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Decreto nº 10.410, de 30 de junho de 2020

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210 artigos

Presidência da República

Secretaria-Geral

Subchefia para Assuntos Jurídicos

Altera o Regulamento da Previdência Social, aprovado pelo Decreto no 3.048, de 6 de maio de 1999.

O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, no uso das atribuições que lhe confere o art. 84, caput, incisos IV e VI, alínea “a”, da Constituição, e tendo em vista o disposto na legislação da previdência social, em especial na Lei nº 8.212, de 24 de julho de 1991, e na Lei nº 8.213, de 24 de julho de 1991,

DECRETA:

Art. 1.
O Regulamento da Previdência Social, aprovado pelo Decreto nº 3.048, de 6 de maio de 1999, passa a vigorar com as seguintes alterações:

“Art. 5º ......................................................................................................

Icobertura de eventos de incapacidade temporária ou permanente para trabalho e idade avançada;

...........................................................................................................” (NR)

“Art. 9º ..................................................................................................... ...............................................................................................................

...................................................................................................................

b)aquele que, contratado por empresa de trabalho temporário, na forma prevista em legislação específica, por prazo não superior a cento e oitenta dias, consecutivos ou não, prorrogável por até noventa dias, presta serviço para atender a necessidade transitória de substituição de pessoal regular e permanente ou a acréscimo extraordinário de serviço de outras empresas;

....................................................................................................................

p)aquele em exercício de mandato eletivo federal, estadual, distrital ou municipal, desde que não seja vinculado a regime próprio de previdência social;

....................................................................................................................

s)aquele contratado como trabalhador intermitente para a prestação de serviços, com subordinação, de forma não contínua, com alternância de períodos de prestação de serviços e de inatividade, em conformidade com o disposto no § 3º do art. 443 da Consolidação das Leis do Trabalho, aprovada pelo Decreto-Lei nº 5.452, de 1º de maio de 1943;
IIcomo empregado doméstico - aquele que presta serviço de forma contínua, subordinada, onerosa e pessoal a pessoa ou família, no âmbito residencial desta, em atividade sem fins lucrativos, por mais de dois dias por semana;
V...............................................................................................................

....................................................................................................................

e)desde que receba remuneração decorrente de trabalho na empresa:

1. o empresário individual e o titular de empresa individual de responsabilidade limitada, urbana ou rural;

2. o diretor não empregado e o membro de conselho de administração de sociedade anônima;

3. o sócio de sociedade em nome coletivo; e

4. o sócio solidário, o sócio gerente, o sócio cotista e o administrador, quanto a este último, quando não for empregado em sociedade limitada, urbana ou rural;

....................................................................................................................

q)o médico participante do Projeto Mais Médicos para o Brasil, instituído pela Lei nº 12.871, de 22 de outubro de 2013, exceto na hipótese de cobertura securitária específica estabelecida por organismo internacional ou filiação a regime de seguridade social em seu país de origem, com o qual a República Federativa do Brasil mantenha acordo de seguridade social;
r)o médico em curso de formação no âmbito do Programa Médicos pelo Brasil, instituído pela Lei nº 13.958, de 18 de dezembro de 2019;
VIcomo trabalhador avulso - aquele que:
a)sindicalizado ou não, preste serviço de natureza urbana ou rural a diversas empresas, ou equiparados, sem vínculo empregatício, com intermediação obrigatória do órgão gestor de mão de obra, nos termos do disposto na Lei nº 12.815, de 5 de junho de 2013, ou do sindicato da categoria, assim considerados:

1. o trabalhador que exerça atividade portuária de capatazia, estiva, conferência e conserto de carga e vigilância de embarcação e bloco;

2. o trabalhador de estiva de mercadorias de qualquer natureza, inclusive carvão e minério;

3. o trabalhador em alvarenga (embarcação para carga e descarga de navios);

4. o amarrador de embarcação;

5. o ensacador de café, cacau, sal e similares;

6. o trabalhador na indústria de extração de sal;

7. o carregador de bagagem em porto;

8. o prático de barra em porto;

9. o guindasteiro; e

10. o classificador, o movimentador e o empacotador de mercadorias em portos; e

b)exerça atividade de movimentação de mercadorias em geral, nos termos do disposto na Lei nº 12.023, de 27 de agosto de 2009, em áreas urbanas ou rurais, sem vínculo empregatício, com intermediação obrigatória do sindicato da categoria, por meio de acordo ou convenção coletiva de trabalho, nas atividades de:

1. cargas e descargas de mercadorias a granel e ensacados, costura, pesagem, embalagem, enlonamento, ensaque, arrasto, posicionamento, acomodação, reordenamento, reparação de carga, amostragem, arrumação, remoção, classificação, empilhamento, transporte com empilhadeiras, paletização, ova e desova de vagões, carga e descarga em feiras livres e abastecimento de lenha em secadores e caldeiras;

2. operação de equipamentos de carga e descarga; e

3. pré-limpeza e limpeza em locais necessários às operações ou à sua continuidade;

...................................................................................................................

§ 7º...........................................................................................................
Icapatazia - a atividade de movimentação de mercadorias nas instalações dentro do porto, compreendidos o recebimento, a conferência, o transporte interno, a abertura de volumes para a conferência aduaneira, a manipulação, a arrumação e a entrega e o carregamento e a descarga de embarcações, quando efetuados por aparelhamento portuário;

...................................................................................................................

§ 8º...........................................................................................................
Ibenefício de pensão por morte, auxílio-acidente ou auxílio-reclusão, cujo valor não supere o do menor benefício da previdência social; A - benefício concedido ao segurado qualificado como segurado especial, independentemente do valor;

...................................................................................................................

IIIexercício de atividade remunerada em período não superior a cento e vinte dias, corridos ou intercalados, no ano civil, observado o disposto no § 22;

...................................................................................................................

§ 13ºAquele que exerce concomitantemente mais de uma atividade remunerada sujeita ao RGPS é obrigatoriamente filiado no referido Regime em relação a cada uma dessas atividades, observado o disposto no inciso III do caput do art. 214.

...................................................................................................................

§ 15º.........................................................................................................
Iaquele que trabalha como condutor autônomo de veículo rodoviário, inclusive como taxista ou motorista de transporte remunerado privado individual de passageiros, ou como operador de trator, máquina de terraplenagem, colheitadeira e assemelhados, sem vínculo empregatício;

...................................................................................................................

VIaquele que presta serviço de natureza não contínua, por conta própria, a pessoa ou família, no âmbito residencial desta, em atividade sem fins lucrativos, até dois dias por semana;

...................................................................................................................

XVIo interventor, o liquidante, o administrador especial e o diretor fiscal de instituição financeira, empresa ou entidade referida no § 6º do art. 201;
XVIIo transportador autônomo de cargas e o transportador autônomo de cargas auxiliar, nos termos do disposto na Lei nº 11.442, de 5 de janeiro de 2007;

XVIII - o repentista de que trata a Lei nº 12.198, de 14 de janeiro de 2010, desde que não se enquadre na condição de empregado, prevista no inciso I do caput, em relação à referida atividade; e

XIXo artesão de que trata a Lei nº 13.180, de 22 de outubro de 2015, desde que não se enquadre em outras categorias de segurado obrigatório do RGPS em relação à referida atividade.

...................................................................................................................

§ 18º.........................................................................................................

...................................................................................................................

VIa associação a cooperativa agropecuária ou de crédito rural; (Revogado pelo Decreto nº 13.054, de 2026)
VIIa incidência do Imposto sobre Produtos Industrializados - IPI sobre o produto das atividades desenvolvidas nos termos do disposto no inciso VIII; e
VIIIa participação do segurado especial em sociedade empresária ou em sociedade simples ou a sua atuação como empresário individual ou como titular de empresa individual de responsabilidade limitada de objeto ou âmbito agrícola, agroindustrial ou agroturístico, considerada microempresa nos termos do disposto na Lei Complementar nº 123, de 2006, desde que, mantido o exercício da sua atividade rural na forma prevista no inciso VII do caput e no § 5º, a pessoa jurídica seja composta apenas por segurados especiais e sediada no mesmo Município ou em Município limítrofe àquele em que ao menos um deles desenvolva as suas atividades.

....................................................................................................................

§ 21ºO grupo familiar poderá utilizar-se de empregado contratado por prazo determinado, inclusive daquele referido na alínea “r” do inciso I do caput, ou de trabalhador de que trata a alínea “j” do inciso V do caput, à razão de, no máximo, cento e vinte pessoas por dia no mesmo ano civil, em períodos corridos ou intercalados, ou, ainda, por tempo equivalente em horas de trabalho, à razão de oito horas por dia e quarenta e quatro horas por semana, hipóteses em que períodos de afastamento em decorrência de percepção de auxílio por incapacidade temporária não serão computados.
§ 22ºO disposto nos incisos III e V do § 8º e no inciso VIII do § 18 não dispensará o recolhimento da contribuição devida em relação ao exercício das atividades de que tratam os referidos incisos.
§ 23º..........................................................................................................
I................................................................................................................

....................................................................................................................

b)se enquadrar em qualquer outra categoria de segurado obrigatório do Regulamento da Previdência Social, exceto nas hipóteses previstas nos incisos III, V, VII e VIII do § 8º e no inciso VIII do § 18, sem prejuízo do disposto no art. 13;
c)se tornar segurado obrigatório de outro regime previdenciário; ou
d)na hipótese de descumprimento do disposto no inciso VIII do § 18:

1. participar de sociedade empresária ou de sociedade simples; ou

2. atuar como empresário individual ou como titular de empresa individual de responsabilidade limitada; ou

...................................................................................................................

§ 26ºÉ considerado microempreendedor individual - MEI o empresário individual a que se refere o art. 966 da Lei nº 10.406, de 2002 - Código Civil, ou o empreendedor que exerça as atividades de industrialização, comercialização e prestação de serviços no âmbito rural, que tenha auferido receita bruta no ano-calendário imediatamente anterior até o limite estabelecido no art. 18-A da Lei Complementar nº 123, de 2006, que tenha optado pelo Simples Nacional e não esteja impedido de optar pela sistemática de recolhimento a que se refere a alínea “p” do inciso V do caput.
§ 27ºO vínculo empregatício mantido entre cônjuges ou companheiros não impede o reconhecimento da qualidade de segurado do empregado, excluído o doméstico, observado o disposto no art. 19-B.” (NR)

“

Art. 11.
..................................................................................................
§ 1º...........................................................................................................
Iaquele que se dedique exclusivamente ao trabalho doméstico no âmbito de sua residência;

...................................................................................................................

VIIo estagiário que preste serviços a empresa nos termos do disposto na Lei nº 11.788, de 2008;

....................................................................................................................

Xo brasileiro residente ou domiciliado no exterior;

....................................................................................................................

XIIo atleta beneficiário da Bolsa-Atleta não filiado a regime próprio de previdência social ou não enquadrado em uma das hipóteses previstas no art. 9º.

....................................................................................................................

§ 5ºO segurado poderá contribuir facultativamente durante os períodos de afastamento ou de inatividade, desde que não receba remuneração nesses períodos e não exerça outra atividade que o vincule ao RGPS ou a regime próprio de previdência social.” (NR)

“

Art. 12.
...................................................................................................

....................................................................................................................

Parágrafo único........................................................................................

....................................................................................................................

IIIo operador portuário e o órgão gestor de mão de obra de que trata a Lei nº 12.815, de 2013; e

...........................................................................................................” (NR)

“

Art. 13.
..................................................................................................
Isem limite de prazo, o segurado que estiver em gozo de benefício, exceto na hipótese de auxílio-acidente;
IIaté doze meses após a cessação das contribuições, observado o disposto nos § 7º e § 8º e no art. 19-E;

....................................................................................................................

§ 7ºPara o contribuinte individual, o período de manutenção da qualidade de segurado inicia-se no primeiro dia do mês subsequente ao da última contribuição com valor igual ou superior ao salário-mínimo.
§ 8ºO segurado que receber remuneração inferior ao limite mínimo mensal do salário de contribuição somente manterá a qualidade de segurado se efetuar os ajustes de complementação, utilização e agrupamento a que se referem o § 1º do art. 19-E e o § 27-A do art. 216.” (NR)

“

Art. 16.
..................................................................................................
Io cônjuge, a companheira, o companheiro e o filho não emancipado, de qualquer condição, menor de vinte e um anos de idade ou inválido ou que tenha deficiência intelectual, mental ou grave;

....................................................................................................................

IIIo irmão não emancipado, de qualquer condição, menor de vinte e um anos de idade ou inválido ou que tenha deficiência intelectual, mental ou grave.

....................................................................................................................

§ 3ºEquiparam-se a filho, na condição de dependente de que trata o inciso I do caput, exclusivamente o enteado e o menor tutelado, desde que comprovada a dependência econômica na forma estabelecida no § 3º do art. 22.

....................................................................................................................

§ 6ºConsidera-se união estável aquela configurada na convivência pública, contínua e duradoura entre pessoas, estabelecida com intenção de constituição de família, observado o disposto no § 1º do art. 1.723 da Lei nº 10.406, de 2002 - Código Civil, desde que comprovado o vínculo na forma estabelecida no § 3º do art. 22. -A As provas de união estável e de dependência econômica exigem início de prova material contemporânea dos fatos, produzido em período não superior aos vinte e quatro meses anteriores à data do óbito ou do recolhimento à prisão do segurado, não admitida a prova exclusivamente testemunhal, exceto na ocorrência de motivo de força maior ou caso fortuito, observado o disposto no § 2º do art. 143.

....................................................................................................................

§ 8ºPara fins do disposto na alínea “c” do inciso V do caput do art. 114, em observância ao requisito previsto no § 6º-A, deverá ser apresentado, ainda, início de prova material que comprove união estável pelo período mínimo de dois anos antes do óbito do segurado.
§ 9ºSerá excluído definitivamente da condição de dependente aquele que tiver sido condenado criminalmente por sentença transitada em julgado, como autor, coautor ou partícipe de homicídio doloso, ou de tentativa desse crime, cometido contra a pessoa do segurado, ressalvados os absolutamente incapazes e os inimputáveis.” (NR)

“

Art. 17.
..................................................................................................
Ipara o cônjuge, pelo divórcio ou pela separação judicial ou de fato, enquanto não lhe for assegurada a prestação de alimentos, pela anulação do casamento, pelo óbito ou por sentença judicial transitada em julgado;

....................................................................................................................

IIIao completar vinte e um anos de idade, para o filho, o irmão, o enteado ou o menor tutelado, ou nas seguintes hipóteses, se ocorridas anteriormente a essa idade:
a)casamento;
b)início do exercício de emprego público efetivo;
c)constituição de estabelecimento civil ou comercial ou pela existência de relação de emprego, desde que, em função deles, o menor com dezesseis anos completos tenha economia própria; ou
d)concessão de emancipação, pelos pais, ou por um deles na falta do outro, por meio de instrumento público, independentemente de homologação judicial, ou por sentença judicial, ouvido o tutor, se o menor tiver dezesseis anos completos; e
IV..............................................................................................................
a)pela cessação da invalidez ou da deficiência intelectual, mental ou grave; ou

....................................................................................................................

§ 1ºO filho, o irmão, o enteado e o menor tutelado, desde que comprovada a dependência econômica dos três últimos, se inválidos ou se tiverem deficiência intelectual, mental ou grave, não perderão a qualidade de dependentes desde que a invalidez ou a deficiência intelectual, mental ou grave tenha ocorrido antes de uma das hipóteses previstas no inciso III do caput.
§ 2ºPara fins do disposto no § 1º, a data de início da invalidez ou da deficiência intelectual, mental ou grave será estabelecida pela Perícia Médica Federal. ” (NR)

“

Art. 18.
Considera-se inscrição de segurado para os efeitos da previdência social o ato pelo qual o segurado é cadastrado no RGPS, por meio da comprovação dos dados pessoais, da seguinte forma:
Iempregado - pelo empregador, por meio da formalização do contrato de trabalho e, a partir da obrigatoriedade do uso do Sistema de Escrituração Digital das Obrigações Fiscais, Previdenciárias e Trabalhistas - eSocial, instituído pelo Decreto nº 8.373, de 11 de dezembro de 2014, ou do sistema que venha a substituí-lo, por meio do registro contratual eletrônico realizado nesse Sistema;
IItrabalhador avulso - pelo cadastramento e pelo registro no órgão gestor de mão de obra, no caso de trabalhador portuário, ou no sindicato, no caso de trabalhador não portuário, e a partir da obrigatoriedade do uso do eSocial, ou do sistema que venha a substituí-lo, por meio do cadastramento e do registro eletrônico realizado nesse Sistema;
IIIempregado doméstico - pelo empregador, por meio do registro contratual eletrônico realizado no eSocial;
IVcontribuinte individual:
a)por ato próprio, por meio do cadastramento de informações para identificação e reconhecimento da atividade, hipótese em que o Instituto Nacional do Seguro Social - INSS poderá solicitar a apresentação de documento que comprove o exercício da atividade declarada;
b)pela cooperativa de trabalho ou pela pessoa jurídica a quem preste serviço, no caso de cooperados ou contratados, respectivamente, se ainda não inscritos no RGPS; e
c)pelo MEI, por meio do sítio eletrônico do Portal do Empreendedor;
Vsegurado especial - preferencialmente, pelo titular do grupo familiar que se enquadre em uma das condições previstas no inciso VII do caput do art. 9º, hipótese em que o INSS poderá solicitar a apresentação de documento que comprove o exercício da atividade declarada, observado o disposto no art. 19-D; e
VIsegurado facultativo - por ato próprio, por meio do cadastramento de informações pessoais que permitam a sua identificação, desde que não exerça atividade que o enquadre na categoria de segurado obrigatório.

....................................................................................................................

§ 5º-A Na hipótese prevista no § 5º, caso não seja comprovada a condição de segurado especial, poderá ser atribuído Número de Inscrição do Trabalhador - NIT especificamente para fins de requerimento do benefício previdenciário. -B Não será admitida a inscrição post mortem de segurado contribuinte individual e nem de segurado facultativo.
§ 6ºA comprovação dos dados pessoais e de outros elementos necessários e úteis à caracterização do segurado poderá ser exigida pelo INSS, a qualquer tempo, para fins de atualização cadastral, inclusive para a concessão de benefício.
§ 7ºA inscrição do segurado especial será feita de forma a vinculá-lo ao seu grupo familiar e conterá, além das informações pessoais:
Ia identificação da propriedade em que é desenvolvida a atividade e a informação de a que título ela é ocupada;
IIa informação sobre a residência ou não do segurado na propriedade em que é desenvolvida a atividade, e, em caso negativo, sobre o Município onde reside; e
IIIquando for o caso, a identificação e a inscrição da pessoa responsável pelo grupo familiar.

....................................................................................................................

§ 9ºA identificação do trabalhador no Cadastro Nacional de Informações Sociais - CNIS poderá ser feita:
Ipelo NIT, único, pessoal e intransferível, independentemente de alterações de categoria profissional; ou
IIpelo Cadastro de Pessoas Físicas - CPF.
§ 10ºAo segurado cadastrado no Programa de Integração Social - PIS, no Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público - Pasep ou no Número de Identificação Social - NIS não caberá novo cadastramento.” (NR)

“

Art. 19.
..................................................................................................
§ 1ºO segurado poderá solicitar, a qualquer tempo, a inclusão, a exclusão, a ratificação ou a retificação de suas informações constantes do CNIS, com a apresentação de documentos comprobatórios dos dados divergentes, conforme critérios definidos pelo INSS, independentemente de requerimento de benefício, exceto na hipótese prevista no art. 142, observado o disposto nos art. 19-B e art. 19-C.
§ 2ºInformações inseridas extemporaneamente no CNIS, independentemente de serem inéditas ou retificadoras de dados anteriormente informados, somente serão aceitas se corroboradas por documentos que comprovem a sua regularidade, na forma prevista no art. 19-B.
§ 3º............................................................................................................
Irelativos à data de início de vínculo empregatício, após o último dia do quinto mês subsequente ao mês da data da admissão do segurado;
IIrelativos à remuneração de trabalhador avulso ou contribuinte individual que preste serviços a empresa ou equiparado, após o último dia do quinto mês subsequente ao mês da data da prestação de serviço pelo segurado; ou
IIIrelativos à contribuição, sempre que o recolhimento tiver sido feito sem observância ao disposto em lei.
§ 4ºA extemporaneidade de que trata o § 3º poderá ser desconsiderada depois de decorrido o prazo de um ano, contado da data de inserção das informações relativas a vínculos e remunerações, conforme critérios definidos pelo INSS.
§ 5ºAto do Secretário Especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia poderá reduzir ou ampliar os prazos previstos nos § 3º e
§ 6ºO INSS poderá definir critérios para a apuração das informações constantes da Guia de Recolhimento do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço e Informações à Previdência Social - GFIP, ou do instrumento que venha a substituí-la, que ainda não tiver sido processada e para o recebimento de informações relativas a situações cuja regularidade dependa do cumprimento de critério estabelecido em lei.

....................................................................................................................

§ 8ºPara o exercício de suas competências, o INSS terá acesso às informações do segurado relativas aos períodos em que tenha sido registrada deficiência leve, moderada ou grave, identificada em decorrência de avaliação biopsicossocial realizada por equipe multiprofissional e interdisciplinar, para fins de reconhecimento e manutenção de direitos.
§ 9ºConstarão do CNIS as informações dos segurados e beneficiários dos regimes próprios de previdência social para fins de verificação das situações previstas neste Regulamento que impactem no reconhecimento de direitos e na concessão e no pagamento de benefícios pelo RGPS.
§ 10ºO empregado com contrato de trabalho intermitente terá identificação específica em instrumento de prestação de informações à previdência social, de forma a permitir a identificação dos períodos de prestação serviços e dos períodos de inatividade.
§ 11ºA partir da obrigatoriedade do uso do eSocial, ou do sistema que venha a substituí-lo, será observado, para o segurado:
Iempregado e empregado doméstico - os registros eletrônicos gerados pelo eSocial equivalerão às anotações relativas ao contrato de trabalho, definidas pela Consolidação das Leis do Trabalho, aprovada pelo Decreto-Lei nº 5.452, de 1943, que serão incorporados ao CNIS e à Carteira de Trabalho Digital;
IItrabalhador avulso - os registros eletrônicos gerados pelo eSocial substituirão as informações relativas ao registro e às remunerações do trabalhador avulso portuário previstas no inciso II do caput do art. 32 e no § 2º do art. 33 da Lei nº 12.815, de 2013, e aquelas relativas ao trabalhador avulso não portuário previstas no art. 4º da Lei nº 12.023, de 2009, que serão incorporados ao CNIS;
IIIcontribuinte individual que preste serviços conforme o disposto no § 20 do art. 216 - os registros eletrônicos gerados pelo eSocial substituirão as informações prestadas sobre os valores da remuneração na forma prevista no § 21 do art. 216, que serão incorporados ao CNIS; e
IVcontribuinte individual que preste serviços a empresa ou equiparado a partir de abril de 2003, conforme o disposto no art. 4º da Lei nº 10.666, de 8 de maio de 2003 - os registros eletrônicos gerados pelo eSocial substituirão as informações prestadas sobre os valores da remuneração e do desconto feito a título de contribuição previdenciária, conforme previsto no inciso XII do caput do art. 216, que serão incorporados ao CNIS.
§ 12ºOs recolhimentos efetuados na época apropriada constantes do CNIS serão reconhecidos automaticamente, observados a contribuição mínima mensal e o disposto no art. 19-E, dispensada a comprovação do exercício da atividade.” (NR)

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Art. 19-B.
Na hipótese de não constarem do CNIS as informações sobre atividade, vínculo, remunerações ou contribuições, ou de haver dúvida sobre a regularidade das informações existentes, o período somente será confirmado por meio da apresentação de documentos contemporâneos dos fatos a serem comprovados, com menção às datas de início e de término e, quando se tratar de trabalhador avulso, à duração do trabalho e à condição em que tiver sido prestada a atividade.
§ 1ºAlém dos dados constantes do CNIS a que se refere o art. 19, observada a forma de filiação do trabalhador ao RGPS, os seguintes documentos serão considerados para fins de comprovação do tempo de contribuição de que trata o caput, desde que contemporâneos aos fatos a serem comprovados:
Icarteira profissional ou Carteira de Trabalho e Previdência Social;
IIcontrato individual de trabalho;
IIIcontrato de trabalho por pequeno prazo, na forma prevista no § 3º do art. 14-A da Lei nº 5.889, de 1973;
IVcarteira de férias;
Vcarteira sanitária;
VIcaderneta de matrícula;
VIIcaderneta de contribuição dos extintos institutos de aposentadoria e pensões;
VIIIcaderneta de inscrição pessoal visada:
a)pela Capitania dos Portos;
b)pela Superintendência do Desenvolvimento da Pesca; ou
c)pelo Departamento Nacional de Obras Contra as Secas;
IXdeclaração da Secretaria Especial da Receita Federal do Brasil do Ministério da Economia;
Xcertidão de inscrição em órgão de fiscalização profissional, acompanhada de documento que prove o exercício da atividade;
XIcontrato social, acompanhado de seu distrato, e, quando for o caso, ata de assembleia geral e registro de empresário;
XIIcertificado de sindicato ou órgão gestor de mão de obra que agrupe trabalhadores avulsos;
XIIIextrato de recolhimento do FGTS; e
XIVrecibos de pagamento.
§ 2ºOs documentos necessários à atualização do CNIS e à análise de requerimentos de benefícios e serviços poderão ser apresentados em cópias simples, em meio físico ou eletrônico, dispensada a sua autenticação, exceto nas hipóteses em que haja previsão legal expressa e de dúvida fundada quanto à autenticidade ou à integridade do documento, ressalvada a possibilidade de o INSS exigir, a qualquer tempo, os documentos originais para fins do disposto no art. 179, situação em que o responsável pela apresentação das cópias ficará sujeito às sanções administrativas, civis e penais aplicáveis.
§ 3ºCaso os documentos apresentados não sejam suficientes para a comprovação de atividade, vínculo ou remunerações, estes poderão ser corroborados por pesquisa, na forma prevista no § 5º, ou justificação administrativa, conforme o caso.
§ 4ºNa falta de documento contemporâneo, podem ser aceitos declaração do empregador ou de seu preposto, atestado de empresa ainda existente ou certificado ou certidão de entidade oficial dos quais constem os dados previstos no caput, desde que extraídos de registros existentes, que serão confirmados pelo INSS na forma prevista no § 5º, exceto se fornecidas por órgão público.
§ 5ºA empresa disponibilizará a servidor designado por dirigente do INSS as informações e os registros de que dispuser, relativamente a segurado a seu serviço e previamente identificado, para fins de instrução ou revisão de processo de reconhecimento de direitos e outorga de benefícios do RGPS e para inclusão, exclusão, ratificação ou retificação das informações constantes do CNIS, conforme critérios definidos pelo INSS, independentemente de requerimento de benefício.
§ 6ºSomente serão exigidos certidões ou documentos expedidos por órgãos públicos quando não for possível a sua obtenção diretamente do órgão ou da entidade responsável pela base de dados oficial.
§ 7ºSerão realizados exclusivamente pela Secretaria Especial da Receita Federal do Brasil do Ministério da Economia os acertos de:
Iinclusão de recolhimento, alterações de valor autenticado ou data de pagamento da Guia da Previdência Social ou do documento que venha a substituí-la;
IItransferência de contribuição com identificador de pessoa jurídica ou equiparada para o CNIS; e
IIIinclusão da contribuição liquidada por meio de parcelamento.” (NR)

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Art. 19-C.
Considera-se tempo de contribuição o tempo correspondente aos períodos para os quais tenha havido contribuição obrigatória ou facultativa ao RGPS, dentre outros, o período:
Ide contribuição efetuada por segurado que tenha deixado de exercer atividade remunerada que o enquadrasse como segurado obrigatório da previdência social;
IIem que a segurada tenha recebido salário-maternidade;
IIIde licença remunerada, desde que tenha havido desconto de contribuições;
IVem que o segurado tenha sido colocado em disponibilidade remunerada pela empresa, desde que tenha havido desconto de contribuições;
Vde atividade patronal ou autônoma, exercida anteriormente à vigência da Lei nº 3.807, de 26 de agosto de 1960, desde que tenha sido indenizado conforme o disposto no art. 122;
VIde atividade na condição de empregador rural, desde que tenha havido contribuição na forma prevista na Lei nº 6.260, de 6 de novembro de 1975, e indenização do período anterior, conforme o disposto no art. 122;
VIIde exercício de mandato eletivo federal, estadual, distrital ou municipal, desde que tenha havido contribuição na época apropriada e este não tenha sido contado para fins de aposentadoria por outro regime de previdência social;
VIIIde licença, afastamento ou inatividade sem remuneração do segurado empregado, inclusive o doméstico e o intermitente, desde que tenha havido contribuição na forma prevista no § 5º do art. 11; e
IXem que o segurado contribuinte individual e o segurado facultativo tenham contribuído na forma prevista no art. 199-A, observado o disposto em seu
§ 1ºSerá computado o tempo intercalado de recebimento de benefício por incapacidade, na forma do disposto no inciso II do caput do art. 55 da Lei nº 8.213, de 24 de julho de 1991, exceto para efeito de carência.
§ 2ºAs competências em que o salário de contribuição mensal tenha sido igual ou superior ao limite mínimo serão computadas integralmente como tempo de contribuição, independentemente da quantidade de dias trabalhados.
§ 3ºNa hipótese de o débito ser objeto de parcelamento, o período correspondente ao parcelamento somente será computado para fins de concessão de benefício no RGPS e de emissão de certidão de tempo de contribuição para fins de contagem recíproca após a comprovação da quitação dos valores devidos.” (NR)

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Art. 19-D.
O Ministério da Economia manterá sistema de cadastro dos segurados especiais no CNIS, observado o disposto nos § 7º e § 8º do art. 18, e poderá firmar acordo de cooperação com o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento e com outros órgãos da administração pública federal, estadual, distrital e municipal para a manutenção e a gestão do sistema de cadastro.
§ 1ºO sistema de que trata o caput preverá a manutenção e a atualização anual do cadastro e conterá as informações necessárias à caracterização da condição de segurado especial.
§ 2ºA manutenção e a atualização de que trata o § 1º ocorrerão por meio da apresentação, pelo segurado especial, de declaração anual ou de documento equivalente, conforme definido em ato do Secretário Especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia.
§ 3ºA aplicação do disposto neste artigo não poderá acarretar ônus para o segurado, sem prejuízo do disposto no
§ 4ºO INSS, no ato de habilitação ou de concessão de benefício, verificará a condição de segurado especial e, se for o caso, o pagamento da contribuição previdenciária, nos termos do disposto na Lei nº 8.212, de 24 de julho de 1991, de modo a considerar, dentre outras informações, aquelas constantes do CNIS.
§ 5ºA atualização anual de que trata o § 1º será feita pelo segurado especial até 30 de junho do ano subsequente.
§ 6ºÉ vedada a atualização anual de que trata o § 1º decorrido o prazo de cinco anos, contado da data a que se refere o
§ 7ºDecorrido o prazo de cinco anos de que trata o § 6º, o segurado especial somente poderá computar o período de trabalho rural se efetuados na época apropriada a comercialização da produção e o recolhimento da contribuição prevista no art. 25 da Lei nº 8.212, de 1991.
§ 8ºO INSS utilizará as informações constantes do cadastro de que trata o caput para fins de comprovação da condição e do exercício da atividade rural do segurado especial e do seu grupo familiar.
§ 9ºA partir de 1º de janeiro de 2023, a comprovação da condição e do exercício da atividade rural do segurado especial ocorrerá, exclusivamente, por meio das informações constantes do cadastro a que se refere o caput, observado o disposto no
§ 10ºPara o período anterior a 1º de janeiro de 2023, o segurado especial comprovará o exercício da atividade rural por meio de autodeclaração ratificada por entidades públicas credenciadas, nos termos do disposto no art. 13 da Lei nº 12.188, de 11 de janeiro de 2010, e por outros órgãos públicos, observado o seguinte:
Ia autodeclaração será feita por meio do preenchimento de formulários que serão disponibilizados pelo INSS;
IIa ratificação da autodeclaração será realizada por meio de informações obtidas das bases de dados da Secretaria de Agricultura Familiar e Cooperativismo do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento e de outras bases de dados a que o INSS tiver acesso; e
IIIas informações obtidas por meio de consultas às bases de dados governamentais que forem consideradas insuficientes para o reconhecimento do exercício da atividade rural alegada poderão ser complementadas por prova documental contemporânea ao período informado.
§ 11ºComplementarmente à autodeclaração de que trata o § 10 e ao cadastro de que trata o caput, a comprovação do exercício de atividade do segurado especial será feita por meio dos seguintes documentos, dentre outros:
Icontrato de arrendamento, de parceria ou de comodato rural;
IIDeclaração de Aptidão ao Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar de que trata o inciso II do caput do art. 2º da Lei nº 12.188, de 2010, ou pelo documento que venha a substituí-la;
IIIbloco de notas do produtor rural;
IVdocumentos fiscais de entrada de mercadorias de que trata o § 7º do art. 30 da Lei nº 8.212, de 1991, emitidos pela empresa adquirente da produção, com indicação do nome do segurado como vendedor;
Vdocumentos fiscais relativos a entrega de produção rural a cooperativa agrícola, entreposto de pescado ou outros, com indicação do segurado como vendedor ou consignante;
VIcomprovantes de recolhimento de contribuição à previdência social decorrentes da comercialização de produção rural;
VIIcópia da declaração de imposto sobre a renda, com indicação de renda proveniente da comercialização de produção rural; ou
VIIIlicença de ocupação ou permissão outorgada pelo Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária - Incra.
§ 12ºSempre que o tipo de outorga informado na autodeclaração de que trata § 10 for de parceiro, meeiro, arrendatário, comodatário ou de outra modalidade de outorgado, o documento deverá identificar e qualificar o outorgante.
§ 13ºA condição de segurado especial dos índios será comprovada por meio de certidão fornecida pela Fundação Nacional do Índio - Funai que:
Iconterá a identificação da entidade e de seu emitente, com a indicação do mandato, se for o caso;
IIserá fornecida em duas vias, em papel timbrado, com numeração sequencial controlada e ininterrupta;
IIIconterá a identificação, a qualificação pessoal do beneficiário e a categoria de produtor a que pertença;
IVconsignará os documentos e as informações que tenham servido de base para a sua emissão e, se for o caso, a origem dos dados extraídos de registros existentes na própria entidade declarante ou em outro órgão, entidade ou empresa, desde que idôneos e acessíveis à previdência social;
Vnão conterá informação referente a período anterior ao início da atividade da entidade declarante, exceto se baseada em documento que constitua prova material do exercício dessa atividade; e
VIconsignará os dados relativos ao período e à forma de exercício da atividade rural nos termos estabelecidos pelo INSS.
§ 14ºA homologação a que se refere o § 13 se restringirá às informações relativas à atividade rural e deverá atender aos seguintes critérios:
Iconterá a identificação do órgão e do emitente da declaração;
IIconterá a identificação, a qualificação pessoal do beneficiário e a categoria de produtor a que pertença;
IIIconsignará os documentos e as informações que tenham servido de base para a sua emissão e, se for o caso, a origem dos dados extraídos de registros existentes na própria entidade declarante ou em outro órgão, entidade ou empresa, desde que idôneos e acessíveis à previdência social; e
IVconsignará dados relativos ao período e à forma de exercício da atividade rural nos termos estabelecidos pelo INSS.
§ 15ºAté 1º de janeiro de 2025, o cadastro de que trata o caput poderá ser efetuado, atualizado e corrigido sem prejuízo do prazo de que trata o § 9º e das regras permanentes estabelecidas nos § 5º e
§ 16ºNa hipótese de haver divergência de informações entre o cadastro de que trata o caput e as demais bases de dados, para fins de reconhecimento do direito ao benefício, o INSS poderá exigir a apresentação dos documentos referidos no
§ 17ºAs informações obtidas e acolhidas pelo INSS diretamente de bancos de dados disponibilizados por órgãos do Poder Público serão utilizadas para validar ou invalidar informação para o cadastramento do segurado especial e, quando for o caso, para deixar de reconhecer o segurado nessa condição.
§ 18ºO prazo a que se refere o § 9º será prorrogado até que cinquenta por cento dos segurados especiais, apurados conforme quantitativo da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua, estejam inseridos no sistema de cadastro dos segurados especiais de que trata o caput.
§ 19ºO fim da prorrogação a que se refere o § 18 será definido em ato do Secretário Especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia.” (NR)

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Art. 19-E.
A partir de 13 de novembro de 2019, para fins de aquisição e manutenção da qualidade de segurado, de carência, de tempo de contribuição e de cálculo do salário de benefício exigidos para o reconhecimento do direito aos benefícios do RGPS e para fins de contagem recíproca, somente serão consideradas as competências cujo salário de contribuição seja igual ou superior ao limite mínimo mensal do salário de contribuição.
§ 1ºPara fins do disposto no caput, ao segurado que, no somatório de remunerações auferidas no período de um mês, receber remuneração inferior ao limite mínimo mensal do salário de contribuição será assegurado:
Icomplementar a contribuição das competências, de forma a alcançar o limite mínimo do salário de contribuição exigido;
IIutilizar o excedente do salário de contribuição superior ao limite mínimo de uma competência para completar o salário de contribuição de outra competência até atingir o limite mínimo; ou
IIIagrupar os salários de contribuição inferiores ao limite mínimo de diferentes competências para aproveitamento em uma ou mais competências até que estas atinjam o limite mínimo.
§ 2ºOs ajustes de complementação, utilização e agrupamento previstos no § 1º poderão ser efetivados, a qualquer tempo, por iniciativa do segurado, hipótese em que se tornarão irreversíveis e irrenunciáveis após processados.
§ 3ºA complementação de que trata o inciso I do § 1º poderá ser recolhida até o dia quinze do mês subsequente ao da prestação do serviço e, a partir dessa data, com os acréscimos previstos no art. 35 da Lei nº 8.212, de 1991.
§ 4ºOs ajustes de que tratam os incisos II e III do § 1º serão efetuados na forma indicada ou autorizada pelo segurado, desde que utilizadas as competências do mesmo ano civil definido no art. 181-E, em conformidade com o disposto nos § 27-A ao § 27-D do art. 216.
§ 5ºA efetivação do ajuste previsto no inciso III do § 1º não impede o recolhimento da contribuição referente à competência que tenha o salário de contribuição transferido, em todo ou em parte, para agrupamento com outra competência a fim de atingir o limite mínimo mensal do salário de contribuição.
§ 6ºPara complementação ou recolhimento da competência que tenha o salário de contribuição transferido, em todo ou em parte, na forma prevista no § 5º, será observado o disposto no
§ 7ºNa hipótese de falecimento do segurado, os ajustes previstos no § 1º poderão ser solicitados por seus dependentes para fins de reconhecimento de direito para benefício a eles devidos até o dia quinze do mês de janeiro subsequente ao do ano civil correspondente, observado o disposto no
§ 4º” (NR)

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Art. 19-F.
A obrigação do INSS de promover a instrução de requerimentos e a comprovação de requisitos legais para o reconhecimento de direitos não afasta a obrigação de o interessado ou o seu representante juntar ao requerimento toda a documentação útil à comprovação do direito, principalmente em relação aos fatos que não constem da base de dados da previdência social.” (NR)

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Art. 20.
..................................................................................................

....................................................................................................................

§ 2ºA filiação do trabalhador rural contratado por produtor rural pessoa física por prazo de até dois meses no período de um ano, para o exercício de atividades de natureza temporária, decorre automaticamente de sua inclusão em declaração prevista em ato do Secretário Especial da Receita Federal do Brasil do Ministério da Economia por meio de identificação específica.
§ 3ºO exercício de atividade prestada de forma gratuita e o serviço voluntário, nos termos do disposto na Lei nº 9.608, de 18 de fevereiro de 1998, não geram filiação obrigatória ao RGPS.” (NR)

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Art. 22.
..................................................................................................

....................................................................................................................

§ 3ºPara comprovação do vínculo e da dependência econômica, conforme o caso, deverão ser apresentados, no mínimo, dois documentos, observado o disposto nos § 6º-A e § 8º do art. 16, e poderão ser aceitos, dentre outros:

...................................................................................................................

§ 9ºNo caso de dependente inválido ou com deficiência intelectual, mental ou grave, para fins de inscrição e concessão de benefício, a invalidez será comprovada por meio de exame médico-pericial a cargo da Perícia Médica Federal e a deficiência, por meio de avaliação biopsicossocial realizada por equipe multiprofissional e interdisciplinar.
§ 10ºO dependente menor de vinte e um anos de idade apresentará declaração para atestar a não ocorrência das hipóteses previstas no inciso III do caput do art. 17.

...................................................................................................................

§ 14ºCaso o dependente só possua um dos documentos a que se refere o § 3º produzido em período não superior a vinte e quatro meses anteriores à data do óbito ou do recolhimento à prisão, a comprovação de vínculo ou de dependência econômica para esse período poderá ser suprida por justificação administrativa, processada na forma prevista nos art. 142 ao art. 151.” (NR)

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Art. 25.
.................................................................................................
I..............................................................................................................
a)aposentadoria por incapacidade permanente;
b)aposentadoria programada;
c)aposentadoria por idade do trabalhador rural;

...................................................................................................................

e)auxílio por incapacidade temporária;

...........................................................................................................” (NR)

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Art. 26.
Período de carência é o tempo correspondente ao número mínimo de contribuições mensais indispensáveis para que o beneficiário faça jus ao benefício, consideradas as competências cujo salário de contribuição seja igual ou superior ao seu limite mínimo mensal.
§ 1ºPara o segurado especial, considera-se período de carência, para fins de concessão dos benefícios de que trata o inciso I do § 2º do art. 39, o tempo mínimo de efetivo exercício de atividade rural, ainda que de forma descontínua, igual à quantidade de meses necessária à concessão do benefício requerido.

....................................................................................................................

§ 4º-A Para fins de carência, no caso de segurado empregado doméstico, considera-se presumido o recolhimento das contribuições dele descontadas pelo empregador doméstico, a partir da competência junho de 2015, na forma prevista no art. 211. -B Para o segurado empregado doméstico filiado ao RGPS nessa condição até 31 de maio de 2015, o período de carência será contado a partir da data do efetivo recolhimento da primeira contribuição sem atraso. -C Para o período de filiação comprovado como empregado doméstico sem a comprovação do recolhimento ou sem a comprovação da primeira contribuição sem atraso, será reconhecido o direito ao benefício na forma prevista no § 2º do art. 36, independentemente da categoria do segurado na data do requerimento.

....................................................................................................................

§ 6ºPara fins de carência, as contribuições anteriores à data de publicação da Emenda à Constituição nº 103, de 12 de novembro de 2019, serão consideradas em conformidade com a legislação vigente à época.” (NR)

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Art. 27-A.
Na hipótese de perda da qualidade de segurado, para fins da concessão dos benefícios de auxílio por incapacidade temporária, de aposentadoria por incapacidade permanente, de salário-maternidade e de auxílio-reclusão, as contribuições anteriores à perda somente serão computadas para fins de carência depois que o segurado contar, a partir da nova filiação ao RGPS, com metade do número de contribuições exigidas para o cumprimento do período de carência definido no art. 29.

...........................................................................................................” (NR)

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Art. 28.
...................................................................................................
Ipara o segurado empregado, inclusive o doméstico, e o trabalhador avulso, a partir da data de sua filiação ao RGPS; e
IIpara o segurado contribuinte individual, observado o disposto no § 4º do art. 26, e o segurado facultativo, inclusive o segurado especial que contribua na forma prevista no § 2º do art. 200, a partir da data do efetivo recolhimento da primeira contribuição sem atraso, e não serão consideradas, para esse fim, as contribuições recolhidas com atraso referentes a competências anteriores, observado, quanto ao segurado facultativo, o disposto nos § 3º e § 4º do art. 11.

....................................................................................................................

§ 4ºPara os segurados a que se refere o inciso II do caput, na hipótese de perda da qualidade de segurado, somente serão consideradas, para fins de carência, as contribuições efetivadas após novo recolhimento sem atraso, observado o disposto no art. 19-E.” (NR)

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Art. 29.
...................................................................................................
Idoze contribuições mensais, nos casos de auxílio por incapacidade temporária e aposentadoria por incapacidade permanente; e
IIcento e oitenta contribuições mensais, nos casos de aposentadoria programada, por idade do trabalhador rural e especial;

....................................................................................................................

IVvinte e quatro contribuições mensais, no caso de auxílio-reclusão.

...........................................................................................................” (NR)

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Art. 30.
..................................................................................................
Ipensão por morte, salário-família e auxílio-acidente de qualquer natureza, observado, quanto à pensão por morte, o disposto no inciso V do caput e nos § 3º e § 4º do art. 114;

...................................................................................................................

IIIauxílio por incapacidade temporária e aposentadoria por incapacidade permanente nos casos de acidente de qualquer natureza ou causa e de doença profissional ou do trabalho e nos casos de segurado que, após filiar-se ao RGPS, seja acometido de alguma das doenças ou afecções especificadas em lista elaborada pelos Ministérios da Saúde e da Economia, atualizada a cada três anos, de acordo com os critérios de estigma, deformação, mutilação, deficiência ou outro fator que lhe confira especificidade e gravidade que mereçam tratamento particularizado;

...................................................................................................................

§ 1ºEntende-se como acidente de qualquer natureza ou causa aquele de origem traumática e por exposição a agentes exógenos, físicos, químicos ou biológicos, que acarrete lesão corporal ou perturbação funcional que cause a morte ou a perda ou a redução permanente ou temporária da capacidade laborativa.
§ 2ºAté que seja elaborada a lista de doenças ou afecções a que se refere o inciso III do caput, independerá de carência a concessão de auxílio por incapacidade temporária e de aposentadoria por incapacidade permanente ao segurado que, após filiar-se ao RGPS, seja acometido por alguma das seguintes doenças:
Ituberculose ativa;
IIhanseníase;
IIIalienação mental;
IVesclerose múltipla;
Vhepatopatia grave;
VIneoplasia maligna;
VIIcegueira;
VIIIparalisia irreversível e incapacitante;
IXcardiopatia grave;
Xdoença de Parkinson;
XIespondiloartrose anquilosante;
XIInefropatia grave;
XIIIestado avançado da doença de Paget (osteíte deformante);
XIVsíndrome da imunodeficiência adquirida (aids); ou
XVcontaminação por radiação, com base em conclusão da medicina especializada.” (NR)

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Art. 31.
Salário de benefício é o valor básico utilizado para o cálculo da renda mensal dos benefícios de prestação continuada, inclusive aqueles regidos por normas especiais, exceto:
Io salário-família;
IIa pensão por morte;
IIIo salário-maternidade;
IVo auxílio-reclusão; e
Vos demais benefícios previstos em legislação especial.” (NR)

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Art. 32.
salário de benefício a ser utilizado para o cálculo dos benefícios de que trata este Regulamento, inclusive aqueles previstos em acordo internacional, consiste no resultado da média aritmética simples dos salários de contribuição e das remunerações adotadas como base para contribuições a regime próprio de previdência social ou como base para contribuições decorrentes das atividades militares de que tratam os art. 42 e art. 142 da Constituição, considerados para a concessão do benefício, atualizados monetariamente, correspondentes a cem por cento do período contributivo desde a competência julho de 1994 ou desde o início da contribuição, se posterior a essa competência.

....................................................................................................................

§ 4ºSerão considerados para o cálculo do salário de benefício os ganhos habituais do segurado empregado, a qualquer título, sob forma de moeda corrente ou de utilidades, sobre os quais tenha incidido contribuição previdenciária, exceto o décimo terceiro salário, observado o disposto no art. 19-E.

....................................................................................................................

§ 9ºQuando inexistirem salários de contribuição a partir de julho de 1994, as aposentadorias concedidas nos termos do disposto nos § 5º e § 6º do art. 13 terão o valor correspondente ao do salário-mínimo, observado, no caso de acordos internacionais, o disposto no § 1º do art. 35.

....................................................................................................................

§ 18ºPara fins de cálculo da renda mensal inicial teórica dos benefícios por totalização, no âmbito dos acordos internacionais, serão considerados os tempos de contribuição para a previdência social brasileira e para a do país acordante, observado o disposto no
§ 9º§ 9º

....................................................................................................................

§ 22º.......................................................................................................... -A. O período contributivo até 13 de novembro de 2019 será apurado em conformidade com o disposto no art. 188-G.
Ipara o empregado, inclusive o doméstico, e o trabalhador avulso - o conjunto de competências em que houve ou deveria ter havido contribuição em razão do exercício de atividade remunerada sujeita à filiação obrigatória ao RGPS, observado o disposto no art. 19-E; ou

....................................................................................................................

§ 23ºO auxílio por incapacidade temporária não poderá exceder a média aritmética simples dos últimos doze salários de contribuição, inclusive no caso de remuneração variável, ou, se não houver doze salários de contribuição, a média aritmética simples dos salários de contribuição existentes, observado o disposto no art. 33.
§ 24ºPara fins do cálculo das aposentadorias programadas para as quais seja exigido tempo mínimo de contribuição, poderão ser excluídas do cálculo da média dos salários de contribuição e das remunerações adotadas como base para contribuições a regime próprio de previdência social ou como base para contribuições decorrentes das atividades militares de que tratam os art. 42 e art. 142 da Constituição, utilizado para definição do salário de benefício, as contribuições que resultem em redução do valor do benefício, observado o disposto nos § 25 e
§ 25ºPara fins da exclusão a que se refere o § 24, consideram-se programadas as aposentadorias programada, especial e por idade do trabalhador rural e as aposentadorias transitórias por idade e por tempo de contribuição, para as quais se exige tempo mínimo de contribuição.
§ 26ºA exclusão das contribuições de que trata o § 24 não altera o direito à aposentadoria previamente reconhecido, desde que mantida a quantidade de contribuições equivalentes ao período de carência e observado o tempo mínimo de contribuição necessário à elegibilidade da aposentadoria requerida.
§ 27ºÉ vedada a utilização das contribuições excluídas na forma prevista no § 24 para qualquer finalidade, inclusive para:
Io acréscimo do percentual da renda mensal;
IIo somatório de pontos das aposentadorias por tempo de contribuição e especial;
IIIo cumprimento de período adicional exigido para as aposentadorias por tempo de contribuição;
IVa averbação em outro regime previdenciário; ou
Va obtenção dos proventos de inatividade de que tratam os art. 42 e art. 142 da Constituição.” (NR)

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Art. 34.
salário de benefício do segurado que contribuir em razão de atividades concomitantes será calculado com base na soma dos salários de contribuição das atividades exercidas na data do requerimento ou do óbito ou no período básico de cálculo, observado o disposto no art. 32.

....................................................................................................................

§ 5ºNa hipótese prevista no § 3º do art. 73, o salário de benefício do auxílio por incapacidade temporária será calculado com base na soma dos salários de contribuição referentes às atividades para as quais o segurado seja considerado incapacitado.” (NR)

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Art. 35.
..................................................................................................
§ 1ºA renda mensal inicial pro rata dos benefícios por totalização, concedidos com base em acordos internacionais, será proporcional ao tempo de contribuição para previdência social brasileira e poderá ter valor inferior ao do salário-mínimo.

...........................................................................................................” (NR)

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Art. 36.
...................................................................................................
Ipara o segurado empregado, inclusive o doméstico, e o trabalhador avulso, os salários de contribuição referentes aos meses de contribuições devidas, ainda que não recolhidas pela empresa ou pelo empregador doméstico, observado o disposto no art. 19-E, sem prejuízo da respectiva cobrança e da aplicação das penalidades cabíveis; e
IIpara o segurado empregado, inclusive o doméstico, o trabalhador avulso e o segurado especial, o valor do auxílio-acidente será considerado como salário de contribuição para fins de concessão de qualquer aposentadoria, nos termos do disposto no § 8º do art. 32.
§ 1ºPara os demais segurados, somente serão computados os salários de contribuição referentes aos meses de contribuição efetivamente recolhida, observado o disposto no art. 19-E.
§ 2ºNo caso de segurado empregado, inclusive o doméstico, e de trabalhador avulso que tenham cumprido todas as condições para a concessão do benefício pleiteado, mas não possam comprovar o valor dos seus salários de contribuição no período básico de cálculo, será considerado, para o cálculo do benefício referente ao período sem comprovação do valor do salário de contribuição, o valor do salário-mínimo e essa renda será recalculada quando da apresentação de prova dos salários de contribuição.
§ 3ºNa hipótese de jornada de trabalho parcial ou intermitente, a aplicação do disposto no § 2º fica condicionada à apresentação do contrato de trabalho do qual conste a remuneração contratada ou a demonstração das remunerações auferidas que possibilite a verificação do valor do salário de contribuição para fins de aplicação do disposto no art. 19-E.
§ 4ºNa hipótese prevista no § 2º, após a concessão do benefício, o INSS notificará a Secretaria Especial da Receita Federal do Brasil do Ministério da Economia por meio eletrônico, para que esta adote as providências a que se referem os art. 238 ao art. 243, o art. 245 e o art. 246.
§ 5ºSem prejuízo do disposto no § 2º, cabe à previdência social manter cadastro dos segurados com os informes necessários para o cálculo de sua renda mensal.

............................................................................................................” (NR)

“

Art. 39.
A renda mensal inicial do benefício será calculada a partir da aplicação dos percentuais definidos neste Regulamento, para cada espécie, sobre o salário de benefício.
§ 1ºPara fins da aplicação dos percentuais a que se refere o caput, presume-se como efetivado o recolhimento correspondente, quando se tratar de segurado empregado, inclusive o doméstico, e de trabalhador avulso, observado o disposto no art. 19-E.
§ 2º............................................................................................................
Ide aposentadoria por idade do trabalhador rural ou por incapacidade permanente, de auxílio por incapacidade temporária, de auxílio-reclusão ou de pensão por morte, no valor de um salário-mínimo, observado o disposto no inciso III do caput do art. 30, e de auxílio-acidente, observado o disposto no art. 104; ou

....................................................................................................................

§ 3ºO valor mensal da pensão por morte e do auxílio-reclusão será apurado em conformidade com o disposto, respectivamente, nos art. 106 e art. 117.
§ 4ºSe, na data do óbito, o segurado estiver recebendo aposentadoria e auxílio-acidente, o valor mensal da pensão por morte será calculado conforme o disposto no art. 106, sem a incorporação do valor do auxílio-acidente.
§ 5ºApós a cessação do auxílio por incapacidade temporária decorrente de acidente de qualquer natureza ou causa, independentemente de o segurado ter retornado ou não ao trabalho, se houver agravamento ou sequela que resulte na reabertura do benefício, a renda mensal será igual a noventa e um por cento do valor do salário de benefício do auxílio por incapacidade temporária cessado, observado o disposto no § 23 do art. 32, corrigido até o mês anterior ao da reabertura do benefício pelos mesmos índices de correção empregados no cálculo dos benefícios em geral.
§ 6ºA renda mensal inicial das aposentadorias dos segurados que tenham contribuído exclusivamente na forma prevista no § 2º do art. 21 da Lei nº 8.212, de 1991, corresponderá ao salário-mínimo e, nas demais hipóteses, será aplicado o disposto no art. 32 ou no art. 188-E, conforme o caso.” (NR)

Dos benefícios

Subseção I

Da aposentadoria por incapacidade permanente

Art. 43.
A aposentadoria por incapacidade permanente, uma vez cumprido o período de carência exigido, quando for o caso, será devida ao segurado que, em gozo ou não de auxílio por incapacidade temporária, for considerado incapaz para o trabalho e insuscetível de reabilitação para o exercício de atividade que lhe garanta a subsistência, que lhe será paga enquanto permanecer nessa condição.
§ 1ºA concessão de aposentadoria por incapacidade permanente dependerá da verificação da condição de incapacidade por meio de exame médico-pericial a cargo da Perícia Médica Federal, de modo que o segurado possa, às suas expensas, ser acompanhado por médico de sua confiança.
§ 2ºA doença ou lesão de que o segurado já era portador ao filiar-se ao RGPS não lhe conferirá direito à aposentadoria por incapacidade permanente, exceto quando a incapacidade sobrevier por motivo de progressão ou agravamento dessa doença ou lesão.” (NR)

“

Art. 44.
A aposentadoria por incapacidade permanente será devida a partir do dia imediato ao da cessação do auxílio por incapacidade temporária, ressalvado o disposto no § 1º, e consistirá em renda mensal decorrente da aplicação dos seguintes percentuais incidentes sobre o salário de benefício, definido na forma do disposto no art. 32:
Isessenta por cento, com acréscimo de dois pontos percentuais para cada ano de contribuição que exceder o tempo de vinte anos de contribuição, para os homens, ou quinze anos de contribuição, para as mulheres; ou
IIcem por cento, quando a aposentadoria decorrer de:
a)acidente de trabalho;
b)doença profissional; ou
c)doença do trabalho.
§ 1ºNa hipótese de a perícia médica inicial concluir pela existência de incapacidade total e definitiva para o trabalho, a aposentadoria por incapacidade permanente será devida:

....................................................................................................................

§ 3ºA concessão de aposentadoria por incapacidade permanente, inclusive quando precedida de auxílio por incapacidade temporária concedido na forma prevista no art. 73, fica condicionada ao afastamento do segurado de todas as suas atividades.” (NR)

“

Art. 45.
valor da aposentadoria por incapacidade permanente do segurado que necessitar da assistência permanente de outra pessoa será acrescido de vinte e cinco por cento, observada a relação constante do Anexo I, e:

...........................................................................................................” (NR)

“

Art. 46.
segurado aposentado por incapacidade permanente poderá ser convocado a qualquer momento para avaliação das condições que ensejaram o afastamento ou a aposentadoria, concedida judicial ou administrativamente, sem prejuízo do disposto no § 1º e sob pena de suspensão do benefício.
§ 1ºObservado o disposto no caput, o aposentado por incapacidade permanente fica obrigado, sob pena de suspensão do pagamento do benefício, a submeter-se a exame médico-pericial pela Perícia Médica Federal, a processo de reabilitação profissional a cargo do INSS e a tratamento dispensado gratuitamente, exceto o cirúrgico e a transfusão de sangue, que são facultativos.
§ 2ºO aposentado por incapacidade permanente que não tenha retornado à atividade estará isento do exame médico-pericial de que trata este artigo:
Iapós completar cinquenta e cinco anos de idade e quando decorridos quinze anos da data de concessão da aposentadoria por incapacidade permanente ou do auxílio por incapacidade temporária que a tenha precedido; ou
IIapós completar sessenta anos de idade.
§ 3ºA isenção de que trata o § 2º não se aplica quando o exame tem as seguintes finalidades:
Iverificação da necessidade de assistência permanente de outra pessoa para a concessão do acréscimo de vinte e cinco por cento sobre o valor do benefício, nos termos do disposto no art. 45;
IIverificação da recuperação da capacidade laborativa, por meio de solicitação do aposentado que se julgar apto; ou
IIIsubsídios à autoridade judiciária na concessão de curatela, observado o disposto no § 4º do art. 162.
§ 4ºO aposentado por incapacidade permanente, ainda que tenha implementado as condições de que o trata o § 2º, será submetido ao exame médico-pericial de que trata este artigo quando necessário para apuração de fraude.
§ 5ºO segurado com síndrome da imunodeficiência adquirida (aids) fica dispensado da avaliação de que trata o caput, observado o disposto nos § 3º e
§ 6ºA Perícia Médica Federal terá acesso aos prontuários médicos do segurado registrados no Sistema Único de Saúde - SUS, desde que haja anuência prévia do periciado e seja garantido o sigilo sobre os seus dados.
§ 7ºO atendimento domiciliar e hospitalar é assegurado pela Perícia Médica Federal e pelo serviço social ao segurado com dificuldade de locomoção, quando o seu deslocamento, em razão de sua limitação funcional e de condições de acessibilidade, lhe impuser ônus desproporcional e indevido.” (NR)

“

Art. 47.
aposentado por incapacidade permanente que se julgar apto a retornar à atividade deverá solicitar ao INSS a realização de nova avaliação médico-pericial.
Parágrafo únicoNa hipótese de a Perícia Médica Federal concluir pela recuperação da capacidade laborativa, a aposentadoria do segurado será cancelada, observado o disposto no art. 49.” (NR)

“

Art. 48.
aposentado por incapacidade permanente que retornar voluntariamente à atividade terá a sua aposentadoria automaticamente cessada, a partir da data de seu retorno, observado o disposto no art. 179.” (NR)

“

Art. 49.
Verificada a recuperação da capacidade laborativa do aposentado por incapacidade permanente, exceto na hipótese prevista no art. 48, serão observadas as seguintes normas:
Iquando a recuperação for total e ocorrer no prazo de cinco anos, contado da data de início da aposentadoria por incapacidade permanente ou do auxílio por incapacidade temporária que a antecedeu sem interrupção, o benefício cessará:

....................................................................................................................

b)após tantos meses quantos forem os anos de duração do auxílio por incapacidade temporária e da aposentadoria por incapacidade permanente, para os demais segurados; e

............................................................................................................” (NR)

“

Art. 50.
...................................................................................................
§ 1ºObservado o disposto no art. 167, caso haja requerimento de novo benefício durante os períodos a que se refere o art. 49, caberá ao segurado optar por um dos benefícios, assegurada a opção pelo benefício mais vantajoso.
§ 2ºNa hipótese de opção pelo recebimento de novo benefício nos termos do disposto no § 1º, cuja duração se encerre antes da cessação do benefício decorrente do disposto no art. 49, o pagamento deste poderá ser restabelecido pelo período remanescente, respeitadas as reduções correspondentes.” (NR)

Da aposentadoria programada

Art. 51.
A aposentadoria programada, uma vez cumprido o período de carência exigido, será devida ao segurado que cumprir, cumulativamente, os seguintes requisitos:
Isessenta e dois anos de idade, se mulher, e sessenta e cinco anos de idade, se homem; e
IIquinze anos de tempo de contribuição, se mulher, e vinte anos de tempo de contribuição, se homem.
§ 1ºPara fins de apuração do tempo de contribuição a que se refere o inciso II do caput, é vedada a inclusão de tempo fictício.
§ 2ºO período pelo qual os segurados contribuinte individual e facultativo tiverem contribuído na forma prevista no art. 199-A será considerado como tempo de contribuição, observada a restrição estabelecida em seu ” (NR)

“

Art. 52.
A aposentadoria programada será devida:

.................................................................................................................” (NR)

“

Art. 53.
valor da aposentadoria programada corresponderá a sessenta por cento do salário de benefício definido na forma prevista no art. 32, com acréscimo de dois pontos percentuais para cada contribuição que exceder o tempo de vinte anos de contribuição, para os homens, ou de quinze anos de contribuição, para as mulheres.” (NR)

Da aposentadoria programada do professor

Art. 54.
Para o professor que comprove, exclusivamente, tempo de efetivo exercício em função de magistério na educação infantil, no ensino fundamental ou no ensino médio, desde que cumprido o período de carência exigido, será concedida a aposentadoria de que trata esta Subseção quando cumprir, cumulativamente, os seguintes requisitos:
Icinquenta e sete anos de idade, se mulher, e sessenta anos de idade, se homem; e
IIvinte e cinco anos de contribuição, para ambos os sexos, em efetivo exercício na função a que se refere o caput.
§ 1ºO valor da aposentadoria de que trata este artigo será apurado na forma prevista no art. 53.
§ 2ºPara fins de concessão da aposentadoria de que trata este artigo, considera-se função de magistério aquela exercida por professor em estabelecimento de ensino de educação básica em seus diversos níveis e modalidades, incluídas, além do exercício da docência, as funções de direção de unidade escolar e de coordenação e assessoramento pedagógicos.
§ 3ºA comprovação da condição de professor será feita por meio da apresentação:
Ido diploma registrado nos órgãos competentes federais e estaduais ou de documento que comprove a habilitação para o exercício do magistério, na forma prevista em lei específica; e
IIdos registros em carteira profissional ou Carteira de Trabalho e Previdência Social complementados, quando for o caso, por declaração do estabelecimento de ensino no qual tenha sido exercida a atividade, sempre que essa informação for necessária para caracterização do efetivo exercício da função de magistério, nos termos do disposto no caput.
§ 4ºÉ vedada a conversão de tempo de serviço de magistério, exercido em qualquer época, em tempo de serviço comum.
§ 5ºA aposentadoria de que trata este artigo será devida na forma prevista no art. 52.” (NR)

Da aposentadoria por idade do trabalhador rural

Art. 56.
A aposentadoria por idade do trabalhador rural, uma vez cumprido o período de carência exigido, será devida aos segurados a que se referem a alínea “a” do inciso I, a alínea “j” do inciso V e os incisos VI e VII do caput do art. 9º e aos segurados garimpeiros que trabalhem, comprovadamente, em regime de economia familiar, conforme definido no § 5º do art. 9º, quando completarem cinquenta e cinco anos de idade, se mulher, e sessenta anos de idade, se homem.
§ 1ºPara fins do disposto no caput, o segurado a que se refere o inciso VII do caput do art. 9º comprovará o efetivo exercício de atividade rural, ainda que de forma descontínua, no período imediatamente anterior ao requerimento do benefício ou, conforme o caso, ao mês em que tiver cumprido o requisito etário, por tempo igual ao número de meses de contribuição correspondente à carência do benefício pretendido, computados os períodos pelos quais o segurado especial tenha recebido os rendimentos a que se referem os incisos III ao VIII do § 8º do art. 9º.
§ 2ºO valor da renda mensal da aposentadoria de que trata este artigo para os trabalhadores rurais a que se referem a alínea “a” do inciso I, a alínea “j” do inciso V e o inciso VI do caput do art. 9º, para o garimpeiro e para o segurado especial que contribua facultativamente corresponderá a setenta por cento do salário de benefício definido na forma prevista no art. 32, com acréscimo de um ponto percentual para cada ano de contribuição.
§ 3ºO valor da renda mensal do benefício de que trata este artigo para os trabalhadores rurais a que se refere o inciso VII do caput do art. 9º será de um salário-mínimo.
§ 4ºO segurado especial que contribui na forma prevista no § 2º do art. 200 somente fará jus à aposentadoria com valor apurado na forma prevista no § 2º deste artigo após o cumprimento do período de carência exigido, hipótese em que não será considerado como período de carência o tempo de atividade rural não contributivo.
§ 5ºA aposentadoria de que trata este artigo será devida na forma prevista no art. 52.” (NR)

“

Art. 57.
s trabalhadores rurais que não atendam ao disposto no art. 56 mas que satisfaçam essa condição, se considerados períodos de contribuição sob outras categorias de segurado, farão jus ao benefício ao atenderem os requisitos definidos nos incisos I e IIdo caput do art. 51.
§ 1ºPara fins do disposto no caput, o valor da renda mensal da aposentadoria será apurado na forma do disposto no art. 53, considerando-se como salário de contribuição mensal do período como segurado especial o salário-mínimo.
§ 2ºO disposto neste artigo aplica-se ainda que, na oportunidade do requerimento da aposentadoria, o segurado não se enquadre como trabalhador rural.” (NR)

“

Art. 64.
A aposentadoria especial, uma vez cumprido o período de carência exigido, será devida ao segurado empregado, trabalhador avulso e contribuinte individual, este último somente quando cooperado filiado a cooperativa de trabalho ou de produção, que comprove o exercício de atividades com efetiva exposição a agentes químicos, físicos e biológicos prejudiciais à saúde, ou a associação desses agentes, de forma permanente, não ocasional nem intermitente, vedada a caracterização por categoria profissional ou ocupação, durante, no mínimo, quinze, vinte ou vinte e cinco anos, e que cumprir os seguintes requisitos:
Icinquenta e cinco anos de idade, quando se tratar de atividade especial de quinze anos de contribuição;
IIcinquenta e oito anos de idade, quando se tratar de atividade especial de vinte anos de contribuição; ou
IIIsessenta anos de idade, quando se tratar de atividade especial de vinte e cinco anos de contribuição.
§ 1ºA efetiva exposição a agente prejudicial à saúde configura-se quando, mesmo após a adoção das medidas de controle previstas na legislação trabalhista, a nocividade não seja eliminada ou neutralizada. -A Para fins do disposto no § 1º, considera-se:
Ieliminação - a adoção de medidas de controle que efetivamente impossibilitem a exposição ao agente prejudicial à saúde no ambiente de trabalho; e
IIneutralização - a adoção de medidas de controle que reduzam a intensidade, a concentração ou a dose do agente prejudicial à saúde ao limite de tolerância previsto neste Regulamento ou, na sua ausência, na legislação trabalhista.
§ 2ºPara fins do disposto no caput, a exposição aos agentes químicos, físicos e biológicos prejudiciais à saúde, ou a associação desses agentes, deverá superar os limites de tolerância estabelecidos segundo critérios quantitativos ou estar caracterizada de acordo com os critérios da avaliação qualitativa de que trata o § 2º do art. 68.” (NR)

“

Art. 65.
..........................................................................................
Parágrafo únicoAplica-se o disposto no caput aos períodos de descanso determinados pela legislação trabalhista, inclusive ao período de férias, e aos de percepção de salário-maternidade, desde que, à data do afastamento, o segurado estivesse exposto aos fatores de risco de que trata o art. 68.” (NR)

“

Art. 66.
Para o segurado que houver exercido duas ou mais atividades sujeitas a agentes químicos, físicos e biológicos prejudiciais à saúde, ou a associação desses agentes, sem completar em quaisquer delas o prazo mínimo exigido para a aposentadoria especial, os respectivos períodos de exercício serão somados após conversão, hipótese em que será considerada a atividade preponderante para efeito de enquadramento.

...........................................................................................................

§ 3ºA atividade preponderante será aquela pela qual o segurado tenha contribuído por mais tempo, antes da conversão, e servirá como parâmetro para definir o tempo mínimo necessário para a aposentadoria especial e para a conversão.” (NR)

“

Art. 67.
valor da aposentadoria especial corresponderá a sessenta por cento do salário de benefício definido na forma prevista no art. 32, com acréscimo de dois pontos percentuais para cada ano de contribuição que exceder o tempo de vinte anos de contribuição exceto no caso da aposentadoria a que se refere o inciso I do caput do art. 64 e das mulheres, cujo acréscimo será aplicado para cada ano de contribuição que exceder quinze anos de contribuição.” (NR)

“

Art. 68.
A relação dos agentes químicos, físicos, biológicos, e da associação desses agentes, considerados para fins de concessão de aposentadoria especial, é aquela constante do Anexo IV.
§ 1ºA Secretaria Especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia promoverá a elaboração de estudos com base em critérios técnicos e científicos para atualização periódica do disposto no Anexo IV.
§ 2ºA avaliação qualitativa de riscos e agentes prejudiciais à saúde será comprovada pela descrição:
Idas circunstâncias de exposição ocupacional a determinado agente ou associação de agentes prejudiciais à saúde presentes no ambiente de trabalho durante toda a jornada de trabalho;

....................................................................................................................

§ 3ºA comprovação da efetiva exposição do segurado a agentes prejudiciais à saúde será feita por meio de documento, em meio físico ou eletrônico, emitido pela empresa ou por seu preposto com base em laudo técnico de condições ambientais do trabalho expedido por médico do trabalho ou engenheiro de segurança do trabalho.
§ 4ºOs agentes reconhecidamente cancerígenos para humanos, listados pela Secretaria Especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia, serão avaliados em conformidade com o disposto nos § 2º e § 3º deste artigo e no caput do art. 64 e, caso sejam adotadas as medidas de controle previstas na legislação trabalhista que eliminem a nocividade, será descaracterizada a efetiva exposição.
§ 5ºO laudo técnico a que se refere o § 3º conterá informações sobre a existência de tecnologia de proteção coletiva ou individual e sobre a sua eficácia e será elaborado com observância às normas editadas pela Secretaria Especial de Previdência e Trabalho do Ministério Economia e aos procedimentos adotados pelo INSS.
§ 6ºA empresa que não mantiver laudo técnico atualizado com referência aos agentes existentes no ambiente de trabalho prejudiciais à saúde de seus trabalhadores ou que emitir documento de comprovação de efetiva exposição em desacordo com o referido laudo incorrerá na infração a que se refere a alínea “n” do inciso II do caput do art. 283.

....................................................................................................................

§ 8ºA empresa deverá elaborar e manter atualizado o perfil profissiográfico previdenciário, ou o documento eletrônico que venha a substituí-lo, no qual deverão ser contempladas as atividades desenvolvidas durante o período laboral, garantido ao trabalhador o acesso às informações nele contidas, sob pena de sujeição às sanções previstas na alínea “h” do inciso I do caput do art. 283.
§ 9ºPara fins do disposto no § 8º, considera-se perfil profissiográfico previdenciário o documento que contenha o histórico laboral do trabalhador, elaborado de acordo com o modelo instituído pelo INSS.
§ 10ºO trabalhador ou o seu preposto terá acesso às informações prestadas pela empresa sobre o seu perfil profissiográfico previdenciário e poderá, inclusive, solicitar a retificação de informações que estejam em desacordo com a realidade do ambiente de trabalho, conforme orientação estabelecida em ato do Ministro de Estado da Economia.

...........................................................................................................

§ 13ºNa hipótese de não terem sido estabelecidos pela FUNDACENTRO a metodologia e os procedimentos de avaliação, caberá ao Ministério da Economia indicar outras instituições para estabelecê-los.” (NR)

“

Art. 70-A.
A concessão da aposentadoria por tempo de contribuição ou por idade ao segurado que tenha reconhecido, após ter sido submetido a avaliação biopsicossocial realizada por equipe multiprofissional e interdisciplinar, grau de deficiência leve, moderada ou grave está condicionada à comprovação da condição de pessoa com deficiência na data da entrada do requerimento ou na data da implementação dos requisitos para o benefício.” (NR)

“

Art. 70-D.
Para efeito de concessão da aposentadoria da pessoa com deficiência, a avaliação de que trata o art. 70-A deverá, entre outros aspectos:

.....................................................................................................................

§ 1ºA comprovação da deficiência anterior à data da vigência da Lei Complementar nº 142, de 8 de maio de 2013, será instruída por documentos que subsidiem a avaliação de que trata o art. 70-A, vedada a prova exclusivamente testemunhal.

.............................................................................................................” (NR)

“

Art. 70-H.
A critério do INSS, o segurado com deficiência deverá, a qualquer tempo, submeter-se à avaliação de que trata o art. 70-A.

.............................................................................................................” (NR)

“

Art. 70-J.
A renda mensal da aposentadoria devida ao segurado com deficiência será calculada a partir da aplicação dos seguintes percentuais sobre o salário de benefício definido na forma prevista no art. 32:
Icem por cento, na hipótese de aposentadoria por tempo de contribuição de que trata o art. 70-B; ou
IIsetenta por cento, acrescido de um ponto percentual do salário de benefício por grupo de doze contribuições mensais até o máximo de trinta por cento, na hipótese de aposentadoria por idade de que trata o art. 70-C.” (NR)

“Subseção V

Do auxílio por incapacidade temporária

Art. 71.
auxílio por incapacidade temporária será devido ao segurado que, uma vez cumprido, quando for o caso, o período de carência exigido, ficar incapacitado para o seu trabalho ou para a sua atividade habitual por mais de quinze dias consecutivos, conforme definido em avaliação médico-pericial.
§ 1ºNão será devido auxílio por incapacidade temporária ao segurado que se filiar ao RGPS já portador de doença ou lesão invocada como causa para a concessão do benefício, exceto quando a incapacidade sobrevier por motivo de progressão ou agravamento dessa doença ou lesão.
§ 2ºSerá devido auxílio por incapacidade temporária, independentemente do cumprimento de período de carência, aos segurados obrigatório e facultativo quando sofrerem acidente de qualquer natureza.
§ 3ºNão será devido o auxílio por incapacidade temporária ao segurado recluso em regime fechado.
§ 4ºO segurado em gozo de auxílio por incapacidade temporária na data do recolhimento à prisão terá o seu benefício suspenso.
§ 5ºA suspensão prevista no § 4º será pelo prazo de até sessenta dias, contado da data do recolhimento à prisão, hipótese em que o benefício será cessado após o referido prazo.
§ 6ºNa hipótese de o segurado ser colocado em liberdade antes do prazo previsto no § 5º, o benefício será restabelecido a partir da data de sua soltura.
§ 7ºEm caso de prisão declarada ilegal, o segurado terá direito à percepção do benefício por todo o período devido, efetuado o encontro de contas na hipótese de ter havido pagamento de auxílio-reclusão com valor inferior ao do auxílio por incapacidade temporária no mesmo período.
§ 8ºO disposto nos § 3º ao § 7º aplica-se somente aos benefícios dos segurados que tiverem sido recolhidos à prisão a partir da data de publicação da Lei nº 13.846, de 18 de junho de 2019.
§ 9ºO segurado recluso em cumprimento de pena em regime aberto ou semiaberto fará jus ao auxílio por incapacidade temporária.” (NR)

“

Art. 72.
auxílio por incapacidade temporária consiste em renda mensal correspondente a noventa e um por cento do salário de benefício definido na forma prevista no art. 32 e será devido:

....................................................................................................................

IIa contar da data do início da incapacidade, para os demais segurados, desde que o afastamento seja superior a quinze dias;

....................................................................................................................

§ 3ºO auxílio por incapacidade temporária será devido durante o curso de reclamação trabalhista relacionada com a rescisão do contrato de trabalho, ou após a decisão final, desde que implementadas as condições mínimas para a concessão do benefício, observado o disposto nos § 2º e § 3º do art. 36.” (NR)

“

Art. 73.
auxílio por incapacidade temporária do segurado que exercer mais de uma atividade abrangida pela previdência social será devido mesmo no caso de incapacidade apenas para o exercício de uma delas, hipótese em que o segurado deverá informar a Perícia Médica Federal a respeito de todas as atividades que estiver exercendo.
§ 1ºNa hipótese prevista neste artigo, o auxílio por incapacidade temporária será concedido em relação à atividade para a qual o segurado estiver incapacitado, consideradas para fins de carência somente as contribuições relativas a essa atividade.

....................................................................................................................

§ 3ºConstatada durante o recebimento do auxílio por incapacidade temporária concedido nos termos do disposto neste artigo a incapacidade do segurado para cada uma das demais atividades, o valor do benefício deverá ser revisto com base nos salários de contribuição de cada uma das atividades, observado o disposto nos incisos I ao III do caput do art. 72.
§ 4ºNa hipótese prevista no § 1º, o valor do auxílio por incapacidade temporária poderá ser inferior ao salário-mínimo, desde que, se somado às demais remunerações recebidas, resulte em valor superior ao salário-mínimo.
§ 5ºO segurado que, durante o gozo do auxílio por incapacidade temporária, vier a exercer atividade remunerada que lhe garanta a subsistência poderá ter o benefício cancelado a partir do retorno à atividade, observado o disposto no art. 179.
§ 6ºNa hipótese prevista no § 5º, caso a atividade remunerada exercida seja diversa daquela que gerou o benefício, deverá ser verificada a incapacidade para cada uma das atividades exercidas, observado o disposto no caput e nos § 1º, § 2º e
§ 3º” (NR)

“

Art. 74.
Quando o segurado que exercer mais de uma atividade for considerado definitivamente incapacitado para uma delas, o auxílio por incapacidade temporária deverá ser mantido indefinidamente, hipótese em que não caberá a concessão de aposentadoria por incapacidade permanente enquanto a incapacidade não se estender às demais atividades.

.............................................................................................................”(NR)

“

Art. 75.
Durante os primeiros quinze dias consecutivos de afastamento da atividade por motivo de incapacidade temporária, compete à empresa pagar o salário ao segurado empregado.

....................................................................................................................

§ 2ºQuando a incapacidade ultrapassar o período de quinze dias consecutivos, o segurado será encaminhado ao INSS para avaliação médico-pericial.
§ 3ºSe concedido novo benefício decorrente do mesmo motivo que gerou a incapacidade no prazo de sessenta dias, contado da data da cessação do benefício anterior, a empresa ficará desobrigada do pagamento relativo aos quinze primeiros dias de afastamento, prorrogando-se o benefício anterior e descontando-se os dias trabalhados, se for o caso.
§ 4ºSe o segurado empregado, por motivo de incapacidade, afastar-se do trabalho durante o período de quinze dias, retornar à atividade no décimo sexto dia e voltar a se afastar no prazo de sessenta dias, contado da data de seu retorno, em decorrência do mesmo motivo que gerou a incapacidade, este fará jus ao auxílio por incapacidade temporária a partir da data do novo afastamento.
§ 5ºNa hipótese prevista no § 4º, se o retorno à atividade tiver ocorrido antes do período de quinze dias do afastamento, o segurado fará jus ao auxílio por incapacidade temporária a partir do dia seguinte ao que completar aquele período.
§ 6ºNa impossibilidade de realização do exame médico-pericial inicial antes do término do período de recuperação indicado pelo médico assistente em documentação, o empregado é autorizado a retornar ao trabalho no dia seguinte à data indicada pelo médico assistente, mantida a necessidade de comparecimento do segurado à perícia na data agendada.” (NR)

“

Art. 76.
A previdência social processará, de ofício, o benefício quando tiver ciência da incapacidade do segurado sem que este tenha requerido auxílio por incapacidade temporária.” (NR)

“

Art. 76-A.
É facultado à empresa protocolar requerimento de auxílio por incapacidade temporária ou documento dele originário de seu empregado ou de contribuinte individual a ela vinculado ou a seu serviço, na forma estabelecida pelo INSS.” (NR)

“

Art. 76-B.
A empresa terá acesso às decisões administrativas de benefícios requeridos por seus empregados, resguardadas as informações consideradas sigilosas, na forma estabelecida em ato do INSS.” (NR)

“

Art. 77.
segurado em gozo de auxílio por incapacidade temporária concedido judicial ou administrativamente está obrigado, independentemente de sua idade e sob pena de suspensão do benefício, a submeter-se a exame médico a cargo da Perícia Médica Federal, processo de reabilitação profissional a cargo do INSS e tratamento dispensado gratuitamente, exceto o cirúrgico e a transfusão de sangue, que são facultativos.” (NR)

“

Art. 77-A.
O segurado em gozo de auxílio por incapacidade temporária concedido judicial ou administrativamente poderá ser convocado a qualquer tempo para avaliação das condições que ensejaram sua concessão ou manutenção.” (NR)

“

Art. 78.
auxílio por incapacidade temporária cessa pela recuperação da capacidade para o trabalho, pela concessão de aposentadoria por incapacidade permanente ou, na hipótese de o evento causador da redução da capacidade laborativa ser o mesmo que gerou o auxílio por incapacidade temporária, pela concessão do auxílio acidente.
§ 1ºSempre que possível, o ato de concessão ou de reativação de auxílio por incapacidade temporária, judicial ou administrativo, deverá estabelecer o prazo estimado para a duração do benefício.

......................................................................................................................

§ 3ºA comunicação da concessão do auxílio por incapacidade temporária conterá as informações necessárias ao requerimento de sua prorrogação.
§ 4ºCaso não seja estabelecido o prazo de que trata o § 1º, o benefício cessará após o prazo de cento e vinte dias, contado da data de concessão ou de reativação do auxílio por incapacidade temporária, exceto se o segurado requerer a sua prorrogação ao INSS, observado o disposto no art. 79.
§ 5ºO segurado que se considerar capaz antes do prazo estabelecido pela Perícia Médica Federal no ato da concessão ou da prorrogação do auxílio por incapacidade temporária somente retornará ao trabalho após nova avaliação médico-pericial.
§ 6ºO segurado poderá desistir do requerimento de prorrogação antes da realização do exame médico-pericial, hipótese em que o benefício será mantido até a data da sua desistência, desde que posterior à data de cessação estabelecida pela Perícia Médica Federal.
§ 7ºO segurado que não concordar com o resultado da avaliação a que se refere o § 1º poderá apresentar, no prazo de trinta dias, recurso da decisão proferida pela Perícia Médica Federal perante o Conselho de Recursos da Previdência Social - CRPS, cuja análise médico-pericial, se necessária, será feita por perito médico federal diverso daquele que tenha realizado o exame anterior.” (NR)

“

Art. 79.
segurado em gozo de auxílio por incapacidade temporária insuscetível de recuperação para sua atividade habitual deverá submeter-se a processo de reabilitação profissional para o exercício de outra atividade.
§ 1ºO benefício a que se refere o caput será mantido até que o segurado seja considerado reabilitado para o desempenho de atividade que lhe garanta a subsistência ou, quando considerado não recuperável, seja aposentado por incapacidade permanente.
§ 2ºA alteração das atribuições e responsabilidades do segurado compatíveis com a limitação que tenha sofrido em sua capacidade física ou mental não configura desvio de cargo ou função do segurado reabilitado ou que estiver em processo de reabilitação profissional a cargo do INSS.” (NR)

“

Art. 80.
segurado empregado, inclusive o doméstico, em gozo de auxílio por incapacidade temporária será considerado pela empresa e pelo empregador doméstico como licenciado.
Parágrafo únicoA empresa que garantir ao segurado licença remunerada ficará obrigada a pagar-lhe, durante o período do auxílio por incapacidade temporária, a eventual diferença entre o valor do benefício recebido e a quantia garantida pela licença.” (NR)

“

Art. 81.
salário-família é devido, mensalmente, ao segurado empregado, inclusive o doméstico, e ao trabalhador avulso com salário de contribuição inferior ou igual a R$ 1.425,56 (mil quatrocentos e vinte e cinco reais e cinquenta e seis centavos), na proporção do respectivo número de filhos ou de enteados e de menores tutelados, desde que comprovada a dependência econômica dos dois últimos nos termos do disposto no art. 16, observado o disposto no art. 83.” (NR)

“

Art. 82.
...................................................................................................
Iao empregado, inclusive o doméstico, pela empresa ou pelo empregador doméstico, juntamente com o salário, e ao trabalhador avulso, pelo sindicato ou órgão gestor de mão de obra, por meio de convênio;
IIao empregado, inclusive o doméstico, e ao trabalhador avulso aposentados por incapacidade permanente ou em gozo de auxílio por incapacidade temporária, pelo INSS, juntamente com o benefício;

....................................................................................................................

IVaos demais empregados, inclusive os domésticos, e aos trabalhadores avulsos aposentados aos sessenta e cinco anos de idade, se homem, ou aos sessenta anos, se mulher, pelo INSS, juntamente com a aposentadoria.

.....................................................................................................................

§ 3ºQuando o pai e a mãe são segurados empregados, inclusive domésticos, ou trabalhadores avulsos, ambos têm direito ao salário-família.
§ 4ºAs cotas do salário-família pagas pela empresa ou pelo empregador doméstico serão deduzidas quando do recolhimento das contribuições.” (NR)

“

Art. 83.
valor da cota do salário-família por filho ou por enteado e por menor tutelado, desde que comprovada a dependência econômica dos dois últimos, até quatorze anos de idade ou inválido, é de R$ 48,62 (quarenta e oito reais e sessenta e dois centavos).” (NR)

“

Art. 84.
pagamento do salário-família será devido a partir da data de apresentação da certidão de nascimento do filho ou da documentação relativa ao enteado e ao menor tutelado, desde que comprovada a dependência econômica dos dois últimos , e fica condicionado à apresentação anual de atestado de vacinação obrigatória dos referidos dependentes, de até seis anos de idade, e de comprovação semestral de frequência à escola dos referidos dependentes, a partir de quatro anos de idade, observado, para o empregado doméstico, o disposto no
§ 1ºA empresa e o empregador doméstico deverão conservar, durante o prazo decadencial de que trata o art. 348, os comprovantes dos pagamentos e as cópias das certidões correspondentes, para exame pela fiscalização.
§ 2ºNa hipótese de o segurado empregado ou de o trabalhador avulso não apresentar o atestado de vacinação obrigatória e a comprovação de frequência escolar do filho, do enteado ou do menor tutelado, desde que comprovada a dependência econômica dos dois últimos , nas datas definidas pelo INSS, o benefício do salário-família será suspenso até que a documentação seja apresentada.
§ 3ºNão é devido salário-família no período entre a suspensão do benefício motivada pela falta de comprovação da frequência escolar e o seu reativamento, exceto se provada a frequência escolar regular no período.
§ 4ºA comprovação semestral de frequência escolar de que trata o caput será feita por meio da apresentação de documento emitido pela escola, na forma estabelecida na legislação específica, em nome do aluno, de qual conste o registro de frequência regular, ou de atestado do estabelecimento de ensino que comprove a regularidade da matrícula e a frequência escolar do aluno.
§ 5ºPara recebimento do salário-família, o empregado doméstico apresentará ao seu empregador apenas a certidão de nascimento do filho ou a documentação relativa ao enteado e ao menor tutelado, desde que comprovada a dependência econômica dos dois últimos.” (NR)

“

Art. 85.
A invalidez do filho, do enteado ou do menor tutelado, desde que comprovada a dependência econômica dos dois últimos, maior de quatorze anos de idade será verificada em exame médico-pericial realizado pela Perícia Médica Federal.” (NR)

“

Art. 86.
salário-família correspondente ao mês de afastamento do trabalho será pago integralmente pela empresa, pelo empregador doméstico ou pelo sindicato ou pelo órgão gestor de mão de obra, conforme o caso, e, ao mês da cessação de benefício, pelo INSS.” (NR)

“

Art. 88.
......................................................................................................
Ipor morte do filho, do enteado ou do menor tutelado, a contar do mês seguinte ao do óbito;
IIquando o filho, o enteado ou o menor tutelado completar quatorze anos de idade, exceto se inválido, a contar do mês seguinte ao da data do aniversário;
IIIpela recuperação da capacidade do filho, do enteado ou do menor tutelado inválido, a contar do mês seguinte ao da cessação da incapacidade; ou

.............................................................................................................” (NR)

“

Art. 89.
Para efeito de concessão e manutenção do salário-família, o segurado firmará termo de responsabilidade, no qual se comprometerá a comunicar à empresa, ao empregador doméstico ou ao INSS, conforme o caso, qualquer fato ou circunstância que determine a perda do direito ao benefício e ficará sujeito, em caso de descumprimento, às sanções penais e trabalhistas.” (NR)

“

Art. 90.
A falta de comunicação oportuna de fato que implique cessação do salário-família e a prática, pelo segurado, de fraude de qualquer natureza para o seu recebimento autorizam a empresa, o empregador doméstico ou o INSS, conforme o caso, a descontar dos pagamentos de cotas devidas com relação a outros filhos, enteados ou menores tutelados ou, na falta delas, do próprio salário do segurado ou da renda mensal do seu benefício, o valor das cotas indevidamente recebidas, sem prejuízo das sanções penais cabíveis, observado o disposto no § 2º do art. 154.” (NR)

“

Art. 91.
empregado, inclusive o doméstico, ou o trabalhador avulso deve dar quitação à empresa ou ao empregador doméstico de cada recebimento mensal do salário-família, na própria folha de pagamento ou por outra forma admitida, de modo que a quitação fique claramente caracterizada.” (NR)

“

Art. 93.
..........................................................................................

...........................................................................................................

§ 3ºEm casos excepcionais, os períodos de repouso anterior e posterior ao parto podem ser aumentados de mais duas semanas, por meio de atestado médico específico submetido à avaliação medico-pericial.

...........................................................................................................” (NR)

“

Art. 93-A.
O salário-maternidade é devido ao segurado ou à segurada da previdência social que adotar ou obtiver guarda judicial, para fins de adoção de criança de até doze anos de idade, pelo período de cento e vinte dias.
§ 1ºO salário-maternidade é devido ao segurado ou à segurada independentemente de a mãe biológica ter recebido o mesmo benefício quando do nascimento da criança.

....................................................................................................................

§ 3ºPara a concessão do salário-maternidade é indispensável:
Ique conste da nova certidão de nascimento da criança o nome do segurado ou da segurada adotante; ou
IIno caso do termo de guarda para fins de adoção, que conste o nome do segurado ou da segurada guardião.
§ 4ºNa hipótese de haver adoção ou guarda judicial para adoção de mais de uma criança, será devido somente um salário-maternidade, observado o disposto no art. 98.

....................................................................................................................

§ 7ºRessalvadas as hipóteses de pagamento de salário-maternidade à mãe biológica e de pagamento ao cônjuge ou companheiro sobrevivente, nos termos do disposto no art. 93-B, não poderá ser concedido salário-maternidade a mais de um segurado ou segurada em decorrência do mesmo processo de adoção ou guarda, ainda que o cônjuge ou companheiro esteja vinculado a regime próprio de previdência social.” (NR)

“

Art. 93-B.
No caso de óbito do segurado ou da segurada que fazia jus ao recebimento do salário-maternidade, o benefício será pago, pelo tempo restante a que o segurado ou a segurada teria direito ou por todo o período, ao cônjuge ou companheiro sobrevivente que tenha a qualidade de segurado, exceto no caso de óbito do filho ou de seu abandono.
§ 1ºO pagamento do benefício nos termos do disposto no caput deverá ser requerido até o último dia do prazo previsto para o término do salário-maternidade originário.
§ 2ºOs requerimentos de salário-maternidade efetuados após a data prevista no § 1º serão indeferidos.
§ 3ºO benefício de que trata o caput será pago diretamente pela previdência social durante o período entre a data do óbito e o último dia do término do salário-maternidade originário e corresponderá:
Ià remuneração integral, para o empregado e o trabalhador avulso, observado o disposto no art. 248 da Constituição e no art. 19-E;
IIao último salário de contribuição, para o empregado doméstico, observado o disposto no art. 19-E;
IIIa um doze avos da soma dos doze últimos salários de contribuição, apurados em período não superior a quinze meses, para o contribuinte individual, o facultativo ou o desempregado que mantenha a qualidade de segurado, nos termos do disposto no art. 13; e
IVao valor do salário-mínimo, para o segurado especial que não contribua facultativamente.
§ 4ºAplica-se o disposto neste artigo ao segurado ou à segurada que adotar ou obtiver guarda judicial para fins de adoção.” (NR)

“

Art. 93-C.
A percepção do salário-maternidade, inclusive nos termos do disposto no art. 93-B, está condicionada ao afastamento do trabalho ou da atividade desempenhada pelo segurado ou pela segurada, sob pena de suspensão do benefício.” (NR)

“

Art. 94.
....................................................................................................

....................................................................................................................

§ 4ºA empresa deve conservar, durante o prazo decadencial de que trata o art. 348, comprovantes dos pagamentos e atestados ou das certidões correspondentes para exame pela fiscalização.”

“

Art. 96.
início do afastamento do trabalho da segurada empregada, inclusive da doméstica, será determinado com base em atestado médico ou certidão de nascimento do filho.” (NR)

“

Art. 97.
..................................................................................................
Parágrafo únicoDurante o período de graça a que se refere o art. 13, a segurada desempregada fará jus ao recebimento do salário-maternidade, situação em que o benefício será pago diretamente pela previdência social.” (NR)

“

Art. 98.
A segurada que exerça atividades concomitantes fará jus ao salário-maternidade relativo a cada atividade para a qual tenha cumprido os requisitos exigidos, observadas as seguintes condições:
Ina hipótese de uma ou mais atividades ter remuneração ou salário de contribuição inferior ao salário-mínimo mensal, o benefício somente será devido se o somatório dos valores auferidos em todas as atividades for igual ou superior a um salário-mínimo mensal;
IIo salário-maternidade relativo a uma ou mais atividades poderá ser inferior ao salário-mínimo mensal; e
IIIo valor global do salário-maternidade, consideradas todas as atividades, não poderá ser inferior ao salário-mínimo mensal.” (NR)

“

Art. 99.
Nos meses de início e término do salário-maternidade da segurada empregada, inclusive da doméstica, o salário-maternidade será proporcional aos dias de afastamento do trabalho.” (NR)

“

Art. 100.
salário-maternidade da segurada trabalhadora avulsa, pago diretamente pela previdência social, consiste em renda mensal igual à sua remuneração integral, observado o disposto no art. 19-E, hipótese em que se aplica à renda mensal do benefício o disposto no art. 198.” (NR)

“

Art. 100-A.
O salário-maternidade devido à empregada do MEI, de que trata o § 26 do art. 9º, será pago diretamente pela previdência social, e o valor da contribuição previdenciária será deduzido da renda mensal do benefício, nos termos do disposto no art. 198.
Parágrafo únicoCaberá ao MEI recolher a contribuição previdenciária a seu cargo durante a percepção do salário-maternidade pela segurada a seu serviço.” (NR)

“

Art. 100-B.
O salário-maternidade devido à empregada intermitente será pago diretamente pela previdência social, observado o disposto no art. 19-E, e o valor da contribuição previdenciária será deduzido da renda mensal do benefício, nos termos do disposto no art. 198, e não será aplicado o disposto no art. 94.
§ 1ºO salário-maternidade de que trata este artigo consiste na média aritmética simples das remunerações apuradas no período referente aos doze meses que antecederem o parto, a adoção ou a obtenção da guarda para fins de adoção.
§ 2ºNa hipótese de empregos intermitentes concomitantes, a média aritmética a que se refere o § 1º será calculada em relação a todos os empregos e será pago somente um salário-maternidade.
§ 3ºA contribuição previdenciária a cargo da empresa terá como base de cálculo a soma das remunerações pagas no período de doze meses anteriores à data de início do salário-maternidade, dividida pelo número de meses em que houve remuneração.” (NR)

“

Art. 100-C.
O salário-maternidade devido à empregada com jornada parcial cujo salário de contribuição seja inferior ao seu limite mínimo mensal , observado o disposto no art. 19-E, será pago diretamente pela previdência social, e o valor da contribuição previdenciária deverá ser deduzido da renda mensal do benefício, nos termos do disposto no art. 198.
§ 1ºNa hipótese de empregos parciais concomitantes, se o somatório dos rendimentos auferidos em todos os empregos for igual ou superior ao limite mínimo mensal do salário de contribuição, o salário-maternidade será pago pelas empresas, observado o disposto no inciso II do caput do art. 98.
§ 2ºPara fins do disposto no § 1º, a empresa que pagar remuneração inferior ao limite mínimo mensal do salário de contribuição deverá exigir da empregada cópia dos comprovantes de pagamento efetuado pelas demais empresas.
§ 3ºCabe à empresa recolher a contribuição previdenciária a seu cargo durante a percepção do salário-maternidade pela segurada a seu serviço, mesmo na hipótese de o benefício ser pago pela previdência social.
§ 4ºA contribuição a que se refere o § 3º terá como base de cálculo a remuneração integral que a empresa pagava à empregada antes da percepção do salário-maternidade.
§ 5ºNa hipótese prevista no caput,o valor do salário-maternidade será de um salário-mínimo.
§ 6ºA empresa deverá conservar, durante o prazo decadencial de que trata o art. 348, os comprovantes de pagamento a que se refere o § 2º, para exame pela fiscalização.” (NR)

“

Art. 101.
salário-maternidade, observado o disposto nos art. 35, art. 198, art. 199, art. 199-A ou art. 200, pago diretamente pela previdência social, consistirá:
Ino valor correspondente ao do último salário de contribuição, para a segurada empregada doméstica, observado o disposto no art. 19-E;

....................................................................................................................

IIIem um doze avos da soma dos doze últimos salários de contribuição, observado o disposto no art. 19-E, apurados em período não superior a quinze meses, para as seguradas contribuinte individual e facultativa e para a desempregada que mantenha a qualidade de segurada na forma prevista no art. 13.

..........................................................................................................” (NR)

“

Art. 104.
auxílio-acidente será concedido, como indenização, ao segurado empregado, inclusive o doméstico, ao trabalhador avulso e ao segurado especial quando, após a consolidação das lesões decorrentes de acidente de qualquer natureza, resultar sequela definitiva que, a exemplo das situações discriminadas no Anexo III, implique redução da capacidade para o trabalho que habitualmente exercia.

...................................................................................................................

§ 2ºO auxílio-acidente será devido a partir do dia seguinte ao da cessação do auxílio por incapacidade temporária, independentemente de qualquer remuneração ou rendimento auferido pelo acidentado, vedada a sua acumulação com qualquer aposentadoria.

...................................................................................................................

§ 6ºNo caso de reabertura de auxílio por incapacidade temporária por acidente de qualquer natureza que tenha dado origem a auxílio-acidente, este será suspenso até a cessação do auxílio por incapacidade temporária reaberto, quando será reativado.

...........................................................................................................” (NR)

“

Art. 105.
................................................................................................
Ido óbito, quando requerida em até cento e oitenta dias após o óbito, para os filhos menores de dezesseis anos, ou quando requerida no prazo de noventa dias, para os demais dependentes;

...................................................................................................................

§ 3ºO exercício de atividade remunerada, inclusive na condição de MEI, não impede a concessão ou a manutenção da parte individual da pensão do dependente com deficiência intelectual, mental ou grave.
§ 4ºPerde o direito à pensão por morte o condenado criminalmente por sentença transitada em julgado, como autor, coautor ou partícipe de homicídio doloso, ou de tentativa desse crime, cometido contra a pessoa do segurado, ressalvados os absolutamente incapazes e os inimputáveis.
§ 5ºPerde o direito à pensão por morte o cônjuge ou o companheiro ou a companheira se comprovada, a qualquer tempo, simulação ou fraude no casamento ou na união estável, ou a formalização desses com o fim exclusivo de constituir benefício previdenciário, apurada em processo judicial, assegurados os direitos ao contraditório e à ampla defesa.
§ 6ºAjuizada a ação judicial para reconhecimento da condição de dependente, este poderá requerer a sua habilitação provisória ao benefício de pensão por morte, exclusivamente para fins de rateio dos valores com outros dependentes, vedado o pagamento da cota respectiva até o trânsito em julgado da ação, ressalvada a existência de decisão judicial que disponha em sentido contrário.
§ 7ºNas ações judiciais em que o INSS for parte, este poderá proceder, de ofício, à habilitação excepcional da pensão objeto da ação apenas para efeitos de rateio, descontados os valores referentes à habilitação das demais cotas, vedado o pagamento da respectiva cota até o trânsito em julgado da ação, ressalvada a existência de decisão judicial que disponha em sentido contrário.
§ 8ºJulgada improcedente a ação a que se referem os § 6º e § 7º, o valor retido para pagamento ao autor será corrigido pelos índices legais de reajustamento e será pago de forma proporcional aos demais dependentes, de acordo com as suas cotas e o tempo de duração de seus benefícios.
§ 9ºFica assegurada ao INSS a cobrança dos valores indevidamente pagos em decorrência da habilitação a que se referem os § 6º e
§ 7º” (NR)

“

Art. 106.
A pensão por morte consiste em renda mensal equivalente a uma cota familiar de cinquenta por cento do valor da aposentadoria recebida pelo segurado ou daquela a que teria direito se fosse aposentado por incapacidade permanente na data do óbito, acrescida de cotas de dez pontos percentuais por dependente, até o máximo de cem por cento.
§ 1ºO valor da pensão por morte, no caso de morte de segurado recluso que tenha contribuído para a previdência social durante o período de reclusão, será calculado de modo a considerar o tempo de contribuição adicional e os correspondentes salários de contribuição.
§ 2ºNa hipótese de haver dependente inválido ou com deficiência intelectual, mental ou grave, o valor da pensão por morte será equivalente a cem por cento do valor da aposentadoria recebida pelo segurado ou daquela a que teria direito se fosse aposentado por incapacidade permanente na data do óbito, até o limite máximo do salário de benefício do RGPS, observado o disposto no § 1º do art. 113.
§ 3ºO valor da pensão será recalculado na forma do disposto no caput, quando:
Ia invalidez ou deficiência intelectual, mental ou grave sobrevier à data do óbito, enquanto estiver mantida a qualidade de dependente; ou
IIdeixar de haver dependente inválido ou com deficiência intelectual, mental ou grave.” (NR)

“

Art. 108.
A pensão por morte será devida ao filho, ao enteado, ao menor tutelado e ao irmão, desde que comprovada a dependência econômica dos três últimos, que sejam inválidos ou que tenham deficiência intelectual, mental ou grave, cuja invalidez ou deficiência tenha ocorrido antes da data do óbito, observado o disposto no § 1º do art. 17.
§ 1ºA invalidez será reconhecida pela Perícia Médica Federal e a deficiência, por meio de avaliação biopsicossocial realizada por equipe multiprofissional e interdisciplinar.
§ 2ºA condição do dependente inválido ou com deficiência intelectual, mental ou grave poderá ser reconhecida previamente ao óbito do segurado e, quando necessário, ser reavaliada quando da concessão do benefício.” (NR)

“

Art. 109.
pensionista inválido fica obrigado, sob pena de suspensão do benefício, a submeter-se a exame médico a cargo da Perícia Médica Federal, processo de reabilitação profissional a cargo do INSS e tratamento dispensado gratuitamente, exceto o cirúrgico e a transfusão de sangue, que são facultativos.
§ 1ºO pensionista inválido que não tenha retornado à atividade estará isento do exame de que trata o caput a partir dos sessenta anos de idade.
§ 2ºA isenção de que trata o § 1º não se aplica quando o exame tiver a finalidade de:
Iverificar a recuperação da capacidade de trabalho, em razão de solicitação do pensionista que se julgar apto; e
IIsubsidiar autoridade judiciária na concessão de curatela, nos termos do disposto no art. 162.
§ 3ºO pensionista inválido, ainda que tenha implementado a condição de que trata o § 1º, será submetido ao exame médico-pericial de que trata este artigo quando necessário para apuração de fraude.” (NR)

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Art. 111.
................................................................................................
Parágrafo únicoNa hipótese de o segurado estar, na data do seu óbito, obrigado por determinação judicial a pagar alimentos temporários a ex-cônjuge ou a ex-companheiro ou ex-companheira, a pensão por morte será devida pelo prazo remanescente na data do óbito, caso não incida outra hipótese de cancelamento anterior do benefício.” (NR)

“

Art. 113.
.................................................................................................
§ 1ºNa hipótese prevista no § 2º do art. 106, enquanto o dependente inválido ou com deficiência intelectual, mental ou grave mantiver essa condição, independentemente do número de dependentes habilitados ao benefício, o valor da pensão será rateado entre todos os dependentes em partes iguais.
§ 2ºNa hipótese de deixar de haver dependente inválido ou com deficiência intelectual, mental ou grave, o valor da pensão será recalculado na forma prevista no caput do art. 106 e rateado de acordo com o disposto no caput.
§ 3ºAs cotas por dependente cessarão com a perda dessa qualidade e não serão reversíveis aos demais dependentes, preservado o valor de cem por cento da pensão por morte quando o número de dependentes remanescentes for igual ou superior a cinco.” (NR)

“

Art. 114.
................................................................................................

...................................................................................................................

IIpara o filho, o enteado, o menor tutelado ou o irmão, de ambos os sexos, ao completar vinte e um anos de idade, exceto se o pensionista for inválido ou tiver deficiência intelectual, mental ou grave;
IIIpara o filho, o enteado, o menor tutelado ou o irmão inválido, pela cessação da invalidez; A - para o filho, o enteado, o menor tutelado ou o irmão que tenha deficiência intelectual, mental ou grave, pelo afastamento da deficiência;

....................................................................................................................

Vpara o cônjuge ou o companheiro ou a companheira:
a)se inválido ou com deficiência, pela cessação da invalidez ou pelo afastamento da deficiência, respeitados os períodos mínimos decorrentes da aplicação do disposto nas alíneas “b” e “c”;
b)em quatro meses, se o óbito ocorrer sem que o segurado tenha vertido dezoito contribuições mensais ou se o casamento ou a união estável tiver sido iniciado a menos de dois anos antes do óbito do segurado; ou
c)transcorridos os seguintes períodos, estabelecidos de acordo com a idade do beneficiário na data de óbito do segurado, se o óbito ocorrer depois de vertidas dezoito contribuições mensais e de, no mínimo, dois anos de casamento ou união estável:

1. três anos, com menos de vinte e um anos de idade;

2. seis anos, entre vinte e um e vinte e seis anos de idade;

3. dez anos, entre vinte e sete e vinte e nove anos de idade;

4. quinze anos, entre trinta e quarenta anos de idade;

5. vinte anos, entre quarenta e um e quarenta e três anos de idade; ou

6. vitalícia, com quarenta e quatro ou mais anos de idade;

VIpela perda do direito na forma do disposto nos § 4º e § 5º do art. 105; e
VIIpelo decurso do prazo remanescente na data do óbito estabelecido na determinação judicial para recebimento de pensão de alimentos temporários para o ex-cônjuge ou o ex-companheiro ou a ex-companheira, caso não incida outra hipótese de cancelamento anterior do benefício.

....................................................................................................................

§ 3ºSerão aplicados, conforme o caso, o disposto na alínea “a” ou na alínea “c” do inciso V do caput se o óbito do segurado decorrer de acidente de qualquer natureza ou de doença profissional ou do trabalho, independentemente do recolhimento de dezoito contribuições mensais ou da comprovação de dois anos de casamento ou de união estável.
§ 4ºO tempo de contribuição para regime próprio de previdência social, utilizado na forma prevista no art. 125, será considerado na contagem das dezoito contribuições mensais de que tratam as alíneas “b” e “c” do inciso V do caput.
§ 5ºNa hipótese de haver fundados indícios de autoria, coautoria ou participação de dependente, ressalvados os absolutamente incapazes e os inimputáveis, em homicídio, ou em tentativa desse crime, cometido contra a pessoa do segurado, será possível a suspensão provisória de sua parte no benefício de pensão por morte, por meio de processo administrativo próprio, respeitados os direitos à ampla defesa e ao contraditório, e, na hipótese de absolvição, serão devidas as parcelas corrigidas desde a data da suspensão e a reativação imediata do benefício.
§ 6ºPara os fins do disposto na alínea “c” do inciso V do caput, após o transcurso de, no mínimo, três anos e desde que nesse período se verifique o incremento mínimo de um ano inteiro na média nacional única, para ambos os sexos, correspondente à expectativa de sobrevida da população brasileira ao nascer, poderão ser estabelecidos, em números inteiros, novas idades, em ato do Ministro de Estado da Economia, limitado o acréscimo à comparação com as idades anteriores ao referido incremento.” (NR)

“

Art. 115.
A cota do filho, do enteado, do menor tutelado ou do irmão dependente que se tornar inválido ou pessoa com deficiência intelectual, mental ou grave antes de completar vinte e um anos de idade não será extinta se confirmada a invalidez ou a deficiência nos termos do disposto no § 1º do art. 108.” (NR)

“

Art. 116.
auxílio-reclusão, cumprida a carência prevista no inciso IV do caput do art. 29, será devido, nas condições da pensão por morte, aos dependentes do segurado de baixa renda recolhido à prisão em regime fechado que não receber remuneração da empresa nem estiver em gozo de auxílio por incapacidade temporária, de pensão por morte, de salário-maternidade, de aposentadoria ou de abono de permanência em serviço.
§ 1ºPara fins de concessão do benefício de que trata este artigo, considera-se segurado de baixa renda aquele que tenha renda bruta mensal igual ou inferior a R$ 1.425,56 (um mil quatrocentos e vinte e cinco reais e cinquenta e seis centavos), corrigidos pelos mesmos índices de reajuste aplicados aos benefícios do RGPS, calculada com base na média aritmética simples dos salários de contribuição apurados no período dos doze meses anteriores ao mês do recolhimento à prisão.
§ 2ºO requerimento do auxílio-reclusão será instruído com certidão judicial que ateste o recolhimento efetivo à prisão e será obrigatória a apresentação de prova de permanência na condição de presidiário para a manutenção do benefício. -A O INSS celebrará convênios com os órgãos públicos responsáveis pelo cadastro dos presos para obter informações sobre o recolhimento à prisão. -B A certidão judicial e a prova de permanência na condição de presidiário serão substituídas pelo acesso à base de dados, por meio eletrônico, a ser disponibilizada pelo Conselho Nacional de Justiça, com dados cadastrais que assegurem a identificação plena do segurado e da sua condição de presidiário.
§ 3ºAplicam-se ao auxílio-reclusão as normas referentes à pensão por morte e, no caso de qualificação de cônjuge ou companheiro ou companheira após a prisão do segurado, o benefício será devido a partir da data de habilitação, desde que comprovada a preexistência da dependência econômica.
§ 4ºA data de início do benefício será:
Ia do efetivo recolhimento do segurado à prisão, se o benefício for requerido no prazo de cento e oitenta dias, para os filhos menores de dezesseis anos, ou de noventa dias, para os demais dependentes; ou
IIa do requerimento, se o benefício for requerido após os prazos a que se refere o inciso I.
§ 5ºO auxílio-reclusão será devido somente durante o período em que o segurado estiver recolhido à prisão sob regime fechado.
§ 6ºO exercício de atividade remunerada iniciado após a prisão do segurado recluso em cumprimento de pena em regime fechado não acarreta a perda do direito ao recebimento do auxílio-reclusão para os seus dependentes.” (NR)

“

Art. 117.
valor do auxílio-reclusão será apurado na forma estabelecida para o cálculo da pensão por morte, não poderá exceder o valor de um salário-mínimo e será mantido enquanto o segurado permanecer em regime fechado.
§ 1ºAté que o acesso à base de dados a que se refere o § 2º-B do art. 116 seja disponibilizado pelo Conselho Nacional de Justiça, o beneficiário apresentará trimestralmente atestado de que o segurado continua em regime fechado, que deverá ser firmado pela autoridade competente.

...........................................................................................................” (NR)

“

Art. 118.
Na hipótese de óbito do segurado recluso, o auxílio-reclusão que estiver sendo pago será cessado e será concedida a pensão por morte em conformidade com o disposto nos art. 105 ao art. 115.
Parágrafo únicoNão havendo concessão de auxílio-reclusão, em razão da não comprovação da baixa renda, será devida pensão por morte aos dependentes se o óbito do segurado tiver ocorrido no prazo previsto no inciso IV do caput do art. 13.” (NR)

“

Art. 120.
Será devido abono anual ao segurado e ao dependente que, durante o ano, receberam auxílio por incapacidade temporária, auxílio-acidente, aposentadoria, salário-maternidade, pensão por morte ou auxílio-reclusão.
§ 1ºO abono anual será calculado, no que couber, da mesma forma que a gratificação natalina dos trabalhadores e terá por base o valor da renda mensal do benefício do mês de dezembro de cada ano e o seu pagamento será efetuado em duas parcelas, da seguinte forma: Vigência
Ia primeira parcela corresponderá a até cinquenta por cento do valor do benefício devido no mês de agosto e será paga juntamente com os benefícios dessa competência; e Vigência
IIa segunda parcela corresponderá à diferença entre o valor total do abono anual e o valor da primeira parcela e será paga juntamente com os benefícios da competência de novembro. Vigência

............................................................................................................” (NR)

“Seção única

Do reconhecimento do tempo de contribuição

Art. 121.
Reconhecimento do tempo de contribuição é o direito de o segurado ter reconhecido, em qualquer época, o tempo de exercício de atividade anteriormente abrangida pela previdência social, observado o disposto no art. 122.” (NR)

“

Art. 122.
reconhecimento do tempo de contribuição no período em que o exercício de atividade remunerada não exigia filiação obrigatória à previdência social somente será feito por meio de indenização das contribuições relativas ao respectivo período, conforme o disposto no § 7º e nos § 9º ao § 14 do art. 216 e nos § 8º e § 8º-A do art. 239.
§ 1ºO valor a ser indenizado poderá ser objeto de parcelamento por solicitação do segurado à Secretaria Especial da Receita Federal do Brasil do Ministério da Economia, observado o disposto no § 1º do art. 128.

............................................................................................................”(NR)

“

Art. 123.
Para fins de contagem recíproca, o tempo de serviço prestado pelo trabalhador rural anteriormente à competência novembro de 1991 somente será reconhecido por meio da indenização de que trata o § 13 do art. 216, observado o disposto nos § 8º e § 8º-A do art. 239.” (NR)

“

Art. 124.
Caso o segurado contribuinte individual manifeste interesse em recolher contribuições relativas a período anterior à sua inscrição, a retroação da data do início das contribuições será autorizada, desde que comprovado o exercício de atividade remunerada no respectivo período, observado o disposto no § 7º e nos § 9º ao § 14 do art. 216 e nos § 8º e § 8º-A do art. 239.
Parágrafo únicoO valor do débito poderá ser objeto de parcelamento desde que solicitado pelo segurado à Secretaria Especial da Receita Federal do Brasil do Ministério da Economia.” (NR)

“

Art. 125.
Para efeito de contagem recíproca, hipótese em que os diferentes sistemas de previdência social ou proteção social se compensarão financeiramente, fica assegurado:
Io cômputo do tempo de contribuição na administração pública e de serviço militar exercido nas atividades de que tratam os art. 42, art. 142 e art. 143 da Constituição, para fins de concessão de benefícios previstos no RGPS, inclusive de aposentadoria em decorrência de tratado, convenção ou acordo internacional; e
IIpara fins de emissão de certidão de tempo de contribuição, pelo INSS, para utilização no serviço público ou para inativação militar, o cômputo do tempo de contribuição na atividade privada, rural e urbana, observado o disposto nos § 4º e § 4º-A deste artigo, no art. 123, no § 13 do art. 216 e nos § 8º e § 8º-A do art. 239.
§ 1º............................................................................................................
Iconversão do tempo de contribuição exercido em atividade sujeita à condições especiais, nos termos do disposto no art. 66;

....................................................................................................................

§ 3ºÉ permitida a emissão de certidão de tempo de contribuição para períodos de contribuição posteriores à data da aposentadoria no RGPS, observado o disposto no art. 19-E.
§ 4ºPara efeito de contagem recíproca, o período em que os segurados contribuinte individual e facultativo tiverem contribuído na forma prevista no art. 199-A só será computado se forem complementadas as contribuições na forma prevista no § 2º do referido artigo. -A Para efeito de contagem recíproca, a partir de 14 de novembro de 2019, somente serão consideradas as competências cujos salários de contribuição tenham valor igual ou superior ao limite mínimo mensal do salário de contribuição para o RGPS, observado o disposto no art. 19-E.

...........................................................................................................” (NR)

“

Art. 127.
................................................................................................

...................................................................................................................

IVo tempo de contribuição anterior ou posterior à obrigatoriedade de filiação à previdência social só será contado por meio de indenização da contribuição correspondente ao período respectivo, com acréscimo de juros moratórios de cinco décimos por cento ao mês, capitalizados anualmente, e multa de dez por cento, observado o disposto nos § 8º e § 8º-A do art. 239;
Vé vedada a emissão de certidão de tempo de contribuição com o registro exclusivo de tempo de serviço sem a comprovação de contribuição efetiva, exceto para segurado empregado, empregado doméstico, trabalhador avulso e, a partir de 1º de abril de 2003, para o contribuinte individual que preste serviço a empresa obrigada a arrecadar a contribuição a seu cargo, observado o disposto no art. 5º da Lei nº 10.666, de 2003;
VIpara ex-servidor público, a certidão de tempo de contribuição somente poderá ser emitida por regime próprio de previdência social;
VIIé vedada a contagem recíproca de tempo de contribuição do RGPS por regime próprio de previdência social sem a emissão da certidão de tempo de contribuição correspondente, ainda que o tempo de contribuição referente ao RGPS tenha sido prestado pelo servidor público ao próprio ente instituidor;
VIIIé vedada a desaverbação de tempo em regime próprio de previdência social quando o tempo averbado tiver gerado a concessão de vantagens remuneratórias ao servidor público em atividade; e
IXpara fins de elegibilidade às aposentadorias especiais referidas no § 4º do art. 40 e no § 1º do art. 201 da Constituição, os períodos reconhecidos pelo regime previdenciário de origem como de tempo especial sem conversão em tempo comum deverão estar incluídos nos períodos de contribuição compreendidos na certidão de tempo de contribuição e discriminados de data a data.
Parágrafo únicoO disposto no inciso V do caput não se aplica ao tempo de serviço anterior à edição da Emenda Constitucional nº 20, de 15 de dezembro de 1998, que tenha sido equiparado por lei a tempo de contribuição.” (NR)

“

Art. 128.
................................................................................................

....................................................................................................................

§ 3ºA certidão de tempo de contribuição referente a período de atividade rural anterior à competência novembro de 1991 somente será emitida por meio da comprovação do recolhimento das contribuições correspondentes ou da indenização, na forma prevista nos § 13 e § 14 do art. 216, observado o disposto nos § 8º e § 8º-A do art. 239.” (NR)

“

Art. 130.
......................................................................................

...........................................................................................................

§ 1ºO setor competente do INSS promoverá o levantamento do tempo de contribuição ao RGPS, com base na documentação apresentada, observado o disposto no art. 19.

...........................................................................................................” (NR)

“

Art. 132.
tempo de contribuição na administração pública federal, estadual, distrital ou municipal de que trata este Capítulo será considerado para efeito do percentual de acréscimo previsto no inciso I do caput do art. 44, no art. 53, no § 1º do art. 54, no art. 67, no inciso II do caput do art. 70-J, no § 3º do art. 188-H, no § 4º do art. 188-I, no § 3º do art. 188-J, no § 4º do art. 188-M, no § 3º do art. 188-N e no § 3º do art. 188-P.” (NR)

“

Art. 137.
.................................................................................................

....................................................................................................................

§ 1ºA execução das funções de que trata o caput será realizada, preferencialmente, por meio do trabalho de equipe multiprofissional especializada, sempre que possível, na localidade do domicílio do beneficiário, ressalvadas as situações excepcionais em que ele tenha direito à reabilitação profissional fora dela. -A A avaliação da elegibilidade do segurado para encaminhamento à reabilitação profissional, a reavaliação da incapacidade de segurados em programa de reabilitação profissional e a prescrição de órteses, próteses e meios auxiliares de locomoção e acessórios serão realizadas pela Perícia Médica Federal.

...........................................................................................................” (NR)

“

Art. 138.
Cabe à unidade de reabilitação profissional encaminhar para avaliação médico-pericial a ocorrência de que trata o § 2º do art. 337.” (NR)

“

Art. 141.
................................................................................................

...................................................................................................................

§ 1ºA dispensa de pessoa com deficiência ou de beneficiário reabilitado pela previdência social ao final de contrato por prazo determinado de mais de noventa dias e a dispensa imotivada em contrato por prazo indeterminado somente poderão ocorrer após a contratação de outro trabalhador com deficiência ou beneficiário reabilitado pela previdência social.
§ 3ºÀ Secretaria Especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia compete estabelecer a sistemática de fiscalização e gerar dados e estatísticas sobre o total de empregados e as vagas preenchidas por pessoas com deficiência e por beneficiários reabilitados pela previdência social, além de fornecê-los, quando solicitados, aos sindicatos, às entidades representativas dos empregados ou aos cidadãos interessados.
§ 4ºPara a reserva de cargos será considerada somente a contratação direta de pessoa com deficiência, excluído o aprendiz com deficiência de que trata a Consolidação das Leis do Trabalho, aprovada pelo Decreto-Lei nº 5.452, de 1943.” (NR)

“

Art. 142.
A justificação administrativa constitui meio para suprir a falta ou a insuficiência de documento ou para produzir prova de fato ou circunstância de interesse dos beneficiários perante a previdência social.

....................................................................................................................

§ 2ºA justificação administrativa é parte do processo de atualização de dados do CNIS ou de reconhecimento de direitos, vedada a sua tramitação na condição de processo autônomo.
§ 3ºQuando a concessão do benefício depender de documento ou de prova de ato ao qual o segurado não tenha acesso, exceto quanto a registro público ou início de prova material, a justificação administrativa será oportunizada, observado o disposto no art. 151.
§ 4ºA prova material somente terá validade para a pessoa referida no documento, vedada a sua utilização por outras pessoas.” (NR)

“

Art. 143.
A justificação administrativa ou judicial, para fins de comprovação de tempo de contribuição, dependência econômica, identidade e relação de parentesco, somente produzirá efeito quando for baseada em início de prova material contemporânea dos fatos e não serão admitidas as provas exclusivamente testemunhais.
§ 1ºSerá dispensado o início de prova material quando houver ocorrência de motivo de força maior ou de caso fortuito.

............................................................................................................” (NR)

“

Art. 144.
A homologação da justificação judicial processada com base em prova exclusivamente testemunhal dispensa a justificação administrativa, desde que complementada com início de prova material contemporânea dos fatos.
Parágrafo únicoA inclusão, a exclusão, a ratificação e a retificação de vínculos, remunerações e contribuições, ainda que reconhecidos em ação trabalhista transitada em julgado, dependerão da existência de início de prova material contemporânea dos fatos.” (NR)

“

Art. 145.
Para o processamento de justificação administrativa, o interessado deverá apresentar requerimento no qual exponha, clara e minuciosamente, os pontos que pretende justificar, além de indicar testemunhas idôneas, em número não inferior a dois nem superior a seis, cujos depoimentos possam levar à convicção da veracidade do que se pretende comprovar.
Parágrafo únicoAs testemunhas, no dia e no horário marcados, serão inquiridas a respeito dos pontos que forem objeto da justificação de que trata o caput.” (NR)

“

Art. 146.
...............................

....................................................................................................................

IVo cônjuge, o companheiro ou a companheira, os ascendentes, os descendentes e os colaterais, até o terceiro grau, por consanguinidade ou afinidade.
Parágrafo únicoA pessoa com deficiência poderá testemunhar em igualdade de condições com as demais pessoas e lhe serão assegurados todos os recursos de tecnologia assistiva.” (NR)

“

Art. 151.
Somente será admitido o processamento de justificação administrativa quando necessário para corroborar o início de prova material apto a demonstrar a plausibilidade do que se pretende comprovar.” (NR)

“

Art. 153-A.
A concessão de aposentadoria requerida a partir de 14 de novembro de 2019 com utilização de tempo de contribuição decorrente de cargo, emprego ou função pública acarretará o rompimento do vínculo que gerou o referido tempo de contribuição.
Parágrafo únicoPara fins do disposto no caput, após a consolidação da aposentadoria, nos termos do disposto no art. 181-B, o INSS notificará a empresa responsável sobre a aposentadoria do segurado e constarão da notificação as datas de concessão e de início do benefício.” (NR)

“

Art. 154.
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....................................................................................................................

IIpagamento administrativo ou judicial de benefício previdenciário ou assistencial indevido, ou além do devido, inclusive na hipótese de cessação do benefício pela revogação de decisão judicial, em valor que não exceda trinta por cento da importância da renda mensal do benefício, nos termos do disposto neste Regulamento;

....................................................................................................................

Vmensalidades de associações e demais entidades de aposentados legalmente reconhecidas, constituídas e em funcionamento, desde que autorizadas por seus filiados, observado o disposto nos § 1º ao § 1º-G; e
VIpagamento de empréstimos, financiamentos, cartões de crédito e operações de arrendamento mercantil concedidos por instituições financeiras e sociedades de arrendamento mercantil ou por entidades fechadas ou abertas de previdência complementar, públicas e privadas, quando expressamente autorizado pelo beneficiário, até o limite de trinta e cinco por cento do valor do benefício, dos quais cinco por cento serão destinados exclusivamente para:
a)amortização de despesas contraídas por meio de cartão de crédito; ou
b)utilização com a finalidade de saque por meio do cartão de crédito.
§ 1ºO INSS estabelecerá requisitos adicionais para a efetivação dos descontos de que trata este artigo, observados critérios de conveniência administrativa, segurança das operações, interesse dos beneficiários e interesse público. -A Os benefícios previdenciários, uma vez concedidos, permanecerão bloqueados para os descontos previstos no inciso V do caput e somente serão desbloqueados por meio de autorização prévia, pessoal e específica por parte do beneficiário, conforme critérios e requisitos a serem definidos em ato do INSS. -B A autorização do segurado prevista no § 1º-A deverá, sob pena de os descontos serem excluídos automaticamente, ser revalidada a cada três anos, a partir de 31 de dezembro de 2021, segundo critérios e requisitos a serem definidos em ato do INSS. -C A autorização do segurado de que trata o inciso V do caput poderá ser revogada, a qualquer tempo, pelo próprio beneficiário. -D Considera-se associação ou entidade de aposentados aquela formada somente por: -E Considera-se mensalidade de associações e demais entidades de aposentados a contribuição associativa, em valor fixo, devida exclusivamente em razão da condição de associado, em decorrência de previsão estatutária ou definição pelas assembleias gerais, a qual não admite descontos de taxas extras, contribuições especiais, retribuição por serviços ou pacotes de serviços específicos, prêmios de seguros, empréstimos nem qualquer outro tipo de desconto, ainda que embutidos no valor da mensalidade. -F O INSS avaliará periodicamente a quantidade de reclamações de beneficiários, ações judiciais, processos de órgãos de controle e impacto em sua rede de atendimento, dentre outros elementos, para avaliar a conveniência da manutenção ou da rescisão do acordo de cooperação técnica. -G Para fins de repasse do desconto efetuado pelo INSS, as entidades referidas no inciso V do caput deverão estar em situação regular perante as Fazendas nacional, estadual, distrital e municipal, a previdência social, FGTS, o Sistema Integrado de Administração Financeira do Governo Federal - Siafi, o Sistema de Cadastramento Unificado de Fornecedores - Sicaf e o Cadastro Informativo de Créditos não Quitados do Setor Público Federal - Cadin.

...................................................................................................................

Iaposentados do RGPS, com objetivos inerentes a essa categoria; ou
IIpessoas de categoria profissional específica, cujo estatuto as preveja como associados ativos e inativos, e que tenha objetivos comuns àquela classe e finalidade específica de representação de aposentados, autorizada a realizar descontos de mensalidades associativas por meio de retenção no valor do pagamento do benefício.
§ 6ºO INSS disciplinará o desconto e a retenção de valores de benefícios com fundamento no disposto no inciso VI do caput, observadas as seguintes condições:

....................................................................................................................

VIIo valor do desconto não poderá exceder trinta e cinco por cento do valor disponível do benefício, assim entendido o valor do benefício após a dedução das consignações de que tratam os incisos I ao V do caput, correspondente à última competência paga, excluídas aquelas que contenham o décimo terceiro salário ou sua parcela, estabelecido no momento da contratação;

....................................................................................................................

§ 7º-A Os benefícios previdenciários, uma vez concedidos, permanecerão bloqueados para os descontos previstos no inciso VI do caput e somente serão desbloqueados por meio de autorização prévia, pessoal e específica por parte do beneficiário, conforme critérios e requisitos a serem definidos em ato do INSS. -B A autorização do segurado de que trata o § 7º-A poderá ser revogada, a qualquer tempo, pelo próprio beneficiário.

....................................................................................................................

§ 9ºO titular de benefício de aposentadoria, independentemente de sua espécie, ou de pensão por morte concedida pelo RGPS poderá autorizar, de forma irrevogável e irretratável, que a instituição financeira na qual receba o seu benefício retenha valores referentes ao pagamento mensal de empréstimos, financiamentos, cartões de crédito e operações de arrendamento mercantil por ela concedidos, quando previstos em contrato, para fins de amortização, observadas as normas editadas pelo INSS.

....................................................................................................................

§ 11ºSerão inscritos em dívida ativa pela Procuradoria-Geral Federal os créditos constituídos pelo INSS em decorrência de benefício previdenciário ou assistencial pago indevidamente ou além do devido, inclusive na hipótese de cessação do benefício pela revogação de decisão judicial, nos termos do disposto na Lei nº 6.830, de 22 de setembro de 1980, para a execução judicial.
§ 12ºSerá objeto de inscrição em dívida ativa, para fins do disposto no § 11, em conjunto ou separadamente, o terceiro beneficiado que sabia ou deveria saber da origem do benefício pago indevidamente em razão de fraude, dolo ou coação, desde que devidamente identificado em procedimento administrativo de responsabilização.
§ 13ºO procedimento administrativo de responsabilização de que trata o § 12 ocorrerá na forma prevista no art. 179 deste Regulamento e no art. 27 do Decreto-Lei nº 4.657, de 4 de setembro de 1942.” (NR)

“

Art. 158.
.................................................................................................
§ 1ºO dependente excluído na forma prevista no § 9º do art. 16 ou que tenha a parte provisoriamente suspensa na forma prevista no § 5º do art. 114 não poderá representar outro dependente para fins de recebimento e percepção do benefício.
§ 2ºO dependente que perder o direito à pensão por morte na forma prevista no § 5º do art. 105 não poderá representar outro dependente para fins de percepção do benefício.” (NR)

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Art. 162.
.................................................................................................
§ 3ºO período a que se refere o caput poderá ser prorrogado por iguais períodos, desde que comprovado o andamento regular do processo legal de tutela ou curatela.
§ 4ºNa hipótese de interdição do beneficiário, para fins de curatela, a autoridade judiciária poderá utilizar-se de laudo médico-pericial da Perícia Médica Federal.
§ 5ºNo ato de requerimento de benefícios operacionalizados pelo INSS, não será exigida apresentação de termo de curatela de titular ou de beneficiário com deficiência, observados os procedimentos a serem estabelecidos em ato do INSS.” (NR)

“

Art. 167.
Exceto na hipótese de direito adquirido, não é permitido o recebimento conjunto dos seguintes benefícios do RGPS, inclusive quando decorrentes de acidente do trabalho:
Iaposentadoria com auxílio por incapacidade temporária;

....................................................................................................................

IVsalário-maternidade com auxílio por incapacidade temporária;

....................................................................................................................

§ 1ºNas hipóteses de que tratam os incisos VI, VII e VIII do caput, fica facultado ao dependente optar pela pensão mais vantajosa, observado o disposto no art. 167-A.

....................................................................................................................

§ 4ºO segurado recluso em regime fechado, durante a percepção, pelos dependentes, do benefício de auxílio-reclusão, não terá o direito aos benefícios de salário-maternidade e de aposentadoria reconhecido, exceto se manifestada a opção pelo benefício mais vantajoso também pelos dependentes.” (NR)

“

Art. 167-A.
Será admitida a acumulação dos seguintes benefícios:
Ide pensão por morte deixada por cônjuge ou companheiro do RGPS com pensão por morte concedida por outro regime de previdência social ou com pensões decorrentes das atividades militares de que tratam o art. 42 e o art. 142 da Constituição;
IIde pensão por morte deixada por cônjuge ou companheiro do RGPS com aposentadoria do mesmo regime e de regime próprio de previdência social ou com proventos de inatividade decorrentes das atividades militares de que tratam o art. 42 e o art. 142 da Constituição; ou
IIIde aposentadoria concedida no âmbito do RGPS com pensão deixada por cônjuge ou companheiro de regime próprio de previdência social ou com proventos de inatividade decorrentes das atividades militares de que tratam o art. 42 e o art. 142 da Constituição.
§ 1ºNas hipóteses de acumulação previstas no caput, fica assegurada a percepção do valor integral do benefício mais vantajoso e de uma parte de cada um dos demais benefícios, apurada cumulativamente de acordo com as seguintes faixas:
Isessenta por cento do valor que exceder um salário-mínimo, até o limite de dois salários-mínimos;
IIquarenta por cento do valor que exceder dois salários-mínimos, até o limite de três salários-mínimos;
IIIvinte por cento do valor que exceder três salários-mínimos, até o limite de quatro salários-mínimos; e
IVdez por cento do valor que exceder quatro salários-mínimos.
§ 2ºA aplicação do disposto no § 1º poderá ser revista a qualquer tempo, a pedido do interessado, em razão de alteração de algum dos benefícios.
§ 3ºNa hipótese de recebimento de pensão desdobrada, para fins de aplicação do disposto no § 1º, em relação a esse benefício, será considerado o valor correspondente ao somatório da cota individual e da parcela da cota familiar, devido ao pensionista, que será revisto em razão do fim do desdobramento ou da alteração do número de dependentes.
§ 4ºAs restrições previstas neste artigo não se aplicam caso o direito aos benefícios tenha sido adquirido até 13 de novembro de 2019.
§ 5ºPara fins do disposto neste artigo, no ato de habilitação ou concessão de benefício sujeito a acumulação, o INSS deverá:
Iverificar a filiação do segurado ao RGPS ou a regime próprio de previdência social;
IIsolicitar ao segurado que manifeste expressamente a sua opção pelo benefício que lhe seja mais vantajoso; e
IIIquando for o caso, verificar a condição do segurado ou pensionista, de modo a considerar, dentre outras, as informações constantes do CNIS.
§ 6ºO Ministério da Economia manterá sistema de cadastro dos segurados do RGPS e dos servidores vinculados a regimes próprios de previdência social, e poderá, para tanto, firmar acordo de cooperação com outros órgãos da administração pública federal, estadual, distrital ou municipal para a manutenção e a gestão do referido sistema de cadastro.
§ 7ºAté que o sistema de que trata o § 6º seja implementado, a comprovação de que o aposentado ou o pensionista cônjuge ou companheira ou companheiro do RGPS não recebe aposentadoria ou pensão de outro regime próprio de previdência social será feita por meio de autodeclaração, a qual o sujeitará às sanções administrativas, civis e penais aplicáveis caso seja constatada a emissão de declaração falsa.
§ 8ºCaberá ao aposentado ou pensionista do RGPS informar ao INSS a obtenção de aposentadoria ou pensão de cônjuge ou companheira ou companheiro de outro regime, sob pena de suspensão do benefício.” (NR)

“

Art. 168.
Exceto nas hipóteses de aposentadoria por incapacidade permanente ou especial, observado quanto a esta última o disposto no parágrafo único do art. 69, o retorno do aposentado à atividade não prejudicará o recebimento de sua aposentadoria.” (NR)

“

Art. 170.
Compete exclusivamente aos servidores públicos ocupantes dos cargos de que trata o § 3º do art. 30 da Lei nº 11.907, de 2 de fevereiro de 2009, a realização das atividades médico-periciais relacionadas com o RGPS, sem prejuízo de outras disposições constantes no referido artigo.
Parágrafo únicoOs servidores de que trata o caput poderão solicitar ao médico assistente do beneficiário que forneça informações sobre antecedentes médicos a ele relativas, na forma disciplinada pela Secretaria Especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia, para fins do disposto no § 2º do art. 43 e no § 1º do art. 71 ou para subsidiar emissão de laudo médico-pericial conclusivo.” (NR)

“

Art. 170-A.
Incumbem privativamente aos servidores públicos da Carreira do Seguro Social de que trata a Lei nº 10.855, de 1º de abril de 2004, as atribuições previstas no inciso I do caput do art. 5º-B da referida Lei, e compete à Secretaria Especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia a edição de atos complementares para a especificação e a definição das atividades acessórias ou preparatórias ao exercício das atribuições privativas e para a atuação no exame de matérias e processos administrativos de benefícios sociais.” (NR)

“

Art. 173.
segurado em gozo de aposentadoria, que voltar a exercer atividade abrangida pelo RGPS, somente terá direito ao salário-família, ao salário-maternidade e à reabilitação profissional, quando empregado ou trabalhador avulso, observados o disposto no art. 168 e, nos casos de aposentadoria especial, no parágrafo único do art. 69.” (NR)

“

Art. 176.
A apresentação de documentação incompleta não constitui, por si só, motivo para recusa do requerimento de benefício ou serviço, ainda que seja possível identificar previamente que o segurado não faça jus ao benefício ou serviço pretendido.
§ 1ºNa hipótese de que trata o caput, o INSS deverá proferir decisão administrativa, com ou sem análise de mérito, em todos os pedidos administrativos formulados, e, quando for o caso, emitirá carta de exigência prévia ao requerente.
§ 2ºEncerrado o prazo para cumprimento da exigência sem que os documentos solicitados tenham sido apresentados pelo requerente, o INSS:
Idecidirá pelo reconhecimento do direito, caso haja elementos suficientes para subsidiar a sua decisão; ou
IIdecidirá pelo arquivamento do processo sem análise de mérito do requerimento, caso não haja elementos suficientes ao reconhecimento do direito nos termos do disposto no art. 40 da Lei nº 9.784, de 29 de janeiro de 1999.
§ 3ºNão caberá recurso ao CRPS da decisão que determine o arquivamento do requerimento sem análise de mérito decorrente da não apresentação de documentação indispensável ao exame do requerimento.
§ 4ºCaso haja manifestação formal do segurado no sentido de não dispor de outras informações ou documentos úteis, diversos daqueles apresentados ou disponíveis ao INSS, será proferida a decisão administrativa com análise de mérito do requerimento.
§ 5ºO arquivamento do processo não inviabilizará a apresentação de novo requerimento pelo interessado, que terá efeitos a partir da data de apresentação da nova solicitação.
§ 6ºO reconhecimento do direito ao benefício com base em documento apresentado após a decisão administrativa proferida pelo INSS considerará como data de entrada do requerimento a data de apresentação do referido documento.
§ 7ºO disposto neste artigo aplica-se aos pedidos de revisão e recursos fundamentados em documentos não apresentados no momento do requerimento administrativo e, quanto aos seus efeitos financeiros, aplica-se o disposto no § 4º do art. 347.” (NR)

“

Art. 176-A.
O requerimento de benefícios e de serviços administrados pelo INSS será formulado por meio de canais de atendimento eletrônico, observados os procedimentos previstos em ato do INSS.
§ 1ºO requerimento formulado será processado em meio eletrônico em todas as fases do processo administrativo, ressalvados os atos que exijam a presença do requerente.
§ 2ºExcepcionalmente, caso o requerente não disponha de meios adequados para apresentação da solicitação pelos canais de atendimento eletrônico, o requerimento e o agendamento de serviços poderão ser feitos presencialmente nas Agências da Previdência Social.” (NR)

“

Art. 176-B.
O INSS poderá firmar acordo de cooperação técnica com entes públicos e demais entidades para fins de geração e recebimento de requerimentos de benefícios.” (NR)

“

Art. 176-C.
O requerente poderá, enquanto não proferida a decisão do INSS e por meio de manifestação escrita, desistir do requerimento formulado, nos termos do disposto no art. 51 da Lei nº 9.784, de 1999.
§ 1ºHavendo vários interessados, a desistência a que se refere o caput atinge somente quem a tenha formulado.
§ 2ºA desistência do requerimento não impede o INSS de analisar a matéria objeto do requerimento para fins de uniformização de entendimento, de forma geral e abstrata, ou para efeito de apuração de irregularidade.” (NR)

“

Art. 176-D.
Se, na data de entrada do requerimento do benefício, o segurado não satisfizer os requisitos para o reconhecimento do direito, mas implementá-los em momento posterior, antes da decisão do INSS, o requerimento poderá ser reafirmado para a data em que satisfizer os requisitos, que será fixada como início do benefício, exigindo-se, para tanto, a concordância formal do interessado, admitida a sua manifestação de vontade por meio eletrônico.” (NR)

“

Art. 176-E.
Caberá ao INSS conceder o benefício mais vantajoso ao requerente ou benefício diverso do requerido, desde que os elementos constantes do processo administrativo assegurem o reconhecimento desse direito.
Parágrafo únicoNa hipótese de direito à concessão de benefício diverso do requerido, caberá ao INSS notificar o segurado para que este manifeste expressamente a sua opção pelo benefício, observado o disposto no art. 176-D.” (NR)

“

Art. 179.
INSS manterá programa permanente de revisão da concessão e da manutenção dos benefícios por ele administrados, a fim de apurar irregularidades ou erros materiais.
§ 1ºNa hipótese de haver indícios de irregularidade ou erro material na concessão, na manutenção ou na revisão do benefício, o INSS notificará o beneficiário, o seu representante legal ou o seu procurador para apresentar defesa, provas ou os documentos dos quais dispuser, no prazo de:
Itrinta dias, no caso de trabalhador urbano; ou
IIsessenta dias, no caso de:
a)trabalhador rural individual;
b)trabalhador rural avulso;
c)agricultor familiar; ou
d)segurado especial.
§ 2ºA notificação a que se refere o § 1º será feita, preferencialmente:
Ipor rede bancária, conforme definido em ato do INSS;
IIpor meio eletrônico, por meio de cadastramento prévio, na forma definida em ato do INSS, a ser realizado por procedimento em que seja assegurada a identificação adequada do interessado;
IIIpor via postal, por meio de carta simples destinada ao endereço constante do cadastro do segurado que requereu o benefício, hipótese em que o aviso de recebimento será considerado prova suficiente da sua notificação;
IVpessoalmente, quando entregue ao interessado em mão; ou
Vpor edital, na hipótese de o segurado não ter sido localizado por meio da comunicação a que se refere o inciso III.
§ 3ºA defesa poderá ser apresentada pelo canal de atendimento eletrônico do INSS ou na Agência da Previdência Social do domicílio do beneficiário.
§ 4ºO benefício será suspenso nas seguintes hipóteses:
Ide não apresentação da defesa no prazo estabelecido no § 1º; ou
IIde defesa considerada insuficiente ou improcedente pelo INSS.
§ 5ºO INSS notificará o beneficiário quanto à suspensão do benefício de que trata o § 4º, que disporá do prazo de trinta dias, contado da data de notificação, para interposição de recurso.
§ 6ºDecorrido o prazo a que se refere o § 5º sem que o beneficiário, o seu representante legal ou o seu procurador apresente recurso administrativo aos canais de atendimento do INSS ou a outros canais autorizados, o benefício será cessado.
§ 7ºPara fins do disposto no caput, o INSS poderá realizar recenseamento para atualização do cadastro dos beneficiários e verificação dos benefícios administrados pelo INSS, observado o disposto nos incisos III, IV e V do
§ 8ºAqueles que receberem benefícios realizarão anualmente a comprovação de vida nas instituições financeiras, por meio de atendimento eletrônico com uso de biometria ou por outro meio definido pelo INSS que assegure a identificação do beneficiário, observadas as seguintes disposições: -A A prova de vida para quem reside no exterior, a ser encaminhada obrigatoriamente ao INSS, deverá ser realizada nas embaixadas ou nos consulados brasileiros no exterior ou por meio de apostilamento de documento definido pelo INSS para esse fim.
Ia prova de vida e a renovação de senha serão efetuadas por aquele que receber o benefício, que deverá ser identificado por funcionário da instituição, quando realizadas nas instituições financeiras;
IIo representante legal ou o procurador do beneficiário, legalmente cadastrado no INSS, poderá realizar a prova de vida no INSS ou na instituição financeira responsável pelo pagamento;
IIIa prova de vida de segurados com idade igual ou superior a sessenta anos será disciplinada em ato do INSS;
IVo INSS disporá de meios, incluída a realização de pesquisa externa, que garantam a identificação e o processo de prova de vida para pessoas com dificuldade de locomoção e idosos acima de oitenta anos que recebam benefícios; e
Vo INSS poderá bloquear o pagamento do benefício encaminhado às instituições financeiras até que o beneficiário atenda à convocação para a realização de prova de vida, permitida a liberação do pagamento automaticamente pela instituição financeira.
§ 9ºO recurso de que trata o § 5º não terá efeito suspensivo.
§ 10ºApurada irregularidade recorrente ou fragilidade nos procedimentos, reconhecida na forma prevista no caput ou pelos órgãos de controle, os procedimentos de análise e concessão de benefícios serão revistos, de modo a reduzir o risco de fraude e concessão irregular.
§ 11ºPara fins do disposto no § 8º, preservados o sigilo e a integridade dos dados, o INSS:
Iterá acesso aos dados biométricos mantidos e administrados pelos órgãos públicos federais; e
IIpoderá ter, por meio de convênio, acesso aos dados biométricos hospedados em sistemas:
a)da Justiça Eleitoral; e
b)de outros entes federativos.” (NR)

“

Art. 179-A.
O INSS implementará e manterá processo administrativo eletrônico para requerimento de benefícios e serviços e disponibilizará canais eletrônicos de atendimento.
§ 1ºO INSS facilitará o requerimento, a concessão, a manutenção e a revisão de benefícios por meio eletrônico e implementará procedimentos automatizados de atendimento e prestação de serviços por meio telefônico ou por canais remotos.
§ 2ºPoderão ser celebrados acordos de cooperação, na modalidade de adesão, com órgãos e entidades da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, para o recebimento de documentos e o apoio administrativo às atividades do INSS que demandem a prestação de serviços presenciais.
§ 3ºA implementação de serviços eletrônicos pelo INSS preverá mecanismos de controle preventivos de fraude e de identificação segura do cidadão.” (NR)

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Art. 179-B.
No exercício de suas competências, observado o disposto nos incisos XI e XII do caput do art. 5º da Constituição e na Lei nº 13.709, de 14 de agosto de 2018, o INSS terá acesso aos dados necessários para a análise, a concessão, a revisão e a manutenção de benefícios por ele administrados, em especial aos dados:
Idos registros e dos prontuários eletrônicos do SUS, administrados pelo Ministério da Saúde;
IIdos documentos médicos mantidos por entidades públicas e privadas, e, no caso destas últimas, será necessária a celebração de convênio para que o acesso seja garantido; e
IIIde movimentação das contas do FGTS, mantidas pela Caixa Econômica Federal.
§ 1ºPara fins do cumprimento do disposto no caput, serão preservados o sigilo e a integridade dos dados acessados pelo INSS, eventualmente existentes, e, quanto aos dados dos prontuários eletrônicos do SUS e dos documentos médicos mantidos por entidades públicas e privadas, o acesso será franqueado exclusivamente aos peritos médicos federais designados pelo INSS.
§ 2ºO Ministério da Economia terá acesso às bases de dados geridas ou administradas pelo INSS, incluída a folha de pagamento de benefícios detalhada.
§ 3ºAs bases de dados e as informações de que tratam o caput e o § 1º poderão ser compartilhadas com os regimes próprios de previdência social somente para fins de cumprimento de suas competências relacionadas à recepção, à análise, à concessão, à revisão e à manutenção de benefícios por eles administrados, preservados o sigilo e a integridade dos dados, na forma disciplinada em ato conjunto do Secretário Especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia e do gestor dos dados.
§ 4ºFica dispensada a celebração de convênio, acordo de cooperação técnica ou instrumentos congêneres para a concessão do acesso aos dados de que trata o caput quando se tratar de dados hospedados por órgãos da administração pública federal e caberá ao INSS a responsabilidade de arcar com os custos envolvidos, quando houver, para o acesso ou a extração dos dados, exceto quando estabelecido de forma diversa entre os órgãos envolvidos.
§ 5ºAs solicitações de acesso a dados hospedados por entidades privadas têm característica de requisição, dispensados a celebração de convênio, acordo de cooperação técnica ou instrumentos congêneres para a concessão do acesso aos dados de que trata o caput e o ressarcimento de eventuais custos, vedado o compartilhamento dos referidos dados com outras entidades de direito privado.” (NR)

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Art. 179-C.
O servidor responsável pela análise dos pedidos dos benefícios motivará suas decisões ou opiniões técnicas e responderá pessoalmente apenas nas hipóteses de dolo e de erro grosseiro.” (NR)

“

Art. 179-D.
A administração pública federal desenvolverá ações de segurança da informação e das comunicações, incluídas as de segurança cibernética, de segurança das infraestruturas, de qualidade dos dados e de segurança de interoperabilidade de bases governamentais, e efetuará a sua integração, inclusive com as bases de dados e informações dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, com o objetivo de atenuar riscos e inconformidades em pagamentos de benefícios sociais.” (NR)

“

Art. 179-E.
Os benefícios administrados pelo INSS que forem objeto de apuração de irregularidade ou fraude pela Coordenação-Geral de Inteligência Previdenciária e Trabalhista da Secretaria Especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia poderão ter o respectivo valor bloqueado cautelarmente pelo INSS, por meio de decisão fundamentada, quando houver risco iminente de prejuízo ao erário e restarem evidenciados elementos suficientes que indiquem a existência de irregularidade ou fraude na sua concessão ou manutenção, hipótese em que será facultado ao titular a apresentação de defesa, nos termos do disposto neste Regulamento.
§ 1ºPara fins do disposto neste artigo, o bloqueio do valor do benefício consiste no comando bancário que impossibilita temporariamente a movimentação do valor referente ao benefício.
§ 2ºSerá dada prioridade à tramitação de processo no qual seja requerido o bloqueio do valor do benefício.
§ 3ºNa hipótese prevista no § 2º, a tramitação do processo deverá ser concluída no prazo de trinta dias, contado da data de apresentação da defesa pelo titular do benefício.
§ 4ºEncerrado o prazo de que trata o § 3º, independentemente de concluída a tramitação do processo, o benefício será desbloqueado automaticamente, ressalvada a hipótese prevista no
§ 5ºNa hipótese de o titular do benefício não apresentar defesa, o bloqueio será convertido automaticamente em suspensão do benefício.
§ 6ºAto conjunto da Secretaria Especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia e do INSS disciplinará os procedimentos, os requisitos e a forma de encaminhamento das apurações de irregularidade ou fraude e de efetivação do bloqueio de que trata este artigo.” (NR)

“

Art. 181-B.
As aposentadorias concedidas pela previdência social são irreversíveis e irrenunciáveis.
§ 1ºO disposto neste artigo não se aplica à concessão de aposentadoria por incapacidade permanente.
§ 2ºO segurado poderá desistir do seu pedido de aposentadoria desde que manifeste essa intenção e requeira o arquivamento definitivo do pedido antes da ocorrência de um dos seguintes atos:
Irecebimento do primeiro pagamento do benefício; ou
IIefetivação do saque do FGTS ou do PIS.
§ 3ºO disposto no caput não impede a cessação dos benefícios não acumuláveis por força de disposição legal ou constitucional.” (NR)

“

Art. 181-D.
Se mais vantajoso, fica assegurado o direito à aposentadoria, nas condições legalmente previstas na data do cumprimento de todos os requisitos ao segurado que tiver optado por permanecer em atividade.
§ 1ºPara fins do disposto no caput, o valor inicial da aposentadoria, apurado conforme as regras vigentes na data em que todos os requisitos tiverem sido cumpridos, será comparado com o valor da aposentadoria calculada na data de entrada do requerimento, hipótese em que será mantido o benefício mais vantajoso e será considerada como data de início do benefício a data de entrada do requerimento, observado o disposto no art. 52.
§ 2ºA renda mensal inicial, apurada na forma prevista no § 1º, será reajustada pelos índices de reajustamento aplicados aos benefícios até a data de entrada do requerimento e não será devido qualquer pagamento relativamente a período anterior a essa data.” (NR)

“

Art. 181-E.
Para fins do disposto neste Regulamento, considera-se ano civil o período de doze meses contados de 1º de janeiro a 31 de dezembro do respectivo ano.” (NR)

“

Art. 182.
A carência das aposentadorias por idade, tempo de contribuição e especial de que tratam os art. 188-H ao art. 188-P para os segurados inscritos na previdência social urbana até 24 de julho de 1991 e para os trabalhadores e empregadores rurais amparados pela previdência social rural obedecerá à seguinte tabela, considerado o ano em que o segurado tiver implementado todas as condições necessárias à obtenção do benefício, ressalvada a aposentadoria por idade, para a qual será considerado o ano em que o segurado tiver implementado a idade exigida:

...........................................................................................................” (NR)

“

Art. 183-A.
...............................................................................................

....................................................................................................................

§ 1ºO disposto no inciso I do caput aplica-se ao trabalhador rural que se enquadre na categoria de segurado contribuinte individual que comprovar a prestação de serviço de natureza rural, em caráter eventual, a uma ou mais empresas, sem relação de emprego.
§ 2ºPara fins do disposto no inciso I do caput, a comprovação do tempo de contribuição até 31 de dezembro de 2010 do empregado rural e do contribuinte individual rural ocorrerá por meio dos documentos de que trata o § 1º do art. 19-B ou por justificação administrativa.” (NR)

“

Art. 187.
.................................................................................................
§ 1ºQuando da concessão de aposentadoria nos termos previstos no caput, o tempo de serviço será considerado até 16 de dezembro de 1998 e a renda mensal inicial será calculada com base nos trinta e seis últimos salários de contribuição anteriores àquela data, reajustada pelos mesmos índices aplicados aos benefícios, até a data de entrada do requerimento, hipótese em que não será devido qualquer pagamento relativamente a período anterior, observado, quando couber, o disposto no § 9º do art. 32.
§ 2ºO segurado que, até 16 de dezembro de 1998, tenha cumprido os requisitos para obter a aposentadoria proporcional somente fará jus ao acréscimo de cinco por cento a que se refere o § 4º do art. 188 se cumprir o requisito previsto no inciso I do caput do art. 188.” (NR)

“

Art. 187-A.
O professor que tenha exercido atividade de magistério, em qualquer nível, e que até 16 de dezembro de 1998 não tenha implementado as condições para aposentadoria por tempo de serviço de professor, poderá ter contado esse tempo até aquela data acrescido de dezessete por cento, se homem, e de vinte por cento, se mulher, se optar pela aposentadoria transitória por tempo de contribuição, desde que cumpridos trinta e cinco anos de contribuição, se homem, e trinta anos, se mulher, exclusivamente em funções de magistério.” (NR)

“

Art. 188.
Ao segurado filiado ao RGPS até 16 de dezembro de 1998, uma vez cumprido o período de carência exigido, será assegurada, a qualquer tempo, a aposentadoria com valores proporcionais ao tempo de contribuição, quando cumpridos, cumulativamente, até 13 de novembro de 2019, os seguintes requisitos:

....................................................................................................................

§ 2ºPara o segurado que tenha cumprido os requisitos a que se refere o caput até 28 de novembro de 1999, a renda mensal inicial da aposentadoria será calculada com base nos trinta e seis últimos salários de contribuição anteriores àquela data, apurados no período de quarenta e oito meses, e reajustada pelos mesmos índices aplicados ao benefício a que o segurado fazia jus, até a data de entrada do requerimento.
§ 3ºPara o segurado que tenha cumprido os requisitos a que se refere o caput no período entre 29 de novembro de 1999 e 13 de novembro de 2019 e que optar pela aposentadoria em conformidade com as regras vigentes à época, a renda mensal inicial será calculada na forma prevista no art. 188-E e reajustada pelos mesmos índices aplicados aos benefícios do RGPS, até a data de entrada do requerimento.
§ 4ºO valor da renda mensal da aposentadoria proporcional será equivalente a setenta por cento da média apurada na forma prevista nos § 2º e § 3º, acrescida de cinco pontos percentuais por ano de contribuição que supere a soma a que se refere o inciso II do caput, até o limite de cem por cento.” (NR)

“

Art. 188-A.
Será assegurada a concessão de aposentadoria, a qualquer tempo, ao segurado do RGPS, inclusive o oriundo de regime próprio de previdência social, que, até 13 de novembro de 2019, uma vez cumprido o período de carência exigido, tenha cumprido os seguintes requisitos:
Ino caso de aposentadoria por idade - sessenta e cinco anos de idade, se homem, e sessenta anos de idade, se mulher;
IIno caso de aposentadoria por tempo de contribuição:
a)para os professores que comprovem tempo de efetivo exercício exclusivamente em função de magistério na educação infantil, no ensino fundamental ou no ensino médio:

1. trinta anos de contribuição, se homem; ou

2. vinte e cinco anos de contribuição, se mulher; e

b)para os demais segurados:

1. trinta e cinco anos de contribuição, se homem; e

2. trinta anos de contribuição, se mulher; ou

IIIno caso de aposentadoria especial - quinze, vinte ou vinte e cinco anos de contribuição, conforme o caso, para os segurados sujeitos a condições especiais que prejudiquem a sua saúde ou a sua integridade física.
§ 5ºO valor da renda mensal da aposentadoria concedida na forma prevista neste artigo será apurado na data de 13 de novembro de 2019, em conformidade com o disposto nos art. 188-E e art. 188-F, e reajustado pelos mesmos índices aplicados ao benefício até a data do requerimento.” (NR)

“

Art. 188-E.
O salário de benefício a ser utilizado para apuração do valor da renda mensal dos benefícios concedidos com base em direito adquirido até 13 de novembro de 2019 consistirá:
Ipara as aposentadorias por idade e por tempo de contribuição, na média aritmética simples dos maiores salários de contribuição correspondentes a oitenta por cento de todo o período contributivo, multiplicada pelo fator previdenciário; e
IIpara as aposentadorias por invalidez e especial, auxílio-doença e auxílio-acidente, na média aritmética simples dos maiores salários de contribuição correspondentes a oitenta por cento de todo o período contributivo.
§ 1ºNo caso das aposentadorias por idade, por tempo de contribuição e especial, o divisor considerado no cálculo da média a que se referem os incisos I e II do caput não poderá ser inferior a sessenta por cento do período decorrido da competência julho de 1994 até a data de início do benefício, limitado a cem por cento de todo o período contributivo.
§ 2ºO fator previdenciário a que se refere o inciso I do caput será calculado com base na idade, na expectativa de sobrevida e no tempo de contribuição do segurado ao se aposentar, por meio da seguinte a fórmula:

Em que:

f = fator previdenciário;

Es = expectativa de sobrevida no momento da aposentadoria;

Tc = tempo de contribuição até o momento da aposentadoria;

Id = idade no momento da aposentadoria; e

a = alíquota de contribuição correspondente a 0,31.

§ 3ºPara fins do disposto no § 2º, a expectativa de sobrevida do segurado na idade da aposentadoria será obtida a partir da tábua completa de mortalidade construída pelo IBGE para toda a população brasileira, considerada a média nacional única para ambos os sexos.
§ 4ºOs benefícios previdenciários requeridos a partir da data de publicação da tábua de mortalidade considerarão a nova expectativa de sobrevida.
§ 5ºPara efeito da aplicação do fator previdenciário, ao tempo de contribuição do segurado serão adicionados:
Icinco anos, se mulher; ou
IIno caso de professores que comprovem tempo de efetivo exercício exclusivamente em função de magistério na educação infantil, no ensino fundamental ou no ensino médio:
a)cinco anos, se homem; e
b)dez anos, se mulher.
§ 6ºFica garantida a aplicação do fator previdenciário no cálculo das aposentadorias por tempo de contribuição e por idade devidas ao segurado com deficiência, se resultar em renda mensal de valor mais elevado, hipótese em que caberá ao INSS, quando da concessão do benefício, proceder ao cálculo da renda mensal inicial com e sem a aplicação do fator previdenciário.
§ 7ºFica garantido ao segurado com direito à aposentadoria por idade na forma do disposto no art. 188-H a opção pela não aplicação do fator previdenciário e caberá ao INSS, quando da concessão do benefício, proceder ao cálculo da renda mensal inicial com e sem o fator previdenciário.
§ 8ºO segurado que tiver cumprido os requisitos para a aposentadoria por tempo de contribuição poderá optar pela não incidência do fator previdenciário no cálculo de sua aposentadoria se o total resultante da soma de sua idade e de seu tempo de contribuição, incluídas as frações, tiver atingido o número de pontos:
Ia partir de 5 de novembro de 2015 até 30 de dezembro de 2018:
a)igual ou superior a noventa e cinco pontos, se homem, observado o tempo mínimo de contribuição de trinta e cinco anos; ou
b)igual ou superior a oitenta e cinco pontos, se mulher, observado o tempo mínimo de contribuição de trinta anos; e
IIde 31 de dezembro de 2018 até 31 de dezembro de 2019:
a)igual ou superior a noventa e seis pontos, se homem, observado o tempo mínimo de contribuição de trinta e cinco anos; ou
b)igual ou superior a oitenta e seis pontos, se mulher, observado o tempo mínimo de contribuição de trinta anos.
§ 9ºPara fins de aplicação do disposto no caput e no § 8º, o tempo mínimo de contribuição dos professores que comprovarem tempo de efetivo exercício exclusivamente em função de magistério na educação infantil, no ensino fundamental ou no ensino médio será de trinta anos de contribuição, se homem, e vinte e cinco anos de contribuição, se mulher.
§ 10ºNa hipótese prevista no § 9º, ao resultado da soma da idade do professor e de seu tempo de contribuição serão acrescidos cinco pontos.” (NR)

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Art. 188-F.
A renda mensal do benefício concedido ao segurado de que trata o art. 188-A será calculada sobre o salário de benefício, apurado na forma prevista no art. 188-E, ao qual serão aplicados os seguintes percentuais:
Ino caso de aposentadoria por idade - setenta por cento do salário de benefício, mais um ponto percentual por grupo de doze contribuições mensais, até o máximo de trinta por cento;
IIno caso de aposentadoria por tempo de contribuição:
a)cem por cento do salário de benefício aos trinta anos de contribuição, se mulher;
b)cem por cento do salário de benefício aos trinta e cinco anos de contribuição, se homem; e
c)no caso de professores que comprovem tempo de efetivo exercício exclusivamente em função de magistério na educação infantil, no ensino fundamental ou no ensino médio:

1. cem por cento do salário de benefício aos vinte e cinco anos de contribuição, se mulher; e

2. cem por cento do salário de benefício aos trinta anos de contribuição, se homem; e

IIIno caso de aposentadoria especial - cem por cento do salário de benefício.
Parágrafo únicoPara fins de cálculo do percentual de acréscimo de que trata o inciso I do caput, presume-se como efetivado o recolhimento correspondente quando se tratar de segurado empregado, empregado doméstico ou trabalhador avulso.” (NR)

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Art. 188-G.
O tempo de contribuição até 13 de novembro de 2019 será contado de data a data, desde o início da atividade até a data do desligamento, considerados, além daqueles referidos no art. 19-C, os seguintes períodos:
Io tempo de serviço militar, exceto se já contado para inatividade remunerada nas Forças Armadas ou auxiliares ou para aposentadoria no serviço público federal, estadual, distrital ou municipal, ainda que anterior à filiação ao RGPS, obrigatório, voluntário ou alternativo, assim considerado o tempo atribuído pelas Forças Armadas àqueles que, após o alistamento, alegaram imperativo de consciência, entendido como tal aquele decorrente de crença religiosa ou de convicção filosófica ou política, para se eximirem de atividades de caráter militar;
IIo tempo em que o anistiado político esteve compelido ao afastamento de suas atividades profissionais, em decorrência de punição ou de fundada ameaça de punição, por motivo exclusivamente político, situação que será comprovada nos termos do disposto na Lei nº 10.559, de 13 de novembro de 2002;
IIIo tempo de serviço público federal, estadual, distrital ou municipal, inclusive aquele prestado a autarquia, sociedade de economia mista ou fundação instituída pelo Poder Público, regularmente certificado na forma prevista na Lei nº 3.841, de 15 de dezembro de 1960, desde que a certidão tenha sido requerida na entidade para a qual o serviço tenha sido prestado até 30 de setembro de 1975, data imediatamente anterior ao início da vigência da Lei nº 6.226, de 14 de junho de 1975;
IVo tempo de serviço do segurado trabalhador rural anterior à competência novembro de 1991;
Vo tempo de exercício de mandato classista junto a órgão de deliberação coletiva em que, nessa qualidade, tenha havido contribuição para a previdência social;
VIo tempo de serviço prestado à Justiça dos Estados, às serventias extrajudiciais e às escrivanias judiciais, desde que não tenha havido remuneração pelo erário e que a atividade não estivesse, à época, vinculada a regime próprio de previdência social;
VIIo tempo de atividade dos auxiliares locais de nacionalidade brasileira no exterior amparados pela Lei nº 8.745, de 9 de dezembro de 1993, anteriormente a 1º de janeiro de 1994, desde que a sua situação previdenciária esteja regularizada no INSS;
VIIIo tempo de contribuição efetuado pelo servidor público de que tratam as alíneas “i”, “j” e “l” do inciso I do caput do art. 9º e o § 2º do art. 26, com fundamento do disposto nos art. 8º e art. 9º da Lei nº 8.162, de 8 de janeiro de 1991, e no art. 2º da Lei nº 8.688, de 21 de julho de 1993; e
IXo tempo exercido na condição de aluno-aprendiz referente ao período de aprendizado profissional realizado em escola técnica, desde que comprovados a remuneração pelo erário, mesmo que indireta, e o vínculo empregatício.
Parágrafo únicoO tempo de contribuição de que trata este artigo será considerado para fins de cálculo do valor da renda mensal de qualquer benefício.” (NR)

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Art. 188-H.
Ressalvado o direito de opção pelas aposentadorias de que tratam os art. 51, art. 188-I, art. 188-J, art. 188-K e art. 188-L, a aposentadoria por idade será devida, a qualquer tempo, ao segurado filiado ao RGPS até 13 de novembro de 2019 que cumprir, cumulativamente, os seguintes requisitos:
Isessenta anos de idade, se mulher, e sessenta e cinco anos de idade, se homem;
IIquinze anos de contribuição, para ambos os sexos; e
IIIcarência de cento e oitenta contribuições mensais, para ambos os sexos.
§ 1ºA partir de 1º de janeiro de 2020, serão acrescidos seis meses a cada ano à idade considerada mínima para a aposentadoria por idade para as mulheres até atingir sessenta e dois anos de idade.
§ 2ºA data do início da aposentadoria de que trata este artigo será estabelecida em conformidade com o disposto no art. 52.
§ 3ºO valor da aposentadoria de que trata este artigo corresponderá a sessenta por cento do salário de benefício definido na forma prevista no art. 32, com acréscimo de dois pontos percentuais para cada ano de contribuição que exceder o tempo de vinte anos de contribuição, para os homens, e de quinze anos de contribuição, para as mulheres.” (NR)

“

Art. 188-I.
Ressalvado o direito de opção pelas aposentadorias de que tratam os art. 51, art. 188-H, art. 188-J, art. 188-K e art. 188-L, observado o disposto no art. 199-A, a aposentadoria por tempo de contribuição será devida, a qualquer tempo, ao segurado filiado ao RGPS até 13 de novembro de 2019 que cumprir cumulativamente, os seguintes requisitos :
Itrinta anos de contribuição, se mulher, e trinta e cinco anos de contribuição, se homem;
IIsomatório da idade e do tempo de contribuição, incluídas as frações, equivalente a oitenta e seis pontos, se mulher, e noventa e seis pontos, se homem; e
IIIcarência de cento e oitenta contribuições mensais, para ambos os sexos.
§ 1ºA partir de 1º de janeiro de 2020, será acrescido um ponto a cada ano ao somatório considerado mínimo, a que se refere o inciso II do caput, até atingir o limite de cem pontos, se mulher, e de cento e cinco pontos, se homem.
§ 2ºA idade e o tempo de contribuição serão apurados em dias para o cálculo do somatório de pontos a que se refere o inciso II do caput.
§ 3ºA data do início da aposentadoria de que trata este artigo será estabelecida em conformidade com o disposto no art. 52.
§ 4ºO valor da aposentadoria de que trata este artigo será apurado na forma prevista no § 3º do art. 188-H.”(NR)

“

Art. 188-J.
Ressalvado o direito de opção pelas aposentadorias de que tratam os art. 51, art. 188-H, art. 188-I, art. 188-K e art. 188-L, observado o disposto no art. 199-A, a aposentadoria por tempo de contribuição será devida, a qualquer tempo, ao segurado filiado ao RGPS até 13 de novembro de 2019 que cumprir, cumulativamente, os seguintes requisitos:
Icinquenta e seis anos de idade, se mulher, e sessenta e um anos de idade, se homem;
IItrinta anos de contribuição, se mulher, e trinta e cinco anos de contribuição, se homem; e
IIIcarência de cento e oitenta contribuições mensais, para ambos os sexos.
§ 1ºA partir de 1º de janeiro de 2020, serão acrescidos seis meses a cada ano à idade considerada mínima para aposentadoria por tempo de contribuição até atingir sessenta e dois anos, para as mulheres, e sessenta e cinco anos, para os homens.
§ 2ºA data do início da aposentadoria de que trata este artigo será estabelecida em conformidade com o disposto no art. 52.
§ 3ºO valor da aposentadoria concedida em conformidade com o disposto neste artigo será apurado na forma prevista no § 3º do art. 188-H.”(NR)

“

Art. 188-K.
Ressalvado o direito de opção pelas aposentadorias de que tratam os art. 51, art. 188-H, art. 188-I, art. 188-J e art. 188-L, observado o disposto no art. 199-A, a aposentadoria por tempo de contribuição será devida, a qualquer tempo, ao segurado filiado ao RGPS até 13 de novembro de 2019 que contar com mais de vinte e oito anos de contribuição, se mulher, e com mais de trinta e três anos de contribuição, se homem, que cumprir, cumulativamente, os seguintes requisitos:
Itrinta anos de contribuição, se mulher, e trinta e cinco anos de contribuição, se homem;
IIcumprimento de período adicional de contribuição correspondente a cinquenta por cento do tempo que, em 13 de novembro de 2019, faltaria para atingir trinta anos de contribuição, se mulher, e trinta e cinco anos de contribuição, se homem; e
IIIcarência de cento e oitenta contribuições mensais, para ambos os sexos.
§ 1ºA data do início da aposentadoria de que trata este artigo será estabelecida em conformidade com o disposto no art. 52.
§ 2ºO valor da aposentadoria de que trata este artigo corresponderá ao valor do salário de benefício definido na forma prevista no art. 32, multiplicado pelo fator previdenciário, calculado na forma prevista nos § 2º ao § 5º do art. 188-E.
§ 3ºA aplicação do fator previdenciário no cálculo do valor da aposentadoria de que trata este artigo é obrigatória, observado o disposto no art. 32, hipótese em que não se aplica o disposto no art. 29-C da Lei nº 8.213, de 1991.” (NR)

“

Art. 188-L.
Ressalvado o direito de opção pelas aposentadorias de que tratam os art. 51, art. 188-H, art. 188-I, art. 188-J e art. 188-K, a aposentadoria por tempo de contribuição será devida, a qualquer tempo, ao segurado filiado ao RGPS até 13 de novembro de 2019 que cumprir, cumulativamente, os seguintes requisitos:
Icinquenta e sete anos de idade, se mulher, e sessenta anos de idade, se homem;
IItrinta anos de contribuição, se mulher, e trinta e cinco anos de contribuição, se homem;
IIIcumprimento de período adicional de contribuição correspondente ao tempo que, em 13 de novembro de 2019, faltaria para atingir trinta anos de contribuição, se mulher, e trinta e cinco anos de contribuição, se homem; e
IVcarência de cento e oitenta contribuições mensais, para ambos os sexos.
§ 1ºA data do início da aposentadoria de que trata este artigo será estabelecida em conformidade com o disposto no art. 52.
§ 2ºO valor da aposentadoria de que trata este artigo corresponderá a cem por cento do salário de benefício definido na forma prevista no art. 32.” (NR)

“

Art. 188-M.
Ressalvado o direito de opção pelas aposentadorias de que tratam os art. 51, art. 54, art. 188-H ao art. 188-L, art. 188-N e art. 188-O, observado o disposto nos § 2º e § 3º do art. 54, a aposentadoria por tempo de contribuição será devida, a qualquer tempo, ao professor filiado ao RGPS até 13 de novembro de 2019 que comprovar tempo de efetivo exercício exclusivamente em função de magistério na educação infantil, no ensino fundamental ou no ensino médio e que cumprir, cumulativamente, os seguintes requisitos:
Ivinte e cinco anos de contribuição, se mulher, e trinta anos de contribuição, se homem;
IIsomatório da idade e do tempo de contribuição, incluídas as frações, equivalente a oitenta e um pontos, se mulher, e noventa e um pontos, se homem; e
IIIcarência de cento e oitenta contribuições mensais, para ambos os sexos.
§ 1ºA partir de 1º de janeiro de 2020, será acrescido um ponto a cada ano ao somatório considerado mínimo, a que se refere o inciso II do caput, até atingir o limite de noventa e dois pontos, se mulher, e de cem pontos, se homem.
§ 2ºA idade e o tempo de contribuição serão apurados em dias para o cálculo do somatório de pontos a que se refere o inciso II do caput.
§ 3ºA data do início da aposentadoria de que trata este artigo será estabelecida em conformidade com o disposto no art. 52.
§ 4ºO valor da aposentadoria de que trata este artigo será apurado na forma prevista no § 3º do art. 188-H. ” (NR)

“

Art. 188-N.
Ressalvado o direito de opção pelas aposentadorias de que tratam os art. 51, art. 54, art. 188-H ao 188-M e art. 188-O, observado o disposto no art. 199-A, a aposentadoria por tempo de contribuição será devida, a qualquer tempo, ao professor filiado ao RGPS até 13 de novembro de 2019 que comprovar tempo de efetivo exercício exclusivamente em função de magistério na educação infantil, no ensino fundamental ou no ensino médio e cumprir, cumulativamente, os seguintes requisitos:
Icinquenta e um anos de idade, se mulher, e cinquenta e seis anos de idade, se homem;
IIvinte e cinco anos de contribuição, se mulher, e trinta anos de contribuição, se homem; e
IIIcarência de cento e oitenta contribuições mensais, para ambos os sexos.
§ 1ºA partir de 1º de janeiro de 2020, serão acrescidos seis meses a cada ano à idade considerada mínima para aposentadoria por idade até atingir cinquenta e sete anos, para as mulheres, e sessenta anos de idade, para os homens.
§ 2ºA data do início da aposentadoria de que trata este artigo será estabelecida em conformidade com o disposto no art. 52.
§ 3ºO valor da aposentadoria de que trata este artigo será apurado na forma prevista no § 3º do art. 188-H.” (NR)

“

Art. 188-O.
Ressalvado o direito de opção pelas aposentadorias de que tratam os art. 51, art. 54 e art. 188-H ao 188-N, observado o disposto nos § 2º e § 3º do art. 54, a aposentadoria por tempo de contribuição será devida, a qualquer tempo, ao professor filiado ao RGPS até 13 de novembro de 2019 que comprovar tempo de efetivo exercício exclusivamente em função de magistério na educação infantil, no ensino fundamental ou no ensino médio e que cumprir, cumulativamente, os seguintes requisitos:
Icinquenta e dois anos de idade, se mulher, e cinquenta e cinco anos de idade, se homem;
IIvinte e cinco anos de contribuição, se mulher, e trinta anos de contribuição, se homem;
IIIcumprimento de período adicional de contribuição correspondente ao tempo que, em 13 de novembro de 2019, faltaria para atingir vinte e cinco anos de contribuição, se mulher, e trinta anos de contribuição, se homem; e
IVcarência de cento e oitenta contribuições mensais, para ambos os sexos.
§ 1ºA data do início da aposentadoria de que trata este artigo será estabelecida em conformidade com o disposto no art. 52.
§ 2ºO valor da aposentadoria de que trata este artigo corresponderá a cem por cento do salário de benefício definido na forma prevista no art. 32.” (NR)

“

Art. 188-P.
Ressalvado o direito de opção pelas aposentadorias de que tratam os art. 51, art. 64 e art. 188-I ao 188-L, uma vez cumprido o período de carência exigido, a aposentadoria especial será devida ao segurado empregado, trabalhador avulso e contribuinte individual, este último somente quando cooperado filiado a cooperativa de trabalho ou de produção, filiados ao RGPS até 13 de novembro de 2019, quando o somatório da sua idade e do seu tempo de contribuição e o tempo de efetiva exposição forem, respectivamente, de:
Isessenta e seis pontos e quinze anos de efetiva exposição;
IIsetenta e seis pontos e vinte anos de efetiva exposição; ou
IIIoitenta e seis pontos e vinte e cinco anos de efetiva exposição.
§ 1ºA idade e o tempo de contribuição serão apurados em dias para o cálculo do somatório de pontos a que se refere o caput.
§ 2ºA data do início da aposentadoria de que trata este artigo será estabelecida em conformidade com o disposto no art. 52.
§ 3ºO valor da aposentadoria de que trata este artigo corresponderá a sessenta por cento do salário de benefício definido na forma prevista no art. 32, com acréscimo de dois pontos percentuais para cada ano de contribuição que exceder o tempo de vinte anos de contribuição, exceto na hipótese prevista no inciso I do caput, e das mulheres, cujo acréscimo será aplicado para cada ano que exceder quinze anos de tempo de contribuição.
§ 4ºA concessão da aposentadoria especial prevista neste artigo dependerá da comprovação, durante os períodos mínimos exigidos:
Ido tempo de trabalho permanente, não ocasional nem intermitente; e
IIda efetiva exposição do segurado a agentes químicos, físicos e biológicos prejudiciais à saúde ou à integridade física, ou a associação desses agentes, comprovada na forma prevista nos art. 64 ao art. 68.
§ 5ºA conversão de tempo de atividade sob condições especiais em tempo de atividade comum aplica-se somente ao trabalho prestado até 13 de novembro de 2019, em conformidade com o disposto na seguinte tabela:
§ 6ºA caracterização e a comprovação do tempo de atividade sob condições especiais obedecerão ao disposto na legislação em vigor à época da prestação do serviço.” (NR)

“

Art. 188-Q.
Para a aposentadoria por idade concedida a pessoa com deficiência, será assegurada, exclusivamente para fins de cálculo do valor da renda mensal, a conversão do período de exercício de atividade sujeito a condições especiais que prejudiquem a sua saúde ou a sua integridade física, cumprido na condição de pessoa com deficiência até 13 de novembro de 2019, vedado o cômputo do tempo convertido para fins de carência.” (NR)

“

Art. 198.
A contribuição do segurado empregado, inclusive o doméstico, e do trabalhador avulso é calculada por meio da aplicação da alíquota correspondente, de forma progressiva, sobre o seu salário de contribuição mensal, observado o disposto no art. 214, de acordo com a seguinte tabela, com vigência a partir de 1º de março de 2020:

.........................................................................................................” (NR)

“

Art. 199-A.
..............................................................................................

...................................................................................................................

IIdo segurado facultativo, observado o disposto no inciso II do § 1º; e
IIIaté a competência abril de 2011, do MEI, de que trata o § 26 do art. 9o, cuja contribuição deverá ser recolhida na forma regulamentada em ato do Comitê Gestor do Simples Nacional.
§ 1ºA alíquota de contribuição de que trata o caput é de cinco por cento:
Ia partir da competência maio de 2011, para o MEI, de que trata o § 26 do art. 9º, cuja contribuição deverá ser recolhida na forma regulamentada em ato do Comitê Gestor do Simples Nacional; e
IIa partir da competência setembro de 2011, para o segurado facultativo sem renda própria que se dedique exclusivamente ao trabalho doméstico no âmbito de sua residência, desde que pertencente a família de baixa renda, observado o disposto no
§ 2ºO segurado, inclusive aquele com deficiência, que tenha contribuído na forma do caput e do § 1º e pretenda contar o tempo de contribuição correspondente para fins de obtenção de aposentadoria por tempo de contribuição ou de contagem recíproca do tempo de contribuição deverá complementar a contribuição mensal.
§ 3ºA complementação de que trata o § 2º será feita por meio do recolhimento da diferença entre o percentual pago e o de vinte por cento sobre o valor correspondente ao limite mínimo mensal do salário de contribuição em vigor na competência a ser complementada, acrescido dos juros moratórios de que trata o § 3º do art. 5º da Lei no 9.430, de 27 de dezembro de 1996.
§ 4ºA contribuição complementar referida nos § 2º e § 3º será exigida a qualquer tempo, sob pena do indeferimento ou do cancelamento da certidão emitida para fins de contagem recíproca ou da aposentadoria por tempo de contribuição, observado o disposto no art. 347-A.
§ 5ºPara fins do disposto no inciso II do § 1º, considera-se de baixa renda a família inscrita no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal - CadÚnico cuja renda mensal seja de até dois salários-mínimos.
§ 6ºO segurado facultativo que auferir renda própria não poderá recolher contribuição na forma prevista no § 1º, exceto se a renda for proveniente, exclusivamente, de auxílios assistenciais de natureza eventual e temporária e de valores oriundos de programas sociais de transferência de renda, observado o disposto no
§ 5º” (NR)

“

Art. 200.
......................................................................
Ium inteiro e dois décimos por cento; e

.. . ................ . . .. .......... .

§ 11ºNão integram a base de cálculo da contribuição de que trata o caput a produção rural destinada ao plantio ou ao reflorestamento nem o produto animal destinado à reprodução ou à criação pecuária ou granjeira e à utilização como cobaia para fins de pesquisas científicas, quando vendido pelo próprio produtor a quem o utilize diretamente com essas finalidades e, no caso de produto vegetal, a pessoa ou entidade registrada no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento que se dedique ao comércio de sementes e mudas no País.
§ 12ºO produtor rural pessoa física poderá optar por contribuir na forma prevista no caput deste artigo ou na forma prevista no inciso I do caput do art. 201 e no art. 202, hipótese em que deverá manifestar a sua opção por meio do pagamento da contribuição incidente sobre a folha de salários relativa a janeiro de cada ano-calendário ou à primeira competência subsequente ao início da atividade rural.
§ 13ºA opção de contribuição de que trata o § 12 será irretratável para todo o ano-calendário.” (NR)

“

Art. 201.
.................................................................................................

....................................................................................................................

IVum inteiro e sete décimos por cento sobre o total da receita bruta proveniente da comercialização da produção rural, em substituição às contribuições previstas no inciso I do caput e no art. 202, quando se tratar de pessoa jurídica que tenha como fim apenas a atividade de produção rural.

...................................................... ............. ..

§ 2ºPara fins do disposto no inciso II do caput, integra a remuneração a bolsa de estudos paga ou creditada ao médico-residente participante do programa de residência médica de que trata o art. 4º da Lei nº 6.932, de 1981.

....... ...... ............ .

§ 4ºNa contratação de serviços de transporte rodoviário de carga ou de passageiro ou de serviços prestados com a utilização de trator, máquina de terraplenagem, colheitadeira e assemelhados a base de cálculo da contribuição da empresa corresponde a vinte por cento do valor registrado na nota fiscal, na fatura ou no recibo, quando esses serviços forem prestados sem vínculo empregatício por condutor autônomo de veículo rodoviário, auxiliar de condutor autônomo de veículo rodoviário, inclusive por taxista e motorista de transporte remunerado privado individual de passageiros, e operador de máquinas.

............... .............

§ 15ºPara fins do disposto no inciso IV do caput e no § 8º do art. 202, considera-se receita bruta o valor recebido ou creditado pela comercialização da produção, assim entendida a operação de venda ou consignação, observadas as disposições constantes dos § 5º e § 11 do art. 200.

...................................................................................................................

§ 23ºNos contratos de trabalho intermitente, a empresa recolherá as contribuições previdenciárias da empresa e do empregado e o valor devido ao FGTS, o qual será calculado com base nos valores pagos no período mensal, e fornecerá ao empregado o comprovante de cumprimento dessas obrigações.
§ 24ºNão integram a base de cálculo da contribuição de que trata o inciso IV do caput a produção rural destinada ao plantio ou ao reflorestamento nem o produto animal destinado à reprodução ou à criação pecuária ou granjeira e à utilização como cobaia para fins de pesquisas científicas, quando vendido pelo próprio produtor a quem o utilize diretamente com essas finalidades e, no caso de produto vegetal, a pessoa ou entidade registrada no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento que se dedique ao comércio de sementes e mudas no País.
§ 25ºO empregador rural pessoa jurídica poderá optar por contribuir na forma prevista no inciso I do caput deste artigo e no caput do art. 202 ou na forma prevista no inciso IV do caput deste artigo e no § 8º do art. 202, hipótese em que deverá manifestar a sua opção por meio do pagamento da contribuição incidente sobre a folha de salários relativa a janeiro de cada ano-calendário ou à primeira competência subsequente ao início da atividade rural.
§ 26ºA opção de contribuição de que trata o § 25 será irretratável para todo o ano-calendário.
§ 27ºA empresa contratante de serviços de hidráulica, eletricidade, pintura, alvenaria, carpintaria e manutenção ou reparo de veículos, executados por intermédio de MEI, mantém, em relação a essa contratação, a obrigatoriedade de recolhimento da contribuição a que se referem o inciso II do caput e o
§ 6º” (NR)

“

Art. 202.
.....................................................................................

.............................................................................................

§ 3ºConsidera-se preponderante a atividade que ocupa, em cada estabelecimento da empresa, o maior número de segurados empregados e de trabalhadores avulsos. -A Considera-se estabelecimento da empresa a dependência, matriz ou filial, que tenha número de Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica - CNPJ próprio e a obra de construção civil executada sob sua responsabilidade.

...................................................... ......................... ...”(NR)

“

Art. 202-A.
As alíquotas a que se refere o caput do art. 202 serão reduzidas em até cinquenta por cento ou aumentadas em até cem por cento em razão do desempenho da empresa, individualizada pelo seu CNPJ em relação à sua atividade econômica, aferido pelo Fator Acidentário de Prevenção - FAP.
§ 1ºO FAP consiste em multiplicador variável em um intervalo contínuo de cinco décimos a dois inteiros aplicado à respectiva alíquota, considerado o critério de truncamento na quarta casa decimal.
§ 2ºPara fins da redução ou da majoração a que se refere o caput, o desempenho da empresa, individualizada pelo seu CNPJ será discriminado em relação à sua atividade econômica, a partir da criação de índice composto pelos índices de gravidade, de frequência e de custo que pondera os respectivos percentis.
§ 4º...........................................................................................................
Ipara o índice de frequência, os registros de acidentes ou benefícios de natureza acidentária;
IIpara o índice de gravidade, as hipóteses de auxílio por incapacidade temporária, auxílio-acidente, aposentadoria por incapacidade permanente, pensão por morte e morte de natureza acidentária, aos quais são atribuídos pesos diferentes em razão da gravidade da ocorrência, da seguinte forma:
a)pensão por morte e morte de natureza acidentária - peso de cinquenta por cento;
b)aposentadoria por incapacidade permanente - peso de trinta por cento; e
c)auxílio por incapacidade temporária e auxílio-acidente - peso de dez por cento para cada; e
IIIpara o índice de custo, os valores dos benefícios de natureza acidentária pagos ou devidos pela previdência social.
§ 5ºO Ministério da Economia publicará, anualmente, no Diário Oficial da União, portaria para disponibilizar consulta ao FAP e aos róis dos percentis de frequência, gravidade e custo por subclasse da Classificação Nacional de Atividades Econômicas.

....................................................................................................................

§ 8ºO FAP será calculado a partir de 1º de janeiro do ano seguinte àquele ano em que o estabelecimento completar dois anos de sua constituição.
§ 10ºA metodologia aprovada pelo Conselho Nacional de Previdência indicará a sistemática de cálculo e a forma de aplicação de índices e critérios acessórios à composição do índice composto do FAP.” (NR)

“

Art. 211.
A contribuição previdenciária do empregador doméstico sobre o salário de contribuição do empregado doméstico a seu serviço será de:
Ioito por cento de contribuição patronal; e
IIoito décimos por cento de contribuição social para financiamento do seguro contra acidentes do trabalho.” (NR)

“

Art. 211-A.
O empregador doméstico não poderá contratar o MEI, de que trata o § 26 do art. 9º, quando existentes os elementos da relação de emprego doméstico, sob pena de ficar sujeito às obrigações dela decorrentes, inclusive trabalhistas, tributárias e previdenciárias.” (NR)

“

Art. 211-B.
O Simples Doméstico, instituído pela Lei Complementar nº 150, de 1º de junho de 2015, assegurará o recolhimento mensal por meio de documento único de arrecadação dos seguintes valores:
Isete inteiros e cinco décimos por cento a quatorze por cento de contribuição previdenciária, a cargo do segurado empregado doméstico, nos termos do disposto no art. 198;
IIoito por cento de contribuição patronal previdenciária, a cargo do empregador doméstico, nos termos do disposto no art. 211;
IIIoito décimos por cento de contribuição social para financiamento do seguro contra acidentes do trabalho, nos termos do disposto no art. 211;
IVoito por cento de contribuição para o FGTS;
Vtrês inteiros e dois décimos por cento de contribuição para fins de aplicação do disposto no art. 22 da Lei Complementar nº 150, de 2015; e
VIquando couber, percentual referente ao imposto sobre a renda retido na fonte de que trata o inciso I do caput do art. 7º da Lei nº 7.713, de 22 de dezembro de 1988.
§ 1ºAs contribuições, os depósitos e o imposto de que tratam os incisos I ao VI do caput incidem sobre a remuneração paga ou devida no mês anterior a cada empregado doméstico, incluída na remuneração a gratificação de natal.
§ 2ºA contribuição e o imposto de que tratam os incisos I e VI do caput serão descontados da remuneração do empregado doméstico pelo empregador doméstico, que é responsável por seu recolhimento.
§ 3ºO produto da arrecadação das contribuições, dos depósitos e do imposto de que trata o caput será centralizado na Caixa Econômica Federal.
§ 4ºA Caixa Econômica Federal, com base nos elementos identificadores do recolhimento, disponíveis no sistema do Simples Doméstico, transferirá para a Conta Única do Tesouro Nacional o valor arrecadado das contribuições e do imposto de que tratam os incisos I, II, III e VI do caput.
§ 5ºO recolhimento de que trata o caput será efetuado em instituições financeiras integrantes da rede arrecadadora de receitas federais.
§ 6ºO empregador doméstico fornecerá, mensalmente, ao empregado doméstico cópia do documento a que se refere o caput.
§ 7ºO recolhimento mensal, por meio de documento único de arrecadação, e a exigência das contribuições, dos depósitos e do imposto, nos valores definidos nos incisos I ao VI do caput, somente serão devidos a partir da competência outubro de 2015.” (NR)

“

Art. 211-C.
O empregador doméstico fica obrigado a pagar a remuneração devida ao empregado doméstico e a arrecadar e a recolher as contribuições, os depósitos e o imposto a que se referem os incisos I ao VI do caput do art. 211-B até o dia 7 do mês seguinte ao da competência.
§ 1ºOs valores a que se referem os incisos I, II, III e VI do caput do art. 211-B não recolhidos até a data de vencimento estarão sujeitos à incidência de encargos legais na forma prevista na legislação do imposto sobre a renda.
§ 2ºOs valores a que se referem os incisos IV e V do caput referentes ao FGTS não recolhidos até a data de vencimento serão corrigidos e terão a incidência de multa, observado o disposto na Lei nº 8.036, de 11 de maio de 1990.” (NR)

“

Art. 214.
.................................................................................................

....................................................................................................................

§ 9º............................................................................................................

...................................................................................................................

V...................................................................................

...................................................................................

j)ganhos eventuais expressamente desvinculados do salário por força de lei;
k)licença-prêmio indenizada;
l)outras indenizações, desde que expressamente previstas em lei; e
m)importâncias, ainda que habituais, pagas a título de ajuda de custo, auxílio-alimentação, vedado o seu pagamento em dinheiro, e diárias para viagem; e
n)prêmios e abonos;
VIa parcela recebida a título de vale-transporte, ainda que paga em dinheiro, na forma da legislação própria;

....................................................................................................................

IXa importância recebida a título de bolsa de complementação educacional de estagiário, quando paga nos termos do disposto na Lei nº 11.788, de 2008;

....................................................................................................................

XVIo valor relativo à assistência prestada por serviço médico ou odontológico, próprio ou não, inclusive o reembolso de despesas com medicamentos, óculos, aparelhos ortopédicos, próteses, órteses, despesas médico-hospitalares e outras similares, mesmo quando concedido em diferentes modalidades de planos e coberturas;

........................................................................................

XIXo valor relativo a plano educacional ou bolsa de estudo que vise à educação básica de empregados e de seus dependentes e, desde que vinculada às atividades desenvolvidas pela empresa, à educação profissional e tecnológica de empregados, nos termos do disposto na Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996, observados os seguintes requisitos:
a)o valor não ser utilizado em substituição de parcela salarial; e
b)o valor mensal do plano educacional ou da bolsa de estudo, considerado individualmente, não ultrapassar cinco por cento do valor da remuneração do segurado a que se destina ou o valor correspondente a cento e cinquenta por cento do valor do limite mínimo mensal do salário de contribuição, o que for maior;

...................................................................... .....................

XXVIo valor correspondente ao vale-cultura.

.................................................................................................................

§ 17ºPara fins de aplicação do disposto no § 16:
Ios critérios informadores dos valores despendidos pelas entidades religiosas e instituições de ensino vocacional aos ministros de confissão religiosa, membros de vida consagrada, de congregação ou de ordem religiosa não são taxativos e, sim, exemplificativos; e
IIos valores despendidos, ainda que pagos de forma e em montante diferenciados, em pecúnia ou a título de ajuda de custo de moradia, transporte ou formação educacional, vinculados exclusivamente à atividade religiosa não configuram remuneração direta ou indireta.
§ 18ºPara fins do disposto neste artigo, consideram-se prêmios as liberalidades concedidas pelo empregador em forma de bens, serviços ou valores em dinheiro a empregado ou a grupo de empregados, em razão de desempenho superior ao ordinariamente esperado no exercício de suas atividades.

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§ 20ºO salário de contribuição do condutor autônomo de veículo rodoviário, inclusive o taxista e o motorista de transporte remunerado privado individual de passageiros, do auxiliar de condutor autônomo e do operador de trator, máquina de terraplanagem, colheitadeira e assemelhados, sem vínculo empregatício, a que se referem os incisos I e II do § 15º do art. 9º, e do cooperado filiado a cooperativa de transportadores autônomos corresponde a vinte por cento do valor bruto auferido pelo frete, carreto ou transporte e não se admite a dedução de qualquer valor relativo aos dispêndios com combustível e manutenção do veículo.” (NR)

“

Art. 216.
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VIIIo empregador doméstico fica obrigado a arrecadar a contribuição do segurado empregado doméstico a seu serviço e recolhê-la, além dos demais valores de que trata o caput do art. 211-B, até o dia 7 do mês seguinte ao da competência; A - durante o período da licença-maternidade da empregada doméstica, o empregador doméstico fica obrigado a recolher apenas os valores de que tratam os incisos II ao V do caput do art. 211-B;

....................................................................................................................

§ 7ºPara apuração e constituição dos créditos a que se refere o § 1º do art. 348, a seguridade social utilizará como base de incidência o valor da média aritmética simples dos maiores salários de contribuição correspondentes a oitenta por cento de todo o período contributivo decorrido desde a competência julho de 1994, corrigidos mês a mês pelos mesmos índices utilizados para a obtenção do salário de benefício, observado o limite máximo a que se refere o § 5º do art. 214. -A O valor do salário de contribuição mensal, calculado na forma prevista no § 7º, sofrerá desindexação para apropriação no CNIS, conforme critérios definidos pelo INSS.

....................................................................................................................

§ 27º-A. O segurado que, no somatório de remunerações auferidas no período de um mês, receber remuneração inferior ao limite mínimo mensal do salário de contribuição poderá solicitar o ajuste das competências pertencentes ao mesmo ano civil, na forma por ele indicada, ou autorizar que os ajustes sejam feitos automaticamente, para que o limite mínimo mensal do salário de contribuição seja alcançado, por meio da opção por: -B. Para fins do disposto no § 27-A, o valor da contribuição referente ao décimo terceiro salário não poderá ser utilizado em decorrência do disposto no § 6º do art. 214. -C. É vedada a reversão da utilização e do agrupamento de que trata o § 27-A. -D. Caso ocorram eventos posteriores que gerem inconsistências no cálculo da contribuição na competência favorecida por complementação, utilização ou agrupamento, essa competência ficará pendente de regularização.

....................................................................................................................

Icomplementar a sua contribuição, observado que:
a)o recolhimento da complementação deverá ser efetuado pelo próprio segurado até o dia quinze do mês seguinte ao da competência de referência e, após essa data, com incidência dos acréscimos legais de que tratam os art. 238 e art. 239;
b)para o empregado, o empregado doméstico e o trabalhador avulso, a complementação será efetuada por meio da aplicação da alíquota de sete inteiros e cinco décimos por cento, inclusive para o mês em que exista contribuição concomitante na condição de contribuinte individual; e
c)para o contribuinte individual que preste serviço a empresa, de que trata o § 26, e que contribua exclusivamente nessa condição, a complementação será efetuada por meio da aplicação da alíquota de vinte por cento;
IIutilizar o valor da contribuição que exceder o limite mínimo de uma competência em outra, observado que:
a)para efeito de utilização da contribuição, serão considerados os salários de contribuição apurados por categoria, consolidados na competência de origem;
b)o salário de contribuição poderá ser utilizado para complementar uma ou mais competências com valor inferior ao limite mínimo, mesmo que em categoria distinta;
c)poderão ser utilizados valores excedentes ao limite mínimo do salário de contribuição de mais de uma competência para compor o salário de contribuição de apenas uma competência; e
d)utilizado o valor excedente, caso o salário de contribuição da competência favorecida ainda permaneça inferior ao limite mínimo, esse valor poderá ser complementado nos termos do disposto no inciso I; ou
IIIagrupar contribuições inferiores ao limite mínimo de diferentes competências, para aproveitamento em contribuições mínimas mensais, observado que:
a)as competências que não atingirem o valor mínimo do salário de contribuição poderão ser agrupadas desde que o resultado do agrupamento não ultrapasse o valor mínimo do salário de contribuição;
b)na hipótese de o resultado do agrupamento ser inferior ao limite mínimo do salário de contribuição, o segurado poderá complementar na forma prevista no inciso I ou utilizar valores excedentes na forma prevista no inciso II; e
c)as competências em que tenha havido exercício de atividade e tenham sido zeradas em decorrência do agrupamento poderão ser objeto de recolhimento pelo segurado, respeitado o limite mínimo.
§ 31ºA cooperativa de trabalho fica obrigada a descontar vinte por cento do valor da quota distribuída ao cooperado contribuinte individual por serviços por ele prestados por seu intermédio a empresas, a pessoas físicas e a entidades em gozo de isenção e recolher o produto dessa arrecadação até o dia vinte do mês subsequente ao da competência a que se referir ou até o dia útil imediatamente anterior, se não houver expediente bancário naquele dia.
§ 32ºFicam excluídos da obrigação de descontar a contribuição do contribuinte individual que lhe preste serviço:
Io produtor rural pessoa física;
IIo contribuinte individual equiparado a empresa;
IIIa missão diplomática e a repartição consular de carreiras estrangeiras; e
IVo proprietário ou dono de obra de construção civil, quando pessoa física.

..................... . . . .. . .................................... .

§ 35ºNa hipótese prevista no § 5º do art. 11, o segurado contribuirá com a mesma alíquota com a qual vinha contribuindo anteriormente.
§ 36ºA Secretaria Especial da Receita Federal do Brasil do Ministério da Economia disponibilizará ao INSS as informações e os registros das contribuições referentes ao desconto dos empregados, inclusive o doméstico, e dos trabalhadores avulsos e às complementações previstas no § 27-A para fins de aplicação do disposto no § 9º do art. 19 sobre a contagem de tempo de contribuição, inclusive para instrução e revisão de direitos e outorga de benefícios.
§ 37ºA complementação, o agrupamento e a utilização a que se refere o § 27-A não se aplicam ao contribuinte individual de que tratam os art. 199 e art. 199-A, cujo salário de contribuição não poderá ser inferior ao seu limite mínimo mensal.” (NR)

“

Art. 217.
Na requisição de mão de obra de trabalhador avulso efetuada em conformidade com o disposto na Lei nº 12.815, de 2013, e na Lei nº 9.719, de 27 de novembro de 1998, o responsável pelas obrigações previstas neste Regulamento, em relação aos segurados que lhe prestem serviços, é o operador portuário ou o tomador de mão de obra, inclusive o titular de instalação portuária de uso privativo, observadas as normas estabelecidas pelo INSS.

............................................................................................................” (NR)

“

Art. 218.
A empresa tomadora ou requisitante dos serviços de trabalhador avulso, cuja contratação de pessoal não seja abrangida pelo disposto na Lei nº 12.815, de 2013, e na Lei nº 9.719, de 1998, é responsável pelo cumprimento de todas as obrigações previstas neste Regulamento, além do preenchimento e da entrega da GFIP em relação aos segurados que lhe prestem serviços, observadas as normas estabelecidas pelo INSS.

............................................................................................................” (NR)

“

Art. 221-A.
O instituto da responsabilidade solidária não se aplica à administração pública direta, autárquica e fundacional, quando contratante de serviços, inclusive de obra de construção civil, reforma ou acréscimo, independentemente da forma de contratação.
Parágrafo únicoA administração pública contratante de serviços, inclusive de construção civil executados por meio de cessão de mão de obra ou empreitada parcial, efetuará a retenção prevista no art. 219.” (NR)

“

Art. 222-A.
As empresas integrantes de consórcio constituído nos termos do disposto nos art. 278 e art. 279 da Lei nº 6.404, de 15 de dezembro de 1976, respondem pelas contribuições devidas, em relação às operações praticadas pelo consórcio, na proporção de sua participação no empreendimento.
§ 1ºO consórcio que realizar a contratação, em nome próprio, de pessoas jurídicas e físicas, com ou sem vínculo empregatício, poderá efetuar a retenção das contribuições e cumprir as respectivas obrigações acessórias, hipótese em que as empresas consorciadas serão solidariamente responsáveis.
§ 2ºNa hipótese de a retenção das contribuições ou o cumprimento das obrigações acessórias relativas ao consórcio ser realizado por sua empresa líder, as empresas consorciadas também serão solidariamente responsáveis.
§ 3ºO disposto neste artigo abrange as contribuições destinadas a outras entidades e fundos, além da multa por atraso no cumprimento das obrigações acessórias.” (NR)

“

Art. 225.
................................................................................................

...................................................................................................................

VIIIcomunicar, mensalmente, os empregados a respeito dos valores descontados de sua contribuição previdenciária e, quando for o caso, dos valores da contribuição do empregador incidentes sobre a remuneração do mês de competência por meio de contracheque, recibo de pagamento ou documento equivalente.

....................................................................................................................

§ 5ºA empresa manterá arquivados os documentos comprobatórios do cumprimento das obrigações de que trata este artigo e os documentos comprobatórios do pagamento de benefícios previdenciários reembolsados até que ocorra a prescrição relativa aos créditos decorrentes das operações a que os documentos se refiram, observados o disposto no § 22 e nas normas estabelecidas pela Secretaria Especial da Receita Federal do Brasil do Ministério da Economia e pelo Conselho Curador do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço.

....................................................................................................................

§ 22ºA empresa que utiliza sistema de processamento eletrônico de dados para o registro de negócios e atividades econômicas, escrituração de livros ou produção de documentos de natureza contábil, fiscal, trabalhista e previdenciária fica obrigada a arquivar e conservar, devidamente certificados, os sistemas e os arquivos, em meio eletrônico ou assemelhado, durante o prazo decadencial de que trata o art. 348, os quais ficarão à disposição da fiscalização.

.. .. .. ...........................................................................................

§ 25ºA contribuição do empregador de que trata o inciso VIII do caput compreende aquela destinada ao seguro de acidentes do trabalho e ao financiamento da aposentadoria especial, sem prejuízo de outras contribuições incidentes sobre a remuneração do empregado.” (NR)

“

Art. 228.
titular do Cartório de Registro Civil de Pessoas Naturais remeterá ao INSS, no prazo de um dia útil, pelo Sistema Nacional de Informações de Registro Civil, ou pelo sistema que venha a substituí-lo, a relação dos nascimentos, dos natimortos, dos casamentos, dos óbitos, das averbações, das anotações e das retificações registradas na serventia.
§ 1ºPara os Municípios que não dispõem de provedor de conexão à internet ou de qualquer meio de acesso à internet, fica autorizada a remessa da relação no prazo de cinco dias úteis, conforme critérios definidos pelo INSS.
§ 2ºOs registros de nascimento e de natimorto conterão, obrigatoriamente, as seguintes informações do registrado e da filiação:
Inome completo;
IInúmero de inscrição no CPF;
IIIsexo; e
IVdata e local de nascimento.
§ 3ºOs registros de casamento e de óbito conterão, obrigatoriamente, as seguintes informações do registrado:
Inome completo;
IInúmero de inscrição no CPF;
IIIsexo; e
IVdata e local de nascimento do registrado.
§ 4ºAlém das informações a que se refere o § 3º, constarão dos registros de casamento e de óbito, caso estejam disponíveis, os seguintes dados:
Inúmero de inscrição no PIS ou no Pasep;
IINIT;
IIInúmero de benefício previdenciário ou assistencial, se o falecido for titular de qualquer benefício pago pelo INSS;
IVnúmero de registro da carteira de identidade e órgão emissor;
Vnúmero do título de eleitor; e
VInúmero de registro e série da Carteira de Trabalho e Previdência Social.
§ 5ºNa hipótese de não haver sido registrado nascimento, natimorto, casamento, óbito ou averbação, anotação e retificação no mês, o titular do Cartório de Registro Civil de Pessoas Naturais comunicará este fato ao INSS até o quinto dia útil do mês subsequente, na forma estabelecida pelo INSS.
§ 6ºO descumprimento de obrigação imposta por este artigo e o fornecimento de informação inexata sujeitarão o titular do Cartório de Registro Civil de Pessoas Naturais, além de outras penalidades, à penalidade prevista na alínea “e” do inciso I do caput do art. 283 e a ação regressiva, na forma estabelecida pelo INSS.” (NR)

“

Art. 239.
As contribuições sociais e outras importâncias arrecadadas pela Secretaria Especial da Receita Federal do Brasil do Ministério da Economia, incluídas ou não em notificação fiscal de lançamento, pagas com atraso, objeto ou não de parcelamento, ficam sujeitas a:

....................................................................................................................

§ 8ºSobre as contribuições devidas e apuradas com fundamento no inciso IV do caput do art. 127 e no § 1º do art. 348 incidirão juros moratórios de cinco décimos por cento ao mês, capitalizados anualmente, limitados ao percentual máximo de cinquenta por cento, e multa de dez por cento. -A A incidência de juros moratórios e multa de que trata o § 8º será estabelecida para fatos geradores ocorridos a partir de 14 de outubro de 1996.

............................................................................................................” (NR)

“

Art. 247.
A restituição e a compensação de valores recolhidos indevidamente observarão os termos e as condições estabelecidos pela Secretaria Especial da Receita Federal do Brasil do Ministério da Economia.” (NR)

“

Art. 255.
A dedução e o reembolso relativos a quotas do salário-família e do salário-maternidade e a compensação do adicional de insalubridade a que se refere o § 2º do art. 394-A da Consolidação das Leis do Trabalho, aprovada pelo Decreto-Lei nº 5.452, de 1943, observarão os termos e as condições estabelecidos pela Secretaria Especial da Receita Federal do Brasil do Ministério da Economia.” (NR)

“

Art. 303.
Conselho de Recursos da Previdência Social - CRPS é órgão colegiado de julgamento, integrante da estrutura do Ministério da Economia.
§ 1º...........................................................................................................
Ivinte e nove Juntas de Recursos, com a competência para julgar:
a)os recursos das decisões proferidas pelo INSS nos processos de interesse de seus beneficiários;
b)os recursos das decisões proferidas pelo INSS relacionados à comprovação de atividade rural de segurado especial de que trata o art. art. 38-B da Lei nº 8.213, de 1991, ou às demais informações relacionadas ao CNIS de que trata o art. 29-A da referida Lei;
c)os recursos de decisões relacionadas à compensação financeira de que trata a Lei nº 9.796, de 5 de maio de 1999;
d)as contestações relativas à atribuição do FAP aos estabelecimentos da empresa; e
e)os recursos relacionados aos processos sobre irregularidades verificadas em procedimento de supervisão e de fiscalização nos regimes próprios de previdência social e aos processos sobre apuração de responsabilidade por infração às disposições da Lei nº 9.717, de 1998;
IIquatro Câmaras de Julgamento, com sede em Brasília, Distrito Federal, com a competência para julgar os recursos interpostos contra as decisões proferidas pelas Juntas de Recursos; e

.............................................................................................................

§ 4ºAs Juntas de Recursos e as Câmaras de Julgamento, presididas por representante do Governo federal, são integradas por quatro conselheiros em cada turma, nomeados pelo Ministro de Estado da Economia, com a seguinte composição:
Ipara os órgãos com competência para processar e julgar as contestações ou os recursos de que tratam os incisos I, II e III do caput do art. 305:
a)dois representantes do Governo federal;
b)um representante das empresas; e
c)um representante dos trabalhadores; e
IIpara os órgãos com competência para processar e julgar os recursos de que tratam os incisos IV e V do caput do art. 305:
a)dois representantes do Governo federal;
b)um representante dos entes federativos; e
c)um representante dos servidores públicos.
§ 5ºO mandato dos conselheiros do CRPS é de três anos, permitida a recondução, cumpridos os seguintes requisitos:
Ios representantes do Governo federal serão escolhidos entre servidores federais, preferencialmente do Ministério da Economia ou do INSS, ou de outro órgão da administração pública federal, estadual, municipal ou distrital, com graduação em Direito, os quais prestarão serviços exclusivos ao CRPS, sem prejuízo dos direitos e das vantagens percebidos no cargo de origem;
IIos representantes das empresas e dos trabalhadores serão escolhidos entre os indicados em lista tríplice pelas entidades de classe ou sindicais das respectivas jurisdições, com graduação em Direito, e serão enquadrados como segurados obrigatórios do RGPS na condição de contribuintes individuais;
IIIos representantes dos entes federativos e dos servidores públicos serão escolhidos entre os indicados em lista tríplice pelo Conselho Nacional dos Regimes Próprios de Previdência Social, observadas as respectivas representações, com graduação em Direito, e manterão a qualidade de segurados do regime próprio a que estejam vinculados; e
IVos representantes não poderão incidir em situações que caracterizem conflito de interesses, nos termos do disposto no art. 10 da Lei nº 12.813, de 16 de maio de 2013.
§ 6ºA gratificação dos membros de Câmara de Julgamento e Junta de Recursos será definida em ato do Ministro de Estado da Economia.

...........................................................................................................

§ 12ºO afastamento do representante dos trabalhadores da empresa empregadora ou dos servidores do ente federativo não constitui motivo para alteração ou rescisão de seu vínculo contratual ou funcional.” (NR)

Das contestações e dos recursos

Art. 305.
Compete ao CRPS processar e julgar:
Ios recursos das decisões proferidas pelo INSS nos processos de interesse de seus beneficiários;
IIas contestações e os recursos relativos à atribuição, pelo Ministério da Economia, do FAP aos estabelecimentos das empresas;
IIIos recursos das decisões proferidas pelo INSS relacionados à comprovação de atividade rural de segurado especial de que trata o art. 19-D ou às demais informações relacionadas ao CNIS de que trata o art. 19;
IVos recursos das decisões relacionadas à compensação financeira de que trata a Lei nº 9.796, de 1999; e
Vos recursos relacionados aos processos sobre irregularidades verificadas em procedimento de supervisão e de fiscalização nos regimes próprios de previdência social e aos processos sobre apuração de responsabilidade por infração às disposições da Lei nº 9.717, de 1998.
§ 1ºO prazo para interposição de contestações e recursos ou para oferecimento de contrarrazões será de trinta dias, contado:
Ino caso das contestações, da publicação no Diário Oficial da União das informações sobre a forma de consulta ao FAP;
IIno caso dos recursos, da ciência da decisão; e
IIIno caso das contrarrazões, da interposição do recurso.
§ 3ºO INSS, a Secretaria Especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia e, quando for o caso, na hipótese prevista no inciso IV do caput, os entes federativos poderão reformar suas decisões e deixar de encaminhar, no caso de reforma favorável ao interessado, a contestação ou o recurso à instância competente ou de rever o ato para o não prosseguimento da contestação ou do recurso.

...................................................................................................................

§ 6ºAs contestações e os recursos a que se refere o inciso II do caput deverão dispor, exclusivamente, sobre razões relativas a divergências quanto aos elementos que compõem o cálculo do FAP.
§ 7ºExceto se houver disposição em contrário disciplinada em ato do INSS, as razões do indeferimento e os demais elementos que compõem o processo administrativo previdenciário substituirão as contrarrazões apresentadas pelo INSS, hipótese em que o processo poderá ser remetido ao CRPS imediatamente após a interposição do recurso pelo interessado, preferencialmente por meio eletrônico.
§ 8ºAto conjunto do INSS e do CRPS estabelecerá os procedimentos operacionais relativos à tramitação dos recursos das decisões proferidas pelo INSS. ” (NR)

“

Art. 307.
A propositura pelo interessado de ação judicial que tenha por objeto idêntico pedido sobre o qual verse o processo administrativo importará renúncia ao direito de contestar e recorrer na esfera administrativa, com a consequente desistência da contestação ou do recurso interposto.” (NR)

“

Art. 308.
s recursos interpostos tempestivamente contra decisões proferidas pelas Juntas de Recursos e pelas Câmaras de Julgamento do CRPS têm efeito suspensivo e devolutivo.

...........................................................................................................” (NR)

“

Art. 309.
Na hipótese de haver controvérsia em matéria previdenciária, na aplicação de lei ou de ato normativo, entre órgãos do Ministério da Economia, entidades a ele vinculadas e, na hipótese prevista no inciso IV do caput do art. 305, entes federativos, ou ocorrência de questão previdenciária de relevante interesse público ou social, o órgão ministerial ou a entidade interessada poderá, por intermédio de seu dirigente, solicitar ao Ministro de Estado da Economia solução para a controvérsia ou questão.

..........................................................................................................” (NR)

“

Art. 319.
INSS notificará o interessado de sua decisão, preferencialmente por meio eletrônico, por meio de cadastramento prévio, na forma definida pelo INSS, realizado por procedimento em que seja assegurada a identificação adequada do interessado ou:
Ipor rede bancária, conforme definido em ato do INSS;
IIpor via postal, por meio de carta simples destinada ao endereço constante do cadastro do segurado no INSS, hipótese em que o aviso de recebimento será considerado prova suficiente da notificação; ou
IIIpessoalmente, quando entregue ao interessado em mão.” (NR)

“

Art. 321.
contrato, o convênio, o credenciamento e o acordo celebrados que impliquem pagamento de benefícios deverão ser publicados, em síntese, em boletim de serviço.” (NR)

“

Art. 332.
INSS estabelecerá indicadores qualitativos e quantitativos para acompanhamento e avaliação das concessões de benefícios realizadas.” (NR)

“

Art. 333.
INSS adotará como prática o cruzamento das informações declaradas pelos segurados com as informações constantes das bases de dados de que dispuser quando da análise dos requerimentos dos benefícios.” (NR)

“

Art. 337.
acidente do trabalho será caracterizado tecnicamente pela Perícia Médica Federal, por meio da identificação do nexo causal entre o trabalho e o agravo.

.....................................................................................................................

§ 5ºReconhecidos pela Perícia Médica Federal a incapacidade para o trabalho e o nexo causal entre o trabalho e o agravo, na forma prevista no § 3º, serão devidas as prestações acidentárias a que o beneficiário tiver direito.
§ 6ºA Perícia Médica Federal deixará de aplicar o disposto no § 3º quando demonstrada a inexistência de nexo causal entre o trabalho e o agravo, sem prejuízo do disposto nos § 7º e
§ 12º§ 12º

....................................................................................................................

§ 9ºCaracterizada a impossibilidade de atendimento ao disposto no § 8º, motivada pelo não conhecimento tempestivo do diagnóstico do agravo, o requerimento de que trata o § 7º poderá ser apresentado no prazo de quinze dias, contado da data em que a empresa tomar ciência da decisão a que se refere o
§ 5º§ 5º

............................................................................................................” (NR)

“

Art. 338.
..................................................................................................

......................................................................................................................

§ 2ºA Perícia Médica Federal terá acesso aos ambientes de trabalho e a outros locais onde se encontrem os documentos referentes ao controle médico de saúde ocupacional e aqueles que digam respeito ao programa de prevenção de riscos ocupacionais para verificar a eficácia das medidas adotadas pela empresa para a prevenção e o controle das doenças ocupacionais.

....................................................................................................................

§ 4ºSempre que a Perícia Médica Federal constatar o descumprimento do disposto neste artigo, esta comunicará formalmente aos demais órgãos interessados, inclusive para fins de aplicação e cobrança da multa devida.” (NR)

“

Art. 341.
INSS ajuizará ação regressiva contra os responsáveis nas hipóteses de:
Inegligência quanto às normas-padrão de segurança e higiene do trabalho indicadas para proteção individual e coletiva; e
IIviolência doméstica e familiar contra a mulher, nos termos do disposto na Lei nº 11.340, de 7 de agosto de 2006.
§ 1ºOs órgãos de fiscalização das relações de trabalho encaminharão à Procuradoria-Geral Federal os relatórios de análise de acidentes do trabalho com indícios de negligência quanto às normas-padrão de segurança e higiene do trabalho indicadas para proteção individual e coletiva.
§ 2ºO pagamento de prestações pela previdência social em decorrência das hipóteses previstas nos incisos I e II do caput não exclui a responsabilidade civil da empresa, na hipótese de que trata o inciso I do caput, ou do responsável pela violência doméstica e familiar, na hipótese de que trata o inciso II do caput.” (NR)

“

Art. 342.
pagamento pela previdência social das prestações decorrentes do acidente a que se refere o art. 336 não exclui a responsabilidade civil da empresa, do empregador doméstico ou de terceiros.” (NR)

“

Art. 345.
.................................................................................................
Ido acidente, quando dele resultar a morte ou a incapacidade temporária verificada em perícia médica a cargo da Perícia Médica Federal; ou
IIem que for reconhecido pela Perícia Médica Federal a incapacidade permanente ou o agravamento das sequelas do acidente.” (NR)

“

Art. 346.
segurado que houver sofrido o acidente a que se refere o art. 336 terá garantida, pelo prazo mínimo de doze meses, a manutenção de seu contrato de trabalho na empresa, após a cessação do auxílio por incapacidade temporária decorrente de acidente, independentemente da percepção de auxílio-acidente.” (NR)

“

Art. 347.
É de dez anos o prazo de decadência de todo e qualquer direito ou ação do segurado ou beneficiário para a revisão dos atos de concessão, indeferimento, cancelamento ou cessação de benefício e dos atos de deferimento, indeferimento ou não concessão de revisão de benefício, contado:
Ido primeiro dia do mês subsequente ao do recebimento da primeira prestação ou da data em que a prestação deveria ter sido paga com o valor revisto; ou
IIdo dia em que o segurado tiver ciência da decisão de indeferimento, cancelamento ou cessação do seu pedido de benefício ou da decisão de deferimento ou indeferimento de revisão de benefício no âmbito administrativo.

....................................................................................................................

§ 4ºNas hipóteses de requerimento de revisão de benefício em manutenção ou de recurso de decisão do INSS com apresentação de novos elementos extemporaneamente ao ato concessório, os efeitos financeiros serão fixados na data do pedido de revisão ou do recurso.” (NR)

“

Art. 348.
direito da seguridade social de apurar e constituir seus créditos extingue-se no prazo de cinco anos, contado:

..................... ...” (NR)

“

Art. 349.
direito da seguridade social de cobrar seus créditos, constituídos na forma prevista no art. 348, prescreverá no prazo de cinco anos, contado da data de sua constituição definitiva, observado o disposto nos art. 151 e art. 174 da Lei nº 5.172, de 25 de outubro de 1966 - Código Tributário Nacional.” (NR)

“

Art. 352.
Para fins de reconhecimento inicial de benefícios previdenciários, desde que este não acarrete revisão de ato administrativo anterior, o Presidente do INSS poderá editar súmulas administrativas, que terão caráter vinculante perante o INSS nas seguintes hipóteses:
Isobre tema a respeito do qual exista súmula ou parecer emitido pelo Advogado-Geral da União; e
IIsobre tema decidido pelo Supremo Tribunal Federal, em matéria constitucional, ou pelo Superior Tribunal de Justiça, no âmbito de suas competências, quando definido em sede de repercussão geral ou recurso repetitivo e não houver viabilidade de reversão da tese firmada em sentido desfavorável ao INSS, conforme disciplinado pelo Advogado-Geral da União, nos termos do disposto no § 2º do art. 19-D da Lei nº 10.522, de 19 de julho de 2002.
§ 1ºA edição da súmula administrativa de que trata este artigo será precedida de avaliação de impacto orçamentário e financeiro pela Secretaria Especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia.
§ 2ºAs súmulas administrativas serão numeradas em ordem cronológica e terão validade até que lei, decreto ou outra súmula discipline a matéria de forma diversa, e competirá ao INSS mantê-las atualizadas em seus sítios eletrônicos.
§ 3ºPara fins do disposto neste artigo, a Procuradoria Federal Especializada junto ao INSS emitirá parecer conclusivo para propor a edição, a alteração ou o cancelamento de súmula administrativa, da qual deverá constar o fundamento para a sua edição.” (NR)

“

Art. 357.
A Secretaria Especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia e o INSS ficam autorizados a editar normas que disponham sobre os critérios e a forma de realização de pesquisas externas.

...........................................................................................................” (NR)

“

Art. 368.
.................................................................................................

....................................................................................................................

Parágrafo únicoO fornecimento das informações a que se referem os incisos I e III do caput poderá ocorrer por meio da sua disponibilização pelos canais de atendimento do INSS previstos na Carta de Serviços ao Usuário do INSS.” (NR)
Art. 2.
Até a edição do ato de que trata o § 6º do art. 303 do Regulamento da Previdência Social, aprovado pelo Decreto nº 3.048, de 1999, ficam mantidas as gratificações devidas aos membros do Conselho de Recursos da Previdência Social - CRPS na data de entrada em vigor deste Decreto.
Art. 3.
O regimento interno do CRPS estabelecerá período de transição para que o requisito de graduação em Direito, a que se refere o § 5º do art. 303 do Regulamento da Previdência Social, aprovado pelo Decreto nº 3.048, de 1999, passe a ser exigido de todos os conselheiros.
Parágrafo únicoDurante o período de transição a que se refere o caput, será exigido o grau de escolaridade em nível superior, sem prejuízo dos requisitos adicionais atualmente previstos no regimento interno do CRPS.
Art. 4.
Para fins de acesso a benefícios da pessoa com deficiência, até que seja aprovado o instrumento específico para a avaliação biopsicossocial da pessoa com deficiência, realizada por equipe multiprofissional e interdisciplinar, será utilizado o instrumento aprovado pela Portaria Interministerial AGU/MPS/MF/SRDH/MP nº 1, de 27 de janeiro de 2014.
Art. 5.
O Anexo V ao Regulamento da Previdência Social, aprovado pelo Decreto nº 3.048, de 1999, passa a vigorar na forma do Anexo a este Decreto.
Art. 6.
Ficam revogados os seguintes dispositivos do Regulamento da Previdência Social, aprovado pelo Decreto nº 3.048, de 1999:
Ido caput do art. 9º:
a)as alíneas “f” a “h” do inciso V; e
b)as alíneas “c” a “j” do inciso VI;
IIa alínea “e” do inciso III do caput do art. 17;
IIIo § 1º do art. 18;
IVdo art. 19:
a)as alíneas “a” e “b” do inciso II do § 3º; e
b)os incisos I e III do § 4º;
Vo art. 21;
VIo parágrafo único do art. 30;
VIIo parágrafo único do art. 31;
VIIIdo art. 32:
a)os incisos I e II do caput;
b)os § 11 ao § 14;
c)os § 16 e § 17;
d)os incisos I a III do § 18; e
e)o § 19;
IXdo art. 34:
a)os incisos I a III do caput;
b)os § 2º ao § 4º;
c)os incisos I e II do § 5º; e
d)o § 6º;
Xo § 2º do art. 35;
XIo § 7º do art. 36;
XIIo art. 38;
XIIIos incisos I ao VI do caput do art. 39;
XIVo parágrafo único do art. 46;
XVo parágrafo único do art. 50;
XVIos § 3º e § 4º do art. 51;
XVIIos art. 58 ao art. 63;

XVIII - o art. 70;

XIXo § 4º do art. 70-D;
XXo § 3º do art. 70-F;
XXIos art. 75-A e art. 75-B;
XXIIo parágrafo único do art. 76-A;

XXIII - os incisos I e II do caput do art. 83;

XXIVos incisos I ao III do caput do art. 93-A;
XXVos incisos I ao III do caput do art. 104;
XXVIo parágrafo único do art. 106;

XXVII - o parágrafo único do art. 113;

XXVIII - o § 2º do art. 122;

XXIXo parágrafo único do art. 123;
XXXos incisos I e II do caput do art. 146;
XXXIo inciso V do § 6º do art. 154;

XXXII - o parágrafo único do art. 162;

XXXIII - o art. 181-A;

XXXIV - o parágrafo único do art. 181-B;

XXXVo parágrafo único do art. 183-A;

XXXVI - o parágrafo único do art. 187;

XXXVII - os § 1º, § 2º e § 4º do art. 188-A;

XXXVIII - o art. 188-B;

XXXIX - do art. 201:

a)o inciso III do caput; e
b)o § 20;

XL - os § 11 e § 12 do art. 202;

XLI - do art. 202-A:

a)as alíneas “a” e “b” do inciso III do § 4º; e
b)o § 9º;

XLII - o art. 202-B;

XLIII - do art. 214:

a)o § 8º;
b)o inciso VIII do § 9º; e
c)o § 13;

XLIV - os § 16 e § 18 do art. 216;

XLV - do art. 225:

a)o inciso V do caput; e
b)o § 7º;

XLVI - o parágrafo único do art. 228;

XLVII - o art. 244;

XLVIII - os § 1º ao § 3º do art. 247;

XLIX - os art. 248 ao art. 254;

L - o § 1º e o § 3º do art. 255;

LI - os incisos I, II e III do § 6º do art. 303;

LII - o parágrafo único do art. 319;

LIII - os art. 329-A e art. 329-B;

LIV - o art. 330;

LV - os incisos I ao III do caput do art. 337;

LVI - o parágrafo único do art. 341; e

LVII - o parágrafo único do art. 352.

Art. 7.
Este Decreto entra em vigor:
Iquanto ao art. 1º, na parte em que altera o § 1º do art. 120 do Regulamento da Previdência Social, aprovado pelo Decreto nº 3.048, de 1999, em 1º de janeiro de 2021; e
IIquanto aos demais dispositivos, na data da sua publicação.

Brasília, 30 de junho de 2020; 199º da Independência e 132º da República.

JAIR MESSIAS BOLSONARO

Paulo Guedes

Este texto não substitui o publicado no DOU de 1º.7.2020.

ANEXO

(Anexo V ao Regulamento da Previdência Social, aprovado pelo Decreto nº 3.048, de 6 de maio de 1999)

RELAÇÃO DE ATIVIDADES PREPONDERANTES E CORRESPONDENTES GRAUS DE RISCO CONFORME A CLASSIFICAÇÃO NACIONAL DE ATIVIDADES ECONÔMICAS

CNAE 2.3DescriçãoAlíquota (%)
0111-3/01Cultivo de arroz3
0111-3/02Cultivo de milho3
0111-3/03Cultivo de trigo2
0111-3/99Cultivo de outros cereais não especificados anteriormente3
0112-1/01Cultivo de algodão herbáceo3
0112-1/02Cultivo de juta3
0112-1/99Cultivo de outras fibras de lavoura temporária não especificadas anteriormente3
0113-0/00Cultivo de cana-de-açúcar3
0114-8/00Cultivo de fumo3
0115-6/00Cultivo de soja3
0116-4/01Cultivo de amendoim2
0116-4/02Cultivo de girassol2
0116-4/03Cultivo de mamona3
0116-4/99Cultivo de outras oleaginosas de lavoura temporária não especificadas anteriormente3
0119-9/01Cultivo de abacaxi2
0119-9/02Cultivo de alho2
0119-9/03Cultivo de batata-inglesa3
0119-9/04Cultivo de cebola2
0119-9/05Cultivo de feijão3
0119-9/06Cultivo de mandioca3
0119-9/07Cultivo de melão3
0119-9/08Cultivo de melancia2
0119-9/09Cultivo de tomate rasteiro2
0119-9/99Cultivo de outras plantas de lavoura temporária não especificadas anteriormente2
0121-1/01Horticultura, exceto morango3
0121-1/02Cultivo de morango3
0122-9/00Cultivo de flores e plantas ornamentais3
0131-8/00Cultivo de laranja3
0132-6/00Cultivo de uva3
0133-4/01Cultivo de açaí1
0133-4/02Cultivo de banana3
0133-4/03Cultivo de caju2
0133-4/04Cultivo de cítricos, exceto laranja3
0133-4/05Cultivo de coco-da-baía3
0133-4/06Cultivo de guaraná3
0133-4/07Cultivo de maçã3
0133-4/08Cultivo de mamão2
0133-4/09Cultivo de maracujá3
0133-4/10Cultivo de manga3
0133-4/11Cultivo de pêssego3
0133-4/99Cultivo de frutas de lavoura permanente não especificadas anteriormente3
0134-2/00Cultivo de café3
0135-1/00Cultivo de cacau3
0139-3/01Cultivo de chá-da-índia3
0139-3/02Cultivo de erva-mate3
0139-3/03Cultivo de pimenta-do-reino3
0139-3/04Cultivo de plantas para condimento, exceto pimenta-do-reino3
0139-3/05Cultivo de dendê3
0139-3/06Cultivo de seringueira3
0139-3/99Cultivo de outras plantas de lavoura permanente não especificadas anteriormente3
0141-5/01Produção de sementes certificadas, exceto de forrageiras para pasto3
0141-5/02Produção de sementes certificadas de forrageiras para formação de pasto3
0142-3/00Produção de mudas e outras formas de propagação vegetal certificadas2
0151-2/01Criação de bovinos para corte3
0151-2/02Criação de bovinos para leite3
0151-2/03Criação de bovinos, exceto para corte e leite3
0152-1/01Criação de bufalinos3
0152-1/02Criação de equinos2
0152-1/03Criação de asininos e muares3
0153-9/01Criação de caprinos3
0153-9/02Criação de ovinos, inclusive para produção de lã3
0154-7/00Criação de suínos3
0155-5/01Criação de frangos para corte3
0155-5/02Produção de pintos de um dia3
0155-5/03Criação de outros galináceos, exceto para corte2
0155-5/04Criação de aves, exceto galináceos2
0155-5/05Produção de ovos3
0159-8/01Apicultura2
0159-8/02Criação de animais de estimação3
0159-8/03Criação de escargot1
0159-8/04Criação de bicho-da-seda1
0159-8/99Criação de outros animais não especificados anteriormente2
0161-0/01Serviço de pulverização e controle de pragas agrícolas3
0161-0/02Serviço de poda de árvores para lavouras3
0161-0/03Serviço de preparação de terreno, cultivo e colheita3
0161-0/99Atividades de apoio à agricultura não especificadas anteriormente3
0162-8/01Serviço de inseminação artificial em animais2
0162-8/02Serviço de tosquiamento de ovinos3
0162-8/03Serviço de manejo de animais3
0162-8/99Atividades de apoio à pecuária não especificadas anteriormente3
0163-6/00Atividades de pós-colheita3
0170-9/00Caça e serviços relacionados1
0210-1/01Cultivo de eucalipto3
0210-1/02Cultivo de acácia-negra3
0210-1/03Cultivo de pinus3
0210-1/04Cultivo de teca3
0210-1/05Cultivo de espécies madeireiras, exceto eucalipto, acácia-negra, pinus e teca2
0210-1/06Cultivo de mudas em viveiros florestais3
0210-1/07Extração de madeira em florestas plantadas3
0210-1/08Produção de carvão vegetal em florestas plantadas3
0210-1/09Produção de casca de acácia-negra em florestas plantadas2
0210-1/99Produção de produtos não-madeireiros não especificados anteriormente em florestas plantadas3
0220-9/01Extração de madeira em florestas nativas3
0220-9/02Produção de carvão vegetal em florestas nativas2
0220-9/03Coleta de castanha-do-pará em florestas nativas3
0220-9/04Coleta de látex em florestas nativas1
0220-9/05Coleta de palmito em florestas nativas3
0220-9/06Conservação de florestas nativas3
0220-9/99Coleta de produtos não-madeireiros não especificados anteriormente em florestas nativas3
0230-6/00Atividades de apoio à produção florestal3
0311-6/01Pesca de peixes em água salgada3
0311-6/02Pesca de crustáceos e moluscos em água salgada3
0311-6/03Coleta de outros produtos marinhos3
0311-6/04Atividades de apoio à pesca em água salgada2
0312-4/01Pesca de peixes em água doce2
0312-4/02Pesca de crustáceos e moluscos em água doce1
0312-4/03Coleta de outros produtos aquáticos de água doce1
0312-4/04Atividades de apoio à pesca em água doce2
0321-3/01Criação de peixes em água salgada e salobra2
0321-3/02Criação de camarões em água salgada e salobra2
0321-3/03Criação de ostras e mexilhões em água salgada e salobra3
0321-3/04Criação de peixes ornamentais em água salgada e salobra2
0321-3/05Atividades de apoio à aquicultura em água salgada e salobra2
0321-3/99Cultivos e semicultivos da aquicultura em água salgada e salobra não especificados anteriormente2
0322-1/01Criação de peixes em água doce3
0322-1/02Criação de camarões em água doce2
0322-1/03Criação de ostras e mexilhões em água doce2
0322-1/04Criação de peixes ornamentais em água doce2
0322-1/05Ranicultura3
0322-1/06Criação de jacaré3
0322-1/07Atividades de apoio à aquicultura em água doce2
0322-1/99Cultivos e semicultivos da aquicultura em água doce não especificados anteriormente3
0500-3/01Extração de carvão mineral3
0500-3/02Beneficiamento de carvão mineral3
0600-0/01Extração de petróleo e gás natural3
0600-0/02Extração e beneficiamento de xisto3
0600-0/03Extração e beneficiamento de areias betuminosas3
0710-3/01Extração de minério de ferro3
0710-3/02Pelotização, sinterização e outros beneficiamentos de minério de ferro3
0721-9/01Extração de minério de alumínio3
0721-9/02Beneficiamento de minério de alumínio3
0722-7/01Extração de minério de estanho3
0722-7/02Beneficiamento de minério de estanho3
0723-5/01Extração de minério de manganês3
0723-5/02Beneficiamento de minério de manganês3
0724-3/01Extração de minério de metais preciosos3
0724-3/02Beneficiamento de minério de metais preciosos3
0725-1/00Extração de minerais radioativos3
0729-4/01Extração de minérios de nióbio e titânio3
0729-4/02Extração de minério de tungstênio3
0729-4/03Extração de minério de níquel3
0729-4/04Extração de minérios de cobre, chumbo, zinco e outros minerais metálicos não ferrosos não especificados anteriormente3
0729-4/05Beneficiamento de minérios de cobre, chumbo, zinco e outros minerais metálicos não ferrosos não especificados anteriormente2
0810-0/01Extração de ardósia e beneficiamento associado3
0810-0/02Extração de granito e beneficiamento associado3
0810-0/03Extração de mármore e beneficiamento associado2
0810-0/04Extração de calcário e dolomita e beneficiamento associado3
0810-0/05Extração de gesso e caulim2
0810-0/06Extração de areia, cascalho ou pedregulho e beneficiamento associado3
0810-0/07Extração de argila e beneficiamento associado3
0810-0/08Extração de saibro e beneficiamento associado3
0810-0/09Extração de basalto e beneficiamento associado3
0810-0/10Beneficiamento de gesso e caulim associado à extração1
0810-0/99Extração e britamento de pedras e outros materiais para construção e beneficiamento associado3
0891-6/00Extração de minerais para fabricação de adubos, fertilizantes e outros produtos químicos3
0892-4/01Extração de sal marinho3
0892-4/02Extração de sal-gema3
0892-4/03Refino e outros tratamentos do sal3
0893-2/00Extração de gemas de pedras preciosas e semipreciosas3
0899-1/01Extração de grafita3
0899-1/02Extração de quartzo3
0899-1/03Extração de amianto3
0899-1/99Extração de outros minerais não metálicos não especificados anteriormente3
0910-6/00Atividades de apoio à extração de petróleo e gás natural3
0990-4/01Atividades de apoio à extração de minério de ferro3
0990-4/02Atividades de apoio à extração de minerais metálicos não ferrosos3
0990-4/03Atividades de apoio à extração de minerais não metálicos3
1011-2/01Frigorífico de abate de bovinos3
1011-2/02Frigorífico de abate de equinos3
1011-2/03Frigorífico de abate de ovinos e caprinos3
1011-2/04Frigorífico de abate de bufalinos3
1011-2/05Matadouro de abate de reses sob contrato, exceto abate de suínos3
1012-1/01Abate de aves3
1012-1/02Abate de pequenos animais3
1012-1/03Frigorífico de abate de suínos3
1012-1/04Matadouro de abate de suínos sob contrato3
1013-9/01Fabricação de produtos de carne3
1013-9/02Preparação de subprodutos do abate3
1020-1/01Preservação de peixes, crustáceos e moluscos3
1020-1/02Fabricação de conservas de peixes, crustáceos e moluscos3
1031-7/00Fabricação de conservas de frutas3
1032-5/01Fabricação de conservas de palmito2
1032-5/99Fabricação de conservas de legumes e outros vegetais, exceto palmito3
1033-3/01Fabricação de sucos concentrados de frutas, hortaliças e legumes3
1033-3/02Fabricação de sucos de frutas, hortaliças e legumes, exceto concentrados3
1041-4/00Fabricação de óleos vegetais brutos, exceto óleo de milho3
1042-2/00Fabricação de óleos vegetais refinados, exceto óleo de milho3
1043-1/00Fabricação de margarina e outras gorduras vegetais e de óleos não comestíveis de animais2
1051-1/00Preparação do leite3
1052-0/00Fabricação de laticínios3
1053-8/00Fabricação de sorvetes e outros gelados comestíveis2
1061-9/01Beneficiamento de arroz3
1061-9/02Fabricação de produtos do arroz3
1062-7/00Moagem de trigo e fabricação de derivados3
1063-5/00Fabricação de farinha de mandioca e derivados3
1064-3/00Fabricação de farinha de milho e derivados, exceto óleos de milho3
1065-1/01Fabricação de amidos e féculas de vegetais3
1065-1/02Fabricação de óleo de milho bruto3
1065-1/03Fabricação de óleo de milho refinado3
1066-0/00Fabricação de alimentos para animais3
1069-4/00Moagem e fabricação de produtos de origem vegetal não especificados anteriormente3
1071-6/00Fabricação de açúcar bruto3
1072-4/01Fabricação de açúcar de cana refinado3
1072-4/02Fabricação de açúcar de cereais (dextrose) e de beterraba3
1081-3/01Beneficiamento de café3
1081-3/02Torrefação e moagem de café3
1082-1/00Fabricação de produtos à base de café2
1091-1/01Fabricação de produtos de panificação industrial3
1091-1/02Fabricação de produtos de padaria e confeitaria com predominância de produção própria3
1092-9/00Fabricação de biscoitos e bolachas3
1093-7/01Fabricação de produtos derivados do cacau e de chocolates3
1093-7/02Fabricação de frutas cristalizadas, balas e semelhantes3
1094-5/00Fabricação de massas alimentícias3
1095-3/00Fabricação de especiarias, molhos, temperos e condimentos3
1096-1/00Fabricação de alimentos e pratos prontos3
1099-6/01Fabricação de vinagres3
1099-6/02Fabricação de pós-alimentícios2
1099-6/03Fabricação de fermentos e leveduras1
1099-6/04Fabricação de gelo comum3
1099-6/05Fabricação de produtos para infusão (exemplos: chá, mate etc.)3
1099-6/06Fabricação de adoçantes naturais e artificiais3
1099-6/07Fabricação de alimentos dietéticos e complementos alimentares3
1099-6/99Fabricação de outros produtos alimentícios não especificados anteriormente3
1111-9/01Fabricação de aguardente de cana-de-açúcar3
1111-9/02Fabricação de outras aguardentes e bebidas destiladas3
1112-7/00Fabricação de vinho3
1113-5/01Fabricação de malte, inclusive malte uísque3
1113-5/02Fabricação de cervejas e chopes3
1121-6/00Fabricação de águas envasadas3
1122-4/01Fabricação de refrigerantes3
1122-4/02Fabricação de chá mate e outros chás prontos para consumo3
1122-4/03Fabricação de refrescos, xaropes e pós para refrescos, exceto refrescos de frutas3
1122-4/04Fabricação de bebidas isotônicas3
1122-4/99Fabricação de outras bebidas não alcoólicas não especificadas anteriormente3
1210-7/00Processamento industrial do fumo3
1220-4/01Fabricação de cigarros2
1220-4/02Fabricação de cigarrilhas e charutos3
1220-4/03Fabricação de filtros para cigarros3
1220-4/99Fabricação de outros produtos do fumo, exceto cigarros, cigarrilhas e charutos3
1311-1/00Preparação e fiação de fibras de algodão3
1312-0/00Preparação e fiação de fibras têxteis naturais, exceto algodão3
1313-8/00Fiação de fibras artificiais e sintéticas3
1314-6/00Fabricação de linhas para costurar e bordar3
1321-9/00Tecelagem de fios de algodão3
1322-7/00Tecelagem de fios de fibras têxteis naturais, exceto de algodão3
1323-5/00Tecelagem de fios de fibras artificiais e sintéticas3
1330-8/00Fabricação de tecidos de malha3
1340-5/01Estamparia e texturização em fios, tecidos, artefatos têxteis e peças de vestuário3
1340-5/02Alvejamento, tingimento e torção em fios, tecidos, artefatos têxteis e peças de vestuário3
1340-5/99Outros serviços de acabamento em fios, tecidos, artefatos têxteis e peças de vestuário3
1351-1/00Fabricação de artefatos têxteis para uso doméstico3
1352-9/00Fabricação de artefatos de tapeçaria3
1353-7/00Fabricação de artefatos de cordoaria3
1354-5/00Fabricação de tecidos especiais, inclusive artefatos3
1359-6/00Fabricação de outros produtos têxteis não especificados anteriormente3
1411-8/01Confecção de roupas íntimas3
1411-8/02Facção de roupas íntimas1
1412-6/01Confecção de peças de vestuário, exceto de roupas íntimas e roupas confeccionadas sob medida3
1412-6/02Confecção, sob medida, de peças de vestuário, exceto de roupas íntimas2
1412-6/03Facção de peças de vestuário, exceto de roupas íntimas3
1413-4/01Confecção de roupas profissionais, exceto de roupas sob medida2
1413-4/02Confecção, sob medida, de roupas profissionais2
1413-4/03Facção de roupas profissionais2
1414-2/00Fabricação de acessórios de vestuário, exceto de acessórios de vestuário para segurança e proteção3
1421-5/00Fabricação de meias3
1422-3/00Fabricação de artigos de vestuário, produzidos em malharias e tricotagens, exceto meias3
1510-6/00Curtimento e outras preparações de couro3
1521-1/00Fabricação de artigos para viagem, bolsas e semelhantes de qualquer material2
1529-7/00Fabricação de artefatos de couro não especificados anteriormente3
1531-9/01Fabricação de calçados de couro2
1531-9/02Acabamento de calçados de couro sob contrato3
1532-7/00Fabricação de tênis de qualquer material2
1533-5/00Fabricação de calçados de material sintético2
1539-4/00Fabricação de calçados de materiais não especificados anteriormente3
1540-8/00Fabricação de partes para calçados de qualquer material3
1610-2/03Serrarias com desdobramento de madeira bruta3
1610-2/04Serrarias sem desdobramento de madeira bruta (resserragem)3
1610-2/05Serviço de tratamento de madeira realizado sob contrato3
1621-8/00Fabricação de madeira laminada e de chapas de madeira compensada, prensada e aglomerada3
1622-6/01Fabricação de casas de madeira pré-fabricadas3
1622-6/02Fabricação de esquadrias de madeira e de peças de madeira para instalações industriais e comerciais3
1622-6/99Fabricação de outros artigos de carpintaria para construção3
1623-4/00Fabricação de artefatos de tanoaria e de embalagens de madeira3
1629-3/01Fabricação de artefatos diversos de madeira, exceto móveis3
1629-3/02Fabricação de artefatos diversos de cortiça, bambu, palha, vime e outros materiais trançados, exceto móveis1
1710-9/00Fabricação de celulose e outras pastas para a fabricação de papel3
1721-4/00Fabricação de papel3
1722-2/00Fabricação de cartolina e papel-cartão3
1731-1/00Fabricação de embalagens de papel3
1732-0/00Fabricação de embalagens de cartolina e papel-cartão3
1733-8/00Fabricação de chapas e de embalagens de papelão ondulado3
1741-9/01Fabricação de formulários contínuos2
1741-9/02Fabricação de produtos de papel, cartolina, papel cartão e papelão ondulado para uso comercial e de escritório3
1742-7/01Fabricação de fraldas descartáveis3
1742-7/02Fabricação de absorventes higiênicos3
1742-7/99Fabricação de produtos de papel para uso doméstico e higiênico-sanitário não especificados anteriormente3
1749-4/00Fabricação de produtos de pastas celulósicas, papel, cartolina, papel-cartão e papelão ondulado não especificados anteriormente3
1811-3/01Impressão de jornais3
1811-3/02Impressão de livros, revistas e outras publicações periódicas3
1812-1/00Impressão de material de segurança2
1813-0/01Impressão de material para uso publicitário3
1813-0/99Impressão de material para outros usos2
1821-1/00Serviços de pré-impressão3
1822-9/01Serviços de encadernação e plastificação2
1822-9/99Serviços de acabamentos gráficos, exceto encadernação e plastificação2
1830-0/01Reprodução de som em qualquer suporte2
1830-0/02Reprodução de vídeo em qualquer suporte2
1830-0/03Reprodução de software em qualquer suporte1
1910-1/00Coquerias3
1921-7/00Fabricação de produtos do refino de petróleo3
1922-5/01Formulação de combustíveis3
1922-5/02Rerrefino de óleos lubrificantes3
1922-5/99Fabricação de outros produtos derivados do petróleo, exceto produtos do refino3
1931-4/00Fabricação de álcool3
1932-2/00Fabricação de biocombustíveis, exceto álcool3
2011-8/00Fabricação de cloro e álcalis2
2012-6/00Fabricação de intermediários para fertilizantes3
2013-4/01Fabricação de adubos e fertilizantes organominerais2
2013-4/02Fabricação de adubos e fertilizantes, exceto organominerais2
2014-2/00Fabricação de gases industriais2
2019-3/01Elaboração de combustíveis nucleares3
2019-3/99Fabricação de outros produtos químicos inorgânicos não especificados anteriormente2
2021-5/00Fabricação de produtos petroquímicos básicos3
2022-3/00Fabricação de intermediários para plastificantes, resinas e fibras3
2029-1/00Fabricação de produtos químicos orgânicos não especificados anteriormente2
2031-2/00Fabricação de resinas termoplásticas3
2032-1/00Fabricação de resinas termofixas2
2033-9/00Fabricação de elastômeros3
2040-1/00Fabricação de fibras artificiais e sintéticas3
2051-7/00Fabricação de defensivos agrícolas3
2052-5/00Fabricação de desinfestantes domissanitários2
2061-4/00Fabricação de sabões e detergentes sintéticos3
2062-2/00Fabricação de produtos de limpeza e polimento3
2063-1/00Fabricação de cosméticos, produtos de perfumaria e de higiene pessoal3
2071-1/00Fabricação de tintas, vernizes, esmaltes e lacas3
2072-0/00Fabricação de tintas de impressão3
2073-8/00Fabricação de impermeabilizantes, solventes e produtos afins3
2091-6/00Fabricação de adesivos e selantes3
2092-4/01Fabricação de pólvoras, explosivos e detonantes3
2092-4/02Fabricação de artigos pirotécnicos2
2092-4/03Fabricação de fósforos de segurança3
2093-2/00Fabricação de aditivos de uso industrial3
2094-1/00Fabricação de catalisadores1
2099-1/01Fabricação de chapas, filmes, papéis e outros materiais e produtos químicos para fotografia2
2099-1/99Fabricação de outros produtos químicos não especificados anteriormente3
2110-6/00Fabricação de produtos farmoquímicos3
2121-1/01Fabricação de medicamentos alopáticos para uso humano3
2121-1/02Fabricação de medicamentos homeopáticos para uso humano2
2121-1/03Fabricação de medicamentos fitoterápicos para uso humano2
2122-0/00Fabricação de medicamentos para uso veterinário3
2123-8/00Fabricação de preparações farmacêuticas1
2211-1/00Fabricação de pneumáticos e de câmaras de ar3
2212-9/00Reforma de pneumáticos usados3
2219-6/00Fabricação de artefatos de borracha não especificados anteriormente3
2221-8/00Fabricação de laminados planos e tubulares de material plástico3
2222-6/00Fabricação de embalagens de material plástico3
2223-4/00Fabricação de tubos e acessórios de material plástico para uso na construção3
2229-3/01Fabricação de artefatos de material plástico para uso pessoal e doméstico3
2229-3/02Fabricação de artefatos de material plástico para usos industriais3
2229-3/03Fabricação de artefatos de material plástico para uso na construção, exceto tubos e acessórios3
2229-3/99Fabricação de artefatos de material plástico para outros usos não especificados anteriormente3
2311-7/00Fabricação de vidro plano e de segurança3
2312-5/00Fabricação de embalagens de vidro3
2319-2/00Fabricação de artigos de vidro3
2320-6/00Fabricação de cimento3
2330-3/01Fabricação de estruturas pré-moldadas de concreto armado, em série e sob encomenda3
2330-3/02Fabricação de artefatos de cimento para uso na construção3
2330-3/03Fabricação de artefatos de fibrocimento para uso na construção2
2330-3/04Fabricação de casas pré-moldadas de concreto3
2330-3/05Preparação de massa de concreto e argamassa para construção3
2330-3/99Fabricação de outros artefatos e produtos de concreto, cimento, fibrocimento, gesso e materiais semelhantes3
2341-9/00Fabricação de produtos cerâmicos refratários3
2342-7/01Fabricação de azulejos e pisos3
2342-7/02Fabricação de artefatos de cerâmica e barro cozido para uso na construção, exceto azulejos e pisos3
2349-4/01Fabricação de material sanitário de cerâmica3
2349-4/99Fabricação de produtos cerâmicos não-refratários não especificados anteriormente3
2391-5/01Britamento de pedras, exceto associado à extração3
2391-5/02Aparelhamento de pedras para construção, exceto associado à extração3
2391-5/03Aparelhamento de placas e execução de trabalhos em mármore, granito, ardósia e outras pedras3
2392-3/00Fabricação de cal e gesso3
2399-1/01Decoração, lapidação, gravação, vitrificação e outros trabalhos em cerâmica, louça, vidro e cristal3
2399-1/02Fabricação de abrasivos3
2399-1/99Fabricação de outros produtos de minerais não-metálicos não especificados anteriormente3
2411-3/00Produção de ferro-gusa3
2412-1/00Produção de ferroligas3
2421-1/00Produção de semiacabados de aço1
2422-9/01Produção de laminados planos de aço ao carbono, revestidos ou não3
2422-9/02Produção de laminados planos de aços especiais2
2423-7/01Produção de tubos de aço sem costura3
2423-7/02Produção de laminados longos de aço, exceto tubos2
2424-5/01Produção de arames de aço2
2424-5/02Produção de relaminados, trefilados e perfilados de aço, exceto arames3
2431-8/00Produção de tubos de aço com costura3
2439-3/00Produção de outros tubos de ferro e aço3
2441-5/01Produção de alumínio e suas ligas em formas primárias2
2441-5/02Produção de laminados de alumínio3
2442-3/00Metalurgia dos metais preciosos2
2443-1/00Metalurgia do cobre2
2449-1/01Produção de zinco em formas primárias3
2449-1/02Produção de laminados de zinco3
2449-1/03Fabricação de ânodos para galvanoplastia3
2449-1/99Metalurgia de outros metais não ferrosos e suas ligas não especificados anteriormente3
2451-2/00Fundição de ferro e aço3
2452-1/00Fundição de metais não ferrosos e suas ligas3
2511-0/00Fabricação de estruturas metálicas3
2512-8/00Fabricação de esquadrias de metal3
2513-6/00Fabricação de obras de caldeiraria pesada3
2521-7/00Fabricação de tanques, reservatórios metálicos e caldeiras para aquecimento central3
2522-5/00Fabricação de caldeiras geradoras de vapor, exceto para aquecimento central e para veículos3
2531-4/01Produção de forjados de aço3
2531-4/02Produção de forjados de metais não ferrosos e suas ligas3
2532-2/01Produção de artefatos estampados de metal3
2532-2/02Metalurgia do pó3
2539-0/01Serviços de usinagem, tornearia e solda3
2539-0/02Serviços de tratamento e revestimento em metais3
2541-1/00Fabricação de artigos de cutelaria3
2542-0/00Fabricação de artigos de serralheria, exceto esquadrias3
2543-8/00Fabricação de ferramentas3
2550-1/01Fabricação de equipamento bélico pesado, exceto veículos militares de combate3
2550-1/02Fabricação de armas de fogo, outras armas e munições3
2591-8/00Fabricação de embalagens metálicas3
2592-6/01Fabricação de produtos de trefilados de metal padronizados3
2592-6/02Fabricação de produtos de trefilados de metal, exceto padronizados3
2593-4/00Fabricação de artigos de metal para uso doméstico e pessoal3
2599-3/01Serviços de confecção de armações metálicas para a construção2
2599-3/02Serviço de corte e dobra de metais3
2599-3/99Fabricação de outros produtos de metal não especificados anteriormente3
2610-8/00Fabricação de componentes eletrônicos3
2621-3/00Fabricação de equipamentos de informática2
2622-1/00Fabricação de periféricos para equipamentos de informática2
2631-1/00Fabricação de equipamentos transmissores de comunicação, peças e acessórios3
2632-9/00Fabricação de aparelhos telefônicos e de outros equipamentos de comunicação, peças e acessórios3
2640-0/00Fabricação de aparelhos de recepção, reprodução, gravação e amplificação de áudio e vídeo3
2651-5/00Fabricação de aparelhos e equipamentos de medida, teste e controle2
2652-3/00Fabricação de cronômetros e relógios2
2660-4/00Fabricação de aparelhos eletromédicos e eletroterapêuticos e equipamentos de irradiação2
2670-1/01Fabricação de equipamentos e instrumentos ópticos, peças e acessórios2
2670-1/02Fabricação de aparelhos fotográficos e cinematográficos, peças e acessórios3
2680-9/00Fabricação de mídias virgens, magnéticas e ópticas3
2710-4/01Fabricação de geradores de corrente contínua e alternada, peças e acessórios3
2710-4/02Fabricação de transformadores, indutores, conversores, sincronizadores e semelhantes, peças e acessórios3
2710-4/03Fabricação de motores elétricos, peças e acessórios3
2721-0/00Fabricação de pilhas, baterias e acumuladores elétricos, exceto para veículos automotores3
2722-8/01Fabricação de baterias e acumuladores para veículos automotores3
2722-8/02Recondicionamento de baterias e acumuladores para veículos automotores3
2731-7/00Fabricação de aparelhos e equipamentos para distribuição e controle de energia elétrica3
2732-5/00Fabricação de material elétrico para instalações em circuito de consumo3
2733-3/00Fabricação de fios, cabos e condutores elétricos isolados3
2740-6/01Fabricação de lâmpadas3
2740-6/02Fabricação de luminárias e outros equipamentos de iluminação3
2751-1/00Fabricação de fogões, refrigeradores e máquinas de lavar e secar para uso doméstico, peças e acessórios3
2759-7/01Fabricação de aparelhos elétricos de uso pessoal, peças e acessórios3
2759-7/99Fabricação de outros aparelhos eletrodomésticos não especificados anteriormente, peças e acessórios3
2790-2/01Fabricação de eletrodos, contatos e outros artigos de carvão e grafita para uso elétrico, eletroímãs e isoladores3
2790-2/02Fabricação de equipamentos para sinalização e alarme3
2790-2/99Fabricação de outros equipamentos e aparelhos elétricos não especificados anteriormente2
2811-9/00Fabricação de motores e turbinas, peças e acessórios, exceto para aviões e veículos rodoviários2
2812-7/00Fabricação de equipamentos hidráulicos e pneumáticos, peças e acessórios, exceto válvulas3
2813-5/00Fabricação de válvulas, registros e dispositivos semelhantes, peças e acessórios3
2814-3/01Fabricação de compressores para uso industrial, peças e acessórios3
2814-3/02Fabricação de compressores para uso não industrial, peças e acessórios3
2815-1/01Fabricação de rolamentos para fins industriais2
2815-1/02Fabricação de equipamentos de transmissão para fins industriais, exceto rolamentos3
2821-6/01Fabricação de fornos industriais, aparelhos e equipamentos não elétricos para instalações térmicas, peças e acessórios3
2821-6/02Fabricação de estufas e fornos elétricos para fins industriais, peças e acessórios3
2822-4/01Fabricação de máquinas, equipamentos e aparelhos para transporte e elevação de pessoas, peças e acessórios3
2822-4/02Fabricação de máquinas, equipamentos e aparelhos para transporte e elevação de cargas, peças e acessórios3
2823-2/00Fabricação de máquinas e aparelhos de refrigeração e ventilação para uso industrial e comercial, peças e acessórios3
2824-1/01Fabricação de aparelhos e equipamentos de ar condicionado para uso industrial2
2824-1/02Fabricação de aparelhos e equipamentos de ar condicionado para uso não industrial2
2825-9/00Fabricação de máquinas e equipamentos para saneamento básico e ambiental, peças e acessórios2
2829-1/01Fabricação de máquinas de escrever, calcular e outros não eletrônicos para escritório, peças e acessórios2
2829-1/99Fabricação de outras máquinas e equipamentos de uso geral não especificados anteriormente, peças e acessórios3
2831-3/00Fabricação de tratores agrícolas, peças e acessórios3
2832-1/00Fabricação de equipamentos para irrigação agrícola, peças e acessórios3
2833-0/00Fabricação de máquinas e equipamentos para a agricultura e pecuária, peças e acessórios, exceto para irrigação3
2840-2/00Fabricação de máquinas-ferramenta, peças e acessórios3
2851-8/00Fabricação de máquinas e equipamentos para a prospecção e extração de petróleo, peças e acessórios3
2852-6/00Fabricação de outras máquinas e equipamentos para uso na extração mineral, peças e acessórios, exceto na extração de petróleo3
2853-4/00Fabricação de tratores, peças e acessórios, exceto agrícolas3
2854-2/00Fabricação de máquinas e equipamentos para terraplenagem, pavimentação e construção, peças e acessórios, exceto tratores3
2861-5/00Fabricação de máquinas para a indústria metalúrgica, peças e acessórios, exceto máquinas-ferramenta3
2862-3/00Fabricação de máquinas e equipamentos para as indústrias de alimentos, bebidas e fumo, peças e acessórios3
2863-1/00Fabricação de máquinas e equipamentos para a indústria têxtil, peças e acessórios3
2864-0/00Fabricação de máquinas e equipamentos para as indústrias de vestuário, de couro e de calçados, peças e acessórios3
2865-8/00Fabricação de máquinas e equipamentos para as indústrias de celulose, papel e papelão e artefatos, peças e acessórios3
2866-6/00Fabricação de máquinas e equipamentos para a indústria de plástico, peças e acessórios3
2869-1/00Fabricação de máquinas e equipamentos para uso industrial específico não especificados anteriormente, peças e acessórios3
2910-7/01Fabricação de automóveis, camionetas e utilitários3
2910-7/02Fabricação de chassis com motor para automóveis, camionetas e utilitários3
2910-7/03Fabricação de motores para automóveis, camionetas e utilitários3
2920-4/01Fabricação de caminhões e ônibus3
2920-4/02Fabricação de motores para caminhões e ônibus2
2930-1/01Fabricação de cabines, carrocerias e reboques para caminhões3
2930-1/02Fabricação de carrocerias para ônibus3
2930-1/03Fabricação de cabines, carrocerias e reboques para outros veículos automotores, exceto caminhões e ônibus3
2941-7/00Fabricação de peças e acessórios para o sistema motor de veículos automotores3
2942-5/00Fabricação de peças e acessórios para os sistemas de marcha e transmissão de veículos automotores3
2943-3/00Fabricação de peças e acessórios para o sistema de freios de veículos automotores3
2944-1/00Fabricação de peças e acessórios para o sistema de direção e suspensão de veículos automotores3
2945-0/00Fabricação de material elétrico e eletrônico para veículos automotores, exceto baterias3
2949-2/01Fabricação de bancos e estofados para veículos automotores3
2949-2/99Fabricação de outras peças e acessórios para veículos automotores não especificadas anteriormente3
2950-6/00Recondicionamento e recuperação de motores para veículos automotores3
3011-3/01Construção de embarcações de grande porte3
3011-3/02Construção de embarcações para uso comercial e para usos especiais, exceto de grande porte3
3012-1/00Construção de embarcações para esporte e lazer3
3031-8/00Fabricação de locomotivas, vagões e outros materiais rodantes3
3032-6/00Fabricação de peças e acessórios para veículos ferroviários3
3041-5/00Fabricação de aeronaves2
3042-3/00Fabricação de turbinas, motores e outros componentes e peças para aeronaves2
3050-4/00Fabricação de veículos militares de combate2
3091-1/01Fabricação de motocicletas3
3091-1/02Fabricação de peças e acessórios para motocicletas3
3092-0/00Fabricação de bicicletas e triciclos não motorizados, peças e acessórios3
3099-7/00Fabricação de equipamentos de transporte não especificados anteriormente3
3101-2/00Fabricação de móveis com predominância de madeira3
3102-1/00Fabricação de móveis com predominância de metal3
3103-9/00Fabricação de móveis de outros materiais, exceto madeira e metal3
3104-7/00Fabricação de colchões3
3211-6/01Lapidação de gemas2
3211-6/02Fabricação de artefatos de joalheria e ourivesaria2
3211-6/03Cunhagem de moedas e medalhas2
3212-4/00Fabricação de bijuterias e artefatos semelhantes3
3220-5/00Fabricação de instrumentos musicais, peças e acessórios3
3230-2/00Fabricação de artefatos para pesca e esporte3
3240-0/01Fabricação de jogos eletrônicos2
3240-0/02Fabricação de mesas de bilhar, de sinuca e acessórios não associada à locação2
3240-0/03Fabricação de mesas de bilhar, de sinuca e acessórios associada à locação2
3240-0/99Fabricação de outros brinquedos e jogos recreativos não especificados anteriormente3
3250-7/01Fabricação de instrumentos não eletrônicos e utensílios para uso médico, cirúrgico, odontológico e de laboratório2
3250-7/02Fabricação de mobiliário para uso médico, cirúrgico, odontológico e de laboratório3
3250-7/03Fabricação de aparelhos e utensílios para correção de defeitos físicos e aparelhos ortopédicos em geral sob encomenda2
3250-7/04Fabricação de aparelhos e utensílios para correção de defeitos físicos e aparelhos ortopédicos em geral, exceto sob encomenda2
3250-7/05Fabricação de materiais para medicina e odontologia3
3250-7/06Serviços de prótese dentária2
3250-7/07Fabricação de artigos ópticos3
3250-7/09Serviço de laboratório óptico3
3291-4/00Fabricação de escovas, pincéis e vassouras3
3292-2/01Fabricação de roupas de proteção e segurança e resistentes a fogo3
3292-2/02Fabricação de equipamentos e acessórios para segurança pessoal e profissional3
3299-0/01Fabricação de guarda-chuvas e similares2
3299-0/02Fabricação de canetas, lápis e outros artigos para escritório2
3299-0/03Fabricação de letras, letreiros e placas de qualquer material, exceto luminosos2
3299-0/04Fabricação de painéis e letreiros luminosos3
3299-0/05Fabricação de aviamentos para costura3
3299-0/06Fabricação de velas, inclusive decorativas3
3299-0/99Fabricação de produtos diversos não especificados anteriormente3
3311-2/00Manutenção e reparação de tanques, reservatórios metálicos e caldeiras, exceto para veículos3
3312-1/02Manutenção e reparação de aparelhos e instrumentos de medida, teste e controle2
3312-1/03Manutenção e reparação de aparelhos eletromédicos e eletroterapêuticos e equipamentos de irradiação1
3312-1/04Manutenção e reparação de equipamentos e instrumentos ópticos3
3313-9/01Manutenção e reparação de geradores, transformadores e motores elétricos3
3313-9/02Manutenção e reparação de baterias e acumuladores elétricos, exceto para veículos2
3313-9/99Manutenção e reparação de máquinas, aparelhos e materiais elétricos não especificados anteriormente3
3314-7/01Manutenção e reparação de máquinas motrizes não elétricas1
3314-7/02Manutenção e reparação de equipamentos hidráulicos e pneumáticos, exceto válvulas3
3314-7/03Manutenção e reparação de válvulas industriais2
3314-7/04Manutenção e reparação de compressores3
3314-7/05Manutenção e reparação de equipamentos de transmissão para fins industriais2
3314-7/06Manutenção e reparação de máquinas, aparelhos e equipamentos para instalações térmicas3
3314-7/07Manutenção e reparação de máquinas e aparelhos de refrigeração e ventilação para uso industrial e comercial3
3314-7/08Manutenção e reparação de máquinas, equipamentos e aparelhos para transporte e elevação de cargas3
3314-7/09Manutenção e reparação de máquinas de escrever, calcular e de outros equipamentos não eletrônicos para escritório3
3314-7/10Manutenção e reparação de máquinas e equipamentos para uso geral não especificados anteriormente3
3314-7/11Manutenção e reparação de máquinas e equipamentos para agricultura e pecuária3
3314-7/12Manutenção e reparação de tratores agrícolas3
3314-7/13Manutenção e reparação de máquinas-ferramenta3
3314-7/14Manutenção e reparação de máquinas e equipamentos para a prospecção e extração de petróleo3
3314-7/15Manutenção e reparação de máquinas e equipamentos para uso na extração mineral, exceto na extração de petróleo2
3314-7/16Manutenção e reparação de tratores, exceto agrícolas3
3314-7/17Manutenção e reparação de máquinas e equipamentos de terraplenagem, pavimentação e construção, exceto tratores3
3314-7/18Manutenção e reparação de máquinas para a indústria metalúrgica, exceto máquinas-ferramenta3
3314-7/19Manutenção e reparação de máquinas e equipamentos para as indústrias de alimentos, bebidas e fumo3
3314-7/20Manutenção e reparação de máquinas e equipamentos para a indústria têxtil, de vestuário, de couro e calçados2
3314-7/21Manutenção e reparação de máquinas e aparelhos para a indústria de celulose, papel e papelão e artefatos3
3314-7/22Manutenção e reparação de máquinas e aparelhos para a indústria do plástico3
3314-7/99Manutenção e reparação de outras máquinas e equipamentos para usos industriais não especificados anteriormente3
3315-5/00Manutenção e reparação de veículos ferroviários3
3316-3/01Manutenção e reparação de aeronaves, exceto manutenção na pista2
3316-3/02Manutenção de aeronaves na pista1
3317-1/01Manutenção e reparação de embarcações e estruturas flutuantes3
3317-1/02Manutenção e reparação de embarcações para esporte e lazer2
3319-8/00Manutenção e reparação de equipamentos e produtos não especificados anteriormente3
3321-0/00Instalação de máquinas e equipamentos industriais3
3329-5/01Serviços de montagem de móveis de qualquer material3
3329-5/99Instalação de outros equipamentos não especificados anteriormente3
3511-5/01Geração de energia elétrica3
3511-5/02Atividades de coordenação e controle da operação da geração e transmissão de energia elétrica3
3512-3/00Transmissão de energia elétrica3
3513-1/00Comércio atacadista de energia elétrica1
3514-0/00Distribuição de energia elétrica3
3520-4/01Produção de gás e processamento de gás natural2
3520-4/02Distribuição de combustíveis gasosos por redes urbanas2
3530-1/00Produção e distribuição de vapor, água quente e ar condicionado2
3600-6/01Captação, tratamento e distribuição de água3
3600-6/02Distribuição de água por caminhões2
3701-1/00Gestão de redes de esgoto3
3702-9/00Atividades relacionadas a esgoto, exceto a gestão de redes3
3811-4/00Coleta de resíduos não perigosos3
3812-2/00Coleta de resíduos perigosos2
3821-1/00Tratamento e disposição de resíduos não perigosos3
3822-0/00Tratamento e disposição de resíduos perigosos3
3831-9/01Recuperação de sucatas de alumínio3
3831-9/99Recuperação de materiais metálicos, exceto alumínio3
3832-7/00Recuperação de materiais plásticos3
3839-4/01Usinas de compostagem3
3839-4/99Recuperação de materiais não especificados anteriormente3
3900-5/00Descontaminação e outros serviços de gestão de resíduos2
4110-7/00Incorporação de empreendimentos imobiliários3
4120-4/00Construção de edifícios3
4211-1/01Construção de rodovias e ferrovias3
4211-1/02Pintura para sinalização em pistas rodoviárias e aeroportos3
4212-0/00Construção de obras de arte especiais3
4213-8/00Obras de urbanização em ruas, praças e calçadas3
4221-9/01Construção de barragens e represas para geração de energia elétrica3
4221-9/02Construção de estações e redes de distribuição de energia elétrica3
4221-9/03Manutenção de redes de distribuição de energia elétrica3
4221-9/04Construção de estações e redes de telecomunicações3
4221-9/05Manutenção de estações e redes de telecomunicações3
4222-7/01Construção de redes de abastecimento de água, coleta de esgoto e construções correlatas, exceto obras de irrigação3
4222-7/02Obras de irrigação3
4223-5/00Construção de redes de transportes por dutos, exceto para água e esgoto3
4291-0/00Obras portuárias, marítimas e fluviais3
4292-8/01Montagem de estruturas metálicas3
4292-8/02Obras de montagem industrial3
4299-5/01Construção de instalações esportivas e recreativas3
4299-5/99Outras obras de engenharia civil não especificadas anteriormente3
4311-8/01Demolição de edifícios e outras estruturas3
4311-8/02Preparação de canteiro e limpeza de terreno3
4312-6/00Perfurações e sondagens3
4313-4/00Obras de terraplenagem3
4319-3/00Serviços de preparação do terreno não especificados anteriormente2
4321-5/00Instalação e manutenção elétrica3
4322-3/01Instalações hidráulicas, sanitárias e de gás3
4322-3/02Instalação e manutenção de sistemas centrais de ar condicionado, de ventilação e de refrigeração3
4322-3/03Instalações de sistema de prevenção contra incêndio3
4329-1/01Instalação de painéis publicitários2
4329-1/02Instalação de equipamentos para orientação à navegação marítima fluvial e lacustre2
4329-1/03Instalação, manutenção e reparação de elevadores, escadas rolantes e esteiras rolantes2
4329-1/04Montagem e instalação de sistemas e equipamentos de iluminação e sinalização em vias públicas, portos e aeroportos3
4329-1/05Tratamentos térmicos, acústicos ou de vibração3
4329-1/99Outras obras de instalações em construções não especificadas anteriormente3
4330-4/01Impermeabilização em obras de engenharia civil3
4330-4/02Instalação de portas, janelas, tetos, divisórias e armários embutidos de qualquer material3
4330-4/03Obras de acabamento em gesso e estuque3
4330-4/04Serviços de pintura de edifícios em geral3
4330-4/05Aplicação de revestimentos e de resinas em interiores e exteriores3
4330-4/99Outras obras de acabamento da construção3
4391-6/00Obras de fundações3
4399-1/01Administração de obras3
4399-1/02Montagem e desmontagem de andaimes e outras estruturas temporárias3
4399-1/03Obras de alvenaria3
4399-1/04Serviços de operação e fornecimento de equipamentos para transporte e elevação de cargas e pessoas para uso em obras3
4399-1/05Perfuração e construção de poços de água3
4399-1/99Serviços especializados para construção não especificados anteriormente3
4511-1/01Comércio a varejo de automóveis, camionetas e utilitários novos2
4511-1/02Comércio a varejo de automóveis, camionetas e utilitários usados3
4511-1/03Comércio por atacado de automóveis, camionetas e utilitários novos e usados2
4511-1/04Comércio por atacado de caminhões novos e usados2
4511-1/05Comércio por atacado de reboques e semirreboques novos e usados3
4511-1/06Comércio por atacado de ônibus e micro-ônibus novos e usados1
4512-9/01Representantes comerciais e agentes do comércio de veículos automotores2
4512-9/02Comércio sob consignação de veículos automotores3
4520-0/01Serviços de manutenção e reparação mecânica de veículos automotores3
4520-0/02Serviços de lanternagem ou funilaria e pintura de veículos automotores3
4520-0/03Serviços de manutenção e reparação elétrica de veículos automotores3
4520-0/04Serviços de alinhamento e balanceamento de veículos automotores2
4520-0/05Serviços de lavagem, lubrificação e polimento de veículos automotores3
4520-0/06Serviços de borracharia para veículos automotores3
4520-0/07Serviços de instalação, manutenção e reparação de acessórios para veículos automotores3
4520-0/08Serviços de capotaria3
4530-7/01Comércio por atacado de peças e acessórios novos para veículos automotores2
4530-7/02Comércio por atacado de pneumáticos e câmaras de ar2
4530-7/03Comércio a varejo de peças e acessórios novos para veículos automotores2
4530-7/04Comércio a varejo de peças e acessórios usados para veículos automotores2
4530-7/05Comércio a varejo de pneumáticos e câmaras-de-ar2
4530-7/06Representantes comerciais e agentes do comércio de peças e acessórios novos e usados para veículos automotores2
4541-2/01Comércio por atacado de motocicletas e motonetas2
4541-2/02Comércio por atacado de peças e acessórios para motocicletas e motonetas3
4541-2/03Comércio a varejo de motocicletas e motonetas novas3
4541-2/04Comércio a varejo de motocicletas e motonetas usadas3
4541-2/06Comércio a varejo de peças e acessórios novos para motocicletas e motonetas3
4541-2/07Comércio a varejo de peças e acessórios usados para motocicletas e motonetas3
4542-1/01Representantes comerciais e agentes do comércio de motocicletas e motonetas, peças e acessórios1
4542-1/02Comércio sob consignação de motocicletas e motonetas2
4543-9/00Manutenção e reparação de motocicletas e motonetas2
4611-7/00Representantes comerciais e agentes do comércio de matérias-primas agrícolas e animais vivos3
4612-5/00Representantes comerciais e agentes do comércio de combustíveis, minerais, produtos siderúrgicos e químicos2
4613-3/00Representantes comerciais e agentes do comércio de madeira, material de construção e ferragens3
4614-1/00Representantes comerciais e agentes do comércio de máquinas, equipamentos, embarcações e aeronaves2
4615-0/00Representantes comerciais e agentes do comércio de eletrodomésticos, móveis e artigos de uso doméstico2
4616-8/00Representantes comerciais e agentes do comércio de têxteis, vestuário, calçados e artigos de viagem1
4617-6/00Representantes comerciais e agentes do comércio de produtos alimentícios, bebidas e fumo3
4618-4/01Representantes comerciais e agentes do comércio de medicamentos, cosméticos e produtos de perfumaria2
4618-4/02Representantes comerciais e agentes do comércio de instrumentos e materiais odonto-médico-hospitalares2
4618-4/03Representantes comerciais e agentes do comércio de jornais, revistas e outras publicações3
4618-4/99Outros representantes comerciais e agentes do comércio especializado em produtos não especificados anteriormente2
4619-2/00Representantes comerciais e agentes do comércio de mercadorias em geral não especializado2
4621-4/00Comércio atacadista de café em grão3
4622-2/00Comércio atacadista de soja3
4623-1/01Comércio atacadista de animais vivos3
4623-1/02Comércio atacadista de couros, lãs, peles e outros subprodutos não comestíveis de origem animal3
4623-1/03Comércio atacadista de algodão2
4623-1/04Comércio atacadista de fumo em folha não beneficiado3
4623-1/05Comércio atacadista de cacau2
4623-1/06Comércio atacadista de sementes, flores, plantas e gramas3
4623-1/07Comércio atacadista de sisal2
4623-1/08Comércio atacadista de matérias-primas agrícolas com atividade de fracionamento e acondicionamento associada3
4623-1/09Comércio atacadista de alimentos para animais3
4623-1/99Comércio atacadista de matérias-primas agrícolas não especificadas anteriormente3
4631-1/00Comércio atacadista de leite e laticínios3
4632-0/01Comércio atacadista de cereais e leguminosas beneficiados3
4632-0/02Comércio atacadista de farinhas, amidos e féculas3
4632-0/03Comércio atacadista de cereais e leguminosas beneficiados, farinhas, amidos e féculas com atividade de fracionamento e acondicionamento associada3
4633-8/01Comércio atacadista de frutas, verduras, raízes, tubérculos, hortaliças e legumes frescos3
4633-8/02Comércio atacadista de aves vivas e ovos2
4633-8/03Comércio atacadista de coelhos e outros pequenos animais vivos para alimentação2
4634-6/01Comércio atacadista de carnes bovinas e suínas e derivados3
4634-6/02Comércio atacadista de aves abatidas e derivados3
4634-6/03Comércio atacadista de pescados e frutos do mar3
4634-6/99Comércio atacadista de carnes e derivados de outros animais2
4635-4/01Comércio atacadista de água mineral3
4635-4/02Comércio atacadista de cerveja, chope e refrigerante3
4635-4/03Comércio atacadista de bebidas com atividade de fracionamento e acondicionamento associada3
4635-4/99Comércio atacadista de bebidas não especificadas anteriormente3
4636-2/01Comércio atacadista de fumo beneficiado3
4636-2/02Comércio atacadista de cigarros, cigarrilhas e charutos2
4637-1/01Comércio atacadista de café torrado, moído e solúvel3
4637-1/02Comércio atacadista de açúcar2
4637-1/03Comércio atacadista de óleos e gorduras2
4637-1/04Comércio atacadista de pães, bolos, biscoitos e similares2
4637-1/05Comércio atacadista de massas alimentícias3
4637-1/06Comércio atacadista de sorvetes2
4637-1/07Comércio atacadista de chocolates, confeitos, balas, bombons e semelhantes3
4637-1/99Comércio atacadista especializado em outros produtos alimentícios não especificados anteriormente3
4639-7/01Comércio atacadista de produtos alimentícios em geral3
4639-7/02Comércio atacadista de produtos alimentícios em geral, com atividade de fracionamento e acondicionamento associada3
4641-9/01Comércio atacadista de tecidos2
4641-9/02Comércio atacadista de artigos de cama, mesa e banho3
4641-9/03Comércio atacadista de artigos de armarinho3
4642-7/01Comércio atacadista de artigos de vestuário e acessórios, exceto de profissionais e de segurança1
4642-7/02Comércio atacadista de roupas e acessórios para uso profissional e de segurança do trabalho2
4643-5/01Comércio atacadista de calçados2
4643-5/02Comércio atacadista de bolsas, malas e artigos de viagem1
4644-3/01Comércio atacadista de medicamentos e drogas de uso humano2
4644-3/02Comércio atacadista de medicamentos e drogas de uso veterinário2
4645-1/01Comércio atacadista de instrumentos e materiais para uso médico, cirúrgico, hospitalar e de laboratórios1
4645-1/02Comércio atacadista de próteses e artigos de ortopedia2
4645-1/03Comércio atacadista de produtos odontológicos2
4646-0/01Comércio atacadista de cosméticos e produtos de perfumaria2
4646-0/02Comércio atacadista de produtos de higiene pessoal2
4647-8/01Comércio atacadista de artigos de escritório e de papelaria2
4647-8/02Comércio atacadista de livros, jornais e outras publicações3
4649-4/01Comércio atacadista de equipamentos elétricos de uso pessoal e doméstico2
4649-4/02Comércio atacadista de aparelhos eletrônicos de uso pessoal e doméstico3
4649-4/03Comércio atacadista de bicicletas, triciclos e outros veículos recreativos3
4649-4/04Comércio atacadista de móveis e artigos de colchoaria3
4649-4/05Comércio atacadista de artigos de tapeçaria, persianas e cortinas2
4649-4/06Comércio atacadista de lustres, luminárias e abajures2
4649-4/07Comércio atacadista de filmes, CDs, DVDs, fitas e discos1
4649-4/08Comércio atacadista de produtos de higiene, limpeza e conservação domiciliar3
4649-4/09Comércio atacadista de produtos de higiene, limpeza e conservação domiciliar com atividade de fracionamento e acondicionamento associada2
4649-4/10Comércio atacadista de joias, relógios e bijuterias, inclusive pedras preciosas e semipreciosas lapidadas1
4649-4/99Comércio atacadista de outros equipamentos e artigos de uso pessoal e doméstico não especificados anteriormente2
4651-6/01Comércio atacadista de equipamentos de informática1
4651-6/02Comércio atacadista de suprimentos para informática1
4652-4/00Comércio atacadista de componentes eletrônicos e equipamentos de telefonia e comunicação1
4661-3/00Comércio atacadista de máquinas, aparelhos e equipamentos para uso agropecuário, partes e peças2
4662-1/00Comércio atacadista de máquinas, equipamentos para terraplenagem, mineração e construção, partes e peças3
4663-0/00Comércio atacadista de máquinas e equipamentos para uso industrial, partes e peças2
4664-8/00Comércio atacadista de máquinas, aparelhos e equipamentos para uso odonto-médico-hospitalar, partes e peças2
4665-6/00Comércio atacadista de máquinas e equipamentos para uso comercial, partes e peças2
4669-9/01Comércio atacadista de bombas e compressores, partes e peças2
4669-9/99Comércio atacadista de outras máquinas e equipamentos não especificados anteriormente, partes e peças2
4671-1/00Comércio atacadista de madeira e produtos derivados3
4672-9/00Comércio atacadista de ferragens e ferramentas3
4673-7/00Comércio atacadista de material elétrico2
4674-5/00Comércio atacadista de cimento2
4679-6/01Comércio atacadista de tintas, vernizes e similares2
4679-6/02Comércio atacadista de mármores e granitos3
4679-6/03Comércio atacadista de vidros, espelhos e vitrais3
4679-6/04Comércio atacadista especializado de materiais de construção não especificados anteriormente2
4679-6/99Comércio atacadista de materiais de construção em geral3
4681-8/01Comércio atacadista de álcool carburante, biodiesel, gasolina e demais derivados de petróleo, exceto lubrificantes, não realizado por transportador retalhista3
4681-8/02Comércio atacadista de combustíveis realizado por transportador retalhista3
4681-8/03Comércio atacadista de combustíveis de origem vegetal, exceto álcool carburante3
4681-8/04Comércio atacadista de combustíveis de origem mineral bruto2
4681-8/05Comércio atacadista de lubrificantes2
4682-6/00Comércio atacadista de gás liquefeito de petróleo3
4683-4/00Comércio atacadista de defensivos agrícolas, adubos, fertilizantes e corretivos do solo2
4684-2/01Comércio atacadista de resinas e elastômeros2
4684-2/02Comércio atacadista de solventes3
4684-2/99Comércio atacadista de outros produtos químicos e petroquímicos não especificados anteriormente3
4685-1/00Comércio atacadista de produtos siderúrgicos e metalúrgicos, exceto para construção3
4686-9/01Comércio atacadista de papel e papelão bruto2
4686-9/02Comércio atacadista de embalagens3
4687-7/01Comércio atacadista de resíduos de papel e papelão3
4687-7/02Comércio atacadista de resíduos e sucatas não metálicos, exceto de papel e papelão3
4687-7/03Comércio atacadista de resíduos e sucatas metálicos3
4689-3/01Comércio atacadista de produtos da extração mineral, exceto combustíveis2
4689-3/02Comércio atacadista de fios e fibras beneficiados2
4689-3/99Comércio atacadista especializado em outros produtos intermediários não especificados anteriormente2
4691-5/00Comércio atacadista de mercadorias em geral, com predominância de produtos alimentícios2
4692-3/00Comércio atacadista de mercadorias em geral, com predominância de insumos agropecuários2
4693-1/00Comércio atacadista de mercadorias em geral, sem predominância de alimentos ou de insumos agropecuários2
4711-3/01Comércio varejista de mercadorias em geral, com predominância de produtos alimentícios - hipermercados3
4711-3/02Comércio varejista de mercadorias em geral, com predominância de produtos alimentícios - supermercados3
4712-1/00Comércio varejista de mercadorias em geral, com predominância de produtos alimentícios - minimercados, mercearias e armazéns2
4713-0/02Lojas de variedades, exceto lojas de departamentos ou magazines2
4713-0/04Lojas de departamentos ou magazines, exceto lojas francas - duty free3
4713-0/05Lojas francas - duty free de aeroportos, portos e em fronteiras terrestres2
4721-1/02Padaria e confeitaria com predominância de revenda2
4721-1/03Comércio varejista de laticínios e frios2
4721-1/04Comércio varejista de doces, balas, bombons e semelhantes3
4722-9/01Comércio varejista de carnes - açougues3
4722-9/02Peixaria2
4723-7/00Comércio varejista de bebidas3
4724-5/00Comércio varejista de hortifrutigranjeiros3
4729-6/01Tabacaria1
4729-6/02Comércio varejista de mercadorias em lojas de conveniência2
4729-6/99Comércio varejista de produtos alimentícios em geral ou especializado em produtos alimentícios não especificados anteriormente2
4731-8/00Comércio varejista de combustíveis para veículos automotores3
4732-6/00Comércio varejista de lubrificantes2
4741-5/00Comércio varejista de tintas e materiais para pintura2
4742-3/00Comércio varejista de material elétrico3
4743-1/00Comércio varejista de vidros3
4744-0/01Comércio varejista de ferragens e ferramentas3
4744-0/02Comércio varejista de madeira e artefatos3
4744-0/03Comércio varejista de materiais hidráulicos2
4744-0/04Comércio varejista de cal, areia, pedra britada, tijolos e telhas3
4744-0/05Comércio varejista de materiais de construção não especificados anteriormente3
4744-0/06Comércio varejista de pedras para revestimento3
4744-0/99Comércio varejista de materiais de construção em geral3
4751-2/01Comércio varejista especializado de equipamentos e suprimentos de informática2
4751-2/02Recarga de cartuchos para equipamentos de informática2
4752-1/00Comércio varejista especializado de equipamentos de telefonia e comunicação2
4753-9/00Comércio varejista especializado de eletrodomésticos e equipamentos de áudio e vídeo2
4754-7/01Comércio varejista de móveis2
4754-7/02Comércio varejista de artigos de colchoaria2
4754-7/03Comércio varejista de artigos de iluminação2
4755-5/01Comércio varejista de tecidos2
4755-5/02Comercio varejista de artigos de armarinho2
4755-5/03Comercio varejista de artigos de cama, mesa e banho3
4756-3/00Comércio varejista especializado de instrumentos musicais e acessórios2
4757-1/00Comércio varejista especializado de peças e acessórios para aparelhos eletroeletrônicos para uso doméstico, exceto informática e comunicação2
4759-8/01Comércio varejista de artigos de tapeçaria, cortinas e persianas2
4759-8/99Comércio varejista de outros artigos de uso doméstico não especificados anteriormente2
4761-0/01Comércio varejista de livros1
4761-0/02Comércio varejista de jornais e revistas1
4761-0/03Comércio varejista de artigos de papelaria2
4762-8/00Comércio varejista de discos, CDs, DVDs e fitas1
4763-6/01Comércio varejista de brinquedos e artigos recreativos2
4763-6/02Comércio varejista de artigos esportivos1
4763-6/03Comércio varejista de bicicletas e triciclos, peças e acessórios1
4763-6/04Comércio varejista de artigos de caça, pesca e camping1
4763-6/05Comércio varejista de embarcações e outros veículos recreativos, peças e acessórios2
4771-7/01Comércio varejista de produtos farmacêuticos, sem manipulação de fórmulas2
4771-7/02Comércio varejista de produtos farmacêuticos, com manipulação de fórmulas2
4771-7/03Comércio varejista de produtos farmacêuticos homeopáticos1
4771-7/04Comércio varejista de medicamentos veterinários3
4772-5/00Comércio varejista de cosméticos, produtos de perfumaria e de higiene pessoal2
4773-3/00Comércio varejista de artigos médicos e ortopédicos1
4774-1/00Comércio varejista de artigos de ótica2
4781-4/00Comércio varejista de artigos do vestuário e acessórios2
4782-2/01Comércio varejista de calçados2
4782-2/02Comércio varejista de artigos de viagem1
4783-1/01Comércio varejista de artigos de joalheria1
4783-1/02Comércio varejista de artigos de relojoaria2
4784-9/00Comércio varejista de gás liquefeito de petróleo3
4785-7/01Comércio varejista de antiguidades2
4785-7/99Comércio varejista de outros artigos usados3
4789-0/01Comércio varejista de suvenires, bijuterias e artesanatos2
4789-0/02Comércio varejista de plantas e flores naturais3
4789-0/03Comércio varejista de objetos de arte1
4789-0/04Comércio varejista de animais vivos e de artigos e alimentos para animais de estimação3
4789-0/05Comércio varejista de produtos saneantes domissanitários3
4789-0/06Comércio varejista de fogos de artifício e artigos pirotécnicos2
4789-0/07Comércio varejista de equipamentos para escritório2
4789-0/08Comércio varejista de artigos fotográficos e para filmagem1
4789-0/09Comércio varejista de armas e munições2
4789-0/99Comércio varejista de outros produtos não especificados anteriormente2
4911-6/00Transporte ferroviário de carga3
4912-4/01Transporte ferroviário de passageiros intermunicipal e interestadual3
4912-4/02Transporte ferroviário de passageiros municipal e em região metropolitana3
4912-4/03Transporte metroviário3
4921-3/01Transporte rodoviário coletivo de passageiros, com itinerário fixo, municipal3
4921-3/02Transporte rodoviário coletivo de passageiros, com itinerário fixo, intermunicipal em região metropolitana3
4922-1/01Transporte rodoviário coletivo de passageiros, com itinerário fixo, intermunicipal, exceto em região metropolitana3
4922-1/02Transporte rodoviário coletivo de passageiros, com itinerário fixo, interestadual3
4922-1/03Transporte rodoviário coletivo de passageiros, com itinerário fixo, internacional3
4923-0/01Serviço de táxi3
4923-0/02Serviço de transporte de passageiros - locação de automóveis com motorista3
4924-8/00Transporte escolar3
4929-9/01Transporte rodoviário coletivo de passageiros, sob regime de fretamento, municipal3
4929-9/02Transporte rodoviário coletivo de passageiros, sob regime de fretamento, intermunicipal, interestadual e internacional3
4929-9/03Organização de excursões em veículos rodoviários próprios municipal3
4929-9/04Organização de excursões em veículos rodoviários próprios intermunicipal, interestadual e internacional3
4929-9/99Outros transportes rodoviários de passageiros não especificados anteriormente2
4930-2/01Transporte rodoviário de carga, exceto produtos perigosos e mudanças, municipal3
4930-2/02Transporte rodoviário de carga, exceto produtos perigosos e mudanças, intermunicipal, interestadual e internacional3
4930-2/03Transporte rodoviário de produtos perigosos3
4930-2/04Transporte rodoviário de mudanças3
4940-0/00Transporte dutoviário1
4950-7/00Trens turísticos, teleféricos e similares3
5011-4/01Transporte marítimo de cabotagem de carga3
5011-4/02Transporte marítimo de cabotagem de passageiros2
5012-2/01Transporte marítimo de longo curso de carga3
5012-2/02Transporte marítimo de longo curso de passageiros2
5021-1/01Transporte por navegação interior de carga municipal, exceto travessia3
5021-1/02Transporte por navegação interior de carga intermunicipal, interestadual e internacional, exceto travessia3
5022-0/01Transporte por navegação interior de passageiros em linhas regulares municipal, exceto travessia2
5022-0/02Transporte por navegação interior de passageiros em linhas regulares intermunicipal, interestadual e internacional, exceto travessia2
5030-1/01Navegação de apoio marítimo3
5030-1/02Navegação de apoio portuário1
5030-1/03Serviço de rebocadores e empurradores3
5091-2/01Transporte por navegação de travessia municipal3
5091-2/02Transporte por navegação de travessia intermunicipal, interestadual e internacional3
5099-8/01Transporte aquaviário para passeios turísticos1
5099-8/99Outros transportes aquaviários não especificados anteriormente1
5111-1/00Transporte aéreo de passageiros regular3
5112-9/01Serviço de táxi aéreo e locação de aeronaves com tripulação3
5112-9/99Outros serviços de transporte aéreo de passageiros não regular3
5120-0/00Transporte aéreo de carga2
5130-7/00Transporte espacial1
5211-7/01Armazéns gerais - emissão de warrant3
5211-7/02Guarda-móveis2
5211-7/99Depósitos de mercadorias para terceiros, exceto armazéns gerais e guarda-móveis3
5212-5/00Carga e descarga3
5221-4/00Concessionárias de rodovias, pontes, túneis e serviços relacionados3
5222-2/00Terminais rodoviários e ferroviários3
5223-1/00Estacionamento de veículos3
5229-0/01Serviços de apoio ao transporte por táxi, inclusive centrais de chamada1
5229-0/02Serviços de reboque de veículos3
5229-0/99Outras atividades auxiliares dos transportes terrestres não especificadas anteriormente3
5231-1/01Administração da infraestrutura portuária2
5231-1/02Atividades do operador portuário3
5231-1/03Gestão de terminais aquaviários3
5232-0/00Atividades de agenciamento marítimo2
5239-7/01Serviços de praticagem3
5239-7/99Atividades auxiliares dos transportes aquaviários não especificadas anteriormente3
5240-1/01Operação dos aeroportos e campos de aterrissagem2
5240-1/99Atividades auxiliares dos transportes aéreos, exceto operação dos aeroportos e campos de aterrissagem3
5250-8/01Comissária de despachos1
5250-8/02Atividades de despachantes aduaneiros3
5250-8/03Agenciamento de cargas, exceto para o transporte marítimo3
5250-8/04Organização logística do transporte de carga3
5250-8/05Operador de transporte multimodal3
5310-5/01Atividades do correio nacional3
5310-5/02Atividades de franqueadas e permissionárias do correio nacional2
5320-2/01Serviços de malote não realizados pelo correio nacional3
5320-2/02Serviços de entrega rápida3
5510-8/01Hotéis2
5510-8/02Apart-hotéis2
5510-8/03Motéis2
5590-6/01Albergues, exceto assistenciais3
5590-6/02 Campings1
5590-6/03Pensões (alojamento)2
5590-6/99Outros alojamentos não especificados anteriormente2
5611-2/01Restaurantes e similares2
5611-2/03Lanchonetes, casas de chá e de sucos e similares3
5611-2/04Bares e outros estabelecimentos especializados em servir bebidas, sem entretenimento3
5611-2/05Bares e outros estabelecimentos especializados em servir bebidas, com entretenimento3
5612-1/00Serviços ambulantes de alimentação3
5620-1/01Fornecimento de alimentos preparados preponderantemente para empresas3
5620-1/02Serviços de alimentação para eventos e recepções - bufê2
5620-1/03Serviços de alimentação privativos - cantinas3
5620-1/04Fornecimento de alimentos preparados preponderantemente para consumo domiciliar3
5811-5/00Edição de livros2
5812-3/01Edição de jornais diários2
5813-1/00Edição de revistas3
5819-1/00Edição de cadastros, listas e outros produtos gráficos2
5821-2/00Edição integrada à impressão de livros2
5822-1/01Edição integrada à impressão de jornais diários2
5822-1/02Edição integrada à impressão de jornais não diários2
5823-9/00Edição integrada à impressão de revistas2
5829-8/00Edição integrada à impressão de cadastros, listas e outros produtos gráficos2
5911-1/01Estúdios cinematográficos1
5911-1/02Produção de filmes para publicidade3
5911-1/99Atividades de produção cinematográfica, de vídeos e de programas de televisão não especificadas anteriormente1
5912-0/01Serviços de dublagem2
5912-0/02Serviços de mixagem sonora em produção audiovisual2
5912-0/99Atividades de pós-produção cinematográfica, de vídeos e de programas de televisão não especificadas anteriormente1
5913-8/00Distribuição cinematográfica, de vídeo e de programas de televisão1
5914-6/00Atividades de exibição cinematográfica3
5920-1/00Atividades de gravação de som e de edição de música2
6010-1/00Atividades de rádio1
6021-7/00Atividades de televisão aberta3
6022-5/01Programadoras3
6022-5/02Atividades relacionadas à televisão por assinatura, exceto programadoras3
6110-8/01Serviços de telefonia fixa comutada2
6110-8/02Serviços de redes de transporte de telecomunicações2
6110-8/03Serviços de comunicação multimídia2
6110-8/99Serviços de telecomunicações por fio não especificados anteriormente3
6120-5/01Telefonia móvel celular2
6120-5/02Serviço móvel especializado3
6120-5/99Serviços de telecomunicações sem fio não especificados anteriormente1
6130-2/00Telecomunicações por satélite1
6141-8/00Operadoras de televisão por assinatura por cabo3
6142-6/00Operadoras de televisão por assinatura por micro-ondas2
6143-4/00Operadoras de televisão por assinatura por satélite3
6190-6/01Provedores de acesso às redes de comunicações3
6190-6/02Provedores de voz sobre protocolo internet2
6190-6/99Outras atividades de telecomunicações não especificadas anteriormente2
6201-5/01Desenvolvimento de programas de computador sob encomenda1
6201-5/02 Web design1
6202-3/00Desenvolvimento e licenciamento de programas de computador customizáveis2
6203-1/00Desenvolvimento e licenciamento de programas de computador não customizáveis1
6204-0/00Consultoria em tecnologia da informação2
6209-1/00Suporte técnico, manutenção e outros serviços em tecnologia da informação2
6311-9/00Tratamento de dados, provedores de serviços de aplicação e serviços de hospedagem na internet2
6319-4/00Portais, provedores de conteúdo e outros serviços de informação na internet1
6391-7/00Agências de notícias2
6399-2/00Outras atividades de prestação de serviços de informação não especificadas anteriormente3
6410-7/00Banco Central do Brasil1
6421-2/00Bancos comerciais2
6422-1/00Bancos múltiplos com carteira comercial3
6423-9/00Caixa Econômica Federal2
6424-7/01Bancos cooperativos1
6424-7/02Cooperativas centrais de crédito1
6424-7/03Cooperativas de crédito mútuo2
6424-7/04Cooperativas de crédito rural1
6431-0/00Bancos múltiplos sem carteira comercial1
6432-8/00Bancos de investimento1
6433-6/00Bancos de desenvolvimento2
6434-4/00Agências de fomento1
6435-2/01Sociedades de crédito imobiliário1
6435-2/02Associações de poupança e empréstimo1
6435-2/03Companhias hipotecárias1
6436-1/00Sociedades de crédito, financiamento e investimento - financeiras1
6437-9/00Sociedades de crédito ao microempreendedor1
6438-7/01Bancos de câmbio1
6438-7/99Outras instituições de intermediação não monetária não especificadas anteriormente1
6440-9/00Arrendamento mercantil1
6450-6/00Sociedades de capitalização3
6461-1/00 Holdings de instituições financeiras2
6462-0/00 Holdings de instituições não financeiras3
6463-8/00Outras sociedades de participação, exceto holdings2
6470-1/01Fundos de investimento, exceto fundos de investimento previdenciários e imobiliários1
6470-1/02Fundos de investimento previdenciários1
6470-1/03Fundos de investimento imobiliários1
6491-3/00Sociedades de fomento mercantil - factoring1
6492-1/00Securitização de créditos3
6493-0/00Administração de consórcios para aquisição de bens e direitos2
6499-9/01Clubes de investimento1
6499-9/02Sociedades de investimento1
6499-9/03Fundo garantidor de crédito1
6499-9/04Caixas de financiamento de corporações1
6499-9/05Concessão de crédito pelas organizações da sociedade civil de interesse público1
6499-9/99Outras atividades de serviços financeiros não especificadas anteriormente1
6511-1/01Sociedade seguradora de seguros de vida1
6511-1/02Planos de auxílio-funeral2
6512-0/00Sociedade seguradora de seguros não vida2
6520-1/00Sociedade seguradora de seguros-saúde1
6530-8/00Resseguros2
6541-3/00Previdência complementar fechada1
6542-1/00Previdência complementar aberta1
6550-2/00Planos de saúde2
6611-8/01Bolsa de valores1
6611-8/02Bolsa de mercadorias1
6611-8/03Bolsa de mercadorias e futuros1
6611-8/04Administração de mercados de balcão organizados2
6612-6/01Corretoras de títulos e valores mobiliários1
6612-6/02Distribuidoras de títulos e valores mobiliários1
6612-6/03Corretoras de câmbio1
6612-6/04Corretoras de contratos de mercadorias1
6612-6/05Agentes de investimentos em aplicações financeiras2
6613-4/00Administração de cartões de crédito2
6619-3/01Serviços de liquidação e custódia1
6619-3/02Correspondentes de instituições financeiras2
6619-3/03Representações de bancos estrangeiros1
6619-3/04Caixas eletrônicos1
6619-3/05Operadoras de cartões de débito1
6619-3/99Outras atividades auxiliares dos serviços financeiros não especificadas anteriormente2
6621-5/01Peritos e avaliadores de seguros1
6621-5/02Auditoria e consultoria atuarial1
6622-3/00Corretores e agentes de seguros, de planos de previdência complementar e de saúde1
6629-1/00Atividades auxiliares dos seguros, da previdência complementar e dos planos de saúde não especificadas anteriormente2
6630-4/00Atividades de administração de fundos por contrato ou comissão2
6810-2/01Compra e venda de imóveis próprios3
6810-2/02Aluguel de imóveis próprios2
6810-2/03Loteamento de imóveis próprios3
6821-8/01Corretagem na compra e venda e avaliação de imóveis2
6821-8/02Corretagem no aluguel de imóveis2
6822-6/00Gestão e administração da propriedade imobiliária2
6911-7/01Serviços advocatícios1
6911-7/02Atividades auxiliares da justiça1
6911-7/03Agente de propriedade industrial1
6912-5/00Cartórios1
6920-6/01Atividades de contabilidade1
6920-6/02Atividades de consultoria e auditoria contábil e tributária2
7020-4/00Atividades de consultoria em gestão empresarial, exceto consultoria técnica específica2
7111-1/00Serviços de arquitetura3
7112-0/00Serviços de engenharia3
7119-7/01Serviços de cartografia, topografia e geodésia2
7119-7/02Atividades de estudos geológicos3
7119-7/03Serviços de desenho técnico relacionados à arquitetura e engenharia2
7119-7/04Serviços de perícia técnica relacionados à segurança do trabalho1
7119-7/99Atividades técnicas relacionadas à engenharia e arquitetura não especificadas anteriormente2
7120-1/00Testes e análises técnicas1
7210-0/00Pesquisa e desenvolvimento experimental em ciências físicas e naturais2
7220-7/00Pesquisa e desenvolvimento experimental em ciências sociais e humanas1
7311-4/00Agências de publicidade1
7312-2/00Agenciamento de espaços para publicidade, exceto em veículos de comunicação3
7319-0/01Criação de estandes para feiras e exposições2
7319-0/02Promoção de vendas3
7319-0/03 Marketing direto3
7319-0/04Consultoria em publicidade2
7319-0/99Outras atividades de publicidade não especificadas anteriormente2
7320-3/00Pesquisas de mercado e de opinião pública3
7410-2/02 Design de interiores3
7410-2/03 Design de produto3
7410-2/99Atividades de design não especificadas anteriormente3
7420-0/01Atividades de produção de fotografias, exceto aérea e submarina2
7420-0/02Atividades de produção de fotografias aéreas e submarinas2
7420-0/03Laboratórios fotográficos2
7420-0/04Filmagem de festas e eventos2
7420-0/05Serviços de microfilmagem3
7490-1/01Serviços de tradução, interpretação e similares3
7490-1/02Escafandria e mergulho3
7490-1/03Serviços de agronomia e de consultoria às atividades agrícolas e pecuárias3
7490-1/04Atividades de intermediação e agenciamento de serviços e negócios em geral, exceto imobiliários2
7490-1/05Agenciamento de profissionais para atividades esportivas, culturais e artísticas3
7490-1/99Outras atividades profissionais, científicas e técnicas não especificadas anteriormente2
7500-1/00Atividades veterinárias2
7711-0/00Locação de automóveis sem condutor2
7719-5/01Locação de embarcações sem tripulação, exceto para fins recreativos2
7719-5/02Locação de aeronaves sem tripulação3
7719-5/99Locação de outros meios de transporte não especificados anteriormente, sem condutor3
7721-7/00Aluguel de equipamentos recreativos e esportivos2
7722-5/00Aluguel de fitas de vídeo, DVDs e similares3
7723-3/00Aluguel de objetos de vestuário, joias e acessórios2
7729-2/01Aluguel de aparelhos de jogos eletrônicos3
7729-2/02Aluguel de móveis, utensílios e aparelhos de uso doméstico e pessoal e instrumentos musicais3
7729-2/03Aluguel de material médico1
7729-2/99Aluguel de outros objetos pessoais e domésticos não especificados anteriormente3
7731-4/00Aluguel de máquinas e equipamentos agrícolas sem operador3
7732-2/01Aluguel de máquinas e equipamentos para construção sem operador, exceto andaimes3
7732-2/02Aluguel de andaimes3
7733-1/00Aluguel de máquinas e equipamentos para escritório1
7739-0/01Aluguel de máquinas e equipamentos para extração de minérios e petróleo sem operador1
7739-0/02Aluguel de equipamentos científicos, médicos e hospitalares sem operador3
7739-0/03Aluguel de palcos, coberturas e outras estruturas de uso temporário, exceto andaimes3
7739-0/99Aluguel de outras máquinas e equipamentos comerciais e industriais não especificados anteriormente sem operador3
7740-3/00Gestão de ativos intangíveis não financeiros1
7810-8/00Seleção e agenciamento de mão de obra3
7820-5/00Locação de mão de obra temporária3
7830-2/00Fornecimento e gestão de recursos humanos para terceiros2
7911-2/00Agências de viagens1
7912-1/00Operadores turísticos1
7990-2/00Serviços de reservas e outros serviços de turismo não especificados anteriormente1
8011-1/01Atividades de vigilância e segurança privada3
8011-1/02Serviços de adestramento de cães de guarda2
8012-9/00Atividades de transporte de valores3
8020-0/01Atividades de monitoramento de sistemas de segurança eletrônicos3
8020-0/02Outras atividades de serviços de segurança3
8030-7/00Atividades de investigação particular2
8111-7/00Serviços combinados para apoio a edifícios, exceto condomínios prediais3
8112-5/00Condomínios prediais2
8121-4/00Limpeza em prédios e em domicílios3
8122-2/00Imunização e controle de pragas urbanas3
8129-0/00Atividades de limpeza não especificadas anteriormente3
8130-3/00Atividades paisagísticas3
8211-3/00Serviços combinados de escritório e apoio administrativo2
8219-9/01Fotocópias1
8219-9/99Preparação de documentos e serviços especializados de apoio administrativo não especificados anteriormente3
8220-2/00Atividades de teleatendimento3
8230-0/01Serviços de organização de feiras, congressos, exposições e festas3
8230-0/02Casas de festas e eventos1
8291-1/00Atividades de cobrança e informações cadastrais2
8292-0/00Envasamento e empacotamento sob contrato3
8299-7/01Medição de consumo de energia elétrica, gás e água3
8299-7/02Emissão de vales-alimentação, vales-transporte e similares1
8299-7/03Serviços de gravação de carimbos, exceto confecção2
8299-7/04Leiloeiros independentes2
8299-7/05Serviços de levantamento de fundos sob contrato2
8299-7/06Casas lotéricas2
8299-7/07Salas de acesso à internet2
8299-7/99Outras atividades de serviços prestados principalmente às empresas não especificadas anteriormente2
8411-6/00Administração pública em geral2
8412-4/00Regulação das atividades de saúde, educação, serviços culturais e outros serviços sociais1
8413-2/00Regulação das atividades econômicas2
8421-3/00Relações exteriores1
8422-1/00Defesa1
8423-0/00Justiça1
8424-8/00Segurança e ordem pública2
8425-6/00Defesa civil1
8430-2/00Seguridade social obrigatória1
8511-2/00Educação infantil - creche2
8512-1/00Educação infantil - pré-escola1
8513-9/00Ensino fundamental1
8520-1/00Ensino médio1
8531-7/00Educação superior - graduação1
8532-5/00Educação superior - graduação e pós-graduação1
8533-3/00Educação superior - pós-graduação e extensão1
8541-4/00Educação profissional de nível técnico1
8542-2/00Educação profissional de nível tecnológico2
8550-3/01Administração de caixas escolares1
8550-3/02Atividades de apoio à educação, exceto caixas escolares2
8591-1/00Ensino de esportes2
8592-9/01Ensino de dança1
8592-9/02Ensino de artes cênicas, exceto dança1
8592-9/03Ensino de música1
8592-9/99Ensino de arte e cultura não especificado anteriormente1
8593-7/00Ensino de idiomas1
8599-6/01Formação de condutores1
8599-6/02Cursos de pilotagem3
8599-6/03Treinamento em informática1
8599-6/04Treinamento em desenvolvimento profissional e gerencial1
8599-6/05Cursos preparatórios para concursos1
8599-6/99Outras atividades de ensino não especificadas anteriormente2
8610-1/01Atividades de atendimento hospitalar, exceto pronto-socorro e unidades para atendimento a urgências2
8610-1/02Atividades de atendimento em pronto-socorro e unidades hospitalares para atendimento a urgências2
8621-6/01Unidade de terapia intensiva móvel - UTI móvel2
8621-6/02Serviços móveis de atendimento a urgências, exceto por UTI móvel2
8622-4/00Serviços de remoção de pacientes, exceto os serviços móveis de atendimento a urgências2
8630-5/01Atividade médica ambulatorial com recursos para realização de procedimentos cirúrgicos1
8630-5/02Atividade médica ambulatorial com recursos para realização de exames complementares2
8630-5/03Atividade médica ambulatorial restrita a consultas1
8630-5/04Atividade odontológica1
8630-5/06Serviços de vacinação e imunização humana1
8630-5/07Atividades de reprodução humana assistida2
8630-5/99Atividades de atenção ambulatorial não especificadas anteriormente2
8640-2/01Laboratórios de anatomia patológica e citológica2
8640-2/02Laboratórios clínicos2
8640-2/03Serviços de diálise e nefrologia2
8640-2/04Serviços de tomografia1
8640-2/05Serviços de diagnóstico por imagem com uso de radiação ionizante, exceto tomografia2
8640-2/06Serviços de ressonância magnética2
8640-2/07Serviços de diagnóstico por imagem sem uso de radiação ionizante, exceto ressonância magnética1
8640-2/08Serviços de diagnóstico por registro gráfico (por exemplo, ECG, EEG e outros exames análogos)3
8640-2/09Serviços de diagnóstico por métodos ópticos (por exemplo, endoscopia e outros exames análogos)2
8640-2/10Serviços de quimioterapia2
8640-2/11Serviços de radioterapia2
8640-2/12Serviços de hemoterapia1
8640-2/13Serviços de litotripsia1
8640-2/14Serviços de bancos de células e tecidos humanos1
8640-2/99Atividades de serviços de complementação diagnóstica e terapêutica não especificadas anteriormente2
8650-0/01Atividades de enfermagem1
8650-0/02Atividades de profissionais da nutrição3
8650-0/03Atividades de psicologia e psicanálise1
8650-0/04Atividades de fisioterapia1
8650-0/05Atividades de terapia ocupacional2
8650-0/06Atividades de fonoaudiologia1
8650-0/07Atividades de terapia de nutrição enteral e parenteral1
8650-0/99Atividades de profissionais da área de saúde não especificadas anteriormente2
8660-7/00Atividades de apoio à gestão de saúde2
8690-9/01Atividades de práticas integrativas e complementares em saúde humana2
8690-9/02Atividades de bancos de leite humano1
8690-9/03Atividades de acupuntura2
8690-9/04Atividades de podologia2
8690-9/99Outras atividades de atenção à saúde humana não especificadas anteriormente2
8711-5/01Clínicas e residências geriátricas2
8711-5/02Instituições de longa permanência para idosos2
8711-5/03Atividades de assistência a deficientes físicos, imunodeprimidos e convalescentes1
8711-5/04Centros de apoio a pacientes com câncer e com síndrome da imunodeficiência adquirida (aids)3
8711-5/05Condomínios residenciais para idosos e deficientes físicos2
8712-3/00Atividades de fornecimento de infraestrutura de apoio e assistência a paciente no domicílio2
8720-4/01Atividades de centros de assistência psicossocial1
8720-4/99Atividades de assistência psicossocial e à saúde a portadores de distúrbios psíquicos, deficiência mental e dependência química e grupos similares não especificadas anteriormente2
8730-1/01Orfanatos2
8730-1/02Albergues assistenciais2
8730-1/99Atividades de assistência social prestadas em residências coletivas e particulares não especificadas anteriormente2
8800-6/00Serviços de assistência social sem alojamento2
9001-9/01Produção teatral1
9001-9/02Produção musical2
9001-9/03Produção de espetáculos de dança2
9001-9/04Produção de espetáculos circenses, de marionetes e similares1
9001-9/05Produção de espetáculos de rodeios, vaquejadas e similares3
9001-9/06Atividades de sonorização e de iluminação1
9001-9/99Artes cênicas, espetáculos e atividades complementares não especificados anteriormente3
9002-7/01Atividades de artistas plásticos, jornalistas independentes e escritores1
9002-7/02Restauração de obras de arte1
9003-5/00Gestão de espaços para artes cênicas, espetáculos e outras atividades artísticas3
9101-5/00Atividades de bibliotecas e arquivos2
9102-3/01Atividades de museus e de exploração de lugares e prédios históricos e atrações similares1
9102-3/02Restauração e conservação de lugares e prédios históricos1
9103-1/00Atividades de jardins botânicos, zoológicos, parques nacionais, reservas ecológicas e áreas de proteção ambiental2
9200-3/01Casas de bingo1
9200-3/02Exploração de apostas em corridas de cavalos2
9200-3/99Exploração de jogos de azar e apostas não especificados anteriormente1
9311-5/00Gestão de instalações de esportes2
9312-3/00Clubes sociais, esportivos e similares2
9313-1/00Atividades de condicionamento físico1
9319-1/01Produção e promoção de eventos esportivos2
9319-1/99Outras atividades esportivas não especificadas anteriormente2
9321-2/00Parques de diversão e parques temáticos2
9329-8/01Discotecas, danceterias, salões de dança e similares1
9329-8/02Exploração de boliches3
9329-8/03Exploração de jogos de sinuca, bilhar e similares1
9329-8/04Exploração de jogos eletrônicos recreativos3
9329-8/99Outras atividades de recreação e lazer não especificadas anteriormente2
9411-1/00Atividades de organizações associativas patronais e empresariais3
9412-0/01Atividades de fiscalização profissional3
9412-0/99Outras atividades associativas profissionais3
9420-1/00Atividades de organizações sindicais2
9430-8/00Atividades de associações de defesa de direitos sociais2
9491-0/00Atividades de organizações religiosas ou filosóficas2
9492-8/00Atividades de organizações políticas1
9493-6/00Atividades de organizações associativas ligadas à cultura e à arte2
9499-5/00Atividades associativas não especificadas anteriormente2
9511-8/00Reparação e manutenção de computadores e de equipamentos periféricos3
9512-6/00Reparação e manutenção de equipamentos de comunicação2
9521-5/00Reparação e manutenção de equipamentos eletroeletrônicos de uso pessoal e doméstico3
9529-1/01Reparação de calçados, bolsas e artigos de viagem1
9529-1/02Chaveiros3
9529-1/03Reparação de relógios1
9529-1/04Reparação de bicicletas, triciclos e outros veículos não motorizados3
9529-1/05Reparação de artigos de mobiliário2
9529-1/06Reparação de joias2
9529-1/99Reparação e manutenção de outros objetos e equipamentos pessoais e domésticos não especificados anteriormente3
9601-7/01Lavanderias3
9601-7/02Tinturarias3
9601-7/03Toalheiros3
9602-5/01Cabeleireiros, manicure e pedicure2
9602-5/02Atividades de estética e outros serviços de cuidados com a beleza2
9603-3/01Gestão e manutenção de cemitérios3
9603-3/02Serviços de cremação2
9603-3/03Serviços de sepultamento2
9603-3/04Serviços de funerárias2
9603-3/05Serviços de somatoconservação3
9603-3/99Atividades funerárias e serviços relacionados não especificados anteriormente3
9609-2/02Agências matrimoniais3
9609-2/04Exploração de máquinas de serviços pessoais acionadas por moeda1
9609-2/05Atividades de sauna e banhos1
9609-2/06Serviços de tatuagem e colocação de piercing2
9609-2/07Alojamento de animais domésticos2
9609-2/08Higiene e embelezamento de animais domésticos2
9609-2/99Outras atividades de serviços pessoais não especificadas anteriormente2
9700-5/00Serviços domésticos2
9900-8/00Organismos internacionais e outras instituições extraterritoriais1

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