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Piauí

Lei Complementar Estadual do Piauí nº 38, de 24 de março de 2004

Lei nº 38/2004

Dispõe sobre o Plano de Cargos, Carreira e Vencimento dos servidores públicos civis da administração direta, autárquica e fundacional do Estado do Piauí.

O GOVERNADOR DO ESTADO DO PIAUÍ,

FAÇO saber que o Poder Legislativo decreta e eu sanciono a seguinte Lei:

CAPÍTULO I

DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES

Art. 1.
Fica estruturado o plano de cargos, carreira e vencimento dos servidores públicos efetivos da administração direta, autárquica e fundacional do Poder Executivo do Estado do Piauí, fundado nos princípios constitucionais da legalidade, igualdade, impessoalidade, moralidade e eficiência, na valorização profissional do servidor, na eficácia das ações institucionais e das políticas públicas.
Art. 2.
O quadro de pessoal da Administração direta, autárquica e fundacional será gerido em conformidade com as seguintes diretrizes:
Ivalorização, desenvolvimento e profissionalização do servidor público;
IIadoção de instrumentos gerenciais de política de pessoal integrados ao planejamento estratégico do Estado;
IIIqualificação dos processos de trabalho tendo em vista a efetivação dos direitos civis, sociais e econômicos da população;
IVarticulação dos cargos, especialidades e carreiras com os diversos ambientes organizacionais da Administração;
Vaproveitamento racional dos recursos humanos da Administração Pública, em conformidade com as diversas demandas setoriais;
VIoferta continuada de programas de capacitação, tendo em vista o aperfeiçoamento profissional dos servidores;
VIIavaliação periódica de desempenho funcional.
Art. 3.
São privativos de lei a instituição e transformação de cargos, a fixação de vencimentos e vantagens financeiras que compõem a remuneração, bem como a definição de regras básicas de enquadramento e desenvolvimento funcional.
Parágrafo únicoA implantação e gestão do plano instituído por esta lei, bem como a expedição dos demais atos necessários à sua execução, far-se-á por ato do Governador do Estado, na forma prevista nos inicisos II e XIII do art. 102 da Constituição Estadual, observados os princípios e normas fixados.
Art. 4.
Para os efeitos desta lei, considera-se:
IGrupo Ocupacional: é um conjunto de cargos públicos organizados em razão do grau de instrução e habilitações exigidas, da natureza e complexidade de suas atribuições e responsabilidades;
IICargo: é a unidade funcional básica, criada por lei, que expressa um conjunto de atribuições, deveres e responsabilidades cometidas a servidor(a) público(a), com denominação própria e número certo, dentro da estrutura organizacional da Administração Pública;
IIICarreira: é a organização dos cargos em especialidades, classes e padrões, de tal forma a permitir, consoante critérios pré-estabelecidos, a possibilidade de crescimento funcional do servidor;
IVEspecialidades: são as diversas segmentações de um cargo público, em razão das habilitações técnicas e profissionais que este comporta;
VVencimento: é a contraprestação devida pelo Estado ou entidade de direito público ao servidor em virtude do regular desempenho das atribuições pertinentes ao seu cargo, não incluindo outras vantagens financeiras, tais como gratificações e adicionais;
VIRemuneração: é a soma do vencimento do cargo acrescido das demais vantagens financeiras;
VIIClasse: é a posição funcional do servidor dentro da carreira em que seu cargo se estrutura, sendo resultante de provimento originário, enquadramento ou promoção, conforme o caso;
VIIIPadrão: é a posição do titular de cargo público dentro de determinada classe;
IXAvaliação de desempenho: instrumento técnico gerencial destinado a aferir, de forma objetiva, o grau de eficiência do servidor no desempenho das atribuições do seu cargo;
XVencimentos: é a soma do vencimento acrescido das vantagens de natureza permanentes.
Art. 5.
Os cargos efetivos que compõem os Grupos Ocupacionais definidos por esta lei, estruturados em especialidades técnicas ou profissionais, serão organizados em carreiras, organizadas em classes e padrões.
Art. 6.
- Compete ao Conselho Estadual de Gestão de Pessoas, além das atribuições previstas no artigo 29 da Lei Complementar estadual nº 28, de 09 de junho de 2003, avaliar anualmente a adequação do quadro de pessoal da administração direta, autárquica e fundacional às necessidades públicas, cabendo-lhe propor, quando oportuno, seu redimensionamento, considerando-se as seguintes variáveis:
Idemandas sociais setoriais;
IIindicadores sócio-econômicos do Estado e suas regiões;
IIImodernização dos processos de trabalho e inovações tecnológicas;
IVrelação entre o número de cargos de determinada unidade administrativa e as necessidades dos usuários dos serviços públicos;
Vpropostas de adequação setoriais, oriundas de secretarias, fundações e autarquias.
Parágrafo únicoPara tal fim, fica instituída, em cada secretaria, autarquia e fundação, com mandato de 01 (um) ano, comissão paritária composta por 03 (três) membros da Administração, 1 (um) membro indicado por representação sindical ou classista e 02 (dois) servidores da base do órgão ou entidade, indicados por seus pares, devendo esta comissão ser renovada anualmente em 1/3 (um terço) de sua composição.

CAPÍTULO II

DOS GRUPOS OCUPACIONAIS, SEUS CARGOS, ATRIBUIÇÕES

SUBSEÇÃO I – DOS GRUPOS OCUPACIONAIS E SEUS CARGOS

Art. 7.
O quadro de pessoal da Administração Pública do Poder Executivo do Estado do Piauí é composto por três Grupos Ocupacionais, definidos em função do grau de instrução básica requerido para os cargos e funções que os integram.

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Art. 8.
Ficam estabelecidos os seguintes Grupos Ocupacionais com seus respectivos requisitos de instrução básica:
IGrupo Ocupacional Operacional - GOO - nível de ensino fundamental;
IIGrupo Ocupacional Técnico - GOT - nível de ensino médio;
IIIGrupo Ocupacional SuperiorGOS - nível de ensino superior.
Art. 9.
O Grupo Ocupacional Operacional, que comporta atividades de execução material e apoio operacional, é composto pelos cargos efetivos de Agente Operacional de Serviços, organizados em especialidades, classes e padrões.
Art. 10.
Grupo Ocupacional Técnico, que comporta atividades de execução técnica, em conformidade com métodos e habilidades específicas, é composto pelos cargos efetivos de Agente Técnico de Serviços, organizados em especialidades, classes e padrões.
Art. 11.
Grupo Ocupacional Superior, que comporta atividades com maior especialização e autonomia funcional, com abrangência de profissões regulamentadas e habilitações técnico-científicas diversas, é composto pelos cargos efetivos de Agente Superior de Serviços, organizado em especialidades, classes e padrões.

SUBSEÇÃO II – DOS CARGOS, ATRIBUIÇÕES E CARREIRAS

Art. 12.
Constituem atribuições do cargo de Agente Operacional de Serviços o desempenho de atividades administrativas de apoio operacional e execução material, de nível básico, relativas ao exercício das competências constitucionais e legais da Administração Pública estadual e à execução de políticas públicas setoriais.
Art. 13.
Constituem atribuições do cargo de Agente Técnico de Serviços o desempenho de atividades de caráter técnico-administrativo, de nível intermediário, em conformidade com habilidades específicas, concernentes ao exercício das competências constitucionais e legais da Administração Pública e à execução de políticas públicas setoriais.
Art. 14.
Constituem atribuições do cargo de Agente Superior de Serviços o desempenho de atividades profissionais de nível superior, em conformidade com uma habilitação profissional específica, relativas ao exercício das competências constitucionais e legais da Administração Pública e à execução de políticas públicas.
Art. 15.
Para o ingresso nos cargos previstos nos artigos 12, 13 e 14 desta lei, são exigidos, além da formação escolar, profissional ou acadêmica pertinente, definidos em lei, regulamento e edital de concurso, os seguintes requisitos:
Ipara o cargo de Agente Operacional de Serviços, escolaridade básica, concluída ou não, conforme definido em edital de concurso, no caso de provimento originário;
IIpara o cargo de Agente Técnico de Serviços, certificado de conclusão de ensino médio ou curso técnico equivalente;
IIIpara o cargo de Agente Superior de Serviços, certificado de conclusão de ensino superior.
Art. 16.
As atribuições pertinentes aos cargos de Agente Operacional de Serviços, Agente Técnico de Serviços e Agente Superior de Serviços, e suas respectivas especialidades, poderão, observados os ditames desta lei, ser especificadas por ato do Chefe do Poder Executivo, de acordo com o interesse da Administração, com observância do perfil básico conferido por lei ao cargo.
Art. 17.
Com a finalidade de instituir oportunidades de desenvolvimento funcional, propiciando ao servidor uma perspectiva de contínuo crescimento profissional, os cargos de Agente Operacional de Serviços, Agente Técnico de Serviços e Agente Superior de Serviços estruturam-se em especialidades, classes e padrões, conforme definidos nesta lei.

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CAPÍTULO III

DA IMPLANTAÇÃO E DO ENQUADRAMENTO

Art. 18.
s atuais cargos de provimento efetivo da Administração direta, autárquica e fundacional do Estado do Piauí, ocupados ou vagos, ficam transformados nos cargos de Agente Operacional de Serviços, Agente Técnico de Serviços e Agente Superior de Serviços, em conformidade com os anexos I, II e III desta lei.
Art. 19.
A implantação do plano previsto nesta lei, com enquadramento dos atuais servidores abrangidos, será feito por ato do Chefe do Poder Executivo, com base na proposta elaborada pela Comissão prevista no Art. 41 desta Lei.
Parágrafo únicoOs servidores abrangidos por esta lei, titulares dos cargos resultantes da transformação referida no artigo 18, serão progressivamente enquadrados no Grupo Ocupacional correspondente, por ato administrativo do Chefe do Poder Executivo, observando-se os seguintes critérios:
Iestudo qualitativo e quantitativo de lotação, tendo em vista a estrutura organizacional da Administração;
IIpreenchimento dos requisitos de provimento e habilitação legal;
IIIexistência de recursos orçamentários para fazer face às respectivas despesas;
IVadequação aos limites previstos na Lei Complementar Federal nº 101, de 04 de maio de 2000 - Lei de Responsabilidade Fiscal.
Art. 20.
Para fins do enquadramento previsto no art. 19, decorrente da transformação prevista no art. 18, fica o Chefe do Poder Executivo autorizado a proceder à soma dos valores que compõem a remuneração dos cargos transformados, ficando absorvida na nova remuneração as vantagens de caráter permanente legalmente identificadas eventualmente pagas aos servidores abrangidos, ressalvados as indenizações, o adicional por tempo de serviço, as gratificações pelo exercício de atividades insalubres, perigosas e penosas, que serão nominalmente identificadas e gratificação incorporada pelo exercício de função de direção, chefia e assessoramento, que serão nominalmente identificadas.
§ 1º- O enquadramento terá como parâmetro o tempo de serviço prestado ao Estado, o nível de escolaridade, profissionalização, formação acadêmica e remuneração do servidor no cargo anterior, antes da transformação.
§ 2º- O enquadramento não importará em redução da remuneração legalmente percebida pelo servidor, devendo eventuais diferenças entre a remuneração anterior e a resultante do novo enquadramento ser transformada em vantagem pessoal nominalmente identificada.
§ 3º- V E T A D O.
§ 4º- O enquadramento do servidor inativo será procedido na classe e padrão correspondente à classe e nível quando da atividades, bem como consignando as regras constitucionalmente definidas no § 8º do art. 40.
Art. 21.
servidor em estágio probatório será classificado no nível inicial do cargo decorrente da transformação.
Art. 22.
enquadramento previsto no artigo 20 desta lei deverá observar os requisitos do cargo originário, o tempo de serviço do servidor no cargo transformado, bem como as seguintes exigências de escolaridade, habilitação profissional e formação acadêmica:
IAgente Operacional de Serviços - Classe I: ensino fundamental incompleto;
IIAgente Operacional de Serviços - Classe II: ensino fundamental completo;
IIIAgente Operacional de Serviços - Classe III: ensino fundamental concluído mais habilitação em curso profissionalizante;
IVAgente Técnico de Serviços - Classes I: ensino médio regular;
VAgente Técnico de Serviços - Classe II: ensino médio com habilitação profissionalizante;
VIAgente Técnico de Serviços - Classe III: ensino médio profissionalizante acrescido de especialização.

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VIIAgente Superior de Serviços - Classe I: curso superior de graduação;
VIIIAgente Superior de Serviços - Classe II: curso superior de graduação mais especialização;
IXAgente Superior de Serviços - Classe III: curso superior de graduação mais titulação de mestrado ou doutorado.
Parágrafo únicoAs titulações profissionalizantes e acadêmicas previstas neste artigo deverão observar os requisitos previstos na legislação dos sistemas federal e estadual de ensino.

CAPÍTULO IV

DA LOTAÇÃO

Art. 23.
V E T A D O.
Parágrafo único- V E T A D O.

CAPÍTULO V

DO INGRESSO

Art. 24.
São requisitos para ingresso nos cargos definidos por esta lei os previstos nos artigos 15 e 22, além de outros previstos em regulamento ou edital de concurso.
Art. 25.
ingresso nos cargos de provimento efetivo referidos nos artigos 12, 13 e 14 far-se-á mediante concurso público de provas ou de provas e títulos, para a classe inicial do respectivo cargo.
§ 1ºA critério da Administração estadual, além das provas ou provas e títulos, também poderá ser exigido programa de formação com caráter eliminatório ou classificatório, conforme previsto em edital de concurso.
§ 2ºNo propósito de garantir o pleno preenchimento dos cargos previstos nesta lei, com adequação da sua remuneração aos valores praticados no mercado, o ingresso nos mesmos, a critério da Administração Pública, poderá se dar em classe e padrão diferente do inicial, conforme definido em edital de concurso.
Art. 26.
recrutamento para concurso público será feito por meio de edital, com ampla divulgação, publicado no Diário Oficial do Estado e, de forma resumida, em jornal de grande circulação.
Art. 27.
Nos concursos públicos para os cargos previstos nesta lei serão reservadas até 20% (vinte por cento) das vagas disponíveis para o provimento por pessoas portadoras de deficiência física, devendo-se considerar a compatibilidade entre as atribuições do cargo e as deficiências de que são portadoras.

CAPÍTULO VI

DO ESTÁGIO PROBATÓRIO

Art. 28.
servidor aprovado em concurso público, depois de regularmente nomeado e empossado, submeter-se-á ao estágio probatório com duração de três anos, a contar da data do inicio do efetivo exercício do cargo.
§ 1º- O servidor em estágio probatório terá seu desempenho acompanhado e avaliado por comissão constituída para tal fim, sendo a avaliação requisito necessário e imprescindível à aquisição da estabilidade.
§ 2º- Durante o período de estágio probatório o servidor não poderá se afastar do exercício das atribuições do seu cargo, salvo nas hipóteses legalmente previstas.
§ 3º- No caso de afastamento do exercício do cargo, o estágio probatório será suspenso, salvo no caso de exercício de cargo em comissão ou função gratificada, devendo recomeçar a partir do retorno do servidor ao exercício do cargo original.
Art. 29.
resultado da avaliação do servidor em estágio probatório deve ser concluído e publicado 06 (seis) meses antes do prazo final de encerramento do estágio, salvo suspensão do prazo, conforme previsto no artigo anterior.

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Parágrafo únicoSerá responsabilizado administrativamente o superior hierárquico que deixar de avaliar o servidor no prazo legal.
Art. 30.
- O servidor que não preencher os requisitos necessários, obtendo avaliação negativa na aferição de seu desempenho, será desligado do cargo, com observância do devido processo legal e garantida a ampla defesa.

CAPÍTULO VII

DO DESENVOLVIMENTO FUNCIONAL

Art. 31.
desenvolvimento funcional dos servidores nas carreiras de que trata esta lei poderá dar-se mediante progressão e promoção funcional.
§ 1º- A progressão funcional é a movimentação do servidor de um padrão para o seguinte, dentro da mesma classe, observado o interstício mínimo de 02 (dois) anos, e dar-se-á em época e sob critérios fixados em regulamento, em conformidade com resultado de avaliação de desempenho.
§ 2º- A promoção é a movimentação do servidor de uma classe para o 1º (primeiro) padrão de classe imediatamente seguinte, observado o interstício de 02 (dois) anos e dependerá, cumulativamente, do resultado da avaliação de desempenho e da obtenção de nova titulação escolar, profissional ou acadêmica.
§ 3º- A promoção no Grupo Ocupacional Operacional, integrado por Agentes Operacionais de Serviços, fica condicionada à obtenção de nova titulação escolar ou profissionalizante.
§ 4º- A promoção no Grupo Ocupacional Técnico, composto por Agentes Técnicos de Serviço, fica condicionada à obtenção de titulação profissionalizante ou acadêmica.
§ 5º- A promoção no Grupo Ocupacional Superior, composto por Agentes Superiores de Serviços, fica condicionada à obtenção de titulação em curso de especialização, mestrado, doutorado ou pós-doutorado promovido por instituição de ensino superior devidamente credenciada e oficialmente reconhecido.
§ 6º- As titulações escolares, profissionalizantes e acadêmicas previstas neste artigo deverão observar, conforme o caso, os requisitos previstos na legislação dos sistemas estadual e federal de ensino.
Art. 32.
desenvolvimento funcional do servidor dependerá, cumulativamente, do cumprimento do interstício mínimo de permanência em cada padrão, bem como de avaliação de desempenho e, no caso das promoções, do atendimento dos requisitos de escolaridade, capacitação, profissionalização ou titulação, fixados em conformidade com esta lei.
§ 1º- As promoções dependerão da existência de vagas nas classes superiores.
§ 2º- As promoções observarão o princípio do devido processo legal, sendo condicionadas à prévia habilitação em processo seletivo instaurado pelo órgão ou ente público onde o servidor estiver lotado.
Art. 33.
Não será concedida progressão funcional ao servidor em estágio probatório, salvo existindo vaga, sem candidato para o seu preenchimento.
Parágrafo únicoOs servidores investidos em mandato sindical sujeitar-se-ão, para os fins de progressão a instrumentos específicos de avaliação, conforme previsto em Lei.

CAPÍTULO VIII

DA CAPACITAÇÃO E PROFISSIONALIZAÇÃO DOS

Art. 34.
Fica institucionalizada como atividade permanente e regular da Administração Pública, a capacitação, profissionalização e aperfeiçoamento contínuo de seus servidores, tendo como objetivos:
Icriar e desenvolver a cultura, os hábitos e os valores necessários ao digno exercício profissional da função pública;

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IIqualificar o servidor para o desempenho de suas atribuições, tendo em vista a obtenção dos resultados e da eficiência desejados no serviço público;
IIIestimular o desenvolvimento funcional, criando condições propícias para o constante aperfeiçoamento e maior qualificação profissional dos servidores;
IVintegrar os objetivos de cada servidor, no exercício de suas atribuições, às finalidades da Administração como um todo;
Vvalorizar as competências individuais e coletivas.
Art. 35.
Compete à Secretaria de Administração e à Escola de Governo, em coordenação com as demais secretarias e entidades da administração direta e indireta, a elaboração e o desenvolvimento dos programas de capacitação.

CAPÍTULO IX

DA AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO

Art. 36.
A avaliação de desempenho deverá observar os princípios e regras estabelecidos nesta lei, bem como regulamentação específica fixada pelo Chefe do Poder Executivo, devendo priorizar a melhoria da qualidade e da eficiência na prestação de serviços públicos à sociedade.
§ 1º- Para garantia dos princípios da moralidade, legalidade e transparência dos processos de avaliação, fica instituída em cada secretaria, autarquia e fundação, Comissão de Avaliação de Desempenho de Servidores - CADES, com mandato de 02 (dois) anos, composta de forma paritária por representantes da Administração e por representantes dos servidores públicos.
§ 2º- A comissão de que trata o parágrafo anterior será composta de 06 (seis) membros, sendo 03 (três) indicados pela direção do órgão ou ente público, 02 (dois) servidores indicados por seus pares através de eleição direta e 01 (um) pela entidade de representação sindical ou classista da categoria.
§ 3º- Os processos de avaliação deverão considerar, dentre outros elementos de convicção, registros, dados e informações fornecidos pela chefia imediata dos servidores avaliados e pelo próprio avaliado.
§ 4º- As avaliações de desempenho deverão ser realizadas a cada dois anos.
Art. 37.
Deverão ser consideradas duas formas básicas de avaliação de desempenho:
§ 1º- Avaliação de características relacionadas ao desempenho de cargo ou função, levando-se em conta os seguintes critérios:
Iassiduidade, pontualidade, disciplina, iniciativa, presteza e urbanidade no tratamento;
IIprodutividade, eficiência e qualidade dos serviços prestados;
IIIconsecução de metas e objetivos estabelecidos;
IVadministração do tempo;
Vchefia e liderança, quando for o caso;
VIcultura geral e profissional.
§ 2º- Avaliação de características relacionadas à formação, capacitação e profissionalização do servidor.
Art. 38.
A avaliação de desempenho deverá servir, prioritariamente, à identificação de situações de desempenho funcional deficiente, irregular ou insatisfatório, com o propósito de corrigir distorções e necessidades de aperfeiçoamento e capacitação profissional.

CAPÍTULO X

DA REMUNERAÇÃO E DOS VENCIMENTOS

Art. 39.
padrão vencimental fixado por esta lei, bem como os correspondentes proventos, fica estruturado, para cada Grupo Ocupacional, em conformidade com tabelas constantes do anexo IV.

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Art. 40.
padrão vencimental dos cargos previstos nesta lei, bem como os correspondentes proventos, serão atualizados em consonância com a política remuneratória adotada para os servidores públicos estaduais, respeitadas a natureza, a complexidade e a especificidade das atribuições de cada cargo.

CAPÍTULO XI

DAS DISPOSIÇÕES FINAIS

Art. 41.
Fica instituída Comissão Especial de Enquadramento, composta por 04 (quatro) membros da Administração e 04 (quatro) dos servidores, estes escolhidos através de eleição direta, para deliberar sobre o enquadramento previsto nesta Lei. Esta deliberação será encaminhada ao Conselho Estadual de Gestão de Pessoas.
Parágrafo únicoA Comissão de que trata o caput deste artigo será instituída no prazo máximo de 60 (sessenta) dias da data da publicação desta Lei.
Art. 42.
A implantação deste plano de cargos, carreira e vencimentos, no que diz respeito à percepção dos novos valores vencimentais fixados para os cargos resultantes de transformação, observará o disposto nos artigos 19 e 20 desta lei.
Parágrafo únicoEnquanto não implementado o enquadramento, que dar-se-á de forma progressiva, os servidores públicos estaduais abrangidos por esta lei sujeitar-se-ão ao padrão vencimental anterior à sua vigência, respeitado o disposto no art. 11, da Lei Complementar nº 33, de 15 de agosto de 2003.
Art. 43.
servidor público será lotado preferencialmente no órgão ou entidade em que esteja prestando serviço quando da entrada em vigor desta lei.
Art. 44.
As avaliações de desempenho previstas nesta lei deverão ser realizadas no prazo de 02 (dois) anos, contado a partir da vigência desta lei.
Art. 45.
s concursos públicos em andamento ou com prazo de validade não expirado quando da entrada em vigor desta lei, são válidos para o ingresso nos cargos por esta estabelecidos, observada correspondência dos cargos transformados.
Art. 46.
V E T A D O.
Art. 47.
enquadramento dos servidores estaduais no plano definido por esta lei observará o seguinte cronograma:
Imaio de 2004 - 1ª etapa do enquadramento;
IIjaneiro e maio de 2005 - 2ª etapa do enquadramento;
IIIjaneiro de 2006 - 3ª e última fase do enquadramento.
§ 1º- Todos os servidores abrangidos por esta Lei, inclusive aposentados e pensionistas, serão enquadrados em cada etapa definida no caput deste artigo mediante indicação prévia da Comissão de Enquadramento e respeitando a disponibilidade financeira e orçamentária do Estado, bem como, os limites previstos na Lei de Responsabilidade Fiscal.
§ 2º- O Chefe do Poder Executivo reavaliará a tabela de vencimentos constante no Anexo 04 desta Lei no mês de maio de 2004.
Art. 48.
s atuais prestadores de serviço, com 05 (cinco) ou mais anos de serviço ininterruptos comprovados ao Estado do Piauí, serão enquadrados nos cargos componentes dos Grupos Ocupacionais definidos por esta lei, em conformidade com as atribuições para as quais foram contratados.
Parágrafo único: Os cargos cujo enquadramento se efetivar na forma do caput deste artigo, passam a integrar quadro suplementar e entram em extinção quando da sua vacância.

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Art. 49.
s cargos de Procuradores Autárquicos passam a integrar um quadro em extinção, mantidos, para seus atuais ocupantes, todos os direitos, prerrogativas, atribuições e remunerações legalmente percebidas.
§ 1ºQuando ocorrer a extinção dos cargos de que trata o caput deste artigo, a representação judicial e a consultoria jurídica da respectiva entidade passarão a ser desempenhadas pela Procuradoria Geral do Estado.
§ 2ºOs procuradores fiscais aposentados passam a integrar o Quadro de Procuradores do Estado inativos, da Procuradoria Geral do Estado, em decorrência da transposição daquela Procuradoria da estrutura da Secretaria da Fazenda para a estrutura da Procuradoria Geral do Estado, respeitadas as regras contidas no § 4º, do artigo 20, desta lei.
Art. 50.
As despesas decorrentes da aplicação desta lei correrão à conta dos recursos orçamentários e créditos próprios consignados para despesa com pessoal.
Art. 51.
São partes integrantes desta lei os anexos e tabelas a seguir relacionados.
Art. 52.
Fica revogado o art. 9º e Anexo Único da Lei Complementar nº 33, de 15 de agosto de 2003.
Art. 53.
Esta lei entrará em vigor na data de sua publicação, revogadas as disposições em contrário.

PALÁCIO DE KARNAK, em Teresina(PI), 24 de março de 2004

GOVERNADOR DO ESTADO

SECRETÁRIO DE GOVERNO

9 ANEXO I - GRUPO OCUPACIONAL OPERACIONAL Cargo de Agente Operacional de Serviços

Classe Especialidade Cargos Transformados

Auxiliar de Serviços Agente de Portaria, Porteiro, Vigia, I

de Vigilância Vigilante, Zelador

Auxiliar de Cozinha, Auxiliar de Operação de Serviços Diversos, Auxiliar de Operações, Auxiliar de Serviços, Auxiliar de Serviços Gerais, Auxiliar Operacional, Auxiliar de Sondador, Copeiro, Auxiliar de Serviços Merendeira, Servente, Servente A, Servente I Gerais C, Trabalhador Braçal, Jardineiro, Auxiliar Operacional de Serviços Diversos, Alfaiate, Camareira, Atendente de Restaurante, Auxiliar de artífice, Auxiliar de Saneamento, Tratador, Assistente de Tratador Motorista, Motorista A, Motorista B, II Motorista Motorista, Auxiliar de Serviços, Auxiliar de Metrologia II Cozinheiro Cozinheiro, Merendeira Agente de Revenda, Contínuo, Mensageiro, Mecanógrafo, Auxiliar de Impressor Tipográfico, Operador de Máquina Auxiliar de Serviços Copiadora, Auxiliar administrativo, II Administrativos Auxiliar de Administração, Auxiliar de Arquivista, Auxiliar de arquivista A, Auxiliar de Arquivo C, Auxiliar de Secretaria, Auxiliar de Serviços Vistoriador Emplacador, Fiscal de II de Fiscalização e Transportes Coletivos, Visitador, Visitador Vistoria A Agente de Estação, Conservador de Linhas, Auxiliar de Serviços II Nivelador, Maquinista, Agente de Estação, de Transporte Controlador de Movimento, Guarda-Chave Contra Regra C, Iluminador, Iluminador C, Montador Duas Cores, Laboratorista Auxiliar de Produção III Fotográfico, Fotógrafo, Operador de Áudio, Artística e Cultural Operador de Câmera Portátil, Operador de Transmissor, Operador de Som Carpinteiro, Eletricista, Encanador C, Encanador, Auxiliar de Saneamento, Lanterneiro, Marceneiro, Mecânico, Agente de Mecânico de Equipamento Pesado, III Manutenção Mecânico de Máquinas, Pedreiro, Artífice, Especializada Artífice Auxiliar, Artífice Especializado, Pintor, Soldador, Torneiro Mecânico, Operador de Máquinas, Ferreiro, Sondador,

10 Bombeiro Hidráulico, Ferreiro, Operador de Máquinas Rodoviárias

Cargo entra em extinção quando da Garçom

vacância

atribuições para as quais foram contratados e com as especialidades

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ANEXO II - GRUPO OCUPACIONAL " Agente Técnico de Serviços"

Classe Especialidade Cargos Transformados

Digitador, Digitador I, Agente Administrativo, Agente Administrativo I, Assistente, Assistente Administrativo I, Assistente de Administração, Almoxarife, Administrador de Hangar, Escriturário, Escriturário A, Escriturário B, Escriturário I, Secretária, Secretária A, Secretária B, Secretária de Apoio Administrativo, Auxiliar Administrativo, Auxiliar de Técnico de Apoio I Administração, Auxiliar de Arquivo, Administrativo Auxiliar de Arquivo A, Auxiliar de Arquivo C, Auxiliar de Secretaria, Auxiliar do Registro do Comércio, Datilógrafo, Armazenista, Auxiliar Técnico, Auxiliar Técnico A, Auxiliar de Engenheiro, Telefonista, Atendente, Recepcionista, Oficial de Administração, Auxiliar de Biblioteca, Auxiliar de Bibliotecário, Atendente de Biblioteca Auxiliar de Ambulatório, Auxiliar de Nutrição e Dietética, Auxiliar Dietético, Auxiliar de Serviços Médicos, Auxiliar de Auxiliar de Serviços Veterinário, Auxiliar de Laboratório, I de Saúde Auxiliar de Patologia Clínica, Auxiliar de Radiologia, Auxiliar de Serviços de Saúde, Auxiliar de Enfermagem, Atendimento de Consultório Dentário Técnico de Apoio I Agente Social Assistencial Auxiliar de Apoio I Inspetor de Aluno, Monitor Educacional Técnico de I Fiscalização e Vistoriador, Fiscal de Transito Vistoria Técnico de Laboratório, Técnico em Patologia Clínica, Laboratorista, Técnico de Serviços II Esterilizador, Técnico em Enfermagem, de Saúde Técnico de Radiologia, Técnico em Nutrição e Dietética Produtor, Produtor Cultural C, Produtor Executivo, Arte Finalista, Sonotécnico, Técnico de Técnico em Artes Plásticas, Cinegrafista, II Comunicação e Editor de TV, Operador de Câmera Portátil Produção Cultural Externa, Agente de Comunicação, Locutor, Paginador, Repórter Fotográfico, Assistente Parlamentar, Assistente Legislativo,

12 Assistente Técnico, Assistente Técnico A, Assistente Técnico B, Assistente Técnico C, Iluminador C, Educador Especial (não graduado) Técnico em Eletricidade Eletrotécnico, Técnico em Eletricidade, Técnico Industrial, Técnico de Estruturas Metálicas, Técnico em Telecomunicações, Técnico de Técnico de Nível Médio, Técnico de Nível Médio I, II Manutenção e Técnico de Nível Médio II, Técnico de Projetos Nível Médio III, Técnico de Nível Médio IV, Técnico Executivo, Técnico, Técnico Júnior, Desenhista, Desenhista Projetista, Sondador, Topógrafo, Técnico Industrial, Técnico em Estrada Técnico em Pesquisa Agente de Pesquisa, Assistente Técnico, II e Estatística Técnico Auxiliar I, Técnico Auxiliar II Digitador, Digitador I, Operador de Técnico de Computador I, Operador de Computador II, II Tecnologia da Operador de Computador Júnior, Informação Programador I, Programador Júnior, Programador Pleno Técnico Contábil, Agente Administrativo Financeiro, Agente de Administração Financeira, Agente de Execução Contábil e Orçamentária, Técnico em Contabilidade, Auxiliar Administrativo, Auxiliar Técnico, Técnico de Previdência, Técnico Auxiliar, Técnico Auxiliar A, Técnico Auxiliar B, Técnico de Técnico Auxiliar C, Técnico Auxiliar II Administração e Classe A, Técnico Auxiliar Classe C, Contabilidade Técnico Auxiliar de Assessoria, Técnico Auxiliar I, Técnico Auxiliar II, Técnico do Registro do Comércio, Assistente de administração, Técnico em Administração, Escriturário III, Assistente Administrativo II, Assistente, Parlamentar, Assistente Técnico, Assistente Técnico A, Assistente Técnico B, Assistente Técnico C Técnico Agrícola, Técnico em Agropecuária, Laboratorista de Solos, Técnico de II Extensionista Rural II, Vistoriador, Técnico Assistência Rural de Administração Rural, Extensionista Social II II Técnico de Turismo Técnico de Turismo Técnico de Técnico de Saneamento, Técnico de II Saneamento Laboratorista Técnico de II Metrologista, Técnico de Laboratório Metrologia II Técnico Químico Técnico Químico II Técnico Sondador Sondador

13 Técnico de Serviços Assistente de Veterinário, Sanitarista, II Ambientais Hidrometrista, Operador de CAD Técnico de Segurança II Técnico Segurança do Trabalho do Trabalho Todas as categorias que possuam habilitação técnica mais habilitação II especifica (ex: Técnico de Enfermagem especializado em Obstetrícia) atribuições para as quais foram contratados e com as especialidades

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ANEXO III - GRUPO OCUPACIONAL "Agente Superior de Serviço"

Classe Especialidade Cargos Transformados

Administrador, Técnico de Administração Superior I, Técnico de Apoio, Técnico de Nível Superior, Extensionista Rural, Técnico Especialiado, Analista de Registro de Comércio, Técnico Júnior, Técnico I Administrador Analista de Analista de Sistemas, Técnico de Nível I Informática Superior I Arquiteto Arquiteto, Analista Ambiental I Artista Plástico Técnico de Artes Plásticas Assistente Social, Extensionista Rural, Técnico de Nível Superior, Assistente I Assistente Social Social I, Extensionista Social, Especialista Ambiental Redator, Repórter, Comunicador Social, Técnico Júnior, Técnico Júnior A, Técnico Júnior B, Técnico Júnior C, Técnico Júnior I, Técnico Júnior II, Técnico Júnior III, Técnico Júnior IV, Técnico Sênior, Técnico I Comunicador Social Sênior A, Técnico Sênior B, Técnico Sênior C, Técnico Sênior I, Técnico Sênior II, Técnico Sênior III, Técnico Sênior IV, Técnico Sênior V, Técnico de Apoio, Tecnólogo, Técnico especialista em Planejamento e Turismo Técnico Ciências Contábeis, Contador, Extensionista Rural, Técnico de Nível Superior, Analista de Registro de Comércio, Técnico Júnior, Técnico Júnior A, Técnico Júnior B, Técnico Júnior C, Técnico Júnior I, Técnico Júnior II, I Contador Técnico Júnior III, Técnico Júnior IV,

15 Bibliotecário, Extensionista Rural, Técnico de Nível Superior, Técnico Júnior, Técnico I Bibliotecário Técnico Sênior, Técnico Sênior A, Técnico Analista Ambiental, Biólogo, Especialista I Biólogo Ambiental I Bioquímico Bioquímico I Dentista Dentista Economista, Atuário, Extensionista Rural, Analista Técnico, Técnico de Nível Superior, Analista de Registro de Comércio, Técnico especializado, Técnico Júnior, Técnico Júnior A, Técnico Júnior B, Técnico Júnior C, Técnico Júnior I, Técnico Júnior II, Técnico Júnior III, I Economista Técnico Júnior IV, Técnico Sênior, Técnico Sênior A, Técnico Sênior B, Técnico Sênior C, Técnico Sênior I, Técnico Sênior II, Técnico Sênior III, Técnico Sênior IV, Técnico Sênior V, Técnico de Apoio, Tecnólogo, Técnico especialista em Planejamento e Turismo, Especialista Ambiental I Enfermeiro Enfermeiro Engenheiro Agrônomo, Engenheiro Civil, Engenheiro Elétrico, Engenheiro Mecânico, Extensionista Rural, Engenheiro Agrimensor, Engenheiro de Pesca, I Engenheiro Engenheiro Agrônomo, Técnico de Nível Superior, Engenheiro Químico, Engenheiro Florestal, Engenheiro Sanitarista, Especialista Ambiental, Fiscal Ambiental, Analista Ambiental Estatístico, Extensionista Rural, Técnico de Nível Superior, Técnico Júnior, Técnico I Estatístico Técnico Sênior, Técnico Sênior A, Técnico

16 I Farmacêutico Farmacêutico I Fisioterapeuta Fisioterapeuta I Fonoaudiólogo Fonoaudiólogo Geógrafo, Extensionista Rural, Técnico de Nível Superior, Técnico Júnior, Técnico I Geógrafo especialista em Planejamento e Turismo, Especialista Ambiental, Analista Ambiental Geólogo, Especialista Ambiental, Analista I Geólogo Ambiental Historiador, Extensionista Rural, Técnico de Nível Superior, Técnico Júnior, Técnico I Historiador especialista em Planejamento e Turismo, Especialista Ambiental, Analista Ambiental Analista de Registro Analista do Registro do Comércio, Técnico I de Comércio de Nível Superior I Tecnólogo Tecnólogo I Médico Médico I Nutricionista Nutricionista I Pedagogo Pedagogo I Psicólogo Psicólogo, Psicólogo Assistente I Secretária Secretária Executiva I Químico Químico, Analista Ambiental Sociólogo, Especialista Ambiental, Analista I Sociólogo Ambiental Terapeuta I Terapeuta Ocupacional Ocupacional Tecnólogo em Tecnólogo em Bovinocultura, Extensionista I Assistência Rural Rural Veterinário, Veterinário, Extensionista I Veterinário Rural I Zootecnista Zootecnista, Extensionista Rural Procurador Cargo entra em extinção quando da Autárquico vacância

17 atribuições para as quais foram contratados e com as especialidades

18 LEI COMPLEMENTAR Nº 038, DE 24 DE MARÇO DE 2004 ANEXO IV - TABELA DE VENCIMENTO

Grupo Ocupacional Operacional - Agente Operacional de Serviços

Padrão Classe 280,00 294,00 308,00 324,00 340,00 I II 357,00 375,00 394,00 413,00 434,00

III 456,00 478,00 502,00 527,00 553,00

Grupo Ocupacional Técnico - Agente Técnico de Serviços

Padrão Classe 480,00 504,00 529,00 555,00 583,00 I II 612,00 643,00 675,00 709,00 744,00

III 781,00 820,00 862,00 905,00 950,00

Grupo Ocupacional Superior - Agente Superior de Serviços

Padrão Classe 800,00 840,00 882,00 926,00 I E F G H 972,00 1021,00 1072,00 1125,00 1181,00 1241,00 1303,00 1368,00 II E F G H 1436,00 1508,00 1583,00 1663,00 1746,00 1833,00 1925,00 2021,00 III E F G H 2122,00 2228,00 2340,00 2457,00

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