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Decretos

Decreto nº 9.676, de 2 de janeiro de 2019

Presidência da República

Secretaria-Geral

Subchefia para Assuntos Jurídicos

Aprova a Estrutura Regimental e o Quadro Demonstrativo dos Cargos em Comissão e das Funções de Confiança do Ministério da Infraestrutura.

O PRESIDENTE DA REPÚBLICA , no uso da atribuição que lhe confere o art. 84, caput , inciso VI, alínea “a”, da Constituição,

DECRETA :

Art. 1.
Ficam aprovados a Estrutura Regimental e o Quadro Demonstrativo dos Cargos em Comissão e das Funções de Confiança do Ministério da Infraestrutura, na forma dos Anexos I e II.
Art. 2.
Ficam remanejados, na forma do Anexo III , os seguintes cargos em comissão do Grupo-Direção e Assessoramento Superiores - DAS e Funções Comissionadas do Poder Executivo - FCPE: (Redação dada pelo Decreto nº 9.684, de 2019)
Ido extinto Ministério dos Transportes, Portos e Aviação Civil para a Secretaria de Gestão da Secretaria Especial de Desburocratização, Gestão e Governo Digital do Ministério da Economia :
a)treze DAS 101.1;
b)sete DAS 102.4;
c)vinte e nove DAS 102.2;
d)vinte e três DAS 102.1; e (Redação dada pelo Decreto nº 9.684, de 2019)
e)uma FCPE 102.4;
IIdo Departamento Nacional de Trânsito do extinto Ministério das Cidades para a Secretaria de Gestão da Secretaria Especial de Desburocratização, Gestão e Governo Digital do Ministério da Economia :
a)um DAS 101.5;
b)seis DAS 101.4;
c)um DAS 101.2;
d)dois DAS 101.1;
e)um DAS 102.4; e
f)dois DAS 102.3;
IIIda Secretaria de Gestão da Secretaria Especial de Desburocratização, Gestão e Governo Digital do Ministério da Economia para o Ministério da Infraestrutura:
a)um DAS 101.5;
b)seis DAS 101.4;
c)um DAS 102.4;
d)dois DAS 102.3;
e)um DAS 101.2; e
f)dois DAS 101.1.
a)três DAS 101.5; (Redação dada pelo Decreto nº 9.684, de 2019)
b)um DAS 101.4; (Redação dada pelo Decreto nº 9.684, de 2019)
c)trinta e um DAS 101.3; (Redação dada pelo Decreto nº 9.684, de 2019)
d)treze DAS 101.2; (Redação dada pelo Decreto nº 9.684, de 2019)
e)dois DAS 102.5; (Redação dada pelo Decreto nº 9.684, de 2019)
f)oito DAS 102.3; e (Redação dada pelo Decreto nº 9.684, de 2019)
g)uma FCPE 101.4. (Redação dada pelo Decreto nº 9.684, de 2019)
Art. 3.
Ficam remanejadas, da Secretaria de Gestão da Secretaria Especial de Desburocratização, Gestão e Governo Digital do Ministério da Economia para o Ministério da Infraestrutura, na forma do Anexo IV , em cumprimento à Lei nº 13.346, de 10 de outubro de 2016 , as seguintes FCPE: (Redação dada pelo Decreto nº 9.684, de 2019)
Parágrafo únicoFicam extintos quinze cargos em comissão do Grupo-DAS, conforme demonstrado no Anexo IV .
Iuma FCPE 101.4; e (Incluído pelo Decreto nº 9.684, de 2019)
IItreze FCPE 101.2. (Incluído pelo Decreto nº 9.684, de 2019)
Parágrafo únicoFicam extintos quatorze cargos em comissão do Grupo-DAS, conforme demonstrado no Anexo IV . (Redação dada pelo Decreto nº 9.684, de 2019)
Art. 4.
Ficam transformados, na forma do Anexo V , nos termos do art. 8º da Lei nº 13.346, de 2016 , os seguintes cargos em comissão do Grupo-DAS: treze DAS-4, oito DAS-2 e trinta e oito DAS-1 em quatro DAS-5 e trinta e sete DAS-3. (Redação dada pelo Decreto nº 9.684, de 2019)
Art. 5.
Os apostilamentos decorrentes das alterações promovidas na Estrutura Regimental do Ministério da Infraestrutura deverão ocorrer até 30 de janeiro de 2019. (Redação dada pelo Decreto nº 9.684, de 2019)
Parágrafo únicoO Ministro de Estado da Infraestrutura publicará, no Diário Oficial da União, no prazo de trinta dias, contado da data de entrada em vigor deste Decreto, relação nominal dos titulares dos cargos em comissão e das funções de confiança a que se refere o Anexo II, que indicará, inclusive, o número de cargos e funções vagos, suas denominações e seus níveis.
Art. 6.
O Ministro de Estado da Infraestrutura poderá editar regimento interno abrangendo todas as unidades administrativas integrantes de sua estrutura regimental, ou regimentos internos específicos abrangendo uma ou mais unidades ou subunidades administrativas, detalhando as unidades administrativas integrantes da Estrutura Regimental do Ministério da Infraestrutura, as suas competências e as atribuições de seus dirigentes.
Parágrafo únicoOs registros referentes ao regimento interno serão realizados no sistema informatizado do Sistema de Organização e Inovação Institucional do Governo Federal - Siorg até a data de entrada em vigor do regimento interno ou de suas alterações.
Art. 7.
O Ministro de Estado da Infraestrutura poderá, mediante alteração do regimento interno, permutar cargos em comissão do Grupo-DAS com FCPE, desde que não sejam alteradas as unidades da estrutura organizacional básica especificadas na Tabela “a” do Anexo II e sejam mantidos as categorias, os níveis e os quantitativos previstos na Tabela “b” do Anexo II , conforme o disposto no art. 9º do Decreto nº 6.944, de 21 de agosto de 2009.
Art. 8.
O Decreto nº 3.564, de 17 de agosto de 2000 , passa a vigorar com as seguintes alterações:

“Art. 3º .......................................................................................................

.....................................................................................................................

IXo Ministro de Estado da Infraestrutura; e

.....................................................................................................................

§ 1ºO Ministro de Estado da Infraestrutura presidirá o Conselho, cabendo-lhe:

..........................................................................................................” (NR)

“Art. 6º A Secretaria-Executiva do Conselho será exercida pela Secretaria Nacional de Aviação Civil do Ministério da Infraestrutura, nos termos do regimento interno do colegiado, competindo-lhe:

..........................................................................................................” (NR)

“

Art. 10.
As despesas relativas ao funcionamento do Conselho correrão à conta de dotações orçamentárias do Ministério da Infraestrutura, que adotará as providências necessárias a sua inclusão no Orçamento da União.” (NR)
Art. 9.
O Decreto nº 7.554, de 15 de agosto de 2011 , passa a vigorar com as seguintes alterações:

“Art. 2º .......................................................................................................

IMinistério da Infraestrutura, que a coordenará;

.....................................................................................................................

§ 1ºOs representantes, titular e suplente, dos órgãos e da entidade a que se refere o caput serão indicados pelos Ministros de Estado respectivos e pelo Diretor-Presidente da ANAC e designados em ato do Ministro de Estado da Infraestrutura.

.....................................................................................................................

§ 3ºCaberá à Secretaria Nacional de Aviação Civil do Ministério da Infraestrutura fornecer o apoio administrativo e os meios necessários ao funcionamento da CONAERO e realizar o acompanhamento da implementação dos parâmetros e das metas de desempenho dos aeroportos.” (NR)
Art. 10.
Decreto nº 7.861, de 6 de dezembro de 2012 , passa a vigorar com as seguintes alterações:

“Art. 1º Fica instituída a Comissão Nacional das Autoridades nos Portos - CONAPORTOS, sob coordenação do Ministério da Infraestrutura , com a finalidade de integrar as atividades desempenhadas pelos órgãos e entidades públicos nos portos e instalações portuárias.” (NR)

“Art. 2º .......................................................................................................

IMinistério da Infraestrutura;

.....................................................................................................................

§ 1ºOs representantes, titular e suplente, dos órgãos e da entidade a que se refere o caput serão indicados pelos Ministros de Estado respectivos e pelo Diretor-Geral da Agência Nacional de Transportes Aquaviários e designados em ato do Ministro de Estado da Infraestrutura.

.....................................................................................................................

§ 3ºCaberá à Secretaria Nacional de Portos do Ministério da Infraestrutura fornecer apoio técnico e administrativo e os meios necessários ao funcionamento da CONAPORTOS e reunir e sistematizar informações relativas ao cumprimento das metas por ela estabelecidas.” (NR)

“Art. 5º .......................................................................................................

.....................................................................................................................

§ 2ºNos portos organizados não outorgados às Companhias Docas, caberá ao Ministério da Infraestrutura designar o órgão ou a entidade responsável pela coordenação da comissão local.
§ 3ºRepresentante do Ministério da Infraestrutura poderá participar das reuniões, sempre que entender necessário.

..........................................................................................................” (NR)

Art. 11.
Decreto nº 5.269, de 10 de novembro de 2004 , passa a vigorar com as seguintes alterações:

“Art. 1º O Conselho Diretor do Fundo da Marinha Mercante - CDFMM, órgão colegiado de caráter deliberativo, integrante da estrutura básica do Ministério da Infraestrutura, criado pelo art. 23 da Lei nº 10.893, de 13 de julho de 2004, tem a finalidade de administrar o Fundo da Marinha Mercante - FMM, e acompanhar e avaliar a sua aplicação. ” (NR)

“Art. 2º .......................................................................................................

.....................................................................................................................

IIelaborar e submeter à aprovação do Ministro de Estado da Infraestrutura a programação anual de aplicação dos recursos do FMM;

.....................................................................................................................

VIcumprir e fazer cumprir as normas gerais relativas a pedidos de financiamento e concessão de prioridade, com utilização de recursos do FMM, editadas pelo Ministro de Estado da Infraestrutura;

.....................................................................................................................

Xpropor ao Ministro de Estado da Infraestrutura a realização de convênios e contratos com agentes financeiros do FMM e outros de interesse do desenvolvimento do transporte aquaviário e da indústria da construção e reparação naval brasileiras;

.....................................................................................................................

XIIIassessorar o Ministro de Estado da Infraestrutura no conjunto de atividades relacionadas à sua competência;

.....................................................................................................................

XVIII - exercer outras atividades que lhe forem cometidas pelo Ministro de Estado da Infraestrutura.

§ 1ºO CDFMM elaborará seu regimento interno, no prazo de sessenta dias, contado da data de sua instalação, e o submeterá à aprovação do Ministro de Estado da Infraestrutura.
§ 2ºA gestão da aplicação do FMM será efetuada pelo Ministério da Infraestrutura, e caberá ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social - BNDES e aos bancos oficiais federais habilitados o papel de agente financeiro.
§ 3ºO CDFMM, no exercício da competência prevista no inciso VIII do caput , observará o limite fixado em ato do Ministro de Estado da Economia.” (NR)

“Art. 3º Ao Ministério da Infraestrutura, na qualidade de gestor da aplicação do FMM, compete:

...........................................................................................................” (NR)

“Art. 4º O CDFMM tem a seguinte composição:

Ium representante do Ministério da Infraestrutura, que o presidirá;

...........................................................................................................” (NR)

Art. 12.
Decreto nº 4.711, de 29 de maio de 2003 , passa a vigorar com as seguintes alterações: (Revogado pelo Decreto nª 9.684, de 2019)

“Art. 1º Compete ao Ministério da Infraestrutura a coordenação máxima do Sistema Nacional de Trânsito.” (NR)

“Art. 2º O Conselho Nacional de Trânsito - Contran, com sede no Distrito Federal, tem a seguinte composição:

IMinistro de Estado da Infraestrututra, que o presidirá;
IIMinistro de Estado da Ciência, Tecnologia e Comunicação;
IIIMinistro de Estado da Defesa;
IVMinistro de Estado da Economia;
VMinistro de Estado da Educação;
VIMinistro de Estado da Justiça e Segurança Pública;
VIIMinistro de Estado da Saúde; e
VIIIMinistro de Estado do Meio Ambiente.
Parágrafo únicoSerão convidados a participar das reuniões do Conselho, sem direito a voto, os ministros setoriais responsáveis pelas propostas ou matérias em exame e, quando for o caso, os dirigentes máximos das entidades reguladoras competentes.” (NR)

“Art. 3º Os Ministros de Estado, nos seus impedimentos, serão representados pelos respectivos Secretários-Executivos.”(NR)

“Art. 3º-A Compete ao dirigente do órgão máximo executivo de trânsito da União a que se refere o artigo 9º da Lei nº 9.503, de 23 de setembro de 1997 , atuar como Secretário-Executivo do Contran.” (NR )

Art. 13.
Decreto nº 6.780, de 18 de fevereiro de 2009 , passa a vigorar com as seguintes alterações:

“Art. 2º A Secretaria Nacional de Aviação Civil do Ministério da Infraestrutura deverá acompanhar a implementação da PNAC por parte dos órgãos e entidades responsáveis pela gestão, regulação e fiscalização da aviação civil, da infraestrutura aeroportuária civil e da infraestrutura de navegação aérea civil vinculados àquele Ministério.” (NR)

“DA POLÍTICA NACIONAL DE AVIAÇÃO CIVIL

.....................................................................................................................

4 - ACOMPANHAMENTO, AVALIAÇÃO E REVISÃO

A implantação da PNAC deverá ser acompanhada continuamente pelo Ministério da Infraestrutura, por intermédio da Secretaria Nacional de Aviação Civil, auxiliado pelos demais órgãos e entidades que integram o Conselho de Aviação Civil - CONAC.

...........................................................................................................” (NR)

Art. 14.
Ficam revogados:
Io Decreto nº 7.860, de 6 de dezembro de 2012 ; e
IIo § 3º do art. 3º do Anexo I ao Decreto nº 8.489, de 10 de julho de 2015 ; e
IIIo Decreto nº 9.000, de 8 de março de 2017.
Art. 15.
Este Decreto entra em vigor em 16 de janeiro de 2019. (Redação dada pelo Decreto nº 9.684, de 2019)

Brasília, 2 de janeiro de 2019; 198º da Independência e 131º da República.

JAIR MESSIAS BOLSONARO

Paulo Guedes

Tarcisio Gomes de Fretas

Este texto não substitui o publicado no DOU de 2.1.2019 - Edição extra Nº 1-D

ANEXO I

ESTRUTURA REGIMENTAL DO MINISTÉRIO DA INFRAESTRUTURA

CAPÍTULO I

DA NATUREZA E COMPETÊNCIA

Art. 1.
O Ministério da Infraestrutura, órgão da administração pública federal direta, tem como áreas de competência os seguintes assuntos:
Ipolítica nacional de transportes ferroviário, rodoviário, aquaviário, aeroportuário e aeroviário;
IIpolítica nacional de trânsito;
IIImarinha mercante e vias navegáveis;
IVformulação de políticas e diretrizes para o desenvolvimento e o fomento do setor de portos e instalações portuárias marítimos, fluviais e lacustres e execução e avaliação de medidas, programas e projetos de apoio ao desenvolvimento da infraestrutura e da superestrutura dos portos e das instalações portuárias marítimos, fluviais e lacustres;
Vformulação, coordenação e supervisão das políticas nacionais do setor de portos e instalações portuárias marítimos, fluviais e lacustres;
VIparticipação no planejamento estratégico, no estabelecimento de diretrizes para sua implementação e na definição das prioridades dos programas de investimentos em transportes;
VIIelaboração ou aprovação dos planos de outorgas, na forma prevista em legislação específica;
VIIIestabelecimento de diretrizes para a representação do País em organismos internacionais e em convenções, acordos e tratados relativos às suas competências;
IXdesenvolvimento da infraestrutura e da superestrutura aquaviária dos portos e das instalações portuárias marítimos, fluviais e lacustres em seu âmbito de competência, com a finalidade de promover a segurança e a eficiência do transporte aquaviário de cargas e de passageiros; e
Xaviação civil e infraestruturas aeroportuária e de aeronáutica civil, em articulação, no que couber, com o Ministério da Defesa.
Parágrafo únicoAs competências atribuídas no caput compreendem:
Ia formulação, a coordenação e a supervisão das políticas nacionais;
IIa formulação e a supervisão da execução da política referente ao Fundo de Marinha Mercante, destinado à renovação, à recuperação e à ampliação da frota mercante nacional, em articulação com o Ministério da Economia;
IIIo estabelecimento de diretrizes para afretamento de embarcações estrangeiras por empresas brasileiras de navegação e para liberação do transporte de cargas prescritas;
IVa elaboração de estudos e projeções relativos aos assuntos de aviação civil e de infraestruturas aeroportuária e aeronáutica civil e relativos à logística do transporte aéreo e do transporte intermodal e multimodal, ao longo de eixos e fluxos de produção, em articulação com os demais órgãos governamentais competentes, com atenção às exigências de mobilidade urbana e de acessibilidade;
Va declaração de utilidade pública, para fins de desapropriação, supressão vegetal ou instituição de servidão administrativa, dos bens necessários à construção, à manutenção e à expansão da infraestrutura em transportes, na forma da legislação específica;
VIa coordenação dos órgãos e das entidades do sistema de aviação civil, em articulação com o Ministério da Defesa, no que couber;
VIIa transferência, para os Estados, o Distrito Federal ou os Municípios, da implantação, da administração, da operação, da manutenção e da exploração da infraestrutura integrante do Sistema Federal de Viação, excluídos os órgãos, serviços, instalações e demais estruturas necessárias à operação regular e segura da navegação aérea;
VIIIa atribuição da infraestrutura aeroportuária;
IXa aprovação dos planos de zoneamento civil e militar dos aeródromos públicos de uso compartilhado, em conjunto com o Comando da Aeronáutica do Ministério da Defesa;
Xformulação de diretrizes para o desenvolvimento e o fomento do setor de trânsito; e
XIplanejamento, regulação, normatização e gestão da aplicação de recursos em políticas de trânsito.

CAPÍTULO II

DA ESTRUTURA ORGANIZACIONAL

Art. 2.
O Ministério da Infraestrutura possui a seguinte estrutura organizacional:
Iórgãos de assistência direta e imediata ao Ministro de Estado da Infraestrutura:
a)Gabinete do Ministro: Cerimonial;
b)Assessoria Especial de Comunicação;
c)Assessoria Especial de Assuntos Institucionais e Internacionais;
d)Assessoria Especial de Controle Interno;
e)Consultoria Jurídica;
f)Corregedoria; e
g)Secretaria-Executiva:

1. Gabinete da Secretaria-Executiva;

2. Subsecretaria de Planejamento, Orçamento e Administração;

3. Subsecretaria de Governança e Integridade;

4. Subsecretaria de Gestão Estratégica e Inovação; e

5. Subsecretaria de Gestão Ambiental e Desapropriações;

IIórgãos específicos singulares:
a)Secretaria Nacional de Aviação Civil:

1. Departamento de Investimentos;

2. Departamento de Planejamento e Gestão;

3. Departamento de Políticas Regulatórias; e

4. Departamento de Outorgas e Patrimônio;

b)Secretaria Nacional de Portos e Transportes Aquaviários:

1. Departamento de Navegação e Hidrovias;

2. Departamento de Gestão de Contratos;

3. Departamento de Novas Outorgas e Políticas Regulatórias Portuárias; e

4. Departamento de Gestão e Modernização Portuária ;

c)Secretaria Nacional de Transportes Terrestres:

1. Departamento de Gestão e Projetos Especiais;

2. Departamento de Transporte Rodoviário;

3. Departamento de Transporte Ferroviário; e

4. Departamento Nacional de Trânsito - DENATRAN;

d)Secretaria de Fomento, Planejamento e Parcerias:

1. Departamento de Estruturação e Articulação de Parcerias;

2. Departamento de Política e Planejamento Integrado; e

3. Departamento de Fomento e Desenvolvimento da Infraestrutura ;

IIIórgãos colegiados:
a)Conselho Diretor do Fundo da Marinha Mercante - CDFMM;
b)Comissão Nacional das Autoridades nos Portos - CONAPORTOS;
c)Comissão Nacional de Autoridades Aeroportuárias - CONAERO;
d)Conselho de Aviação Civil - CONAC; e
e)Conselho Nacional de Trânsito - CONTRAN; e
IVentidades vinculadas:
a)autarquias:

1. Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes - DNIT;

2. Agência Nacional de Transportes Terrestres - ANTT;

3. Agência Nacional de Transportes Aquaviários - ANTAQ; e

4. Agência Nacional de Aviação Civil - ANAC;

b)empresas públicas:

1. VALEC - Engenharia, Construções e Ferrovias S.A.;

2. Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária - Infraero; e

3. Empresa de Planejamento e Logística - EPL; e

c)sociedades de economia mista:

1. Companhia Docas do Ceará - CDC;

2. Companhia das Docas do Estado da Bahia - CODEBA;

3. Companhia Docas do Espírito Santo - CODESA;

4. Companhia Docas do Estado de São Paulo - CODESP;

5. Companhia Docas do Pará - CDP;

6. Companhia Docas do Rio Grande do Norte - CODERN;

7. Companhia Docas do Rio de Janeiro - CDRJ; e

8. Companhia Docas do Maranhão - CODOMAR.

CAPÍTULO III

DAS COMPETÊNCIAS DOS ÓRGÃOS

Art. 3.
Ao Gabinete do Ministro compete:
Iassistir o Ministro de Estado no preparo e no despacho de seu expediente pessoal;
IIprovidenciar a publicação oficial de matérias relacionadas com a área de atuação do Ministério;
IIIexercer as atividades de cerimonial e de apoio à organização de solenidades oficiais no âmbito do Ministério;
IVfornecer apoio administrativo aos expedientes de interesse do Ministério; e
Vexercer outras atribuições que lhe forem designadas pelo Ministro de Estado.
Art. 4.
À Assessoria Especial de Comunicação compete:
Iprovidenciar a divulgação de matérias relacionadas com a área de atuação do Ministério; e
IIexercer as atividades de comunicação social relativas às realizações do Ministério e das entidades vinculadas.
Art. 5.
À Assessoria Especial de Assuntos Institucionais e Internacionais compete:
Iassistir o Ministro de Estado em sua representação política e social, ocupar-se das relações públicas;
IImonitorar o andamento dos projetos de interesse do Ministério, em tramitação no Congresso Nacional;
IIIprovidenciar o atendimento às consultas e aos requerimentos formulados pelo Congresso Nacional; e
IVexercer as atividades relacionadas aos assuntos de cooperação e assistência técnica internacionais no âmbito do Ministério.
Art. 6.
À Assessoria Especial de Controle Interno compete:
Iassessorar diretamente o Ministro de Estado nas áreas de controle, risco, transparência e integridade da gestão;
IIassistir o Ministro de Estado no pronunciamento previsto no art. 52 da Lei nº 8.443, de 16 de julho de 1992;
IIIprestar orientação técnica ao Secretário-Executivo, aos gestores do Ministério e aos representantes indicados pelo Ministro de Estado em conselhos e comitês, nas áreas de controle, risco, transparência e integridade da gestão;
IVprestar orientação técnica e acompanhar os trabalhos das unidades do Ministério com vistas a subsidiar a elaboração da prestação de contas anual do Presidente da República e o relatório de gestão;
Vprestar orientação técnica na elaboração e na revisão de normas internas e de manuais;
VIapoiar a supervisão ministerial das entidades vinculadas, em articulação com as respectivas unidades de auditoria interna, inclusive quanto ao planejamento e aos resultados dos trabalhos;
VIIauxiliar na interlocução dos assuntos relacionados à ética, à ouvidoria e à correição entre as unidades responsáveis do Ministério e os órgãos de controle interno e externo e de defesa do Estado;
VIIIacompanhar processos de interesse do Ministério junto aos órgãos de controle interno e externo e de defesa do Estado;
IXacompanhar a implementação das recomendações da Controladoria-Geral da União e das deliberações do Tribunal de Contas da União relacionadas ao Ministério, além do atendimento a outras demandas provenientes dos órgãos de controle interno e externo e de defesa do Estado; e
Xapoiar as ações de capacitação nas áreas de controle, risco, transparência e integridade da gestão.
Art. 7.
À Consultoria Jurídica, órgão setorial da Advocacia-Geral da União, compete:
Iprestar assessoria e consultoria jurídica no âmbito do Ministério;
IIfixar a interpretação da Constituição, das leis, dos tratados e dos demais atos normativos, a ser uniformemente seguida na área de atuação do Ministério quando não houver orientação normativa do Advogado-Geral da União;
IIIatuar, em conjunto com os órgãos técnicos do Ministério, na elaboração de propostas de atos normativos que serão submetidas ao Ministro de Estado;
IVexercer a coordenação dos órgãos jurídicos das entidades vinculadas, respeitadas as atribuições da Procuradoria-Geral Federal;
Vrealizar revisão final da técnica legislativa e emitir parecer conclusivo sobre a constitucionalidade, a legalidade e a compatibilidade com o ordenamento jurídico das propostas de atos normativos;
VIassistir o Ministro de Estado no controle interno da legalidade administrativa dos atos do Ministério e das entidades a ele vinculadas;
VIIfornecer subsídios para atuação dos demais órgãos jurídicos integrantes da Advocacia-Geral da União em assuntos de sua competência;
VIIIrealizar atividades conciliatórias, respeitadas as orientações da Advocacia-Geral da União e a competência da Consultoria-Geral da União - CGU;
IXatuar na representação extrajudicial do Ministério e dos agentes públicos, respeitadas as orientações da Advocacia-Geral da União e a competência dos demais órgãos jurídicos da Advocacia-Geral da União;
Xzelar pelo cumprimento e observância das orientações emanadas dos órgãos de direção da Advocacia-Geral da União; e
XIexaminar, prévia e conclusivamente, no âmbito do Ministério:
a)os textos de edital de licitação e dos respectivos contratos ou instrumentos congêneres, a serem publicados e celebrados; e
b)os atos pelos quais se reconheça a inexigibilidade ou se decida a dispensa de licitação.
Art. 8.
À Corregedoria, unidade seccional do Sistema de Correição do Poder Executivo federal, compete:
Ipromover as atividades de prevenção e de correição para verificar a regularidade e a eficácia de serviços e propor medidas saneadoras ao seu funcionamento;
IIinstaurar as sindicâncias e os processos administrativos disciplinares, observado o disposto no art. 56 da Lei nº 10.233, de 5 de junho de 2001 , e no art. 14 da Lei nº 11.182, de 27 de setembro de 2005 ;
IIIexaminar as representações e os demais expedientes que tratem de irregularidades funcionais e proceder a seus juízos de admissibilidade;
IVjulgar e aplicar penalidades, em sindicâncias e processos administrativos disciplinares, nos casos de advertência ou de suspensão por até trinta dias, observado o disposto no art. 56 da Lei nº 10.233, de 2001 , e no art. 14 da Lei nº 11.182, de 2005;
Vinstruir os processos administrativos disciplinares, cujas penalidades propostas sejam demissão, suspensão por mais de trinta dias, cassação de aposentadoria ou disponibilidade, destituição de cargo em comissão ou destituição de função comissionada, para remessa ao Ministro de Estado;
VIinstruir os procedimentos de apuração de responsabilidade de entes privados de que trata a Lei nº 12.846, de 1º de agosto de 2013 , observadas as disposições legais; e
VIIexercer as competências previstas no art. 5º do Decreto nº 5.480, de 30 de junho de 2005.
Art. 9.
À Secretaria-Executiva compete:
Iassistir o Ministro de Estado na supervisão e coordenação das atividades das secretarias do Ministério e das entidades vinculadas;
IIsupervisionar e coordenar as atividades relacionadas com os Sistemas de Planejamento e Orçamento Federal, de Contabilidade Federal, de Administração Financeira Federal, de Organização e Inovação Institucional do Governo Federal - SIORG, de Administração dos Recursos de Tecnologia da Informação - SISP, de Pessoal Civil da Administração Federal - SIPEC, de Serviços Gerais - SISG e de Gestão de Documentos de Arquivo - SIGA, no âmbito do Ministério e das entidades vinculadas;
IIIcoordenar e fomentar, no âmbito do Ministério, ações voltadas à governança, integridade, estratégia, organização e sistemas de gestão e de tecnologia da informação;
IVcoordenar a formulação e implementação do planejamento estratégico do Ministério e a definição das prioridades dos programas de investimentos e dos planos de outorgas;
Vpropor ao Ministro de Estado a aprovação dos instrumentos de delegação e dos planos de outorgas, de prestação de serviços e das propostas tarifárias, quando couber;
VIcoordenar e acompanhar ações relativas à obtenção de licenciamento ambiental dos empreendimentos de infraestrutura considerados estratégicos pelo Ministério e relacionados aos setores aeroportuário, rodoviário, ferroviário, aquaviário e portuário;
VIIsupervisionar as atividades relacionadas aos processos de remoção, remanejamento e instalação de interferências, de declaração de utilidade pública para desapropriação e de emissão de posse de imóveis necessários à execução de obras de implantação dos empreendimentos de infraestrutura das áreas de competência do Ministério;
VIIIsupervisionar as ações estratégicas dos órgãos colegiados vinculados ao Ministério;
IXsupervisionar a política nacional de trânsito;
Xcoordenar, no âmbito do Ministério, as atividades relacionadas com a ouvidoria;
XIauxiliar o Ministro de Estado na definição de diretrizes e regras de organização e gestão e na implementação das ações da área de competência do Ministério;
XIIarticular e acompanhar as proposições de políticas de pessoal e salarial das entidades vinculadas junto ao Ministério da Economia; e
XIIIsubmeter ao Ministro de Estado a indicação de nomeação, designação, exoneração de cargo efetivo ou em comissão, função comissionada ou de confiança, substituição, gratificações, apostilamentos no âmbito do Ministério e, no que couber, das entidades vinculadas, ouvida a manifestação da Subsecretaria de Governança e Integridade.
Parágrafo únicoA Secretaria-Executiva exerce a função de órgão setorial dos sistemas de que trata o inciso II do caput , por intermédio da Subsecretaria de Planejamento, Orçamento e Administração.
Art. 10.
Ao Gabinete da Secretaria-Executiva compete:
Ichefiar o serviço de apoio à Secretaria-Executiva;
IIassistir o Secretário-Executivo no preparo e no despacho de seu expediente pessoal;
IIIavaliar o conteúdo para divulgação de matérias relacionadas com a competência da Secretaria-Executiva;
IVexercer e coordenar as atividades de cerimonial e de apoio à organização de solenidades no âmbito da Secretaria-Executiva;
Vfornecer apoio administrativo aos expedientes de interesse da Secretaria-Executiva; e
VIexercer outras atribuições que lhe forem cometidas pelo Secretário-Executivo.
Art. 11.
À Subsecretaria de Planejamento, Orçamento e Administração compete:
Iplanejar, coordenar e supervisionar a execução das atividades relacionadas com os Sistemas de Planejamento e de Orçamento Federal, de Contabilidade Federal e de Administração Financeira Federal no âmbito do Ministério;
IIpromover a articulação com os órgãos centrais dos sistemas referidos no inciso I e informar e orientar os órgãos do Ministério quanto ao cumprimento das normas administrativas estabelecidas;
IIIdesenvolver, analisar e propor medidas para aperfeiçoar as atividades de acompanhamento e de execução orçamentária, financeira e contábil no âmbito do Ministério;
IVacompanhar, por meio de relatórios gerenciais, a execução orçamentária, financeira e contábil e encaminhar relatórios mensais ao Secretário-Executivo;
Vmonitorar e promover a avaliação de demandas de recursos orçamentários e financeiros e submetê-las à aprovação do Secretário-Executivo;
VIplanejar e controlar as atividades relacionadas com o programa de dispêndios globais e investimentos;
VIIsupervisionar e monitorar a análise e a avaliação do comportamento das despesas programadas e propor medidas necessárias à correção de eventuais distorções identificadas.
VIIIplanejar, coordenar e supervisionar a execução de atividades relacionadas ao SIORG, SISP, SIPEC, SISG e SIGA, no âmbito do Ministério;
IXpromover a articulação com os órgãos centrais dos sistemas referidos no inciso I e informar e orientar os órgãos do Ministério quanto ao cumprimento das normas administrativas estabelecidas;
Xcoordenar a elaboração e a consolidação de planos, programas e atividades da sua área de competência e submetê-los à decisão superior;
XIacompanhar e promover a avaliação de projetos e atividades;
XIIrealizar tomadas de contas dos responsáveis por bens e valores públicos e de todo aquele que der causa a perda, extravio ou outra irregularidade em que se verifique indícios de dano ao erário;
XIIIexigir e processar as prestações de contas referentes aos convênios firmados pelo extinto Departamento Nacional de Estradas de Rodagem - DNER que não foram prestadas ou aprovadas;
XIVprocessar as tomadas de contas especiais em curso e instaurar aquelas relacionadas com fatos ocorridos no âmbito do extinto DNER; e
XVliquidar e executar as despesas autorizadas na Lei Orçamentária Anual e suas alterações, as inscrições em restos a pagar e as despesas de exercícios anteriores, inclusive aquelas referentes a pessoal e encargos sociais, e proceder ao levantamento dos valores a serem liquidados e executados, atestar sua exatidão e promover as medidas cabíveis para garantir a dotação e a disponibilização dos recursos necessários.
Art. 12.
À Subsecretaria de Governança e Integridade compete:
Ielaborar e monitorar a execução dos modelos de governança institucional e de organização e gestão do Ministério;
IIsupervisionar o cumprimento das diretrizes e regras relativas aos processos decisórios no âmbito do Ministério;
IIIplanejar e orientar as atividades corporativas da área de governança, risco e integridade;
IVplanejar, orientar e coordenar as atividades de controle e conformidade, incluindo a investigação e redução de riscos de fraude, de corrupção e lavagem de dinheiro, reportando ao Secretário-Executivo as ações e os resultados de conformidade;
Vplanejar, orientar e coordenar as atividades de disseminação da cultura de conformidade, de prevenção de incidentes de fraude, corrupção e lavagem de dinheiro, de controles internos, de análise de integridade dos gestores e de contrapartes, bem como garantir a responsabilização de terceiros e reportar à Alta Administração do Ministério o andamento das ações de conformidade, visando garantir um ambiente íntegro para as políticas públicas no âmbito do Ministério; e
VIauxiliar o Secretário-Executivo na indicação ao Ministro de Estado de nomeação, designação, exoneração de cargo efetivo ou em comissão, função comissionada ou de confiança, substituição, gratificações, apostilamentos no âmbito do Ministério, sobre o preenchimento dos requisitos técnicos e a ausência de vedações legais.
Art. 13.
À Subsecretaria de Gestão Estratégica e Inovação compete:
Isupervisionar a gestão estratégica do Ministério necessária ao cumprimento das diretrizes estabelecidas pela política nacional de transportes;
IIcoordenar as ações de geração de valor e eficiência no Ministério, por meio do monitoramento dos resultados de suas secretarias e entidades vinculadas, visando o alinhamento dos esforços para consecução do planejamento estratégico institucional e de seu plano de gestão de risco; e
IIIdefinir e monitorar os programas e iniciativas estratégicas para assegurar a execução de ações de simplificação e inovação, de otimização de gastos e de melhoria da produtividade e profissionalização.
Art. 14.
À Subsecretaria de Gestão Ambiental e Desapropriações compete:
Icoordenar e monitorar atividades relacionadas ao equacionamento de questões socioambientais, de processos de remoção, remanejamento e instalação de interferências, de declaração de utilidade pública para desapropriação e de emissão de posse de imóveis necessários à execução de obras de implantação dos empreendimentos de infraestrutura das áreas de competência do Ministério; e
IIpromover a articulação interministerial necessária à harmonização e ao equacionamento das questões que trata o inciso I do caput .

Seção II

Dos órgãos específicos singulares

Art. 15.
À Secretaria Nacional de Aviação Civil compete:
Iassessorar o Ministro de Estado e o Secretário-Executivo na coordenação e supervisão dos órgãos e entidades do sistema de aviação civil;
IIpropor, implementar e monitorar a política nacional de transportes, no âmbito do setor de aviação civil, e as ações governamentais a ela relacionadas e, no que couber, com o Ministério da Defesa ;
IIIparticipar da formulação e implementação do planejamento estratégico e dos planos de investimento do Ministério relativos ao setor de aviação civil;
IVcoordenar, acompanhar e propor diretrizes relativas aos assuntos do setor de aviação civil que necessitem de posicionamento do Governo brasileiro perante os organismos internacionais e em convenções, acordos, tratados e atos internacionais de que o Brasil seja parte, respeitadas as competências legais dos demais órgãos e entidades governamentais;
Vassistir tecnicamente o Ministro de Estado e o Secretário-Executivo nas matérias pertinentes aos programas e iniciativas relativos ao setor de aviação civil;
VIpropor, coordenar e acompanhar políticas e diretrizes para gestão, regulação, segurança, desenvolvimento sustentável e prestação adequada dos serviços e das infraestruturas da aviação civil;
VIIpropor atualizações e orientar a implementação de planos, programas e ações destinadas ao desenvolvimento do Sistema Nacional de Viação, relativo ao setor de aviação civil;
VIIIpropor ao Secretário-Executivo:
a)a declaração de utilidade pública, para fins de desapropriação ou instituição de servidão administrativa, dos bens necessários às infraestruturas aeroportuária e aeronáutica civil;
b)a celebração de instrumentos de cooperação técnica, administrativa e de investimentos envolvendo o setor de aviação civil e das infraestruturas aeroportuária e aeronáutica civil;
c)as diretrizes para as outorgas no setor aeroportuário e os planos de outorga específicos para a exploração de aeródromos;
d)a anuência prévia para concessão dos aeródromos delegados; e
e)os planos de zoneamento civil-militar dos aeródromos de uso compartilhado, em conjunto com o Comando da Aeronáutica (COMAER).
IXpropor, apoiar e acompanhar as parcerias com a iniciativa privada relativas às infraestruturas aeroportuária e aeronáutica civil;
Xsupervisionar o controle patrimonial dos imóveis da União afetados à infraestrutura aeroportuária civil, exceto aqueles relacionados às atividades de controle do espaço aéreo;
XIpropor, coordenar e acompanhar a execução de políticas e de projetos de pesquisa, formação e capacitação de recursos humanos para a aviação civil;
XIIassessorar e subsidiar tecnicamente o Ministro de Estado em sua participação no CONAC; e
XIIIdesempenhar as atividades de Secretaria-Executiva da CONAERO e do CONAC.
Parágrafo únicoAs competências atribuídas no caput compreendem:
Iexecutar direta ou indiretamente ações e programas de construção, ampliação, reforma e modernização da infraestrutura aeroportuária e aeronáutica civil;
IIplanejar, coordenar, orientar e acompanhar a execução de atividades relativas aos processos de contratação e execução de obras, bens e serviços de engenharia e de operação nos aeroportos regionais;
IIIcoordenar, em conjunto com os órgãos e as entidades do setor, a formulação de diretrizes para a segurança operacional, a facilitação do transporte aéreo e a segurança da aviação civil contra atos de interferência ilícita;
IVsupervisionar o controle patrimonial dos imóveis da União afetados à infraestrutura aeroportuária civil, exceto aqueles relacionados às atividades de controle do espaço aéreo; e
Vassistir tecnicamente o Ministro de Estado nos requerimentos de anuência previa para concessão dos aeródromos civis públicos delegados aos Estados, ao Distrito Federal e aos Municípios, de que trata o Decreto nº 7.624, de 22 de novembro de 2011.
Art. 16.
Ao Departamento de Investimentos compete:
Iassessorar o Secretário Nacional de Aviação Civil nos assuntos relacionados a investimentos nas infraestruturas aeroportuária e aeronáutica civil;
IIpropor e executar ações, planos e programas de investimentos em infraestruturas aeroportuária e aeronáutica civil, por meio de contratos, convênios e instrumentos congêneres;
IIIacompanhar e monitorar a aplicação dos recursos do FNAC para investimentos em infraestruturas aeroportuária e aeronáutica civil; e
IVapoiar os entes federativos na implantação de projetos de infraestrutura aeroportuária e aeronáutica civil.
Art. 17.
Ao Departamento de Planejamento e Gestão compete:
Iassessorar o Secretário Nacional de Aviação Civil na coordenação e supervisão dos órgãos e das entidades responsáveis pelo planejamento e gestão da aviação civil e das infraestruturas aeroportuária e aeronáutica civil;
IIpropor, coordenar e acompanhar políticas para o desenvolvimento e gestão dos serviços e infraestruturas da aviação civil, em coordenação, no que couber, com o COMAER;
IIIcoordenar, com os órgãos e entidades do setor, a formulação de diretrizes para segurança e facilitação da aviação civil;
IVelaborar, monitorar e avaliar planos, estudos e projeções relativos à aviação civil e às infraestruturas aeroportuária e aeronáutica civil, em articulação com Secretaria de Fomento, Planejamento e Parcerias;
Vpropor atualizações e orientar a implementação de planos, programas e ações destinadas ao desenvolvimento do SNV, relativo ao setor de aviação civil;
VIpropor, coordenar e acompanhar a execução de políticas e de projetos de pesquisa, formação e capacitação de recursos humanos para a aviação civil; e
VIIapoiar as atividades da Secretaria-Executiva da CONAERO e coordenar, com os órgãos e entidades do setor, os processos de internacionalização dos aeroportos.
Art. 18.
Ao Departamento de Políticas Regulatórias compete:
Iassessorar o Secretário Nacional de Aviação Civil na coordenação e supervisão dos órgãos e das entidades responsáveis pela regulação e fiscalização dos serviços aéreos e da infraestrutura aeroportuária e aeronáutica civil;
IIpropor e avaliar políticas e diretrizes para regulação econômica de serviços aéreos, infraestruturas aeroportuária e aeronáutica civil, estimulando o desenvolvimento, a concorrência, a sustentabilidade ambiental e a prestação adequada dos serviços;
IIIparticipar das negociações de Acordos sobre Serviços Aéreos e propor diretrizes e orientações para a representação do País em acordos, tratados, convenções e atos internacionais;
IVpromover estudos técnicos, apoiar os processos de desestatização e monitorar as parcerias com a iniciativa privada relativas às infraestruturas aeroportuária e aeronáutica civil, em articulação com Secretaria de Fomento, Planejamento e Parcerias; e
Vanalisar os requerimentos de anuência prévia para concessão dos aeródromos delegados.
Art. 19.
Ao Departamento de Outorgas e Patrimônio compete:
Iassessorar o Secretário Nacional de Aviação Civil nos assuntos relacionados às outorgas da infraestrutura aeroportuária e ao controle patrimonial dos imóveis da União afetados à infraestrutura aeroportuária civil;
IIpropor políticas públicas voltadas para a exploração da infraestrutura aeroportuária e acompanhar a sua implementação e execução;
IIIpropor planos de outorga específicos para exploração de aeródromos;
IVpropor os planos de zoneamento civil-militar dos aeródromos de uso compartilhado, em conjunto com o COMAER;
Vexecutar o controle patrimonial dos imóveis da União afetados à infraestrutura aeroportuária civil, exceto aqueles relacionados às atividades de controle do espaço aéreo; e
VIelaborar proposta de declaração de utilidade pública, para fins de desapropriação ou instituição de servidão administrativa, dos bens necessários às infraestruturas aeroportuária e aeronáutica civil.
Art. 20.
À Secretaria Nacional de Portos e Transportes Aquaviários compete:
Iassessorar o Ministro de Estado e o Secretário-Executivo na coordenação e supervisão dos órgãos e entidades vinculadas aos setores de transporte aquaviário e portuário;
IIpropor, implementar e monitorar a política nacional de transportes, no âmbito dos setores de transporte aquaviário e portuário, em articulação com a Secretaria Fomento, Planejamento e Parcerias;
IIIparticipar da formulação e implementação do planejamento estratégico do Ministério, relativo aos setores de transporte aquaviário e portuário, propondo prioridades dos programas de investimentos;
IVcoordenar e acompanhar os assuntos dos setores de transporte aquaviário e portuário, que necessitem de posicionamento do Governo brasileiro perante organismos internacionais e em convenções, acordos e tratados, respeitadas as competências legais dos demais órgãos e entidades governamentais;
Vpropor atualizações e orientar a implementação de planos, programas e ações destinadas ao desenvolvimento do SNV, relativo aos setores de transporte aquaviário e portuário;
VIestabelecer as diretrizes para a elaboração de planos de outorga e de propostas tarifárias, no setor de transporte aquaviário, bem como elaborar e propor a aprovação dos planos de outorgas para exploração da infraestrutura e de prestação de serviços do setor de portos e instalações portuárias marítimos, fluviais e lacustres;
VIIpropor ao Secretário-Executivo:
a)a declaração de utilidade pública para fins de desapropriação, supressão vegetal ou instituição de servidão administrativa, dos bens necessários à construção, manutenção e expansão da infraestrutura do setor portuário;
b)os planos de investimentos dos setores de transporte aquaviário e portuário;
c)a celebração de instrumentos de cooperação técnica e administrativa relacionados aos setores de transporte aquaviário e portuário;
d)a transferência para os Estados, o Distrito Federal e os Municípios, por meio de convênios de delegação, da exploração de ativos dos setores de transporte aquaviário e portuário; e
e)a aprovação dos planos de desenvolvimento e zoneamento dos portos marítimos, fluviais e lacustres, elaborados pelas administrações portuárias;
VIIIassistir tecnicamente o Ministro de Estado e o Secretário-Executivo nas matérias pertinentes aos programas e iniciativas relativas aos setores de transporte aquaviário e portuário;
IXmonitorar e avaliar a execução física, orçamentária e financeira das ações em andamento nas entidades vinculadas e inseridas nos programas dos setores de transporte aquaviário e portuário;
Xacompanhar a implementação, propor a atualização e promover a integração da política nacional de transporte, no que couber, com as diversas esferas de Governo e com a sociedade civil;
XIassessorar e subsidiar tecnicamente o Ministro de Estado em sua participação na CONAPORTOS;
XIIdesempenhar as atividades de Secretaria-Executiva do CONAPORTOS e acompanhar e avaliar os projetos, as ações e o cumprimento das deliberações adotadas pela Comissão;
XIIIpropor e supervisionar a implementação de políticas e diretrizes para o desenvolvimento da marinha mercante e da indústria naval; e
XIVparticipar da formulação da política de aplicação dos recursos do FMM.
Parágrafo únicoAs competências atribuídas no caput compreendem:
Ipropor ao Ministro de Estado a celebração de contratos de concessão, arrendamento e autorização de instalações portuárias;
IIpropor ao Ministro de Estado a celebração de contratos para o desenvolvimento da infraestrutura e da superestrutura aquaviária dos portos e instalações portuárias marítimos, fluviais e lacustres;
IIIexecutar direta ou indiretamente ações e programas de construção, ampliação, reforma e modernização da infraestrutura portuária; e
IVassistir tecnicamente o Ministro de Estado e o Secretário-Executivo nos requerimentos de anuência prévia para concessão de infraestrutura portuária delegada aos Estados, ao Distrito Federal e ao Município.
Art. 21.
Ao Departamento de Navegação e Hidrovias compete:
Ipromover estudos técnicos e econômicos sobre outorgas no setores de transporte aquaviário e de infraestrutura aquaviária;
IIauxiliar na identificação e no desenvolvimento de fontes de recursos para o desenvolvimento dos setores de transporte aquaviário e de infraestrutura aquaviária;
IIIelaborar e supervisionar a política de outorgas dos setores de transporte aquaviário e de infraestrutura aquaviária;
IVanalisar e subsidiar a aprovação dos planos de outorgas desenvolvidos pela ANTAQ;
Vacompanhar e supervisionar a outorga ou delegação de exploração e de prestação de serviços nos setores de transporte aquaviário e de infraestrutura aquaviária;
VIanalisar os requerimentos de anuência prévia para concessão de aquavias delegadas a outros entes federativos;
VIIproduzir, manter, atualizar e disponibilizar dados e informações sobre as aquavias, empreendimentos de infraestrutura aquaviária e o desempenho do setor de transporte aquaviário;
VIIIplanejar e implementar a estratégia de aprimoramento de disponibilidade, qualidade e integração das informações em transportes do setor de transporte aquaviário;
IXsubsidiar a elaboração da proposição orçamentária e do plano plurianual de investimentos para os programas de transporte aquaviário;
Xmonitorar os empreendimentos de infraestrutura do setor de transporte aquaviário;
XIdesenvolver e coordenar atividades para a análise da execução e do desempenho dos empreendimentos e das atividades relacionadas aos programas de investimento do setor de transporte aquaviário;
XIIsubsidiar a elaboração da proposição da carteira de projetos e planos de investimentos para o setor de transporte aquaviário;
XIIIsubsidiar a elaboração de programas voltados à logística de transportes com impacto no setor de infraestrutura de transporte aquaviário, em consonância com os demais programas de governo; e
XIVavaliar e propor condições para os convênios de delegação entre o Ministério e outros entes federativos ou empresas estatais, inclusive para fins de parcerias com o setor privado, visando a descentralização dos programas de transporte aquaviário.
Art. 22.
Ao Departamento de Gestão de Contratos compete:
Iacompanhar e supervisionar a gestão dos instrumentos de outorga de exploração e de prestação de serviços no setor portuário, relativos a contratos de adesão, arrendamentos e de concessão; e
IIsupervisionar a gestão de outorgas portuárias com base nos planos e compromissos de metas.
Art. 23.
Ao Departamento de Novas Outorgas e Políticas Regulatórias Portuárias compete:
Ielaborar e supervisionar a política de outorgas do setor portuário, em articulação com o Departamento de Gestão de Contratos;
IIpromover estudos técnicos e econômicos sobre novas outorgas no setor portuário;
IIIsubsidiar a elaboração e atualização do plano geral de outorgas do setor portuário;
IVanalisar e subsidiar a aprovação dos planos de outorga do setor portuário;
Vsubsidiar a aprovação dos estudos de viabilidade técnica, econômica e ambiental de projetos relativos a novas outorgas do setor portuário;
VIpropor diretrizes para a realização dos procedimentos licitatórios e dos processos seletivos relativos a outorgas do setor portuário, inclusive para seus editais e instrumentos convocatórios, e coordená-los;
VIIsubsidiar a celebração dos novos contratos de concessões e de arrendamentos e a expedição das novas autorizações de instalações portuárias; e
VIIISubsidiar o Ministério para a promoção de medidas de desestatização no âmbito do Setor Portuário.
Art. 24.
Ao Departamento de Gestão e Modernização Portuária compete:
Isubsidiar a aprovação dos planos de desenvolvimento e zoneamento portuário;
IIpropor e coordenar projetos voltados à modernização da gestão portuária e seus processos de negócios;
IIImanifestar-se tecnicamente sobre as proposições de políticas de pessoal e salarial das empresas supervisionadas pela Secretaria Nacional de Portos e Transportes Aquaviários;
IVmonitorar e avaliar o cumprimento dos compromissos de metas e desempenho empresarial e metas de gestão, firmados entre o Ministério e suas entidades vinculadas, bem como com relação aos convênios de delegação firmados outros entes federativos que digam respeito ao setor portuário;
Vavaliar e propor condições para os convênios de delegação e descentralização entre o Ministério e outros entes federativos ou empresas estatais, com vistas à disseminação de boas práticas de gestão portuária;
VIcoordenar o desenvolvimento, a manutenção e a integração de sistemas de informação e a administração de dados portuários necessários ao processo de planejamento e de tomada de decisão pública;
VIIsubsidiar e acompanhar políticas voltadas à saúde e à segurança na atividade portuária, à emergência em saúde pública, à redução da entrada e da disseminação de vetores endêmicos e ao controle de pandemias nos portos brasileiros;
VIIIanalisar os requerimentos de anuência prévia para delegação de portos a outros entes federativos.
IXpropor e coordenar acordos de cooperação técnica para permuta de informações, racionalização de atividades e harmonização das políticas setoriais com órgãos e entidades da administração pública federal, estadual, distrital e municipal;
Xplanejar ações de capacitação técnica e dos gestores do setor portuário, bem como promover a realização do desenvolvimento tecnológico;
XIpropor normas relativas à gestão fundiária dos terrenos e espaços aquaviários nos portos organizados;
XIIpropor e coordenar, no âmbito da Secretaria Nacional de Portos e Transportes Aquaviários, programas voltados à logística de transportes com impacto no setor portuário nacional, em consonância com os demais programas de governo;
XIIIsecretariar a Comissão Nacional de Assuntos de Praticagem - CNAP;
XIVconduzir os processos de revisão das poligonais das áreas dos portos organizados;
XVfomentar e acompanhar a implementação de projetos de certificação cadastral, a serem realizados ou contratados pelas autoridades portuárias, com o objetivo de identificar, demarcar, cadastrar e avaliar os imóveis de propriedade das autoridades portuárias, ou sob seu domínio ou posse;
XVIpropor medidas visando à utilização de imóveis nos portos organizados;
XVIIapoiar o desenvolvimento adequado e integrado dos acessos terrestres, duto viários e aquaviários aos portos brasileiros;

XVIII - subsidiar a atualização da base de dados georreferenciada do SNV, relativo ao setor portuário;

XIXanalisar os processos de declaração de utilidade pública dos bens necessários à construção, manutenção e expansão da infraestrutura do setor portuário, bem como os relativos a supressão vegetal;
XXpropor e coordenar diretrizes e ações para promover a integração urbana e regional das atividades e áreas portuárias, por meio da revitalização e da modernização das áreas portuárias e da articulação institucional; e
XXImanter sistemas informatizados de monitoramento, propor e supervisionar a criação de bancos de dados sobre o desempenho das instalações e infraestruturas outorgadas.
Art. 25.
À Secretaria Nacional de Transportes Terrestres compete:
Iassessorar o Ministro de Estado e o Secretário-Executivo na coordenação e supervisão dos órgãos e entidades vinculadas dos setores de trânsito e de transportes rodoviário, ferroviário, de serviços de cargas e passageiros e de projetos especiais;
IIpropor, implementar e monitorar a política nacional de transportes, as atualizações do Sistema Nacional de Viação, no que tange aos setores rodoviário e ferroviário, e a política nacional de trânsito;
IIIparticipar da formulação e implementação do planejamento estratégico do Ministério, relativo aos setores de transporte rodoviário e ferroviário e de trânsito, e propor prioridades nos programas de investimentos;
IVcoordenar e acompanhar os assuntos dos setores de transporte rodoviário e ferroviário e de trânsito que necessitem de posicionamento do Governo Federal perante os organismos internacionais e em convenções, acordos e tratados, respeitadas as competências legais dos demais órgãos e entidades governamentais;
Vassessorar atualizações e orientar planos, programas e ações de gestão, regulação, segurança, desenvolvimento sustentável e patrimônio relativos ao setor de transportes rodoviário e ferroviário;
VIpropor diretrizes e orientar planos, programas e ações destinadas ao desenvolvimento do sistema nacional de trânsito;
VIIestabelecer as diretrizes para a elaboração de planos de outorga e de propostas tarifárias, nos setores de transporte rodoviário e ferroviário;
VIIIavaliar a implementação das políticas públicas de transportes, considerando a infraestrutura, as operações e os serviços para o transporte e a logística de cargas e passageiros dos subsistemas de transporte rodoviário e ferroviário;
IXpropor ao Secretário-Executivo:
a)os planos de investimentos no setor de transportes rodoviário e ferroviário e de trânsito;
b)a aprovação dos planos de outorgas e os instrumentos de delegação de infraestrutura dos setores de transporte rodoviário e ferroviário;
c)a celebração de instrumentos de cooperação técnica e administrativa do setor de transporte rodoviário e ferroviário e de trânsito; e
d)a transferência para os Estados, o Distrito Federal e os Municípios, por meio de convênios de delegação, da exploração do setor de transporte rodoviário e ferroviário.
Xassistir tecnicamente o Ministro de Estado e o Secretário-Executivo nas matérias pertinentes aos programas e iniciativas relativos aos setores de transporte rodoviário e ferroviário e de trânsito;
XIassistir tecnicamente o Ministro de Estado no desempenho das competências relacionadas à Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico - CIDE, de que trata a Lei nº 10.336, de 19 de dezembro de 2001;
XIIassessorar e subsidiar tecnicamente o Ministro de Estado em sua participação no CONTRAN e supervisionar os trabalhos da Secretaria-Executiva desse do DENATRAN junto ao Conselho; e
XIIIsupervisionar as atividades do Departamento Nacional de Trânsito no exercício de suas competências, particularmente quanto às ações de segurança viária e veicular e de educação para o trânsito.
Parágrafo únicoAs competências atribuídas no caput compreendem:
Isupervisionar as atividades inerentes à concessão, à autorização e à permissão de exploração da infraestrutura e de prestação de serviços de cargas e de passageiros no setor de transporte rodoviário e ferroviário;
IIassessorar ao Ministro de Estado nos planos, programas e ações para o desenvolvimento da infraestrutura dos setores de transporte rodoviário e ferroviário e de trânsito;
IIIpromover o desenvolvimento da infraestrutura de geoinformações dos setores de transporte rodoviário e ferroviário e de trânsito; e
IVassistir tecnicamente o Ministro de Estado nos requerimentos de anuência prévia para concessão de infraestrutura rodoviária e ferroviária delegada aos Estados, Distrito Federal e Municípios.
Art. 26.
Ao Departamento de Gestão e Projetos Especiais compete:
Isubsidiar a formulação, o planejamento e o monitoramento da política nacional de transportes voltada para os setores de transporte rodoviário e ferroviário e de trânsito;
IIpromover a disseminação da documentação técnica sobre política, planejamento e gestão dos setores de transportes rodoviário e ferroviário e de trânsito;
IIIestabelecer procedimentos para o desempenho das competências relacionadas à CIDE, de que trata a Lei nº 10.336, de 2001;
IVcooperar na formulação da política de aplicação dos recursos do FUNSET e de outros fundos atribuídos à Secretaria;
Vpropor acordos e parcerias com instituições de pesquisa na área de planejamento, gestão e avaliação de riscos nos setores dos transportes rodoviário e ferroviário e de trânsito;
VIpropor e coordenar acordos de cooperação técnica para permuta de informações, racionalização de atividades e harmonização da gestão dos transportes rodoviário e ferroviário e de trânsito;
VIIpromover a avaliação de riscos associados ao planejamento e à gestão dos setores de transporte rodoviário e ferroviário e de trânsito, em articulação com os órgãos e as entidades vinculadas ao ministério;
VIIIorientar a adequação, a divulgação e o aprimoramento da base de dados dos sistemas de informações geográficas, técnicas, estatísticas e gerenciais para o planejamento e a gestão dos setores de transporte rodoviário e ferroviário;
IXpropor diretrizes, padrões, normas, especificações técnicas e ações para promover a gestão socioambiental inerente aos transportes rodoviário e ferroviário;
Xparticipar do acompanhamento dos convênios destinados à política socioambiental pertinente aos setores de transportes rodoviário e ferroviário; e
XIpropor, planejar e gerenciar projetos especiais que atendam demandas específicas e imediatas do Ministério da Infraestrutura, relativas aos setores de transporte rodoviário e ferroviário e de trânsito.
Art. 27.
Ao Departamento de Transporte Rodoviário compete:
Ipropor e acompanhar estudos técnicos e econômicos sobre outorgas no setor de transporte rodoviário;
IIpropor e acompanhar a política e os planos de outorgas e de regulação regulatória do setor de transporte rodoviário;
IIIacompanhar e supervisionar a gestão dos instrumentos de outorga de exploração e de prestação de serviços no setor de transporte rodoviário;
IVanalisar e monitorar projetos de concessão, permissão e autorização no setor de transporte rodoviário;
Vassessorar e participar da atualização e da modernização dos sistemas de informações geográficas, técnicas, estatísticas e gerenciais visando o planejamento e a gestão no setor de transporte rodoviário;
VIorientar a consolidação de informações que permitam o acompanhamento dos empreendimentos de transporte rodoviário, definindo diretrizes para produção, atualização, modernização e disponibilização das informações técnicas;
VIIsubsidiar a elaboração de programas, investimentos e carteira de projetos voltados ao setor de transporte rodoviário;
VIIIsubsidiar a elaboração da proposição orçamentária e do plano plurianual de investimentos para os programas de transporte rodoviário;
IXmonitorar os principais empreendimentos de infraestrutura do setor de transporte rodoviário de responsabilidade direta do DNIT;
Xavaliar e propor condições para os convênios de delegação entre o Ministério e outros entes federativos ou empresas estatais, inclusive para fins de parcerias com o setor privado;
XIcooperar com os processos de declaração de utilidade pública, para fim de desapropriação ou instituição de servidão administrativa, dos bens necessários à construção, manutenção e expansão da infraestrutura do setor de transporte rodoviário; e
XIIacompanhar a gestão do patrimônio no setor de transporte rodoviário.
Art. 28.
Ao Departamento de Transporte Ferroviário compete:
Ipropor e acompanhar estudos técnicos e econômicos sobre outorgas no setor de transporte ferroviário;
IIpropor e acompanhar a política e os planos de outorgas e regulatórias do setor de transporte ferroviário;
IIIacompanhar e supervisionar a gestão dos instrumentos de outorga de exploração e de prestação de serviços no setor de transporte ferroviário;
IVanalisar e monitorar projetos de concessão, permissão e autorização no setor de transporte ferroviário;
Vassessorar e participar da atualização e da modernização dos sistemas de informações geográficas, técnicas, estatísticas e gerenciais visando o planejamento e a gestão no setor de transporte ferroviário;
VIsubsidiar a elaboração de programas, investimentos e carteira de projetos voltados ao setor de transporte ferroviário;
VIImonitorar os principais empreendimentos de infraestrutura do setor de transporte ferroviário de responsabilidade direta da VALEC e do DNIT;
VIIIavaliar e propor condições para os convênios de delegação entre o Ministério e outros entes federativos ou empresas estatais, inclusive para fins de parcerias com o setor privado;
IXcooperar com os processos de declaração de utilidade pública, para fim de desapropriação ou instituição de servidão administrativa, dos bens necessários à construção, manutenção e expansão da infraestrutura do setor de transporte ferroviário; e
Xacompanhar a gestão do patrimônio no setor de transporte ferroviário.
Art. 29.
Ao Departamento Nacional de Trânsito - DENATRAN, órgão subordinado à Secretaria Nacional de Transportes Terrestres do Ministério da Infraestrutura, cabe exercer as competências estabelecidas no art. 19 da Lei nº 9.503, de 23 de setembro de 1997 , que instituiu o Código de Trânsito Brasileiro - CTB e, especificamente:
Icumprir e fazer cumprir a legislação de trânsito e a execução das normas e diretrizes estabelecidas pelo Conselho Nacional de Trânsito - CONTRAN, no âmbito de suas atribuições;
IIproceder a supervisão, a coordenação, a correição dos órgãos delegados e dos demais órgãos e entidades integrados ao Sistema Nacional de Trânsito, quanto ao controle e a fiscalização da execução da Política Nacional de Trânsito, do Programa Nacional de Trânsito, da legislação e das normas de trânsito;
IIIapurar, prevenir e reprimir a prática de atos de improbidade contra a fé pública, o patrimônio ou a Administração Pública ou privada, referente à segurança do trânsito;
IVestabelecer procedimentos sobre a aprendizagem e habilitação de condutores de veículos, a expedição de documentos de condutores, de registro e licenciamento de veículos;
Vexpedir a permissão internacional para conduzir veículos e o Certificado de Passagem nas alfândegas, mediante delegação aos órgãos executivos dos Estados e do Distrito Federal;
VIpromover e fomentar a adoção de programas e ações de segurança viária, de segurança veicular, de educação para o trânsito, bem como para a integração dos órgãos e entidades do Sistema Nacional de Trânsito e das informações técnicas e gerenciais;
VIIpropor acordos de cooperação com organismos nacionais e internacionais, com vistas ao aperfeiçoamento das ações inerentes à segurança e à educação de trânsito;
VIIIprestar suporte técnico, jurídico, administrativo e financeiro ao CONTRAN; e
IXdesempenhar as atividades de Secretaria-Executiva do CONTRAN.
Art. 30.
À Secretaria de Fomento, Planejamento e Parcerias compete:
Iformular e avaliar a política nacional de transportes e propor diretrizes para as ações governamentais, em articulação com as secretarias do Ministério;
IIpromover a integração da política nacional de transportes com as diversas esferas de governo e com a sociedade civil;
IIIorientar as entidades vinculadas ao Ministério para o cumprimento das diretrizes da política nacional de transportes de que trata o inciso I;
IVorientar o estabelecimento de critérios e prioridades para os planos e programas em logística e infraestrutura de transportes;
Vintegrar os sistemas de informações geográficas, técnicas e estatísticas do Ministério;
VIavaliar os planos de outorga setoriais, a partir da verificação de aderência à política nacional de transportes com vistas a garantir coerência técnica e congruência decisória;
VIIpropor planos, programas, ações e atualizações destinadas ao desenvolvimento do Sistema Nacional de Viação;
VIIIidentificar fontes de recursos, propor e supervisionar planos e diretrizes para a captação de recursos para os subsistemas ferroviário, rodoviário, aquaviário, portuário, aeroportuário e aeroviário;
IXparticipar da formulação e implementação do planejamento estratégico do Ministério e propor prioridades nos programas de investimentos;
Xmonitorar e promover a coordenação entre as Secretarias do Ministério relativa as parcerias e conduzir a articulação com órgãos públicos e sociedade civil envolvidos;
XIcoordenar, supervisionar e auxiliar a execução das atividades relacionadas aos financiamentos nacionais e internacionais, no âmbito do Ministério;
XIIcoordenar a formulação e articular as políticas de fomento e incentivo com as diferentes modalidades de investimento dos subsistemas de transportes;
XIIIassistir tecnicamente o Ministro de Estado e o Secretário-Executivo nas matérias pertinentes aos programas e iniciativas relacionados à integração de políticas de transporte, às parcerias público-privadas federais e desestatizações e às demais ações correlatas à competência da Secretaria;
XIVsubsidiar tecnicamente o Ministério, órgãos e entidades do Governo Federal nas questões internacionais afins e correlatas com a política nacional de transportes, as parcerias público-privadas federais e as desestatizações;
XVsupervisionar a administração e a política de aplicação dos recursos do Fundo Nacional de Aviação Civil - FNAC, o Fundo da Marinha Mercante - FMM e os recursos dos demais fundos atribuídos à Secretaria; e
XVIassessorar o Ministro de Estado e o Secretário-Executivo:
a)nos projetos de investimentos na área de infraestrutura de transportes com emissão de debêntures incentivadas, nos termos da Lei nº 12.431, de 24 de junho de 2011 ;
b)nas propostas de potenciais investidores no âmbito do Regime Especial de Incentivos para o Desenvolvimento da Infraestrutura; e
c)nas atividades inerentes aos instrumentos de parceria com a iniciativa privada para a exploração da infraestrutura, de prestação de serviços de transportes e desestatizações e reorganizações institucionais de órgãos e entidades vinculadas ao Ministério.
Art. 31.
Ao Departamento de Estruturação e Articulação de Parcerias compete:
Iavaliar as proposições de parcerias com a iniciativa privada nos setores de competência, órgãos e entidades vinculados ao Ministério, notadamente as outorgas de infraestrutura e de serviços públicos mediante autorização, permissão ou concessão;
IImonitorar e supervisionar as parcerias implementadas com a iniciativa privada para a exploração da infraestrutura e a prestação de serviços de transportes, inclusive quanto à destinação de patrimônio;
IIIatuar para garantir a atratividade de investimentos privados para o setor por meio de suas avaliações com vistas a garantir estabilidade e segurança jurídica, bem como a ampla e justa competição na celebração das parceiras; e
IVorientar e promover a articulação com as diversas esferas de governo e com a sociedade civil para a implementação das parcerias em consonância com a política nacional de transportes.
Art. 32.
Ao Departamento de Política e Planejamento Integrado compete:
Ipromover a participação das secretarias do Ministério, entidades vinculadas, órgãos do governo e sociedade, no processo de formulação da política nacional de transportes;
IIavaliar a implementação das políticas de transportes, considerando a infraestrutura, as operações e os serviços para o transporte e a logística de cargas e passageiros, dos subsistemas de transportes;
IIIcoordenar e orientar, em nível estratégico, o planejamento nacional de transportes, em articulação com as secretarias do Ministério, órgãos do governo e sociedade, considerando os subsistemas de transportes;
IVpropor diretrizes e coordenar a integração dos sistemas de informações geográficas, técnicas e estatísticas dos subsistemas de transportes em articulação com as secretarias do Ministério e entidades vinculadas; e
Vorientar, em articulação com as secretarias do Ministério e entidades vinculadas, a atualização da base de dados georreferenciada do SNV, considerando os subsistemas de transportes.
Art. 33.
Ao Departamento de Fomento e Desenvolvimento da Infraestrutura compete:
Iavaliar e propor mecanismos de reestruturação, desestatização e reorganização institucional de órgãos e entidades vinculadas ao Ministério;
IIavaliar medidas de reestruturação financeira e econômica de órgãos e entidades vinculadas junto ao mercado financeiro;
IIIpromover estudos técnicos e econômicos para identificar fontes de recursos, modelagens financeiras e instrumentos de financiamento e capitalização destinados à viabilização de empreendimentos logísticos e dos subsistemas de transportes;
IVpromover a análise técnica nos projetos de investimentos na área de infraestrutura de transportes com emissão de debêntures incentivadas, ou outros instrumentos financeiros, e no âmbito do Regime Especial de Incentivos para o Desenvolvimento da Infraestrutura;
Vpromover a interlocução com o mercado financeiro com o propósito de aprimorar os mecanismos de financiamento, modelagem e capitalização do setor de Infraestrutura;
VIpromover estudos técnicos e econômicos sobre fundos específicos para infraestrutura de transportes; e
VIIadministrar os recursos do Fundo Nacional de Aviação Civil - FNAC, o Fundo da Marinha Mercante - FMM e os recursos dos demais fundos atribuídos à Secretaria.

Seção III

Dos órgãos colegiados

Art. 34.
Ao CDFMM compete exercer as atribuições estabelecidas no Decreto nº 5.269, de 10 de novembro de 2004 .
Art. 35.
À CONAPORTOS compete exercer as atribuições estabelecidas no Decreto nº 7.861, de 6 de dezembro de 2012.
Art. 36.
À CONAERO compete exercer as atribuições estabelecidas no Decreto nº 7.554, de 15 de agosto de 2011.
Art. 37.
Ao CONAC compete exercer as atribuições estabelecidas no Decreto nº 3.564, de 2000.
Art. 38.
Ao CONTRAN cabe exercer as competências estabelecidas no art. 12 da Lei nº 9.503, de 1997 - Código de Trânsito Brasileiro .

CAPÍTULO IV

DAS ATRIBUIÇÕES DOS DIRIGENTES

Art. 39.
Ao Secretário-Executivo incumbe:
Icoordenar, consolidar e submeter ao Ministro de Estado o plano de ação global do Ministério;
IIsupervisionar e avaliar a execução dos planos, dos programas, dos projetos e das atividades do Ministério;
IIIsupervisionar e coordenar a articulação dos órgãos do Ministério com os órgãos centrais dos sistemas afetos à área de competência da Secretaria-Executiva;
IVcoordenar a CONAPORTOS, a CONAERO, o CONAC, o CDFMM e o CONTRAN;
Vsupervisionar as ações desenvolvidas pelo Departamento Nacional de Trânsito - DENATRAN; e
VIexercer outras atribuições que lhe forem cometidas pelo Ministro de Estado.

Seção II

Dos Secretários e dos demais dirigentes

Art. 40.
Aos Secretários incumbe planejar, dirigir, coordenar, orientar, monitorar e avaliar a execução das atividades das unidades que integram suas Secretarias e exercer outras atribuições que lhes forem cometidas em regimento interno.
Art. 41.
Ao Chefe de Gabinete, ao Chefe da Assessoria Especial, ao Consultor Jurídico, ao Corregedor, ao Ouvidor, aos Subsecretários, aos Diretores, aos Coordenadores-Gerais e aos demais dirigentes incumbe planejar, dirigir, coordenar e orientar a execução das atividades de suas unidades e exercer outras atribuições que lhes forem cometidas.

ANEXO II

a)QUADRO DEMONSTRATIVO DOS CARGOS EM COMISSÃO E DAS FUNÇÕES DE CONFIANÇA DO MINISTÉRIO DA INFRAESTRUTURA.
UNIDADEQTDDENOMINAÇÃO/ CARGO/FUNÇÃONE/DAS/FCPE/FG
3Assessor EspecialDAS 102.5
9Assessor TécnicoDAS 102.3
GABINETE1Chefe de GabineteDAS 101.5
Coordenação-Geral1Coordenador-GeralDAS 101.4
Coordenação2CoordenadorDAS 101.3
Coordenação3CoordenadorFCPE 101.3
Divisão1ChefeDAS 101.2
Divisão2ChefeFCPE 101.2
Cerimonial1Chefe de AssessoriaDAS 101.4
Coordenação1CoordenadorDAS 101.3
Divisão1ChefeDAS 101.2
3Assessor EspecialDAS 102.5
5Assessor TécnicoDAS 102.3
GABINETE (Redação dada pelo Decreto 9.684, de 2019)1Chefe de GabineteDAS 101.5
Coordenação-Geral1Coordenador-GeralFCPE 101.4
3Assessor TécnicoDAS 102.3
Coordenação1CoordenadorFCPE 101.3
Divisão1ChefeDAS 101.2
Divisão2ChefeFCPE 101.2
Coordenação1CoordenadorDAS 101.3
Coordenação-Geral1Coordenador-GeralDAS 101.4
Coordenação2CoordenadorDAS 101.3
Cerimonial1ChefeDAS 101.4
Coordenação1CoordenadorDAS 101.3
Divisão1ChefeDAS 101.2
CONSULTORIA JURÍDICA1Consultor JurídicoDAS 101.5
1Consultor Jurídico-AdjuntoFCPE 101.4
1AssessorDAS 102.4
1AssessorDAS 102.4
1Assessor TécnicoDAS 102.3
1Assessor TécnicoDAS 102.3
Coordenação1CoordenadorDAS 101.3
1AssistenteFCPE 102.2
Divisão1ChefeDAS 101.2
Coordenação-Geral1Coordenador-GeralFCPE 101.4
1Assessor TécnicoFCPE 102.3
Coordenação1CoordenadorFCPE 101.3
Coordenação1CoordenadorFCPE 101.3
Coordenação-Geral1Coordenador-GeralFCPE 101.4
1Assessor TécnicoFCPE 102.3
1AssistenteDAS 102.2
Coordenação1CoordenadorFCPE 101.3
Coordenação-Geral1Coordenador-GeralFCPE 101.4
1Assessor TécnicoFCPE 102.3
1AssistenteDAS 102.2
Coordenação1CoordenadorFCPE 101.3
Coordenação-Geral1Coordenador-GeralFCPE 101.4
1Assessor TécnicoFCPE 102.3
1AssistenteDAS 102.2
Coordenação1CoordenadorFCPE 101.3
Coordenação-Geral1Coordenador-GeralFCPE 101.4
1Assessor TécnicoFCPE 102.3
Coordenação1CoordenadorFCPE 101.3
CORREGEDORIA1CorregedorDAS 101.4
Coordenação1CoordenadorFCPE 101.3
Serviço2ChefeFCPE 101.1
ASSESSORIA ESPECIAL DE CONTROLE INTERNO1Chefe de Assessoria EspecialDAS 101.5
1AssessorFCPE 102.4
2AssistenteFCPE 102.2
ASSESSORIA ESPECIAL DE ASSUNTOS INSTITUCIONAIS E INTERNACIONAIS1Chefe de Assessoria EspecialDAS 101.5
2Gerente de projetoDAS 101.4
2Assessor técnicoDAS 102.3
6Assistente TécnicoDAS 102.1
ASSESSORIA ESPECIAL DE ASSUNTOS INSTITUCIONAIS E INTERNACIONAIS (Redação dada pelo Decreto 9.684, de 2019)1Chefe de Assessoria EspecialDAS 101.5
2Gerente de ProjetoDAS 101.4
3Assessor TécnicoDAS 102.3
3Assistente TécnicoDAS 102.1
ASSESSORIA ESPECIAL DE COMUNICAÇÃO1Chefe de Assessoria EspecialDAS 101.5
1Gerente de projetoDAS 101.4
Coordenação1CoordenadorDAS 101.3
SECRETARIA-EXECUTIVA1SecretárioNE
1Secretário-Executivo AdjuntoDAS 101.6
4Assessor EspecialDAS 102.5
4AssessorDAS 102.4
1Diretor de ProgramaDAS 101.5
3Gerente de projetoFCPE 101.4
Coordenação-Geral1Coordenador-GeralFCPE 101.4
Coordenação1CoordenadorDAS 101.3
Divisão1ChefeDAS 101.2
3Assistente TécnicoFCPE 102.1
Divisão2ChefeFCPE 101.2
57FG-1
54FG-2
64FG-3
OUVIDORIA1OuvidorFCPE 101.4
Coordenação1CoordenadorDAS 101.3
Serviço2ChefeFCPE 101.1
GABINETE1Chefe de GabineteDAS 101.5
Coordenação-Geral1Coordenador-GeralDAS 101.4
Coordenação1CoordenadorDAS 101.3
Divisão2ChefeDAS 101.2
SUBSECRETARIA DE PLANEJAMENTO, ORÇAMENTO E ADMINISTRAÇÃO1SubsecretárioDAS 101.5
Coordenação-Geral3Coordenador-GeralDAS 101.4
Coordenação-Geral4Coordenador-GeralFCPE 101.4
2AssessorDAS 102.4
Coordenação17CoordenadorDAS 101.3
Coordenação4CoordenadorFCPE 101.3
Divisão23ChefeDAS 101.2
Divisão14ChefeFCPE 101.2
1AssistenteDAS 102.2
7AssistenteFCPE 102.2
3Assistente TécnicoDAS 102.1
Serviço33ChefeDAS 101.1
Serviço28ChefeFCPE 101.1
SECRETARIA-EXECUTIVA (Redação dada pelo Decreto 9.684, de 2019)1SecretárioNE
1Secretário-Executivo AdjuntoDAS 101.6
4Assessor EspecialDAS 102.5
4AssessorDAS 102.4
1Diretor de ProgramaDAS 101.5
3Gerente de ProjetoFCPE 101.4
Coordenação-Geral1Coordenador-GeralFCPE 101.4
Coordenação1CoordenadorDAS 101.3
Divisão1ChefeDAS 101.2
3Assistente TécnicoFCPE 102.1
Divisão2ChefeFCPE 101.2
57FG-1
54FG-2
64FG-3
OUVIDORIA1OuvidorFCPE 101.4
Coordenação1CoordenadorDAS 101.3
Serviço2ChefeDAS 101.1
GABINETE1Chefe de GabineteDAS 101.5
Coordenação-Geral1Coordenador-GeralDAS 101.4
Coordenação1CoordenadorDAS 101.3
Divisão2ChefeDAS 101.2
SUBSECRETARIA DE PLANEJAMENTO, ORÇAMENTO E ADMINISTRAÇÃO1SubsecretárioDAS 101.5
Coordenação-Geral3Coordenador-GeralDAS 101.4
Coordenação-Geral4Coordenador-GeralFCPE 101.4
2AssessorDAS 102.4
Coordenação17CoordenadorDAS 101.3
Coordenação4CoordenadorFCPE 101.3
Divisão23ChefeDAS 101.2
Divisão14ChefeFCPE 101.2
1AssistenteDAS 102.2
7AssistenteFCPE 102.2
3Assistente TécnicoDAS 102.1
Serviço31ChefeDAS 101.1
Serviço30ChefeFCPE 101.1
SUBSECRETARIA DE GOVERNANÇA E INTEGRIDADE1SubsecretárioDAS 101.5
1Gerente de projetoDAS 101.4
1Gerente de projetoFCPE 101.4
Coordenação1CoordenadorDAS 101.3
Coordenação1CoordenadorFCPE 101.3
SUBSECRETARIA DE GESTÃO ESTRATÉGICA E INOVAÇÃO1SubsecretárioDAS 101.5
1Gerente de projetoDAS 101.4
1Gerente de projetoFCPE 101.4
Coordenação1CoordenadorDAS 101.3
Coordenação1CoordenadorFCPE 101.3
SUBSECRETARIA DE GESTÃO AMBIENTAL E DESAPROPRIAÇÕES1SubsecretárioDAS 101.5
1Gerente de projetoDAS 101.4
1Gerente de projetoFCPE 101.4
Coordenação1CoordenadorDAS 101.3
Coordenação1CoordenadorFCPE 101.3
SECRETARIA NACIONAL DE AVIAÇÃO CIVIL1SecretárioDAS 101.6
Gabinete1Chefe de GabineteDAS 101.4
1AssessorDAS 102.4
Coordenação1CoordenadorDAS 101.3
1Assessor técnicoDAS 102.3
Divisão1ChefeFCPE 101.2
DEPARTAMENTO DE INVESTIMENTOS1DiretorDAS 101.5
Coordenação-Geral2Coordenador-GeralDAS 101.4
Coordenação-Geral2Coordenador-GeralFCPE 101.4
Coordenação4CoordenadorDAS 101.3
Coordenação2CoordenadorFCPE 101.3
Divisão3ChefeDAS 101.2
Divisão4ChefeFCPE 101.2
DEPARTAMENTO DE PLANEJAMENTO E GESTÃO1DiretorDAS 101.5
Coordenação-Geral4Coordenador-GeralFCPE 101.4
Coordenação4CoordenadorDAS 101.3
Coordenação3CoordenadorFCPE 101.3
Divisão3ChefeDAS 101.2
Divisão3ChefeFCPE 101.2
DEPARTAMENTO DE OUTORGAS E PATRIMÔNIO1DiretorDAS 101.5
Coordenação-Geral1Coordenador-GeralDAS 101.4
Coordenação-Geral1Coordenador-GeralFCPE 101.4
Coordenação1CoordenadorDAS 101.3
Coordenação2CoordenadorFCPE 101.3
Divisão2ChefeDAS 101.2
Divisão2ChefeFCPE 101.2
DEPARTAMENTO DE POLÍTICAS REGULATÓRIAS1DiretorDAS 101.5
Coordenação-Geral3Coordenador-GeralFCPE 101.4
Coordenação2CoordenadorDAS 101.3
Coordenação4CoordenadorFCPE 101.3
Divisão4ChefeDAS 101.2
Divisão2ChefeFCPE 101.2
SECRETARIA NACIONAL DE PORTOS E TRANSPORTES AQUAVIÁRIOS1SecretárioDAS 101.6
Gabinete1Chefe de GabineteDAS 101.4
Coordenação-Geral1Coordenador-GeralDAS 101.4
Coordenação1CoordenadorDAS 101.3
2Assessor técnicoDAS 102.3
1Assessor técnicoFCPE 102.3
Divisão1ChefeFCPE 101.2
DEPARTAMENTO DE NAVEGAÇÃO E HIDROVIAS1DiretorDAS 101.5
Coordenação-Geral1Coordenador-GeralDAS 101.4
Coordenação-Geral1Coordenador-GeralFCPE 101.4
Coordenação1CoordenadorDAS 101.3
Coordenação2CoordenadorFCPE 101.3
Divisão1ChefeDAS 101.2
Divisão2ChefeFCPE 101.2
DEPARTAMENTO DE NOVAS OUTORGAS E POLÍTICAS REGULATÓRIAS PORTUÁRIAS1DiretorDAS 101.5
Coordenação-Geral1Coordenador-GeralDAS 101.4
Coordenação-Geral2Coordenador-GeralFCPE 101.4
Coordenação2CoordenadorDAS 101.3
Coordenação4CoordenadorFCPE 101.3
1Assessor técnicoDAS 102.3
Divisão2ChefeDAS 101.2
Divisão4ChefeFCPE 101.2
DEPARTAMENTO DE GESTÃO E MODERNIZAÇÃO PORTUÁRIA1DiretorDAS 101.5
Coordenação-Geral1Coordenador-GeralDAS 101.4
Coordenação-Geral2Coordenador-GeralFCPE 101.4
Coordenação1CoordenadorDAS 101.3
Coordenação3CoordenadorFCPE 101.3
1Assessor técnicoDAS 102.3
Divisão2ChefeDAS 101.2
Divisão4ChefeFCPE 101.2
DEPARTAMENTO DE GESTÃO DE CONTRATOS1DiretorDAS 101.5
Coordenação-Geral2Coordenador-GeralFCPE 101.4
Coordenação1CoordenadorDAS 101.3
Coordenação2CoordenadorFCPE 101.3
1Assessor técnicoDAS 102.3
Divisão2ChefeDAS 101.2
Divisão4ChefeFCPE 101.2
INSTITUTO NACIONAL DE PESQUISA HIDROVIÁRIA1Coordenador-GeralDAS 101.4
Coordenação2CoordenadorDAS 101.3
Divisão1ChefeDAS 101.2
Divisão2ChefeDAS 101.2
SECRETARIA NACIONAL DE TRANSPORTES TERRESTRES1SecretárioDAS 101.6
Gabinete1Chefe de GabineteDAS 101.4
1Assessor técnicoDAS 102.3
1AssistenteDAS 102.2
DEPARTAMENTO DE GESTÃO E PROJETOS ESPECIAIS1DiretorDAS 101.5
Coordenação-Geral3Coordenador-GeralDAS 101.4
Coordenação6CoordenadorDAS 101.3
6AssistenteFCPE 102.2
DEPARTAMENTO DE TRANSPORTE RODOVIÁRIO1DiretorDAS 101.5
Coordenação-Geral3Coordenador-GeralDAS 101.4
Coordenação6CoordenadorDAS 101.3
6AssistenteFCPE 102.2
DEPARTAMENTO DE TRANSPORTE FERROVIÁRIO1DiretorDAS 101.5
Coordenação-Geral3Coordenador-GeralDAS 101.4
Coordenação6CoordenadorDAS 101.3
6AssistenteFCPE 102.2
DEPARTAMENTO NACIONAL DE TRÂNSITO1DiretorDAS 101.5
Coordenação-Geral5Coordenador-GeralDAS 101.4
Coordenação6CoordenadorDAS 101.3
5Assistente TécnicoFCPE 102.1
Serviço1ChefeFCPE 101.1
SECRETARIA DE FOMENTO, PLANEJAMENTO E PARCERIAS1SecretárioDAS 101.6
Gabinete1Chefe de GabineteDAS 101.4
1AssessorDAS 102.4
DEPARTAMENTO DE POLÍTICA E PLANEJAMENTO INTEGRADO1DiretorDAS 101.5
Coordenação-Geral1Coordenador-GeralDAS 101.4
Coordenação-Geral2Coordenador-GeralFCPE 101.4
Coordenação3CoordenadorDAS 101.3
Coordenação3CoordenadorFCPE 101.3
Divisão1ChefeDAS 101.2
Divisão3ChefeFCPE 101.2
DEPARTAMENTO DE FOMENTO E DESENVOLVIMENTO DA INFRAESTRUTURA1DiretorDAS 101.5
Coordenação-Geral3Coordenador-GeralDAS 101.4
Coordenação-Geral1Coordenador-GeralFCPE 101.4
Coordenação3CoordenadorDAS 101.3
Coordenação5CoordenadorFCPE 101.3
Divisão3ChefeDAS 101.2
Divisão5ChefeFCPE 101.2
DEPARTAMENTO DE ESTRUTURAÇÃO E ARTICULAÇÃO DE PARCERIAS1DiretorDAS 101.5
1Gerente de projetoDAS 101.4
Coordenação-Geral2Coordenador-GeralFCPE 101.4
Coordenação3CoordenadorDAS 101.3
Coordenação3CoordenadorFCPE 101.3
Divisão3ChefeFCPE 101.2
b)QUADRO RESUMO DE CUSTOS DOS CARGOS EM COMISSÃO E DAS FUNÇÕES DE CONFIANÇA DO MINISTÉRIO DA INFRAESTRUTURA
CÓDIGODAS-UNITÁRIOSITUAÇÃO NOVA
QTD.VALOR TOTAL
NE6,4116,41
DAS 101.66,27531,35
DAS 101.55,0426131,04
DAS 101.43,8444168,96
DAS 101.32,1081170,10
DAS 101.21,275569,85
DAS 101.11,003333,00

-

DAS 102.66,27--
DAS 102.55,04735,28
DAS 102.43,841038,40
DAS 102.32,102042,00
DAS 102.21,2756,35
DAS 102.11,0099,00
SUBTOTAL 1296741,74
FCPE 101.42,304092,00
FCPE 101.31,265063,00
FCPE 101.20,765642,56
FCPE 101.10,603319,80

-

FCPE 102.42,3012,30
FCPE 102.31,2667,56
FCPE 102.20,762821,28
FCPE 102.10,6084,80
SUBTOTAL 2222253,30
FG-10,205711,40
FG-20,15548,10
FG-30,12647,68
SUBTOTAL 317527,18
TOTAL6931.022,22
CÓDIGODAS-UNITÁRIOSITUAÇÃO ATUALSITUAÇÃO NOVA
QTD.VALOR TOTALQTD.VALOR TOTAL
NE6,4116,4116,41
DAS 101.66,27531,35531,35
DAS 101.55,0423115,9226131,04
DAS 101.43,8443165,1244168,96
DAS 101.32,1051107,1082172,20
DAS 101.21,274253,345569,85
DAS 101.11,004646,003333,00
DAS 102.55,04525,20735,28
DAS 102.43,841765,281038,40
DAS 102.32,101225,202042,00
DAS 102.21,273443,1856,35
DAS 102.11,002929,0066,00
SUBTOTAL 1 308 713,10 294 740,84
FCPE 101.42,303989,704194,30
FCPE 101.31,264860,484860,48
FCPE 101.20,764332,685642,56
FCPE 101.10,603319,803319,80
FCPE 102.42,3024,6012,30
FCPE 102.31,2667,5667,56
FCPE 102.20,762821,282821,28
FCPE 102.10,6084,8084,80
SUBTOTAL 2207240,90221253,08
FG-10,205711,405711,40
FG-20,15548,10548,10
FG-30,12647,68647,68
SUBTOTAL 317527,1817527,18
TOTAL 690 981,18 690 1.021,10

ANEXO III

REMANEJAMENTO DE CARGOS EM COMISSÃO DO GRUPO DIREÇÃO E ASSESSORAMENTO SUPERIORES-DAS,

FUNÇÕES COMISSIONADAS DO PODER EXECUTIVO - FCPE E FUNÇÕES GRATIFICADAS - FG.

a)DO MINISTÉRIO DOS TRANSPORTES, PORTOS E AVIAÇÃO CIVIL PARA A SECRETARIA DE GESTÃO DA SECRETARIA ESPECIAL DE DESBUROCRATIZAÇÃO, GESTÃO E GOVERNO DIGITAL DO MINISTÉRIO DA ECONOMIA, FAZENDA E PLANEJAMENTO:
CÓDIGODAS-UNITÁRIOQTD.VALOR TOTAL
DAS 101.11,001313,00
DAS 102.43,84726,88
DAS 102.21,272936,83
DAS 102.11,002020,00
SUBTOTAL 16996,71
FCPE 102.42,3012,30
SUBTOTAL 212,30
TOTAL7099,01
a)DO MINISTÉRIO DOS TRANSPORTES, PORTOS E AVIAÇÃO CIVIL PARA A SECRETARIA DE GESTÃO DA SECRETARIA ESPECIAL DE DESBUROCRATIZAÇÃO, GESTÃO E GOVERNO DIGITAL DO MINISTÉRIO DA ECONOMIA: (Redação dada pelo Decreto 9.684, de 2019)
CÓDIGODAS-UNITÁRIOQTD.VALOR TOTAL
DAS 101.11,001313,00
DAS 102.43,84726,88
DAS 102.21,272936,83
DAS 102.11,002323,00
SUBTOTAL 17299,71
FCPE 102.42,3012,30
SUBTOTAL 212,30
TOTAL73102,01
b)DO DEPARTAMENTO NACIONAL DE TRÂNSITO DO MINISTÉRIO DAS CIDADES PARA A SECRETARIA DE GESTÃO DA SECRETARIA ESPECIAL DE DESBUROCRATIZAÇÃO, GESTÃO E GOVERNO DIGITAL DO MINISTÉRIO DA ECONOMIA:
CÓDIGODAS-UNITÁRIOQTD.VALOR TOTAL
DAS 101.55,0415,04
DAS 101.43,84623,04
DAS 101.21,2711,27
DAS 101.11,0022,00

-

DAS 102.43,8413,84
DAS 102.32,1024,20
TOTAL1339,39
c)DA SECRETARIA DE GESTÃO DA SECRETARIA ESPECIAL DE DESBUROCRATIZAÇÃO, GESTÃO E GOVERNO DIGITAL DO MINISTÉRIO DA ECONOMIA PARA O MINISTÉRIO DA INFRAESTRUTURA:
CÓDIGODAS-UNITÁRIOQTD.VALOR TOTAL
DAS 101.55,04210,08
DAS 101.32,103063,00
DAS 101.21,271215,24
DAS 102.55,04210,08
DAS 102.32,10612,60
SUBTOTAL 152111,00
FCPE 101.42,3012,30
SUBTOTAL 212,30
TOTAL53113,30
CÓDIGODAS-UNITÁRIOQTD.VALOR TOTAL
DAS 101.55,04315,12
DAS 101.43,8413,84
DAS 101.32,103165,10
DAS 101.21,271316,51
DAS 102.55,04210,08
DAS 102.32,10816,80
SUBTOTAL 158127,45
FCPE 101.42,3012,30
SUBTOTAL 212,30
TOTAL59129,75

ANEXO IV

REMANEJAMENTO DE FUNÇÕES COMISSIONADAS E DEMONSTRATIVO DOS CARGOS EM COMISSÃO DO GRUPO DIREÇÃO

E ASSESSORAMENTO SUPERIORES-DAS EXTINTOS, NO PODER EXECUTIVO FEDERAL, EM CUMPRIMENTO À LEI Nº 13.346, DE 10 DE OUTUBRO DE 2016 .

a)REMANEJAMENTO DE FUNÇÕES COMISSIONADAS DO PODER EXECUTIVO - FCPE:
CÓDIGODAS-UNITÁRIOQTD.VALOR TOTAL
FCPE 101.31,2622,52
FCPE 101.20,76139,88
TOTAL1512,40
CÓDIGODAS-UNITÁRIOQTD.VALOR TOTAL
FCPE 101.42,3012,30
FCPE 101.20,76139,88
TOTAL1412,18
b)DEMONSTRATIVO DE CARGOS EM COMISSÃO EXTINTOS:
CÓDIGODAS-UNITÁRIOQTD.VALOR TOTAL
DAS-32,1024,20
DAS-21,271316,51
TOTAL1520,71
CÓDIGODAS-UNITÁRIOQTD.VALOR TOTAL
DAS-43,8413,84
DAS-21,271316,51
TOTAL1420,35

ANEXO V

DEMONSTRATIVO DOS CARGOS EM COMISSÃO DO GRUPO-DIREÇÃO E ASSESSORAMENTO SUPERIORES

- DAS TRANSFORMADOS NOS TERMOS DO ART. 8º DA LEI Nº 13.346, DE 10 DE OUTUBRO DE 2016

CÓDIGODAS-UNITÁRIOSITUAÇÃO ATUAL (a)SITUAÇÃO NOVA (b)DIFERENÇA

(c = b - a)

QTD.VALOR TOTALQTD.VALOR TOTALQTD.VALOR TOTAL
DAS 55,04-420,16420,16
DAS 43,841349,92--13-49,92
DAS 32,10-3675,603675,60
DAS 21,27911,43--9-11,43
DAS 11,003535,00--35-35,00
TOTAL5796,354095,76-17-0,59
CÓDIGODAS-UNITÁRIOSITUAÇÃO ATUAL (a)SITUAÇÃO NOVA (b)DIFERENÇA (c = b - a)
QTD.VALOR TOTALQTD.VALOR TOTALQTD.VALOR TOTAL
DAS 55,04--420,16420,16
DAS 43,841349,92--- 13- 49,92
DAS 32,10--3777,703777,70
DAS 21,27810,16--- 8- 10,16
DAS 11,003838,00--- 38- 38,00
TOTAL5998,084197,86- 18- 0,22

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