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São Paulo

Decreto Estadual de São Paulo nº 42005, de 25 de julho de 1997

Nº 42005/1997

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Art. 1.
- A Diretoria da Divida Ativa - DDA fica transformada em Diretoria de Arrecadação - DA.

Artigo 2.º - A Diretoria de Arrecadação, subordinada a Coordenação da Administração Tributária - CAT, tem as seguintes finalidades:

Iplanejar e coordenar as atividades de arrecadação e dos serviços relacionados com a previsão das receitas tributárias, acompanhar a sua realização pelo controle e pela cobrança dos débitos fiscais;
IIproceder a admissão e a exclusão de agentes da rede arrecadadora, propor normas e auditar a ação dos referidos agentes;
IIIpropor normas, disciplinar procedimentos, executar, orientar e supervisionar os serviços de concessão de parcelamento de débitos fiscais não inscritos;
IVopinar sobre concessão, averbação, alteração e concordância de regimes especiais relativos ao recolhimento de tributos;
Vpropor ao Coordenador da Administração Tributária a aplicação de regime "ex-offício" de recolhimento do Imposto Sobre Operações Relativas a Circulação de Mercadorias e Sobre Prestação de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação - ICMS a contribuinte inadimplente;
VIencaminhar a Procuradoria Geral do Estado os débitos passíveis de inscrição na dívida ativa;
VIIdesenvolver outras atividades que lhe forem conferidas pelo Coordenador da Administração Tributária, relativamente a arrecadação de tributos e ao seu controle.

Parágrafo único- A Diretoria de Arrecadação poderá, ouvida a Coordenação da Administração Tributária sobre a disponibilidade de pessoal, constituir Grupos Executivos de Cobrança, formados exclusivamente por Agentes Fiscais de Rendas, convocados e treinados para realizar cobrança amigável junto a estabelecimento de contribuinte.

Artigo 3.º - A Diretoria de Arrecadação tem a seguinte estrutura:

IAssistência Técnica;
IICentro de Apoio, Controle e Saneamento;
IIIUnidades Fiscais Regionais de Cobrança.
§ 1ºº - O Centro de Apoio, Controle e Saneamento - DA/CACS a que se refere o inciso II deste artigo, tem nível de Divisão Técnica.
§ 2ºº - O Centro de Apoio, Controle e Saneamento e as Unidades Fiscais Regionais de Cobrança previstos neste artigo, contam em sua estrutura com 1 (uma) Célula de Apoio Administrativo.
§ 3ºº - As Células de Apoio Administrativo, a que se refere o parágrafo anterior, não se caracterizam como unidades administrativas.

MÁRIO COVAS, Governador do Estado de São Paulo, no uso de suas atribuições legais e diante das manifestações do Secretário da Fazenda, do Procurador Geral do Estado e do Secretário da Administração e Modernização do Serviço Público,

Decreta:

Art. 4.
- As Unidades Fiscais Regionais de Cobrança, que poderão ser fixadas até o máximo de 16 (dezesseis), terão suas sedes e áreas territoriais de atuação estabelecidas por ato do Coordenador da Admiçãostração Tributária.

Artigo 5.º - A Assistência Técnica da Diretoria tem as seguintes atribuições:

Iassistir o dirigente da Diretoria de Arrecadação no desempenho de suas atribuições;
IIexaminar, estudar e preparar os expedientes submetidos ou encaminhados ao Diretor de Arrecadação;
IIIelaborar pareceres, projetos, planos e relatórios relativos a competência da Diretoria;
IVpropor modificações ou melhorias na metodologia da arrecadação;
Vpropor a instituição de modelos de guias de recolhimento e de documentos de controle de arrecadação;
VIelaborar previsão de arrecadação de tributos e outras receitas, propor metas de desempenho a serem fixadas e distribuídas para as Unidades Fiscais Regionais de Cobrança, e avaliar os resultados, propondo a correção de eventuais desvios;
VIIorientar o controle da arrecadação de tributos e multas;
VIIIorientar o saneamento das divergências en contradas nos dados da arrecadação e do controle;
IXrepresentar contra os agentes participantes do sistema de arrecadação, para imposição de responsabilidades ou aplicação de penalidades por incorreções praticadas na arrecadação.

Artigo 6.º - O Centro de Apoio, Controle e Saneamento tem as seguintes atribuições:

Iquanto ao expediente, o que está previsto no artigo 2.º do Decreto n.º 23.932, de 18 de setembro de 1985;
IIem relação ao Sistema de Administração de Pessoal, o previsto no parágrafo único do artigo 18, do Decreto n.º 13.242, de 12 de fevereiro de 1979;
IIIem relação a material:
a)requisitar, receber e controlar sua qualidade e quantidade;
b)zelar por sua guarda e conservação;
c)efetuar sua entrega ás unidades requisitantes;
d)manter atualizados os registros de entrada e de saída destes;
IVfornecer apoio administrativo em relação a adiantamentos;
Vcontrolar, centralizadamente, a arrecadação de tributos e de outras receitas do Estado;
VIsanear as divergências encontradas nos dados da arrecadação e do controle;
VIIorientar, complementarmente, os agentes integrantes do sistema bancário de arrecadação;
VIIIinformar sobre pedidos de restituição de depósito efetuado a maior pela rede bancária na prestação de contas da arrecadação;
IXverificar a consistência e sanear as divergências entre os dados:
a)dos comprovantes de depósito dos agentes arrecadadores e os do resumo da receita, elaborado pela agência bancária centralizadora dos referidos depósitos;
b)referentes aos recolhimentos efetuados junto a rede bancária arrecadadora e os relativos aos fluxos de depósitos;
Xcontrolar a pontualidade dos depósitos;
XIsanear as divergências apontadas pela Coordenadoria Estadual de Controle Interno;
XIIrepresentar sobre:
a)a necessidade de orientação especial aos agentes da rede arrecadadora ou de aperfeiçoamento de métodos, normas, procedimentos ou relatórios existentes, relativamente á arrecadações ao seu controle;
b)os eventuais desvios de comportamento da rede arrecadadora, referentes às normas fixadas;
XIIIdesenvolver outras atividades que lhe forem conferidas pela Diretoria, relativamente a arrecadação e ao seu controle.

Artigo 7.º - As Unidades Fiscais Regionais de Cobrança - DA/UFRC tem as seguintes atribuições:

Idisponibilizar informações relativas a pagamento de tributos e multas para o sistema;
IIpropor normas para expedição de certidões de débitos fiscais não inscritos;
IIIpromover, em âmbito regional, a cobrança administrativa dos débitos fiscais, atendendo metas, objetivos, critérios e mecanismos fixados pela Diretoria;
IVdiligenciar os processos representativos de crédito tributário, em especial os de débito apurado pelo Fisco, objetivando sua liquidação na fase que antecede a inscrição na Divida Ativa;
Vlevar ao conhecimento do Posto Fiscal, da área a que o contribuinte estiver vinculado, as divergências de dados cadastrais e outras informações de interesse do Fisco, constatadas quando da realização de diligências;
VIdesenvolver outras atividades que lhe forem conferidas pela Diretoria.

Artigo 8.º - As Células de Apoio Administrativo têm, em suas respectivas áreas de atuação, as seguintes atribuições:

Ireceber, registrar, distribuir e expedir papéis e processos;
IIpreparar o expediente das unidades subordinantes;
IIIdesenvolver outras atividades que se caracterizem como apoio administrativo as unidades subordinates.

Artigo 9.º - Ao Diretor de Arrecadação, além de suas competências legais e regulamentares e das previstas no artigo 117 do Decreto n.º 51.197, de 27 de dezembro de 1968, compete:

Iresolver as questões relacionadas com a arrecadação de tributos e multas;
IIdesignar Agente Fiscal de Rendas para o desempenho de função de natureza fiscal, na Diretoria de Arrecadação e nas Unidades Fiscais Regionais de Cobrança, com aprovação de Coordenador da Administração Tributária;
IIIem relação ao Sistema de Administração de Pessoal, exercer as competências previstas nos artigos 27 e 29 do Decreto n.º 13.242, de 12 de fevereiro de 1979;
IVem relação aos Sistemas de Administração Financeira e Orçamentária, as previstas no artigo 14 do Decreto-Lei n.º 233, de 28 de abril de 1970;
Vconvocar ou autorizar o deslocamento de servidores para prestação de serviços, fora da sede de exercício, por prazo não superior a 60 (sessenta) dias;
VIdecidir sobre pedidos de restituição de depósito efetuado a maior, por estabelecimento da rede bancária, na prestação de contas da arrecadação;
VIIdecidir sobre pedidos de parcelamentos de débitos fiscais não inscritos, podendo delegar;
VIIIaplicar penalidades aos estabelecimentos da rede arrecadadora de tributos, pelo descumprimento de normas ou de procedimentos estabelecidos para o exercício desta atividade;
IXinformar ao Coordenador da Administração Tributária e às unidades interessadas da Secretaria da Fazenda, sobre os montantes arrecadados, na forma e nos prazos estabelecidos.

Artigo 10 . - Ao Diretor do Centro de Apoio, Controle e Saneamento, em sua área de atuação, compete:

Iem relação ao Sistema de Administração de Pessoal, exercer as competências previstas no artigo 30 do Decreto n.º 13.242, de 12 de fevereiro de 1979;
IIem relação à administração de material e patrimônio:
a)assinar convites e editais de tomadas de preços;
b)requisitar materiais ao órgão central;
c)autorizar a baixa de bens móveis no patrimônio.

Parágrafo único- O Diretor do Centro de Apoio, Controle e Saneamento exercerá as competências previstas no inciso.III do artigo 15 do Decreto-Lei n.º 233, de 28 de abril de 1970, em conjunto com o dirigente da unidade de despesa correspondente.

Art. 11.
- O Diretor de Arrecadação e os demais responsáveis por unidades previstas neste decreto tem, ainda, em suas áreas de atuação e em consonância com os respectivos níveis hierárquicos, as competências comuns às autoridades em geral, previstas em lei ou decreto.

Parágrafo único- As competências comuns de que trata este artigo poderão, quando necessário, ser especificadas mediante resolução do Secretário da Fazenda.

Art. 12.
- As competências previstas nesta Seção, sempre que coincidentes, serão exercidas, de preferência, pelas autoridades de menor nível hierárquico.

Artigo 13 . - Para fins de concessão da Gratificação de Gestão e Controle do Erário Estadual - GECE, instituída pelo artigo 22 da Lei Complementar n.º 700, de 15 de dezembro de 1992, ficam identificadas as unidades abaixo e indicada a classe de Técnico de Apoio à Arrecadação Tributária, incumbida das atividades específicas afetas àquelas unidades:

Ina Diretoria de Arrecadação, o Centro de Apoio, Controle e Saneamento - DA-CACS;
IInas Delegacias Regionais Tributárias: as Unidades Fiscais Regionais de Cobrança.

Art. 14.
- Em decorrência do disposto neste decreto, no Anexo IX a que se refere o artigo 1.º do Decreto n.º 38.388, de 22 de fevereiro de 1994, a denominação de Diretor da Divida Ativa fica alterada para Diretor de Arrecadação.

Art. 15.
- As atribuições das unidades e as competências das autoridades de que trata este decreto serão exercidas na conformidade da legislação pertinente, podendo ser detalhadas mediante resolução do Secretário da Fazenda.

Artigo 16 . - Este decreto e suas disposições transitórias entrário em vigor na data de sua publicação, ficando revogadas as disposições em contrário, em especial:

Artigo 1.º - Em caráter excepcional, as unidades a seguir identificadas, da Coordenação da Administração Tributária - CAT, da Secretaria da Fazenda, permanecerão em atividade, subordinadas hierarquicamente à diretoria de Arrecadação - DA e funcionalmente às Delegacias Regionais Tributárias, para providências relacionadas à transferência de processos, expedientes e documentos afins, para a Procuradoria Geral do Estado, em razão da competência privativa institucional, estabelecida pelo artigo 99, inciso VI, da Constituição Estadual, para promover a inscrição, o controle e a cobrança da divida ativa estadual:

Ida Diretoria Executiva da Administração Tributária - DEAT:
a)a Supervisão Central de Controle de Arrecadação - DEAT-CA, criada pelo artigo 2.º, inciso I, alínea "a", do Decreto n.º 26.648, de 21 de janeiro de 1987;
b)0 Grupo de Controle - DEAT-CA, o Grupo de Saneamento - DEAT-CA-2 e a Seção de Apoio Administrativo - DEAT-CA-AA, criadas pelo artigo 6.º, incisos I a III, do Decreto n.º 26.648, de 21 de janeiro de 1987;
IIdas Delegacias Regionais Tributárias da Capital - DRTCI, II e III, os itens 2.6 ao 2.6.2, do inciso I, do artigo 1.º, do Decreto n.º 39.320, de 30 de setembro de 1994:
a)3 (três) Supervisões Regionais de Controle de Arrecadação - DRTCs-CRA;
b)3 (três) Supervisões Setoriais de Controle DRTCs-CRAS-1;
c)3 (três) Supervisões Setoriais de Cobrança DRTCs-CRA-2;
d)3 (três) Unidades de Atendimento ao Público DRTCs-CRAS-3;
e)3 (três) Seções da Divida Ativa - DRTC-DA;
IIIdas Delegadas Regionais Tributárias:
a)do Litoral DRT-2, as criadas pelo artigo 2.º, inciso I, alínea "b", e artigo 10,
§ 2º, item 2, alíneas "a" a "e", ambos do Decreto n.º 26.648, de 21 de janeiro de 1987:

1. 1 (uma) Supervisão Regional de Controle de Arrecadação;

2. 3 (três) Supervisões de Controle de Arrecadação;

3.1 (uma) Supervisão Setorial de Controle;

4.1 (uma) Supervisão Setorial de Cobrança;

5.2 (duas) Supervisões Setoriais de Controle e Cobrança;

6. 13 (treze) Unidades de Atendimento ao Público;

b)do Vale do Paraíba - DRT-3, as criadas pelo artigo 2.º inciso I, alínea "b", e artigo 10,
§ 2º, item 3, alíneas "a" a "e", ambos do Decreto n.º 26.648, de 21 de janeiro de 1987:

1. 1 (uma) Supervisão Regional de Controle de Arrecadação;

2. 4 (quatro) Supervisões de Controle de Arrecadação;

3. 2 (duas) Supervisões Setoriais de Controle;

4. 2 (duas) Supervisões Setoriais de Cobrança;

5. 4 (quatro) Supervisões Setoriais de Controle e Cobrança;

6. 38 (trinta e oito) Unidades de Atendimento ao Público;

c)de Sorocaba - DRT-4, as criadas pelo artigo 2.º, inciso I, alínea "b", e artigo 10,
§ 2º, item 4, alíneas "a" a "e", ambos do Decreto n.º 26.648, de 21 de janeiro de 1987:

1. 1 (uma) Supervisão Regional de Controle de Arrecadação;

2. 7 (sete) Supervisões de Controle de Arrecadação;

3.1 (uma) Supervisão Setorial de Controle;

4.1 (uma) Supervisão Setorial de Cobrança;

5. 6 (seis) Supervisões Setoriais de Controle e Cobrança;

6. 42 (quarenta e duas) Unidades de Atendimento ao Público;

d)de Campinas - DRT-5, as criadas pelo artigo 2.º inciso I, alínea "b", e artigo 10,
§ 2º, item 5, alíneas "a" a "e", ambos do Decreto n.º 26.648, de 21 de janeiro de 1987, com a nova redação dada pelo artigo 4.º, inciso I do Decreto n.º 41.842, de 9 de junho de 1997:

1. 1 (uma) Supervisão Regional de Controle de Arrecadação;

2. 4 (quatro) Supervisões de Controle de Arrecadação;

3. 4 (quatro) Supervisões Setoriais de Controle;

4. 4 (quatro) Supervisões Setoriais de Cobrança;

e)de Ribeirão Preto - DRT-6, as criadas pelo artigo 2.º, inciso I, alínea "b", e artigo 10,
§ 2º, item 6, alíneas "a" a "e", ambos do Decreto n.º 26.648, de 21 de janeiro de 1987, com a nova redação dada pelo artigo 4.º, inciso II, do Decreto n.º 41.842, de 9 de junho de 1997:

1. 1 (uma) Supervisão Regional de Controle de Arrecadação;

2. 9 (nove) Supervisões de Controle de Arrecadação;

3. 2 (duas) Supervisões Setoriais de Controle;

4. 2 (duas) Supervisões Setoriais de Cobrança;

5. 7 (sete) Supervisdes Setoriais de Controle e Cobrança;

f)de Bauru - DRT-7, as criadas pelo artigo 2.º, inciso I, alínea "b", e artigo 10,
§ 2º, item 7, alíneas "a" a "e", ambos do Decreto n.º 26.648, de 21 de janeiro de 1987:

1. 1 (uma) Supervisão Regional de Controle de Arrecadação;

2. 4 (quatro) Supervisões de Controle de Arrecadação;

3.1 (uma) Supervisão Setorial de Controle;

4.1 (uma) Supervisão Setorial de Cobrança;

5.3 (três) Supervisões Setoriais de Controle e Cobrança;

6. 31 (trinta e uma) Unidades de Atendimento ao Público;

g)de São José do Rio Preto - DRT-8, as criadas pelo artigo 2.º, inciso I, alínea "b", e artigo 10,
§ 2º, item 8, alíneas "a" a "e", ambos do Decreto n.º 26.648, de 21 de janeiro de 1987:

1.1 (uma) Supervisão Regional de Controle de Arrecadação;

2.7 (sete) Supervisões de Controle de Arrecadação;

3.1 (uma) Supervisão Setorial de Controle;

4.1 (uma) Supervisão Setorial de Cobrança;

5.6 (seis) Supervisões Setoriais de Controle e Cobrança;

6.73 (setenta e três) Unidades de Atendimento ao Público;

h)de Aragatuba - DRT-9, as criadas pelo artigo 2.º, inciso I, alínea "b", e artigo 10,
§ 2º, item 9, alíneas "a" a "e" ambos do Decreto n.º 26.648, de 21 de janeiro de 1987:

1. 1 (uma) Supervisão Regional de Controle de Arrecadação;

2. 4 (quatro) Supervisões de Controle de Arrecadação;

3.1 (uma) Supervisão Setorial de Controle;

4.1 (uma) Supervisão Setorial de Cobrança;

5. 3 (tres) Supervisões Setoriais de Controle e Cobrança;

6. 30 (trinta) Unidades de Atendimento ao Público;

i)de Presidente Prudente (DRT-10), as criadas pelo artigo 2.º inciso I, alínea "b", e artigo 10,
§ 2º, item 10, alíneas "a" a "e", ambos do Decreto n.º 26.648, de 21 de janeiro de 1987:

1. 1 (uma) Supervisão Regional de Controle de Arrecadação;

2. 5 (cinco) Supervisões de Controle de Arrecadação;

3.1 (uma) Supervisão Setorial de Controle;

4.1 (uma) Supervisão Setorial de Cobrança;

5. 4 (quatro) Supervisões Setoriais de Controle e Cobrança;

6. 41 (quarenta e uma) Unidades de Atendimento ao Público;

j)de Marília (DRT-11), as criadas pelo artigo 2.º, inciso I, alínea "b", e artigo 10,
§ 2º, item 11, alíneas "a" a "e", ambos do Decreto n.º 26.648, de 21 de janeiro de 1987:

1. 1 (uma) Supervisão Regional de Controle de Arrecadação;

2. 5 (cinco) Supervisões de Controle de Arrecadação;

3.1 (uma) Supervisão Setorial de Controle;

4.1 (uma) Supervisão Setorial de Cobrança;

5. 4 (quatro) Supervisões Setoriais de Controle e Cobrança;

6. 38 (trinta e oito) Unidades de Atendimento ao Público;

I) do ABCD (DRT-12), criadas pelo desdobramento da Delegacia Regional Tributária da Grande São Paulo (DRT-1) e sua estrutura dada pelo artigo 3.º, do Decreto n.º 27.348, de 15 de setembro de 1987:

1.1 (uma) Supervisão Regional de Controle de Arrecadação;

2.2 (duas) Supervisões de Controle de Arrecadação;

3.2 (duas) Supervisões Setoriais de Controle;

4.2 (duas) Supervisões Setoriais de Cobrança;

5.1 (uma) Seção de Dívida Ativa;

m)de Guarulhos (DRT-13), criadas pelo desdobramento da Delegacia Regional Tributária da Grande São Paulo (DRT-1) e sua estrutura dada pelo artigo 3.º, do Decreto n.º 27.348, de 15 de setembro de 1987:

1.1 (uma) Supervisão Regional de Controle de Arrecadação;

2.2 (duas) Supervisões de Controle de Arrecadação;

3.2 (duas) Supervisões Setoriais de Controle;

4.2 (duas) Supervisões Setoriais de Cobrança;

5.1 (uma) Seção de Divida Ativa;

n)de Osasco (DRT-14), criadas pelo desdobramento da Delegacia Regional Tributária da Grande São Paulo (DRT-1) e sua estrutura dada pelo artigo 3.º, do Decreto n.º 27.348, de 15 de setembro de 1987:

1.1 (uma) Supervisão Regional de Controle de Arrecadação;

2.2 (duas) Supervisões de Controle de Arrecadação;

3.2 (duas) Supervisões Setoriais de Controle;

4.2 (duas) Supervisões Setoriais de Cobrança;

5.1 (uma) Seção de Divida Ativa;

o)de Araraquara (DRT-15), criadas pelo artigo 2.º, inciso VII, subitens 1.1 a 1.3, item 2 e artigo 5.º, ambos do Decreto n.º 30.554, de 3 de outubro de 1989, com a redação dada a este último pelo artigo 4.2, inciso III do Decreto n.º 41.842, de 9 de junho de 1997:

1.1 (uma) Supervisão Regional de Controle de Arrecadação;

2. 4 (quatro) Supervisões de Controle de Arrecadação;

3.1 (uma) Supervisão Setorial de Controle;

4.1 (uma) Supervisão Setorial de Cobrança;

5.3 (tres) Supervisões Setoriais de Controle e Cobrança;

6.1 (uma) Seção de Divida Ativa;

p)de Jundiai (DRT-16), as previstas no item 13 do
§ 2º do artigo 10 do Decreto n.º 26.648, de 21 de janeiro de 1987, com a redação dada pelo artigo 4.º, inciso .IV, do Decreto 41.842, de 9 de junho de 1987:

1.1 (uma) Supervisão Regional de Controle de Arrecadação;

2. 4 (quatro) Supervisões de Controle de Arrecadação;

3.2 (duas) Supervisões Setoriais de Controle;

4.2 (duas) Supervisões Setoriais de Cobrança;

5.2 (duas) Supervisões Setoriais de Controle e Cobrança;

6.1 (uma) Seção de Divida Ativa;

IVas Seções da Divida Ativa das Delegacias Regionais Tributárias do Litoral, do Vale do Paraiba, de Sorocaba, de Ribeirão Preto, de Bauru, de São José do Rio Preto, de Araçatuba, de Presidente Prudente e de Marília, perfazendo 09 (nove) Seções, mantidas na estrutura conforme artigo 8.º, inciso II, do Decreto n.º 26.648, de 21 de janeiro de 1987;
Va Seção de Divida Ativa, com seus Setores de Preparação e Setor de Ajuizamento, da Delegacia Regional Tributária de Campinas, mantidos na estrutura, conforme artigo 9.º, inciso II, alineas "a" e "b" do Decreto n.º 26.648, de 21 de janeiro de 1987.
§ 1ºº - O acervo patrimonial e os servidores das unidades identificadas por este artigo serão transferidos para a Diretoria de Arrecadação - DA e para o Centro de Apoio, Controle e Saneamento - DA/CACS, na Capital, e para as Unidades Fiscais Regionais de Cobrança - DA/UFRC das respectivas regiões.
§ 2ºº - A excepcionalidade de que trata este artigo vigorará até que se viabilizem as medidas necessárias de estruturação administrativa e de pessoal da Procuradoria Geral do Estado, para a transferência dos serviços da Divida Ativa.
§ 3ºº - A Secretaria da Fazenda e a Procuradoria Geral do Estado, em trabalho conjunto, deverão viabilizar, no mesmo período de excepcionalidade, a assunção, pela última, das atividades e meios necessários ao serviço da Divida Ativa.

Art. 2.
- No período de excepcionalidade mencionado no artigo anterior, os integrantes da classe de Técnico de Apoio à Arrecadação Tributária, em exercício nas unidades nele identificadas, destinadas à extinção mediante decretos específicos, terão assegurado o direito de percepção da Gratificação de Gestãao e Controle do Erário Estadual, instituida pelo artigo 22 da Lei Complementar n.º 700, de 15 de dezembro de 1992, desde que as referidas unidades tenham sido identificadas pelo Decreto n.º 36.446, de 11 de janeiro de 1993, e alterações posteriores.

Artigo 3.º - As unidades da Diretoria de Arrecadação serão instaladas e colocadas em funcionamento nos prazos abaixo assinalados:

Ia Diretoria de Arrecadação - DA, a Assistência Técnica e o Centro de Apoio, Controle e Saneamento, na data da publicação deste decreto;
IIas Unidades Fiscais Regionais de Cobrança DA/UFRC, em 60 (sessenta) dias a contar da data da publicação deste decreto.

Art. 4.
- Com vistas às medidas a que se refere o
§ 2º do artigo 1.º destas disposições transitórias, o Procurador Geral do Estado deverá encaminhar ao Governador do Estado, dentro de 90 (noventa) dias, contados a partir da data da publicação deste decreto, minuta de projeto de lei ou de lei complementar, conforme for o caso, dispondo sobre:
Ia criação e organização, na estrutura da Procuradoria Geral do Estado, das unidades necessárias ao adequado desempenho da sua função institucional prevista no inciso VI do artigo 99 da Constituição Estadual, qual seja a de promover a inscrição, o controle e a cobrança da dívida ativa estadual;
IIa criação, no Quadro da Procuradoria Geral do Estado, dos cargos necessários ao adequado funcionamento das unidades de que trata o inciso anterior.
§ 1ºº - Tendo em vista a agilização do processo decisório, a proposta a que se refere este artigo deverá ser elaborada de acordo com princípios e diretrizes fixados em conjunto com a Secretaria da Administração e Modernização do Serviço Público, sem prejuízo da manifestação desta na ocasãio oportuna.
§ 2ºº - O Procurador Geral do Estado manterá o Governador do Estado informado a respeito do andamento dos trabalhos de que trata este artigo, pelo menos a cada período de 30 (trinta) dias.

Palácio dos Bandeirantes, 25 de julho de 1997

MÁRIO COVAS

Fernando Gomez Carmona

Secretário da Administração

e Modernização do Serviço Público

Fernando Dall'Acqua

Secretário-Adjunto, Respondendo pelo Expediente da Secretaria da Fazenda

Antonio Angarita

Secretário do Governo e Gestão Estratégica

Publicado na Secretaria de Estado do Governo e Gestão Estratégica, aos 25 de julho de 1997.

MÁRIO COVAS, Governador do Estado de São Paulo, no uso de suas atribuições legais e diante das manifestações do Secretário da Fazenda, do Procurador Geral do Estado e do Secretário da Administração e Modernização do Serviço Público,

Decreta:

Art. 1.
- A Diretoria da Divida Ativa - DDA fica transformada em Diretoria de Arrecadação - DA.

Artigo 2.º - A Diretoria de Arrecadação, subordinada a Coordenação da Administração Tributária - CAT, tem as seguintes finalidades:

Iplanejar e coordenar as atividades de arrecadação e dos serviços relacionados com a previsão das receitas tributárias, acompanhar a sua realização pelo controle e pela cobrança dos débitos fiscais;
IIproceder à admissão e a exclusão de agentes da rede arrecadadora, propor normas e auditar a ação dos referidos agentes;
IIIpropor normas, disciplinar procedimentos, executar, orientar e supervisionar os serviços de concessão de parcelamento de débitos fiscais não inscritos;
IVopinar sobre concessão, averbação, alteração e concordância de regimes especiais relativos ao recolhimento de tributos;
Vpropor ao Coordenador da Administração Tributária a aplicação de regime "ex-offício" de recolhimento do Imposto Sobre Operações Relativas a Circulação de Mercadorias e Sobre Prestação de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação - ICMS a contribuinte inadimplente;
VIencaminhar à Procuradoria Geral do Estado os débitos passíveis de inscrição na dívida ativa;
VIIdesenvolver outras atividades que lhe forem conferidas pelo Coordenador da Administração Tributária, relativamente à arrecadação de tributos e ao seu controle.

Parágrafo único- A Diretoria de Arrecadação poderá, ouvida a Coordenação da Administração Tributária sobre a disponibilidade de pessoal, constituir Grupos Executivos de Cobrança, formados exclusivamente por Agentes Fiscais de Rendas, convocados e treinados para realizar cobrança amigável junto a estabelecimento de contribuinte.

Artigo 3.º - A Diretoria de Arrecadação tem a seguinte estrutura:

IAssistência Técnica;
IICentro de Apoio, Controle e Saneamento;
IIIUnidades Fiscais Regionais de Cobrança.
§ 1ºº - O Centro de Apoio, Controle e Saneamento - DA/CACS a que se refere o inciso II deste artigo, tem nível de Divisão Técnica.
§ 2ºº - O Centro de Apoio, Controle e Saneamento e as Unidades Fiscais Regionais de Cobrança previstos neste artigo, contam em sua estrutura com 1 (uma) Célula de Apoio Administrativo.
§ 3ºº - As Células de Apoio Administrativo, a que se refere o parágrafo anterior, não se caracterizam como unidades administrativas.

Art. 4.
- As Unidades Fiscais Regionais de Cobrança, que poderão ser fixadas até o máximo de 16 (dezesseis), terão suas sedes e áreas territoriais de atuação estabelecidas por ato do Coordenador da Administração Tributária.

Artigo 5.º - A Assistência Técnica da Diretoria tem as seguintes atribuições:

Iassistir o dirigente da Diretoria de Arrecadação no desempenho de suas atribuições;
IIexaminar, estudar e preparar os expedientes submetidos ou encaminhados ao Diretor de Arrecadação;
IIIelaborar pareceres, projetos, planos e relatórios relativos à competência da Diretoria;
IVpropor modificações ou melhorias na metodologia da arrecadação;
Vpropor a instituição de modelos de guias de recolhimento e de documentos de controle de arrecadação;
VIelaborar previsão de arrecadação de tributos e outras receitas, propor metas de desempenho a serem fixadas e distribuídas para as Unidades Fiscais Regionais de Cobrança, e avaliar os resultados, propondo a correção de eventuais desvios;
VIIorientar o controle da arrecadação de tributos e multas;
VIIIorientar o saneamento das divergências encontradas nos dados da arrecadação e do controle;
IXrepresentar contra os agentes participantes do sistema de arrecadação, para imposição de responsabilidades ou aplicação de penalidades por incorreções praticadas na arrecadação.

Artigo 6.º - O Centro de Apoio, Controle e Saneamento tem as seguintes atribuições:

Iquanto ao expediente, o que está previsto no artigo 2.° do Decreto n.° 23.932, de 18 de setembro de 1985;
IIem relação ao Sistema de Administração de Pessoal, o previsto no parágrafo único do artigo 18, do Decreto n.º 13.242, de 12 de fevereiro de 1979;
IIIem relação a material:
a)requisitar, receber e controlar sua qualidade e quantidade;
b)zelar por sua guarda e conservação;
c)efetuar sua entrega às unidades requisitantes;
d)manter atualizados os registros de entrada e de saída destes;
IVfornecer apoio administrativo em relação a adiantamentos;
Vcontrolar, centralizadamente, a arrecadação de tributos e de outras receitas do Estado;
VIsanear as divergências encontradas nos dados da arrecadação e do controle;
VIIorientar, complementarmente, os agentes integrantes do sistema bancário de arrecadação;
VIIIinformar sobre pedidos de restituição de depósito efetuado a maior pela rede bancária na prestação de contas da arrecadação;
IXverificar a consistência e sanear as divergências entre os dados:
a)dos comprovantes de depósito dos agentes arrecadadores e os do resumo da receita, elaborado pela agência bancária centralizadora dos referidos depósitos;
b)referentes aos recolhimentos efetuados junto à rede bancária arrecadadora e os relativos aos fluxos de depósitos;
Xcontrolar a pontualidade dos depósitos;
XIsanear as divergências apontadas pela Coordenadoria Estadual de Controle Interno;
XIIrepresentar sobre:
a)a necessidade de orientação especial aos agentes da rede arrecadadora ou de aperfeiçoamento de métodos, normas, procedimentos ou relatórios existentes, relativamente à arrecadação e ao seu controle;
b)os eventuais desvios de comportamento da rede arrecadadora, referentes às normas fixadas;
XIIIdesenvolver outras atividades que lhe forem conferidas pela Diretoria, relativamente à arrecadação e ao seu controle.

Artigo 7.º - As Unidades Fiscais Regionais de Cobrança - DA/UFRC têm as seguintes atribuições:

Idisponibilizar informações relativas a pagamento de tributos e multas para o sistema;
IIpropor normas para expedição de certidões de débitos fiscais não inscritos;
IIIpromover, em âmbito regional, a cobrança administrativa dos débitos fiscais, atendendo metas, objetivos, critérios e mecanismos fixados pela Diretoria;
IVdiligenciar os processos representativos de crédito tributário, em especial os de débito apurado pelo Fisco, objetivando sua liquidação na fase que antecede a inscrição na Dívida Ativa;
Vlevar ao conhecimento do Posto Fiscal, da área a que o contribuinte estiver vinculado, as divergências de dados cadastrais e outras informações de interesse do Fisco, constatadas quando da realização de diligências;
VIdesenvolver outras atividades que lhe forem conferidas pela Diretoria.

Artigo 8.º - As Células de Apoio Administrativo têm, em suas respectivas áreas de atuação, as seguintes atribuições:

Ireceber, registrar, distribuir e expedir papéis e processos;
IIpreparar o expediente das unidades subordinantes;
IIIdesenvolver outras atividades que se caracterizem como apoio administrativo às unidades subordinantes.

Artigo 9.º - Ao Diretor de Arrecadação, além de suas competências legais e regulamentares e das previstas no artigo 117 do Decreto n.º 51.197, de 27 de dezembro de 1968, compete:

Iresolver as questões relacionadas com a arrecadação de tributos e multas;
IIdesignar Agente Fiscal de Rendas para o desempenho de função de natureza fiscal, na Diretoria de Arrecadação e nas Unidades Fiscais Regionais de Cobrança, com aprovação de Coordenador da Administração Tributária;
IIIem relação ao Sistema de Administração de Pessoal, exercer as competências previstas nos artigos 27 e 29 do Decreto n.º 13.242, de 12 de fevereiro de 1979;
IVem relação aos Sistemas de Administração Financeira e Orçamentária, as previstas no artigo 14 do Decreto-Lei n.º 233, de 28 de abril de 1970;
Vconvocar ou autorizar o deslocamento de servidores para prestação de serviços, fora da sede de exercício, por prazo não superior a 60 (sessenta) dias;
VIdecidir sobre pedidos de restituição de depósito efetuado a maior, por estabelecimento da rede bancária, na prestação de contas da arrecadação;
VIIdecidir sobre pedidos de parcelamentos de débitos fiscais não inscritos, podendo delegar;
VIIIaplicar penalidades aos estabelecimentos da rede arrecadadora de tributos, pelo descumprimento de normas ou de procedimentos estabelecidos para o exercício desta atividade;
IXinformar ao Coordenador da Administração Tributária e ás unidades interessadas da Secretaria da Fazenda, sobre os montantes arrecadados, na forma e nos prazos estabelecidos.

Artigo 10 . - Ao Diretor do Centro de Apoio, Controle e Saneamento, em sua área de atuação, compete:

Iem relação ao Sistema de Administração de Pessoal, exercer as competências previstas no artigo 30 do Decreto n.º 13.242, de 12 de fevereiro de 1979;
IIem relação a administração de material e patrimônio:
a)assinar convites e editais de tomadas de preços;
b)requisitar materiais ao órgão central;
c)autorizar a baixa de bens móveis no patrimônio.

Parágrafo único- O Diretor do Centro de Apoio, Controle e Saneamento exercerá as competências previstas no inciso III, do artigo 15 do Decreto-Lei n.º 233, de 28 de abril de 1970, em conjunto com o dirigente da unidade de despesa correspondente.

Art. 11.
- O Diretor de Arrecadação e os demais responsáveis por unidades previstas neste decreto têm, ainda, em suas áreas de atuação e em consonância com os respectivos níveis hierárquicos, as competências comuns as autoridades em geral, previstas em lei ou decreto.

Parágrafo único- As competências comuns de que trata este artigo poderão, quando necessário, ser especificadas mediante resolução do Secretário da Fazenda.

Art. 12.
- As competências previstas nesta Seção, sempre que coincidentes, serão exercidas, de preferência, pelas autoridades de menor nível hierárquico.

Artigo 13 . - Para fins de concessão da Gratificação de Gestão e Controle do Erário Estadual - GECE, instituída pelo artigo 22 da Lei Complementar n.º 700, de 15 de dezembro de 1992, ficam identificadas as unidades abaixo e indicada a classe de Técnico de Apoio á Arrecadação Tributária, incumbida das atividades específicas afetas áquelas unidades:

Ina Diretoria de Arrecadação, o Centro de

Apoio, Controle e Saneamento - DA-CACS;

IInas Delegacias Regionais Tributárias: as Unidades Fiscais Regionais de Cobrança.

Art. 14.
- Em decorrência do disposto neste decreto, no Anexo IX, a que se refere o artigo 1.º do Decreto n.º 38.388, de 22 de fevereiro de 1994, a denominação de Diretor da Dívida Ativa fica alterada para Diretor de Arrecadação.

Art. 15.
- As atribuições das unidades e as competências das autoridades de que trata este decreto serão exercidas na conformidade da legislação pertinente, podendo ser detalhadas mediante resolução do Secretário da Fazenda.

Artigo 16 . - Este decreto e suas disposições transitórias entrarão em vigor na data de sua públicação, ficando revogadas as disposições em contrário, em especial:

Artigo 1.º - Em caráter excepcional, as unidades a seguir identificadas, da Coordenação da Administração Tributária - CAT, da Secretaria da Fazenda, permanecerão em atividade, subordinadas hierarquicamente á Diretoria de Arrecadação - DA e funcionalmente ás Delegacias Regionais Tributárias, para providências relacionadas a transferência de processos, expedientes e documentos afins, para a Procuradoria Geral do Estado, em razão da competência privativa institucional, estabelecida pelo artigo 99, inciso VI, da Constituição Estadual, para promover a inscrição, o controle e a cobrança da divida ativa estadual:

Ida Diretoria Executiva da Administração Tributária - DEAT:
a)a Supervisão Central de Controle de Arrecadação - DEAT-CA, criada pelo artigo 2.º, inciso I, alínea "a", do Decreto n.º 26.648, de 21 de janeiro de 1987;
b)o Grupo de Controle - DEAT-CA, o Grupo de Saneamento - DEAT-CA-2 e a Seção de Apoio Administrativo - DEAT-CA-AA, criadas pelo artigo 6.º, incisos I a III, do Decreto n.º 26.648, de 21 de janeiro de 1987;
IIdas Delegacias Regionais Tributárias da Capital - DRTC-I, II e III, os itens 2.6 ao 2.6.2, do inciso I, do artigo 1.º, do Decreto n.º 39.320, de 30 de setembro de 1994:
a)3 (três) Supervisões Regionais de Controle de Arrecadação - DRTCs-CRA;
b)3 (três) Supervisões Setoriais de Controle DRTCs-CRAS-1;
c)3 (três) Supervisões Setoriais de Cobrança DRTCs-CRA-2;
d)3 (três) Unidades de Atendimento ao Público - DRTCs-CRAS-3;
e)3 (três) Seções da Dívida Ativa - DRTC-DA;
IIIdas Delegadas Regionais Tributárias: a) do Litoral DRT-2, as criadas pelo artigo 2.º, inciso I, alínea "b", e artigo 10,
§ 2º, item 2, alíneas "a" a "e", ambos do Decreto n.º 26.648, de 21 de janeiro de 1987:

1. 1 (uma) Supervisão Regional de Controle de Arrecadação;

2. 3 (três) Supervisões de Controle de Arrecadação;

3.1 (uma) Supervisão Setorial de Controle;

4.1 (uma) Supervisão Setorial de Cobrança;

5.2 (duas) Supervisões Setoriais de Controle e Cobrança;

6.13 (treze) Unidades de Atendimento ao Público;

b)do Vale do Paraíba - DRT-3, as criadas pelo artigo 2.º, inciso I, alínea "b", e artigo 10,
§ 2º, item 3, alíneas "a" a "e", ambos do Decreto n.º 26.648, de 21 de janeiro de 1987:

1. 1 (uma) Supervisão Regional de Controle de Arrecadação;

2. 4 (quatro) Supervisões de Controle de Arrecadação;

3. 2 (duas) Supervisões Setoriais de Controle;

4. 2 (duas) Supervisões Setoriais de Cobrança;

5. 4 (quatro) Supervisões Setoriais de Controle e Cobrança;

6. 38 (trinta e oito) Unidades de Atendimento ao Público;

c)de Sorocaba - DRT-4, as criadas pelo artigo 2.º, inciso I, alínea "b", e artigo 10,
§ 2º, item 4, alíneas "a" a "e", ambos do Decreto n.º 26.648, de 21 de janeiro de 1987:

1. 1 (uma) Supervisão Regional de Controle de Arrecadação;

2. 7 (sete) Supervisões de Controle de Arrecadação;

3.1 (uma) Supervisão Setorial de Controle;

4.1 (uma) Supervisão Setorial de Cobrança;

5.6 (seis) Supervisões Setoriais de Controle e Cobrança;

6. 42 (quarenta e duas) Unidades de Atendimento ao Público;

d)de Campinas - DRT-5, as criadas pelo artigo 2.º, inciso I, alínea "b", e artigo 10,
§ 2º, item 5, alíneas "a" a "e", ambos do Decreto n.° 26.648, de 21 de janeiro de 1987, com a nova redação dada pelo artigo 4.º, inciso I do Decreto n.º 41.842, de 9 de junho de 1997:

1. 1 (uma) Supervisão Regional de Controle de Arrecadação;

2. 4 (quatro) Supervisões de Controle de Arrecadação;

3. 4 (quatro) Supervisões Setoriais de Controle;

4. 4 (quatro) Supervisões Setoriais de Cobrança;

e)de Ribeirão Preto - DRT-6, as criadas pelo artigo 2.º, inciso I, alínea "b", e artigo 10,
§ 2º, item 6, alíneas "a" a "e", ambos do Decreto n.º 26.648, de 21 de janeiro de 1987, com a nova redação dada pelo artigo 4.º, inciso II, do Decreto n.º 41.842, de 9 de junho de 1997:

1. 1 (uma) Supervisão Regional de Controle de Arrecadação;

2. 9 (nove) Supervisões de Controle de Arrecadação;

3. 2 (duas) Supervisões Setoriais de Controle;

4. 2 (duas) Supervisões Setoriais de Cobrança;

5. 7 (sete) Supervisões Setoriais de Controle e Cobrança;

f)de Bauru - DRT-7, as criadas pelo artigo 2.º, inciso I, alínea "b", e artigo 10,
§ 2º, item 7, alíneas "a" a "e", ambos do Decreto n.º 26.648, de 21 de janeiro de 1987:

1. 1 (uma) Supervisão Regional de Controle de Arrecadação;

2. 4 (quatro) Supervisões de Controle de Arrecadação;

3. 1 (uma) Supervisão Setorial de Controle;

4. 1 (uma) Supervisão Setorial de Cobrança;

5. 3 (três) Supervisões Setoriais de Controle e Cobrança;

6. 31 (trinta e uma) Unidades de Atendimento ao Público;

g)de São José do Rio Preto - DRT-8, as criadas pelo artigo 2.º, inciso I, alínea "b", e artigo 10,
§ 2º, item 8, alíneas "a" a "e", ambos do Decreto n.º 26.648, de 21 de janeiro de 1987:

1. 1 (uma) Supervisão Regional de Controle de Arrecadação;

2. 7 (sete) Supervisões de Controle de Arrecadação;

3.1 (uma) Supervisão Setorial de Controle;

4.1 (uma) Supervisão Setorial de Cobrança;

5. 6 (seis) Supervisões Setoriais de Controle e cobrança;

6. 73 (setenta e três) Unidades de Atendimento ao Público;

h)de Araçatuba - DRT-9, as criadas pelo artigo 2.2, inciso I, alínea "b", e artigo 10,
§ 2º, item 9, alíneas "a" a "e" ambos do Decreto n.° 26.648, de 21 de janeiro de 1987:

1. 1 (uma) Supervisão Regional de Controle de Arrecadação;

2.4 (quatro) Supervisões de Controle de Arrecadação;

3.1 (uma) Supervisão Setorial de Controle;

4.1 (uma) Supervisão Setorial de Cobrança;

5. 3 (três) Supervisões Setoriais de Controle e Cobrança;

6. 30 (trinta) Unidades de Atendimento ao Público;

i)de Presidente Prudente (DRT-10), as criadas pelo artigo 2.º, inciso I, alínea "b", e artigo 10,
§ 2º, item 10, alíneas "a" a "e", ambos do Decreto n.º 26.648, de 21 de janeiro de 1987:

1.1 (uma) Supervisão Regional de Controle de Arrecadação;

2.5 (cinco) Supervisões de Controle de Arrecadação;

3.1 (uma) Supervisão Setorial de Controle;

4.1 (uma) Supervisão Setorial de Cobrança;

5. 4 (quatro) Supervisões Setoriais de Controle e Cobrança;

6.41 (quarenta e uma) Unidades de Atendimento ao Público;

j)de Marília (DRT-11), as criadas pelo artigo 2.º, inciso I, alínea "b", e artigo 10,
§ 2º, item 11, alíneas "a" a "e", ambos do Decreto n.º 26.648, de 21 de janeiro de 1987:

1. 1 (uma) Supervisão Regional de Controle de Arrecadação;

2.5 (cinco) Supervisões de Controle de Arrecadação;

3.1 (uma) Supervisão Setorial de Controle;

4.1 (uma) Supervisão Setorial de Cobrança;

5. 4 (quatro) Supervisões Setoriais de Controle e Cobrança;

6. 38 (trinta e oito) Unidades de Atendimento ao Público;

I) do ABCD (DRT-12), criadas pelo desdobramento da Delegacia Regional Tributária da Grande São Paulo (DRT-1) e sua estrutura dada pelo artigo 3.º, do Decreto n.º 27.348, de 15 de setembro de 1987:

1.1 (uma) Supervisão Regional de Controle de Arrecadação;

2.2 (duas) Supervisões de Controle de Arrecadação;

3.2 (duas) Supervisões Setoriais de Controle;

4.2 (duas) Supervisões Setoriais de Cobrança;

5.1 (uma) Seção de Dívida Ativa;

m)de Guarulhos (DRT-13), criadas pelo desdobramento da Delegacia Regional Tributária da Grande São Paulo (DRT-1) e sua estrutura dada pelo artigo 3.º, do Decreto n.º 27.348, de 15 de setembro de 1987:

1.1 (uma) Supervisão Regional de Controle de Arrecadação;

2.2 (duas) Supervisões de Controle de Arrecadação;

3.2 (duas) Supervisões Setoriais de Controle;

4. 2 (duas) Supervisões Setoriais de Cobrança;

5.1 (uma) Seção de Dívida Ativa;

n)de Osasco (DRT-14), criadas pelo desdobramento da Delegacia Regional Tributária da Grande São Paulo (DRT-1) e sua estrutura dada pelo artigo 3.º, do Decreto n.º 27.348, de 15 de setembro de 1987:

1.1 (uma) Supervisão Regional de Controle de Arrecadação;

2.2 (duas) Supervisões de Controle de Arrecadação;

3.2 (duas) Supervisões Setoriais de Controle;

4.2 (duas) Supervisões Setoriais de Cobrança;

5.1 (uma) Seção de Dívida Ativa;

o)de Araraquara (DRT-15), criadas pelo artigo 2.º, inciso VII, subitens 1.1 a 1.3, item 2 e artigo 5.º, ambos do Decreto n.º 30.554, de 3 de outubro de 1989, com a redação dada a este último pelo artigo 4.°, inciso III do Decreto n.° 41.842, de 9 de junho de 1997:

1.1 (uma) Supervisão Regional de Controle de Arrecadação;

2.4 (quatro) Supervisões de Controle de Arrecadação;

3.1 (uma) Supervisão Setorial de Controle;

4.1 (uma) Supervisão Setorial de Cobrança;

5.3 (três) Supervisões Setoriais de Controle e Cobrança;

6.1 (uma) Seção de Dívida Ativa;

p)de Jundiaí (DRT-16), as previstas no item 13 do
§ 2º do artigo 10 do Decreto n.º 26.648, de 21 de janeiro de 1987, com a redação dada pelo artigo 4.º, inciso IV, do Decreto 41.842, de 9 de junho de 1987:

1. 1 (uma) Supervisão Regional de Controle de Arrecadação;

2. 4 (quatro) Supervisões de Controle de Arrecadação;

3.2 (duas) Supervisões Setoriais de Controle;

4. 2 (duas) Supervisões Setoriais de Cobrança;

5. 2 (duas) Supervisões Setoriais de Controle e Cobrança;

6.1 (uma) Seção de Dívida Ativa;

IVas Seções da Dívida Ativa das Delegacias Regionais Tributárias do Litoral, do Vale do Paraíba, de Sorocaba, de Ribeirão Preto, de Bauru, de São José do Rio Preto, de Araçatuba, de Presidente Prudente e de Marília, perfazendo 09 (nove) Seções, mantidas na estrutura conforme artigo 8.º, inciso II, do Decreto n.° 26.648, de 21 de janeiro de 1987;
Va Seção de Dívida Ativa, com seus Setores de Preparação e Setor de Ajuizamento, da Delegacia Regional Tributária de Campinas, mantidos na estrutura, conforme artigo 9.º, inciso II, alíneas "a" e "b" do Decreto n.° 26.648, de 21 de janeiro de 1987.
§ 1ºº - O acervo patrimonial e os servidores das unidades identificadas por este artigo serão transferidos para a Diretoria de Arrecadação - DA e para o Centro de Apoio, Controle e Saneamento DA/CACS, na Capital, e para as Unidades Fiscais Regionais de Cobrança - DA/UFRC das respectivas regiões.
§ 2ºº - A excepcionalidade de que trata este artigo vigorará até que se viabilizem as medidas necessárias de estruturação administrativa e de pessoal da Procuradoria Geral do Estado, para a transferência dos serviços da Dívida Ativa.
§ 3ºº - A Secretaria da Fazenda e a Procuradoria Geral do Estado, em trabalho conjunto, deverão viabilizar, no mesmo período de excepcionalidade, a assunção, pela última, das atividades e meios necessários ao serviço da Dívida Ativa.

Art. 2.
- No período de excepcionalidade mencionado no artigo anterior, os integrantes da classe de Técnico de Apoio à Arrecadação Tributária, em exercício nas unidades nele identificadas, destinadas à extinção mediante decretos específicos, terão assegurado o direito de percepção da Gratificação de Gestão e Controle do Erário Estadual, instituida pelo artigo 22 da Lei Complementar n.° 700, de 15 de dezembro de 1992, desde que as referidas unidades tenham sido identificadas pelo Decreto n.° 36.446, de 11 de janeiro de 1993, e alterações posteriores.

Artigo 3.º - As unidades da Diretoria de Arrecadação serão instaladas e colocadas em funcionamento nos prazos abaixo assinalados:

Ia Diretoria de Arrecadação - DA, a Assistência Técnica e o Centro de Apoio, Controle e Saneamento, na data da publicação deste decreto;
IIas Unidades Fiscais Regionais de Cobrança DA/UFRC, em 60 (sessenta) dias a contar da data da publicação deste decreto.

Art. 4.
- Com vistas às medidas a que se refere o '
§ 2° do artigo 1.° destas disposições transitórias, o Procurador Geral do Estado deverá encaminhar ao Governador do Estado, dentro de 90 (noventa) dias, contados a partir da data da publicação deste decreto, minuta de projeto de lei ou de lei complementar, conforme for o caso, dispondo sobre:
Ia criação e organização, na estrutura da Procuradoria Geral do Estado, das unidades necessárias ao adequado desempenho da sua função institucional prevista no inciso VI do artigo 99 da Constituição Estadual, qual seja a de promover a inscrição, o controle e a cobrança da dívida ativa estadual;
IIa criação, no Quadro da Procuradoria Geral do Estado, dos cargos necessários ao adequado funcionamento das unidades de que trata o inciso anterior.

Parágrafo único- Tendo em vista a agilização do processo decisório, a proposta a que se refere este artigo deverá ser elaborada de acordo com princípios e diretrizes fixados em conjunto com a Secretaria da Administração e Modernização do Serviço Público, sem prejuízo da manifestação desta na ocasião oportuna.

Palácio dos Bandeirantes, 25 de julho de 1997

MÁRIO COVAS

Fernando Gomez Carmona

Secretário da Administração e Modernização do Serviço Público

Fernando Dall'Acqua

Secretário-Adjunto, Respondendo pelo Expediente da Secretaria da Fazenda

Antonio Angarita

Secretário do Governo e Gestão Estratégica

Publicado na Secretaria de Estado do Governo e Gestão Estratégica, aos 25 de julho de 1997.

(Publicado novamente por ter saído com incorreções)

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