo de Rádio

1

DGS

2

Gerente de Serviços de Imprensa

1

DGS

2

Gerente de Televisão

1

DGS

2

Gerente de Documentação

1

DGS

2

Executivo de Imprensa

10

DGS

2

Cinegrafista

2

DGS

2

(NR) (Redação do Anexo V-C dada pela Lei Complementar 534, de 2011)

ANEXO REVOGADO PELA LEI COMPLEMENTAR 741, DE 2019

ANEXO V-D

SECRETARIA ESPECIAL DE ARTICULAÇÃO INTERNACIONAL

ÓRGÃO

DENOMINAÇÃO DO CARGO

Quantidade

Código

Nível

GABINETE DO SECRETÁRIO

Consultor Geral

1

Assistente do Secretário Executivo

1

DGS/FTG

2

Consultor Jurídico

1

DGS/FTG

1

Consultor de Articulação Internacional

1

DGS/FTG

1

Gerente de Administração, Finanças e Contabilidade

1

DGS/FTG

2

DIRETORIA DE ECONOMIA INTERNACIONAL

Diretor de Economia Internacional

1

DGS/FTG

1

Gerente de Economia Internacional

1

DGS/FTG

2

DIRETORIA DE COOPERAÇÃO INTERNACIONAL

Diretor de Cooperação Internacional

1

DGS/FTG

1

Gerente de Cooperação Internacional

1

DGS/FTG

2

DIRETORIA DE MISSÕES, RECEPÇÕES E EVENTOS

Diretor de Missões, Recepções e Eventos

1

DGS/FTG

1

Gerente de Eventos

1

DGS/FTG

2

ANEXO REVOGADO PELA LEI COMPLEMENTAR 741, DE 2019

ANEXO V-D

SECRETARIA EXECUTIVA DE ASSUNTOS INTERNACIONAIS

ÓRGÃO

DENOMINAÇÃO DO CARGO

Quantidade

Código

Nível

GABINETE DO SECRETÁRIO

Consultor-Geral

1

Assistente do Secretário Executivo

1

DGS/FTG

2

Consultor Jurídico

1

DGS/FTG

1

Consultor de Articulação Internacional

1

DGS/FTG

1

Gerente de Planejamento, Administração, Finanças e Contabilidade

1

DGS/FTG

2

Gerente de Apoio Operacional

1

DGS/FTG

2

Gerente de Gestão Documental

1

DGS/FTG

2

Gerente de Gestão de Pessoas

1

DGS/FTG

2

DIRETORIA DE ECONOMIA INTERNACIONAL

Diretor de Economia Internacional

1

DGS/FTG

1

Gerente de Economia Internacional

1

DGS/FTG

2

DIRETORIA DE COOPERAÇÃO INTERNACIONAL

Diretor de Cooperação Internacional

1

DGS/FTG

1

Gerente de Cooperação Internacional

1

DGS/FTG

2

DIRETORIA DE MISSÕES, RECEPÇÕES E EVENTOS

Diretor de Missões, Recepções e Eventos

1

DGS/FTG

1

Gerente de Eventos

1

DGS/FTG

2

(NR) (Redação do Anexo V-D dada pela Lei Complementar 534, de 2011)

ANEXO REVOGADO PELA LEI COMPLEMENTAR 741, DE 2019

ANEXO V-E

SECRETARIA EXECUTIVA DE ASSUNTOS ESTRATÉGICOS

ÓRGÃO

DENOMINAÇÃO DO CARGO

Quantidade

Código

Nível

GABINETE DO SECRETÁRIO

Consultor Geral

1

Consultor de Assuntos Estratégicos

5

DGS

1

Assistente Técnico

1

DGS

2

Consultor Técnico

2

DGI

1

ANEXO REVOGADO PELA LEI COMPLEMENTAR 741, DE 2019

ANEXO V-F

PROCURADORIA GERAL DO ESTADO

ÓRGÃO

DENOMINAÇÃO DO CARGO

Quantidade

Código

Nível

CARGOS PRIVATIVOS DE PROCURADOR DO ESTADO

Subprocurador Geral do Contencioso

1

Subprocurador Geral Administrativo

1

Corregedor Geral

1

FTG

1

Procurador-Chefe da Procuradoria do Contencioso

1

FTG

2

Procurador-Chefe da Procuradoria Fiscal

1

FTG

2

Procurador-Chefe da Consultoria Jurídica

1

FTG

2

Subcorregedor de Autarquias e Fundações Públicas

1

FTG

2

Subcorregedor de Sociedades de Economia Mista e Empresas Públicas

1

FTG

2

CARGOS NÃO-PRIVATIVOS DE PROCURADOR DO ESTADO

Diretor de Apoio Técnico

1

DGS/FTG

1

Secretário do Processo Judicial

1

DGS/FTG

2

Secretário do Processo Administrativo

1

DGS/FTG

2

Secretário de Cálculos e Perícias

1

DGS/FTG

2

Diretor de Administração

1

DGS/FTG

1

Gerente de Recursos Humanos

1

DGS/FTG

2

Gerente de Apoio Operacional

1

DGS/FTG

2

Gerente de Administração, Finanças e Contabilidade

1

DGS/FTG

2

Gerente de Tecnologia da Informação

1

DGS/FTG

2

Assessor de Informações Jurídicas

1

DGS/FTG

2

Assessor Jurídico da Procuradoria Especial em Brasília

2

DGS/FTG

2

Assistente Pessoal do Procurador Geral do Estado

1

DGS/FTG

2

Assessor de Comunicação

1

DGS/FTG

2

Assessor Jurídico da Procuradoria Regional

15

DGS/FTG

3

Assistente da Defensoria Dativa

1

DGS/FTG

2

Assistente Pessoal do Corregedor Geral

1

DGS/FTG

3

Assistente Pessoal do Subprocurador Geral Administrativo

1

DGS/FTG

3

Assistente Pessoal do Subprocurador Geral do Contencioso

1

DGS/FTG

3

Consultor Técnico

5

DGI

1

ANEXO REVOGADO PELA LEI COMPLEMENTAR 741, DE 2019

ANEXO V-F

PROCURADORIA GERAL DO ESTADO

ÓRGÃO

DENOMINAÇÃO DO CARGO

Quantidade

Código

Nível

CARGOS PRIVATIVOS DE PROCURADOR DO ESTADO

Subprocurador-Geral do Contencioso

1

Subprocurador-Geral Administrativo

1

Corregedor-Geral

1

FTG

1

Procurador-Chefe da Procuradoria do Contencioso

1

FTG

2

Procurador-Chefe da Procuradoria Fiscal

1

FTG

2

Procurador-Chefe da Consultoria Jurídica

1

FTG

2

Subcorregedor de Autarquias e Fundações Públicas

1

FTG

2

Subcorregedor de Sociedades de Economia Mista e Empresas Públicas

1

FTG

2

CARGOS NÃO PRIVATIVOS DE PROCURADOR DO ESTADO

Diretor de Apoio Técnico

1

DGS/FTG

1

Secretário do Processo Judicial

1

DGS/FTG

2

Secretário do Processo Administrativo

1

DGS/FTG

2

Secretário de Cálculos e Perícias

1

DGS/FTG

2

Diretor de Administração

1

DGS/FTG

1

Gerente de Gestão de Pessoas

1

DGS/FTG

2

Gerente de Apoio Operacional

1

DGS/FTG

2

Gerente de Administração, Finanças e Contabilidade

1

DGS/FTG

2

Gerente de Tecnologia da Informação e Governança Eletrônica

1

DGS/FTG

2

Assessor de Informações Jurídicas

1

DGS/FTG

2

Assessor Jurídico da Procuradoria Especial em Brasília

2

DGS/FTG

2

Assistente Pessoal do Procurador-Geral do Estado

1

DGS/FTG

2

Assessor de Comunicação

1

DGS/FTG

2

Assessor Jurídico da Procuradoria Regional

15

DGS/FTG

3

Assistente Pessoal do Corregedor-Geral

1

DGS/FTG

3

Assistente Pessoal do Subprocurador-Geral Administrativo

1

DGS/FTG

3

Assistente Pessoal do Subprocurador-Geral do Contencioso

1

DGS/FTG

3

Consultor Técnico

6

DGI

1

(NR) (Redação do Anexo V-F dada pela Lei Complementar 534, de 2011)

ANEXO REVOGADO PELA LEI COMPLEMENTAR 741, DE 2019

ANEXO VI

GABINETE DO VICE-GOVERNADOR

ÓRGÃO

DENOMINAÇÃO DO CARGO

Quantidade

Código

Nível

GABINETE DO VICE-GOVERNADOR

Assistente do Vice-Governador

2

DGS

2

Oficial de Gabinete

1

DGS

2

Executivo de Gabinete

5

DGS

1

Assessor de Comunicação

1

DGS

2

Consultor Geral

2

Assessor Técnico

4

DGS

2

Fotógrafo

1

DGS

3

DIRETORIA DE ADMINISTRAÇÃO

Diretor de Administração

1

DGS

1

Gerente de Administração, Finanças e Contabilidade

1

DGS

2

Gerente de Apoio Operacional

1

DGS

2

ANEXO REVOGADO PELA LEI COMPLEMENTAR 741, DE 2019

ANEXO VI

GABINETE DO VICE-GOVERNADOR

ÓRGÃO

DENOMINAÇÃO DO CARGO

Quantidade

Código

Nível

GABINETE DO VICE-GOVERNADOR

Assistente do Vice-Governador

3

DGS

2

Oficial de Gabinete

1

DGS

2

Executivo de Gabinete

5

DGS

1

Assessor de Comunicação

1

DGS

2

Consultor-Geral

4

Assessor Técnico

6

DGS

2

Fotógrafo

1

DGS

3

DIRETORIA DE ADMINISTRAÇÃO

Diretor de Administração

1

DGS

1

Gerente de Planejamento, Administração, Finanças e Contabilidade

1

DGS

2

Gerente de Apoio Operacional

1

DGS

2

(NR) (Redação do Anexo VI dada pela Lei Complementar 534, de 2011)

ANEXO REVOGADO PELA LEI COMPLEMENTAR 741, DE 2019

ANEXO VII

SECRETARIAS DE ESTADO SETORIAIS

ANEXO REVOGADO PELA LEI COMPLEMENTAR 741, DE 2019

ANEXO VII-A

SECRETARIA DE ESTADO DO PLANEJAMENTO

ÓRGÃO

DENOMINAÇÃO DO CARGO

Quantidade

Código

Nível

GABINETE DO SECRETÁRIO

Assistente do Secretário

2

DGS/FTG

1

Consultor Jurídico

1

DGS/FTG

1

Assessor de Comunicação

1

DGS/FTG

2

Coordenador de Projetos Especiais

1

DGS/FTG

1

Consultor Técnico

2

DGI

1

GABINETE DO DIRETOR GERAL

Diretor Geral

1

Assistente do Diretor Geral

1

DGS/FTG

2

Gerente de Recursos Humanos

1

DGS/FTG

2

Gerente de Administração, Finanças e Contabilidade

1

DGS/FTG

2

DIRETORIA DE ORÇAMENTO

Diretor de Orçamento

1

DGS/FTG

1

Gerente de Elaboração do Orçamento

1

DGS/FTG

2

Gerente de Execução Orçamentária

1

DGS/FTG

2

Gerente de Acompanhamento do Orçamento

1

DGS/FTG

2

DIRETORIA DE PLANEJAMENTO

Diretor de Planejamento

1

DGS/FTG

1

Gerente de Planejamento

1

DGS/FTG

2

Gerente de Gestão de Programas Prioritários

1

DGS/FTG

2

Gerente de Coordenação e Avaliação de Ações Governamentais

1

DGS/FTG

2

DIRETORIA DE GESTÃO DA DESCENTRALIZAÇÃO

Diretor de Gestão da Descentralização

1

DGS/FTG

1

Gerente de Modernização Organizacional e Contrato de Gestão

1

DGS/FTG

2

Gerente de Acompanhamento da Descentralização

1

DGS/FTG

2

Gerente de Desenvolvimento Regional

1

DGS/FTG

2

DIRETORIA DE ESTATÍSTICA E CARTOGRAFIA

Diretor de Estatística e Cartografia

1

DGS/FTG

1

Gerente de Geografia e Cartografia

1

DGS/FTG

2

Gerente de Estatística

1

DGS/FTG

2

DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DAS CIDADES

Diretor de Desenvolvimento das Cidades

1

DGS/FTG

1

Gerente de Desenvolvimento Municipal

1

DGS/FTG

2

Gerente de Planejamento Urbano

1

DGS/FTG

2

Gerente de Apoio à Gestão das Cidades

1

DGS/FTG

2

ANEXO REVOGADO PELA LEI COMPLEMENTAR 741, DE 2019

ANEXO VII

SECRETARIAS DE ESTADO SETORIAIS

ANEXO REVOGADO PELA LEI COMPLEMENTAR 741, DE 2019

ANEXO VII-A

SECRETARIA DE ESTADO DO PLANEJAMENTO

ÓRGÃO

DENOMINAÇÃO DO CARGO

Quantidade

Código

Nível

GABINETE DO SECRETÁRIO

Assistente do Secretário

2

DGS/FTG

1

Consultor Jurídico

1

DGS/FTG

1

Assessor de Comunicação

1

DGS/FTG

2

Coordenador de Projetos Especiais

1

DGS/FTG

1

Coordenador de Projetos Especiais (Redação dada pela LC 613/13)

6

DGS/FTG

1

Consultor Técnico

2

DGI

1

Consultor Técnico (Redação dada pela LC 613/13)

3

DGS/FTG

2

GABINETE DO SECRETÁRIO ADJUNTO

Secretário Adjunto

1

Secretário Adjunto (Redação dada pela LC 613/13)

1

Assistente do Secretário Adjunto

1

DGS/FTG

2

Assistente do Secretário Adjunto (Redação dada pela LC 613/13)

1

DGS/FTG

2

Gerente de Gestão de Pessoas

1

DGS/FTG

2

Gerente de Administração, Finanças e Contabilidade

1

DGS/FTG

2

DIRETORIA DE PLANEJAMENTO

Diretor de Planejamento

1

DGS/FTG

1

Gerente de Planejamento

1

DGS/FTG

2

Gerente de Gestão de Programas Prioritários

1

DGS/FTG

2

Gerente de Coordenação e Avaliação de Ações Governamentais

1

DGS/FTG

2

DIRETORIA DE GESTÃO DA DESCENTRALIZAÇÃO

Diretor de Gestão da Descentralização

1

DGS/FTG

1

Diretor de Gestão da Descentralização (Redação dada pela LC 613/13)

1

DGS/FTG

1

Gerente de Modernização Organizacional e Contrato de Gestão

1

DGS/FTG

2

Gerente de Modernização Organizacional e Contrato de Gestão (Redação dada pela LC 613/13)

1

DGS/FTG

2

Gerente de Acompanhamento da Descentralização

1

DGS/FTG

2

Gerente de Acompanhamento da Descentralização (Redação dada pela LC 613/13)

1

DGS/FTG

2

Gerente de Desenvolvimento Regional

1

DGS/FTG

2

DIRETORIA DE ESTATÍSTICA E CARTOGRAFIA

Diretor de Estatística e Cartografia

1

DGS/FTG

1

Gerente de Geografia e Cartografia

1

DGS/FTG

2

Gerente de Estatística

1

DGS/FTG

2

DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DAS CIDADES

Diretor de Desenvolvimento das Cidades

1

DGS/FTG

1

Gerente de Desenvolvimento Municipal

1

DGS/FTG

2

Gerente de Planejamento Urbano

1

DGS/FTG

2

Gerente de Apoio à Gestão das Cidades

1

DGS/FTG

2

DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO REGIONAL E DAS CIDADES (Redação dada pela LC 613/13)

Diretor de Desenvolvimento Regional e das Cidades (Redação dada pela LC 613/13)

1

DGS/FTG

1

Gerente de Desenvolvimento Municipal (Redação dada pela LC 613/13)

1

DGS/FTG

2

Gerente de Planejamento Urbano (Redação dada pela LC 613/13)

1

DGS/FTG

2

Gerente de Apoio à Gestão das Cidades (Redação dada pela LC 613/13)

1

DGS/FTG

2

Gerente de Desenvolvimento Regional (Redação dada pela LC 613/13)

1

DGS/FTG

2

(NR) (Redação do Anexo VII-A dada pela Lei Complementar 534, de 2011)

ANEXO REVOGADO PELA LEI COMPLEMENTAR 741, DE 2019

ANEXO VII-B

SECRETARIA DE ESTADO DA ADMINISTRAÇÃO

ÓRGÃO

DENOMINAÇÃO DO CARGO

Quantidade

Código

Nível

GABINETE DO SECRETÁRIO

Assistente do Secretário

2

DGS/FTG

2

Assessor de Comunicação

1

DGS/FTG

2

Consultor Jurídico

1

DGS/FTG

1

Coordenador do Comitê de Acompanhamento de Custos

1

DGS/FTG

1

Consultor de Gestão de Custos

5

DGS/FTG

1

Coordenador de Programas de Modernização

1

DGS/FTG

1

Consultor de Planejamento

1

DGS/FTG

1

Consultor Técnico

5

DGI

1

OUVIDORIA GERAL DO ESTADO

Ouvidor Geral

1

DGS/FTG

1

Assistente de Ouvidoria

1

DGS/FTG

3

GABINETE DO DIRETOR GERAL

Diretor Geral

1

Assistente do Diretor Geral

1

DGS/FTG

2

Gerente de Recursos Humanos

1

DGS/FTG

2

Gerente de Administração, Finanças e Contabilidade

1

DGS/FTG

2

Gerente de Apoio Operacional

1

DGS/FTG

2

Gerente de Tecnologia da Informação

1

DGS/FTG

2

DIRETORIA DE GESTÃO DOCUMENTAL

Diretor de Gestão Documental

1

DGS/FTG

1

Assessor de Diretor

1

DGS/FTG

3

Gerente de Publicações

1

DGS/FTG

2

Gerente de Gestão Documental

1

DGS/FTG

2

Gerente de Recuperação Documental

1

DGS/FTG

2

DIRETORIA DE GESTÃO DE MATERIAIS E SERVIÇOS

Diretor de Gestão de Materiais e Serviços

1

DGS/FTG

1

Assessor de Diretor

1

DGS/FTG

3

Consultor de Licitações

1

DGS/FTG

1

Gerente de Licitações

1

DGS/FTG

2

Gerente de Contratos

1

DGS/FTG

2

DIRETORIA DE GESTÃO PATRIMONIAL

Diretor de Gestão Patrimonial

1

DGS/FTG

1

Assessor do Diretor

1

DGS/FTG

3

Gerente de Bens Imóveis

1

DGS/FTG

2

Gerente de Bens Móveis

1

DGS/FTG

2

DIRETORIA DE GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS

Diretor de Gestão de Recursos Humanos

1

DGS/FTG

1

Assessor do Diretor

1

DGS/FTG

3

Gerente de Ingresso e Movimentação de Pessoal

1

DGS/FTG

2

Gerente de Políticas de Recursos Humanos

1

DGS/FTG

2

Gerente de Avaliação e Controle Funcional

1

DGS/FTG

2

Gerente de Remuneração Funcional

1

DGS/FTG

2

Gerente de Controle de Mão-de-Obra Locada e Bolsa de Trabalho

1

DGS/FTG

2

DIRETORIA DE SAÚDE DO SERVIDOR

Diretor de Saúde do Servidor

1

DGS/FTG

1

Assessor do Diretor

1

DGS/FTG

3

Assistente Jurídico do Plano de Saúde

1

DGS/FTG

2

Assistente Técnico

1

DGS/FTG

2

Gerente do Plano de Saúde

1

DGS/FTG

2

DIRETORIA DE GOVERNANÇA ELETRÔNICA

Diretor de Governança Eletrônica

1

DGS/FTG

1

Gerente de Tecnologia da Informação

1

DGS/FTG

2

Gerente de Rede de Comunicação e Sistemas de Informação

1

DGS/FTG

2

DIRETORIA DE GESTÃO DO CENTRO ADMINISTRATIVO

Diretor de Gestão do Centro Administrativo

1

DGS/FTG

1

Consultor Técnico

3

DGI

1

Gerente de Administração do Centro Administrativo

1

DGS/FTG

2

ANEXO REVOGADO PELA LEI COMPLEMENTAR 741, DE 2019

ANEXO VII-B

SECRETARIA DE ESTADO DA ADMINISTRAÇÃO

ÓRGÃO

DENOMINAÇÃO DO CARGO

Quantidade

Código

Nível

GABINETE DO SECRETÁRIO

Assistente do Secretário

2

DGS/FTG

2

Assessor de Comunicação

1

DGS/FTG

2

Consultor Jurídico

1

DGS/FTG

1

Coordenador do Comitê de Acompanhamento de Custos

1

DGS/FTG

1

Consultor de Gestão de Custos

5

DGS/FTG

1

Coordenador de Programas de Modernização

1

DGS/FTG

1

Consultor de Planejamento

1

DGS/FTG

1

Consultor Técnico

5

DGI

1

OUVIDORIA GERAL DO ESTADO

Ouvidor Geral

1

DGS/FTG

1

Assistente de Ouvidoria

1

DGS/FTG

3

GABINETE DO DIRETOR GERAL

Diretor Geral

1

Assistente do Diretor Geral

1

DGS/FTG

2

Gerente de Recursos Humanos

1

DGS/FTG

2

Gerente de Administração, Finanças e Contabilidade

1

DGS/FTG

2

Gerente de Apoio Operacional

1

DGS/FTG

2

Gerente de Tecnologia da Informação

1

DGS/FTG

2

DIRETORIA DA IMPRENSA OFICIAL E EDITORA

DE SANTA CATARINA

Diretor da Imprensa Oficial e Editora de Santa Catarina

1

DGS/FTG

1

Assessor de Diretor

1

DGS/FTG

3

Gerente de Publicações

1

DGS/FTG

2

Gerente de Gestão Documental

1

DGS/FTG

2

Gerente de Recuperação Documental

1

DGS/FTG

2

DIRETORIA DE GESTÃO DE MATERIAIS E SERVIÇOS

Diretor de Gestão de Materiais e Serviços

1

DGS/FTG

1

Assessor de Diretor

1

DGS/FTG

3

Consultor de Licitações

1

DGS/FTG

1

Gerente de Licitações

1

DGS/FTG

2

Gerente de Contratos

1

DGS/FTG

2

DIRETORIA DE GESTÃO PATRIMONIAL

Diretor de Gestão Patrimonial

1

DGS/FTG

1

Assessor do Diretor

1

DGS/FTG

3

Gerente de Bens Imóveis

1

DGS/FTG

2

Gerente de Bens Móveis

1

DGS/FTG

2

DIRETORIA DE GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS

Diretor de Gestão de Recursos Humanos

1

DGS/FTG

1

Assessor do Diretor

1

DGS/FTG

3

Gerente de Ingresso e Movimentação de Pessoal

1

DGS/FTG

2

Gerente de Políticas de Recursos Humanos

1

DGS/FTG

2

Gerente de Avaliação e Controle Funcional

1

DGS/FTG

2

Gerente de Remuneração Funcional

1

DGS/FTG

2

Gerente de Controle de Mão-de-Obra Locada e

Bolsa de Trabalho

1

DGS/FTG

2

DIRETORIA DE SAÚDE DO SERVIDOR

Diretor de Saúde do Servidor

1

DGS/FTG

1

Assessor do Diretor

1

DGS/FTG

3

Assistente Jurídico do Plano de Saúde

1

DGS/FTG

2

Assistente Técnico

1

DGS/FTG

2

Gerente do Plano de Saúde

1

DGS/FTG

2

DIRETORIA DE GOVERNANÇA ELETRÔNICA

Diretor de Governança Eletrônica

1

DGS/FTG

1

Gerente de Tecnologia da Informação

1

DGS/FTG

2

Gerente de Rede de Comunicação e Sistemas de

Informação

1

DGS/FTG

2

DIRETORIA DE GESTÃO DO CENTRO ADMINISTRATIVO

Diretor de Gestão do Centro Administrativo

1

DGS/FTG

1

Consultor Técnico

3

DGI

1

Gerente de Administração do Centro Administrativo

1

DGS/FTG

2

(Redação do Anexo VII-B dada pela Lei Complementar 468, de 2009)

ANEXO REVOGADO PELA LEI COMPLEMENTAR 741, DE 2019

ANEXO VII-B

SECRETARIA DE ESTADO DA ADMINISTRAÇÃO

ÓRGÃO

DENOMINAÇÃO DO CARGO

Quantidade

Código

Nível

GABINETE DO SECRETÁRIO

Assistente do Secretário

2

DGS/FTG

2

Assessor de Comunicação

1

DGS/FTG

2

Consultor Jurídico

1

DGS/FTG

1

Coordenador do Comitê de Acompanhamento de Custos

1

DGS/FTG

1

Consultor de Gestão de Custos

6

DGS/FTG

1

Coordenador de Programas de Modernização

1

DGS/FTG

1

Consultor de Planejamento

1

DGS/FTG

1

Consultor Técnico

6

DGI

1

Assessor Técnico

2

DGS/FTG

2

Assessor Técnico (Redação dada pela LC 605/13)

5

DGS/FTG

2

GABINETE DO SECRETÁRIO ADJUNTO

Secretário Adjunto

1

Secretário Adjunto (Redação dada pela LC 605/13)

1

Assistente do Secretário Adjunto

1

DGS/FTG

2

Assistente do Secretário Adjunto (Redação dada pela LC 605/13)

1

DGS/FTG

2

Gerente de Gestão de Pessoas

1

DGS/FTG

2

Gerente de Administração, Finanças e Contabilidade

1

DGS/FTG

2

Gerente de Apoio Operacional

1

DGS/FTG

2

Gerente de Tecnologia da Informação e Governança Eletrônica

1

DGS/FTG

2

DIRETORIA ADMINISTRATIVA E FINANCEIRA (Redação dada pela LC 605/13)

Diretor Administrativo e Financeiro (Redação dada pela LC 605/13)

1

Gerente de Gestão de Pessoas (Redação dada pela LC 605/13)

1

DGS/FTG

2

Gerente de Administração, Finanças e Contabilidade (Redação dada pela LC 605/13)

1

DGS/FTG

2

Gerente de Apoio Operacional (Redação dada pela LC 605/13)

1

DGS/FTG

2

Gerente de Tecnologia da Informação e Governança Eletrônica (Redação dada pela LC 605/13)

1

DGS/FTG

2

OUVIDORIA-GERAL DO ESTADO

Ouvidor-Geral

1

DGS/FTG

1

Ouvidor-Geral

1

Assistente de Ouvidoria

1

DGS/FTG

3

DIRETORIA DA IMPRENSA OFICIAL E EDITORA DE

SANTA CATARINA

Diretor da Imprensa Oficial e Editora de Santa Catarina

1

DGS/FTG

1

Diretor da Imprensa Oficial e Editora de Santa Catarina (Redação dada pela LC 605/13)

1

Assessor de Diretor

1

DGS/FTG

3

Gerente de Publicações

1

DGS/FTG

2

Gerente de Gestão Documental

1

DGS/FTG

2

Gerente de Recuperação Documental

1

DGS/FTG

2

DIRETORIA DE GESTÃO DE MATERIAIS E SERVIÇOS

Diretor de Gestão de Materiais e Serviços

1

DGS/FTG

1

Diretor de Gestão de Materiais e Serviços (Redação dada pela LC 605/13)

1

Assessor de Diretor

1

DGS/FTG

3

Consultor de Licitações

1

DGS/FTG

1

Gerente de Licitações

1

DGS/FTG

2

Gerente de Contratos

1

DGS/FTG

2

Gerente de Mão-de-Obra Locada

1

DGS/FTG

2

DIRETORIA DE GESTÃO PATRIMONIAL

Diretor de Gestão Patrimonial

1

DGS/FTG

1

Diretor de Gestão Patrimonial (Redação dada pela LC 605/13)

1

Assessor do Diretor

1

DGS/FTG

3

Gerente de Bens Imóveis

1

DGS/FTG

2

Gerente de Bens Móveis

1

DGS/FTG

2

DIRETORIA DE GESTÃO E DESENVOLVIMENTO DE PESSOAS

Diretor de Gestão e Desenvolvimento de Pessoas

1

DGS/FTG

1

Diretor de Gestão e Desenvolvimento de Pessoas (Redação dada pela LC 605/13)

1

Assessor do Diretor

1

DGS/FTG

3

Gerente de Ingresso e Movimentação de Pessoal

1

DGS/FTG

2

Gerente de Benefícios Funcionais

1

DGS/FTG

2

Gerente de Acompanhamento e Normatização da Gestão de Pessoas

1

DGS/FTG

2

Gerente de Remuneração Funcional

1

DGS/FTG

2

Gerente do Sistema Informatizado de Gestão de Pessoas

1

DGS/FTG

2

Assessor de Relações Sindicais (Redação incluída pela LC 605/13)

1

DGS/FTG

3

DIRETORIA DE SAÚDE DO SERVIDOR

Diretor de Saúde do Servidor

1

DGS/FTG

1

Diretor de Saúde do Servidor (Redação dada pela LC 605/13)

1

Assessor do Diretor

1

DGS/FTG

3

Assessor Jurídico do Plano de Saúde

1

DGS/FTG

2

Assistente Técnico

1

DGS/FTG

2

Gerente do Plano de Saúde

1

DGS/FTG

2

DIRETORIA DE GOVERNANÇA ELETRÔNICA

Diretor de Governança Eletrônica

1

DGS/FTG

1

Diretor de Governança Eletrônica (Redação dada pela LC 605/13)

1

Assessor do Diretor

1

DGS/FTG

3

Gerente de Normas e Padrões de Tecnologia da Informação e

Comunicação

1

DGS/FTG

2

Gerente de Acessibilidade e Inclusão Digital

1

DGS/FTG

2

Gerente de Integração de Projetos e Sistemas de Informação

1

DGS/FTG

2

Gerente de Redes de Comunicação

1

DGS/FTG

2

Gerente de Governo Eletrônico

1

DGS/FTG

2

DIRETORIA DE GESTÃO DO CENTRO ADMINISTRATIVO

Diretor de Gestão do Centro Administrativo

1

DGS/FTG

1

Consultor Técnico

3

DGI

1

Gerente de Administração do Centro Administrativo

1

DGS/FTG

2

(NR) (Redação do Anexo VII-B dada pela Lei Complementar 534, de 2011)

ANEXO REVOGADO PELA LEI COMPLEMENTAR 741, DE 2019

ANEXO VII-B

SECRETARIA DE ESTADO DA ADMINISTRAÇÃO

(Lei Complementar nº 381, de 7 de maio de 2007)

ÓRGÃO

DENOMINAÇÃO DO CARGO

Quantidade

Código

Nível

GABINETE DO SECRETÁRIO

Assistente do Secretário

2

DGS/FTG

2

Assessor de Comunicação

1

DGS/FTG

2

Consultor Jurídico

1

DGS/FTG

1

Coordenador do Comitê de Acompanhamento de Custos

1

DGS/FTG

1

Consultor de Gestão de Custos

6

DGS/FTG

1

Coordenador de Programas de Modernização

1

DGS/FTG

1

Consultor de Planejamento

1

DGS/FTG

1

Consultor Técnico

6

DGI

1

Assessor Técnico

5

DGS/FTG

2

GABINETE DO SECRETÁRIO ADJUNTO

Secretário Adjunto

1

Assistente do Secretário Adjunto

1

DGS/FTG

2

DIRETORIA ADMINISTRATIVA E FINANCEIRA

Diretor Administrativo e Financeiro

1

Gerente de Gestão de Pessoas

1

DGS/FTG

2

Gerente de Administração, Finanças e Contabilidade

1

DGS/FTG

2

Gerente de Apoio Operacional

1

DGS/FTG

2

Gerente de Tecnologia da Informação e Governança Eletrônica

1

DGS/FTG

2

OUVIDORIA-GERAL DO ESTADO

Ouvidor-Geral

1

Assistente de Ouvidoria

1

DGS/FTG

3

DIRETORIA DA IMPRENSA OFICIAL E EDITORA DE SANTA CATARINA

Diretor da Imprensa Oficial e Editora de Santa Catarina

1

Assessor de Diretor

1

DGS/FTG

3

Gerente de Publicações

1

DGS/FTG

2

Gerente de Gestão Documental

1

DGS/FTG

2

Gerente de Recuperação Documental

1

DGS/FTG

2

DIRETORIA DE GESTÃO DE MATERIAIS E SERVIÇOS

Diretor de Gestão de Materiais e Serviços

1

Assessor de Diretor

1

DGS/FTG

3

Consultor de Licitações

1

DGS/FTG

1

Gerente de Licitações

1

DGS/FTG

2

Gerente de Contratos

1

DGS/FTG

2

Gerente de Mão de Obra Locada

1

DGS/FTG

2

DIRETORIA DE GESTÃO PATRIMONIAL

Diretor de Gestão Patrimonial

1

Assessor do Diretor

1

DGS/FTG

3

Gerente de Bens Imóveis

1

DGS/FTG

2

Gerente de Bens Móveis

1

DGS/FTG

2

DIRETORIA DE GESTÃO E DESENVOLVIMENTO DE PESSOAS

Diretor de Gestão e Desenvolvimento de Pessoas

1

Assessor do Diretor

1

DGS/FTG

3

Gerente de Ingresso e Movimentação de Pessoal

1

DGS/FTG

2

Gerente de Benefícios Funcionais

1

DGS/FTG

2

Gerente de Acompanhamento e Normatização da Gestão de Pessoas

1

DGS/FTG

2

Gerente de Remuneração Funcional

1

DGS/FTG

2

Gerente do Sistema Informatizado de Gestão de Pessoas

1

DGS/FTG

2

Assessor de Relações Sindicais

1

DGS/FTG

3

DIRETORIA DE SAÚDE DO SERVIDOR

Diretor de Saúde do Servidor

1

Assessor do Diretor

1

DGS/FTG

3

Assessor Jurídico do Plano de Saúde

1

DGS/FTG

2

Assistente Técnico

1

DGS/FTG

2

Gerente do Plano de Saúde

1

DGS/FTG

2

DIRETORIA DE GESTÃO DO CENTRO ADMINISTRATIVO

Diretor de Gestão do Centro Administrativo

1

DGS/FTG

1

Consultor Técnico

3

DGI

1

Gerente de Administração do Centro Administrativo

1

DGS/FTG

2

ANEXO REVOGADO PELA LEI COMPLEMENTAR 741, DE 2019

ANEXO VII-C

SECRETARIA DE ESTADO DA FAZENDA

ÓRGÃO

DENOMINAÇÃO DO CARGO

Quantidade

Código

Nível

GABINETE DO SECRETÁRIO

Assistente do Secretário

2

DGS/FTG

2

Assessor de Comunicação

1

DGS/FTG

2

Consultor Jurídico

1

DGS/FTG

1

Assessor Jurídico

1

DGS/FTG

2

Consultor de Assuntos Econômicos

1

DGS/FTG

1

Corregedor

1

DGS/FTG

1

Consultor Técnico

24

DGI

1

Gestor do FADESC

1

DGS/FTG

2

Secretário do Conselho de Política Financeira

1

DGS/FTG

2

CONSELHO ESTADUAL DE CONTRIBUINTES

Presidente do Conselho Estadual de Contribuintes

1

DGS/FTG

1

Secretário do Conselho Estadual de Contribuintes

1

DGS/FTG

2

Presidente da Segunda Câmara do Conselho Estadual de Contribuintes

1

DGS/FTG

2

TRIBUNAL ADMINISTRATIVO TRIBUTÁRIO (Redação dada pela LC 465/09)

Presidente do Tribunal (Redação dada pela LC 465/09)

1

DGS

1

Vice-Presidente do Tribunal (Redação dada pela LC 465/09)

1

DGS

2

Assistente Técnico do Presidente (Redação dada pela LC 465/09)

1

FTG

2

GABINETE DO DIRETOR GERAL

Diretor Geral

1

Assistente do Diretor Geral

1

DGS/FTG

2

Gerente de Apoio Operacional

1

DGS/FTG

2

Gerente de Tecnologia da Informação

1

DGS/FTG

2

DIRETORIA DE ADMINISTRAÇÃO TRIBUTÁRIA

Diretor de Administração Tributária

1

DGS/FTG

1

Gerente de Tributação

1

DGS/FTG

2

Gerente de Arrecadação

1

DGS/FTG

2

Gerente de Fiscalização

1

DGS/FTG

2

DIRETORIA DO TESOURO ESTADUAL

Diretor do Tesouro Estadual

1

DGS/FTG

1

Assistente Técnico

1

DGS/FTG

2

Gerente de Programação Financeira

1

DGS/FTG

2

DIRETORIA DE CONTABILIDADE GERAL

Diretor de Contabilidade Geral

1

DGS/FTG

1

DIRETORIA DE AUDITORIA GERAL

Diretor de Auditoria Geral

1

DGS/FTG

1

DIRETORIA DA DÍVIDA PÚBLICA E INVESTIMENTOS

Diretor da Dívida Pública e Investimentos

1

DGS/FTG

1

Gerente da Dívida Pública

1

DGS/FTG

2

SECRETARIA EXECUTIVA DE GESTÃO DOS FUNDOS ESTADUAIS

Diretor de Gestão dos Fundos Estaduais

1

DGS/FTG

1

Gerente de Controle dos Fundos Estaduais

1

DGS/FTG

2

Gerente de Execução Orçamentária e Financeira

1

DGS/FTG

2

ANEXO REVOGADO PELA LEI COMPLEMENTAR 741, DE 2019

ANEXO VII-C

SECRETARIA DE ESTADO DA FAZENDA

ÓRGÃO

DENOMINAÇÃO DO CARGO

Quantidade

Código

Nível

GABINETE DO SECRETÁRIO

Assistente do Secretário

2

DGS/FTG

2

Assessor de Comunicação

1

DGS/FTG

2

Consultor de Assuntos Econômicos

1

DGS/FTG

1

Corregedor

1

DGS/FTG

1

Consultor Técnico

24

DGI

1

Gestor do FADESC

1

DGS/FTG

2

Secretário do Conselho de Política Financeira

1

DGS/FTG

2

Coordenador de Programas de Modernização Tecnológica

1

DGS/FTG

1

Assistente Técnico

1

DGS/FTG

2

Assistente do Secretário (Redação dada pela LC 540/11)

2

DGS/FTG

2

Assessor de Comunicação (Redação dada pela LC 540/11)

1

DGS/FTG

2

Consultor de Assuntos Econômicos (Redação dada pela LC 540/11)

1

DGS/FTG

1

Corregedor (Redação dada pela LC 540/11)

1

DGS/FTG

1

Consultor Técnico (Redação dada pela LC 540/11)

24

DGI

1

Secretário do Conselho de Política Financeira (Redação dada pela LC 540/11)

1

DGS/FTG

2

Coordenador de Programas de Modernização Tecnológica (Redação dada pela LC 540/11)

1

DGS/FTG

1

Assistente Técnico (Redação dada pela LC 540/11)

1

DGS/FTG

2

Coordenador Executivo de Assuntos Estratégicos (Redação dada pela LC 605/13)

1

Coordenador Executivo de Negociação e Relações Funcionais

(Redação dada pela LC 605/13)

1

Assessor de Assuntos Institucionais (Redação dada pela LC 605/13)

1

DGS/FTG

2

Assistente Técnico (Redação dada pela LC 605/13)

4

DGS/FTG

2

CONSULTORIA JURÍDICA

Consultor Jurídico

1

DGS/FTG

1

Assessor Jurídico

1

DGS/FTG

2

Consultor Técnico

2

DGI

1

GABINETE DO SECRETÁRIO ADJUNTO

Secretário Adjunto

1

Assistente do Secretário Adjunto

2

DGS/FTG

2

Consultor Técnico

1

DGI

1

DIRETORIA DE ADMINISTRAÇÃO TRIBUTÁRIA

Diretor de Administração Tributária

1

DGS/FTG

1

Diretor de Administração Tributária (Redação dada pela LC 605/13)

1

Gerente de Tributação

1

DGS/FTG

2

Gerente de Arrecadação

1

DGS/FTG

2

Gerente de Fiscalização

1

DGS/FTG

2

DIRETORIA DO TESOURO ESTADUAL

Diretor do Tesouro Estadual

1

DGS/FTG

1

Diretor de Administração Tributária (Redação dada pela LC 605/13)

1

Assistente Técnico

1

DGS/FTG

2

Gerente de Programação Financeira

1

DGS/FTG

2

DIRETORIA DE CONTABILIDADE GERAL

Diretor de Contabilidade Geral

1

DGS/FTG

1

Diretor de Contabilidade Geral (Redação dada pela LC 605/13)

1

DIRETORIA DE AUDITORIA GERAL

Diretor de Auditoria Geral

1

DGS/FTG

1

Diretor de Auditoria Geral (Redação dada pela LC 605/13)

1

DIRETORIA DE CAPTAÇÃO DE RECURSOS E DA DÍVIDA PÚBLICA

Diretor de Captação de Recursos e da Dívida Pública

1

DGS/FTG

1

Diretor de Captação de Recursos e da Dívida Pública (Redação dada pela LC 605/13)

1

Gerente de Captação de Recursos

1

DGS/FTG

2

Gerente da Dívida Pública

1

DGS/FTG

2

DIRETORIA ADMINISTRATIVA E FINANCEIRA

Gerente de Apoio Operacional

1

DGS/FTG

2

Gerente de Tecnologia da Informação e Governança Eletrônica

1

DGS/FTG

2

Consultor Técnico

1

DGI

1

DIRETORIA DE GESTÃO DOS FUNDOS ESTADUAIS

Diretor de Gestão dos Fundos Estaduais

1

DGS/FTG

1

Gerente de Controle dos Fundos Estaduais

1

DGS/FTG

2

Gerente de Execução Orçamentária e Financeira

1

DGS/FTG

2

Assistente Técnico

1

DGS/FTG

2

DIRETORIA DE GESTÃO DE FUNDOS (Redação dada pela LC 540/11)

Diretor de Gestão de Fundos (Redação dada pela LC 540/11)

1

DGS/FTG

1

Diretor de Gestão de Fundos Estaduais (Redação dada pela LC 605/13)

1

Gerente do FADESC (Redação dada pela LC 540/11)

1

DGS/FTG

2

Assistente Técnico (Redação dada pela LC 540/11)

1

DGS/FTG

2

DIRETORIA DE PLANEJAMENTO ORÇAMENTÁRIO

Diretor de Planejamento Orçamentário

1

DGS/FTG

1

Diretor de Planejamento Orçamentário (Redação dada pela LC 605/13)

1

Gerente de Elaboração do Orçamento

1

DGS/FTG

2

Gerente de Execução Orçamentária

1

DGS/FTG

2

Gerente de Acompanhamento do Orçamento

1

DGS/FTG

2

Gerente de Elaboração e Acompanhamento do PPA

1

DGS/FTG

2

Gerente de Avaliação do PPA

1

DGS/FTG

2

TRIBUNAL ADMINISTRATIVO TRIBUTÁRIO

Presidente do Tribunal

1

DGS

1

Presidente do Tribunal (Redação dada pela LC 605/13)

1

Vice-Presidente do Tribunal

1

DGS

2

Assistente Técnico do Presidente

1

FTG

2

(Redação do Anexo VII-C dada pela Lei Complementar 534, de 2011)

ANEXO REVOGADO PELA LEI COMPLEMENTAR 741, DE 2019

ANEXO VII-C

SECRETARIA DE ESTADO DA FAZENDA

ÓRGÃO

DENOMINAÇÃO DO CARGO

Quantidade

CÓdigo

NÍvel

GABINETE DO SECRETÁRIO

Consultor de Assuntos Econômicos

1

DGS/FTG

1

Coordenador de Programas de Modernização Tecnológica

1

DGS/FTG

1

Corregedor

1

DGS/FTG

1

Consultor Técnico

25

DGI

1

Assessor de Assuntos Institucionais

1

DGS/FTG

2

Assessor de Comunicação

1

DGS/FTG

2

Assistente do Secretário

2

DGS/FTG

2

Assistente Técnico

10

DGS/FTG

2

Secretário do Conselho de Política Financeira

1

DGS/FTG

2

Coordenador Executivo de Assuntos Estratégicos

1

Coordenador Executivo de Negociação e Relações Funcionais

1

CONSULTORIA JURÍDICA

Consultor Jurídico

1

DGS/FTG

1

Assessor Jurídico

1

DGS/FTG

2

Consultor Técnico

2

DGI

1

GABINETE DO SECRETÁRIO ADJUNTO

Secretário Adjunto

1

Assistente do Secretário Adjunto

2

DGS/FTG

2

Consultor Técnico

1

DGI

1

DIRETORIA DE ADMINISTRAÇÃO TRIBUTÁRIA

Diretor de Administração Tributária

1

Gerente de Tributação

1

DGS/FTG

2

Gerente de Arrecadação

1

DGS/FTG

2

Gerente de Fiscalização

1

DGS/FTG

2

DIRETORIA DO TESOURO ESTADUAL

Diretor do Tesouro Estadual

1

Assistente Técnico

1

DGS/FTG

2

Gerente de Programação Financeira

1

DGS/FTG

2

DIRETORIA DE CONTABILIDADE GERAL

Diretor de Contabilidade Geral

1

DIRETORIA DE AUDITORIA GERAL

Diretor de Auditoria Geral

1

DIRETORIA DE CAPTAÇÃO DE RECURSOS E DA DÍVIDA PÚBLICA

Diretor de Captação de Recursos e da Dívida Pública

1

Gerente de Captação de Recursos

1

DGS/FTG

2

Gerente da Dívida Pública

1

DGS/FTG

2

DIRETORIA ADMINISTRATIVA E FINANCEIRA

Gerente de Apoio Operacional

1

DGS/FTG

2

Gerente de Tecnologia da Informação e

Governança Eletrônica

1

DGS/FTG

2

Consultor Técnico

1

DGI

1

DIRETORIA DE GESTÃO DE FUNDOS

Diretor de Gestão de Fundos

1

Gerente do FADESC

1

DGS/FTG

2

Assistente Técnico

1

DGS/FTG

2

DIRETORIA DE PLANEJAMENTO ORÇAMENTÁRIO

Diretor de Planejamento Orçamentário

1

Gerente de Elaboração do Orçamento

1

DGS/FTG

2

Gerente de Execução Orçamentária

1

DGS/FTG

2

Gerente de Acompanhamento do Orçamento

1

DGS/FTG

2

Gerente de Elaboração e Acompanhamento do PPA

1

DGS/FTG

2

Gerente de Avaliação do PPA

1

DGS/FTG

2

TRIBUNAL ADMINISTRATIVO TRIBUTÁRIO

Presidente do Tribunal

1

Vice-Presidente do Tribunal

1

DGS/FTG

2

Assistente Técnico do Presidente

1

DGS/FTG

2

(NR) (Redação do anexo VII-C dada pela Lei Complementar 687, de 2016).

ANEXO REVOGADO PELA LEI COMPLEMENTAR 741, DE 2019

ANEXO VII-D

SECRETARIA DE ESTADO DA SEGURANÇA PÚBLICA E DEFESA DO CIDADÃO

ÓRGÃO

DENOMINAÇÃO DO CARGO

Quantidade

Código

Nível

GABINETE DO SECRETÁRIO

Assistente do Secretário

4

DGS/FTG

2

Assessor de Comunicação

1

DGS/FTG

2

Consultor Jurídico

1

DGS/FTG

1

Assistente Jurídico

3

DGS/FTG

2

Ouvidor

1

DGS/FTG

1

Consultor Técnico

2

DGI

1

CORREGEDORIA GERAL

Corregedor Geral

1

DGS/FTG

1

Assistente Jurídico

1

DGS/FTG

2

GABINETE DO DIRETOR GERAL

Diretor Geral

1

Assistente do Diretor Geral

1

DGS/FTG

2

Diretor Administrativo e Financeiro

1

DGS/FTG

1

Gerente de Tecnologia da Informação

1

DGS/FTG

2

Gerente de Administração, Finanças e Contabilidade

1

DGS/FTG

2

Gerente de Recursos Humanos

1

DGS/FTG

2

Gerente de Apoio Operacional

1

DGS/FTG

2

Gerente do Complexo Administrativo

1

DGS/FTG

2

Gerente de Licitações e Contratos

1

DGS/FTG

2

Diretor de Planejamento e Avaliação

1

DGS/FTG

1

Gerente Técnico de Edificações

1

DGS/FTG

2

Gerente de Gestão de Fundos

1

DGS/FTG

2

Gerente de Projetos

1

DGS/FTG

2

DIRETORIA DE INFORMAÇÃO E INTELIGÊNCIA

Diretor de Informação e Inteligência

1

DGS/FTG

1

Gerente de Operações de Inteligência

1

DGS/FTG

2

Gerente de Estatística

1

DGS/FTG

2

DIRETORIA DE FORMAÇÃO E CAPACITAÇÃO PROFISSIONAL

Diretor de Formação e Capacitação Profissional

1

DGS/FTG

1

Gerente de Pesquisa e Extensão

1

DGS/FTG

2

DIRETORIA DE INTEGRAÇÃO

Diretor de Integração

1

DGS/FTG

1

Gerente de Relações Institucionais

1

DGS/FTG

2

DIRETORIA DE SEGURANÇA CIDADÃ

Diretor de Segurança Cidadã

1

DGS/FTG

1

Gerente de Ações Institucionais

1

DGS/FTG

2

DEPARTAMENTO ESTADUAL DE TRÂNSITO

Diretor Estadual de Trânsito

1

DGS/FTG

1

Corregedor do Departamento Estadual de Trânsito

1

DGS/FTG

1

Assessor Jurídico

1

DGS/FTG

2

Gerente de Habilitação de Condutores

1

DGS/FTG

2

Gerente de Registro e Licenciamento de Veículos

1

DGS/FTG

2

Gerente de Informática e Estatísticas de Trânsito

1

DGS/FTG

2

Gerente de Administração

1

DGS/FTG

2

Gerente Geral das Juntas Administrativas de Recursos de Infrações Estaduais e Imposição de Penalidades

1

DGS/FTG

2

POLÍCIA CIVIL

Delegado Geral da Polícia Civil

1

Delegado Geral Adjunto da Polícia Civil

1

Assistente Jurídico

1

DGS/FTG

2

Gerente de Apoio Operacional

1

DGS/FTG

2

Gerente Administrativo e Financeiro

1

DGS/FTG

2

Gerente de Licitações e Contratos

1

DGS/FTG

2

Gerente de Orientação e Controle

1

DGS/FTG

2

SECRETARIA EXECUTIVA DA JUSTIÇA E CIDADANIA

GABINETE DO SECRETÁRIO

Consultor Geral

1

Assistente do Secretário

1

DGS/FTG

2

Corregedor

1

DGS/FTG

1

Consultor Técnico

1

DGI

1

DEPARTAMENTO ESTADUAL DE DEFESA CIVIL

Diretor Estadual de Defesa Civil

1

DGS/FTG

1

Gerente de Administração

1

DGS/FTG

2

Gerente de Apoio Logístico

1

DGS/FTG

2

Gerente de Prevenção

1

DGS/FTG

2

Gerente de Minimização de Desastres

1

DGS/FTG

2

DEPARTAMENTO DE JUSTIÇA E CIDADANIA

Diretor de Justiça e Cidadania

1

DGS/FTG

1

Gerente de Apoio Operacional

1

DGS/FTG

3

Gerente do Programa de Defesa do Consumidor

1

DGS/FTG

2

Assistente Jurídico do PROCON

2

DGS/FTG

2

Gerente do Plantão Interinstitucional e Atendimento

1

DGS/FTG

2

Gerente de Proteção ao Adolescente

1

DGS/FTG

2

Gerente do Programa Social e Educativo para Adolescentes

1

DGS/FTG

2

Gerente do Centro Educacional Regional São Lucas

1

DGS/FTG

3

Gerente do Centro Educacional Regional de Lages

1

DGS/FTG

3

Gerente do Centro Educacional Regional de Chapecó

1

DGS/FTG

3

DEPARTAMENTO DE ADMINISTRAÇÃO PRISIONAL

Diretor de Administração Prisional

1

DGS/FTG

1

Gerente de Execução Penal

1

DGS/FTG

2

Gerente de Orientação e Assistência ao Egresso

1

DGS/FTG

2

Gerente Judiciário

1

DGS/FTG

2

Gerente de Apoio Psiquiátrico

1

DGS/FTG

2

Gerente de Presídios

20

DGS/FTG

3

Gerente de Casa de Albergado

1

DGS/FTG

3

Gerente de Escolta e Vigilância Prisional

1

DGS/FTG

2

DIRETORIA DA PENITENCIÁRIA DE FLORIANÓPOLIS

Diretor da Penitenciária de Florianópolis

1

DGS/FTG

2

Gerente de Execuções Penais

1

DGS/FTG

3

Gerente de Revisões Criminais

1

DGS/FTG

3

Gerente de Apoio Operacional

1

DGS/FTG

3

Gerente de Atividades Laborais

1

DGS/FTG

3

Gerente de Saúde, Ensino e Promoção Social

1

DGS/FTG

3

Mestre de Oficina

5

DGI

1

Mestre de Serviço

3

DGI

1

DIRETORIA DA PENITENCIÁRIA DE SÃO PEDRO DE ALCÂNTARA

Diretor da Penitenciária de São Pedro de Alcântara

1

DGS/FTG

2

Gerente de Execuções Penais

1

DGS/FTG

3

Gerente de Revisões Criminais

1

DGS/FTG

3

Gerente de Apoio Operacional

1

DGS/FTG

3

Gerente de Atividades Laborais

1

DGS/FTG

3

Gerente de Saúde, Ensino e Promoção Social

1

DGS/FTG

3

Mestre de Oficina

4

DGI

1

Mestre de Serviço

2

DGI

1

DIRETORIA DA PENITENCIÁRIA DE CURITIBANOS

Diretor da Penitenciária da Região de Curitibanos

1

DGS/FTG

2

Gerente de Execuções Penais

1

DGS/FTG

3

Gerente de Revisões Criminais

1

DGS/FTG

3

Gerente de Apoio Operacional

1

DGS/FTG

3

Gerente de Atividades Laborais

1

DGS/FTG

3

Gerente de Saúde, Ensino e Promoção Social

1

DGS/FTG

3

Mestre de Oficina

5

DGI

1

Mestre de Serviço

2

DGI

1

DIRETORIA DA PENITENCIÁRIA AGRÍCOLA DE CHAPECÓ

Diretor da Penitenciária Agrícola de Chapecó

1

DGS/FTG

2

Gerente de Execuções Penais

1

DGS/FTG

3

Gerente de Revisões Criminais

1

DGS/FTG

3

Gerente de Apoio Operacional

1

DGS/FTG

3

Gerente de Atividades Laborais

1

DGS/FTG

3

Gerente de Saúde, Ensino e Promoção Social

1

DGS/FTG

3

Mestre de Oficina

4

DGI

1

Mestre de Serviço

2

DGI

1

DIRETORIA DA PENITENCIÁRIA INDUSTRIAL DE JOINVILLE

Diretor da Penitenciária Industrial de Joinville

1

DGS/FTG

2

Gerente de Execuções Penais

1

DGS/FTG

3

Gerente de Revisões Criminais

1

DGS/FTG

3

Gerente de Apoio Operacional

1

DGS/FTG

3

Gerente de Atividades Laborais

1

DGS/FTG

3

Gerente de Saúde, Ensino e Promoção Social

1

DGS/FTG

3

Mestre de Oficina

4

DGI

1

Mestre de Serviço

2

DGI

1

DIRETORIA DA PENITENCIÁRIA SUL (Redação dada pela LC 405/08)

Diretor da Penitenciária Sul

1

DGS/FTG

2

Gerente de Execuções Penais

1

DGS/FTG

3

Gerente de Revisões Criminais

1

DGS/FTG

3

Gerente de Apoio Operacional

1

DGS/FTG

3

Gerente de Atividades Laborais

1

DGS/FTG

3

Gerente de Saúde, Ensino e Promoção Social

1

DGS/FTG

3

Mestre de Oficina

4

DGI

1

Mestre de Serviço

2

DGI

1

DIRETORIA DO HOSPITAL DE CUSTÓDIA E TRATAMENTO PSIQUIÁTRICO

Diretor do Hospital de Custódia e Tratamento Psiquiátrico

1

DGS/FTG

2

Gerente de Apoio Médico e Psiquiátrico

1

DGS/FTG

3

Gerente de Apoio Operacional

1

DGS/FTG

3

Gerente dos Serviços Técnico Jurídicos

1

DGS/FTG

3

INSTITUTO GERAL DE PERÍCIAS (Redação dada pela Lei 15.156/10)

Consultor de Gestão Administrativa

2

DGS/FTG

2

Gerente de Tecnologia da Informação

1

DGS/FTG

2

Supervisor de Recursos Humanos do IGP

1

DGS/FTG

2

Assessor de Comunicação

1

DGS/FTG

3

ANEXO REVOGADO PELA LEI COMPLEMENTAR 741, DE 2019

ANEXO VII-D

SECRETARIA DE ESTADO DA SEGURANÇA PÚBLICA

ÓRGÃO

DENOMINAÇÃO DO CARGO

Quantidade

Código

Nível

GABINETE DO SECRETÁRIO

Assistente do Secretário

4

DGS/FTG

2

Assessor de Comunicação

1

DGS/FTG

2

Consultor Jurídico

1

DGS/FTG

1

Assessor Jurídico

3

DGS/FTG

2

Ouvidor

1

DGS/FTG

1

Consultor Técnico

2

DGI

1

CORREGEDORIA-GERAL

Corregedor-Geral

1

DGS/FTG

1

Assessor Jurídico

1

DGS/FTG

2

GABINETE DO SECRETÁRIO ADJUNTO

Secretário Adjunto

1

Assistente do Secretário Adjunto

1

DGS/FTG

2

Diretor Administrativo e Financeiro

1

DGS/FTG

1

Gerente de Tecnologia da Informação e Governança Eletrônica

1

DGS/FTG

2

Gerente de Administração, Finanças e Contabilidade

1

DGS/FTG

2

Gerente de Gestão de Pessoas

1

DGS/FTG

2

Gerente de Apoio Operacional

1

DGS/FTG

2

Gerente do Complexo Administrativo

1

DGS/FTG

2

Gerente de Licitações e Contratos

1

DGS/FTG

2

Diretor de Planejamento e Avaliação

1

DGS/FTG

1

Gerente Técnico de Edificações

1

DGS/FTG

2

Gerente de Gestão de Fundos

1

DGS/FTG

2

Gerente de Projetos

1

DGS/FTG

2

DIRETORIA DE INFORMAÇÃO E INTELIGÊNCIA

Diretor de Informação e Inteligência

1

DGS/FTG

1

Gerente de Operações de Inteligência

1

DGS/FTG

2

Gerente de Estatística

1

DGS/FTG

2

DIRETORIA DE FORMAÇÃO E CAPACITAÇÃO PROFISSIONAL

Diretor de Formação e Capacitação Profissional

1

DGS/FTG

1

Gerente de Pesquisa e Extensão

1

DGS/FTG

2

DIRETORIA DE INTEGRAÇÃO

Diretor de Integração

1

DGS/FTG

1

Gerente de Relações Institucionais

1

DGS/FTG

2

DIRETORIA DE SEGURANÇA CIDADÃ

Diretor de Segurança Cidadã

1

DGS/FTG

1

Gerente de Ações Institucionais

1

DGS/FTG

2

DEPARTAMENTO ESTADUAL DE TRÂNSITO

Diretor Estadual de Trânsito

1

DGS/FTG

1

Corregedor do Departamento Estadual de Trânsito

1

DGS/FTG

1

Assessor Jurídico

1

DGS/FTG

2

Gerente de Habilitação de Condutores

1

DGS/FTG

2

Gerente de Registro e Licenciamento de Veículos

1

DGS/FTG

2

Gerente de Informática e Estatísticas de Trânsito

1

DGS/FTG

2

Gerente de Administração

1

DGS/FTG

2

Gerente Geral das Juntas Administrativas de Recursos de Infrações Estaduais e Imposição de Penalidades

1

DGS/FTG

2

POLÍCIA CIVIL

Delegado-Geral da Polícia Civil

1

Delegado-Geral Adjunto da Polícia Civil

1

Assistente Jurídico

1

DGS/FTG

2

Gerente de Apoio Operacional

1

DGS/FTG

2

Gerente Administrativo e Financeiro

1

DGS/FTG

2

Gerente de Licitações e Contratos

1

DGS/FTG

2

Gerente de Orientação e Controle

1

DGS/FTG

2

INSTITUTO GERAL DE PERÍCIAS

Consultor de Gestão Administrativa

2

DGS/FTG

2

Gerente de Tecnologia da Informação e Governança Eletrônica

1

DGS/FTG

2

Supervisor de Gestão de Pessoas do IGP

1

DGS/FTG

2

Assessor de Comunicação

1

DGS/FTG

3

INSTITUTO GERAL DE PERÍCIAS (IGP) (Redação dada pela LC 615/13)

Diretor-Geral do IGP (Redação dada pela LC 615/13)

1

Assessor Jurídico (Redação dada pela LC 615/13)

1

DGS/FTG

2

Consultor de Gestão Administrativa (Redação dada pela LC 615/13)

1

DGS/FTG

2

Gerente de Tecnologia da Informação e Governança Eletrônica (Redação dada pela LC 615/13)

1

DGS/FTG

2

Supervisor de Gestão de Pessoas do IGP (Redação dada pela LC 615/13)

1

DGS/FTG

2

Assessor de Comunicação (Redação dada pela LC 615/13)

1

DGS/FTG

3

(NR) (Redação do Anexo VII-D dada pela Lei Complementar 534, de 2011).

ANEXO REVOGADO PELA LEI COMPLEMENTAR 741, DE 2019

ANEXO VII-E

SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE

ÓRGÃO

DENOMINAÇÃO DO CARGO

Quantidade

Código

Nível

GABINETE DO SECRETÁRIO

Assistente do Secretário

2

DGS/FTG

2

Assessor de Comunicação

1

DGS/FTG

2

Consultor Jurídico

1

DGS/FTG

1

Assessor Jurídico

2

DGS/FTG

1

Consultor Técnico

6

DGI

1

GABINETE DO DIRETOR GERAL

Diretor Geral

1

Assistente do Diretor Geral

2

DGS/FTG

2

SUPERINTENDÊNCIA DE GESTÃO ADMINISTRATIVA

Superintendente de Gestão Administrativa

1

DGS/FTG

1

Assistente de Superintendente

1

DGS/FTG

3

Gerente de Administração Financeira

1

DGS/FTG

2

Gerente de Acompanhamento de Obras e Manutenção

1

DGS/FTG

2

Gerente de Patrimônio e Apoio Operacional

1

DGS/FTG

2

Gerente de Compras

1

DGS/FTG

2

Gerente de Orçamento

1

DGS/FTG

2

Gerente de Licitações

1

DGS/FTG

2

Gerente de Suprimento

1

DGS/FTG

2

Gerente de Administração Operacional

1

DGS/FTG

2

SUPERINTENDÊNCIA DE SERVIÇOS ESPECIALIZADOS E REGULAÇÃO

Superintendente de Serviços Especializados e Regulação

1

DGS/FTG

1

Assistente de Superintendente

1

DGS/FTG

3

Gerente do SAMU – Serviço de Atendimento Móvel de Urgência

1

DGS/FTG

2

Gerente dos Complexos Reguladores

1

DGS/FTG

2

Gerente do Centro Catarinense de Reabilitação

1

DGS/FTG

2

Gerente do SC/Transplantes

1

DGS/FTG

2

Gerente do Centro Catarinense de Diagnóstico e Terapêutica

1

DGS/FTG

2

SUPERINTENDÊNCIA DE GESTÃO DO SUS

Superintendente de Gestão do SUS

1

DGS/FTG

1

Assistente de Superintendente

1

DGS/FTG

3

DIRETORIA DE PLANEJAMENTO, CONTROLE E AVALIAÇÃO

Diretor de Planejamento, Controle e Avaliação

1

DGS/FTG

1

Gerente de Contratualização dos Serviços do SUS

1

DGS/FTG

2

Gerente de Programação em Saúde

1

DGS/FTG

2

Gerente de Controle e Avaliação do Sistema

1

DGS/FTG

2

Gerente de Auditoria

1

DGS/FTG

2

DIRETORIA DE RECURSOS HUMANOS

Diretor de Recursos Humanos

1

DGS/FTG

1

DIRETORIA DE EDUCAÇÃO PERMANENTE EM SAÚDE

Diretor de Educação Permanente em Saúde

1

DGS/FTG

1

Gerente da Escola de Saúde Pública

1

DGS/FTG

2

Gerente da Escola Nível Médio - EFOS

1

DGS/FTG

2

SUPERINTENDÊNCIA DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE

Superintendente de Vigilância em Saúde

1

DGS/FTG

1

Assistente de Superintendente

1

DGS/FTG

3

Gerente de Controle e Apoio Operacional de Vigilância em Saúde

1

DGS/FTG

2

DIRETORIA DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA

Diretor de Vigilância Sanitária

1

DGS/FTG

1

Gerente de Tóxico, Hemo e Farmacovigilância

1

DGS/FTG

2

DIRETORIA DO LABORATÓRIO CENTRAL DE SAÚDE PÚBLICA

Diretor do Laboratório Central

1

DGS/FTG

1

Gerente de Análise de Produtos e Meio Ambiente

1

DGS/FTG

2

DIRETORIA DE ASSISTÊNCIA FARMACÊUTICA

Diretor de Assistência Farmacêutica

1

DGS/FTG

1

Gerente de Armazenamento e Distribuição

1

DGS/FTG

2

DIRETORIA DE VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA

Diretor de Vigilância Epidemiológica

1

DGS/FTG

1

Gerente de Vigilância de Doenças Sexualmente Transmissíveis

1

DGS/FTG

2

SUPERINTENDÊNCIA DE HOSPITAIS PÚBLICOS ESTADUAIS

Superintendente dos Hospitais Públicos Estaduais

1

DGS/FTG

1

Assistente de Superintendente

1

DGS/FTG

3

DIRETORIA DO HOSPITAL GOVERNADOR CELSO RAMOS

Diretor do Hospital Governador Celso Ramos

1

DGS/FTG

1

Gerente de Administração

1

DGS/FTG

2

DIRETORIA DO HOSPITAL INFANTIL JOANA DE GUSMÃO

Diretor do Hospital Infantil Joana de Gusmão

1

DGS/FTG

1

Gerente de Administração

1

DGS/FTG

2

DIRETORIA DO HOSPITAL REGIONAL SÃO JOSÉ DR. HOMERO DE MIRANDA GOMES

Diretor do Hospital Regional São José Dr. Homero de Miranda Gomes

1

DGS/FTG

1

Gerente de Administração

1

DGS/FTG

2

DIRETORIA DO INSTITUTO DE CARDIOLOGIA

Diretor do Instituto de Cardiologia

1

DGS/FTG

1

Gerente de Administração

1

DGS/FTG

2

DIRETORIA DO HOSPITAL NEREU RAMOS

Diretor do Hospital Nereu Ramos

1

DGS/FTG

1

Gerente de Administração

1

DGS/FTG

2

DIRETORIA DA MATERNIDADE CARMELA DUTRA

Diretor da Maternidade Carmela Dutra

1

DGS/FTG

1

Gerente de Administração

1

DGS/FTG

2

DIRETORIA DO INSTITUTO DE PSIQUIATRIA DE SANTA CATARINA

Diretor do Instituto de Psiquiatria de Santa Catarina

1

DGS/FTG

1

Gerente de Administração

1

DGS/FTG

2

DIRETORIA DO HOSPITAL FLORIANÓPOLIS

Diretor do Hospital Florianópolis

1

DGS/FTG

1

Gerente de Administração

1

DGS/FTG

2

DIRETORIA DO HOSPITAL SANTA TERESA

Diretor do Hospital Santa Teresa

1

DGS/FTG

1

Gerente de Administração

1

DGS/FTG

2

DIRETORIA DO HOSPITAL MIGUEL COUTO

Diretor do Hospital Miguel Couto

1

DGS/FTG

1

Gerente de Administração

1

DGS/FTG

2

DIRETORIA DA MATERNIDADE DONA CATARINA KUSS

Diretor da Maternidade Dona Catarina Kuss

1

DGS/FTG

1

Gerente de Administração

1

DGS/FTG

2

DIRETORIA DO HOSPITAL REGIONAL HANS D. SCHMIDT

Diretor do Hospital Regional Hans D. Schmidt

1

DGS/FTG

1

Gerente de Administração

1

DGS/FTG

2

DIRETORIA DO HOSPITAL E MATERNIDADE TEREZA RAMOS

Diretor do Hospital e Maternidade Tereza Ramos

1

DGS/FTG

1

Gerente de Administração

1

DGS/FTG

2

DIRETORIA DA MATERNIDADE DARCY VARGAS

Diretor da Maternidade Darcy Vargas

1

DGS/FTG

1

Gerente de Administração

1

DGS/FTG

2

DIRETORIA DO CENTRO DE PESQUISAS ONCOLÓGICAS

Diretor do Centro de Pesquisas Oncológicas

1

DGS/FTG

1

DIRETORIA DO CENTRO DE HEMATOLOGIA E HEMOTERAPIA

Diretor de Centro de Hematologia e Hemoterapia

1

DGS/FTG

1

ANEXO REVOGADO PELA LEI COMPLEMENTAR 741, DE 2019

ANEXO VII-E

SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE

ÓRGÃO

DENOMINAÇÃO DO CARGO

Quantidade

Código

Nível

GABINETE DO SECRETÁRIO

Assistente do Secretário

2

DGS/FTG

2

Assessor de Comunicação

1

DGS/FTG

2

Consultor Jurídico

1

DGS/FTG

1

Assessor Jurídico

2

DGS/FTG

1

Consultor Técnico

6

DGI

1

GABINETE DO SECRETÁRIO ADJUNTO

Secretário Adjunto

1

Assistente do Secretário Adjunto

2

DGS/FTG

2

Ouvidor

1

DGS/FTG

1

Gerente de Tecnologia da Informação e Governança Eletrônica

1

DGS/FTG

2

SUPERINTENDÊNCIA DE GESTÃO ADMINISTRATIVA

Superintendente de Gestão Administrativa

1

DGS/FTG

1

Assistente do Superintendente

1

DGS/FTG

3

Gerente de Apoio Operacional

1

DGS/FTG

2

Gerente de Compras

1

DGS/FTG

2

Gerente de Licitações

1

DGS/FTG

2

Gerente de Abastecimento

1

DGS/FTG

2

Gerente de Acompanhamento de Obras e Manutenção

1

DGS/FTG

2

Gerente de Administração Financeira

1

DGS/FTG

2

Gerente de Contabilidade

1

DGS/FTG

2

Gerente de Patrimônio

1

DGS/FTG

2

Gerente de Orçamento

1

DGS/FTG

2

SUPERINTENDÊNCIA DE PLANEJAMENTO E GESTÃO

Superintendente de Planejamento e Gestão

1

DGS/FTG

1

Assistente do Superintendente

1

DGS/FTG

3

Gerente de Planejamento

1

DGS/FTG

2

Gerente de Coordenação das Organizações Sociais

1

DGS/FTG

2

DIRETORIA DE PLANEJAMENTO, CONTROLE E AVALIAÇÃO DO SUS

Diretor de Planejamento, Controle e Avaliação do SUS

1

DGS/FTG

1

Gerente de Contratualização dos Serviços do SUS

1

DGS/FTG

2

Gerente de Controle e Avaliação do Sistema

1

DGS/FTG

2

Gerente de Programação em Saúde

1

DGS/FTG

2

Gerente de Auditoria

1

DGS/FTG

2

Gerente de Coordenação da Atenção Básica

1

DGS/FTG

2

DIRETORIA DE GESTÃO DE PESSOAS

Diretor de Gestão de Pessoas

1

DGS/FTG

1

DIRETORIA DE EDUCAÇÃO PERMANENTE EM SAÚDE

Diretor de Educação Permanente em Saúde

1

DGS/FTG

1

Gerente da Escola de Saúde Pública

1

DGS/FTG

2

Gerente da Escola Nível Médio - EFOS

1

DGS/FTG

2

SUPERINTENDÊNCIA DE SERVIÇOS ESPECIALIZADOS E REGULAÇÃO

Superintendente de Serviços Especializados e Regulação

1

DGS/FTG

1

Assistente do Superintendente

1

DGS/FTG

3

Gerente dos Complexos Reguladores

1

DGS/FTG

2

Gerente do SAMU - Serviço de Atendimento Móvel de Urgência

1

DGS/FTG

2

Gerente do Centro Catarinense de Reabilitação

1

DGS/FTG

2

Gerente do SC Transplantes

1

DGS/FTG

2

Gerente de Regulação de UTI

1

DGS/FTG

2

Gerente de Anatomia Patológica

1

DGS/FTG

2

SUPERINTENDÊNCIA DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE

Superintendente de Vigilância em Saúde

1

DGS/FTG

1

Assistente do Superintendente

1

DGS/FTG

3

DIRETORIA DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA

Diretor de Vigilância Sanitária

1

DGS/FTG

1

Gerente de Hemo, Farmaco e Toxicovigilância

1

DGS/FTG

2

DIRETORIA DO LABORATÓRIO CENTRAL DE SAÚDE PÚBLICA

Diretor do Laboratório Central

1

DGS/FTG

1

Gerente de Administração da Rede de Laboratórios

1

DGS/FTG

2

DIRETORIA DE ASSISTÊNCIA FARMACÊUTICA

Diretor de Assistência Farmacêutica

1

DGS/FTG

1

Gerente de Programação e Suprimento

1

DGS/FTG

2

Gerente de Administração de Assistência Farmacêutica

1

DGS/FTG

2

Gerente Técnico de Assistência Farmacêutica

1

DGS/FTG

2

DIRETORIA DE VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA

Diretor de Vigilância Epidemiológica

1

DGS/FTG

1

SUPERINTENDÊNCIA DE HOSPITAIS PÚBLICOS ESTADUAIS

Superintendente dos Hospitais Públicos Estaduais

1

DGS/FTG

1

Assistente do Superintendente

1

DGS/FTG

3

Gerente de Desenvolvimento dos Hospitais Públicos Estaduais

1

DGS/FTG

2

Gerente de Custos e Resultados

1

DGS/FTG

2

Gerente Técnico

1

DGS/FTG

2

DIRETORIA DO HOSPITAL GOVERNADOR CELSO RAMOS

Diretor do Hospital Governador Celso Ramos

1

DGS/FTG

1

Gerente de Administração do Hospital Governador Celso Ramos

1

DGS/FTG

2

DIRETORIA DO HOSPITAL INFANTIL JOANA DE GUSMÃO

Diretor do Hospital Infantil Joana de Gusmão

1

DGS/FTG

1

Gerente de Administração do Hospital Infantil Joana de Gusmão

1

DGS/FTG

2

DIRETORIA DO HOSPITAL SÃO JOSÉ DR. HOMERO DE MIRANDA GOMES

Diretor do Hospital São José Dr. Homero de Miranda Gomes

1

DGS/FTG

1

Gerente de Administração do Hospital São José Dr. Homero de Miranda Gomes

1

DGS/FTG

2

DIRETORIA DO INSTITUTO DE CARDIOLOGIA

Diretor do Instituto de Cardiologia

1

DGS/FTG

1

Gerente de Administração do Instituto de Cardiologia

1

DGSFTG

2

DIRETORIA DO HOSPITAL NEREU RAMOS

Diretor do Hospital Nereu Ramos

1

DGS/FTG

1

Gerente de Administração do Hospital Nereu Ramos

1

DGS/FTG

2

DIRETORIA DA MATERNIDADE CARMELA DUTRA

Diretor da Maternidade Carmela Dutra

1

DGS/FTG

1

Gerente de Administração da Maternidade Carmela Dutra

1

DGS/FTG

2

DIRETORIA DO INSTITUTO DE PSIQUIATRIA DE SANTA CATARINA

Diretor do Instituto de Psiquiatria de Santa Catarina

1

DGS/FTG

1

Gerente de Administração do Instituto de Psiquiatria de Santa Catarina

1

DGS/FTG

2

DIRETORIA DO HOSPITAL FLORIANÓPOLIS

Diretor do Hospital Florianópolis

1

DGS/FTG

1

Gerente de Administração do Hospital Florianópolis

1

DGS/FTG

2

DIRETORIA DO HOSPITAL SANTA TERESA

Diretor do Hospital Santa Teresa

1

DGS/FTG

1

Gerente de Administração do Hospital Santa Teresa

1

DGS/FTG

2

DIRETORIA DO HOSPITAL MIGUEL COUTO

Diretor do Hospital Miguel Couto

1

DGS/FTG

1

Gerente de Administração do Hospital Miguel Couto

1

DGS/FTG

2

DIRETORIA DA MATERNIDADE DONA CATARINA KUSS

Diretor da Maternidade Dona Catarina Kuss

1

DGS/FTG

1

Gerente de Administração da Maternidade Dona Catarina Kuss

1

DGS/FTG

2

DIRETORIA DO HOSPITAL REGIONAL HANS D. SCHMIDT

Diretor do Hospital Regional Hans Dieter Schmidt

1

DGS/FTG

1

Gerente de Administração do Hospital Regional Hans Dieter Schmidt

1

DGS/FTG

2

DIRETORIA DO HOSPITAL E MATERNIDADE TEREZA RAMOS

Diretor do Hospital e Maternidade Tereza Ramos

1

DGS/FTG

1

Gerente de Administração do Hospital e Maternidade Tereza Ramos

1

DGS/FTG

2

DIRETORIA DA MATERNIDADE DARCY VARGAS

Diretor da Maternidade Darcy Vargas

1

DGS/FTG

1

Gerente de Administração da Maternidade Darcy Vargas

1

DGS/FTG

2

DIRETORIA DO CENTRO DE PESQUISAS ONCOLÓGICAS

Diretor do Centro de Pesquisas Oncológicas

1

DGS/FTG

1

DIRETORIA DO CENTRO DE HEMATOLOGIA E HEMOTERAPIA

Diretor de Centro de Hematologia e Hemoterapia

1

DGS/FTG

1

(NR) (Redação do Anexo VII-E dada pela Lei Complementar 534, de 2011)

ANEXO REVOGADO PELA LEI COMPLEMENTAR 741, DE 2019

ANEXO VII-E

SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE

ÓRGÃO

DENOMINAÇÃO DO CARGO

Assistente do Secretário

2

DGS/FTG

2

Assessor de Comunicação

1

DGS/FTG

2

Consultor Jurídico

1

DGS/FTG

1

Assessor Jurídico

2

DGS/FTG

1

Consultor Técnico

6

DGI

1

Ouvidor

1

DGS/FTG

1

GABINETE DO SECRETÁRIO ADJUNTO PARA ASSUNTOS FINALÍSTICOS

Secretário Adjunto para Assuntos Finalísticos

1

Assistente do Secretário Adjunto

2

DGS/FTG

2

SUPERINTENDÊNCIA DE PLANEJAMENTO E GESTÃO DO SUS

Superintendente de Planejamento e Gestão do SUS

1

DGS/FTG

1

Assistente do Superintendente

1

DGS/FTG

3

DIRETORIA DE PLANEJAMENTO, CONTROLE E AVALIAÇÃO DO SUS

Diretor de Planejamento, Controle e Avaliação do SUS

1

DGS/FTG

1

Gerente de Contratualização dos Serviços do SUS

1

DGS/FTG

2

Gerente de Controle e Avaliação do Sistema

1

DGS/FTG

2

Gerente de Programação em Saúde

1

DGS/FTG

2

Gerente de Auditoria

1

DGS/FTG

2

Gerente de Coordenação da Atenção Básica

1

DGS/FTG

2

Gerente de Planejamento

1

DGS/FTG

2

DIRETORIA DE EDUCAÇÃO PERMANENTE EM SAÚDE

Diretor de Educação Permanente em Saúde

1

DGS/FTG

1

Gerente da Escola de Saúde Pública

1

DGS/FTG

2

Gerente da Escola Nível Médio - EFOS

1

DGS/FTG

2

SUPERINTENDÊNCIA DE SERVIÇOS ESPECIALIZADOS E REGULAÇÃO

Superintendente de Serviços Especializados e Regulação

1

DGS/FTG

1

Assistente do Superintendente

1

DGS/FTG

3

Gerente dos Complexos Reguladores

1

DGS/FTG

2

Gerente do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU)

1

DGS/FTG

2

Gerente do Centro Catarinense de Reabilitação

1

DGS/FTG

2

Gerente do SC Transplantes

1

DGS/FTG

2

Gerente de Regulação de UTI

1

DGS/FTG

2

Gerente de Anatomia Patológica

1

DGS/FTG

2

SUPERINTENDÊNCIA DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE

Superintendente de Vigilância em Saúde

1

DGS/FTG

1

Assistente do Superintendente

1

DGS/FTG

3

DIRETORIA DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA

Diretor de Vigilância Sanitária

1

DGS/FTG

1

Gerente de Hemo, Farmaco e Toxicovigilância

1

DGS/FTG

2

DIRETORIA DO LABORATÓRIO CENTRAL DE SAÚDE PÚBLICA

Diretor do Laboratório Central

1

DGS/FTG

1

Gerente de Administração da Rede de Laboratórios

1

DGS/FTG

2

DIRETORIA DE ASSISTÊNCIA FARMACÊUTICA

Diretor de Assistência Farmacêutica

1

DGS/FTG

1

Gerente de Administração de Assistência Farmacêutica

1

DGS/FTG

2

Gerente Técnico de Assistência Farmacêutica

1

DGS/FTG

2

DIRETORIA DE VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA

Diretor de Vigilância Epidemiológica

1

DGS/FTG

1

SUPERINTENDÊNCIA DE HOSPITAIS PÚBLICOS ESTADUAIS

Superintendente dos Hospitais Públicos Estaduais

1

DGS/FTG

1

Assistente do Superintendente

1

DGS/FTG

3

Gerente de Desenvolvimento dos Hospitais Públicos Estaduais

1

DGS/FTG

2

Gerente de Custos e Resultados

1

DGS/FTG

2

Gerente de Acompanhamento da Execução das Metas Hospitalares

1

DGS/FTG

2

Gerente de Supervisão das Organizações Sociais

1

DGS/FTG

2

DIRETORIA DO HOSPITAL GOVERNADOR CELSO RAMOS

Diretor do Hospital Governador Celso Ramos

1

DGS/FTG

1

Gerente de Administração do Hospital Governador Celso Ramos

1

DGS/FTG

2

DIRETORIA DO HOSPITAL INFANTIL JOANA DE GUSMÃO

Diretor do Hospital Infantil Joana de Gusmão

1

DGS/FTG

1

Gerente de Administração do Hospital Infantil Joana de Gusmão

1

DGS/FTG

2

DIRETORIA DO HOSPITAL SÃO JOSÉ DR. HOMERO DE MIRANDA GOMES

Diretor do Hospital São José Dr. Homero de Miranda Gomes

1

DGS/FTG

1

Gerente de Administração do Hospital São José Dr. Homero de Miranda Gomes

1

DGS/FTG

2

DIRETORIA DO INSTITUTO DE CARDIOLOGIA

Diretor do Instituto de Cardiologia

1

DGS/FTG

1

Gerente de Administração do Instituto de Cardiologia

1

DGS/FTG

2

DIRETORIA DO HOSPITAL NEREU RAMOS

Diretor do Hospital Nereu Ramos

1

DGS/FTG

1

Gerente de Administração do Hospital Nereu Ramos

1

DGS/FTG

2

DIRETORIA DA MATERNIDADE CARMELA DUTRA

Diretor da Maternidade Carmela Dutra

1

DGS/FTG

1

Gerente de Administração da Maternidade Carmela Dutra

1

DGS/FTG

2

DIRETORIA DO INSTITUTO DE PSIQUIATRIA DE SANTA CATARINA

Diretor do Instituto de Psiquiatria de Santa Catarina

1

DGS/FTG

1

Gerente de Administração do Instituto de Psiquiatria de Santa Catarina

1

DGS/FTG

2

DIRETORIA DO HOSPITAL FLORIANÓPOLIS

Diretor do Hospital Florianópolis

1

DGS/FTG

1

Gerente de Administração do Hospital Florianópolis

1

DGS/FTG

2

DIRETORIA DO HOSPITAL SANTA TERESA

Diretor do Hospital Santa Teresa

1

DGS/FTG

1

Gerente de Administração do Hospital Santa Teresa

1

DGS/FTG

2

DIRETORIA DO HOSPITAL DOUTOR WALDOMIRO COLAUTTI

Diretor do Hospital Doutor Waldomiro Colautti

1

DGS/FTG

1

Gerente de Administração do Hospital Doutor Waldomiro Colautti

1

DGS/FTG

2

DIRETORIA DA MATERNIDADE DONA CATARINA KUSS

Diretor da Maternidade Dona Catarina Kuss

1

DGS/FTG

1

Gerente de Administração da Maternidade Dona Catarina Kuss

1

DGS/FTG

2

DIRETORIA DO HOSPITAL REGIONAL HANS DIETER SCHMIDT

Diretor do Hospital Regional Hans Dieter Schmidt

1

DGS/FTG

1

Gerente de Administração do Hospital Regional Hans Dieter Schmidt

1

DGS/FTG

2

DIRETORIA DO HOSPITAL E MATERNIDADE TEREZA RAMOS

Diretor do Hospital e Maternidade Tereza Ramos

1

DGS/FTG

1

Gerente de Administração do Hospital e Maternidade Tereza Ramos

1

DGS/FTG

2

DIRETORIA DA MATERNIDADE DARCY VARGAS

Diretor da Maternidade Darcy Vargas

1

DGS/FTG

1

Gerente de Administração da Maternidade Darcy Vargas

1

DGS/FTG

2

DIRETORIA DO CENTRO DE PESQUISAS ONCOLÓGICAS

Diretor do Centro de Pesquisas Oncológicas

1

DGS/FTG

1

Gerente de Administração do Centro de Pesquisas Oncológicas

1

DGS/FTG

2

DIRETORIA DO CENTRO DE HEMATOLOGIA E HEMOTERAPIA

Diretor do Centro de Hematologia e Hemoterapia

1

DGS/FTG

1

Gerente de Administração do Centro de Hematologia e Hemoterapia

1

DGS/FTG

2

GABINETE DO SECRETÁRIO ADJUNTO PARA ASSUNTOS ADMINISTRATIVOS

Secretário Adjunto para Assuntos Administrativos

1

Assistente do Secretário Adjunto

2

DGS/FTG

2

SUPERINTENDÊNCIA DE GESTÃO ADMINISTRATIVA

Superintendente de Gestão Administrativa

1

DGS/FTG

1

Assistente do Superintendente

1

DGS/FTG

3

Gerente de Apoio Operacional

1

DGS/FTG

2

Gerente de Acompanhamento de Obras e Manutenção

1

DGS/FTG

2

Gerente de Administração Financeira

1

DGS/FTG

2

Gerente de Contabilidade

1

DGS/FTG

2

Gerente de Patrimônio

1

DGS/FTG

2

Gerente de Orçamento

1

DGS/FTG

2

Gerente de Tecnologia da Informação e Governança Eletrônica

1

DGS/FTG

2

Diretor de Gestão de Pessoas

1

DGS/FTG

1

SUPERINTENDÊNCIA DE COMPRAS E LOGÍSTICA

Superintendente de Compras e Logística

1

DGS/FTG

1

Assistente do Superintendente

1

DGS/FTG

3

Diretor de Planejamento e Gestão da Demanda de Bens e Serviços

1

DGS/FTG

1

Gerente de Gestão da Demanda de Bens e Serviços

1

DGS/FTG

2

Gerente de Planejamento da Demanda de Bens e Serviços

1

DGS/FTG

2

Diretor de Aquisição de Bens e Serviços

1

DGS/FTG

1

Gerente de Gestão de Bens e Serviços

1

DGS/FTG

2

Gerente de Aquisições e Licitações

1

DGS/FTG

2

Diretor de Logística

1

DGS/FTG

1

Gerente de Bens Regulares

1

DGS/FTG

2

Gerente de Bens Judiciais

1

DGS/FTG

2

Assessor Jurídico da Superintendência de Compras e Logística

1

DGS/FTG

1

(NR) (Redação do Anexo VII-E, dada pela Lei 17.173, de 2017)

ANEXO REVOGADO PELA LEI COMPLEMENTAR 741, DE 2019

ANEXO VII-F

SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO

ÓRGÃO

DENOMINAÇÃO DO CARGO

Quantidade

Código

Nível

GABINETE DO SECRETÁRIO

Assistente do Secretário

2

DGS/FTG

2

Assessor de Comunicação

1

DGS/FTG

2

Consultor Operacional

1

DGS/FTG

1

Consultor Jurídico

1

DGS/FTG

1

Consultor Técnico

3

DGI

1

GABINETE DO DIRETOR GERAL

Diretor Geral

1

Assistente do Diretor Geral

1

DGS/FTG

2

Gerente de Recursos Humanos

1

DGS/FTG

2

Gerente de Planejamento e Avaliação

1

DGS/FTG

2

Gerente de Suprimento de Materiais e Serviços

1

DGS/FTG

2

Gerente de Tecnologia da Informação

1

DGS/FTG

2

Gerente de Apoio Operacional

1

DGS/FTG

2

Consultor de Integração

1

DGS/FTG

1

DIRETORIA DE ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA

Diretor de Administração Financeira

1

DGS/FTG

1

Gerente de Contabilidade

1

DGS/FTG

2

Gerente de Administração Financeira

1

DGS/FTG

2

DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO HUMANO

Diretor de Desenvolvimento Humano

1

DGS/FTG

1

Gerente de Recursos Humanos do Magistério

1

DGS/FTG

2

Gerente de Políticas de Pessoal

1

DGS/FTG

2

Gerente de Desenvolvimento e Avaliação Funcional

1

DGS/FTG

2

DIRETORIA DE EDUCAÇÃO BÁSICA E PROFISSIONAL

Diretor de Educação Básica e Profissional

1

DGS/FTG

1

Gerente de Educação Infantil

1

DGS/FTG

2

Gerente de Ensino Fundamental

1

DGS/FTG

2

Gerente de Ensino Médio

1

DGS/FTG

2

Gerente de Educação Profissional

1

DGS/FTG

2

Gerente de Educação de Jovens e Adultos

1

DGS/FTG

2

DIRETORIA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR

Diretor de Educação Superior

1

DGS/FTG

1

Gerente de Articulação

1

DGS/FTG

2

Gerente de Relações Institucionais

1

DGS/FTG

2

DIRETORIA DE APOIO AO ESTUDANTE

Diretor de Apoio ao Estudante

1

DGS/FTG

1

Gerente de Alimentação Escolar

1

DGS/FTG

2

Gerente de Valorização do Educando

1

DGS/FTG

2

DIRETORIA DE ORGANIZAÇÃO, CONTROLE E AVALIAÇÃO

Diretor de Organização, Controle e Avaliação

1

DGS/FTG

1

Gerente de Operações

1

DGS/FTG

2

Gerente do Sistema de Registro Escolar e Estatística

1

DGS/FTG

2

Gerente de Tecnologias Educacionais e Infra-Estrutura

1

DGS/FTG

2

SECRETARIA DO CONSELHO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO

Secretário do Conselho Estadual de Educação

1

DGS/FTG

1

Coordenador de Administração e Controle

1

DGS/FTG

2

Coordenador de Normas e Legislação

1

DGS/FTG

2

INSTITUTO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO

Coordenador Geral do Instituto Estadual de Educação

1

DGS/FTG

1

Coordenador de Ensino do Instituto Estadual de Educação

1

DGS/FTG

2

Coordenador de Administração e Finanças do Instituto Estadual de Educação

1

DGS/FTG

2

ANEXO REVOGADO PELA LEI COMPLEMENTAR 741, DE 2019

ANEXO VII-F

SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO

ÓRGÃO

DENOMINAÇÃO DO CARGO

Quantidade

Código

Nível

GABINETE DO SECRETÁRIO

Assistente do Secretário

2

DGS/FTG

2

Assessor de Comunicação

1

DGS/FTG

2

Consultor Operacional

1

DGS/FTG

1

Consultor Jurídico

1

DGS/FTG

1

Consultor Técnico

2

DGI

1

GABINETE DO SECRETÁRIO ADJUNTO

Secretário Adjunto

1

Assistente do Secretário Adjunto

1

DGS/FTG

2

Assessor de Planejamento

1

DGS/FTG

2

Consultor Técnico

1

DGI

1

Assessor de Projetos Especiais

1

DGS/FTG

2

Assessor de Análise e Estatística

1

DGS/FTG

2

DIRETORIA DE ADMINISTRAÇÃO E FINANÇAS

Diretor de Administração Financeira

1

DGS/FTG

1

Gerente de Contabilidade

1

DGS/FTG

2

Gerente de Administração Financeira

1

DGS/FTG

2

Gerente de Suprimento de Materiais e Serviços

1

DGS/FTG

2

Gerente de Apoio Operacional

1

DGS/FTG

2

Gerente de Almoxarifado

1

DGS/FTG

2

DIRETORIA DE GESTÃO DE PESSOAS

Diretor de Gestão de Pessoas

1

DGS/FTG

1

Gerente de Gestão de Pessoas

1

DGS/FTG

2

Gerente de Políticas de Pessoal

1

DGS/FTG

2

Gerente de Desenvolvimento e Avaliação Funcional

1

DGS/FTG

2

DIRETORIA DE INFRAESTRUTURA ESCOLAR

Diretor de Infraestrutura Escolar

1

DGS/FTG

1

Gerente de Organização Escolar

1

DGS/FTG

2

Gerente de Operações

1

DGS/FTG

2

DIRETORIA DE EDUCAÇÃO BÁSICA E PROFISSIONAL

Diretor de Educação Básica e Profissional

1

DGS/FTG

1

Gerente de Ensino Fundamental

1

DGS/FTG

2

Gerente de Ensino Médio

1

DGS/FTG

2

Gerente de Educação Profissional

1

DGS/FTG

2

Gerente de Educação de Jovens e Adultos

1

DGS/FTG

2

DIRETORIA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR

Diretor de Educação Superior

1

DGS/FTG

1

Gerente de Políticas e Programas de Educação Superior

1

DGS/FTG

2

Gerente Administrativo de Educação Superior

1

DGS/FTG

2

DIRETORIA DE APOIO AO ESTUDANTE

Diretor de Apoio ao Estudante

1

DGS/FTG

1

Gerente de Alimentação Escolar

1

DGS/FTG

2

Gerente de Valorização do Educando

1

DGS/FTG

2

DIRETORIA DE TECNOLOGIA E INOVAÇÃO

Diretor de Tecnologia e Inovação

1

DGS/FTG

1

Gerente de Tecnologia da Informação e Governança Eletrônica

1

DGS/FTG

2

Gerente de Inovação

1

DGS/FTG

2

Gerente de Tecnologias Educacionais

1

DGS/FTG

2

INSTITUTO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO

Coordenador-Geral do Instituto Estadual de Educação

1

DGS/FTG

1

Coordenador de Ensino do Instituto Estadual de Educação

1

DGS/FTG

2

Coordenador de Administração e Finanças do Instituto Estadual de Educação

1

DGS/FTG

2

SECRETARIA DO CONSELHO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO

Secretário do Conselho Estadual de Educação

1

DGS/FTG

1

Coordenador de Administração e Controle

1

DGS/FTG

2

Coordenador de Normas e Legislação

1

DGS/FTG

2

(Redação do Anexo VII-F dada pela Lei Complementar 534, de 2011)

ANEXO REVOGADO PELA LEI COMPLEMENTAR 741, DE 2019

ANEXO VII-F

SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO

DENOMINAÇÃO DO CARGO

Quantidade

Código

Nível

GABINETE DO SECRETÁRIO

Assistente do Secretário

2

DGS/FTG

2

Assessor de Comunicação

1

DGS/FTG

2

Coordenador Regional da Grande Florianópolis

1

DGS/FTG

2

Assessor de Planejamento

1

DGS/FTG

2

Consultor Operacional

1

DGS/FTG

1

Consultor Jurídico

1

DGS/FTG

1

Consultor Técnico

2

DGI

1

GABINETE DO SECRETÁRIO ADJUNTO

Secretário Adjunto

1

Assistente do Secretário Adjunto

1

DGS/FTG

2

Assessor de Projetos Especiais

1

DGS/FTG

2

Consultor Técnico

1

DGI

1

DIRETORIA DE ADMINISTRAÇÃO E FINANÇAS

Diretor de Administração Financeira

1

DGS/FTG

1

Gerente de Contabilidade

1

DGS/FTG

2

Gerente de Administração Financeira

1

DGS/FTG

2

Gerente de Suprimento de Materiais e Serviços

1

DGS/FTG

2

Gerente de Apoio Operacional

1

DGS/FTG

2

Gerente de Orçamento e Custos

1

DGS/FTG

2

DIRETORIA DE GESTÃO DE PESSOAS

Diretor de Gestão de Pessoas

1

DGS/FTG

1

Gerente de Gestão de Pessoas

1

DGS/FTG

2

Gerente de Políticas de Pessoal

1

DGS/FTG

2

Gerente de Desenvolvimento e Avaliação Funcional

1

DGS/FTG

2

DIRETORIA DE GESTÃO DA REDE ESTADUAL

Diretor de Gestão da Rede Estadual

1

DGS/FTG

1

Gerente da Gestão da Educação Básica e Profissional

1

DGS/FTG

2

Gerente de Modalidades, Programas e Projetos Educacionais

1

DGS/FTG

2

Gerente de Administração Escolar

1

DGS/FTG

2

DIRETORIA DE ARTICULAÇÃO COM OS MUNICÍPIOS

Diretor de Articulação com os Municípios

1

DGS/FTG

1

Gerente de Parceria com Municípios e Apoio aos Sistemas Municipais de Ensino

1

DGS/FTG

2

Gerente de Alimentação Escolar

1

DGS/FTG

2

DIRETORIA DE TECNOLOGIA E INOVAÇÃO

Diretor de Tecnologia e Inovação

1

DGS/FTG

1

Gerente de Tecnologia da Informação e Governança Eletrônica

1

DGS/FTG

2

Gerente de Tecnologias Educacionais e Inovação

1

DGS/FTG

2

Gerente de Acompanhamento de Programas e Projetos

1

DGS/FTG

2

DIRETORIA DE POLÍTICAS E PLANEJAMENTO EDUCACIONAL

Diretor de Políticas e Planejamento Educacional

1

DGS/FTG

1

Gerente de Políticas e Programas de Educação Superior

1

DGS/FTG

2

Gerente de Políticas e Programas de Educação Básica e Profissional

1

DGS/FTG

2

Gerência de Avaliação da Educação Básica e Estatísticas Educacionais

1

DGS/FTG

2

Gerência de Supervisão da Educação Básica e Profissional do Sistema Estadual de Ensino

1

DGS/FTG

2

DIRETORIA DE INFRAESTRUTURA ESCOLAR

Diretor de Infraestrutura Escolar

1

DGS/FTG

1

Gerente de Projetos de Infraestrutura Escolar

1

DGS/FTG

2

Gerente de Administração da Infraestrutura Escolar

1

DGS/FTG

2

INSTITUTO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO

Coordenador-Geral do Instituto Estadual de Educação

1

DGS/FTG

1

Coordenador de Ensino do Instituto Estadual de Educação

1

DGS/FTG

2

Coordenador de Administração e Finanças do Instituto Estadual de Educação

1

DGS/FTG

2

SECRETARIA DO CONSELHO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO

Secretário do Conselho Estadual de Educação

1

DGS/FTG

1

Coordenador de Administração e Controle

1

DGS/FTG

2

Coordenador de Normas e Legislação

1

DGS/FTG

2

(NR) (Redação do anexo VII-F dada pela Lei Complementar 668, de 2015)

ANEXO REVOGADO PELA LEI COMPLEMENTAR 741, DE 2019

ANEXO VII-G

SECRETARIA DE ESTADO DE ASSISTÊNCIA SOCIAL, TRABALHO E HABITAÇÃO

ÓRGÃO

DENOMINAÇÃO DO CARGO

Quantidade

Código

Nível

GABINETE DO SECRETÁRIO

Assistente do Secretário

2

DGS/FTG

2

Assessor de Comunicação

1

DGS/FTG

2

Consultor Jurídico

1

DGS/FTG

1

Assistente Jurídico

1

DGS/FTG

2

Coordenador de Eventos

1

DGS/FTG

2

Consultor Especial de Ações Sociais

1

DGS/FTG

1

Consultor Técnico

1

DGI

1

GABINETE DO DIRETOR GERAL

Diretor Geral

1

Assistente do Diretor Geral

1

DGS/FTG

2

Gerente de Apoio Operacional

1

DGS/FTG

2

Gerente de Administração, Finanças e Contabilidade

1

DGS/FTG

2

Gerente de Tecnologia da Informação

1

DGS/FTG

2

Gerente de Planejamento e Avaliação

1

DGS/FTG

2

SECRETARIA EXECUTIVA DE POLÍTICAS SOCIAIS DE

COMBATE À FOME

Consultor Geral

1

Gerente do Sistema Único de Assistência Social

1

DGS/FTG

2

Gerente de Programas de Combate à Fome e Segurança Alimentar

1

DGS/FTG

2

Gerente da Rede SUAS

1

DGS/FTG

2

Gerente de Capacitação de Políticas Sociais

1

DGS/FTG

2

Gerente dos CREAS/CRAS

1

DGS/FTG

2

DIRETORIA DE ASSISTÊNCIA SOCIAL

Diretor de Assistência Social

1

DGS/FTG

1

Gerente de Política de Assistência Social

1

DGS/FTG

2

Gerente de Proteção Social Especial

1

DGS/FTG

2

Gerente de Proteção Social Básica

1

DGS/FTG

2

Gerente do Centro Educacional Dom Jaime Câmara

1

DGS/FTG

2

Gerente do Centro Educacional São Gabriel

1

DGS/FTG

2

DIRETORIA DE TRABALHO E EMPREGO

Diretor de Trabalho e Emprego

1

DGS/FTG

1

DIRETORIA DE HABITAÇÃO

Diretor de Habitação

1

DGS/FTG

1

Gerente de Habitação

1

DGS/FTG

2

ANEXO REVOGADO PELA LEI COMPLEMENTAR 741, DE 2019

ANEXO VII-G

SECRETARIA DE ESTADO DE ASSISTÊNCIA SOCIAL, TRABALHO E HABITAÇÃO

ÓRGÃO

DENOMINAÇÃO DO CARGO

Quantidade

Código

Nível

GABINETE DO SECRETÁRIO

Assistente do Secretário

2

DGS/FTG

2

Assessor de Comunicação

1

DGS/FTG

2

Consultor Jurídico

1

DGS/FTG

1

Assessor Jurídico

1

DGS/FTG

2

Coordenador de Eventos

1

DGS/FTG

2

Consultor Especial de Ações Sociais

1

DGS/FTG

1

Consultor Técnico

1

DGI

1

GABINETE DO SECRETÁRIO ADJUNTO

Secretário Adjunto

1

Assistente do Secretário Adjunto

1

DGS/FTG

2

Gerente de Apoio Operacional

1

DGS/FTG

2

Gerente de Administração, Finanças e Contabilidade

1

DGS/FTG

2

Gerente de Tecnologia da Informação e Governança Eletrônica

1

DGS/FTG

2

Gerente de Planejamento e Avaliação

1

DGS/FTG

2

Gerente de Contratos e Convênios

1

DGS/FTG

2

Gerente de Gestão de Pessoas

1

DGS/FTG

2

SECRETARIA EXECUTIVA DE POLÍTICAS SOCIAIS DE

COMBATE À FOME

Consultor-Geral

1

Gerente do Sistema Único de Assistência Social

1

DGS/FTG

2

Gerente de Programas de Combate à Fome e Segurança Alimentar

1

DGS/FTG

2

Gerente da Rede SUAS

1

DGS/FTG

2

Gerente de Capacitação de Políticas Sociais

1

DGS/FTG

2

Gerente dos CREAS/CRAS

1

DGS/FTG

2

DIRETORIA DE ASSISTÊNCIA SOCIAL

Diretor de Assistência Social

1

DGS/FTG

1

Gerente de Política de Assistência Social

1

DGS/FTG

2

Gerente de Proteção Social Especial

1

DGS/FTG

2

Gerente de Proteção Social Básica

1

DGS/FTG

2

Gerente do Centro Educacional Dom Jaime Câmara

1

DGS/FTG

2

Gerente do Centro Educacional São Gabriel

1

DGS/FTG

2

DIRETORIA DE TRABALHO, EMPREGO E RENDA

Diretor de Trabalho, Emprego e Renda

1

DGS/FTG

1

DIRETORIA DE HABITAÇÃO

Diretor de Habitação

1

DGS/FTG

1

Assistente do Diretor de Direitos Humanos

1

DGS/FTG

2

(NR) (Redação do Anexo VII-G dada pela Lei Complementar 534, de 2011)

ANEXO REVOGADO PELA LEI COMPLEMENTAR 741, DE 2019

ANEXO VII-G

SECRETARIA DE ESTADO DA ASSISTÊNCIA SOCIAL,

TRABALHO E HABITAÇÃO

ÓRGÃO

DENOMINAÇÃO DO CARGO

Quantidade

Código

Nível

GABINETE DO SECRETÁRIO

Assistente do Secretário

2

DGS/FTG

2

Assessor de Comunicação

1

DGS/FTG

2

Consultor Jurídico

1

DGS/FTG

1

Assessor Jurídico

1

DGS/FTG

2

Coordenador de Eventos

1

DGS/FTG

2

Coordenador Estadual da Igualdade Racial

1

DGS

1

Coordenadora Estadual da Mulher

1

DGS

1

Coordenador Estadual do Idoso

1

DGS

1

Coordenador Estadual da Juventude

1

DGS

1

Consultor Especial de Ações Sociais

1

DGS/FTG

1

Consultor Técnico

1

DGI

1

GABINETE DO SECRETÁRIO ADJUNTO

Secretário Adjunto

1

Assistente do Secretário Adjunto

1

DGS/FTG

2

Gerente de Apoio Operacional

1

DGS/FTG

2

Gerente de Administração, Finanças e Contabilidade

1

DGS/FTG

2

Gerente de Tecnologia da Informação e Governança Eletrônica

1

DGS/FTG

2

Gerente de Planejamento e Avaliação

1

DGS/FTG

2

Gerente de Contratos e Convênios

1

DGS/FTG

2

Gerente de Gestão de Pessoas

1

DGS/FTG

2

DIRETORIA DE SEGURANÇA ALIMENTAR E NUTRICIONAL

Diretor de Segurança Alimentar e Nutricional

1

DGS/FTG

1

Gerente de Projetos para Alimentação Saudável e CAISAN

1

DGS/FTG

2

DIRETORIA DE ASSISTÊNCIA SOCIAL

Diretor de Assistência Social

1

DGS/FTG

1

Gerente de Gestão do Fundo Estadual de Assistência Social

1

DGS/FTG

2

Gerente de Proteção Social Especial

1

DGS/FTG

2

Gerente de Proteção Social Básica

1

DGS/FTG

2

Gerente do Centro Educacional São Gabriel

1

DGS/FTG

2

Gerente de Gestão do Sistema Único de Assistência Social

1

DGS/FTG

2

Gerente de Avaliação e Gestão da Informação

1

DGS/FTG

2

Gerente de Gestão do Trabalho no Sistema Único de Assistência Social

1

DGS/FTG

2

Gerente de Benefícios, Transferência de Renda e Programas

1

DGS/FTG

2

DIRETORIA DE TRABALHO, EMPREGO E RENDA

Diretor de Trabalho, Emprego e Renda

1

DGS/FTG

1

Gerente de Qualificação Social e Profissional

1

DGS/FTG

2

DIRETORIA DE DIREITOS HUMANOS

Diretor de Direitos Humanos

1

DGS/FTG

1

Assistente do Diretor de Direitos Humanos

1

DGS/FTG

2

SECRETARIA EXECUTIVA DE HABITAÇÃO E REGULARIZAÇÃO FUNDIÁRIA

Consultor-Geral

1

Diretor de Habitação

1

DGS/FTG

1

Gerente de Projetos Habitacionais

1

DGS/FTG

2

Gerente de Fiscalização, Acompanhamento e Monitoramento de Obras Habitacionais

1

DGS/FTG

2

Diretor de Regularização Fundiária

1

DGS/FTG

1

Gerente de Projetos de Regularização Fundiária

1

DGS/FTG

2

Gerente de Acompanhamento e Monitoramento de Regularização Fundiária

1

DGS/FTG

2

ANEXO REVOGADO PELA LEI COMPLEMENTAR 741, DE 2019

ANEXO VII-H

SECRETARIA DE ESTADO DA AGRICULTURA E DESENVOLVIMENTO RURAL

ÓRGÃO

DENOMINAÇÃO DO CARGO

Quantidade

Código

Nível

GABINETE DO SECRETÁRIO

Assistente do Secretário

2

DGS/FTG

2

Assessor de Comunicação

1

DGS/FTG

2

Consultor Jurídico

1

DGS/FTG

1

Consultor Técnico

2

DGI

1

GABINETE DO DIRETOR GERAL

Diretor Geral

1

Assistente do Diretor Geral

1

DGS/FTG

2

Gerente de Projetos Especiais

1

DGS/FTG

2

Gerente de Planejamento e Avaliação

1

DGS/FTG

2

Gerente de Administração, Finanças e Contabilidade

1

DGS/FTG

2

DIRETORIA DE POLÍTICA E DESENVOLVIMENTO RURAL E

PESQUEIRO

Diretor de Política e Desenvolvimento Rural e Pesqueiro

1

DGS/FTG

1

Gerente de Infra-Estrutura e Saneamento Rural

1

DGS/FTG

2

Gerente de Pesca e Aqüicultura

1

DGS/FTG

2

Gerente de Assuntos Fundiários

1

DGS/FTG

2

Gerente de Fomento Agropecuário

1

DGS/FTG

2

Gerente de Desenvolvimento Florestal

1

DGS/FTG

2

Gerente do Projeto Microbacias

1

DGS/FTG

2

DIRETORIA DE QUALIDADE E DEFESA AGROPECUÁRIA

Diretor de Qualidade e Defesa Agropecuária

1

DGS/FTG

1

Gerente de Qualidade e Promoção do Agronegócio

1

DGS/FTG

2

ANEXO REVOGADO PELA LEI COMPLEMENTAR 741, DE 2019

ANEXO VII-H

SECRETARIA DE ESTADO DA AGRICULTURA E DA PESCA

ÓRGÃO

DENOMINAÇÃO DO CARGO

Quantidade

Código

Nível

GABINETE DO SECRETÁRIO

Assistente do Secretário

2

DGS/FTG

2

Assessor de Comunicação

1

DGS/FTG

2

Consultor Jurídico

1

DGS/FTG

1

Consultor Técnico

2

DGI

1

GABINETE DO SECRETÁRIO ADJUNTO

Secretário Adjunto

1

Assistente do Secretário Adjunto

1

DGS/FTG

2

Gerente de Tecnologia da Informação e Governança Eletrônica

1

DGS/FTG

2

Gerente de Planejamento e Avaliação

1

DGS/FTG

2

Gerente de Administração, Finanças e Contabilidade

1

DGS/FTG

2

DIRETORIA DE POLÍTICAS DA AGRICULTURA FAMILIAR E DA PESCA

Diretor de Políticas da Agricultura Familiar e da Pesca

1

DGS/FTG

1

Gerente de Infraestrutura e Programas da Agricultura Familiar

1

DGS/FTG

2

Gerente de Pesca e Aquicultura

1

DGS/FTG

2

Gerente de Assuntos Fundiários

1

DGS/FTG

2

Gerente de Desenvolvimento Florestal

1

DGS/FTG

2

DIRETORIA DE QUALIDADE E DEFESA AGROPECUÁRIA

Diretor de Qualidade e Defesa Agropecuária

1

DGS/FTG

1

Gerente de Qualidade e Promoção do Agronegócio

1

DGS/FTG

2

DIRETORIA DE COOPERATIVISMO E AGRONEGÓCIOS

Diretor de Cooperativismo e Agronegócios

1

DGS/FTG

1

Gerente de Empreendimentos Rurais

1

DGS/FTG

2

Gerente de Fomento Agropecuário

1

DGS/FTG

2

SECRETARIA EXECUTIVA DO PROGRAMA SC RURAL

DIRETORIA DE PROJETOS ESPECIAIS

Diretor de Projetos Especiais

1

DGS/FTG

1

Gerente Técnico do Programa SC Rural

1

DGS/FTG

2

Gerente de Investimento Sustentável do Programa SC Rural

1

DGS/FTG

2

Gerente Administrativo e Financeiro do Programa SC Rural

1

DGS/FTG

2

Gerente de Projetos Especiais

1

DGS/FTG

2

(NR) (Redação do Anexo VII-H dada pela Lei Complementar 534, de 2011)

ANEXO REVOGADO PELA LEI COMPLEMENTAR 741, DE 2019

ANEXO VII-I

SECRETARIA DE ESTADO DO DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO SUSTENTÁVEL

ÓRGÃO

DENOMINAÇÃO DO CARGO

Quantidade

Código

Nível

GABINETE DO SECRETÁRIO

Assistente do Secretário

2

DGS/FTG

2

Assessor de Comunicação

1

DGS/FTG

2

Assistente de Articulação do Terceiro Setor

1

DGS/FTG

2

Consultor Jurídico

1

DGS/FTG

1

Consultor Técnico

2

DGI

1

GABINETE DO DIRETOR GERAL

Diretor Geral

1

Assistente do Diretor Geral

1

DGS/FTG

2

Gerente de Administração, Finanças e Contabilidade

1

DGS/FTG

2

Gerente de Recursos Humanos

1

DGS/FTG

2

Gerente de Planejamento e Avaliação

1

DGS/FTG

2

Gerente de Tecnologia da Informação

1

DGS/FTG

2

Gerente de Apoio Operacional

1

DGS/FTG

2

DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO

Diretor de Desenvolvimento Econômico

1

DGS/FTG

1

Gerente de Desenvolvimento Econômico

1

DGS/FTG

2

Gerente de Apoio ao Investidor

1

DGS/FTG

2

Gerente de Apoio às Micro e Pequenas Empresas

1

DGS/FTG

2

DIRETORIA DE APOIO AO COOPERATIVISMO

Diretor de Apoio ao Cooperativismo

1

DGS/FTG

1

Gerente de Apoio ao Cooperativismo

1

DGS/FTG

2

DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DE CIÊNCIA, TECNOLOGIA E INOVAÇÃO

Diretor de Desenvolvimento de Ciência, Tecnologia e Inovação

1

DGS/FTG

1

Gerente de Desenvolvimento de Ciência,Tecnologia e Inovação

1

DGS/FTG

2

Gerente de Atração de Empreendimentos de Base Tecnológica

1

DGS/FTG

2

DIRETORIA DE SANEAMENTO E MEIO AMBIENTE

Diretor de Saneamento e Meio Ambiente

1

DGS/FTG

1

Gerente de Planejamento e Educação Ambiental

1

DGS/FTG

2

Gerente de Recursos Minerais

1

DGS/FTG

2

Gerente de Drenagem Urbana, Água e Esgoto

1

DGS/FTG

2

Gerente de Resíduos Sólidos

1

DGS/FTG

2

DIRETORIA DE RECURSOS HÍDRICOS

Diretor de Recursos Hídricos

1

DGS/FTG

1

Gerente de Planejamento de Recursos Hídricos

1

DGS/FTG

2

Gerente de Outorga e Controle dos Recursos Hídricos

1

DGS/FTG

2

DIRETORIA DE MUDANÇAS CLIMÁTICAS E DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL (Redação dada pela LC 466/09)

Diretor de Mudanças Climáticas e Desenvolvimento Sustetável (Redação dada pela LC 466/09)

1

DGS/FTG

1

Gerente de Planejamento e Estratégias (Redação dada pela LC 466/09)

1

DGS/FTG

2

Gerente de Projetos de Mudanças Climáticas e Desenvolvimento Sustentável (Redação dada pela LC 466/09)

1

DGS/FTG

2

ANEXO REVOGADO PELA LEI COMPLEMENTAR 741, DE 2019

ANEXO VII-I

SECRETARIA DE ESTADO DO DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO SUSTENTÁVEL

ÓRGÃO

DENOMINAÇÃO DO CARGO

Quantidade

Código

Nível

GABINETE DO SECRETÁRIO

Assistente do Secretário

2

DGS/FTG

2

Assessor de Comunicação

1

DGS/FTG

2

Assistente de Articulação do Terceiro Setor

1

DGS/FTG

2

Consultor Jurídico

1

DGS/FTG

1

Assessor Jurídico

1

DGS/FTG

2

Consultor Técnico

2

DGI

1

Consultor de Projetos Especiais

1

DGS/FTG

1

GABINETE DO SECRETÁRIO ADJUNTO

Secretário Adjunto

1

Assistente do Secretário Adjunto

1

DGS/FTG

2

Gerente de Administração, Finanças e Contabilidade

1

DGS/FTG

2

Gerente de Gestão de Pessoas

1

DGS/FTG

2

Gerente de Planejamento e Avaliação

1

DGS/FTG

2

Gerente de Tecnologia da Informação e Governança Eletrônica

1

DGS/FTG

2

Gerente de Apoio Operacional

1

DGS/FTG

2

Secretário do Conselho Estadual de Combate à Pirataria - CECOP

1

DGS/FTG

2

DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO

Diretor de Desenvolvimento Econômico

1

DGS/FTG

1

Gerente de Desenvolvimento Econômico

1

DGS/FTG

2

Gerente de Apoio ao Investidor

1

DGS/FTG

2

Gerente de Apoio às Micro e Pequenas Empresas

1

DGS/FTG

2

Coordenador de Projetos Especiais

1

DGS/FTG

1

Assistente Técnico

2

DGS/FTG

3

Diretor de Desenvolvimento Econômico (Redação dada pela LC 631/14)

1

DGS/FTG

1

Gerente de Desenvolvimento Econômico (Redação dada pela LC 631/14)

1

DGS/FTG

2

Gerente de Apoio ao Investidor (Redação dada pela LC 631/14)

1

DGS/FTG

2

Coordenador de Projetos Especiais (Redação dada pela LC 631/14)

1

DGS/FTG

1

Assistente Técnico (Redação dada pela LC 631/14)

2

DGS/FTG

3

DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DE CIÊNCIA, TECNOLOGIA E INOVAÇÃO

Diretor de Desenvolvimento de Ciência, Tecnologia e Inovação

1

DGS/FTG

1

Gerente de Desenvolvimento de Ciência,Tecnologia e Inovação

1

DGS/FTG

2

Gerente de Atração de Empreendimentos de Base Tecnológica

1

DGS/FTG

2

DIRETORIA DE SANEAMENTO E MEIO AMBIENTE

Diretor de Saneamento e Meio Ambiente

1

DGS/FTG

1

Gerente de Planejamento e Educação Ambiental

1

DGS/FTG

2

Gerente de Recursos Minerais

1

DGS/FTG

2

Gerente de Drenagem Urbana, Água e Esgoto

1

DGS/FTG

2

Gerente de Resíduos Sólidos

1

DGS/FTG

2

DIRETORIA DE RECURSOS HÍDRICOS

Diretor de Recursos Hídricos

1

DGS/FTG

1

Gerente de Planejamento de Recursos Hídricos

1

DGS/FTG

2

Gerente de Outorga e Controle dos Recursos Hídricos

1

DGS/FTG

2

Coordenador de Projetos Especiais

1

DGS/FTG

1

DIRETORIA DE MUDANÇAS CLIMÁTICAS E DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL

Diretor de Mudanças Climáticas e Desenvolvimento Sustentável

1

DGS/FTG

1

Gerente de Planejamento e Estratégias

1

DGS/FTG

2

Gerente de Projetos de Mudanças Climáticas e

Desenvolvimento Sustentável

1

DGS/FTG

2

Coordenador de Projetos Especiais

1

DGS/FTG

1

DIRETORIA DE APOIO ÀS MICRO E PEQUENAS EMPRESAS E AO EMPREENDEDOR INDIVIDUAL

Diretor de Apoio às Micro e Pequenas Empresas e

ao Empreendedor Individual

1

DGS/FTG

1

Gerente de Apoio ao Empreendedor Individual

1

DGS/FTG

2

Gerente de Apoio às Micro e Pequenas Empresas

1

DGS/FTG

2

Secretário do Fórum Estadual Permanente de Micro e

Pequenas Empresas

1

DGS/FTG

3

Consultor Técnico

1

DGS/FTG

3

Diretor de Apoio às Micro e Pequenas Empresas e ao Empreendedor Individual (Redação dada pela LC 631/14)

1

DGS/FTG

1

Gerente de Apoio ao Empreendedor Individual (Redação dada pela LC 631/14)

1

DGS/FTG

2

Gerente de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Redação dada pela LC 631/14)

1

DGS/FTG

2

Gerente de Políticas Públicas de Tratamento Diferenciado, Favorecido e Simplificado (Redação dada pela LC 631/14)

1

DGS/FTG

2

Secretário do Fórum Estadual Permanente de Micro e Pequenas Empresas (Redação dada pela LC 631/14)

1

DGS/FTG

3

Consultor Técnico (Redação dada pela LC 631/14)

1

DGS/FTG

3

(NR) (Redação do Anexo VII-I dada pela Lei Complementar 534, de 2011)

ANEXO REVOGADO PELA LEI COMPLEMENTAR 741, DE 2019

ANEXO VII-J

SECRETARIA DE ESTADO DE TURISMO, CULTURA E ESPORTE

ÓRGÃO

DENOMINAÇÃO DO CARGO

Quantidade

Código

Nível

GABINETE DO SECRETÁRIO

Assistente do Secretário

2

DGS/FTG

2

Assessor de Comunicação

1

DGS/FTG

2

Consultor Jurídico

1

DGS/FTG

1

Assistente Jurídico

1

DGS/FTG

2

Consultor de Relações com o Mercado

1

DGS/FTG

1

Consultor Técnico

7

DGI

1

Consultor de Captação de Eventos

1

DGS/FTG

1

Consultor de Projetos Especiais

3

DGS/FTG

1

GABINETE DO DIRETOR GERAL

Diretor Geral

1

Assistente do Diretor Geral

1

DGS/FTG

2

Gerente de Administração, Finanças e Contabilidade

1

DGS/FTG

2

Gerente de Apoio Operacional

1

DGS/FTG

2

DIRETORIA DE POLÍTICAS INTEGRADAS DO LAZER

Diretor de Políticas Integradas do Lazer

1

DGS/FTG

1

Gerente de Políticas de Cultura

1

DGS/FTG

2

Gerente de Políticas do Esporte

1

DGS/FTG

2

Gerente de Políticas de Turismo

1

DGS/FTG

2

DIRETORIA DO SEITEC

Diretor do SEITEC

1

DGS/FTG

1

Gerente de Projetos Culturais

1

DGS/FTG

2

Gerente de Projetos Esportivos

1

DGS/FTG

2

Gerente de Projetos Turísticos

1

DGS/FTG

2

DIRETORIA DO PRODETUR SUL/SC

Diretor do PRODETUR SUL/SC

1

DGS/FTG

1

Gerente Técnico e de Operações do PRODETUR SUL/SC

1

DGS/FTG

2

Gerente Financeiro e de Aquisições do PRODETUR SUL/SC

1

DGS/FTG

2

Gerente de Apoio Logístico do PRODETUR SUL/SC

1

DGS/FTG

2

Gerente de Ações do PRODETUR SUL/SC

1

DGS/FTG

3

ANEXO REVOGADO PELA LEI COMPLEMENTAR 741, DE 2019

ANEXO VII-J

SECRETARIA DE ESTADO DE TURISMO, CULTURA E ESPORTE

ÓRGÃO

DENOMINAÇÃO DO CARGO

Quantidade

Código

Nível

GABINETE DO SECRETÁRIO

Assistente do Secretário

2

DGS/FTG

2

Assessor de Comunicação

1

DGS/FTG

2

Consultor Jurídico

1

DGS/FTG

1

Assessor Jurídico

1

DGS/FTG

2

Consultor de Relações com o Mercado

1

DGS/FTG

1

Consultor Técnico

7

DGI

1

Consultor de Captação de Eventos

1

DGS/FTG

1

Consultor de Projetos Especiais

3

DGS/FTG

1

GABINETE DO SECRETÁRIO ADJUNTO

Secretário Adjunto

1

Assistente do Secretário Adjunto

1

DGS/FTG

2

Gerente de Administração, Finanças e Contabilidade

1

DGS/FTG

2

Gerente de Apoio Operacional

1

DGS/FTG

2

DIRETORIA DE POLÍTICAS INTEGRADAS DO LAZER

Diretor de Políticas Integradas do Lazer

1

DGS/FTG

1

Gerente de Políticas de Cultura

1

DGS/FTG

2

Gerente de Políticas do Esporte

1

DGS/FTG

2

Gerente de Políticas de Turismo

1

DGS/FTG

2

DIRETORIA DO SEITEC

Diretor do SEITEC

1

DGS/FTG

1

Gerente de Projetos Culturais

1

DGS/FTG

2

Gerente de Projetos Esportivos

1

DGS/FTG

2

Gerente de Projetos Turísticos

1

DGS/FTG

2

Gerente de Fiscalização de Projetos Incentivados

1

DGS/FTG

2

DIRETORIA DE PROJETOS ESTRUTURANTES

Diretor de Projetos Estruturantes

1

DGS/FTG

1

Gerente de Projetos e Apoio Logístico

1

DGS/FTG

2

Gerente Administrativo e Financeiro

1

DGS/FTG

2

Gerente de Programas Conveniados

1

DGS/FTG

2

Gerente do PRODETUR SUL/SC

1

DGS/FTG

3

(NR) (Redação do Anexo VII-J dada pela Lei Complementar 534, de 2011)

ANEXO REVOGADO PELA LEI COMPLEMENTAR 741, DE 2019

ANEXO VII-L

SECRETARIA DE ESTADO DA INFRA-ESTRUTURA

ÓRGÃO

DENOMINAÇÃO DO CARGO

Quantidade

Código

Nível

GABINETE DO SECRETÁRIO

Assistente do Secretário

2

DGS/FTG

2

Assessor de Comunicação

1

DGS/FTG

2

Consultor Jurídico

1

DGS/FTG

1

Consultor de Gestão de Infra-Estrutura

1

DGS/FTG

1

Consultor Técnico

2

DGI

1

GABINETE DO DIRETOR GERAL

Diretor Geral

1

Assistente do Diretor Geral

1

DGS/FTG

2

Gerente de Administração

1

DGS/FTG

2

DIRETORIA DE TRANSPORTES

Diretor de Transportes

1

DGS/FTG

1

Gerente de Infra-Estrutura Rodo-ferroviária

1

DGS/FTG

2

Gerente de Infra-Estrutura Aeroviária

1

DGS/FTG

2

Gerente de Infra-Estrutura Aquaviária

1

DGS/FTG

2

DIRETORIA DE ARTICULAÇÃO REGIONAL

Diretor de Articulação Regional

1

DGS/FTG

1

DIRETORIA DE PROJETOS E CAPTAÇÃO

Diretor de Projetos e Captação

1

DGS/FTG

1

Gerente de Captação e Acompanhamento

1

DGS/FTG

2

DIRETORIA DE INFRA-ESTRUTURA

Diretor de Infra-Estrutura

1

DGS/FTG

1

Gerente de Infra-Estrutura

1

DGS/FTG

2

ANEXO REVOGADO PELA LEI COMPLEMENTAR 741, DE 2019

ANEXO VII-L

SECRETARIA DE ESTADO DA INFRAESTRUTURA

ÓRGÃO

DENOMINAÇÃO DO CARGO

Quantidade

Código

Nível

GABINETE DO SECRETÁRIO

Assistente do Secretário

2

DGS/FTG

2

Assessor de Comunicação

1

DGS/FTG

2

Consultor Jurídico

1

DGS/FTG

1

Consultor de Gestão de Infraestrutura

1

DGS/FTG

1

Consultor Técnico

2

DGI

1

GABINETE DO SECRETÁRIO ADJUNTO

Secretário Adjunto

1

Assistente do Secretário Adjunto

1

DGS/FTG

2

Gerente de Administração

1

DGS/FTG

2

DIRETORIA DE TRANSPORTES

Diretor de Transportes

1

DGS/FTG

1

Gerente de Infraestrutura Rodoferroviária

1

DGS/FTG

2

Gerente de Infraestrutura Aeroviária

1

DGS/FTG

2

Gerente de Infraestrutura Aquaviária

1

DGS/FTG

2

DIRETORIA DE ARTICULAÇÃO REGIONAL

Diretor de Articulação Regional

1

DGS/FTG

1

DIRETORIA DE PROJETOS E CAPTAÇÃO

Diretor de Projetos e Captação

1

DGS/FTG

1

Gerente de Captação e Acompanhamento

1

DGS/FTG

2

DIRETORIA DE INFRAESTRUTURA

Diretor de Infraestrutura

1

DGS/FTG

1

Gerente de Infraestrutura

1

DGS/FTG

2

DIRETORIA ADMINISTRATIVA E FINANCEIRA

Diretor Administrativo e Financeiro

1

DGS/FTG

1

Gerente Financeiro

1

DGS/FTG

2

Gerente de Licitações

1

DGS/FTG

2

(NR) (Redação do Anexo VII-L dada pela Lei Complementar 534, de 2011)

ANEXO REVOGADO PELA LEI COMPLEMENTAR 741, DE 2019

ANEXO VII-M

SECRETARIA DE ESTADO DA JUSTIÇA E CIDADANIA

SECRETARIA DE ESTADO DA JUSTIÇA E CIDADANIA

GABINETE DO SECRETÁRIO

Assistente do Secretário

4

DGS/FTG

2

Assessor de Comunicação

1

DGS/FTG

2

Consultor Jurídico

1

DGS/FTG

1

Assessor Jurídico

3

DGS/FTG

2

Ouvidor

1

DGS/FTG

1

Consultor Técnico

2

DGI

1

Gerente da Defensoria Dativa

1

DGS/FTG

2

Gerente da Escola Penitenciária

1

DGS/FTG

2

GABINETE DO SECRETÁRIO ADJUNTO

Secretário Adjunto

1

Assistente do Secretário Adjunto

1

DGS/FTG

2

DIRETORIA ADMINISTRATIVA E FINANCEIRA

Diretor Administrativo e Financeiro

1

DGS/FTG

1

Gerente de Tecnologia da Informação e Governança Eletrônica

1

DGS/FTG

2

Gerente de Administração, Finanças e Contabilidade

1

DGS/FTG

2

Gerente de Gestão de Pessoas

1

DGS/FTG

2

Gerente de Apoio Operacional

1

DGS/FTG

2

Gerente de Patrimônio

1

DGS/FTG

2

Gerente de Licitações e Contratos

1

DGS/FTG

2

Gerente de Capacitação

1

DGS/FTG

2

DIRETORIA DE PLANEJAMENTO E AVALIAÇÃO

Diretor de Planejamento e Avaliação

1

DGS/FTG

1

Gerente de Planejamento, Orçamento e Convênios

1

DGS/FTG

2

Gerente Técnico de Edificações

1

DGS/FTG

2

Gerente de Gestão de Fundos

1

DGS/FTG

2

Gerente de Projetos

1

DGS/FTG

2

CORREGEDORIA-GERAL

Corregedor-Geral

1

DGS/FTG

1

Assessor Jurídico

1

DGS/FTG

2

DIRETORIA DE INTELIGÊNCIA E INFORMAÇÃO

Diretor de Inteligência e Informação

1

DGS/FTG

1

Gerente de Inteligência e Contrainteligência

1

DGS/FTG

2

Gerente de Informação

1

DGS/FTG

2

DEPARTAMENTO DE ADMINISTRAÇÃO SOCIOEDUCATIVA

Diretor de Administração Socioeducativa

1

DGS/FTG

1

Gerente do Plantão Atendimento Inicial

1

DGS/FTG

3

Gerente do Pró-Sinase – Sistema Nacional Socioeducativo

1

DGS/FTG

2

Gerente do Centro Socioeducativo Regional São Lucas

1

DGS/FTG

3

Gerente do Centro Socioeducativo Regional de Lages

1

DGS/FTG

3

Gerente do Centro Socioeducativo Regional de Chapecó

1

DGS/FTG

3

Gerente do Centro Socioeducativo Feminino

1

DGS/FTG

3

Assessor Jurídico

1

DGS/FTG

2

DEPARTAMENTO DE DEFESA DO CONSUMIDOR - PROCON/SC

Diretor do Programa de Defesa do Consumidor - PROCON/SC

1

DGS/FTG

1

Gerente de Educação para o Consumo e Municipalização

1

DGS/FTG

2

Assessor Jurídico do PROCON

2

DGS/FTG

2

DEPARTAMENTO DE ADMINISTRAÇÃO PRISIONAL

Diretor de Administração Prisional

1

DGS/FTG

1

Gerente de Execução Penal

1

DGS/FTG

2

Gerente de Orientação e Assistência ao Egresso

1

DGS/FTG

2

Gerente Judiciário

1

DGS/FTG

2

Gerente de Apoio Psiquiátrico

1

DGS/FTG

2

Gerente de Presídios

20

DGS/FTG

3

Gerente de Casa de Albergado

1

DGS/FTG

3

Gerente de Escolta e Vigilância Prisional

1

DGS/FTG

2

DIRETORIA DA PENITENCIÁRIA DE FLORIANÓPOLIS

Diretor da Penitenciária de Florianópolis

1

DGS/FTG

2

Gerente de Execuções Penais

1

DGS/FTG

3

Gerente de Revisões Criminais

1

DGS/FTG

3

Gerente de Apoio Operacional

1

DGS/FTG

3

Gerente de Atividades Laborais

1

DGS/FTG

3

Gerente de Saúde, Ensino e Promoção Social

1

DGS/FTG

3

Mestre de Oficina

5

DGI

1

Mestre de Serviço

3

DGI

1

DIRETORIA DA PENITENCIÁRIA DE SÃO PEDRO DE ALCÂNTARA

Diretor da Penitenciária de São Pedro de Alcântara

1

DGS/FTG

2

Gerente de Execuções Penais

1

DGS/FTG

3

Gerente de Revisões Criminais

1

DGS/FTG

3

Gerente de Apoio Operacional

1

DGS/FTG

3

Gerente de Atividades Laborais

1

DGS/FTG

3

Gerente de Saúde, Ensino e Promoção Social

1

DGS/FTG

3

Mestre de Oficina

4

DGI

1

Mestre de Serviço

2

DGI

1

DIRETORIA DA PENITENCIÁRIA DE CURITIBANOS

Diretor da Penitenciária da Região de Curitibanos

1

DGS/FTG

2

Gerente de Execuções Penais

1

DGS/FTG

3

Gerente de Revisões Criminais

1

DGS/FTG

3

Gerente de Apoio Operacional

1

DGS/FTG

3

Gerente de Atividades Laborais

1

DGS/FTG

3

Gerente de Saúde, Ensino e Promoção Social

1

DGS/FTG

3

Mestre de Oficina

5

DGI

1

Mestre de Serviço

2

DGI

1

DIRETORIA DA PENITENCIÁRIA AGRÍCOLA DE CHAPECÓ

Diretor da Penitenciária Agrícola de Chapecó

1

DGS/FTG

2

Gerente de Execuções Penais

1

DGS/FTG

3

Gerente de Revisões Criminais

1

DGS/FTG

3

Gerente de Apoio Operacional

1

DGS/FTG

3

Gerente de Atividades Laborais

1

DGS/FTG

3

Gerente de Saúde, Ensino e Promoção Social

1

DGS/FTG

3

Mestre de Oficina

4

DGI

1

Mestre de Serviço

2

DGI

1

DIRETORIA DA PENITENCIÁRIA INDUSTRIAL DE JOINVILLE

Diretor da Penitenciária Industrial de Joinville

1

DGS/FTG

2

Gerente de Execuções Penais

1

DGS/FTG

3

Gerente de Revisões Criminais

1

DGS/FTG

3

Gerente de Apoio Operacional

1

DGS/FTG

3

Gerente de Atividades Laborais

1

DGS/FTG

3

Gerente de Saúde, Ensino e Promoção Social

1

DGS/FTG

3

Mestre de Oficina

4

DGI

1

Mestre de Serviço

2

DGI

1

DIRETORIA DA PENITENCIÁRIA SUL

Diretor da Penitenciária Sul

1

DGS/FTG

2

Gerente de Execuções Penais

1

DGS/FTG

3

Gerente de Revisões Criminais

1

DGS/FTG

3

Gerente de Apoio Operacional

1

DGS/FTG

3

Gerente de Atividades Laborais

1

DGS/FTG

3

Gerente de Saúde, Ensino e Promoção Social

1

DGS/FTG

3

Mestre de Oficina

4

DGI

1

Mestre de Serviço

2

DGI

1

DIRETORIA DA PENITENCIÁRIA DE ITAJAI

Diretor da Penitenciária de Itajaí

1

DGS/FTG

2

Gerente de Execuções Penais

1

DGS/FTG

3

Gerente de Revisões Criminais

1

DGS/FTG

3

Gerente de Apoio Operacional

1

DGS/FTG

3

Gerente de Atividades Laborais

1

DGS/FTG

3

Gerente de Saúde, Ensino e Promoção Social

1

DGS/FTG

3

Mestre de Oficina

4

DGI

1

Mestre de Serviço

2

DGI

1

DIRETORIA DO HOSPITAL DE CUSTÓDIA E TRATAMENTO PSIQUIÁTRICO

Diretor do Hospital de Custódia e Tratamento Psiquiátrico

1

DGS/FTG

2

Gerente de Apoio Médico e Psiquiátrico

1

DGS/FTG

3

Gerente de Apoio Operacional

1

DGS/FTG

3

Gerente dos Serviços Técnico Jurídicos

1

DGS/FTG

3

(NR) (Redação do Anexo VII-M incluída pela Lei Complementar 534, de 2011)

ANEXO VII-N

SECRETARIA DE ESTADO DA DEFESA CIVIL

ÓRGÃO

DENOMINAÇÃO DO CARGO

Quantidade

Código

Nível

GABINETE DO SECRETÁRIO

Assistente do Secretário

2

DGS/FTG

2

Consultor Jurídico

1

DGS/FTG

1

Assessor Técnico em Defesa Civil

2

DGS/FTG

1

Assessor de Comunicação

1

DGS/FTG

2

GABINETE DO SECRETÁRIO ADJUNTO

Secretário Adjunto

1

Gerente de Planejamento, Orçamento e Gestão de Pessoas

1

DGS/FTG

2

Gerente de Administração, Finanças e Contabilidade

1

DGS/FTG

2

Gerente de Tecnologia da Informação e Governança Eletrônica

1

DGS/FTG

2

DIRETORIA DE PREVENÇÃO

Diretor de Prevenção

1

DGS/FTG

1

Gerente de Prevenção e Preparação

1

DGS/FTG

2

Gerente de Monitoramento e Alerta

1

DGS/FTG

2

Gerente de Capacitação, Pesquisas e Projetos

1

DGS/FTG

2

DIRETORIA DE RESPOSTA AOS DESASTRES

Diretor de Resposta aos Desastres

1

DGS/FTG

1

Gerente de Operações e Assistência

1

DGS/FTG

2

Gerente de Restabelecimento e Reabilitação

1

DGS/FTG

2

Gerente de Logística e Mobilização

1

DGS/FTG

2

ANEXO REVOGADO PELA LEI COMPLEMENTAR 741, DE 2019

ANEXO VII-N

SECRETARIA DE ESTADO DA DEFESA CIVIL

ÓRGÃO

DENOMINAÇÃO DO CARGO

Quantidade

Código

Nível

Assistente do Secretário

1

DGS/FTG

2

Consultor Jurídico

1

DGS/FTG

1

Assessor de Comunicação

1

DGS/FTG

2

GABINETE DO SECRETÁRIO ADJUNTO

Secretário Adjunto

1

Assistente do Secretário Adjunto

1

DGS/FTG

2

Assessor Técnico em Defesa Civil

1

DGS/FTG

1

DIRETORIA ADMINISTRATIVA E FINANCEIRA

Diretor Administrativo e Financeiro

1

DGS/FTG

1

Gerente de Contratos e Licitações

1

DGS/FTG

2

Gerente de Administração, Finanças e Contabilidade

1

DGS/FTG

2

Gerente de Tecnologia da Informação e Governança Eletrônica

1

DGS/FTG

2

Gerente de Convênios e Planejamento

1

DGS/FTG

2

Gerente de Patrimônio e Apoio Operacional

1

DGS/FTG

2

Gerente de Gestão de Pessoas e Capacitação

1

DGS/FTG

2

DIRETORIA DE MINIMIZAÇÃO DE DESASTRES

Diretor de Minimização de Desastres

1

DGS/FTG

1

Gerente de Prevenção e Preparação

1

DGS/FTG

2

Gerente de Capacitação, Pesquisas e Projetos

1

DGS/FTG

2

Gerente de Produtos Perigosos

1

DGS/FTG

2

DIRETORIA DE MONITORAMENTO E GESTÃO DE DESASTRES

Diretor de Gestão de Riscos e Desastres

1

DGS/FTG

1

Gerente de Monitoramento

1

DGS/FTG

2

Gerente de Alerta

1

DGS/FTG

2

Gerente de Informações de Desastres

1

DGS/FTG

2

Gerente de Operações

1

DSG/FTG

2

Gerente de Assistência Humanitária

1

DGS/FTG

2

DIRETORIA DE REABILITAÇÃO E RECONSTRUÇÃO

Diretor de Reabilitação e Reconstrução

1

DGS/FTG

1

Assessor Técnico em Defesa Civil

2

DGS/FTG

1

Gerente de Reabilitação

1

DGS/FTG

2

Gerente de Recuperação

1

DGS/FTG

2

DIRETORIA DE OBRAS PREVENTIVAS

Diretor de Obras Preventivas

1

DGS/FTG

1

Assessor Técnico em Defesa Civil

3

DGS/FTG

1

Gerente de Estudos, Projetos e Licenciamento

1

DGS/FTG

2

Gerente de Acompanhamento de Obras

1

DGS/FTG

2

Gerente de Captação de Recursos

1

DGS/FTG

2

Gerente de Manutenção e Operação

1

DGS/FTG

2

(Redação do Anexo VII-N dada pela Lei Complementar 713, de 2018)

ANEXO REVOGADO PELA LEI COMPLEMENTAR 741, DE 2019

ANEXO VIII

SECRETARIAS DE ESTADO DE DESENVOLVIMENTO REGIONAL

AGÊNCIAS DE DESENVOLVIMENTO

ANEXO REVOGADO PELA LEI COMPLEMENTAR 741, DE 2019

ANEXO VIII-A

SECRETARIAS DE ESTADO DE DESENVOLVIMENTO REGIONAL

Grande Florianópolis - Joinville

ÓRGÃO

DENOMINAÇÃO DO CARGO

Quantidade

Código

Nível

GABINETE DO SECRETÁRIO

Consultor Jurídico

2

DGS/FTG

1

Assessor de Comunicação

2

DGS/FTG

2

Assistente do Secretário

2

DGS/FTG

2

Assistente Técnico

4

DGI

1

DIRETORIA GERAL

Diretor Geral

2

Gerente de Administração, Finanças e Contabilidade

2

DGS/FTG

2

Gerente de Recursos Humanos

2

DGS/FTG

2

Gerente de Planejamento e Avaliação

2

DGS/FTG

2

Gerente de Apoio Operacional

2

DGS/FTG

2

Gerente de Convênios, Contratos e Licitações

2

DGS/FTG

2

Gerente de Tecnologia da Informação

2

DGS/FTG

2

GERÊNCIAS DE AÇÕES FINALÍSTICAS

Gerente de Saúde

2

DGS/FTG

2

Gerente de Educação

2

DGS/FTG

2

Gerente de Infra-Estrutura

2

DGS/FTG

2

Gerente de Turismo, Cultura e Esporte

2

DGS/FTG

2

Gerente de Desenvolvimento Econômico Sustentável e Agricultura

2

DGS/FTG

2

Gerente de Assistência Social, Trabalho e Habitação

2

DGS/FTG

2

Gerente de Projetos Especiais

4

DGS/FTG

2

ANEXO REVOGADO PELA LEI COMPLEMENTAR 741, DE 2019

ANEXO VIII

SECRETARIAS DE ESTADO DE DESENVOLVIMENTO REGIONAL

AGÊNCIAS DE DESENVOLVIMENTO

(Redação do anexo VIII revogada pela Lei 16.795, de 2015)

ANEXO REVOGADO PELA LEI COMPLEMENTAR 741, DE 2019

ANEXO VIII-A

SECRETARIAS DE ESTADO DE DESENVOLVIMENTO REGIONAL

Grande Florianópolis - Joinville

ÓRGÃO

DENOMINAÇÃO DO CARGO

Quantidade

Código

Nível

GABINETE DO SECRETÁRIO

Consultor Jurídico

2

DGS/FTG

1

Assessor de Comunicação

2

DGS/FTG

2

Assistente do Secretário

2

DGS/FTG

2

Assistente Técnico

4

DGI

1

DIRETORIA-GERAL

Diretor-Geral

2

Gerente de Administração, Finanças e Contabilidade

2

DGS/FTG

2

Gerente de Gestão de Pessoas

2

DGS/FTG

2

Gerente de Planejamento e Avaliação

2

DGS/FTG

2

Gerente de Apoio Operacional

2

DGS/FTG

2

Gerente de Convênios, Contratos e Licitações

2

DGS/FTG

2

Gerente de Tecnologia da Informação e Governança Eletrônica

2

DGS/FTG

2

GERÊNCIAS DE AÇÕES FINALÍSTICAS

Gerente de Saúde

2

DGS/FTG

2

Gerente de Educação

2

DGS/FTG

2

Gerente de Infraestrutura

2

DGS/FTG

2

Gerente de Turismo, Cultura e Esporte

2

DGS/FTG

2

Gerente de Desenvolvimento Econômico Sustentável e Agricultura

2

DGS/FTG

2

Gerente de Assistência Social, Trabalho e Habitação

2

DGS/FTG

2

Gerente de Projetos Especiais

4

DGS/FTG

2

(Redação do Anexo VIII-A dada pela Lei Complementar 534, de 2011 e revogada pela Lei 16.795, de 2015)

ANEXO REVOGADO PELA LEI COMPLEMENTAR 741, DE 2019

ANEXO VIII-B

SECRETARIAS DE ESTADO DE DESENVOLVIMENTO REGIONAL

Blumenau - Chapecó - Criciúma - Itajaí - Lages

ÓRGÃO

DENOMINAÇÃO DO CARGO

Quantidade

Código

Nível

GABINETE DO SECRETÁRIO

Consultor Jurídico

5

DGS/FTG

1

Assessor de Comunicação

5

DGS/FTG

2

Assistente Técnico

10

DGI

1

DIRETORIA GERAL

Diretor Geral

5

Gerente de Administração, Finanças e Contabilidade

5

DGS/FTG

2

Gerente de Recursos Humanos

5

DGS/FTG

2

Gerente de Planejamento e Avaliação

5

DGS/FTG

2

Gerente de Apoio Operacional

5

DGS/FTG

2

Gerente de Tecnologia da Informação

5

DGS/FTG

2

GERÊNCIAS DE AÇÕES FINALÍSTICAS

Gerente de Saúde

5

DGS/FTG

2

Gerente de Educação

5

DGS/FTG

2

Gerente de Infra-Estrutura

5

DGS/FTG

2

Gerente de Turismo, Cultura e Esporte

5

DGS/FTG

2

Gerente de Desenvolvimento Econômico Sustentável e Agricultura

5

DGS/FTG

2

Gerente de Assistência Social, Trabalho e Habitação

5

DGS/FTG

2

Gerente de Projetos Especiais

5

DGS/FTG

2

(Redação do anexo VIII-B revogada pela Lei 16.795, de 2015)

ANEXO REVOGADO PELA LEI COMPLEMENTAR 741, DE 2019

ANEXO VIII-B

SECRETARIAS DE ESTADO DE DESENVOLVIMENTO REGIONAL

Blumenau - Chapecó - Criciúma - Itajaí - Lages

ÓRGÃO

DENOMINAÇÃO DO CARGO

Quantidade

Código

Nível

GABINETE DO SECRETÁRIO

Consultor Jurídico

5

DGS/FTG

1

Assessor de Comunicação

5

DGS/FTG

2

Assistente Técnico

10

DGI

1

DIRETORIA-GERAL

Diretor-Geral

5

Gerente de Administração, Finanças e Contabilidade

5

DGS/FTG

2

Gerente de Gestão de Pessoas

5

DGS/FTG

2

Gerente de Planejamento e Avaliação

5

DGS/FTG

2

Gerente de Apoio Operacional

5

DGS/FTG

2

Gerente de Tecnologia da Informação e Governança Eletrônica

5

DGS/FTG

2

GERÊNCIAS DE AÇÕES FINALÍSTICAS

Gerente de Saúde

5

DGS/FTG

2

Gerente de Educação

5

DGS/FTG

2

Gerente de Infraestrutura

5

DGS/FTG

2

Gerente de Turismo, Cultura e Esporte

5

DGS/FTG

2

Gerente de Desenvolvimento Econômico Sustentável e Agricultura

5

DGS/FTG

2

Gerente de Assistência Social, Trabalho e Habitação

5

DGS/FTG

2

Gerente de Projetos Especiais

5

DGS/FTG

2

(Redação do Anexo VIII-B dada pela Lei Complementar 534, de 2011 e revogada pela Lei 16.795, de 2015)

ANEXO REVOGADO PELA LEI COMPLEMENTAR 741, DE 2019

ANEXO VIII-C

SECRETARIAS DE ESTADO DE DESENVOLVIMENTO REGIONAL

Araranguá - Brusque - Caçador - Campos Novos - Canoinhas - Concórdia - Curitibanos - Jaraguá do Sul - Joaçaba - Laguna - Mafra - Rio do Sul - São Miguel d’Oeste - Tubarão - Videira - Xanxerê

ÓRGÃO

DENOMINAÇÃO DO CARGO

Quantidade

Código

Nível

GABINETE DO SECRETÁRIO

Consultor Jurídico

16

DGS/FTG

1

Assessor de Comunicação

16

DGS/FTG

2

DIRETORIA GERAL

Diretor Geral

16

Gerente de Administração, Finanças e Contabilidade

16

DGS/FTG

2

Gerente de Planejamento e Avaliação

16

DGS/FTG

2

GERÊNCIAS DE AÇÕES FINALÍSTICAS

Gerente de Saúde

16

DGS/FTG

2

Gerente de Educação

16

DGS/FTG

2

Gerente de Infra-Estrutura

16

DGS/FTG

2

Gerente de Turismo, Cultura e Esporte

16

DGS/FTG

2

Gerente de Desenvolvimento Econômico Sustentável e Agricultura

16

DGS/FTG

2

Gerente de Assistência Social, Trabalho e Habitação

16

DGS/FTG

2

(Redação do anexo VIII-C revogada pela Lei 16.795, de 2015)

ANEXO REVOGADO PELA LEI COMPLEMENTAR 741, DE 2019

ANEXO VIII-D

SECRETARIAS DE ESTADO DE DESENVOLVIMENTO REGIONAL

Braço do Norte - Dionísio Cerqueira - Ibirama - Itapiranga - Ituporanga - Maravilha - Palmitos - Quilombo - São Joaquim - São Lourenço do Oeste - Seara - Taió - Timbó

ÓRGÃO

DENOMINAÇÃO DO CARGO

Quantidade

Código

Nível

GABINETE DO SECRETÁRIO

Consultor Jurídico

13

DGS/FTG

1

Assessor de Comunicação

13

DGS/FTG

2

DIRETORIA GERAL

Diretor Geral

13

Gerente de Administração, Finanças e Contabilidade

13

DGS/FTG

2

GERÊNCIAS DE AÇÕES FINALÍSTICAS

Gerente de Saúde

13

DGS/FTG

2

Gerente de Educação

13

DGS/FTG

2

Gerente de Infra-Estrutura

13

DGS/FTG

2

Gerente de Desenvolvimento Econômico Sustentável e Agricultura

13

DGS/FTG

2

Gerente de Assistência Social, Trabalho e Habitação

13

DGS/FTG

2

(Redação do anexo VIII-D revogada pela Lei 16.795, de 2015)

ANEXO REVOGADO PELA LEI COMPLEMENTAR 741, DE 2019

ANEXO VIII-D

SECRETARIAS DE ESTADO DE DESENVOLVIMENTO REGIONAL

Braço do Norte - Dionísio Cerqueira - Ibirama - Itapiranga - Ituporanga - Maravilha - Palmitos - Quilombo - São Joaquim - São Lourenço do Oeste - Seara - Taió - Timbó

ÓRGÃO

DENOMINAÇÃO DO CARGO

Quantidade

Código

Nível

GABINETE DO SECRETÁRIO

Consultor Jurídico

13

DGS/FTG

1

Assessor de Comunicação

13

DGS/FTG

2

DIRETORIA GERAL

Diretor Geral

13

Gerente de Administração, Finanças e Contabilidade

13

DGS/FTG

2

GERÊNCIAS DE AÇÕES FINALÍSTICAS

Gerente de Saúde

13

DGS/FTG

2

Gerente de Educação

13

DGS/FTG

2

Gerente de Infraestrutura

13

DGS/FTG

2

Gerente de Desenvolvimento Econômico Sustentável e

Agricultura

13

DGS/FTG

2

Gerente de Assistência Social, Trabalho e Habitação

13

DGS/FTG

2

Gerente de Turismo, Cultura e Esporte

1

DGS/FTG

2

(Redação do Anexo VIII-D dada pela Lei Complementar 469, de 2009 e revogada pela Lei 16.795, de 2015)

ANEXO REVOGADO PELA LEI COMPLEMENTAR 741, DE 2019

ANEXO ix

NOMINATA DE CARGOS DE PROVIMENTO EM COMISSÃO E FUNÇÕES

TÉCNICAS GERENCIAIS DA ADMINISTRAÇÃO INDIRETA

AUTARQUIAS

ANEXO REVOGADO PELA LEI COMPLEMENTAR 741, DE 2019

ANEXO IX-A

ADMINISTRAÇÃO DO PORTO DE SÃO FRANCISCO DO SUL - APSFS

ENTIDADE

DENOMINAÇÃO DO CARGO

Quantidade

Código

Nível

GABINETE DO PRESIDENTE

Presidente

1

Assistente do Presidente

1

DGS-FTG

2

Procurador Jurídico

1

DGS/FTG

1

Assessor de Engenharia e Meio Ambiente

1

DGS/FTG

2

Assessor de Comunicação

1

DGS/FTG

2

DIRETORIA DE ADMINISTRAÇÃO

Diretor de Administração

1

DGS/FTG

1

Gerente de Recursos Humanos

1

DGS/FTG

2

Gerente de Administração, Finanças e Contabilidade

1

DGS/FTG

2

Gerente de Planejamento e Avaliação

1

DGS/FTG

2

Gerente de Tecnologia da Informação

1

DGS/FTG

2

Gerente de Apoio Operacional

1

DGS/FTG

2

DIRETORIA DE LOGÍSTICA

Diretor de Logística

1

DGS/FTG

1

Gerente de Operações

1

DGS/FTG

2

Gerente de Segurança Portuária

1

DGS/FTG

2

ANEXO IX-A

ADMINISTRAÇÃO DO PORTO DE SÃO FRANCISCO DO SUL - APSFS

ENTIDADE

DENOMINAÇÃO DO CARGO

Quantidade

Código

Nível

GABINETE DO PRESIDENTE

Presidente

1

Assistente do Presidente

1

DGS/FTG

2

Procurador Jurídico

1

DGS/FTG

1

Assessor de Engenharia e Meio Ambiente

1

DGS/FTG

2

Assessor de Comunicação

1

DGS/FTG

2

DIRETORIA DE ADMINISTRAÇÃO

Diretor de Administração

1

DGS/FTG

1

Gerente de Gestão de Pessoas

1

DGS/FTG

2

Gerente de Administração, Finanças e Contabilidade

1

DGS/FTG

2

Gerente de Planejamento e Avaliação

1

DGS/FTG

2

Gerente de Tecnologia da Informação e Governança Eletrônica

1

DGS/FTG

2

Gerente de Apoio Operacional

1

DGS/FTG

2

DIRETORIA DE LOGÍSTICA

Diretor de Logística

1

DGS/FTG

1

Gerente de Operações

1

DGS/FTG

2

Gerente de Segurança Portuária

1

DGS/FTG

2

(Redação do Anexo IX-A dada pela LC 534, de 2011) (Redação do Anexo IX-A, revogada pela LC 707, de 2017)

ANEXO REVOGADO PELA LEI COMPLEMENTAR 741, DE 2019

ANEXO IX-B

AGÊNCIA REGULADORA DE SERVIÇOS PÚBLICOS DE SANTA CATARINA - AGESC

ENTIDADE

DENOMINAÇÃO DO CARGO

Quantidade

Código

Nível

DIRETORIA EXECUTIVA

Diretor Executivo

1

Consultor Jurídico

1

DGS/FTG

1

Chefe de Departamento

2

DGS/FTG

1

Gerente de Câmara

4

DGS/FTG

2

ANEXO REVOGADO PELA LEI COMPLEMENTAR 741, DE 2019

ANEXO IX-B

AGÊNCIA REGULADORA DE SERVIÇOS PÚBLICOS DE SANTA CATARINA - AGESC

ENTIDADE

DENOMINAÇÃO DO CARGO

Quantidade

Código

Nível

DIRETORIA EXECUTIVA

Diretor Executivo

1

Consultor Jurídico

1

DGS/FTG

1

Chefe de Departamento

2

DGS/FTG

1

Gerente de Câmara

3

DGS/FTG

2

(Redação do Anexo IX-B dada pela Lei Complementar 534, de 2011 e Revogada pela Lei 16.673, de 2015)

ANEXO REVOGADO PELA LEI COMPLEMENTAR 741, DE 2019

ANEXO IX-C

INSTITUTO DE PREVIDÊNCIA DO ESTADO DE SANTA CATARINA - IPESC

ENTIDADE

DENOMINAÇÃO DO CARGO

Quantidade

Código

Nível

GABINETE DO PRESIDENTE

Presidente

1

Assistente do Presidente

1

DGS/FTG

2

Assessor de Comunicação

1

DGS/FTG

2

Consultor Técnico

5

DGI

1

Coordenador Regional de Previdência

10

FTG/DGS

2

DIRETORIA DE ADMINISTRAÇÃO

Diretor de Administração

1

DGS/FTG

1

Gerente de Recursos Humanos

1

DGS/FTG

2

Gerente de Administração, Finanças e Contabilidade

1

DGS/FTG

2

Gerente de Planejamento e Avaliação

1

DGS/FTG

2

Gerente de Tecnologia da Informação

1

DGS/FTG

2

Gerente de Apoio Operacional

1

DGS/FTG

2

DIRETORIA JURÍDICA

Diretor Jurídico

1

DGS/FTG

1

Assistente Jurídico

4

DGS/FTG

2

Gerente do Contencioso Administrativo

1

DGS/FTG

2

Gerente do Contencioso Judicial

1

DGS/FTG

2

DIRETORIA DE PREVIDÊNCIA

Diretor de Previdência

1

DGS/FTG

1

Gerente de Inativos

1

DGS/FTG

2

Gerente de Pensões

1

DGS/FTG

2

Gerente de Avaliação e Controle Previdenciário

1

DGS/FTG

2

DIRETORIA DE GESTÃO DE RECURSOS PREVIDENCIÁRIOS

Diretor de Gestão de Recursos Previdenciários

1

DGS/FTG

1

Gerente de Fiscalização

1

DGS/FTG

2

Gerente de Bens Previdenciários

1

DGS/FTG

2

Gerente de Investimentos

1

DGS/FTG

2

ANEXO REVOGADO PELA LEI COMPLEMENTAR 741, DE 2019

ANEXO IX-C

INSTITUTO DE PREVIDÊNCIA DO ESTADO DE SANTA CATARINA - IPREV

ENTIDADE

DENOMINAÇÃO DO CARGO

Quantidade

Código

Nível

GABINETE DO PRESIDENTE

Presidente

1

Assistente do Presidente

1

DGS/FTG

2

Assessor de Comunicação

1

DGS/FTG

2

Consultor Técnico

5

DGI

1

Coordenador Regional de Previdência

10

FTG/DGS

2

DIRETORIA DE ADMINISTRAÇÃO

Diretor de Administração

1

DGS/FTG

1

Gerente de Recursos Humanos

1

DGS/FTG

2

Gerente de Administração, Finanças e Contabilidade

1

DGS/FTG

2

Gerente de Planejamento e Avaliação

1

DGS/FTG

2

Gerente de Tecnologia da Informação

1

DGS/FTG

2

Gerente de Apoio Operacional

1

DGS/FTG

2

DIRETORIA JURÍDICA

Diretor Jurídico

1

DGS/FTG

1

Assistente Jurídico

4

DGS/FTG

2

Gerente do Contencioso Administrativo

1

DGS/FTG

2

Gerente do Contencioso Judicial

1

DGS/FTG

2

DIRETORIA DE PREVIDÊNCIA

Diretor de Previdência

1

DGS/FTG

1

Gerente de Inativos

1

DGS/FTG

2

Gerente de Pensões

1

DGS/FTG

2

Gerente de Avaliação e Controle Previdenciário

1

DGS/FTG

2

DIRETORIA DE GESTÃO DE RECURSOS PREVIDENCIÁRIOS

Diretor de Gestão de Recursos Previdenciários

1

DGS/FTG

1

Gerente de Fiscalização

1

DGS/FTG

2

Gerente de Bens Previdenciários

1

DGS/FTG

2

Gerente de Investimentos

1

DGS/FTG

2

(Redação do Anexo IX-C dada pela Lei Complementar 412, de 2008).

ANEXO REVOGADO PELA LEI COMPLEMENTAR 741, DE 2019

ANEXO IX-C

INSTITUTO DE PREVIDÊNCIA DO ESTADO DE SANTA CATARINA - IPREV

ENTIDADE

DENOMINAÇÃO DO CARGO

Quantidade

Código

Nível

GABINETE DO PRESIDENTE

Presidente

1

Assistente do Presidente

1

DGS/FTG

2

Assessor de Comunicação

1

DGS/FTG

2

Consultor Técnico

5

DGI

1

Coordenador Regional de Previdência

10

DGS/FTG

2

DIRETORIA DE ADMINISTRAÇÃO

Diretor de Administração

1

DGS/FTG

1

Gerente de Gestão de Pessoas

1

DGS/FTG

2

Gerente de Administração, Finanças e Contabilidade

1

DGS/FTG

2

Gerente de Planejamento e Avaliação

1

DGS/FTG

2

Gerente de Tecnologia da Informação e Governança Eletrônica

1

DGS/FTG

2

Gerente de Apoio Operacional

1

DGS/FTG

2

DIRETORIA JURÍDICA

Diretor Jurídico

1

DGS/FTG

1

Assessor Jurídico

4

DGS/FTG

2

Gerente do Contencioso Administrativo

1

DGS/FTG

2

Gerente do Contencioso Judicial

1

DGS/FTG

2

DIRETORIA DE PREVIDÊNCIA

Diretor de Previdência

1

DGS/FTG

1

Gerente de Inativos

1

DGS/FTG

2

Gerente de Pensões

1

DGS/FTG

2

Gerente de Avaliação e Controle Previdenciário

1

DGS/FTG

2

DIRETORIA DE GESTÃO DE RECURSOS PREVIDENCIÁRIOS

Diretor de Gestão de Recursos Previdenciários

1

DGS/FTG

1

Gerente de Fiscalização

1

DGS/FTG

2

Gerente de Bens Previdenciários

1

DGS/FTG

2

Gerente de Investimentos

1

DGS/FTG

2

(NR) (Redação do Anexo IX-C dada pela Lei Complementar 534, de 2011)

ANEXO REVOGADO PELA LEI COMPLEMENTAR 741, DE 2019

ANEXO IX-D

JUNTA COMERCIAL DO ESTADO DE SANTA CATARINA - JUCESC

ENTIDADE

DENOMINAÇÃO DO CARGO

Quantidade

Código

Nível

GABINETE DO PRESIDENTE

Presidente

1

Assistente do Presidente

1

DGS/FTG

2

Vice-Presidente

1

DGS/FTG

1

Secretário Geral

1

DGS/FTG

1

Assistente Técnico

1

DGS/FTG

2

Procurador Jurídico

1

DGS/FTG

1

DIRETORIA DE ADMINISTRAÇÃO

Diretor de Administração

1

DGS/FTG

1

Gerente de Administração, Finanças e Contabilidade

1

DGS/FTG

2

Gerente de Tecnologia da Informação

1

DGS/FTG

2

Gerente de Planejamento e Avaliação

1

DGS/FTG

2

Gerente de Apoio Operacional

1

DGS/FTG

2

DIRETORIA DE REGISTRO MERCANTIL

Diretor de Registro Mercantil

1

DGS/FTG

1

Gerente de Informação e Controle de Processos

1

DGS/FTG

2

Gerente de Registro, Cadastro e Arquivo

1

DGS/FTG

2

ANEXO REVOGADO PELA LEI COMPLEMENTAR 741, DE 2019

ANEXO IX-D

JUNTA COMERCIAL DO ESTADO DE SANTA CATARINA - JUCESC

ENTIDADE

DENOMINAÇÃO DO CARGO

Quantidade

Código

Nível

Presidente

1

Assistente do Presidente

1

DGS/FTG

2

Vice-Presidente

1

DGS/FTG

1

Secretário-Geral

1

DGS/FTG

1

Assistente Técnico

1

DGS/FTG

2

Procurador Jurídico

1

DGS/FTG

1

DIRETORIA DE ADMINISTRAÇÃO

Diretor de Administração

1

DGS/FTG

1

Gerente de Administração, Finanças e Contabilidade

1

DGS/FTG

2

Gerente de Tecnologia da Informação e Governança Eletrônica

1

DGS/FTG

2

Gerente de Planejamento e Avaliação

1

DGS/FTG

2

Gerente de Apoio Operacional

1

DGS/FTG

2

DIRETORIA DE REGISTRO MERCANTIL

Diretor de Registro Mercantil

1

DGS/FTG

1

Gerente de Informação e Controle de Processos

1

DGS/FTG

2

Gerente de Registro, Cadastro e Arquivo

1

DGS/FTG

2

(NR) (Redação do Anexo IX-D dada pela Lei Complementar 534, de 2011)

ANEXO REVOGADO PELA LEI COMPLEMENTAR 741, DE 2019

ANEXO IX-E

DEPARTAMENTO DE TRANSPORTES E TERMINAIS - DETER

ENTIDADE

DENOMINAÇÃO DO CARGO

Quantidade

Código

Nível

GABINETE DO PRESIDENTE

Presidente

1

Assistente de Presidente

1

DGS/FTG

2

Consultor de Gestão de Terminais

1

DGS/FTG

2

Procurador Jurídico

1

DGS/FTG

1

DIRETORIA DE ADMINISTRAÇÃO

Diretor de Administração

1

DGS/FTG

1

Gerente de Recursos Humanos

1

DGS/FTG

2

Gerente de Tecnologia da Informação

1

DGS/FTG

2

Gerente de Administração, Finanças e Contabilidade

1

DGS/FTG

2

Gerente de Planejamento e Avaliação

1

DGS/FTG

2

Gerente de Apoio Operacional

1

DGS/FTG

2

DIRETORIA DE TRANSPORTES

Diretor de Transportes

1

DGS/FTG

1

Gerente de Fiscalização

1

DGS/FTG

2

Gerente de Operações

1

DGS/FTG

2

Gerente de Estudos e Projetos

1

DGS/FTG

2

Gerente de Administração do Terminal Rita Maria

1

DGS/FTG

2

ANEXO REVOGADO PELA LEI COMPLEMENTAR 741, DE 2019

ANEXO IX-E

DEPARTAMENTO DE TRANSPORTES E TERMINAIS - DETER

ENTIDADE

DENOMINAÇÃO DO CARGO

Quantidade

Código

Nível

GABINETE DO PRESIDENTE

Presidente

1

Assistente de Presidente

1

DGS/FTG

2

Consultor de Gestão de Terminais

1

DGS/FTG

2

Procurador Jurídico

1

DGS/FTG

1

DIRETORIA DE ADMINISTRAÇÃO

Diretor de Administração

1

DGS/FTG

1

Gerente de Gestão de Pessoas

1

DGS/FTG

2

Gerente de Tecnologia da Informação e Governança Eletrônica

1

DGS/FTG

2

Gerente de Administração, Finanças e Contabilidade

1

DGS/FTG

2

Gerente de Planejamento e Avaliação

1

DGS/FTG

2

Gerente de Apoio Operacional

1

DGS/FTG

2

DIRETORIA DE TRANSPORTES

Diretor de Transportes

1

DGS/FTG

1

Gerente de Fiscalização

1

DGS/FTG

2

Gerente de Operações

1

DGS/FTG

2

Gerente de Estudos e Projetos

1

DGS/FTG

2

Gerente de Administração do Terminal Rita Maria

1

DGS/FTG

2

Gerente de Transportes Hidroviários

1

DGS/FTG

2

(NR) (Redação do Anexo IX-E dada pela Lei Complementar 534, de 2011)

ANEXO REVOGADO PELA LEI COMPLEMENTAR 741, DE 2019

ANEXO IX-F

Instituto de Metrologia de santa catarina - IMETRO/SC

ENTIDADE

DENOMINAÇÃO DO CARGO

Quantidade

Código

Nível

GABINETE DO PRESIDENTE

Presidente

1

Assistente do Presidente

1

DGS/FTG

2

Procurador Jurídico

1

DGS/FTG

1

DIRETORIA DE ADMINISTRAÇÃO

Diretor de Administração

1

DGS/FTG

1

Gerente de Administração, Finanças e Contabilidade

1

DGS/FTG

2

Gerente de Planejamento e Avaliação

1

DGS/FTG

2

DIRETORIA DE METROLOGIA LEGAL

Diretor de Metrologia Legal

1

DGS/FTG

1

Gerente de Metrologia

1

DGS/FTG

2

Gerente de Produtos Pré-Medidos

1

DGS/FTG

2

DIRETORIA DE FISCALIZAÇÃO DA QUALIDADE

Diretor de Fiscalização da Qualidade

1

DGS/FTG

1

Gerente de Fiscalização de Produtos

1

DGS/FTG

2

Gerente de Fiscalização de Serviços

1

DGS/FTG

2

ANEXO REVOGADO PELA LEI COMPLEMENTAR 741, DE 2019

ANEXO IX-G

AGÊNCIA REGULADORA DE SERVIÇOS DE SANEAMENTO BÁSICO DO ESTADO DE SANTA CATARINA - AGESAN

ÓRGÃO

DENOMINAÇÃO DO CARGO

Quantidade

Código

Nível

DIRETORIA-GERAL

Diretor-Geral

1

DIRETORIA DE REGULAÇÃO E FISCALIZAÇÃO

Diretor de Regulação e Fiscalização

1

Gerente de Regulação

1

DGS/FTG

2

Gerente de Fiscalização

1

DGS/FTG

2

DIRETORIA DE RELAÇÕES INSTITUCIONAIS

Diretor de Relações Institucionais

1

DIRETORIA ADMINISTRATIVA

Diretor Administrativo

1

Gerência de Tecnologia da Informação e Governança Eletrônica

1

DGS/FTG

2

Gerência Financeira

1

DGS/FTG

2

Gerência de Gestão de Pessoas

1

DGS/FTG

2

Gerência de Apoio Operacional

1

DGS/FTG

2

DIRETORIA JURÍDICA

Diretor Jurídico

1

ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO

Assessor de Comunicação

1

DGS/FTG

2

(Redação do Anexo IX-G dada pela Lei Complementar 534, de 2011 e revogada pela Lei 16.673/15)

ANEXO REVOGADO PELA LEI COMPLEMENTAR 741, DE 2019

ANEXO IX-H

AGÊNCIA DE REGULAÇÃO DE SERVIÇOS PÚBLICOS DE SANTA CATARINA (ARESC)

ÓRGÃO

DENOMINAÇÃO DO CARGO

Quantidade

Código

Nível

GABINETE DO PRESIDENTE

Presidente

1

NC

OUVIDORIA

Ouvidor

1

DGS/FTG

1

PROCURADORIA JURÍDICA

Procurador Jurídico

1

NC

1

ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO

Assessor de Comunicação

1

DGS/FTG

2

DIRETORIA ADMINISTRATIVA E FINANCEIRA

Diretor Administrativo e Financeiro

1

NC

Gerente de Tecnologia da Informação e Governança Eletrônica

1

DGS/FTG

2

Gerente Administrativo e Financeiro

1

DGS/FTG

2

Gerente de Gestão de Pessoas

1

DGS/FTG

2

Gerente de Apoio Operacional

1

DGS/FTG

2

DIRETORIA TÉCNICA

Diretor Técnico

1

NC

Gerente de Regulação

1

DGS/FTG

2

Gerente de Fiscalização

1

DGS/FTG

2

DIRETORIA DE RELAÇÕES INSTITUCIONAIS

Diretor de Relações Institucionais

1

NC

Gerente de Contratos

1

DGS/FTG

2

Gerente de Controle Social

1

DGS/FTG

2

(Redação do Anexo IX-H, dada pela 16.673, de 2015).

ANEXO REVOGADO PELA LEI COMPLEMENTAR 741, DE 2019

ANEXO IX-I

INSTITUTO DO MEIO AMBIENTE (IMA)

ENTIDADE

DENOMINAÇÃO DO CARGO

Quantidade

Código

Nível

GABINETE DO PRESIDENTE

Presidente

1

Assessor do Presidente

2

DGS/FTG

2

Gerente Regional de Meio Ambiente

16

DGS/FTG

2

Assessor de Comunicação

1

DGS/FTG

2

Ouvidor

1

DGS/FTG

2

PROCURADORIA JURÍDICA

Procurador Jurídico

1

DGS/FTG

1

DIRETORIA DE ADMINISTRAÇÃO

Diretor de Administração

1

DGS/FTG

1

Gerente de Administração, Finanças e Contabilidade

1

DGS/FTG

2

Gerente de Gestão de Pessoas

1

DGS/FTG

2

Gerente de Apoio Operacional

1

DGS/FTG

2

Gerente de Tecnologia da Informação e Governança Eletrônica

1

DGS/FTG

2

Gerente de Planejamento e Avaliação

1

DGS/FTG

2

DIRETORIA DE ENGENHARIA E QUALIDADE AMBIENTAL

Diretor de Engenharia e Qualidade Ambiental

1

DGS/FTG

1

Gerente de Laboratório e Medições Ambientais

1

DGS/FTG

2

Gerente de Gestão de Informações Ambientais e Geoprocessamento

1

DGS/FTG

2

Gerente de Estudos e Projetos Ambientais

1

DGS/FTG

2

Gerente de Emergências e Passivos Ambientais

1

DGS/FTG

2

DIRETORIA DE REGULARIZAÇÃO AMBIENTAL

Diretor de Regularização Ambiental

1

DGS/FTG

1

Gerente de Licenciamento Ambiental e Autorizações de Obras Públicas

1

DGS/FTG

2

Gerente de Licenciamento Ambiental de Atividades Estratégicas

1

DGS/FTG

2

Gerente de Gestão de Processos Ambientais

1

DGS/FTG

2

Gerente de Licenciamento Ambiental Rural

1

DGS/FTG

2

Gerente de Fiscalização Ambiental

1

DGS/FTG

2

DIRETORIA DE BIODIVERSIDADES E FLORESTAS

Diretor de Biodiversidades e Florestas

1

DGS/FTG

1

Gerente de Biodiversidades e Florestas

1

DGS/FTG

2

Gerente de Bionegócios

1

DGS/FTG

2

Gerente de Áreas Naturais Protegidas

1

DGS/FTG

2

(NR) (Redação do Anexo IX-I, acrescentada pela Lei 17.354, de 2017).

ANEXO REVOGADO PELA LEI COMPLEMENTAR 741, DE 2019

ANEXO X

NOMINATA DE CARGOS DE PROVIMENTO EM COMISSÃO E FUNÇÕES TÉCNICAS GERENCIAIS DA ADMINISTRAÇÃO INDIRETA

FUNDAÇÕES

ANEXO REVOGADO PELA LEI COMPLEMENTAR 741, DE 2019

ANEXO X-A

FUNDAÇÃO CATARINENSE DE EDUCAÇÃO ESPECIAL - FCEE

ENTIDADE

DENOMINAÇÃO DO CARGO

Quantidade

Código

Nível

GABINETE DO PRESIDENTE

Presidente

1

Assistente do Presidente

1

DGS/FTG

2

Consultor Jurídico

1

DGS/FTG

1

DIRETORIA DE ADMINISTRAÇÃO

Diretor de Administração

1

DGS/FTG

1

Gerente de Administração, Finanças e Contabilidade

1

DGS/FTG

2

Gerente de Recursos Humanos

1

DGS/FTG

2

Gerente de Tecnologia da Informação

1

DGS/FTG

2

Gerente de Planejamento e Avaliação

1

DGS/FTG

2

Gerente de Apoio Operacional

1

DGS/FTG

2

DIRETORIA DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO

Diretor de Ensino, Pesquisa e Extensão

1

DGS/FTG

1

Gerente de Pesquisa e Conhecimentos Aplicados

1

DGS/FTG

2

Gerente de Capacitação, Extensão e Articulação

1

DGS/FTG

2

ANEXO REVOGADO PELA LEI COMPLEMENTAR 741, DE 2019

ANEXO X-A

FUNDAÇÃO CATARINENSE DE EDUCAÇÃO ESPECIAL - FCEE

ENTIDADE

DENOMINAÇÃO DO CARGO

Quantidade

Código

Nível

GABINETE DO PRESIDENTE

Presidente

1

Assistente do Presidente

1

DGS/FTG

2

Consultor Jurídico

1

DGS/FTG

1

DIRETORIA DE ADMINISTRAÇÃO

Diretor de Administração

1

DGS/FTG

1

Gerente de Administração, Finanças e Contabilidade

1

DGS/FTG

2

Gerente de Gestão de Pessoas

1

DGS/FTG

2

Gerente de Tecnologia da Informação e Governança Eletrônica

1

DGS/FTG

2

Gerente de Planejamento e Avaliação

1

DGS/FTG

2

Gerente de Apoio Operacional

1

DGS/FTG

2

DIRETORIA DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO

Diretor de Ensino, Pesquisa e Extensão

1

DGS/FTG

1

Gerente de Pesquisa e Conhecimentos Aplicados

1

DGS/FTG

2

Gerente de Capacitação, Extensão e Articulação

1

DGS/FTG

2

(NR) (Redação do Anexo X-A dada pela Lei Complementar 534, de 2011)

ANEXO REVOGADO PELA LEI COMPLEMENTAR 741, DE 2019

ANEXO X-B

FUNDAÇÃO DO MEIO AMBIENTE - FATMA

ENTIDADE

DENOMINAÇÃO DO CARGO

Quantidade

Código

Nível

GABINETE DO PRESIDENTE

Presidente

1

Assistente do Presidente

1

DGS/FTG

2

Procurador Jurídico

1

DGS/FTG

1

Assessor de Comunicação

1

DGS/FTG

2

DIRETORIA DE ADMINISTRAÇÃO

Diretor de Administração

1

DGS/FTG

1

Gerente de Recursos Humanos

1

DGS/FTG

2

Gerente de Administração, Finanças e Contabilidade

1

DGS/FTG

2

Gerente de Planejamento e Avaliação

1

DGS/FTG

2

Gerente de Apoio Operacional

1

DGS/FTG

2

Gerente de Tecnologia da Informação

1

DGS/FTG

2

DIRETORIA DE LICENCIAMENTO AMBIENTAL

Diretor de Licenciamento Ambiental

1

DGS/FTG

1

Gerente de Licenciamento Urbano

1

DGS/FTG

2

Gerente de Licenciamento Rural

1

DGS/FTG

2

Gerente de Avaliação de Impacto Ambiental

1

DGS/FTG

2

Gerente de Análise da Qualidade Ambiental

1

DGS/FTG

2

DIRETORIA DE PROTEÇÃO DOS ECOSSISTEMAS

Diretor de Proteção dos Ecossistemas

1

DGS/FTG

1

Gerente de Unidades de Conservação e Estudos Ambientais

1

DGS/FTG

2

Gerente de Fiscalização

1

DGS/FTG

2

Consultor de Municipalização

1

DGS/FTG

2

COORDENADORIA DE DESENVOLVIMENTO AMBIENTAL

Gerente de Desenvolvimento Ambiental

14

DGS/FTG

2

ANEXO REVOGADO PELA LEI COMPLEMENTAR 741, DE 2019

ANEXO X-B

FUNDAÇÃO DO MEIO AMBIENTE - FATMA

ENTIDADE

DENOMINAÇÃO DO CARGO

Quantidade

Código

Nível

GABINETE DO PRESIDENTE

Presidente

1

Assistente do Presidente

1

DGS/FTG

2

Procurador Jurídico

1

DGS/FTG

1

Assessor de Comunicação

1

DGS/FTG

2

DIRETORIA DE ADMINISTRAÇÃO

Diretor de Administração

1

DGS/FTG

1

Gerente de Recursos Humanos

1

DGS/FTG

2

Gerente de Administração, Finanças e Contabilidade

1

DGS/FTG

2

Gerente de Planejamento e Avaliação

1

DGS/FTG

2

Gerente de Apoio Operacional

1

DGS/FTG

2

Gerente de Tecnologia da Informação

1

DGS/FTG

2

DIRETORIA DE LICENCIAMENTO AMBIENTAL

URBANO E INDUSTRIAL

Diretor de Licenciamento Ambiental Urbano e Industrial

1

DGS/FTG

1

Gerente de Licenciamento Urbano e Industrial

1

DGS/FTG

2

Gerente de Análise da Qualidade Ambiental

1

DGS/FTG

2

Gerente de Avaliação de Impacto Ambiental

1

DGS/FTG

2

DIRETORIA DE LICENCIAMENTO AMBIENTAL RURAL

Diretor de Licenciamento Ambiental Rural

1

DGS/FTG

1

Gerente de Licenciamento Ambiental Agrícola

1

DGS/FTG

2

Gerente de Licenciamento Ambiental Florestal

1

DGS/FTG

2

DIRETORIA DE PROTEÇÃO DOS ECOSSISTEMAS

Diretor de Proteção dos Ecossistemas

1

DGS/FTG

1

Gerente de Unidades de Conservação e Estudos Ambientais

1

DGS/FTG

2

Gerente de Fiscalização

1

DGS/FTG

2

Gerente de Municipalização

1

DGS/FTG

2

COORDENADORIA DE DESENVOLVIMENTO AMBIENTAL

Gerente de Desenvolvimento Ambiental

14

DGS/FTG

2

COORDENADORIA DE DESENVOLVIMENTO AMBIENTAL

Gerente de Desenvolvimento Ambiental (Redação dada pela LC 438/09)

36

DGS/FTG

2

(Redação do Anexo X-B dada pela Lei Complementar 419, de 2008)

ANEXO REVOGADO PELA LEI COMPLEMENTAR 741, DE 2019

ANEXO X-B

FUNDAÇÃO DO MEIO AMBIENTE - FATMA

ENTIDADE

DENOMINAÇÃO DO CARGO

Quantidade

Código

Nível

GABINETE DO PRESIDENTE

Presidente

1

Assistente do Presidente

1

DGS/FTG

2

Procurador Jurídico

1

DGS/FTG

1

Assessor de Comunicação

1

DGS/FTG

2

Assessor de Auditoria Interna

1

DGS/FTG

2

Ouvidor

1

DGS/FTG

2

DIRETORIA DE ADMINISTRAÇÃO

Diretor de Administração

1

DGS/FTG

1

Gerente de Recursos Humanos

1

DGS/FTG

2

Gerente de Administração, Finanças e Contabilidade

1

DGS/FTG

2

Gerente de Planejamento e Avaliação

1

DGS/FTG

2

Gerente de Apoio Operacional

1

DGS/FTG

2

Gerente de Tecnologia da Informação

1

DGS/FTG

2

DIRETORIA DE LICENCIAMENTO

Diretor de Licenciamento

1

DGS/FTG

1

Gerente de Licenciamento Urbano e Industrial

1

DGS/FTG

2

Gerente de Avaliação de Impacto Ambiental

1

DGS/FTG

2

Gerente de Licenciamento Agrícola e Florestal

1

DGS/FTG

2

Gerente de Licenciamento de Empreendimentos em Recursos

Hídricos

1

DGS/FTG

2

DIRETORIA DE FISCALIZAÇÃO

Diretor de Fiscalização

1

DGS/FTG

1

Gerente de Fiscalização

1

DGS/FTG

2

Gerente de Municipalização

1

DGS/FTG

2

DIRETORIA DE PROTEÇÃO DOS ECOSSISTEMAS

Diretor de Proteção dos Ecossistemas

1

DGS/FTG

1

Gerente de Unidades de Conservação e Estudos Ambientais

1

DGS/FTG

2

Gerente de Pesquisa e Análise da Qualidade Ambiental

1

DGS/FTG

2

COORDENADORIA DE DESENVOLVIMENTO AMBIENTAL

Gerente de Desenvolvimento Ambiental

36

DGS/FTG

2

(Redação do Anexo X-B dada pela Lei Complementar 450, de 2009)

ANEXO X-B

FUNDAÇÃO DO MEIO AMBIENTE - FATMA

ENTIDADE

DENOMINAÇÃO DO CARGO

Quantidade

Código

Nível

GABINETE DO PRESIDENTE

Presidente

1

Assistente do Presidente

1

DGS/FTG

2

Procurador Jurídico

1

DGS/FTG

1

Assessor de Comunicação

1

DGS/FTG

2

Assessor de Auditoria Interna

1

DGS/FTG

2

Ouvidor

1

DGS/FTG

2

DIRETORIA DE ADMINISTRAÇÃO

Diretor de Administração

1

DGS/FTG

1

Gerente de Gestão de Pessoas

1

DGS/FTG

2

Gerente de Administração, Finanças e Contabilidade

1

DGS/FTG

2

Gerente de Planejamento e Avaliação

1

DGS/FTG

2

Gerente de Apoio Operacional

1

DGS/FTG

2

Gerente de Tecnologia da Informação e Governança Eletrônica

1

DGS/FTG

2

DIRETORIA DE LICENCIAMENTO

Diretor de Licenciamento

1

DGS/FTG

1

Gerente de Licenciamento Urbano e Industrial

1

DGS/FTG

2

Gerente de Avaliação de Impacto Ambiental

1

DGS/FTG

2

Gerente de Licenciamento Agrícola e Florestal

1

DGS/FTG

2

Gerente de Licenciamento de Empreendimentos em Recursos Hídricos

1

DGS/FTG

2

DIRETORIA DE FISCALIZAÇÃO

Diretor de Fiscalização

1

DGS/FTG

1

Gerente de Fiscalização

1

DGS/FTG

2

Gerente de Municipalização

1

DGS/FTG

2

DIRETORIA DE PROTEÇÃO DOS ECOSSISTEMAS

Diretor de Proteção dos Ecossistemas

1

DGS/FTG

1

Gerente de Unidades de Conservação e Estudos Ambientais

1

DGS/FTG

2

Gerente de Pesquisa e Análise da Qualidade Ambiental

1

DGS/FTG

2

COORDENADORIA DE DESENVOLVIMENTO AMBIENTAL

Gerente de Desenvolvimento Ambiental

36

DGS/FTG

2

(Redação do Anexo X-B dada pela Lei Complementar 534, de 2011) (Redação do Anexo X-B, revogada pela Lei 17.354, de 2017)

ANEXO REVOGADO PELA LEI COMPLEMENTAR 741, DE 2019

ANEXO X-C

FUNDAÇÃO DE APOIO À PESQUISA CIENTÍFICA E TECNOLÓGICA DO ESTADO DE SANTA CATARINA - FAPESC

ENTIDADE

DENOMINAÇÃO DO CARGO

Quantidade

Código

Nível

GABINETE DO PRESIDENTE

Presidente

1

Assistente do Presidente

1

DGS/FTG

2

Procurador Jurídico

1

DGS/FTG

1

DIRETORIA DE ADMINISTRAÇÃO

Diretor de Administração

1

DGS/FTG

1

Gerente de Administração, Finanças e Contabilidade

1

DGS/FTG

2

Gerente de Redes

1

DGS/FTG

2

DIRETORIA DE PESQUISA CIENTÍFICA E TECNOLÓGICA

Diretor de Pesquisa Científica e Tecnológica

1

DGS/FTG

1

Gerente de Pesquisa Científica e Tecnológica

1

DGS/FTG

2

DIRETORIA DE PESQUISA AGROPECUÁRIA

Diretor de Pesquisa Agropecuária

1

DGS/FTG

1

Gerente de Pesquisa Agropecuária

1

DGS/FTG

2

ANEXO REVOGADO PELA LEI COMPLEMENTAR 741, DE 2019

ANEXO X-C

FUNDAÇÃO DE AMPARO À PESQUISA E INOVAÇÃO DO ESTADO DE SANTA CATARINA - FAPESC

ENTIDADE

DENOMINAÇÃO DO CARGO

Quantidade

Código

Nível

GABINETE DO PRESIDENTE

Presidente

1

Assistente do Presidente

1

DGS/FTG

2

Procurador Jurídico

1

DGS/FTG

1

DIRETORIA DE ADMINISTRAÇÃO

Diretor de Administração

1

DGS/FTG

1

Gerente de Administração, Finanças e Contabilidade

1

DGS/FTG

2

Gerente de Redes

1

DGS/FTG

2

DIRETORIA DE PESQUISA CIENTÍFICA, TECNOLÓGICA E INOVAÇÃO

Diretor de Pesquisa Científica, Tecnológica e Inovação

1

DGS/FTG

1

Gerente de Pesquisa Científica, Tecnológica e Inovação

1

DGS/FTG

2

DIRETORIA DE PESQUISA EM CIÊNCIAS AGRÁRIAS E MEIO AMBIENTE

Diretor de Pesquisa em Ciências Agrárias e Meio Ambiente

1

DGS/FTG

1

Gerente de Pesquisa em Ciências Agrárias e Meio Ambiente

1

DGS/FTG

2

(NR) (Redação do Anexo X-C dada pela Lei Complementar 534, de 2011)

ANEXO REVOGADO PELA LEI COMPLEMENTAR 741, DE 2019

ANEXO X-D

FUNDAÇÃO CATARINENSE DE CULTURA - FCC

ENTIDADE

DENOMINAÇÃO DO CARGO

Quantidade

Código

Nível

GABINETE DO PRESIDENTE

Presidente

1

Assistente do Presidente

1

DGS/FTG

2

Consultor Jurídico

1

DGS/FTG

1

Assessor de Comunicação

1

DGS/FTG

2

Consultor de Projetos Especiais

1

DGS/FTG

2

DIRETORIA DE ADMINISTRAÇÃO

Diretor de Administração

1

DGS/FTG

1

Gerente de Administração, Finanças e Contabilidade

1

DGS/FTG

2

Gerente de Apoio Operacional

1

DGS/FTG

2

DIRETORIA DE DIFUSÃO ARTÍSTICA

Diretor de Difusão Artística

1

DGS/FTG

1

Gerente de Oficinas de Artes

1

DGS/FTG

2

Administrador do Museu de Arte de Santa Catarina

1

DGS/FTG

3

Administrador da Casa de Campo do Governador Hercílio Luz

1

DGS/FTG

3

DIRETORIA DE PRESERVAÇÃO DO PATRIMÔNIO CULTURAL

Diretor de Preservação do Patrimônio Cultural

1

DGS/FTG

1

Gerente de Patrimônio Cultural

1

DGS/FTG

2

Gerente de Pesquisa e Tombamento

1

DGS/FTG

2

Administrador da Biblioteca Pública de Santa Catarina

1

DGS/FTG

3

Administrador do Museu Histórico de Santa Catarina

1

DGS/FTG

3

ANEXO REVOGADO PELA LEI COMPLEMENTAR 741, DE 2019

ANEXO X-E

FUNDAÇÃO CATARINENSE DE ESPORTE - FESPORTE

ENTIDADE

DENOMINAÇÃO DO CARGO

Quantidade

Código

Nível

GABINETE DO PRESIDENTE

Presidente

1

Assistente do Presidente

1

DGS/FTG

2

Assessor de Comunicação

1

DGS/FTG

2

Consultor Jurídico

1

DGS/FTG

1

DIRETORIA DE ADMINISTRAÇÃO

Diretor de Administração

1

DGS/FTG

1

Gerente de Administração, Finanças e Contabilidade

1

DGS/FTG

2

Gerente de Apoio Operacional

1

DGS/FTG

2

DIRETORIA DE ESPORTE

Diretor de Esporte

1

DGS/FTG

1

Gerente de Esporte de Rendimento

1

DGS/FTG

2

Gerente de Esporte de Participação

1

DGS/FTG

2

Gerente de Esporte de Base e Inclusão

1

DGS/FTG

2

ANEXO REVOGADO PELA LEI COMPLEMENTAR 741, DE 2019

ANEXO X-E

FUNDAÇÃO CATARINENSE DE ESPORTE - FESPORTE

ENTIDADE

DENOMINAÇÃO DO CARGO

Quantidade

Código

Nível

GABINETE DO PRESIDENTE

Presidente

1

Assistente do Presidente

1

DGS/FTG

2

Assessor de Comunicação

1

DGS/FTG

2

Consultor Jurídico

1

DGS/FTG

1

DIRETORIA DE ADMINISTRAÇÃO

Diretor de Administração

1

DGS/FTG

1

Gerente de Administração, Finanças e Contabilidade

1

DGS/FTG

2

Gerente de Apoio Operacional

1

DGS/FTG

2

Gerente de Planejamento e Controle

1

DGS/FTG

2

DIRETORIA DE ESPORTE

Diretor de Esporte

1

DGS/FTG

1

Gerente de Esporte de Rendimento

1

DGS/FTG

2

Gerente de Esporte de Participação

1

DGS/FTG

2

Gerente de Esporte de Base e Inclusão

1

DGS/FTG

2

(NR) (Redação do Anexo X-E dada pela Lei Complementar 534, de 2011)

ANEXO REVOGADO PELA LEI COMPLEMENTAR 741, DE 2019

ANEXO X-F

FUNDAÇÃO ESCOLA DE GOVERNO - ENA

FUNDAÇÃO ESCOLA DE GOVERNO – ENA

Presidente

Consultor Jurídico

1

DGS/FTG

1

Diretor Administrativo-Financeiro

1

DGS/FTG

1

Gerente de Tecnologia da Informação e Governança Eletrônica

1

DGS/FTG

2

Gerente de Administração, Finanças e Contabilidade

1

DGS/FTG

2

Gerente de Gestão de Pessoas

1

DGS/FTG

2

Gerente de Apoio Operacional

1

DGS/FTG

2

(NR) (Redação do Anexo IX-F dada pela Lei Complementar 534, de 2011)

ANEXO REVOGADO PELA LEI COMPLEMENTAR 741, DE 2019

ANEXO X-G

SUPERINTENDÊNCIA DE DESENVOLVIMENTO DA REGIÃO METROPOLITANA DA GRANDE FLORIANÓPOLIS (SUDERF)

ENTIDADE

DENOMINAÇÃO DO CARGO

Quantidade

Código

Nível

Superintendente

1

DIRETORIA ADMINISTRATIVO-FINANCEIRA

Diretor Administrativo-Financeiro

1

DIRETORIA TÉCNICA

Diretor Técnico

1

(NR) (Redação do Anexo X-G dada pela Lei Complementar 636, de 2014)

ANEXO REVOGADO PELA LEI COMPLEMENTAR 741, DE 2019

ANEXO XI

AJUDA DE CUSTO

Secretarias de Desenvolvimento Regional

Distância Rodoviária da Capital (km)

Valor (R$)

Quantidade de Servidores

Dionísio Cerqueira

759

1.500,00

30

Itapiranga

733

1.448,62

30

São Lourenço do Oeste

703

1.389,33

30

Palmitos

663

1.310,28

30

São Miguel d’Oeste

646

1.276,68

30

Maravilha

626

1.237,15

30

Quilombo

612

1.209,49

30

Chapecó

569

1.124,51

50

Xanxerê

536

1.059,29

30

Seara

528

1.043,48

30

Concórdia

489

966,40

30

Joaçaba

414

818,18

50

Videira

407

804,35

30

Caçador

401

792,49

30

Canoinhas

392

774,70

30

Campos Novos

369

729,25

30

Mafra

310

612,65

30

Curitibanos

303

598,81

30

Taió

240

474,31

30

Lages

224

442,69

50

Araranguá

220

434,78

30

São Joaquim

219

432,81

30

Ibirama

210

415,02

30

Jaraguá do Sul

209

413,04

30

Criciúma

192

379,45

50

Rio do Sul

186

367,59

30

Joinville

185

365,61

50

Braço do Norte

173

341,89

30

Timbó

172

339,92

30

Ituporanga

163

322,13

30

Blumenau

143

282,61

50

Tubarão

140

276,68

30

Brusque

126

249,01

30

Laguna

105

207,51

30

Itajaí

94

185,77

50

Grande Florianópolis

10

150,00

50

ANEXO REVOGADO PELA LEI COMPLEMENTAR 741, DE 2019

ANEXO XII

FUNÇÕES GRATIFICADAS DAS SECRETARIAS DE DESENVOLVIMENTO REGIONAL NA ÁREA EDUCACIONAL

Denominação da Função

Quantidade

Percentual

(*)

Supervisor de Educação Básica e Profissional

36

90%

Integrador de Ensino Fundamental

36

70%

Integrador de Ensino Médio e Profissional

36

70%

Integrador de Educação Especial e Diversidade

36

70%

Integrador de Tecnologia de Informações e Educacionais

36

70%

Supervisor de Desenvolvimento Humano

36

90%

Integrador de Gestão de Pessoal e Desenvolvimento Humano

36

70%

Integrador de Sistema de Registro Escolar

36

70%

Integrador do Sistema SERIE DH

36

70%

Supervisor de Assistência ao Estudante

36

90%

Integrador de Alimentação Escolar e Valorização do Educando

36

70%

Supervisor de Educação Superior

36

90%

Integrador de Esporte Educacional do Ensino Fundamental, Médio e Superior

36

70%

(*) Percentual incidente sobre o Nível MAG-10-A, 40 horas, do Grupo Magistério.

ANEXO REVOGADO PELA LEI COMPLEMENTAR 741, DE 2019

ANEXO XII

FUNÇÕES GRATIFICADAS DA ESTRUTURA DA SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO, DA FUNDAÇÃO CATARINENSE DE EDUCAÇÃO ESPECIAL E DAS SECRETARIAS DE ESTADO DE DESENVOLVIMENTO REGIONAL NA ÁREA EDUCACIONAL

Denominação da Função

Quantidade

Percentual(*)

Coordenador de Grupo de Trabalho

14

100%

Articulador de Serviços de Gabinete e de Coordenação

9

90%

Assistente de Serviços de Gabinete e de Coordenação

6

70%

Articulador de Serviços Jurídicos

6

90%

Assistente de Serviços Jurídicos

2

70%

Articulador de Desenvolvimento Humano

25

90%

Articulador de Gestão de Pessoal

15

90%

Assistente de Gestão de Pessoal

20

70%

Articulador de Serviços Técnico-Pedagógicos

25

90%

Assistente de Serviços Técnico-Pedagógicos

10

70%

Assistente de Educação e Projetos

8

70%

Articulador de Serviços Técnico-Administrativos

15

90%

Assistente de Serviços Técnico-Administrativos

18

70%

Assessor de Grupo de Trabalho

25

50%

Articulador de Serviços de Gabinete – CEE

6

90%

Assistente do Conselho Estadual de Educação

4

70%

Supervisor de Atividades Administrativas

1

90%

Supervisor de Atividades Educacionais

2

90%

Integrador de Atividades Técnico-Administrativas

17

70%

Integrador de Atividades Técnico-Pedagógicas

4

70%

Integrador de Atividades Educacionais

4

70%

Responsável pela Escola de Aplicação do IEE

1

90%

Integrador de Serviços Educacionais do IEE

5

70%

Supervisor de Recursos Humanos do IEE

1

90%

Articulador de Grupo de Trabalho do IEE

25

30%

Supervisor-Geral

17

100%

Supervisor de Educação Profissional

17

90%

Supervisor de Gestão de Pessoal

17

90%

Articulador de Tecnologia de Informação e Sistema de Registro Escolar

17

30%

Supervisor de Educação Especial/FCEE

1

90%

Integrador de Educação Especial/FCEE

2

70%

Articulador de Grupo de Trabalho/FCEE

20

30%

Supervisor de Atividades Educacionais Nucleares/FCEE

1

90%

Supervisor de Atividades Educacionais Extensivas/FCEE

1

90%

Coordenador do Centro de Atendimento Especializado/FCEE

11

70%

Supervisor de Educação Básica e Profissional

36

90%

Integrador de Ensino Fundamental

36

70%

Integrador de Ensino Médio e Profissional

36

70%

Integrador de Educação Especial e Diversidade

36

70%

Integrador de Tecnologia de Informações e Educacionais

36

70%

Supervisor de Desenvolvimento Humano

36

90%

Integrador de Gestão de Pessoal e Desenvolvimento Humano

36

70%

Integrador de Sistema de Registro Escolar

36

70%

Integrador do Sistema SERIE DH

36

70%

Supervisor de Assistência ao Estudante

36

90%

Integrador de Alimentação Escolar e Valorização do Educando

36

70%

Supervisor de Educação Superior

36

90%

Integrador de Esporte Educacional do Ensino Fundamental, Médio e Superior

36

70%

(*) Percentual incidente sobre o Nível MAG-12-A, 40 horas, do Grupo Magistério. (Redação do Anexo XII dada pela Lei Complementar 534, de 2011)

ANEXO REVOGADO PELA LEI COMPLEMENTAR 741, DE 2019

ANEXO XII

FUNÇÕES GRATIFICADAS DA ESTRUTURA DA SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO E DA FUNDAÇÃO CATARINENSE DE EDUCAÇÃO ESPECIAL

DENOMINAÇÃO DA FUNÇÃO

Quantidade

Percentual (*)

Coordenador de Grupo de Trabalho

14

100%

Articulador de Serviços de Gabinete e de Coordenação

9

90%

Assistente de Serviços de Gabinete e de Coordenação

6

70%

Articulador de Serviços Jurídicos

6

90%

Assistente de Serviços Jurídicos

2

70%

Articulador de Desenvolvimento Humano

25

90%

Articulador de Gestão de Pessoal

15

90%

Assistente de Gestão de Pessoal

20

70%

Articulador de Serviços Técnico-Pedagógicos

25

90%

Assistente de Serviços Técnico-Pedagógicos

10

70%

Assistente de Educação e Projetos

8

70%

Articulador de Serviços Técnico-Administrativos

15

90%

Assistente de Serviços Técnico-Administrativos

18

70%

Assessor de Grupo de Trabalho

25

50%

Articulador de Serviços de Gabinete - CEE

6

90%

Assistente do Conselho Estadual de Educação

4

70%

Supervisor de Atividades Administrativas

1

90%

Supervisor de Atividades Educacionais

2

90%

Integrador de Atividades Técnico-Administrativas

17

70%

Integrador de Atividades Técnico-Pedagógicas

4

70%

Integrador de Atividades Educacionais

4

70%

Responsável pela Escola de Aplicação do IEE

1

90%

Integrador de Serviços Educacionais do IEE

5

70%

Supervisor de Recursos Humanos do IEE

1

90%

Articulador de Grupo de Trabalho do IEE

25

30%

Supervisor-Geral

17

100%

Supervisor de Educação Profissional

17

90%

Supervisor de Gestão de Pessoal

17

90%

Articulador de Tecnologia de Informação e Sistema de Registro Escolar

17

30%

Supervisor de Educação Especial/FCEE

1

90%

Integrador de Educação Especial/FCEE

2

70%

Articulador de Grupo de Trabalho/FCEE

20

30%

Supervisor de Atividades Educacionais Nucleares/FCEE

1

90%

Supervisor de Atividades Educacionais Extensivas/FCEE

1

90%

Coordenador do Centro de Atendimento Especializado/FCEE

11

70%

(*) Percentual incidente sobre o Nível MAG-12-A, 40 horas, do Grupo Magistério. (Redação do anexo XII dada pela Lei 16.795, de 2015).

ANEXO REVOGADO PELA LEI COMPLEMENTAR 741, DE 2019

ANEXO XII

FUNÇÕES GRATIFICADAS DA ESTRUTURA DA SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO E DA FUNDAÇÃO CATARINENSE DE EDUCAÇÃO ESPECIAL

DENOMINAÇÃO DA FUNÇÃO

Quantidade

Valor

Coordenador de Grupo de Trabalho

14

2.694,80

Articulador de Serviços de Gabinete e de Coordenação

9

2.425,32

Assistente de Serviços de Gabinete e de Coordenação

6

1.886,36

Articulador de Serviços Jurídicos

6

2.425,32

Assistente de Serviços Jurídicos

2

1.886,36

Articulador de Desenvolvimento Humano

25

2.425,32

Articulador de Gestão de Pessoal

15

2.425,32

Assistente de Gestão de Pessoal

20

1.886,36

Articulador de Serviços Técnico-Pedagógicos

25

2.425,32

Assistente de Serviços Técnico-Pedagógicos

10

1.886,36

Assistente de Educação e Projetos

8

1.886,36

Articulador de Serviços Técnico-Administrativos

15

2.425,32

Assistente de Serviços Técnico-Administrativos

18

1.886,36

Assessor de Grupo de Trabalho

25

1.347,40

Articulador de Serviços de Gabinete - CEE

6

2.425,32

Assistente do Conselho Estadual de Educação

4

1.886,36

Supervisor de Atividades Administrativas

1

2.425,32

Supervisor de Atividades Educacionais

2

2.425,32

Integrador de Atividades Técnico-Administrativas

17

1.886,36

Integrador de Atividades Técnico-Pedagógicas

4

1.886,36

Integrador de Atividades Educacionais

4

1.886,36

Responsável pela Escola de Aplicação do IEE

1

2.425,32

Integrador de Serviços Educacionais do IEE

5

1.886,36

Supervisor de Recursos Humanos do IEE

1

2.425,32

Articulador de Grupo de Trabalho do IEE

25

808,44

Supervisor-Geral

17

2.694,80

Supervisor de Educação Profissional

17

2.425,32

Supervisor de Gestão de Pessoal

17

2.425,32

Articulador de Tecnologia de Informação e Sistema de Registro Escolar

17

808,44

Supervisor de Educação Especial/FCEE

1

2.425,32

Integrador de Educação Especial/FCEE

2

1.886,36

Articulador de Grupo de Trabalho/FCEE

20

808,44

Supervisor de Atividades Educacionais Nucleares/FCEE

1

2.425,32

Supervisor de Atividades Educacionais Extensivas/FCEE

1

2.425,32

Coordenador do Centro de Atendimento Especializado/FCEE

11

1.886,36

Supervisor da Grande Florianópolis

4

2.425,32

Integrador da Grande Florianópolis

8

1.886,36

(NR) (Redação do anexo XII dada pela Lei Complementar 668, de 2015)

ANEXO REVOGADO PELA LEI COMPLEMENTAR 741, DE 2019

ANEXO XIII

FUNÇÕES GRATIFICADAS DA ESTRUTURA DA SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO E DA FUNDAÇÃO CATARINENSE DE EDUCAÇÃO ESPECIAL

Denominação da Função

Quantidade

Percentual

(*)

Coordenador de Grupo de Trabalho

14

100%

Articulador de Serviços de Gabinete e de Coordenação

09

90%

Assistente de Serviços de Gabinete e de Coordenação

06

70%

Articulador de Serviços Jurídicos

06

90%

Assistente de Serviços Jurídicos

02

70%

Articulador de Desenvolvimento Humano

25

90%

Articulador de Gestão de Pessoal

15

90%

Assistente de Gestão de Pessoal

20

70%

Articulador de Serviços Técnico Pedagógicos

25

90%

Assistente de Serviços Técnico Pedagógicos

10

70%

Assistente de Educação e Projetos

8

70%

Articulador de Serviços Técnico Administrativos

15

90%

Assistente de Serviços Técnico Administrativos

18

70%

Assessor de Grupo de Trabalho

25

50%

Articulador de Serviços de Gabinete - CEE

6

90%

Assistente do Conselho Estadual de Educação

4

70%

Supervisor de Atividades Administrativas

1

90%

Supervisor de Atividades Educacionais

2

90%

Integrador de Atividades Técnico Administrativas

17

70%

Integrador de Atividades Técnico Pedagógicas

04

70%

Integrador de Atividades Educacionais

04

70%

Responsável pela Escola de Aplicação do IEE

1

90%

Integrador de Serviços Educacionais do IEE

5

70%

Supervisor de Recursos Humanos do IEE

1

90%

Articulador de Grupo de Trabalho/IEE

25

30%

Supervisor Geral do CEDUP

17

100%

Supervisor de Educação Profissional/CEDUP

17

90%

Supervisor de Gestão de Pessoal/CEDUP

17

90%

Articulador de Tecnologia de Informação e Sistema de Registro Escolar/CEDUP

17

30%

Supervisor de Educação Especial/FCEE

1

90%

Integrador de Educação Especial/FCEE

2

70%

Articulador de Grupo de Trabalho/FCEE

20

30%

Supervisor de Atividades Educacionais Nucleares/FCEE

1

90%

Supervisor de Atividades Educacionais Extensivas/FCEE

1

90%

Coordenador do Centro de Atendimento Especializado/FCEE

11

70%

(*) Percentual incidente sobre o Nível MAG-10-A, 40 horas, do Grupo Magistério.

ANEXO REVOGADO PELA LEI COMPLEMENTAR 741, DE 2019

ANEXO XIII

FUNÇÕES GRATIFICADAS DA ESTRUTURA DA SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO E DA FUNDAÇÃO CATARINENSE DE EDUCAÇÃO ESPECIAL

(Lei Complementar nº 381, de 2007)

Denominação da Função

Quantidade

Percentual (*)

Coordenador de Grupo de Trabalho

14

100%

Articulador de Serviços de Gabinete e de Coordenação

09

90%

Assistente de Serviços de Gabinete e de Coordenação

06

70%

Articulador de Serviços Jurídicos

06

90%

Assistente de Serviços Jurídicos

02

70%

Articulador de Desenvolvimento Humano

25

90%

Articulador de Gestão de Pessoal

15

90%

Assistente de Gestão de Pessoal

20

70%

Articulador de Serviços Técnico Pedagógicos

25

90%

Assistente de Serviços Técnico Pedagógicos

10

70%

Assistente de Educação e Projetos

08

70%

Articulador de Serviços Técnico Administrativos

15

90%

Assistente de Serviços Técnico Administrativos

18

70%

Assessor de Grupo de Trabalho

25

50%

Articulador de Serviços de Gabinete - CEE

06

90%

Assistente do Conselho Estadual de Educação

04

70%

Supervisor de Atividades Administrativas

01

90%

Supervisor de Atividades Educacionais

02

90%

Integrador de Atividades Técnico Administrativas

17

70%

Integrador de Atividades Técnico Pedagógicas

04

70%

Integrador de Atividades Educacionais

04

70%

Responsável pela Escola de Aplicação do IEE

01

90%

Integrador de Serviços Educacionais do IEE

05

70%

Supervisor de Recursos Humanos do IEE

01

90%

Articulador de Grupo de Trabalho/IEE

25

30%

Supervisor Geral

17

100%

Supervisor de Educação

17

90%

Supervisor de Gestão de Pessoal

17

90%

Articulador de Tecnologia de Informação e Sistema de Registro Escolar

17

30%

Supervisor de Educação Especial/FCEE

01

90%

Integrador de Educação Especial/FCEE

02

70%

Articulador de Grupo de Trabalho/FCEE

20

30%

Supervisor de Atividades Educacionais Nucleares/FCEE

01

90%

Supervisor de Atividades Educacionais Extensivas/FCEE

01

90%

Coordenador do Centro de Atendimento Especializado/FCEE

11

70%

(*) Percentual incidente sobre o Nível MAG-10-A, 40 horas, do Grupo Magistério.” (Redação do Anexo XIII dada pela Lei 14.406, de 2008 e revogada pela Lei Complementar 534, de 2011)

ANEXO REVOGADO PELA LEI COMPLEMENTAR 741, DE 2019

ANEXO XIV

FUNÇÕES GRATIFICADAS DA ESTRUTURA DA ADMINISTRAÇÃO DIRETA, AUTÁRQUICA E FUNDACIONAL

ÓRGÃO/entidade

DENOMINAÇÃO DA FUNÇÃO

Quantidade

Código

Nível

(*)

SECRETARIA EXECUTIVA DA CASA MILITAR

Coordenador da Casa Militar

6

FG

1

Coordenador Militar do Gabinete do Vice-Governador

1

FG

1

Ajudante de Ordem do Governador

2

FG

1

Ajudante de Ordem do Vice-Governador

2

FG

1

Assistente da Casa Militar

13

FG

2

SECRETARIA ESPECIAL DE ARTICULAÇÃO INTERNACIONAL

Gerente de Missões Internacionais

1

FG

2

Gerente de Recepções

1

FG

2

Assistente do Consultor Geral

1

FG

2

SECRETARIA DE ESTADO DE COORDENAÇÃO E ARTICULAÇÃO (Redação dada pela LC 464/09)

Secretário do Conselho Estadual de Combate à Pirataria - CECOP

1

FG

3

Secretário do Conselho Estadual de Combate à Pirataria – CECOP (Redação dada pela LC 504/10)

1

DGS/FTG

2

SECRETARIA DE ESTADO DO PLANEJAMENTO

Assessor de Diretor

5

FG

3

Gerente de Planejamento e Avaliação

1

FG

2

Gerente de Tecnologia da Informação

1

FG

2

SECRETARIA de Estado DA ADMINISTRAÇÃO

Gerente de Projetos

5

FG

2

Coordenador de Grupo de Gestão de Custos

5

FG

2

Coordenador do Sistema de Gestão de Recursos Humanos

1

FG

2

Gerente de Auditoria da Folha de Pessoal

1

FG

2

Coordenador do PNAGE

1

FG

2

Gerente de Atendimento ao Cidadão

1

FG

2

Gerente de Suprimento de Materiais e Serviços

1

FG

2

Administrador do Centro de Distribuição de Materiais

1

FG

2

Diretor da Escola de Administração Pública

1

FG

1

Gerente Industrial

1

FG

2

Gerente de Capacitação

1

FG

2

Gerente de Controle de Benefícios

1

FG

2

Gerente de Saúde Ocupacional

1

FG

2

Gerente de Perícia Médica

1

FG

2

Gerente de Atuária e Estatística do Plano de Saúde

1

FG

2

Gerente de Serviços de Saúde do Servidor

1

FG

2

Gerente de Contas Médico-Hospitalares

1

FG

2

Administrador do Centro de Saúde do Servidor

1

FG

2

SECRETARIA de Estado DA FAZENDA

Gerente Regional da Fazenda Estadual

15

FG

2

Gerente de Fiscalização de Mercadorias em Trânsito

1

FG

2

Gerente de Substituição Tributária

1

FG

2

Gerente de Operações Especiais

1

FG

2

Assessor de Diretor

5

FG

3

Diretor Administrativo e Financeiro

1

FG

1

Administrador da Escola Fazendária

1

FG

3

Gerente de Recursos Humanos

1

FG

2

Gerente de Administração, Finanças e Contabilidade

1

FG

2

Consultor de Gestão de Administração Tributária

1

FG

1

Gerente de Sistemas e Informações Tributárias

1

FG

2

Gerente de Sistemas de Gestão Fiscal

1

FG

2

Gerente do Tesouro Estadual

1

FG

2

Gerente Financeiro do Tesouro Estadual

1

FG

2

Gerente de Contabilidade Financeira

1

FG

2

Gerente de Contabilidade Centralizada

1

FG

2

Gerente de Estudos e Normatização Contábil

1

FG

2

Gerente de Auditoria de Contas Públicas

1

FG

2

Gerente de Auditoria de Atos de Pessoal

1

FG

2

Gerente de Auditoria de Recursos Antecipados

1

FG

2

Gerente de Auditoria de Contratos

1

FG

2

SECRETARIA de Estado DA SEGURANÇA PÚBLICA E

DEFESA DO CIDADÃO

Secretário do Conselho de Entorpecentes

1

FG

3

Secretário do Conselho Penitenciário

1

FG

3

Secretário do Conselho da Segurança Pública e Defesa do Cidadão

1

FG

3

Secretário do Conselho Estadual de Trânsito

1

FG

3

Secretário do Conselho Estadual de Defesa Civil

1

FG

3

Gerente de Formação, Aperfeiçoamento e Ensino à Distância

1

FG

2

Diretor da Academia de Polícia

1

FG

1

Gerente de Ensino e Formação

1

FG

2

Gerente de Recrutamento e Seleção

1

FG

2

Gerente de Pesquisa e Extensão

1

FG

2

Corregedor da Polícia Civil

1

FG

1

Corregedor da Polícia Militar

1

FG

1

Corregedor do Corpo de Bombeiros Militar

1

FG

1

Diretor de Polícia do Litoral

1

FG

1

Diretor de Polícia do Interior

1

FG

1

Delegado Regional da Polícia Civil

30

FG

2

Diretor de Investigações Criminais

1

FG

1

Gerente de Investigações Criminais

1

FG

2

Gerente de Delegacias Especializadas

1

FG

2

Diretor de Inteligência da Polícia Civil

1

FG

1

Gerente de Inteligência da Polícia Civil

1

FG

2

Gerente de Situações Críticas

1

FG

2

Gerente de Fiscalização de Produtos Controlados

1

FG

2

Gerente de Fiscalização de Jogos e Diversões

1

FG

2

Diretor de Polícia Metropolitana

1

FG

1

Coordenador de Operações das Centrais de Polícia

1

FG

2

Diretor do Instituto Geral de Perícias

1

FG

1

Diretor Adjunto do Instituto Geral de Perícias

1

FG

1

Diretor Administrativo Financeiro do IGP (Redação dada pela Lei 15.156/10)

1

FG

1

Corregedor do Instituto Geral de Perícias

1

FG

1

Corregedor do IGP (Redação dada pela Lei 15.156/10)

1

FG

1

Gerente Administrativo (Redação dada pela Lei 15.156/10)

1

FG

2

Gerente de Análises Forenses

1

FG

2

Gerente de Criminalística

1

FG

2

Gerente de Identificação Civil e Criminal

1

FG

2

Gerente de Medicina Legal

1

FG

2

Gerente de Perícias do Interior

1

FG

2

Diretor da Escola Penitenciária

1

FG

1

Gerente de Ensino e Formação

1

FG

2

Gerente de Recrutamento e Seleção

1

FG

2

Diretor do Instituto de Análises Forenses do IGP (Redação dada pela Lei 15.156/10)

1

FG

1

Gerente Técnico do IAF (Redação dada pela Lei 15.156/10)

1

FG

2

Diretor do Instituto de Criminalística do IGP (Redação dada pela Lei 15.156/10)

1

FG

1

Gerente Técnico do IC (Redação dada pela Lei 15.156/10)

1

FG

2

Diretor do Instituto de Identificação Civil e Criminal do IGP (Redação dada pela Lei 15.156/10)

1

FG

1

Gerente Técnico do II (Redação dada pela Lei 15.156/10)

1

FG

2

Diretor do Instituto Médico Legal do IGP (Redação dada pela Lei 15.156/10)

1

FG

1

Gerente Técnico do IML (Redação dada pela Lei 15.156/10)

1

FG

2

Diretor da Academia de Perícia (Redação dada pela Lei 15.156/10)

1

FG

1

SECRETARIA de Estado DA SAÚDE

Gerente de Enfermagem de Unidade Hospitalar

15

FG

2

Gerente Técnico de Unidade Hospitalar

15

FG

2

Gerente de Contabilidade

1

FG

2

Gerente de Tecnologia da Informação

1

FG

2

Gerente de Atenção Básica

1

FG

2

Gerente de Planejamento em Saúde

1

FG

2

Gerente de Convênios

1

FG

2

Gerente Técnico Operacional

1

FG

2

Gerente de Saúde do Trabalhador

1

FG

2

Gerente de Inspeção do Meio Ambiente

1

FG

2

Gerente Administrativo do Centro de Hematologia e Hemoterapia

1

FG

2

Gerente Técnico do Centro de Hematologia e Hemoterapia

1

FG

2

Gerente Técnico do Centro de Pesquisas Oncológicas

1

FG

2

Gerente Administrativo do Centro de Pesquisas Oncológicas

1

FG

2

Secretário do Conselho Estadual de Saúde

1

FG

2

Secretário da Comissão Intergestores Bipartite-CIB

1

FG

2

Gerente de Inspeção de Produtos e Serviços em Saúde

1

FG

2

Gerente de Vigilância de Agravos Infecciosos Emergentes e Ambientais

1

FG

2

Gerente de Vigilância de Doenças Imunopreveníveis e Imunização

1

FG

2

Gerente de Vigilância em Doenças Sexualmente Transmissíveis

1

FG

2

Gerente de Análise de Produtos e Meio Ambiente

1

FG

2

Gerente de Biologia Médica

1

FG

2

Gerente do Instituto de Anatomia Patológica

1

FG

2

Gerente de Normatização de Recursos Humanos

1

FG

2

Gerente de Avaliação de Controle de Recursos Humanos

1

FG

2

Gerente de Armazenamento e Distribuição

1

FG

2

Gerente Técnico de Assistência Farmacêutica

1

FG

2

SECRETARIA de Estado DA ASSISTÊNCIA SOCIAL,

TRABALHO E HABITAÇÃO

Secretário do Conselho Estadual do Idoso

1

FG

3

Secretário do Conselho Estadual de Assistência Social

1

FG

3

Secretário do Conselho Estadual dos Direitos da Mulher

1

FG

3

Secretário do Conselho Estadual da Criança e do Adolescente

1

FG

3

Secretário do Conselho Estadual de Segurança Alimentar e Nutricional

1

FG

3

Secretário do Conselho Estadual das Populações

Afrodescendentes em SC

1

FG

3

Secretário do Conselho Estadual dos Direitos da Pessoa

Portadora de Deficiência

1

FG

3

Secretário do Conselho Estadual dos Povos Indígenas

1

FG

3

Gerente de Políticas do Primeiro Emprego

1

FG

2

Gerente de Políticas de Trabalho e Emprego

1

FG

2

Gerente de Recursos Humanos

1

FG

2

Assistente de Gestão Políticas Sociais

5

FG

2

SECRETARIA de Estado DO DESENVOLVIMENTO

ECONÔMICO SUSTENTÁVEL

Secretário do Conselho Estadual do Meio Ambiente

1

FG

3

Secretário do Conselho Estadual de Recursos Hídricos

1

FG

3

Secretário do Conselho Estadual de Desenvolvimento

1

FG

3

Secretário do Fórum Estadual de Mudanças Climáticas (Redação dada pela LC 466/09)

1

FG

3

SECRETARIA de Estado DE TURISMO, CULTURA E ESPORTE

Secretário do Conselho Estadual do Turismo

1

FG

3

Secretário do Conselho Estadual de Cultura

1

FG

3

Secretário do Conselho Estadual de Esporte

1

FG

3

Gerente de Controle de Projetos Incentivados

1

FG

2

Gerente de Arrecadação dos Fundos

1

FG

2

Gerente de Tecnologia da Informação

1

FG

2

Gerente de Recursos Humanos

1

FG

2

Gerente de Planejamento e Avaliação

1

FG

2

Assistente de Gestão do Lazer

2

FG

3

SECRETARIA de Estado DA INFRA-ESTRUTURA

Gerente de Planejamento e Avaliação

1

FG

2

Gerente de Finanças e Contabilidade

1

FG

2

Gerente de Obras e Acompanhamento

1

FG

2

Consultor de Gestão de Infra-Estrutura

1

FG

1

Gerente de Tecnologia da Informação

1

FG

1

INSTITUTO DE PREVIDÊNCIA DO ESTADO DE SANTA CATARINA

Consultor de Previdência

5

FG

2

INSTITUTO DE PREVIDÊNCIA DO ESTADO DE

SANTA CATARINA - IPREV

Consultor de Previdência (Redação dada pela LC 412/09)

5

FG

2

FUNDAÇÃO DE APOIO À PESQUISA CIENTÍFICA E TECNOLÓGICA

DO ESTADO DE SANTA CATARINA

Assistente de Pesquisa Científica e Tecnológica

3

FG

3

Assistente de Gestão Científica e Tecnológica

3

FG

3

FUNDAÇÃO CATARINENSE DE CULTURA

Administrador do Museu de Imagem e Som de Santa Catarina

1

FG

3

Administrador do Centro Integrado de Cultura

1

FG

3

Administrador da Escola de Artes

1

FG

3

Administrador do Teatro Álvaro de Carvalho

1

FG

3

Administrador do Museu Etnográfico da Casa dos Açores

1

FG

3

Gerente de Logística de Eventos Culturais

2

FG

2

FUNDAÇÃO CATARINENSE DE ESPORTE

Assistente de Gestão Esportiva

2

FG

3

Gerente de Logística de Eventos Esportivos

2

FG

2

FUNDAÇÃO DE AMPARO A ESCOLA NACIONAL DE

ADMINISTRAÇÃO (Redação dada pela LC 466/09)

Presidente

Administrador-Geral

01

FG

1

Diretor Técnico-Científico

01

FG

1

Consultor Jurídico

01

DGS/FTG

1

Diretor Administrativo-Financeiro

01

DGS/FTG

1

Gerente de Tecnologia da Informação

01

DGS/FTG

2

Gerente de Administração, Finanças e Contabilidade

01

DGS/FTG

2

Gerente de Recursos Humanos

01

DGS/FTG

2

Gerente de Apoio Operacional

01

DGS/FTG

2

(*) Valores de gratificação equivalentes as Funções Técnicas Gerenciais - FTGs constantes do Anexo - IV

ANEXO REVOGADO PELA LEI COMPLEMENTAR 741, DE 2019

ANEXO XIV

FUNÇÕES GRATIFICADAS DA ESTRUTURA DA ADMINISTRAÇÃO DIRETA, AUTÁRQUICA E FUNDACIONAL

ÓRGÃO/entidade

DENOMINAÇÃO DA FUNÇÃO

Quantidade

Código

Nível

(*)

SECRETARIA DE ESTADO DA CASA CIVIL

Assessor do Secretário

3

FG

2

Assessor do Secretário-Adjunto

1

FG

2

Assessor do Diretor Administrativo-Financeiro

4

FG

2

Assessor do Diretor de Assuntos Legislativos

1

FG

2

SECRETARIA EXECUTIVA DA CASA MILITAR

Coordenador de Transporte Terrestre

1

FG

1

Coordenador de Transporte Aéreo

1

FG

1

Coordenador de Cerimonial

1

FG

1

Coordenador de Segurança

1

FG

1

Coordenador de Administração da Casa Militar

1

FG

1

Coordenador de Viagens

1

FG

1

Coordenador Militar do Gabinete do Vice-Governador

1

FG

1

Ajudante de Ordem do Governador

2

FG

1

Ajudante de Ordem do Vice-Governador

2

FG

1

Assistente da Casa Militar

13

FG

2

Auxiliar da Casa Militar

4

FG

3

SECRETARIA EXECUTIVA DE ASSUNTOS INTERNACIONAIS

Gerente de Missões Internacionais

1

FG

2

Gerente de Recepções

1

FG

2

Assistente do Consultor-Geral

1

FG

2

SECRETARIA EXECUTIVA DE ARTICULAÇÃO NACIONAL

Gerente de Gestão de Pessoas (Redação dada pela LC 605/13)

1

FG

2

SECRETARIA DE ESTADO DO PLANEJAMENTO

Assessor de Diretor

4

FG

3

Gerente de Planejamento e Avaliação

1

FG

2

Gerente de Tecnologia da Informação e Governança Eletrônica

1

FG

2

Gerente de Administração, Finanças e Contabilidade (Redação dada pela LC 613/13)

1

FG

2

Gerente de Gestão de Pessoas (Redação dada pela LC 613/13)

1

FG

2

SECRETARIA DE ESTADO DA ADMINISTRAÇÃO

Gerente de Projetos

8

FG

2

Coordenador de Grupo de Gestão de Custos

5

FG

2

Coordenador do Sistema Administrativo de Gestão de Pessoas

1

FG

2

Coordenador do PNAGE

1

FG

2

Gerente de Atendimento ao Cidadão

1

FG

2

Gerente de Suprimento de Materiais e Serviços

1

FG

2

Administrador do Centro de Distribuição de Materiais

1

FG

2

Diretor da Escola de Administração Pública

1

FG

1

Gerente Industrial

1

FG

2

Gerente de Controle de Benefícios

1

FG

2

Gerente de Saúde Ocupacional

1

FG

2

Gerente de Perícia Médica

1

FG

2

Gerente de Atuária e Estatística do Plano de Saúde

1

FG

2

Gerente de Serviços de Saúde do Servidor

1

FG

2

Gerente de Contas Médico-Hospitalares

1

FG

2

Administrador do Centro de Saúde do Servidor

1

FG

2

Gerente de Desenvolvimento de Pessoas

1

FG

2

SECRETARIA DE ESTADO DA FAZENDA

Gerente Regional da Fazenda Estadual

15

FG

2

Gerente de Substituição Tributária

1

FG

2

Gerente de Operações Especiais

1

FG

2

Assessor de Diretor

5

FG

3

Assessor de Planejamento

1

FG

3

Diretor Administrativo e Financeiro

1

FG

1

Diretor Administrativo e Financeiro (Redação dada pela LC 605/13)

1

Administrador da Escola Fazendária

1

FG

3

Gerente de Gestão de Pessoas

1

FG

2

Gerente de Administração, Finanças e Contabilidade

1

FG

2

Consultor de Gestão de Administração Tributária

1

FG

1

Gerente de Sistemas e Informações Tributárias

1

FG

2

Gerente de Sistemas de Gestão Fiscal

1

FG

2

Gerente do Tesouro Estadual

1

FG

2

Gerente Financeiro do Tesouro Estadual

1

FG

2

Gerente de Contabilidade Financeira

1

FG

2

Gerente de Contabilidade Centralizada

1

FG

2

Gerente de Estudos e Normatização Contábil

1

FG

2

Gerente de Informações Contábeis

1

FG

2

Gerente de Auditoria de Despesas de Custeio

1

FG

2

Gerente de Auditoria de Pessoal

1

FG

2

Gerente de Auditoria de Recursos Antecipados

1

FG

2

Gerente de Auditoria de Licitações e Contratos

1

FG

2

Coordenador do Observatório da Defesa Pública (Redação dada pela LC 605/13)

1

FG

2

Gerente de Informações Estratégicas e Apoio à Gestão (Redação dada pela LC 605/13)

1

FG

2

SECRETARIA de Estado DA SEGURANÇA PÚBLICA

Secretário do Conselho de Entorpecentes

1

FG

3

Secretário do Conselho da Segurança Pública

1

FG

3

Secretário do Conselho Estadual de Trânsito

1

FG

3

Gerente de Formação, Aperfeiçoamento e Ensino a Distância

1

FG

2

Diretor da Academia de Polícia

1

FG

1

Gerente de Ensino e Formação

1

FG

2

Gerente de Recrutamento e Seleção

1

FG

2

Gerente de Pesquisa e Extensão

1

FG

2

Corregedor da Polícia Civil

1

FG

1

Corregedor da Polícia Militar

1

FG

1

Corregedor do Corpo de Bombeiros Militar

1

FG

1

Diretor de Polícia do Litoral

1

FG

1

Diretor de Polícia do Interior

1

FG

1

Delegado Regional da Polícia Civil

30

FG

2

Diretor de Investigações Criminais

1

FG

1

Gerente de Investigações Criminais

1

FG

2

Gerente de Delegacias Especializadas

1

FG

2

Diretor de Inteligência da Polícia Civil

1

FG

1

Gerente de Inteligência da Polícia Civil

1

FG

2

Gerente de Situações Críticas

1

FG

2

Gerente de Fiscalização de Produtos Controlados

1

FG

2

Gerente de Fiscalização de Jogos e Diversões

1

FG

2

Diretor de Polícia da Grande Florianópolis

1

FG

1

Coordenador de Operações das Centrais de Polícia

1

FG

2

Diretor do Instituto Geral de Perícias

1

FG

1

Diretor Adjunto do Instituto Geral de Perícias

1

FG

1

Corregedor do Instituto Geral de Perícias

1

FG

1

Gerente de Análises Forenses

1

FG

2

Gerente de Criminalística

1

FG

2

Gerente de Identificação Civil e Criminal

1

FG

2

Gerente de Medicina Legal

1

FG

2

Gerente de Perícias do Interior

1

FG

2

Diretor Administrativo-Financeiro do IGP

1

FG

1

Gerente Administrativo

1

FG

2

Diretor do Instituto de Análises Forenses do IGP

1

FG

1

Gerente Técnico do IAF

1

FG

2

Diretor do Instituto de Criminalística do IGP

1

FG

1

Gerente Técnico do IC

1

FG

2

Diretor do Instituto de Identificação Civil e Criminal do IGP

1

FG

1

Gerente Técnico do II

1

FG

2

Diretor do Instituto Médico Legal do IGP

1

FG

1

Gerente Técnico do IML

1

FG

2

Diretor da Academia de Perícia

1

FG

1

SECRETARIA DE ESTADO DA SEGURANÇA PÚBLICA (Redação dada pela LC 615/13)

Secretário do Conselho de Entorpecentes

1

FG

3

Secretário do Conselho da Segurança Pública

1

FG

3

Secretário do Conselho Estadual de Trânsito

1

FG

3

Gerente de Formação, Aperfeiçoamento e Ensino a Distância

1

FG

2

Diretor da Academia de Polícia

1

FG

1

Gerente de Ensino e Formação

1

FG

2

Gerente de Recrutamento e Seleção

1

FG

2

Gerente de Pesquisa e Extensão

1

FG

2

Corregedor da Polícia Civil

1

FG

1

Corregedor da Polícia Militar

1

FG

1

Corregedor do Corpo de Bombeiros Militar

1

FG

1

Diretor de Polícia do Litoral

1

FG

1

Diretor de Polícia do Interior

1

FG

1

Delegado Regional da Polícia Civil

30

FG

2

Diretor de Investigações Criminais

1

FG

1

Gerente de Investigações Criminais

1

FG

2

Gerente de Delegacias Especializadas

1

FG

2

Diretor de Inteligência da Polícia Civil

1

FG

1

Gerente de Inteligência da Polícia Civil

1

FG

2

Gerente de Situações Críticas

1

FG

2

Gerente de Fiscalização de Produtos Controlados

1

FG

2

Gerente de Fiscalização de Jogos e Diversões

1

FG

2

Diretor de Polícia da Grande Florianópolis

1

FG

1

Coordenador de Operações das Centrais de Polícia

1

FG

2

Diretor Adjunto do IGP

1

FG

1

Corregedor do IGP

1

FG

1

Diretor Administrativo e Financeiro do IGP

1

FG

1

Gerente Administrativo do IGP

1

FG

2

Gerente de Perícias do Interior

1

FG

1

Diretor do Instituto de Criminalística do IGP

1

FG

1

Gerente de Criminalística

1

FG

2

Diretor do Instituto de Análises Forenses do IGP

1

FG

1

Gerente de Análises Forenses

1

FG

2

Diretor do Instituto de Identificação Civil e Criminal do IGP

1

FG

1

Gerente de Identificação Civil e Criminal

1

FG

2

Diretor do Instituto Médico Legal do IGP

1

FG

1

Gerente de Medicina Legal

1

FG

2

Diretor da Academia de Perícia do IGP

1

FG

1

Gerente Mesorregional de Perícias do IGP

7

FG

2

Diretor de Polícia de Fronteira (Redação dada pela LC 616/13)

1

FG

1

SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE

Gerente em Saúde Ambiental

1

FG

2

Gerente de Saúde do Trabalhador

1

FG

2

Gerente de Inspeção de Produtos e Serviços em Saúde

1

FG

2

Gerente de Normatização de Gestão de Pessoas

1

FG

2

Gerente de Avaliação de Controle de Gestão de Pessoas

1

FG

2

Gerente de Análise de Produtos e Meio Ambiente

1

FG

2

Gerente de Biologia Médica

1

FG

2

Gerente de Vigilância de Agravos Infecciosos Emergentes e Ambientais

1

FG

2

Gerente de Vigilância de Doenças Imunopreveníveis e Imunização

1

FG

2

Gerente de Vigilância de Zoonoses e Entomologia

1

FG

2

Gerente de Vigilância de Doenças Sexualmente Transmissíveis

1

FG

2

Gerente Técnico do Hospital Governador Celso Ramos

1

FG

2

Gerente de Enfermagem do Hospital Governador Celso Ramos

1

FG

2

Gerente Técnico do Hospital Infantil Joana de Gusmão

1

FG

2

Gerente de Enfermagem do Hospital Infantil Joana de Gusmão

1

FG

2

Gerente Técnico do Hospital São José Dr. Homero de Miranda Gomes

1

FG

2

Gerente de Enfermagem do Hospital São José Dr. Homero de Miranda Gomes

1

FG

2

Gerente Técnico do Instituto de Cardiologia

1

FG

2

Gerente de Enfermagem do Instituto de Cardiologia

1

FG

2

Gerente Técnico do Hospital Nereu Ramos

1

FG

2

Gerente de Enfermagem do Hospital Nereu Ramos

1

FG

2

Gerente Técnico da Maternidade Carmela Dutra

1

FG

2

Gerente de Enfermagem da Maternidade Carmela Dutra

1

FG

2

Gerente Técnico do Instituto de Psiquiatria de Santa Catarina

1

FG

2

Gerente de Enfermagem do Instituto de Psiquiatria de Santa Catarina

1

FG

2

Gerente Técnico do Hospital Florianópolis

1

FG

2

Gerente de Enfermagem do Hospital Florianópolis

1

FG

2

Gerente Técnico do Hospital Santa Teresa

1

FG

2

Gerente de Enfermagem do Hospital Santa Teresa

1

FG

2

Gerente Técnico do Hospital Miguel Couto

1

FG

2

Gerente de Enfermagem do Hospital Miguel Couto

1

FG

2

Gerente Técnico da Maternidade Dona Catarina Kuss

1

FG

2

Gerente de Enfermagem da Maternidade Dona Catarina Kuss

1

FG

2

Gerente Técnico do Hospital Regional Hans Dieter Schmidt

1

FG

2

Gerente de Enfermagem do Hospital Regional Hans Dieter Schmidt

1

FG

2

Gerente Técnico do Hospital e Maternidade Tereza Ramos

1

FG

2

Gerente de Enfermagem do Hospital e Maternidade Tereza Ramos

1

FG

2

Gerente Técnico da Maternidade Darcy Vargas

1

FG

2

Gerente de Enfermagem da Maternidade Darcy Vargas

1

FG

2

Gerente Administrativo do Centro de Pesquisas Oncológicas

1

FG

2

Gerente Técnico do Centro de Pesquisas Oncológicas

1

FG

2

Gerente Administrativo do Centro de Hematologia e Hemoterapia

1

FG

2

Gerente Técnico do Centro de Hematologia e Hemoterapia

1

FG

2

Gerente de Planejamento do SUS

1

FG

2

Secretário da Comissão Intergestores Bipartite

1

FG

2

Secretário do Conselho Estadual de Saúde

1

FG

2

Gerente de Convênios

1

FG

2

3

SECRETARIA DE ESTADO DA ASSISTÊNCIA SOCIAL, TRABALHO E HABITAÇÃO

Secretário do Conselho Estadual do Idoso

1

FG

3

Secretário do Conselho Estadual de Assistência Social

1

FG

3

Secretário do Conselho Estadual dos Direitos da Mulher

1

FG

3

Secretário do Conselho Estadual da Criança e do Adolescente

1

FG

3

Secretário do Conselho Estadual de Segurança Alimentar e Nutricional

1

FG

3

Secretário do Conselho Estadual das Populações Afrodescendentes em SC

1

FG

3

Secretário do Conselho Estadual dos Direitos da Pessoa Portadora de Deficiência

1

FG

3

Secretário do Conselho Estadual dos Povos Indígenas

1

FG

3

Gerente de Intermediação de Mão-de-Obra

1

FG

2

Gerente de Políticas de Trabalho e Emprego

1

FG

2

Assistente de Gestão de Políticas Sociais

5

FG

2

SECRETARIA DE ESTADO DO DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO SUSTENTÁVEL

Secretário do Conselho Estadual do Meio Ambiente

1

FG

3

Secretário do Conselho Estadual de Recursos Hídricos

1

FG

3

Secretário do Conselho Estadual de Desenvolvimento

1

FG

3

SECRETARIA DE ESTADO DE TURISMO, CULTURA E ESPORTE

Secretário do Conselho Estadual do Turismo

1

FG

3

Secretário do Conselho Estadual de Cultura

1

FG

3

Secretário do Conselho Estadual de Esporte

1

FG

3

Gerente de Arrecadação dos Fundos

1

FG

2

Gerente de Tecnologia da Informação e Governança Eletrônica

1

FG

2

Gerente de Gestão de Pessoas

1

FG

2

Gerente de Planejamento e Avaliação

1

FG

2

Assistente de Gestão do Lazer

2

FG

3

SECRETARIA DE ESTADO DA INFRAESTRUTURA

Gerente de Planejamento e Avaliação

1

FG

2

Gerente de Finanças e Contabilidade

1

FG

2

Gerente de Convênios

1

FG

2

Consultor de Gestão de Infraestrutura

1

FG

1

Gerente de Tecnologia da Informação e Governança Eletrônica

1

FG

1

Gerente de Tecnologia da Informação e Governança Eletrônica (Redação dada pela LC 615/13)

1

FG

2

INSTITUTO DE PREVIDÊNCIA DO ESTADO DE SANTA CATARINA - IPREV

Consultor de Previdência

5

FG

2

FUNDAÇÃO DE AMPARO À PESQUISA E INOVAÇÃO DO ESTADO DE SANTA CATARINA - FAPESC

Assistente de Pesquisa Científica e Tecnológica

3

FG

3

Assistente de Gestão Científica e Tecnológica

3

FG

3

FUNDAÇÃO CATARINENSE DE CULTURA

Administrador do Museu de Imagem e Som de Santa Catarina

1

FG

3

Administrador do Centro Integrado de Cultura

1

FG

3

Administrador da Escola de Artes

1

FG

3

Administrador do Teatro Álvaro de Carvalho

1

FG

3

Administrador do Museu Etnográfico da Casa dos Açores

1

FG

3

Gerente de Logística de Eventos Culturais

2

FG

2

FUNDAÇÃO CATARINENSE DE ESPORTE

Assistente de Gestão Esportiva

2

FG

3

Gerente de Logística de Eventos Esportivos

2

FG

2

FUNDAÇÃO ESCOLA DE GOVERNO – ENA

Diretor Técnico-Científico

1

FG

1

SECRETARIA DE ESTADO DA DEFESA CIVIL

Secretário do Conselho Estadual de Defesa Civil

1

FG

3

SECRETARIA DE ESTADO DA JUSTIÇA E CIDADANIA

Assessor do Secretário

10

FG

1

Assessor do Secretário Adjunto

5

FG

1

Assessor do Consultor Jurídico

5

FG

1

Assessor do Corregedor

5

FG

1

Assessor do Diretor Administrativo e Financeiro

4

FG

2

Assessor do Diretor de Planejamento e Avaliação

4

FG

2

Assessor do Diretor do Departamento de Administração Socioeducativa

4

FG

2

Assessor do Diretor do Departamento de Defesa do Consumidor

4

FG

2

Assessor do Diretor do Departamento de Administração Prisional

4

FG

2

Secretário do Gabinete do Secretário

3

FG

3

Secretário do Gabinete do Secretário Adjunto

3

FG

3

Secretário da Consultoria Jurídica

2

FG

3

Secretário da Corregedoria

2

FG

3

Secretário da Diretoria Administrativa e Financeira

1

FG

3

Secretário do Diretor de Planejamento e Avaliação

1

FG

3

Secretário do Departamento de Administração Socioeducativa

1

FG

3

Secretário do Departamento de Defesa do Consumidor

1

FG

3

Secretário do Departamento de Administração Prisional

1

FG

3

Gerente do Centro de Triagem

2

FG

3

Secretário do Conselho Penitenciário

1

FG

3

Diretor da Escola Penitenciária

1

FG

1

Gerente de Ensino e Formação

1

FG

2

Gerente de Recrutamento e Seleção

1

FG

2

AGÊNCIA DE REGULAÇÃO DE SERVIÇOS PÚBLICOS DE SANTA CATARINA

Supervisor de Controle Interno (Redação dada pela Lei 17.354, de 2017).

1

FG

3

(*) Valores de gratificação equivalentes às Funções Técnicas Gerenciais - FTGs constantes do Anexo IV (NR) Redação do Anexo XIV dada pela Lei Complementar 534, de 2011)”

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