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Decreto nº 11.103, de 24 de junho de 2022

Presidência da República

Secretaria-Geral

Subchefia para Assuntos Jurídicos

Aprova a Estrutura Regimental e o Quadro Demonstrativo dos Cargos em Comissão e das Funções de Confiança do Ministério da Justiça e Segurança Pública e remaneja e transforma cargos em comissão e funções de confiança.

O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, no uso da atribuição que lhe confere o art. 84, caput, inciso VI, alínea “a”, da Constituição,

DECRETA:

Art. 1.
Ficam aprovados a Estrutura Regimental e o Quadro Demonstrativo dos Cargos em Comissão e das Funções de Confiança do Ministério da Justiça e Segurança Pública, na forma dos Anexos I e II.
Art. 2.
Ficam remanejados, na forma do Anexo III, os seguintes cargos em comissão do Grupo-Direção e Assessoramento Superiores - DAS, Funções Comissionadas do Poder Executivo - FCPE, Funções Gratificadas - FG, Cargos Comissionados Executivos - CCE e Funções Comissionadas Executivas - FCE:
Ido Ministério da Justiça e Segurança Pública para a Secretaria de Gestão da Secretaria Especial de Desburocratização, Gestão e Governo Digital do Ministério da Economia:
a)oito DAS 101.6;
b)trinta e um DAS 101.5;
c)sessenta e cinco DAS 101.4;
d)cento e seis DAS 101.3;
e)noventa DAS 101.2;
f)trinta e dois DAS 101.1;
g)seis DAS 102.5;
h)nove DAS 102.4;
i)seis DAS 102.3;
j)três DAS 102.2;
k)vinte DAS 102.1;
l)um DAS 103.4;
m)duas FCPE 101.6;
n)quinze FCPE 101.5;
o)cento e vinte e cinco FCPE 101.4;
p)cento e cinquenta e dois FCPE 101.3;
q)trezentos e seis FCPE 101.2;
r)quatrocentos e três FCPE 101.1;
s)uma FCPE 102.4;
t)cinco FCPE 102.2;
u)três FCPE 102.1;
v)cinco FCPE 104.4;
w)quatro FCPE 104.3;
x)sete FCPE 104.2;
y)sete FCPE 104.1;
z)duzentas e três FG-1;

aa) quinhentos e cinquenta e cinco FG-2; e

ab) mil e quatrocentos e uma FG-3; e

IIda Secretaria de Gestão da Secretaria Especial de Desburocratização, Gestão e Governo Digital do Ministério da Economia para o Ministério da Justiça e Segurança Pública:
a)oito CCE 1.17;
b)um CCE 1.16
c)trinta CCE 1.15;
d)três CCE 1.14;
e)cinquenta e oito CCE 1.13;
f)cem CCE 1.10;
g)oitenta e quatro CCE 1.07;
h)vinte e oito CCE 1.05;
i)oito CCE 2.15;
j)onze CCE 2.13;
k)sete CCE 2.10;
l)quatro CCE 2.07;
m)três CCE 2.06;
n)dezesseis CCE 2.05;
o)um CCE 2.04;
p)um CCE 3.13;
q)um CCE 3.08;
r)um CCE 3.05;
s)duas FCE 1.17;
t)quinze FCE 1.15;
u)cento e quarenta FCE 1.13;
v)uma FCE 1.12;
w)cento e sessenta e quatro FCE 1.10;
x)trezentos e vinte e cinco FCE 1.07;
y)quinhentos e cinco FCE 1.05;
z)trinta FCE 1.03;

aa) seiscentos e setenta e quatro FCE 1.02;

ab) mil quinhentos e quinze FCE 1.01;

ac) três FCE 2.13;

ad) quatro FCE 2.10;

ae) sete FCE 2.07;

af) uma FCE 2.05;

ag) uma FCE 2.03;

ah) três FCE 2.02;

ai) uma FCE 3.13;

aj) uma FCE 3.12;

ak) cinco FCE 3.10;

al) vinte FCE 3.07;

am) quatro FCE 4.13;

an) onze FCE 4.10;

ao) uma FCE 4.09;

ap) cinco FCE 4.08;

aq) dezessete FCE 4.07;

ar) vinte e quatro FCE 4.06;

as) vinte e seis FCE 4.05;

at) oitenta e nove FCE 4.04;

au) cento e quarenta e duas FCE 4.03;

av) trinta e nove FCE 4.02; e

aw) quatorze FCE 4.01.

Art. 3.
Ficam remanejadas, na forma do Anexo IV, do Ministério da Justiça e Segurança Pública para a Secretaria de Gestão da Secretaria Especial de Desburocratização, Gestão e Governo Digital do Ministério da Economia, as seguintes Funções Comissionadas Técnicas - FCT previstas no Anexo V ao Decreto nº 9.662, de 1º de janeiro de 2019:
Inove FCT-1;
IItrinta e duas FCT-2;
IIIsessenta e duas FCT-5;
IVquarenta e quatro FCT-6;
Vvinte e duas FCT-7;
VIquarenta e três FCT-8;
VIIsessenta FCT-9;
VIIIdezoito FCT-10;
IXsetenta e nove FCT-11;
Xtrinta e sete FCT-12;
XItrinta FCT-13; e
XIItrinta e seis FCT-15.
Art. 4.
Ficam transformados, nos termos do disposto no art. 6º da Lei nº 14.204, de 16 de setembro de 2021, na forma do Anexo V:
Iem CCE: cargos em comissão do Grupo-DAS; e
IIem FCE:
a)cargos em comissão do Grupo-DAS;
b)FCPE;
c)FG; e
d)FCT.
Art. 5.
O cargo de Natureza Especial de Secretário-Executivo do Ministério da Justiça e Segurança Pública fica transformado no CCE 1.18 de Secretário-Executivo do Ministério da Justiça e Segurança Pública.
Art. 6.
Os ocupantes dos cargos em comissão e das funções de confiança que deixam de existir na Estrutura Regimental do Ministério da Justiça e Segurança Pública por força deste Decreto ficam automaticamente exonerados ou dispensados.
Art. 7.
Aplica-se o disposto nos art. 11 a art. 14 do Decreto nº 10.829, de 5 de outubro de 2021, quanto ao regimento interno, à permuta entre CCE e FCE, à realocação de cargos em comissão e de funções de confiança por ato inferior a decreto no Ministério da Justiça e Segurança Pública e ao registro de alterações por ato inferior a decreto.
Art. 8.
A atual estrutura de cargos em comissão e de FCT constantes, respectivamente, nos Anexos VI e VII, fica mantida na Defensoria Pública da União.
§ 1ºO disposto no caput do art. 6º e no art. 7º não se aplica aos cargos em comissão e funções de confiança alocados atualmente na Defensoria Pública da União.
§ 2ºOs cargos em comissão e as funções a que se refere o caput serão geridos de acordo com as normas da Defensoria Pública da União.
§ 3ºOs cargos em comissão e as funções a que se refere o caput serão remanejados para a Secretaria de Gestão da Secretaria Especial de Desburocratização, Gestão e Governo Digital do Ministério da Economia na data de entrada em vigor da Estrutura Regimental da Defensoria Pública da União e os seus ocupantes serão automaticamente exonerados ou dispensados.
Art. 9.
Ficam revogados:
Io Decreto nº 9.662, de 2019;
IIo Decreto nº 9.701, de 8 de fevereiro de 2019;
IIIo art. 2º do Decreto nº 10.034, de 1º de outubro de 2019;
IVo Decreto nº 10.073, de 18 de outubro de 2019;
Vo Decreto nº 10.365, de 22 de maio de 2020;
VIo Decreto nº 10.379, de 28 de maio de 2020;
VIIo Decreto nº 10.515, de 8 de outubro de 2020; e
VIIIo Decreto nº 10.785, de 1º de setembro de 2021.
Art. 10.
Este Decreto entra em vigor em 19 de setembro de 2022. (Redação dada pelo Decreto nº 11.131, de 2022)

Brasília, 24 de junho de 2022; 201º da Independência e 134º da República.

JAIR MESSIAS BOLSONARO

Anderson Gustavo Torres

Paulo Guedes

Este texto não substitui o publicado no DOU de 27.6.2022

ANEXO I

ESTRUTURA REGIMENTAL DO MINISTÉRIO DA JUSTIÇA E SEGURANÇA PÚBLICA

CAPÍTULO I

DA NATUREZA E DA COMPETÊNCIA

Art. 1.
O Ministério da Justiça e Segurança Pública, órgão da administração pública federal direta, tem como área de competência os seguintes assuntos:
Idefesa da ordem jurídica, dos direitos políticos e das garantias constitucionais;
IIpolítica judiciária;
IIIpolíticas sobre drogas, quanto a:
a)difusão de conhecimento sobre crimes, delitos e infrações relacionados às drogas lícitas e ilícitas; e
b)combate ao tráfico de drogas e crimes conexos, inclusive por meio da recuperação de ativos que financiem ou sejam resultado dessas atividades criminosas;
IVdefesa da ordem econômica nacional e dos direitos do consumidor;
Vnacionalidade, imigração e estrangeiros;
VIouvidoria-geral do consumidor e das polícias federais;
VIIprevenção e combate à corrupção, à lavagem de dinheiro e ao financiamento ao terrorismo e cooperação jurídica internacional;
VIIIcoordenação de ações para combate a infrações penais em geral, com ênfase em corrupção, crime organizado e crimes violentos;
IXpolítica nacional de arquivos;
Xcoordenação e promoção da integração da segurança pública no território nacional, em cooperação com os entes federativos;
XIaquelas previstas no § 1º do art. 144 da Constituição, por meio da Polícia Federal;
XIIaquela prevista no § 2º do art. 144 da Constituição, por meio da Polícia Rodoviária Federal;
XIIIpolítica de organização e manutenção da polícia civil, da polícia militar e do corpo de bombeiros militar do Distrito Federal, nos termos do disposto no inciso XIV do caput do art. 21 da Constituição;
XIVdefesa dos bens e dos próprios da União e das entidades integrantes da administração pública federal indireta;
XVcoordenação do Sistema Único de Segurança Pública;
XVIplanejamento, coordenação e administração da política penitenciária nacional;
XVIIcoordenação, em articulação com os órgãos e as entidades competentes da administração pública federal, da instituição de escola superior de altos estudos ou congêneres, ou de programas, enquanto não instalada a escola superior, em matérias de segurança pública, em instituição existente;

XVIII - promoção da integração e da cooperação entre os órgãos federais, estaduais, distritais e municipais e articulação com os órgãos e as entidades de coordenação e supervisão das atividades de segurança pública;

XIXestímulo e propositura aos órgãos federais, estaduais, distritais e municipais de elaboração de planos e programas integrados de segurança pública, com o objetivo de prevenir e reprimir a violência e a criminalidade;
XXdesenvolvimento de estratégia comum baseada em modelos de gestão e de tecnologia que permitam a integração e a interoperabilidade dos sistemas de tecnologia da informação dos entes federativos;
XXIdireitos dos índios, incluído o acompanhamento das ações de saúde desenvolvidas em prol das comunidades indígenas; e
XXIIassistência ao Presidente da República em matérias não afetas a outro Ministério.

CAPÍTULO II

DA ESTRUTURA ORGANIZACIONAL

Art. 2.
O Ministério da Justiça e Segurança Pública tem a seguinte estrutura organizacional:
Iórgãos de assistência direta e imediata ao Ministro de Estado da Justiça e Segurança Pública:
a)Assessoria Especial de Controle Interno;
b)Assessoria Especial de Assuntos Federativos e Parlamentares;
c)Assessoria Especial de Assuntos Legislativos;
d)Assessoria Especial Internacional;
e)Gabinete;
f)Secretaria-Executiva:

1. Subsecretaria de Administração;

2. Subsecretaria de Planejamento e Orçamento; e

3. Diretoria de Tecnologia da Informação e Comunicação; e

g)Consultoria Jurídica;
IIórgãos específicos singulares:
a)Secretaria Nacional de Justiça:

1. Departamento de Recuperação de Ativos e Cooperação Jurídica Internacional;

2. Departamento de Migrações; e

3. Departamento de Promoção de Políticas de Justiça;

b)Secretaria Nacional do Consumidor:

1. Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor; e

2. Departamento de Projetos e de Políticas de Direitos Coletivos e Difusos;

c)Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas e Gestão de Ativos:

1. Diretoria de Gestão de Ativos; e

2. Diretoria de Políticas Públicas e Articulação Institucional;

d)Secretaria Nacional de Segurança Pública:

1. Diretoria de Políticas de Segurança Pública;

2. Diretoria de Gestão e Integração de Informações; e

3. Diretoria da Força Nacional de Segurança Pública;

e)Secretaria de Gestão e Ensino em Segurança Pública:

1. Diretoria de Gestão; e

2. Diretoria de Ensino e Pesquisa;

f)Secretaria de Operações Integradas:

1. Diretoria de Operações; e

2. Diretoria de Inteligência;

g)Departamento Penitenciário Nacional:

1. Diretoria-Executiva;

2. Corregedoria-Geral do Departamento Penitenciário Nacional;

3. Diretoria de Políticas Penitenciárias;

4. Diretoria do Sistema Penitenciário Federal; e

5. Diretoria de Inteligência Penitenciária;

h)Polícia Federal:

1. Diretoria-Executiva;

2. Diretoria de Investigação e Combate ao Crime Organizado e à Corrupção;

3. Corregedoria-Geral de Polícia Federal;

4. Diretoria de Inteligência Policial;

5. Diretoria Técnico-Científica;

6. Diretoria de Gestão de Pessoal;

7. Diretoria de Administração e Logística Policial; e

8. Diretoria de Tecnologia da Informação e Inovação;

i)Polícia Rodoviária Federal:

1. Diretoria-Executiva;

2. Diretoria de Operações;

3. Diretoria de Inteligência;

4. Corregedoria-Geral e Controle Interno;

5. Diretoria de Gestão de Pessoas;

6. Diretoria de Administração e Logística; e

7. Diretoria de Tecnologia da Informação e Comunicação;

j)Arquivo Nacional;
IIIórgãos colegiados:
a)Conselho Federal Gestor do Fundo de Defesa dos Direitos Difusos;
b)Conselho Nacional de Combate à Pirataria e Delitos contra a Propriedade Intelectual;
c)Conselho Nacional de Políticas sobre Drogas;
d)Conselho Nacional de Arquivos;
e)Conselho Nacional de Política Criminal e Penitenciária;
f)Conselho Nacional de Segurança Pública e Defesa Social;
g)Conselho Gestor do Fundo Nacional de Segurança Pública;
h)Conselho Nacional de Imigração; e
i)Conselho Nacional de Política Indigenista; e
IVentidades vinculadas:
a)Conselho Administrativo de Defesa Econômica; e
b)Fundação Nacional do Índio.

CAPÍTULO III

DAS COMPETÊNCIAS DOS ÓRGÃOS

Art. 3.
À Assessoria Especial de Controle Interno compete:
Iassessorar diretamente o Ministro de Estado nas áreas de controle, risco, transparência e integridade da gestão;
IIassistir o Ministro de Estado no pronunciamento estabelecido no art. 52 da Lei nº 8.443, de 16 de julho de 1992;
IIIprestar orientação técnica ao Secretário-Executivo, aos gestores do Ministério e aos representantes indicados pelo Ministro de Estado em conselhos e comitês, nas áreas de controle, risco, transparência e integridade da gestão;
IVprestar orientação técnica e acompanhar os trabalhos das unidades do Ministério com vistas a subsidiar a elaboração da prestação de contas anual do Presidente da República e do relatório de gestão;
Vprestar orientação técnica na elaboração e na revisão de normas internas e de manuais;
VIapoiar a supervisão ministerial das entidades vinculadas, em articulação com as respectivas unidades de auditoria interna, inclusive quanto ao planejamento e aos resultados dos trabalhos;
VIIauxiliar na interlocução sobre assuntos relacionados à ética, à ouvidoria e à correição entre as unidades responsáveis no Ministério e os órgãos de controle interno e externo e de defesa do Estado;
VIIIacompanhar processos de interesse do Ministério junto aos órgãos de controle interno e externo e de defesa do Estado;
IXacompanhar a implementação das recomendações da Controladoria-Geral da União e das deliberações do Tribunal de Contas da União, relacionadas ao Ministério da Justiça e da Segurança Pública, e atender outras demandas provenientes dos órgãos de controle interno e externo e de defesa do Estado; e
Xapoiar as ações de capacitação nas áreas de controle, risco, transparência e integridade da gestão.
Art. 4.
À Assessoria Especial de Assuntos Federativos e Parlamentares compete:
Iparticipar do processo de articulação com o Congresso Nacional nos assuntos de competência do Ministério, observadas as competências dos órgãos que integram a Presidência da República;
IIprovidenciar o atendimento às consultas e aos requerimentos formulados, além de acompanhar a tramitação legislativa dos projetos de interesse do Ministério; e
IIIparticipar do processo de interlocução com os governos estaduais, distrital e municipais, com as assembleias legislativas estaduais, com a Câmara Legislativa do Distrito Federal e com as câmaras municipais nos assuntos de competência do Ministério, com o objetivo de assessorá-los em suas iniciativas e de providenciar o atendimento às consultas formuladas, observadas as competências dos órgãos que integram a Presidência da República.
Art. 5.
À Assessoria Especial de Assuntos Legislativos compete:
Iassessorar o Ministro de Estado nos assuntos referentes à elaboração normativa de interesse do Ministério da Justiça e Segurança Pública nos temas não afetos a outros órgãos ou, por solicitação, de outros Ministérios ou da Presidência da República;
IIexaminar projetos de atos normativos em trâmite no Congresso Nacional;
IIIprestar apoio e participar de comissões de juristas, de pesquisas e de grupos de trabalho constituídos para elaboração de proposições legislativas e outros atos normativos;
IVproceder ao levantamento de atos normativos conexos, nos temas relativos ao Ministério e nos temas não afetos a outros órgãos, com vistas a consolidar os seus textos;
Vformular e examinar propostas de atos normativos, inclusive quanto ao mérito, nas matérias não afetas a outros Ministérios;
VIpromover a qualificação dos processos de elaboração normativa, inclusive por meio da organização de debates públicos; e
VIIarticular os posicionamentos relativos à política legislativa em temas do interesse do Ministério com os órgãos e as entidades da administração pública, o Congresso Nacional e a sociedade.
Parágrafo únicoAs competências da Assessoria Especial de Assuntos Legislativos serão exercidas em articulação com a Consultoria Jurídica.
Art. 6.
À Assessoria Especial Internacional compete:
Iassessorar o Ministro de Estado e as demais unidades do Ministério da Justiça e Segurança Pública, no País e no exterior, nos temas, nas negociações e nos processos internacionais de interesse do Ministério, em articulação com o Ministério das Relações Exteriores;
IIpreparar subsídios e informações para a elaboração de pronunciamentos, conferências, artigos e textos de apoio ao Ministro de Estado e aos Secretários do Ministério;
IIIcoordenar, em articulação com os órgãos específicos singulares e os órgãos colegiados, a posição do Ministério em temas internacionais e a sua participação em eventos e processos negociadores em foros internacionais;
IVcontribuir na preparação de eventos, reuniões e atividades internacionais com participação do Ministro de Estado, dos Diretores e dos Secretários do Ministério;
Vrepresentar o Ministro de Estado em reuniões, eventos e negociações internacionais, além de presidir ou compor grupos de trabalho intergovernamentais, no País e no exterior, quando demandado;
VIassessorar a implementação, em coordenação com os órgãos específicos singulares e os órgãos colegiados, das diretrizes da política externa na área de segurança pública;
VIImanter interlocução direta junto a embaixadores estrangeiros e representantes de organismos internacionais sediados no Distrito Federal;
VIIIatuar como interlocutora junto a embaixadores no Ministério das Relações Exteriores e nas embaixadas e representações brasileiras junto a organismos internacionais;
IXplanejar e organizar as viagens internacionais oficiais do Ministro de Estado e dos Diretores e Secretários do Ministério, além de preparar subsídios para a sua atuação em visitas oficiais, comitês, seminários, conferências, assembleias e outros eventos relacionados com a área de segurança pública; e
Xpreparar e acompanhar audiências do Ministro de Estado e de Secretários do Ministério com autoridades estrangeiras em visitas oficiais ao País.
Art. 7.
Ao Gabinete compete:
Iassistir o Ministro de Estado em sua representação política e social e ocupar-se das relações públicas e do preparo e do despacho de seu expediente pessoal;
IIcoordenar e desenvolver atividades que auxiliem a atuação institucional do Ministério, no âmbito internacional, em articulação com o Ministério das Relações Exteriores e outros órgãos da administração pública federal;
IIIplanejar, coordenar e executar a política de comunicação social e a publicidade institucional do Ministério, em consonância com as diretrizes de comunicação da Presidência da República;
IVsupervisionar as atividades de ouvidoria e aquelas relacionadas com os sistemas federais de transparência e de acesso a informações, no âmbito do Ministério;
Vprovidenciar a publicação oficial e a divulgação das matérias relacionadas com a área de atuação do Ministério;
VIfomentar e articular o diálogo entre os diferentes segmentos da sociedade e os órgãos do Ministério, inclusive por meio da articulação com os órgãos colegiados;
VIIcoordenar e articular as relações políticas do Ministério com os diferentes segmentos da sociedade;
VIIIacompanhar as atividades dos conselhos e dos demais órgãos colegiados do Ministério; e
IXapoiar as atividades relacionadas ao Sistema de Correição do Poder Executivo Federal, no âmbito do Ministério, nos termos do disposto no Decreto nº 5.480, de 30 de junho de 2005.
Art. 8.
À Secretaria-Executiva compete:
Iassistir o Ministro de Estado na supervisão e na coordenação das atividades das Secretarias integrantes da estrutura do Ministério e das entidades a ele vinculadas;
IIsupervisionar e coordenar as atividades relacionadas com os sistemas federais de planejamento e de orçamento, de organização e inovação institucional, de contabilidade, de informação de custos, de administração financeira, de administração dos recursos de informação e informática, de recursos humanos, de serviços gerais e de gestão de documentos de arquivo, no âmbito do Ministério;
IIIelaborar e orientar a política de pesquisa, desenvolvimento e inovação, no âmbito do Ministério e das entidades a ele vinculadas; e
IVauxiliar o Ministro de Estado na definição das diretrizes e na implementação das ações das áreas de competência do Ministério.
Art. 9.
À Subsecretaria de Administração compete:
Iplanejar, coordenar e supervisionar a execução das atividades relacionadas com os sistemas federais de recursos humanos, de serviços gerais e de gestão de documentos de arquivo, no âmbito do Ministério;
IIpromover a articulação com os órgãos centrais dos sistemas federais referidos no inciso I, e informar e orientar os órgãos integrantes da estrutura do Ministério e das entidades a ele vinculadas quanto ao cumprimento das normas estabelecidas;
IIIelaborar e consolidar os planos e os programas das atividades de sua área de competência e submetê-los à decisão superior; e
IVacompanhar e promover a avaliação de projetos e atividades, no âmbito de sua competência.
Art. 10.
À Subsecretaria de Planejamento e Orçamento compete:
Iplanejar, coordenar e supervisionar a execução das atividades relacionadas com os sistemas federais de planejamento e de orçamento, de organização e de inovação institucional, de contabilidade e de informação de custos e de administração financeira no âmbito do Ministério;
IIpromover a articulação com os órgãos centrais dos sistemas federais referidos no inciso I e informar e orientar os órgãos integrantes da estrutura do Ministério e das entidades a ele vinculadas quanto ao cumprimento das normas estabelecidas;
IIIelaborar e consolidar os planos e os programas das atividades de sua área de competência e submetê-los à decisão superior;
IVacompanhar e promover a avaliação de projetos e atividades, no âmbito de sua competência; e
Vdesenvolver atividades de execução contábil no âmbito do Ministério.
Art. 11.
À Diretoria de Tecnologia da Informação e Comunicação compete:
Iplanejar, coordenar e supervisionar a execução das atividades relacionadas ao Sistema de Administração dos Recursos de Tecnologia da Informação no âmbito do Ministério;
IIpromover a articulação com o órgão central do sistema federal referido no inciso I do caput e informar e orientar os órgãos integrantes da estrutura do Ministério e das entidades a ele vinculadas quanto ao cumprimento das normas estabelecidas;
IIIelaborar e consolidar os planos e os programas das atividades de sua área de competência e submetê-los à decisão superior; e
IVacompanhar e promover a avaliação de projetos e atividades, no âmbito de sua competência.
Art. 12.
À Consultoria Jurídica, órgão setorial da Advocacia-Geral da União, compete:
Iprestar assessoria e consultoria jurídica no âmbito do Ministério;
IIfixar a interpretação da Constituição, das leis, dos tratados e dos demais atos normativos a ser seguida uniformemente na área de atuação do Ministério quando não houver orientação normativa do Advogado-Geral da União;
IIIatuar, em conjunto com os órgãos técnicos do Ministério, na elaboração de propostas de atos normativos de interesse do Ministério;
IVrealizar revisão final da técnica legislativa e emitir parecer conclusivo sobre a constitucionalidade, a legalidade e a compatibilidade com o ordenamento jurídico das propostas de atos normativos de interesse do Ministério;
Vexaminar a constitucionalidade, a legalidade, a compatibilidade com o ordenamento jurídico e a técnica legislativa dos atos normativos que serão remetidos pelo Ministro de Estado à consideração da Presidência da República;
VIexaminar a coerência com o ordenamento jurídico e a regularidade jurídica dos projetos de atos normativos em fase de sanção;
VIIassistir o Ministro de Estado no controle interno da legalidade administrativa dos atos do Ministério e das entidades a ele vinculadas;
VIIIzelar pelo cumprimento e pela observância das orientações dos órgãos da Advocacia-Geral da União; e
IXexaminar, prévia e conclusivamente, no âmbito do Ministério:
a)os textos de convênios, de editais de licitação e de contratos ou instrumentos congêneres a serem publicados e celebrados; e
b)os atos pelos quais se reconheça a inexigibilidade ou se decida pela dispensa de licitação.

Seção II

Dos órgãos específicos singulares

Art. 13.
À Secretaria Nacional de Justiça compete:
Ipromover a política de justiça, por intermédio da articulação com os órgãos e as entidades do Poder Executivo, e com o Poder Judiciário, o Poder Legislativo, o Ministério Público, a Defensoria Pública, a Ordem dos Advogados do Brasil, os Governos estaduais, distrital e municipais, as agências internacionais e as organizações da sociedade civil;
IIcoordenar, em parceria com os órgãos da administração pública, a Estratégia Nacional de Combate à Corrupção e à Lavagem de Dinheiro - Enccla e outras ações do Ministério relacionadas com o enfrentamento da corrupção, da lavagem de dinheiro e do crime organizado transnacional;
IIIcoordenar a negociação de acordos e a formulação de políticas de cooperação jurídica internacional, civil e penal, e a execução dos pedidos e das cartas rogatórias relacionadas com essas matérias;
IVcoordenar as ações relativas à recuperação de ativos;
Vcoordenar, em parceria com os demais órgãos e entidades da administração pública federal, a formulação e a implementação das seguintes políticas:
a)política nacional de migrações, especialmente quanto à nacionalidade, à naturalização, ao regime jurídico e à migração;
b)política nacional sobre refugiados;
c)política nacional de enfrentamento ao tráfico de pessoas;
d)políticas públicas de classificação indicativa; e
e)políticas públicas de modernização, aperfeiçoamento e democratização do acesso à justiça e à cidadania;
VIcoordenar e desenvolver as atividades referentes à relação do Ministério com os atores do sistema de justiça;
VIIinstruir e opinar sobre os processos de provimento e vacância de cargos de magistrados de competência do Presidente da República;
VIIIcoordenar, articular, integrar e propor ações de governo e de participação social, inclusive em foros e redes internacionais, e promover a difusão de informações, estudos, pesquisas e capacitações, em sua área de competência;
IXpropor a adequação e o aperfeiçoamento da legislação relativa às matérias de sua competência; e
Xpromover as ações sobre política imigratória laboral.
Art. 14.
Ao Departamento de Recuperação de Ativos e Cooperação Jurídica Internacional compete:
Iarticular, integrar e propor ações entre os órgãos dos Poderes Executivo e Judiciário e o Ministério Público para o enfrentamento da corrupção, da lavagem de dinheiro e do crime organizado transnacional, inclusive no âmbito da Enccla;
IIcoordenar a Rede Nacional de Laboratórios de Tecnologia Contra Lavagem de Dinheiro - Rede-Lab;
IIIestruturar, implementar e monitorar ações de governo, além de promover a articulação entre os órgãos dos Poderes Executivo e Judiciário e o Ministério Público nas seguintes áreas:
a)cooperação jurídica internacional em matéria cível, inclusive em assuntos relacionados:

1. ao acesso internacional à justiça;

2. à prestação internacional de alimentos; e

3. à visitação, à adoção e à subtração internacional de crianças e adolescentes;

b)cooperação jurídica internacional em matéria penal, inclusive em assuntos relacionados à:

1. extradição;

2. transferência de pessoas condenadas;

3. transferência da execução da pena; e

4. transferência de processo criminal; e

c)recuperação de ativos;
IVexercer a função de autoridade central, por meio da coordenação e da instrução de pedidos ativos e passivos de cooperação jurídica internacional nas áreas a que se refere o inciso III, por delegação do Ministro de Estado, exceto se houver designação específica que disponha de maneira diversa;
Vexercer a função de autoridade central federal em matéria de adoção internacional de crianças, nos termos do disposto na Lei nº 8.069, de 13 de julho de 1990;
VIatuar na negociação de tratados bilaterais e multilaterais vinculados à cooperação jurídica internacional e à recuperação de ativos, e aos demais temas relacionados com matérias de sua competência;
VIIrealizar o acompanhamento técnico dos foros e dos organismos internacionais nas áreas de que tratam os incisos I e II e exercer as funções de ponto de contato, enlace e similares nas redes de cooperação internacional e de recuperação de ativos; e
VIIIatuar nos procedimentos relacionados à ação de indisponibilidade de bens, de direitos ou de valores em decorrência de resolução do Conselho de Segurança das Nações Unidas.
Art. 15.
Ao Departamento de Migrações compete:
Iestruturar, implementar e monitorar a Política Nacional de Migrações, Refúgio e Apatridia;
IIpromover, em parceria com os órgãos e as entidades da administração pública federal e com a sociedade, a disseminação e a consolidação de garantias e direitos dos migrantes e dos refugiados, nas áreas de sua competência;
IIIatuar para a ampliação e a eficácia das políticas e dos serviços públicos destinados à prevenção da violação de garantias e à promoção dos direitos dos migrantes;
IVapoiar o desenvolvimento de planos, diagnósticos, políticas e ações destinadas à inclusão social de migrantes junto aos órgãos federais, estaduais, distritais e municipais e às entidades da sociedade civil;
Vnegociar termos de acordos e conduzir estudos e iniciativas para o aperfeiçoamento do regime jurídico dos migrantes;
VIpromover a articulação dos órgãos dos Poderes Executivo e Judiciário e do Ministério Público quanto à migração;
VIIinstruir processos e opinar em matérias de nacionalidade e apatridia, naturalização, prorrogação do prazo de estada de migrante no País, transformação de vistos e residências e concessão de permanência;
VIIIinstruir processos e opinar em tema de reconhecimento, cassação e perda da condição de refugiado, autorizar a saída e o reingresso no País e expedir o documento de viagem;
IXestruturar, implementar e monitorar os planos nacionais de enfrentamento ao tráfico de pessoas e articular ações com organizações governamentais e não governamentais nessa matéria;
Xreceber, processar e encaminhar assuntos relacionados ao tráfico de migrantes; e
XIcoordenar as ações da política imigratória laboral.
Art. 16.
Ao Departamento de Promoção de Políticas de Justiça compete:
Ipromover políticas públicas de modernização, aperfeiçoamento e democratização do acesso à justiça e à cidadania;
IIinstruir os processos de provimento e vacância de cargos de magistrados de competência da Presidência da República;
IIIpromover ações para o aperfeiçoamento do sistema e da política de justiça, em articulação com os órgãos e as entidades dos Poderes Executivo e Judiciário e com o Ministério Público, a Defensoria Pública, a Ordem dos Advogados do Brasil, os órgãos e as agências internacionais e as organizações da sociedade civil;
IVprocessar e encaminhar aos órgãos competentes expedientes de interesse do Poder Judiciário, do Ministério Público, da Defensoria Pública e das advocacias pública e privada;
Vpromover ações destinadas à disseminação de meios alternativos de solução de controvérsias, inclusive capacitações;
VIinstruir e opinar sobre assuntos relacionados com processos de declaração de utilidade pública de imóveis, para fins de desapropriação, com vistas à utilização por órgãos do Poder Judiciário da União;
VIIestruturar, implementar e monitorar a política pública de classificação indicativa; e
VIIIinstruir e analisar os procedimentos relacionados com a concessão, a manutenção, a fiscalização e a perda da:
a)qualificação de organização da sociedade civil de interesse público; e
b)autorização de abertura de filial, agência ou sucursal de organizações estrangeiras no País.
Art. 17.
À Secretaria Nacional do Consumidor compete:
Iformular, promover, supervisionar e coordenar a política nacional de proteção e defesa do consumidor;
IIintegrar, articular e coordenar o Sistema Nacional de Defesa do Consumidor;
IIIarticular-se com órgãos e entidades da administração pública federal com atribuições relacionadas à proteção e à defesa do consumidor;
IVorientar e coordenar ações para proteção e defesa do consumidor;
Vprevenir, apurar e reprimir infrações às normas de defesa do consumidor;
VIpromover, desenvolver, coordenar e supervisionar ações de divulgação dos direitos do consumidor, com vistas ao exercício efetivo da cidadania;
VIIpromover ações para assegurar os direitos e os interesses do consumidor;
VIIIfiscalizar e aplicar as sanções administrativas previstas na Lei nº 8.078, de 11 de setembro de 1990, e em outras normas pertinentes à defesa do consumidor;
IXadotar medidas para manutenção e expansão do sistema nacional de informações de defesa do consumidor e garantir o acesso às informações;
Xreceber e encaminhar consultas, denúncias ou sugestões apresentadas por consumidores, entidades representativas ou pessoas jurídicas de direito público ou privado;
XIfirmar convênios com órgãos e entidades públicas e com instituições privadas para executar planos e programas, e atuar em defesa do cumprimento de normas e de medidas federais;
XIIincentivar, inclusive com recursos financeiros e programas especiais, a criação de órgãos públicos estaduais, distritais e municipais de defesa do consumidor e a formação, pelos cidadãos, de entidades com esse objetivo;
XIIIcelebrar compromissos de ajustamento de conduta, na forma prevista em lei;
XIVexercer as competências estabelecidas na Lei nº 8.078, de 1990;
XVelaborar e divulgar o elenco complementar de cláusulas contratuais e práticas abusivas, nos termos do disposto na Lei nº 8.078, de 1990;
XVIdirigir, orientar e avaliar ações para capacitação em defesa do consumidor destinadas aos integrantes do Sistema Nacional de Defesa do Consumidor;
XVIIdeterminar ações de monitoramento de mercado de consumo para subsidiar políticas públicas de proteção e defesa do consumidor;

XVIII - solicitar a colaboração de órgãos e entidades de notória especialização técnico-científica para a consecução de seus objetivos; e

XIXrepresentar o Ministério na participação em organismos, fóruns, comissões e comitês nacionais e internacionais que tratem da proteção e da defesa do consumidor ou de assuntos de interesse dos consumidores, exceto se houver designação específica do Ministro de Estado que disponha de maneira diversa.
Art. 18.
Ao Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor compete:
Iassessorar a Secretaria Nacional do Consumidor na formulação, na promoção, na supervisão e na coordenação da política nacional de proteção e de defesa do consumidor;
IIassessorar a Secretaria Nacional do Consumidor na integração, na articulação e na coordenação do Sistema Nacional de Defesa do Consumidor;
IIIanalisar, avaliar e encaminhar consultas, denúncias ou sugestões apresentadas por consumidores, entidades representativas ou pessoas jurídicas de direito público ou privado;
IVplanejar, executar e acompanhar ações de prevenção e de repressão às práticas infringentes às normas de defesa do consumidor;
Vplanejar, executar e acompanhar ações relacionadas com a saúde e a segurança do consumidor;
VIprestar orientação aos consumidores sobre seus direitos e suas garantias;
VIIinformar e conscientizar o consumidor, por intermédio dos diferentes meios de comunicação;
VIIIsolicitar à polícia judiciária a instauração de inquérito para a apuração de delito contra os consumidores;
IXrepresentar ao Ministério Público, para fins de adoção das medidas necessárias ao cumprimento da legislação de defesa do consumidor, no âmbito de sua competência;
Xcomunicar e propor aos órgãos competentes medidas de prevenção e de repressão às práticas contrárias aos direitos dos consumidores;
XIfiscalizar demandas que envolvam relevante interesse geral e de âmbito nacional previstas nas normas de defesa do consumidor e instaurar averiguações preliminares e processos administrativos;
XIIplanejar e coordenar as ações fiscalizatórias do cumprimento das normas de defesa do consumidor com o Sistema Nacional de Defesa do Consumidor;
XIIIpropor a adequação e o aperfeiçoamento da legislação relativa aos direitos do consumidor;
XIVacompanhar e avaliar propostas de atos normativos relacionadas com a defesa do consumidor;
XVpromover e manter a articulação com os órgãos e as entidades da administração pública federal, com os órgãos afins dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios e com as entidades civis ligadas à proteção e à defesa do consumidor;
XVIelaborar e promover programas educativos e informativos para consumidores e fornecedores quanto aos seus direitos e seus deveres, com vistas à melhoria das relações de consumo;
XVIIpromover estudos sobre as relações de consumo e o mercado;

XVIII - propor à Secretaria Nacional do Consumidor a celebração de convênios, de acordos e de termos de cooperação técnica, com vistas à melhoria das relações de consumo;

XIXelaborar o cadastro nacional de reclamações fundamentadas contra fornecedores de produtos e serviços;
XXacompanhar os processos regulatórios, com vistas à proteção efetiva dos direitos dos consumidores;
XXIacompanhar os processos de autorregulação dos setores econômicos, com vistas ao aprimoramento das relações de consumo;
XXIIpromover a integração dos procedimentos, dos bancos de dados e de informações de defesa do consumidor; e

XXIII - promover ações para a proteção e a defesa do consumidor, com ênfase no acesso à informação.

Art. 19.
Ao Departamento de Projetos e de Políticas de Direitos Coletivos e Difusos compete:
Igerir os recursos do Fundo de Defesa dos Direitos Difusos e fiscalizar a aplicação dos recursos repassados pelo Fundo aos órgãos e às entidades conveniadas, exceto se transferidos a outros Ministérios, hipótese em que serão fiscalizados pelo respectivo órgão, que será o responsável pela prestação de contas junto aos órgãos de controle;
IIgerir as transferências voluntárias e os instrumentos congêneres oriundos do Fundo de Defesa dos Direitos Difusos e de outros recursos relativos à Secretaria Nacional do Consumidor; e
IIIexercer outras atividades que forem cometidas pelo Secretário Nacional do Consumidor.
Art. 20.
À Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas e Gestão de Ativos compete:
Iassessorar e assistir o Ministro de Estado quanto às:
a)políticas sobre drogas relacionadas com a redução da oferta e a repressão da produção não autorizada e do tráfico ilícito de drogas; e
b)ações de gestão de ativos sujeitos a perdimento em favor da União, em decorrência de prática e financiamento de crimes;
IIsupervisionar e articular as atividades de capacitação e treinamento no âmbito de suas competências;
IIIsubsidiar e supervisionar, de acordo com a Política Nacional sobre Drogas e no âmbito de suas competências, as atividades relativas à definição, à elaboração, ao planejamento, ao acompanhamento, à avaliação e à atualização das políticas públicas sobre drogas;
IVgerir o Fundo Nacional Antidrogas e fiscalizar a aplicação dos recursos repassados pelo Fundo aos órgãos e às entidades conveniadas, exceto se transferidos a outros Ministérios, hipótese em que serão fiscalizados pelo respectivo órgão, que será a responsável pela prestação de contas junto aos órgãos de controle;
Vfirmar contratos, convênios, acordos, ajustes e instrumentos congêneres com entes federativos, entidades, instituições e organismos nacionais e propor acordos internacionais, no âmbito de suas competências;
VIanalisar e propor atualização da legislação pertinente à sua área de atuação;
VIIexecutar ações relativas à gestão de ativos objeto de apreensão e perdimento, em favor da União, oriundos da prática de crimes;
VIIIorganizar informações, acompanhar fóruns internacionais e promover atividades de cooperação técnica, científica, tecnológica e financeira com outros países e organismos internacionais, mecanismos de integração regional e sub-regional que tratem de políticas sobre drogas na sua área de atuação;
IXestimular a realização de estudos, de pesquisas e de avaliações sobre a oferta de drogas lícitas e ilícitas, suas causas e consequências;
Xdecidir quanto à destinação dos bens apreendidos e não leiloados, cujo perdimento seja decretado em favor da União, observado o disposto nos art. 4º e art. 5º da Lei nº 7.560, de 19 de dezembro de 1986;
XIpromover, em apoio ao Poder Judiciário, a alienação de bens sujeitos a perdimento em favor da União, antes ou após o trânsito em julgado da sentença condenatória; e
XIIpromover a alienação de bens declarados inservíveis pelas unidades do Ministério quando demandado pelo órgão competente.
Art. 21.
À Diretoria de Gestão de Ativos compete:
Igerir a destinação de bens, direitos e valores perdidos ou sujeitos a perdimento em favor da União, em razão da prática de crimes previstos na Lei nº 11.343, de 23 de agosto de 2006;
IIalienar os ativos com perdimento decretado em favor da União ou em caráter cautelar, por determinação do Poder Judiciário, e recolher os valores destinados à capitalização dos respectivos fundos, quando couber;
IIIatuar junto aos órgãos do Poder Judiciário, do Ministério Público, da advocacia pública e de segurança pública, para a obtenção de informações sobre processos que envolvam a apreensão, a constrição e a indisponibilidade de bens, direitos e valores, além de realizar o controle do fluxo, a manutenção e a segurança das referidas informações, por meio de sistema informatizado de gestão;
IVpropor ações e projetos que contribuam para a capitalização dos fundos geridos pelo Ministério, referentes à arrecadação de recursos provenientes da destinação de bens, direitos e valores perdidos ou sujeitos a perdimento em favor da União, pela prática de crime;
Vpromover a alienação administrativa de bens considerados inservíveis ao uso pelo Ministério, por meio de instrumento firmado entre os órgãos interessados;
VIassessorar o Secretário Nacional de Políticas sobre Drogas e Gestão de Ativos nos assuntos referentes à implementação e ao fortalecimento de mecanismos que priorizem a descentralização de ações, a recuperação de bens e valores e a integração de atores estratégicos para a gestão de ativos;
VIIdivulgar dados estatísticos sobre os bens, os direitos e os valores perdidos ou sujeitos a perdimento em favor da União, em razão da prática de crime;
VIIIrecuperar, gerir e destinar ativos especiais;
IXpromover ações de apoio ao Poder Judiciário, com vistas a permitir a gestão e a alienação de empresas e de ativos empresariais perdidos ou sujeitos a perdimento em favor da União, em razão da prática de crime; e
Xmonitorar o processo de gestão e a alienação de empresas e de ativos empresariais, para avaliação da execução dos instrumentos firmados pela Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas e Gestão de Ativos, em apoio ao Poder Judiciário.
Parágrafo únicoPara fins do disposto no inciso VIII do caput, consideram-se ativos especiais aqueles que exijam articulação específica ou nova entre atores estratégicos, tais como:
a)bens de origem biológica ou mineral; e
b)bens de elevado valor econômico que demandem gestão especial até que ocorra sua alienação ou seu perdimento definitivo.
Art. 22.
À Diretoria de Políticas Públicas e Articulação Institucional compete:
Ipropor ações e projetos, coordenar, acompanhar, avaliar e articular, no âmbito das três esferas de governo, a execução da Política Nacional sobre Drogas e da Política Nacional sobre o Álcool no âmbito de atuação da Secretaria;
IIarticular e coordenar, por meio de parceria com instituições de ensino superior e de pesquisa, projetos de capacitação de profissionais e de segmentos sociais para a implementação de atividades relacionadas com a redução da oferta de drogas no País;
IIIdifundir o conhecimento sobre crimes, delitos e infrações relacionados às drogas;
IVanalisar e emitir manifestação técnica sobre projetos desenvolvidos com recursos parciais ou totais do Fundo Nacional Antidrogas, no âmbito de sua competência;
Vpromover, articular e orientar as ações relacionadas com a cooperação técnica, científica, tecnológica e financeira para produção de conhecimento e gestão de informações sobre drogas necessárias à condução das atividades da Secretaria;
VIarticular e coordenar o processo de coleta e de sistematização de informações sobre drogas entre os órgãos da administração pública federal e os organismos internacionais;
VIIacompanhar o Observatório Brasileiro de Informações sobre Drogas;
VIIIdesenvolver e coordenar atividades relativas ao planejamento e à avaliação de planos, programas e projetos tendo em vista as metas propostas pela Política Nacional sobre Drogas e pela Política Nacional sobre o Álcool e que sejam de atribuição do Ministério;
IXacompanhar e monitorar as ações desenvolvidas no âmbito do Sistema Nacional de Políticas sobre Drogas;
Xacompanhar e avaliar a execução de ações, planos, programas e projetos desenvolvidos no âmbito da Secretaria, além de monitorar a consecução das metas estabelecidas e propor as modificações necessárias ao seu aperfeiçoamento;
XIassessorar o Secretário Nacional de Políticas sobre Drogas e Gestão de Ativos nos assuntos referentes ao Sistema Nacional de Políticas Públicas sobre Drogas e apresentar propostas para sua implementação e seu fortalecimento, de forma a priorizar a descentralização de ações e a integração de políticas públicas;
XIIacompanhar, analisar e executar os procedimentos relativos à gestão do Fundo Nacional Antidrogas;
XIIIdefinir a aplicação dos recursos do Fundo Nacional Antidrogas;
XIVplanejar e coordenar a execução orçamentária e financeira da Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas e Gestão de Ativos;
XVacompanhar a execução de políticas públicas sobre drogas;
XVIpropor ações, projetos, atividades e objetivos no âmbito da Política Nacional sobre Drogas e contribuir para o detalhamento e a implementação de seu programa de gestão e dos planos de trabalho dele decorrentes;
XVIIcoordenar, acompanhar e avaliar a execução orçamentária e financeira de projetos e de atividades constantes dos planos de trabalho do programa de gestão da Política Nacional sobre Drogas; e

XVIII - atualizar as informações gerenciais decorrentes da execução orçamentária a que se refere o inciso XVII.

Parágrafo únicoCaberá ao Fundo Nacional Antidrogas, na hipótese de descentralização dos recursos a outro órgão:
Ia execução orçamentária e financeira; e
IIa prestação de contas junto aos órgãos de controle.
Art. 23.
À Secretaria Nacional de Segurança Pública compete:
Iassessorar o Ministro de Estado na articulação, na proposição, na formulação, na implementação, no acompanhamento e na avaliação de políticas, de estratégias, de planos, de programas e de projetos de segurança pública e defesa social;
IIestimular, propor, promover e coordenar a integração da segurança pública e defesa social no território nacional, em cooperação com os demais entes federativos, incluídas as organizações governamentais e não governamentais;
IIIimplementar, manter e modernizar redes de integração de banco de dados e de sistemas nacionais de informações de segurança pública e defesa social;
IVcoordenar as atividades da Força Nacional de Segurança Pública;
Vparticipar da elaboração de propostas de legislação em matérias relativas à segurança pública e defesa social;
VImonitorar os riscos que possam impactar a implementação de políticas de segurança pública e defesa social e a consecução de seus objetivos;
VIIassessorar o Ministro de Estado no exercício das funções de autoridade central federal, no âmbito da Política Nacional de Busca de Pessoas Desaparecidas, nos termos do disposto na Lei nº 13.812, de 16 de março de 2019; e
VIIIatuar no ciclo de gestão de recursos da segurança pública sob sua responsabilidade, em atividades de natureza técnica e finalística, em especial na propositura e na avaliação de políticas públicas e em seus instrumentos de implementação.
Parágrafo únicoAs competências previstas no caput e nos art. 24, art. 25 e art. 26 serão exercidas em articulação com a Secretaria de Operações Integradas e a Secretaria de Gestão e Ensino em Segurança Pública, conforme ato do Ministro de Estado.
Art. 24.
À Diretoria de Políticas de Segurança Pública compete:
Imonitorar a execução e os resultados das políticas e das ações financiadas com recursos federais para a segurança pública e defesa social;
IIarticular, propor, formular e executar políticas de segurança pública e defesa social;
IIIarticular, propor e executar iniciativas destinadas à valorização dos profissionais de segurança pública e defesa social;
IVidentificar, destacar e fomentar a utilização de novas tecnologias e de boas práticas de inovação na área de segurança pública e defesa social, com vistas ao fortalecimento e à modernização de suas instituições; e
Velaborar estudos e coordenar ações sobre normalização, certificação, metrologia, acreditação e gerenciamento de programas, de projetos, de produtos e de processos no âmbito da segurança pública e defesa social.
Art. 25.
À Diretoria de Gestão e Integração de Informações compete:
Ipromover a interoperabilidade dos sistemas de segurança pública e defesa social;
IIproceder à gestão e à integração de sistemas de informações dos órgãos de segurança pública e defesa social; e
IIIdisponibilizar informações e dados para subsidiar a formulação de políticas de segurança pública e defesa social.
Art. 26.
À Diretoria da Força Nacional de Segurança Pública compete:
Iatuar em atividades destinadas à preservação da ordem pública e da incolumidade das pessoas e do patrimônio;
IIcoordenar e planejar a seleção, o recrutamento, a mobilização e a desmobilização, o preparo e o emprego dos efetivos, inclusive por meio de ações de nivelamento de conhecimento, de polícia ostensiva e preventiva, de bombeiros militares, de polícia judiciária e de perícia;
IIIrealizar o planejamento operacional e a atividade de inteligência, em níveis tático e operacional, referente ao emprego dos seus efetivos;
IVinstaurar procedimentos administrativos de apuração de conduta, de averiguação preliminar de saúde e de inquérito técnico, no âmbito da Diretoria;
Vapoiar as demais Secretarias do Ministério, no âmbito da segurança pública e defesa social:
a)na realização do planejamento e da execução das operações aéreas integradas, em âmbito nacional; e
b)na capacitação de gestores de aviação, de pilotos, de mecânicos e de tripulantes aéreos; e
VIassessorar o Secretário Nacional de Segurança Pública, junto à Diretoria de Políticas de Segurança Pública, na coordenação de políticas públicas para a aviação de Estado e seus instrumentos de implementação, nos seguintes eixos:
a)logística;
b)operações;
c)ensino; e
d)propostas legislativas.
Art. 27.
À Secretaria de Gestão e Ensino em Segurança Pública compete:
Icoordenar as atividades relacionadas à gestão dos recursos de segurança pública;
IIpromover e fomentar a modernização e o reaparelhamento dos órgãos de segurança pública;
IIIpromover a valorização, o ensino e a capacitação dos profissionais de segurança pública; e
IVassessorar o Ministro de Estado na definição, na implementação e no acompanhamento de políticas, de programas e de projetos de gestão, ensino e pesquisa em segurança pública.
Art. 28.
À Diretoria de Gestão compete:
Igerir os recursos do Fundo Nacional de Segurança Pública e outros relativos à segurança pública;
IIexecutar os processos de licitação e contratação de bens e serviços relativos à segurança pública;
IIIgerir as transferências obrigatórias e voluntárias e os instrumentos congêneres oriundos do Fundo Nacional de Segurança Pública e outros recursos relativos à segurança pública;
IVefetuar o planejamento e a gestão orçamentária e financeira dos recursos da segurança pública, em articulação com a Secretaria Nacional de Segurança Pública e a Secretaria de Operações Integradas;
Vrealizar a gestão do efetivo, observadas as competências da Força Nacional de Segurança Pública;
VIcoordenar, em articulação com a Secretaria Nacional de Segurança Púbica e com a Secretaria de Operações Integradas, as ações de planejamento e execução logística das atividades de segurança pública relacionadas a:
a)processos de aquisição;
b)recebimento e distribuição de bens e serviços;
c)gestão do patrimônio;
d)contratos e convênios;
e)transporte; e
f)obrigações associadas; e
VIIavaliar a execução orçamentária e financeira do Fundo Nacional de Segurança Pública e recomendar os procedimentos necessários a seu aprimoramento.
Art. 29.
À Diretoria de Ensino e Pesquisa compete:
Ipromover e fomentar ações de ensino e capacitação em segurança pública;
IIpromover pesquisas temáticas, estudos comparados e diagnósticos destinados à capacitação, ao desenvolvimento, ao aperfeiçoamento e à inovação na área de segurança pública;
IIIfomentar estudos e pesquisas para a identificação, o desenvolvimento e o aperfeiçoamento das competências técnicas e comportamentais dos profissionais de segurança pública;
IVidentificar, documentar e disseminar pesquisas e experiências inovadoras relacionadas com a segurança pública;
Vproduzir material técnico com vistas à padronização e à sistematização de procedimentos na segurança pública;
VIdisponibilizar estudos e informações para auxiliar na formulação, na implementação, na execução, no monitoramento e na avaliação de políticas de segurança pública; e
VIIdesenvolver estudos e pesquisas para o aprimoramento da Doutrina Nacional de Inteligência de Segurança Pública, da Política Nacional de Inteligência de Segurança Pública, da Estratégia Nacional de Inteligência de Segurança Pública e da Rede de Centros Integrados de Inteligência de Segurança Pública.
Art. 30.
À Secretaria de Operações Integradas compete:
Iassessorar o Ministro de Estado nas atividades de inteligência e operações policiais, com foco na integração com os órgãos de segurança pública internacionais, federais, estaduais, municipais e distrital;
IIimplementar, manter e modernizar redes de integração e de sistemas nacionais de inteligência de segurança pública, em conformidade com disposto na Lei nº 13.675, de 11 junho de 2018;
IIIpromover a integração as atividades de inteligência de segurança pública, em consonância com os órgãos de inteligência federais, estaduais, municipais e distrital que compõem o Subsistema de Inteligência de Segurança Pública;
IVcoordenar o Centro Integrado de Comando e Controle Nacional e promover a integração dos centros integrados de comando e controle regionais; e
Vestimular e induzir a investigação de infrações penais, de maneira integrada e uniforme com as policias federal e civis.
Art. 31.
À Diretoria de Operações compete:
Ipromover a integração operacional entre os órgãos de segurança pública internacionais, federais, estaduais e distrital nas atividades das quais a Secretaria participe;
IIparticipar do processo de integração das atividades da Secretaria de Operações Integradas inclusive com as atividades operacionais dos demais órgãos de segurança pública federais, estaduais e distritais;
IIIcoordenar o planejamento e a execução das operações integradas de segurança pública;
IVestimular e propor aos órgãos federais, estaduais e distrital a implementação de programas e planos de operações integradas de segurança pública, com vistas à prevenção e à repressão da violência e da criminalidade;
Vcoordenar as atividades do centro integrado de comando e controle nacional e fomentar a interoperabilidade entre os centros integrados de comando e controle dos Estados e do Distrito Federal;
VIpropor a mobilização de servidores e militares para coordenar e apoiar as operações integradas, no âmbito de suas competências; e
VIIpropor a elaboração de projetos e políticas que subsidiem ou promovam ações integradas de segurança pública.
Parágrafo únicoConsideram-se operações integradas de segurança pública aquelas planejadas e coordenadas a partir de ambiente comum, gerenciadas ou apoiadas pela Secretaria de Operações Integradas, que envolvam órgãos de segurança federais, estaduais e distritais.
Art. 32.
À Diretoria de Inteligência compete:
Iassessorar o Secretário de Operações Integradas com informações estratégicas no processo decisório relativo a políticas de segurança pública;
IIplanejar, coordenar, integrar, orientar e supervisionar, como agência central do Subsistema de Inteligência de Segurança Pública, as atividades de inteligência de segurança pública em âmbito nacional;
IIIsubsidiar o Secretário de Operações Integradas na definição da política nacional de inteligência de segurança pública, especialmente quanto à doutrina, à forma de gestão, ao uso dos recursos e às metas de trabalho;
IVpromover, com os órgãos componentes do Sistema Brasileiro de Inteligência, o intercâmbio de dados e conhecimentos, necessários à tomada de decisões administrativas e operacionais por parte da Secretaria de Operações Integradas;
Vpropor ações de capacitação relacionadas com a atividade de inteligência de segurança pública, a serem realizadas em parceria com a Diretoria de Ensino e Pesquisa da Secretaria de Gestão e Ensino em Segurança Pública;
VIdesenvolver, acompanhar, avaliar e apoiar projetos relacionados com a atividade de inteligência de segurança pública;
VIIelaborar estudos e pesquisas para o aprimoramento das atividades de inteligência de segurança pública e de enfrentamento ao crime organizado;
VIIIplanejar, supervisionar e executar ações relativas à obtenção e à análise de dados para a produção de conhecimento de inteligência de segurança pública destinados ao assessoramento da Secretaria de Operações Integradas; e
IXacompanhar as atividades operacionais demandadas pela Diretoria e executadas por outros órgãos do Ministério que envolvam aplicação de instrumentos e mecanismos de inteligência policial.
Art. 33.
Ao Departamento Penitenciário Nacional cabe exercer as competências estabelecidas nos art. 71 e art. 72 da Lei nº 7.210, de 11 de julho de 1984 - Lei de Execução Penal, e, especificamente:
Iplanejar e coordenar a política nacional de serviços penais;
IIacompanhar a aplicação fiel das normas de execução penal no território nacional;
IIIinspecionar e fiscalizar os estabelecimentos e os serviços penais;
IVprestar apoio técnico aos entes federativos quanto à implementação dos princípios e das regras da execução penal;
Vcolaborar, técnica e financeiramente, com os entes federativos quanto:
a)à implantação de estabelecimentos e serviços penais;
b)à formação e à capacitação permanente dos agentes públicos prestadores dos serviços penais;
c)à implementação de políticas de educação, saúde, trabalho, assistência social, cultural, religiosa, jurídica e respeito à diversidade e às questões de gênero, para promoção de direitos das pessoas privadas de liberdade e dos egressos do sistema prisional; e
d)à implementação da Política Nacional de Alternativas Penais e ao fomento às alternativas ao encarceramento;
VIcoordenar e supervisionar os estabelecimentos penais e de internamento federais;
VIIprocessar, analisar e encaminhar, na forma prevista em lei, os pedidos de indultos individuais;
VIIIgerir os recursos do Fundo Penitenciário Nacional;
IXautorizar os planos de correição e determinar a instauração de procedimentos disciplinares no âmbito do Departamento Penitenciário Nacional;
Xapoiar e realizar ações destinadas à formação e à capacitação dos operadores da execução penal, por intermédio da Escola Nacional de Serviços Penais;
XIelaborar estudos e pesquisas sobre a legislação penal;
XIIpromover a gestão da informação penitenciária e consolidar, em banco de dados nacional, informações sobre os sistemas penitenciários federal e dos entes federativos; e
XIIIpropor estratégias para assegurar a participação e o controle social nos processos de formulação, de implementação, de monitoramento e de avaliação das políticas de gestão do Departamento Penitenciário Nacional.
Art. 34.
À Diretoria-Executiva compete:
Icoordenar e supervisionar as atividades de planejamento, de orçamento, de administração financeira, de gestão de pessoas, de serviços gerais e de serviços de engenharia no âmbito do Departamento Penitenciário Nacional;
IIelaborar a proposta orçamentária anual e plurianual do Departamento Penitenciário Nacional e as propostas de programação financeira de desembolso e de abertura de créditos adicionais;
IIIacompanhar e promover a avaliação de projetos e de atividades, de maneira a considerar as diretrizes, os objetivos e as metas constantes do plano plurianual;
IVpraticar, em conjunto com o Diretor-Geral do Departamento Penitenciário Nacional, atos referentes aos procedimentos licitatórios e à gestão de contratos; e
Vapoiar à implantação de estabelecimentos penais em consonância com as diretrizes de arquitetura definidas pelo Conselho Nacional de Política Criminal e Penitenciaria e prestar apoio técnico às atividades de engenharia no âmbito do Departamento Penitenciário Nacional.
Art. 35.
À Corregedoria-Geral do Departamento Penitenciário Nacional compete:
Iacompanhar e monitorar a conduta dos servidores e os procedimentos relativos à correição e à disciplina;
IIinstaurar, analisar e instruir os procedimentos administrativos disciplinares, no âmbito de sua competência; e
IIIimplementar as diretrizes para as ações de correição, observadas as orientações do órgão central do Sistema de Correição do Poder Executivo Federal.
Art. 36.
À Diretoria de Políticas Penitenciárias compete:
Iplanejar, coordenar, dirigir, controlar e avaliar as atividades relativas à implantação de serviços penais, além de colaborar técnica e financeiramente com os entes federativos;
IIfomentar a política de alternativas penais nos entes federativos;
IIIfomentar a criação e a atuação de conselhos da comunidade e de associações de proteção e assistência aos condenados;
IVfomentar planos e ações de integração e gestão de banco de dados nacional de informações e estatísticas sobre os sistemas prisionais da União e dos entes federativos;
Varticular políticas públicas de saúde, educação, cultura, esporte e assistência social, religiosa, jurídica e laboral para a promoção de direitos da população presa, internada e egressa, respeitadas as diversidades;
VIpromover a articulação com os órgãos e as instituições de execução penal;
VIIrealizar inspeções nos entes federativos para verificar a utilização de recursos repassados pelo Fundo Penitenciário Nacional; e
VIIImanter programa de cooperação federativa de assistência técnica para o aperfeiçoamento e a especialização dos serviços penais estaduais e distritais.
Art. 37.
À Diretoria do Sistema Penitenciário Federal compete:
Irealizar a execução penal em âmbito federal;
IIcoordenar e fiscalizar os estabelecimentos penais federais;
IIIcustodiar presos, condenados ou provisórios, de alta periculosidade, submetidos a regime fechado, de forma a zelar pela aplicação correta e efetiva das disposições exaradas nas decisões judiciais;
IVpromover a comunicação com órgãos e entidades ligados à execução penal e, em especial, com os juízos federais e as varas de execução penal;
Velaborar normas sobre segurança das instalações, das diretrizes operacionais e das rotinas administrativas e de funcionamento com vistas à padronização das unidades penais federais;
VIpromover a articulação e a integração do sistema penitenciário federal com os órgãos e as entidades componentes do sistema nacional de segurança pública, inclusive com intercâmbio de informações e ações integradas;
VIIpromover assistência material, jurídica, à saúde, educacional, cultural, laboral, ocupacional, social e religiosa aos presos condenados ou provisórios custodiados em estabelecimentos penais federais;
VIIIplanejar e executar as atividades de inteligência do sistema penitenciário federal, em articulação com os órgãos de inteligência, em âmbito nacional e internacional;
IXpropor ao Diretor-Geral do Departamento Penitenciário Nacional normas que tratem de direitos e deveres dos presos do sistema penitenciário federal;
Xpromover a realização de pesquisas criminológicas e de classificação dos presos custodiados no Sistema Penitenciário Federal;
XIcoordenar as operações da Força Tarefa de Intervenção Penitenciária; e
XIIcoordenar as atividades de segurança e operações do Departamento Penitenciário Nacional.
Art. 38.
À Diretoria de Inteligência Penitenciária compete:
Idirigir, planejar, coordenar, controlar, avaliar e orientar as atividades de inteligência no âmbito do Departamento Penitenciário Nacional;
IIsupervisionar as operações de inteligência e contrainteligência do Departamento Penitenciário Nacional;
IIIplanejar, coordenar, integrar, orientar e supervisionar, como agência central, a inteligência penitenciária em âmbito nacional;
IVcoordenar as atividades de atualização da Doutrina Nacional de Inteligência Penitenciária;
Vsubsidiar a definição do plano nacional de inteligência penitenciária e da atualização da Doutrina Nacional de Inteligência Penitenciária e sua forma de gestão, o uso dos recursos e as metas de trabalho;
VIpromover, com os órgãos componentes do Sistema Brasileiro de Inteligência, o intercâmbio de dados e conhecimentos necessários à tomada de decisões administrativas e operacionais por parte do Departamento Penitenciário Nacional;
VIIpropor ações de capacitação relacionadas com a atividade de inteligência de penitenciária, em parceria com a Escola de Serviços Penais e com outros órgãos e instituições, no País ou no exterior;
VIIIdesenvolver, acompanhar, avaliar e apoiar projetos relacionados com a atividade de inteligência penitenciária;
IXelaborar estudos e pesquisas para o aprimoramento das atividades de inteligência penitenciária e de enfrentamento ao crime organizado;
Xplanejar, supervisionar e executar ações relativas à obtenção e à análise de dados para a produção de conhecimentos de inteligência penitenciária destinados ao assessoramento do Departamento Penitenciário Nacional;
XIacompanhar as atividades operacionais de inteligência de interesse da Diretoria de Inteligência Penitenciária executadas por outros órgãos do Ministério e por unidades federativas; e
XIIfomentar a integração e a cooperação entre os órgãos de inteligência penitenciária das unidades federativas, em articulação com os órgãos integrantes do sistema de inteligência, em âmbito nacional e internacional.
Art. 39.
À Polícia Federal cabe exercer as competências estabelecidas no § 1º do art. 144 da Constituição, e, especificamente:
Iapurar infrações penais contra a ordem política e social ou em detrimento de bens, serviços e interesses da União ou de suas entidades autárquicas e empresas públicas, além de outras infrações cuja prática tenha repercussão interestadual ou internacional e exija repressão uniforme, conforme previsto em lei;
IIprevenir e reprimir o tráfico ilícito de entorpecentes e drogas e o contrabando e o descaminho de bens e de valores, sem prejuízo da ação fazendária e de outros órgãos públicos nas suas áreas de competência;
IIIexercer as funções de polícia marítima, aeroportuária e de fronteiras;
IVexercer, com exclusividade, as funções de polícia judiciária da União;
Vcoibir a turbação e o esbulho possessório dos bens e dos próprios da União e das entidades integrantes da administração pública federal, sem prejuízo da manutenção da ordem pública pelas polícias militares dos Estados e do Distrito Federal; e
VIacompanhar e instaurar inquéritos relacionados com os conflitos agrários ou fundiários e aqueles deles decorrentes, quando se tratar de crime de competência federal, além de prevenir e reprimir esses crimes.
Art. 40.
À Diretoria-Executiva compete dirigir, planejar, coordenar, controlar e avaliar as atividades de:
Ipolícia marítima, aeroportuária e de fronteiras, segurança privada, controle de produtos químicos, controle de armas, registro de estrangeiros, controle migratório e outras de polícia administrativa;
IIapoio operacional às atividades finalísticas;
IIIsegurança institucional e proteção à pessoa;
IVsegurança de dignitários estrangeiros em visita ao País, por solicitação do Ministério das Relações Exteriores;
Videntificação humana civil e criminal; e
VIemissão de documentos de viagem.
Art. 41.
À Diretoria de Investigação e Combate ao Crime Organizado e à Corrupção compete dirigir, planejar, coordenar, controlar e avaliar a atividade de investigação criminal relativa a infrações penais:
Ipraticadas por organizações criminosas;
IIcontra os direitos humanos e as comunidades indígenas;
IIIcontra o meio ambiente e o patrimônio cultural;
IVcontra a ordem econômica e o sistema financeiro nacional;
Vcontra a ordem política e social;
VIde tráfico ilícito de drogas e armas;
VIIde contrabando e descaminho de bens;
VIIIde lavagem de ativos;
IXde repercussão interestadual ou internacional e que exija repressão uniforme; e
Xem detrimento de bens, serviços e interesses da União ou de suas entidades autárquicas e empresas públicas.
Art. 42.
À Corregedoria-Geral de Polícia Federal compete:
Idirigir, planejar, coordenar, controlar e avaliar as atividades correicional e disciplinar, no âmbito da Polícia Federal;
IIorientar, no âmbito da Polícia Federal, na interpretação e no cumprimento da legislação pertinente às atividades de polícia judiciária e disciplinar; e
IIIapurar as infrações cometidas por servidores da Polícia Federal.
Art. 43.
À Diretoria de Inteligência Policial compete:
Idirigir, planejar, coordenar, controlar, avaliar e orientar as atividades de inteligência no âmbito da Polícia Federal;
IIplanejar e executar operações de contrainteligência, antiterrorismo e outras determinadas pelo Diretor-Geral da Polícia Federal; e
IIIdefinir doutrina e promover ações de capacitação em inteligência policial, juntamente à Academia Nacional de Polícia.
Art. 44.
À Diretoria Técnico-Científica compete:
Idirigir, planejar, coordenar, orientar, executar, controlar e avaliar as atividades de perícia criminal e aquelas relacionadas com bancos de perfis genéticos; e
IIgerenciar e manter bancos de perfis genéticos.
Art. 45.
À Diretoria de Gestão de Pessoal compete dirigir, planejar, coordenar, orientar, executar, controlar e avaliar as atividades de:
Iseleção, formação e capacitação de servidores;
IIpesquisa e difusão de estudos científicos relativos à segurança pública; e
IIIgestão de pessoal.
Art. 46.
À Diretoria de Administração e Logística Policial compete:
Idirigir, planejar, coordenar, orientar, executar, controlar e avaliar as atividades de:
a)orçamento e finanças;
b)modernização da infraestrutura e da logística policial; e
c)gestão administrativa de bens e serviços; e
IIgerir as atividades de pesquisa e desenvolvimento da Polícia Federal.
Art. 47.
À Diretoria de Tecnologia da Informação e Inovação compete:
Idirigir, planejar, coordenar, controlar, executar e avaliar as atividades de tecnologia da informação e comunicação no âmbito da Polícia Federal; e
IIdirigir, planejar, coordenar, controlar, executar e avaliar as atividades de inovação tecnológica no âmbito da Polícia Federal.
Art. 48.
Compete à Diretoria-Executiva, às Diretorias e à Corregedoria-Geral da Polícia Federal, no âmbito de suas competências, encaminhar ao Diretor-Geral propostas de atos normativos ou para estabelecimento de parcerias com outras instituições.
Art. 49.
À Polícia Rodoviária Federal cabe exercer as competências estabelecidas no § 2º do art. 144 da Constituição, no art. 20 da Lei nº 9.503, de 23 de setembro de 1997 - Código de Trânsito Brasileiro, no Decreto nº 1.655, de 3 de outubro de 1995, e, especificamente:
Iplanejar, coordenar e executar o policiamento, a prevenção e a repressão de crimes nas rodovias e estradas federais e nas áreas de interesse da União;
IIexercer os poderes de autoridade de trânsito nas rodovias e nas estradas federais;
IIIexecutar o policiamento, a fiscalização e a inspeção do trânsito e do transporte de pessoas, cargas e bens;
IVplanejar, coordenar e executar os serviços de prevenção de acidentes e salvamento de vítimas nas rodovias e estradas federais;
Vrealizar levantamentos de locais, de boletins de ocorrências, de perícias de trânsito, de testes de dosagem alcoólica e de outros procedimentos, além de investigações imprescindíveis à elucidação dos acidentes de trânsito;
VIassegurar a livre circulação nas rodovias e estradas federais, especialmente nas hipóteses de acidentes de trânsito, de manifestações sociais e de calamidades públicas;
VIImanter articulação com os órgãos de trânsito, transporte, segurança pública, inteligência e defesa civil, para promover o intercâmbio de informações;
VIIIexecutar, promover e participar das atividades de orientação e educação para a segurança no trânsito, além de desenvolver trabalho contínuo e permanente de prevenção de acidentes de trânsito;
IXinformar ao órgão de infraestrutura sobre as condições da via, da sinalização e do tráfego que possam comprometer a segurança do trânsito, além de solicitar e adotar medidas emergenciais à sua proteção;
Xcredenciar, contratar, conveniar, fiscalizar e adotar medidas de segurança relativas aos serviços de recolhimento, remoção e guarda de veículos e animais e escolta de transporte de produtos perigosos, cargas superdimensionadas e indivisíveis;
XIplanejar e executar medidas de segurança para a escolta dos deslocamentos do Presidente da República, do Vice-Presidente da República, dos Ministros de Estado, dos Chefes de Estado, dos diplomatas estrangeiros e de outras autoridades, nas rodovias e nas estradas federais, e em outras áreas, quando solicitado pela autoridade competente; e
XIIlavrar o termo circunstanciado de que trata o art. 69 da Lei nº 9.099, de 26 de setembro de 1995.
Art. 50.
À Diretoria-Executiva compete dirigir, planejar, coordenar, controlar e avaliar as atividades de:
Iarticulação e alinhamento das ações entre as Diretorias, as Superintendências, as Delegacias e as instâncias colegiadas, observada a estratégia da instituição;
IIelaboração, atualização, detalhamento, implementação e monitoramento do planejamento estratégico da Polícia Rodoviária Federal;
IIIgovernança corporativa;
IVanálise técnica, instrução processual, padronização de procedimentos internos e edição de atos normativos, de forma a subsidiar a deliberação posterior da Direção-Geral;
Vgestão das medidas de qualificação da governança;
VIarticulação estratégica com outros órgãos e entidades com vistas ao intercâmbio de informações e à realização de ações conjuntas e integradas;
VIIcomunicação social e imagem institucional;
VIIIorientação e implementação das diretrizes nacionais para as redes de gestão, de comunicação institucional e de análise técnica; e
IXcoordenação da negociação de convênios, de acordos, de ajustes e de instrumentos congêneres com entes federativos, órgãos, entidades, instituições e organismos nacionais no âmbito da sede nacional da Polícia Rodoviária Federal, e manter registro dos contratos firmados.
Art. 51.
À Diretoria de Operações compete dirigir, planejar, coordenar, controlar e avaliar as atividades de:
Igestão operacional, policiamento, inspeção, segurança e fiscalização de trânsito, atendimento, registro, investigação, perícia, prevenção e redução de acidentes de trânsito, levantamento de dados estatísticos e transitometria;
IIcompetência das autoridades de trânsito nas Superintendências e o exercício, em âmbito nacional, dos poderes de autoridade de trânsito cabíveis à Polícia Rodoviária Federal;
IIIoperações aéreas e terrestres, de forma a autorizar as operações que envolvam mais de uma unidade descentralizada;
IVautuação e notificação de infrações e de procedimentos relativos à aplicação de penalidades de trânsito e controle de multas, nos termos do disposto na Lei nº 9.503, de 1993 - Código de Trânsito Brasileiro;
Vcredenciamento de empresas de escoltas de transporte de produtos perigosos, de cargas superdimensionadas e indivisíveis, de recolhimento, de remoção, de guarda e leilão de veículos e animais;
VIorganização da circunscrição das Superintendências e das Delegacias da Polícia Rodoviária Federal;
VIIauxílio às demais instituições de segurança pública na prevenção e no enfrentamento ao crime, no âmbito de competência da Polícia Rodoviária Federal;
VIIIorientação e implementação das diretrizes nacionais para a rede de policiamento; e
IXarticulação com outros órgãos e entidades com vistas ao intercâmbio de informações e ao planejamento da realização de ações conjuntas e integradas.
Art. 52.
À Diretoria de Inteligência compete dirigir, planejar, coordenar, controlar e avaliar as atividades de:
Iinteligência, como unidade central de inteligência da Polícia Rodoviária Federal;
IIrepresentação da instituição nas temáticas da atividade de inteligência, inclusive em comitês, conselhos, eventos e missões nacionais e internacionais;
IIIassessoramento aos dirigentes das unidades da Polícia Rodoviária Federal no processo decisório; e
IVorientação e implementação das diretrizes nacionais para a rede de inteligência.
Art. 53.
À Corregedoria-Geral e Controle Interno compete dirigir, planejar, coordenar, controlar e avaliar as atividades de:
Iacompanhamento e monitoramento da conduta dos servidores e dos procedimentos relativos à correição e à disciplina;
IIinstauração, análise e instrução dos procedimentos administrativos disciplinares, no âmbito de sua competência;
IIIarticulação com a Consultoria Jurídica do Ministério, a Controladoria-Geral da União e os demais órgãos e entidades de controle da gestão pública;
IVimplementação das diretrizes para as ações de correição, em conformidade com as orientações do órgão central do Sistema de Correição do Poder Executivo Federal;
Vincentivo às ações regionais de prevenção a práticas de condutas funcionais irregulares;
VIorientação e implementação das diretrizes nacionais para a rede de correição e disciplina;
VIIcontrole interno, orientação técnica e acompanhamento da elaboração da prestação de contas anual, do relatório de gestão e das recomendações e das determinações oriundas do Sistema de Controle Interno do Poder Executivo Federal e dos órgãos de controle externo;
VIIImonitoramento do desempenho institucional, gestão de riscos e recomendação de medidas de qualificação da governança com caráter preventivo e corretivo;
IXorientação e implementação das diretrizes nacionais para as redes de governança e gestão; e
Xpromoção e disseminação da cultura da integridade, da ética, da transparência, e fortalecimento interno dos sistemas de ouvidoria e de acesso à informação.
Art. 54.
À Diretoria de Gestão de Pessoas compete dirigir, planejar, coordenar, controlar e avaliar as atividades de:
Irelacionamento com os demais órgãos do Sistema de Pessoal Civil da Administração Federal;
IIgestão de pessoas e aplicação da legislação de pessoal no âmbito da Polícia Rodoviária Federal, observadas as normas do órgão central do Sistema de Pessoal Civil da Administração Federal;
IIIgestão da força de trabalho e definição do quadro de lotação de servidores nas unidades da Polícia Rodoviária Federal;
IVorganização e realização de concurso público para a Polícia Rodoviária Federal;
Vconcessão de benefícios, licenças, afastamentos, pensão, aposentadoria, abono de permanência, vantagens, gratificações, adicionais, remoção, redistribuição, aproveitamento e reversão de servidores;
VIpromoção da saúde integral dos servidores;
VIIorientação e implementação das diretrizes nacionais para a rede de gestão de pessoas; e
VIIIatuação no desenvolvimento da governança da aprendizagem e do conhecimento e na gestão do conhecimento, inclusive por meio das seguintes ações:
a)colaborar com o órgão central do Sistema de Pessoal Civil da Administração Federal na consolidação e na priorização das necessidades de desenvolvimento de competências transversais contidas no Plano Consolidado de Ações de Desenvolvimento;
b)realizar o planejamento, a elaboração, o incentivo e a oferta de ações que tratem das competências transversais estabelecidas no Plano Consolidado de Ações de Desenvolvimento;
c)ofertar e incentivar as ações de desenvolvimento de âmbito nacional priorizadas no planejamento, de forma direta ou por meio de parcerias ou contratações, em observância ao Plano de Desenvolvimento de Pessoas;
d)coordenar a gestão nacional do sistema de educação corporativa e cidadã, que inclui a formação e a qualificação profissional, o ensino, a pesquisa, a inovação e o desenvolvimento de pessoas e de lideranças; e
e)fomentar a criação de redes de aprendizagem interagências.
Art. 55.
À Diretoria de Administração e Logística compete dirigir, planejar, coordenar, controlar e avaliar as atividades de:
Irelacionamento com os sistemas federais de planejamento e de orçamento, de administração financeira, de contabilidade, de informação de custos, de serviços gerais, de gestão de documentos de arquivo;
IIplanejamento e consolidação das propostas plurianual, de diretrizes orçamentárias e do orçamento anual, inclusive quanto à descentralização de recursos às suas unidades gestoras;
IIIgestão orçamentária, contábil, financeira, de logística, compras e de gestão documental, inclusive quanto ao planejamento anual das aquisições de materiais e serviços;
IVpactuação e execução descentralizada de convênios, de termos, de acordos de cooperação técnica ou de outros instrumentos congêneres;
Vtomadas de contas dos ordenadores de despesa e, no âmbito da sede nacional da Polícia Rodoviária Federal, dos demais responsáveis por bens e valores públicos e daquele que der causa a perda, extravio ou irregularidade de que resulte dano ao erário;
VIorientação e implementação das diretrizes nacionais para as redes de administração e logística;
VIIprospecção, planejamento, execução, gestão e fiscalização dos contratos administrativos; e
VIIIdesenvolvimento de projetos relativos à uniformização das Unidades Administrativas e Unidades Operacionais, e às intervenções necessárias à infraestrutura do acervo imobiliário de responsabilidade da Polícia Rodoviária Federal.
Art. 56.
À Diretoria de Tecnologia da Informação e Comunicação compete dirigir, planejar, coordenar, controlar e avaliar as atividades de:
Itecnologia da informação e comunicação, com a proposição de metodologia de governança e de plano de inovação tecnológica;
IIrelacionamento com os sistemas e as instâncias federais de tecnologia da informação e comunicação;
IIIcooperação técnica de compartilhamento de dados, de sistemas e de aprimoramento tecnológico;
IVorientação e implementação das diretrizes nacionais para a rede de tecnologia da informação e comunicação; e
Vanálise de riscos relativos à área de tecnologia da informação e comunicação.
Art. 57.
Ao Arquivo Nacional, órgão central do Sistema de Gestão de Documentos e Arquivo da Administração Pública Federal, compete:
Iorientar os órgãos e as entidades do Poder Executivo federal na implementação de programas de gestão de documentos, em qualquer suporte;
IIfiscalizar a aplicação dos procedimentos e das operações técnicas referentes à produção, ao registro, à classificação, ao controle da tramitação, ao uso e à avaliação de documentos, com vistas à modernização dos serviços arquivísticos governamentais;
IIIpromover o recolhimento dos documentos de guarda permanente para tratamento técnico, preservação e divulgação, de forma a garantir acesso pleno à informação; e
IVacompanhar e implementar a política nacional de arquivos, estabelecida pelo Conselho Nacional de Arquivos.

Seção III

Dos órgãos colegiados

Art. 58.
Ao Conselho Federal Gestor do Fundo de Defesa dos Direitos Difusos cabe exercer as competências estabelecidas no art. 3º da Lei nº 9.008, de 21 de março de 1995.
Art. 59.
Ao Conselho Nacional de Combate à Pirataria e aos Delitos contra a Propriedade Intelectual cabe exercer as competências estabelecidas no Decreto nº 9.875, de 27 de junho de 2019.
Art. 60.
Ao Conselho Nacional de Políticas sobre Drogas cabe exercer as competências estabelecidas no Decreto nº 9.926, de 19 de julho de 2019.
Art. 61.
Ao Conselho Nacional de Arquivos cabe exercer as competências estabelecidas no Decreto nº 4.073, de 3 de janeiro de 2002.
Art. 62.
Ao Conselho Nacional de Política Criminal e Penitenciária cabe exercer as competências estabelecidas no art. 64 da Lei nº 7.210, de 11 de julho de 1984.
Art. 63.
Ao Conselho Nacional de Segurança Pública e Defesa Social cabe exercer as competências estabelecidas no art. 35 do Decreto nº 9.489, de 30 de agosto de 2018.
Art. 64.
Ao Conselho Gestor do Fundo Nacional de Segurança Pública cabe exercer as competências estabelecidas na Lei nº 13.756, de 12 de dezembro de 2018.
Art. 65.
Ao Conselho Nacional de Imigração cabe exercer as competências estabelecidas no Decreto nº 9.873, de 27 de junho de 2019.
Art. 66.
Ao Conselho Nacional de Política Indigenista cabe exercer as competências estabelecidas no Decreto nº 8.593, de 17 de dezembro de 2015.

CAPÍTULO IV

DAS ATRIBUIÇÕES DOS DIRIGENTES

Art. 67.
Ao Secretário-Executivo incumbe:
Icoordenar, consolidar e submeter ao Ministro de Estado o plano de ação global do Ministério;
IIsupervisionar e avaliar a execução dos projetos e das atividades do Ministério;
IIIsupervisionar e coordenar a articulação dos órgãos do Ministério com os órgãos centrais dos sistemas relacionados à área de competência da Secretaria-Executiva; e
IVexercer outras atribuições que lhe forem cometidas pelo Ministro de Estado.

Seção II

Dos Secretários

Art. 68.
Aos Secretários incumbe planejar, dirigir, coordenar, orientar, acompanhar e avaliar a execução das atividades dos órgãos de suas Secretarias ou seus Departamentos, encaminhar à autoridade superior propostas de atos normativos e para estabelecimento de parcerias com outras instituições, na sua área de competência, e exercer outras atribuições que lhes forem cometidas no regimento interno.

Seção III

Dos demais dirigentes

Art. 69.
Ao Chefe de Gabinete, aos Chefes de Assessorias Especiais, ao Consultor Jurídico, aos Subsecretários, aos Diretores, aos Corregedores-Gerais, aos Coordenadores-Gerais, aos Superintendentes e aos demais dirigentes incumbe planejar, dirigir, coordenar e orientar a execução das atividades de suas unidades e exercer outras atribuições que lhes forem cometidas em suas áreas de competência.

ANEXO II

a)QUADRO DEMONSTRATIVO DOS CARGOS EM COMISSÃO E DAS FUNÇÕES DE CONFIANÇA DO MINISTÉRIO DA JUSTIÇA E SEGURANÇA PÚBLICA: (Redação dada pelo Decreto nº 11.131, de 2022)
UNIDADECARGO/FUNÇÃO NºDENOMINAÇÃO
CARGO/FUNÇÃO
CCE/FCE
8Assessor EspecialCCE 2.15
ASSESSORIA ESPECIAL DE CONTROLE INTERNO1Chefe de Assessoria EspecialCCE 1.15
Coordenação-Geral2Coordenador-GeralFCE 1.13
Coordenação2CoordenadorCCE 1.10
Coordenação1CoordenadorFCE 1.10
Divisão3ChefeFCE 1.07
1AssistenteFCE 2.07
ASSESSORIA ESPECIAL DE ASSUNTOS FEDERATIVOS E PARLAMENTARES1Chefe de Assessoria EspecialCCE 1.15
Coordenação-Geral1Coordenador-GeralFCE 1.13
Coordenação-Geral2Coordenador-GeralCCE 1.13
1Assessor TécnicoCCE 2.10
Coordenação2CoordenadorCCE 1.10
Divisão2ChefeCCE 1.07
Serviço1ChefeCCE 1.05
2Assessor Técnico EspecializadoFCE 4.03
ASSESSORIA ESPECIAL DE ASSUNTOS LEGISLATIVOS1Chefe de Assessoria EspecialCCE 1.15
Coordenação-Geral2Coordenador-GeralCCE 1.13
Coordenação4CoordenadorCCE 1.10
1Assessor TécnicoCCE 2.10
Divisão3ChefeCCE 1.07
ASSESSORIA ESPECIAL INTERNACIONAL1Chefe de Assessoria EspecialCCE 1.15
Coordenação-Geral1Coordenador-GeralCCE 1.13
Coordenação1CoordenadorCCE 1.10
Divisão1ChefeCCE 1.07
GABINETE1Chefe de GabineteCCE 1.15
Coordenação-Geral2Coordenador-GeralCCE 1.13
Corregedoria-Geral1Corregedor-GeralCCE 1.13
Ouvidoria-Geral1OuvidorCCE 1.13
Assessoria1Chefe de AssessoriaCCE 1.13
4AssessorCCE 2.13
2AssessorFCE 2.13
Coordenação3CoordenadorCCE 1.10
Coordenação3CoordenadorFCE 1.10
2Assessor TécnicoCCE 2.10
1Assessor TécnicoFCE 2.10
5Assessor Técnico EspecializadoFCE 4.10
1Assessor Técnico EspecializadoFCE 4.08
Divisão16ChefeCCE 1.07
Divisão3ChefeFCE 1.07
1AssistenteCCE 2.07
Serviço6ChefeCCE 1.05
Serviço1ChefeFCE 1.05
2Assessor Técnico EspecializadoFCE 4.04
14Assessor Técnico EspecializadoFCE 4.03
Setor2ChefeFCE 1.02
SECRETARIA-EXECUTIVA1Secretário-ExecutivoCCE 1.18
1Secretário-Executivo AdjuntoCCE 1.17
4AssessorCCE 2.13
1AssessorFCE 2.13
3Assessor Técnico EspecializadoFCE 4.13
Gabinete1Chefe de GabineteCCE 1.13
1Assessor TécnicoFCE 2.10
Coordenação2CoordenadorFCE 1.10
Coordenação2CoordenadorCCE 1.10
3Assessor Técnico EspecializadoFCE 4.08
Divisão1ChefeCCE 1.07
4Assessor Técnico EspecializadoFCE 4.07
Serviço1ChefeFCE 1.05
SUBSECRETARIA DE ADMINISTRAÇÃO1SubsecretárioCCE 1.15
Coordenação-Geral2Coordenador-GeralCCE 1.13
Coordenação-Geral3Coordenador-GeralFCE 1.13
Coordenação1CoordenadorFCE 1.12
Coordenação6CoordenadorCCE 1.10
Coordenação5CoordenadorFCE 1.10
1Assessor Técnico EspecializadoFCE 4.09
1Assessor Técnico EspecializadoFCE 4.08
Divisão6ChefeCCE 1.07
Divisão18ChefeFCE 1.07
5Assessor Técnico EspecializadoFCE 4.07
Serviço7ChefeCCE 1.05
Serviço20ChefeFCE 1.05
1Assistente TécnicoCCE 2.05
6Assessor Técnico EspecializadoFCE 4.05
19Assessor Técnico EspecializadoFCE 4.04
3Assessor Técnico EspecializadoFCE 4.03
1Assessor Técnico EspecializadoFCE 4.02
Setor3ChefeFCE 1.02
SUBSECRETARIA DE PLANEJAMENTO E ORÇAMENTO1SubsecretárioCCE 1.15
Coordenação-Geral1Coordenador-GeralCCE 1.13
Coordenação-Geral2Coordenador-GeralFCE 1.13
Coordenação4CoordenadorFCE 1.10
Divisão7ChefeCCE 1.07
Divisão6ChefeFCE 1.07
1Assessor Técnico EspecializadoFCE 4.07
3Assessor Técnico EspecializadoFCE 4.06
Serviço3ChefeFCE 1.05
2Assistente TécnicoCCE 2.05
4Assessor Técnico EspecializadoFCE 4.04
2Assessor Técnico EspecializadoFCE 4.03
Seção2ChefeFCE 1.03
Setor3ChefeFCE 1.02
DIRETORIA DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO1DiretorCCE 1.15
Coordenação-Geral2Coordenador-GeralCCE 1.13
Coordenação-Geral2Coordenador-GeralFCE 1.13
Coordenação7CoordenadorCCE 1.10
Coordenação1CoordenadorFCE 1.10
1Assessor TécnicoCCE 2.10
Divisão5ChefeCCE 1.07
Divisão9ChefeFCE 1.07
1AssistenteCCE 2.07
3Assistente TécnicoCCE 2.06
1Assessor Técnico EspecializadoFCE 4.06
2Assessor Técnico EspecializadoFCE 4.04
6Assessor Técnico EspecializadoFCE 4.03
CONSULTORIA JURÍDICA1Consultor JurídicoCCE 1.15
1Consultor Jurídico AdjuntoFCE 1.13
Coordenação-Geral5Coordenador-GeralFCE 1.13
1Assessor Técnico EspecializadoFCE 4.13
Coordenação1CoordenadorCCE 1.10
Coordenação7CoordenadorFCE 1.10
Divisão2ChefeCCE 1.07
Divisão3ChefeFCE 1.07
1Assessor Técnico EspecializadoFCE 4.07
1Assessor Técnico EspecializadoFCE 4.06
2Assessor Técnico EspecializadoFCE 4.04
14Assessor Técnico EspecializadoFCE 4.03
SECRETARIA NACIONAL DE JUSTIÇA1SecretárioCCE 1.17
Gabinete1Chefe de GabineteCCE 1.13
Coordenação-Geral1Coordenador-GeralCCE 1.13
1AssessorCCE 2.13
1Gerente de ProjetoCCE 3.13
Coordenação2CoordenadorCCE 1.10
Coordenação1CoordenadorFCE 1.10
Divisão3ChefeCCE 1.07
Divisão1ChefeFCE 1.07
1Assessor Técnico EspecializadoFCE 4.04
Setor1ChefeFCE 1.02
DEPARTAMENTO DE RECUPERAÇÃO DE ATIVOS E COOPERAÇÃO JURÍDICA INTERNACIONAL1DiretorCCE 1.15
Coordenação-Geral1Coordenador-GeralCCE 1.13
Coordenação-Geral4Coordenador-GeralFCE 1.13
Coordenação6CoordenadorCCE 1.10
Coordenação4CoordenadorFCE 1.10
Divisão4ChefeCCE 1.07
1Assessor Técnico EspecializadoFCE 4.04
5Assessor Técnico EspecializadoFCE 4.03
Núcleo1ChefeFCE 1.01
DEPARTAMENTO DE MIGRAÇÕES1DiretorCCE 1.15
Coordenação-Geral1Coordenador-GeralCCE 1.13
Coordenação-Geral3Coordenador-GeralFCE 1.13
Coordenação1CoordenadorCCE 1.10
Coordenação4CoordenadorFCE 1.10
Divisão5ChefeCCE 1.07
Divisão4ChefeFCE 1.07
Serviço1ChefeFCE 1.05
1Assistente TécnicoCCE 2.05
2Assessor Técnico EspecializadoFCE 4.05
1Assessor Técnico EspecializadoFCE 4.04
11Assessor Técnico EspecializadoFCE 4.03
Setor2ChefeFCE 1.02
Núcleo Regional3ChefeFCE 1.01
DEPARTAMENTO DE PROMOÇÃO DE POLÍTICAS DE JUSTIÇA1DiretorCCE 1.15
Coordenação-Geral1Coordenador-GeralCCE 1.13
Coordenação-Geral1Coordenador-GeralFCE 1.13
Coordenação1CoordenadorCCE 1.10
Coordenação2CoordenadorFCE 1.10
Divisão2ChefeCCE 1.07
1AssistenteFCE 2.07
Serviço1ChefeFCE 1.05
1Assessor Técnico EspecializadoFCE 4.04
Seção1ChefeFCE 1.03
4Assessor Técnico EspecializadoFCE 4.03
4Assessor Técnico EspecializadoFCE 4.02
Núcleo1ChefeFCE 1.01
SECRETARIA NACIONAL DO CONSUMIDOR1SecretárioCCE 1.17
Gabinete1Chefe de GabineteCCE 1.13
Coordenação-Geral1Coordenador-GeralCCE 1.13
Secretaria-Executiva do Conselho Nacional de Combate à Pirataria e Delitos contra a Propriedade Intelectual1Secretário-ExecutivoFCE 1.13
Coordenação-Geral1Coordenador-GeralFCE 1.13
1Gerente de ProjetoFCE 3.13
Coordenação2CoordenadorCCE 1.10
1Assessor TécnicoCCE 2.10
Coordenação1CoordenadorFCE 1.10
Divisão2ChefeCCE 1.07
Divisão2ChefeFCE 1.07
1AssistenteFCE 2.07
Serviço2ChefeCCE 1.05
1Assistente TécnicoCCE 2.05
1Assessor Técnico EspecializadoFCE 4.05
1Assessor Técnico EspecializadoFCE 4.01
DEPARTAMENTO DE PROTEÇÃO E DE DEFESA DO CONSUMIDOR1DiretorCCE 1.15
Coordenação-Geral1Coordenador-GeralCCE 1.13
Coordenação-Geral2Coordenador-GeralFCE 1.13
Coordenação3CoordenadorCCE 1.10
Coordenação3CoordenadorFCE 1.10
Divisão3ChefeCCE 1.07
Divisão2ChefeFCE 1.07
1AssistenteCCE 2.07
Serviço5ChefeFCE 1.05
1Assistente TécnicoCCE 2.05
1Assessor Técnico EspecializadoFCE 4.04
3Assessor Técnico EspecializadoFCE 4.03
DEPARTAMENTO DE PROJETOS E DE POLÍTICAS DE DIREITOS COLETIVOS E DIFUSOS1DiretorCCE 1.15
Coordenação-Geral3Coordenador-GeralFCE 1.13
Coordenação2CoordenadorCCE 1.10
Coordenação3CoordenadorFCE 1.10
1Assessor Técnico EspecializadoFCE 4.10
Divisão4ChefeCCE 1.07
Divisão1ChefeFCE 1.07
Serviço2ChefeFCE 1.05
SECRETARIA NACIONAL DE POLÍTICAS SOBRE DROGAS E GESTÃO DE ATIVOS1SecretárioCCE 1.17
Gabinete1Chefe de GabineteCCE 1.13
Coordenação1CoordenadorFCE 1.10
1Assessor TécnicoCCE 2.10
Divisão1ChefeCCE 1.07
2Assistente TécnicoCCE 2.05
DIRETORIA DE GESTÃO DE ATIVOS1DiretorCCE 1.15
Coordenação-Geral3Coordenador-GeralCCE 1.13
Coordenação6CoordenadorCCE 1.10
Coordenação2CoordenadorFCE 1.10
Divisão6ChefeCCE 1.07
Serviço5ChefeCCE 1.05
Serviço2ChefeFCE 1.05
1Assessor Técnico EspecializadoFCE 4.03
DIRETORIA DE POLÍTICAS PÚBLICAS E ARTICULAÇÃO INSTITUCIONAL1DiretorCCE 1.15
Coordenação-Geral1Coordenador-GeralCCE 1.13
Coordenação-Geral1Coordenador-GeralFCE 1.13
Coordenação2CoordenadorCCE 1.10
Coordenação1CoordenadorFCE 1.10
1Assessor Técnico EspecializadoFCE 4.10
Divisão1ChefeCCE 1.07
Divisão1ChefeFCE 1.07
Serviço2ChefeCCE 1.05
8Assessor Técnico EspecializadoFCE 4.03
SECRETARIA NACIONAL DE SEGURANÇA PÚBLICA1SecretárioCCE 1.17
1Secretário AdjuntoCCE 1.15
Gabinete1Chefe de GabineteCCE 1.13
Coordenação-Geral1Coordenador-GeralCCE 1.13
1AssessorCCE 2.13
Coordenação3CoordenadorCCE 1.10
Divisão2ChefeCCE 1.07
Serviço1ChefeCCE 1.05
Serviço1ChefeFCE 1.05
DIRETORIA DE POLÍTICAS DE SEGURANÇA PÚBLICA1DiretorCCE 1.15
1Diretor AdjuntoCCE 1.13
Coordenação-Geral4Coordenador-GeralCCE 1.13
Coordenação-Geral2Coordenador-GeralFCE 1.13
Coordenação9CoordenadorCCE 1.10
Coordenação4CoordenadorFCE 1.10
1Assessor Técnico EspecializadoFCE 4.10
3Assistente TécnicoCCE 2.05
1Assessor Técnico EspecializadoFCE 4.01
DIRETORIA DE GESTÃO E INTEGRAÇÃO DE INFORMAÇÕES1DiretorCCE 1.15
Coordenação-Geral3Coordenador-GeralCCE 1.13
Coordenação7CoordenadorCCE 1.10
1Assessor Técnico EspecializadoFCE 4.07
1Assistente TécnicoCCE 2.05
DIRETORIA DA FORÇA NACIONAL DE SEGURANÇA PÚBLICA1DiretorCCE 1.15
Coordenação-Geral3Coordenador-GeralCCE 1.13
Coordenação5CoordenadorCCE 1.10
SECRETARIA DE GESTÃO E ENSINO EM SEGURANÇA PÚBLICA1SecretárioCCE 1.17
Gabinete1Chefe de GabineteCCE 1.13
Coordenação-Geral1Coordenador-GeralCCE 1.13
Coordenação2CoordenadorCCE 1.10
1Assessor Técnico EspecializadoFCE 4.10
Serviço1ChefeCCE 1.05
DIRETORIA DE GESTÃO1DiretorCCE 1.15
Coordenação-Geral2Coordenador-GeralCCE 1.13
Coordenação-Geral3Coordenador-GeralFCE 1.13
Coordenação13CoordenadorCCE 1.10
Coordenação2CoordenadorFCE 1.10
Divisão8ChefeCCE 1.07
Divisão2ChefeFCE 1.07
1AssistenteCCE 2.07
Serviço3ChefeCCE 1.05
Serviço1ChefeFCE 1.05
1Assessor Técnico EspecializadoFCE 4.05
3Assessor Técnico EspecializadoFCE 4.03
DIRETORIA DE ENSINO E PESQUISA1DiretorCCE 1.15
Coordenação-Geral2Coordenador-GeralCCE 1.13
Coordenação-Geral1Coordenador-GeralFCE 1.13
Coordenação3CoordenadorCCE 1.10
Coordenação3CoordenadorFCE 1.10
4Assistente TécnicoCCE 2.05
1Assessor Técnico EspecializadoFCE 4.03
SECRETARIA DE OPERAÇÕES INTEGRADAS1SecretárioCCE 1.17
1Secretário AdjuntoCCE 1.15
Gabinete1Chefe de GabineteCCE 1.13
Coordenação-Geral1Coordenador-GeralCCE 1.13
Setor2ChefeFCE 1.01
DIRETORIA DE OPERAÇÕES1DiretorCCE 1.15
Coordenação-Geral5Coordenador-GeralCCE 1.13
Coordenação Regional3CoordenadorCCE 1.10
Coordenação1CoordenadorCCE 1.10
Coordenação1CoordenadorFCE 1.10
Serviço2ChefeFCE 1.05
DIRETORIA DE INTELIGÊNCIA1DiretorCCE 1.15
Coordenação-Geral3Coordenador-GeralFCE 1.13
Coordenação1CoordenadorCCE 1.10
DEPARTAMENTO PENITENCIÁRIO NACIONAL1Diretor-GeralCCE 1.17
Assessoria2Chefe de AssessoriaFCE 1.13
Coordenação-Geral1Coordenador-GeralFCE 1.13
Ouvidoria Nacional de Serviços Penais1OuvidorFCE 1.13
Gabinete1Chefe de GabineteFCE 1.13
Coordenação1CoordenadorFCE 1.10
1Assessor Técnico EspecializadoFCE 4.10
Divisão5ChefeFCE 1.07
Serviço5ChefeFCE 1.05
1Assistente TécnicoFCE 2.03
1Assessor Técnico EspecializadoFCE 4.03
3Assessor Técnico EspecializadoFCE 4.02
Núcleo2ChefeFCE 1.01
DIRETORIA-EXECUTIVA1Diretor-ExecutivoCCE 1.15
Coordenação-Geral5Coordenador-GeralFCE 1.13
Coordenação10CoordenadorFCE 1.10
Divisão14ChefeFCE 1.07
Serviço6ChefeFCE 1.05
2Assessor Técnico EspecializadoFCE 4.03
3Assessor Técnico EspecializadoFCE 4.01
Núcleo4ChefeFCE 1.01
CORREGEDORIA-GERAL DO DEPARTAMENTO PENITENCIÁRIO NACIONAL1Corregedor-GeralCCE 1.15
Coordenação1CoordenadorFCE 1.10
Divisão1ChefeFCE 1.07
Serviço1ChefeFCE 1.05
1Assessor Técnico EspecializadoFCE 4.01
DIRETORIA DE POLÍTICAS PENITENCIÁRIAS1DiretorCCE 1.15
Coordenação-Geral3Coordenador-GeralFCE 1.13
Coordenação12CoordenadorFCE 1.10
Divisão7ChefeFCE 1.07
Serviço4ChefeFCE 1.05
1Assessor Técnico EspecializadoFCE 4.03
1Assessor Técnico EspecializadoFCE 4.02
6Assessor Técnico EspecializadoFCE 4.01
DIRETORIA DO SISTEMA PENITENCIÁRIO FEDERAL1DiretorCCE 1.15
Coordenação-Geral4Coordenador-GeralFCE 1.13
Diretorias das Penitenciárias Federais5DiretorFCE 1.13
Coordenação1CoordenadorFCE 1.10
Divisão30ChefeFCE 1.07
Serviço16ChefeFCE 1.05
1Assessor Técnico EspecializadoFCE 4.02
2Assessor Técnico EspecializadoFCE 4.01
DIRETORIA DE INTELIGÊNCIA PENITENCIÁRIA1DiretorCCE 1.15
Coordenação-Geral2Coordenador-GeralFCE 1.13
Coordenação5CoordenadorFCE 1.10
Divisão6ChefeFCE 1.07
Serviço8ChefeFCE 1.05
POLÍCIA FEDERAL1Diretor-GeralFCE 1.17
1AssessorCCE 2.13
Coordenação-Geral1Coordenador-GeralCCE 1.13
Coordenação-Geral2Coordenador-GeralFCE 1.13
Gabinete1Chefe de GabineteFCE 1.13
Coordenação1CoordenadorFCE 1.10
1Assessor Técnico EspecializadoFCE 4.10
Divisão6ChefeFCE 1.07
Serviço1ChefeFCE 1.05
2Assessor Técnico EspecializadoFCE 4.05
Setor8ChefeFCE 1.02
1Assistente TécnicoFCE 2.02
Núcleo3ChefeFCE 1.01
DIRETORIA-EXECUTIVA1Diretor-ExecutivoFCE 1.15
Instituto Nacional de Identificação1DiretorFCE 1.13
Coordenação-Geral2Coordenador-GeralFCE 1.13
Coordenação3CoordenadorFCE 1.10
Divisão12ChefeFCE 1.07
1Assessor Técnico EspecializadoFCE 4.07
Serviço14ChefeFCE 1.05
2Assessor Técnico EspecializadoFCE 4.05
Setor9ChefeFCE 1.02
Núcleo8ChefeFCE 1.01
DIRETORIA DE INVESTIGAÇÃO E COMBATE AO CRIME ORGANIZADO E À CORRUPÇÃO1DiretorFCE 1.15
Coordenação-Geral4Coordenador-GeralFCE 1.13
Coordenação6CoordenadorFCE 1.10
Divisão11ChefeFCE 1.07
Serviço10ChefeFCE 1.05
Setor12ChefeFCE 1.02
2Assistente TécnicoFCE 2.02
Núcleo20ChefeFCE 1.01
CORREGEDORIA-GERAL DE POLÍCIA FEDERAL1Corregedor-GeralFCE 1.15
Coordenação-Geral1Coordenador-GeralFCE 1.13
Coordenação2CoordenadorFCE 1.10
Divisão3ChefeFCE 1.07
1AssistenteFCE 2.07
Serviço2ChefeFCE 1.05
1Assistente TécnicoFCE 2.05
Setor1ChefeFCE 1.02
Núcleo2ChefeFCE 1.01
DIRETORIA DE INTELIGÊNCIA POLICIAL1DiretorFCE 1.15
Coordenação-Geral1Coordenador-GeralFCE 1.13
Coordenação1CoordenadorFCE 1.10
Divisão3ChefeFCE 1.07
1AssistenteFCE 2.07
Serviço3ChefeFCE 1.05
Setor3ChefeFCE 1.02
Núcleo4ChefeFCE 1.01
DIRETORIA TÉCNICO-CIENTÍFICA1DiretorFCE 1.15
Instituto Nacional de Criminalística1DiretorFCE 1.13
Divisão2ChefeFCE 1.07
1AssistenteFCE 2.07
Serviço7ChefeFCE 1.05
Setor9ChefeFCE 1.02
Núcleo1ChefeFCE 1.01
DIRETORIA DE GESTÃO DE PESSOAL1DiretorFCE 1.15
Academia Nacional de Polícia1DiretorFCE 1.13
Coordenação-Geral1Coordenador-GeralFCE 1.13
Coordenação4CoordenadorFCE 1.10
Divisão9ChefeFCE 1.07
1AssistenteFCE 2.07
Serviço19ChefeFCE 1.05
Setor12ChefeFCE 1.02
Núcleo8ChefeFCE 1.01
DIRETORIA DE ADMINISTRAÇÃO E LOGÍSTICA POLICIAL1DiretorFCE 1.15
Coordenação-Geral3Coordenador-GeralFCE 1.13
Divisão7ChefeFCE 1.07
1Assessor Técnico EspecializadoFCE 4.07
Serviço15ChefeFCE 1.05
Setor11ChefeFCE 1.02
Núcleo4ChefeFCE 1.01
DIRETORIA DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO E INOVAÇÃO1DiretorFCE 1.15
Coordenação-Geral1Coordenador-GeralFCE 1.13
Divisão5ChefeFCE 1.07
1Assessor Técnico EspecializadoFCE 4.07
Serviço2ChefeFCE 1.05
Setor2ChefeFCE 1.02
Núcleo1ChefeFCE 1.01
Superintendência Regional27Superintendente RegionalFCE 1.13
Delegacia Regional54Delegado RegionalFCE 1.07
Corregedoria Regional27Corregedor RegionalFCE 1.07
Delegacia de Polícia Federal96ChefeFCE 1.05
Seção Regional27ChefeFCE 1.03
Delegacia/Setor/Centro399ChefeFCE 1.02
Núcleo Regional27ChefeFCE 1.01
Núcleo780ChefeFCE 1.01
POLÍCIA RODOVIÁRIA FEDERAL1Diretor-GeralFCE 1.17
Gabinete1Chefe de GabineteFCE 1.13
Divisão3ChefeFCE 1.07
DIRETORIA-EXECUTIVA1Diretor-ExecutivoFCE 1.15
Coordenação-Geral4Coordenador-GeralFCE 1.13
Coordenação4CoordenadorFCE 1.10
Divisão8ChefeFCE 1.07
Serviço2ChefeFCE 1.05
Núcleo1ChefeFCE 1.01
DIRETORIA DE OPERAÇÕES1DiretorFCE 1.15
Coordenação-Geral3Coordenador-GeralFCE 1.13
Coordenação7CoordenadorFCE 1.10
Divisão1ChefeFCE 1.07
Serviço14ChefeFCE 1.05
Setor18ChefeFCE 1.02
Núcleo36ChefeFCE 1.01
DIRETORIA DE INTELIGÊNCIA1DiretorFCE 1.15
Coordenação-Geral1Coordenador-GeralFCE 1.13
Coordenação3CoordenadorFCE 1.10
Divisão1ChefeFCE 1.07
Serviço6ChefeFCE 1.05
Setor2ChefeFCE 1.02
CORREGEDORIA-GERAL E CONTROLE INTERNO1Corregedor-GeralFCE 1.15
Coordenação4CoordenadorFCE 1.10
Divisão1ChefeFCE 1.07
Serviço1ChefeFCE 1.05
Setor6ChefeFCE 1.02
DIRETORIA DE GESTÃO DE PESSSOAS1DiretorFCE 1.15
Universidade da Polícia Rodoviária Federal1DiretorFCE 1.13
Coordenação-Geral1Coordenador-GeralFCE 1.13
Coordenação4CoordenadorFCE 1.10
Divisão8ChefeFCE 1.07
Serviço8ChefeFCE 1.05
Setor7ChefeFCE 1.02
Núcleo15ChefeFCE 1.01
DIRETORIA DE ADMINISTRAÇÃO E LOGÍSTICA1DiretorFCE 1.15
Coordenação-Geral3Coordenador-GeralFCE 1.13
Coordenação1CoordenadorFCE 1.10
Divisão8ChefeFCE 1.07
Serviço7ChefeFCE 1.05
Setor4ChefeFCE 1.02
Núcleo3ChefeFCE 1.01
DIRETORIA DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO1DiretorFCE 1.15
Coordenação3CoordenadorFCE 1.10
Divisão6ChefeFCE 1.07
Serviço2ChefeFCE 1.05
Setor1ChefeFCE 1.02
Superintendência da Polícia Rodoviária Federal8SuperintendenteFCE 1.13
Superintendência da Polícia Rodoviária Federal19SuperintendenteFCE 1.10
Superintendência-Executiva23Superintendente-ExecutivoFCE 1.05
Delegacia145ChefeFCE 1.05
Serviço45ChefeFCE 1.05
Setor159ChefeFCE 1.02
Núcleo589ChefeFCE 1.01
ARQUIVO NACIONAL1Diretor-GeralCCE 1.16
Superintendência3SuperintendenteCCE 1.14
Coordenação-Geral2Coordenador-GeralCCE 1.13
Coordenação-Geral5Coordenador-GeralFCE 1.13
Gabinete1Chefe de GabineteFCE 1.13
1Coordenador de ProjetoFCE 3.12
Coordenação15CoordenadorFCE 1.10
1Assessor TécnicoFCE 2.10
4Coordenador de ProjetoFCE 3.10
1Chefe de ProjetoCCE 3.08
18Chefe de ProjetoFCE 3.07
Divisão28ChefeFCE 1.07
1Assessor Técnico EspecializadoFCE 4.07
15Assessor Técnico EspecializadoFCE 4.06
Serviço3ChefeFCE 1.05
11Assessor Técnico EspecializadoFCE 4.05
52Assessor Técnico EspecializadoFCE 4.04
58Assessor Técnico EspecializadoFCE 4.03
26Assessor Técnico EspecializadoFCE 4.02
Superintendência Regional no Distrito Federal1SuperintendenteFCE 1.13
Coordenação2CoordenadorFCE 1.10
1Assessor TécnicoFCE 2.10
1Coordenador de ProjetoFCE 3.10
Divisão4ChefeFCE 1.07
1Assessor Técnico EspecializadoFCE 4.07
2Chefe de ProjetoFCE 3.07
4Assessor Técnico EspecializadoFCE 4.06
1Chefe de ProjetoCCE 3.05
1Assessor Técnico EspecializadoFCE 4.05
1Assistente TécnicoCCE 2.04
3Assessor Técnico EspecializadoFCE 4.04
3Assessor Técnico EspecializadoFCE 4.03
3Assessor Técnico EspecializadoFCE 4.02
b)QUADRO RESUMO DE CUSTOS DOS CARGOS EM COMISSÃO E DAS FUNÇÕES DE CONFIANÇA DO MINISTÉRIO DA JUSTIÇA E SEGURANÇA PÚBLICA:
CÓDIGOCCE-UNITÁRIOSITUAÇÃO ATUALSITUAÇÃO NOVA
QTD.VALOR TOTALQTD.VALOR TOTAL
NE6,4116,41--
CCE 1.186,41--16,41
SUBTOTAL 116,4116,41
DAS 101.66,27850,16--
DAS 101.55,0431156,24--
DAS 101.43,8465249,60--
DAS 101.32,10106222,60--
DAS 101.21,2790114,30--
DAS 101.11,003232,00--
DAS 102.55,04630,24--
DAS 102.43,84934,56--
DAS 102.32,10612,60--
DAS 102.21,2733,81--
DAS 102.11,002020,00--
DAS 103.43,8413,84--
CCE 1.176,27--850,16
CCE 1.165,81--15,81
CCE 1.155,04--30151,20
CCE 1.144,31--312,93
CCE 1.133,84--58222,72
CCE 1.102,12--100212,00
CCE 1.071,39--84116,76
CCE 1.051,00--2828,00
CCE 2.155,04--840,32
CCE 2.133,84--1142,24
CCE 2.102,12--714,84
CCE 2.071,39--45,56
CCE 2.061,17--33,51
CCE 2.051,00--1616,00
CCE 2.040,44--10,44
CCE 3.133,84--13,84
CCE 3.081,60--11,60
CCE 3.051,00--11,00
SUBTOTAL 2377929,95365928,93
FCPE 101.63,7627,52--
FCPE 101.53,031545,45--
FCPE 101.42,30125287,50--
FCPE 101.31,26152191,52--
FCPE 101.20,76306232,56--
FCPE 101.10,60403241,80--
FCPE 102.42,3012,30--
FCPE 102.20,7653,80--
FCPE 102.10,6031,80--
FCPE 104.42,30511,50--
FCPE 104.31,2645,04--
FCPE 104.20,7675,32--
FCPE 104.10,6074,20--
FCE 1.173,76--27,52
FCE 1.153,03--1545,45
FCE 1.132,30--140322,00
FCE 1.121,86--11,86
FCE 1.101,27--164208,28
FCE 1.070,83--325269,75
FCE 1.050,60--505303,00
FCE 1.030,37--3011,10
FCE 1.020,21--674141,54
FCE 1.010,12--1515181,8
FCE 2.132,30--36,90
FCE 2.101,27--45,08
FCE 2.070,83--75,81
FCE 2.050,60--10,60
FCE 2.030,37--10,37
FCE 2.020,21--30,63
FCE 3.132,30--12,30
FCE 3.121,86--11,86
FCE 3.101,27--56,35
FCE 3.070,83--2016,60
FCE 4.132,30--49,20
FCE 4.101,27--1113,97
FCE 4.091,00--11,00
FCE 4.080,96--54,80
FCE 4.070,83--1714,11
FCE 4.060,70--2416,80
FCE 4.050,60--2615,60
FCE 4.040,44--8939,16
FCE 4.030,37--14252,54
FCE 4.020,21--398,19
FCE 4.010,12--141,68
SUBTOTAL 31.0351.040,313.7891.715,85
FG-10,2020340,60--
FG-20,1555583,25--
FG-30,121.401168,12--
SUBTOTAL 42.159291,97--
TOTAL3.5722.268,644.1552.651,19

ANEXO III

REMANEJAMENTO DE CARGOS EM COMISSÃO DO GRUPO-DIREÇÃO E ASSESSORAMENTO SUPERIORES - DAS, DE FUNÇÕES COMISSIONADAS DO PODER EXECUTIVO - FCPE, DE FUNÇÕES GRATIFICADAS - FG, DE CARGOS COMISSIONADOS EXECUTIVOS - CCE E DE FUNÇÕES COMISSIONADAS EXECUTIVAS - FCE

a)DO MINISTÉRIO DA JUSTIÇA E SEGURANÇA PÚBLICA PARA A SECRETARIA DE GESTÃO DA SECRETARIA ESPECIAL DE DESBUROCRATIZAÇÃO, GESTÃO E GOVERNO DIGITAL DO MINISTÉRIO DA ECONOMIA:
CÓDIGODAS-UNITÁRIODO MJSP PARA A SEGES/ME
QTD.VALOR TOTAL
DAS 101.66,27850,16
DAS 101.55,0431156,24
DAS 101.43,8465249,60
DAS 101.32,10106222,60
DAS 101.21,2790114,30
DAS 101.11,003232,00
DAS 102.55,04630,24
DAS 102.43,84934,56
DAS 102.32,10612,60
DAS 102.21,2733,81
DAS 102.11,002020,00
DAS 103.43,8413,84
SUBTOTAL 1377929,95
FCPE 101.63,7627,52
FCPE 101.53,031545,45
FCPE 101.42,30125287,50
FCPE 101.31,26152191,52
FCPE 101.20,76306232,56
FCPE 101.10,60403241,80
FCPE 102.42,3012,30
FCPE 102.20,7653,80
FCPE 102.10,6031,80
FCPE 104.42,30511,50
FCPE 104.31,2645,04
FCPE 104.20,7675,32
FCPE 104.10,6074,20
SUBTOTAL 21.0351.040,31
FG-10,2020340,60
FG-20,1555583,25
FG-30,121.401168,12
SUBTOTAL 32.159291,97
TOTAL3.5712.262,23
b)DA SECRETARIA DE GESTÃO DA SECRETARIA ESPECIAL DE DESBUROCRATIZAÇÃO, GESTÃO E GOVERNO DIGITAL DO MINISTÉRIO DA ECONOMIA PARA O MINISTÉRIO DA JUSTIÇA E SEGURANÇA PÚBLICA:
CÓDIGOCCE-UNITÁRIODA SEGES/ME PARA O MJSP
QTD.VALOR TOTAL
CCE 1.176,27850,16
CCE 1.165,8115,81
CCE 1.155,0430151,20
CCE 1.144,31312,93
CCE 1.133,8458222,72
CCE 1.102,12100212,00
CCE 1.071,3984116,76
CCE 1.051,002828,00
CCE 2.155,04840,32
CCE 2.133,841142,24
CCE 2.102,12714,84
CCE 2.071,3945,56
CCE 2.061,1733,51
CCE 2.051,001616,00
CCE 2.040,4410,44
CCE 3.133,8413,84
CCE 3.081,6011,60
CCE 3.051,0011,00
SUBTOTAL 2365928,93
FCE 1.173,7627,52
FCE 1.153,031545,45
FCE 1.132,30140322,00
FCE 1.121,8611,86
FCE 1.101,27164208,28
FCE 1.070,83325269,75
FCE 1.050,60505303,00
FCE 1.030,373011,10
FCE 1.020,21674141,54
FCE 1.010,121.515181,80
FCE 2.132,3036,90
FCE 2.101,2745,08
FCE 2.070,8375,81
FCE 2.050,6010,60
FCE 2.030,3710,37
FCE 2.020,2130,63
FCE 3.132,3012,30
FCE 3.121,8611,86
FCE 3.101,2756,35
FCE 3.070,832016,60
FCE 4.132,3049,20
FCE 4.101,271113,97
FCE 4.091,0011,00
FCE 4.080,9654,80
FCE 4.070,831714,11
FCE 4.060,702416,80
FCE 4.050,602615,60
FCE 4.040,448939,16
FCE 4.030,3714252,54
FCE 4.020,21398,19
FCE 4.010,12141,68
SUBTOTAL 23.7891.715,85
TOTAL4.1542.644,78

ANEXO IV

REMANEJAMENTO DE FUNÇÕES COMISSIONADAS TÉCNICAS - FCT DO MINISTÉRIO DA JUSTIÇA E SEGURANÇA PÚBLICA PARA A SECRETARIA DE GESTÃO DA SECRETARIA ESPECIAL DE DESBUROCRATIZAÇÃO, GESTÃO E GOVERNO DIGITAL DO MINISTÉRIO DA ECONOMIA

CÓDIGODAS-UNITÁRIODO MJSP PARA SEGES/ME
QTD.VALOR TOTAL
FCT-12,58923,22
FCT-22,173269,44
FCT-51,286279,36
FCT-61,074447,08
FCT-70,902219,80
FCT-80,754332,25
FCT-90,636037,80
FCT-100,53189,54
FCT-110,447934,76
FCT-120,373713,69
FCT-130,31309,30
FCT-150,22367,92
TOTAL472384,16

ANEXO V

DEMONSTRATIVO DOS CARGOS EM COMISSÃO DO GRUPO-DIREÇÃO E ASSESSORAMENTO SUPERIORES - DAS, DAS FUNÇÕES COMISSIONADAS DO PODER EXECUTIVO - FCPE, DAS FUNÇÕES GRATIFICADAS - FG E DAS FUNÇÕES COMISSIONADAS TÉCNICAS - FCT, TRANSFORMADOS NOS TERMOS DO DISPOSTO NO ART. 6º DA LEI Nº 14.204, DE 16 DE SETEMBRO DE 2021

CÓDIGODAS/CCEUNITÁRIOSITUAÇÃO ATUAL (a)SITUAÇÃO NOVA (b)DIFERENÇA

(c = b - a)

QTD.VALOR TOTALQTD.VALOR TOTALQTD.VALOR TOTAL
CCE-176,27-850,16850,16
CCE-165,81-15,8115,81
CCE-155,04-38191,5238191,52
CCE-144,31-312,93312,93
CCE-133,84-70268,8070268,80
CCE-102,12-107226,84107226,84
CCE-81,60-11,6011,60
CCE-71,39-88122,3288122,32
CCE-61,17-33,5133,51
CCE-51,00-4545,004545,00
CCE-40,44-10,4410,44
DAS-66,27850,16--8-50,16
DAS-55,0437186,48--37-186,48
DAS-43,8475288,00--75-288,00
DAS-32,10112235,20--112-235,20
DAS-21,2793118,11--93-118,11
DAS-11,005252,00--52-52,00
FCE-173,76-27,5227,52
FCE-153,03-1545,451545,45
FCE-132,30-148340,40148340,40
FCE-121,86-23,7223,72
FCE-101,27-184233,68184233,68
FCE-91,00-11,0011,00
FCE-80,96-54,8054,80
FCE-70,83-369306,27369306,27
FCE-60,70-2416,802416,80
FCE-50,60-532319,20532319,20
FCE-40,44-8939,168939,16
FCE-30,37-17364,0117364,01
FCE-20,21-716150,36716150,36
FCE-10,12-1.529183,481.529183,48
FCPE-63,7627,52--2-7,52
FCPE-53,031545,45--15-45,45
FCPE-42,30131301,30--131-301,30
FCPE-31,26156196,56--156-196,56
FCPE-20,76318241,68--318-241,68
FCPE-10,60413247,80--413-247,80
FCT-12,58923,22--9-23,22
FCT-22,173269,44--32-69,44
FCT-51,286279,36--62-79,36
FCT-61,074447,08--44-47,08
FCT-70,902219,80--22-19,80
FCT-80,754332,25--43-32,25
FCT-90,636037,80--60-37,80
FCT 100,53189,54--18-9,54
FCT-110,447934,76--79-34,76
FCT-120,373713,69--37-13,69
FCT-130,31309,30--30-9,30
FCT-150,22367,92--36-7,92
FG-10,2020340,60--203-40,60
FG-20,1555583,25--555-83,25
FG-30,121.401168,12--1.401-168,12
TOTAL4.0432.646,394.1542.644,78111-1,61

ANEXO VI

CARGOS EM COMISSÃO NA DEFENSORIA PÚBLICA DA UNIÃO

CÓDIGOQTD.
NE2
DAS 101.51
DAS 101.43
DAS 101.35
DAS 101.23
TOTAL14

ANEXO VII

FUNÇÕES COMISSIONADAS TÉCNICAS NA DEFENSORIA PÚBLICA DA UNIÃO

CÓDIGOQTD.
FCT-11
FCT-72
FCT-83
FCT-92
FCT-103
FCT-116
FCT-124
TOTAL21

*

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