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Decreto nº 11.493, de 17 de abril de 2023

Presidência da República

Casa Civil

Secretaria Especial para Assuntos Jurídicos

Presidência da República

Casa Civil

Secretaria Especial para Assuntos Jurídicos

Aprova a Estrutura Regimental e o Quadro Demonstrativo dos Cargos em Comissão e das Funções de Confiança do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação e remaneja e transforma cargos em comissão e funções de confiança.

O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, no uso da atribuição que lhe confere o art. 84, caput, inciso VI, alínea “a”, da Constituição,

DECRETA:

Art. 1.
Ficam aprovados a Estrutura Regimental e o Quadro Demonstrativo dos Cargos em Comissão e das Funções de Confiança do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, na forma dos Anexos I e II.
Art. 2.
Ficam remanejados, na forma do Anexo III, os seguintes Cargos Comissionados Executivos - CCE e Funções Comissionadas Executivas - FCE:
Ido Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação para a Secretaria de Gestão e Inovação do Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos:
a)um CCE 1.15;
b)um CCE 1.14;
c)um CCE 1.13;
d)quatro CCE 1.10;
e)um CCE 1.09;
f)quatro CCE 1.07;
g)um CCE 1.05;
h)oito CCE 2.10;
i)onze CCE 2.07;
j)uma FCE 1.13;
k)duas FCE 1.10;
l)uma FCE 2.15;
m)cinco FCE 2.10;
n)doze FCE 2.07; e
o)cinco FCE 2.02; e
IIda Secretaria de Gestão e Inovação do Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos para o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação:
a)um CCE 1.17;
b)três CCE 2.15;
c)um CCE 2.13;
d)sete CCE 2.09;
e)dezesseis CCE 2.06;
f)dois CCE 2.05;
g)um CCE 2.03;
h)um CCE 2.01;
i)três FCE 1.07;
j)onze FCE 1.05;
k)onze FCE 2.09;
l)nove FCE 2.06;
m)quatro FCE 2.05; e
n)uma FCE 2.04.
Art. 3.
Ficam transformados CCE e FCE, nos termos do disposto no art. 7º da Lei nº 14.204, de 16 de setembro de 2021, na forma do Anexo IV.
Art. 4.
Os ocupantes dos cargos em comissão e das funções de confiança que deixam de existir na Estrutura Regimental do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação por força deste Decreto ficam automaticamente exonerados ou dispensados.
Art. 5.
Aplica-se o disposto nos art. 14 e art. 15 do Decreto nº 9.739, de 28 de março de 2019, e nos art. 11 a art. 14 do Decreto nº 10.829, de 5 de outubro de 2021, quanto:
Iao registro de dados no Sistema de Organização e Inovação Institucional do Governo Federal - Siorg;
IIaos prazos para apostilamentos;
IIIao regimento interno;
IVà permuta entre CCE e FCE;
Vao registro das alterações por ato inferior a decreto; e
VIà realocação de cargos em comissão e funções de confiança na Estrutura Regimental do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação.
Art. 6.
Fica revogado o Decreto nº 11.334, de 1º de janeiro de 2023.
Art. 7.
Este Decreto entra em vigor em 24 de abril de 2023.

Brasília, 17 de abril de 2023; 202º da Independência e 135º da República.

LUIZ INÁCIO LULA DA SILVA

Luciana Barbosa de Oliveira Santos

Esther Dweck

Este texto não substitui o publicado no DOU de 18.4.2023

ANEXO I

ESTRUTURA REGIMENTAL DO MINISTÉRIO DA CIÊNCIA, TECNOLOGIA E INOVAÇÃO

CAPÍTULO I

DA NATUREZA E DA COMPETÊNCIA

Art. 1.
O Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, órgão da administração pública federal direta, tem como áreas de competência os seguintes assuntos:
Ipolíticas nacionais de ciência, tecnologia e inovação;
IIplanejamento, coordenação, supervisão, monitoramento e avaliação das atividades de ciência, tecnologia e inovação;
IIIpolíticas de transformação digital e de desenvolvimento da automação;
IVpolítica nacional de biossegurança;
Vpolítica espacial;
VIpolítica nuclear;
VIIcontrole da exportação de bens e serviços sensíveis; e
VIIIarticulação com os Governos dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, com a sociedade e com os órgãos do Governo federal, com vistas ao estabelecimento de diretrizes para as políticas nacionais de ciência, tecnologia e inovação.

CAPÍTULO II

DA ESTRUTURA ORGANIZACIONAL

Art. 2.
O Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação tem a seguinte estrutura organizacional:
Iórgãos de assistência direta e imediata ao Ministro de Estado da Ciência Tecnologia e Inovação:
a)Gabinete;
b)Assessoria de Participação Social e Diversidade;
c)Assessoria Especial de Controle Interno;
d)Ouvidoria;
e)Corregedoria;
f)Assessoria Especial de Assuntos Internacionais;
g)Assessoria Especial de Assuntos Parlamentares e Federativos;
h)Assessoria Especial de Comunicação Social;
i)Secretaria-Executiva:

1. Departamento de Fundos e Investimentos;

2. Departamento de Governança e Indicadores de Ciência e Tecnologia;

3. Subsecretaria de Ciência e Tecnologia para a Amazônia;

4. Subsecretaria de Unidades de Pesquisa e Organizações Sociais; e

5. Subsecretaria de Planejamento, Orçamento e Administração; e

j)Consultoria Jurídica;
IIórgãos específicos singulares:
a)Secretaria de Políticas e Programas Estratégicos:

1. Departamento de Programas Temáticos; e

2. Departamento para o Clima e Sustentabilidade;

b)Secretaria de Ciência e Tecnologia para o Desenvolvimento Social:

1. Departamento de Popularização da Ciência, Tecnologia e Educação Científica; e

2. Departamento de Tecnologia Social, Economia Solidária e Tecnologia Assistiva;

c)Secretaria de Desenvolvimento Tecnológico e Inovação:

1. Departamento de Programas de Inovação; e

2. Departamento de Apoio aos Ecossistemas de Inovação; e

d)Secretaria de Ciência e Tecnologia para Transformação Digital:

1. Departamento de Ciência, Tecnologia e Inovação Digital; e

2. Departamento de Incentivos às Tecnologias Digitais;

IIIunidades de pesquisa:
a)Centro Brasileiro de Pesquisas Físicas;
b)Centro de Tecnologia da Informação Renato Archer;
c)Centro de Tecnologia Mineral;
d)Centro de Tecnologias Estratégicas do Nordeste;
e)Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais;
f)Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia;
g)Instituto Nacional da Mata Atlântica;
h)Instituto Nacional de Águas;
i)Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia;
j)Instituto Nacional de Pesquisa do Pantanal;
k)Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais;
l)Instituto Nacional de Tecnologia;
m)Instituto Nacional do Semiárido;
n)Laboratório Nacional de Astrofísica;
o)Laboratório Nacional de Computação Científica;
p)Museu de Astronomia e Ciências Afins;
q)Museu Paraense Emílio Goeldi; e
r)Observatório Nacional;
IVórgãos colegiados:
a)Comissão de Coordenação das Atividades de Meteorologia, Climatologia e Hidrologia;
b)Comissão Técnica Nacional de Biossegurança;
c)Conselho Nacional de Ciência e Tecnologia;
d)Conselho Nacional de Controle de Experimentação Animal; e
e)Conselho Nacional de Informática e Automação;
Ventidades vinculadas:
a)autarquias:

1. Agência Espacial Brasileira - AEB; e

2. Comissão Nacional de Energia Nuclear - CNEN;

b)fundação: Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - CNPq; e
c)empresas públicas:

1. Centro Nacional de Tecnologia Eletrônica Avançada S.A. - Ceitec; e

2. Financiadora de Estudos e Projetos - Finep; e

VIunidades descentralizadas:
a)Unidade Regional do Nordeste; e
b)Unidade Regional do Sudeste.

CAPÍTULO III

DAS COMPETÊNCIAS DOS ÓRGÃOS

SEÇÃO I

Dos órgãos de assistência direta e imediata ao Ministro de Estado da Ciência, Tecnologia e Inovação

Art. 3.
Ao Gabinete compete:
Iassistir o Ministro de Estado em sua representação política e social;
IIocupar-se das relações públicas, do preparo e do despacho do expediente do Ministro de Estado;
IIIplanejar, coordenar e supervisionar as atividades relacionadas ao cerimonial;
IVassessorar o Ministro de Estado nas áreas de competência relativas aos conselhos e às comissões do Ministério; e
Vprestar orientação técnica ao Secretário-Executivo e aos gestores sobre os temas deliberados pelos conselhos e pelas comissões do Ministério.
Art. 4.
À Assessoria de Participação Social e Diversidade compete:
Iarticular e promover, sob a coordenação da Secretaria-Geral da Presidência da República, as relações políticas do Ministério com os diferentes segmentos da sociedade civil;
IIfortalecer e coordenar os mecanismos, as instâncias democráticas de diálogo e a atuação conjunta entre a administração pública federal e a sociedade civil;
IIIfomentar e estabelecer diretrizes e orientações para a gestão de parcerias e relações governamentais com organizações da sociedade civil; e
IVassessorar direta e imediatamente o Ministro de Estado, quanto às competências específicas do Ministério, na formulação de políticas e diretrizes para:
a)a promoção da participação social e da igualdade de gênero, étnica e racial;
b)a proteção dos direitos humanos; e
c)o enfrentamento de desigualdades sociais e regionais.
Art. 5.
À Assessoria Especial de Controle Interno compete:
Iassessorar diretamente o Ministro de Estado nas áreas de controle, de gestão de riscos, de transparência e de integridade da gestão;
IIassessorar o Ministro de Estado no pronunciamento de que trata o art. 52 da Lei nº 8.443, de 16 de julho de 1992;
IIIprestar orientação técnica ao Secretário-Executivo, aos gestores do Ministério e aos representantes indicados pelo Ministro de Estado em conselhos e em comitês, nas áreas de controle, de gestão de riscos, de transparência e de integridade da gestão;
IVprestar orientação técnica e acompanhar os trabalhos das unidades do Ministério com vistas a subsidiar a elaboração da prestação de contas anual do Presidente da República e do relatório de gestão;
Vprestar orientação técnica na elaboração e na revisão de normas internas e de manuais;
VIacompanhar os processos de interesse do Ministério junto aos órgãos de controle interno e externo e de defesa do Estado;
VIIacompanhar a implementação das recomendações da Controladoria-Geral da União e das deliberações do Tribunal de Contas da União, relacionadas ao Ministério, e atender outras demandas provenientes dos órgãos de controle interno e externo e de defesa do Estado;
VIIIauxiliar na interlocução dos assuntos relacionados à ética, à ouvidoria e à correição entre as unidades responsáveis do Ministério e os órgãos de controle interno e externo e de defesa do Estado; e
IXapoiar as ações de capacitação nas áreas de controle, de gestão de riscos, de transparência e de integridade da gestão.
Art. 6.
À Ouvidoria compete executar as atividades de ouvidoria previstas no art. 13 da Lei nº 13.460, de 26 de junho de 2017, e no art. 10 do Decreto nº 9.492, de 5 de setembro de 2018.
Art. 7.
À Corregedoria, órgão setorial do Sistema de Correição do Poder Executivo Federal, compete:
Ipromover as atividades de prevenção e de correição para verificar a regularidade e a eficácia de serviços e propor medidas sanadoras ao seu funcionamento;
IIexaminar as representações e denúncias que lhe forem encaminhadas e proceder a seus juízos de admissibilidade;
IIIinstaurar as sindicâncias e os processos administrativos disciplinares;
IVjulgar e aplicar penalidades, em sindicâncias e processos administrativos disciplinares, nas hipóteses de advertência ou de suspensão por até trinta dias;
Vinstruir os processos administrativos disciplinares cujas penalidades propostas sejam demissão, suspensão por mais de trinta dias, cassação de aposentadoria ou disponibilidade, destituição de cargo em comissão e destituição de função comissionada, para remessa ao Ministro de Estado;
VIinstruir os procedimentos de apuração de responsabilidade de entes privados de que trata a Lei nº 12.846, de 1º de agosto de 2013, observadas as disposições legais; e
VIIexercer as competências previstas no art. 5º do Decreto nº 5.480, de 30 de junho de 2005.
Art. 8.
À Assessoria Especial de Assuntos Internacionais compete:
Iassessorar os órgãos do Ministério, as unidades de pesquisa e as entidades vinculadas nas atividades relacionadas à cooperação internacional e ao estabelecimento e ao cumprimento de acordos internacionais relativos aos assuntos de ciência, tecnologia e inovação;
IIpropor, coordenar, acompanhar e supervisionar, observadas as competências dos demais órgãos, as atividades relacionadas à:
a)cooperação internacional em ciência, tecnologia e inovação do Ministério, das unidades de pesquisa e das entidades vinculadas; e
b)área de bens sensíveis, incluído o controle de transferências, de importações e de exportações, de bens e de serviços; e
IIIelaborar, propor, analisar e negociar os aspectos técnicos de instrumentos de cooperação internacional, bilaterais e multilaterais, com organismos internacionais, entidades e Governos estrangeiros, destinados ao desenvolvimento científico, tecnológico e de inovação para o País, observada a competência do Ministério das Relações Exteriores.
Art. 9.
À Assessoria Especial de Assuntos Parlamentares e Federativos compete:
Ipromover o processo de articulação com o Congresso Nacional nos assuntos de competência do Ministério, observadas as competências dos órgãos que integram a Presidência da República;
IIprovidenciar o atendimento às consultas e aos requerimentos formulados pelo Congresso e acompanhar a tramitação legislativa dos projetos de interesse do Ministério; e
IIIparticipar do processo de interlocução com os Governos estaduais, do Distrito Federal e municipais, com as assembleias legislativas estaduais, com a Câmara Legislativa do Distrito Federal e com as câmaras municipais nos assuntos de competência do Ministério, com o objetivo de assessorá-los em suas iniciativas e de providenciar o atendimento às consultas formuladas, observadas as competências dos órgãos que integram a Presidência da República.
Art. 10.
À Assessoria Especial de Comunicação Social compete:
Iplanejar, coordenar e executar a política de comunicação social do Ministério, observadas as diretrizes estabelecidas pelo Ministro de Estado e pelo órgão responsável pelas ações de comunicação social do Governo federal;
IIassessorar o Ministro de Estado e os demais dirigentes do Ministério nas ações de comunicação social;
IIIatender às solicitações dos órgãos de imprensa;
IVgerenciar e manter atualizado o sítio eletrônico do Ministério, a intranet e os seus perfis em redes sociais e, em especial, elaborar e publicar notícias e esclarecimentos;
Vsupervisionar e estabelecer as diretrizes para a atuação em comunicação social dos demais órgãos do Ministério;
VIdesenvolver projetos gráficos e diagramação de publicações impressas e digitais destinadas à:
a)divulgação das ações do Ministério, inclusive na hipótese de relevância ou repercussão; e
b)utilização em relatórios e periódicos de gestão;
VIImonitorar os resultados das ações de comunicação social e a imagem do Ministério junto aos veículos de comunicação;
VIIIassessorar as unidades do Ministério no planejamento de eventos institucionais;
IXpropor o padrão editorial e a identidade visual do Ministério, em conformidade com as orientações estabelecidas pelo Ministro de Estado e pelo órgão responsável pelas ações de comunicação social do Governo federal;
Xpromover a comunicação interna do Ministério; e
XIgerir e fiscalizar os contratos administrativos e os acordos firmados pelo Ministério para o desenvolvimento das ações e responsabilidades de comunicação social.
Art. 11.
À Secretaria-Executiva compete:
Iassistir o Ministro de Estado na definição de diretrizes e na supervisão e na coordenação das atividades das Secretarias do Ministério e das entidades vinculadas;
IIsupervisionar e coordenar a formulação e a proposição de políticas, de diretrizes, de objetivos e de metas, no âmbito das competências do Ministério;
IIIavaliar os contratos de gestão firmados entre o Ministério e as entidades qualificadas como organizações sociais;
IVsupervisionar e coordenar as ações do Ministério, das unidades de pesquisa e de órgãos e de entidades da administração pública indireta destinadas à captação de recursos para o financiamento de programas e de projetos de desenvolvimento nas áreas de ciência, tecnologia e inovação, incluídos os fundos;
Varticular, propor e implementar mecanismos institucionais de prospecção e monitoramento da evolução do progresso científico e tecnológico no País e no exterior, em especial em áreas de interesse estratégico para o desenvolvimento nacional;
VIarticular-se com os Governos estaduais, em especial com os Estados da Amazônia Legal, do Distrito Federal e dos Municípios, com a sociedade e com órgãos do Governo federal, com vistas ao estabelecimento de diretrizes para as políticas nacionais de ciência, tecnologia e inovação;
VIIsupervisionar e coordenar as atividades de formulação e de proposição de políticas, diretrizes, objetivos e metas relativas às áreas de competência do Ministério;
VIIIarticular-se com os agentes do Sistema Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação, em conjunto com as demais áreas do Ministério;
IXpromover o alinhamento e a compatibilização das diretrizes estratégicas de governo e do Ministério com os instrumentos de planejamento, de avaliação e de gestão estratégica e de riscos, em articulação com os órgãos e as entidades da administração pública federal; (Redação dada pelo Decreto nº 12.134, de 2024) Vigência
Xorientar, no âmbito do Ministério, a execução das atividades de administração patrimonial e das atividades relacionadas ao: (Redação dada pelo Decreto nº 12.134, de 2024) Vigência
a)Sistema de Administração dos Recursos de Tecnologia da Informação - Sisp;
b)Sistema de Administração Financeira Federal;
c)Sistema de Contabilidade Federal;
d)Sistema de Gestão de Documentos de Arquivo - Siga;
e)Sistema de Organização e Inovação Institucional do Governo Federal - Siorg;
f)Sistema de Pessoal Civil da Administração Federal - Sipec;
g)Sistema de Planejamento e de Orçamento Federal;
h)Sistema de Serviços Gerais - Sisg; e
i)Sistema Integrado de Gestão Patrimonial - Siads.
a)Sistema de Administração dos Recursos de Tecnologia da Informação – Sisp; (Redação dada pelo Decreto nº 12.134, de 2024) Vigência
b)Sistema de Administração Financeira Federal; (Redação dada pelo Decreto nº 12.134, de 2024) Vigência
c)Sistema de Contabilidade Federal; (Redação dada pelo Decreto nº 12.134, de 2024) Vigência
d)Sistema de Gestão de Documentos e Arquivos – Siga; (Redação dada pelo Decreto nº 12.134, de 2024) Vigência
e)Sistema Integrado de Gestão Patrimonial – Siads; (Redação dada pelo Decreto nº 12.134, de 2024) Vigência
f)Sistema de Organização e Inovação Institucional do Governo Federal – Siorg; (Redação dada pelo Decreto nº 12.134, de 2024) Vigência
g)Sistema de Pessoal Civil da Administração Federal – Sipec; (Redação dada pelo Decreto nº 12.134, de 2024) Vigência
h)Sistema de Planejamento e de Orçamento Federal; e (Redação dada pelo Decreto nº 12.134, de 2024) Vigência
i)Sistema de Serviços Gerais – Sisg; e (Redação dada pelo Decreto nº 12.134, de 2024) Vigência
XIsupervisionar os trabalhos de inventariança da empresa binacional Alcântara Cyclone Space. (Incluído pelo Decreto nº 12.134, de 2024) Vigência
Parágrafo únicoA Secretaria-Executiva exerce, ainda, a função de órgão setorial dos Sistemas a que se refere o inciso X do caput, por intermédio da Subsecretaria de Planejamento, Orçamento e Administração.
Art. 12.
À Consultoria Jurídica, órgão setorial da Advocacia-Geral da União, compete:
Iprestar assessoria e consultoria jurídica no âmbito do Ministério;
IIfixar a interpretação da Constituição, das leis, dos tratados e dos demais atos normativos, a ser uniformemente seguida na área de atuação do Ministério quando não houver orientação normativa do Advogado-Geral da União;
IIIatuar, em conjunto com os órgãos técnicos do Ministério, na elaboração de propostas de atos normativos que serão submetidas ao Ministro de Estado;
IVrealizar revisão final da técnica legislativa e emitir parecer conclusivo sobre a constitucionalidade, a legalidade e a compatibilidade com o ordenamento jurídico das propostas de atos normativos;
Vzelar pelo cumprimento e pela observância das orientações dos órgãos da Advocacia-Geral da União;
VIassistir o Ministro de Estado no controle interno da legalidade administrativa dos atos do Ministério e das entidades vinculadas; e
VIIexaminar, prévia e conclusivamente, no âmbito do Ministério:
a)os textos de convênios, de editais de licitação e de contratos ou instrumentos congêneres a serem celebrados e publicados; e
b)os atos pelos quais se reconheça a inexigibilidade ou se decida pela dispensa de licitação.

SEÇÃO II

Dos órgãos específicos singulares

Art. 13.
À Secretaria de Políticas e Programas Estratégicos compete:
Ipropor ao Ministro de Estado a criação, a alteração ou a extinção de políticas e programas que visem ao desenvolvimento científico e tecnológico em áreas estratégicas, em especial o clima e a sustentabilidade no País;
IIpropor políticas, diretrizes, objetivos e metas relativos ao desenvolvimento científico e tecnológico em áreas estratégicas, em articulação com as demais Secretarias, com as Subsecretarias e com a Assessoria de Participação Social e Diversidade;
IIIpropor e implementar a elaboração e a execução dos programas, dos projetos, dos processos e dos planos de desenvolvimento científico e tecnológico em áreas estratégicas, em articulação com as demais Secretarias e com as Subsecretarias;
IVpropor, coordenar e acompanhar a elaboração de políticas e a definição dos programas estratégicos, em conformidade com as recomendações das conferências nacionais de ciência, tecnologia e inovação e demais conferências nacionais na sua área de competência;
Varticular, propor e implementar mecanismos institucionais de prospecção e de monitoramento da evolução do progresso científico e tecnológico no País e no exterior, em especial em áreas de interesse estratégico para o desenvolvimento nacional;
VIcontribuir para a articulação e a execução das políticas e dos programas do Ministério, em colaboração com seus órgãos, suas agências de fomento, suas unidades de pesquisa e com outros órgãos, agências e entidades federais, estaduais, distrital ou municipais;
VIIauxiliar a definição e a negociação de políticas em assuntos relacionados à captação de recursos técnicos, materiais e financeiros internacionais, destinados a programas e a projetos de desenvolvimento científico e tecnológico;
VIIIestimular a criação de programas estruturantes que contribuam para a concepção de soluções tecnológicas destinadas à produção de conhecimento e de riquezas para o País e para a melhoria da qualidade de vida da população, em articulação com as Secretarias, com as Subsecretarias e com a Assessoria de Participação Social e Diversidade;
IXassessorar o Ministro de Estado na articulação das ações de governo com as fundações de apoio a Instituições Federais de Ensino Superior - IFES e demais Instituições, Científicas, Tecnológicas e de Inovação - ICTs, em especial nas competências previstas no Decreto nº 7.423, de 31 de dezembro de 2010;
Xpropor, articular e avaliar políticas, iniciativas e estratégias com amparo no melhor conhecimento científico disponível para apoiar políticas públicas;
XIsupervisionar a elaboração, com segurança e transparência, do Inventário Brasileiro de Emissões Antrópicas por Fontes e Remoções por Sumidouros de Gases de Efeito Estufa não Controlados pelo Protocolo de Montreal, por meio do Sistema de Registro Nacional de Emissões - Sirene, nos termos do disposto no Decreto nº 9.172, de 17 de outubro de 2017;
XIIincentivar a interlocução com os pesquisadores brasileiros, identificar suas demandas e auxiliar a promoção da formação de cientistas; e
XIIIpropor e articular ações de extensão tecnológica em parceria com órgãos, com entidades públicas e com a sociedade.
Art. 14.
À Secretaria de Ciência e Tecnologia para o Desenvolvimento Social compete:
Ipropor ao Ministro de Estado a criação, a alteração ou a extinção de políticas ou de programas de desenvolvimento científico, tecnológico e da inovação no País, nas áreas de popularização da ciência, tecnologia e educação científica, tecnologia social, economia solidária, tecnologia assistiva, soberania e segurança alimentar e nutricional, diálogo de saberes e ciências e as múltiplas formas de conhecimento;
IIpropor políticas, diretrizes, objetivos e metas relativos aos temas de suas competências em articulação com as demais Secretarias, com as Subsecretarias e com a Assessoria de Participação Social e Diversidade;
IIIpromover a elaboração e a execução dos programas, dos projetos, dos processos e dos planos de ciência, tecnologia e inovação para o desenvolvimento social, em articulação com as demais Secretarias, com as Subsecretarias e com a Assessoria de Participação Social e Diversidade;
IVimplementar e gerenciar políticas e programas destinados ao desenvolvimento científico, tecnológico e da inovação, considerados os biomas, os povos originários e as comunidades tradicionais que neles vivam e suas atividades econômicas sustentáveis, em especial na Amazônia Legal, em articulação com os demais órgãos competentes; e
Vpromover a proposição de políticas e a definição dos programas estratégicos nos temas de sua competência, em conformidade com as recomendações das conferências nacionais de ciência, tecnologia e inovação e demais conferências nacionais.
Art. 15.
À Secretaria de Desenvolvimento Tecnológico e Inovação compete:
Ipropor, coordenar, acompanhar e supervisionar as políticas nacionais de desenvolvimento tecnológico e inovação, em articulação com as demais unidades do Ministério, inclusive com a Assessoria de Participação Social e Diversidade;
IIpropor, articular e coordenar a criação de programas nacionais de desenvolvimento tecnológico e inovação;
IIIpropor e supervisionar a política de estímulo para desenvolvimento tecnológico e inovação, nos termos do disposto na Lei nº 11.196, de 21 de novembro de 2005, e na Lei nº 13.755, de 10 de dezembro de 2018, ressalvados os assuntos de competência da Secretaria de Ciência e Tecnologia para Transformação Digital;
IVpropor, coordenar, acompanhar e supervisionar as políticas nacionais de desenvolvimento tecnológico e inovação relacionadas à extensão e aos serviços de tecnologia, de gestão da inovação e da sala de inovação;
Vpropor, articular e coordenar o desenvolvimento e a consolidação de ambientes promotores da inovação e as ações destinadas aos empreendimentos de base tecnológica;
VIpropor programas, projetos, ações e estudos que auxiliem na formulação e na implementação de políticas de estímulo e de programas de desenvolvimento tecnológico e de inovação;
VIIpropor, coordenar e acompanhar as medidas necessárias à implementação de políticas para a incorporação de tecnologias que potencializem os setores espacial, nuclear e de defesa, observadas as competências dos demais órgãos e das entidades competentes; e
VIIIacelerar a implantação de tecnologias, de processos e de métodos, em articulação com os órgãos e com as entidades dos Governos federal, estaduais, distrital e municipais, com as instituições de pesquisa acadêmica e com as empresas que contribuam para o desenvolvimento sustentável.
Art. 16.
À Secretaria de Ciência e Tecnologia para Transformação Digital compete:
Ipropor, coordenar, acompanhar e supervisionar as políticas nacionais de desenvolvimento tecnológico destinadas à transformação digital;
IIassistir tecnicamente a elaboração e a implantação da estratégia digital brasileira, em articulação com os setores competentes do campo científico, governamental, produtivo e da sociedade;
IIIpropor, coordenar e acompanhar as políticas de incentivo à transformação digital, em conformidade com o disposto na Lei nº 8.248, de 23 de outubro de 1991, na Lei nº 11.484, de 31 de maio de 2007, na Lei nº 11.196, de 2005, e na Lei nº 13.755, de 2018;
IVpropor, coordenar e acompanhar as políticas e os programas relacionados à microeletrônica, à internet das coisas, à segurança cibernética, à inteligência artificial, às comunicações avançadas e à Economia 4.0;
Vpropor e coordenar ações de formação de pessoal na área de tecnologias da informação;
VIatuar nos fóruns internacionais destinados ao desenvolvimento de ações e à definição de normas e padrões no campo das tecnologias da informação e da comunicação e da internet; e
VIIinteragir bilateralmente com outros países para tratar de temas cibernéticos, observadas as competências do Ministério das Relações Exteriores.

SEÇÃO III

Das unidades de pesquisa

Art. 17.
Ao Centro Brasileiro de Pesquisas Físicas compete:
Irealizar pesquisa no campo da física e desenvolver suas aplicações; e
IIatuar como Instituto Nacional de Física do Ministério e polo de investigação científica e de formação, de treinamento e de aperfeiçoamento de pessoal nas áreas de sua competência.
Art. 18.
Ao Centro de Tecnologia da Informação Renato Archer compete gerar, aplicar e disseminar conhecimentos em tecnologia da informação e em áreas correlatas.
Art. 19.
Ao Centro de Tecnologia Mineral compete desenvolver tecnologia para o uso sustentável dos recursos minerais brasileiros.
Art. 20.
Ao Centro de Tecnologias Estratégicas do Nordeste compete desenvolver, introduzir e aperfeiçoar inovações tecnológicas para o desenvolvimento econômico e social da região Nordeste.
Art. 21.
Ao Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais compete:
Ielaborar alertas de desastres naturais relevantes para ações de proteção e de defesa civil no território nacional;
IIelaborar e divulgar estudos destinados à produção de informações necessárias ao planejamento e à promoção de ações contra desastres naturais;
IIIdesenvolver capacidade científica, tecnológica e de inovação para o aperfeiçoamento contínuo dos alertas de desastres naturais;
IVdesenvolver e implementar sistemas de observação para o monitoramento de desastres naturais;
Vdesenvolver e implementar modelos computacionais para a previsão de desastres naturais;
VIoperar sistemas computacionais necessários à elaboração dos alertas de desastres naturais; e
VIIemitir alertas de desastres naturais para o Centro Nacional de Gerenciamento de Riscos e Desastres da Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil do Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional e para os órgãos estaduais, distrital e municipais de defesa civil, em cooperação com o Sistema Nacional de Proteção e Defesa Civil.
Art. 22.
Ao Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia compete executar e estimular o aperfeiçoamento e o desenvolvimento de recursos e de infraestrutura de informação científica e tecnológica para a produção, a socialização e a integração do conhecimento científico e tecnológico.
Art. 23.
Ao Instituto Nacional da Mata Atlântica compete realizar pesquisas, incentivar a inovação científica, capacitar pessoas, conservar acervos e disseminar conhecimentos relacionados à Mata Atlântica.
Art. 24.
Ao Instituto Nacional de Águas compete implementar ações inovadoras na área de meio ambiente destinadas à preservação e à geração de conhecimento e de novas tecnologias na utilização racional dos recursos hídricos.
Art. 25.
Ao Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia compete:
Igerar e disseminar conhecimentos, tecnologias e inovações para a Amazônia; e
IIcapacitar pessoas para contribuir com formulação de políticas públicas e ações para o desenvolvimento da Amazônia.
Art. 26.
Ao Instituto Nacional de Pesquisa do Pantanal compete:
Iintegrar, articular e apoiar a produção, a síntese e a difusão do conhecimento científico para a conservação, a restauração e o uso sustentável da biodiversidade do Pantanal e de outras áreas úmidas; e
IIatuar no desenvolvimento de sistemas de compartilhamento e gestão de informações para a gestão governamental relacionados à conservação e ao uso sustentável do Pantanal e de outras áreas úmidas.
Art. 27.
Ao Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais compete realizar pesquisas científicas, desenvolvimento tecnológico, atividades operacionais e capacitação de pessoas, nos campos da ciência espacial e da atmosfera, da observação da Terra, da previsão de tempo e dos estudos climáticos, da engenharia e tecnologia espacial e de áreas do conhecimento correlatas.
Art. 28.
Ao Instituto Nacional de Tecnologia compete:
Idesenvolver pesquisas para a transferência de tecnologia ao setor produtivo; e
IIexecutar serviços técnicos para o desenvolvimento sustentável do País, norteado pelo avanço do conhecimento em conformidade com as políticas e com as estratégicas nacionais de ciência, tecnologia e inovação.
Art. 29.
Ao Instituto Nacional do Semiárido compete:
Irealizar, executar e divulgar estudos e pesquisas na área do desenvolvimento científico e tecnológico para o fortalecimento do desenvolvimento sustentável no semiárido brasileiro;
IIcapacitar pessoas e disseminar conhecimentos relacionados ao semiárido brasileiro;
IIIpropor, realizar e impulsionar projetos e programas de pesquisa científica e estabelecer os intercâmbios com instituições regionais, nacionais e internacionais, nas áreas do seu âmbito de atuação;
IVcontribuir com formulação de políticas públicas destinadas ao desenvolvimento econômico-social relacionados ao semiárido brasileiro; e
Vdifundir e acompanhar o conhecimento relativo ao semiárido brasileiro.
Art. 30.
Ao Laboratório Nacional de Astrofísica compete planejar, desenvolver, prover, operar e coordenar os meios e a infraestrutura adequados para a astronomia observacional brasileira.
Art. 31.
Ao Laboratório Nacional de Computação Científica compete:
Irealizar pesquisa e desenvolvimento em computação científica, em especial para a criação e a aplicação de modelos e métodos matemáticos e computacionais na solução de problemas científicos e tecnológicos;
IIdesenvolver e gerenciar ambiente computacional de alto desempenho que atenda às necessidades do País; e
IIIcapacitar pessoas nas áreas relacionadas ao seu âmbito de atuação.
Art. 32.
Ao Museu de Astronomia e Ciências Afins compete desenvolver pesquisas para a geração e a difusão de conhecimento em história da ciência e da tecnologia, em museologia, em preservação de acervos de ciência e tecnologia e em educação em ciências no País.
Art. 33.
Ao Museu Paraense Emílio Goeldi compete:
Irealizar pesquisas científicas relacionadas aos sistemas naturais e socioculturais da Amazônia;
IIdisseminar conhecimentos e acervos sobre a biodiversidade, os sistemas naturais e socioculturais relacionados à Amazônia; e
IIIcapacitar pessoas nas áreas relacionadas ao seu âmbito de atuação.
Art. 34.
Ao Observatório Nacional compete:
Irealizar pesquisa e desenvolvimento em Astronomia, Geofísica e Metrologia em tempo e frequência;
IIcapacitar pesquisadores e demais profissionais em seus cursos de pós-graduação;
IIIcoordenar projetos e atividades nacionais nas áreas de sua competência; e
IVgerar, manter e disseminar a Hora Legal Brasileira.

SEÇÃO IV

Dos órgãos colegiados

Art. 35.
À Comissão de Coordenação das Atividades de Meteorologia, Climatologia e Hidrologia cabe exercer as competências previstas no Decreto nº 6.065, de 2007.
Art. 36.
À Comissão Técnica Nacional de Biossegurança cabe exercer as competências previstas no Decreto nº 5.591, de 22 de novembro de 2005.
Art. 37.
Ao Conselho Nacional de Ciência e Tecnologia cabe exercer as competências previstas na Lei nº 9.257, de 9 de janeiro de 1996.
Art. 38.
Ao Conselho Nacional de Controle de Experimentação Animal cabe exercer as competências previstas no Decreto nº 6.899, de 15 de julho de 2009.
Art. 39.
Ao Conselho Nacional de Informática e Automação cabe exercer as competências estabelecidas na Lei nº 7.232, de 29 de outubro de 1984.

SEÇÃO V

Das unidades descentralizadas

Art. 40.
Às unidades descentralizadas compete executar as atividades do Ministério, em âmbito regional, observadas as respectivas áreas de jurisdição, nos termos do regimento interno.

CAPÍTULO IV

DAS ATRIBUIÇÕES DOS DIRIGENTES

SEÇÃO I

Do Secretário-Executivo

Art. 41.
Ao Secretário-Executivo incumbe:
Iplanejar, dirigir, coordenar, orientar, acompanhar e avaliar a execução das atividades das unidades que integram a Secretaria-Executiva;
IIcoordenar, consolidar e submeter ao Ministro de Estado o plano de ação global do Ministério;
IIIsupervisionar e avaliar a execução de projetos e de ações do Ministério;
IVsupervisionar a articulação dos órgãos do Ministério com os órgãos centrais dos sistemas relacionados à área de competência da Secretaria-Executiva; e
Vpropor ao Ministro de Estado a criação ou a extinção de unidades descentralizadas, observada a necessidade do Ministério, nos termos previstos no regimento interno.

SEÇÃO II

Dos Secretários

Art. 42.
Aos Secretários incumbe planejar, dirigir, coordenar, orientar, acompanhar e avaliar a execução das atividades das unidades que integram suas Secretarias e exercer as atribuições que lhes forem incumbidas pelo Ministro de Estado.

SEÇÃO III

Dos demais dirigentes

Art. 43.
Ao Chefe de Gabinete do Ministro, aos Chefes de Assessorias Especiais, ao Consultor Jurídico, aos Diretores e aos demais dirigentes incumbe planejar, dirigir, coordenar e orientar a execução das atividades das suas unidades e exercer as atribuições que lhes forem incumbidas em suas áreas de competência.

CAPÍTULO V

DISPOSIÇÕES FINAIS

Art. 44.
s dirigentes das unidades de pesquisa serão indicados pelo Ministro de Estado, a partir de listas tríplices apresentadas por comissões específicas de alto nível, compostas por pesquisadores científicos e tecnológicos, e nomeados na forma prevista na legislação.

ANEXO II

a)QUADRO DEMONSTRATIVO DOS CARGOS EM COMISSÃO E DAS FUNÇÕES DE CONFIANÇA DO MINISTÉRIO DA CIÊNCIA, TECNOLOGIA E INOVAÇÃO:
UNIDADECARGO/FUNÇÃO NºDENOMINAÇÃO
CARGO/FUNÇÃO
CCE/FCE
4Assessor EspecialCCE 2.15
1AssessorCCE 2.13
1AssessorFCE 2.13
GABINETE1Chefe de GabineteCCE 1.15
Coordenação-Geral1Coordenador-GeralFCE 1.13
Assessoria1Chefe de AssessoriaCCE 1.13
Cerimonial1Chefe de AssessoriaCCE 1.13
Coordenação2CoordenadorFCE 1.10
4Assistente TécnicoCCE 2.06
1Assistente TécnicoFCE 2.06
2Assistente TécnicoCCE 2.05
3Assistente TécnicoFCE 2.05
2Assistente TécnicoFCE 2.02
ASSESSORIA DE PARTICIPAÇÃO SOCIAL E DIVERSIDADE1Chefe de AssessoriaFCE 1.14
ASSESSORIA ESPECIAL DE CONTROLE INTERNO1Chefe de Assessoria EspecialFCE 1.15
1Assistente TécnicoCCE 2.06
1Assistente TécnicoFCE 2.05
OUVIDORIA1OuvidorFCE 1.13
Coordenação1CoordenadorFCE 1.10
CORREGEDORIA1CorregedorFCE 1.13
Coordenação1CoordenadorFCE 1.10
ASSESSORIA ESPECIAL DE ASSUNTOS INTERNACIONAIS1Chefe de Assessoria EspecialFCE 1.15
Coordenação-Geral1Coordenador-GeralCCE 1.13
Coordenação-Geral2Coordenador-GeralFCE 1.13
Coordenação1CoordenadorFCE 1.10
1AssistenteCCE 2.09
2AssistenteFCE 2.09
1Assistente TécnicoCCE 2.06
5Assistente TécnicoFCE 2.06
ASSESSORIA ESPECIAL DE ASSUNTOS PARLAMENTARES E FEDERATIVOS1Chefe de Assessoria EspecialCCE 1.15
1AssistenteCCE 2.09
1AssistenteFCE 2.09
1Assistente TécnicoCCE 2.06
ASSESSORIA ESPECIAL DE COMUNICAÇÃO SOCIAL1Chefe de Assessoria EspecialCCE 1.15
1Assistente TécnicoCCE 2.05
1Assistente TécnicoFCE 2.05
SECRETARIA-EXECUTIVA1Secretário-ExecutivoCCE 1.18
1Secretário-Executivo AdjuntoCCE 1.17
1AssessorCCE 2.13
1AssessorFCE 2.13
Gabinete1Chefe de GabineteCCE 1.13
Assessoria1Chefe de AssessoriaFCE 1.13
Coordenação1CoordenadorCCE 1.10
1Assistente TécnicoCCE 2.06
1Assistente TécnicoFCE 2.06
2Assistente TécnicoCCE 2.05
1Assistente TécnicoFCE 2.05
2Assistente TécnicoFCE 2.02
SECRETARIA-EXECUTIVA (Redação dada pelo Decreto nº 12.134, de 2024) Vigência1Secretário-ExecutivoCCE 1.18
1Secretário-Executivo AdjuntoCCE 1.17
1AssessorCCE 2.13
1AssessorFCE 2.13
1Diretor de ProgramaCCE 3.15
2Gerente de ProjetoCCE 3.13
3Coordenador de ProjetoCCE 3.11
Gabinete1Chefe de GabineteCCE 1.13
Assessoria1Chefe de AssessoriaFCE 1.13
Coordenação1CoordenadorCCE 1.10
1Assistente TécnicoCCE 2.06
1Assistente TécnicoFCE 2.06
2Assistente TécnicoCCE 2.05
1Assistente TécnicoFCE 2.05
2Assistente TécnicoFCE 2.02
DEPARTAMENTO DE FUNDOS E INVESTIMENTOS1DiretorFCE 1.15
Coordenação-Geral2Coordenador-GeralFCE 1.13
2AssistenteFCE 2.09
1Assistente TécnicoCCE 2.06
4Assistente TécnicoFCE 2.05
1Assistente TécnicoFCE 2.02
DEPARTAMENTO DE GOVERNANÇA E INDICADORES DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA1DiretorCCE 1.15
Coordenação-Geral2Coordenador-GeralFCE 1.13
Coordenação1CoordenadorCCE 1.10
Coordenação2CoordenadorFCE 1.10
1Assistente TécnicoCCE 2.05
1Assistente TécnicoFCE 2.05
2Assistente TécnicoFCE 2.02
SUBSECRETARIA DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA PARA A AMAZÔNIA1SubsecretárioCCE 1.15
Coordenação-Geral2Coordenador-GeralFCE 1.13
2AssistenteFCE 2.09
2Assistente TécnicoFCE 2.05
SUBSECRETARIA DE UNIDADES DE PESQUISA E ORGANIZAÇÕES SOCIAIS1SubsecretárioCCE 1.15
Coordenação-Geral2Coordenador-GeralFCE 1.13
Coordenação2CoordenadorFCE 1.10
3AssistenteFCE 2.09
1Assistente TécnicoCCE 2.05
3Assistente TécnicoFCE 2.05
SUBSECRETARIA DE PLANEJAMENTO, ORÇAMENTO E ADMINISTRAÇÃO1SubsecretárioFCE 1.15
Coordenação-Geral3Coordenador-GeralCCE 1.13
Coordenação-Geral4Coordenador-GeralFCE 1.13
1AssistenteFCE 2.09
Coordenação2CoordenadorCCE 1.10
Coordenação20CoordenadorFCE 1.10
Divisão1ChefeCCE 1.07
Divisão28ChefeFCE 1.07
3Assistente TécnicoCCE 2.06
2Assistente TécnicoFCE 2.06
Serviço4ChefeCCE 1.05
Serviço20ChefeFCE 1.05
1Assistente TécnicoCCE 2.05
9Assistente TécnicoFCE 2.05
8Assessor Técnico EspecializadoFCE 4.04
1Assistente TécnicoCCE 2.03
56Assistente TécnicoFCE 2.02
1Assistente TécnicoCCE 2.01
CONSULTORIA JURÍDICA1Consultor JurídicoFCE 1.15
Coordenador-Geral2Coordenador-GeralFCE 1.13
Coordenador2CoordenadorFCE 1.10
Divisão1ChefeFCE 1.07
Serviço1ChefeFCE 1.05
2Assistente TécnicoCCE 2.05
1Assistente TécnicoFCE 2.04
1Assistente TécnicoFCE 2.02
SECRETARIA DE POLÍTICAS E PROGRAMAS ESTRATÉGICOS1SecretárioCCE 1.17
Gabinete1Chefe de GabineteCCE 1.13
1AssistenteCCE 2.09
1Assistente TécnicoCCE 2.06
1Assistente TécnicoCCE 2.05
1Assessor Técnico EspecializadoFCE 4.04
DEPARTAMENTO DE PROGRAMAS TEMÁTICOS1DiretorCCE 1.15
Coordenação-Geral1Coordenador-GeralCCE 1.13
Coordenação-Geral2Coordenador-GeralFCE 1.13
Coordenação3CoordenadorFCE 1.10
DEPARTAMENTO PARA O CLIMA E SUSTENTABILIDADE1DiretorFCE 1.15
Coordenação-Geral2Coordenador-GeralFCE 1.13
Coordenação2CoordenadorFCE 1.10
SECRETARIA DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA PARA O DESENVOLVIMENTO SOCIAL1SecretárioCCE 1.17
Gabinete1Chefe de GabineteCCE 1.13
1AssistenteCCE 2.09
1Assistente TécnicoCCE 2.06
1Assistente TécnicoCCE 2.05
1Assessor Técnico EspecializadoFCE 4.04
DEPARTAMENTO DE POPULARIZAÇÃO DA CIÊNCIA, TECNOLOGIA E EDUCAÇÃO CIENTÍFICA1DiretorCCE 1.15
Coordenação-Geral2Coordenador-GeralFCE 1.13
Coordenação2CoordenadorFCE 1.10
DEPARTAMENTO DE TECNOLOGIA SOCIAL, ECONOMIA SOLIDÁRIA E TECNOLOGIA ASSISTIVA1DiretorFCE 1.15
Coordenação-Geral1Coordenador-GeralCCE 1.13
Coordenação-Geral2Coordenador-GeralFCE 1.13
Coordenação1CoordenadorCCE 1.10
Coordenação2CoordenadorFCE 1.10
SECRETARIA DE DESENVOLVIMENTO TECNOLÓGICO E INOVAÇÃO1SecretárioCCE 1.17
Gabinete1Chefe de GabineteCCE 1.13
1AssistenteCCE 2.09
1Assistente TécnicoCCE 2.06
1Assistente TécnicoCCE 2.05
1Assessor Técnico EspecializadoFCE 4.04
DEPARTAMENTO DE PROGRAMAS DE INOVAÇÃO1DiretorFCE 1.15
Coordenação-Geral1Coordenador-GeralCCE 1.13
Coordenação-Geral2Coordenador-GeralFCE 1.13
Coordenação2CoordenadorFCE 1.10
DEPARAMENTO DE APOIO AOS ECOSSISTEMAS DE INOVAÇÃO1DiretorCCE 1.15
Coordenação-Geral1Coordenador-GeralCCE 1.13
Coordenação-Geral1Coordenador-GeralFCE 1.13
Coordenação3CoordenadorFCE 1.10
SECRETARIA DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA PARA TRANSFORMAÇÃO DIGITAL1SecretárioCCE 1.17
Gabinete1Chefe de GabineteCCE 1.13
1AssistenteCCE 2.09
1Assistente TécnicoCCE 2.06
1Assistente TécnicoCCE 2.05
1Assessor Técnico EspecializadoFCE 4.04
3Assistente TécnicoFCE 2.02
DEPARTAMENTO DE CIÊNCIA, TECNOLOGIA E INOVAÇÃO DIGITAL1DiretorFCE 1.15
Coordenação-Geral1Coordenador-GeralCCE 1.13
Coordenação-Geral1Coordenador-GeralFCE 1.13
Coordenação2CoordenadorFCE 1.10
2Assistente TécnicoFCE 2.02
DEPARTAMENTO DE INCENTIVOS ÀS TECNOLOGIAS DIGITAIS1DiretorCCE 1.15
Coordenação-Geral3Coordenador-GeralFCE 1.13
Coordenação3CoordenadorFCE 1.10
3Assistente TécnicoFCE 2.02
CENTRO BRASILEIRO DE PESQUISAS FÍSICAS1DiretorCCE 1.15
Coordenação8CoordenadorFCE 1.10
Serviço4ChefeFCE 1.05
CENTRO DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO RENATO ARCHER1DiretorCCE 1.15
Coordenação-Geral2Coordenador-GeralCCE 1.13
Coordenação-Geral1Coordenador-GeralFCE 1.13
Coordenação3CoordenadorFCE 1.10
1AssistenteCCE 2.09
Divisão19ChefeFCE 1.07
19Assistente TécnicoFCE 2.02
12Assistente TécnicoFCE 2.01
CENTRO DE TECNOLOGIA MINERAL1DiretorCCE 1.15
Coordenação1CoordenadorCCE 1.10
Coordenação5CoordenadorFCE 1.10
Serviço8ChefeFCE 1.05
Setor1ChefeFCE 1.02
CENTRO DE TECNOLOGIAS ESTRATÉGICAS DO NORDESTE1DiretorCCE 1.15
Coordenação2CoordenadorFCE 1.10
Divisão1ChefeFCE 1.07
Serviço1ChefeFCE 1.05
1Assistente TécnicoFCE 2.04
Setor2ChefeFCE 1.02
CENTRO NACIONAL DE MONITORAMENTO E ALERTAS DE DESASTRES NATURAIS1DiretorCCE 1.15
Coordenação-Geral1Coordenador-GeralCCE 1.13
Coordenação-Geral1Coordenador-GeralFCE 1.13
Coordenação2CoordenadorFCE 1.10
Divisão2ChefeFCE 1.07
1Assistente TécnicoFCE 2.04
INSTITUTO BRASILEIRO DE INFORMAÇÃO EM CIÊNCIA E TECNOLOGIA1DiretorCCE 1.15
Coordenação-Geral1Coordenador-GeralCCE 1.13
Coordenação-Geral2Coordenador-GeralFCE 1.13
Coordenação9CoordenadorFCE 1.10
Divisão1ChefeCCE 1.07
Divisão10ChefeFCE 1.07
Setor4ChefeFCE 1.02
INSTITUTO NACIONAL DA MATA ATLÂNTICA1DiretorCCE 1.15
Coordenação1CoordenadorCCE 1.10
Coordenação1CoordenadorFCE 1.10
Divisão2ChefeFCE 1.07
1Assistente TécnicoFCE 2.04
Setor2ChefeFCE 1.02
INSTITUTO NACIONAL DE PESQUISAS DA AMAZÔNIA1DiretorCCE 1.15
Coordenação-Geral2Coordenador-GeralFCE 1.13
Gabinete1Chefe de GabineteFCE 1.10
Coordenação1CoordenadorCCE 1.10
Coordenação13CoordenadorFCE 1.10
Divisão11ChefeFCE 1.07
Serviço6ChefeFCE 1.05
Setor4ChefeFCE 1.02
3Assistente TécnicoFCE 2.02
Núcleo5ChefeFCE 1.01
INSTITUTO NACIONAL DE PESQUISAS DO PANTANAL1DiretorCCE 1.15
Coordenação1CoordenadorCCE 1.10
Coordenação1CoordenadorFCE 1.10
Divisão2ChefeFCE 1.07
1Assistente TécnicoFCE 2.04
Setor2ChefeFCE 1.02
INSTITUTO NACIONAL DE PESQUISAS ESPACIAIS1DiretorCCE 1.15
Coordenação-Geral3Coordenador-GeralCCE 1.13
Coordenação-Geral1Coordenador-GeralFCE 1.13
Coordenação2CoordenadorCCE 1.10
Coordenação14CoordenadorFCE 1.10
Divisão21ChefeFCE 1.07
Serviço16ChefeFCE 1.05
Setor4ChefeFCE 1.02
8Assistente TécnicoFCE 2.02
7Assistente TécnicoFCE 2.01
INSTITUTO NACIONAL DE TECNOLOGIA1DiretorCCE 1.15
Coordenação-Geral1Coordenador-GeralFCE 1.13
Coordenação6CoordenadorFCE 1.10
Divisão18ChefeFCE 1.07
6Assistente TécnicoFCE 2.02
4Assistente TécnicoFCE 2.01
INSTITUTO NACIONAL DO SEMIÁRIDO1DiretorCCE 1.15
Coordenação1CoordenadorCCE 1.10
Coordenação1CoordenadorFCE 1.10
Divisão2ChefeFCE 1.07
Serviço1ChefeFCE 1.05
Setor2ChefeFCE 1.02
LABORATÓRIO NACIONAL DE ASTROFÍSICA1DiretorCCE 1.15
Coordenação1CoordenadorCCE 1.10
Coordenação3CoordenadorFCE 1.10
Serviço2ChefeFCE 1.05
1Assistente TécnicoFCE 2.04
LABORATÓRIO NACIONAL DE COMPUTAÇÃO CIENTÍFICA1DiretorCCE 1.15
Coordenação5CoordenadorFCE 1.10
Serviço1ChefeCCE 1.05
Serviço5ChefeFCE 1.05
Setor2ChefeFCE 1.02
MUSEU DE ASTRONOMIA E CIÊNCIAS AFINS1DiretorCCE 1.15
Coordenação1CoordenadorCCE 1.10
Coordenação4CoordenadorFCE 1.10
Serviço9ChefeFCE 1.05
1Assistente TécnicoFCE 2.05
MUSEU PARAENSE EMÍLIO GOELDI1DiretorCCE 1.15
Coordenação1CoordenadorCCE 1.10
Coordenação8CoordenadorFCE 1.10
Serviço11ChefeFCE 1.05
1Assistente TécnicoCCE 2.05
OBSERVATÓRIO NACIONAL1DiretorCCE 1.15
Coordenação3CoordenadorFCE 1.10
Divisão4ChefeFCE 1.07
Serviço7ChefeFCE 1.05
UNIDADE REGIONAL DO NORDESTE1ChefeCCE 1.05
UNIDADE REGIONAL DO SUDESTE1ChefeCCE 1.05
b)QUADRO RESUMO DE CUSTOS DOS CARGOS EM COMISSÃO E DAS FUNÇÕES DE CONFIANÇA DO MINISTÉRIO DA CIÊNCIA, TECNOLOGIA E INOVAÇÃO: (Redação dada pelo Decreto nº 12.134, de 2024) Vigência
CÓDIGOCCE-UNITÁRIOSITUAÇÃO ATUALSITUAÇÃO NOVA
QTD.VALOR TOTALQTD.VALOR TOTAL
CCE 1.186,4116,4116,41
SUBTOTAL 116,4116,41
CCE 1.176,27531,35531,35
CCE 1.155,0427136,0827136,08
CCE 1.133,842388,322388,32
CCE 1.102,121531,801531,80
CCE 1.071,3922,7822,78
CCE 1.051,0077,0077,00
CCE 2.155,04420,16420,16
CCE 2.133,8427,6827,68
CCE 2.091,67711,69711,69
CCE 2.061,171618,721618,72
CCE 2.051,001515,001515,00
CCE 2.030,3710,3710,37
CCE 2.010,1210,1210,12
CCE 3.155,04--15,04
CCE 3.133,84--27,68
CCE 3.112,47--37,41
SUBTOTAL 2125371,07131391,20
FCE 1.153,03927,27927,27
FCE 1.142,5912,5912,59
FCE 1.132,304398,904398,90
FCE 1.101,27139176,53139176,53
FCE 1.070,83121100,43121100,43
FCE 1.050,609154,609154,60
FCE 1.020,21234,83234,83
FCE 1.010,1250,6050,60
FCE 2.132,3024,6024,60
FCE 2.091,001111,001111,00
FCE 2.060,7096,3096,30
FCE 2.050,602615,602615,60
FCE 2.040,4462,6462,64
FCE 2.020,2110822,6810822,68
FCE 2.010,12232,76232,76
FCE 4.040,44125,28125,28
SUBTOTAL 3629536,61629536,61
TOTAL755914,09761934,22

ANEXO III

REMANEJAMENTO DE CARGOS COMISSIONADOS EXECUTIVOS - CCE E DE FUNÇÕES COMISSIONADAS EXECUTIVAS - FCE

a)DO MINISTÉRIO DA CIÊNCIA, TECNOLOGIA E INOVAÇÃO PARA A SECRETARIA DE GESTÃO E INOVAÇÃO DO MINISTÉRIO DA GESTÃO E DA INOVAÇÃO EM SERVIÇOS PÚBLICOS:
CÓDIGOCCE-UNITÁRIODO MCTI PARA A SEGES/MGI
QTD.VALOR TOTAL
CCE 1.155,0415,04
CCE 1.144,3114,31
CCE 1.133,8413,84
CCE 1.102,1248,48
CCE 1.091,6711,67
CCE 1.071,3945,56
CCE 1.051,0011,00
CCE 2.102,12816,96
CCE 2.071,391115,29
SUBTOTAL 13262,15
FCE 1.132,3012,30
FCE 1.101,2722,54
FCE 2.153,0313,03
FCE 2.101,2756,35
FCE 2.070,83129,96
FCE 2.020,2151,05
SUBTOTAL 22625,23
TOTAL5887,38
b)DA SECRETARIA DE GESTÃO E INOVAÇÃO DO MINISTÉRIO DA GESTÃO E DA INOVAÇÃO EM SERVIÇOS PÚBLICOS PARA O MINISTÉRIO DA CIÊNCIA, TECNOLOGIA E INOVAÇÃO:
CÓDIGOCCE-UNITÁRIODA SEGES/MGI PARA O MCTI
QTD.VALOR TOTAL
CCE 1.176,2716,27
CCE 2.155,04315,12
CCE 2.133,8413,84
CCE 2.091,67711,69
CCE 2.061,171618,72
CCE 2.051,0022,00
CCE 2.030,3710,37
CCE 2.010,1210,12
SUBTOTAL 13258,13
FCE 1.070,8332,49
FCE 1.050,60116,60
FCE 2.091,001111,00
FCE 2.060,7096,30
FCE 2.050,6042,40
FCE 2.040,4410,44
SUBTOTAL 23929,23
TOTAL7187,36

ANEXO IV

DEMONSTRATIVO DOS CARGOS COMISSIONADOS EXECUTIVOS - CCE E DAS FUNÇÕES COMISSIONADAS EXECUTIVAS - FCE, TRANSFORMADOS NOS TERMOS DO DISPOSTO NO ART. 7º DA LEI Nº 14.204, DE 16 DE SETEMBRO DE 2021

CÓDIGOCCE-UNITÁRIOSITUAÇÃO ATUAL (a)SITUAÇÃO NOVA (b)DIFERENÇA

(c = b - a)

QTD.VALOR TOTALQTD.VALOR TOTALQTD.VALOR TOTAL
CCE-176,27--16,2716,27
CCE-155,04--210,08210,08
CCE-144,3114,31---1-4,31
CCE-102,121225,44---12-25,44
CCE-91,67--610,02610,02
CCE-71,391520,85---15-20,85
CCE-61,17--1618,721618,72
CCE-51,00--11,0011,00
CCE-30,37--10,3710,37
CCE-10,1210,1210,1200,00
FCE-153,0313,03---1-3,03
FCE-132,3012,30---1-2,30
FCE-101,2778,89---7-8,89
FCE-91,00--1111,001111,00
FCE-70,8397,47---9-7,47
FCE-60,70--96,3096,30
FCE-50,60--159,00159,00
FCE-40,44--10,4410,44
FCE-20,2151,05---5-1,05
TOTAL5273,466473,3212-0,14

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