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Decretos

Decreto nº 9.260, de 29 de dezembro de 2017

Presidência da República

Secretaria-Geral

Subchefia para Assuntos Jurídicos

Aprova a Estrutura Regimental e o Quadro Demonstrativo dos Cargos em Comissão e das Funções de Confiança do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços, altera o Decreto nº 8.688, de 9 de março de 2016, e o Decreto nº 8.854, de 22 de setembro de 2016, remaneja cargos em comissão e funções de confiança, transforma Funções Comissionadas do Poder Executivo - FCPE, substitui cargos em comissão do Grupo-Direção e Assessoramento Superiores - DAS por FCPE.

O PRESIDENTE DA REPÚBLICA , no uso da atribuição que lhe confere o art. 84, caput , inciso VI, alínea “a”, da Constituição,

DECRETA:

Art. 1.
Ficam aprovados a Estrutura Regimental e o Quadro Demonstrativo dos Cargos em Comissão e das Funções de Confiança do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços, na forma dos Anexos I e II . (Revogado pelo Decreto nº 9.679, de 2019) (Vigência)
Art. 2.
Ficam remanejados, na forma do Anexo III , os seguintes cargos em comissão do Grupo-Direção e Assessoramento Superiores - DAS e Funções Comissionadas do Poder Executivo - FCPE: (Revogado pelo Decreto nº 9.679, de 2019) (Vigência)
Ido Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços para a Secretaria de Gestão do Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão: (Revogado pelo Decreto nº 9.679, de 2019) (Vigência)
a)três DAS 102.2; (Revogada pelo Decreto nº 9.679, de 2019) (Vigência)
b)dois DAS 102.1; e (Revogado pelo Decreto nº 9.679, de 2019) (Vigência)
c)três FCPE 101.3; e (Revogado pelo Decreto nº 9.679, de 2019) (Vigência)
IIda Secretaria de Gestão do Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão para o Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços: (Revogado pelo Decreto nº 9.679, de 2019) (Vigência)
a)um DAS 101.4; (Revogado pelo Decreto nº 9.679, de 2019) (Vigência)
b)três DAS 101.2; (Revogado pelo Decreto nº 9.679, de 2019) (Vigência)
c)dois DAS 101.1; (Revogado pelo Decreto nº 9.679, de 2019) (Vigência)
d)quatro FCPE 101.2; e (Revogado pelo Decreto nº 9.679, de 2019) (Vigência)
e)uma FCPE 101.1. (Revogado pelo Decreto nº 9.679, de 2019) (Vigência)
Art. 3.
Fica remanejada, da Secretaria de Gestão do Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão para o Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços, na forma do Anexo IV , em cumprimento à Lei n º 13.346, de 10 de outubro de 2016 , uma FCPE 101.4. (Revogado pelo Decreto nº 9.679, de 2019) (Vigência)
Parágrafo únicoFica extinto um cargo em comissão do Grupo-DAS, conforme demonstrado no Anexo IV. (Revogado pelo Decreto nº 9.679, de 2019) (Vigência)
Art. 4.
Ficam transformadas, na forma do Anexo V , nos termos do art. 8 º da Lei n º 13.346, de 2016 , três FCPE 101.3 em quatro FCPE 101.2 e uma FCPE 101.1. (Revogado pelo Decreto nº 9.679, de 2019) (Vigência)
Art. 5.
Os ocupantes dos cargos em comissão e das funções de confiança que deixam de existir na Estrutura Regimental do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços por força deste Decreto ficam automaticamente exonerados ou dispensados. (Revogado pelo Decreto nº 9.679, de 2019) (Vigência)
Art. 6.
Os apostilamentos decorrentes das alterações promovidas na Estrutura Regimental do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços deverão ocorrer na data de entrada em vigor deste Decreto. (Revogado pelo Decreto nº 9.679, de 2019) (Vigência)
Parágrafo únicoO Ministro de Estado da Indústria, Comércio Exterior e Serviços publicará, no Diário Oficial da União, no prazo de trinta dias, contado da data de entrada em vigor deste Decreto, relação nominal dos titulares dos cargos em comissão e das funções de confiança a que se refere o Anexo II , que indicará, inclusive, o número de cargos e funções vagos, suas denominações e seus níveis. (Revogado pelo Decreto nº 9.679, de 2019) (Vigência)
Art. 7.
O Ministro de Estado da Indústria, Comércio Exterior e Serviços editará regimento interno para detalhar as unidades administrativas integrantes da Estrutura Regimental do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços, suas competências e as atribuições de seus dirigentes, no prazo de noventa dias, contado da data de entrada vigor deste Decreto. (Revogado pelo Decreto nº 9.679, de 2019) (Vigência)
Parágrafo únicoO regimento interno conterá o Quadro Demonstrativo de Cargos em Comissão e das Funções de Confiança do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços. (Revogado pelo Decreto nº 9.679, de 2019) (Vigência)
Art. 8.
O Ministro de Estado da Indústria, Comércio Exterior e Serviços poderá, mediante alteração do regimento interno, permutar cargos em comissão do Grupo-DAS com FCPE, desde que não sejam alteradas as unidades da estrutura organizacional básica especificadas na Tabela “a” do Anexo II e sejam mantidos as categorias, os níveis e os quantitativos previstos na Tabela “b” do Anexo II, conforme o disposto no art. 9 º do Decreto n º 6.944, de 21 de agosto de 2009 . (Revogado pelo Decreto nº 9.679, de 2019) (Vigência)
Art. 9.
Enquanto não entrar em vigor a Estrutura Regimental da Secretaria Especial da Aquicultura e Pesca da Presidência da República, a Secretaria de Aquicultura e Pesca: (Revogado pelo Decreto nº 9.679, de 2019) (Vigência)
Imanterá a estrutura e as competências previstas no Decreto n º 8.917, de 29 de novembro de 2016 ; e (Revogado pelo Decreto nº 9.679, de 2019) (Vigência)
IIintegrará a Presidência da República e o apoio necessário ao seu funcionamento será prestado pelo Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços. (Revogado pelo Decreto nº 9.679, de 2019) (Vigência)
§ 1ºA partir da data de entrada em vigor deste Decreto, o assessoramento jurídico à unidade transferida será prestado pela Subchefia para Assuntos Jurídicos da Casa Civil da Presidência da República. (Revogado pelo Decreto nº 9.679, de 2019) (Vigência)
§ 2ºOs expedientes referentes a assuntos que estejam sob exame na Consultoria Jurídica do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços não serão redistribuídos, exceto se houver pedido da Subchefia para Assuntos Jurídicos da Casa Civil da Presidência da República. (Revogado pelo Decreto nº 9.679, de 2019) (Vigência)
§ 3ºA duração do apoio a que se refere o inciso II do caput poderá ser estabelecida em ato conjunto do Ministro de Estado da Indústria, Comércio Exterior e Serviços e do Ministro de Estado Chefe da Casa Civil da Presidência da República. (Revogado pelo Decreto nº 9.679, de 2019) (Vigência)
§ 4ºO disposto nos art. 5 º e art. 6 º não se aplica aos cargos em comissão integrantes da Estrutura da Secretaria de Aquicultura e Pesca. (Revogado pelo Decreto nº 9.679, de 2019) (Vigência)
Art. 10.
quadro de servidores efetivos da Secretaria de Aquicultura e PesMca do inistério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços será transferido para a Secretaria Especial da Aquicultura e da Pesca da Presidência da República, conforme o disposto na Lei n º 13.502, de 1 º de novembro de 2017 . (Revogado pelo Decreto nº 9.679, de 2019) (Vigência)
Art. 11.
Decreto nº 8.688, de 9 de março de 2016 , passa a vigorar com as seguintes alterações:

“Art. 1º ......................................................................

....................................................................................

VIIIServiço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo - Sescoop;
IXServiço Brasileiro de Apoio às Pequenas e Médias Empresas - Sebrae; e
XAgência Brasileira de Desenvolvimento Industrial - ABDI.” (NR)
Art. 12.
Anexo I ao Decreto nº 8.854, de 22 de setembro de 2016 , passa a vigorar com as seguintes alterações: (Revogado pelo Decreto nº 11.207, de 2022) Vigência

“Art. 9º ...................................................................

.................................................................................

IVorientar os gestores de bens e os ordenadores de despesas, quando determinado pelo Presidente do INPI;
Vorientar a elaboração das Prestações de Contas Anuais e sobre elas emitir parecer; e
VIemitir pareceres sobre Tomadas de Contas Especiais realizadas no âmbito do INPI.” (NR)
Art. 13.
Este Decreto entra em vigor em 22 de janeiro de 2018.
Art. 14.
Ficam revogados:
Io Decreto nº 8.917, de 29 de novembro de 2016 ;
IIos seguintes dispositivos do Decreto nº 9.004, de 13 de março de 2017 :
a)o inciso I do caput do art. 1º ; e
b)o art. 2º ao art. 5º ; e
IIIos seguintes dispositivos do Decreto nº 9.067, de 31 de maio de 2017 :
a)o art. 8º e o art. 9º ;
b)os incisos IV e V do caput do art. 14 ; e
c)o Anexo III .

Brasília, 29 de dezembro de 2017; 196º da Independência e 129º da República.

MICHEL TEMER

Esteves Pedro Colnago Junior

Marcos Pereira

Este texto não substitui o publicado no DOU de 2.1.2018

ANEXO I

(Revogado pelo Decreto nº 9.679, de 2019) (Vigência)

ESTRUTURA REGIMENTAL DO MINISTÉRIO DA INDÚSTRIA, COMÉRCIO EXTERIOR E SERVIÇOS

CAPÍTULO I

DA NATUREZA E COMPETÊNCIA

Art. 1.
O Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços, órgão da administração pública federal direta, tem como área de competência os seguintes assuntos:
Ipolítica de desenvolvimento da indústria, do comércio e dos serviços;
IIpropriedade intelectual e transferência de tecnologia;
IIImetrologia, normalização e qualidade industrial;
IVpolíticas de comércio exterior;
Vregulamentação e execução dos programas e das atividades relativas ao comércio exterior;
VIaplicação dos mecanismos de defesa comercial;
VIIparticipação em negociações internacionais relativas ao comércio exterior;
VIIIexecução das atividades de registro do comércio;
IXformulação da política de apoio à microempresa, à empresa de pequeno porte e ao artesanato; e
Xarticulação e supervisão dos órgãos e das entidades envolvidos na integração d o registro e da legalização de empresas .

CAPÍTULO II

DA ESTRUTURA ORGANIZACIONAL

Art. 2.
O Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços tem a seguinte estrutura organizacional:
Iórgãos de assistência direta e imediata ao Ministro de Estado da Indústria, Comércio Exterior e Serviços:
a)Gabinete;
b)Assessoria Especial de Controle Interno;
c)Consultoria Jurídica;
d)Ouvidoria;
e)Corregedoria-Geral;
f)Secretaria-Executiva:

1. Subsecretaria de Informação e Gestão Estratégica; e

2. Subsecretaria de Planejamento, Orçamento e Administração;

g)Secretaria-Executiva do Conselho Nacional das Zonas de Processamento de Exportação - CZPE; e
h)Secretaria-Executiva da Câmara de Comércio Exterior - CAMEX;
IIórgãos específicos singulares:
a)Secretaria de Desenvolvimento e Competitividade Industrial:

1. Departamento de Competitividade Industrial;

2. Departamento de Investimentos e Complexos Tecnológicos;

3. Departamento das Indústrias para Mobilidade e Logística; e

4. Departamento de Insumos Básicos e Trabalho;

b)Secretaria de Comércio Exterior:

1. Departamento de Operações de Comércio Exterior;

2. Departamento de Negociações Internacionais;

3. Departamento de Defesa Comercial;

4. Departamento de Estatística e Apoio à Exportação; e

5. Departamento de Competitividade no Comércio Exterior;

c)Secretaria de Comércio e Serviços:

1. Departamento de Políticas de Comércio e Serviços; e

2. Departamento de Competitividade Internacional em Comércio e Serviços;

d)Secretaria de Inovação e Novos Negócios:

1. Departamento de Inovação e Propriedade Intelectual; e

2. Departamento de Tecnologias Inovadoras; e

e)Secretaria Especial da Micro e Pequena Empresa:

1. Departamento de Empreendedorismo e Artesanato;

2. Departamento de Apoio às Micro e Pequenas Empresas;

3. Departamento de Registro Empresarial e Integração; e

4. Junta Comercial do Distrito Federal;

IIIórgãos colegiados:
a)Conselho Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial - Conmetro;
b)Conselho Nacional das Zonas de Processamento de Exportação - CZPE; e
c)Conselho de Participação em Fundo Garantidor de Operações de Comércio Exterior - CPFGCE; e
IVentidades vinculadas:
a)Instituto Nacional da Propriedade Industrial - INPI;
b)Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia - Inmetro; e
c)Superintendência da Zona Franca de Manaus - Suframa.

CAPÍTULO III

DAS COMPETÊNCIAS DOS ÓRGÃOS

Art. 3.
Ao Gabinete compete:
Iassistir o Ministro de Estado em sua representação política e institucional, ocupar-se das relações públicas e do preparo e despacho de seu expediente pessoal;
IIacompanhar a tramitação legislativa dos projetos de interesse do Ministério, observadas as competências dos órgãos essenciais da Presidência da República, e coordenar o atendimento às consultas e aos requerimentos formulados pelo Congresso Nacional;
IIIplanejar, coordenar e supervisionar o desenvolvimento das atividades de comunicação social e as publicações oficiais do Ministério;
IVassistir o Ministro de Estado no desempenho de suas funções como membro em órgãos colegiados de deliberação superior;
Vassistir o Ministro de Estado e subsidiar as Secretarias na sua atuação e na tomada de decisões, por meio da elaboração de análises, projeções e estudos econômicos;
VIsupervisionar o processo de indicação das representações do Ministério em órgãos colegiados, inclusive nos conselhos de administração e fiscal das empresas estatais; e
VIIassistir o Ministro de Estado nos assuntos de cooperação e assistência técnica internacionais e coordenar e desenvolver atividades que auxiliem a atuação institucional do Ministério, em articulação com o Ministério das Relações Exteriores e com outros órgãos da administração pública federal
Art. 4.
À Assessoria Especial de Controle Interno compete:
Iassessorar diretamente o Ministro de Estado nas áreas de controle, risco, transparência e integridade da gestão;
IIassistir o Ministro de Estado no pronunciamento estabelecido no art. 52 da Lei nº 8.443, de 16 de julho de 1992 ;
IIIprestar orientação técnica ao Secretário-Executivo, aos gestores do Ministério e aos representantes indicados pelo Ministro de Estado em conselhos e comitês, nas áreas de controle, risco, transparência e integridade da gestão;
IVprestar orientação técnica e acompanhar os trabalhos das unidades do Ministério com vistas a subsidiar a elaboração da prestação de contas anual do Presidente da República e do relatório de gestão;
Vprestar orientação técnica na elaboração e na revisão de normas internas e de manuais;
VIapoiar a supervisão ministerial das entidades vinculadas, em articulação com as respectivas unidades de auditoria interna, inclusive quanto ao planejamento e aos resultados dos trabalhos;
VIIauxiliar na interlocução entre as unidades responsáveis por assuntos relacionados a ética, ouvidoria e correição no Ministério e os órgãos de controle interno e externo e de defesa do Estado;
VIIIacompanhar processos de interesse do Ministério junto aos órgãos de controle interno e externo e de defesa do Estado;
IXacompanhar a implementação das recomendações do Ministério da Transparência e Controladoria-Geral da União e das deliberações do Tribunal de Contas da União relacionadas ao Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços e atender outras demandas provenientes dos órgãos de controle interno e externo e de defesa do Estado; e
Xapoiar as ações de capacitação nas áreas de controle, risco, transparência e integridade de gestão.
Art. 5.
À Consultoria Jurídica, órgão setorial da Advocacia-Geral da União, compete:
Iprestar assessoria e consultoria jurídica, no âmbito do Ministério;
IIfixar a interpretação da Constituição, das leis, dos tratados e dos demais atos normativos, a ser uniformemente seguida na área de atuação do Ministério quando não houver orientação normativa do Advogado-Geral da União;
IIIatuar, em conjunto com os órgãos técnicos do Ministério, na elaboração de propostas de atos normativos que serão submetidas ao Ministro de Estado;
IVrealizar a revisão final da técnica legislativa e emitir parecer conclusivo sobre a constitucionalidade, a legalidade e a compatibilidade com o ordenamento jurídico das propostas de atos normativos;
Vassistir o Ministro de Estado no controle interno da legalidade administrativa dos atos do Ministério e das suas entidades vinculadas; e
VIexaminar, prévia e conclusivamente, no âmbito do Ministério:
a)os textos de edital de licitação e de seus contratos ou instrumentos congêneres, a serem publicados e celebrados; e
b)os atos pelos quais se reconheça a inexigibilidade ou se decida pela dispensa de licitação.
Art. 6.
À Ouvidoria compete receber, examinar e dar encaminhamento a reclamações, elogios, sugestões e denúncias referentes a procedimentos e ações de agentes e órgãos, no âmbito do Ministério.
Art. 7.
À Corregedoria-Geral compete: (Redação dada pelo Decreto nº 9.397, de 2018)
Ipromover as atividades de prevenção e correição disciplinares no Ministério; (Redação dada pelo Decreto nº 9.397, de 2018)
IIinstaurar as sindicâncias e os processos administrativos disciplinares;
IIIexaminar as representações e os expedientes que tratem de irregularidades funcionais e proceder com os seus juízos de admissibilidade;
IVjulgar e aplicar penalidades, em sindicâncias e processos administrativos disciplinares, nos casos de advertência ou de suspensão por até trinta dias;
Vinstruir os processos administrativos disciplinares, cujas penalidades propostas sejam demissão, suspensão superior trinta dias, cassação de aposentadoria ou disponibilidade, destituição de cargo em comissão ou destituição de função comissionada, para remessa ao Ministro de Estado;
VIinstruir os procedimentos de apuração de responsabilidade de entes privados de que trata a Lei nº 12.846, de 1º de agosto de 2013 ;
VIImanifestar-se previamente sobre processo administrativo disciplinar ou sindicância oriundos das corregedorias seccionais, que constituam objeto da competência de julgamento do Ministro de Indústria, Comercio Exterior e Serviços;
VIIIauxiliar o Ministro de Estado, tendo em vista suas atribuições de autoridade supervisora, observado o disposto nos art. 19, art. 20 e art. 21 do Decreto-Lei no 200, de 25 de fevereiro de 1967 , na esfera de competência desta unidade correcional, para propor e supervisionar trabalhos de correição a serem realizados pelas autoridades competentes das entidades vinculadas e sugerir medidas saneadoras, a serem propostas pelo Ministro de Estado; e (Revogado pelo Decreto nº 9.397, de 2018)
IXexercer as demais competências previstas no art. 5º do Decreto nº 5.480, de 2005 .
Art. 8.
À Secretaria-Executiva compete:
Iassistir o Ministro de Estado na supervisão e na coordenação das atividades das Secretarias integrantes da estrutura do Ministério e de suas entidades vinculadas;
IIauxiliar o Ministro de Estado na definição das diretrizes e na implementação das ações da área de competência do Ministério;
IIIcoordenar, no âmbito do Ministério, os estudos relacionados a anteprojetos de lei, medidas provisórias, decretos e outros atos normativos;
IVcoordenar, no âmbito do Ministério, as atividades relacionadas a crédito à exportação;
Vtratar da alocação de Analistas de Comércio Exterior, por tempo determinado, para a realização de atividades relacionadas ao comércio exterior que sejam consideradas estratégicas para o governo, que serão expressamente definidas em ato do Ministro de Estado; e
VIcoordenar, no âmbito do Ministério, a elaboração de relatórios de gestão e de atividades.
Parágrafo únicoA Secretaria-Executiva exerce, ainda, a função de órgão setorial dos Sistemas de Pessoal Civil da Administração Federal, de Administração dos Recursos de Tecnologia da Informação, de Serviços Gerais, de Planejamento e de Orçamento Federal, de Contabilidade Federal, de Administração Financeira Federal, de Organização e Inovação Institucional do Governo Federal e de Gestão de Documentos de Arquivo, por meio da Subsecretaria de Planejamento, Orçamento e Administração.
Art. 9.
À Subsecretaria de Informação e Gestão Estratégica compete:
Iassessorar o Secretário-Executivo na formulação, na análise e no acompanhamento de políticas públicas afetas à área de atuação do Ministério;
IIpromover e apoiar a elaboração de políticas e diretrizes de gestão estratégica ministerial, observadas as normas de organização e de modernização administrativa, segundo padrões e orientações do Governo federal;
IIIassistir o Secretário-Executivo no relacionamento com entidades da administração pública federal indireta vinculadas ao Ministério, por meio da proposição de ações de integração e fortalecimento institucional;
IVsupervisionar a formulação e a implementação do planejamento estratégico do Ministério;
Vapoiar a implementação e acompanhar a gestão de riscos, no âmbito do Ministério;
VIapoiar os programas e os projetos de cooperação e a sua articulação com organismos internacionais; e
VIIcoletar, sistematizar e analisar dados e informações relevantes, com vistas a subsidiar:
a)a tomada de decisão superior;
b)a implementação, o monitoramento e a avaliação de políticas, programas e ações da área de competência do Ministério;
c)a articulação entre o Ministério e os órgãos da administração pública federal sobre temas estratégicos; e
d)a divulgação de informações relevantes para a atuação do Ministério e de suas entidades vinculadas.
Art. 10.
À Subsecretaria de Planejamento, Orçamento e Administração compete:
Iplanejar, coordenar e supervisionar, no âmbito do Ministério, a execução das atividades de gestão de documentos e arquivos e daquelas relacionadas aos sistemas federais de planejamento e de orçamento, de administração financeira, de contabilidade, de serviços gerais, de administração dos recursos de informação e informática, de recursos humanos e de organização e inovação institucional;
IIpromover a articulação com os órgãos centrais dos sistemas federais referidos no inciso I e informar e orientar os órgãos do Ministério quanto ao cumprimento das normas administrativas;
IIIpromover a elaboração e consolidar os planos e os programas das atividades de sua área de competência e submetê-los à decisão superior;
IVacompanhar e promover a avaliação de projetos e atividades;
Vdesenvolver as atividades de execução orçamentária, financeira e contábil, no âmbito do Ministério;
VIcelebrar convênios, acordos ou ajustes congêneres com órgãos e entidades públicas e privadas, observada a legislação; e
VIIrealizar tomadas de contas dos ordenadores de despesa e dos responsáveis por bens e valores públicos e de todo aquele que der causa a perda, extravio ou outra irregularidade que resulte em dano ao erário.
Art. 11.
À Secretaria-Executiva do CZPE compete exercer as competências estabelecidas no art. 4º do Decreto nº 6.634, de 5 de novembro de 2008 .
Art. 12.
À Secretaria-Executiva da CAMEX compete exercer as competências estabelecidas no § 10 do art. 5º do Decreto nº 4.732, de 10 de junho de 2003 .

Seção II

Dos órgãos específicos singulares

Art. 13.
À Secretaria de Desenvolvimento e Competitividade Industrial compete:
Iformular e propor a implementação, o monitoramento e a avaliação da política industrial brasileira e articular-se com órgãos e entidades públicas e privadas;
IIformular, propor e coordenar políticas públicas, programas, projetos e ações para a elevação da competitividade industrial e o desenvolvimento industrial e articular-se com órgãos e entidades públicas e privadas;
IIIformular, coordenar, acompanhar e avaliar as ações que promovam o incremento da produtividade das empresas e a eficiência produtiva;
IVpropor iniciativas destinadas à redução dos custos sistêmicos que incidam sobre a indústria;
Vpropor iniciativas para elevar a eficiência da matriz energética brasileira, com o objetivo de reduzir custos e contribuir para o uso de energias renováveis na indústria;
VIpromover ações que estimulem a participação da indústria nas cadeias de valor;
VIIidentificar demandas e buscar a melhoria do ambiente de negócios das empresas, por meio do aperfeiçoamento e da simplificação de mecanismos regulatórios, fiscais, de financiamento e de investimento;
VIIIdesenvolver ações e iniciativas que visem à ampliação do investimento no País e ao adensamento da cadeia produtiva;
IXcontribuir para integrar as ações de desenvolvimento industrial e as ações destinadas:
a)ao aumento da capacidade de inovação empresarial; e
b)ao aumento da produtividade dos serviços integrados nas cadeias produtivas industriais;
Xatuar no apoio e na articulação junto às esferas federativas na implementação de ações destinadas ao fortalecimento e ao desenvolvimento industrial local e regional;
XIincentivar o desenvolvimento sustentável no setor industrial e as práticas de responsabilidade social; e
XIIformular propostas e participar das negociações internacionais que incidam na competitividade e no desenvolvimento da indústria do País.
Art. 14.
Ao Departamento de Competitividade Industrial compete:
Iatuar de forma articulada e coordenada com os Departamentos da Secretaria, para apoiar ações integradas, com enfoque sistêmico e transversal, que contribuam para o fortalecimento dos complexos industriais e o desenvolvimento sustentável;
IIpropor ações para o planejamento, a coordenação, a implementação e a avaliação de políticas públicas para fomentar a competitividade da indústria;
IIIarticular e estabelecer parcerias entre executores de programas e atores da área governamental, de entidades de classe empresariais e de trabalhadores, de instituições técnicas e tecnológicas e de ensino e pesquisa e dos atores envolvidos nas questões temáticas referentes ao aumento da competitividade e da produtividade industrial;
IVapoiar a formulação, a implementação, o monitoramento e a avaliação de políticas públicas de atração e facilitação de investimentos voltadas para o desenvolvimento industrial;
Vformular, articular e coordenar a implementação de políticas, estratégias e ações para o desenvolvimento de arranjos produtivos locais, com vistas à maior agregação de valor à produção regional e nacional;
VIpromover políticas públicas para o uso de energias renováveis na indústria e buscar o desenvolvimento sustentável; e
VIIsubsidiar a formulação de propostas relativas a negociações de acordos, tratados ou convênios internacionais que possam ter impacto sobre a competitividade da indústria brasileira.
Art. 15.
Ao Departamento de Investimentos e Complexos Tecnológicos compete:
Ipromover políticas e ações sistêmicas e transversais para o estímulo ao investimento no aumento da capacidade produtiva e ao desenvolvimento tecnológico industrial;
IIpropor políticas e ações para promover a produção, nos complexos industriais, de bens de capital, eletrônicos, químicos e da saúde, entre outros relacionados à área de atuação do Departamento;
IIIapoiar e acompanhar a articulação entre os órgãos e as entidades públicas e privadas na implementação de propostas de fortalecimento das áreas relacionadas ao investimento e à tecnologia;
IVpropor políticas e ações para maior inserção internacional das cadeias produtivas relacionadas aos complexos tecnológicos e de investimentos no aumento da capacidade produtiva;
Vrealizar as análises dos pleitos de ex-tarifários, submetê-las ao Comitê de Análise de Ex-Tarifários - Caex e apresentar ao Comitê-Executivo de Gestão - Gecex proposta de concessão da redução tarifária para os produtos analisados;
VIsubsidiar a participação do Ministério na Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos, com vistas à adoção, à implementação e à coordenação de atividades relativas à regulação econômica do mercado de medicamentos;
VIIexaminar, emitir parecer e propor a fixação ou a alteração de processo produtivo básico para bens a serem produzidos com incentivos fiscais da Zona Franca de Manaus e da Lei no 8.248, de 23 de outubro de 1991 ;
VIIIapoiar o Ministério na definição e na análise dos projetos submetidos ao Conselho de Administração da Suframa;
IXanalisar e elaborar pareceres sobre pleitos para fins de concessão de incentivos fiscais estabelecidos pela Lei nº 8.248, de 1991 ;
Xcoordenar e executar a fiscalização do cumprimento de processo produtivo básico realizado por empresas incentivadas pela Lei n º 8.248, de 1991 ;
XIanalisar, em conjunto com outros órgãos da administração pública federal, projetos de concessão dos incentivos fiscais do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Tecnológico da Indústria de Semicondutores e do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Tecnológico da Indústria de Equipamentos para a TV Digital; e
XIIformular propostas e participar das negociações internacionais relacionadas à área de atuação do Departamento.
Art. 16.
Ao Departamento de Indústrias para Mobilidade e Logística compete:
Ipromover políticas e ações sistêmicas e transversais para desenvolver os complexos industriais relacionados à mobilidade e à logística;
IIpropor políticas e ações para promover a produção nos complexos industriais automotivo, de autopeças, naval, de petróleo e gás, aéreo, aeroespacial e de defesa, entre outros relacionados à área de atuação do Departamento;
IIIapoiar e acompanhar a articulação entre os órgãos e as entidades públicas e privadas na implementação de propostas de fortalecimento dos complexos industriais de mobilidade e logística;
IVpropor políticas e ações para maior inserção internacional das cadeias produtivas relativas aos complexos industriais de mobilidade e logística;
Vcoordenar e acompanhar os programas instituídos pelo Governo federal para estimular as indústrias dos complexos industriais de mobilidade e logística; e
VIformular propostas e participar das negociações internacionais relacionadas à área de atuação do Departamento.
Art. 17.
Ao Departamento de Insumos Básicos e Trabalho compete:
Ipromover políticas e ações sistêmicas e transversais para desenvolver e fortalecer os segmentos de insumos básicos e trabalho;
IIpropor políticas e ações para promover a produção nos complexos industriais minero-metalúrgicos, agroindustriais e de segmentos intensivos em mão-de-obra;
IIIapoiar e acompanhar a articulação entre os órgãos e as entidades públicas e privadas na implementação de propostas de fortalecimento dos segmentos de insumos básicos e trabalho;
IVpropor políticas e ações para maior inserção internacional das cadeias produtivas dos segmentos de insumos básicos e daqueles de uso intensivo de mão-de-obra;
Varticular e participar de políticas e atividades normativas concernentes à relação entre agentes da área governamental, de entidades empresariais e de trabalhadores, que tenham impacto no desenvolvimento industrial; e
VIformular propostas e participar das negociações internacionais relacionadas à área de atuação do Departamento.
Art. 18.
À Secretaria de Comércio Exterior compete:
Iformular propostas de políticas e programas de comércio exterior e estabelecer normas necessárias à sua implementação;
IIpropor medidas de políticas fiscal e cambial, de financiamento, de recuperação de créditos à exportação, de seguro, de transportes e fretes e de promoção comercial;
IIIplanejar, orientar e supervisionar a execução de políticas e programas de operacionalização de comércio exterior e estabelecer as normas necessárias à sua implementação, observadas as competências de outros órgãos;
IVpropor diretrizes que articulem o emprego do instrumento aduaneiro com os objetivos gerais de política de comércio exterior e propor alíquotas para o imposto de importação, suas alterações e seus regimes de origem preferenciais e não preferenciais;
Vparticipar das negociações internacionais relacionadas ao comércio de bens, serviços, investimentos, compras governamentais, regime de origem, barreiras técnicas, solução de controvérsias e outros temas não tarifários nos âmbitos multilateral, plurilateral, regional e bilateral;
VIimplementar os mecanismos de defesa comercial;
VIIregulamentar os procedimentos relativos às investigações de defesa comercial;
VIIIdecidir sobre a abertura de investigações e revisões relativas à aplicação de medidas antidumping , compensatórias e de salvaguardas, inclusive preferenciais, previstas em acordos multilaterais, regionais ou bilaterais e sobre a prorrogação do prazo da investigação e o seu encerramento sem a aplicação de medidas;
IXdecidir sobre:
a)a abertura de investigação da existência de práticas elisivas que frustrem a cobrança de medidas antidumping e compensatórias; e
b)a prorrogação do prazo da investigação de que trata a alínea “a” e o seu encerramento sem extensão de medidas;
Xdecidir sobre a aceitação de compromissos de preço previstos nos acordos multilaterais, regionais ou bilaterais na área de defesa comercial;
XIapoiar o exportador submetido a investigações de defesa comercial no exterior;
XIIorientar e articular-se com a indústria brasileira em relação a barreiras comerciais externas aos produtos brasileiros e propor iniciativas facilitadoras e de convergência regulatória;
XIIIarticular-se com outros órgãos da administração pública, entidades e organismos nacionais e internacionais para promover a defesa da indústria brasileira;
XIVadministrar, controlar, desenvolver e normatizar o Sistema Integrado de Comércio Exterior - Siscomex, observadas as competências de outros órgãos;
XVformular a política de informações de comércio exterior e implementar sistemática de tratamento e divulgação dessas informações;
XVIelaborar e divulgar as estatísticas de comércio exterior, inclusive a balança comercial brasileira, observadas as competências de outros órgãos;
XVIIpromover iniciativas destinadas à difusão da cultura exportadora e ações e projetos destinados à promoção e ao desenvolvimento do comércio exterior;

XVIII - articular-se com órgãos, entidades e organismos nacionais e internacionais para a realização de treinamentos, estudos, eventos e outras atividades destinadas ao desenvolvimento do comércio exterior;

XIXpropor medidas de aperfeiçoamento, simplificação e facilitação de comércio exterior e expedir atos normativos para a sua execução;
XXdirigir e orientar a execução do Programa de Desenvolvimento do Comércio Exterior e da Cultura Exportadora;
XXIassessorar a participação do Ministério no Comitê de Financiamento e Garantia das Exportações - Cofig e em outros colegiados pertinentes a créditos à exportação;
XXIIconceder o regime aduaneiro especial de drawback , nas modalidades de suspensão e isenção, para proporcionar o aumento na competitividade internacional do produto brasileiro, respeitadas as competências da Secretaria da Receita Federal do Brasil do Ministério da Fazenda;

XXIII - estabelecer critérios de distribuição, administrar e controlar cotas tarifárias e não tarifárias de importação e exportação;

XXIVexaminar e apurar a prática de ilícitos no comércio exterior e propor aplicação de penalidades; e
XXVexercer as atividades de Secretaria do Comitê Nacional de Facilitação do Comércio - Confac, integrante da CAMEX.
Art. 19.
Ao Departamento de Operações de Comércio Exterior compete:
Idesenvolver, executar e acompanhar políticas e programas de operacionalização do comércio exterior;
IIacompanhar, participar de atividades e implementar ações de comércio exterior relacionadas a acordos internacionais que envolvam setores específicos ou a comercialização de produtos, referentes à área de atuação do Departamento;
IIIdesenvolver, executar, administrar e acompanhar mecanismos de operacionalização do comércio exterior e seus sistemas operacionais;
IVanalisar e deliberar sobre:
a)licenças de importação, registros de exportação, registros de vendas, registros de operações de crédito e atos concessórios de drawback nas operações que envolvam regimes aduaneiros especiais e atípicos;
b) drawback , nas modalidades de isenção e suspensão;
c)bens usados; e
d)similaridade e acordos de importação com a participação de empresas nacionais;
Vfiscalizar preços, pesos, medidas, classificação, qualidades e tipos, declarados nas operações de exportação e importação, diretamente ou em articulação com outros órgãos da administração pública, observadas as competências das repartições aduaneiras;
VIcoordenar o desenvolvimento, a implementação e a administração de módulos operacionais do Siscomex, no âmbito do Ministério, inclusive a gestão da atuação de usuários do Siscomex;
VIIelaborar estudos que compreendam:
a)avaliações setoriais de comércio exterior e sua interdependência com o comércio interno;
b)a criação e o aperfeiçoamento de sistemas de padronização, classificação e fiscalização dos produtos exportáveis;
c)a evolução da comercialização de produtos e mercados estratégicos para o comércio exterior brasileiro com base em parâmetros de competitividade setorial e disponibilidades mundiais; e
d)sugestões a respeito de aperfeiçoamentos da legislação de comércio exterior;
VIIIparticipar de reuniões em órgãos colegiados em assuntos técnicos setoriais de comércio exterior e de eventos nacionais e internacionais relacionados ao comércio exterior brasileiro; e
IXcoordenar, em conjunto com o Departamento de Competitividade no Comércio Exterior, as atividades do Ministério no âmbito do Portal Único de Comércio Exterior relativas ao planejamento, ao desenvolvimento e à implementação de seus sistemas de tecnologia da informação e procedimentos operacionais.
Art. 20.
Ao Departamento de Negociações Internacionais compete:
Iparticipar das negociações de tratados internacionais de comércio de bens e serviços, em coordenação com outros órgãos da administração pública, nos âmbitos multilateral, plurilateral, regional e bilateral;
IIpromover estudos e iniciativas destinados ao apoio, à informação e à orientação da participação brasileira em negociações internacionais relativas ao comércio exterior;
IIIdesenvolver atividades relacionadas com o comércio exterior e participar das negociações junto a organismos internacionais;
IVcoordenar, no âmbito da Secretaria, os trabalhos de preparação da participação brasileira nas negociações tarifárias e não tarifárias em acordos internacionais e opinar sobre a extensão e a retirada de concessões;
Vparticipar e apoiar as negociações internacionais relacionadas ao comércio de bens, serviços, investimentos, às compras governamentais, ao regime de origem, às barreiras técnicas, à solução de controvérsias e a outros temas não tarifários nos âmbitos multilateral, plurilateral, regional e bilateral;
VIcoordenar a participação do País nas negociações internacionais referentes a regimes de origem preferenciais e a procedimentos relacionados a eles;
VIIacompanhar a participação do País nas negociações do Comitê Técnico de Regras de Origem da Organização Mundial das Aduanas e no Comitê de Regras de Origem da Organização Mundial do Comércio;
VIIIadministrar, no País, o Sistema Geral de Preferências, o Sistema Global de Preferências Comerciais e os regulamentos de origem dos acordos comerciais firmados pela República Federativa do Brasil e dos sistemas preferenciais autônomos concedidos ao País;
IXcoordenar, internamente, os Comitês Técnicos nº 1 - de Tarifas, Nomenclatura e Classificação de Mercadorias e nº 3 - de Normas e Disciplinas Comerciais da Comissão de Comércio do Mercosul;
Xestudar e propor alterações na Tarifa Externa Comum e na Nomenclatura Comum do Mercosul;
XIarticular-se com órgãos e entidades públicas e privadas, com vistas a compatibilizar as negociações internacionais para o desenvolvimento do comércio exterior brasileiro;
XIIapoiar a indústria brasileira em relação às barreiras comerciais externas aos produtos brasileiros e às iniciativas facilitadoras e de convergência regulatória;
XIIIfazer o levantamento das restrições às exportações brasileiras e das recomendações para seu tratamento no nível externo e interno; e
XIVcoordenar, no âmbito da Secretaria, a preparação de subsídios para o Mecanismo de Revisão de Política Comercial Brasileira da Organização Mundial do Comércio.
Art. 21.
Ao Departamento de Defesa Comercial compete:
Iexaminar a procedência e o mérito de petições de abertura de investigações e revisões de dumping , de subsídios e de salvaguardas, inclusive as preferenciais, previstas em acordos multilaterais, plurilaterais, regionais ou bilaterais, com vistas à defesa da produção doméstica;
IIpropor a abertura e conduzir as investigações e as revisões, mediante processo administrativo, sobre a aplicação de medidas antidumping , compensatórias e de salvaguardas, inclusive as preferenciais, previstas em acordos multilaterais, plurilaterais, regionais ou bilaterais;
IIIpropor a aplicação de medidas antidumping , compensatórias e de salvaguardas, inclusive as preferenciais, previstas em acordos multilaterais, plurilaterais, regionais e bilaterais;
IVexaminar a conveniência e o mérito de propostas de compromissos de preço previstos nos acordos multilaterais, plurilaterais, regionais ou bilaterais;
Vexaminar a procedência e o mérito de petições, propor a abertura e conduzir investigação sobre a existência de práticas elisivas que frustrem a cobrança de medidas antidumping e compensatórias;
VIpropor a extensão a terceiros países e a partes, peças e componentes dos produtos objeto de medidas antidumping e compensatórias vigentes;
VIIpropor a regulamentação dos procedimentos relativos às investigações de defesa comercial;
VIIIelaborar as notificações sobre medidas de defesa comercial previstas em acordos internacionais;
IXacompanhar as negociações internacionais referentes a acordos multilaterais, plurilaterais, regionais e bilaterais pertinentes à aplicação de medidas de defesa comercial e formular propostas a respeito, com vistas a subsidiar a definição da posição brasileira;
Xparticipar das consultas e das negociações internacionais relativas à defesa comercial;
XIacompanhar e participar dos procedimentos de solução de controvérsias referentes a medidas de defesa comercial, no âmbito multilateral, plurilateral, regional e bilateral, e formular propostas a respeito, com vistas a subsidiar a definição de proposta brasileira;
XIIacompanhar as investigações de defesa comercial abertas por terceiros países contra as exportações brasileiras e prestar assistência à defesa do exportador, em articulação com outros órgãos e entidades públicas e privadas;
XIIIelaborar material técnico para orientação e divulgação dos mecanismos de defesa comercial;
XIVexaminar a procedência e o mérito de petições de redeterminação das medidas de defesa comercial, propor a abertura e conduzir os procedimentos para alterar a forma de aplicação ou o montante da medida de defesa comercial;
XVexaminar a procedência e o mérito de petições de análise de escopo das medidas de defesa comercial, propor a abertura e conduzir os procedimentos para determinar se um produto está sujeito a medidas de defesa comercial; e
XVIexaminar a procedência e o mérito de petições de revisão administrativa, propor a abertura e conduzir os procedimentos, para determinar a eventual restituição de valores recolhidos em montante superior ao determinado para o período da revisão.
Art. 22.
Ao Departamento de Estatística e Apoio à Exportação compete:
Ipropor, assessorar e acompanhar o planejamento, a formulação e a execução das políticas e dos programas de comércio exterior, além de monitorar e avaliar seus resultados;
IIplanejar, coordenar e implementar ações e programas que visem ao desenvolvimento do comércio exterior brasileiro e da cultura exportadora, em articulação com órgãos e entidades públicas ou privadas, nacionais e internacionais, e propor a celebração de convênios, acordos ou ajustes semelhantes para a sua implementação;
IIIplanejar e executar programas de capacitação em comércio exterior;
IVelaborar e editar o material técnico para orientação da atividade de comércio exterior;
Vmanter e coordenar rede nacional de agentes de comércio exterior;
VIparticipar de fóruns e comitês a fim de acompanhar os assuntos relacionados à metodologia de produção e à análise das estatísticas de comércio exterior;
VIIcoletar, analisar, sistematizar e disseminar dados e informações estatísticas de comércio exterior;
VIIIelaborar e divulgar a balança comercial brasileira;
IXelaborar estudos, indicadores, publicações e informações sobre produtos, setores e mercados estratégicos para o comércio exterior brasileiro;
Xgerenciar sistemas de consultas, análise e divulgação de dados de comércio exterior;
XImanter, desenvolver e gerenciar o Sistema de Análise de Informações de Comércio Exterior;
XIIpropor a articulação com órgãos e entidades públicas e privadas, nacionais e internacionais, para a realização de treinamentos, estudos, eventos e outras atividades destinadas ao desenvolvimento do comércio exterior;
XIIIrealizar e manter serviço de solução de dúvidas e atender a pedidos de informação relativos ao comércio exterior brasileiro, em parceria com outros órgãos intervenientes no comércio exterior; e
XIVmanter e gerenciar, em parceria com outros órgãos, ferramenta eletrônica de divulgação de informações sobre o comércio exterior brasileiro.
Art. 23.
Ao Departamento de Competitividade no Comércio Exterior compete:
Iestabelecer normas e procedimentos necessários à implementação de políticas e programas de operacionalização do comércio exterior;
IIcoordenar, no âmbito do Ministério, ações referentes ao Acordo sobre Facilitação de Comércio da Organização Mundial do Comércio e representar o Ministério em negociações internacionais e eventos relacionados à facilitação de comércio;
IIIcoordenar, no âmbito do Ministério, ações referentes ao Acordo sobre Procedimentos de Licenciamento de Importação junto à Organização Mundial do Comércio;
IVexercer, no âmbito da Secretaria de Comércio Exterior, as atividades de secretaria do Confac;
Vpreparar estudos, formular propostas, planejar ações e elaborar e integrar projetos destinados à melhoria da eficiência do ambiente regulatório, de sistemas operacionais e dos processos logísticos, informáticos e de controles governamentais relativos a operações de comércio exterior;
VIarticular-se com os órgãos anuentes no comércio exterior, respeitadas as competências de cada um, com vistas à harmonização e à operacionalização de procedimentos de licenciamento e de outras exigências administrativas requeridas para a concretização de importações e exportações;
VIIcoordenar, em conjunto com o Departamento de Operações de Comércio Exterior, as atividades do Ministério no âmbito do Portal Único de Comércio Exterior;
VIIIpropor o aperfeiçoamento da legislação de comércio exterior;
IXopinar sobre normas pertinentes a aspectos comerciais para o Programa de Financiamento às Exportações - Proex;
Xacompanhar as diretrizes para a política de crédito e financiamento às exportações, especialmente do Proex e do Seguro de Crédito à Exportação;
XIassessorar a Secretaria de Comércio Exterior quanto à participação do Ministério no Cofig e em outros colegiados pertinentes a créditos à exportação;
XIIadministrar o benefício fiscal de redução a zero da alíquota do Imposto sobre a Renda e Proventos de Qualquer Natureza no pagamento de despesas com promoção comercial, comissionamento e logística de produtos brasileiros no exterior;
XIIIdesenvolver, administrar e aperfeiçoar o Sistema de Registro de Informações de Promoção;
XIVplanejar ações orientadas para a logística de comércio exterior;
XVformular propostas para aumentar a competitividade internacional do produto brasileiro, especialmente de âmbito burocrático, tributário, financeiro e logístico;
XVIatuar, no âmbito de competência do Ministério, em cooperação com outros países e organismos internacionais na promoção, no desenvolvimento e na implementação de medidas de facilitação de comércio em âmbito multilateral, plurilateral, regional ou bilateral; e
XVIImanter e atualizar o Registro de Exportadores e Importadores da Secretaria de Comércio Exterior e administrar, no âmbito de competências da referida Secretaria, o Registro de Empresas Comerciais Exportadoras constituídas nos termos de legislação específica.
Art. 24.
À Secretaria de Comércio e Serviços compete:
Iformular, coordenar, implementar, monitorar e avaliar políticas públicas que contribuam para o desenvolvimento do setor de comércio e serviços;
IIcoordenar, acompanhar e avaliar, no âmbito do Ministério, as ações e os programas que afetem a competitividade dos setores de comércio e serviços relacionados ao processo de inserção internacional e ao fortalecimento das cadeias produtivas, em coordenação com outros órgãos e entidades públicas e privadas representativas desses setores;
IIIanalisar e acompanhar o comportamento e as tendências dos setores de comércio e serviços no País e no exterior, em conjunto com outros órgãos e entidades públicas e privadas representativas desses setores;
IVformular propostas de políticas e programas de comércio exterior de serviços e estabelecer normas e medidas necessárias à sua implementação;
Vadministrar, controlar, desenvolver e normatizar, no âmbito do Ministério, o Sistema Integrado de Comércio Exterior de Serviços, Intangíveis e Outras Operações que Produzam Variações no Patrimônio - Siscoserv, observadas as competências de outros órgãos;
VIcoordenar os trabalhos de revisão da Nomenclatura Brasileira de Serviços, Intangíveis e outras Operações que produzam Variações no Patrimônio - NBS e a sua harmonização nos fóruns internacionais;
VIIformular e estabelecer políticas de tratamento e divulgação de informações e estatísticas sobre comércio e serviços e sobre comércio exterior de serviços;
VIIIformular propostas setoriais, em articulação com o setor privado, para a coordenação de projetos, ações e programas de cooperação internacional destinados ao incremento do comércio e dos investimentos recíprocos no setor de serviços;
IXapoiar e acompanhar as negociações internacionais referentes aos setores de comércio e serviços do País; e
Xarticular-se com órgãos e entidades públicas e privadas, nacionais e internacionais, para a realização de treinamentos, estudos, eventos, projetos e outras atividades destinadas ao desenvolvimento do comércio exterior de serviços.
Art. 25.
Ao Departamento de Políticas de Comércio e Serviços compete:
Ipropor diretrizes e programas para o desenvolvimento da política de promoção do comércio interno;
IIsubsidiar a formulação, a implementação e o controle da execução das políticas destinadas à atividade comercial;
IIIelaborar, avaliar e acompanhar estudos sobre comércio e serviços;
IVelaborar e propor políticas para o desenvolvimento e o aumento da competitividade do setor de comércio e serviços;
Velaborar e promover a implementação, em articulação com outros órgãos e entidades públicas e privadas, de medidas de simplificação, desburocratização e desregulamentação das atividades de comércio e serviços, com vistas à melhoria do ambiente de negócios;
VIpropor e articular políticas e ações para o desenvolvimento e o aumento da competitividade do sistema brasileiro de franquias;
VIIpropor diretrizes, prioridades, programas e instrumentos para a execução da política interna de apoio à promoção comercial, inclusive, por meio de sistema informatizado de informações de feiras e exposições;
VIIIsubsidiar a política de crédito e financiamento dos setores de comércio e serviços;
IXanalisar e propor ações e medidas quanto aos serviços de logística;
Xanalisar, propor e incentivar medidas para a superação de entraves aos investimentos nos setores de comércio e serviços; e
XIpresidir a Comissão de Representantes da Secretaria de Comércio e Serviços para a revisão da NBS e as suas Notas Explicativas.
Art. 26.
Ao Departamento de Competitividade Internacional em Comércio e Serviços compete:
Icoordenar projetos, ações e programas de cooperação internacional destinados ao incremento do comércio e dos investimentos recíprocos no setor de serviços;
IIpropor e articular ações para o incremento das exportações de serviços e a internacionalização do comércio e do sistema brasileiro de franquias;
IIIacompanhar e apoiar as ações de promoção de exportações relacionadas ao setor de serviços e a internacionalização do comércio;
IVapoiar e acompanhar a sistematização e a manutenção de dados sobre intenções de investimentos externos no setor de comércio e serviços;
Vcoordenar o desenvolvimento, a implementação e a administração de módulos operacionais e de informações do Siscoserv;
VIpresidir a Comissão do Siscoserv e coordenar as ações para sua manutenção e para o aprimoramento dos atos normativos a ela relacionados;
VIIsubsidiar a política de crédito e financiamento às exportações de serviços e à internacionalização do comércio;
VIIIpropor políticas e ações para maior inserção internacional das cadeias produtivas relativas a comércio e serviços;
IXelaborar e disponibilizar relatórios estatísticos agregados sobre comércio exterior de serviços, e
Xapoiar e acompanhar as negociações internacionais em serviços.
Art. 27.
À Secretaria de Inovação e Novos Negócios compete:
Ielaborar políticas e programas para geração e difusão da inovação no setor produtivo;
IIcoordenar a formulação das propostas de inovação da política industrial nacional;
IIIpropor medidas para a melhoria do ambiente brasileiro de inovação por meio do aperfeiçoamento e da simplificação de mecanismos regulatórios, fiscais, de financiamento e investimento;
IVformular e implementar ações que promovam o empreendedorismo inovador e o ambiente de capital de risco no País;
Vdesenvolver ações que apoiem a inserção brasileira na economia do conhecimento;
VIpropor políticas e programas para a formação de talentos e a qualificação de recursos humanos baseados nas necessidades atuais e futuras do setor produtivo brasileiro;
VIIdesenvolver ações para a atração de investimentos internacionais privados em pesquisa, desenvolvimento e inovação;
VIIInegociar e implementar acordos internacionais de inovação para fomento de parcerias entre empresas brasileiras e estrangeiras;
IXcriar e implementar políticas e programas para o desenvolvimento de negócios e tecnologias relacionadas à economia digital, bioeconomia, nanotecnologia e energia;
Xelaborar, formular e desenvolver ações relativas às contrapartidas em pesquisa, desenvolvimento e inovação;
XIassessorar e coordenar a posição de governo nas políticas de propriedade intelectual e exercer a Secretaria-Executiva do Grupo Interministerial de Propriedade Intelectual - GIPI;
XIIassessorar e coordenar a participação do Ministério nas políticas relacionadas à metrologia, normalização e avaliação da conformidade;
XIIIformular propostas e participar de negociações de acordos, tratados e convênios internacionais relativos aos temas da Secretaria; e
XIVcoordenar a participação do Ministério em colegiados nas áreas de competência da Secretaria.
Art. 28.
Ao Departamento de Inovação e Propriedade Intelectual compete:
Ielaborar estudos e propor as diretrizes de inovação da política industrial nacional para aumento da competitividade do setor produtivo;
IIformular e negociar propostas de aperfeiçoamento e simplificação do marco legal de inovação;
IIIpropor iniciativas para a criação e o aperfeiçoamento de mecanismos de fomento à inovação nas empresas;
IVpromover estudos e iniciativas destinados à geração de conhecimento e inteligência em políticas de inovação para o setor produtivo;
Vpromover iniciativas para a disseminação da cultura e a difusão da inovação pelas empresas brasileiras;
VIapoiar o empresário brasileiro na capacitação em inovação e no acesso aos instrumentos públicos de fomento;
VIIpropor e implementar ações para desenvolver o ambiente brasileiro de capital de risco por meio de novos instrumentos de apoio, aperfeiçoamentos regulatórios, mecanismos fiscais e de investimento;
VIIIdesenvolver políticas e programas para impulsionar o empreendedorismo inovador brasileiro;
IXcriar e implementar programas de capacitação para empreendedores de negócios inovadores;
Xnegociar, articular com outros órgãos da administração pública e implementar cooperações internacionais em inovação entre empresas brasileiras e estrangeiras;
XIdesenvolver programas e articular ações para atração de investimentos internacionais em pesquisa, desenvolvimento e inovação;
XIIformular e implementar programas, políticas e ações relacionadas à propriedade intelectual;
XIIIassessorar tecnicamente a Secretaria-Executiva do GIPI;
XIVapoiar a participação na gestão ou na cogestão de fundos públicos com recursos destinados à inovação; e
XVpropor e executar políticas, instrumentos e ações com vistas ao fomento à internacionalização de empresas por meio da inovação.
Art. 29.
Ao Departamento de Tecnologias Inovadoras compete:
Ipropor, coordenar e implementar políticas para o desenvolvimento de inovação e de negócios relacionados à economia digital, bioeconomia, nanotecnologia e energia;
IIpropor e implementar políticas e programas para aumentar a oferta de recursos humanos qualificados no mercado brasileiro;
IIIpropor mecanismos para formação e qualificação profissional alinhadas às demandas do setor produtivo, inclusive a implementação de programas e os aperfeiçoamentos regulatórios;
IVpropor, coordenar e implementar políticas para o desenvolvimento de inovação e de negócios relacionados a fontes renováveis de energia;
Vpropor, coordenar e implementar políticas para o desenvolvimento de inovação e de negócios relacionados à economia digital, com ênfase no uso de tecnologia da informação e na comunicação para aumento de eficiência empresarial e geração de novos produtos, serviços e modelos de negócios;
VIpromover políticas para o desenvolvimento e a aplicação de tecnologias avançadas de manufatura;
VIIpromover iniciativas de estímulo ao desenvolvimento de negócios e tecnologias aplicadas à solução de problemas urbanos;
VIIIarticular-se com órgãos e entidades públicas e privadas, nacionais e internacionais, nos temas relativos ao Departamento de Tecnologias Inovadoras; e
IXsubsidiar a formulação de políticas relacionadas à metrologia, normalização e avaliação de conformidade.
Art. 30.
À Secretaria Especial da Micro e Pequena Empresa compete:
Iformular, implementar, acompanhar e avaliar políticas, programas e ações de apoio ao artesanato, aos microempreendedores individuais, às microempresas e às empresas de pequeno porte, em alinhamento com as unidades do Ministério;
IIacompanhar e avaliar o tratamento diferenciado, simplificado e favorecido em atos normativos que criem obrigação para as microempresas ou para as empresas de pequeno porte;
IIIsubsidiar e propor o aprimoramento de ações dos órgãos da administração pública que compreendam o segmento das microempresas e das empresas de pequeno porte;
IVfomentar o artesanato, o empreendedorismo e o desenvolvimento sustentável da cadeia das microempresas e empresas de pequeno porte;
Vpropor políticas e programas de qualificação e extensão empresarial voltados ao artesanato, aos microempreendedores individuais, às microempresas e às empresas de pequeno porte;
VIcoordenar, em fóruns, comitês e conselhos específicos e nas esferas federativas, ações para subsidiar a formulação de políticas públicas para o setor do artesanato, para microempreendedores individuais, microempresas e empresas de pequeno porte;
VIIpropor medidas para melhoria do ambiente de negócios para os artesãos, os microempreendedores individuais, as microempresas e as empresas de pequeno porte por meio do aperfeiçoamento e da simplificação de mecanismos regulatórios, fiscais, de financiamento e investimento;
VIIIformular e estabelecer políticas de tratamento e de divulgação de informações, estatísticas e estudos gerados pela Secretaria, relativos a seu público-alvo;
IXformular propostas e subsidiar e acompanhar negociações de acordos, tratados e convênios internacionais relativos aos temas da Secretaria;
Xcoordenar as ações no âmbito da Rede Nacional para a Simplificação do Registro e da Legalização de Empresas e Negócios e as competências atribuídas no Decreto no 6.884, de 25 de junho de 2009 ;
XIapoiar o Ministro de Estado na articulação e na supervisão dos órgãos e entidades envolvidos na integração para o registro e legalização de empresas, de que trata o Decreto n º 6.884, de 2009 ; e
XIIdesenvolver ações de apoio à inserção dos artesãos, dos microempreendedores individuais, das microempresas e das empresas de pequeno porte na economia brasileira.
Art. 31.
Ao Departamento de Empreendedorismo e Artesanato compete:
Iapoiar a formulação, a execução, o monitoramento e a avaliação das políticas públicas relacionadas com o microempreendedor individual e o artesanato;
IIelaborar estudos e propostas para o aperfeiçoamento do ambiente de negócios e o desenvolvimento e o fortalecimento do microempreendedor individual e do artesanato brasileiro, por meio do aperfeiçoamento e da simplificação de mecanismos regulatórios, fiscais, de financiamento e de investimento;
IIIarticular, coordenar e apoiar as ações de promoção do conhecimento, do desenvolvimento, da qualificação e da capacitação dos microempreendedores individuais e dos artesãos nos campos da competitividade e da gestão, em alinhamento com as demais unidades do Ministério e outros órgãos de governo, para a ampliação de negócios e investimentos;
IVestimular a inserção dos microempreendedores individuais e dos artesãos na economia;
Vsubsidiar a formulação de políticas de tratamento e divulgação de informações, estatísticas e estudos nas questões relacionadas ao microempreendedor individual e ao setor do artesanato;
VIdifundir instrumentos de fomento ao empreendedorismo e ao artesanato;
VIIapoiar e coordenar eventos, feiras e exposições para impulsionar o empreendedorismo e o artesanato no País;
VIIIgerir ações com foco na formalização do microempreendedor individual e do artesão, incluídas as ferramentas Portal do Empreendedor e Sistema de Informações Cadastrais do Artesanato Brasileiro; e
IXapoiar em fóruns, comitês e conselhos específicos e nas esferas federativas ações para subsidiar a formulação de políticas públicas voltadas ao microempreendedor individual e ao setor do artesanato.
Art. 32.
Ao Departamento de Apoio às Micro e Pequenas Empresas compete:
Iapoiar a formulação, a execução, o monitoramento e a avaliação das políticas públicas relacionadas com as microempresas e as empresas de pequeno porte;
IIelaborar estudos e propostas para o aperfeiçoamento do ambiente de negócios e o desenvolvimento e o fortalecimento das microempresas e das empresas de pequeno porte, por meio da simplificação de mecanismos regulatórios, fiscais, de financiamento e investimento;
IIIpromover a disseminação e o aperfeiçoamento do tratamento diferenciado, simplificado e favorecido em atos normativos que criem obrigação para as microempresas ou para as empresas de pequeno porte;
IVapoiar ações de promoção do conhecimento, do desenvolvimento, da qualificação e da capacitação das microempresas e das empresas de pequeno porte nos campos da competitividade e da gestão, em alinhamento com as unidades do Ministério e outros órgãos da administração pública, para a ampliação de negócios e investimentos;
Vacompanhar, avaliar e propor o aprimoramento de ações dos órgãos da administração pública que compreendam o segmento das microempresas e das empresas de pequeno porte;
VIpropor políticas e programas de qualificação e extensão empresarial voltados às microempresas e às empresas de pequeno porte, em alinhamento com as unidades do Ministério;
VIIestimular a inserção das microempresas e das empresas de pequeno porte na economia, inclusive por meio da participação em compras governamentais e de parcerias com incubadoras de empresas, grandes empresas, setor acadêmico e organizações do terceiro setor;
VIIIapoiar, em fóruns, comitês e conselhos específicos e nas esferas federativas, ações para subsidiar a formulação de políticas públicas para o segmento das microempresas e das empresas de pequeno porte;
IXsubsidiar a formulação de políticas de tratamento e divulgação de informações, estatísticas e estudos nas questões relacionadas às microempresas e às empresas de pequeno porte; e
Xsubsidiar e acompanhar negociações de acordos, tratados e convênios internacionais relativos aos temas da Secretaria, em coordenação com as demais secretarias do Ministério.
Art. 33.
Ao Departamento de Registro Empresarial e Integração compete:
Iapoiar a articulação e a supervisão dos órgãos e das entidades envolvidos na integração para o registro e a legalização de empresas;
IIquanto à integração para o registro e a legalização de empresas:
a)propor planos de ação e diretrizes e implementar as medidas decorrentes, em articulação com outros órgãos e entidades públicas, inclusive estaduais, distritais e municipais;
b)especificar os sistemas de informação, propor as normas necessárias e executar os treinamentos decorrentes, em articulação com outros órgãos, inclusive estaduais, distritais e municipais, observadas as respectivas competências;
c)implementar e executar sistemática de coleta e tratamento de informações e estatísticas; e
d)propor e implementar projetos, ações, convênios e programas de cooperação, em articulação com órgãos e entidades públicas e privadas, nacionais e internacionais, no âmbito de sua área de atuação;
IIIquanto ao Registro Público de Empresas Mercantis e Atividades Afins, propor os planos de ação, as diretrizes e as normas e implementar as medidas necessárias;
IVcoordenar as ações dos órgãos incumbidos da execução dos serviços do Registro Público de Empresas Mercantis e Atividades Afins;
Vcoordenar a manutenção, a coleta de dados e a atualização da Base Nacional de Empresas;
VIexercer as atribuições estabelecidas no Decreto n º 1.800, de 30 de janeiro de 1996 ; e
VIIespecificar, desenvolver, implementar, manter e operar os sistemas de informação relativos à integração para o registro e a legalização de empresas, em articulação e observadas as competências de outros órgãos.
Art. 34.
À Junta Comercial do Distrito Federal compete:
Iexecutar os serviços de registro de empresário, empresa individual de responsabilidade limitada, sociedade empresária e sociedade cooperativa, neles compreendidos:
a)o arquivamento dos atos relativos ao empresário e à empresa individual de responsabilidade limitada e à constituição, alteração, dissolução e extinção de sociedade empresária e de sociedade cooperativa, das declarações de microempresas e empresas de pequeno porte e dos atos relativos a consórcios e grupo de sociedades de que trata a Lei nº 6.404, de 15 de dezembro de 1976 ;
b)o arquivamento dos atos concernentes a sociedades empresárias estrangeiras autorizadas a funcionar no País;
c)o arquivamento de atos ou documentos que, por determinação legal, seja atribuído ao Registro Público de Empresas, e daqueles que possam interessar ao empresário, à sociedade empresária ou à sociedade cooperativa;
d)a autenticação dos instrumentos de escrituração dos empresários, das empresas individuais de responsabilidade limitada, das sociedades empresárias, das sociedades cooperativas registradas e dos agentes auxiliares do comércio, nos termos da lei específica;
e)a emissão de certidões de informações relativas aos serviços prestados; e
f)o julgamento dos recursos a ela submetidos, na forma da lei;
IIsubmeter à aprovação da autoridade competente a tabela de preços de serviços; e
IIIprocessar, em relação aos agentes auxiliares do comércio:
a)a habilitação, a nomeação e a matrícula e o seu cancelamento, de tradutores públicos e intérpretes comerciais;
b)a matrícula, e o seu cancelamento, de leiloeiros, trapicheiros e administradores de armazéns gerais; e
c)apurar as infrações cometidas e instaurar processos administrativos para aplicação das penalidades.

Seção III

Dos órgãos colegiados

Art. 35.
Ao Conmetro cabe exercer as competências estabelecidas no art. 3º da Lei nº 5.966, de 11 de dezembro de 1973 , e na Lei nº 9.933, de 20 de dezembro de 1999 .
Art. 36.
Ao CZPE cabe exercer as competências estabelecidas no Decreto nº 6.634, de 2008 .
Art. 37.
Ao CPFGCE cabe exercer as competências estabelecidas no Decreto nº 8.188, de 17 de janeiro de 2014 .

CAPÍTULO IV

DAS ATRIBUIÇÕES DOS DIRIGENTES

Art. 38.
Ao Secretário-Executivo incumbe:
Icoordenar, consolidar e submeter ao Ministro de Estado o plano de ação global do Ministério, em consonância com as diretrizes do Governo federal;
IIsupervisionar e coordenar a articulação dos órgãos do Ministério com os órgãos centrais dos sistemas afetos à área de competência da Secretaria-Executiva;
IIIauxiliar o Ministro de Estado no tratamento dos assuntos da área de competência do Ministério;
IVsupervisionar e coordenar os projetos e as atividades das Secretarias do Ministério;
Vassessorar o Ministro de Estado na direção e na execução da política de comércio exterior e na gestão das demais atividades afetas ao Ministério; e
VIexercer outras atribuições que lhe forem cometidas pelo Ministro de Estado.

Seção II

Do Secretário-Executivo da Câmara de Comércio Exterior - CAMEX

Art. 39.
Ao Secretário-Executivo da CAMEX incumbe:
Icoordenar e acompanhar os trabalhos do Conselho de Ministros da CAMEX e do Gecex; e
IIassegurar o cumprimento das atribuições de que trata o art. 12 e de outras que lhe forem cometidas pela legislação.

Seção III

Dos demais dirigentes

Art. 40.
Ao Secretário Especial da Micro e Pequena Empresa e aos Secretários incumbe planejar, dirigir, coordenar, orientar a execução das atividades de suas unidades, acompanhá-las e avaliá-las e exercer outras atribuições que lhes forem cometidas pela legislação em vigor.
Art. 41.
Ao Chefe de Gabinete do Ministro, ao Consultor Jurídico, ao Chefe da Assessoria Especial, aos Subsecretários, aos Diretores, ao Secretário-Executivo do CZPE, aos Coordenadores-Gerais e aos demais dirigentes incumbe planejar, dirigir, coordenar e orientar a execução das atividades de suas unidades e exercer outras atribuições que lhes forem cometidas em suas áreas de competência.

ANEXO II

(Revogado pelo Decreto nº 9.679, de 2019) (Vigência)

a)QUADRO DEMONSTRATIVO DOS CARGOS EM COMISSÃO E DAS FUNÇÕES DE CONFIANÇA DO MINISTÉRIO DA INDÚSTRIA, COMÉRCIO EXTERIOR E SERVIÇOS
UNIDADECARGO/FUNÇÃO/N oDENOMINAÇÃO/CARGO/FUNÇÃONE/DAS/FCPE/FG
3Assessor EspecialDAS 102.5
4AssessorDAS 102.4
3Assistente TécnicoDAS 102.1
GABINETE1Chefe de GabineteDAS 101.5
2Assessor TécnicoDAS 102.3
1Assistente TécnicoDAS 102.1
Coordenação1CoordenadorDAS 101.3
2FG-1
5FG-2
Assessoria Técnica e Administrativa1Chefe de AssessoriaDAS 101.4
1Assistente TécnicoDAS 102.1
Assessoria de Comunicação Social1Chefe de AssessoriaDAS 101.4
1Assessor TécnicoDAS 102.3
2AssistenteDAS 102.2
Divisão2ChefeDAS 101.2
Assessoria Parlamentar1Chefe de AssessoriaDAS 101.4
1Assistente TécnicoDAS 102.1
Assessoria Internacional1Chefe de AssessoriaDAS 101.4
Coordenação1CoordenadorDAS 101.3
ASSESSORIA ESPECIAL DE CONTROLE INTERNO1Chefe de Assessoria EspecialDAS 101.5
Coordenação-Geral de Apoio à Gestão e Controles Internos1Coordenador-GeralFCPE 101.4
Coordenação1CoordenadorFCPE 101.3
Divisão2ChefeDAS 101.2
CONSULTORIA JURÍDICA1Consultor JurídicoDAS 101.5
1Assistente TécnicoDAS 102.1
Serviço2ChefeDAS 101.1
1FG-3
Divisão1ChefeDAS 101.2
Coordenação-Geral de Matérias Administrativas1Coordenador-GeralFCPE 101.4
Divisão1ChefeFCPE 101.2
Coordenação-Geral de Matérias Finalísticas1Coordenador-GeralFCPE 101.4
Coordenação1CoordenadorFCPE 101.3
Coordenação-Geral Regimental e Judicial1Coordenador-GeralFCPE 101.4
Divisão1ChefeFCPE 101.2
OUVIDORIA1OuvidorDAS 101.4
CORREGEDORIA-GERAL1Corregedor-GeralFCPE 101.4
Divisão1ChefeFCPE 101.2
SECRETARIA-EXECUTIVA1Secretário-ExecutivoNE
1Assistente TécnicoDAS 102.1
Assessoria Técnica e de Crédito à Exportação1Chefe de AssessoriaFCPE 101.4
Divisão2ChefeFCPE 101.2
Gabinete1Chefe de GabineteDAS 101.4
4Assistente TécnicoDAS 102.1
Serviço1ChefeDAS 101.1
SUBSECRETARIA DE INFORMAÇÃO E GESTÃO ESTRATÉGICA1SubsecretárioDAS 101.5
Coordenação-Geral de Articulação Institucional1Coordenador-GeralFCPE 101.4
1Assistente TécnicoFCPE 102.1
1AssistenteFCPE 102.2
Coordenação1CoordenadorFCPE 101.3
Coordenação-Geral de Gestão Estratégica e de Risco1Coordenador-GeralFCPE 101.4
1Assistente TécnicoFCPE 102.1
Divisão1ChefeDAS 101.2
Coordenação1CoordenadorFCPE 101.3
Coordenação-Geral de Informações e Estudos Estratégicos1Coordenador-GeralFCPE 101.4
1AssistenteDAS 102.2
SUBSECRETARIA DE PLANEJAMENTO, ORÇAMENTO E ADMINISTRAÇÃO1SubsecretárioDAS 101.5
1AssessorFCPE 102.4
1Assessor TécnicoFCPE 102.3
1AssistenteFCPE 102.2
1AssistenteDAS 102.2
Divisão1ChefeFCPE 101.2
Serviço1ChefeFCPE 101.1
5FG-1
1FG-3
Coordenação1CoordenadorDAS 101.3
1AssistenteFCPE 102.2
Coordenação-Geral de Gestão de Pessoas1Coordenador-GeralFCPE 101.4
Coordenação3CoordenadorFCPE 101.3
Divisão2ChefeFCPE 101.2
Serviço4ChefeFCPE 101.1
Serviço2ChefeDAS 101.1
7FG-1
3FG-2
2FG-3
Coordenação-Geral de Recursos Logísticos1Coordenador-GeralFCPE 101.4
Coordenação4CoordenadorFCPE 101.3
Divisão2ChefeFCPE 101.2
Divisão2ChefeDAS 101.2
Serviço5ChefeFCPE 101.1
5FG-1
3FG-2
1FG-3
Coordenação-Geral de Tecnologia da Informação1Coordenador-GeralFCPE 101.4
Coordenação3CoordenadorFCPE 101.3
Divisão2ChefeFCPE 101.2
2FG-1
Coordenação-Geral de Orçamento, Finanças e Contabilidade1Coordenador-GeralFCPE 101.4
Coordenação2CoordenadorFCPE 101.3
Coordenação1CoordenadorDAS 101.3
Divisão3ChefeFCPE 101.2
Divisão1ChefeDAS 101.2
Serviço2ChefeFCPE 101.1
2FG-1
SECRETARIA-EXECUTIVA DO CONSELHO NACIONAL DAS ZONAS DE PROCESSAMENTO DE EXPORTAÇÃO1Secretário-ExecutivoDAS 101.5
Serviço1ChefeFCPE 101.1
Coordenação-Geral de Análises de Projetos1Coordenador-GeralDAS 101.4
Coordenação2CoordenadorFCPE 101.3
Coordenação-Geral de Planejamento, Normas e Fiscalização1Coordenador-GeralFCPE 101.4
Coordenação1CoordenadorFCPE 101.3
Coordenação1CoordenadorDAS 101.3
SECRETARIA-EXECUTIVA DA CÂMARA DE COMÉRCIO EXTERIOR1Secretário-ExecutivoDAS 101.6
4Assessor EspecialDAS 102.5
3AssessorDAS 102.4
4Assessor TécnicoDAS 102.3
4AssistenteDAS 102.2
1AssistenteFCPE 102.2
2Assistente TécnicoDAS 102.1
Coordenação1CoordenadorDAS 101.3
Gabinete1Chefe de GabineteDAS 101.4
Divisão1ChefeDAS 101.2
SECRETARIA DE DESENVOLVIMENTO E COMPETITIVIDADE INDUSTRIAL1SecretárioDAS 101.6
1AssessorDAS 102.4
1AssistenteDAS 102.2
Gabinete1Chefe de GabineteDAS 101.4
Divisão1ChefeFCPE 101.2
7FG-1
4FG-2
4FG-3
DEPARTAMENTO DE COMPETITIVIDADE INDUSTRIAL1DiretorDAS 101.5
Coordenação-Geral de Energia e Desenvolvimento Sustentável1Coordenador-GeralFCPE 101.4
Coordenação-Geral de Programas de Desenvolvimento Industrial e Investimentos1Coordenador-GeralFCPE 101.4
Coordenação1CoordenadorFCPE 101.3
Divisão1ChefeDAS 101.2
Coordenação-Geral de Programas Especiais1Coordenador-GeralDAS 101.4
Serviço1ChefeFCPE 101.1
Divisão1ChefeDAS 101.2
DEPARTAMENTO DE INVESTIMENTOS E COMPLEXOS TECNOLÓGICOS1DiretorDAS 101.5
1Assistente TécnicoDAS 102.1
Coordenação-Geral de Bens de Capital1Coordenador-GeralFCPE 101.4
Divisão1ChefeFCPE 101.2
Coordenação-Geral do Complexo Eletroeletrônico1Coordenador-GeralFCPE 101.4
Divisão1ChefeFCPE 101.2
Coordenação-Geral do Complexo Químico e da Saúde1Coordenador-GeralFCPE 101.4
1Assistente TécnicoFCPE 102.1
DEPARTAMENTO DAS INDÚSTRIAS PARA MOBILIDADE E LOGÍSTICA1DiretorDAS 101.5
2AssistenteDAS 102.2
1Assistente TécnicoDAS 102.1
Coordenação-Geral das Indústrias do Complexo Automotivo1Coordenador-GeralDAS 101.4
Coordenação-Geral das Indústrias do Complexo Naval, Petróleo e Gás1Coordenador-GeralFCPE 101.4
Coordenação-Geral das Indústrias do Complexo Aeroespacial e de Defesa1Coordenador-GeralFCPE 101.4
DEPARTAMENTO DE INSUMOS BÁSICOS E TRABALHO1DiretorDAS 101.5
1Assistente TécnicoDAS 102.1
Coordenação-Geral das Indústrias Intensivas em Mão de Obra e de Bens de Consumo1Coordenador-GeralFCPE 101.4
Coordenação-Geral de Recursos Naturais e Agroindústria1Coordenador-GeralDAS 101.4
Coordenação1CoordenadorFCPE 101.3
SECRETARIA DE COMÉRCIO EXTERIOR1SecretárioDAS 101.6
Gabinete1Chefe de GabineteDAS 101.4
1AssistenteDAS 102.2
1AssistenteFCPE 102.2
Divisão1ChefeFCPE 101.2
Coordenação1CoordenadorFCPE 101.3
Serviço2ChefeFCPE 101.1
10FG-1
7FG-2
8FG-3
DEPARTAMENTO DE OPERAÇÕES DE COMÉRCIO EXTERIOR1DiretorDAS 101.5
Coordenação1CoordenadorFCPE 101.3
Divisão1ChefeFCPE 101.2
Coordenação-Geral de Importação1Coordenador-GeralFCPE 101.4
Divisão1ChefeDAS 101.2
Coordenação-Geral de Exportação e Drawback 1Coordenador-GeralFCPE 101.4
Coordenação-Geral de Informação e Desenvolvimento do Siscomex1Coordenador-GeralFCPE 101.4
DEPARTAMENTO DE NEGOCIAÇÕES INTERNACIONAIS1DiretorDAS 101.5
Coordenação-Geral de Regimes de Origem1Coordenador-GeralFCPE 101.4
Coordenação-Geral de Temas Multilaterais1Coordenador-GeralFCPE 101.4
Divisão1ChefeFCPE 101.2
Coordenação-Geral da Aladi e do Mercosul1Coordenador-GeralFCPE 101.4
Divisão1ChefeFCPE 101.2
Coordenação-Geral de Negociações Extrarregionais1Coordenador-GeralFCPE 101.4
Divisão1ChefeFCPE 101.2
DEPARTAMENTO DE DEFESA COMERCIAL1DiretorDAS 101.5
Coordenação1CoordenadorFCPE 101.3
Serviço1ChefeFCPE 101.1
Coordenação-Geral de Antidumping, Salvaguardas e Apoio ao Exportador1Coordenador-GeralFCPE 101.4
Serviço1ChefeFCPE 101.1
Coordenação-Geral de Antidumping e Solução de Controvérsias1Coordenador-GeralFCPE 101.4
Serviço1ChefeFCPE 101.1
Coordenação-Geral de Antidumping e Medidas Compensatórias1Coordenador-GeralFCPE 101.4
Serviço1ChefeFCPE 101.1
DEPARTAMENTO DE ESTATÍSTICA E APOIO À EXPORTAÇÃO1DiretorDAS 101.5
Coordenação-Geral de Programas de Apoio à Exportação1Coordenador-GeralFCPE 101.4
Divisão1ChefeDAS 101.2
Coordenação-Geral de Estatística1Coordenador-GeralFCPE 101.4
Coordenação1CoordenadorDAS 101.3
Coordenação1CoordenadorFCPE 101.3
Divisão1ChefeFCPE 101.2
DEPARTAMENTO DE COMPETITIVIDADE NO COMÉRCIO EXTERIOR1DiretorDAS 101.5
Coordenação-Geral de Projetos e Tecnologia1Coordenador-GeralFCPE 101.4
Coordenação-Geral de Normas e Facilitação de Comércio1Coordenador-GeralFCPE 101.4
Divisão1ChefeFCPE 101.2
SECRETARIA DE COMÉRCIO E SERVIÇOS1SecretárioDAS 101.6
Gabinete1Chefe de GabineteDAS 101.4
Serviço1ChefeFCPE 101.1
5FG-2
1FG-3
DEPARTAMENTO DE POLÍTICAS DE COMÉRCIO E SERVIÇOS1DiretorDAS 101.5
Coordenação-Geral de Competitividade em Comércio e Serviços1Coordenador-GeralFCPE 101.4
Coordenação1CoordenadorFCPE 101.3
Coordenação-Geral de Normas e Diagnósticos em Comércio e Serviços1Coordenador-GeralFCPE 101.4
DEPARTAMENTO DE COMPETITIVIDADE INTERNACIONAL EM COMÉRCIO E SERVIÇOS1DiretorDAS 101.5
Coordenação-Geral de Sistemas, Estatísticas e Informações Gerenciais de Comércio Exterior de Serviços1Coordenador-GeralFCPE 101.4
Coordenação1CoordenadorFCPE 101.3
Coordenação-Geral de Mercado Externo1Coordenador-GeralFCPE 101.4
Divisão1ChefeFCPE 101.2
SECRETARIA DE INOVAÇÃO E NOVOS NEGÓCIOS1SecretárioDAS 101.6
Divisão1ChefeFCPE 101.2
3FG-1
Gabinete1Chefe de GabineteDAS 101.4
DEPARTAMENTO DE INOVAÇÃO E PROPRIEDADE INTELECTUAL1DiretorDAS 101.5
Coordenação2CoordenadorFCPE 101.3
Divisão2ChefeFCPE 101.2
DEPARTAMENTO DE TECNOLOGIAS INOVADORAS1DiretorDAS 101.5
Coordenação2CoordenadorFCPE 101.3
Divisão2ChefeFCPE 101.2
SECRETARIA ESPECIAL DA MICRO E PEQUENA EMPRESA1Secretário EspecialNE
Gabinete1Chefe de GabineteDAS 101.4
Divisão1ChefeDAS 101.2
Serviço2ChefeDAS 101.1
DEPARTAMENTO DE EMPREENDEDORISMO E ARTESANATO1DiretorDAS 101.5
Coordenação-Geral de Empreendedorismo1Coordenador-GeralDAS 101.4
Coordenação1CoordenadorDAS 101.3
Divisão1ChefeDAS 101.2
DEPARTAMENTO DE APOIO ÀS MICRO E PEQUENAS EMPRESAS1DiretorDAS 101.5
Divisão1ChefeDAS 101.2
Coordenação2CoordenadorDAS 101.3
Coordenação-Geral de Micro e Pequenas Empresas1Coordenador-GeralDAS 101.4
DEPARTAMENTO DE REGISTRO EMPRESARIAL E INTEGRAÇÃO1DiretorDAS 101.5
Coordenação-Geral de Normas1Coordenador-GeralDAS 101.4
Coordenação1CoordenadorDAS 101.3
1AssistenteDAS 102.2
Coordenação-Geral de Integração1Coordenador-GeralDAS 101.4
Coordenação2CoordenadorDAS 101.3
JUNTA COMERCIAL DO DISTRITO FEDERAL1PresidenteDAS 101.5
1DiretorDAS 101.4
Coordenação1CoordenadorDAS 101.3
Divisão1ChefeDAS 101.2
Coordenação1CoordenadorDAS 101.3
Secretaria-Geral1Secretário-GeralDAS 101.4
Coordenação2CoordenadorDAS 101.3
Divisão1ChefeDAS 101.2
1Assistente TécnicoDAS 102.1
Procuradoria1ChefeFCPE 101.2
b)QUADRO RESUMO DE CUSTOS DOS CARGOS EM COMISSÃO E DAS FUNÇÕES DE CONFIANÇA DO MINISTÉRIO DA INDÚSTRIA, COMÉRCIO EXTERIOR E SERVIÇOS:
CÓDIGODAS-UNITÁRIOSITUAÇÃO ATUALSITUAÇÃO NOVA
QTD.VALOR TOTALQTD.VALOR TOTAL
NE6,41212,82212,82
DAS 101.66,27637,62531,35
DAS 101.55,0426131,0423115,92
DAS 101.43,8427103,682284,48
DAS 101.32,1053111,301735,70
DAS 101.21,2783105,411924,13
DAS 101.11,001515,0077,00
DAS 102.55,04735,28735,28
DAS 102.43,84830,72830,72
DAS 102.32,10714,70714,70
DAS 102.21,271721,591316,51
DAS 102.11,002727,001818,00
SUBTOTAL 1278646,16148426,61
FCPE 101.42,303989,704092,00
FCPE 101.31,263544,103139,06
FCPE 101.20,762922,043224,32
FCPE 101.10,603420,402112,60
FCPE 102.42,3024,6012,30
FCPE 102.31,2622,5211,26
FCPE 102.20,7664,5653,80
FCPE 102.10,6031,8031,80
SUBTOTAL 2150189,72134177,14
FG-10,205410,80438,60
FG-20,15406,00274,05
FG-30,12212,52182,16
SUBTOTAL 311519,328814,81
TOTAL543855,20370618,56

ANEXO III

(Revogado pelo Decreto nº 9.679, de 2019) (Vigência)

REMANEJAMENTO DE CARGOS EM COMISSÃO DO GRUPO-DIREÇÃO E ASSESSORAMENTO SUPERIORES - DAS E DE FUNÇÕES COMISSIONADAS DO PODER EXECUTIVO - FCPE

CÓDIGODAS-UNITÁRIODO MDIC PARA SEGES/MP (a)DA SEGES/MP PARA O MDIC (b)
QTD.VALOR TOTALQTD.VALOR TOTAL
DAS 101.43,84--13,84
DAS 101.21,27--33,81
DAS 101.11,00--22,00
DAS 102.21,2733,81--
DAS 102.11,0022,00--
SUBTOTAL 155,8169,65
FCPE 101.31,2633,78--
FCPE 101.20,76--43,04
FCPE 101.10,60--10,60
SUBTOTAL 233,7853,64
TOTAL89,591113,29
SALDO DO REMANEJAMENTO (c = b-a)33,70

ANEXO IV

(Revogado pelo Decreto nº 9.679, de 2019) (Vigência)

REMANEJAMENTO DE FUNÇÕES COMISSIONADAS DO PODER EXECUTIVO - FCPE E DEMONSTRATIVO DOS CARGOS EM COMISSÃO DO GRUPO-DIREÇÃO E ASSESSORAMENTO SUPERIORES

- DAS EXTINTOS NO MINISTÉRIO DA INDÚSTRIA, COMÉRCIO EXTERIOR E SERVIÇOS EM CUMPRIMENTO À LEI N º 13.346, DE 10 DE OUTUBRO DE 2016.

a)FUNÇÕES COMISSIONADAS DO PODER EXECUTIVO REMANEJADAS:
CÓDIGODAS-UNITÁRIODA SEGES/MP PARA O MDIC
QTD.VALOR TOTAL
FCPE 101.42,3012,30
SALDO DO REMANEJAMENTO12,30
b)DEMONSTRATIVO DE CARGOS EM COMISSÃO EXTINTOS:
CÓDIGODAS-UNITÁRIOQTD.VALOR TOTAL
DAS-43,8413,84
TOTAL13,84

ANEXO V

(Revogado pelo Decreto nº 9.679, de 2019) (Vigência)

DEMONSTRATIVO DAS FUNÇÕES COMISSIONADAS DO PODER EXECUTIVO - FCPE TRANSFORMADAS, NOS TERMOS DO ART. 8 º DA LEI N º 13.346, DE 10 DE OUTUBRO DE 2016 .

CÓDIGODASUNITÁRIOSITUAÇÃO ATUAL (a)SITUAÇÃO NOVA (b)
QTD.VALOR
TOTAL
QTD.VALOR
TOTAL
FCPE 101.31,2633,78--
FCPE 101.20,76--43,04
FCPE 101.10,60--10,60
TOTAL33,7853,64
SALDO DA TRANSFORMAÇÃO (c = b-a)2-0,14

*

Remissões do artigo

Nenhuma remissão cadastrada.