Roraima
Lei Estadual de Roraima nº 1005, de 27 de julho de 2015
Lei nº 1005/2015
Nesta página
Art. 1. CAPÍTULO I – DAS PRIORIDADES, METAS E RESULTADOS FISCAIS DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA ESTADUAL CAPÍTULO II – DA ORGANIZAÇÃO E ESTRUTURA DOS ORÇAMENTOS CAPÍTULO III – DAS DIRETRIZES, ORIENTAÇÕES E CRITÉRIOS PARA A ELABORAÇÃO E EXECUÇÃO DOS ORÇAMENTOS FISCAL, DA SEGURIDADE SOCIAL E DE INVESTIMENTO DAS ESTATAIS CAPÍTULO I – V DA.S DISPOSIÇÕES RELATIVAS ÀS DESPESAS DO ESTADO COM PESSOAL E ENCARGOS SOCIAIS CAPÍTULO V – DA POLÍTICA DE APLICAÇÃO DE RECURSOS PELAS AGÊNCIAS FINANCEIRAS OFICIAIS DE FOMENTO CAPÍTULO VI – WA-AP GOVERNO DO POVO -- RoRmmA -- CAPÍTULO VII – DAS DISPOSIÇÕES FINAISc GOVERNO
DO POVO RORAIMA
Lei de Diretrizes Orçamentárias 2016
27-J1L-2015 17:35 0019Ü2 2/2
GOVERNO DE RORAIMA
"Dispõe sobre as Diretrizes Orçamentárias para o exercício de 2016, e dá outras providências."
A GOVERNADORA DO ESTADO DE RORAIMA
Faço saber que a Assembleia Legislativa aprovou e eu sanciono a seguinte Lei:
DISPOSIÇÕES PRELIMINARES
.
· VII - as disposições finais; e
CAPÍTULO I
DAS PRIORIDADES, METAS E RESULTADOS FISCAIS DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA ESTADUAL
GOVERNO E-mail.: gabinete @gabgov.rr.gov.br DO POVO Fone/Fax: (95) 21217930 / 21217932 - RORA -
"Amazônia: Patrimônio dos Crasileiros" e o Estado de Roraima, serão estabelecidas na Lei do Plano Plurianual 2016-2019, cujo projeto será encaminhado à Assembleia Legislativa até o dia 30 de setembro de 2015.
CAPÍTULO II
DA ORGANIZAÇÃO E ESTRUTURA DOS ORÇAMENTOS
- texto da Lei;
Praça do Centro Cívico s/d' - CEP: 69.301-380 - Boa Vista-RR-- Brasil
"Amazónia: Património dos. israsPelros"
GOVERNO DE RORAIMA
Ministérios da Fazenda e do Planejamento, Orçamento e Gestão e do Manual de Despesa Nacional, com suas alterações posteriores, compondo-se, no mínimo, por categoria econômica, grupo de despesa e modalidade de aplicação.
1 - grupo 1 - Pessoal e Encargos Sociais - 1;
"Amazónia: Patrimônio dos Brasileiros"
· XVIAplicações Diretas - 90;
XVIII - Aplicação Direta Decorrente de Operação de Órgãos, Fundos e Entidades Integrantes dos Orçamentos Fiscal e da Seguridade Social com Consórcio Público do qual o Ente Participe -- 93;
GOYffit410 DO POVO Fone/Fax: (95) 21217930 / 21217932 - RORAW4A -
"Amazônia: Patrimônio dos Brasileà-os"
CAPÍTULO III
DAS DIRETRIZES, ORIENTAÇÕES E CRITÉRIOS PARA A ELABORAÇÃO E EXECUÇÃO DOS ORÇAMENTOS FISCAL, DA SEGURIDADE SOCIAL E DE INVESTIMENTO DAS ESTATAIS
SEÇÃO I
Das Diretrizes Gerais
art. 4°, da Lei Complementar n° 101/00;
Praça do Centro Cívico s/n° - CEP: 69.301-380 - Boa Vista-RR - Brasil b1( E-mail.: gabinete @gabgov.rr.gov.br GOVERNO DO POVO Fone/Fax: (95) 21217930 / 21217932 - RoRAimAjose.lessa - 27/07/2015 09:27:13
IiI - contrapartidas de operações de créditos e convênios;
GOVERNO DE RORAIMA
realização tenha sido encaminhado, até 30 de agosto do mesmo exercício em que o referido projeto seja elaborado, ao Poder Legislativo, ressalvadas aquelas relacionadas com as operações a serem contratadas junto aos organismos multilaterais de crédito destinadas a apoiar programas de ajustes setoriais.
- Inflação prevista com base no Índice Geral de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), da Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (FIBGE), e
- Variação do crescimento real do PIB. 111
GOVERNO DO POVO Fone/Fax: (95) 21217930 / 21217932
"Amazónia: Patrimônio dos E3rasileíros ·
SUBSEÇÃO I – Das Emendas ao Projeto de Lei Orçamentária
Praça do Centro Cívico s/n° - CEP: 69.301-380 - Boa Vista-RR-- Brasil GOVERNO DO POVO Fone/Fax: (95) 21217930 / 21217932 - RORAIMA - jose.lessa - 27/07/2015 09:27:13
GOVERNO DE RORAIMA "Amazônia: Patrimônio dos &asneiros"
SUBSEÇÃO II – Das Vedações
· I - início de construção, ampliação, reforma, aquisição e locações ou arrendamentos
de imóveis residenciais;
GOVERNO DO POVO Fone/Fax: (95) 21217930 / 21217932
"Amazônia: Património dos Srasileiros"
· ·
GOVERNO DE RORAIMA
Utilidade Pública Estadual, Organizações da Sociedade Civil de Interesse Público ou no Conselho Nacional de Assistência Social - CNAS; e
· Administração Pública Estadual.
SUBSEÇÃO III – A Praça do Centro Cívico s/n° - CEP: 69.301-380 - Boa Vista-RR -- Brasil GOVERNO
Praça do Centro Cívico s/n° - CEP: 69.301-380 - Boa Vista-RR -- BrasiJ 11( E-mail.: gabinete @gabgov.rr.gov.br GOVERNO Do POVO Fone/Fax: (95) 21217930 / 21217932 - RORAIMA -
"Amazónia: Patrirridnio dos Brasileiros"
.
SUBSEÇÃO IV – Das Transferências Voluntárias
IIi - existe previsão de contrapartida, que será estabelecida de modo compatível com a capacidade financeira da respectiva unidade beneficiada, tendo como limite mínimo 2% (dois por cento) do valor da transferência.
SUBSEÇÃO V – Da Destinação de Recursos Públicos ao Setor Privado
GOVERNO DO POVO Fone/Fax: (95) 21217930 / 21217932
1 §1° Para fins do disposto no caput deste artigo, entende-se por:
· §2° A execução das dotações sob os títulos especificados neste artigo, além das
condições nele estabelecidas, dependerá da assinatura de convênio, conforme o disposto no art. 116 e seus parágrafos, da Lei Federal n° 8.666/93, com as alterações posteriores, salvo quando submetida a contrato de gestão.
SEÇÃO II
Das Diretrizes dos Orçamentos Fiscal e da Seguridade Social
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a
IV
III
V
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II
III integração de recursos financeiros a fundo de investimento gerido por agência financeira oficial de fomento.
SEÇÃO III
Das Diretrizes do Orçamento de Investimento das Empresas
· 4.320/64.
SEÇÃO IV
Das disposições sobre a Programação da Execução Orçamentária e Financeira e sua Limitação
Praça do Centro Cívico s/n° - CEP: 69.301-380 - Boa Vista-RR-- Brasil b.
GOVERNO DE RORAIMA "Amazónia: Patrimônio dos brasileiros"
TI - o Poder Executivo comunicará aos demais Poderes, ao Ministério Público, à Defensoria Pública e ao Ministério Público de Contas, até o 20° (vigésimo) dia do mês subsequente ao final do bimestre, o montante que caberá a cada um, na limitação de empenho e movimentação financeira, informando os parâmetros utilizados e a reestimativa de receitas e despesas;
·
SUBSEÇÃO I – Das Alterações da Lei Orçamentária
· adicionais poderão ser modificadas, justificadamente, para atender as necessidades de execução, se
publicadas por meio de portaria do Secretário de Estado do Planejamento e Desenvolvimento.
SUBSEÇÃO II – Dos Créditos Adicionais
E-mail.: gabinete @gabgov.rtgov.br - RORAIMA - "Amazônia: Patrimônio dos Srasiteiros"
art. 167, § 2°, da Constituição Federal, será efetivada mediante decreto governamental. ·
·
I, da Lei no 4.320/64, com a finalidade de:
- atender à insuficiência de dotações orçamentárias; e
CAPÍTULO I
V DA.S DISPOSIÇÕES RELATIVAS ÀS DESPESAS DO ESTADO COM PESSOAL E ENCARGOS SOCIAIS
· §2° Na estimativa das despesas de que trata o caput deste artigo, serão considerados
ainda os valores referentes ao 13° (décimo terceiro) salário, férias, contribuições sociais, impactos do salário mínimo e outras variáveis que afetam as despesas de pessoal e encargos sociais.
c
GOVERNO DE RORAIMA "Amazônia: Patrimônio dós Srasileiros"
CAPÍTULO V
DA POLÍTICA DE APLICAÇÃO DE RECURSOS PELAS AGÊNCIAS FINANCEIRAS OFICIAIS DE FOMENTO
Nkia GOVERNO DO POVO Fone/Fax: (95) 21217930 / 21217932
GOVERNO DE RORAIMA "Amazônia: Patrimônio dos Brasileiron" compatibilização com as diretrizes da Lei do Plano Plurianuai relativo ao período 2016/2019, cujo projeto será encaminhado à Assembleia Legislativa, até o dia 30 de setembro de 2015, observará as seguintes linhas de aplicações:
CAPÍTULO VI
WA-AP GOVERNO DO POVO -- RoRmmA --
11 - aperfeiçoamento dos instrumentos de proteção dos créditos tributários; e
CAPÍTULO VII
DAS DISPOSIÇÕES FINAIS
1 - as informações exigidas nos incisos I e II, do mencionado artigo da Lei Complementar, integrarão o processo administrativo de que trata o art. 38, da Lei Federal n° 8.666/93, assim como os procedimentos relativos à dispensa ou inexigibilidade de licitação e de desapropriação de imóveis urbanos a que se refere o § 3° do art. 182, da Constituição Federal;
GovERN0 Do POVO Fone/Fax: (95) 21217930 / 21217932 - RORAIMA -
"Amatôná: Patrimônio dos Brasileiros"
Palácio Senador Hélio Campos/RR, 27 de j ulho de 2015.
· Governadora do Estado de 'Roraima
GOVERNO E-mail.: gabinete @gabgov.rr.gov.br Do POVO Fone/Fax: (95) 21217930 / 21217932 - RoRAImA - PEMCAIXA Prerídinda ouro Estudos e Muniopiaç
CAIXA 4. Parecer Atuarial
Com a finalidade de garantir a cobertura financeira dos benefícios previdenciários, o Estado de Roraima e seus servidores vertem contribuições mensais para um Fundo Financeiro.
A Base de Dados apresentada consistiu de dados amplos e atualizados, entretanto apresentou inconsistências, que foram sanadas através da adoção de premissas demográficas. A adoção de premissas para suprir tais inconsistências sempre causa desvios nos resultados. Corno o nível de consistência foi médio, principalmente no que tange a informação referente ao Tempo de serviço anterior à admissão no Estado, o impacto foi moderado, devendo ser feito urgentemente um levantamento das informações inconsistentes até a próxima avaliação atuarial.
A inexistência de informação referente ao Tempo de Serviço Anterior à admissão no Estado foi suprida peia premissa de que o servidor entrou no mercado de trabalho aos 24 anos, 8 meses e 12 dias. Tal premissa foi fruto de um levantamento realizado no universo das bases cadastrais analisadas pela CAIXA. onda foram considerados apenas os dados reais e consistentes, utilizando informações de cerca de 100.000 servidores ativos.
Da mesma forma, a baixa relação de servidores casados foi suprida por uma probabilidade do servidor estar casado a cada idade. Tal premissa fci fruto de um levantamento realizado no universo das bases cadastrais analisadas pela CAIXA, onde foram considerados apenas os dados reais e consistentes, utilizando informações de mais de 500.000 servidores ativos.
A idade média projetada para entrada em benefício de aposentadoria programada do Fundo Financeiro, utifizada neste calouro é:
· Servidores do sexo FEMININO professor: 54 anos;
· Servidores do sexo FEMININO não professor: 58 anos;
· Servidores do sexo MASCULINO professor: 58;
· Servidores do sexo MASCULINO não professor: 63 anos;
· Grupo todo: 58 anos
Conforme informado pelos gestores do Plano, as contribuições estão definidas da seguinte forma:
Avaliação Atuarial 60
PEMCAIXA PrerviciSncia coro Estados e Municity.cr.
CAI bA · nontribuicões mensais dos servidores ativos: 11.00% incidentes sobre a remuneração de contribuição
· contribuições mensais dos servidores aposentados e pensionistas-
11,00% incidentes sobre a parcela dos proventos que exceder o teto de beneficio do INSS;
· contribuições mensais dos servidores aposentados e pensionistas
portadores de doença incapacitante: 11,00% incidente sobre a parcela de pensão que exceder o dobro do teto de benefício do INSS; e
· contribuições mensais do Estado de 14,00% sobre a remuneração
de contribuição dos servidores ativos.
A receita decorrente desta arrecadação gera um déficit financeiro de R$ 4.055.003,86, que corresponda a um excedente mensai da ordem de 19,60% da tolha de salários de servidores aiivos do Fundo Financeiro. As bases técnicas utilizadas foram eleitas pelo atuário responsável, sendo estas aderentes às características da massa de participantes:
a taxa de juros real utilizada nas projeções contidas nesta avaliação foi de 0,00% ao ano;
> as táb',as biométricas utilizadas foram escolhidas em funcão do evento gerador:
· Tábua de Mortalidade de Válido (evento gerador sobrevivência) --
IBGE - 2011 (ambos os sexos):
· Tábua de Mortalidade de Válido (evento gerador morte) -- IBGE -
2011 (ambos os sexos);
· Tábua de Entrada em Invalidez -- ALVARO VINDAS;
Tábua de Mortalidade de Inválidos -- IBGE - 2011 Ambos;
· Probabilidade de deixar um dependente vitalício, em caso de morte,
calculada em função da proporção de servidores casados por idade, com base nas informações apuradas no banco de dados do Estado; > o crescimento salarial considerado foi de 1,00% ao ano;
> a taxa de rotatividade considerada foi de 1,00% ao ano; e
Avaliação Atuarial 61 PEMCAIXA
Previdência poro Estudos e Municípios
CAIXA À, o custo administrativo considerado neste estudo corresponde a 2,00% do total da remuneração de contribuição dos servidores ativos do Estado.
Para a utilização da taxa de crescimento salarial descrita acima, fez-se uma projeção do crescimento salarial dos servidores ativos com base no banco de dados enviado Esta projeção foi elaborada a partir de uma regressão exponencial do salário médio dos servidores por idade. Desta forma, chegou-se a conclusão de que a cada ano de trabalho no Estado o salário real do servidor sofre um impacto de 6,28%. Desta forma, recomenda-se um acompanhamento constante dessa hipótese, e caso se confirme tal nível crescimento nos próximos estudos, a taxa de crescimento salarial deverá ser revista. A taxa anual real de crescimento dos benefícios do piano adotada neste estudo é de 0,00%, uma vez que se considera a atualização monetária dos mesmos.
Conforme a Lei Estadual n° 079, de 18/1012004, o Fundo Financeiro é responsável por custear as despesas dos servidores admitidos até 18 de janeiro de 2005 e seus dependentes, sob o Regime Financeiro de Repartição Simples. Nesta situação encontram-se 8.135 servidores ativos, 83 aposentados e 103 pensionistas. O Patrimônio constituído pelo Fundo Financeiro, segundo informações dadas à CAIXA é composto por:
· Créditos a receber: R$ 12.710.525,24; e
· Aplicações: R$ 811.697.399,85. Considerou-se ainda o Montante de R$ 679.581.162,86, referente ao Valor Presente da Compensação Previdenciária a Receber. Para efeito de estimativa da Compensação Previdenciária, calculou-se o percentual da folha de aposentados que retoma ao RPPS como Compensação Previdenciária e aplicou-se tal percentual (10,00%) sobre o Valor Presente de Benefícios Futuros dcs aposentados e pensionistas. Para a estimativa referente aos Benefícios a Conceder, estimou-se utilizando como base o tempo de serviço anterior dos servidores anteriormente à admissão no Estado, sendo esta estimativa limitada a 10,00% sobre o Valor Presente dos Benefícios Futuros dos servidores Ativos. O Custo Normal apurado nesta avaliação é de 27,58%, sendo 2,58% superior às contribuições atualmente vertidas ao RPPS de 25,00% (11,00% para o servidor e 14,00% para o Estado). Entretanto, não recebemos a base de alguns órgãos na data desta avaliação. Nos estudos anteriores, os servidores presentes nos respectivos órgãos faltantes tém informações que contribuem para a redução do Custo
Avaliação Atuarial 62 PEMCAIXA
Previcrencia?aro Eoodos e Munic;pos
CAIXA Normal apurado nesta avaliação. No entanto o Estado se comprometeu em regularizar as pendências o mais breve possível. Em virtude disso, o custo normal apurado tem expectativa de redução, assim recomenda-se manter as alíquotas praticadas atualmente.
Com relação ao grupo de participantes do Fundo Financeiro, a despesa previderroiária evoluirá grade.;tivamente, havendo, em determinado momento futuro a necessidade de aumento de participação financeira do Estado, visto que o valor da arrecadação com contribuição atual não é suficiente para cobrir as despesas correntes, consumindo assim todo o Ativo Financeiro disponível no Plano.
Assim, para esse grupo em extinção, o Estado ai ,:ará com a integralidade da folha líquida de benefícios. No entar?±o, num segundo momento, esses gastos começarão a reduzir, fazendo com que o custo previdenciário passe a ser decrescente, reduzindo gradativamente até a completa extinção do grupo.
Outrossim, ressaltamos a necessidade da segregação da contabilização das contas previdenciárias do Fundo Providenciário e do Funde Financeiro.
Avaliação Atuarial 75
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ANEXO 8 -- DEMONSTRATIVO DE RESULTADOS DA AVALIAÇÃO ATUARIAL - FUNDO FINANCEIRO
Previdência no Serviço Público Demonstrativo de Resultados da Avaliação Atuarial - 2014
QUADRO 1 -- Dados ao Regime Próprio de Previdência - RPP
Representante do RPPS: Rua: Complemento: Bairro: CEP: Telefone: DDD Fax: E-mail:
1.2 - Avaliação Atuarial
Data da Avaliação: 31/12/2013 Data-Base: 30/12/2013
Servidores admitidos até 18 de janeiro de 2005 c seus Descrição da População Coberta: dependentes, conforme Lei Estadual na. 079, de 18 de outubro de 2004.
Obs: Data da Avaliação deve ser maior que a Data-Base Data-Base: data de extração das informações cadastrais
Avaliação Atuarial 100
PEMCA1XA Pravidincio paro Estados e Municípios
CAIXA 1.3 - Plano de Benefícios Regime Financeiro e Método de Financiamento Selecionar Benefícios cio Plano Regime Financeiro * Método--
X Aposentadorias por Idade, Tempo de Contribuição e Compulsória RS X Aposentadoria por Invalidez RCC X Pensão por Morte de segurado Ativo RCC Pensão por Morte de Aposentado por Idade, Tempo de Contribuição e X RS _tCompyls ória _. X Pensão por Morte de Aposentado por Invalidez RCC X Auxílio-doença RS X Salário-maternidade RS X Auxílio-reclusão r RCC X Salário-família RS * Regime Financeiro RCC = Repartição de Capitais de Cobertura RS = Repartição Simples CAP = Capitalização ** Método de Financiamento UC = Crédito Unitáro PUC = Crédito Unitário Projetado PNI = Prêmio Nivelado Individual IEN = Idade de Entrada Normal
QUADRO 2 -- Hipóteses
[Taxa de Juros Reai %aa 0,00% Taxa Real de Crescimento do Salário por Mérito %aa 1,00% , Projeção de Crescimento Real do Salário por Produtividade %aa 0,C0% Projeção de Crescimento Real dos Benefícios do Plano %aa 0,00% 'Fator de Determinação do valor real ao longo do tempo Dos Salários %aa 100,00% Fator de Determinação do valor real ao longo do tempo Dos Benefícios %aa 100,00%
2.2 - Hipóteses Biométficas
Novos Entrados * Não
IBGE- 2011 Tábua de Mortalidade de Válido (evento gerador morte) Ambos Tábua de ilrfortatidade deVátido (evento gerador 2CHI sobrevivência) Ambos
IBGE - Tábua de Mortalidade de Inválido** Outros 2011 Ambos Tábua de Entrada em Invalidez*** AV Tábua de Morbidez Outras Tábuas utilizadas Média histórica do banco de Composição Familiar dados por idade * Descrever a hipótese de comportamento da contratação de novos servidores. **Tábua de Mortalidade de Inválido EIAPC = Experiência IAPC ***Tábua de Entrada em Invalidez AV = Álvaro Vindas
Avaliação Atuarial 101
"4,#. PEMCA1 Previdência poro Eslodos e Municípios
CAIXA Valores da avaliação atuarial em R$ * Campos Benefícios -
Benefícios - Regime de Regime de
Repartição Capitalir"ão Ativo do Plano 824.407.925,09 Valor Atual dos Salários Futuros 3.635.368.672,00 Valor Atual dos Benefícios Futuros (Benefícios a conceder) 6.614.574.938,32 Valor Atua? dos Berreficios Futuros `Ètenafícios comedidos? [ 181.238.590,24 Valor Atual das Contribuições Futuras do Ente (Benefidos Concedidos) 0,00 Valor Atual das Contribuições Futuras do Ativo, Aposentado e Pensionista 5.653.620,31 (Benefiáos Concedidos) Valor Atual das Contribuições Futuras do Ente(Benefícios a Conceder) .._ 492.384.629,37 Valor Atual das Contribuições Futuras do Ativo, Aposentado e Pensionista 326.672.552,66 (Benefícios a Conceder) Valor Atual da Compensação Financeira a Receber 679.581.162,86 Valor Atual da Compensação Financeira a Pagar 0,00 Resultado Atuarial: (+) Superávit / (-) Déficit -4.467.111.738,27
Preencha os valores com centavos sem virgulas. Por exemplo: Para 1.593,75 deve ser informado 153375
91?SerViteeNlk 10 Ativo do Plano é composto por: Créditos a i eceber: R$ 12.710.525,24, Aplicações: R$ 811.697.399,85.
3.2 - Plano de Custeio - Alio:inatas de tgulhono Definida na Avalia ao s
-
At u arial Contribuinte Custo Normal Custe Suplementar * Ente Público 14,00% 0,00% Servidor Ativo 11, 00% 0,00% Servidor Aposentado 11,00% f 0,00% Pensionista 11,00% i 0,00% Base Cç inçigêrwja das Contribuiçõesgo Ente PI'M . FRA
Está incluída a taxa de 2,00% referente és Despesas Administrativas. A contruis;ão atual do Ente poderá ser mantida em 14,00%, da base de dados não estar com · lesta na data de avaliação. O Estado se comprometeu em r · lartzar as ncias o mais b...reyével. Caso haja segregação das alíquotas de contribuição por faixa salarial, idade ou outros critérios, tal divisão deverá ser detalhada no parecer atuarial.
-- Base de Incidência FRA = Folha de remuneração dos atvos FRA - PA = Folha de remuneração dos ativos e proventos dos aposentados FRA - PAP = Folha de remuneração dos ativos e proventos dos aposentados e pensionistas FRA - PP = Folha de remuneração dos ativos e proventos dcs persánistas FPA = Folha de Proventos dos aposentados FPP = Folha de proventos dos pensionistas FPAP = Folha de proventos dos aposentados e dos pensionistas Custo Suplementar Preencher os valores de Custo Suplementar, caso a avaliação atuarial apresente um compromisso especial para suprir a existência de déficit, tempo de serviço passado ou demais finalidades não incluídas na contribuição normal, a a sua base de incidência. Caso haja compromisso especial desenhar a forma do plano de amortização no campo destinado ao parecer atuarial.
Avaliação Atuarial 102
PEMCAIXA Previdência poro Estados e Municípios
CAIXA 3.3 - Plano de Custeio por Benefício - Aliquotas ele Equilíbrio Definidas na Avaliação Atuarial
Beneficio Custo Normal Custo Suplementar * Aposentadoria por Idade, Tempo de Contribuição e Compulsória 18,73% 0,00% Aposentadoria por Invalidez 1,87% 0,00% Pensão por Morte de Segurado Ativo 2,40% 0,00% Pensão por Morte de Aposentado por Idade, Tempo de Contribuição e 1,66% 0,00% C ompulsp ria --..···
Pensão p-or Morte de Aposentado por Invalidez 0,1396.-- Auxílio Doença 0,23% 0,00% Salário Maternidade V. M.M....
0,18% Auxílio Reck...Ao 0,01%, Salário Família 0,37% 0,00% Base de Incirtência das Cc.,Iribuições" FRA FRA
* Caso haja segregação das aliquotas de contribuição por faixa salarial, idade ou outros critérios. Tal divisão deverá ser detalhada no parecer atuarial
** Base de Incidência FRA = Folha de remuneração dos ativos FRA - PA = Folha de romuneração dos ativos e proventos dos aposentados FRA - PAP = Folho de remuneração dos ativos e proventos dos aposentados e pensionistas FRA - PP = Folha de remuneração dos ativos e proventos dos pensionistas FPA = Folha de Proventos dos aposentados FPP = Folha de proventos dos pesisionistas FFAP = Folha de proventos dos aposentados e dos pensionistas
QUADRO 4 - Estztsticas
Quantidade RaillurtfkraÇãQ Média (R$) " Idade Média Situação da Sexo Feminino Sexo Masculino Sexo Feminino Sexo Masculino Sexo Feminino Sexo Masculino População Coberta Ativos 4.830 3. 2.629,64 2.417,41 42 41 Aposentados por Tempo de 18 10 4.498,78 10.193,17 62 72 Conhibuição Aposentados por 7 8 1208,69 1.034,71 66 76 Idade Aposentados 2 5 724,00 919,86 76 76 Compulsória Aposentados por 34 22 2.325,56 2.888,08 50 5/ Invalidez
2.409,49 1.946, 40 I 29
* Preencha os valores com centavos sem virgulas. Por exemplo: Para 1.593,75 deve ser informado 159375
Avaliação Atuarial 103 PEMCAIXA freviciêncio Dato tak:raz: e
CAIXA ixr)R0 5 - Proiecão Atuarial Ano Receita I Despesas 2014 62.120.715,99 9.405.781,11 864.412.334,78 r 2015 r 58.524.351,85 r 24.085.013,95 898.851.672,63 [ 2016 55.758.800,55 35.325.439,83 919.285.033,35 2017 1 54.173.551,20 41.485.375,86 931.973.208,69 2018 52.651.401,08 47.257.909,93 937.366.699,84 2019 50.881 037,55 54.111.866,81 934.135.870,59 2020 48.960.888,49 61.503.791,09 921.592.967,99 2021 46.625.748,24 70.685.209,06 897.533.507,17 2022 44.444.715,87 79.145.572,98 862.832.650,06 2023 41.995.229,87 68.729.552,70 816.098.327,23 2024 39.492.295,33 98.434.614,62 1 757.156.007,95 2025 36.770.365,22 108.934.862,28 684.941.510,89 2026 33.891.284,04 120.178.232,65 598.554.562,27 2027 31.171.854,75 130.580.159,85 499.246.257,17 2028 28,609.456,99 140.192.764,65 387.682.949,51 2029 25.491.689,81 152.140.622,64 261.014.018,88 2030 22.729.883,02 162.409.139,69 121.334.760,01 2031 20.348.100,56 170.815.185,99 (29.132.325,42) 2032 18.015.567,64 178.994.822,88 (190.111.560,65) 2033 15.609.359,01 187.322.574,00 ('361.824.775,64) 2034 13.379.587,05 194.765.672,30 (543.21 0.860, 90) 2035 11.242.700,90 201.837.488,03 (733.605.848,03) 2036 0.505.003,42 206.609.778,12 (930. 710.415, 72) 2037 7.734.623,44 211.547.838,58 (1.134.523.630,87)1 2038 6.196.900,59 215.290.808,96 1 343.617.539,24) 1 2039 5.096.133,44 216.919.401,76 555.438.7,59)' W 2040 4.015.641,60 218.262.361,82 (1:769.635,527,80) 2041 3.098.540,35 218.655.839,30 (1.985.242.628,75) 2042 2.393.341,68 2/7.891.536,28 (2.200.740.821,35) 2043 1.776.287,97 216.503.123,66 (2.415.467.657,03) 2044 1.425.820,33 213.684.165,03 (2.627.726.002,64) 2045 1.193.420,61 G 10.091.484,59- (2.836.624.066,62)
2046 1.010.854,62 206.010.011,04 (3.041.523.223,03) 2047 843.767,03 201.580.510,44 (3.242.359.972,45) 2048 730.097,92 196.636.439,06 (3.438.266.3/3,59) 2049 657,079,98 191.226.029,88 (3.628.834.363,49) 2050 631.045,36 185 335.921,44 (3.813.539.239,53) 2L51 ~.319,15 /79.143.841 28 (3.992.074.781,88) 2052 584.722,39 172.680.202,15 (4.164.170.331,44) 2053 560.222,53., 165.953.371,40 (4.329.563.480,32) 2054 534.908,64 158.977.989,90 (4.488.008.543,58) 2055 151 774.542,44 (4.639.272.274,17) 2056 482.087,04 144.367.768,87-. (4.783.157.978,01) 2057 -- 4u:783,W 138. 784.373, 73 14. 9 I 9. 487.58.5, 78) 2058 427.051,92 129.058.027,97 (5.048.118.561,83)
399.074,94 121.224.856,94
- (5.166.144.343,83) 3.-.13.322,214 23_1,,t951.636.19}
Avaliação Atuarial 104
PEMCA1XA Preoidência Niro Estudos e Municípios
CAIXA QUADRO 5 - Proiecão Atuarial Ano Receita Despesas Saldo 2061 342.963,70 105.394.598,36 (5.386.947.26+,85) 2062 315.202,67 97.487.639,47 (5.484.119.701,65) 2063 287.886,49 89.648.342,84 (5.573.480.158,01) 2064 261.196,82 81.923. 723,49 (5.655.142.684,67) 2065 235.296,74 74.359.540,21 (5.729.266.928,14) 2036 210.339,35 67.001.535,70 (5.796.058.124,48) 2067 186.470,21 59.894.092,36 (5.855.765.746,64) 2068 163.821,55 53.080.604,71 (5.908.682.529,80) 2069 142.511,97 48.600.448,55 (5.955.140.466,38) 2070 122.638,65 40.402.038,48 0.995.509.856,17) 2071 104 288,09 34.791.152,26 (6.030.196.730,34) 2072 87.514,42 29.526.961,21-- (6.059.635.177.13) 2073 72.361,49 24.721.873,53 (6.084.285.489,18) 2C74 58.843,08 20.390.522,97 (6.104.617 169,07) 2075 46.969,34 .541316, -16 46 (6.121.112.598,19) 2076 T 36.887,46 13.177.118,41 (6.134.253.027,14) 2077 L 27.981.68 10.284.180,80 1(6.144 509.226,27) 2078 20.769,38 7.844.113,02 (6.152.332.569,90) 2079 14.954,51 5.830.487,09 (6,158.148.102,48) 2080 10.410,47 ---L 4.209.025,97 (6.162.346.717,98) 2081 -- 6.972,98 --- 2.937.190,41 (6.165.2-7-6.935,41) 2082 4.461,95 1.988. 175,82 ia 187.2-4.13.649, 08)- 2083 2.703,29 1.255.300.44 (e . 1 68 . 493 . 246 , 2 3) 2084 .,_ --- f.534,90-- 753 698,20 (6.169.245.409,54) 2085 805,11 419.973,67 (6.169.864.578,10) 2086 378,08 212.810,38 (6.169.877.010,40) 2087 -----1S5:40 - i6.417,42 (6.169.972.277,41) 2088 ___L_ 46,66 36. 800, 57 (6. 170. 009. 031, 31) 2089 I 9,99 12.346,04 (6.170.021.367,361
Definições:
N° de Meses no Cálculo do 1° Mio: 13. Receita: Cuct,) Normal apurado (excluída a tx adm.), aplicado sobre a remuneração dos servicfrxes ativos e sobre ,tyvICOhÀ5 .9.X.W.C14¥X.d ato MC,P,S C2.040 .5~1/45W437 3Ptár"1.0, $ »MA
AR, . Despesa: Aposentadorias (+) Rensbes (+) Auxilios. Saldo: Saldo Anterior (*) Juros de 6% a.a. (meta atuarial) (+) Receita (-) Despesa.
Avaliação Atuarial 105 PEMCAÍXA
PreNidencia poro Estados e Municípios
CAIXA QUADRO G - Parecer Atuarial Mia
QUADRO 7 - Certificado , Certifico para os devidos fins, que este D - Ivo represetita ,es UMO do Cálculo Atuará! por mim realizado, sendo osltedos de rminh . inteira s -i · · ade
-it -i qu aisquer aspectos legais.
7.1 Atuário Responsam Avaliação
Nome: Gu avo Adolfo Carrozzno MIBA: 10 18 CPF: 014.926.357/07 Correio eletrônico: gepub07êcaixa.gov.br Telefone: (61) 3206-9952
Certifico para os devidos fins, que este Demonstrativo representa o Resumo do Cálculo Atuarial por mim realizado, sendo os resultados de minha inteira responsabilidade para quaisquer aspectos legais.
7.2 Representante Legal do RPPS
Nome: Cargo: CPF: Correio eletrônico: Telefone:
Avaliação Atuarial 106 !)EMCEA1XA
revidénóo poro
CAIXA
RESULTADOS CONSOLIDADOS
E OUTRAS ANÁLISES
Avaliação Atuarial 107 ANEXO 10 - PROJEÇÃOATUARIAL DOREGIMEPRÕPRIO DEPREVIDÊNCIADOSSERVIDORES
RECEITAS DESPESAS RESULTADO SALDO FINANCEIRODO PREVIDENCIÁRIAS PREVIDENCIÁRIAS PREVIDENCIÁRIO EXERCÍCIO
. 13 O 6
Liii
ct >: 1111
Valor Valor Valor Valor (d) = (d Exerc. Anterior) 4I (a) (b) (c)(a-b) (c) 135.479.055,68 8.884.291,43 126.594.764,25 1.181.052.912,60
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118.659.207,54 64.906.764,98 53.752.442,56
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122.845 254,92 248.617.732,39 r-----
(1-25.772.477,47) 122.869.195,95 267.553.83692 Q44.634.640,96) r---1.061.725,308,11 ' - a adaptação da contabilidade publica estadual aos requerimentos do Manual de Contabilidade Aplicada ao Setor Público -- MCASP; e
122.882.027,43 283.002.289,86 (130.120.262,43) 901.605.045,69
Avaliação Atuaria
· ·
N
coai ér>
r's
00 e-. O O) ·ct 8 CA 0). C )·- C\i t5 CO CO t CO CN4 cNi · `1)- C,í cr) irCO 8 cr: nt o co O CO o o
CO áu M CM h 8 ns. CO CM C35 co cNi a) Q) lM N co w`r 05 O, `Yr CO i·-· co 1
1
tr) o a) cliss o) CO Lr) CC o co O o r-- CO (e) IC) fJ
O) o) Ce)- ir) C") co 06
03 C't) O) a)
oR O) CN4 co CO O) d. o a> 90 (o oS Cri o 0) CO co tr) tr) rcio o o a) 0' co r-- 'e) o o · cNi CO CN1 O st 05 CN CO 0 rég C.1 O NN NN ns CY CNJ o C2,1
C) tr) o CO C".)
O cc T
M co co o o
et CO °o g o-- (i) a oo C') o o 0) CS ai o CNi eCO 1.0 O a 03 8 e cri o ai C; co 1.0 tri nr o I CO 00 N CO CO Cr) Cr)
O)
nr cr)
O) rz N r.- CO O nr (D eq.
C, CO O
Co) CD nt
N CO co
03
(1) O
CZ;
C"'; Im"; o Cr; CO
i'··· 4". cr) CD co CS' co O nt7 O '4, -4- 8 O I· N
cD yCO
(75 Cb O e-- Lf)
o CO cr)
O) o co 1-- C; tri CO Ir·-; o o o Cri e-- cai ti) ai C`i cNi 00 CO CO tY) o CC5 kr) O) ci) 13) ·eO CO CD. co CP 1-- `C) CD O O a> 02 00 O co e-- e-- e ee-- e-- o o O o o CS CrmTm- 1 .1 (NI
o ,E3 05 te, r.- Ct.) O) LC) CO 03 o (.4
88 8 ti o o o 'et
888o - hti ti N-
N o o o o o 8 O 8 o NEN CN
tu
Avaliação Atuarial E a) -a) o
1
9 a) (0) = (dExerc. Anterior) + SALDO FINANCEIRO DO
(14.191.289.295, 02)
(14.769.338.013,22) (14.387.665.751, 57) (14.580. 1 19.524,03)
(14.955.923.738,87) (15.139.100.384,49)
uo) EXERCÍCIO
> o Valor
(c)
a)
o u) (,) 8 cd (s) e o -o
o 1 ),..
' a) (183. 176.645,62) (186.285.725,65)
C·4 ii, <0 6-' ) E o "'X ,-- u) , :i· *e- -o o
c cu
ui tu 5. rimGOCNi 0)1 o c Q in ,
1t··· CO cV
co 1
CO nr.
N Ó tf.;
co CM CO CO CO CD ta ) tNI · "I 'eM jri O tn d ngt. 03 to ·
o cti tA cv CO co ri CNP "~tO {:,) r.- )2 O (1) - o e-- e-- rÇJ co
o -"i Cri E. co
CO o 5 00 0 c") -- N 54 CO tf) 2 C,' CO N CO O) JZ co N Co tt) O)
Ce) CÁ Co) CL,
co O '-co CD In co CD C")
CA N N
co ce ; t'r) 0.") Os O 00 CO o CO 0) N: co r." C') C\Í a) M Lr; N Co)' CA cci CSco N Co) O) C4 co N O N ir) to co O 0) co co O) co
o o CO N 'tf O) co GO co I.-- O) NI O) GO GO uo CY) (Ni fx· 00 CO o r-: d rai o) M · rai co c`i en oo CO co co to to 8 ai 1`- 3). (7). O) CO Cv) co GO 03 et O) e··· CO tf) O C·J ti 1 (0 (20 (o rO c, Cp CÀ Go CO · Lti Cr) CO N rai co C11 co O rr) t tf; Or) E* 00 co · MI Ce) et et wdet et et et et et et
(t)
CD o) ti) 0) ecv 1.0 CO tn tn 00 (NI Lr) CNI 5 o O st) CA o O) tio O Cr) ti tf) tn cE -- N C6 co O() c6 c; co ·4: Lr; Oi co r-: g co o
o1 CV· Co I-- O ó ^ 1 O O COCO - tn O? tD ci") cv O co 8 tf) O
tf) rO) WZ cci O Lgi N: O ai 00 cl) nt 111 co o N co Ce) o g O CO ro 8 (.4 O WO CO co Cr) O crri co CD co. co ti O. O co > C"` ·1"- ci O O O o o O ui cv (.1 (11 iV CN CM 1 et ai o co ti) 8 2 OCr) o 4 g tO co o> O tf) Co) tr) tf) o O O o O g o O O g Ó o O O O O O N N C'4 cv CM CN1 C·1 lN N C 'N. I CM 1 I I
1 é%) CO u-) CN4 o a) c6 o co e
Kt a:
o
-ffl 0 -- Im-- 2 O al 2 cd e-i c5 -o ai "Sí LLI Ti ii 1 .."_Ti' 2 o o >, ( r) r-- O '- na O ....· --; CO ce) st. kg) 0. a) E UI > I' r.. ci. W Ui ( ); S1 1 gi j ) gi li ai A -c 0) 'i5 E 2 o -c o 0, .-r N 3C3.850.704,64 306.887.155,45
o . .2 Ó
-o 41 -o 1 Co '7' ca :P. --... ,r) cs, O> o t-- cp ta ir) a à1 E 0 L6 cri O c\i" - ,0 1.-- ir. 1 < <
:: · · ti EXERCÍCIO--
*ui
E ,,, 2087
-4; Lu :2 13 o u c g 13 2083 2084
2088
C O It 70 O R vi.3. >
0.. a. .is. 0 e!
I oDefinições:
0. et . ii
it e o g. 1 .8 .cl, is, Te el et 0
Avaliação Atua · ·.
4
o +
-- 1.. o O .oe 02 O C> O
C> o co IO
-- cc,
is, CO
CO Lei/ co co 4) CM" co O) O) Lt).- rue ° 0) C,0 `n co o ri ' O) cq zrs 4... , & Z Ce 711 ; .··· 1 Z: .5,1 · co 1$1 CM o, CD (4) c() f-· C`j 00
O) CO Uj > S' o (4) co. CO ii X X CD CO , a! 2". oiew 11) O r-. r-. t-- Et en Yr-- ct Fco 17-' z .,. gt o ai R. Ló U^ ao O
o er, .1- a) CD 02 h-- Lt) r-
R O) Er , o cri ci h-: 00- co O CO td 1.6 06 t.7) cyi e) co G) o ,... ,... <u z 1`·-· r- ,e··· un M nt O) Cr) r·-· co O cs) O ...1 tu sch 1.6 CNi C·i C..) uni aí ai o 49 caí r. rIct fx z0)okC) `ch o nt CR tA tn cel C> o c> r= w > co co (,) esi (c Ci cc'. (Ni C> co rO) co a) W a. W -- a c) LU --- col < r. ono(Nicpccio Q* o, COi O g {- l c .6) M c() r- -e CO O) RELATÕRIORESUMIDODA EXECUÇÃOORÇ
1 th o tOn 2, Ci c6 ai (Ni N: tif
LO Ni st -4- Lci o; osir) rc) CO CO In
o
O) 9) toZr Cl 3; r- ,N ··· ei O ' "I Z ci cNi 0. LU TI nt: r- (Ni ai CO Ni: (Ni un c.c5 CO
02 00
r-:
-> cr) c, iTÀ z (p) a) Lti c; N: ri c; -. Élt ii ci > <R < at c>i i:.," P.) g RI 4 g; ,A fX s" v 5 g C2 Z 120.674.059,01
Zi 120.553.366,67
20.736.598,07 120.693.462,49
2088---120.605.123,40
5 -- W 120.601.429,80
.___ c 0 w PREVIDENCIÁRIAS
co te -8 a. RECEITAS
a. ,0 co ns a Valor
-c 5 -.....- co u 0 e (a)
N°de Meses no Cálculo do 1°Ano: 13.
co 4. o i O- '`d Z (T) 1,5 e co 20851
o 5 9 o_ 2 CS
z co 2 r v) o co CO CM C> CO CO 0 · (.12 N 0) CM NI C> nr (0 hh- 1-·· o CD W -- > co · Cf> d = ,rx o > Co cr, .4- CO O) co O çn ,. Lu ). i Ltà CO ( CA o E CM 02 -- ir te w ce a" o (.0 gt tA U) st rs.· O ce) O> CO .". st CID CO CD 0) co vC> CO O Ni Uí h: Wí C.Ç áCi O); CN1- O C. i'" 0?) st 00 o O O F.- 3 Ir ,, C> co CO hO CO C.> ti Lu z "ris 2. CO st 02 Cf; Lei o UJ 00 02 CO rCO nr. un *st w W C:t > r-- CD r- 142 hCó ir) r4- C> O) lX r£ 5" n-.) CO COci cNi CO C2 41 M en ch on ei r:t 11) W a. o co Lr) CO O) cO rCO O C> T -re·-· C.> O c) C> O O O O O O O O O O CD O O O (Ni O O uJ CMI CM X
Avaliação Atuaria (d) = (d Exerc. Anterior) + SALDOFINANCEIRODO
834.346.262,48 648. 108.424,17 445.784.442,26 EXERCÍCIO
Valor
(o)
(318.439.459,07) _ PREVIDENCIÁRIASPREVIDENCIÁRIO
(322.057.08 3,62) L(_3_23.591.108,21)
(324. 191.120,97) (202.323.981,91)
(322. 835.344,48) 341.693.276, 80I (186.237.838,31)
(321.405.721,00)
(313. 193.733,35) (317.073.017,51) (319. 399.939,68) ãO.315.417,14=J. (166 788332,88) RESULTADO
I (c) = (a-b)
I Valor
359.258.231,61 DESPESAS
Valor (b)
h----
158.537.512,59
158.907.906,64 16£. 386.972,87
(1) 1
168.940.722,21
Ct IN~ CO CO O 0 In nt 1- ri1.") CO Lr> ·:/- LO O CO CO CP 'V 'V 1.0
ro o a) ..--- co "4"., c) CO 0 .4' LI) CO CO a> ent CO
168.230. 108,4
CNI ·4" (i) , st CO ai N COi CO ¡ri CO O) CD CO -4 N c.i -4 ni CO c.i ci O Ct , , co CO ..4- O) CO 1-- NI CO O LO O> Lt> Lt) O) I.0 LO a> N-- O Cr) 1-- %-.1 .2'-' ,.... O "cr C 'N, I o) 1-- ,-- a) CO ehCO N-- a> st CO CM CD O CD CO Wz is h: Lr; -.4 vi ··$ CO 'ri c..i ai ,.. -,-: O ,-: -,- N: .4 ,-: e-: O r-- 2 1-1 1% ·cv > LI) CO CM LO CO O O CNI O> ee- (NI eCr) st st CO O eW
- - - - - · · - · - - · - - · - · a: > CO LI) f CO O) .-- CV CO "I' LO CO NtCO CO O) CO O) ao O) O) W 14, *X) I LI) I.r) o CO CO CO CO CO CO CO CO CO CO CO CO CO CO CO cG a 2037
O 5 I ...6 Nr. LI) CO co O) O ...-- C11 ce) g Lr) CO Na) a) O T"'" ( \ 1 CO '1* 1') (O NCO
Cr) CO CO CO CO ,4- ..cr -
.4, . nr g g O -4- nr. LO in in Lr) ir) LI) u) LI) kr.) ce o o O 000000 0.0000000000 W CM CM NI CM (NI C \I CNJ CM CM CM CM C\i iN NI CNI C \I C\ I CNI CNI CM CM CM 04 CM X W
-
CO O O CO O LO 1.1) 8 co CN1
r-- co O N 00 CM 0, 0 8 M ce) O 00 Lr) O) z O co
0)
CO
co et O Ch ·-· Co O CM co ce) O C) `t.
tn Ch
1-- O (.1 t-- c.; (NI 0; (NI 14, 0 (o)
o o cNi
co 00 O . c° 01 co 'n1" O co O U o
47:, co LO N ti O Op I
co tf) co o ce) It."; co 1.6 LO CO O co cr) O O O CO co Le) ro O Ci) co co O) a)
00 CD co ti
8 ch
1- Ca c`i (Ó ai o co 00 o co Ni cNr (N1
CO Cr) Lr) O co CO co co C1) ·--· X.-·· O) LC) O) CO co C') co N CO O CM O o O)
c\i" (N1 cNi r-: et) (1) 00 Cr; LO; co o o CO (Nr tO er) CO O 00 cl) co 00 co rN r-- (o O CO C? N 0) O N: O ar; Ch CO co tNi ":1 ai pp N 0) O c`i (N4 cc co CO 0) OD a> etc r-- (o 0) co c`r co (N4 O O o o o (o CO CO CO O O r--: o (C; O o e." O r-: (Ni CO CO LO c.; c.) CM 11.·· O pp 1-
Cf)
co LO
CO Cr)
co) (f) CO Ch
(.0 O Lr) Ce) co O 0) co nt co C\I 11.0 Co O
to CO o LO co 00 co O O O c0 cc) M .6 (0 11 cc vi.
CO o (ti rs: ai ti O
). 33 c`i 0) 06 O; c`r ) CS) O .zr (NI 03 00 CO c0 o CO cD O o CO (o O 00 CD U) 00 o et)
O) O O O O CO r-: ai O r-; Lr; 00 Cr, CO r-- to co U3 ti Cr)
O) LO 8 Cf) co O (e) O CO (0. O CO
LO 'O M CO CN:1 O -yr
LO Lr) (o CO co co co CO (7) c() Lr) 44, t.0
o O 00 C) O 1.0 O co 0) O o 888 co (o N N CO 00 CO co
o o O O O CD O O O o o O O O O O esi (Ni C \I Cv ('1
Avaliação Atua · · u · ·
E O o x (d) = (d Exerc. Anterior) +
(12.029.264.941,70) a)
(12.661.142.754,09) (12.191 362.367,45)
(12.507.388.870,05)
, -- 5 z c
0 Vapor
tn (c)
O -cr o D co a
O > COEc to 4) N Ó 3z,
o 306.887.155,45(156.558.699,66) (153.753.884,04)
5 0 0 C tfl o ,,, go -ca
o Lr. ri CO 12- cr -o C o .70 o o o · U cs) L_ E r· :g tn ar 313.1£0.370,53 310. 123.612,59 _I
-8 o. 317.069.919, 05 PREVIDENCIÁRIAS PREVIDENCIÁRIAS
O o O 303.850.704,64
· a) -o -c o t, -7. DESPESAS
al CL U- 1--
C tn
ca Valor
te -o
3,- (b)
ai 2 E -o (I) -o .5 .0
w 0 a) · ·=t Q
,,, o 5R 5 cl. 150.655.809,66 150.328 455,79 151.438. 174,54
c 8
c g3 ec v n, 150.096.820,60 151.092.944,78
O tu CL avo RECEITAS
Valor
Z3 o a) co c o 37 (a)
o -o o a) as N° de Meses no Cálculo do 1° Ano: 13.
C o a> to -- -o o z CO o o w g 0. 0. g O o 57 cr jg. 4) .2 E 4E1' tu `1- In CD 1"--- CO · c o O co co CO CD CO 11,1 0 te O 0 O 0 CD · 2 R o 1/1 NNNNN · co > > X > e W lko. CL. · fr th O ta te o a¢
U. o 2 S. O 0 ib·
Ava liação Atua
te O 091 (s)
·
·
ANEXO:V - A ESTADODEROR AIMA
E.9
o o
Demonstrativo V (LRF, art.4°, §2°, inciso III)
o
N PATRIMÔNIOLÍQUIDO 2014 %. 2013
o o o o
4.877.161.371,65 -4, 11% 5.086. 143.485,57 4.507.8 1! .986,26
Resultado Acumulado
00 Í 4.877. 161.371,65 -4, 11% 5.086. 143.48 5,57 4.507.811.986,26
O
1
REGIMEPREVIDENC IÁRIO
o
N o PATRIMÔNIOLÍQUIDO
o o
00
N
o
-
o o 1.561.767.390,16
Lucros ou Prejuízos Acumulados
o o 8
1.592.480.537,04
0
t"--:
o o
'1
1.56 1.767.390, 16
o.
o
o
Boa Vista/RR, 09/05/20 15.
(7>
ri O
0.)
E cr,
ern
7d
O
cd
o
o
a.
A.
g
CLi ÉO o
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ts.)
o
Q
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C>
O
o o
a
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E
o
O
O
O
Cd
E
tel
C
-1.
Lr
el
Ú
· ANEXO IV - B ESTADO DERORAIMA
EE
N LL:
H
5,
2
H ANEXODE METAS FISCAIS
-et
o
a..
CD
r.te
o
o
o
o
o
z
1· Demonstrativo V ( LRF, art.4°, §r,
cfì
O
Nì RECEITAS REA LI ZA DA S
N
·
O
00
o
Cì
z
o o
o
C')
V)
rn
<V
o'·
O C:; Alienação de Bens Móveis
30. 00
r-
O 0
· V)
O C, O
C, C, Alienação de Ben s Im óveis
DESPESAS EXECUTADA S
o
V")
1
O
C v-,
O
dO
M
t--1 o o o o O
O C O
C o O
C, C o
· DC; 00
O O ro
O,O, O,
o Co
v-i
c c)
O C, O
O
Regime Geralde Previdência Soei& Regime Próprio de Previdência aos Serv idores
O
N
SALDO FINANC EIRO
( h) = ( (Ih-- 1k) + Il li)
ôt
i=4 o
O O
O O
E .v)-
CO
21:CO1
LO
o z
o
0
· (Art. 4°, § 2°, V, da Lei Complementz-x n° 101, de 2000)
«e i nnn (1,1
VVV,NJV
REN ÚNCIA DE RECEITA TRIBUTO MODALIDA DE SETORES/PROGRAMAS/ BENEFICIÁRIO PREVISTA COMPENSAÇÃO
oo ,-, 4,1 2016 1 2017 1 Redução da ca rga tr i butária, decorrente do Simp les Nac iona l Todo o esta do - e mp resas optante, pelo Simp les
2 u
-- Le i Co mp. 123/ 06 e Le i Esta dua l n 2 602/ 07. 18.870 -
20.70 41 22.049 Nacio na l ICM S Ise nção ho rt i frut igrange iros -- convên io 44/ 75
:----
i.$) I'", c-I
,-À 'Cr Todo Esta do - Pro dutores rurai s
Lfl
r-I
CO
co
1-1
l0 Ise nção, Redução de Ba se de cálcu lo - Insumo Agropecuário -
í To do Estala() -- Produ tores Ru ra is e Emp resas do
2 u
Fomen to a a t ivi da de econ ôm ica,
CO co
cd
,..0
o
lD rr, _ Convên io 100/ 07. 7.558 A rone ócio au men to do consu mo e, Isenção -- CODESAIMA convên io 16/91
CO Co Todo Esta do - CODESAIMA
CC. co
(N
'Ct. Cf)
Ln
N-1
conseq uen te mente da arreca dação de
2 2 u u
cr Ise nção -- operações pa ra ZFM -- Convên io 65/ 88 , I CMS, em função da e levação do
co
1-4
co
Cr) O
Cr)
L()
CO
Todo Esta do -- emp resas remete n tes para ZFM
c;
Lr)
I,
,
e mp rego e ren da.
2 u
Outras isenções concedi das a través de convên ios
,---, Lr, rn c-I
-i Todo Esta do -- contr ibu inte defin i dos na legislação 14.058 14.957
Outras reduções de base de cálcu lo concedi das a través de
o 2
l.ID CO
CO lo
lO
rs.1
(1
To do Esta do - con tr i bu inte defin i dos na legis lação
01
r-,
convên ios
Incer t ivo à p ro dução ag ropecuária e Isenção - óleo diesel e co m bu st íve is dest ina dos à aviação, Todo E -Ia do - Produtores ru ra is e Emp do ao agro negóc io do Esta do, co m
2 u
m áq u inas e imp lementações agr ícolas - Le i 215/98; Convên io
1-4
0")
e-i
O
Lr) Ln Cl
,-,
,r
co
rn x-1
r·I r.i
Ag ronegócio re torno a través do fome n to à 62/03
ativida de eco n ôm ica e aumen to do ernere:o e re n da.
2 u
Isenção Artesa na to -- convên io 32/ 95 Todo Esta do -- Artesões Inc remen to da ge ração de emp rego e
ri
co
N
,-I
re n da. Isenção ca deira de rodas para deficiente física, visua l me n ta l
(..) 2
Proporcionar à inc lusão soc ia l co m c.,,o c-I Cr
O
r,4 co
r-.4
c-I
C)
To do Esta do - porta dores de necess ida des especia is ou aut ista -- Convên io 38/ 12
geração de emp regos ICMS i lsenção ve ícu lo - tax i - Convên io 38/ 01 Todo Esta do -- Tax istas Inc re mento da geração de emp rego e on Cri ,,,j r---
rn
- r-I
,,
rpnr-1.4 TOTAL ICMS 4-) "-: ,D ,r ...'')
,-,
-r r,i
0,
Incent ivar a su bst itu iç ão da frota de
c_ >
Redução de A líq uota -- Le i 059/ 93
,---, , ,-,
.1-
r-4
co
cr co
Prop r ietários de ve ícu los de locação
(N
Ln
veícu los e a redução de custos à loca rão Isenção - veícu lo de p rop rieda de de pessoas porta doras de Propr ieda de de ve ícu los - porta dores de Proporc ionar mecan ismos à inclusão
o_ >
<
cr
Crl
co
,--,
..
Kl
·-I
defici ência física, visua l, menta l ou au t ista - Le i 059/ 93 necessi da des especia is socia l.
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64.536 70.646 Rroximw· ,1,, D w ANEXO VI RISCOS FISCAIS LEI DE DIRETRIZES ORÇAMENTÁRIAS (Art. 4°, § 3°, da Lei Complementar n° 101, de 2000)
A Lei de Responsabilidade Fiscal estabeleceu que a Lei de Diretrizes Orçamentárias deverá conter o Anexo de Riscos Fiscais, onde serão avaliados os riscos capazes de afetar as contas públicas, informando as providências a serem tomadas, caso se concretizem.
1. DA RECEITA E DESPESA
Os Riscos Orçamentários se constituem dos desvios entre as projeções das receitas e despesas durante a elaboração do orçamento e cs seus valores efetivamente realizados durante a execução orçamentária, assim corno as variáveis e coeficientes que se relacionam diretamente aos valores estimados. Os desvios podem ocorrer em razão de alterações no cenário econômico e índices observados de inflação, e ainda, em função de modificações constitucionais e legais que introduzam novas obrigações para o Governo do Estado.
A projeção de receita do Estado de Roraima para o período de 2016-2018 tem como base a Lei Orçamentária Anual de 2015 e adota como parâmetros para a projeção dos valores constantes e correntes o PIB e o IPCA. Essas variáveis macroeconômicas segundo o Governo Federal (PLDO Federal 2016) e Estadual (LOA 2015), devem se comportar conforme descrito abaixo:
Especificação i 2016 2017 2018
PIB 1,3% 1,9% 2,4% IPCA :! 5,6% 4,5% 4,5% Fonte: STN/PLDO FEDERAL 2016
Desta forma,atendendo às projeções acima, as Receitas Fiscais do Estado para 2016, devem atingir R$ 3,037 bilhões e as Despesas Fiscais R$ 2,863 bilhões. O Resultado C.. Primário Estimado,proveniente da diferença entre a Receita Fiscal menos a Despesa Fiscal, atingirá o montante de R$ 174 milhões. Destaque-se que somada à Receita Fiscal, proietamos uma Receita Previdenciária - IPER de aproximadamente R$ 245 milhões, totalizando a ReceitaProjetada para 2016no montante de aproximadamente R$ 3,282 bilhões.
Considerando as projeções do Governo Federal para o crescimento do percentual do PIB para o triênio 2016-2018 e dos índices de inflação pelo IPCA para o mesmo período, observamos as dificuldades de incremento de receita para financiar o orçamente do Estado no ano de 2016. Destacamos que o Estado de Roraima depende fundamentalmente dos recursos de Transferências da União (em tomo de 79% das receitas), sendo o Fundo de Participação do Estado -- FPE a Fonte de Recursos mais importante com aproximadamente 73% das receitas disponíveis. Entretanto, verificamos que o crescimento do FPE arrecadado em relação ao previsto de 2014 teve um déficit de 3,32% e, no exercício de 2015 temos observado uma tendência também de déficit de 2,26% na arrecadação prevista em relação à previsão inicial, conforme destacamos abaixo:
Prev;sãc de Previsão! Arrecadado Variação Previsão Variação FONTE LOA 2015 Arrecadação 1 2014 1 2014 2015 FPE (valor em 1.864 1.802 -3,32% 1.985 1.940 -2,26% R$ milhões) Fonte: LOA 2014/LOA 2015/BALANÇO GERAL 2014/PREVISÃO 2015
Diante do exposto, visualizamos um cenário desfavorável ria economia brasileira em 2015, que afetará a retomada do crescimento em 2016. As projeções de mercado estimam uma inflação mais alta (em torno de 8,29% pelo IPCA) e uma retração do PIB (-1,20%) em 2015, com uma previsão de taxa de juros de 13,50% no final do ano.
Portanto, o Estado de Roraima corno ferramenta de política econômica da nova gestão, vem buscando o equilíbrio fiscal, adotando as seguintes medidas:
!. Restrição do Gasto Público para sanar compromissos financeiros da dívida fundada e flutuante;
II. Aumento das receitas próprias através de melhorias nos mecanismos de inteligência fiscal, eficiência e qualidade da tributação, atração de investimentos privados, objetivando aumento da base tributária;
111. Contingenciamento de recursos e r iormatização da execução orçamentária;
IV. Implementação do Comitê Gestor do Estado de Roraima;
Paralelamente a essas ações, o Estado, em parceria com o Governo Federal via Secretaria do Tesouro Nacional do Ministério da Fazenda vem implementando o Programa de Reestruturaçáo e Ajuste Fiscal com revisão de metas fiscais, visando assegurar o equilíbrio das contas e eficiência na gestão pública com c propósito de garantir melhores níveis de Investimentos.
Desta forma, o Governo Estadual prioriza a otimização na aplicação dos recursos em programas e serviços públicos essenciais prestados à sociedade.
2. DOS RISCOS
2.1 DÍVIDA
Os riscos da Dívida Pública Estadual são decorrentes de variações das taxas de juros e de câmbio, afetando o volume de recursos necessários ao pagamento do serviço e do estoque da dívida, podendo gerar ou não despesa primária. Os riscos da dívida são especialmente relevantes porque afetam a relação entre dívida e PIB, que é considerada o indicador mais importante de solvência do setor público.
O esforço para atingir o equilíbrio financeiro é influenciado pela conjuntura econômica nacional e pelas próprias características da economia local.
A dívida estadual tem influência fundamental na realização das despesas correntes e de capital, no sentido de que os recursos devem ser canalizados para suprir os débitos anteriores e atuais. Por outro lado, o controle deve ser rigoroso, de forma que o Estado adote uma visão de vanguarda, em relação à evolução das dívidas, buscando resultados primários futuros maiores que aqueles inicialmente estimados, de forma a manter a trajetória da razão dívida/PIB em nível desejado.
Nos últimos anos o estoque da Dívida tem se elevado significativamente,triplicando seu valor no período de 2008 a 2014, comprometendo assim a capacidade de investimentos do Estado,como podemos observar no quadro abaixo.
ESTOQUE DA DÍVIDA INTERNA FUNDADA Em Milhões
Evolução PERÍODO 2008 2009 2010 2011 2012 2013 2014 2015 nominal % 2008/2014 Saldo ao Final do Exercício 618 753 883 985 1.578 1.801 1.855 300% A Emitir 82 Previsão de Resgate 87 PREVISÃO FINAL 2015 1.850 Fonte: SEFAZ/STN/PROGRAMA DE AJUSTE FISCAL
2.2 RECEITA
As receitas do Estado, projetadas com base no PIB e IPCA para os anos de 2016- 2018, podem sofrer impacto de mudanças no cenário econômico nacional e, assim, ocorrer frustrações ou excesso de arrecadação. No caso de frustrações as metas deverão ser reavaliadas e o Estado adotará as medidas necessárias em termos de aumento de outras receitas e/ou diminuição de despesas, de forma a alcançar o superávit primário estabelecido, garantindo desta forma sua sustentação fiscal e financeira em bases permanentes.
A renúncia de receitas é outro fator que afeta as receitas do tesouro, visto que o Estado deixa de arrecadar devido à concessão de algum benefício fiscal a certos setores e enipresas, todavia, espera-se que o benefício social em termos de geração de emprego e renda compense a parcela de receita não arrecada.
O Estado busca uma política de expansão da arrecadação própria por incremento do esforço de arrecadação e do crescimento econômico. Com vistas a essa expansão, pretendendo implementar no período de2015 a 2017 as seguintes ações:
a. Melhorar a capacitação do aparelho fiscal, visando agregar maior C conhecimento técnico-operacional, objetivando dar mais agilidade e qualidade aos trabalhos fiscais na busca da maior eficiência e eficácia das fiscalizações desenvolvidas. Aumentar a participação de servidores fazendános nos encontros realizados pelos Fiscos Estaduais (CONFAZ, ENCAT, Grupos de Trabalho) visando uma atuaiização técnico-profissional e das demandas tributárias a nível racional;
b. Desenvolver relatórios gerenciais que proporcionem com maior rapidez, eficiência e eficácia a identificação de indícios de irregularidades praticadas pelos contribuintes, visando o indicativo de fiscalização. Em especial o relatório da "malha fiscal", que, além de diversas informações, permitirá a utilização de índices de desempenho a fim de diagnosticar os contribuintes abaixo da média de cada setor de atividade econômica;
c. Viabilizar os instrumentos necessários à utilização das informações provenientes dos cartões de crédito/débito e dos Equipamentos Emissores de Cupom Fiscal -- ECF, para subsidiar as atividades de fiscalização, NF-e, da NFC-e e do SPED fiscal. A partir de 01/07/15, será obrigatório o uso da Nota Fiscal de Consumidor eletrônica para empresas de regime normal, o que permitirá o acompanhamento diário dos documentos fiscais expedidos possibilitando uma fiscalização mais efetiva;
d. Intensificar ações visando à implantação do cadastro compartilhado com a Receita Federal do Brasil, bem como do domicílio fiscal eletrônico; e. Intensificar a fiscalização de estabelecimentos através do monitoramento das operações realizadas pelos contribuintes, por setor econômico, com base nas informações extraídas do banco de dados existentes na SEFAZ em confronto com as informações levantadas junto aos contribuintes, visando o incremento da arrecadação tributária espontânea, bem como a repressão a sonegação fiscal; f. Intensificar a cobrança de débitos fiscais seja, declarado pelo contribuinte ou lançado de ofício, mediante a expedição de aviso de débito, as omissões de apresentação da Guia de Informação Mensal do ICMS - GIM, devidas pelos contribuintes obrigados a apresentação; g. Proceder à revisão dos regimes especiais, bem como o aprimoramento dos controles, tanto dos já existentes quanto daqueles a serem concedidos; h. Reestruturação dos postos fiscais, em especial o Posto Fiscal do Jundiá, realizando melhorias nas instalações e equipamento existentes, visando proporcionar melhores condições ao desenvolvimento das atividades de fiscalização realizadas naqueles órgãos de fiscalização;
i. Intensificar a fiscalização das mercadorias em trânsito com aprimoramento das técnicas de fiscalização utilizadas nos postos fiscais, visando reprimir a evasão; j. Descentralizai as atividades de fiscalização de menor complexidade, às Agências de Rendas; k. Modernização e melhorias no serviço de atendimento via site da SEF.AZ para os contribuintes e contadores, e ferramentas de trabalho via intranet para os servidores fazendários;
I. Revisão e alteração da legislação tributária visando sua atualização e exclusão de lacunas existentes, por exemplo, das infrações referentes a documentos eletrônicos antes não existentes;
m. Reforçar as equipes de trabalho tanto dos postos fiscais ( e com reativação da fiscalização volante), quanto de fiscalização de estabelecimentos e setores internos (substituição tributária, NF-e, telecomunicações e energia, Simples Nacional, etc) com a realização de concurso público para Fiscais de Tributos Estaduais; n. Proceder a inserção no sistema de tributação da SEFAZ das NF emitidas nos últimos cinco anos e ainda não internadas com a cobrança do crédito tributário quando devido, já com os acréscimos legais.
Fonte: Departamento da Receita -- SEFAZ/RR
Em suma, as metas fiscais podem ser afetadas por vários fatores e no momento evidenciam-se as mais coerentes. As metas fixadas confirmam o comprometimento do Governo Estadual com a responsabilidade fiscal, contribuindo para a estabilidade e transparência das contas públicas, com o objetivo de assegurar um atendimento adequado das demandas da população, propiciando a criação das condições necessárias para o crescimento sustentado com inclusão social.
ANEXO VII RELATÓRIO DE AVALIAÇÃO DAS METAS EXERCÍCIO 2014 (Art. 4°, § 2°, da Lei Complementar n° 101, de 2000)
1. INTRODUÇÃO
O presente relatório se constitui numa avaliação preliminar quanto ao cumprimento das metas previstas no Programa de Reestruturação e Ajuste Fiscal do Estado no exercício de2014.
O estabelecimento de metas, por meio do Programa de Ajuste Fiscal, tem sido nos últimos anos, um dos instrumentos norteadores da sustentação fiscal e financeira do Estado em bases permanentes. Desta forma, enquanto vigorar o Contrato, a intensidade do ajuste fiscal requerido terá come fundamento a estratégia escolhida pelo Governo Estadual e as ações específicas,que serão direcionadas para a obtenção de resultados primários suficientes para, em conjunto com as demais fontes de financiamento, possibilitar a cobertura do serviço da dívida, sem acúmulo de atrasos/deficiências.
As metas estabelecidas visam não só o equilíbrio das contas estaduais, mas também a possibilidade de manter um nível de investimento, principalmente em infraestrutura econômica e social, capaz de proporcionar um contínuo desenvolvimento do Estado de Roraima.
2. DA ANÁLISE
a. Meta 1 -- Relação Divida Financeira / Receita Líquida Real A meta 1 do Programa de Reestruturação de Ajuste Fiscal corresponde à manutenção da dívida financeira do Estado em valores não superiores à sua Receita Líquida Reai Anual.
Em 2014, o saldo devedor da dívida financeira do Estado foi de R$ 1.792 milhões e a Receita Líquida Real Corrigida, de R$ 2.278 milhões evidenciando assim, que a meta 1 foi atingida de maneira satisfatória, considerando que c Estado manteve a relação Dívida Financeira / Receita Líquida Real abaixo de 1,00:
Dívida Financeira / Receita Líquida Real Prevista Realizada não ultrapassar 1,00 0,78
b. Meta 2 -- Resultado Primário
A meta 2 consiste na obtenção de resultado primário positivo suficiente para, em conjunto com as demais fontes de financiamento, possibilitar a cobertura do serviço da dívida. O Estado cumpriu a meta estabelecida por meio do compromisso de atrasos/deficiências, haja vista que a meta para 2014 foi de R$ 42 milhões e o realizado foi de R$ 59 milhões.
Resultado Primário em R$ milhões
Prevista Realizada
42 59
c. Meta 3 -- Despesas com Funcionalismo Público
Consiste em limitar as despesas com pessoal em60`)/0 da Receita Corrente Líquida (RCL). O Estado cumpriu a meta, alcançando um resultado de 53,66%do comprometimento da RCL, ficando abaixo do previsto em 6,34%.
Despesa com Pessoal / RCL em clo
Prevista Realizada não ultrapassar 60,00 53,66
d. Meta 4 -- Receitas de Arrecadação Própria
Nesta meta do Programa, o Estado se comprometeu alcançar o va!or mínimo de R$ C 768 milhões de Receita de Arrecadação Própria.
Considerando as arrecadações efetivadas no exercício 2014, das receitas tributárias (ICMS, IPVA, Taxa e ITCD), receitas de contribuições, patrimoniais, de serviços e outras receitas correntes e de capital, o Estado alcançou o total de R$ 805 milhões.
Receitas de Arrecadação Própria R$ milhões
Prevista Realizada 768 805
Portanto, o Estado cumpriu esta meta, e esse resultado no tocante ao ICMS deveuse ao melhor planejamento e controle dentro do Departamento de Receita, especificamente nas Divisões de Fiscalização e Mercadoria em Trânsito, onde houve de forma significativa controle nos postos fiscais de entrada e fiscalizações de profundidade em grandes contribuintes. · e. Meta 5 -- Reforma do Estado, Ajuste Patrimonial e Alienação de Ativos
A meta 5 do Programa é alcançar os seguintes compromissos:
· Manter no âmbito do Poder Executivo Estadual, soh a coordenação da Secretaria de Estado da Fazenda, Grupo de Trabalho denominado Grupo de Procedimentos Contábeis do Estado de Roraima -- GTCON/RR, com o fim de elaborar planejamento estratégico e implementar medidas que possibilitem:
O Estado, por meio do Grupo de Procedimentos Contábeis do Estado de Roraima -- GTCON/RR, e junto à Coordenadoria Geral de Contabilidade da Secretaria de Estado da Fazenda, cumpriu com os prazos para a implantação do PCASP, de acordo com as normas do MCASP, conforme cronogramas da STN e do TCE/RR. · Implementar sistema de custos que:
Considerando que a obrigatoriedade legal de se produzir informações de custo no setor público, parcialmente gol iternplada nos artigos 85 e 99 da Lei n° 4.320/1964, e totalmente no artigo 79 do Decreto-Lei n° 200/1967, c sendo a obrigatoriedade legal explicitamente reforçada no artigo 50, § 3° da Lei Complementar n° 101/2000, o Governo de Roraima está buscando parcerias, e cooperação técnica em outros estados da federação, efetuando estudos para escolha e negociação do referido sistema para posterior implantação.
· Limitar as outras despesas correntes ao percentual de 42,05% da RLR, em 2014.
O Estado cumpriu a meta, pois o valor das Outras Despesas Correntes de R$ 948 milhões, atingiu41,63% da Receita Líquida Real que alcançou R$ 2.278 milhões.
· Consolidar as informações contábeis no sistema FIPLAN, de modo a integrar ao referido sistema a Assembleia Legislativa e o Tribunal do Justiça do Estado de Roraima que atualmente utilizam outro sistema para efetuar os lançamentos contábeis;
O Estado por meio de ações de consolidar as informações nontábeis em um sistema único, buscará concretizar essa meta em tempo hábil, tendo corno limite a vigência do Programa.
· Manter estrutura técnico-institucional de acompanhamento de empresas estatais dependentes.
O Estado constituiu e mantem a comissão para o acompanhamento das empresas estatais dependentes, através da SEFAZ/GAB/PORTARIA N° 649/2014 publicada no DOE n° 2345 de 21 de agosto de 20 i 4.
· Manter estrutura técnico-institucional de acompanhamento do Programa, com a participação de integrantes das Secretarias da Fazenda, de Planejamento, de Administração e Controladoria Gerai do Estado;
O Estado constituiu e mantem uma comissão de acompanhamento e avaliação do Programa de Ajuste Fiscal (PAF), através da PORTARIA CONJUNTA SEFAZiSEGAD/SEPLAN/CGE N° 001/2014, publicada no DOE n° 2345 de 21 de agosto de 2014.
· manter atualizado o Sistema de Coleta de Dados Contábeis (SISTN), na Caixa Econômica Federal, de acordo com os normativos vigentes;
O Estado cumpriu o compromisso informando os dados no site da Caixa Econômica Federal, que homologou todos os demonstrativos encaminhados.
· encaminhar à STN, até o dia 31 de maio de cada ano, Relatório sobre a execução do Programa de Reestruturação e Ajuste Fiscal do Estado relativo ao exercício anterior e sobre as perspectivas para o triênio seguinte (Relatório do Programa), contendo análise detalhada do cumprimento ou descumprimento de cada meta ou compromisso, bem como as ações executadas;
Meta cumprida, com a apresentação deste Relatório.
· divulgar, inclusive em meios eletrônicos de acesso público, os dados e informações relativos ao Programa de Reestruturação e Ajuste Fiscal do Estado, consoante o que dispõe o § 1° do art. 1° da Lei Complementar n° 101, de 4 de maio de 2000;
Os dados foram Publicados no site www.transparencia.rr.gov.br.
· Elaborar Nota Técnica sobre lançamentos decorrentes de operação de saneamento econômico-financeiro da CERR, informando, anualmente:
I. receitas por fonte;
I i. despesas por natureza e fonte;
111. compatibilização da Conta "4.8.0.0.0.00.00.00 Receita intraorçamentária de
capital" do FIPLAN com as Despesas intraurçamentárias de Inversões.
O Estado cumpriu o compromisso, conforme informações da Contabilidade Geral do Estado.
· Elaborar Nota Técnica a cerca dos registros de eventuais duplicidades, informando as contas de receita e/ou despesa em que ocorreram esses registros;
Estado cumpriu o compromisso, conforme informações da Contabilidade Geral do Esiado.
f. Meta 6 -- Despesas de Investimentos
Esta meta consistiu em limitar as despesas de investimentos aos percentuais da Receita líquida Real em 13,39% para o ano de 2014.
Despesas de Investimentos / Receita Líquida Real em 'Yr
Meta Estabelecida Resultado Alcançado
13,39 10,73
Conforme o quadro acima, a Meta 6 foi atingida, com a redução dos gastos com investimentos, tendo como principais fatores o controle do gasto público e o esforço de atingir as metas estabelecidas no Programa de Ajuste Fiscal.
O Estadovem buscando um comprometimento mais arrojado com as novas metas para o triênio 2015-2017, aperfeiçoando o método de trabalho e reestruturação na área financeira, promovendo maior integração das áreas de planejamento, orçamento, contabilidade e finanças através da implantação dos novos compromissos assumidos perante a Secretaria do Tesouro Nacional,
Considerando o acima exposto, o Governo do Estado de Roraima solicita valer-se da regra contida no inciso IV do parágrafo único do Art. 26 da Medida Provisória n° 2.192-70, de 24 de agosto de 2001, que confere ao Ministro de Estado da Fazenda o poder de revisar a avaliação pelo descumprimento, caso venham a existir nos exercícios futuros, de metas e compromissos "para todos os efeitos, à vista de justificativa fundamentada pelo Estado".
EVENTOS Valor Previsto para 2015 Aumento Permanente da Receita (-) Transferências Constitucionais 198.003 (-) Trans ferências ao FUNDEB 11.813
34.209 Saldo Final do Aumento Permanente de Receita (1)
,---, in
Y's 1
:C
1.-.1
0,
Keduçao Permanente de Despesa (II)
1
Margem Bruta (111) = ( I+II)
1.-.
tr)
00 Cr,
Saldo Utilizado da Margem Bruta (IV)
I
Novas DOCC Novas DOCC geradas por PPP
, .. _ Margem Liquida de Expansão de DOCC (V) = (III-IV)
In ,---. --·
00
PCIXTTP · rrzni--N-KT /QC'E' A '7 n r nn /(-1
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ANEXODEMETASFISCAIS RESULTADO NOMINAL
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PROJEÇÃO PROJEÇÃO
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nr Resultado Nominal
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(--À oo LLr, 593.321.469
Ni
00 N
25.672.847 24.389.205 23. 169.744 22.011.257
. Dívida Pública Consolidada
'---- ._, . 00
00 1.801. 156M7
.r. 7-.
cr,
1.920.422.440
o,
1.824.401.318 1.733. 181.252 1.646.522. 1 89
Dívida Consol idada Líq uida
-- -1-
cc
en I,r,, 115.163.635
,,
487.784.09 1 463.394.887 440.225. 142 41 8.213.885
, F(INTF· PIPIA 1'11 rn-A -7 _ · PEMCA1 Previdência poro Estdos e Municípios
CA V.A ANEXO III ANEXO DE METAS FISCAIS Art. hr. § r, inciso fV, a, da Lei Complementar rip 10I de 2000. AVALIAÇÃO ATUARIAL DO NsTnisro DE PREVIDÊNCIA DO ESTADO DE RORAIMA FUNDO PREVII)ÊNCIÁRIO E FINANCEIRO
FUNDO
PREVIDENC1ÁRIO
Conforme a Lei Estadual n°. 079, de 18/10/2004, o Fundo Previdenciário custeará as despesas previdcnciárias relativas aos segurados admitidos a partir de 19 de janeiro de 2005 e seus dependentes, sob o Regime Financeiro de Capitalização. PEMCAIXA Prevdencio poro Estados e Municipios
CAIXA 9. Parecer Atuarial - Fundo Previdericiario
Com a finalidade de garantir a cobertura financeira dos benefícios previdenciários, o Estado de Roraima e seus servidores vertem contribuições mensais para um Fundo Previdenciário.
A Base de Dados apresentada consistiu de dados amplos e atualizados, entretanto apresentou inconsistências, que foram sanadas através da adoção de premissas d"graficas. A adoção de premissas para suprir tais inconsistências sempre causa desvios nos resultados. Como o nível de consisténcia foi médio, principalmente no que tange a informação referente ao tempo de serviço anterior à admissão no Estado, o impacto foi moderado, devendo ser feito urgentemente um levantamento das informações inconsistentes até a próxima avaliação atuarial.
A inexistência de informação referente ao Tempo de Serviço Anterior à admissão no Estado foi suprida pela premissa de que o servidor entrou no mercado de trabalho aos 24 anos, 8 meses e 12 dias. Tal premissa fui fruto de um levantamento realizado no universo. las bases cadastrais analisadas pela CAIXA, onde foram considerados apenas os dados reais e consistentes, utilizando informações de cerca de 100.000 servidores ativos.
Da mesma forma, a Naixa refa,go de servidores casados tói suprida por uma probabilidade do servidor estar rasado a cada idade. Tal premissa foi fruto de um levantamento realizado no universo das bases cadastrais analisadas pela CAIXA, onde foram considerados apenas os dados reais e consistentes, utilizando informações de lixais de 500.0(X) servidores ativos.
A idade média projetada para entrada em beneficio de aposentauot ia programada do Fundo Previdenciário, utilizada neste cálculo é:
[1 Servidores do sexo FEMININO professor: 55 anos;
ri Servidores de sexo FEMININO não professor: 59 anos; U Servidores do sexo MASCULINO professor. 59 anos;
C.1 Servidores do sexo MASCULINO não professor: 64 anos;
H Grupo todo: 60 anos
Conforme informado pelos gestores do Plano, as contribuições estão definidas da seguinte forma: PEMCAIXA Previdência pari Estudos e Munk;pios
CAIXA contribuições mensais dos servidores ativos: 11,00% incidentes sobre a remuneração de contribuição:.
contribuições mensais dos servidores aposentados e pensionistas: 11,00% incidentes sobre a parcela dos proventos que exceder o teto de beneficio do INSS;
contribuições mensais dos servidores aposentados e pensionistas portadores de doença incapacitante: 11,00% incidenie sobre a parcela de pensão que exceder o dobro do teto de beneficio do INSS: e contribuições mensais do Estado de 14,00% sobre a remuneração de contribuição dos servidores ativos.
A receita decorrente desta arrecadação gera um superávit financeiro de RS. 1195.233,92, que corresponde a um excedente financeiro mensal da ordem de 21.55% da folha de salários de servidores ativos.
As bases técnicas utilizadas foram eleitas pelo atuário responsável, sendo estas aderentes às características da massa de participantes:
a taxa de juros real utilizada nas projeções contidas nesta avaliação foi de 6,00% ao ano;
[ 1 as tábuas biométricas utilizadas foram escolhidas em função do evento gerador:
Tábua de Mortalidade de Válido (evento gerador sobrevivência) --
IBGE - 2011 (ambos os sexos);
Tábua de Mortalidade de Válido (evento gerador morte) -- IBGE - 2011 (ambos os sexos);
Tábua de E;itrada em lirwalid --ALVARO VINDAS;
El Tábua de Mortalidade de Inválidos -- IBGE - 2011 (ambos os sexos);
Probabilidade de deixar uni dependerge vitaiicio, em caso de ~rio, caicalada em função da proporção de servidores casados por idade, com base nas infonnações apuradas no banco de dados do Estado;
L1 o crescimento salarial considerado foi de 1,00% ao ano;
LI a taxa de rotatividade considerada foi de 1,00% ao ano; c PEMCf4 1XA· prey,dêncio, Estados e Municípios
CAI A Ti o custo istra[ivro considerado neste estudo corresponde a 2,00% do total d2 rcimmeração de contribuição dos servidores ativos do Estado.
Para a utilização da taxa de crescimento salarial descrita acima, fez-se uma projeção do crescimento salarial dos servidores ativos com base no banco de dados enviado. Esta projeção foi elaborada a partir de uma regressão exponencial do salário médio dos servidores por idade. Desta forma, chegou-se a conclusão de que a cada ano de trabalho no Estado o salário real do servidor sofre uni impacto de 6,28%. Desta forma, recomenda-se um acompanhamento constante dessa hipótese, e caso se confirme tal hível crescimento nos próximos estudos, a taxa de crescimento salarial deverá ser revista
A taxa anual real de crescimento dos beneficios do plano adotada neste estudo é de 0,00%, uma vez que se considera a atualização monetária dos mesmos.
A meta atuarial estabelecida para 2013 é de 11,90% (IPCA + 6,00%). A rentabilidade anual auferida pelo plano de beneficios em 2013 foi de 12,30%. O IPCA acumuladono período dc jan/13 a dez/13 foi de 5,91%. Sendo a meta estabelecida na política de investimentos para as aplicações dos recursos do RPPS igual ao máximo permitido pela legislação (6,00%), optou-se por manta-la para o ano de 2013.
Conforme a Lei Estadual n°. 079, de 18/10/2004, o Fundo Previderxiário custeará as despes previdenciárias relativas aos segurados admitidos a partir de 19 de janeiro de 2005 e seus dependentes. Nela situação encontram-se 5.321 servidores ativos, 13 servidores aposentados e 19 pensionistas.
O Patrimônio constituído pelo Fundo Previdencikio, segundo informações dadas à CAIXA é composto por Aplicações em R$ 369.355.512,75.
Considerou-se ainda o Montante de R$ 68.435.821,22, referente ao Valor Presente da Compensação Plevideaciaria a Recebei.
Para efeito de estimativa da Compensação Previdenciária, calculou-se o percentual da folha de aposentados que retoma ao RPFS come Compensação Previdenciária e aplicou-se tal percentual (10,00%) sobre o Valor Presente de Beneficias Futuros dos aposentados e pensionistas. Para a estimativa referente aos Beneficies a Conce&r, estimou-se utilizando corno base o tempo de serviço anterior dos servidores anteriormente à admissão no Estado, sendo esta estimativa limitada a 10,00% sobre o Valor Presente dos Beneficios Futuros dos servidores Ativos.
A folha salarial mensal que serviu de base para o cálculo dos percentuais de custo de cada beneficio é de R$ 14.325.188,28. PEMCAIXA Previdência poro Estolas e Municípios
CALAO Custo Normal apurado nesta avaliação é de 27,58%, sendo 2,58% superior Is contribuições atualmente vertidas ao RPPS de 25,00% (11,00% para o servidor e 14,00% para o Estado) Entretanto, não recebemos a base de alguns órgãos na data desta avaliação. Nos estudos anteriores, os servidores presentes nos respectivos órgãos faltantes têm informações que contribuem para a redução do Custo Normal apurado nesta avaliação. No entanto o Estado se comprometeu em regularizar as pendências o mais breve possível. Em virtude disso, o custo normal apurado tem expectativa de redução, assim recomenda-se manter as aliquotas praticadas atualmente.
Verifivou-se também que as Reservas Matemáticas do Fundo Previdenciário somam R$ 143.451.819,08, assim, o Fundo apresentou um Resultado Técnico Atuarial positivo de R$ 225.901693,67, sendo aliado na conta "Ajuste de Resultado Atuarial Superavitário" o montante de R$ 35.862.954,77, correspondente a 25,00% das Reservas Matemáticas. Deste modo, o Fluido Previdenciário se encontra em Superávit Técnico Atuarial de R$ 190.040.738,91. Apresentamos a seguir o quadro referente aos compromissos do Plano relativos aos benciicios avaliados em Regime Financeiro de Capitalização, demonstrando os compromissos dos integrantes da geração atual e das gerações futuras, de forma a atender as Iwtruções para Preenchimento do 1)emonstrativo de Resultados da Avalia:10 Atuarial para o exeicício de 2014.
Contudo, cabe ressaltar que nesta Avaliação Atuarial a geração futura foi considerada apenas nas projeções de Receitas x Despesas, sendo que as Reservas Matemáticas e e Custo Normal (b Plano consideram apenas a geração atuai. PEMCA1XA Previdência para Estados e Municípios
CAI 'A
DEMONSTRATIVO DO faiULT.ADO ATUARIAL - BENEFÍCIOS AVALIADOS EM REGIME DE CAPITALIZAÇÃO -
GRUPO FECHADO Gerações GRUPO ABERTO Geração Atuarial èlffill dS Consolidado Descrição Valores (RS) Valores (RS) Valores (RS) Valor Atual dos Salários Futuros 2.228.691.920,00 3.708.882.356,25 5.937.574.276,25
Ativo 369.355.512,75 369.355.512,75 Aplicações Financeiras e Disponibilidades 369.355.512,75 369.355.512,75 Créditos a receber Propriedades para investimentos (imóveis) Direitos sobre royalties Bens, direitos e demais ativos
PMBC 17.574.03,98 17.574.653,98 VABF - Concedidos 18.248.431,02 18.248.431,02 (-) VACF - Concedido Ente (-) VACF - Concedido Aposentados e 673.777,04 673.777,04 Pensionistas
PMBaC 194.312.986,31 48.689.908,88 243.002.895,19 VABF - A Conceder 666.109.781,17 804.931.021,32 1.471.040.802,49 (-) VACF - A Conceder Ente 283.625.434,37 454.622.104,58 738.247.588,95 (-) VACF - A Conceder Ativos 188.171.310,49 301.619.007,86 f 489.790.318,35
Provisão Matemática - TOTAL 211.887.640.29 48.689.908,88 260.577.549,17
Compensação Previdenciária a Receber 68.435.821,22 68.435.821,22 Compensação Previdenciária a Pagar
Resultado Atuarial (Déficit Superávit 1 ft-ludibrio) 225.963.693,68 - (48.689.908:88) 177.213.784,80
O grupo de Geração Futura foi obtido em função da extinção do grupo de ativos atuais. Para cada servidor ativo que se desligue do Plano por aposentadoria, invalidez, morte, exoneração ou demissão, roi adotada a hipótese de reposição deste por um outro com as mesmas earactextai,.;as que o servidor que se desligou tinha no momento de sua admissão na administração pública (idade, sexo, tipo de vínculo empregaticio, remuneração, grupo familiar, etc). Essa substituição foi realizada enquanto durar o grupo de ativos atuais.
As tabelas a seguir apresentam as projeções da evolução das previsões matemáticas para os próximos doze meses:
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Avaliação Atuaria PEMCA1XA PrE dértio poro Estados e Municípios
Onde.- VASF - Valor Atuai dos Salários Futuros VASF VABF Concedidos - Valor Atual dos Benefícios Futuros (Benefícios concedidos) VACF Concedidos - Valor Atual das Contribuições Futuras do Servidores, Aposentados e Pensionistas (Benefícios Concedidos) PMBC - Provisão Matemática de Benefícios Concedidos VABF a Conceder Valor Atual dos Benefícios Futuros (Benefícios a conceder) VACF Ente - Valor Atual das Contribuições Futuras do Ente (Benefícios a Conceder) VACF Servidores - Valor Atua; das Contribuicões Futuras dos Servidores, Aposentados e Pensionstas (Benefícios a Conceder) PMBaC - Provisão Matemática de Beneficio a Concedei Valor Atual da Compensação Financeira e Receber VACompF - a Receber Valor Atual da Compensação Financeira a Pagar VACompF - a Pagar
Este é o
Carrozzino 18 MTb/RJ
Avaliação Atuarial 57 PENICAIXA Previdência para Esiadas e Municipios
QUADRO 6 - Parecer Atuarial
QUADRO 7 - Certificado !Certifico para os devidos fins, que este Demonstrativo representa o Resumo do Cálculo Atuarial por mim realizado, sendo os resultados de minha int · respun 'lidadF,.pafa quaisquer aspectos legais.
7.1 Atuário Responsável pel
Nome: Gustavo A NI!BA: 1018 CPF: 014.926.357/07 Correio eletrônico: gepub07exaixa.gov.br Telefone: (61) 3206-9952
Certifico para os devidos fins, que este Demonstrativo representa o Resumo do Cálculo Atuarial por mim realizado, sendo os resuitados de minha inteira responsabilidade para quaisquer aspectos Legais.
7.2 Representante Legal do RPPS
Nome: Cargo: CPF: Correio eletrônico: Telefone:
Avaliação Atuarial 58 PEMCAI XA
Preedincio para Esiodos e Municípios
CAIXA
FUNDO
FINANCEIRO
Conforme a Lei Estadual n°. 079, de 18110/2004, o Fundo Financeiro é responsável por custear as despesas dos servidores admitidos até 18 de janeiro de 2005 e seus dependentes, sob o Regime Financeiro de Repartição Simples.
Avaliação Atuarial 59