Roraima
Lei Estadual de Roraima nº 817, de 1 de agosto de 2011
Lei nº 817/2011
Nesta página
I II III IV V VI VII VIII unico CAPÍTULO I – DAS PRIORIDADES, METAS ERESULTADOS FISCAIS DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA ESTADUAL CAPÍTULO II – DA ORGANIZAÇÃO E ESTRUTURA DOS ORÇAMENTOS CAPÍTULO III – DAS DIRETRIZES, ORIENTAÇÕES E CRITÉRIOS PARA A ELABORAÇÃO E EXECUÇÃO DOS ORÇAMENTOS FISCAL, DA SEGURIDADE SOCIAL E DE INVESTIMENTO DAS ESTATAIS CAPÍTULO IV – DAS DISPOSIÇÕES RELATIVAS ÀS DESPESAS DO ESTADO COM PESSOAL E ENCARGOS SOCIAIS CAPÍTULO V – DA POLÍTICA DE APLICAÇÃO DE RECURSOS PELAS AGÊNCIAS FINANCEIRAS OFICIAIS DE FOMENTO CAPÍTULO VI – DAS DISPOSIÇÕES SOBRE ALTERAÇÕES NA LEGISLAÇÃO TRIBUTÁRIA DO ESTADO E MEDIDAS PARA INCREMENTO DA RECEITA CAPÍTULO VII – DAS DISPOSIÇÕES FINAISGOVERNO DE RORAIMA
"Dispõe sobre as diretrizes orçamentárias para o exercício de 2012 e dá outras providências."
O GOVERNADOR DO ESTADO DE RORAIMA:
à
Faço saber que a Assembléia Legislativa aprovou e eu sanciono a seguinte Lei:
DISPOSIÇÕES PRELIMINARES
Art. Io Ficam estabelecidas as diretrizes orçamentárias do Estado para o exercício de 2012,gm conformidade com o disposto no art. 165, §2°, da Constituição Federal, no art. 112 da Constituigo Estadual e na Lei Complementar n° 101, de 04 de maio de 2000, compreendendo: |§
I
II
III
IV
V
VI
VII
VIII
unico
CAPÍTULO I
DAS PRIORIDADES, METAS ERESULTADOS FISCAIS DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA ESTADUAL
DATUCasa Civil
X^^JÍ-.
GOVERNO DE RORAIMA
CAPÍTULO II
DA ORGANIZAÇÃO E ESTRUTURA DOS ORÇAMENTOS
DATUCasa Civil
'i^Mi
GOVERNO DE RORAIMA
Art. T Considera-se unidade orçamentária o órgão, entidade ou fundo da administração pública estadual, direta e indireta, a que serão consignadas dotações na Lei Orçamentária Anual, ou em seus^ créditos adicionais, para a execução das ações integrantes do Programa de Trabalho aprovado^elo^ referidos atos.
Praça do Centro Cívico s/n° ·CEP: 69.301-380 · BoaVista-RR - Brasil DATUCasa Civil
GOVERNO DE RORAIMA
Praçado Centro Cívico s/n° ·CEP: 69.301-380 · Boa Vista-RR - Brasil DATUCasa Civil
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CAPÍTULO III
DAS DIRETRIZES, ORIENTAÇÕES E CRITÉRIOS PARA A ELABORAÇÃO E EXECUÇÃO DOS ORÇAMENTOS FISCAL, DA SEGURIDADE SOCIAL E DE INVESTIMENTO DAS ESTATAIS
SEÇÃO I
Das Diretrizes Gerais
DATUCasa Civil
DATUCasa Civil
DATUCasa Civil
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GOVERNO DE RORAIMA
1 - inflação prevista com base no índice Geral de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), da Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (FIBGE); 2 - projeção do PIB.
Lcbb 28I07I20-U 17:12:44 DATUCasa Civil
GOVERNO DE RORAIMA
DATUCasa Civil
fr. y
GOVERNO DE RORAIMA
DATUCasa Civil
GOVERNO DE RORAIMA
denominado Relatório da Ação Governamental, será entregue pelo chefe do Poder Executivo à Assembléia Legislativa e ao Tribunal de Contas do Estado, até 15 de abril do ano subsequente.
SUBSEÇÃO I – Das Emendas ao Projeto de Lei Orçamentária
art.33 da Lei 4320/64, admitidas desde que:
SUBSEÇÃO II – Das Vedações
q estejam definidas as respectivas fontes de recursos e legalmente f\ constituídas as unidades executoras;
DATUCasa Civil
DATUCasa Civil
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GOVERNO DE RORAIMA
SUBSEÇÃO III – Das Disposições sobre Precatórios
DATUCasa Civil
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GOVERNO DE RORAIMA
DATUCasa Civil
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GOVERNO DE RORAIMA
SUBSEÇÃO IV – Das Transferências Voluntárias
DATUCasa Civil
SUBSEÇÃO V – Das Transferências ao Setor Privado
SEÇÃO II
Das Diretrizes dos Orçamentos Fiscal e da Seguridade Social
DATUCasa Civil
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GOVERNO DE RORAIMA
fundações, instituídas e mantidas pelo Poder Público, bem como, das empresas públicas, das sociedades de economia mista e das demais entidades em que o Estado, direta ou indiretamente, detenha a maioria do capital social, com direito a voto, e que dele recebam recursos do Tesouro Estadual.
SEÇÃO III
Das Diretrizes do Orçamento de Investimento das Empresas
SEÇÃO IV
Das disposições sobre a Programação da Execução Orçamentária e Financeira e sua Limitação
DATUCasa Civil
dotações destinadas à execução de obrigações constitucionais e legais e ao pagamento de serviço da dívida;
SUBSEÇÃO I – Das Alterações da Lei Orçamentária
SUBSEÇÃO II – Dos Créditos Adicionais
DATUCasa Civil
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GOVERNO DE RORAIMA
CAPÍTULO IV
DAS DISPOSIÇÕES RELATIVAS ÀS DESPESAS DO ESTADO COM PESSOAL E ENCARGOS SOCIAIS
§ Io VETADO.
DATUCasa Civil
\^:-J-
GOVERNO DE RORAIMA
CAPÍTULO V
DA POLÍTICA DE APLICAÇÃO DE RECURSOS PELAS AGÊNCIAS FINANCEIRAS OFICIAIS DE FOMENTO
DATUCasa Civil
CAPÍTULO VI
DAS DISPOSIÇÕES SOBRE ALTERAÇÕES NA LEGISLAÇÃO TRIBUTÁRIA DO ESTADO E MEDIDAS PARA INCREMENTO DA RECEITA
CAPÍTULO VII
DAS DISPOSIÇÕES FINAIS
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GOVERNO DE RORAIMA
Palácio Senador Hélio Campos/RR, Io de agosto de 2011.
JOSÉ Dfí ANCHlIETA JÚNIOR GovernadDr do Estado de Roraima
DATUCasa Civil
.· \
GOVERNO DE RORAIMA
LEI N° 817 DE 1° DE AGOSTO DE 2011.
ANEXO I LEI DE DIRETRIZES ORÇAMENTÁRIAS (Art. 4°,§ Io, da Lei Complementar n°,101 de 2000)
R$1.000,00 2012 2013 2014
PIB real (P1) 1,050 PIB real (P2) 1,055 PIB real (P3) 1,055 IPCA (11) 1,045 IPCA (12) 1,045 IPCA (13) 1,045 DISCRIMINAÇÃO PREVISÃO PREVISÃO PREVISÃO
2011 corrente constante (B)= A constante corrente constante corrente (A) *P1* 11 (C) = B * P2 (D) = B * P2 * 12 (E) = D * P3 (F) = D * P3 * 13
1 - RECEITAS FISCAIS
1.1 - Receitas Correntes + Capital 1.861.929 2.043.002 2.155.367 2.252.359 2.373.239 2.483.170
1.1.1 - Receitas de Origem Tributária 377.091 413.763 436.520 456.163 481.252 502.909
1.1.2 - Transferências da União 1.759.213 1.930.296 2.036.463 2.128.104 2.245.149 2.346.181
1.1.3 - Demais (receitas financeiras) 48.147 52.829 55.735 58.243 61.446 64.211
1.1.4 - Deduções da Receita p/Formação do FUNDEB (322.522) (353.887) (373.351) (390.152) (411.610) (430.133)
Total das Receitas Fiscais (1) 1.861.929 2.043.002 2.155.367 2.252.359 2.373.239 2.483.170
11.1 - Despesas Correntes + Capital 1.861.929 2.043.002 2.155.367 2.252.359 2.373.239 2.483.170 pN
v:~â£=%..:; GOVERNO DE RORAIMA
11.2 - Deduções (Despesas Financeiras) 13.509 14.823 15.638 16.342 17.241 18.016
11.2.1 - Juros e Encargos da Dívida 7.799 8.557 9.028 9.434 9.953 10.401
II.2.2 - Amortização da Dívida 5.710 6.265 6.610 6.907 7.287 7.615
II.2.3 - Despesas de Transfer. Intragovernamental _ _
Total das Despesas Fiscais (II) 1.848.420 2.028.179 2.139.729 2.236.017 2.355.998 2.465.154
FONTE: Secretaria de Estado da Fazenda/ Lei Orçamentária Anual 2011/PLDO Federal 2012. OBS: Para os cálculos de projeção considerou-se: 2012 - PIB 5,00%, IPCA 4,50%; 2013 - PIB 5,5%, IPCA 4,5% e 2014 - PIB 5,5%, IPCA 4,5%.
y [y* GOVERNO DE RORAIMA
ANEXO II (Art. 4o, § Io da Lei Complementar n° 101/2000) RESULTADO NOMINAL
R$1,00 BALANÇO BALANÇO Projeção Projeção Projeção Projeção DISCRIMINAÇÃO 2009 2010 2011 2012 2013 2014
(A) DÍVIDA CONSOLIDADA DO EXERCÍCIO ANTERIOR 626.763.053 752.687.402 883.165.584 973.667.977 1.068.357.188 1.177.837.091
(-) Disponibilidades Financeiras 285.601.160 308.904.906 341.166.151 376.127.153 412.705.518 454.997.516
( = ) Dívida Consolidada Líquida do exercício Anterior 341.161.893 443.782.496 541.999.432 597.540.824 655.651.669 722.839.574 (-) Receitas de Privatizações e Alienações - - - - - -
( = ) Dívida Fiscal Líquida do Exercício Anterior 341.161.893 443.782.496 541.999.432 597.540.824 655.651.669 722.839.574
(B) DÍVIDA CONSOLIDADA DO EXERCÍCIO 752.687.402 883.165.584 973.667.977 1.068.357.188 1.177.837.091 1.298.535.946
(-) Disponibilidades Financeiras 308.904.906 341.166.151 376.127.153 412.705.518 454.997.516 501.623.387
( = ) Dívida Consolidada Líquida do exercício 443.782.496 541.999.432 597.540.824 655.651.669 722.839.574 796.912.559 (-) Receitas de Privatizações e Alienações . . . - - -
( = ) Dívida Fiscal Líquida do Exercício 443.782.496 541.999.432 597.540.824 655.651.669 722.839.574 796.912.559
RESULTADO NOMINAL (B - A) 102.620.603 98.216.936 55.541.392 58.110.845 67.187.905 74.072.985 FONTE: Secretaria do Estado da Fazenda/Balanço Geral do Estado OBS: Para os cálculos do Projoçào 2011. PIBdo 5,5% o IPCA de 4,5%; 2012. PIBdo 5,0% o IPCA de 4.5% e 2013, PIBde 5,5% e IPCA do 4,5% o 2014 considorou-se PIBde 5,5% e IPCAde 4.5%.
GOVERNO DE RORAIMA 'Amazônia: Patrimônio dos Brasileiros'
ANEXO III-A EVOLUÇÃO DO PATRIMÔNIO LIQUIDO DETALHAMENTO DO BALANÇO PATRIMONIAL DO ESTADO (Art. 4o, § 2o, Inciso III da Lei Complementar n° 101/2000)
R$1,00 2009 2010 2011 PATRIMÔNIO LÍQUIDO % Valor % Valor % Valor
2.307.890.453 100 2.792.616.567 100 3.078.789.950 100 Patrimônio / Capital
Reservas
- - - - - -
Resultado Acumulado -
-
- -
-
-
FONTE: Socrotaria do Estado da Fazenda/Balanço Geral do Estado
ANEXO III - B DEMONSTRATIVO DA RECEITA DE ALIENAÇÃO DE ATIVOS E APLICAÇÃO DOS RECURSOS (Art. 4°, § 2o, Inciso III da Lei Complementar n° 101/2000)
R$1,00 ESPECIFICAÇÃO 2009 2010 2011
- Alienação de Ativos
FONTE: Secretaria de Estado da Fazenda - Balanço Geral do Estado
ANEXO IV
PEMCAIXA
PREVIDENCIARIO
Conforme a Lei Estadual n°. 079, de 18/10/2004, o Fundo Previdenciário custeará as despesas previdenciárias relativas aos segurados admitidos após 19 de janeiro de 2005 e seus dependentes.
Avaliação Atuarial 12
ANEXO IV C, § 2°, Inciso l,y,.a, da Lei Complementar n° 101 de 2000.
PEMCAIXA
CAI \A 9. Parecer Atuarial
Com a finalidade de garantir a cobertura financeira dos benefícios previdenciários, o Estado de Roraima e seus servidores vertem contribuições mensais para um Fundo Previdenciário.
A Base de Dados apresentada consistiu de dados amplos e atualizados, entretanto apresentou inconsistências, que foram sanadas através da adoção de premissas demográficas. A adoção de premissas para suprir tais inconsistências sempre causa desvios nos resultados. Como o nível de consistência foi baixo, principalmente no que tange a informação referente ao tempo de serviço anterior à admissão no Estado, o impacto foi moderado, devendo ser feito urgentemente um levantamento das informações inconsistentes até a próxima avaliação atuarial. A inexistência de informação referente ao Tempo de Serviço Anterior à admissão no Estado foi suprida pela premissa de que o servidor entrou no mercado de trabalho aos 24 anos, 8 meses e 12 dias. Tal premissa foi fruto de um levantamento realizado no universo das bases cadastrais analisadas pela CAIXA, onde foram considerados apenas os dados reais e consistentes, utilizando informações de cerca de 100.000 servidores ativos.
Da mesma forma, a baixa relação de servidores casados foi suprida por uma probabilidade do servidor estar casado a cada idade. Tal premissa foi fruto de um levantamento realizado no universo das bases cadastrais analisadas pela CAIXA, onde foram considerados apenas os dados reais e consistentes, utilizando informações de mais de 500.000 servidores ativos.
Conforme informado pelos gestores do Plano, as contribuições estão definidas da seguinte forma:
· contribuições mensais dos servidores ativos: 11,00% incidentes
sobre a remuneração de contribuição;
· contribuições mensais dos servidores aposentados e pensionistas:
11,00% incidentes sobre a parcela dos proventos que exceder o teto de benefício do INSS;
· contribuições mensais dos servidores aposentados e pensionistas
portadores de doença incapacitante: 11,00% incidente sobre a parcela de pensão que exceder o dobro do teto de benefício INSS; e
Avaliação Atuarial 24
ANEXO IV , § 2D, Inciso IVv>a, da Lei Complementar nc 101 de 2000.
PEM.: :a
CAI\A · contribuições mensais do Estado de 14,00% sobre a remuneração de contribuição dos servidores ativos.
A receita decorrente desta arrecadação gera um superávit financeiro de R$ 2.472.699,53, que corresponde a um excedente financeiro mensal da ordem de 22,32% da folha de salários de servidores ativos.
As bases técnicas utilizadas foram eleitas pelo atuário responsável, sendo estas aderentes às características da massa de participantes:
> a taxa de juros real utilizada nas projeções contidas nesta avaliação foi
de 6,00% ao ano;
> as tábuas biométricas utilizadas foram escolhidas em função do evento
gerador:
· Tábua de Mortalidade de Válido (evento gerador sobrevivência)-
IBGE-2008 (ambos os sexos);
· Tábua de Mortalidade de Válido (evento gerador morte) - AT-49
(male e female);
· Tábua de Entrada em Invalidez - ÁLVARO VINDAS;
· Tábua de Mortalidade de Inválidos - IAPB-57;
· Probabilidade de deixar um dependente vitalício, em caso de morte,
calculada em função da proporção de servidores casados por idade, com base nas informações apuradas no banco de dados do Estado; > o crescimento salarial considerado foi de 1,00% ao ano;
> a taxa de rotatividade considerado foi de 1,00% ao ano; e
> o custo administrativo considerado neste estudo corresponde a 2,00%
do total da remuneração de contribuição dos servidores ativos do Estado. O Patrimônio constituído pelo Plano, segundo informações dadas à CAIXA é composto por:
· Aplicações: R$ 187.184.934,70.
Conforme Lei Estadual n°. 079, de 18/10/2004, o Fundo Previdenciário custeará as despesas previdenciárias relativas aos segurados admitidos após 19 de janeiro de 2005 e seus dependentes. Nesta situação encontram-se 4.600 servidor ativos, 1 aposentado e 5 pensionistas. Avaliação Atuarial 25
ANEXO IV , § 2C, Inciso J&a, da Lei Complementar nc 101 de 2000.
PEMCAIXA Previdência poro Estados e Município»
CAI \A A avaliação atuarial demonstrou que as contribuições normais de servidores e do Governo Estadual, para a formação equilibrada das reservas para pagamento de benefícios, devem somar 24,94% sobre a remuneração de contribuição dos servidores ativos.
Desta forma, recomenda-se a manutenção do patamar contributivo atual de 25,00% (11,00% para os Servidores e 14,00% para o Estado), com o intuito de evitar possíveis desvios futuros.
Como o Fundo Previdenciário encontra-se com um Resultado Técnico Atuarial Superavitário, alocou-se na conta 'Ajuste de Resultado Atuarial Superavitário" um montante equivalente a 25% das Reservas Matemáticas. Desta forma, verificou-se um Superávit Técnico de R$ 78.858.803,17.
Na hipótese da próxima avaliação atuarial também apresentar superávit atuarial, o atual plano de custeio poderá ser revisto, em conformidade com o art. 25 da Portaria MPS n° 403/2008, que dispõe: "Na hipótese do Plano Previdenciário apresentar resultado superavitário com índice de Cobertura superior a 1,25 erp^no, mínimo, cinco exercícios consecutivos, poderá ser revisto o Plano de Custeio."
Este é o nosso parecer.
Gustavo Carrozzino Mj^nia MTb/RJ
Avaliação Atuarial 26
ANEXO IV , § 2°, Inciso JV^a, da Lei Complementar nc 101 de 2000.
Previdência porá EsfotJos e Municípios
ANEXO 4- Demonstrativo de Resultados da Avaliação Atuarial
Previdência no Serviço Público Demonstrativo de Resultados da Avaliação Atuarial - 2011
Fundo Previdenciário
QUADRO 1 - Dados do Regime Próprio de Previdência - RPP
1.1 -Ente
Representante do RPPS: Rua: Complemento: Bairro: CEP: Telefone: DDD Fax: E-mail:
1.2 - Avaliação Atuarial
Data da Avaliação: 02/01/2011 Data-Base: 31/12/2010
Servidores admitidos a partir de 19/01/2005 e seus Descrição da População Coberta: dependentes.
Obs. Data da Avaliação deve ser maior que a Data-Base Data-Base: data de extração das informações cadastrais
Avaliação Atuarial 49
ANEXO IV C, § 2°, Inciso l&a, da Lei Complementar nc 101 de 2000.
Previdência paro Estados e Municípios
1.3 - Plano de Benefícios, Regime Financeiro e Método de Financiamento Selecionar Benefícios do Plano Reqime Financeiro* Método"
X Aposentadorias por Idade, Tempo de Contribuição e Compulsória CAP IEN
X Aposentadoria por Invalidez RCC
X Pensão por Morte de sequrado Ativo RCC
X Pensão por Morte de Aposentado por Idade, Tempo de Contribuição e Compulsória CAP IEN
X Pensão por Morte de Aposentado por Invalidez RCC
X Auxilio-doença RS
X Salárío-maternidade RS X Auxílio-reclusão RCC X Salário-familia RS " Regime Financeiro RCC = Repartição de Capitais de Cobertura RS = Repartição Simples CAP = Capitalização ·· Método de Financiamento UC = Crédito Unitário PUC = Crédito Unitário Projetado PNI = Prêmio Nivelado Individual IEN = Idade de Entrada Normal
QUADRO 2 - Hipóteses
2.1 - Hipóteses Financeiras Taxa de Juros Real %aa 6,00% Taxa Real de Crescimento do Salário por Mérito %aa 1,00% Projeção de Crescimento Real do Salário por Produtividade %aa 0,00% Projeção de Crescimento Real dos Benefícios do Plano %aa 0,00% Fator de Determinação do valor real ao longo do tempo Dos Salários %aa 100,00% Fator de Determinação do valor real ao longo do tempo Dos Benefícios %aa 100,00%
2.2 - Hipóteses Biométricas
grupo ativos tamanho Novos Entrados * constante Tábua de Mortalidade de Válido (evento gerador morte) AT-49 Tábua de Mortalidade de Válido (evento gerador IBGE-2008 sobrevivência) Tábua de Mortalidade de Inválido** Outros IAPB-57 Tábua de Entrada em Invalidez*** AV Tábua de Morbidez Outras Tábuas utilizadas Informações contidas nos Composição Familiar bancos de dados p^ ' Descrever a hipótese de comportamento da contratação de novos servidores. "Tábua de Mortalidade de Inválido EIAPC = Experiência IAPC ""Tábua de Entrada em Invalidez AV = Álvaro Vindas
Avaliação Atuarial 50
ANEXO IV , § 2°, Inciso ]V.,a, da Lei Complementar n° 101 de 2000.
PEM Previdência porá Eitcdos e Municípios
CAI\A 3.1 - Valores
Valores da avaliação atuarial em RS * Campos Benefícios - Benefícios - Regime Regime de de Capitalização Repartição Ativo do Plano 187.184.934,70 Valor Atual dos Salários Futuros 1.745.190.512,00 Valor Atual dos Benefícios Futuros (Benefícios a conceder) 436.559.135,60 Valor Atual dos Benefícios Futuros (Benefícios concedidos) 2.515.318,26 Valor Atual das Contribuições Futuras do Ente (Benefícios Concedidos) 0.00
Valor Atual das Contribuições Futuras do Ativo, Aposentado e Pensionista (Benefícios 68.861,31 Concedidos) Valor Atual das Contribuições Futuras do Ente (Benefícios a Conceder) 201.708.295,38
Valor Atual das Contribuições Futuras do Ativo, Aposentado e Pensionista (Benefícios 150.636.391,95 a Conceder) Valor Atual da Compensação Financeira a Receber 0,00 Valor Atual da Compensação Financeira a Pagar 0,00 Resultado Atuarial: (+) Superávit / (-) Déficit + 100.524.029,48 * Preencha os valores com centavos sem vírgulas. Por exempio Para 1.593.75 deve ser informado 159375
Observações Está prevista uma Reserva de Contingência de RS 21.665.226.31. correspondente a 25% das Reservas Matemáticas. O Ativo do Plano é composto por RS 187.184.934,70 em Aplicações.
3.2 - Plano de Custeio - Alíquotas de Equilíbrio Definidas na Avaliação Atuarial Contribuinte Custo Normal * Custo Suplementar* Ente Público 13,94% 0,00% Servidor Ativo 11,00% 0,00% Servidor Aposentado 11,00% 0,00% Pensionista 11,00% 0,00% Base de Incidência das Contribuições do Ente Público ** FRA - PAP FRA
Observações Está incluída a taxa de 2.00% referente ás Despesas Administrativas. ' Caso haja segregação das alíquotas de contribuição por faixa salarial, idade ou outros critérios, tal divisão deverá ser detalhada no parecer atua
·" Base de Incidência FPP - Folha de proventos dos pensionistas FPAP = Folha de proventos dos aposentados e dos pensionistas Custo Suplementar Preencher os valores de Custo Suplementar, caso a avaliação atuariai apresente um compromisso especial para suprir a existência de déficit, tempo de serviço passado ou demais finalidades não incluídas na contribuição normal, e a sua base de incidência. Caso haja compromisso especial desenhar a forma do plano de amortização no campo destinado ao parecer atuarial.
Avaliação Atuarial 51
ANEXO IV C, § 2\ Inciso JV^a, da Lei Complementar n° 101 de 2000.
,'··· ;;', - PEM« Previdência porá Esíodos e Municípios
3.3 - Plano de Custeio por Beneficio - Alíquotas de Equilíbrio Definidas na Avaliação Atuarial Benefício Custo Normal Custo Suplementar Aposentadoria por Idade, Tempo de Contribuição e Compulsória 17,92% 0,00% Aposentadoria por Invalidez 1,04% 0,00% Pensão por Morte de Segurado Ativo 1,42c 0,00c Pensão por Morte de Aposentado por Idade, Tempo de Contribuição e Compulsória 1,65% 0,00% Pensão por Morte de Aposentado por Invalidez 0,39c 0,00% Auxílio Doença 0,19% 0,00% Salário Maternidade 0,08% 0,00c Auxílio Reclusão 0,01% 0,00% Salário Família 0,24% 0,00% Base de Incidência das Contribuições FRA - PAP FRA
" Caso haja segregação das alíquotas de contribuição por faixa salarial, idade ou outros critérios. Ta! divisão deverá ser deíaihada no parecer atuarial.
'* Base de Incidência FRAPP = Folha de remuneração dos ativos e proventos dos pensionistas FPAP = Folha de proventos dos aposentados e dos pensionistas
QUADRO 4 - Estatísticas
Quantidade Remuneração Média (R$) * Idade Média
Situação da Sexo Feminino Sexo Masculino Sexo Feminino Sexo Masculino Sexo Feminino Sexo Masculino População Coberta
Ativos 2.373 2.227 2.130,47 2.703,80 34 35
Aposentados por Tempo de 0 0 0,00 0,00 0 0
Contribuição
Aposentados por 0 0 0,00 0,00 0 0
Idade
Aposentados 0 0 0,00 0,00 0 0 Compulsória
Aposentados por 1 0 540,00 0,00 47 0
Invalidez
Pensionistas 4 1 3.722,39 2.553,42 36 8
" Preencha cs valores com centavos sem vírgulas. Por exemplo: Para 1.593.75 deve ser informado 159375
Avaliação Atuarial 52
ANEXO IV , § 2o, Inciso {V^a, da Lei Complementar n° 101 de 2000.
Previdêncio poroEsíodos e Municípios
Ano Receita Despesas Saldo 2011 30.579.283,10 906.996,13 227.127.196,00 2012 34.680.583,78 1.440.904,82 273.994.506,73 2013 36.168.179,70 1.938.480,25 324.663.876,58 2014 37.766.949,24 2.539.866,87 379.370.791,55 2015 39.123.323,11 3.112.537,44 438.143.824,71 2016 40.577.593,45 3.855.141,69 501.154.905,95 2017 42.047.277,15 4.588.426,92 \ 568.683.050,54 2018 43.577.192,57 5.463.8044,68 640.917.421,46 2019 45.300.543,10 6.828.251,85 717.844.757,99 2020 47.435.410,89 8.232.171,66 800.118.682,70 2021 49.278.384,31 9.413.531,31 887.990.656,66 2022 51.261.552,77 10.652.975,68 981.878.673,15 2023 64.127.228,81 12.443.007,39 1.092.475.614,96 2024 68.745.277,02 13.850.565,58 1.212.918.863,30 2025 72.038.495,08 20.079.165,09 1.337.653.325,09 2026 75.166.193,94 23.772.412,51 ' 1.469.306.306,03 2027 78.129.769,74 32.703.953,57 1.602.890.500,56 2028 80.542.660,21 44.975.948,56 1.734.630.642,24 2029 83.215.411,82 55.494.091,29 1.866.429.801,30 2030 85.849.441,84 64.521.754,91 1.999.743.276,30 2031 88.435.900,12 70.865.714,40 2.137.298.058,59 2032 90.999.789,15 79.640.884,82 2.276.894.846,44 2033 93.210.977,58 87.656.749,12 2.419.062.765,70 2034 95.222.463,21 96.505.995,47 2.562.922.999,38 2035 97.157.066,84 104.978.004,16 2.708.877.442,02 2036 98.734.419,59 114.087.670,07 2.856.056.838,06 2037 100.300.101,25 122.861.212,65 3.004.859.136,95 2038 101.602.325,27 132.049.666,44 3.154.703.344,00 2039 102.818.342,11 141.260.952,46 3.305.542.934,29 2040 103.773.753,53 151.318.957,07 3.456.330.306,81 2041 104.579.923,86 160.573.289,54 3.607.716.759,54 2042 105.242.790,37 169.611.469,10 3.759.811.086,38 2043 105.780.704,91 216.032.193,00 3.875.148.263,47 2044 104.392.496,16 226.693.859,70 3.985.355.795,75 2045 104.638.019,56 241.364.610,92 4.087.750.552,13 2046 104.739.522,42 248.018.022,55j 4.189.737.085,12 2047 105.162.608,90 259.847.867,41 | 4.286.436.051,73 2048 105.217.647,45 270.512.379,02 4.378.327.483,26 2049 105.369.419,30 280.985.198,13 4.465.411.353,43 2050 105.450.826,46 287.007.721,08 4.551.779.140,01 2051 105.746.290,70 294.383.198,53 4.636.248.980,57 2052 105.931.596,80 298.737.295,12 4.721.618.221,08 2053 106.250.136,86 305.193.241,93 4.805.972.209,28 2054 106.354.147,97 308.338.177,34 4.892.346.512,47 - 2055 106.635.979,25 314.745.757,05 4.977.777.525,42
Avaliação Atuarial 53
ANEXO IV C, § 2C, Inciso iy,a. da Lei Complementar nc 101 de 2000.
Previdéncío porá Estados e Municípios
Ano Receita Despesas Saldo 2056 106.676.865,30 317.875.988,41 j 5.065.245.053,83 2057 106.907.334,96 322.573.119,86 1 5.153.493.972,16 2058 106.996.702,03 325.984.501,12 \ 5.243.715.811,40 2059 107.128.717,29 329.696.179,43 5.335.771.297,95 2060 107.212.129,17 331.529.484,88 1 5.431.600.220,12 2061 107.383.288,33 334.498.142,54| 5.530.381.379,11 2062 107.398.037,71 336.127.179,00| 5.633.475.120,57 2063 107.480.257,27 338.567.131,64 1 5.740.396.753,43 2064 107.402.443,38 338.740.891,35 1 5.853.482.110,67 2065 106.306.787,26 339.332.859,34, 5.971.664.965,24 2066 106.300.303,37 339.054.118,48 1 6.097.211.048,04 2067 106.337.728,59 339.209.406,21 \ 6.230.172.033,30 2068 106.191.462,55 338.288.565,02 | 6.371.885.252,83 2069 106.179.485,80 337.318.970,85 1 6.523.058.882,95 2070 106.076.210,04 336.083.171,75 6.684.435.454,21 2071 105.896.119,96 333.795.830,65 6.857.601.870,77 2072 105.968.126,74 331.666.372,02 7.043.359.737,74 2073 106.004.741,62 329.018.655,48 7.242.947.408,15 2074 105.954.010,50 325.655.116,17 7.457.823.146,98 2075 106.058.000,63 322.517.291,10 7.688.833.245,32 2076 106.117.727,49 319.328.817,95 7.936.952.149,59 2077 106.070.247,80 315.882.049,23 8.203.357.477,13 2078 106.163.936,97 312.386.357,64 8.489.336.505,10 2079 106.232.184,21 309.143.217,23 8.795.785.662,38 2080 106.153.852,84 305.830.735,73 9.123.855.919,24 2081 106.237.840,27 300.882.801,40 9.476.642.313,27 2082 106.301.152,45 296.779.411,60 9.854.762.592,91 2083 106.283.164,13 292.838.823,56 | 10.259.492.689,06 2084 106.346.390,22 289.172.629,29 | 10.692.236.011,34 2085 106.444.189,78 285.415.988,94 11.154.798.372,86 2086 105.646.711,00 281.777.102,30 j11.647.955.883,9{T
Definições:
N° de Meses no Cálculo do 1o Ano: Proporcional (1 mês). Receita: Custo Normal apurado (excluída a tx. adm.). aplicado sobre a remuneração dos servidores ativos e sobre proventos que excedem o teto do RGPS + Custo Suplementar apurado, se houver. Despesa: Aposentadorias (+) Pensões (+) Auxílios. Saldo: Saldo Anterior (+) Juros de 6% a.a. (meta atuarial) (+) Receita (-) Despesa.
Avaliação Atuarial 54
ANEXO IV , § 2°, Inciso [&& da Lei Complementar n° 101 de 2000.
PEMw S Previdência porá Estadose Municípios
CAIXA QUADRO 6 - Parecer Atuarial
QUADRO 7 - Certificado
7.1 Atuário Responsável pela Avaliação
Nome Gustavo Adolfo Carrozzino Ml BA 1018 CPF 014.926.357/07 Correio eletrônico: gepevrg)caixa.qov.br Telefone: 61-3206-9968
7.2 Representante Legal do RPPS
Nome: Cargo: CPF: Correio eletrônico: Telefone:
Avaliação Atuarial 55 pem Previdência pcra Estados e Municípios
CAI\A
FUNDO
FINANCEIRO
Conforme a Lei Estadual n°. 079, de 18 de outubro de 2004, o Fundo Financeiro (\ éresponsável por custear as despesas dos servidores admitidos até 18 de janeiro de 2005 \J e seus dependentes, sob o Regime Financeiro de Repartição Simples. P\ r\
Avaliação Atuarial 56
Previdêneio poro Estados e Municípios
14. Parecer Atuarial
Com a finalidade de garantir a cobertura financeira dos benefícios previdenciários, o Estado de Roraima e seus servidores vertem contribuições mensais para um Fundo Previdenciário.
A Base de Dados apresentada consistiu de dados amplos e atualizados, entretanto apresentou inconsistências, que foram sanadas através da adoção de premissas demográficas. A adoção de premissas para suprir tais inconsistências sempre causa desvios nos resultados. Como o nível de consistência foi baixo, principalmente no que tange a informação referente ao tempo de serviço anterior à admissão no Estado, o impacto foi moderado, devendo ser feito urgentemente um levantamento das informações inconsistentes até a próxima avaliação atuarial.
A inexistência de informação referente ao Tempo de Serviço Anterior à admissão no Estado foi suprida pela premissa de que o servidor entrou no mercado de trabalho aos 24 anos, 8 meses e 12 dias. Tal premissa foi fruto de um levantamento realizado no universo das bases cadastrais analisadas pela CAIXA, onde foram considerados apenas os dados reais e consistentes, utilizando informações de cerca de 100.000 servidores ativos.
Da mesma forma, a baixa relação de servidores casados foi suprida por uma probabilidade do servidor estar casado a cada idade. Tal premissa foi fruto de um levantamento realizado no universo das bases cadastrais analisadas pela CAIXA, onde foram considerados apenas os dados reais e consistentes, utilizando informações de mais de 500.000 servidores ativos.
Conforme informado pelos gestores do Plano, as contribuições estão definidas da seguinte forma:
· contribuições mensais dos servidores ativos: 11,00% incidentes sobre
a remuneração de contribuição;
· contribuições mensais dos servidores aposentados e pensionistas:
11,00% incidentes sobre a parcela dos proventos que exceder o teto, de benefício do INSS;
Avaliação Atuarial 68 pem Previdência pcra Estados e Municípios
CAI\A · contribuições mensais dos servidores aposentados e pensionistas portadores de doença incapacitante: 11,00% incidente sobre a parcela de pensão que exceder o dobro do teto de benefício do INSS; e · contribuições mensais do Estado de 14,00% sobre a remuneração de contribuição dos servidores ativos.
A receita decorrente desta arrecadação gera um superávit financeiro de R$ 4.557.488,93, que corresponde a um excedente financeiro mensal da ordem de 20,36% da folha de salários de servidores ativos.
As bases técnicas utilizadas foram eleitas pelo atuário responsável, sendo estas aderentes às características da massa de participantes: > a taxa de juros real utilizada nas projeções contidas nesta avaliação foi de
0,00% ao ano;
> as tábuas biométricas utilizadas foram escolhidas em função do evento
gerador:
· Tábua de Mortalidade de Válido (evento gerador sobrevivência) - IBGE-
2008 (ambos os sexos);
· Tábua de Mortalidade de Válido (evento gerador morte) - AT-49 {male e
female);
· Tábua de Entrada em Invalidez - ÁLVARO VINDAS;
· Tábua de Mortalidade de Inválidos - IAPB-57;
· Probabilidade de deixar um dependente vitalício, em caso de morte,
calculada em função da proporção de servidores casados por idade, com base nas informações apuradas no banco de dados do Estado; > o crescimento salarial considerado foi de 1,00% ao ano;
> a taxa de rotatividade considerado foi de 1,00% ao ano; e
> o custo administrativo considerado neste estudo corresponde a 2,00% do
total da remuneração de contribuição dos servidores ativos do Estado. Conforme Lei Estadual n°. 079, de 18/10/2004, o Fundo Financeiro custeará as despesas previdenciárias relativas aos segurados admitidos até 18 de janeiro de 2005e
Avaliação Atuarial 69 Previdência porá Estados e Municípios
CAI seus dependentes. Nesta situação encontram-se 10.035 servidores ativos, 51 aposentados e 75 pensionistas.
O Patrimônio constituído pelo Plano, segundo informações dadas à é composto por:
· Créditos a receber: R$ 38.611.953,80; e
· Aplicações: R$505.120.910,74.
A avaliação atuarial demonstrou que as contribuições normais de servidores e do Governo Estadual, para a formação equilibrada das reservas para pagamento de benefícios, devem somar 24,94% sobre a remuneração de contribuição dos servidores ativos.
As alíquotas de Contribuição Normal vertidas atualmente ao Fundo Financeiro somam 25,00%. Desta forma, sendo o Custo Normal apurado nesta avaliação de 24,54%, e, visando o equilíbrio financeiro e atuarial do Plano, recomenda-se a manutenção das alíquotas praticadas atualmente (11,00% para os Servidores e 14,00% para o Estado).
A despesa previdenciária deste grupo evoluirá gradativamente, havendo, em determinado momento futuro a necessidade de aumento de participação financeira do Governo Estadual, visto que à medida que o número de participantes ativos reduzir e o de aposentados e pensionistas aumentar, o valor da arrecadação com contribuição não será suficiente para cobrir as despesas correntes.
No entanto, num segundo momento, esses gastos começarão a reduzir, í\ fazendo com que o custo previdenciário passe a ser decrescente, reduzindovl/ gradativamente até a completa extinção do grupo. \\
Este é o nosso parecer.
GustavojCarrozzino fVitba-U)18MTb/RJ
Avaliação Atuarial 70
PEMC f '· : '
CAI\A
ANEXO 8 - Demonstrativo de Resultados da Avaliação Atuarial
Previdência no Serviço Público Demonstrativo de Resultados da Avaliação Atuarial - 2011
Fundo Financeiro
QUADRO 1 - Dados do Regime Próprio de Previdência - RPP
1.1-Ente
Representante do RPPS: Rua: Complemento: Bairro: CEP: Telefone: DDD Fax: E-mail:
1.2 - Avaliação Atuarial
Data da Avaliação: 02/01/2011 Data-Base: 31/12/2010
Servidores admitidos até 18 de janeiro de 2005 e seus Descrição da População Coberta: dependentes.
\ \
Obs: Data da Avaliação deve ser maior que a Data-Base
r Data-Base: data de extração das informações cadastrais
Avaliação Atuarial 96
PEMC# ^ Previdência poro Esíodos e Municípios
CAIXA
Selecionar Benefícios do Plano Reqime Financeiro* Método**
X Aposentadorias por Idade, Tempo de Contribuição e Compulsória RS
X Aposentadoria por Invalidez RCC
X Pensão por Morte de sequrado Ativo RCC
X Pensão por Morte de Aposentado por Idade, Tempo de Contribuição e Compulsória RS
X Pensão por Morte de Aposentado por Invalidez RCC
X Auxílio-doença RS
X Salário-maternidade RS
X Auxílio-reclusão RCC
"x1 Salário-familia RS ' Regime Financeiro RCC = Repartição de Capitais de Cobertura RS = Repartição Simples CAP · Capitalização ** Método de Financiamento UC = Crédito Unitário PUC = Crédito Unitário Projetado PNI = Prêmio Nivelado Individual IE vj = Idade de Entrada Normal
QUADRO 2 - Hipóteses
2.1 - Hipóteses Financeiras Taxa de Juros Real %aa 0,00% Taxa Real de Crescimento do Salário por Mérito %aa 1,00% Projeção de Crescimento Real do Salário por Produtividade %aa 0,00% Projeção de Crescimento Real dos Benefícios do Plano %aa 0,00% Fator de Determinação do valor real ao longo do tempo Dos Salários %aa 100,00% Fator de Determinação do valor real ao longo do tempo Dos Benefícios %aa 100,00%
2.2 - Hipóteses Biométricas
grupo ativos tamanho Novos Entrados * constante Tábua de Mortalidade de Válido (evento gerador morte) AT-49 Tábua de Mortalidade de Válido (evento gerador IBGE-2008 sobrevivência) Tábua de Mortalidade de Inválido** Outros IAPB-57 Tábua de Entrada em Invalidez*** AV Tábua de Morbidez Outras Tábuas utilizadas Informações contidas nos Composição Familiar bancos de dados f * Descrever a hipótese de comportamento da contratação de novos servidores. "Tábua de Mortalidade de Inválido EIAPC = Experiência IAPC "*Tábua de Entrada em Invalidez AV = Álvaro Vindas
Avaliação Atuarial 97 PFM Previdência poroEsíodos e Municípios
CAI\A
3.1 - Valores
Valores da avaliação atuarial em RS * Campos Benefícios - Benefícios - Regime de Regime de Capitalização Repartição
Ativo do Plano 543.732.864,54 Valor Atual dos Salários Futuros 4.735.199.456,00 Valor Atual dos Benefícios Futuros (Benefícios a conceder) 6.978.116.689,30 Valor Atual dos Benefícios Futuros (Benefícios concedidos) 158.105.141,71 Valor Atual das Contribuições Futuras do Ente (Benefícios Concedidos) 0,00
Valor Atual das Contribuições Futuras do Ativo, Aposentado e Pensionista (Benefícios 6.939.439,47 Concedidos) Valor Atual das Contribuições Futuras do Ente (Benefícios a Conceder) 649.258.925,85
Valor Atual das Contribuições Futuras do Ativo, Aposentado e Pensionista (Benefícios 408.719.481,51 a Conceder) Valor Atual da Compensação Financeira a Receber 0,00 Valor Atual da Compensação Financeira a Pagar 0,00 Resultado Atuarial: (+) Superávit/ (-) Déficit -5.527.571.119,64 ' Preencha os valores com centavos sem vírgulas. Per exemplo: Para 1.593,75 deve ser informado 159375
Observações O Ativo do Piano e composto por Aplicações (RS 505.120.910,74) e Créditos a receber (RS38.611.953.80).
3.2 - Plano de Custeio - Alíquotas de Equilibrio Definidas na Avali ação Atuarial Contribuinte Custo Normal * Custo Suplementar* Ente Público 13,94% 0,00% Servidor Ativo 11,00% 0,00% Servidor Aposentado 11,00% 0,00% Pensionista 11,00% 0,00% Base de Incidência das Contribuições do Ente Público ** FRA - PAP FRA
Observações | í:.:;.u) ir.c:u;da s ::w. rio 2.00-0 leferente as Despesas Administrativas. *Caso haja segregação das alíquotas de contribuição porfaixa salarial, idadeou outros critérios, tal divisão deverá ser detalhada no pareceratuarial ** Base de Incidência FPAP = Folha de proventos dos aposentados s dos pensionistas Custo Suplementar Preencher os valores de Custo Suplementar, caso a avaliação atuarial apresente umcompromisso especial para suprira existência de défici tempo de serviço passado ou demais finalidades não incluídas na contribuição normal, e a sua base de incidència. Caso haja compromisso especial desenhar a forma do plano de amortização no campo destinado ao parecer atuarial
Avaliação Atuarial 98 Previdência poroEstados e Municípios
CAIXA
3.3 - Plano de Custeio por Benefício - Alíquotas de Equilíbrio Definidas na Avaliação Atuarial Benefício Custo Normal Custo Suplementar * Aposentadoria por Idade, Tempo de Contribuição e Compulsória 17,92% 0,00% Aposentadoria por Invalidez 1,04% 0,00% Pensão por Morte de Sequrado Ativo 1,42% 0,00% Pensão por Morte de Aposentado por Idade, Tempo de Contribuição e Compulsória 1,65% 0,00% Pensão por Morte de Aposentado por Invalidez 0,39% 0,00% Auxílio Doença 0,19% 0,00% Salário Maternidade 0,08% 0,00% Auxilio Reclusão 0,01% 0,00% Salário Família 0,24% 0,00% Base de Incidência das Contribuições ** FRA - PAP FRA
" Caso haja segregação das alíquotas de contribuição por faixa salarial, idade ou outros critérios. Tal divisão deverá ser detalhada no parecer atuarial
** Base de Incidência FPAP · Folha de proventos dos aposentados e dos pensionistas
QUADRO 4 - Estatísticas
Quantidade Remuneração Média (R$) * Idade Média
Situação da Sexo Feminino Sexo Masculino Sexo Feminino Sexo Masculino Sexo Feminino Sexo Masculino População Coberta
Ativos 5.480 4.555 2.206,97 2.258,22 39 38
Aposentados por
8 13 4.089,43 16.365,80 59 67 Tempo de Contribuição Aposentados por 0 0 0,00 0,00 0 0 Idade
Aposentados 4 5 1.179,76 812,23 65 74 Compulsória Aposentados por 11 10 1.131.75 7.530,45 51 53 Invalidez
50 25 2.497,23 1.485,24 38 23 Pensionistas
* Preencha os valores com centavos sem vírgulas. Por exemplo: Para 1 593,75 deve ser informado 159375
Avaliação Atuarial 99 Previdência poro Estados e Municípios
Ano Receita Despesas Saldo 2011 62.137.041,59 7.444.566,37 559.813.385,96 2012 66.589.856,81 10.418.733,24 615.984.509,53 2013 65.947.656,96 12.225.143,98 669.707.022,51 2014 65.170.605,96 14.514.662,16 720.362.966,31 2015 64.665.500,17 15.833.018,91 769.195.447,56 2016 64.038.644,26 17.651.537,46 815.582.554,37 2017 63.380.237,54 19.556.266,12 859.406.525,79 2018 62.641.663,16 21.720.582,53 900.327.606,41 2019 61.647.479,82 24.943.496,34 937.031.589,89 2020 60.156.074,73 30.259.708,47 966.927.956,16 2021 59.003.522,23 34.003.295,18 991.928.183,21 2022 57.650.879,74 38.569.595,73 1.011.009.467,22 2023 43.199.768,22 99.996.782,16 954.212.453,28 2024 38.630.347,77 118.286.550,21 874.556.250,84 2025 35.407.193,76 130.574.916,14 779.388.528,47 2026 32.472.735,55 141.700.102,94 670.161.161,08 2027 29.457.249,35 153.060.916,27 546.557.494,16 2028 26.923.369,47 162.198.773,86 411.282.089,78 2029 24.121.197,51 172.419.896,88 262.983.390,40 2030 21.389.058,44 182.190.701,64 102.181.747,20 2031 18.826.137,79 191.044.991,87 (70.037.106,88) 2032 16.173.418,45 200.195.994,56 (254.059.682,99) 2033 13.939.935,65 207.375.702,42 (447.495.449,76) 2034 11.802.007,86 213.969.904,08 (649.663.345,98) 2035 9.783.655,01 219.881.730,21 (859.761.421,18) 2036 8.142.336,02 223.965.701,14 (1.075.584.786,30) 2037 6.527.658,39 227.754.179,11 (1.296.811.307,02) 2038 5.160.656,90 230.263.609,58 (1.521.914.259,70) 2039 3.949.721,20 231.896.232,84 (1.749.860.771,34) 2040 3.002.740,12 232.171.912,94 (1.979.029.944,16) 2041 2.289.206,44 231.212.372,56 (2.207.953.110,27) 2042 1.707.199,78 229.461.376,39 (2.435.707.286,87) 2043 1.346.414,10 226.526.251,18 (2.660.887.123,95) 2044 1.104.127,03 222.848.940,40 (2.882.631.937,33) 2045 927.323,05 218.648.533,74 (3.100.353.148,02) 2046 816.076,10 213.926.539,56 (3.313.463.611,48) 2047 769.483,14 208.682.190,63 (3.521.376.318,97) 2048 742.883,75 203.113.346,34 (3.723.746.781,56) 2049 715.987,97 197.306.117,14 (3.920.336.910,73) 2050 688.782,49 191.267.518,30 (4.110.915.646,54) 2051 661.236,23 185.003.976,87 (4.295.258.387,19) 2052 633.335,52 178.525.237,13 (4.473.150.288,80) 2053 605.105,96 171.846.098,77 (4.644.391.281,61) 2054 576.537,57 164.976.403,73 (4.808.791.147,77) ^ 2055 547.744,40 157.937.421,22 (4.966.180.824,59) \
Avaliação Atuarial 100 PEM UXA Previdência poroEstados e Municípios
Ano Receita Despesas Saldo 2056 518.829,36 150.752.894,25 (5.116.414.889,48) 2057 489.845,35 143.446.762,01 (5.259.371.806,15) 2058 460.912,74 136.045.583,05 (5.394.956.476,46) 2059 432.109,77 128.577.837,43 (5.523.102.204,12) 2060 403.538,40 121.072.530,44 (5.643.771.196,16) 2061 375.313,71 113.561.785,84 (5.756.957.668,29) 2062 347.505,86 106.074.216,13 (5.862.684.378,56) 2063 320.237,85 98.643.445,83 (5.961.007.586,54) 2064 293.618,66 91.302.895,34 (6.052.016.863,22) 2065 267.761,56 84.086.023,08 (6.135.835.124,74) 2066 242.771,63 77.025.638,14 (6.212.617.991,25) 2067 218.755,95 70.153.417,70 (6.282.552.653,00) 2068 195.811,41 63.500.621,42 (6.345.857.463,00) 2069 174.005,65 57.094.096,87 (6.402.777.554,21) 2070 153.419,62 50.963.206,01 (6.453.587.340,60) 2071 134.118,33 45.134.826,05 (6.498.588.048,32) 2072 116.162,06 39.634.017,38 (6.538.105.903,64) 2073 99.592,87 34.481.614,19 (6.572.487.924,96) 2074 84.430,57 29.695.139,78 (6.602.098.634,16) 2075 70.689,38 25.287.831,67 (6.627.315.776,45) 2076 58.378,08 21.271.075,79 (6.648.528.474,16) 2077 47.493,11 17.651.320,40 (6.666.132.301,45) 2078 38.001,39 14.429.898,62 (6.680.524.198,68) 2079 29.857,84 11.603.023,39 (6.692.097.364,23) 2080 22.991,36 9.160.467,99 (6.701.234.840,86) 2081 17.313,63 7.085.569,30 (6.708.303.096,53) 2082 12.717,97 5.355.552,32 (6.713.645.930,88) 2083 9.090,92 3.943.583,97 (6.717.580.423,92) 2084 6.301,18 2.817.715,79 (6.720.391.838,53) 2085 4.207,70 1.942.070,15 (6.722.329.700,98) 2086 2.683,10 1.281.194,16 (6.723.608.212,04)
Definições:
N° de Meses no Cálculo do 1oAno: Proporcional (12 meses). Receita: Custo Normal apurado (excluída a tx. adm.), aplicado sobre a remuneração dos servidores ativos e sobr1 proventos que excedem o teto do RGPS + Custo Suplementar apurado, se houver. Despesa: Aposentadorias (+) Pensões (+) Auxílios. Saldo: SaldoAnterior (+) Juros de 6% a.a. (meta atuarial) (+) Receita (-) Despesa.
Avaliação Atuarial 101 PEMCAIXA Previdêncio porá Estados e Municípios
CAI \A
QUADRO 6 - Parecer Atuarial
QUADRO 7 - Certificado
7.1 Atuário Responsável pela Avaliação
Nome: Gustavo Adolfo Carrozzino MIBA: 1018 CPF: 014.926.357/07 Correio eletrônico: [email protected] Telefone: 61-3206-9968
7.2 Representante Legal do RPPS
Nome: Cargo: CPF: Correio eletrônico: Telefone:
Avaliação Atuarial 102
Previdência porá Estados e Municípios CAI\A ANEXO 10 - PROJEÇÃO ATUARIAL DO REGIME PRÓPRIO DE PREVIDÊNCIA DOS SERVIDORES
_EI DE DIRETRIZES ORÇAMENTÁRIAS -ANEXO DE METAS FISCAIS
LRF Art. 4°, § 2o, Inciso IV, Alínea a (R$ 1,00) RECEITAS DESPESAS RESULTADO SALDO FINANCEIRO DO EXERCÍCIO
Valor (a) (b) (c)=(a-b) (c) 2010 107.403.423,89 4.841.196,86 102.562.227,03 692.305.845,44 2011 109.141.816,69 17.746.672,38 91.395.144,31 783.700.989,75 2012 110.046.539,81 20.630.230,36 89.416.309,45 873.117.299,20 2013 110.964.780,87 23.007.166,64 87.957.614,23 961.074.913,42 2014 111.857.414,21 25.968.717,52 85.888.696,69 1.046.963.610,11 2015 112.784.219,41 27.933.867,18 84.850.352,23 1.131.813.962,34 2016 113.682.802,66 30.566.553,43 83.116.249,23 1.214.930.211,57 2017 114.564.880,13 33.274.717,59 81.290.162,54 1.296.220.374,11 2018 115.424.522,73 36.382.638,96 79.041.88377 1.375.262.257,88 2019 116.216.829,60 41.031.993,52 75.184.836,08 1.450.447.093,96 2020 116.912.862,66 47.805.229,26 69.107.633,40 1.519.554.727,36 2021 117.664.033,91 52.789.094,72 64.874.939,19 1.584.429.666,55 2022 118.347.504,92 58.647.767,98 59.699.736,94 1.644.129.403,49 2023 116.607.133,69 121.709.705,52 (5.102.571,83) 1.639.026.831,66 2024 116.656.373,41 141.407.017,41 (24.750.643,99) 1.614.276.187,67 2025 116.738.764,60 159.926.519,05 (43.187.754,45) 1.571.088.433,22 2026 116.934.997,00 174.756.655,07 (57.821.658,08) 1.513.266.775,15 2027 116.871.504,16 195.037.978,72 (78.166.474,56) 1.435.100.300,58 2028 116.734.368,41 216.431.654,24 (99.697.285,84) 1.335.403.014,75 2029 116.589.003,89 237.153.527,33 (120.564.523,44) 1.214.838.491,31 2030 116.476.570,61 255.937.984,90 (139.461.414,30) 1.075.377.077,01
Avaliação Atuarial 117
Previdência para Estados e Municípios CAI\A
LEI DE DIRETRIZES ORÇAMENTÁRIAS -ANEXO DE METAS FISCAIS
RECEITAS DESPESAS RESULTADO SALDO FINANCEIRO DO EXERCÍCIO
Valor (a) (b) (c) = (a-b) (c) 2031 116.497.489,63 271.135.410,35 (154.637.920,72) 920.739.156,30 2032 116.397.093,19 289.047.693,48 (172.650.600,29) 748.088.556,00 2033 116.369.509,19 304.239.755,38 (187.870.246,19) 560.218.309,82 2034 116.229.109,01 319.669.430,43 (203.440.321,43) 356.777.988,39 2035 116.135.048,01 334.043.056,70 (217.908.008,69) 138.869.979,70 2036 116.063.341,93 347.228.249,88 (231.164.907,95) (92.294.928,25) 2037 116.007.813,60 359.782.514,21 (243.774.700,61) (336.069.628,86) 2038 115.935.652,36 371.473.941,42 (255.538.289,05) (591.607.917,91) 2039 115.939.347,21 382.319.697,52 (266.380.350,31) (857.988.268,22) 2040 115.946.442,78 392.651.444,78 (276.705.002,00) (1.134.693.270,23) 2041 116.046.292,51 400.953.329,30 (284.907.036,79) (1.419.600.307,02) 2042 116.133.642,50 408.248.094,88 (292.114.452,38) (1.711.714.759,40) 2043 116.325.574,16 451.750.928,81 (335.425.354,65) (2.047.140.114,04) 2044 114.553.320,94 458.592.043,77 (344.038.722,83) (2.391.178.836,87) 2045 114.627.187,00 469.065.614,41 (354.438.427,41) (2.745.617.264,28) 2046 114.617.181,73 470.999.118,61 (356.381.936,87) (3.101.999.201,15) 2047 115.026.832,07 477.619.252,80 (362.592.420,73) (3.464.591.621,88) 2048 115.058.361,89 482.717.087,40 (367.658.725,51) (3.832.250.347,40) 2049 115.195.536,10 487.396.896,61 (372.201.360,51) (4.204.451.707,91) 2050 115.255.775,43 487.387.372,37 (372.131.596,95) (4.576.583.304,85) 2051 115.548.741,83 488.523.886,27 (372.975.144,44) (4.949.558.449,29) 2052 115.721.489,54 486.415.267,52 (370.693.777,98) (5.320.252.227,27) 2053 116.039.135,27 486.219.810,01 (370.180.674,73) (5.690.432.902,00) 2054 116.123.497,96 482.503.960,10 (366.380.462,15) (6.056.813.364,15)
Avaliação Atuarial 118
PEM Previdência para Estados e Municípios
_EI DE DIRETRIZES ORÇAMENTÁRIAS -ANEXO DE METAS FISCAIS
RECEITAS DESPESAS RESULTADO SALDO FINANCEIRO DO EXERCÍCIO
Valor (a) (b) (c) = (a-b) (c) 2055 116.400.648,99 481.899.549,06 (365.498.900,07) (6.422.312.264,22) 2056 116.415.959,25 477.845.945,96 (361.429.986,71) (6.783.742.250,93) 2057 116.637.537,06 475.258.419,05 (358.620.881,99) (7.142.363.132,92) 2058 116.705.300,42 471.275.656,28 (354.570.355,86) (7.496.933.488,78) 2059 116.820.221,33 467.531.579,00 (350.711.357,67) (7.847.644.846,45) 2060 116.882.585,42 461.868.159,35 (344.985.573,93) (8.192.630.420,38) 2061 117.040.783,17 457.340.466,16 (340.299.682,99) (8.532.930.103,37) 2062 117.029.156,41 451.484.142,14 (334.454.985,73) (8.867.385.089,11) 2063 117.091.529,81 446.500.401,51 (329.408.871,69) (9.196.793.960,80) 2064 116.980.997,24 439.327.534,27 (322.346.537,03) (9.519.140.497,83) 2065 115.764.721,76 432.607.466,93 (316.842.745,17) (9.835.983.243,00) 2066 115.733.298,76 425.269.496,58 (309.536.197,82) (10.145.519.440,82) 2067 115.750.497,30 418.556.860,56 (302.806.363,25) (10.448.325.804,08) 2068 115.569.337,06 410.971.183,00 (295.401.845,94) (10.743.727.650,02) 2069 115.535.384,47 403.594.560,77 (288.059.176,30) (11.031.786.826,32) 2070 115.403.097,51 396.219.149,98 (280.816.052,47) (11.312.602.878,79) 2071 115.189.094,00 388.089.133,68 (272.900.039,67) (11.585.502.918,47) 2072 115.250.232,34 380.465.730,52 (265.215.498,18) (11.850.718.416,64) 2073 115.274.436,38 372.670.265,50 (257.395.829,12) (12.108.114.245,77) 2074 115.205.365,21 364.517.293,70 (249.311.928,50) (12.357.426.174,26) 2075 115.305.606,50 356.981.759,18 (241.676.152,68) (12.599.102.326,95) 2076 115.359.141,34 349.782.685,15 (234.423.543,81) (12.833.525.870,76) 2077 115.297.634,94 342.712.918,44 (227.415.283,51) (13.060.941.154,27) 2078 115.390.955,00 336.005.069,75 (220.614.114,75) (13.281.555.269,01)
Avaliação Atuarial 119
Previdência para Estocbs e Municípios
CAI\A .El DE DIRETRIZES ORÇAMENTÁRIAS -ANEXO DE METAS FISCAIS RECEITAS DESPESAS RESULTADO SALDO FINANCEIRO DO PREVIDENCIÁRIAS PREVIDENCIÁRIAS PREVIDENCIÁRIO EXERCÍCIO EXERCÍCIO Valor Valor Valor Valor (a) (b) (c) = (a-b) (c) 2079 115.457.764,49 329.941.749,32 (214.483.984,83) (13.496.039.253,84) 2080 115.366.460,37 324.180.700,66 (208.814.240,29) (13.704.853.494,13) 2081 115.452.940,72 317.165.931,51 (201.712.990,79) (13.906.566.484,92) 2082 115.518.071,79 311.338.992,24 (195.820.920,46) (14.102.387.405,38) 2083 115.495.742,00 305.985.819,60 (190.490.077,60) (14.292.877.482,98) 2084 115.562.492,48 301.200.064,50 (185.637.572,02) (14.478.515.055,00)
Definições:
N° de Meses no Cálculo do 1o Ano: 13. Receitas Previdenciárias: Custo Normal apurado (incluída a tx. adm.). aplicado sobre a remuneração dos servidores ativos e sobre proventos que excedem o teto do RGPS. Despesas Previdenciárias: Aposentadorias (+) Pensões (+) Auxílios (+) Taxa de Administração do Plano. Resultado Previdenciário: Receitas Previdenciárias (-) Despesas Previdenciárias. Saldo Financeiro do Exercício: Saldo anterior (+) Receitas Previdenciárias (-) Despesas Previdenciárias.
Avaliação Atuarial 120
· 7 ,:
PEM Previdénoo para Es'ocbse Municípios CAI\A
M^anuBgaMWMwaMMttUg^^ iNEXO 11 - RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTARIA EXERCÍCIO
Valor (a) (b) (c) = (a-b) (c) 2010 107.403.423,89 4.841.196,86 102.562.227,03 692.305.845,44 2011 122.244.624,49 17.746.672,38 104.497.952,11 796.803.797,55 2012 118.064.425,70 20.630.230,36 97.434.195,34 894.237.992,89 2013 115.850.300,55 23.007.166,64 92.843.133,91 987.081.126,79 2014 116.742.933,89 25.968.717,52 90.774.216,37 1.077.855.343,16 2015 117.374.309,34 27.933.867,18 89.440.442,16 1.167.295.785,32 2016 117.859.290,94 30.566.553,43 87.292.737,51 1.254.588.522,83 2017 118.741.368,41 33.274.717,59 85.466.650,82 1.340.055.173,65 2018 119.601.011,01 36.382.638,96 83.218.372,05 1.423.273.545,70 2019 120.393.317,88 41.031.993,52 79.361.324,36 1.502.634.870,06 2020 121.089.350,94 47.805.229,26 73.284.121,68 1.575.918.991,74 2021 121.840.522,19 52.789.094,72 69.051.427,47 1.644.970.419,21 2022 122.523.993,20 58.647.767,98 63.876.225,22 1.708.846.644,43 2023 120.783.621,97 121.709.705,52 (926.083,55) 1.707.920.560,88 2024 120.832.861,69 141.407.017,41 (20.574.155,71) 1.687.346.405,17 2025 120.915.252,88 159.926.519,05 (39.011.266,17) 1.648.335.139,00 2026 121.111.485,28 174.756.655,07 (53.645.169,80) 1.594.689.969,21 2027 120.003.870,37 195.037.978,72 (75.034.108,35) 1.519.655.860,85 2028 116.734.368,41 216.431.654,24 (99.697.285,84) 1.419.958.575,02 2029 116.589.003,89 237.153.527,33 (120.564.523,44) 1.299.394.051,58 2030 116.476.570,61 255.937.984,90 (139.461.414,30) 1.159.932.637,28 2031 116.497.489,63 271.135.410,35 (154.637.920,72) 1.005.294.716,57
Avaliação Atuarial 121
PEM UXA Previdência para Estocbse Municípios CAI Vil
RELATÓRIO RESUMIDO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTARIA EXERCÍCIO Valor
(a) (b) (c) = (a-b)
(c) 2032 116.397.093,19 289.047.693,48 (172.650.600,29) 832.644.116,27 2033 116.369.509,19 304.239.755,38 (187.870.246,19) 644.773.870,09 2034 116.229.109,01 319.669.430,43 (203.440.321,43) 441.333.548,66 2035 116.135.048,01 334.043.056,70 (217.908.008,69) 223.425.539,97 2036 116.063.341,93 347.228.249,88 (231.164.907,95) (7.739.367,98) 2037 116.007.813,60 359.782.514,21 (243.774.700,61) (251.514.068,59) 2038 115.935.652,36 371.473.941,42 (255.538.289,05) (507.052.357,64) 2039 115.939.347,21 382.319.697,52 (266.380.350,31) (773.432.707,95) 2040 115.946.442,78 392.651.444,78 (276.705.002,00) (1.050.137.709,96) 2041 116.046.292,51 400.953.329,30 (284.907.036,79) (1.335.044.746,75) 2042 116.133.642,50 408.248.094,88 (292.114.452,38) (1.627.159.199,13) 2043 116.325.574,16 451.750.928,81 (335.425.354,65) (1.962.584.553,77) 2044 114.553.320,94 458.592.043,77 (344.038.722,83) (2.306.623.276,60) 2045 114.627.187,00 469.065.614,41 (354.438.427,41) (2.661.061.704,01) 2046 114.617.181,73 470.999.118,61 (356.381.936,87) (3.017.443.640,88) 2047 115.026.832,07 477.619.252,80 (362.592.420,73) (3.380.036.061,61) 2048 115.058.361,89 482.717.087,40 (367.658.725,51) (3.747.694.787,13) 2049 115.195.536,10 487.396.896,61 (372.201.360,51) (4.119.896.147,64) 2050 115.255.775,43 487.387.372,37 (372.131.596,95) (4.492.027.744,58) 2051 115.548.741,83 488.523.886,27 (372.975.144,44) (4.865.002.889,02) 2052 115.721.489,54 486.415.267,52 (370.693.777,98) (5.235.696.667,00) 2053 116.039.135,27 486.219.810,01 (370.180.674,73) (5.605.877.341,73) 2054 116.123.497,96 482.503.960,10 (366.380.462,15) (5.972.257.803,88) 2055 116.400.648,99 481.899.549,06 (365.498.900,07) (6.337.756.703,95)
Avaliação Atuarial 122
PEM Previdêncio para Eslocbs e Municípios CAI VA
EXERCÍCIO
Valor (a) (b) (c)=(a-b) (c) 2056 116.415.959,25 477.845.945,96 (361.429.986,71) (6.699.186.690,66) 2057 116.637.537,06 475.258.419,05 (358.620.881,99) (7.057.807.572,65) 2058 116.705.300,42 471.275.656,28 (354.570.355,86) (7.412.377.928,51) 2059 116.820.221,33 467.531.579,00 (350.711.357,67) (7.763.089.286,18) 2060 116.882.585,42 461.868.159,35 (344.985.573,93) (8.108.074.860,11) 2061 117.040.783,17 457.340.466,16 (340.299.682,99) (8.448.374.543,10) 2062 117.029.156,41 451.484.142,14 (334.454.985,73) (8.782.829.528,84) 2063 117.091.529,81 446.500.401,51 (329.408.871,69) (9.112.238.400,53) 2064 116.980.997,24 439.327.534,27 (322.346.537,03) (9.434.584.937,56) 2065 115.764.721,76 432.607.466,93 (316.842.745,17) (9.751.427.682,73) 2066 115.733.298,76 425.269.496,58 (309.536.197,82) (10.060.963.880,55) 2067 115.750.497,30 418.556.860,56 (302.806.363,25) (10.363.770.243,81) 2068 115.569.337,06 410.971.183,00 (295.401.845,94) (10.659.172.089,75) 2069 115.535.384,47 403.594.560,77 (288.059.176,30) (10.947.231.266,05) 2070 115.403.097,51 396.219.149,98 (280.816.052,47) (11.228.047.318,52) 2071 115.189.094,00 388.089.133,68 (272.900.039,67) (11.500.947.358,20) 2072 115.250.232,34 380.465.730,52 (265.215.498,18) (11.766.162.856,37) 2073 115.274.436,38 372.670.265,50 (257.395.829,12) (12.023.558.685,50) 2074 115.205.365,21 364.517.293,70 (249.311.928,50) (12.272.870.613,99) 2075 115.305.606,50 356.981.759,18 (241.676.152,68) (12.514.546.766,68) 2076 115.359.141,34 349.782.685,15 (234.423.543,81) (12.748.970.310,49) 2077 115.297.634,94 342.712.918,44 (227.415.283,51) (12.976.385.594,00) 2078 115.390.955,00 336.005.069,75 (220.614.114,75) (13.196.999.708,74) 2079 115.457.764,49 329.941.749,32 (214.483.984,83) (13.411.483.693,57)
Avaliação Atuarial 123
PEM Previdência para Estocbs e Municípios CAI VA
RECEITAS DESPESAS RESULTADO SALDO FINANCEIRO DO PREVIDENCIÁRIAS PREVIDENCIÁRIAS PREVIDENCIÁRIO EXERCÍCIO EXERCÍCIO
Valor Valor Valor Valor (a) (b) (c) = (a-b) (c) 2080 115.366.460,37 324.180.700,66 (208.814.240,29) (13.620.297.933,86) 2081 115.452.940,72 317.165.931,51 (201.712.990,79) (13.822.010.924,65) 2082 115.518.071,79 311.338.992,24 (195.820.920,46) (14.017.831.845,11) 2083 115.495.742,00 305.985.819,60 (190.490.077,60) (14.208.321.922,71) 2084 115.562.492,48 301.200.064,50 (185.637.572,02) (14.393.959.494,73)
Definições:
N° de Meses no Cálculo do 1o Ano: 13. Receitas Previdenciárias: Custo Normal apurado (incluída a tx. adm.), aplicado sobre a remuneração dos servidores ativos e sobre proventos que excedem o teto do RGPS (+) Compensação Previdenciária (+) Parcela de divida da Prefeitura para com o RPPS (+) Custo Suplementar apurado, se houver. Despesas Previdenciárias: Aposentadorias (+) Pensões (+) Auxílios (+) Taxa de Administração do Plano. Resultado Previdenciário: Receitas Previdenciárias (-) Despesas Previdenciárias. Saldo Financeiro do Exercício: Saldo anterior (+) Receitas Previdenciárias (-) Despesas Previdenciárias.
Avaliação Atuarial 124
GOVERNO DE RORAIMA LEI N° 817 DE 1° DE AGOSTO DE 2011. ANEXO V - ANEXO DE METAS FISCAIS - LEI DE DIRETRIZES ORÇAMENTÁRIAS - RENÚNCIA FISCAL (Art. 4o, § 2o, V, da Lei Complementar n° 101, de 2000)
Em R$ MIL ESPÉCIE 2012 2013 2014 NATUREZA/DISPOSITIVO LEGAL COMPENSAÇÃO ICMS 14.053 15.493 17.080 Redução de carga tributária, decorrente do Simples Nacional Aumento do consumo c, - Lei Complementar n°123/06 e Lei Estadual n° 602/07. consequentemente da arrecadação ICMS 1.325 1.460 1.610 Isenção hortifrutigrangeiros - Convênio 44/75. de ICMS, cm função da elevação ICMS 6.192 6.826 7.218 Isenção, Redução de Base de cálculo Insumo Agropecuário - do emprego e renda. Convênio 100/07. ICMS 679 748 824 Isenção CODESAIMA - Convênio 16/91. ICMS 7.798 8.597 9.477 Isençãooperações para ZFM - convênio 65/88 ICMS 10.955 12.077 13.314 Outras isenções, concedidas através de convênios. ICMS 515 567 625 Outras reduções de base de cálculo concedidas através de convênios. ICMS 8.928 9.842 10.850 Isenção Grão NorteLei 215/98; Maq. e Impl. Agríc. - Conv. Incentivo à produção agropecuária 62/03. do Estado.
ICMS 524 577 610 Crédito Programa Meu 1° Emprego - Lei 334/02. Incremento da geração de emprego ICMS 10 11 12 Isenção Artesanato - Convênio 32/95. e renda.
ICMS 28 30 33 Isenção cadeira de rodas para deficiente físico - Convênio/ Proporcionar mecanismos à
47/97. inclusão social.
ICMS 12 13 14 Isenção Veículo adaptado para deficiente físico - Convênio
07/07. SUB-TOTAL(l) 51.019 56.241 61.667 IPVA 110 121 133 Redução de alíquota - Lei 291/01. Incentivar à substituição da lrota de
veículos e a redução de custos à locação. IPVA 14 15 16 Isenção veículo de propriedade de deficiente físico - Lei Proporcionar mecanismos à 497/2005. inclusão social.
IPVA 958 1.056 1.164 Isenção Táxi e Máq. e Impl. Agríc. - Lei 059/93; Proj. Grão Incentivo à produção agropecuária
Norte - Lei 215/98. do Estado e ao Incremento da
geração de emprego c renda.
\ SUB-TOTAL(2) 1.082 1.192
TOTAL(l+2) 52.101 57.433 62.980 / NOTA: 1 - Fonte SEFAZ/DEP ARTAMENT O DA RECE TA;
V
\ 2- Projeção com base na reestimativa da receita orçada para 2012, mais o PIB 5,0% e IPCA 4,5%; para 2013 - PIB 5,5% e IPCA 4,5%; e para 2014 - PIB 5,5% e IPCA de 4,5%. '.
GOVERNO DE RORAIMA
ANEXO VI
RISCOS FISCAIS LEI DE DIRETRIZES ORÇAMENTÁRIAS (Art. 4o, § 3o, da Lei Complementar n° 101, de 2000)
A Lei de Responsabilidade Fiscal estabeleceu que a Lei de Diretrizes Orçamentárias deverá conter o Anexo de Riscos Fiscais, onde serão avaliados os riscos capazes de afetar as contas públicas, informando as providências a serem tomadas, caso se concretizem.
Os Riscos Orçamentários se constituem dos desvios entre as projeções das receitas e despesas durante a elaboração do orçamento e os seus valores efetivamente realizados durante a execução orçamentária, assim como as variáveis e coeficientes que se relacionam diretamente aos valores estimamos. Os desvios podem ocorrer em razão de alterações no cenário econômico e índices observados de inflação, e ainda, em função de modificações constitucionais e legais que introduzam novas obrigações para o Governo do Estado. A projeção de receita do Estado de Roraima para o período de 2012-2014 tem como base a Lei Orçamentária Anual de 2011 e adota como parâmetros para a projeção dos valores constantes e correntes o PIB e o IPCA. Essas variáveis macroeconômicas segundo o Governo Federal e Estadual devem se comportar conforme descrito abaixo: Especificação 2012 2013 2014
PIB 5,0% 5,5% 5,5%
IPCA 4,5% 4,5% 4,5%
Assim sendo, as Receitas Fiscais do Estado para 2012, devem atingir RS 2,043 bilhões, e as Despesas Fiscais RS 2,028 bilhões, conforme anexo II. O Resultado Primário Estimado proveniente da diferença entre a Receita Fiscal menos a Despesa Fiscal atingiu o montante de RS 14 milhões. No curso de sua trajetória fiscal, o Estado de Roraima assumiu diversos compromissos que exercem influência sobre o equilíbrio fiscal, os quais estão sendo constantemente avaliados e liquidados. Além disso, o Estado buscou o equilíbrio financeiro, adotando medidas como:
I. Renegociação da dívida fundada e flutuante;
II. Incremento de receitas próprias através da melhoria de qualidade da tributação, combate a
sonegação e evasão fiscal;
III. Contingenciamento de recursos e normatização da execução orçamentária;
IV. Implementação do comitê Gestor do Estado de Roraima;
V. Implantação do Programa Nacional de Apoio à Modernização da Gestão e do
Planejamento do Estado - PNAGE, coordenado pelo Ministério do Planejamento e financiado com recursos do Banco Interamericano - BID e contrapartida do Estado. A primeira parcela foi repassada em abril de 2007 no valor de R$ 209.084,00 (duzentos i) Palácio Senador Hélio Campos \\ ' \ Praça do Centro Cívico s/n° ·CEP: 69.301 -380 · Boa Vista-RR - Brasil \) Lcbb 28/07/2011 17:12:32 DATUCasa Civil
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GOVERNO DE RORAIMA nove mil e oitenta e quatro reais), e, a segunda parcela no valor de RS 54.428,00 (cinqüenta e quatro mil, quatrocentos e vinte e oito reais) foi repassada em setembro de 2007. O valor total do Programa para o período 2006-2011 é de RS 6.094.639,73 (seis milhões, noventa e quatro mil, seiscentos e trinta e nove reais e setenta e três centavos), sendo RS 3.979.190,28 (três milhões, novecentos e setenta e nove mil, cento e noventa reais e vinte e oito centavos) financiados pelo BID e RS 2.115.449,45 (dois milhões, cento e quinze mil, quatrocentos e quarenta e nove reais e quarenta e cinco centavos) financiados pelo Estado. Paralelamente a essas ações, o Estado, em parceria com o Governo Federal via Secretaria do Tesouro Nacional do Ministério da Fazenda implantou o Programa de Reestruturação e Ajuste Fiscal, que se propõe a alcançar metas fiscais de modo a assegurar o equilíbrio das contas do Governo, e principalmente, que o possibilite manter um nível de investimento capaz de garantir um contínuo desenvolvimento do Estado.
Dessa forma, Roraima compatibiliza sua política econômica doméstica com a política econômica nacional.
II.I - DÍVIDA
Os riscos da Dívida Pública Estadual são decorrentes de variações das taxas de juros e de câmbio, afetando o volume de recursos necessários ao pagamento do serviço e do estoque da dívida, podendo gerar ou não despesa primária. Os riscos da dívida são especialmente relevantes porque afetam a relação entre dívida e PIB, que é considerada o indicador mais importante de solvência do setor público. O esforço para atingir o equilíbrio financeiro é influenciado pela conjuntura econômica nacional e pelas própriascaracterísticas da economia local. A dívida estadual tem influência fundamental na realização das despesas correntes e de capital do Estado, no sentido de que os recursos devem ser canalizados para suprir os débitos anteriores e atuais. Por outro lado, o controle deve ser rigoroso, de forma que o Estado adote uma visão de vanguarda, em relação à evolução das dívidas, buscando resultados primários futuros maiores que aqueles inicialmente estimados, de forma a manter a trajetória da razão dívida/PIB em nível desejado.
II.II - RECEITA
As receitas do Estado, projetadas com base no PIB e IPCA (anexo II) para os anos de 2012- 2014, podem sofrer impacto de mudanças no cenário econômico nacional e, assim, ocorrer frustrações ou excesso de arrecadação. No caso de frustrações as metas deverão ser reavaliadas, e o Estado adotará as medidas necessárias em termos de aumento de outras receitas e/ou diminuição de despesas, de forma a alcançar o superávit primário estabelecido, garantindo desta forma sua sustentação fiscal e financeira do Estado em bases permanentes. A renúncia de receitas é outro fator que afeta as receitas do tesouro, visto que o Estado deixa de arrecadar devido à concessão de algum benefício fiscal a certos setores e empresas, todavia, espera-se que o benefício social em termos de geração de emprego e renda compense a parcela de receita não arrecada.
O Estado busca uma política de expansão da arrecadação própria por incremento do esforçorx de arrecadação e do crescimento econômico. Com vistas a essa expansão, o Estado pretende implementar!) no período de 2011 a 2012 as seguintes ações: P\ rY
DATUCasa Civil
GOVERNO DE RORAIMA
Crimes contra a ordem tributária;
declarados, vencidos e não pagos;
fiscalização fixos e volantes motorizados;
como substituto tributário;
da "Inteligência Fiscal'*;
o seu envio para arquivo;
Estados da Federação com circulação no Estado de Roraima, o que já está sendo incrementando na arrecadação do IPVA desde 2009.
FONTE: Departamento da Receita - SEFA7.
Em suma, as metas fiscais podem ser afetadas por vários fatores e no momento evidenciam-se as mais coerentes. As metas fixadas confirmam o comprometimento do Governo Estadual com a responsabilidade fiscal, contribuindo para a estabilidade e transparência das contas públicas, com o objetivo de assegurar um atendimento adequado das demandas da população, propiciando acriação dasj condições necessárias para ocrescimento sustentado com inclusão social.
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ANEXO VII
RELATÓRIO DE AVALIAÇÃO DAS METAS
EXERCÍCIO 2010 (Art. 4o, § 2o, da Lei Complementar n° 101, de 2000)
O presente relatório se constitui numa avaliação preliminar quanto ao cumprimento das metas previstas no Programa de Reestruturação e Ajuste Fiscal do Estado no exercício de 2010. O estabelecimento de metas, por meio do Programa de Ajuste Fiscal, tem sido nos últimos anos, um dos instrumentos norteadores da sustentação fiscal e financeira do Estado em bases permanentes. Assim, enquanto vigorar o Contrato, a intensidade do ajuste fiscal requerido terá como fundamento a estratégia escolhida pelo Governo Estadual e as ações específicas, que serão direcionadas para a obtenção de resultados primários suficientes para, em conjunto com as demais fontes de financiamento, possibilitar a cobertura do serviço da dívida, sem acúmulo de atrasos/deficiências.
As metas estabelecidas visam não só o equilíbrio das contas estaduais, mas também a possibilidade de manter um nível de investimento, principalmente em infra-estrutura econômica e social, capaz de proporcionar um contínuo desenvolvimento do Estado de Roraima.
A meta 1 do Programa de Reestruturação de Ajuste Fiscal corresponde à manutenção da Dívida Financeira do Estado em valores não superiores à sua Receita Líquida Real Anual. Em 2010, o saldo devedor da Dívida Financeira do Estado foi de R$ 883 milhões e a Receita Líquida Real de R$ 1,505 bilhões, evidenciando assim, que a Meta 1 foi atingida de maneira satisfatória, considerando que o Estado manteve a relação Dívida Financeira / Receita Líquida Real abaixo de 1,00:
Dívida Financeira / Receita Líquida Real Prevista Realizada
1,00 0,59
A meta 2 consiste na obtenção de resultado primário positivo suficiente para, em conjunto com as demais fontes de financiamento, possibilitar a cobertura do serviço da dívida. Apesar de o valor estar fora da meta estabelecida no montante de R$ (-73 milhões), OEstadrA cumpriu a meta considerando o atraso na deficiência, com valor de RS (-7 milhões).
Resultado Primário em RS milhões
Prevista Realizada
-15 -73
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·:\. .-.A
GOVERNO DE RORAIMA
Consiste em limitar as despesas com pessoal em 60% da Receita Corrente Líquida (RCL). O Estado cumpriu a meta em 2010, alcançando um resultado de 47,47% do comprometimento da RCL:
Despesa com Pessoal / Receita Corrente Líquida em %
Prevista Realizada
60,00 47,47
Nesta meta do Programa, o Estado se comprometeu em alcançar o valor mínimo de RS 453 milhões de Receita de Arrecadação Própria. Considerando as arrecadações efetivadas no exercício de 2010 das receitas tributárias (ICMS, IPVA, Taxas e ITCD), receitas das contribuições, receitas patrimoniais, receitas de serviços e outras receitas correntes e de capital, o Estado alcançou o total de R$ 496 milhões, ficando 9,49% acima da previsão. Portanto, o Estado cumpriu esta meta e este resultado no tocante ao ICMS deveu-se ao melhor planejamento e controle dentro do Departamento de Receita, especificamente nas Divisões de Fiscalização e Fiscalização de Mercadoria em Trânsito, onde houve de forma significativa controle nos postos fiscais de entrada e fiscalizações de profundidade em grandes contribuintes, além dos reflexos apresentados pela implantação da Área de Livre Comércio nos municípios de Boa Vista e Bonfim. No tocante ao IPVA a elevação da arrecadação deu-se em conseqüência do aumento da frota de veículos e a atualização do valor venal dos veículos.
Receitas de Arrecadação Própria em R$ milhões
Prevista Realizada
453 496
A meta 5 do Programa foi alcançar os seguintes compromissos: a. Limitar as outras despesas correntes aos percentuais da RLR de 49,37% em 2010, 45,73% em 2011 e 43,35% em 2012, conforme o Anexo I;
Em 2010 as outras despesas correntes ficaram acima do projetado em 11,59% em virtude do aumento ocorrido neste grupo de despesas, justificados anteriormente, porém a redução do FPE e outras receitas de transferências, maiores financiadores do Estado, a meta foi prejudicada em 3,72%. (Fonte: Contabilidade SEFAZ)
b. Constituir estrutura técnica-institucional de acompanhamento de empresas estatais dependentes;
Embora não se tenha constituído uma estrutura técnica-institucional para o acompanhamento, a Secretaria de Planejamento e Secretaria da Fazenda estão presentes, representados pelos Secretários na constituição do Conselho Fiscal da Companhia Energética de Roraima (CERR) e da Companhia de Aguaf e Esgotos de Roraima (CAER). O Estado não cumpriu o compromisso. (Fonte: Contabilidade sefaz)
Praça do Centro Cívico s/n° · CEP: 69.301-380 Boa Vista-RR-Brasil DATUCasa Civil
c. Constituir estrutura técnico-institucional de acompanhamento do Programa, com a participação de integrantes das Secretarias da Fazenda, de Planejamento, de Administração e Controladoria Geral;
Embora não tenha sido constituída uma estrutura técnico-institucional de acompanhamento e avaliação do Programa de Ajuste Fiscal (PAF), foram realizadas algumas reuniões periódicas com os técnicos da Secretaria de Estado da Fazenda (SEFAZ) e Secretaria de Estado de Planejamento (SEPLAN). Além disso, o Estado possui a Comissão de Orçamento, Finanças e Administração (COFA), criada pelo Decreto n° 5.235-E, de 14/04/03, alterada pelo Decreto n.° 5.676-E, de 10/03/04. O Estado cumpriu o compromisso, apesar da Secretaria do Tesouro recomendar maior integração entre as áreas. (Fonte: Contabilidade sefaz)
d. Manter atualizado o Sistema de Coleta de Dados Contábeis (SISTN), na Caixa Econômica Federal, de acordo com os normativos vigentes;
O Estado cumpriu o compromisso apresentando o relatório do site da Caixa Econômica Federal que comprova que as informações estão atualizadas. (Fonte: Contabilidade sefaz)
e. Encaminhar à STN, até o dia 31 de maio de cada ano, relatório da execução do Programa relativo ao exercício anterior, contendo análise detalhada do cumprimento ou descumprimento de cada meta ou compromisso, bem como as ações executadas; e Meta cumprida, com a apresentação do Relatório. (Fonte: Contabilidade sefaz) f. Divulgar, inclusive em meios eletrônicos de acesso público, os dados e informações relativos ao Programa de Reestruturação e Ajuste Fiscal do Estado, consoante o que dispõe o § Io do art. Io da Lei Complementar n° 101, de 4 de maio de 2000. O Estado somente a partir de abril/2010, iniciou sua estruturação para lançar as informações das ações governamentais através do Portal da Transparência, conforme determina a Lei Complementar n° 131, de 27/05/2009 (regulamentada pelo Decreto Federal n° 7.185, de 17 de maio de 2010). No Entanto, o Estado sofre com a implantação da Internet Banda Larga o que dificulta a execução dos lançamentos das informações em meios eletrônicos. (Fonte: Contabilidade sefaz)
Esta meta consiste em limitar as despesas de investimentos aos percentuais da Receita Líquida Real em 18,27% para o ano de 2010. Conforme quadro abaixo, elevamos em 2,73% acima da previsão, tendo como principais fatores o investimento em infraestrutura de energia elétrica, construção e conservação de ponte e estradasvicinais, recuperação do asfalto da BR-174 em diversos trechos. Gastos estes que foram essenciais para desenvolvimento do Estado.
Despesas com Investimento / Receita Líquida Real em %
Prevista Realizada
18,27 21,00
DATUCasa Civil
Á
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GOVERNO DE RORAIMA "Amazônia: Patrimônio dos Brasileiros'
Os esforços aplicados pelo governo para o cumprimento do ajuste fiscal no ano de 2010 não foram suficientemente eficazes diante das demandas da população e necessidades apresentadas pelo Estado, não cumprindo as metas 2 - Resultado Primário, 4 - Receitas de Arrecadação Própria e 6 - Despesas de Investimentos. O Estado entende que o não cumprimento das metas e compromissos acima apontados o sujeitará às sanções previstas em lei, porém ressalva que os demonstrativos apresentados em 2010 não implicam em um desajuste fiscal, mas leva o Estado a um comprometimento mais arrojado com novas metas para o triênio 2011-2013, aperfeiçoando o método de trabalho e reestruturação na área financeira, promovendo maior integração das áreas de planejamento, orçamento, contabilidade e finanças através da implantação dos novos compromissos assumidos perante a Secretaria do Tesouro Nacional. Considerando o acima exposto, o Governo do Estado de Roraima solicita valer-se da regra contida no inciso IV do parágrafo único do Art. 26 da Medida Provisória n° 2.192-70, de 24 de agosto de 2001, que confere ao Ministro de Estado da Fazenda o poder de revisar a avaliação pelo descumprimento de metas compromissos "para todos os efeitos, à vista de justificativa fundamentada pelo Estado". \ f^
DATUCasa Civil