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Decreto nº 10.474, de 26 de agosto de 2020

Presidência da República

Secretaria-Geral

Subchefia para Assuntos Jurídicos

Aprova a Estrutura Regimental e o Quadro Demonstrativo dos Cargos em Comissão e das Funções de Confiança da Autoridade Nacional de Proteção de Dados e remaneja e transforma cargos em comissão e funções de confiança.

O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, no uso da atribuição que lhe confere o art. 84, caput, inciso VI, alínea “a” da Constituição,

DECRETA:

Art. 1.
Ficam aprovados a Estrutura Regimental e o Quadro Demonstrativo dos Cargos em Comissão e das Funções de Confiança da Autoridade Nacional de Proteção de Dados - ANPD, na forma dos Anexos I e II.
Art. 2.
Ficam remanejados, na forma do Anexo III, os seguintes cargos em comissão do Grupo-Direção e Assessoramento Superiores - DAS e as seguintes Funções Comissionadas do Poder Executivo - FCPE, da Secretaria de Gestão da Secretaria Especial de Desburocratização, Gestão e Governo Digital do Ministério da Economia para a ANPD:
Ium DAS 101.6;
IIquatro DAS 101.5;
IIIseis DAS 101.4;
IVcinco DAS 103.4;
Vquatro FCPE 101.4;
VIdez FCPE 101.3; e
VIIseis FCPE 102.3.
Art. 3.
Ficam transformados, na forma do Anexo IV, nos termos do disposto no art. 8º da Lei nº 13.346, de 10 de outubro de 2016, os seguintes cargos em comissão do Grupo-DAS: vinte e seis DAS-2 e setenta DAS-1 em um DAS-6, quatro DAS-5, quinze DAS-4 e nove DAS-3.
Art. 4.
Ficam substituídas, na forma do Anexo V, as seguintes FCPE:
Iquatro FCPE 101.4;
IIdez FCPE 101.3; e
IIIseis FCPE 102.3.
Parágrafo únicoFicam extintos vinte cargos em comissão do Grupo-DAS, conforme demonstrado no Anexo V.
Art. 5.
Aplica-se o disposto nos art. 13 ao art. 19 do Decreto nº 9.739, de 28 de março de 2019, quanto ao regimento interno, ao registro de dados no Sistema de Organização e Inovação Institucional do Governo Federal - Siorg, à permuta entre DAS e FCPE e à alocação de cargos em comissão e funções de confiança na Estrutura Regimental da ANPD.
Parágrafo únicoEm caso de edição de regimento interno, a proposta será aprovada por maioria absoluta do Conselho Diretor da ANPD.
Art. 6.
Este Decreto entra em vigor na data de publicação da nomeação do Diretor-Presidente da ANPD no Diário Oficial da União.

Brasília, 26 de agosto de 2020; 199º da Independência e 132º da República.

JAIR MESSIAS BOLSONARO

Paulo Guedes

Walter Souza Braga Netto

Este texto não substitui o publicado no DOU de 27.8.2020.

ANEXO I

ESTRUTURA REGIMENTAL DA AUTORIDADE NACIONAL DE PROTEÇÃO DE DADOS

CAPÍTULO I

DA NATUREZA, DA FINALIDADE E DAS COMPETÊNCIAS

Art. 1.
A Autoridade Nacional de Proteção de Dados - ANPD, autarquia de natureza especial vinculada ao Ministério da Justiça e Segurança Pública, dotada de autonomia técnica e decisória, com patrimônio próprio, jurisdição no território nacional e sede e foro em Brasília, Distrito Federal, tem o objetivo de garantir o direito fundamental à proteção dos dados pessoais, os direitos fundamentais de liberdade e de privacidade e o livre desenvolvimento da personalidade da pessoa natural, orientada pelo disposto na Lei nº 13.709, de 14 de agosto de 2018. (Redação dada pelo Decreto nº 11.758, de 2023)
Art. 2.
Compete à ANPD:
Izelar pela proteção dos dados pessoais, nos termos da legislação;
IIzelar pela observância dos segredos comercial e industrial, observada a proteção de dados pessoais e do sigilo das informações, quando protegido por lei ou quando a quebra do sigilo violar os fundamentos do art. 2º da Lei nº 13.709, de 2018;
IIIelaborar diretrizes para a Política Nacional de Proteção de Dados Pessoais e da Privacidade;
IVfiscalizar e aplicar sanções na hipótese de tratamento de dados realizado em descumprimento à legislação, mediante processo administrativo que assegure o contraditório, a ampla defesa e o direito de recurso;
Vapreciar petições de titular contra controlador após a comprovação pelo titular da apresentação de reclamação ao controlador não solucionada no prazo estabelecido em regulamentação;
VIpromover na população o conhecimento das normas e das políticas públicas sobre proteção de dados pessoais e das medidas de segurança;
VIIpromover e elaborar estudos sobre as práticas nacionais e internacionais de proteção de dados pessoais e privacidade;
VIIIestimular a adoção de padrões para serviços e produtos que facilitem o exercício de controle dos titulares sobre seus dados pessoais, os quais deverão levar em consideração as especificidades das atividades e o porte dos responsáveis;
IXpromover ações de cooperação com autoridades de proteção de dados pessoais de outros países, de natureza internacional ou transnacional;
Xdispor sobre as formas de publicidade das operações de tratamento de dados pessoais, respeitados os segredos comercial e industrial;
XIsolicitar, a qualquer momento, aos órgãos e às entidades do Poder Público que realizam operações de tratamento de dados pessoais, informe específico sobre o âmbito, a natureza dos dados e os demais detalhes do tratamento realizado, com a possibilidade de emitir parecer técnico complementar para garantir o cumprimento da Lei nº 13.709, de 2018;
XIIelaborar relatórios de gestão anuais acerca de suas atividades;
XIIIeditar regulamentos e procedimentos sobre proteção de dados pessoais e privacidade e sobre relatórios de impacto à proteção de dados pessoais para os casos em que o tratamento representar alto risco à garantia dos princípios gerais de proteção de dados pessoais previstos na Lei nº 13.709, de 2018;
XIVconsultar os agentes de tratamento e a sociedade em matérias de interesse relevante e prestar contas sobre suas atividades e seu planejamento;
XVarrecadar e aplicar suas receitas e publicar, nos relatórios de gestão a que se refere o inciso XII, o detalhamento de suas receitas e despesas;
XVIrealizar auditorias ou determinar sua realização, no âmbito da atividade de fiscalização de que trata o inciso IV e com observância ao disposto no inciso II, sobre o tratamento de dados pessoais efetuado pelos agentes de tratamento, incluído o Poder Público;
XVIIcelebrar, a qualquer momento, compromisso com agentes de tratamento para eliminar irregularidade, incerteza jurídica ou situação contenciosa, no âmbito de processos administrativos, de acordo com o previsto no Decreto-Lei nº 4.657, de 4 de setembro de 1942;

XVIII - editar normas, orientações e procedimentos simplificados e diferenciados, inclusive quanto aos prazos, para que microempresas, empresas de pequeno porte e iniciativas empresariais de caráter incremental ou disruptivo que se autodeclarem startups ou empresas de inovação possam adequar-se ao disposto na Lei nº 13.709, de 2018;

XIXgarantir que o tratamento de dados de idosos seja efetuado de maneira simples, clara, acessível e adequada ao seu entendimento, nos termos da Lei nº 13.709, de 2018, e da Lei nº 10.741, de 1º de outubro de 2003 - Estatuto do Idoso;
XXdeliberar, na esfera administrativa, em caráter terminativo, sobre a Lei nº 13.709, de 2018, as suas competências e os casos omissos, sem prejuízo da competência da Advocacia-Geral da União estabelecida pela Lei Complementar nº 73, de 10 de fevereiro de 1993;
XXIcomunicar às autoridades competentes as infrações penais das quais tiver conhecimento;
XXIIcomunicar aos órgãos de controle interno o descumprimento do disposto na Lei nº 13.709, de 2018, por órgãos e entidades da administração pública federal;

XXIII - articular-se com as autoridades reguladoras públicas para exercer suas competências em setores específicos de atividades econômicas e governamentais sujeitas à regulação; e

XXIVimplementar mecanismos simplificados, inclusive por meio eletrônico, para o registro de reclamações sobre o tratamento de dados pessoais em desconformidade com a Lei nº 13.709, de 2018.
§ 1ºNa imposição de condicionantes administrativas ao tratamento de dados pessoais por agente de tratamento privado, sejam eles limites, encargos ou sujeições, a ANPD deve observar a exigência de mínima intervenção, assegurados os fundamentos, os princípios e os direitos dos titulares previstos no art. 170 da Constituição e na Lei nº 13.709, de 2018.
§ 2ºOs regulamentos e as normas editados pela ANPD devem ser precedidos de consulta e audiência públicas e de Análise de Impacto Regulatório.
§ 3ºA ANPD e os órgãos e entidades públicos responsáveis pela regulação de setores específicos da atividade econômica e governamental devem coordenar suas atividades, nas respectivas esferas de atuação, com vistas a assegurar o cumprimento de suas atribuições com a maior eficiência e promover o adequado funcionamento dos setores regulados, conforme legislação específica, e o tratamento de dados pessoais, na forma da Lei nº 13.709, de 2018.
§ 4ºA ANPD manterá fórum permanente de comunicação, inclusive por meio de cooperação técnica, com órgãos e entidades da administração pública responsáveis pela regulação de setores específicos da atividade econômica e governamental, a fim de facilitar as competências regulatória, fiscalizatória e punitiva da ANPD.
§ 5ºA ANPD, no exercício das competências de que trata o caput, deverá zelar pela preservação do segredo empresarial e do sigilo das informações, nos termos da lei.
§ 6ºAs reclamações recebidas conforme o disposto no inciso V do caput poderão ser analisadas de forma agregada e as eventuais providências delas decorrentes poderão ser adotadas de forma padronizada.
§ 7ºA aplicação das sanções previstas na Lei nº 13.709, de 2018, compete exclusivamente à ANPD e suas competências prevalecerão, no que se refere à proteção de dados pessoais, sobre as competências correlatas de outras entidades ou órgãos da administração pública.
§ 8ºA ANPD articulará sua atuação com outros órgãos e entidades com competências sancionatórias e normativas afetas ao tema de proteção de dados pessoais e será o órgão central de interpretação da Lei nº 13.709, de 2018, e do estabelecimento de normas e diretrizes para a sua implementação.

CAPÍTULO II

DA ESTRUTURA ORGANIZACIONAL

Art. 3.
A ANPD é constituída pelos seguintes órgãos:
IConselho Diretor;
IIórgão consultivo: Conselho Nacional de Proteção de Dados Pessoais e da Privacidade;
IIIórgãos de assistência direta e imediata ao Conselho Diretor:
a)Secretaria-Geral;
b)Coordenação-Geral de Administração; (Redação dada pelo Decreto nº 10.975, de 2022) Vigência (Revogado pelo Decreto nº 11.202, de 2022) Vigência
c)Coordenação-Geral de Relações Institucionais e Internacionais; e (Redação dada pelo Decreto nº 10.975, de 2022) Vigência
d)Coordenação-Geral de Tecnologia da Informação; (Incluído pelo Decreto nº 10.975, de 2022) Vigência (Revogado pelo Decreto nº 11.202, de 2022) Vigência
IVórgãos seccionais: (Redação dada pelo Decreto nº 11.202, de 2022) Vigência
a)Corregedoria;
b)Ouvidoria; (Redação dada pelo Decreto nº 11.202, de 2022) Vigência
c)Procuradoria-Federal Especializada; (Redação dada pelo Decreto nº 11.202, de 2022) Vigência
d)Coordenação-Geral de Administração; e (Incluído pelo Decreto nº 11.202, de 2022) Vigência
e)Coordenação Geral de Tecnologia da Informação; e (Incluído pelo Decreto nº 11.202, de 2022) Vigência
Vórgãos específicos singulares:
a)Coordenação-Geral de Normatização;
b)Coordenação-Geral de Fiscalização; e
c)Coordenação-Geral de Tecnologia e Pesquisa.
§ 1ºO Conselho Diretor é o órgão máximo de decisão da ANPD.
§ 2ºCabe ao Diretor-Presidente a gestão e a representação institucional da ANPD.

CAPÍTULO III

DOS ÓRGÃOS DA AUTORIDADE NACIONAL DE PROTEÇÃO DE DADOS

Art. 4.
Ao Conselho Diretor, órgão máximo de direção da ANPD, compete:
Isolicitar:
a)ao controlador de que trata a Lei nº 13.709, de 2018, o relatório de impacto à proteção de dados pessoais, quando o tratamento tiver como fundamento seu interesse legítimo, observados os segredos comercial e industrial;
b)aos órgãos e às entidades do Poder Público que realizam operações de tratamento de dados pessoais, as informações específicas sobre o âmbito e a natureza dos dados e outros detalhes do tratamento realizado;
c)a agentes públicos, a publicação de relatórios de impacto à proteção de dados pessoais e sugerir a adoção de padrões e de boas práticas para os tratamentos de dados pessoais pelo Poder Público; e
d)informações suplementares e realizar diligências de verificação quanto às operações de tratamento, no contexto da aprovação de transferências internacionais de dados;
IIregulamentar:
a)a comunicação ou o uso compartilhado de dados pessoais sensíveis entre controladores com o objetivo de obter vantagem econômica, permitida a sua vedação, ouvidos os órgãos públicos setoriais competentes;
b)observadas as competências das autoridades da área de saúde e sanitárias, o acesso a base de dados pessoais por órgãos de pesquisa quando realizarem estudos em saúde pública, assegurados o tratamento das informações em ambiente controlado e seguro, os padrões éticos relacionados a estudos e pesquisas e, sempre que possível, a anonimização ou a pseudonimização dos dados;
c)a portabilidade de dados pessoais entre fornecedores de serviços ou produtos, resguardadas as competências dos órgãos reguladores que possuem definição sobre tais procedimentos em suas áreas de atuação;
d)o formato de apresentação dos dados encaminhados, mediante solicitação, aos titulares, de forma que permita sua utilização subsequente; e
e)a comunicação ou o uso compartilhado de dados pessoais de pessoa jurídica de direito público a pessoa jurídica de direito privado, observado o disposto no parágrafo único do art. 27 da Lei nº 13.709, de 2018;
IIIdispor sobre:
a)os padrões e as técnicas utilizados em processos de anonimização e verificar a sua segurança, ouvido o Conselho Nacional de Proteção de Dados Pessoais e da Privacidade;
b)as formas de publicidade das operações de tratamento de dados realizadas por pessoas jurídicas de direito público;
c)os padrões de interoperabilidade para fins de portabilidade, o livre acesso aos dados, a segurança dos dados e o tempo de guarda dos registros, consideradas a necessidade e a transparência; e
d)os padrões mínimos para a adoção de medidas de segurança, técnicas e administrativas de proteção de dados pessoais contra acessos não autorizados e situações acidentais ou ilícitas de destruição, perda, alteração, comunicação ou qualquer forma de tratamento inadequado ou ilícito, ressalvadas as competências de que trata o art. 10, caput, incisos IV e V, da Lei nº 13.844, de 18 de junho de 2019;
IVdeterminar:
a)o término do tratamento de dados pessoais quando houver violação às disposições da Lei nº 13.709, de 2018; e
b)a realização de auditoria para verificação de aspectos discriminatórios em tratamento automatizado de dados pessoais, na hipótese de não atendimento ao disposto no § 1º do art. 20 da Lei nº 13.709, de 2018;
Vdeterminar ao controlador de dados pessoais:
a)a elaboração do relatório de impacto à proteção de dados pessoais referente a suas operações de tratamento de dados, incluídos os dados sensíveis, observados os segredos comercial e industrial; e
b)a adoção de providências para a salvaguarda dos direitos dos titulares, a partir da verificação da gravidade de incidentes de segurança;
VIencaminhar:
a)as petições de titulares de dados pessoais apresentados à ANPD contra o controlador, para avaliação da unidade competente; e
b)informe com medidas cabíveis para fazer cessar violações às disposições da Lei nº 13.709, de 2018, por órgãos públicos;
VIIestabelecer prazos para o atendimento às requisições de que tratam os incisos I e II do caput do art. 19 da Lei nº 13.709, de 2018, para setores específicos, mediante avaliação fundamentada, observado o disposto no § 4º do art. 19 da referida Lei; e
VIIIestabelecer normas complementares:
a)para as atividades de comunicação e de uso compartilhado de dados pessoais realizadas por pessoas jurídicas de direito público; e
b)sobre a definição e as atribuições do encarregado pelo tratamento de dados pessoais de que trata a Lei nº 13.709, de 2018, inclusive nas hipóteses de dispensa da necessidade de sua indicação, conforme a natureza e o porte da entidade ou o volume de operações de tratamento de dados;
IXemitir parecer técnico complementar para garantir o cumprimento da Lei por órgãos e entidades públicos;
Xautorizar a transferência internacional de dados pessoais, mediante fundamentação;
XIavaliar:
a)os requerimentos encaminhados à ANPD sobre o nível de proteção de dados pessoais conferido por outro País ou por organismo internacional; e
b)o nível de proteção de dados de país estrangeiro ou de organismos internacionais que proporcionem grau de proteção de dados pessoais e sua adequação às disposições da Lei nº 13.709, de 2018;
XIIdefinir:
a)o conteúdo de cláusulas padrão e verificar, diretamente ou mediante designação de organismo de certificação, a garantia de cláusulas contratuais específicas, normas corporativas globais ou selos, certificados e códigos de conduta para transferência internacional por controlador de dados pessoais;
b)o prazo para a comunicação pelo controlador de dados pessoais à ANPD e ao titular dos dados sobre a ocorrência de incidente de segurança que possa acarretar risco ou dano ao titular; e
c)as metodologias que orientarão o cálculo do valor-base das sanções de multa previstas na Lei nº 13.709, de 2018, e publicá-las para ciência dos agentes de tratamento;
XIIIdesignar e fiscalizar organismos de certificação para a verificação da permissão para a transferência de dados internacional;
XIVrever atos realizados por organismos de certificação e, na hipótese de descumprimento das disposições da Lei nº 13.709, de 2018, anular os referidos atos;
XVreconhecer e divulgar regras de boas práticas e de governança estabelecidas por controladores e operadores relacionadas ao tratamento de dados pessoais;
XVIincentivar a adoção de padrões técnicos que facilitem o controle dos dados pessoais por seus titulares;
XVIIelaborar a proposta sobre sanções administrativas e infrações de que trata a Lei nº 13.709, de 2018, observadas a gradação e a proporcionalidade das sanções, de acordo com a infração cometida, e submeter a proposta a consulta pública;

XVIII - aplicar as sanções administrativas previstas no art. 52 da Lei nº 13.709, de 2018; e

XIXconsultar os órgãos e entidades públicos responsáveis pela regulação de setores específicos da atividade econômica e governamental previamente à aplicação das sanções previstas no art. 52 da Lei nº 13.709, de 2018.
Art. 5.
Os órgãos e as entidades da administração pública federal, direta, autárquica e fundacional prestarão toda a assistência e colaboração solicitada pela ANPD, inclusive por meio da elaboração de pareceres técnicos sobre as matérias de sua competência, sob pena de responsabilidade.

Seção II

Do mandato dos membros do Conselho Diretor

Art. 6.
O mandato dos membros do Conselho Diretor é de quatro anos, prorrogável uma vez, por igual período.
Parágrafo únicoOs cargos dos membros do Conselho Diretor são de dedicação exclusiva, não admitida a acumulação, exceto as constitucionalmente permitidas.
Art. 7.
Os mandatos dos primeiros membros do Conselho Diretor nomeados serão de dois, três, quatro, cinco e seis anos, conforme estabelecido no ato de nomeação.
Art. 8.
Na hipótese de vacância do cargo no curso do mandato, haverá nova nomeação, para o período remanescente do mandato do substituído.
Parágrafo únicoNa hipótese de renúncia, falecimento, impedimento, falta ou perda de mandato do Diretor-Presidente, assumirá o diretor mais antigo no cargo ou o mais idoso, nessa ordem, até que haja nova nomeação, sem prejuízo de suas atribuições.
Art. 9.
Na hipótese de redução da composição do Conselho Diretor a quantidade inferior a três Diretores, os prazos previstos e a tramitação de processos ficarão automaticamente suspensos até a recomposição do quórum mínimo.
Art. 10.
A perda de mandato dos membros do Conselho Diretor poderá ocorrer somente em decorrência de renúncia, condenação judicial transitada em julgado ou pena de demissão decorrente de processo administrativo disciplinar.
§ 1ºPara os fins do disposto no caput, cabe ao Ministro de Estado da Justiça e Segurança Pública instaurar processo administrativo disciplinar, que será conduzido por comissão especial constituída por servidores públicos federais estáveis. (Redação dada pelo Decreto nº 11.758, de 2023)
§ 2ºNa hipótese de que trata este artigo, cabe ao Presidente da República determinar o afastamento preventivo do Diretor, caso necessário, e proferir o julgamento.
Art. 11.
Aos membros do Conselho Diretor é vedado:
Ireceber honorários ou percentagens;
IIexercer profissão liberal, exceto as constitucionalmente permitidas;
IIIparticipar, na forma de controlador, diretor, administrador, gerente, preposto ou mandatário, de sociedade civil, comercial ou empresas;
IVemitir parecer sobre matéria de sua especialização, ainda que em tese, ou atuar como consultor de empresa;
Vmanifestar, por qualquer meio de comunicação, opinião sobre processo pendente de julgamento ou juízo depreciativo sobre despachos, votos ou sentenças de órgãos judiciais, ressalvada a crítica nos autos, em obras técnicas ou no exercício do magistério; e
VIexercer atividade político-partidária.
§ 1ºApós exoneração do cargo de Diretor, é vedado aos membros do Conselho Diretor representar qualquer pessoa, física ou jurídica, ou interesse perante a ANPD, pelo período de cento e oitenta dias, contado da data em que deixada exoneração, ressalvada a defesa de direito próprio.
§ 2ºÉ vedado ao membro do Conselho Diretor utilizar informações privilegiadas obtidas em decorrência do exercício do cargo.
§ 3ºÉ vedado aos membros do Conselho Diretor ter interesse significativo, direto ou indireto, a ser disciplinado por resolução da ANPD, em empresa que trate de dados pessoais.

Seção III

Da composição e das reuniões do Conselho Diretor

Art. 12.
Conselho Diretor é composto por cinco membros indicados pelo Ministro de Estado da Justiça e Segurança Pública e nomeados pelo Presidente da República, após aprovação pelo Senado Federal, nos termos do disposto na alínea “f” do inciso III do caput do art. 52 da Constituição. (Redação dada pelo Decreto nº 11.758, de 2023)
Art. 13.
Conselho Diretor se reunirá em caráter ordinário, no mínimo, mensalmente, e em caráter extraordinário sempre que convocado pelo Diretor-Presidente.
§ 1ºO calendário anual das reuniões ordinárias será aprovado e publicado pelo Conselho Diretor.
§ 2ºA pauta das reuniões deliberativas será disponibilizada publicamente com a antecedência mínima definida pelo Regimento Interno da ANPD.
§ 3ºO quórum da reunião do Conselho Diretor é de maioria absoluta e o de aprovação é de maioria simples.
§ 4ºAlém do voto ordinário, o Diretor-Presidente terá o voto de qualidade em caso de empate.
§ 5ºNão haverá deliberação sobre questão que não esteja incluída na pauta, exceto na hipótese de urgência, mediante motivação.

Seção IV

Do órgão consultivo

Art. 14.
Ao Conselho Nacional de Proteção de Dados Pessoais e da Privacidade compete:
Ipropor diretrizes estratégicas e fornecer subsídios para a elaboração da Política Nacional de Proteção de Dados Pessoais e da Privacidade e para a atuação da ANPD;
IIelaborar relatórios anuais de avaliação da execução das ações da Política Nacional de Proteção de Dados Pessoais e da Privacidade;
IIIsugerir ações a serem realizadas pela ANPD;
IVelaborar estudos e realizar debates e audiências públicas sobre a proteção de dados pessoais e da privacidade; e
Vdisseminar o conhecimento sobre a proteção de dados pessoais e da privacidade à população em geral.
Art. 15.
Conselho Nacional de Proteção de Dados Pessoais e da Privacidade será composto por representantes dos seguintes órgãos:
Ium do Ministério da Justiça e Segurança Pública, que o presidirá; (Redação dada pelo Decreto nº 11.758, de 2023)
IIum da Casa Civil da Presidência da República; (Redação dada pelo Decreto nº 11.758, de 2023)
IIIum do Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos; (Redação dada pelo Decreto nº 11.758, de 2023)
IVum do Ministério da Saúde; (Redação dada pelo Decreto nº 11.758, de 2023)
Vum da Secretaria de Comunicação Social; (Redação dada pelo Decreto nº 11.758, de 2023)
VIum do Senado Federal;
VIIum da Câmara dos Deputados;
VIIIum do Conselho Nacional de Justiça;
IXum do Conselho Nacional do Ministério Público;
Xum do Comitê Gestor da Internet no Brasil;
XItrês de organizações da sociedade civil com atuação comprovada em proteção de dados pessoais;
XIItrês de instituições científicas, tecnológicas e de inovação;
XIIItrês de confederações sindicais representativas das categorias econômicas do setor produtivo;
XIVdois de entidades representativas do setor empresarial relacionado à área de tratamento de dados pessoais; e
XVdois de entidades representativas do setor laboral.
§ 1ºCada membro do colegiado terá um suplente, que o substituirá em suas ausências e impedimentos.
§ 2ºOs membros do Conselho Nacional de Proteção de Dados Pessoais e da Privacidade e respectivos suplentes serão designados pelo Presidente da República.
§ 3ºAs indicações dos membros do Conselho Nacional de Proteção de Dados Pessoais e da Privacidade de que tratam os incisos I a X do caput serão submetidas pelos titulares dos órgãos que representam ao Ministro de Estado da Justiça e Segurança Pública. (Redação dada pelo Decreto nº 11.758, de 2023)
§ 4ºOs membros de que tratam os incisos XI a XV do caput e respectivos suplentes:
Ideverão ter qualificação compatível com as matérias afetas ao Conselho Nacional de Proteção de Dados Pessoais e da Privacidade;
IIterão mandato de dois anos, permitida uma recondução, por igual período; e
IIInão poderão ser membros do Comitê Gestor da Internet no Brasil.
§ 5ºAs entidades de que tratam os incisos XI a XV do caput poderão indicar, livremente, representantes ao Ministério da Justiça e Segurança Pública, no prazo de trinta dias, contado da data de publicação do edital de convocação no Diário Oficial da União, com a indicação de um nome para a respectiva vaga, que estará acompanhado: (Redação dada pelo Decreto nº 11.758, de 2023) Vigência
Ide demonstração das características da entidade;
IIda qualificação do indicado; e
IIIda comprovação de seu vínculo com a entidade.
§ 6ºO Ministério da Justiça e Segurança Pública ouvirá o Conselho Diretor da ANPD sobre as indicações recebidas e, em seguida, formará lista tríplice de titulares e suplentes, representantes de cada uma das entidades a que se refere o § 5º, para cada vaga de que tratam os incisos XI a XV do caput, que será encaminhada pelo Ministro de Estado da Justiça e Segurança Pública para nomeação pelo Presidente da República. (Redação dada pelo Decreto nº 11.758, de 2023) Vigência
§ 7ºNa ausência das indicações de que tratam os § 5º e § 6º, o Presidente da República escolherá livremente os membros do Conselho Nacional de Proteção de Dados Pessoais e da Privacidade e respectivos suplentes, mediante indicação do Ministro de Estado Chefe da Casa Civil da Presidência da República, observados os requisitos estabelecidos no
§ 7ºNa ausência das indicações de que tratam os § 5º e § 6º, o Presidente da República escolherá livremente os membros do Conselho Nacional de Proteção de Dados Pessoais e da Privacidade e respectivos suplentes, mediante indicação do Ministro de Estado da Justiça e Segurança Pública, observados os requisitos estabelecidos no
§ 4º(Redação dada pelo Decreto nº 11.758, de 2023) Vigência
§ 8ºA participação no Conselho Nacional de Proteção de Dados Pessoais e da Privacidade será considerada prestação de serviço público relevante, não remunerada.
§ 9ºO Presidente do Conselho Nacional de Proteção de Dados Pessoais e da Privacidade poderá convidar representantes de outros órgãos e entidades da administração pública federal para participar de suas reuniões, sem direito a voto. (Redação dada pelo Decreto nº 11.758, de 2023)
Art. 16.
Conselho Nacional de Proteção de Dados Pessoais e da Privacidade se reunirá em caráter ordinário três vezes ao ano e em caráter extraordinário sempre que convocado por seu Presidente.
§ 1ºO quórum de reunião do Conselho Nacional de Proteção de Dados Pessoais e da Privacidade é de dezesseis membros e quórum de aprovação é de maioria simples.
§ 2ºA pauta das reuniões será divulgada com antecedência de, no mínimo, uma semana.
§ 3ºAs reuniões do Conselho Nacional de Proteção de Dados Pessoais e da Privacidade serão realizadas, preferencialmente, por meio de videoconferência.
§ 4ºAlém do voto ordinário, o Presidente do Conselho Nacional de Proteção de Dados Pessoais e da Privacidade terá o voto de qualidade em caso de empate.
Art. 17.
Conselho Nacional de Proteção de Dados Pessoais e da Privacidade poderá editar regimento interno para detalhar as normas complementares necessárias à aplicação deste Decreto.
Parágrafo únicoO regimento interno de que trata o caput será aprovado pela maioria absoluta dos membros.

Seção V

Dos órgãos de assistência direta e imediata ao Conselho Diretor

Art. 18.
À Secretaria-Geral compete:
Ifornecer o suporte administrativo para o funcionamento do Conselho Diretor e do Conselho Nacional de Proteção de Dados Pessoais e da Privacidade;
IIorganizar as pautas, acompanhar e elaborar as atas das reuniões do Conselho Diretor e do Conselho Nacional de Proteção de Dados Pessoais e da Privacidade;
IIIcoordenar as atividades de organização e modernização administrativa;
IVsupervisionar a elaboração de relatórios de gestão e de atividades;
Vsupervisionar as ações relativas à gestão da informação e à promoção da transparência;
VIsupervisionar a elaboração e a consolidação dos planos e dos programas anuais e plurianuais, em articulação com o Conselho Diretor; e
VIIsupervisionar a celebração de convênios, acordos ou ajustes congêneres com órgãos e entidades, públicos e privados; e (Redação dada pelo Decreto nº 11.202, de 2022) Vigência
VIIIcoordenar, executar, controlar, orientar e supervisionar, na função de órgão seccional, as atividades relacionadas com o Sistema de Organização e Inovação Institucional do Governo Federal - Siorg. (Incluído pelo Decreto nº 11.202, de 2022) Vigência
Art. 19.
À Coordenação-Geral de Administração compete planejar, coordenar, supervisionar e executar as atividades relativas à administração de recursos humanos, financeira e de bens e serviços gerais. (Revogado pelo Decreto nº 11.202, de 2022) Vigência
Art. 20.
À Coordenação-Geral de Relações Institucionais e Internacionais compete:
Iapoiar o Conselho Diretor nas ações de cooperação com autoridades de proteção de dados pessoais estrangeiras, internacionais ou transnacionais;
IIsubsidiar a autorização da transferência internacional de dados pessoais; e
IIIavaliar o nível de proteção a dados pessoais conferido:
a)por País ou organismo internacional a partir de solicitação de pessoa jurídica de direito público; e
b)por País ou organismo internacional de países ou organismos internacionais que proporcionem grau de proteção de dados pessoais adequado ao previsto na Lei nº 13.709, de 2018.

Seção VI

Dos órgãos seccionais

Art. 21.
À Corregedoria, órgão seccional do Sistema de Correição do Poder Executivo Federal, compete:
Iplanejar, dirigir, orientar, supervisionar, avaliar e controlar as atividades de correição, no âmbito da ANPD;
IIinstaurar ou requisitar a instauração de procedimentos disciplinares, de ofício ou a partir de representações e de denúncias, e decidir acerca das propostas de arquivamento de denúncias e representações;
IIIencaminhar ao Ministro de Estado da Justiça e Segurança Pública proposta de instauração de processo administrativo disciplinar contra membros do Conselho Diretor; e (Redação dada pelo Decreto nº 11.758, de 2023)
IVexercer as competências previstas no art. 5º do Decreto nº 5.480, de 30 de junho de 2005.
Art. 22.
À Ouvidoria, unidade setorial do Sistema de Ouvidoria do Poder Executivo Federal, compete:
Ireceber, examinar e encaminhar denúncias, reclamações, elogios e sugestões referentes a procedimentos e ações de agentes e órgãos, no âmbito da ANPD;
IIcoordenar, orientar, executar e controlar as atividades do Serviço de Informação ao Cidadão, no âmbito da ANPD;
IIIpropor ações e sugerir prioridades nas atividades de ouvidoria da ANPD;
IVinformar ao órgão central do Sistema de Ouvidoria do Poder Executivo Federal sobre o acompanhamento e a avaliação dos programas e dos projetos de atividades de ouvidoria, no âmbito da ANPD;
Vorganizar e divulgar informações sobre atividades de ouvidoria e procedimentos operacionais;
VIproduzir e analisar dados e informações sobre as atividades de ouvidoria, para subsidiar recomendações e propostas de medidas para aprimorar a prestação de serviços públicos e para corrigir falhas;
VIIprocessar as informações obtidas por meio das manifestações recebidas e das pesquisas de satisfação realizadas com a fim de avaliar os serviços públicos prestados, em especial quanto ao cumprimento dos compromissos e aos padrões de qualidade de atendimento da Carta de Serviços ao Usuário, de que trata o art. 7º da Lei nº 13.460, de 26 de junho de 2017; e
VIIIexecutar as atividades de ouvidoria previstas no art. 13 da Lei nº 13.460, de 2017.
Art. 23.
À Procuradoria Federal Especializada, órgão de execução da Procuradoria-Geral Federal, compete: (Redação dada pelo Decreto nº 11.202, de 2022) Vigência
Iprestar assessoria e consultoria jurídica, no âmbito da ANPD;
IIfixar a interpretação da Constituição, das leis, dos tratados e dos demais atos normativos, a ser uniformemente seguida na área de atuação da ANPD, quando não houver orientação normativa do Advogado-Geral da União;
IIIatuar, em conjunto com os órgãos técnicos da ANPD, na elaboração de propostas de atos normativos que serão submetidas ao Diretor Presidente;
IVrealizar a revisão final da técnica legislativa e emitir parecer conclusivo sobre a constitucionalidade, a legalidade e a compatibilidade das propostas de atos normativos a serem editados pela ANPD com o ordenamento jurídico;
Vassistir o Conselho Diretor no controle interno da legalidade administrativa dos atos da ANPD; e
VIexaminar, prévia e conclusivamente, no âmbito da ANPD:
a)os textos de edital de licitação e dos contratos ou instrumentos congêneres, a serem publicados e celebrados; e (Revogado pelo Decreto nº 11.202, de 2022) Vigência
b)os atos pelos quais se reconheça a inexigibilidade ou se decida pela dispensa de licitação. (Revogado pelo Decreto nº 11.202, de 2022) Vigência
Irepresentar judicial e extrajudicialmente a ANPD, observadas as normas estabelecidas pela Procuradoria-Geral Federal; (Redação dada pelo Decreto nº 11.202, de 2022) Vigência
IIorientar a execução da representação judicial da ANPD, quando sob a responsabilidade dos demais órgãos de execução da Procuradoria-Geral Federal; (Redação dada pelo Decreto nº 11.202, de 2022) Vigência
IIIexercer as atividades de consultoria e assessoramento jurídicos no âmbito da ANPD, e aplicar, no que couber, o disposto no art. 11 da Lei Complementar nº 73, de 10 de fevereiro de 1993; (Redação dada pelo Decreto nº 11.202, de 2022) Vigência
IVauxiliar os órgãos de execução da Procuradoria-Geral Federal na apuração da liquidez e certeza de créditos, de qualquer natureza, inerentes às atividades da ANPD, para inscrição em dívida ativa e respectiva cobrança;(Redação dada pelo Decreto nº 11.202, de 2022) Vigência
Vzelar pela observância da Constituição, das leis e dos atos editados pelos Poderes Públicos, sob a orientação normativa da Advocacia-Geral da União e da Procuradoria-Geral Federal; e (Redação dada pelo Decreto nº 11.202, de 2022) Vigência
VIencaminhar à Advocacia-Geral da União ou à Procuradoria-Geral Federal, conforme o caso, pedido de apuração de falta funcional praticada por seus respectivos membros. (Redação dada pelo Decreto nº 11.202, de 2022) Vigência
Parágrafo únicoO Procurador-Chefe da Procuradoria Federal Especializada será indicado pelo Advogado-Geral da União, na forma do disposto no § 3º do art. 12 da Lei nº 10.480, de 2 de julho de 2002. (Incluído pelo Decreto nº 11.202, de 2022) Vigência
Art. 23-
A. À Coordenação-Geral de Administração compete: (Incluído pelo Decreto nº 11.202, de 2022) Vigência
Icoordenar, executar, controlar, orientar e supervisionar, na função de órgão seccional, as atividades relacionadas aos Sistemas de: (Incluído pelo Decreto nº 11.202, de 2022) Vigência
a)Administração Financeira Federal; (Incluído pelo Decreto nº 11.202, de 2022) Vigência
b)Contabilidade Federal; (Incluído pelo Decreto nº 11.202, de 2022) Vigência
c)Gestão de Documentos de Arquivo - Siga; (Incluído pelo Decreto nº 11.202, de 2022) Vigência
d)Pessoal Civil da Administração Federal - Sipec; (Incluído pelo Decreto nº 11.202, de 2022) Vigência
e)Serviços Gerais - Sisg; e (Incluído pelo Decreto nº 11.202, de 2022) Vigência
f)Planejamento e de Orçamento Federal; (Incluído pelo Decreto nº 11.202, de 2022) Vigência
IIexercer as atividades de execução orçamentária e financeira; (Incluído pelo Decreto nº 11.202, de 2022) Vigência
IIIarticular-se com os órgãos centrais dos sistemas federais, referidos no inciso I, e informar e orientar os órgãos da ANPD quanto ao cumprimento das normas administrativas estabelecidas; (Incluído pelo Decreto nº 11.202, de 2022) Vigência
IVpromover e coordenar a elaboração e a consolidação de planos e programas das atividades de sua área de competência, e submetê-los à decisão superior; (Incluído pelo Decreto nº 11.202, de 2022) Vigência
Vacompanhar e promover a avaliação de projetos e atividades em sua área de atuação; e (Incluído pelo Decreto nº 11.202, de 2022) Vigência
VIdesenvolver atividades relativas à prestação de contas e tomadas de contas especiais da ANPD. (Incluído pelo Decreto nº 11.202, de 2022) Vigência
Art. 23-
B. À Coordenação-Geral de Tecnologia da Informação compete: (Incluído pelo Decreto nº 11.202, de 2022) Vigência
Iexercer as funções de órgão seccional do Sistema de Administração dos Recursos de Tecnologia da Informação - Sisp; (Incluído pelo Decreto nº 11.202, de 2022) Vigência
IIarticular-se com o órgão central do Sisp e informar e orientar os órgãos do ANPD quanto ao cumprimento das normas administrativas estabelecidas; (Incluído pelo Decreto nº 11.202, de 2022) Vigência
IIIpropor diretrizes e implementar a política de tecnologia da informação no âmbito da ANPD; (Incluído pelo Decreto nº 11.202, de 2022) Vigência
IVcoordenar, supervisionar, orientar, acompanhar e avaliar a elaboração e a execução dos planos, dos programas, dos projetos e das contratações de tecnologia da informação da ANPD; (Incluído pelo Decreto nº 11.202, de 2022) Vigência
Vorientar e supervisionar o processo de alocação de recursos, de aquisição de hardware e software e de contratação de prestação de serviços especializados em tecnologia da informação, segurança da informação e comunicações; e (Incluído pelo Decreto nº 11.202, de 2022) Vigência
VIassessorar a direção da ANPD e o Comitê de Governança Digital em questões relacionadas à tecnologia da informação. (Incluído pelo Decreto nº 11.202, de 2022) Vigência

Seção VII

Dos órgãos específicos singulares

Art. 24.
À Coordenação-Geral de Normatização, à Coordenação-Geral de Fiscalização e à Coordenação-Geral de Tecnologia e Pesquisa compete propor e analisar matérias relacionadas ao disposto na Lei nº 13.709, de 2018. (Redação dada pelo Decreto nº 11.202, de 2022) Vigência

CAPÍTULO IV

DAS ATRIBUIÇÕES DOS DIRIGENTES

Art. 25.
Ao Diretor-Presidente do Conselho Diretor incumbe:
Iapresentar anualmente ao Conselho Diretor relatório circunstanciado dos trabalhos da ANPD;
IIordenar as despesas referentes à ANPD;
IIIconvocar as reuniões e determinar a organização das pautas;
IVsubmeter a proposta orçamentária da ANPD à aprovação do Conselho Diretor;
Vfirmar os compromissos e os acordos aprovados pelo Conselho Diretor; e
VIfirmar contratos e convênios com órgãos ou entidades nacionais.

Seção II

Dos diretores do Conselho Diretor

Art. 26.
Compete aos Diretores do Conselho Diretor:
Ivotar nos processos e nas questões submetidas ao Conselho Diretor;
IIproferir despachos e lavrar as decisões nos processos em que forem relatores;
IIIrequisitar informações e documentos de pessoas, órgãos, autoridades e entidades públicas ou privadas relacionados ao exercício de suas atribuições, que serão mantidos sob sigilo legal, quando necessário, e determinar as diligências que se fizerem necessárias;
IVadotar medidas preventivas e fixar o valor da multa diária pelo seu descumprimento;
Vsolicitar a realização de diligências e a produção das provas que entenderem pertinentes nos autos do processo administrativo, na forma da Lei nº 13.709, de 2018;
VIrequerer a emissão de parecer jurídico nos processos em que forem relatores, quando necessário e em despacho fundamentado; e
VIIsubmeter termo de compromisso de cessação e acordos à aprovação do Conselho Diretor.

Seção III

Do Presidente do Conselho Nacional de Proteção de Dados Pessoais e da Privacidade

Art. 27.
Ao Presidente do Conselho Nacional de Proteção de Dados Pessoais e da Privacidade incumbe convocar, coordenar e dirigir as reuniões do Conselho.

Seção IV

Dos demais dirigentes

Art. 28.
Ao Chefe de Gabinete, ao Secretário-Geral, ao Corregedor, ao Ouvidor, ao Procurador-Chefe, aos Coordenadores-Gerais e demais dirigentes incumbe planejar, dirigir, coordenar, supervisionar, orientar, acompanhar, controlar e avaliar a execução das atividades de suas respectivas unidades. (Redação dada pelo Decreto nº 11.202, de 2022) Vigência

CAPÍTULO V

DISPOSIÇÕES GERAIS

Art. 29.
s regulamentos e as normas editados pela ANPD serão precedidos de consulta e audiência públicas e de Análise de Impacto Regulatório.
Art. 30.
As normas referentes à regulação e a sua aplicabilidade serão aprovadas no âmbito do Conselho Diretor.
Art. 31.
É facultado à ANPD adotar processo de delegação interna de decisão, sendo assegurado ao Conselho Diretor o direito de reexame das decisões delegadas.
Art. 32.
A ANPD poderá estabelecer, em resolução, outros meios de participação de interessados em suas decisões, diretamente ou por meio de organizações e associações legalmente reconhecidas.
Art. 33.
A ANPD deliberará sobre as matérias submetidas a sua apreciação nos prazos estabelecidos na legislação e, na hipótese de omissão, nos prazos estabelecidos em resolução.
Art. 34.
As audiências concedidas às partes, aos seus representantes ou advogados e ao público em geral serão registradas e divulgadas no sítio eletrônico da ANPD, com indicação da data, do local, do horário, do assunto e dos participantes.
§ 1ºAs autoridades que concederem as audiências determinarão o tempo, o modo e os participantes, assim como demais requisitos previstos na legislação.
§ 2ºNa hipótese de risco de prejuízo às partes ou de interesse público, poderá ser conferido tratamento de acesso restrito às audiências concedidas.
Art. 34-
A. A ANPD poderá requisitar pessoal civil e militar até 31 de dezembro de 2026, nos termos do disposto no art. 56 da Lei nº 14.600, de 19 de junho de 2023. (Incluído pelo Decreto nº 11.758, de 2023)
Art. 35.
As requisições e as cessões de pessoal civil para ter exercício na ANPD serão feitas por ato do Diretor-Presidente, após aprovação do Conselho Diretor. (Redação dada pelo Decreto nº 11.758, de 2023)
Parágrafo únicoAs requisições de que trata o caput são irrecusáveis, por tempo indeterminado e serão prontamente atendidas, exceto nos casos previstos em lei.
Art. 36.
Aos servidores e aos empregados públicos de qualquer órgão ou entidade da administração pública federal colocados à disposição da ANPD serão assegurados todos os direitos e as vantagens a que façam jus no órgão ou na entidade de origem, incluída a promoção funcional. (Redação dada pelo Decreto nº 11.758, de 2023)
§ 1ºO servidor ou o empregado público requisitado contribuirá para a instituição de previdência a que for filiado, sem interrupção da contagem de tempo de serviço no órgão ou na entidade de origem.
§ 2ºO período em que o servidor ou o empregado público permanecer à disposição da ANPD será considerado, para todos os efeitos da vida funcional, como de efetivo exercício no cargo ou no emprego que ocupe no órgão ou na entidade de origem, inclusive para incorporação de vantagens. (Redação dada pelo Decreto nº 11.758, de 2023)
Art. 37.
As requisições de militares das Forças Armadas e os pedidos de cessão de membros das Polícias Militares e dos Corpos de Bombeiros Militares para a ANPD serão feitos diretamente ao Ministério da Defesa ou aos Governos dos Estados ou do Distrito Federal, conforme o caso. (Redação dada pelo Decreto nº 11.758, de 2023)
§ 1ºOs militares à disposição da ANPD ficam vinculados às respectivas Forças para fins disciplinares, de remuneração e de alterações. (Redação dada pelo Decreto nº 11.758, de 2023)
§ 2ºAs requisições de que trata o caput são irrecusáveis e serão prontamente atendidas, exceto nas hipóteses previstas em lei.
Art. 38.
desempenho de função na ANPD constitui, para o pessoal civil, serviço relevante e título de merecimento, para todos os efeitos da vida funcional, e, para o militar, serviço relevante e atividade de natureza militar. (Redação dada pelo Decreto nº 11.758, de 2023)

ANEXO II

a)QUADRO DEMONSTRATIVO DOS CARGOS EM COMISSÃO E FUNÇÕES DE CONFIANÇA DA ANPD:
UNIDADECARGO/FUNÇÃODENOMINAÇÃODAS/FCPE
Conselho Diretor1Diretor PresidenteDAS 101.6
4DiretorDAS 101.5
5Gerente de ProjetoDAS 103.4
Gabinete do Diretor Presidente1Chefe de GabineteDAS 101.4
Secretaria-Geral1Secretário-GeralDAS 101.4
4Assessor TécnicoFCPE 102.3
Assessoria Jurídica1Consultor JurídicoFCPE 101.4
1CoordenadorFCPE 101.3
Ouvidoria1OuvidorFCPE 101.4
1Assessor TécnicoFCPE 102.3
Corregedoria1CorregedorFCPE 101.4
1Assessor TécnicoFCPE 102.3
Coordenação-Geral de Administração1Coordenador-GeralFCPE 101.4
3CoordenadorFCPE 101.3
Coordenação-Geral de Tecnologia e Pesquisa1Coordenador-GeralDAS 101.4
1CoordenadorFCPE 101.3
Coordenação-Geral de Normatização1Coordenador-GeralDAS 101.4
2CoordenadorFCPE 101.3
Coordenação-Geral de Fiscalização1Coordenador-GeralDAS 101.4
2CoordenadorFCPE 101.3
Coordenação-Geral de Relações Institucionais e Internacionais1Coordenador-GeralDAS 101.4
1CoordenadorFCPE 101.3
b)QUADRO RESUMO DE CUSTOS DOS CARGOS EM COMISSÃO E DAS FUNÇÕES DE CONFIANÇA DA ANPD:
CÓDIGODAS-UNITÁRIOSITUAÇÃO NOVA
QTD.VALOR TOTAL
DAS 101.66,2716,27
DAS 101.55,04420,16
DAS 101.43,84623,04
DAS 103.43,84519,20
SUBTOTAL 11668,67
FCPE 101.42,3049,20
FCPE 101.31,261012,60
FCPE 102.31,2667,56
SUBTOTAL 22029,36
TOTAL3698,03

ANEXO II

a)QUADRO DEMONSTRATIVO DOS CARGOS EM COMISSÃO E DAS FUNÇÕES DE CONFIANÇA DA AUTORIDADE NACIONAL DE PROTEÇÃO DE DADOS - ANPD:
UNIDADECARGO/FUNÇÃO NºDENOMINAÇÃO CARGO/FUNÇÃOCCE/FCE
Conselho Diretor1Diretor-PresidenteCCE 1.17
4DiretorCCE 1.15
5Gerente de ProjetoCCE 3.13
1AssessorFCE 2.13
Setor1ChefeCCE 1.02
Gabinete do Diretor Presidente1Chefe de GabineteCCE 1.13
Secretaria-Geral1Secretário-GeralFCE 1.13
3Assessor TécnicoFCE 2.10
Assessoria Jurídica1Consultor JurídicoCCE 1.13
Coordenação1CoordenadorFCE 1.10
Ouvidoria1OuvidorFCE 1.13
Coordenação1CoordenadorFCE 1.10
Serviço1ChefeFCE 1.05
Setor1ChefeCCE 1.02
Corregedoria1CorregedorFCE 1.13
Coordenação1CoordenadorFCE 1.10
Coordenação-Geral de Administração1Coordenador-GeralFCE 1.13
Coordenação1CoordenadorFCE 1.11
Divisão2ChefeCCE 1.08
Divisão1ChefeFCE 1.08
Serviço1ChefeCCE 1.05
Serviço5ChefeFCE 1.05
Coordenação-Geral de Tecnologia da Informação1Coordenador-GeralFCE 1.13
Coordenação1CoordenadorFCE 1.10
Divisão1ChefeFCE 1.07
Coordenação-Geral de Tecnologia e Pesquisa1Coordenador-GeralFCE 1.13
Coordenação1CoordenadorFCE 1.10
Divisão1ChefeFCE 1.07
Coordenação-Geral de Normatização1Coordenador-GeralCCE 1.13
Coordenação2CoordenadorFCE 1.10
1Assistente TécnicoCCE 2.05
Coordenação-Geral de Fiscalização1Coordenador-GeralFCE 1.13
Coordenação2CoordenadorFCE 1.10
Divisão1ChefeFCE 1.07
Coordenação-Geral de Relações Institucionais e Internacionais1Coordenador-GeralFCE 1.13
Coordenação2CoordenadorFCE 1.10
b)QUADRO RESUMO DE CUSTOS DOS CARGOS EM COMISSÃO E DAS FUNÇÕES DE CONFIANÇA DA ANPD:
CÓDIGOCCE-UNITÁRIOSITUAÇÃO ATUALSITUAÇÃO NOVA
QTD.VALOR TOTALQTD.VALOR TOTAL
DAS 101.66,2716,27--
DAS 101.55,04420,16--
DAS 101.43,84623,04--
DAS 103.43,84519,20--
CCE 1.176,27--16,27
CCE 1.155,04--420,16
CCE 1.133,84--311,52
CCE 1.081,60--23,20
CCE 1.051,00--11,00
CCE 1.020,21--20,42
CCE 2.051,00--11,00
CCE 3.133,84--519,20
SUBTOTAL 11668,671962,77
FCPE 101.42,3049,20--
FCPE 101.31,261012,60--
FCPE 102.31,2667,56--
FCE 1.132,30--818,40
FCE 1.111,48--11,48
FCE 1.101,27--1113,97
FCE 1.080,96--10,96
FCE 1.070,83--32,49
FCE 1.050,60--63,60
FCE 2.132,30--12,30
FCE 2.101,27--33,81
SUBTOTAL 22029,363447,01
TOTAL3698,0353109,78

ANEXO II

“a)QUADRO DEMONSTRATIVO DOS CARGOS EM COMISSÃO E DAS FUNÇÕES DE CONFIANÇA DA AUTORIDADE NACIONAL DE PROTEÇÃO DE DADOS - ANPD:

CÓDIGOCCE-UNITÁRIOSITUAÇÃO ATUALSITUAÇÃO NOVA
QTD.VALOR TOTALQTD.VALOR TOTAL
CCE 1.186,41--16,41
SUBTOTAL 1--16,41
CCE 1.176,2716,27--
CCE 1.155,04420,16420,16
CCE 1.133,84311,52311,52
CCE 1.081,6023,2023,20
CCE 1.051,0011,0011,00
CCE 1.020,2120,4210,21
CCE 2.051,0011,0011,00
CCE 3.133,84519,20519,20
SUBTOTAL 21962,771756,29
FCE 1.132,30818,40818,40
FCE 1.111,4811,4811,48
FCE 1.101,271113,971113,97
FCE 1.080,9610,9610,96
FCE 1.070,8332,4932,49
FCE 1.050,6063,6063,60
FCE 2.132,3012,3012,30
FCE 2.101,2733,8133,81
SUBTOTAL 33447,013447,01
TOTAL53109,7852109,71

ANEXO III

REMANEJAMENTO DE CARGOS EM COMISSÃO DO GRUPO DIREÇÃO E ASSESSORAMENTO SUPERIORES

- DAS E FUNÇÕES COMISSIONADAS DO PODER EXECUTIVO - FCPE

CÓDIGODAS-UNITÁRIODA SEGES/ME PARA ANPD
QTD.VALOR TOTAL
DAS 101.66,2716,27
DAS 101.55,04420,16
DAS 101.43,84623,04
DAS 103.43,84519,20
SUBTOTAL 11668,67
FCPE 101.42,3049,20
FCPE 101.31,261012,60
FCPE 102.31,2667,56
SUBTOTAL 22029,36
TOTAL3698,03

ANEXO IV

DEMONSTRATIVO DOS CARGOS EM COMISSÃO DO GRUPO-DIREÇÃO E ASSESSORAMENTO SUPERIORES

- DAS TRANSFORMADOS NOS TERMOS DO ART. 8º DA LEI Nº 13.346, DE 10 DE OUTUBRO DE 2016

CÓDIGODAS-UNITÁRIOSITUAÇÃO ATUAL (a)SITUAÇÃO NOVA (b)DIFERENÇA

(c = b - a)

QTD.VALOR TOTALQTD.VALOR TOTALQTD.VALOR TOTAL
DAS-66,27--16,2716,27
DAS-55,04--420,16420,16
DAS-43,84--1557,601557,60
DAS-32,10--918,90918,90
DAS-21,272633,02---26-33,02
DAS-11,007070,00---70-70,00
TOTAL96103,0229102,93-67-0,09

ANEXO V

SUBSTITUIÇÃO DE FUNÇÕES COMISSIONADAS DO PODER EXECUTIVO - FCPE E DEMONSTRATIVO DOS CARGOS EM COMISSÃO DO GRUPO DIREÇÃO

E ASSESSORAMENTO SUPERIORES - DAS EXTINTOS NO PODER EXECUTIVO FEDERAL EM CUMPRIMENTO À LEI Nº 13.346, DE 10 DE OUTUBRO DE 2016

a)FCPE SUBSTITUÍDAS:
CÓDIGODAS-UNITÁRIOQTD.VALOR TOTAL
FCPE 101.42,3049,20
FCPE 101.31,261012,60
FCPE 102.31,2667,56
TOTAL2029,36
b)DEMONSTRATIVO DE CARGOS EM COMISSÃO EXTINTOS:
CÓDIGODAS-UNITÁRIOQTD.VALOR TOTAL
DAS-43,84415,36
DAS-32,101633,60
TOTAL2048,96

*

Remissões do artigo

Nenhuma remissão cadastrada.