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Medidas Provisórias

Medida Provisória nº 301, de 29 de junho de 2006

MPV 301

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171 artigos

Presidência da República

Casa Civil

Subchefia para Assuntos Jurídicos

Dispõe sobre a criação da Carreira da Previdência, da Saúde e do Trabalho, do Plano de Carreiras e Cargos de Ciência, Tecnologia, Produção e Inovação em Saúde Pública da FIOCRUZ, do Plano de Carreiras e Cargos do INMETRO, do Plano de Carreiras e Cargos do IBGE e do Plano de Carreiras e Cargos do INPI; o enquadramento dos servidores originários das extintas Tabelas de Especialistas no Plano de Classificação de Cargos, de que trata a Lei nº 5.645, de 10 de dezembro de 1970, e no Plano Único de Classificação e Retribuição de Cargos e Empregos, de que trata a Lei nº 7.596, de 10 de abril de 1987; a criação do Plano de Carreiras dos Cargos de Tecnologia Militar, a reestruturação da Carreira de Tecnologia Militar, de que trata a Lei nº 9.657, de 3 de junho de 1998, a criação da Carreira de Suporte Técnico à Tecnologia Militar, a extinção da Gratificação de Desempenho de Atividade de Tecnologia Militar - GDATM e a criação da Gratificação de Desempenho de Atividade Técnico Operacional em Tecnologia Militar - GDATEM; a alteração da Gratificação de Desempenho de Atividade de Controle e Segurança de Tráfego Aéreo - GDASA, de que trata a Lei nº 10.551, de 13 de novembro de 2002; alteração dos salários dos empregos públicos do Hospital das Forças Armadas - HFA, de que trata a Lei nº 10.225, de 15 de maio de 2001; a criação de cargos na Carreira de Defensor Público da União; a criação das Funções Comissionadas do INSS - FCINSS; o auxílio-moradia para os servidores de Estados e Municípios para a União, a extinção e criação de cargos em comissão, e dá outras providências.

O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, no uso da atribuição que lhe confere o art. 62 da Constituição, adota a seguinte Medida Provisória, com força de lei:

Carreira da Previdência, da Saúde e do Trabalho

Art. 1.
Fica criada a Carreira da Previdência, da Saúde e do Trabalho, composta dos cargos efetivos vagos regidos pela Lei nº 8.112, de 11 de dezembro de 1990, integrantes dos Quadros de Pessoal do Ministério da Previdência Social, do Ministério da Saúde, do Ministério do Trabalho e Emprego e da Fundação Nacional de Saúde - FUNASA e dos cargos efetivos cujos ocupantes sejam:
Iintegrantes da Carreira da Seguridade Social e do Trabalho, instituída pela Lei nº 10.483, de 3 de julho de 2002 ; ou
IIregidos pelo Plano de Classificação de Cargos, instituído pela Lei nº 5.645, de 10 de dezembro de 1970, ou por planos correlatos, desde que lotados nos Quadros de Pessoal do Ministério da Previdência Social, do Ministério da Saúde e do Ministério do Trabalho e Emprego ou da FUNASA, até 28 de fevereiro de 2006.
§ 1ºNão se aplica o disposto no caput aos ocupantes dos cargos de Auditor-Fiscal do Trabalho e de Procurador Federal.
§ 2ºOs cargos da Carreira da Previdência, da Saúde e do Trabalho são agrupados em classes e padrões, na forma do Anexo I.
§ 3ºO § 1º , in fine, do art. 58 da Medida Provisória nº 2.229-43, de 6 de setembro de 2001, não se aplica aos servidores da carreira criada no caput deste artigo.
Art. 2.
Os servidores ocupantes dos cargos referidos no caput do art. 1º serão enquadrados na Carreira da Previdência, da Saúde e do Trabalho, de acordo com as respectivas atribuições, requisitos de formação profissional e posição relativa nas Tabelas de Correlação, constantes do Anexo II.
§ 1ºO enquadramento de que trata o caput dar-se-á mediante opção irretratável do servidor, a ser formalizada no prazo de noventa dias, a contar da vigência desta Medida Provisória, na forma do Termo de Opção constante do Anexo III, com efeitos financeiros a partir das datas de implementação das tabelas de vencimento básico referidas no Anexo IV.
§ 2ºA opção pela Carreira da Previdência, da Saúde e do Trabalho implica renúncia às parcelas de valores incorporados à remuneração por decisão administrativa ou judicial, referentes ao adiantamento pecuniário de que trata o art. 8º da Lei nº 7.686, de 2 de dezembro de 1988, que vencerem após o início dos efeitos financeiros referidos no § 1º .
§ 3ºA renúncia de que trata o § 2º fica limitada à diferença entre os valores de remuneração resultantes do vencimento básico vigente no mês de fevereiro de 2006 e os valores de remuneração resultantes do vencimento básico fixado para dezembro de 2011, conforme disposto no Anexo IV.
§ 4ºOs valores incorporados à remuneração, objeto da renúncia a que se refere o § 2º , que forem pagos aos servidores ativos, aos aposentados e aos pensionistas, por decisão administrativa ou judicial, no mês de fevereiro de 2006, sofrerão redução proporcional à implementação das tabelas de vencimento básico de que trata o art. 7º .
§ 5ºConcluída a implementação das tabelas, em dezembro de 2011, o valor eventualmente excedente continuará a ser pago como vantagem pessoal nominalmente identificada, sujeita apenas ao índice de reajuste aplicável às tabelas de vencimento dos servidores públicos federais, a título de revisão geral das remunerações e subsídios, respeitado o que dispõem os §§ 3º e 4º .
§ 6ºO enquadramento na Carreira da Previdência, da Saúde e do Trabalho não poderá ensejar redução da remuneração percebida pelo servidor.
§ 7ºPara fins de apuração do valor excedente referido nos §§ 4º e 5º , a parcela que vinha sendo paga em cada período de implementação das tabelas constantes do Anexo IV, sujeita à redução proporcional, não será considerada no demonstrativo da remuneração recebida no mês anterior ao da aplicação.
§ 8ºA opção de que trata o § 1º sujeita os efeitos financeiros de ações judiciais em curso, relativas ao adiantamento pecuniário referido no § 2º , cujas decisões sejam prolatadas após o início da implementação das tabelas de que trata o Anexo IV, aos critérios estabelecidos neste artigo.
§ 9ºO prazo para exercer a opção referida no § 1º , no caso de servidores afastados nos termos dos arts. 81 e 102 da Lei no 8.112, de 1990, será contado a partir do término do afastamento.
Art. 3.
O ingresso nos cargos da Carreira da Previdência, da Saúde e do Trabalho far-se-á no padrão inicial da classe inicial do respectivo cargo, mediante concurso público de provas ou de provas e títulos, exigindo-se a conclusão de curso superior, em nível de graduação, ou de curso médio, ou equivalente, conforme o nível do cargo, observados os requisitos fixados na legislação pertinente.
Parágrafo únicoO concurso referido no caput poderá, quando couber, ser realizado por áreas de especialização, organizado em uma ou mais fases, incluindo, se for o caso, curso de formação, conforme dispuser o edital de abertura do certame, observada a legislação pertinente.
Art. 4.
O Poder Executivo promoverá a reclassificação dos cargos incorporados à Carreira da Previdência, da Saúde e do Trabalho, na forma do art. 1º , observados os seguintes critérios e requisitos:
Iunificação, em cargos de mesma denominação e nível de escolaridade, dos cargos oriundos da Carreira da Seguridade Social e do Trabalho, do Plano de Classificação de Cargos e de planos correlatos, cujas atribuições, requisitos de qualificação, escolaridade, habilitação profissional ou especialização, exigidos para ingresso, sejam idênticos ou essencialmente iguais aos dos cargos de destino;
IItransposição para os respectivos cargos e inclusão dos servidores na nova situação, observadas a correspondência, a identidade e a similaridade de atribuições entre o seu cargo de origem e o cargo em que for enquadrado; e
IIIlocalização dos servidores ocupantes dos cargos reclassificados em referências, níveis ou padrões das classes dos cargos de destino determinados, mediante a aplicação dos critérios de enquadramento estabelecidos no art. 2º .
Art. 5.
Os vencimentos dos servidores integrantes da Carreira da Previdência, da Saúde e do Trabalho serão compostos das seguintes parcelas:
Ivencimento básico, nos valores indicados nas tabelas constantes do Anexo IV ;
IIGratificação de Atividade Executiva, de que trata a Lei Delegada nº 13, de 27 de agosto de 1992 ;
IIIGratificação de Desempenho de Atividade da Seguridade Social e do Trabalho - GDASST, instituída pela Lei nº 10.483, de 2002 ;
IVGratificação Específica da Seguridade Social e do Trabalho - GESST, instituída pela Lei nº 10.971, de 25 de novembro de 2004 ; e
VVantagem Pecuniária Individual, de que trata a Lei nº 10.698, de 2 de julho de 2003.
Art. 6.
Os cargos ocupados pelos servidores referidos no caput do art. 1º que não optarem pela Carreira da Previdência, da Saúde e do Trabalho serão transformados nos seus correspondentes, quando vagos.
Parágrafo únicoOs servidores a que se refere o caput continuarão a ser remunerados de acordo com a carreira ou planos de cargos a que continuarem a pertencer.
Art. 7.
As tabelas de vencimento a que se refere o inciso I do art. 5º serão implementadas, progressivamente, nos meses de março e dezembro de 2006 a 2011, conforme os valores constantes das tabelas de vencimento básico a que se refere o Anexo IV.
Art. 8.
O Anexo V da Lei nº 10.483, de 2002, passa a vigorar, na forma do Anexo V desta Medida Provisória, produzindo efeitos financeiros a partir de 1º de janeiro de 2006.
Art. 9.
As disposições dos arts. 1º e 2º não se aplicam aos servidores agregados de que trata a Lei nº 1.741, de 22 de novembro de 1952.
Art. 10.
s servidores integrantes da Carreira da Seguridade Social e do Trabalho e da Carreira da Previdência, da Saúde e do Trabalho somente poderão ser redistribuídos no âmbito do Ministério da Previdência Social, do Ministério da Saúde, do Ministério do Trabalho e Emprego e da FUNASA.

Plano de Carreiras e Cargos da FIOCRUZ

Art. 11.
Fica criado o Plano de Carreiras e Cargos de Ciência, Tecnologia, Produção e Inovação em Saúde Pública, composto pelos cargos de nível superior e intermediário do Quadro de Pessoal da Fundação Oswaldo Cruz - FIOCRUZ.
Parágrafo únicoSomente poderão ser enquadrados no Plano de Carreiras e Cargos de que trata o caput os servidores que integravam o Quadro de Pessoal da FIOCRUZ em 22 de julho de 2005.
Art. 12.
Integram o Plano de Carreiras e Cargos de Ciência, Tecnologia, Produção e Inovação em Saúde Pública as seguintes Carreiras e Cargos:
Ide nível Superior:
a)Carreira de Pesquisa em Ciência, Tecnologia, Produção e Inovação em Saúde Pública;
b)Carreira de Desenvolvimento Tecnológico em Ciência, Tecnologia, Produção e Inovação em Saúde Pública;
c)Carreira de Gestão em Ciência, Tecnologia, Produção e Inovação em Saúde Pública; e
d)Cargos isolados de provimento efetivo de Especialista em Ciência, Tecnologia, Produção e Inovação em Saúde Pública;
IIde nível intermediário:
a)Suporte Técnico em Ciência, Tecnologia, Produção e Inovação em Saúde Pública; e
b)Suporte à Gestão em Ciência, Tecnologia, Produção e Inovação em Saúde Pública;
§ 1ºOs cargos do Plano de Carreiras e Cargos de Ciência, Tecnologia, Produção e Inovação em Saúde Pública são agrupados em classes e padrões, na forma do Anexo VI desta Medida Provisória.
§ 2ºOs cargos de Especialista em Ciência, Tecnologia, Produção e Inovação em Saúde Pública são estruturados em uma única classe e padrão de vencimento.
Art. 13.
A Carreira de Pesquisa em Ciência, Tecnologia, Produção e Inovação em Saúde Pública destina-se a profissionais habilitados a exercer atividades específicas de pesquisa científica e tecnológica em saúde.
Parágrafo únicoA habilitação referida neste artigo deverá ser adquirida por meio de curso superior em nível de graduação, com habilitação legal específica, quando for o caso, e de pós-graduação, reconhecidos na forma da legislação vigente, e, quando realizado no exterior, revalidado por instituição nacional credenciada para esse fim.
Art. 14.
A Carreira de Pesquisa em Ciência, Tecnologia, Produção e Inovação em Saúde Pública é constituída do cargo de Pesquisador em Saúde Pública, com as seguintes classes:
IPesquisador em Saúde Titular;
IIPesquisador em Saúde Associado;
IIIPesquisador em Saúde Adjunto; e
IVAssistente de Pesquisa em Saúde.
Art. 15.
São pré-requisitos para ingresso na classe inicial e promoção para as classes subseqüentes da Carreira de Pesquisa em Ciência, Tecnologia, Produção e Inovação em Saúde Pública:
IPesquisador em Saúde Titular:
a)ter realizado pesquisas durante pelo menos seis anos, após a obtenção do título de Doutor; e
b)ter reconhecimento em sua área de pesquisa, consubstanciada por publicações relevantes de circulação internacional e pela coordenação de projetos ou grupos de pesquisa e pela contribuição na formação de novos pesquisadores;
IIPesquisador em Saúde Associado:
a)ter realizado pesquisa durante pelo menos três anos, após a obtenção do título de Doutor; e
b)ter realizado pesquisa de forma independente em sua área de atuação, demonstrada por publicações relevantes de circulação internacional, e considerando-se também sua contribuição na formação de novos pesquisadores;
IIIPesquisador em Saúde Adjunto:
a)ter o título de Doutor; e
b)ter realizado pesquisa relevante em sua área de atuação;
IVAssistente de Pesquisa em Saúde:
a)ter o grau de Mestre; e
b)ter qualificação específica para a classe.
Art. 16.
As Carreiras de Desenvolvimento Tecnológico em Ciência, Tecnologia, Produção e Inovação em Saúde Pública e de Suporte Técnico em Ciência, Tecnologia, Produção e Inovação em Saúde Pública são destinadas a profissionais habilitados a exercer atividades específicas de pesquisa e desenvolvimento tecnológico em saúde.
Art. 17.
A Carreira de Desenvolvimento Tecnológico em Ciência, Tecnologia, Produção e Inovação em Saúde Pública é composta pelo cargo de Tecnologista em Saúde Pública, com as seguintes classes:
ITecnologista em Saúde Sênior;
IITecnologista em Saúde Pleno 3;
IIITecnologista em Saúde Pleno 2;
IVTecnologista em Saúde Pleno 1; e
VTecnologista em Saúde Júnior.
Art. 18.
A Carreira de Suporte Técnico em Ciência, Tecnologia, Produção e Inovação em Saúde Pública é composta pelo cargo de Técnico em Saúde Pública, com as seguintes classes:
ITécnico em Saúde 3;
IITécnico em Saúde 2; e
IIITécnico em Saúde 1.
Art. 19.
São pré-requisitos para ingresso na classe inicial e promoção para as classes subseqüentes da Carreira de Desenvolvimento Tecnológico em Ciência, Tecnologia, Produção e Inovação em Saúde Pública, além do curso superior em nível de graduação, com habilitação legal específica, quando for o caso, os seguintes:
ITecnologista em Saúde Sênior:
a)ter o título de Doutor e, ainda, ter realizado durante pelo menos seis anos, após a obtenção de tal título, atividade de pesquisa e desenvolvimento tecnológico, ou ter realizado, após a obtenção do grau de Mestre, atividade de pesquisa e desenvolvimento tecnológico durante, pelo menos, onze anos, que lhe atribua habilitação correspondente, ou ter realizado, durante, pelo menos, quatorze anos atividades de pesquisa e desenvolvimento tecnológico que lhe atribuam habilitação correspondente; e
b)ter reconhecimento em sua área de atuação, aferida por uma relevante e continuada contribuição, consubstanciada por coordenação de projetos ou de grupos de pesquisa e desenvolvimento tecnológico, contribuindo com resultados tecnológicos expressos em trabalhos documentados por periódicos de circulação internacional, patentes, normas, protótipos, contratos de transferência de tecnologia, laudos e pareceres técnicos;
IITecnologista em Saúde Pleno 3:
a)ter o título de Doutor e, ainda, ter realizado durante, pelo menos, três anos, após a obtenção de tal título, atividade de pesquisa e desenvolvimento tecnológico, ou ter realizado, após a obtenção do grau de Mestre, atividade de pesquisa e desenvolvimento tecnológico durante, pelo menos, oito anos, que lhe atribua habilitação correspondente, ou ter realizado durante, pelo menos, onze anos atividade de pesquisa e desenvolvimento tecnológico, que lhe atribua habilitação correspondente; e
b)demonstrar capacidade de realizar pesquisa e desenvolvimento tecnológico relevantes, de forma independente, contribuindo com resultados tecnológicos expressos em trabalhos documentados por publicações de circulação internacional, patentes, normas, protótipos, contratos de transferência de tecnologia, laudos e pareceres técnicos;
IIITecnologista em Saúde Pleno 2:
a)ter o título de Doutor ou ter realizado, após a obtenção do grau de Mestre, atividade de pesquisa e desenvolvimento tecnológico durante, pelo menos, cinco anos, que lhe atribua habilitação correspondente, ou ter realizado durante, pelo menos, oito anos atividade de pesquisa e desenvolvimento tecnológico, que lhe atribua habilitação correspondente; e
b)demonstrar capacidade de participar em projetos de pesquisa e desenvolvimento tecnológico relevantes na sua área de atuação, contribuindo com resultados tecnológicos expressos em trabalhos documentados por publicações de circulação internacional, patentes, normas, protótipos, contratos de transferência de tecnologia, laudos e pareceres técnicos;
IVTecnologista em Saúde Pleno 1:
a)ter o grau de Mestre ou ter realizado durante, pelo menos, três anos atividade de pesquisa e desenvolvimento tecnológico, que lhe atribua habilitação correspondente; e
b)ter participado de projetos de pesquisa e desenvolvimento tecnológico;
VTecnologista em Saúde Júnior: ter qualificação específica para a classe.
Art. 20.
São pré-requisitos para ingresso na classe inicial e promoção para as classes subseqüentes da Carreira de Suporte Técnico em Ciência, Tecnologia, Produção e Inovação em Saúde Pública, além do ensino médio ou curso equivalente completo, ter conhecimentos específicos inerentes ao cargo e, ainda mais:
ITécnico em Saúde 3: ter, pelo menos, doze anos de experiência na execução de tarefas inerentes à classe;
IITécnico em Saúde 2: ter, pelo menos, seis anos de experiência na execução de tarefas inerentes à classe; e
IIITécnico em Saúde 1: ter um ano, no mínimo, de participação em projetos de pesquisa e desenvolvimento tecnológico ou habilitação inerente à classe.
Art. 21.
As Carreiras de Gestão em Ciência, Tecnologia, Produção e Inovação em Saúde Pública e de Suporte à Gestão em Ciência, Tecnologia, Produção e Inovação em Saúde Pública são destinadas a servidores habilitados a exercer atividades de apoio à direção, coordenação, organização, planejamento, controle e avaliação de projetos de pesquisa e desenvolvimento na área de saúde, bem como toda atividade de suporte administrativo da FIOCRUZ.
Art. 22.
A Carreira de Gestão em Ciência, Tecnologia, Produção e Inovação em Saúde Pública é composta pelo cargo de Analista de Gestão em Saúde, com as seguintes classes:
IAnalista de Gestão em Saúde Sênior;
IIAnalista de Gestão em Saúde 3;
IIIAnalista de Gestão em Saúde 2;
IVAnalista de Gestão em Saúde 1; e
VAnalista de Gestão em Saúde Júnior.
Art. 23.
A Carreira de Suporte à Gestão em Ciência, Tecnologia, Produção e Inovação em Saúde Pública é composta pelo cargo de Assistente Técnico de Gestão em Saúde, com as seguintes classes:
IAssistente Técnico de Gestão 3;
IIAssistente Técnico de Gestão 2; e
IIIAssistente Técnico de Gestão 1.
Art. 24.
São pré-requisitos para ingresso na classe inicial e promoção para as classes subseqüentes da Carreira de Gestão em Ciência, Tecnologia, Produção e Inovação em Saúde Pública, além do curso superior, em nível de graduação, concluído, os seguintes:
IAnalista de Gestão em Saúde Sênior:
a)ter o título de Doutor e, ainda, ter realizado durante, pelo menos, seis anos, após a obtenção de tal título, atividades de gestão, planejamento e infra-estrutura na área de Pesquisa, Produção, Serviços e Gestão em Saúde, ou ter realizado, após obtenção do grau de Mestre, atividades de gestão, planejamento ou infra-estrutura na área de Pesquisa, Produção, Serviços e Gestão em Saúde, durante, pelo menos, onze anos, que lhe atribuam habilitação correspondente, ou ter realizado, durante, pelo menos, quatorze anos atividades de gestão, planejamento e infra-estrutura na área de Pesquisa, Produção, Serviços e Gestão em Saúde, que lhe atribuam habilitação correspondente;
b)ter reconhecimento em sua área de atuação, aferida por uma relevante contribuição e consubstanciada por orientação de equipes interdisciplinares ou de profissionais especializados, treinamentos ofertados, coordenação de planos, programas, projetos e trabalhos publicados;
IIAnalista de Gestão em Saúde 3:
a)ter o título de Doutor e, ainda, ter realizado durante, pelo menos, três anos, após a obtenção de tal título, atividades de gestão, planejamento ou infra-estrutura na área de Pesquisa, Produção, Serviços e Gestão em Saúde, ou ter realizado, após a obtenção do grau de Mestre, atividades de gestão, planejamento ou infra-estrutura, durante, pelo menos, oito anos, que lhe atribuam habilitação correspondente, ou ter realizado durante, pelo menos, onze anos atividades de gestão, planejamento e infra-estrutura na área de Pesquisa, Produção, Serviços e Gestão em Saúde, que lhe atribuam habilitação correspondente;
b)ter realizado, de forma independente, trabalhos interdisciplinares ou sistemas de suporte relevantes para o apoio científico e tecnológico, consubstanciados por desenvolvimento de sistemas de infra-estrutura, elaboração ou coordenação de planos, programas, projetos e estudos específicos de divulgação nacional;
IIIAnalista de Gestão em Saúde 2:
a)ter o título de Doutor ou ter exercido durante, pelo menos, cinco anos, após a obtenção do grau de Mestre, atividades de gestão, planejamento ou infra-estrutura na área de Pesquisa, Produção, Serviços e Gestão em Saúde, que lhe atribuam habilitação correspondente ou ainda ter realizado durante, pelo menos, oito anos atividades de gestão, planejamento e infra-estrutura na área de Pesquisa, Produção, Serviços e Gestão em Saúde, que lhe atribuam habilitação correspondente;
b)ter realizado, sob supervisão, trabalhos interdisciplinares, ou sistemas de suporte relevantes para o apoio científico e tecnológico consubstanciados por elaboração ou gerenciamento de planos, programas, projetos e estudos específicos com divulgação interinstitucional;
IVAnalista de Gestão em Saúde 1:
a)ter grau de Mestre ou ter realizado durante, pelo menos, três anos atividade de gestão, planejamento ou infra-estrutura na área de Pesquisa, Produção, Serviços e Gestão em Saúde, que lhe atribua habilitação correspondente; e
b)ter participado de trabalhos interdisciplinares ou da elaboração de sistemas de suporte, de relatórios técnicos e de projetos correlacionados com a da área de Pesquisa, Produção, Serviços e Gestão em Saúde;
VAnalista de Gestão em Saúde Júnior: ter qualificação específica para a classe.
Art. 25.
São pré-requisitos para ingresso na classe inicial e promoção para as classes subseqüentes da Carreira de Suporte à Gestão em Ciência, Tecnologia, Produção e Inovação em Saúde Pública, além do ensino médio ou curso equivalente concluído, ter conhecimentos específicos inerentes ao cargo e, ainda:
IAssistente Técnico de Gestão 3: ter, pelo menos, doze anos de experiência na execução de tarefas inerentes à classe;
IIAssistente Técnico de Gestão 2: ter, pelo menos, seis anos de experiência na execução de tarefas inerentes à classe;
IIIAssistente Técnico de Gestão 1: ter um ano, no mínimo, de experiência na execução de tarefas inerentes à classe.
Art. 26.
cargo isolado de Especialista em Ciência, Tecnologia, Produção e Inovação em Saúde Pública destina-se a profissionais habilitados a exercer atribuições de alto nível de complexidade voltadas às atividades especializadas de pesquisa e desenvolvimento tecnológico em saúde.
Parágrafo únicoSão pré-requisitos para ingresso no cargo de Especialista em Ciência, Tecnologia, Produção e Inovação em Saúde Pública:
Iter realizado pesquisas voltadas às atividades especializadas de pesquisa e desenvolvimento tecnológico em saúde durante, pelo menos, seis anos, após a obtenção do título de Doutor; e
IIter reconhecimento em sua área de pesquisa e desenvolvimento tecnológico, consubstanciada por publicações relevantes de circulação internacional, pela coordenação de projetos ou grupos de pesquisa e desenvolvimento tecnológico e pela contribuição na formação de novos pesquisadores e na obtenção de resultados tecnológicos expressos em trabalhos documentados por periódicos de circulação internacional, patentes, normas, protótipos, contratos de transferência de tecnologia, laudos e pareceres técnicos.
Art. 27.
São transpostos para as carreiras do Plano de Carreiras e Cargos de Ciência, Tecnologia, Produção e Inovação em Saúde Pública os atuais cargos efetivos das Carreiras da Área de Ciência e Tecnologia, de que trata a Lei nº 8.691, de 28 de julho de 1993, integrantes do Quadro de Pessoal da FIOCRUZ, em 22 de julho de 2005.
§ 1ºOs cargos de que trata o caput serão enquadrados nas carreiras do Plano de Carreiras e Cargos de Ciência, Tecnologia, Produção e Inovação em Saúde Pública, de acordo com as respectivas atribuições, requisitos de formação profissional e posição relativa na Tabela de Correlação, constante do Anexo VII.
§ 2ºO enquadramento de que trata o § 1º deste artigo dar-se-á mediante opção irretratável do servidor, a ser formalizada no prazo de cento e vinte dias, a contar da vigência desta Medida Provisória, na forma do Termo de Opção, constante do Anexo VIII, com efeitos financeiros a partir da data de vigência das tabelas de vencimento básico constantes do Anexo IX.
§ 3ºA opção pelas carreiras do Plano de Carreiras e Cargos de Ciência, Tecnologia, Produção e Inovação em Saúde Pública implica renúncia às parcelas de valores incorporados à remuneração por decisão administrativa ou judicial, que vencerem após o início dos efeitos financeiros referidos no § 2º .
§ 4ºA renúncia de que trata o § 3º fica limitada à diferença entre os valores de remuneração resultantes do vencimento básico vigente no mês de fevereiro de 2006 e os valores de remuneração resultantes do vencimento básico fixado para o mês de março de 2006, conforme disposto no Anexo IX.
§ 5ºOs valores incorporados à remuneração, objeto da renúncia a que se refere o § 4º , que forem pagos aos servidores ativos, aos aposentados e aos pensionistas, por decisão administrativa ou judicial, no mês de fevereiro de 2006, sofrerão redução proporcional à implantação das tabelas de vencimento básico de que trata o § 2º .
§ 6ºA opção de que trata o § 2º sujeita os efeitos financeiros das ações judiciais em curso, cujas decisões sejam prolatadas após a implementação das Tabelas de que trata o Anexo IX, aos critérios estabelecidos neste artigo, por ocasião da execução.
Art. 28.
Serão enquadrados, em cargos de idêntica denominação e atribuições, que passarão a integrar o Plano de Carreiras e Cargos de Ciência, Tecnologia, Produção e Inovação em Saúde Pública, os titulares dos cargos efetivos de nível superior e intermediário do Plano de Classificação de Cargos instituído pela Lei nº 5.645, de 1970, ou de planos correlatos, ou integrantes de cargos da Carreira da Seguridade Social e do Trabalho, de que trata a Lei nº 10.483, de 2002, não integrantes das carreiras de que trata a Lei nº 8.691, de 1993, ou da Carreira de Procurador Federal, regidos pela Lei nº 8.112, de 1990, pertencentes ao Quadro de Pessoal da FIOCRUZ, em 22 de julho de 2005.
§ 1ºOs servidores ocupantes dos cargos de provimento efetivo de que trata o caput deste artigo serão enquadrados no Plano de Carreiras e Cargos de Ciência, Tecnologia, Produção e Inovação em Saúde Pública, de acordo com as denominações e atribuições dos respectivos cargos, requisitos de formação profissional e posição relativa na tabela, conforme Tabela de Correlação constante do Anexo VII, e vedada a mudança de cargo ou nível.
§ 2ºO enquadramento de que trata o caput deste artigo dar-se-á mediante opção irretratável do servidor, a ser formalizada no prazo de até cento e vinte dias após a publicação desta Medida Provisória, na forma do Termo de Opção constante do Anexo VIII, com efeitos financeiros a partir da data de vigência das tabelas de vencimento básico referidas no Anexo IX.
§ 3ºA opção de que trata o caput implica renúncia às parcelas de valores incorporadas à remuneração por decisão administrativa ou judicial, que vencerem após o início dos efeitos financeiros referidos no § 2º .
§ 4ºAplica-se aos servidores de que trata o caput o disposto nos §§ 4º , 5º e 6º do art. 27.
Art. 29.
s ocupantes dos cargos pertencentes ao Quadro de Pessoal da FIOCRUZ, em 22 de julho de 2005, que não formalizarem a opção referida no § 2º do art. 27 ou no § 2º do art. 28, conforme o caso, no prazo e condições estabelecidas, permanecerão na situação em que se encontrarem na data da entrada em vigor desta Medida Provisória, não fazendo jus aos vencimentos e vantagens por ela estabelecidos.
Art. 30.
prazo para exercer a opção referida nos § 2º do art. 27 ou no § 2º do art. 28, conforme o caso, será contado a partir do término do afastamento nas hipóteses previstas nos arts. 81 e 102 da Lei no 8.112, de 1990, ou a partir do ingresso no cargo que tenha sido provido em decorrência de concurso em andamento na data de publicação desta Medida Provisória.
Art. 31.
ingresso nos cargos integrantes do Plano de Carreiras e Cargos de Ciência, Tecnologia, Produção e Inovação em Saúde Pública dar-se-á mediante concurso público de provas ou de provas e títulos, exigindo-se pós-graduação, curso superior em nível de graduação ou curso médio, ou equivalente, concluído, e habilitação legal específica, quando for o caso, conforme o nível do cargo, observados os requisitos fixados na legislação pertinente.
§ 1ºO concurso referido no caput deste artigo poderá, quando couber, ser realizado por áreas de especialização e organizado em uma ou mais fases, incluindo, se for o caso, curso de formação, conforme dispuser o edital de abertura do certame, observada a legislação pertinente.
§ 2ºO edital definirá as características de cada etapa do concurso público, a formação especializada e a experiência profissional, bem como os critérios eliminatórios e classificatórios.
§ 3ºO concurso público será realizado para provimento efetivo de pessoal no padrão inicial da classe inicial de cada Carreira, ou para provimento de cargo isolado de provimento efetivo.
§ 4ºO ingresso nos cargos de Especialista em Ciência, Tecnologia, Produção e Inovação em Saúde Pública dar-se-á unicamente mediante habilitação em concurso público de provas e títulos.
Art. 32.
desenvolvimento do servidor nos cargos do Plano de Carreiras e Cargos de Ciência, Tecnologia, Produção e Inovação em Saúde Pública observará, além do disposto nos arts. 15, 19, 20, 24 e 25, os seguintes requisitos:
Iinterstício mínimo de um ano entre cada progressão;
IIavaliação de desempenho;
IIIcapacitação; e
IVqualificação e experiência profissional.
Parágrafo únicoA progressão funcional e a promoção dos servidores que integram o Plano de Carreiras e Cargos de Ciência, Tecnologia, Produção e Inovação em Saúde Pública deverão ser aprovadas, caso a caso, por comissão criada para esse fim no âmbito da FIOCRUZ.
Art. 33.
A remuneração dos servidores integrantes do Plano de Carreiras e Cargos de Ciência, Tecnologia, Produção e Inovação em Saúde Pública será composta das seguintes parcelas:
Ivencimento básico, nos valores indicados nas tabelas constantes do Anexo IX;
IIGratificação de Desempenho de Atividade de Ciência, Tecnologia, Produção e Inovação em Saúde Pública - GDACTSP;
IIIAdicional de Titulação; e
IVVantagem Pecuniária Individual, de que trata a Lei nº 10.698, de 2003.
Art. 34.
Fica instituída a Gratificação de Desempenho de Atividade de Ciência, Tecnologia, Produção e Inovação em Saúde Pública - GDACTSP, devida aos ocupantes dos cargos efetivos de que trata o art. 12, e aos titulares dos demais cargos de nível superior e intermediário, pertencentes ao Quadro de Pessoal da FIOCRUZ, a que se refere o art. 28, que optarem pelo enquadramento no Plano de Carreiras e Cargos de Ciência, Tecnologia, Produção e Inovação em Saúde Pública, nos termos dos § 2º do art. 27 ou do § 2º do art. 28, conforme o caso.
Parágrafo únicoFazem jus à GDACTSP os servidores não enquadrados nas carreiras da área de Ciência e Tecnologia, de que trata o art. 27 da Lei nº 8.691, de 1993, em exercício na FIOCRUZ em 22 de julho de 2005.
Art. 35.
valor da GDACTSP será de até trinta por cento, incidente sobre o vencimento básico do servidor, em decorrência dos resultados da avaliação de desempenho individual, e de até vinte por cento, incidente sobre o maior vencimento básico do cargo, em decorrência dos resultados da avaliação institucional.
§ 1ºA avaliação de desempenho individual visa a aferir o desempenho do servidor no exercício das atribuições do cargo, com foco na contribuição individual para o alcance dos objetivos organizacionais.
§ 2ºA avaliação de desempenho institucional visa a aferir o desempenho do órgão no alcance dos objetivos organizacionais, podendo considerar projetos e atividades prioritárias e características específicas compatíveis com as atividades da FIOCRUZ.
§ 3ºRegulamento disporá sobre os critérios gerais a serem observados para a realização das avaliações de desempenho individual e institucional da GDACTSP.
§ 4ºOs critérios e procedimentos específicos de avaliação de desempenho individual e institucional e de atribuição da GDACTSP serão estabelecidos em ato do dirigente máximo da FIOCRUZ, observada a legislação vigente.
Art. 36.
Enquanto não forem editados os atos referidos nos §§ 3º e 4º do art. 35 e até que sejam processados os resultados do primeiro período de avaliação de desempenho, a GDACTSP será paga de acordo com o valor percebido pelo servidor, a título de gratificação de desempenho, no mês de fevereiro de 2006.
§ 1ºO resultado da primeira avaliação gera efeitos financeiros a partir do início do primeiro período de avaliação, devendo ser compensadas eventuais diferenças pagas a maior ou a menor.
§ 2ºA data de publicação no Diário Oficial da União do ato de fixação das metas de desempenho institucional constitui o marco temporal para o início do período de avaliação.
§ 3ºO disposto neste artigo aplica-se aos ocupantes de cargos comissionados que fazem jus à GDACTSP.
Art. 37.
s ocupantes dos cargos pertencentes ao Plano de Carreiras e Cargos de Ciência, Tecnologia, Produção e Inovação em Saúde Pública somente farão jus à GDACTSP se em exercício de atividades inerentes às atribuições dos respectivos cargos nas unidades da FIOCRUZ.
Art. 38.
titular de cargo efetivo pertencente ao Plano de Carreiras e Cargos de Ciência, Tecnologia, Produção e Inovação em Saúde Pública em exercício nas unidades da FIOCRUZ, quando investido em cargo em comissão ou função de confiança fará jus à GDACTSP, observado o posicionamento na tabela e o cargo efetivo ocupado pelo servidor, nas seguintes condições:
Ios ocupantes de cargos comissionados de Natureza Especial, DAS-6, DAS-5, ou equivalentes, perceberão a GDACTSP calculada no seu valor máximo; e
IIos ocupantes de cargos comissionados DAS-1 a 4 e de função de confiança, ou equivalentes, perceberão a GDACTSP de acordo com o resultado obtido na avaliação individual e institucional.
Art. 39.
titular de cargo efetivo pertencente ao Plano de Carreiras e Cargos de Ciência, Tecnologia, Produção e Inovação em Saúde Pública que não se encontre em exercício nas unidades da FIOCRUZ, excepcionalmente fará jus à GDACTSP, observado o posicionamento na tabela e o cargo efetivo ocupado pelo servidor, nas seguintes situações:
Iquando requisitado pela Presidência ou Vice-Presidência da República, perceberá a GDACTSP calculada com base nas regras aplicáveis como se estivesse em exercício na FIOCRUZ; e
IIquando cedido para órgãos ou entidades do Governo Federal, distintos dos indicados no inciso I, da seguinte forma:
a)o servidor investido em cargo em comissão de Natureza Especial, DAS-6, DAS-5, ou equivalentes, perceberá a GDACTSP em valor calculado com base no seu valor máximo; e
b)o servidor investido em cargo em comissão DAS-4, ou equivalente, perceberá a GDACTSP no valor de setenta e cinco por cento do seu valor máximo.
Art. 40.
servidor ativo beneficiário da GDACTSP que obtiver na avaliação pontuação inferior a cinqüenta por cento do limite máximo de pontos destinado à avaliação individual em duas avaliações individuais consecutivas será imediatamente submetido a processo de capacitação, sob responsabilidade da FIOCRUZ.
Art. 41.
s servidores pertencentes ao Plano de Carreiras e Cargos de Ciência, Tecnologia, Produção e Inovação em Saúde Pública portadores de títulos de Doutor, Mestre ou certificado de aperfeiçoamento ou de especialização farão jus a um Adicional de Titulação - AT, no percentual de cento e cinco por cento, cinqüenta e dois inteiros e cinco décimos por cento e vinte e sete por cento, respectivamente, incidente sobre o vencimento básico do servidor.
Art. 42.
s servidores ocupantes de cargos de nível superior do Plano de Carreiras e Cargos de Ciência, Tecnologia, Produção e Inovação em Saúde Pública, quando possuidores de título de Doutor ou de habilitação equivalente, poderão, após cada período de sete anos de efetivo exercício de atividades na FIOCRUZ, requerer até seis meses de licença sabática para aperfeiçoamento profissional, assegurada a percepção da remuneração do respectivo cargo.
§ 1ºA concessão da licença sabática tem por fim permitir o afastamento do servidor de que trata o caput para a realização de estudos e aprimoramento técnico-profissional e far-se-á de acordo com normas estabelecidos em ato do Poder Executivo.
§ 2ºPara cada período de licença sabática solicitado, independente da sua duração, far-se-á necessária a apresentação de plano de trabalho, bem como de relatório final, conforme disposto no regulamento a que se refere o § 1º .
§ 3ºA aprovação da licença sabática dependerá de recomendação favorável de comissão competente, especificamente constituída para esta finalidade, no âmbito da FIOCRUZ.
§ 4ºNão se aplica aos servidores a que se refere o caput a licença para capacitação de que tratam o inciso V do art. 81 e o art. 87 da Lei no 8.112, de 1990.
Art. 43.
No prazo de cento e oitenta dias, a FIOCRUZ deverá elaborar o seu plano de desenvolvimento de recursos humanos, de acordo com diretrizes dispostas em regulamento.
Art. 44.
É vedada a redistribuição de servidores integrantes do Plano de Carreiras e Cargos de Ciência, Tecnologia, Produção e Inovação em Saúde Pública, bem como a redistribuição de outros servidores para a FIOCRUZ, a partir da data de publicação desta Medida Provisória.
Art. 45.
Ficam criados no Quadro de Pessoal da FIOCRUZ:
Ina Carreira de Pesquisa em Ciência, Tecnologia, Produção e Inovação em Saúde Pública, quatrocentos e vinte cargos de Pesquisador em Saúde Pública;
IIna Carreira de Desenvolvimento Tecnológico em Ciência, Tecnologia, Produção e Inovação em Saúde Pública, quinhentos e oitenta cargos de Tecnologista em Saúde Pública;
IIIna Carreira de Suporte Técnico em Ciência, Tecnologia, Produção e Inovação em Saúde Pública, duzentos cargos de Técnico em Saúde Pública;
IVna Carreira de Gestão em Ciência, Tecnologia, Produção e Inovação em Saúde Pública, trezentos e cinqüenta cargos de Analista de Gestão em Saúde;
Vna Carreira de Suporte à Gestão em Ciência, Tecnologia, Produção e Inovação em Saúde Pública, trezentos cargos de Assistente Técnico de Gestão em Saúde; e
VIcento e cinqüenta cargos de Especialista em Ciência, Tecnologia, Produção e Inovação em Saúde Pública.
Art. 46.
s servidores mencionados no art. 27 da Lei nº 8.691, de 1993, lotados na FIOCRUZ em 22 de julho de 2005, permanecerão em sua situação atual, fazendo jus, contudo, a todas as vantagens pecuniárias do Plano de Carreiras e Cargos de Ciência, Tecnologia, Produção e Inovação em Saúde Pública.
Parágrafo únicoOs servidores referidos no caput deverão, no prazo de cento e vinte dias, manifestar a sua opção pelas vantagens do Plano de Carreiras e Cargos de Ciência, Tecnologia, Produção e Inovação em Saúde Pública, sem o que permanecerão na situação em que se encontrarem na data de publicação desta Medida Provisória.
Art. 47.
Fica criado o Comitê Gestor do Plano de Carreiras e Cargos de Ciência, Tecnologia, Produção e Inovação em Saúde Pública - CPCSP, no âmbito da FIOCRUZ, vinculado à Secretaria-Executiva do Ministério da Saúde, com a finalidade de acompanhar, assessorar e avaliar a implementação e o desenvolvimento do Plano de Carreiras e Cargos de Ciência, Tecnologia, Produção e Inovação em Saúde Pública, cabendo-lhe, em especial:
Ipropor normas regulamentadoras relativas a diretrizes gerais, ingresso, promoção, progressão, capacitação e avaliação de desempenho;
IIacompanhar a implementação do Plano de Carreiras e Cargos de Ciência, Tecnologia, Produção e Inovação em Saúde Pública e propor, quando for o caso, as alterações julgadas pertinentes;
IIIanalisar as propostas de lotação necessária de pessoal da FIOCRUZ;
IVpropor critérios para atribuir habilitações equivalentes aos títulos referidos nos arts. 19 e 24; e
Vexaminar os casos omissos referentes ao Plano de Carreiras e Cargos de Ciência, Tecnologia, Produção e Inovação em Saúde Pública, encaminhando-os à apreciação dos órgãos competentes.
Parágrafo únicoA FIOCRUZ instituirá Comissão Interna de Desenvolvimento do Plano de Carreiras e Cargos de Ciência, Tecnologia, Produção e Inovação em Saúde Pública, com a participação das entidades representativas dos servidores, com objetivo de acompanhar, orientar e avaliar a implementação do Plano de Carreiras e Cargos criado pelo art. 11 desta Medida Provisória e propor alterações ao CPCSP, com vistas ao aperfeiçoamento do Plano, se for o caso.
Art. 48.
CPCSP será constituído por seis membros, sendo dois representantes do Ministério da Saúde, dois representantes do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão e dois representantes da FIOCRUZ, sendo um da entidade representativa dos servidores.
§ 1ºOs membros do CPCSP serão designados em portaria interministerial dos Ministros de Estado da Saúde e do Planejamento, Orçamento e Gestão.
§ 2ºA forma de indicação e a duração do mandato dos membros do CPCSP serão definidas em regulamento.
§ 3ºO exercício de mandato no CPCSP é considerado de relevante interesse público.

Plano de Carreiras e Cargos do INMETRO

Art. 49.
Fica criado, a partir de 1º de julho de 2006, o Plano de Carreiras e Cargos do Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial - INMETRO, composto por cargos de provimento efetivo regidos pela Lei nº 8.112, de 1990.
Art. 50.
Plano de Carreiras e Cargos do INMETRO é composto pelas seguintes carreiras e cargos:
ICargo isolado de provimento efetivo de Especialista em Metrologia e Qualidade Sênior, estruturado em classe única, com atribuições de alto nível de complexidade voltadas às atividades especializadas de pesquisa, planejamento, coordenação, fiscalização, assistência técnica e execução de projetos em metrologia e qualidade e a outras atividades relacionadas com a metrologia legal, científica e industrial, qualidade, regulamentação, acreditação, superação de barreiras técnicas, avaliação da conformidade e informação tecnológica;
IICarreira de Pesquisa e Desenvolvimento em Metrologia e Qualidade, estruturada nas classes C, B e A, composta de cargos de nível superior de Pesquisador-Tecnologista em Metrologia e Qualidade, com atribuições voltadas às atividades especializadas de pesquisa, planejamento, coordenação, fiscalização, assistência técnica e execução de projetos em metrologia e qualidade e a outras atividades relacionadas com a metrologia legal, científica e industrial, qualidade, regulamentação, acreditação, superação de barreiras técnicas, avaliação da conformidade e informação tecnológica;
IIICarreira de Suporte Técnico à Metrologia e Qualidade, estruturada nas classes C, B e A, composta de cargos de nível intermediário de Técnico em Metrologia e Qualidade, com atribuições voltadas ao suporte e ao apoio técnico especializado às atividades de metrologia legal, científica e industrial, qualidade, regulamentação, acreditação, superação de barreiras técnicas, avaliação da conformidade e informação tecnológica;
IVCarreira de Gestão em Metrologia e Qualidade, estruturada nas classes C, B e A, composta de cargos de nível superior de Analista Executivo em Metrologia e Qualidade, com atribuições voltadas para o exercício de atividades administrativas e logísticas relativas ao exercício das competências institucionais e legais a cargo do INMETRO;
VCarreira de Suporte à Gestão em Metrologia e Qualidade, estruturada nas classes C, B e A, composta de cargos de nível intermediário de Assistente Executivo em Metrologia e Qualidade, com atribuições voltadas para o exercício de atividades administrativas e logísticas de nível intermediário, relativas ao exercício das competências institucionais e legais a cargo do INMETRO; e
VICarreira de Apoio Operacional à Gestão em Metrologia e Qualidade, estruturada nas classes B e A, composta de cargos de nível auxiliar de Auxiliar Executivo em Metrologia e Qualidade, com atribuições voltadas para o exercício de atividades administrativas e logísticas de nível auxiliar relativas ao exercício das competências institucionais e legais a cargo do INMETRO.
§ 1ºAs atribuições específicas dos cargos de que trata este artigo serão estabelecidas em ato conjunto dos Ministros de Estado do Planejamento, Orçamento e Gestão e do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior.
§ 2ºOs cargos efetivos das carreiras de que trata este artigo estão estruturados em classes e padrões, na forma do Anexo X.
Art. 51.
Ficam criados trinta cargos de Especialista em Metrologia e Qualidade Sênior, no quadro de pessoal do INMETRO.
Art. 52.
Fica criado o Comitê do Plano de Carreiras e Cargos do INMETRO - CPCI, com a finalidade de assessorar os Ministros de Estado do Planejamento, Orçamento e Gestão e do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior na elaboração da política de recursos humanos para o INMETRO, cabendo-lhe, em especial:
Ipropor normas legais e regulamentadoras, dispondo sobre ingresso, desenvolvimento e avaliação de desempenho nos cargos e carreiras de que trata o art. 50;
IIpropor alterações no Plano de Carreiras; e
IIIopinar sobre os casos omissos referentes ao Plano de Carreiras e Cargos do INMETRO.
Art. 53.
CPCI será constituído por nove membros, sendo:
Io Presidente do INMETRO, que o presidirá;
IIum representante do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão;
IIIum representante do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior;
IVdois representantes da comunidade científica;
Vdois representantes do setor empresarial com atuação destacada na área de Metrologia, Normalização e Qualidade;
VIo Diretor de Administração e Finanças ou da área à qual a Divisão de Recursos Humanos do INMETRO ou equivalente venha a estar vinculada; e
VIIum representante dos servidores, escolhido pelo Presidente do INMETRO, a partir de lista tríplice eleita pelos seus pares.
§ 1ºOs representantes da comunidade científica e do setor empresarial, referidos nos incisos IV e V, serão escolhidos conforme critérios definidos em ato do Presidente do INMETRO.
§ 2ºPara o primeiro mandato, os representantes referidos no § 1º serão indicados pelo Presidente do INMETRO.
§ 3ºOs membros do CPCI serão designados em ato conjunto dos Ministros de Estado do Planejamento, Orçamento e Gestão e do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior.
§ 4ºA duração do mandato dos representantes do CPCI será definida em regimento interno do Comitê.
§ 5ºO CPCI reunir-se-á ordinariamente, pelo menos uma vez por ano.
Art. 54.
Presidente do INMETRO instituirá a Comissão de Carreiras do INMETRO - CCI, com o objetivo de acompanhar a implementação do Plano de Carreiras e Cargos estruturado pelo art. 49, avaliar o seu desempenho e propor alterações ao CPCI.
Art. 55.
ingresso nos cargos de provimento efetivo de que tratam os incisos I a V do art. 50 dar-se-á por meio de concurso público de provas ou de provas e títulos, respeitada a legislação específica.
§ 1ºO concurso público referido no caput poderá, quando couber, ser realizado por áreas de especialização e organizado em uma ou mais fases, incluindo, se for o caso, curso de formação, conforme dispuser o edital de convocação do certame, observada a legislação pertinente.
§ 2ºO edital definirá as características de cada etapa do concurso público, a formação especializada e a experiência profissional, bem como os critérios eliminatórios e classificatórios.
§ 3ºO concurso público será realizado para provimento efetivo de pessoal no padrão inicial da classe inicial de cada Carreira, ou para provimento de cargo isolado de provimento efetivo.
§ 4ºO ingresso nos cargos de Especialista em Metrologia e Qualidade Sênior dar-se-á unicamente mediante habilitação em concurso público de provas e títulos, no qual constará defesa pública de memorial.
§ 5ºPara investidura nos cargos referidos no § 4º será exigido título de Doutor, com experiência em atividades relevantes comprovadas, durante pelo menos dez anos após a obtenção do título, na área de atuação estabelecida para o concurso e demais requisitos estabelecidos no edital .
Art. 56.
São pré-requisitos para ingresso na classe inicial e promoção às classes dos cargos de Pesquisador-Tecnologista em Metrologia e Qualidade e de Analista Executivo em Metrologia e Qualidade:
IClasse A:
a)ter o título de Doutor e ter realizado, durante o período de pelo menos cinco anos após a obtenção do título, atividades relevantes em sua área de atuação; ou
b)ter o título de Doutor e ter desempenhado, ainda que antes de sua obtenção, por pelo menos dez anos, atividades relevantes em sua área de atuação;
IIClasse B:
a)ter o título de Doutor ou ter realizado, durante o período de pelo menos três anos após a obtenção do grau de Mestre, atividade relevante em sua área de atuação; ou
b)ter o título de Mestre e ter desempenhado, durante o período de pelo menos seis anos, atividades relevantes em sua área de atuação;
IIIClasse C: diploma de graduação em nível superior.
§ 1ºO Pesquisador-Tecnologista em Metrologia e Qualidade da Classe A deverá ter, adicionalmente, reconhecido desempenho em sua área de atuação, aferido por continuada contribuição, devidamente consubstanciada, contribuindo com resultados expressos em trabalhos documentados por periódicos de circulação internacional, por patentes, por normas, por protótipos, por contratos de transferência de tecnologia, por laudos ou por pareceres técnicos, ou pelo exercício de atividades de apoio à direção, coordenação, organização, planejamento, controle e avaliação de projetos, em todos os casos, em quantidade e qualidade relevantes.
§ 2ºO Pesquisador-Tecnologista em Metrologia e Qualidade da Classe B deverá, adicionalmente, demonstrar capacidade de participar de projetos na sua área de atuação, contribuindo com resultados expressos em trabalhos documentados por publicações de circulação internacional, por patentes, por normas, por protótipos, por contratos de transferência de tecnologia, por laudos ou pareceres técnicos, ou por ter realizado trabalhos interdisciplinares, ou sistemas de suporte em sua área de atuação, consubstanciados por elaboração ou gerenciamento de planos, por programas, por projetos e estudos específicos, com divulgação interinstitucional, em todos os casos, em quantidade e qualidade relevantes.
Art. 57.
São pré-requisitos para ingresso na classe inicial e promoção às classes subseqüentes dos cargos de Técnico em Metrologia e Qualidade e de Assistente Executivo em Metrologia e Qualidade:
IClasses A e B: ter, pelo menos, seis anos de experiência na execução de tarefas inerentes à classe imediatamente anterior e possuir certificação em eventos de capacitação ; e
IIClasse C: certificado de conclusão de ensino médio ou equivalente.
Art. 58.
A definição de atividades relevantes e dos eventos de capacitação a serem considerados para a comprovação dos critérios e validação dos cursos de que tratam o § 5º do art. 55 e os arts. 56 e 57 será atribuição do CPCI.
Art. 59.
s servidores beneficiados pelos afastamentos para realização de cursos de pós-graduação previstos no plano anual de capacitação do INMETRO terão que permanecer em exercício na entidade, após o retorno, por, no mínimo, um período igual ao do afastamento.
§ 1ºCaso o servidor venha a solicitar exoneração do cargo ou aposentadoria, antes de cumprido o período de permanência no INMETRO previsto no caput, deverá ressarcir o Instituto, na forma do art. 47 da Lei n º 8.112, de 1990 , dos gastos com seu aperfeiçoamento.
§ 2ºCaso o servidor não obtenha o título ou grau que justificou seu afastamento no período previsto, aplica-se o disposto no § 1º , salvo na hipótese comprovada de força maior ou de caso fortuito, a critério do CPCI.
Art. 60.
s vencimentos dos cargos de que trata o art. 49 constituem-se de:
Ivencimento básico, conforme tabelas constantes do Anexo XI ;
IIGratificação pela Qualidade do Desempenho no INMETRO - GQDI;
IIIAdicional de Titulação; e
IVVantagem Pecuniária Individual, de que trata a Lei nº 10.698, de 2003.
Art. 61.
Fica instituída a Gratificação pela Qualidade do Desempenho no INMETRO - GQDI, devida aos ocupantes dos cargos de nível superior, intermediário e auxiliar referidos no art. 50, quando em exercício das atividades inerentes às suas atribuições no INMETRO, observando-se os seguintes percentuais e limites:
Iaté cinqüenta e um por cento incidente sobre o vencimento básico do servidor, em decorrência da avaliação de desempenho individual, e até trinta e quatro por cento incidente sobre o maior vencimento básico do cargo, em função dos resultados da avaliação institucional, para os cargos de nível superior; e
IIaté quarenta e dois por cento incidente sobre o vencimento básico do servidor, em decorrência da avaliação de desempenho individual, e até vinte e oito por cento incidente sobre o maior vencimento básico do cargo, em função dos resultados da avaliação institucional, para os cargos de nível intermediário e auxiliar.
§ 1ºA avaliação de desempenho individual visa a aferir o desempenho do servidor no exercício das atribuições do cargo, com foco na contribuição individual para o alcance das metas do INMETRO.
§ 2ºA avaliação de desempenho institucional visa a aferir o desempenho da entidade no alcance dos objetivos organizacionais.
§ 3ºA avaliação de desempenho individual a que se refere o § 1º será realizada, pelo menos uma vez por ano, e conduzida por comitês especialmente constituídos pelo Presidente do INMETRO, com a participação da chefia imediata, ouvida a Comissão de Carreiras do INMETRO (CCI), sendo a maioria de seus membros pessoas externas ao Instituto, com atuação destacada na área de Metrologia, Normalização e Qualidade ou Gestão e Planejamento.
§ 4ºRegulamento disporá sobre os critérios gerais a serem observados na realização das avaliações de desempenho institucional e individual para fins de concessão da GQDI.
§ 5ºOs critérios e procedimentos específicos de avaliação de desempenho institucional e individual e de atribuição da GQDI serão estabelecidos em ato do Presidente do INMETRO, observada a legislação vigente.
§ 6ºEnquanto não forem editados os atos referidos nos §§ 4º e 5º deste artigo e até que sejam processados os resultados do primeiro período de avaliação de desempenho, a GQDI será paga no valor correspondente a cinqüenta e cinco por cento do vencimento básico do servidor.
Art. 62.
servidor ativo beneficiário da GQDI que obtiver na avaliação de desempenho pontuação inferior a quarenta por cento do limite máximo de pontos destinado à avaliação individual não fará jus à parcela referente à avaliação de desempenho institucional no período.
Art. 63.
s integrantes do Plano de Carreiras e Cargos do INMETRO farão jus a um Adicional de Titulação - AT, nos seguintes percentuais incidentes sobre o vencimento básico:
Iocupantes de cargos de nível superior, portadores de títulos de Doutor, de Mestre e de Certificado de Aperfeiçoamento ou de Especialização, os dois últimos totalizando um mínimo de trezentos e sessenta horas: trinta e cinco por cento, dezoito por cento e sete por cento, respectivamente;
IIocupantes de cargos de nível intermediário e auxiliar, portadores de certificado de cursos de aperfeiçoamento, totalizando no mínimo cento e oitenta horas-aula: dez por cento.
Art. 64.
s atuais servidores ocupantes dos cargos das carreiras do Plano de Carreiras para a área de Ciência e Tecnologia, estruturado pela Lei nº 8.691, de 1993, do Quadro de Pessoal do INMETRO, serão enquadrados nas carreiras e cargos referidos no art. 50, de acordo com as tabelas de correlação constantes no Anexo XII.
§ 1ºO enquadramento de que trata este artigo dar-se-á mediante opção irretratável do servidor, a ser formalizada no prazo de cento e vinte dias, a contar da vigência desta Medida Provisória, na forma do Termo de Opção constante do Anexo XIII, cujos efeitos financeiros se darão a partir da data de implementação das tabelas de vencimento básico constantes do Anexo XI.
§ 2ºO prazo para exercer a opção referida no § 1º será contado a partir do término do afastamento, nos casos previstos nos arts. 81 e 102 da Lei no 8.112, de 1990.
§ 3ºNo caso previsto no § 2º , os efeitos financeiros dar-se-ão a partir da data da opção.
§ 4ºOs servidores ocupantes dos cargos a que se refere o caput que não formalizarem a opção referida no § 1º permanecerão integrando o Plano de Carreiras para a área de Ciência e Tecnologia, de que trata a Lei nº 8.691, de 1993, não fazendo jus aos vencimentos e vantagens estabelecidos para o Plano de Carreiras e Cargos do INMETRO.
Art. 65.
s concursos públicos realizados ou em andamento, na data da publicação desta Medida Provisória, para cargos do Quadro de Pessoal do INMETRO do Plano de Carreiras para a área de Ciência e Tecnologia, instituído pela Lei no 8.691, de 1993, são válidos para o ingresso nos cargos do Plano de Carreiras e Cargos do INMETRO, observada a correlação de cargos constante do Anexo XII.
Art. 66.
s cargos vagos de nível superior e intermediário do Plano de Carreiras para a área de Ciência e Tecnologia, instituído pela Lei no 8.691, de 1993, do Quadro de Pessoal do INMETRO, existentes na data de vigência desta Medida Provisória, serão transformados nos cargos equivalentes a que se referem os incisos II a V do art. 50, conforme correlação estabelecida no Anexo XII.
Art. 67.
s cargos de nível auxiliar integrantes do Plano de Carreiras e Cargos do INMETRO serão extintos quando vagos.
Art. 68.
É vedada a redistribuição dos cargos pertencentes ao Plano de Carreiras e Cargos do INMETRO para outros órgãos e entidades da administração pública federal, bem como a redistribuição de outros cargos para o Quadro de Pessoal do INMETRO.
Art. 69.
CPCI definirá, de acordo com as diretrizes dispostas em regimento interno, plano de desenvolvimento e capacitação para os servidores do INMETRO.

Plano de Carreiras e Cargos do IBGE

Art. 70.
Fica criado, a partir de 1º de setembro de 2006, o Plano de Carreiras e Cargos da Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE, composto por cargos de provimento efetivo regidos pela Lei nº 8.112, de 1990.
Art. 71.
Plano de Carreiras e Cargos de que trata o art. 70 é composto pelas seguintes carreiras e cargos:
ICarreira de Pesquisa em Informações Geográficas e Estatísticas, estruturada nas classes A, B, C e Especial, composta de cargo de Pesquisador em Informações Geográficas e Estatísticas, de nível superior, com atribuições voltadas às atividades especializadas de ensino e pesquisa científica, tecnológica e metodológica em matéria estatística, geográfica, cartográfica, geodésica e ambiental;
IICarreira de Produção e Análise de Informações Geográficas e Estatísticas, estruturada nas classes A, B, C, D e Especial, composta de cargo de Tecnologista em Informações Geográficas e Estatísticas, de nível superior, com atribuições voltadas às atividades especializadas de produção, análise e disseminação de dados e informações de natureza estatística, geográfica, cartográfica, geodésica e ambiental;
IIICarreira de Suporte Técnico em Produção e Análise de Informações Geográficas e Estatísticas, estruturada nas classes A, B e Especial, composta de cargo de Técnico em Informações Geográficas e Estatísticas, de nível intermediário, com atribuições voltadas para o suporte e o apoio técnico especializado às atividades de ensino, pesquisa, produção, análise e disseminação de dados e informações de natureza estatística, geográfica, cartográfica, geodésica e ambiental;
IVCarreira de Planejamento, Gestão e Infra-Estrutura em Informações Geográficas e Estatísticas, estruturada nas Classes A, B, C, D e Especial, composta de cargo de Analista de Planejamento, Gestão e Infra-Estrutura em Informações Geográficas e Estatísticas, de nível superior, com atribuições voltadas para o exercício de atividades administrativas e logísticas relativas ao exercício das competências institucionais e legais a cargo do IBGE;
VCarreira de Suporte em Planejamento, Gestão e Infra-Estrutura em Informações Geográficas e Estatísticas, estruturada nas classes A, B e Especial, composta de cargo de Técnico em Planejamento, Gestão e Infra-Estrutura em Informações Geográficas e Estatísticas, de nível intermediário, com atribuições voltadas para o exercício de atividades administrativas e logísticas de nível intermediário, relativas ao exercício das competências institucionais e legais a cargo do IBGE.
§ 1ºAs atribuições específicas dos cargos de que trata este artigo serão estabelecidas em ato do Ministro de Estado do Planejamento, Orçamento e Gestão.
§ 2ºOs cargos efetivos das carreiras de que trata este artigo estão estruturados em classes e padrões, na forma do Anexo XIV.
§ 3ºOs ocupantes dos cargos de provimento efetivo do IBGE são responsáveis pela execução das atividades de estatística, geografia e cartografia, em âmbito nacional, decorrentes das competências a que se referem o inciso XV do art. 21 e o inciso XVIII do art. 22 da Constituição.
Art. 72.
É vedada a redistribuição de cargos do Plano de Carreiras e Cargos do IBGE para outros órgãos e entidades da administração pública federal, bem como a redistribuição de outros cargos para o Quadro de Pessoal do IBGE.
Art. 73.
ingresso nos cargos de provimento efetivo de que tratam os incisos I a V do art. 71 dar-se-á por meio de concurso público de provas ou de provas e títulos, exigindo-se curso de pós-graduação stricto sensu, diploma de nível superior, em nível de graduação, ou certificado de conclusão de ensino médio, ou equivalente, conforme o nível do cargo, respeitada a legislação específica.
§ 1ºO concurso público referido no caput deste artigo poderá ser realizado por áreas de especialização, organizado em uma ou mais fases, incluindo, se for o caso, curso de formação, conforme dispuser o edital de abertura do certame, observada a legislação específica.
§ 2ºO edital definirá as características de cada etapa do concurso público, a formação especializada, a experiência profissional e os critérios eliminatórios e classificatórios.
§ 3ºO concurso público será realizado para provimento efetivo de pessoal no padrão inicial da classe inicial de cada carreira.
Art. 74.
São pré-requisitos mínimos para ingresso na classe inicial e promoção às classes subseqüentes da carreira referida no inciso I do art. 71, além do diploma de nível superior, em nível de graduação, os seguintes:
IClasse Especial:
a)ser detentor de título de Mestre, ter certificação em eventos de capacitação e experiência mínima de quatorze anos, todos no campo específico de atuação do cargo; ou
b)ser detentor do título de Doutor e experiência mínima de nove anos, todos no campo específico de atuação do cargo;
IIClasse C:
a)ser detentor de título de Mestre, ter certificação em eventos de capacitação e experiência mínima de nove anos, todos no campo específico de atuação do cargo; ou
b)ser detentor do título de Doutor e experiência mínima de seis anos, todos no campo específico de atuação do cargo;
IIIClasse B:
a)ser detentor de título de Mestre, ter certificação em eventos de capacitação e experiência mínima de quatro anos, todos no campo específico de atuação do cargo; ou
b)ser detentor de título de Doutor;
IVClasse A: ser detentor de título de mestre.
Art. 75.
São pré-requisitos mínimos para ingresso na Classe inicial e a promoção às classes subseqüentes dos cargos de provimento efetivo das carreiras referidas nos incisos II e IV do art. 71, além do diploma de nível superior, em nível de graduação, os seguintes:
IClasse Especial:
a)possuir certificação em eventos de capacitação e experiência mínima de vinte anos, todos no campo específico de atuação do cargo; ou
b)possuir pós-graduação lato sensu, ter certificação em eventos de capacitação e experiência mínima de dezoito anos, todos no campo específico de atuação do cargo; ou
c)ser detentor de título de Mestre, ter certificação em eventos de capacitação e experiência mínima de quatorze anos, todos no campo específico de atuação do cargo; ou
d)ser detentor do título de Doutor e experiência mínima de doze anos, todos no campo específico de atuação do cargo;
IIClasse D:
a)possuir certificação em eventos de capacitação e experiência mínima de quinze anos, todos no campo específico de atuação do cargo; ou
b)possuir pós-graduação lato sensu, ter certificação em eventos de capacitação e experiência mínima de treze anos, todos no campo específico de atuação do cargo; ou
c)ser detentor de título de Mestre, ter certificação em eventos de capacitação e experiência mínima de onze anos, todos no campo específico de atuação do cargo; ou
d)ser detentor do título de Doutor e experiência mínima de nove anos, todos no campo específico de atuação do cargo;
IIIClasse C:
a)possuir certificação em eventos de capacitação e experiência mínima de doze anos, todos no campo específico de atuação do cargo; ou
b)possuir pós-graduação lato sensu, ter certificação em eventos de capacitação e experiência mínima de dez anos, todos no campo específico de atuação do cargo; ou
c)ser detentor de título de Mestre, ter certificação em eventos de capacitação e experiência mínima de oito anos, todos no campo específico de atuação do cargo; ou
d)ser detentor do título de Doutor e experiência mínima de seis anos, todos no campo específico de atuação do cargo;
IVClasse B:
a)possuir certificação em eventos de capacitação e experiência mínima de cinco anos, todos no campo específico de atuação do cargo; ou
b)possuir pós-graduação lato sensu, ter certificação em eventos de capacitação e experiência mínima de quatro anos, todos no campo específico de atuação do cargo; ou
c)ser detentor de título de Mestre e experiência mínima de três anos, todos no campo específico de atuação do cargo;
VClasse A: ter qualificação específica para a classe.
Art. 76.
São pré-requisitos mínimos para ingresso na classe inicial e promoção às classes subseqüentes dos cargos de provimento efetivo de nível intermediário das carreiras referidas nos incisos III e V do art. 71, além do certificado de conclusão de ensino médio, os seguintes:
IClasse Especial: possuir certificação em eventos de capacitação e experiência mínima de quatorze anos, todos no campo específico de atuação do cargo;
IIClasse B: possuir certificação em eventos de capacitação e experiência mínima de sete anos, todos no campo específico de atuação do cargo;
IIIClasse A: ter qualificação específica para a classe.
Art. 77.
s eventos de capacitação que podem ser considerados para a certificação de que tratam os arts. 74, 75 e 76 serão definidos em ato do Conselho Diretor do IBGE.
Art. 78.
Ato do Conselho Diretor do IBGE definirá, em conformidade com a legislação vigente, os programas de capacitação e os critérios para participação em cursos, estágios, seminários, conferências, congressos, eventos de curta duração ou para realização de cursos e programas de pós-graduação no País ou no exterior, com ou sem afastamento do servidor, que serão avaliados por um comitê constituído para este fim.
§ 1ºOs afastamentos para realização de programas de mestrado e doutorado com ônus para o IBGE somente serão concedidos aos servidores pertencentes ao seu quadro permanente há pelo menos três anos para mestrado e quatro anos para doutorado, incluído o período de estágio probatório, que não tenham se afastado por licença para tratar de assuntos particulares e não tenham sido cedidos a outros órgãos, nos dois anos anteriores à data da solicitação de afastamento.
§ 2ºOs afastamentos para realização de programas de pós-doutorado com ônus para o IBGE somente serão concedidos aos servidores pertencentes ao seu quadro permanente há pelo menos quatro anos, incluído o período de estágio probatório, e que não tenham se afastado por licença para tratar de assuntos particulares e não tenham sido cedidos a outros órgãos, nos quatro anos anteriores à data da solicitação de afastamento.
§ 3ºOs servidores beneficiados pelos afastamentos previstos nos §§ 1º e 2º terão que permanecer no IBGE, no exercício de suas funções, após o seu retorno, por um período igual ao do afastamento concedido.
§ 4ºCaso o servidor venha a solicitar exoneração do cargo ou aposentadoria, antes de cumprido o período de permanência no IBGE, previsto no § 3º , deverá ressarcir o Instituto, na forma do art. 47 da Lei nº 8.112, de 1990, dos gastos com seu aperfeiçoamento.
§ 5ºCaso o servidor não obtenha o título ou grau que justificou seu afastamento no período previsto, aplica-se o disposto no § 4º , salvo na hipótese comprovada de força maior ou de caso fortuito, a critério do Conselho Diretor do IBGE.
Art. 79.
s padrões de vencimento básico das Carreiras do IBGE estão estruturados na forma do Anexo XV, com efeitos financeiros a partir das datas nele especificadas.
Art. 80.
s servidores ocupantes de cargos de provimento efetivo de que trata o art. 71 farão jus a uma Gratificação de Desempenho de Atividade em Pesquisa, Produção e Análise, Gestão e Infra-Estrutura de Informações Geográficas e Estatísticas - G DIBGE, com a seguinte composição:
Iaté trinta e cinco por cento, incidentes sobre o vencimento básico do servidor, em decorrência dos resultados da avaliação de desempenho individual; e
IIaté trinta e cinco por cento, incidentes sobre o maior vencimento básico do cargo, em decorrência do alcance das metas institucionais.
§ 1ºA avaliação de desempenho individual visa a aferir o desempenho do servidor no exercício das atribuições do cargo, com foco na contribuição individual para o alcance das metas do IBGE.
§ 2ºA avaliação de desempenho institucional visa a aferir o desempenho do IBGE no alcance dos objetivos organizacionais.
§ 3ºRegulamento disporá sobre os critérios gerais a serem observados na realização das avaliações de desempenho institucional e individual para fins de concessão da GDIBGE.
§ 4ºOs critérios e procedimentos específicos de avaliação de desempenho institucional e individual e de atribuição da GDIBGE serão estabelecidos em ato do Conselho Diretor do IBGE, observada a legislação vigente.
§ 5ºA GDIBGE será atribuída em função do efetivo desempenho do servidor e do alcance das metas de desempenho institucional fixadas em ato do Conselho Diretor do IBGE, observada a legislação vigente.
§ 6ºAs metas de desempenho institucional poderão ser revistas na superveniência de fatores que tenham influência significativa e direta na sua consecução.
§ 7ºA avaliação individual terá efeito financeiro apenas se o servidor tiver permanecido em exercício de atividades inerentes ao respectivo cargo por, no mínimo, dois terços de um período completo de avaliação.
Art. 81.
Enquanto não forem editados os atos referidos nos §§ 3º e 4º do art. 80, e até que sejam processados os resultados do primeiro período de avaliação de desempenho, para fins de percepção da GDIBGE, o cálculo dos percentuais previstos nos incisos I e II do art. 80 terá como base a pontuação obtida na última avaliação de desempenho individual e institucional para fins de percepção de gratificação de desempenho.
§ 1ºOs ocupantes dos cargos efetivos das carreiras de que trata o art. 71 somente farão jus à GDIBGE se em exercício de atividades inerentes aos respectivos cargos nas unidades do IBGE.
§ 2ºO titular de cargo efetivo das carreiras de que trata o art. 71, quando investido em cargo em comissão de Natureza Especial, DAS-6 e DAS-5, ou equivalente, em órgãos ou entidades do Governo Federal fará jus à GDIBGE calculada com base no limite máximo dos pontos fixados para a avaliação de desempenho.
§ 3ºO ocupante de cargo efetivo das carreiras de que trata o art. 71, que não se encontre desenvolvendo atividades no IBGE, somente fará jus à GDIBGE:
Iquando cedido para a Presidência ou Vice-Presidência da República, situação na qual perceberá a GDIBGE calculada com base nas mesmas regras válidas como se estivesse em exercício no IBGE;
IIquando cedido para órgãos ou entidades do Governo Federal distintos dos indicados no inciso I, da seguinte forma:
a)o servidor investido em cargo em comissão de Natureza Especial, DAS-6, DAS-5, ou equivalentes, perceberá a GDIBGE calculada com base no limite máximo dos pontos fixados para a avaliação de desempenho;
b)o servidor investido em cargo em comissão DAS-4, ou equivalente, perceberá a GDIBGE em valor calculado com base em setenta e cinco por cento do limite máximo de pontos fixados para a avaliação de desempenho.
§ 4ºA avaliação institucional do servidor referido no inciso I do § 3º será a do IBGE.
Art. 82.
s integrantes do Plano de Carreiras e Cargos do IBGE farão jus a um Adicional de Titulação - AT, nos seguintes percentuais incidentes sobre o vencimento básico:
Iocupantes de cargos de nível superior, detentores de títulos de Doutor, de Mestre e de Certificado de Aperfeiçoamento ou de Especialização: trinta e cinco por cento, vinte por cento e dez por cento, respectivamente;
IIocupantes de cargos de nível intermediário, detentores de certificado de cursos de aperfeiçoamento, totalizando no mínimo cento e oitenta horas-aula: dez por cento.
§ 1ºOs cursos de especialização, com carga horária mínima de trezentas e sessenta horas-aula, em área de interesse do IBGE, poderão ser equiparados a cursos de pós-graduação em sentido amplo, mediante avaliação do Comitê a que se refere o art. 88.
§ 2ºA adequação da formação acadêmica às atividades desempenhadas pelo servidor que vier a solicitar a percepção do Adicional de Titulação será objeto de avaliação do Comitê Gestor do Plano de Carreiras e Cargos de que trata o art. 88.
Art. 83.
s atuais servidores ocupantes de cargos das carreiras do Plano de Carreiras dos Cargos da Área de Ciência e Tecnologia, de que trata a Lei nº 8.691, de 1993, do Quadro de Pessoal do IBGE serão enquadrados nas carreiras constantes do art. 71, de acordo com as tabelas de correlação constantes no Anexo XVI
Art. 84.
s titulares dos cargos de nível superior e intermediário, não integrantes das carreiras da área de Ciência e Tecnologia, regidos pela Lei nº 8.112, de 1990, pertencentes ao Quadro de Pessoal do IBGE em 30 de setembro de 2005, serão enquadrados no Plano de Carreiras e Cargos do IBGE, mantidas as denominações e atribuições do cargo, bem como os requisitos de formação profissional e posição relativa na tabela, conforme Tabela de Correlação constante no Anexo XVI.
Art. 85.
A partir de 1º de setembro 2006, os concursos públicos válidos ou em andamento, na data de publicação desta Medida Provisória, para os cargos do Plano de Carreiras para a área de Ciência e Tecnologia, instituído pela Lei nº 8.691, de 1993, do Quadro de Pessoal do IBGE são válidos para o ingresso nas carreiras do IBGE, observada a correlação entre as atribuições, as especialidades e o grau de escolaridade.
Art. 86.
s cargos vagos do Quadro de Pessoal do IBGE pertencentes ao Plano de Carreiras para a área de Ciência e Tecnologia, instituído pela Lei nº 8.691, de 1993, existentes na data de vigência desta Medida Provisória, serão transformados nos cargos equivalentes a que se referem os incisos I a V do art. 71, mantidos os respectivos níveis.
Art. 87.
s cargos vagos, de nível superior e intermediário, não integrantes das carreiras da área de Ciência e Tecnologia, regidos pela Lei nº 8.112, de 1990, pertencentes ao Quadro de Pessoal do IBGE em 30 de setembro de 2005, existentes na data de vigência desta Medida Provisória, bem como aqueles que vierem a vagar, serão transformados nos cargos a que se referem os incisos IV e V do art. 71, respectivamente, sem mudança de nível.
Art. 88.
Fica criado o Comitê Gestor do Plano de Carreiras e Cargos do IBGE, com o objetivo de subsidiar o Conselho Diretor do IBGE na coordenação e no acompanhamento do Plano de Carreiras e Cargos de que trata o art. 70 e de auxiliar na execução da política de recursos humanos no âmbito da Fundação.
§ 1ºO Comitê Gestor do Plano de Carreiras e Cargos do IBGE será constituído por quatorze membros, sendo sete servidores indicados pelo Conselho Diretor e sete representantes indicados pelos servidores.
§ 2ºAs formas de indicação e a duração do mandato dos membros do Comitê Gestor do Plano de Carreiras e Cargos do IBGE serão estabelecidas em ato do Conselho Diretor do IBGE.

Plano de Carreiras e Cargos do INPI

Art. 89.
Fica criado, a partir de 1º de setembro de 2006, o Plano de Carreiras e Cargos do Instituto Nacional da Propriedade Industrial - INPI, composto por cargos de provimento efetivo regidos pela Lei nº 8.112, de 1990
Art. 90.
Plano de Carreiras e Cargos do INPI é composto pelas seguintes carreiras e cargos:
Icargo isolado de provimento efetivo de Especialista Sênior em Propriedade Intelectual, estruturado em classe única, com atribuições de natureza técnica especializada de alto nível de complexidade, voltadas às atividades de prospecção e disseminação de novas tecnologias produtivas, ensino e pesquisa continuados, coordenação de projetos de desenvolvimento técnico especializado, de planos de ação estratégica e de estudos sócio-econômicos para a formulação de políticas e programas de propriedade intelectual;
IICarreira de Pesquisa em Propriedade Industrial, estruturada nas classes A, B, C e Especial, composta de cargo de Pesquisador em Propriedade Industrial, de nível superior, com atribuições de natureza técnica especializada, voltadas aos exames de pedidos e elaboração de pareceres técnicos para concessão de direitos de patentes, averbação de contratos de transferência de tecnologia, registro de desenho industrial e de indicações geográficas, desenvolvimento de programas e projetos visando à disseminação da informação tecnológica das bases de patentes, desenvolvimento de ações e projetos de divulgação e fortalecimento da propriedade industrial e realização de estudos e pesquisas relativas à área;
IIICarreira de Produção e Análise em Propriedade Industrial, estruturada nas classes A, B, C, D e Especial, composta de cargo de Tecnologista em Propriedade Industrial, de nível superior, com atribuições de natureza técnica especializada, voltadas aos exames de pedidos e elaboração de pareceres técnicos para concessão de direitos relativos ao registro de marcas, de desenho industrial e de indicações geográficas, entre outros; desenvolvimento de ações e projetos de divulgação e fortalecimento da propriedade industrial e realização de estudos técnicos relativas à área;
IVCarreira de Suporte Técnico em Propriedade Industrial, estruturada nas classes A, B e Especial, composta de cargo de Técnico em Propriedade Industrial, de nível intermediário, com atribuições voltadas para o suporte e o apoio técnico especializado em matéria de propriedade industrial e intelectual;
VCarreira de Planejamento, Gestão e Infra-Estrutura em Propriedade Industrial, estruturada nas Classes A, B, C, D e Especial, composta de cargo de Analista de Planejamento, Gestão e Infra-Estrutura em Propriedade Industrial, de nível superior, com atribuições voltadas para o exercício de atividades de análise, elaboração, aperfeiçoamento e aplicação de modelos conceituais, processos, instrumentos e técnicas relacionadas às funções de planejamento, logística e administração em geral, bem como desenvolvimento de ações e projetos de divulgação e fortalecimento da propriedade industrial;
VICarreira de Suporte em Planejamento, Gestão e Infra-Estrutura em Propriedade Industrial, estruturada nas classes A, B e Especial, composta de cargo de Técnico em Planejamento, Gestão e Infra-Estrutura em Propriedade Industrial, de nível intermediário, com atribuições voltadas para o exercício de atividades administrativas e logísticas de nível intermediário, relativas ao exercício das competências institucionais e legais a cargo do INPI.
§ 1ºAs atribuições específicas dos cargos de que trata este artigo serão estabelecidas em ato conjunto dos Ministros de Estado do Planejamento, Orçamento e Gestão e do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior.
§ 2ºOs cargos efetivos das carreiras de que trata este artigo estão estruturados em classes e padrões, na forma do Anexo XVII.
Art. 91.
Ficam criados trinta cargos de Especialista Sênior em Propriedade Intelectual, no quadro de pessoal do INPI.
Art. 92.
Presidente do INPI instituirá a Comissão de Carreiras e Cargos do INPI - CCINPI, com o objetivo de acompanhar a implementação do Plano de Carreiras e Cargos do INPI, avaliar a sua funcionalidade e propor alterações para o seu aperfeiçoamento.
Art. 93.
ingresso nos cargos de provimento efetivo de que tratam os incisos I a VI do art. 90 dar-se-á por meio de concurso público de provas ou de provas e títulos, respeitada a legislação específica.
§ 1ºO concurso público referido no caput poderá ser realizado por áreas de especialização e organizado em uma ou mais fases, incluindo, se for o caso, curso de formação, conforme dispuser o edital de abertura do certame, observada a legislação pertinente.
§ 2ºO edital definirá as características de cada etapa do concurso público, a formação especializada e a experiência profissional, bem como os critérios eliminatórios e classificatórios.
§ 3ºO concurso público será realizado para provimento efetivo de pessoal no padrão inicial da classe inicial de cada cargo.
§ 4ºO ingresso no cargo de Especialista Sênior em Propriedade Intelectual dar-se-á unicamente mediante habilitação em concurso público de provas e títulos, no qual constará defesa pública de memorial.
§ 5ºPara investidura nos cargos referidos no § 4º será exigido título de Doutor, com experiência em atividades relevantes comprovadas, durante pelo menos dez anos após a obtenção do título, na área de atuação estabelecida para o concurso e demais requisitos estabelecidos no edital .
§ 6ºPara ingresso nos cargos das carreiras referidas nos incisos II a VI do art. 90 será exigido:
Ipara cargos de nível superior:
a)cargo de Pesquisador em Propriedade Industrial: título de Mestre e demais requisitos estabelecidos em edital: e
b)cargos de Tecnologista em Propriedade Industrial e de Analista de Planejamento, Gestão e Infra-Estrutura em Propriedade Industrial: diploma de nível superior, em nível de graduação, e demais requisitos estabelecidos em edital; e
IIpara cargos de nível intermediário: certificado de conclusão de nível médio ou equivalente e demais requisitos estabelecidos em edital.
Art. 94.
São pré-requisitos mínimos para ingresso na classe inicial e promoção às classes subsequentes do cargo de Pesquisador em Propriedade Industrial, além do curso superior em nível de graduação, com habilitação legal específica, quando for o caso:
IClasse Especial:
a)ser detentor de título de Mestre, ter certificação em eventos de capacitação e experiência mínima de quatorze anos, todos no campo específico de atuação do cargo; ou
b)ser detentor do título de Doutor e experiência mínima de nove anos, todos no campo específico de atuação do cargo;
IIClasse C:
a)ser detentor de título de Mestre, ter certificação em eventos de capacitação e experiência mínima de nove anos, todos no campo específico de atuação do cargo; ou
b)ser detentor do título de Doutor e experiência mínima de seis anos, todos no campo específico de atuação do cargo;
IIIClasse B:
a)ser detentor de título de Mestre, ter certificação em eventos de capacitação e experiência mínima de quatro anos, todos no campo específico de atuação do cargo; ou
b)ser detentor de título de Doutor e experiência mínima de três anos, todos no campo específico de atuação do cargo;
IVClasse A:
a)ter o grau de Mestre; e
b)ter qualificação específica para a classe.
§ 1ºOs Pesquisadores em Propriedade Industrial da Classe Especial deverão ter, adicionalmente, reconhecido desempenho em sua área de atuação, aferido por continuada contribuição, devidamente comprovada por resultados expressos em trabalhos documentados por periódicos de excelência, com circulação nacional e internacional, pela elaboração de normas internas relativas aos procedimentos do INPI, de laudos ou de pareceres técnicos para o setor externo, especialmente para a instrução de casos sobre direitos relativos à Propriedade Industrial que tramitem no Poder Judiciário, ou pelo exercício de atividades de apoio à direção, coordenação, organização, planejamento, controle e avaliação de projetos, em todos os casos em quantidade e qualidade relevantes.
§ 2ºOs Pesquisadores em Propriedade Industrial da Classe C deverão, adicionalmente, demonstrar capacidade de participar de projetos em sua área de atuação, pela elaboração de normas internas relativas aos procedimentos do INPI, de laudos ou de pareceres técnicos para o setor externo, especialmente para a instrução de casos sobre direitos relativos à Propriedade Industrial que tramitem no Poder Judiciário, ou por terem realizado trabalhos interdisciplinares, ou desenvolvido sistemas de suporte em sua área de atuação, consubstanciados por elaboração ou gerenciamento de planos, por programas, por projetos e estudos específicos com divulgação interinstitucional, em todos os casos em quantidade e qualidade relevantes.
Art. 95.
São pré-requisitos mínimos para ingresso na classe inicial e promoção às classes subseqüentes dos cargos de provimento efetivo de nível superior de Tecnologista em Propriedade Industrial e de Analista de Planejamento, Gestão e Infra-Estrutura em Propriedade Industrial, além do curso superior em nível de graduação, com habilitação legal específica, quando for o caso, os seguintes:
IClasse Especial:
a)possuir certificação em eventos de capacitação e experiência mínima de vinte anos, todos no campo específico de atuação do cargo; ou
b)possuir pós-graduação lato sensu, ter certificação em eventos de capacitação e experiência mínima de dezoito anos, todos no campo específico de atuação do cargo; ou
c)ser detentor de título de mestre e ter experiência mínima de quatorze anos, todos no campo específico de atuação do cargo; ou
d)ser detentor do título de Doutor e experiência mínima de nove anos, todos no campo específico de atuação do cargo;
IIClasse D:
a)possuir certificação em eventos de capacitação e experiência mínima de quinze anos, todos no campo específico de atuação do cargo; ou
b)possuir pós-graduação lato sensu, ter certificação em eventos de capacitação e experiência mínima de treze anos, todos no campo específico de atuação do cargo; ou
c)ser detentor de título de Mestre e ter experiência mínima de onze anos, todos no campo específico de atuação do cargo; ou
d)ser detentor do título de Doutor e experiência mínima de nove anos, todos no campo específico de atuação do cargo;
IIIClasse C:
a)possuir certificação em eventos de capacitação e experiência mínima de dez anos, todos no campo específico de atuação do cargo; ou
b)possuir pós-graduação lato sensu, ter certificação em eventos de capacitação e experiência mínima de oito anos, todos no campo específico de atuação do cargo; ou
c)ser detentor de título de Mestre ou de Doutor e ter experiência mínima de seis anos, todos no campo específico de atuação do cargo;
IVClasse B:
a)possuir certificação em eventos de capacitação e experiência mínima de cinco anos, todos no campo específico de atuação do cargo; ou
b)possuir pós-graduação lato sensu, ter certificação em eventos de capacitação e experiência mínima de quatro anos, todos no campo específico de atuação do cargo; ou
c)ser detentor de título de Mestre ou de Doutor e experiência mínima de três anos, todos no campo específico de atuação do cargo;
VClasse A: ter qualificação específica para a classe.
§ 1ºOs Tecnologistas em Propriedade Industrial e os Analistas de Planejamento, Gestão e Infra-Estrutura em Propriedade Industrial da Classe Especial deverão ter, adicionalmente, reconhecido desempenho em sua área de atuação, aferido por uma continuada contribuição, devidamente comprovada por resultados expressos em trabalhos documentados por periódicos de excelência, com circulação nacional e internacional, pela elaboração de normas internas relativas aos procedimentos do INPI, de laudos ou de pareceres técnicos para o setor externo, especialmente para a instrução de casos sobre direitos relativos à Propriedade Industrial que tramitem no Poder Judiciário, ou pelo exercício de atividades de apoio à direção, coordenação, organização, planejamento, controle e avaliação de projetos, em todos os casos em quantidade e qualidade relevantes.
§ 2ºOs T ecnologistas em Propriedade Industrial e os Analistas de Planejamento, Gestão e Infra-Estrutura em Propriedade Industrial da Classe D deverão, adicionalmente, demonstrar capacidade de participar de projetos na sua área de atuação, pela elaboração de normas internas relativas aos procedimentos do INPI, de laudos ou de pareceres técnicos para o setor externo, especialmente para a instrução de casos sobre direitos relativos à Propriedade Industrial que tramitem no Poder Judiciário, ou por terem realizado trabalhos interdisciplinares, ou desenvolvido sistemas de suporte em sua área de atuação, consubstanciados por elaboração ou gerenciamento de planos, por programas, por projetos e estudos específicos com divulgação interinstitucional, em todos os casos em quantidade e qualidade relevantes.
Art. 96.
São pré-requisitos mínimos para ingresso na classe inicial e promoção às classes subseqüentes dos cargos efetivos de nível intermediário de Técnico em Propriedade Industrial e de Técnico em Planejamento, Gestão e Infra-Estrutura em Propriedade Industrial:
IClasse Especial: possuir certificação em eventos de capacitação e experiência mínima de doze anos, todos no campo específico de atuação do cargo ;
IIClasse B: possuir certificação em eventos de capacitação e experiência mínima de seis anos, todos no campo específico de atuação do cargo ; e
IIIClasse A: ter qualificação específica para a classe.
Art. 97.
As atividades relevantes e os eventos de capacitação a serem considerados para a comprovação dos critérios e validação dos cursos de que tratam os arts. 94, 95 e 96 serão estabelecidas em ato do Presidente do INPI.
Art. 98.
s servidores beneficiados pelos afastamentos para realização de cursos de pós-graduação previstos no plano anual de capacitação do INPI terão que permanecer em exercício no Instituto, após o retorno, por, no mínimo, um período igual ao do afastamento.
§ 1ºCaso o servidor venha a solicitar exoneração do cargo ou aposentadoria, antes de cumprido o período de permanência no INPI previsto no caput, deverá ressarcir o Instituto, na forma do art. 47 da Lei no 8.112, de 1990 , dos gastos com seu aperfeiçoamento.
§ 2ºCaso o servidor não obtenha o título ou grau que justificou seu afastamento no período previsto, aplica-se o disposto no § 1º , salvo na hipótese comprovada de força maior ou de caso fortuito, a critério do Presidente do INPI .
Art. 99.
s vencimentos dos cargos de que trata o art. 90 constituem-se de:
Ivencimento básico, conforme tabelas constantes do Anexo XVIII;
IIGratificação de Desempenho de Atividade da Área de Propriedade Industrial - GDAPI;
IIIAdicional de Titulação; e
IVVantagem Pecuniária Individual, de que trata a Lei nº 10.698, de 2 de julho de 2003.
Art. 100.
Fica instituída a Gratificação de Desempenho de Atividade da Área de Propriedade Industrial - GDAPI, devida aos ocupantes dos cargos de nível superior e intermediário referidos no art. 90, quando em exercício das atividades inerentes às suas atribuições no INPI, observando-se os seguintes percentuais e limites:
Iaté cinqüenta e um por cento incidente sobre o vencimento básico do servidor, em decorrência da avaliação de desempenho individual, e até trinta e quatro por cento incidente sobre o maior vencimento básico do cargo, em função dos resultados da avaliação institucional, para os cargos de nível superior; e
IIaté quarenta e dois por cento incidente sobre o vencimento básico do servidor, em decorrência da avaliação de desempenho individual, e até vinte e oito por cento incidente sobre o maior vencimento básico do cargo, em função dos resultados da avaliação institucional, para os cargos de nível intermediário.
§ 1ºA avaliação de desempenho individual visa a aferir o desempenho do servidor no exercício das atribuições do cargo, com foco na contribuição individual para o alcance das metas do INPI.
§ 2ºA avaliação de desempenho institucional visa a aferir o desempenho da entidade no alcance dos objetivos organizacionais.
§ 3ºRegulamento disporá sobre os critérios gerais a serem observados para a realização das avaliações de desempenho institucional e individual da GDAPI.
§ 4ºOs critérios e procedimentos específicos de avaliação de desempenho institucional e individual e de atribuição da GDAPI serão estabelecidos em ato do Presidente do INPI, observada a legislação vigente.
Art. 101.
titular de cargo efetivo das carreiras de que trata o art. 90, quando investido em cargo em comissão no INPI, fará jus à GDAPI da seguinte forma:
Iocupante de cargo de Natureza Especial, ou de cargo em comissão DAS-6 ou DAS-5, calculada com base no limite máximo dos pontos fixados para a avaliação de desempenho; e
IIocupante de cargo em comissão DAS-4 a DAS-1, calculada com base no percentual de alcance das metas de desempenho institucional, aplicado sobre as duas parcelas que compõem a gratificação.
Art. 102.
ocupante de cargo efetivo das carreiras de que trata o art. 90, que não se encontre desenvolvendo atividades no INPI, somente fará jus à GDAPI:
Iquando cedido para a Presidência ou Vice-Presidência da República, situação na qual perceberá a GDAPI calculada com base nas mesmas regras válidas como se estivesse em exercício no INPI;
IIquando cedido para órgãos ou entidades do Governo Federal distintos dos indicados no inciso I, da seguinte forma:
a)o servidor investido em cargo de Natureza Especial, ou de cargo em comissão DAS-6, DAS-5, ou equivalentes, perceberá a GDAPI calculada com base no limite máximo dos pontos fixados para a avaliação de desempenho;
b)o servidor investido em cargo em comissão DAS-4, ou equivalente, perceberá a GDAPI em valor calculado com base em setenta e cinco por cento do limite máximo de pontos fixados para a avaliação de desempenho.
Parágrafo únicoA avaliação institucional do servidor referido no inciso I do caput será a do INPI.
Art. 103.
Enquanto não forem editados os atos referidos nos §§ 3º e 4º do art. 100 e até que sejam processados os resultados do primeiro período de avaliação de desempenho, a GDAPI será paga no valor correspondente a cinqüenta e cinco por cento do vencimento básico do servidor.
Parágrafo únicoO disposto no caput aplica-se ao ocupante de cargo de Natureza Especial e de cargos em comissão.
Art. 104.
servidor ativo beneficiário da GDAPI que obtiver na avaliação de desempenho pontuação inferior a quarenta por cento do limite máximo de pontos destinado à avaliação individual não fará jus à parcela referente à avaliação de desempenho institucional no período.
Art. 105.
s integrantes do Plano de Carreiras e Cargos do INPI farão jus a um Adicional de Titulação - AT, nos seguintes percentuais incidentes sobre o vencimento básico:
Iocupantes de cargos de nível superior, portadores de títulos de Doutor, de Mestre e de Certificado de Aperfeiçoamento ou de Especialização, os dois últimos totalizando um mínimo de trezentos e sessenta horas: trinta e cinco por cento, dezoito por cento e sete por cento, respectivamente;
IIocupantes de cargos de nível intermediário, portadores de certificado de cursos de aperfeiçoamento, totalizando no mínimo cento e oitenta horas-aula: dez por cento.
Art. 106.
s atuais servidores ocupantes dos cargos das carreiras do Plano de Carreiras para a área de Ciência e Tecnologia, estruturado pela Lei nº 8.691, de 1993, do Quadro de Pessoal do INPI, ou que venham a ser redistribuídos para esse Quadro, desde que a redistribuição tenha sido requerida até 31 de maio de 2006, serão enquadrados nas carreiras e cargos referidos no art. 90, de acordo com as tabelas de correlação constantes no Anexo XIX.
§ 1ºO enquadramento de que trata este artigo dar-se-á mediante opção irretratável do servidor, a ser formalizada no prazo de cento e vinte dias, a contar da vigência desta Medida Provisória, na forma do Termo de Opção constante do Anexo XX, cujos efeitos financeiros se darão a partir da data de implementação das tabelas de vencimento básico constantes do Anexo XVIII.
§ 2ºO prazo para exercer a opção referida no § 1º será contado a partir do término do afastamento, nos casos previstos nos arts. 81 e 102 da Lei no 8.112, de 1990.
§ 3ºNo caso previsto no § 2º , os efeitos financeiros dar-se-ão a partir da data da opção.
§ 4ºOs servidores ocupantes dos cargos a que se refere o caput que não formalizarem a opção referida no § 1º permanecerão integrando o Plano de Carreiras para a área de Ciência e Tecnologia, de que trata Lei nº 8.691, de 1993, não fazendo jus aos vencimentos e vantagens estabelecidos para o Plano de Carreiras e Cargos do INPI.
Art. 107.
A partir de 1º de setembro de 2006, os concursos públicos válidos ou em andamento para ingresso em cargos do Plano de Carreiras para a área de Ciência e Tecnologia do Quadro de Pessoal do INPI, instituído pela Lei nº 8.691, de 1993, são válidos para o ingresso nos cargos do Plano de Carreiras e Cargos do INPI, observada a correlação de cargos constante do Anexo XIX.
Art. 108.
s cargos vagos de nível superior e intermediário do Plano de Carreiras para a área de Ciência e Tecnologia, instituído pela Lei nº 8.691, de 1993, do Quadro de Pessoal do INPI, existentes na data de implementação do Plano de Carreiras e Cargos do INPI, serão transformados nos cargos equivalentes a que se referem os incisos II a VI do art. 90, conforme correlação estabelecida no Anexo XIX.
Art. 109.
É vedada a redistribuição dos cargos pertencentes ao Plano de Carreiras e Cargos do INPI para outros órgãos e entidades da administração pública federal, bem como a redistribuição de outros cargos para o Quadro de Pessoal do INPI.
Parágrafo únicoO disposto no caput não se aplica às redistribuições a que se refere o art. 106.

Enquadramento de Servidores no Plano de Classificação de Cargos e no PUCRCE

Art. 110.
Poderão ser enquadrados nos cargos correspondentes dos Planos de Classificação de Cargos, de que trata a Lei nº 5.645, de 1970, a contar de 1º de setembro de 1992, ou da data de admissão, se posterior, os cargos então ocupados pelos seguintes servidores:
Ios alcançados pelo art. 1º da Lei nº 10.556, de 13 de novembro de 2002, regidos pela Lei nº 8.112, de 1990 , ou que ingressaram no serviço público federal mediante concurso público, nas extintas Tabelas de Especialistas;
IIos engenheiros admitidos como técnicos especializados de nível superior alcançados pelo art. 19 da Lei nº 9.657, de 3 de junho de 1998, regidos pela Lei nº 8.112, de 1990, ou que ingressaram no serviço público federal mediante concurso público, nas extintas Tabelas de Especialistas; e
IIIos do Quadro de Pessoal Civil do Comando do Exército, contratados pelos Batalhões de Engenharia de Construção e Ferroviários do então Ministério do Exército, não incluídos no Plano de Classificação de Cargos de que trata a Lei nº 5.645, de 1970.
Art. 111.
posicionamento dos servidores referidos no art. 110 na estrutura remuneratória do Plano de Classificação de Cargos da Lei nº 5.645, de 1970 , deverá observar os procedimentos de correspondência indicados na Tabela 5 do Anexo VIII da Lei nº 8.460, de 17 de setembro de 1992 , nos termos do seu art. 8º , efetuando-se o reposicionamento de um padrão de vencimento para cada dezoito meses de efetivo exercício, a contar de 1º de setembro de 1992 ou da data de admissão, se posterior a essa data, até:
I18 de julho de 2002, véspera da data de vigência da Medida Provisória nº 56, de 18 de julho de 2002, convertida na Lei nº 10.556, de 2002, aos servidores abrangidos pelo disposto no inciso I do art. 110;
II3 de junho 1998, véspera da data de vigência da Lei nº 9.657, de 1998, aos servidores a que se refere o inciso II do art. 110; e
IIIo dia anterior ao da vigência desta Medida Provisória, aos servidores a que se refere o inciso III do art. 110, observada a posição relativa em que eles se encontravam em 1º de setembro de 1992, em decorrência dos critérios fixados pela Lei nº 8.460, de 1992.
§ 1ºO disposto no caput aplica-se aos servidores de que trata o parágrafo único do art. 115, amparados pelo art. 1º da Lei nº 10.556, de 2002.
§ 2ºSerá mantido o atual posicionamento se da aplicação do disposto no caput resultar posicionamento inferior àquele em que o servidor se encontra.
Art. 112.
Mediante opção, os servidores alcançados pelo art. 1º da Lei nº 10.556, de 2002, admitidos na especialidade de docência, pertencentes ao Quadro de Pessoal Civil do Comando da Marinha, serão enquadrados, a partir da vigência desta Medida Provisória, nos cargos correlatos do Plano Único de Classificação e Retribuição de Cargos e Empregos - PUCRCE, criado pela Lei nº 7.596, de 10 de abril de 1987, com carga horária de quarenta horas semanais de trabalho, observadas as normas legais e regulamentares pertinentes.
§ 1ºA opção de que trata o caput é irretratável e deve ser formalizada no prazo de trinta dias contados a partir da vigência desta Medida Provisória .
§ 2ºO disposto no art. 111 não se aplica aos servidores que manifestarem a opção a que se refere o § 1º .
§ 3ºOs servidores que manifestarem opção na forma do § 1º poderão ser submetidos ao regime de trabalho de dedicação exclusiva ou de vinte horas semanais de trabalho, observadas as normas legais e regulamentares pertinentes .
Art. 113.
posicionamento dos servidores referidos no art. 112 na estrutura remuneratória do Plano Único de Classificação e Retribuição de Cargos e Empregos da Lei nº 7.596, de 1987, dar-se-á no nível e classe iniciais da Carreira de Magistério Superior ou da Carreira de Magistério de 1º e 2º Graus, conforme o caso, promovendo-se o reposicionamento de um nível de vencimento para cada quatro anos de efetivo exercício no serviço público federal.
Art. 114.
enquadramento de que tratam os arts 110 e 112 é exclusivo dos Planos de Classificação de Cargos de que tratam as Leis nº s 5.645, de 1970, e Lei nº 7.596, de 1987
Art. 115.
Para enquadramento nos termos dos arts. 110 e 112 serão observados os requisitos de habilitação profissional e registro no órgão de fiscalização, quando for o caso, bem como a escolaridade e a compatibilidade das atribuições com o cargo correspondente dos Planos de que tratam as Leis nº s 5.645, de 1970, e Lei nº 7.596, de 1987
Parágrafo únicoOs servidores que não atendam a qualquer um dos requisitos estabelecidos neste artigo serão mantidos na situação vigente na data de publicação desta Medida Provisória .
Art. 116.
tempo residual a contar do último reposicionamento, de que tratam os arts. 111 e 113, será considerado para efeito de progressão funcional, observadas as disposições do Decreto nº 84.669, de 29 de abril de 1980, ou do Decreto nº 94.664, de 1987, conforme o caso, e da legislação complementar.
Art. 117.
s cargos vagos originários das extintas Tabelas de Especialistas serão transformados, na data de publicação desta Medida Provisória, em cargos correspondentes do Plano de Classificação de Cargos, de que trata a Lei nº 5.645, de 1970, ou do Plano Único de Classificação e Retribuição de Cargos e Empregos a que se refere a Lei nº 7.596, de 1987, observados os critérios definidos para fins de enquadramento.
Art. 118.
s cargos ocupados pelos servidores a que se refere o parágrafo único do art. 115 serão transformados, à medida que vagarem, em cargos correspondentes do Plano de Classificação de Cargos de que trata a Lei nº 5.645, de 1970, respeitados os critérios estabelecidos para enquadramento.
Parágrafo únicoNa hipótese de inexistência de correlação com categoria funcional do Plano de Classificação de Cargos, o cargo será extinto, quando vago.
Art. 119.
s órgãos de recursos humanos, sob a supervisão da Secretaria de Recursos Humanos do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão, farão publicar, no âmbito de suas respectivas pastas ou comandos, o enquadramento no Plano de Classificação de Cargos, de que trata a Lei nº 5.645, de 1970, ou no Plano Único de Classificação e Retribuição de Cargos e Empregos, de que trata a Lei nº 7.596, de 1987.
Art. 120.
bservada a disponibilidade orçamentária, as diferenças decorrentes da aplicação do art. 111 relativamente aos sessenta meses anteriores a janeiro de 2006 serão pagas em três anos consecutivos contados a partir de 2006, em parcela anual, no mês de agosto.

Plano de Carreiras dos Cargos de Tecnologia Militar

Art. 121.
s arts. 1º , 2º , 3º , 5º , 9º , 11, 20 e 21 da Lei nº 9.657, de 1998, passam a vigorar com a seguinte redação:

“ Art. 1º Fica criado, no âmbito das Forças Armadas e nos termos desta Lei, o Plano de Carreira dos Cargos de Tecnologia Militar, constituído pelas seguintes Carreiras e Cargos:

ICarreira de Tecnologia Militar de nível superior, com atribuições voltadas para as áreas de desenvolvimento, manutenção e reparos relativos a projetos de construção, manutenção e modernização dos meios tecnológicos militares;
IICarreira de Suporte Técnico à Tecnologia Militar, composta pelos cargos de Técnico de Tecnologia Militar, de nível intermediário, com atribuições voltadas à execução de atividades qualificadas de suporte técnico para as áreas de desenvolvimento, manutenção e reparos relativos a projetos de construção, manutenção e modernização dos meios tecnológicos militares;
IIIdemais Cargos de nível auxiliar, intermediário e superior, ocupados por servidores públicos, lotados nas organizações militares de tecnologia militar, com atribuições voltadas à execução de atividades técnicas relativas às áreas de desenvolvimento, manutenção e reparos relativos a projetos de construção, manutenção e modernização dos meios tecnológicos militares.” (NR)

“ Art. 2º Ficam criados, no Plano de Carreira dos Cargos de Tecnologia Militar, nos Comandos da Marinha, do Exército e da Aeronáutica, respectivamente, os seguintes cargos efetivos:

Ino Comando da Marinha:
a)quatrocentos e sessenta e cinco cargos de Engenheiro de Tecnologia Militar;
b)cento e sessenta e cinco cargos de Analista de Tecnologia Militar; e
c)cinqüenta cargos de Técnico de Tecnologia Militar;
IIno Comando do Exército:
a)trinta cargos de Engenheiro de Tecnologia Militar;
b)trinta cargos de Analista de Tecnologia Militar; e
c)cinqüenta cargos de Técnico de Tecnologia Militar;
IIIno Comando da Aeronáutica:
a)trinta cargos de Engenheiro de Tecnologia Militar;
b)trinta cargos de Analista de Tecnologia Militar; e
c)cinqüenta cargos de Técnico de Tecnologia Militar.
§ 1ºSão atribuições dos seguintes cargos do Plano de Carreira dos Cargos de Tecnologia Militar:
IEngenheiro de Tecnologia Militar: formulação, execução e supervisão de programas, planos e projetos de engenharia voltados para o desenvolvimento, manutenção e reparos de equipamentos, armamentos, sensores, sistemas de armas, instalações e meios militares;
IIAnalista de Tecnologia Militar: análise, desenvolvimento e avaliação de sistemas, programas, planos e projetos de apoio às operações militares; planejamento, formulação, implementação e supervisão de programas e projetos de arquitetura e aplicações tecnológicas das áreas da Física e da Química, voltados para o desenvolvimento, manutenção e reparos de estruturas e instalações e à produção, construção, modernização e manutenção de sistemas de armas, sensores, munições e equipamentos militares, e à execução de projetos e trabalhos relacionados com magnetismo, materiais magnéticos e equipamentos magnetométricos; supervisão, programação, coordenação e execução de trabalhos e projetos relativos à avaliação dos recursos naturais da atmosfera, ao estudo dos fenômenos meteorológicos e às previsões do tempo, bem assim às técnicas de produção, controle e análise clínica e toxicológica de medicamentos, drogas, produtos químicos e biológicos, com emprego na área militar;
IIITécnico de Tecnologia Militar: atividades de suporte e apoio técnico especializado às áreas de desenvolvimento, manutenção e reparos, relativos aos projetos de construção, manutenção e modernização dos meios tecnológicos militares, à execução de políticas e realização de estudos e pesquisas referentes a essas atividades, e à produção, controle e análise clínica e toxicológica de medicamentos nos laboratórios industriais militares, bem como execução de serviços de sinalização náutica.
§ 2ºAs atribuições específicas dos cargos de que trata este artigo serão estabelecidas em ato conjunto dos Ministros de Estado do Planejamento, Orçamento e Gestão e da Defesa.” (NR)

“ Art. 3º A investidura nos cargos de que trata o art. 2º dar-se-á no padrão inicial da classe inicial, mediante habilitação em concurso público, constituído de provas ou de provas e títulos, que poderão ser realizados por áreas de especialização referentes à área de formação do candidato, conforme dispuser o edital de abertura do certame.

Parágrafo únicoAto do Poder Executivo disporá sobre as áreas de especialização em que se desdobrará cada cargo referido no art. 2º , quando couber.” (NR)

“ Art. 5º Os ocupantes de cargos efetivos do Plano de Carreira dos Cargos de que trata o art. 1º farão jus, além do vencimento básico, à Gratificação de Atividade, instituída pela Lei Delegada nº 13, de 27 de agosto de 1992, no percentual de cento e sessenta por cento.” (NR)

“ Art. 9º .............................................................................................

..................................................................................................................

IVdefinir os termos do edital dos concursos públicos para provimento dos cargos, observando as suas respectivas atribuições, em consonância com as normas definidas pelo Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão;

.............................................................. ” (NR)

“

Art. 11.
titular de cargo efetivo do Plano de Carreira dos Cargos de que trata o art. 1º , quando investido em cargo em comissão de Natureza Especial, DAS-6 e DAS-5, ou equivalentes, em órgãos ou entidades do Governo Federal, fará jus à GDATM calculada com base em seu limite máximo.” (NR)

“ Art. 20 Os cargos integrantes do Plano de Carreira dos Cargos de Tecnologia Militar somente poderão ser redistribuídos no âmbito dos Comandos da Marinha, do Exército e da Aeronáutica.

Parágrafo únicoÉ vedada a redistribuição dos cargos integrantes do Plano de Carreira dos Cargos de Tecnologia Militar para órgãos e entidades da Administração Pública Federal distintos dos referidos no caput.” (NR)

“

Art. 21.
O desenvolvimento do servidor no Plano de Carreira dos Cargos de Tecnologia Militar ocorrerá mediante progressão funcional e promoção.
§ 1ºPara os efeitos desta Lei, progressão funcional é a passagem do servidor de um padrão de vencimento para o imediatamente superior, dentro de uma mesma classe, e, promoção, a passagem do servidor do último padrão de uma classe para o primeiro padrão da classe imediatamente superior.
§ 2ºA progressão funcional e a promoção observarão as condições e os requisitos a serem fixados em ato do Poder Executivo, devendo levar em consideração os resultados da avaliação de desempenho individual do servidor.
§ 3ºAté que seja editado o ato de que trata o § 2º , aplicam-se, para fins de progressão funcional e promoção, as normas aplicáveis aos servidores do Plano de Classificação de Cargos, de que trata a Lei nº 5.645, de 1970.” (NR)
Art. 122.
A Lei nº 9.657, de 1998, passa a vigorar acrescida dos seguintes artigos:

“ Art. 6º-A. Fica instituída a Gratificação de Desempenho de Atividade Técnico Operacional em Tecnologia Militar - GDATEM, devida aos ocupantes dos cargos efetivos do Plano de Carreira dos Cargos de Tecnologia Militar, quando no exercício de atividades inerentes às respectivas atribuições nas organizações militares, que cumpram carga horária de quarenta horas semanais.

Parágrafo únicoAplica-se o disposto nos arts. 10, 11, 12 e 15 desta Lei à GDATEM.” (NR)

“ Art. 7º-A. A GDATEM será paga observado o limite máximo de cem pontos e o mínimo de dez pontos por servidor, cuja pontuação será assim distribuída:

Iaté sessenta pontos percentuais de seu limite máximo, serão atribuídos em função dos resultados obtidos na avaliação de desempenho individual ; e
IIaté quarenta pontos percentuais de seu limite máximo, serão atribuídos em função dos resultados obtidos na avaliação de desempenho institucional.
§ 1ºA avaliação de desempenho individual visa a aferir o desempenho do servidor no exercício das atribuições do cargo, com foco na contribuição individual para o alcance dos objetivos organizacionais.
§ 2ºA avaliação de desempenho institucional visa a aferir o alcance das metas institucionais, podendo considerar projetos e atividades prioritárias e condições especiais de trabalho, além de outras características específicas das Organizações Militares.
§ 3ºA GDATEM será processada no mês subseqüente ao término do período de avaliação e seus efeitos financeiros iniciarão no mês seguinte ao do processamento das avaliações.
§ 4ºAté 31 de dezembro de 2008, até que sejam editados os atos referidos nos §§ 6º e 7º e até que sejam processados os resultados da primeira avaliação de desempenho, a GDATEM será paga ao servidor que a ela faça jus nos valores correspondentes a setenta e cinco pontos, observados a classe e padrão em que ele esteja posicionado.
§ 5ºA GDATEM não poderá ser paga cumulativamente com outra vantagem da mesma natureza.
§ 6ºAto do Poder Executivo disporá sobre os critérios gerais a serem observados para a realização das avaliações de desempenho individual e institucional da GDATEM.
§ 7ºOs critérios e procedimentos específicos de avaliação de desempenho individual e institucional e de atribuição da GDATEM serão estabelecidos em ato do Ministro de Estado da Defesa, observada a legislação vigente.
§ 8ºO resultado da primeira avaliação gerará efeitos financeiros a partir do início do primeiro período de avaliação, devendo ser compensadas eventuais diferenças pagas a maior ou a menor.
§ 9ºA data de publicação no Diário Oficial da União do ato que estabelecer as metas institucionais constitui o marco temporal para o início do período de avaliação, que não poderá ser inferior a seis meses.
§ 10ºO disposto no § 4º aplica-se aos ocupantes de cargos comissionados que fazem jus à GDATEM.
§ 11ºOs valores do ponto da GDATEM são os fixados no Anexo a esta Lei.” (NR)

“

Art. 17-
A. Para fins de incorporação da GDATEM aos proventos de aposentadoria ou às pensões, relativos a servidores do Plano de Carreira dos Cargos de Tecnologia Militar, serão adotados os seguintes critérios:
Ipara as aposentadorias e pensões concedidas até 19 de fevereiro de 2004, a gratificação será correspondente a trinta por cento do valor máximo do respectivo nível;
IIpara as aposentadorias e pensões concedidas após 19 de fevereiro de 2004:
a)quando ao servidor que deu origem à aposentadoria ou à pensão se aplicar o disposto nos arts. 3º e 6º da Emenda Constitucional nº 41, de 19 de dezembro de 2003, e no art. 3º da Emenda Constitucional nº 47, de 5 de julho de 2005, aplicar-se-á o percentual constante do inciso I deste artigo;
b)aos demais, aplicar-se-á, para fins de cálculo das aposentadorias e pensões, o disposto na Lei nº 10.887, de 18 de junho de 2004.” (NR)
Art. 123.
Fica extinta a Gratificação de Desempenho de Atividade de Tecnologia Militar - GDATM, instituída pelo art. 6º da Lei nº 9.657, de 1998.
Art. 124.
s vencimentos dos cargos integrantes do Plano de Carreira dos Cargos de Tecnologia Militar serão compostos de:
Ivencimento básico;
IIGratificação de Atividade, instituída pela Lei Delegada nº 13, de 1992 ;
IIIGratificação de Desempenho de Atividade Técnico-Operacional em Tecnologia Militar - GDATEM, instituída pelo art. 6º-A da Lei nº 9.657, de 1998 ; e
IVVantagem Pecuniária Individual - VPI, instituída pela Lei nº 10.698, de 2003.
Parágrafo únicoOs integrantes do Plano de Carreira dos Cargos referidos no caput não fazem jus à Gratificação de Desempenho de Atividade Técnico-Administrativa - GDATA, instituída pela Lei nº 10.404, de 9 de janeiro de 2002.
Art. 125.
A estrutura de classes e padrões e os valores de vencimento básico dos cargos do Plano de Carreira dos Cargos de Tecnologia Militar são os fixados no Anexo XXI, produzindo efeitos financeiros a partir de 1º de fevereiro de 2006.
Art. 126.
Anexo da Lei nº 9.657, de 1998, passa a vigorar na forma do Anexo XXII desta Medida Provisória, produzindo efeitos financeiros a partir de 1º de fevereiro de 2006.
Art. 127.
s servidores ocupantes dos cargos efetivos regidos pela Lei nº 8.112, de 1990, descritos no Anexo XXIII, serão enquadrados no Plano de Carreira dos Cargos de que trata o art. 1º da Lei nº 9.657, de 1998, com a redação dada por esta Medida Provisória, a partir de 1º de fevereiro de 2006, de acordo com as respectivas atribuições, requisitos de formação profissional e posição relativa na Tabela de Correlação constante do Anexo XXV, mantidas as denominações e nível dos respectivos cargos, desde que lotados nas Organizações Militares relacionadas no Anexo XXIV, em 25 de fevereiro de 2005.
§ 1ºFica mantida, no Plano de Carreira dos Cargos de Tecnologia Militar, a denominação dos cargos originários, ressalvados os de Engenheiro e de Engenheiro de Operações do Plano de Classificação de Cargos, instituído pela Lei nº 5.645, de 1970, que serão enquadrados no cargo de Engenheiro de Tecnologia Militar, da Carreira de Tecnologia Militar.
§ 2ºOs servidores ocupantes dos cargos de Engenheiro de Tecnologia Militar serão posicionados na tabela que constitui o Anexo XXI, observada a posição relativa na Tabela de Correlação constante do Anexo XXV.
Art. 128.
Na contagem do interstício necessário à progressão funcional e à promoção, será considerado o tempo computado até a data do enquadramento decorrente da aplicação do disposto no art. 127.
Art. 129.
s cargos de nível superior e intermediário relacionados no Anexo XXIII, que integram o Quadro de Pessoal Civil das Organizações Militares relacionadas no Anexo XXIV, vagos na data da publicação desta Medida Provisória, e os que vierem a vagar serão transformados, respectivamente, em cargos de Analista de Tecnologia Militar, da Carreira de Tecnologia Militar, e de Técnico de Tecnologia Militar, da Carreira de Suporte Técnico à Tecnologia Militar.
Parágrafo únicoOs cargos de nível auxiliar vagos e os que vierem a vagar serão extintos.

Grupo DACTA

Art. 130.
inciso II do art. 6º da Lei nº 10.551, de 13 de novembro de 2002, passa a vigorar com a seguinte redação:

“ II - o valor correspondente a vinte e quatro pontos, quando percebida por período inferior a sessenta meses, com efeitos financeiros a partir de 1º de julho de 2006. ” (NR)

Art. 131.
Anexo II da Lei nº 10.551, de 2002, passa a vigorar na forma do Anexo XXVI, produzindo efeitos financeiros a partir de 1º de julho de 2006.

Empregos Públicos do HFA

Art. 132.
caput do art. 9º da Lei nº 10.225, de 15 de maio de 2001, passa a vigorar com a seguinte redação:

“Art. 9º As categorias profissionais, a estrutura e os valores dos salários dos empregos de Especialistas em Saúde - Área Médico-odontológica, Especialista em Saúde -Área Complementar e Técnico em Saúde, para a jornada de quarenta horas, são os constantes do Anexo a esta Lei, com efeitos financeiros a partir da data nele especificada. ” (NR)

Art. 133.
Anexo da Lei nº 10.225, de 2001, passa a vigorar na forma do Anexo XXVII.

Servidores das IFE

Art. 134.
Anexo IV da Lei nº 11.091, de 12 de janeiro de 2005, passa a vigorar na forma do Anexo XXVIII desta Medida Provisória.

Defensoria Pública da União

Art. 135.
Ficam criados na Carreira de Defensor Público da União, de que trata a Lei Complementar nº 80, de 12 de janeiro de 1994:
Iquatorze cargos de Defensor Público da União da Categoria Especial;
IItrinta e nove cargos de Defensor Público da União de 1ª Categoria; e
IIIcento e dezesseis cargos de Defensor Público da União de 2ª Categoria.

Funções Comissionadas e Cargos em Comissão

Art. 136.
bservado o disposto no art. 62 da Lei nº 8.112, de 1990, são criadas funções de confiança denominadas Funções Comissionadas do INSS - FCINSS, de exercício privativo por servidores ativos em exercício no Instituto Nacional do Seguro Social - INSS, nos quantitativos, valores e níveis previstos no Anexo XXIX.
§ 1ºAs FCINSS destinam-se ao exercício de atividades de chefia, supervisão, assessoramento e assistência das Agências da Previdência Social e das Gerências-Executivas do INSS.
§ 2ºO servidor investido em FCINSS perceberá a remuneração do cargo efetivo, acrescida do valor da função para a qual foi designado.
§ 3ºOs valores da retribuição recebida pela ocupação de FCINSS não se incorporam à remuneração do servidor e não integram os proventos de aposentadoria e pensão.
Art. 137.
Presidente do INSS poderá dispor sobre a realocação dos quantitativos e a distribuição das FCINSS na estrutura organizacional da Autarquia, observados os níveis hierárquicos, os valores de retribuição correspondentes e o custo global estabelecidos no Anexo XXIX
Art. 138.
INSS implantará, com o auxílio do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão, programa de profissionalização dos servidores designados para as FCINSS, que deverá conter:
Idefinição de requisitos mínimos do perfil profissional esperado dos ocupantes de FCINSS; e
IIprograma de desenvolvimento gerencial.
Parágrafo únicoSerá instituído sistema específico de avaliação dos servidores ocupantes de FCINSS.
Art. 139.
Ficam extintos, no âmbito do Poder Executivo Federal os seguintes cargos em comissão do Grupo-Direção e Assessoramento Superiores - DAS e Funções Gratificadas - FG; duzentos e trinta e sete DAS-2; duzentos e um DAS-1; quatrocentas e oitenta e quatro FG-1; e trezentas e noventa e uma FG-2.
Parágrafo únicoA extinção de cargos e funções de que trata o caput deste artigo somente produzirá efeitos a partir da data de publicação do decreto que aprovar a Estrutura Regimental e o Quadro Demonstrativo dos Cargos em Comissão e das Funções Comissionadas do INSS.
Art. 140.
Ficam criados, no âmbito do Poder Executivo Federal, os seguintes cargos em comissão do Grupo-Direção e Assessoramento Superiores - DAS: um DAS-6; sete DAS-5; vinte e dois DAS-4; dezenove DAS-2; e dez DAS-1.

Disposições gerais e transitórias

Art. 141.
A transposição ou enquadramento para os cargos dos planos de cargos e planos de carreiras e para as carreiras criadas ou reestruturadas por esta Medida Provisória não representa, para qualquer efeito legal, descontinuidade em relação aos cargos e às atribuições atuais desenvolvidas pelos servidores ocupantes de cargos efetivos transpostos para as respectivas carreiras.
Art. 142.
É vedada a mudança do nível do cargo ocupado pelo servidor em decorrência do disposto nesta Medida Provisória.
Art. 143.
É de quarenta horas semanais a jornada de trabalho dos integrantes dos planos de cargos, dos planos de carreiras e das carreiras a que se refere esta Medida Provisória, ressalvados os casos amparados por legislação específica.
§ 1ºOs integrantes dos cargos dos planos de cargos, planos de carreiras e das carreiras a que se refere esta Medida Provisória que cumprem jornada de trabalho inferior a quarenta horas semanais, amparados por legislação específica, perceberão o seu vencimento básico proporcional à sua jornada de trabalho.
§ 2ºO disposto no § 1º não se aplica aos ocupantes do cargo de Médico e de outros cargos da área de saúde da Carreira da Previdência, da Saúde e do Trabalho, cuja jornada de trabalho diferenciada seja amparada por legislação específica.
Art. 144.
É vedada a acumulação das vantagens pecuniárias devidas aos ocupantes dos cargos dos planos de carreiras e das carreiras de que trata esta Medida Provisória, com outras vantagens de qualquer natureza a que o servidor ou empregado faça jus em virtude de outros planos de carreiras, de classificação de cargos ou de norma de legislação especifica.
Art. 145.
desenvolvimento do servidor nos cargos de provimento efetivo dos planos de carreiras e das carreiras criadas por esta Medida Provisória ocorrerá mediante progressão funcional e promoção.
§ 1ºPara fins desta Medida Provisória, progressão funcional é a passagem do servidor de um padrão para outro imediatamente superior, dentro de uma mesma classe, e promoção, a passagem do servidor do último padrão de uma classe para o padrão inicial da classe imediatamente superior.
§ 2ºA progressão funcional e a promoção, observados os pré-requisitos de cada cargo e classe estabelecidos por esta Medida Provisória, obedecerão à sistemática da avaliação de desempenho, da capacitação e da qualificação e experiência profissional, conforme disposto em regulamento.
§ 3ºAté que sejam regulamentadas, as progressões funcionais e as promoções dos servidores pertencentes aos planos de carreiras e às carreiras criadas por esta Medida Provisória serão concedidas observando-se, no que couber, as normas aplicáveis aos planos de cargos e às carreiras de origem dos servidores.
§ 4ºNa contagem do interstício necessário à progressão funcional e à promoção, será aproveitado o tempo computado até a data em que tiver sido feito o enquadramento decorrente da aplicação do disposto nesta Medida Provisória.
§ 5ºPara fins do disposto no § 4º , não será considerado como progressão funcional ou promoção o enquadramento decorrente da aplicação desta Medida Provisória.
Art. 146.
Aplica-se o disposto nesta Medida Provisória aos aposentados e pensionistas, mantida a respectiva situação na tabela remuneratória no momento da aposentadoria ou da instituição da pensão, observado o disposto no art. 149.
Art. 147.
A aplicação do disposto nesta Medida Provisória aos servidores ativos, aos inativos e aos pensionistas não poderá implicar redução de remuneração, proventos e pensões.
§ 1ºNa hipótese de redução de remuneração, provento ou pensão decorrente da aplicação desta Medida Provisória, a diferença será paga a título de Vantagem Pessoal Nominalmente Identificada - VPNI, a ser absorvida por ocasião do desenvolvimento no cargo, da implementação de tabelas ou da reorganização ou reestruturação das carreiras, conforme o caso.
§ 2ºEm se tratando de redução de remuneração prevista em edital de concurso público válido ou em andamento na data de publicação desta Medida Provisória, decorrente da nomeação para os cargos do Plano de Carreiras e Cargos do IBGE, fica assegurada ao candidato que venha a exercer o cargo, como VPNI, o pagamento da diferença remuneratória calculada com base na remuneração prevista para o padrão inicial, da classe inicial do respectivo cargo do Plano de Carreiras da Área de Ciência e Tecnologia vigente na data de entrada em exercício.
§ 3ºA VPNI estará sujeita exclusivamente à atualização decorrente de revisão geral da remuneração dos servidores públicos federais.
Art. 148.
Até o início dos efeitos financeiros da primeira avaliação de desempenho individual para fins de percepção das gratificações de desempenho a que se referem os arts. 34 e 80, o servidor nomeado e que ainda não tenha cumprido os critérios para avaliação de desempenho e aquele que venha a ser nomeado após a publicação desta Medida Provisória fará jus à respectiva gratificação a partir da data de efetivo exercício, no valor correspondente a cinqüenta por cento da parcela individual, acrescido da avaliação institucional do período.
Art. 149.
Para fins de incorporação das gratificações de desempenho a que se referem os arts. 34, 61, 80 e 100 aos proventos de aposentadoria ou às pensões, serão adotados os seguintes critérios:
Ipara as aposentadorias e pensões concedidas até 19 de fevereiro de 2004, a gratificação será correspondente a cinqüenta por cento do valor máximo do respectivo nível;
IIpara as aposentadorias e pensões concedidas após 19 de fevereiro de 2004:
a)quando ao servidor que deu origem à aposentadoria ou à pensão se aplicar o disposto nos arts. 3º e 6º da Emenda Constitucional nº 41, de 2003, e no art. 3º da Emenda Constitucional nº 47, de 2005, aplicar-se-á o percentual constante no inciso I deste artigo;
b)aos demais, aplicar-se-á para fins de cálculo das aposentadorias e pensões o disposto na Lei nº 10.887, de 18 de junho de 2004.
Art. 150.
s servidores integrantes dos Planos de que tratam os arts. 11, 49, 70 e 89 não fazem jus à percepção das seguintes gratificações e adicional:
IGratificação de Atividade - GAE de que trata a Lei Delegada nº 13, de 1992 ;
IIGratificação de Desempenho de Atividade Técnico-Administrativa - GDATA de que trata a Lei nº 10.404, de 2002 ;
IIIGratificação de Desempenho de Atividade de Ciência e Tecnologia - GDACT, instituída pelo art. 19 da Medida Provisória nº 2.229-43, de 2001 ; e
IVAdicional de Titulação instituído pelo art. 21 da Lei nº 8.691, de 1993.
Art. 151.
s adicionais a que se referem os arts. 41, 63, 82 e 105 serão devidos a partir da data de conclusão dos cursos, comprovada por meio de diploma, certificado, atestado ou declaração emitida pela instituição responsável, com indicação de sua carga horária.
§ 1ºOs títulos de Doutor e de Mestre deverão ser compatíveis com as atividades da entidade em que o servidor estiver lotado e obtidos em cursos de relevância acadêmica, segundo padrões estabelecidos pela CAPES.
§ 2ºOs cursos de doutorado e de mestrado para os fins previstos neste artigo somente serão considerados se reconhecidos na forma da legislação vigente e, quando realizados no exterior, se revalidados por instituição nacional competente.
§ 3ºPara fins de percepção dos adicionais referidos no caput, não serão considerados certificados apenas de freqüência.
§ 4ºO Adicional de Titulação será considerado no cálculo dos proventos e das pensões somente se o título, grau ou certificado tiver sido obtido anteriormente à data da inativação.
§ 5ºEm nenhuma hipótese o servidor poderá perceber cumulativamente mais de um percentual relativo à titulação.
§ 6ºNo caso de obtenção de titulação anterior à data de publicação desta Medida Provisória por servidor a que se referem os arts. 28 e 84, o respectivo adicional será devido a partir da data de apresentação do diploma, certificado, atestado ou declaração de conclusão de curso.
Art. 152.
título ou certificado considerado para fins de concessão do Adicional de Titulação com base no art. 21 da Lei nº 8.691, de 1993, aos servidores pertencentes aos Quadros de Pessoal da FIOCRUZ, do INMETRO e do INPI que optarem pelo enquadramento e os do IBGE enquadrados nos Planos de Carreiras e Cargos de que trata esta Medida Provisória será automaticamente computado para fins de percepção do adicional a que se referem os arts. 41, 63, 82 e 105, nos percentuais especificados nos referidos artigos, devendo ser observado o nível do cargo efetivo ocupado pelo servidor.
Art. 153.
s servidores titulares de cargos efetivos do Plano de Carreiras para a área de Ciência e Tecnologia, de que trata a Lei nº 8.691, de 1993, poderão, no prazo máximo de até trinta dias, contados a partir da publicação desta Medida Provisória, requerer o seu reenquadramento no cargo anteriormente ocupado, mantida a sua denominação.
§ 1ºA partir do reenquadramento de que trata o caput, o servidor deixará de perceber as vantagens referentes às Carreiras da área de Ciência e Tecnologia, previstas na Lei nº 8.691, de 1993, e na Medida Provisória nº 2.229-43, de 2001, somente fazendo jus às vantagens do cargo que voltar a ocupar.
§ 2ºNo caso dos servidores pertencentes aos Quadros de Pessoal da FIOCRUZ, do INMETRO e do INPI, o reenquadramento de que trata o caput far-se-á sem prejuízo da eventual opção pelo respectivo Plano de Carreiras, observado o prazo estabelecido no § 2º do art. 27, no § 1º do art. 64 e no § 1º do art. 106, respectivamente.
§ 3ºAplicam-se ao servidor referido no § 2º , pertencente ao Quadro de Pessoal do INMETRO e do INPI, que vier a optar pelo enquadramento no respectivo Plano de Carreiras, a tabela de vencimento básico constantes do Anexo XXX e a tabela de correlação constante do Anexo XXXI.
§ 4ºNo caso previsto no § 3º , os efeitos financeiros dar-se-ão a partir da data da opção.
§ 5ºOs servidores ocupantes dos cargos a que se refere o caput que não formalizarem a opção pelo respectivo Plano de Carreiras permanecerão integrando o plano de cargos de origem, não fazendo jus aos vencimentos e vantagens estabelecidos por esta Medida Provisória.
Art. 154.
Sobre os valores de vencimento básico de que trata esta Medida Provisória e os valores fixados no Anexo XXIX incidirá o índice que vier a ser concedido a título de revisão geral da remuneração dos servidores públicos federais.
Art. 155.
O art. 1º da Lei nº 10.470, de 25 de junho de 2002, passa a vigorar acrescido do seguinte § 5º :

“§ 5º Aplica-se o disposto no § 1º ao servidor de órgão ou entidade da administração pública da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, cedido ou requisitado por órgão ou entidade autárquica ou fundacional da administração direta ou indireta da União que, com base na legislação do respectivo ente federativo, optar pela remuneração do cargo efetivo ou emprego permanente.” (NR)

Art. 156.
s arts. 51, 52 e 93 da Lei no 8.112, de 1990, passam a vigorar com a seguinte redação:

“

Art. 51.
....................................................................................
IIItransporte;
IVauxílio-moradia.” (NR)

“

Art. 52.
s valores das indenizações estabelecidas nos incisos I a III do art. 51, assim como as condições para a sua concessão, serão estabelecidos em regulamento.” (NR)

“

Art. 93.
.................................................................................................................
§ 2ºNa hipótese de o servidor cedido a empresa pública ou sociedade de economia mista, nos termos das respectivas normas, optar pela remuneração do cargo efetivo ou pela remuneração do cargo efetivo acrescida de percentual da retribuição do cargo em comissão, a entidade cessionária efetuará o reembolso das despesas realizadas pelo órgão ou entidade de origem.

........................................................................ ” (NR)

Art. 157.
Titulo III, Capítulo II, Seção I, da Lei nº 8.112, de 1990, passa a vigorar acrescido da seguinte Subseção:

“Subseção IV

Do Auxílio-Moradia

Art. 60-
A. O auxílio-moradia consiste no ressarcimento das despesas comprovadamente realizadas pelo servidor com aluguel de moradia ou com meio de hospedagem administrado por empresa hoteleira, no prazo de um mês após a comprovação da despesa pelo servidor.
Art. 60-
B. Conceder-se-á auxílio-moradia ao servidor se atendidos os seguintes requisitos:
Inão exista imóvel funcional disponível para uso pelo servidor;
IIo cônjuge ou companheiro do servidor não ocupe imóvel funcional;
IIIo servidor ou seu cônjuge ou companheiro não seja ou tenha sido proprietário, promitente comprador, cessionário ou promitente cessionário de imóvel no Município aonde for exercer o cargo, incluída a hipótese de lote edificado sem averbação de construção, nos doze meses que antecederem a sua nomeação;
IVnenhuma outra pessoa que resida com o servidor receba auxílio-moradia;
Vo servidor tenha se mudado do local de residência para ocupar cargo em comissão ou função de confiança do Grupo-Direção e Assessoramento Superiores - DAS, níveis 4, 5 e 6, de Natureza Especial, de Ministro de Estado ou equivalentes;
VIo Município no qual assuma o cargo em comissão ou função de confiança não se enquadre nas hipóteses do art. 58, § 3º , em relação ao local de residência ou domicílio do servidor;
VIIo servidor não tenha sido domiciliado ou tenha residido no Município, nos últimos doze meses, aonde for exercer o cargo em comissão ou função de confiança, desconsiderando-se prazo inferior a sessenta dias dentro desse período; e
VIIIo deslocamento não tenha sido por força de alteração de lotação ou nomeação para cargo efetivo.
Parágrafo únicoPara fins do inciso VII, não será considerado o prazo no qual o servidor estava ocupando outro cargo em comissão relacionado no inciso V.
Art. 60-
C. O auxílio-moradia não será concedido por prazo superior a cinco anos dentro de cada período de oito anos, ainda que o servidor mude de cargo ou de Município de exercício do cargo.
Parágrafo únicoTranscorrido o prazo de cinco anos de concessão, o pagamento somente será retomado se observados, além do disposto no caput , os requisitos do caput do art. 60-B, não se aplicando, no caso, o parágrafo único do citado art. 60-B.
Art. 60-
D. O valor do auxílio-moradia é limitado a vinte e cinco por cento do valor do cargo em comissão ocupado pelo servidor e, em qualquer hipótese, não poderá ser superior ao auxílio-moradia recebido por Ministro de Estado.
Art. 60-
E. No caso de falecimento, exoneração, colocação de imóvel funcional à disposição do servidor ou aquisição de imóvel, o auxílio-moradia continuará sendo pago por um mês.” (NR)
Art. 158.
Até 30 de junho de 2008, o valor do auxílio-moradia continuará sendo de R$ 1.800,00 (mil e oitocentos reais).
§ 1ºPara fins do art. 60-C da Lei nº 8.112, de 1990, não serão considerados os prazos de recebimento do auxílio-moradia anteriores à vigência desta Medida Provisória.
§ 2ºFicam convalidados os pagamentos realizados a título de auxílio-moradia com base no art. 1º do Decreto nº 1.840, de 20 de março de 1996.
Art. 159.
Esta Medida Provisória entra em vigor na data de sua publicação.
Art. 160.
Revogam-se:
Ios incisos III, IV, IX e X do § 1º do art. 1o da Lei no 8.691, de 28 de julho de 1993 ;
IIos arts. 4º , 6º , 7º , 8º , 13, 14, 16 e 17, e o inciso V do art. 9º da Lei nº 9.657, de 3 de junho de 1998;
IIIo art. 2º e o § 2º do art. 9º da Lei nº 10.225, de 15 de maio de 2001 ;
IVo § 2º do art. 1º da Lei nº 10.556, de 13 de novembro de 2002 ; e
Vos arts. 1º , 2º e 4º e o Anexo II da Lei nº 11.034, de 22 de dezembro de 2004.

Brasília, 29 de junho de 2006; 185º da Independência e 118º República.

LUIZ INÁCIO LULA DA SILVA

Paulo Bernardo Silva

Dilma Rousseff

Este texto não substitui o publicado no D.O.U. de 30.6.2006 e retificada no D.O.U. de 7.7.2006

ANEXO I

ESTRUTURA DE CARGOS DA CARREIRA DA PREVIDÊNCIA, DA SAÚDE E DO TRABALHO

CARGOSCLASSEPADRÃO
Cargos de Provimento Efetivo de Nível Superior, Intermediário e Auxiliar da Carreira da Previdência, da Saúde e do Trabalho.ESPECIALIII

II

I

CVI

V

IV

III

II

I

BVI

V

IV

III

II

I

AV

IV

III

II

I

ANEXO II

TABELA DE CORRELAÇÃO DA CARREIRA DA SEGURIDADE SOCIAL E DO TRABALHO, DO PLANO DE CLASSIFICAÇÃO DE CARGOS INSTITUÍDO PELA LEI Nº 5.645, DE 1970, E DE PLANOS CORRELATOS PARA A CARREIRA DA PREVIDÊNCIA, DA SAÚDE E DO TRABALHO

a)Correlação da Carreira da Seguridade Social e do Trabalho para a Carreira da Previdência, da Saúde e do Trabalho:
SITUAÇÃO ANTERIORSITUAÇÃO NOVA
CARGOSCLASSEPADRÃOPADRÃOCLASSECARGOS
Cargos de Provimento Efetivo de Nível Superior, Intermediário e Auxiliar integrantes da Carreira da Seguridade Social e do Trabalho, dos Quadros de Pessoal do MPS, do MS, do MTE e da FUNASA.ESPECIALIIIIIIESPECIALCargos de Provimento Efetivo de Nível Superior, Intermediário e Auxiliar da Carreira da Previdência, da Saúde e do Trabalho.
IIII
II
CVIVIC
VV
IVIV
IIIIII
IIII
II
BVIVIB
VV
IVIV
IIIIII
IIII
II
AVVA
IVIV
IIIIII
IIII
II
b)Correlação do Plano de Classificação de Cargos e de Planos correlatos para a Carreira da Previdência, da Saúde e do Trabalho:
SITUAÇÃO ANTERIORSITUAÇÃO NOVA
CARGOSCLASSEPADRÃOPADRÃOCLASSECARGOS
Cargos de Provimento Efetivo de Nível Superior, Intermediário e Auxiliar integrantes do Plano de Classificação de Cargos e de planos correlatos dos Quadros de Pessoal do MPS, do MS, do MTE e da FUNASA.AIIIIIIESPECIALCargos de Provimento Efetivo de Nível Superior, Intermediário e Auxiliar da Carreira da Previdência, da Saúde e do Trabalho.
IIII
II
BVIVIC
VV
IVIV
IIIIII
IIII
II
CVIVIB
VV
IVIV
IIIIII
IIII
II
DVVA
IVIV
IIIIII
IIII
II

ANEXO III

TERMO DE OPÇÃO

CARREIRA DA PREVIDÊNCIA, DA SAÚDE E DO TRABALHO

Nome:Cargo:
Matrícula SIAPE:Unidade de Lotação:Unidade Pagadora:
Cidade:Estado:

( ) Servidor Ativo ( ) Aposentado ( ) Pensionista

Venho, nos termos da Medida Provisória nº , de de de, em observância ao disposto nos §§ 1º e 2º do art. 2º , optar por integrar a Carreira da Previdência, da Saúde e do Trabalho ou por perceber as vantagens dela decorrentes, conforme o caso, renunciando à parcela de valores incorporados à remuneração por decisão administrativa ou judicial, limitada à diferença entre os valores de remuneração resultantes do vencimento básico vigente no mês de fevereiro de 2006 e os valores de remuneração resultante do vencimento básico proposto para dezembro de 2011, na forma disposta no § 3º do art. 2º da Medida Provisória nº , de de de, referente ao adiantamento pecuniário previsto na Lei nº 7.686, de 2 de dezembro de 1988.

Declaro estar ciente de que a Administração Pública Federal levará a presente renúncia ao Poder Judiciário, e concordar com os efeitos dela decorrentes.

Local e Data:, de de.

Assinatura:

Recebido em / /.

Assinatura/Matrícula ou Carimbo do Servidor do órgão ou entidade do

Sistema de Pessoal Civil da Administração Pública Federal - SIPEC

ANEXO IV

TABELAS DE VENCIMENTO BÁSICO DA CARREIRA DA

PREVIDÊNCIA, DA SAÚDE E DO TRABALHO

a)Cargos de Nível Superior:
CLASSEPADRÃOVENCIMENTO BÁSICO
MAR/2006DEZ/2006MAR/2007DEZ/2007MAR/2008DEZ/2008
ESPECIALIII605,71643,47671,16698,86726,62754,32
II566,75602,07627,99653,91679,88705,79
I529,62562,63586,85611,06635,33659,55
CVI521,76554,28578,14602,00625,91649,76
V506,67538,25561,42584,59607,80630,97
IV492,09522,76545,27567,77590,32612,82
III477,93507,72529,57551,43573,33595,19
II464,19493,12514,35535,58556,85578,07
I450,84478,94499,56520,17540,83561,45
BVI437,88465,18485,20505,22525,29545,31
V425,32451,83471,28490,73510,22529,67
IV413,10438,85457,74476,63495,56514,45
III401,25426,26444,60462,95481,34499,69
II389,73414,02431,85449,67467,53485,35
I378,57402,16419,47436,78454,13471,44
AV367,73390,65407,47424,28441,13457,95
IV357,18379,45395,78412,11428,48444,81
III299,51318,18331,88345,57359,30373,00
II290,93309,07322,37335,68349,01362,31
I282,59300,20313,13326,05339,00351,92
CLASSEPADRÃOVENCIMENTO BÁSICO
MAR/2009DEZ/2009MAR/2010DEZ/2010MAR/2011DEZ/2011
ESPECIALIII776,49798,66820,77842,94854,05865,11
II726,54747,28767,97788,71799,11809,46
I678,94698,32717,65737,04746,76756,42
CVI668,86687,96707,01726,10735,68745,20
V649,52668,06686,56705,10714,40723,65
IV630,83648,85666,81684,82693,85702,83
III612,68630,17647,62665,11673,88682,61
II595,06612,05629,00645,99654,51662,98
I577,95594,45610,91627,41635,69643,92
BVI561,34577,37593,35609,38617,42625,41
V545,23560,80576,33591,89599,70607,46
IV529,57544,69559,77574,89582,47590,01
III514,38529,06543,71558,40565,76573,08
II499,61513,88528,10542,37549,52556,63
I485,30499,16512,98526,83533,78540,69
AV471,41484,87498,29511,75518,50525,21
IV457,89470,96484,00497,07503,63510,15
III383,96394,92405,86416,82422,31427,78
II372,96383,61394,23404,88410,22415,53
I362,26372,61382,92393,27398,45403,61
b)Cargos de Nível Intermediário:
CLASSEPADRÃOVENCIMENTO BÁSICO
MAR/2006DEZ/2006MAR/2007DEZ/2007MAR/2008DEZ/2008
ESPECIALIII414,70440,55459,51478,47497,48516,44
II383,56407,47425,01442,55460,13477,66
I367,57390,48407,28424,09440,94457,74
CVI352,25374,21390,31406,42422,56438,67
V349,74371,54387,53403,52419,55435,54
IV335,20356,10371,42386,75402,11417,44
III321,28341,30355,99370,69385,41400,10
II307,91327,10341,18355,26369,37383,45
I295,16313,55327,05340,55354,07367,57
BVI282,90300,53313,47326,41339,37352,31
V271,23288,14300,54312,94325,37337,77
IV260,02276,23288,12300,01311,93323,82
III249,29264,83276,23287,63299,05310,45
II239,02253,92264,85275,78286,73297,66
I229,19243,47253,95264,43274,93285,41
AV219,79233,49243,54253,59263,66273,72
IV210,75223,88233,52243,16252,82262,45
III174,11184,96192,93200,89208,87216,83
II166,97177,38185,02192,65200,30207,94
I162,21172,33179,74187,16194,59202,01
CLASSEPADRÃOVENCIMENTO BÁSICO
MAR/2009DEZ/2009MAR/2010DEZ/2010MAR/2011DEZ/2011
ESPECIALIII531,62546,80561,94577,12584,73592,29
II491,70505,74519,74533,78540,82547,82
I471,20484,65498,07511,52518,27524,98
CVI451,56464,46477,32490,21496,67503,10
V448,34461,14473,91486,71493,13499,51
IV429,71441,98454,22466,49472,64478,75
III411,86423,62435,35447,11453,00458,87
II394,72405,99417,23428,50434,15439,77
I378,37389,18399,95410,76416,17421,56
BVI362,66373,02383,34393,70398,89404,05
V347,70357,63367,53377,46382,43387,38
IV333,33342,85352,34361,86366,63371,38
III319,58328,70337,80346,93351,50356,05
II306,41315,16323,89332,63337,02341,38
I293,80302,19310,56318,95323,15327,33
AV281,76289,80297,83305,87309,91313,92
IV270,17277,88285,57293,29297,16301,00
III223,20229,57235,93242,30245,50248,67
II214,05220,16226,26232,37235,43238,48
I207,95213,89219,81225,75228,72231,68
c)Cargos de Nível Auxiliar:
CLASSEPADRÃOVENCIMENTO BÁSICO
MAR/2006DEZ/2006MAR/2007DEZ/2007MAR/2008DEZ/2008
ESPECIALIII237,67252,49263,35274,22285,11295,98
II226,37240,48250,83261,19271,56281,91
I215,58229,02238,87248,73258,61268,47
CVI205,38218,18227,58236,97246,38255,77
V195,66207,85216,80225,75234,71243,66
IV186,42198,04206,56215,09223,63232,16
III177,61188,68196,81204,93213,07221,19
II169,26179,81187,55195,29203,05210,79
I161,33171,38178,76186,14193,53200,91
BVI153,78163,36170,40177,43184,48191,51
V146,59155,73162,43169,13175,85182,55
IV139,77148,48154,87161,27167,67174,06
III133,30141,61147,71153,80159,91166,01
II127,13135,06140,87146,68152,51158,32
I121,28128,84134,39139,93145,49151,04
AV115,68122,89128,18133,47138,77144,06
IV110,39117,27122,31127,36132,42137,47
III93,4199,23103,50107,78112,06116,33
II89,1394,6898,76102,83106,92110,99
I85,0690,3694,2598,14102,04105,93
CLASSEPADRÃOVENCIMENTO BÁSICO
MAR/2009DEZ/2009MAR/2010DEZ/2010MAR/2011DEZ/2011
ESPECIALIII304,68313,38322,06330,76335,12339,46
II290,20298,48306,75315,03319,19323,32
I276,36284,25292,12300,01303,97307,90
CVI263,29270,81278,30285,82289,59293,34
V250,82257,98265,13272,29275,88279,45
IV238,98245,80252,61259,43262,85266,25
III227,69234,19240,67247,18250,43253,68
II216,98223,18229,36235,55238,66241,75
I206,81212,72218,61224,51227,47230,42
BVI197,14202,76208,38214,01216,83219,64
V187,92193,28198,64204,00206,69209,37
IV179,18184,29189,40194,51197,08199,63
III170,89175,77180,63185,51187,96190,39
II162,98167,63172,27176,92179,26181,58
I155,48159,92164,34168,78171,01173,22
AV148,29152,53156,75160,99163,11165,22
IV141,51145,55149,58153,62155,64157,66
III119,75123,17126,58130,00131,71133,41
II114,25117,52120,77124,03125,67127,29
I109,04112,15115,26118,37119,93121,48

ANEXO V

(Anexo V da Lei nº 10.483, de 3 de julho de 2002)

TABELA DE VALOR DOS PONTOS DA GDASST,

A PARTIR DE 1º DE JANEIRO DE 2006

NÍVEL DO CARGOVALOR DO PONTO (EM R$)
SUPERIOR6,88
INTERMEDIÁRIO3,02
AUXILIAR1,93

ANEXO VI

Plano de Carreiras e Cargos de Ciência, Tecnologia, Produção e Inovação em Saúde Pública

a)Carreira de Pesquisa em Ciência, Tecnologia, Produção e Inovação em Saúde Pública
NÍVELCARGOCLASSEPADRÃO
SuperiorPesquisador em Saúde PúblicaTITULARIII

II

I

ASSOCIADOIII

II

I

ADJUNTOIII

II

I

ASSISTENTE DE PESQUISA EM SAÚDE PÚBLICAIII

II

I

b)Carreira de Desenvolvimento Tecnológico em Ciência, Tecnologia, Produção e Inovação em Saúde Pública e Carreira de Gestão em Ciência, Tecnologia, Produção e Inovação em Saúde Pública;

Tabela I

NÍVELCARGOCLASSEPADRÃO
SuperiorTecnologista em Saúde Pública
Analista de Gestão em Saúde
SÊNIORIII

II

I

PLENO 3III

II

I

PLENO 2III

II

I

PLENO 1III

II

I

JÚNIORIII

II

I

c)Carreira de Suporte à Gestão em Ciência, Tecnologia, Produção e Inovação em Saúde Pública e Carreira de Suporte Técnico em Ciência, Tecnologia, Produção e Inovação em Saúde Pública
NÍVELCARGOCLASSEPADRÃO
IntermediárioAssistente Técnico de Gestão em Saúde
Técnico em Saúde Pública
3III

II

I

2VI

V

IV

III

II

I

1VI

V

IV

III

II

I

d)Cargo de Especialista em Ciência, Tecnologia, Produção e Inovação em Saúde Pública:
NÍVELCARGOCLASSEPADRÃO
SuperiorEspecialista em Ciência, Tecnologia, Produção e Inovação em Saúde PúblicaEspecialista em Saúde PúblicaI

e ) Cargos de nível superior e intermediário de que trata o art. 25 desta Medida Provisória:

NÍVELCARGOCLASSEPADRÃO
Superior
e
Intermediário
Cargos de nível superior e intermediário, não integrantes das carreiras da área de Ciência e Tecnologia, regidos pela Lei nº 8.112, de 1990, pertencentes ao Quadro de Pessoal da FIOCRUZ em 22 de julho de 2005.ESPECIALIII

II

I

CVI

V

IV

III

II

I

BVI

V

IV

III

II

I

AV

IV

III

II

I

ANEXO VII

TABELAS DE CORRELAÇÃO

a)Carreira de Pesquisa em Ciência, Tecnologia, Produção e Inovação em Saúde Pública
SITUAÇÃO ATUALSITUAÇÃO NOVA
CARGOCLASSEPADRÃOPADRÃOCLASSECARGO
PesquisadorTITULARIIIIIITITULARPesquisador em Saúde Pública
IIII
II
ASSOCIADOIIIIIIASSOCIADO
IIII
II
ADJUNTOIIIIIIADJUNTO
IIII
II
ASSISTENTE DE PESQUISAIIIIIIASSISTENTE DE PESQUISA
IIII
II
b)Carreira de Desenvolvimento Tecnológico em Ciência, Tecnologia, Produção e Inovação em Saúde Pública;
SITUAÇÃO ATUALSITUAÇÃO NOVA
CARGOCLASSEPADRÃOPADRÃOCLASSECARGO
TecnologistaSÊNIORIIIIIISÊNIORTecnologista em Saúde Pública
IIII
II
PLENO 3IIIIIIPLENO 3
IIII
II
PLENO 2IIIIIIPLENO 2
IIII
II
PLENO 1IIIIIIPLENO 1
IIII
II
JÚNIORIIIIIIJÚNIOR
IIII
II
c)Carreira de Suporte Técnico em Ciência, Tecnologia, Produção e Inovação em Saúde Pública:
SITUAÇÃO ATUALSITUAÇÃO NOVA
CARGOCLASSEPADRÃOPADRÃOCLASSECARGO
Técnico3IIIIII3Técnico em Saúde Pública
IIII
II
2VIVI2
VV
IVIV
IIIIII
IIII
II
1VIVI1
VV
IVIV
IIIIII
IIII
II
d)Carreira de Gestão em Ciência, Tecnologia, Produção e Inovação em Saúde Pública :
SITUAÇÃO ATUALSITUAÇÃO NOVA
CARGOCLASSEPADRÃOPADRÃOCLASSECARGO
Analista em Ciência e TecnologiaSÊNIORIIIIIISÊNIORAnalista de Gestão em Saúde
IIII
II
PLENO 3IIIIIIPLENO 3
IIII
II
PLENO 2IIIIIIPLENO 2
IIII
II
PLENO 1IIIIIIPLENO 1
IIII
II
JÚNIORIIIIIIJÚNIOR
IIII
II
e)Carreira de Suporte à Gestão em Ciência, Tecnologia, Produção e Inovação em Saúde Pública.
SITUAÇÃO ATUALSITUAÇÃO NOVA
CARGOCLASSEPADRÃOPADRÃOCLASSECARGO
Assistente em Ciência e Tecnologia3IIIIII3Assistente Técnico de Gestão em Saúde
IIII
II
2VIVI2
VV
IVIV
IIIIII
IIII
II
1VIVI1
VV
IVIV
IIIIII
IIII
II
f)Cargos de nível superior e intermediário de que trata o art. 25 desta Medida Provisória:

Tabela I - Origem: Plano de Classificação de Cargos

SITUAÇÃO ATUALSITUAÇÃO NOVA
CARGOCLASSEPADRÃOPADRÃOCLASSECARGO
Cargos de nível superior e intermediário do Plano de Classificação de Cargos, de que trata a Lei nº 5.645, de 10 de dezembro de 1970, pertencentes ao Quadro de Pessoal da FIOCRUZ em 22 de julho de 2005.AIIIIIIESPECIALCargos de nível superior e intermediário do Plano de Carreiras e Cargos de Ciência, Tecnologia, Produção e Inovação em Saúde Pública, regidos pela Lei nº 8.112, de 1990, pertencentes ao Quadro de Pessoal da FIOCRUZ em 22 de julho de 2005.
IIII
II
BVIVIC
VV
IVIV
IIIIII
IIII
II
CVIVIB
VV
IVIV
IIIIII
IIII
II
DVVA
IVIV
IIIIII
IIII
II

Tabela II - Origem: Carreira da Seguridade Social e do Trabalho

SITUAÇÃO ATUALSITUAÇÃO NOVA
CARGOCLASSEPADRÃOPADRÃOCLASSECARGO
Cargos de nível superior e intermediário da Carreira da Seguridade Social e do Trabalho, de que trata a Lei nº 10.483, de 3 de julho de 2002, pertencentes ao Quadro de Pessoal da FIOCRUZ em 22 de julho de 2005.ESPECIALIIIIIIESPECIALCargos de nível superior e intermediário do Plano de Carreiras e Cargos de Ciência, Tecnologia, Produção e Inovação em Saúde Pública, regidos pela Lei nº 8.112, de 1990, pertencentes ao Quadro de Pessoal da FIOCRUZ em 22 de julho de 2005.
IIII
II
CVIVIC
VV
IVIV
IIIIII
IIII
II
BVIVIB
VV
IVIV
IIIIII
IIII
II
AVVA
IVIV
IIIIII
IIII
II

ANEXO VIII

TERMO DE OPÇÃO

PLANO DE CARREIRAS E CARGOS DE CIÊNCIA, TECNOLOGIA, PRODUÇÃO E INOVAÇÃO EM SAÚDE PÚBLICA

Nome:Cargo:
Matrícula SIAPE:Unidade de Lotação:Unidade Pagadora:
Cidade:Estado:

Servidor ativo ( ) Aposentado ( )Pensionista ( )

Venho, observando o disposto nos § 3º do art. 24 ou no § 2º do 25, conforme o caso, da Medida Provisória nº , de de de 2006, optar por integrar o Plano de Carreiras e Cargos de Ciência, Tecnologia, Produção e Inovação em Saúde Pública, instituído no âmbito da FIOCRUZ, renunciando a qualquer parcela vincenda de valores incorporados à remuneração por decisão administrativa ou judicial, limitada à diferença entre os valores de remuneração resultantes do vencimento básico vigente no mês de fevereiro de 2006 e os valores de remuneração resultantes do vencimento básico fixado para o mês de março de 2006 nos termos do art. 33 da Medida Provisória nº .... e autorizo a FIOCRUZ a homologar o presente Termo junto ao Poder Judiciário,.

Local e Data___________________,_______/___________/________.

___________________________________________

Assinatura

Recebido em:___________/_________/_________.

______________________________________

Assinatura/Matrícula ou Carimbo do Servidor de RH

ANEXO IX

TABELAS DE VENCIMENTO BÁSICO

(COM EFEITOS FINANCEIROS A PARTIR DE 1º DE MARÇO DE 2006)

a)Carreira de Pesquisa em Ciência, Tecnologia, Produção e Inovação em Saúde Pública
NÍVELCARGOCLASSEPADRÃOVENCIMENTO BÁSICO
SuperiorPesquisador em Saúde PúblicaTITULARIII3.622,82
II3.476,80
I3.336,65
ASSOCIADOIII3.141,85
II3.015,21
I2.893,69
ADJUNTOIII2.724,75
II2.614,93
I2.509,51
ASSISTENTE DE PESQUISAIII2.363,01
II2.267,78
I2.176,37
b)Carreira de Desenvolvimento Tecnológico em Ciência, Tecnologia, Produção e Inovação em Saúde Pública e Carreira de Gestão em Ciência, Tecnologia, Produção e Inovação em Saúde Pública
NÍVELCARGOCLASSEPADRÃOVENCIMENTO BÁSICO
SuperiorTecnologista em Saúde Pública
Analista de Gestão em Saúde
SÊNIORIII3.622,82
II3.476,80
I3.336,65
PLENO 3III3.141,85
II3.015,21
I2.893,69
PLENO 2III2.724,75
II2.614,93
I2.509,51
PLENO 1III2.363,01
II2.267,78
I2.176,37
JÚNIORIII2.049,31
II1.966,70
I1.887,43
c)Carreira de Suporte à Gestão em Ciência, Tecnologia, Produção e Inovação em Saúde Pública e Carreira de Suporte Técnico em Ciência, Tecnologia, Produção e Inovação em Saúde Pública.
NÍVELCARGOCLASSEPADRÃOVENCIMENTO BÁSICO
IntermediárioAssistente Técnico de Gestão
Técnico em Saúde Pública
3III1.815,26
II1.746,22
I1.679,67
2VI1.615,49
V1.553,57
IV1.493,79
III1.436,13
II1.380,35
I1.326,46
1VI1.274,54
V1.224,25
IV1.175,70
III1.128,71
II1.083,29
I1.039,24
d)Cargos de nível superior e intermediário de que trata o art. 25 desta Medida Provisória:

Tabela I

NÍVELCARGOCLASSEPADRÃOVENCIMENTO BÁSICO
SuperiorCargos de nível superior, do Plano de Carreiras e Cargos de Ciência, Tecnologia, Produção e Inovação em Saúde Pública, regidos pela Lei nº 8.112, de 1990, pertencentes ao Quadro de Pessoal da FIOCRUZ em 22 de julho de 2005.ESPECIALIII3.622,82
II3.476,80
I3.336,65
CVI3.141,85
V3.015,21
IV2.893,69
III2.724,75
II2.614,93
I2.509,51
BVI2.363,01
V2.267,78
IV2.176,37
III2.049,31
II1.966,70
I1.887,43
AV1.832,46
IV1.779,09
III1.727,27
II1.676,96
I1.628,12

Tabela II

NÍVELCARGOCLASSEPADRÃOVENCIMENTO BÁSICO
IntermediárioCargos de nível intermediário do Plano de Carreiras e Cargos de Ciência, Tecnologia, Produção e Inovação em Saúde Pública, regidos pela Lei nº 8.112, de 1990, pertencentes ao Quadro de Pessoal da FIOCRUZ em 22 de julho de 2005.ESPECIALIII1.815,26
II1.746,22
I1.679,67
CVI1.615,49
V1.553,57
IV1.493,79
III1.436,13
II1.380,35
I1.326,46
BVI1.274,54
V1.224,25
IV1.175,70
III1.128,71
II1.083,29
I1.039,24
AV1.008,97
IV979,58
III951,05
II923,35
I896,46
e)Cargo de Especialista em Ciência, Tecnologia, Produção e Inovação em Saúde Pública:
NÍVELCARGOCLASSEPADRÃOVENCIMENTO BÁSICO
SuperiorEspecialista em Saúde PúblicaSÊNIORÚnico3.622,82

ANEXO X

ESTRUTURA DOS CARGOS DO PLANO DE CARREIRAS E CARGOS DO INMETRO

a)Cargo de Especialista em Metrologia e Qualidade Sênior
NÍVELCARGOCLASSEPADRÃO
SuperiorEspecialista em Metrologia e Qualidade SêniorEspecialista SêniorI
b)Carreira de Pesquisa e Desenvolvimento em Metrologia e Qualidade e Carreira de Gestão em Metrologia e Qualidade:
NÍVELCARGOCLASSEPADRÃO
SuperiorPesquidador-Tecnologista em Metrologia e Qualidade
Analista Executivo em Metrologia e Qualidade
AIII

II

I

BVI

V

IV

III

II

I

CVI

V

IV

III

II

I

c)Carreira de Suporte Técnico à Metrologia e Qualidade e Carreira de Suporte à Gestão em Metrologia e Qualidade:
NÍVELCARGOCLASSEPADRÃO
IntermediárioTécnico em Metrologia e Qualidade
Assistente Executivo em Metrologia e Qualidade
AIII

II

I

BVI

V

IV

III

II

I

CVI

V

IV

III

II

I

d)Carreira de Apoio Operacional à Gestão em Metrologia e Qualidade:
NÍVELCARGOCLASSEPADRÃO
AuxiliarAuxiliar Executivo em Metrologia e QualidadeAVI

V

IV

III

II

I

BVI

V

IV

III

II

I

ANEXO XI

VENCIMENTO BÁSICO

a)Cargos de Especialista em Metrologia e Qualidade Sênior
NÍVELCARGOCLASSEPADRÃOVENCIMENTO BÁSICO (R$)
SuperiorEspecialista em Metrologia e Qualidade SêniorEspecialista SêniorI5.151,00
b)Carreira de Pesquisa e Desenvolvimento em Metrologia e Qualidade e Carreira de Gestão em Metrologia e Qualidade
NÍVELCARGOCLASSEPADRÃOVENCIMENTO BÁSICO (R$)
SuperiorPesquisador-Tecnologista em Metrologia e Qualidade
Analista Executivo em Metrologia e Qualidade
AIII4.682,73
II4.502,62
I4.329,44
BVI3.935,86
V3.784,48
IV3.638,92
III3.498,96
II3.364,39
I3.234,99
CVI2.940,90
V2.827,79
IV2.719,03
III2.614,45
II2.513,89
I2.417,20
c)Carreira de Suporte Técnico à Metrologia e Qualidade e Carreira de Suporte à Gestão em Metrologia e Qualidade:
NÍVELCARGOCLASSEPADRÃOVENCIMENTO BÁSICO (R$)
IntermediárioTécnico em Metrologia e Qualidade
Assistente Executivo em Metrologia e Qualidade
AIII1.880,00
II1.807,69
I1.738,17
BVI1.580,15
V1.519,38
IV1.460,94
III1.404,75
II1.350,72
I1.298,77
CVI1.180,70
V1.135,29
IV1.091,62
III1.049,64
II1.009,27
I970,45
d)Carreira de Apoio Operacional à Gestão em Metrologia e Qualidade:
NÍVELCARGOCLASSEPADRÃOVENCIMENTO BÁSICO (R$)
AuxiliarAuxiliar Executivo em Metrologia e QualidadeAVI895,00
V860,58
IV827,48
III795,65
II765,05
I735,62
BVI668,75
V643,03
IV618,30
III594,52
II571,65
I549,66

ANEXO XII

TABELAS DE CORRELAÇÃO DAS CARREIRAS

a)Carreira de Pesquisa e Desenvolvimento em Metrologia e Qualidade:
SITUAÇÃO ATUALSITUAÇÃO NOVA
CARGOCLASSEPADRÃOPADRÃOCLASSECARGO
PesquisadorTITULARIIIIIIAPesquisador-Tecnologista em Metrologia e Qualidade
IIII
II
ASSOCIADOIIIVIB
IIV
IIV
ADJUNTOIIIIII
IIII
II
ASSISTENTE DE PESQUISAIIIVIC
IIV
IIV

III

II

I

SITUAÇÃO ATUALSITUAÇÃO NOVA
CARGOCLASSEPADRÃOPADRÃOCLASSECARGO
TecnologistaSÊNIORIIIIIIAPesquisadorTecnologista em Metrologia e Qualidade
IIII
II
PLENO 3IIIVIB
IIV
IIV
PLENO 2IIIIII
IIII
II
PLENO 1IIIVIC
IIV
IIV
JÚNIORIIIIII
IIII
II
b)Carreira de Gestão em Metrologia e Qualidade:
SITUAÇÃO ATUALSITUAÇÃO NOVA
CARGOCLASSEPADRÃOPADRÃOCLASSECARGO
Analista de Ciência e TecnologiaSÊNIORIIIIIIAAnalista Executivo em Metrologia e Qualidade
IIII
II
PLENO 3IIIVIB
IIV
IIV
PLENO 2IIIIII
IIII
II
PLENO 1IIIVIC
IIV
IIV
JÚNIORIIIIII
IIII
II
c)Carreira de Suporte Técnico à Metrologia e Qualidade:
SITUAÇÃO ATUALSITUAÇÃO NOVA
CARGOCLASSEPADRÃOPADRÃOCLASSECARGO
Técnico3IIIIIIATécnico em Metrologia e Qualidade
IIII
II
2VIVIB
VV
IVIV
IIIIII
IIII
II
1VIVIC
VV
IVIV
IIIIII
IIII
II
d)Carreira de Suporte à Gestão em Metrologia e Qualidade:
SITUAÇÃO ATUALSITUAÇÃO NOVA
CARGOCLASSEPADRÃOPADRÃOCLASSECARGO
Assistente em Ciência e Tecnologia3IIIIIIAAssistente Executivo em Metrologia e Qualidade
IIII
II
2VIVIB
VV
IVIV
IIIIII
IIII
II
1VIVIC
VV
IVIV
IIIIII
IIII
II
e)Carreira de Apoio Operacional à Gestão em Metrologia e Qualidade:
SITUAÇÃO ATUALSITUAÇÃO NOVA
CARGOSCLASSEPADRÃOPADRÃOCLASSECARGO
Auxiliar-Técnico
Auxiliar em C&T
2VIVIAAuxiliar Executivo em Metrologia e Qualidade
VV
IVIV
IIII
IIII
II
1VIVIB
VV
IVIV
IIIIII
IIII
II

ANEXO XIII

TERMO DE OPÇÃO

PLANO DE CARREIRAS DO INMETRO

Nome:Cargo:
Matrícula SIAPE:Unidade de Lotação:Unidade Pagadora:
Cidade:Estado:

( ) Servidor Ativo ( ) Aposentado ( ) Pensionista

Venho, nos termos da Medida Provisória nº , de de de 2006, e observado o disposto nos §§ 1º a 3º do seu art. 64, optar pelo enquadramento no Plano de Carreiras do INMETRO e pela percepção dos vencimentos e vantagens fixados pela mesma Medida Provisória.

Local e Data:, de de.

Assinatura:

Recebido em / /.

Assinatura/Matrícula ou Carimbo do Servidor da Área de Recursos Humanos

ANEXO XIV

PLANO DE CARREIRAS

da Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística–IBGE

Estrutura dos cargos

a)Carreira de Pesquisa em Informações Geográficas e Estatísticas:
NÍVELCARGOCLASSEPADRÃO
SuperiorPesquisador em Informações Geográficas e EstatísticasESPECIALIII

II

I

CIII

II

I

BIII

II

I

AIII

II

I

b)Carreira de Produção e Análise em Informações Geográficas e Estatísticas e Carreira de Planejamento, Gestão e Infra-Estrutura em Informações Geográficas e Estatísticas:
NÍVELCARGOCLASSEPADRÃO
SuperiorTecnologista em Informações Geográficas e Estatísticas
Analista de Planejamento, Gestão e Infra-Estrutura em Informações Geográficas e Estatísticas
ESPECIALIII

II

I

DIII

II

I

CIII

II

I

BIII

II

I

AIII

II

I

NÍVELCARGOCLASSEPADRÃO
IntermediárioTécnico em Informações Geográficas e Estatísticas
Técnico em Planejamento, Gestão e Infra-Estrutura em Informações Geográficas e Estatísticas
ESPECIALIII

II

I

BVI

V

IV

III

II

I

AVI

V

IV

III

II

I

d)Carreiras de nível superior e intermediário de que trata o art. 84 desta Medida Provisória:
NÍVELCARGOCLASSEPADRÃO
Superior
e
Intermediário
Cargos do Plano de Carreiras dos servidores da Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGEESPECIALIII

II

I

CVI

V

IV

III

II

I

BVI

V

IV

III

II

I

AV

IV

III

II

I

CLASSEPADRÃOVENCIMENTO BÁSICO
A PARTIR DE
1º /09/2006
A PARTIR DE
1º /02/2007
A PARTIR DE
1º /08/2007
A PARTIR DE
1º /02/2008
ESPECIALIII2.906,984.142,504.720,995.000,00
II2.795,173.983,184.539,414.807,69
I2.687,663.829,984.364,824.622,78
CIII2.488,583.546,274.041,504.280,35
II2.392,863.409,883.886,064.115,72
I2.300,833.278,733.736,593.957,43
BIII2.130,403.035,863.459,813.664,28
II2.048,462.919,103.326,743.523,35
I1.969,672.806,823.198,793.387,84
AIII1.823,772.598,912.961,843.136,89
II1.753,632.498,952.847,923.016,24
I1.686,182.402,842.738,392.900,23
b)Cargos de Tecnologista em Informações Geográficas e Estatísticas da Carreira de Produção e Análise de Informações Geográficas e Estatísticas e de Analista de Planejamento, Gestão e Infra-Estrutura em Informações Geográficas e Estatísticas da Carreira de Planejamento, Gestão e Infra-Estrutura em Informações Geográficas e Estatísticas:
CLASSEPADRÃOVENCIMENTO BÁSICO
A PARTIR DE
1º /09/2006
A PARTIR DE
1º /02/2007
A PARTIR DE
1º /08/2007
A PARTIR DE
1º /02/2008
ESPECIALIII2.906,984.142,504.720,995.000,00
II2.795,173.983,184.539,414.807,69
I2.687,663.829,984.364,824.622,78
DIII2.488,583.546,274.041,504.280,35
II2.392,863.409,883.886,064.115,72
I2.300,833.278,733.736,593.957,43
CIII2.130,403.035,863.459,813.664,28
II2.048,462.919,103.326,743.523,35
I1.969,672.806,823.198,793.387,84
BIII1.823,772.598,912.961,843.136,89
II1.753,632.498,952.847,923.016,24
I1.686,182.402,842.738,392.900,23
AIII1.561,282.224,852.535,542.685,40
II1.501,232.139,282.438,022.582,11
I1.443,492.057,002.344,252.482,80
c)Cargos de Técnico em Informações Geográficas e Estatísticas da Carreira de Suporte em Produção e Análise de Informações Geográficas e Estatísticas e de Técnico em Planejamento, Gestão e Infra-Estrutura em Informações Geográficas e Estatísticas da Carreira de Suporte em Planejamento, Gestão e Infra-Estrutura em Informações Geográficas e Estatísticas:
CLASSEPADRÃOVENCIMENTO BÁSICO
A PARTIR DE
1º /09/2006
A PARTIR DE
1º /02/2007
A PARTIR DE
1º /08/2007
A PARTIR DE
1º /02/2008
ESPECIALIII1.537,321.566,611.785,381.890,90
II1.492,541.520,981.733,381.835,83
I1.449,071.476,681.682,901.782,35
BVI1.367,051.393,101.587,641.681,47
V1.314,471.339,521.526,571.616,79
IV1.263,911.288,001.467,861.554,61
III1.215,301.238,461.411,401.494,82
II1.168,561.190,821.357,121.437,32
I1.123,611.145,021.304,921.382,04
AVI1.040,381.060,211.208,261.279,67
V1.000,371.019,431.161,791.230,45
IV961,89980,221.117,111.183,13
III924,90942,521.074,141.137,62
II889,32906,271.032,831.093,87
I855,12871,41993,101.051,79
d)Cargos do Nível Superior do Plano de Carreiras dos servidores da Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE de que trata o art. 84:
CLASSEPADRÃOVENCIMENTO BÁSICO
A PARTIR DE
1º /09/2006
A PARTIR DE
1º /02/2007
A PARTIR DE
1º /08/2007
A PARTIR DE
1º /02/2008
ESPECIALIII2.906,984.142,504.720,995.000,00
II2.795,173.983,184.539,414.807,69
I2.687,663.829,984.364,824.622,78
CVI2.488,583.546,274.041,504.280,35
V2.392,863.409,883.886,064.115,72
IV2.300,833.278,733.736,593.957,43
III2.130,403.035,863.459,813.664,28
II2.048,462.919,103.326,743.523,35
I1.969,672.806,823.198,793.387,84
BVI1.823,772.598,912.961,843.136,89
V1.753,632.498,952.847,923.016,24
IV1.686,182.402,842.738,392.900,23
III1.561,282.224,852.535,542.685,40
II1.501,232.139,282.438,022.582,11
I1.443,492.057,002.344,252.482,80
AV1.336,561.904,632.170,612.298,89
IV1.285,151.831,372.087,122.210,47
III1.235,731.760,942.006,852.125,45
II1.188,201.693,211.929,662.043,70
I1.142,501.628,091.855,441.965,10
e)Cargos do Nível Intermediário do Plano de Carreiras dos servidores da Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística–IBGE de que trata o art. 84:
CLASSEPADRÃOVENCIMENTO BÁSICO
A PARTIR DE
1 º /09/2006
A PARTIR DE
1 º /02/2007
A PARTIR DE
1 º /08/2007
A PARTIR DE
1 º /02/2008
ESPECIALIII1.537,321.566,611.785,381.890,90
II1.492,541.520,981.733,381.835,83
I1.449,071.476,681.682,901.782,35
CVI1.367,051.393,101.587,641.681,47
V1.314,471.339,521.526,571.616,79
IV1.263,911.288,001.467,861.554,61
III1.215,301.238,461.411,401.494,82
II1.168,561.190,821.357,121.437,32
I1.123,611.145,021.304,921.382,04
BVI1.040,381.060,211.208,261.279,67
V1.000,371.019,431.161,791.230,45
IV961,89980,221.117,111.183,13
III924,90942,521.074,141.137,62
II889,32906,271.032,831.093,87
I855,12871,41993,101.051,79
AV791,78806,86919,54973,88
IV761,32775,83884,17936,43
III732,04745,99850,17900,41
II703,89717,30817,47865,78
I676,81689,71786,03832,48

ANEXO XVI

TABELAS DE CORRELAÇÃO DAS CARREIRAS

a)Carreira de Pesquisa em Informações Geográficas e Estatísticas:
SITUAÇÃO ATUALSITUAÇÃO NOVA
CargoClassePadrãoPadrãoClasseCargo
PesquisadorTITULARIIIIIIESPECIALPesquisador em Informações Geográficas e Estatísticas
IIII
II
ASSOCIADOIIIIIIC
IIII
II
ADJUNTOIIIIIIB
IIII
II
ASSISTENTE DE PESQUISAIIIIIIA
IIII
II
b)Carreira de Produção e Análise de Informações Geográficas e Estatísticas:
SITUAÇÃO ATUALSITUAÇÃO NOVA
CargoClassePadrãoPadrãoClasseCargo
TecnologistaSÊNIORIIIIIIESPECIALTecnologista em Informações Geográficas e Estatísticas
IIII
II
PLENO 3IIIIIID
IIII
II
PLENO 2IIIIIIC
IIII
II
PLENO 1IIIIIIB
IIII
II
JÚNIORIIIIIIA
IIII
II
c)Carreira de Suporte Técnico em Produção e Análise de Informações Geográficas e Estatísticas:
SITUAÇÃO ATUALSITUAÇÃO NOVA
CargoClassePadrãoPadrãoClasseCargo
Técnico3IIIIIIESPECIALTécnico em Informações Geográficas e Estatísticas
IIII
II
2VIVIB
VV
IVIV
IIIIII
IIII
II
1VIVIA
VV
IVIV
IIIIII
IIII
II
d)Carreira de Planejamento, Gestão e Infra-estrutura em Informações Geográficas e Estatísticas:
SITUAÇÃO ATUALSITUAÇÃO NOVA
CargoClassePadrãoPadrãoClasseCargo
Analista em Ciência e TecnologiaSÊNIORIIIIIIESPECIALAnalista de Planejamento, Gestão e Infra-Estrutura em Informações Geográficas e Estatísticas
IIII
II
PLENO 3IIIIIID
IIII
II
PLENO 2IIIIIIC
IIII
II
PLENO 1IIIIIIB
IIII
II
JÚNIORIIIIIIA
IIII
II
e)Carreira de Suporte em Planejamento, Gestão e Infra-Estrutura em Informações Geográficas e Estatísticas:
SITUAÇÃO ATUALSITUAÇÃO NOVA
CargoClassePadrãoPadrãoClasseCargo
Assistente em Ciência e Tecnologia3IIIIIIESPECIALTécnico em Planejamento, Gestão e Infra-Estrutura em Informações Geográficas e Estatísticas
IIII
II
2VIVIB
VV
IVIV
IIIIII
IIII
II
1VIVIA
VV
IVIV
IIIIII
IIII
II
f)Cargos de nível superior e intermediário de que trata o art. 84 desta Medida Provisória:
SITUAÇÃO ATUALSITUAÇÃO NOVA
CargoClassePadrãoPadrãoClasseCargo
Cargos do Nível Superior e Intermediário não integrantes das carreiras da área de Ciência e Tecnologia, regidos pela Lei nº 8.112, de 1990, pertencentes ao quadro de pessoal do IBGE, em 30 de setembro de 2005AIIIIIIESPECIALCargos do Plano de Carreiras dos servidores da Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE
IIII
II
BVIVIC
VV
IVIV
IIIIII
IIII
II
CVIVIB
VV
IVIV
IIIIII
IIII
II
DVVA
IVIV
IIIIII
IIII
II
a)Cargo de Especialista Sênior em Propriedade Intelectual:
NÍVELCARGOCLASSEPADRÃO
SuperiorEspecialista Sênior em Propriedade IntelectualEspecialista SêniorI
b)Carreira de Pesquisa em Propriedade Industrial:
NÍVELCARGOCLASSEPADRÃO
SuperiorPesquisador em Propriedade IndustrialESPECIALIII

II

I

CIII

II

I

BIII

II

I

AIII

II

I

c)Carreiras de Produção e Análise em Propriedade Industrial, e de Planejamento, Gestão e Infra-Estrutura em Propriedade Industrial:
NÍVELCARGOCLASSEPADRÃO
SuperiorTecnologista em Propriedade Industrial
Analista de Planejamento, Gestão e Infra-Estrutura em Propriedade Industrial
ESPECIALIII

II

I

DIII

II

I

CIII

II

I

BIII

II

I

AIII

II

I

d)Carreiras de Suporte Técnico em Propriedade Industrial e de Suporte em Planejamento, Gestão e Infra-Estrutura em Propriedade Industrial:
NÍVELCARGOCLASSEPADRÃO
IntermediárioTécnico em Propriedade Industrial
Técnico em Planejamento, Gestão e Infra-Estrutura em Propriedade Industrial
ESPECIALIII

II

I

BVI

V

IV

III

II

I

AVI

V

IV

III

II

I

TABELAS DE VENCIMENTO BÁSICO DO PLANO DE CARREIRAS E CARGOS DO INPI

a)Cargo de Especialista Sênior em Propriedade Intelectual:
NÍVELCARGOCLASSEPADRÃOVENCIMENTO BÁSICO (R$)
SuperiorEspecialista Sênior em Propriedade IntelectualEspecialista SêniorI5.151,00
b)Cargo de Pesquisador em Propriedade Industrial da Carreira de Pesquisa em Propriedade Industrial:
CLASSEPADRÃOVENCIMENTO BÁSICO
A PARTIR DE 1º /09/2006
ESPECIALIII4.682,73
II4.546,34
I4.413,92
CIII4.012,65
II3.895,78
I3.782,31
BIII3.438,46
II3.338,32
I3.241,08
AIII2.946,44
II2.860,62
I2.777,30
c)Cargos de Tecnologista em Propriedade Industrial da Carreira de Produção e Análise em Propriedade Industrial e de Analista de Planejamento, Gestão e Infra-Estrutura em Propriedade Industrial da Carreira de Planejamento, Gestão e Infra-Estrutura em Propriedade Industrial:
CLASSEPADRÃOVENCIMENTO BÁSICO
A PARTIR DE 1º /09/2006
ESPECIALIII4.682,73
II4.546,34
I4.413,92
DIII4.012,65
II3.895,78
I3.782,31
CIII3.438,46
II3.338,32
I3.241,08
BIII2.946,44
II2.860,62
I2.777,30
AIII2.524,82
II2.451,28
I2.379,88
d)Cargos de Técnico em Propriedade Industrial da Carreira de Suporte Técnico em Propriedade Industrial e de Técnico em Planejamento, Gestão e Infra-Estrutura em Propriedade Industrial da Carreira de Suporte em Planejamento, Gestão e Infra-Estrutura em Propriedade Industrial:
CLASSEPADRÃOVENCIMENTO BÁSICO
A PARTIR DE 1º /09/2006
ESPECIALIII1.880,00
II1.825,24
I1.772,08
BVI1.610,98
V1.564,06
IV1.518,51
III1.474,28
II1.431,34
I1.389,65
AVI1.263,32
V1.226,52
IV1.190,80
III1.156,11
II1.122,44
I1.089,75

ANEXO XIX

TABELAS DE CORRELAÇÃO PARA O PLANO DE CARREIRAS E CARGOS DO INPI

a)Carreira de Pesquisa em Propriedade Industrial:
SITUAÇÃO ATUALSITUAÇÃO NOVA
CargoClassePadrãoPadrãoClasseCargo
PesquisadorTITULARIIIIIIESPECIALPesquisador em Propriedade Industrial
IIII
II
ASSOCIADOIIIIIIC
IIII
II
ADJUNTOIIIIIIB
IIII
II
ASSISTENTE DE PESQUISAIIIIIIA
IIII
II
b)Carreira de Produção e Análise em Propriedade Industrial:
SITUAÇÃO ATUALSITUAÇÃO NOVA
CargoClassePadrãoPadrãoClasseCargo
TecnologistaSÊNIORIIIIIIESPECIALTecnologista em Propriedade Industrial
IIII
II
PLENO 3IIIIIID
IIII
II
PLENO 2IIIIIIC
IIII
II
PLENO 1IIIIIIB
IIII
II
JÚNIORIIIIIIA
IIII
II
c)Carreira de Suporte Técnico em Propriedade Industrial:
SITUAÇÃO ATUALSITUAÇÃO NOVA
CargoClassePadrãoPadrãoClasseCargo
Técnico3IIIIIIESPECIALTécnico em Propriedade Industrial
IIII
II
2VIVIB
VV
IVIV
IIIIII
IIII
II
1VIVIA
VV
IVIV
IIIIII
IIII
II
d)Carreira de Planejamento, Gestão e Infra-Estrutura em Propriedade Industrial:
SITUAÇÃO ATUALSITUAÇÃO NOVA
CargoClassePadrãoPadrãoClasseCargo
Analista em Ciência e TecnologiaSÊNIORIIIIIIESPECIALAnalista de Planejamento, Gestão e Infra-Estrutura em Propriedade Industrial
IIII
II
PLENO 3IIIIIID
IIII
II
PLENO 2IIIIIIC
IIII
II
PLENO 1IIIIIIB
IIII
II
JÚNIORIIIIIIA
IIII
II
e)Carreira de Suporte em Planejamento, Gestão e Infra-Estrutura em Propriedade Industrial:
SITUAÇÃO ATUALSITUAÇÃO NOVA
CargoClassePadrãoPadrãoClasseCargo
Assistente em Ciência e Tecnologia3IIIIIIESPECIALTécnico em Planejamento, Gestão e Infra-Estrutura em Propriedade Industrial
IIII
II
2VIVIB
VV
IVIV
IIIIII
IIII
II
1VIVIA
VV
IVIV
IIIIII
IIII
II

ANEXO XX

TERMO DE OPÇÃO

PLANO DE CARREIRAS DO INPI

Nome:Cargo:
Matrícula SIAPE:Unidade de Lotação:Unidade Pagadora:
Cidade:Estado:

( ) Servidor Ativo ( ) Aposentado ( ) Pensionista

Venho, nos termos da Medida Provisória nº , de de de 2006, e observado o disposto nos §§ 1º a 3º do seu art. 106, optar pelo enquadramento no Plano de Carreiras do INPI e pela percepção dos vencimentos e vantagens fixados pela mesma Medida Provisória.

Local e Data:, de de.

Assinatura:

Recebido em: / /.

Assinatura/Matrícula ou Carimbo do Servidor da Área de Recursos Humanos

ANEXO XXI

TABELA DE VENCIMENTO BÁSICO DOS CARGOS DO PLANO DE CARREIRA DOS CARGOS DE TECNOLOGIA MILITAR

A PARTIR DE 1º DE FEVEREIRO DE 2006

EM R$ 1,00

CLASSEPADRÃONÍVEL DO CARGO
SUPERIORINTERMEDIÁRIOAUXILIAR
ESPECIALIII565,45387,13221,89
II529,07358,07211,32
I494,41343,15201,27
CVI487,08328,84191,75
V473,00326,49182,66
IV459,39312,93174,04
III446,17299,92165,81
II433,34287,44158,00
I420,88275,55150,61
BVI408,79264,10143,57
V397,05253,20136,86
IV385,65242,73130,49
III374,58232,72124,46
II363,82223,13118,70
I353,41213,96113,22
AV343,29205,18108,00
IV333,45196,75103,06
III279,61162,5487,19
II271,59155,8783,20
I263,80149,4979,40

ANEXO XXII

(Anexo da Lei nº 9.657, de 3 de junho de 1998)

VALORES DO PONTO DA GRATIFICAÇÃO DE DESEMPENHO

DE ATIVIDADE TÉCNICO-OPERACIONAL EM TECNOLOGIA MILITAR - GDATEM

PARA OS OCUPANTES DOS CARGOS DO PLANO DE CARREIRA DOS CARGOS DE TECNOLOGIA MILITAR

A PARTIR DE 1º DE FEVEREIRO DE 2006

EM R$ 1,00

CLASSEPADRÃONÍVEL DO CARGO
SUPERIORINTERMEDIÁRIOAUXILIAR
ESPECIALIII38,1117,7010,12
II37,3117,339,91
I36,5116,959,70
CVI35,7016,589,49
V34,9016,219,27
IV34,1015,849,06
III33,3015,478,85
II32,5015,098,63
I31,6914,728,42
BVI30,8914,358,21
V30,0913,987,99
IV29,2913,607,78
III28,4813,237,57
II27,6812,867,35
I26,8812,487,14
AV26,0812,116,93
IV25,2811,746,71
III24,4711,376,50
II23,6710,996,29
I22,8710,626,07

ANEXO XXIII

CARGOS DOS QUADROS DE PESSOAL CIVIL DOS COMANDOS MILITARES CUJAS ATIVIDADES ESTÃO VOLTADAS À TECNOLOGIA MILITAR

CÓDIGOCARGONÍVEL
PRO-1601ANALISTA DE SISTEMASNS
NS-917ARQUITETONS
NS-916ENGENHEIRONS
NS-918ENGENHEIRO DE OPERAÇÕESNS
NS-908FARMACÊUTICONS
NS-919GEÓGRAFONS
NS-915METEOROLOGISTANS
PCT-201PESQUISADOR EM CIÊNCIAS EXATAS E DA NATUREZANS
NS-921QUÍMICONS
NM-1037AGENTE DE ATIVIDADES MARÍTIMAS E FLUVIAISNI
NM-1004AGENTE DE SERVIÇOS COMPLEMENTARESNI
NM-1013AGENTE DE SERVIÇOS DE ENGENHARIANI
NM-1027AGENTE DE TELECOMUNICAÇÕES E ELETRICIDADENI
NM-1038AGENTE DE TRANSPORTE MARÍTIMO E FLUVIALNI
ART-707ARTÍFICE DE AERONÁUTICANI
ART-706ARTÍFICE DE ARTES GRÁFICASNI
ART-704ARTÍFICE DE CARPINTARIA E MARCENARIANI
ART-703ARTÍFICE DE ELETRICIDADE E COMUNICAÇÕESNI
ART-701ARTÍFICE DE ESTRUTURA DE OBRAS E METALURGIANI
ART-702ARTÍFICE DE MECÂNICANI
ART-705ARTÍFICE DE MUNIÇÃO E PIROTECNIANI
NM-1010AUXILIAR DE METEOROLOGIANI
NM-1014DESENHISTANI
NM-1005.4LABORATORISTANI
NM-1019METROLOGISTANI
PRO-1603OPERADOR DE COMPUTAÇÃONI
PRO-1602PROGRAMADORNI
NM-1005TÉCNICO DE LABORATÓRIONI
NM-1015TÉCNICO EM CARTOGRAFIANI
NM-27086TÉCNICO EM MANUTENÇÃONI
NM-28003TÉCNICO EM MANUTENÇÃO ELETROTÉCNICANI
NM-1003TÉCNICO EM RADIOLOGIANI
NM-1018TECNOLOGISTANI
NM-1027.3AGENTE OPERACIONAL DE TELECOMUNICAÇÕES E ELETRICIDADENA
ART-706.2ARTÍFICE DE ARTES GRÁFICASNA
ART-704.2ARTÍFICE DE CARPINTARIA E MARCENARIANA
ART-703.2ARTÍFICE DE ELETRICIDADE E COMUNICAÇÕESNA
ART-701.2ARTÍFICE DE ESTRUTURA DE OBRAS E METALURGIANA
ART-702.2ARTÍFICE DE MECÂNICANA
ART-705.2ARTÍFICE DE MUNIÇÃO E PIROTECNIANA
ART-709AUXILIAR DE ARTÍFICENA
NA-1005.1AUXILIAR DE LABORATÓRIONA
NM-1038.1
NM 1038.2
AUXILIAR DE TRANSPORTE MARÍTIMO E FLUVIALNA
NM-1013.1AUXILIAR OPERACIONAL DE SERVIÇOS DE ENGENHARIANA

ANEXO XXIV

ORGANIZAÇÕES MILITARES

a)Comando da Marinha:
ORGANIZAÇÕES MILITARESSIGLA
ARSENAL DE MARINHA DO RIO DE JANEIROAMRJ
BASE ALMIRANTE CASTRO E SILVABACS
BASE AÉREA NAVAL DE SÃO PEDRO DA ALDEIABAeNSPA
BASE FLUVIAL DE LADÁRIOBFLa
BASE DE HIDROGRAFIA DA MARINHA EM NITERÓIBHMN
BASE NAVAL DE ARATUBNA
BASE NAVAL DE NATALBNN
BASE NAVAL DO RIO DE JANEIROBNRJ
BASE NAVAL DE VAL-DE-CÃESBNVC
CENTRO DE APOIO A SISTEMAS OPERATIVOSCASOP
CENTRO DE ARMAS DA MARINHACAM
CENTRO DE SINALIZAÇÃO NÁUTICA E REPAROS ALMIRANTE MORAES REGOCAMR
CENTRO DE ELETRÔNICA DA MARINHACETM
CENTRO DE HIDROGRAFIA DA MARINHACHM
CENTRO DE MÍSSEIS E ARMAS SUBMARINAS DA MARINHACMASM
CENTRO DE MUNIÇÃO DA MARINHACMM
CENTRO DE PROJETOS DE NAVIOSCPN
CENTRO DE REPAROS E SUPRIMENTOS ESPECIAIS DO CORPO DE FUZILEIROS NAVAISCRepSupEspCFN
CENTRO TECNOLÓGICO DA MARINHA EM SÃO PAULOCTMSP
DIRETORIA DE AERONÁUTICA DA MARINHADAerM
DIRETORIA DE ENGENHARIA NAVALDEN
DIRETORIA DE OBRAS CIVIS DA MARINHADOCM
DIRETORIA DE SISTEMAS DE ARMAS DA MARINHADSAM
DIRETORIA DE TELECOMUNICAÇÕES DA MARINHADTM
ESTAÇÃO NAVAL DO RIO GRANDEENRG
ESTAÇÃO NAVAL DO RIO NEGROENRN
LABORATÓRIO FARMACÊUTICO DA MARINHALFM
b)Comando do Exército:
ORGANIZAÇÕES MILITARESSIGLA
1º BATALHÃO DE ENGENHARIA DE CONSTRUÇÃO1º B E Cnst
2º BATALHÃO DE ENGENHARIA DE CONSTRUÇÃO2º B E Cnst
3º BATALHÃO DE ENGENHARIA DE CONSTRUÇÃO3º B E Cnst
4º BATALHÃO DE ENGENHARIA DE CONSTRUÇÃO4º B E Cnst
5º BATALHÃO DE ENGENHARIA DE CONSTRUÇÃO5º B E Cnst
6º BATALHÃO DE ENGENHARIA DE CONSTRUÇÃO6º B E Cnst
7º BATALHÃO DE ENGENHARIA DE CONSTRUÇÃO7º B E Cnst
8º BATALHÃO DE ENGENHARIA DE CONSTRUÇÃO8º B E Cnst
9º BATALHÃO DE ENGENHARIA DE CONSTRUÇÃO9º B E Cnst
10º BATALHÃO DE ENGENHARIA DE CONSTRUÇÃO10º B E Cnst
11º BATALHÃO DE ENGENHARIA DE CONSTRUÇÃO11º B E Cnst
ARSENAL DE GUERRA DE GENERAL CÂMARAA G G C
ARSENAL DE GUERRA DO RIOA G R
ARSENAL DE GUERRA DE SÃO PAULOA G S P
DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA E CONSTRUÇÃODEC
LABORATÓRIO QUÍMICO FARMACÊUTICO DO EXÉRCITOLQFEx
1º GRUPAMENTO DE ENGENHARIA DE CONSTRUÇÃOCmdo 1º Gpt E Cnst
2º GRUPAMENTO DE ENGENHARIA DE CONSTRUÇÃOCmdo 2º Gpt E Cnst
PARQUE REGIONAL DE MANUTENÇÃO/1Pq R Mnt/ 1
PARQUE REGIONAL DE MANUTENÇÃO/3Pq R Mnt/ 3
PARQUE REGIONAL DE MANUTENÇÃO/5Pq R Mnt/ 5
PARQUE REGIONAL DE MANUTENÇÃO/6Pq R Mnt/ 6
PARQUE REGIONAL DE MANUTENÇÃO/7Pq R Mnt/ 7
PARQUE REGIONAL DE MANUTENÇÃO/8Pq R Mnt/ 8
PARQUE REGIONAL DE MANUTENÇÃO/9Pq R Mnt/ 9
PARQUE REGIONAL DE MANUTENÇÃO/10Pq R Mnt/ 10
PARQUE REGIONAL DE MANUTENÇÃO/12Pq R Mnt/ 12
c)Comando da Aeronáutica:
ORGANIZAÇÕES MILITARESSIGLA
COMANDO-GERAL DO ARCOMGAR
COMANDO-GERAL DE APOIOCOMGAP
PARQUE DE MATERIAL AERONÁUTICO DE RECIFEPAMA-RF
PARQUE DE MATERIAL AERONÁUTICO DOS AFONSOSPAMA-AF
PARQUE DE MATERIAL AERONÁUTICO DO GALEÃOPAMA-GL
PARQUE DE MATERIAL AERONÁUTICO DE SÃO PAULOPAMA-SP
PARQUE DE MATERIAL AERONÁUTICO DE LAGOA SANTAPAMA-LS
PARQUE DE MATERIAL BÉLICO DA AERONÁUTICAPAMB
DEPARTAMENTO DE CONTROLE DO ESPAÇO AÉREODECEA
PARQUE DE MATERIAL ELETRÔNICO DA AERONÁUTICAPAME
PRIMEIRO CENTRO INTEGRADO DE DEFESA AÉREA E CONTROLE DE TRÁFEGO AÉREOCINDACTA 1
SEGUNDO CENTRO INTEGRADO DE DEFESA AÉREA E CONTROLE DE TRÁFEGO AÉREOCINDACTA 2
TERCEIRO CENTRO INTEGRADO DE DEFESA AÉREA E CONTROLE DE TRÁFEGO AÉREOCINDACTA 3
DEPARTAMENTO DE AVIAÇÃO CIVILDAC
LABORATÓRIO QUÍMICO E FARMACÊUTICO DA AERONÁUTICALAQFA
CENTRO DE MEDICINA AEROESPACIALCEMAL

TABELA DE CORRELAÇÃO PARA OS CARGOS DO PLANO DE

SITUAÇÃO ANTERIORSITUAÇÃO NOVA
CARGOCLASSEPADRÃOPADRÃOCLASSECARGO
Carreira de Tecnologia Militar, do Quadro de Pessoal Civil do Comando da Marinha.
Cargos de nível superior, intermediário e auxiliar, do Plano de Classificação de Cargos, e de planos correlatos, descritos no Anexo XXIII, que integram o quadro de pessoal das Organizações Militares relacionadas no Anexo XXIV
AIIIIIIESPECIALCarreira de Tecnologia Militar
Cargos de nível superior, intermediário e auxiliar do Plano de Carreira dos Cargos de Tecnologia Militar
IIII
II
BVIVIC
VV
IVIV
IIIIII
IIII
II
CVIVIB
VV
IVIV
IIIIII
IIII
II
DVVA
IVIV
IIIIII
IIII
II

ANEXO XXVI

(Anexo II da Lei nº 10.551, de 13 de novembro de 2002)

VALOR DO PONTO DA GRATIFICAÇÃO DE DESEMPENHO DE ATIVIDADE DE CONTROLE E SEGURANÇA DO TRÁFEGO AÉREO - GDASA

A PARTIR DE 1º DE JULHO DE 2006

EM R$

NÍVEL DO CARGOVALOR DO PONTO
SUPERIOR42,10
INTERMEDIÁRIO22,70

ANEXO XXVII

(Anexo da Lei nº 10.225, de 15 de maio de 2001)

CATEGORIAS PROFISSIONAIS, ESTRUTURA E VALORES DOS SALÁRIOS DOS EMPREGOS PÚBLICOS DO QUADRO DE PESSOAL DO

HOSPITAL DAS FORÇAS ARMADAS - HFA

a)Especialista em Saúde - Área Médico-odontológica:

EM R$

CATEGORIAS PROFISSIONAISCLASSENÍVELSALÁRIOS

A PARTIR DE 1º DE JULHO DE 2006

Médico
Odontólogo
D206.003,08
195.804,96
185.613,42
175.428,17
165.249,04
C154.981,33
144.816,96
134.657,99
124.504,29
114.355,64
B104.133,49
93.997,10
83.865,20
73.737,63
63.614,29
A53.429,96
43.316,77
33.207,32
23.101,50
12.999,14
b)Especialista em Saúde - Área Complementar:
CATEGORIAS PROFISSIONAISCLASSENÍVELSALÁRIOS

A PARTIR DE 1º DE JULHO DE 2006

· Enfermeiro
Farmacêutico
Psicólogo
Assistente Social
Nutricionista
Fonoaudiólogo
Fisioterapeuta
D205.543,42
195.363,87
185.190,13
175.022,02
164.859,37
C154.611,54
144.462,15
134.317,64
124.177,79
114.042,46
B103.836,32
93.712,06
83.591,82
73.475,48
63.362,92
A53.191,40
43.088,04
32.988,00
22.891,22
12.795,87
c)Técnico em Saúde:
CATEGORIAS PROFISSIONAISCLASSENÍVELSALÁRIOS

A PARTIR DE 1º DE JULHO DE 2006

Técnico de Enfermagem
Técnico de Laboratório
Técnico de Radiologia
Técnico de Gesso
Técnico de Necropsia
Técnico de Hemoterapia
Técnico de Medicina Nuclear
Técnico de Função Pulmonar
Técnico de Cito e Histologia
Técnico em Eletroencefalografia
Técnico em Atividades Hospitalares
Técnico em Higiene Dental
D202.589,15
192.503,71
182.421,08
172.341,17
162.263,92
C152.148,46
142.077,57
132.009,00
121.942,72
111.878,60
B101.782,78
91.723,95
81.667,07
71.612,06
61.558,84
A51.479,35
41.430,52
31.383,32
21.337,67
11.294,57

ANEXO XXVIII

(Anexo IV da Lei nº 11.091, de 12 de janeiro de 2005)

TABELA DE PERCENTUAIS DE INCENTIVO À QUALIFICAÇÃO

Nível de ClassificaçãoNível de escolaridade formal superior ao previsto para o exercício do cargo(*)Percentuais de incentivo
Área de conhecimento com relação diretaÁrea de conhecimento com relação indireta
AEnsino fundamental completoAté 10%-
Ensino médio completoAté 15%-
Ensino médio profissionalizante ou ensino médio com curso técnico completo ou título de educação formal de maior grauAté 20%Até 10%
BEnsino Fundamental completo5%-
Ensino médio completoAté 10%-
Ensino médio profissionalizante ou ensino médio com curso técnico completoAté 15%Até 10%
Curso de graduação completoAté 20%Até 15%
CEnsino Fundamental completo5%-
Ensino médio completoAté 8%-
Ensino médio com curso técnico completoAté 10%5%
Curso de graduação completoAté 15%Até 10%
Especialização, superior ou igual a 360hAté 20%Até 15%
DEnsino médio completoAté 8%-
Curso de graduação completoAté 10%5%
Especialização, superior ou igual a 360hAté 15%Até 10%
Mestrado ou título de educação formal de maior grauAté 20%Até 15%
EEspecialização, superior ou igual a 360hAté 10%5%
MestradoAté 15%Até 10%
DoutoradoAté 20%Até 15%

(*) Curso reconhecido pelo Ministério da Educação

ANEXO XXIX

FUNÇÕES COMISSIONADAS DO INSS - FCINSS

FUNÇÃOQUANTITATIVOVALOR UNITÁRIO (R$)
FCINSS-11.0761.000,00
FCINSS-21511.300,00
FCINSS-31002.100,00
CUSTO GLOBAL AUTORIZADO1.482.300,00

ANEXO XXX

TABELA DE VENCIMENTO BÁSICO DOS SERVIDORES INTEGRANTES DOS QUADROS DE PESSOAL DO INMETRO E DO INPI REFERIDOS NO § 3º DO ART. 155

a)Cargos do Nível Superior do Plano de Carreiras do INMETRO e do INPI

em R$

CLASSEPADRÃOVENCIMENTO BÁSICO
ESPECIALIII4.682,73
II4.546,33
I4.413,92
CVI4.117,46
V3.997,54
IV3.881,11
III3.768,06
II3.658,31
I3.551,76
BVI3.313,21
V3.216,71
IV3.123,02
III3.032,06
II2.943,74
I2.858,00
AV2.666,05
IV2.588,40
III2.513,01
II2.439,81
I2.368,75
b)Cargos do Nível Intermediário do Plano de Carreiras do INMETRO e do INPI:
CLASSEPADRÃOVENCIMENTO BÁSICO
ESPECIALIII1.880,00
II1.830,57
I1.782,45
CVI1.697,57
V1.652,94
IV1.609,48
III1.567,17
II1.525,97
I1.485,85
BVI1.415,10
V1.377,89
IV1.341,67
III1.306,40
II1.272,05
I1.238,61
AV1.179,63
IV1.148,61
III1.118,42
II1.089,01
I1.060,38
c)Cargos do Nível Auxiliar do Plano de Carreiras do INMETRO:
CLASSEPADRÃOVENCIMENTO BÁSICO
ESPECIALIII895,00
II877,45
I860,25
CVI836,82
V820,41
IV804,32
III788,55
II773,09
I757,93
BVI737,29
V722,83
IV708,66
III694,76
II681,14
I667,78
AV649,59
IV636,86
III624,37
II612,13
I600,12

ANEXO XXXI

TABELA DE CORRELAÇÃO DOS CARGOS DE NÍVEL SUPERIOR E INTERMEDIÁRIO NÃO INTEGRANTES DAS CARREIRAS DA ÁREA DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO INMETRO E DO INPI

SITUAÇÃO ATUALSITUAÇÃO NOVA
CargoClassePadrãoPadrãoClasseCargo
Cargos de Nível Superior e Intermediário não integrantes das carreiras da área de Ciência e Tecnologia, regidos pela Lei nº 8.112, de 1990, pertencentes ao quadro de pessoal do INMETRO ou do INPIAIIIIIIESPECIALCargos de nível superior e intermediário do Plano de Carreiras do Instituto Nacional de Metrologia e Qualidade - INMETRO ou do Plano de Carreiras do Instituto Nacional de Propriedade Industrial - INPI
IIII
II
BVIVIC
VV
IVIV
IIIIII
IIII
II
CVIVIB
VV
IVIV
IIIIII
IIII
II
DVVA
IVIV
IIIIII
IIII
II

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