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Leis Ordinárias

Lei nº 10479, de 28 de junho de 2002

Lei 10479

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Art. 1.
Esta Lei dispõe sobre a remuneração dos servidores que integram as seguintes Carreiras do Serviço Exterior Brasileiro:
IDiplomata;
IIOficial de Chancelaria; e
IIIAssistente de Chancelaria.

I - quando cedido para a Presidência ou Vice-Presidência da República, na forma do parágrafo único deste artigo; e

Presidência da República

Casa Civil

Subchefia para Assuntos Jurídicos

Dispõe sobre a remuneração dos integrantes das Carreiras de Diplomata, Oficial de Chancelaria e Assistente de Chancelaria, e dá outras providências.

O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei:

Art. 2.
As Carreiras a que se referem os incisos I, II e III do art. 1o estão estruturadas em classes e padrões de vencimento básico, conforme estabelecido nos Anexos I, II e III.
Art. 3.
Ficam instituídas a Gratificação de Desempenho de Atividade Diplomática – GDAD, devida aos integrantes da Carreira de Diplomata, a Gratificação de Desempenho de Atividade de Oficial de Chancelaria – GDAOC, devida aos integrantes da Carreira de Oficial de Chancelaria e Gratificação de Desempenho da Atividade de Assistente de Chancelaria – GDAAC, devida aos integrantes da Carreira de Assistente de Chancelaria, no percentual de até 50% (cinqüenta por cento), incidentes sobre o vencimento básico do servidor. (Regulamento)
§ 1ºA GDAD, a GDAOC e a GDAAC devidas aos ocupantes de cargos efetivos das Carreiras de Diplomata, de Oficial de Chancelaria e de Assistente de Chancelaria, respectivamente, em exercício de atividades inerentes às suas atribuições no Ministério das Relações Exteriores – MRE, será atribuída em função do efetivo desempenho do servidor, bem como de metas de desempenho institucional fixadas, na forma estabelecida em ato do Poder Executivo.
§ 2ºAté 20 (vinte) pontos percentuais da GDAD, da GDAOC e da GDAAC serão atribuídos em função do alcance das metas institucionais.
§ 3ºPara fins de pagamento da GDAD, da GDAOC e da GDAAC serão definidos, no ato a que se refere o § 1o deste artigo, o percentual mínimo de atingimento das metas, em que a parcela das referidas gratificações correspondente à avaliação institucional será igual a 0 (zero), e o percentual a partir do qual ela será igual a 100% (cem por cento), sendo os percentuais de gratificação distribuídos proporcionalmente nesse intervalo.
§ 4ºNas avaliações de desempenho institucional e individual, os critérios e procedimentos específicos e os fatores de avaliação deverão ser objeto de regulamentação própria, expedida pelo Ministro de Estado das Relações Exteriores, de acordo com os parâmetros estabelecidos nesta Lei e no ato a que se refere o § 1o deste artigo.
§ 5ºAs avaliações de desempenho individual deverão observar o seguinte:
Ia média das avaliações de desempenho individual do conjunto de servidores das Carreiras de Diplomata, de Oficial de Chancelaria e de Assistente de Chancelaria não poderá ser superior ao resultado da respectiva avaliação institucional; e
IIas avaliações de desempenho individuais deverão ser feitas numa escala de 0 (zero) a 100 (cem) pontos, com desvio-padrão maior ou igual a 5 (cinco) e média aritmética menor ou igual a 95 (noventa e cinco) pontos, considerado o conjunto de avaliações.
Art. 3-A.
A GDAD, a GDAOC e a GDAAC, instituídas pelo art. 3º desta Lei, a partir de 1º de agosto de 2004, serão pagas com a observância dos seguintes percentuais e limites: (Incluído pela Lei nº 11.319, de 2006)
Ide 1º de agosto de 2004 até 31 de março de 2005: (Incluído pela Lei nº 11.319, de 2006)
a)até 55% (cinqüenta e cinco por cento), incidentes sobre o vencimento básico do servidor, em decorrência dos resultados da avaliação de desempenho individual; e (Incluída pela Lei nº 11.319, de 2006)
b)até 22,5% (vinte e dois e meio por cento), incidentes sobre o maior vencimento básico do cargo, em decorrência dos resultados da avaliação institucional; (Incluída pela Lei nº 11.319, de 2006)
IIa partir de 1º de abril de 2005: (Incluído pela Lei nº 11.319, de 2006)
a)até 70% (setenta por cento), incidentes sobre o vencimento básico do servidor, em decorrência dos resultados da avaliação de desempenho individual; e (Incluída pela Lei nº 11.319, de 2006)
b)até 30% (trinta por cento), incidentes sobre o maior vencimento básico do cargo, em decorrência dos resultados da avaliação institucional. (Incluída pela Lei nº 11.319, de 2006)
Art. 4.
O titular de cargo efetivo da Carreira de Diplomata das Classes de Ministro de Primeira Classe e Ministro de Segunda Classe quando investido em cargo em comissão correspondente a sua Classe, na forma da lei e dos regulamentos pertinentes, fará jus à GDAD calculada no seu percentual máximo. (Redação dada pela Lei nº 11.319, de 2006)
Art. 5.
O titular de cargo efetivo das Carreiras de Diplomata, de Oficial de Chancelaria e de Assistente de Chancelaria que não se encontre na situação definida no § 1o do art. 3o somente fará jus às gratificações instituídas por esta Lei:
IIquando investido em cargo em comissão em outros órgãos e entidades da Administração Pública Federal na forma das alíneas abaixo:
a)o servidor investido em cargo em comissão de Natureza Especial e do Grupo-Direção e Assessoramento Superiores, níveis DAS-6, DAS-5, ou equivalentes, perceberá a GDAD, a GDAOC ou a GDAAC, conforme a Carreira a que pertença, em valor calculado com base no disposto no art. 3o; e
b)o servidor investido em cargo em comissão DAS-4, ou equivalente, perceberá a respectiva gratificação de desempenho em valor calculado com base em 37,5 (trinta e sete e meio) pontos percentuais incidentes sobre o vencimento básico do servidor.
a)o servidor investido em cargo em comissão de Natureza Especial e do Grupo-Direção e Assessoramento Superiores, níveis DAS-6, DAS-5 ou equivalentes, perceberá a GDAD, a GDAOC ou a GDAAC, conforme a Carreira a que pertença, em valor calculado com base no disposto nos arts. 3º e 3º-A desta Lei; e (Redação dada pela Lei nº 11.319, de 2006)
b)o servidor investido em cargo em comissão DAS-4, ou equivalente, perceberá a respectiva gratificação de desempenho em valor calculado com base em 75% (setenta e cinco por cento) de seu percentual máximo. (Redação dada pela Lei nº 11.319, de 2006)
Parágrafo únicoO servidor referido no inciso I terá a gratificação que lhe for devida, calculada com base nas regras válidas para os servidores em exercício no MRE.
Art. 6.
Até 31 de maio de 2002, enquanto não forem regulamentadas e até que sejam processados os resultados da avaliação de desempenho, a GDAD, a GDAOC e a GDAAC corresponderão ao percentual de 25% (vinte e cinco por cento) incidentes sobre o vencimento básico de cada servidor.
Parágrafo únicoO resultado da primeira avaliação gera efeitos financeiros a partir da regulamentação e da fixação das metas de desempenho, observado o que dispõe o § 1o do art. 3o desta Lei, que configuram o início do período de avaliação, devendo ser compensadas eventuais diferenças pagas a maior ou menor no período, em função da aplicação do previsto no caput.
Art. 7.
Os integrantes das Carreiras de Diplomata, de Oficial de Chancelaria e de Assistente de Chancelaria não fazem jus à percepção da Gratificação de Atividade - GAE, de que trata a Lei Delegada no 13, de 27 de agosto de 1992, nem à Gratificação de Habilitação Profissional e Acesso – GHPA, de que tratam o inciso V do art. 3o do Decreto-Lei no 2.405, de 29 de dezembro de 1987, o inciso IV do § 5o do art. 2o da Lei no 7.923, de 12 de dezembro de 1989, e os arts. 28 e 29 da Lei no 8.829, de 22 de dezembro de 1993.
Art. 8.
A GDAD, a GDAOC e a GDAAC integrarão os proventos da aposentadoria e as pensões, de acordo com:
Ia média aritmética do percentual atribuído ao servidor nas últimas 10 (dez) avaliações de desempenho, observado o período mínimo de 60 (sessenta) meses; ou
IIo valor correspondente a 30 (trinta) pontos percentuais, quando atribuídas por período inferior a 60 (sessenta) meses. (Redação dada pela Lei nº 11.319, de 2006)
§ 1ºÀs aposentadorias e às pensões existentes quando da publicação desta Lei aplica-se o disposto no inciso II deste artigo.
§ 2ºO titular de cargo efetivo da Carreira de Diplomata das classes de Ministro de Primeira Classe, Ministro de Segunda Classe e de Conselheiro, que for aposentado até 12 (doze) meses depois de seu retorno ao Brasil de missão no exterior na qual estava investido, por período igual ou superior a 60 (sessenta) meses, em função correspondente à sua classe no caso de Ministro de Primeira Classe e de Ministro de Segunda Classe, e em função de Ministro-Conselheiro comissionado ou titular de Repartição Consular, no caso de Conselheiro, na forma da lei e dos regulamentos pertinentes, fará jus à incorporação da GDAD calculada com base em 50 (cinqüenta) pontos percentuais.
§ 3ºPara fins de cálculo da média referida no inciso I deste artigo, o período em que o titular de cargo efetivo da Carreira de Diplomata das classes de Ministro de Primeira Classe, Ministro de Segunda Classe e Conselheiro tenha permanecido em missão no exterior, investido em função, conforme disposto no § 2o deste artigo, será considerado, para fins de incorporação, com a GDAD calculada com base em 50 (cinqüenta) pontos percentuais.
§ 4ºO titular de cargo efetivo das carreiras de Oficial e de Assistente de Chancelaria, desde que posicionado na classe Especial e que for aposentado até 12 (doze) meses de seu retorno ao Brasil de missão permanente no exterior de duração igual ou superior a 60 (sessenta) meses, fará jus à incorporação da GDAOC ou da GDAAC, respectivamente, calculada com base em 50 (cinqüenta) pontos percentuais.
§ 2ºO titular de cargo efetivo da Carreira de Diplomata das Classes de Ministro de Primeira Classe, Ministro de Segunda Classe e de Conselheiro que for aposentado até 12 (doze) meses depois de seu retorno ao Brasil de missão no exterior na qual estava investido, por período igual ou superior a 60 (sessenta) meses, em função correspondente a sua Classe no caso de Ministro de Primeira Classe e de Ministro de Segunda Classe e em função de Ministro-Conselheiro comissionado ou titular de Repartição Consular, no caso de Conselheiro, na forma da lei e dos regulamentos pertinentes, fará jus à incorporação da GDAD calculada com base no seu percentual máximo. (Redação dada pela Lei nº 11.319, de 2006)
§ 3ºPara fins de cálculo da média referida no inciso I do caput deste artigo, o período em que o titular de cargo efetivo da Carreira de Diplomata das Classes de Ministro de Primeira Classe, Ministro de Segunda Classe e Conselheiro tenha permanecido em missão no exterior investido em função, conforme disposto no § 2o deste artigo, será considerado, para fins de incorporação, com a GDAD calculada com base no seu percentual máximo. (Redação dada pela Lei nº 11.319, de 2006)
§ 4ºO titular de cargo efetivo das Carreiras de Oficial e de Assistente de Chancelaria, desde que posicionado na Classe Especial e que for aposentado até 12 (doze) meses de seu retorno ao Brasil de missão permanente no exterior de duração igual ou superior a 60 (sessenta) meses, fará jus à incorporação da GDAOC ou da GDAAC, respectivamente, calculada com base no seu percentual máximo. (Redação dada pela Lei nº 11.319, de 2006)
Art. 9.
A GDAD, a GDAOC e a GDAAC não serão devidas àqueles que não se encontram no desempenho de atribuições decorrentes da condição de servidor público federal.
Art. 10.
A aplicação do disposto nesta Lei a aposentados e pensionistas não poderá implicar redução de proventos e pensões.
Parágrafo únicoConstatada a redução de proventos ou pensão decorrente da aplicação do disposto nesta Lei, a diferença será paga a título de vantagem pessoal nominalmente identificada, sujeita exclusivamente à atualização decorrente de revisão geral da remuneração dos servidores públicos federais.
Art. 11.
Na hipótese de redução de remuneração de servidor das Carreiras do Serviço Exterior Brasileiro decorrente da aplicação do disposto nesta Lei, a diferença será paga a título de vantagem pessoal nominalmente identificada, a ser absorvida por ocasião da reorganização ou reestruturação das Carreiras ou suas tabelas remuneratórias, concessão de reajustes, adicionais, gratificações ou vantagem de qualquer natureza ou do desenvolvimento nas Carreiras.
Art. 12.
Ficam extintas a Gratificação de Desempenho Diplomático - GDD e a Gratificação de Desempenho de Atividade de Chancelaria – GDC, de que tratam os arts. 12 e 13 da Lei no 9.625, de 7 de abril de 1998, respectivamente.
Art. 13.
Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação, com efeitos financeiros a partir de 1o de março de 2002.
Art. 14.
Revogam-se os arts. 28 e 29 da Lei no 8.829, de 22 de dezembro de 1993, e os arts. 12, 13, 14, 17 e 18 da Lei no 9.625, de 7 de abril de 1998.

Brasília, 28 de junho de 2002; 181o da Independência e 114o da República.

FERNANDO HENRIQUE CARDOSO

Celso Lafer

Guilherme Gomes Dias

Este texto não substitui o publicado no D.O.U. de 1.7.2002

ANEXO I

(Vide Medida provisória nº 302, de 2006)

TABELA DE VENCIMENTO

Carreira de Diplomata

CLASSEPADRÃOVALOR (EM R$)
Ministro de Primeira ClasseMinistro de Primeira Classe4.647,37
Ministro de Segunda ClasseMinistro de Segunda Classe4.511,58
ConselheiroConselheiro com CAE4.252,59
Conselheiro4.089,03
Primeiro SecretárioPrimeiro Secretário3.854,30
Segundo SecretárioSegundo Secretário com CAD3.633,05
Segundo Secretário3.527,23
Terceiro SecretárioTerceiro Secretário com PROFA3.424,49
Terceiro Secretário3.221,90

CAE – Curso de Altos Estudos

CAD – Curso de Aperfeiçoamento de Diplomatas

PROFA – Programa de Formação e Aperfeiçoamento

ANEXO II

(Vide Medida provisória nº 302, de 2006)

TABELA DE VENCIMENTO

Carreira de Oficial de Chancelaria

CARGOCLASSEPADRÃOVALOR (EM R$)
Oficial de ChancelariaESPECIALV2.482,96
IV2.397,33
III2.328,59
II2.314,04
I2.286,10
AVII2.170,96
VI2.147,27
V2.124,27
IV2.101,97
III2.080,29
II2.059,29
I2.038,85
INICIALVIII1.971,10
VII1.953,21
VI1.935,88
V1.919,05
IV1.902,68
III1.813,11
II1.799,78
I1.786,83

ANEXO III

(Vide Medida provisória nº 302, de 2006)

TABELA DE VENCIMENTO

Carreira de Assistente de Chancelaria

CARGOCLASSEPADRÃOVALOR (EM R$)
Assistente de
Chancelaria
ESPECIALV890,82
IV831,34
III800,82
II771,53
I766,74
AVII677,02
VI652,97
V629,90
IV607,93
III586,78
II566,62
I547,28
INICIALVIII498,06
VII481,59
VI465,86
V450,79
IV436,32
III377,61
II366,17
I355,22

TABELA DE VENCIMENTO BÁSICO DA CARREIRA DE DIPLOMATA

CLASSEPADRÃOVENCIMENTO BÁSICO
A PARTIR DE 1o DE JULHO DE 2006A PARTIR DE 1o DE JULHO DE 2007A PARTIR DE 1o DE JULHO DE 2008A PARTIR DE 1o DE JULHO DE 2009
Ministro de Primeira ClasseMinistro de Primeira Classe5.632,615.857,916.092,236.335,92
Ministro de Segunda ClasseMinistro de Segunda Classe5.468,045.686,765.914,236.150,80
ConselheiroConselheiro com CAE (1)5.154,145.360,315.574,725.797,71
Conselheiro4.955,905.154,145.360,305.574,71
Primeiro SecretárioPrimeiro Secretário4.671,414.858,275.052,605.254,70
Segundo SecretárioSegundo Secretário com CAD (2)4.403,264.579,394.762,574.953,07
Segundo Secretário4.275,004.446,004.623,844.808,79
Terceiro SecretárioTerceiro Secretário com PROFA (3)4.150,484.316,504.489,164.668,73
Terceiro Secretário3.904,944.061,144.223,584.392,53

(1) CAE – Curso de Altos Estudos

(2) CAD – Curso de Aperfeiçoamento de Diplomatas

(3) PROFA – Programa de Formação e Aperfeiçoamento

ANEXO II

(Redação dada pela lei nº 11.356, de 2006)

TABELA DE VENCIMENTO BÁSICO DA CARREIRA DE OFICIAL DE CHANCELARIA

EM R$

CARGOCLASSEPADRÃOVENCIMENTO BÁSICO
A PARTIR DE 1o DE JULHO DE 2006A PARTIR DE 1o DE JULHO DE 2007A PARTIR DE 1o DE JULHO DE 2008A PARTIR DE 1o DE JULHO DE 2009
Oficial de ChancelariaESPECIALV2.883,962.999,323.119,293.244,06
IV2.784,502.895,883.011,723.132,18
III2.704,662.812,852.925,363.042,37
II2.687,762.795,272.907,083.023,36
I2.655,302.761,512.871,972.986,85
AVII2.521,572.622,432.727,332.836,42
VI2.494,052.593,812.697,562.805,47
V2.467,342.566,032.668,672.775,42
IV2.441,442.539,102.640,662.746,29
III2.416,252.512,902.613,422.717,95
II2.391,862.487,532.587,042.690,52
I2.368,132.462,862.561,372.663,82
INICIALVIII2.289,432.381,012.476,252.575,30
VII2.268,652.359,402.453,772.551,92
VI2.248,532.338,472.432,012.529,29
V2.228,982.318,142.410,862.507,30
IV2.209,972.298,372.390,302.485,92
III2.105,932.190,172.277,772.368,88
II2.090,452.174,072.261,032.351,47
I2.075,412.158,432.244,762.334,55

ANEXO III

(Redação dada pela lei nº 11.356, de 2006)

TABELA DE VENCIMENTO BÁSICO DA CARREIRA DE ASSISTENTE DE CHANCELARIA

EM R$

CARGOCLASSEPADRÃOVENCIMENTO BÁSICO
A PARTIR DE 1o DE JULHO DE 2006A PARTIR DE 1o DE JULHO DE 2007A PARTIR DE 1o DE JULHO DE 2008A PARTIR DE 1o DE JULHO DE 2009
Assistente de ChancelariaESPECIALV1.169,651.216,441.265,091.315,70
IV1.091,551.135,211.180,621.227,85
III1.051,481.093,541.137,281.182,77
II1.013,031.053,551.095,691.139,52
I1.006,731.047,001.088,881.132,43
AVII888,93924,49961,47999,93
VI857,35891,64927,31964,40
V827,06860,14894,55930,33
IV798,21830,14863,34897,88
III770,45801,27833,32866,65
II743,98773,74804,69836,88
I718,58747,32777,22808,30
INICIALVIII653,95680,11707,31735,60
VII632,33657,62683,93711,29
VI611,68636,15661,59688,06
V591,89615,57640,19665,80
IV572,88595,80619,63644,41
III495,81515,64536,27557,72
II480,78500,01520,01540,81
I466,4485,06504,46524,64

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