Santa Catarina
Lei Estadual de Santa Catarina nº 13849, de 31 de outubro de 2006
Nº 13849/2006
Nesta página
Art. 1. CAPÍTULO I – Das Prioridades e Metas da Administração Pública Estadual CAPÍTULO II – Da Organização e Estrutura dos Orçamentos CAPÍTULO III – Das Diretrizes para a Elaboração e Execução dos Orçamentos e suas Alterações CAPÍTULO IV – Das Disposições Sobre Alterações na Legislação Tributária do Estado CAPÍTULO V – Da Política de Aplicação das Instituições Financeiras Oficiais de Fomento CAPÍTULO VI – Das Disposições Relativas às Políticas de Recursos Humanos da Administração Pública Estadual CAPÍTULO VII – Das Disposições FinaisDispõe sobre as diretrizes orçamentárias para o exercício financeiro de 2007 e adota outras providências.
O GOVERNADOR DO ESTADO DE SANTA CATARINA,
Faço saber a todos os habitantes deste Estado que a Assembléia Legislativa decreta e eu sanciono a seguinte Lei:
DISPOSIÇÃO PRELIMINAR
CAPÍTULO I
Das Prioridades e Metas da Administração Pública Estadual
CAPÍTULO II
Da Organização e Estrutura dos Orçamentos
XVIII - demonstrativo das fontes de recursos por grupo de despesa;
XXIII - despesa dos orçamentos fiscal e da seguridade social por programa;
XXVII - consolidação dos investimentos por subfunção;
XXVIII - consolidação dos investimentos por função detalhada por subfunção; e
CAPÍTULO III
Das Diretrizes para a Elaboração e Execução dos Orçamentos e suas Alterações
SEÇÃO I
Das Diretrizes Gerais
SEÇÃO II
Do Orçamento Fiscal e da Seguridade Social
SEÇÃO III
Do Orçamento de Investimento
SEÇÃO IV
Dos Precatórios Judiciais
SEÇÃO V
Das Diretrizes para o Limite de Despesas dos Poderes Legislativo e Judiciário, do Ministério Público e da Fundação Universidade do Estado de Santa Catarina
SEÇÃO VI
Das Emendas ao Projeto de Lei Orçamentária
CAPÍTULO IV
Das Disposições Sobre Alterações na Legislação Tributária do Estado
CAPÍTULO V
Da Política de Aplicação das Instituições Financeiras Oficiais de Fomento
CAPÍTULO VI
Das Disposições Relativas às Políticas de Recursos Humanos da Administração Pública Estadual
CAPÍTULO VII
Das Disposições Finais
Classificação
Município
I D S
238
Marema
0,793
239
Nova Itaberaba
0,792
240
Princesa
0,792
241
Ipuaçu
0,792
242
Herval d’Oeste
0,792
243
Santa Terezinha do Progresso
0,789
244
Ponte Serrada
0,788
245
Irati
0,787
246
Caxambu do Sul
0,787
247
Chapadão do Lageado
0,786
248
Capão Alto
0,785
249
Monte Carlo
0,784
250
Balneário Arroio do Silva
0,779
251
Araquari
0,778
252
Monte Castelo
0,778
253
Águas de Chapecó
0,777
254
Bocaina do Sul
0,777
255
Palmeira
0,776
256
Urubici
0,776
257
Garuva
0,773
258
São João do Sul
0,773
259
Passo de Torres
0,772
260
Irani
0,771
261
Angelina
0,770
262
Passos Maia
0,769
263
Praia Grande
0,768
264
Pedras Grandes
0,768
265
Balneário Gaivota
0,767
266
Entre Rios
0,764
267
Rio Rufino
0,763
268
Ibicaré
0,762
269
Bom Jesus
0,756
270
Bom Jardim da Serra
0,755
271
Alfredo Wagner
0,754
272
Irineópolis
0,752
273
Vargem
0,749
Classificação
Município
I D S
274
Ouro Verde
0,746
275
Vitor Meireles
0,744
276
Lebon Régis
0,740
277
Imaruí
0,734
278
Saltinho
0,734
279
Anita Garibaldi
0,733
280
Abdon Batista
0,730
281
Flor do Sertão
0,729
282
Santa Terezinha
0,726
283
Brunópolis
0,722
284
Calmon
0,722
285
Campo Belo do Sul
0,718
286
Painel
0,715
287
Matos Costa
0,713
288
Macieira
0,710
289
São José do Cerrito
0,701
290
Bela Vista do Toldo
0,698
291
Bandeirante
0,683
292
Cerro Negro
0,658
293
Timbó Grande
0,629
Fonte: Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social, Trabalho e Renda
Florianópolis, 31 de outubro de 2006
EDUARDO PINHO MOREIRA
Governador do Estado
Anexo I - Prioridades e Metas para 2007
Programa / Meta
Produto
Unidade Medida
Quantidade
Poder Executivo
Programa 110 - Apoio administrativo
Construção, Reforma e Ampliação de Imóveis
Obra Executada
Unidade
3
Administração de Recursos Humanos
Servidor
Unidade
104.203
Auxílio Alimentação
Servidor Beneficiado
Unidade
90.520
Manutenção e Serviços Administrativos Gerais
Unidade Gestora
Unidade
82
Gestão do Registro Mercantil
Atos Praticados
Unidade
280.000
Encargos com Inativos - Poder Executivo
Servidor Inativo
Unidade
47.506
Programa 120 - Primeira chance
Encargos com Estagiários
Estagiário Contratado
Unidade
8.000
Programa 130 - Valorização do servidor público e gestão de recursos humanos
Reforma das Instalações da Gerência Central e das Unidades Regionais de Saúde do Servidor
Obra Executada
Unidade
1
Capacitação dos Servidores Públicos - FMPI
Servidor Capacitado
Unidade
151
Programa 140 - Gestão Documental do Arquivo Público do Estado
Conservação e Divulgação do Acervo Documental - Arquivo Permanente
Documento Conservado
Unidade
50.000
Construção, Reforma e Manutenção do Arquivo Público Estadual
Obra Executada
Unidade
1
Programa 170 - Modernização da gestão de materiais e serviços
Informatização e Aperfeiçoamento da Gestão de Licitações e Compras - FMPI
Sistema Implantado
Unidade
1
Programa 180 - Assistência previdenciária
Pensões - IPESC
Dependente Atendido
Unidade
9.600
Programa 185 - Santa Catarina Saúde - Valorizar o Servidor Público
Manutenção do Plano: Santa Catarina Saúde
Plano Gerenciado
Unidade
1
Assistência Médico-Hospitalar: Santa Catarina Saúde
Segurado/ Beneficiado
Unidade
190.000
Programa 190 - Modernização da Gestão de Atos Oficiais
Informatização da Produção do Diário Oficial do Estado
Diário Oficial Informatizado
Unidade
1
Modernização da Produção Gráfica Oficial
Gráfica Modernizada
Unidade
1
Programa 200 - Agrorredes
Fomento à Implantação de Pequenas Agroindústrias no Meio Rural - SDR - Chapecó
Agroindustria Instalada
Unidade
22
Fomento à Implantação de Pequenas Agroindústrias no Meio Rural - SDR - Mafra
Agroindustria Instalada
Unidade
200
Programa 212 - Arranjos Produtivos da Aqüicultura e Pesca - Boa Pesca
Apoio à Aqüicultura e à Pesca
Pescador e Aqüicultor Assistido
Unidade
3.000
Programa 215 - Desenvolvimento Florestal - Florestar
Desenvolvimento Florestal
Área Reflorestada
Hectare
10.000
Programa 218 - Armazenar - Armazenagem no Meio Rural
Apoio à Armazenagem - Armazenar
Capacidade de Armazenagem Aumentada
Tonelada
100.000
Programa 233 - Melhoria de Sistemas de Abastecimento de Água - Água no Meio Rural
Apoio à Implant e Melhoria de Sistemas de Abastecim de Água no Meio Rural - SDRSão Lourenço do Oeste
Sistema Implantado
Unidade
80
Apoio à Implantação e Melhorias de Sistemas de Abastecimento de Água no Meio Rural
Sistema Implantado
Unidade
600
Programa 234 - Distribuição de Insumos Básicos aos Pequenos Produtores Rurais - Terra Boa
Distribuição de Insumos Básicos aos Pequenos Produtores Rurais - Terra Boa - FDR
Sementes e Calcário
Saca/Semente
T. de Calcário
20.000 10.000
Programa 255 - Melhoria da Infra-estrutura Rural e Pesqueira
Ações Suplementares de Apoio ao Desenvolvimento Rural e Pesqueiro - SDR - Rio do Sul
Projeto Agrícola Apoiado
Unidade
92
Engenharia Rural
Obra Agrícola Executada
Unidade
250
Programa 260 - Recuperação Ambiental e Apoio ao Pequeno Produtor Rural - Prapem/Microbacias 2
Implantação de Corredores Ecológicos e Consolidação de Unidades de Conservação - Microbacias 2
Corredor Ecológico Implantado
Unidade
100
Recuperação do Meio Ambiente e Apoio ao Pequeno Produtor Rural
Plano Elaborado
Unidade
1
Inversões Rurais em Apoio ao Prapem/Microbacias 2 - Fundir
Projeto Agrícola Apoiado
Unidade
11.100
Pesquisa, Assistência Técnica e Extensão Rural em Apoio ao Desenvolvimento do Prapem/Microbacias 2
Serviço em Microbacias
Família Microbacia
92.300 880
Programa 299 - Abastecimento de Água e Esgoto Sanitário
Implementação, Ampliação e Melhoria do Sistema de Abastecimento de Água - SDR - Dionísio Cerqueira
Fornecimento de Água
Habitante
20.000
Implantação de Rede Coletora, Tratamento e Destino Final de Esgoto Sanitário - SDR - São Miguel do Oeste
População Atendida
Habitante
15.400
Implantação de Rede Coletora, Tratamento e Destino Final de Esgoto Sanitário - SDR - Itajaí
População Atendida
Habitante
366.60
Implantação de Rede Coletora, Tratamento e Destino Final de Esgoto Sanitário - SDR - Xanxerê
População Atendida
Habitante
189.40
Implementação, Ampliação e Melhoria do Sistema de Abastecimento de Água - SDR - Itajaí
Fornecimento de Água
Habitante
427.40
Implantação de Rede Coletora, Tratamento e Destino Final de Esgoto Sanitário - SDR - Lages
População Atendida
Habitante
26.200
Programa 300 - Preservação, Conservação e Recuperação do Meio Ambiente
Readequação das Estruturas Receptoras dos Dejetos da Suinocultura e Avicultura - SDR Tubarão
Unidade Receptora de Dejeto Adequada
Unidade
2
Centros de Recebimento e Triagem de Lixo
Lixo Reciclado
Município
54
Indenização das Terras Particulares do Parque Estadual da Serra do Tabuleiro
Área de Terras Indenizadas
Hectare
2.000
Programa 310 - Gestão de Recursos Hídricos
Gestão de Bacias Hidrográficas
Bacia Hidrográfica Administrada
Unidade
3
Programa 311 - Gerenciamento de Recursos Hídricos
Implantação e Manutenção da Estrutura Institucional para a Gestão de Recursos Hídricos
Unidade Gestora Mantida
Unidade
1
Programa 320 - Ordenamento da Ocupação Territorial
Criação de Complexos Turísticos e Tecnológicos - Codesc
Obra Executada
Unidade
4
Elaboração e Revisão de Planos Diretores - Municípios ao longo do Trecho Sul da BR - 101 - Codesc
Plano Diretor Elaborado
Unidade
62
Programa 330 - Estudo, Informação e Controle Ambiental
Licenciamento e Cadastramento Ambiental
Licença Concedida
Unidade
10.000
Preservação e Conservação da Biodiversidade da Floresta Ombrófila Densa no Estado de SC
Meio Ambiente Preservado
Unidade
1
Manutenção e Monitoramento do Patrimônio Ambiental
Meio Ambiente Preservado
Unidade
1
Controle Ambiental da Bacia Carbonífera Catarinense
Meio Ambiente Preservado
Unidade
2
Programa 340 - Programa Nova Casa
Assentamentos com Moradias Populares - SDR - Dionísio Cerqueira
Habitação Construída
Unidade
300
Assentamento com Moradias Populares
Habitação Construída
Unidade
1.397
Moradia Rural
Habitação Construída
Unidade
1.200
Unidades de Moradias Isoladas e/ou em Condomínios
Habitação Construída
Unidade
128
Programa 370 - Gestão Estadual da Política de Assistência Social
Manutenção e Efetivação dos Conselhos de Direitos Vinculados à SST
Conselho de Direito Mantido
Unidade
8
Eventos Estaduais de Gestão da Política de Assistência Social
Pessoa Capacitada
Unidade
3.472
Programa 372 - Serviços de Proteção Social Básico
Apoio à Implantação de Centros de Referência de Assistência Social - CRAS
Centro de Referência Implantado
Unidade
100
Co-financiamento de Benefícios Eventuais
Município Beneficiado
Unidade
293
Programa 375 - Serviços de Proteção Social Especial
Co-financiamento a Serviços de Proteção Social Especial de Média Complexidade
Município Beneficiado
Unidade
230
Co-financiamento a Serviços de Proteção Social Especial de Alta Complexidade
Município Beneficiado
Unidade
200
Programa 380 - Ambial - Educação Ambiental e Alimentar
Manutenção e Expansão Ambial - SED
Aluno Atendido
Unidade
3.000
Programa 390 - Assistência a Família
Apoio Técnico e Financeiro a Organizações e Entidades Comunitárias - SDR - Lages
Projeto Social Apoiado
Unidade
30
Programa 410 - Inclusão Digital
Aquisição e Manutenção de Equipamentos Tecnológicos - Ensino Fundamental
Escola Equipada
Unidade
1.172
Programa 420 - Recursos Materiais e Equipamento para Educação
Aquisição de Equipamentos, Mobiliários, Material de Consumo e Pedagógico
Equip. e Mat. Adquiridos
Unidade
94.896
Desenvolvimento de Atividades Físicas nas UES - Fundamental
Evento Esportivo Apoiado
Unidade
1.179
Programa 430 - Estrutura Física da Educação
Construção, Ampliação e Reforma do Ensino Médio - SDR - Grande Florianópolis
Escola Construída, Ampliada ou Reformada
Unidade
110
Construção, Ampliação e Reforma do Ensino Fundamental - SDR - Joinville
Escola Construída, Ampliada ou Reformada
Unidade
96
Construção, Ampliação e Reforma do Ensino Fundamental - SDR - Grande Florianópolis
Escola Construída, Ampliada ou Reformada
Unidade
24
Construção, Ampliação e Reforma do Ensino Fundamental
Escola Const., Ampliada ou Reformada
Unidade
286
Programa 440 - Capacitação e Formação dos Profissionais da Educação Catarinense
4432 Capacitação nas Áreas do Conhecimento - Ensino Fundamental - SDR - Grande Florianópolis
Professor Capacitado
Unidade
5.296
Capacitação de Profissionais - Ensino Fundamental
Profissional Capacitado
Unidade
1.300
Programa 460 - Apoio à Modernização Tecnológica do Governo
Ampliação da Rede de Comunicação
Capac. da Rede de Comunicação Ampliada
Unidade
9
Gerenciamento Eletrônico de Documentos
Documentos e Processos Informatizados
Unidade
7.500
Ampliar Data Center Governamental Instalado no Ciasc
Equipamentos e Materiais Adquiridos
Unidade
2
Construção de Portal de Santa Catarina
Portal Eletrônico Implantado
Unidade
1
Programa 470 - Gestão Administrativa, Financeira, Pedagógica e de Pessoal da Educação
Apoio Financeiro Ensino Médio - SDR - Itajaí
Município Beneficiado
Unidade
11
Concessão de Bolsa de Estudos e Pesquisa - Ensino Superior
Aluno Atendido
Unidade
20.000
Programa 480 - Descentralização Financeira e Física da Educação
Descentralização Financeira do Cedup - SDR - Lages
Escola Atendida
Unidade
1
Programa 490 - Fomento à Pesquisa, Tecnologia e Inovação
Expansão, Melhoria e Manutenção da Rede de Ciência e Tecnologia (RCT) em SC
Rede de Comunicação Ampliada
Unidade
1
Estímulo à Pesquisa Agropecuária e Ações Inovadoras
Pesquisa Agropecuária
Experimento
150
Capacitação e Amparo Universal em Pesquisa Científica
Projeto de Pesquisa Executado
Unidade
600
Indução de Pesquisa e Ação em Temas Estratégicos e Cidadania
Projeto de Pesquisa Executado
Unidade
650
Fortalecimento de Infra-estrutura para Pesquisa Científica
Projeto de Pesquisa Executado
Unidade
30
Programa 495 - Escola em Tempo Integral
Manutenção e Expansão da Escola em Tempo Integral
Aluno Atendido
Unidade
11.000
Programa 498 - Gestão da Fundação UDESC
Aquisição, Construção, Reforma e Ampliação de Bens Imóveis para a Reitoria e Centros de Ensino
Obra Executada
Unidade
5
Programa 500 - Sociedade Inclusiva Catarinense
Fomento ao Desporto, à Cultura e Assistência Social
Estudo Realizado
Unidade
100
Fiscalização de Modalidades Lotéricas
Prof. Capacitados em Fiscalização
Unidade
100
Programa 502 - Gestão da Tecnologia da Informação e Comunicação
Modernização dos Sistemas de Gestão e de Pagamento de Recursos Humanos
Sistema Implantado
Unidade
1
Contratação de Consultoria e Serviços Relacionados à Tecnologia da Informação e Comunicação
Consultoria Contratada
Unidade
40
Aquisição e Manutenção de Hardware
Item de Hardware
Unidade
1.750
Aquisição, Manutenção e Desenvolvimento de Software
Item de Software
Unidade
31
Contratação de Serviços de Comunicação para Dados/ Voz Internet
Serviço
Unidade
83
Manutenção de Sistemas e Serviços Corporativos
Sistema Contratado
Unidade
83
Programa 510 - Gerenciamento de Informações para o Desenvolvimento Catarinense
Atualização e Publicação de Informações Geográficas, Cartográficas e Estatísticas do Estado
Atlas de SC Atualizado
Unidade
30.000
Programa 520 - Gestão de Publicidade, Propaganda e Marketing do Governo de Santa Catarina
Participação do Governo em Feiras, Eventos e Seminários
Apoio à Festa e Feira
Unidade
15
Publicidade Legal
Cumprimento da Legislação
Projeto
2.000
Realização de Pesquisas
Pesquisa de Opinião Realizada
Unidade
12
Patrocínio de Eventos Culturais, Comunitários, Esportivos e Educativos
Projeto Cultural Apoiado
Unidade
60
Programa 530 - Geração de Emprego e Renda
Criação de Fundo de Aval para Empresas Catarinenses
Fundo de Aval Criado
Unidade
1
Apoio Financeiro a Projetos de Infra-estrutura Municipal
Operação de Crédito Realizada
Unidade
100
Apoio Financeiro às Empresas Catarinenses
Operação de Crédito Realizada
Unidade
220
Fortalecimento do Sistema de Microcrédito
Operação de Crédito Realizada
Unidade
5.000
Combate à Sonegação de Tributos
Receita Tributária Aumentada
% de Aumento
10
Intermediação de Mão-de-Obra
Trabalhador Colocado
Unidade
145.658
Programa 550 - Fortalecimento da Função Planejamento e Gestão do Estado
Fortalecimento da Função Planejamento no Estado
Estudo Realizado
Unidade
30
Capacitação em Planejamento para o Desenvolvimento
Gestor Capacitado
Unidade
400
Implementação e Operacionalização da Gestão Sistêmica
Modelo de Gestão Implantado
Unidade
1
Implementação do Sistema de Avaliação e Monitoramento do Processo de Descentralização
Sistema Implantado
Unidade
1
Programa 580 - Promoção da Competitividade da Economia Catarinense
Promoção do Estado Voltado à Expansão Industrial e Comercial
Projeto Elaborado
Unidade
4
Incentivo à Expansão das Empresas já Instaladas no Estado e a Implantação de Novos Investimentos
Projeto Elaborado
Unidade
30
Programa 590 - Modernização da Administração Fazendária
Implantação do Sistema Integrado de Gestão Financeira
Sistema Implantado
Unidade
1
Reequipamento da Secretaria de Estado da Fazenda
Equipamento Adquirido
Unidade
100
Reforma do Posto Fiscal de Garuva
Posto Fiscal Reformado
Unidade
1
Programa 610 - Conservação e Segurança Rodoviária
Operação de Rodovias
Rodovia Operacionada
Km
6.500
Conservação Rodoviária
Rodovia Conservada
Km
3.600
Programa 619 - Desenvolvimento de Estudos e Projetos de Infra-estrutura
Levantamentos, Estudos e Projetos para Desenvolvimento dos Sistemas Intermodais de Transportes
Projeto Elaborado
Unidade
106
Programa 620 - Construção de Obras Rodoviárias
Gerenciamento do Programa BID-IV
Consultoria Contratada
Unidade
1
SC-415 Terrapl/Pavim/OAE/Supervisão - Trecho Itapoá - BR-101
Rodovia Pavimentada
Km
46
SC-421 Terrapl/Pavim/OAE/Supervisão - Trecho Witmarsun - Vitor Meireles
Rodovia Pavimentada
Km
10
SC-423 Terrapl/Pavim/OAE/Supervisão - Trecho Santa Terezinha - BR-477
Rodovia Pavimentada
Km
60
SC-426 Terrapl/Pavim/OAE/Supervisão - Trecho Atalanta - Ituporanga
Rodovia Pavimentada
Km
22
SC-466 Terrapl/Pavim/OAE/Supervisão - Trecho Itá - Caraiba - Seara - BID-IV
Rodovia Pavimentada
Km
19
SC-451 Terrapl/Pavim/OAE/Supervisão - Trecho Curitibanos - Frei Rogério - BID-IV
Rodovia Pavimentada
Km
31
SC-413 Terrapl/Pavim/OAE/Supervisão - Trecho Guaramirim - Vila Nova - BR-101 - BID-IV
Rodovia Pavimentada
Km
28
SC-478 Terrapl/Pavim/OAE/Supervisão - Trecho BR-280 - Santa Cruz do Timbó - Despraiado
Rodovia Pavimentada
Km
35
SC-478 Terrapl/Pavim/OAE/Supervisão - Trecho Timbó Grande - BR-116 - BID-IV
Rodovia Pavimentada
Km
42
SC-443 Terrapl/Pavim/OAE/Supervisão - Trecho Sangão - Morro da Fumaça
Rodovia Pavimentada
Km
10
SC-428 Terrapl/Pavim/OAE/Supervisão - Trecho Imbuia - Leoberto Leal
Rodovia Pavimentada
Km
20
SC-407 Terrapl/Pavim/OAE/Supervisão - Trecho Rio Fortuna - Santa Rosa de Lima - Anitápolis
Rodovia Pavimentada
Km
45
SC-487 Terrapl/Pavim/OAE/Supervisão - Rodovia Interpraias - Trecho Laguna - Passo de Torres
Rodovia Pavimentada
Km
140
Terrapl/Pavim/OAE/Supervisão - Trecho SC-301- Bateias de Baixo - Divisa SC/PR
Rodovia Pavimentada
Km
12
SCT-477 Terrapl/Pavim/OAE/Supervisão - Trecho Papanduva - Itaiópolis - Dr. Pedrinho
Rodovia Pavimentada
Km
104
SC-458 Terrapl/Pavim/OAE/Supervisão - Trecho Celso Ramos - Barragem Enercan (p/ BR-470)
Rodovia Pavimentada
Km
4
Projeto do Contorno Viário de Fraiburgo e Videira
Obra Rodoviária Executada
Unidade
1
SC-497 Terrapl/Pavim/OAE/Supervisão Trecho Maravilha - Tigrinhos - Santa Terezinha do Progresso
Rodovia Pavimentada
Km
26
1762 SC-439 Terrapl/Pavim/OAE/Supervisão - Trecho Urupema - Rio Rufino - Urubici
Rodovia Pavimentada
Km
50
SC-439 Terrapl/Pavim/OAE/Supervisão Trecho Urubici - Grão Pará
Rodovia Pavimentada
Km
55
SC-440 Terrapl/Pavim/OAE/Supervisão - Trecho Pedras Grandes - Orleans
Rodovia Pavimentada
Km
20
SC-430 Caminho das Neves - Terrapl/Pavim/OAE/Supervisão Trecho São Joaquim - Divisa SC/RS
Rodovia Pavimentada
Km
53
SC-461 Terrapl/Pavim/OAE/Supervisão - Trecho SC-462 - Alto Bela Vista
Rodovia Pavimentada
Km
16
SC-450 Terrapl/Pavim/OAE/Supervisão - Trecho Praia Grande - Divisa SC/RS
Rodovia Pavimentada
Km
17
SC-453 Terrapl/Pavim/OAE/Supervisão - Trecho Salto Veloso - Herciliópolis
Rodovia Pavimentada
Km
20
SC-455 Terrapl/Pavim/OAE/Supervisão - Trecho SC-453 (p/ Arroio Trinta) - Macieira - SC-451
Rodovia Pavimentada
Km
22
SC-456 Terrapl/Pavim/OAE/Supervisão - Trecho Vargem - Abdon Batista
Rodovia Pavimentada
Km
22
SC-459 Terrapl/Pavim/OAE/Supervisão - Trecho Coronel Martins - BR-480
Rodovia Pavimentada
Km
6
SC-459 Terrapl/Pavim/OAE/Supervisão - Trecho Xaxim - Lageado Grande - Marema
Rodovia Pavimentada
Km
25
SC-488 Terrapl/Pavim/OAE/Supervisão - Trecho Lindóia do Sul - Irani - BR-153
Rodovia Pavimentada
Km
28
SC-451 Terrapl/Pavim/OAE/Supervisão - Trecho Entre Rios - BR-480
Rodovia Pavimentada
Km
21
SC-479 Terrapl/Pavim/OAE/Supervisão - Trecho Formosa do Sul - Irati - Jardim - União do Oeste - Águas Frias/ S. Ant. Meio - SC-468
Rodovia Pavimentada
Km
66
SC-469 Terrapl/Pavim/OAE/Supervisão - Trecho São Carlos - Saudades e Acesso a Cunhataí
Rodovia Pavimentada
Km
33
SC-471 Terrapl/Pavim/OAE/Supervisão - Trecho Romelândia - Anchieta
Rodovia Pavimentada
Km
19
SC-484 Terrapl/Pavim/OAE/Supervisão - Trecho Paial - Chapecó
Rodovia Pavimentada
Km
23
SC-486 Terrapl/Pavim/OAE/Supervisão - Trecho Botuverá - Vidal Ramos
Rodovia Pavimentada
Km
52
SC-487 Terrapl/Pavim/OAE/Supervisão - Trecho Jaguaruna - Barra do Camacho
Rodovia Pavimentada
Km
34
Terrapl/Pavim/OAE/Supervisão - Trecho Perimetral Norte de Caçador
Rodovia Pavimentada
Km
1
Terrapl/Pavim/OAE/Supervisão - Trecho Bom Jesus do Oeste - SC-497
Rodovia Pavimentada
Km
7
Terrapl/Pavim/OAE/Supervisão - Contorno e Acesso Santuário Sta. Paulina - SC-411/Nova Trento
Rodovia Pavimentada
Km
5
Terrapl/Pavim/OAE/Supervisão - Trecho BR-280/ Felipe Schimidt
Rodovia Pavimentada
Km
12
Construção do Contorno Viário de Rio das Antas - SC-303 - SDR - Caçador
Obra Rodoviaria
Unidade
1
SC-491 Terrapl/Pavim/OAE/Supervisão - Trecho Dalbergia - José Boiteux
Rodovia Pavimentada
Km
12
SC-492 Terrapl/Pavim/OAE/Supervisão - Trecho Barra Bonita - BR-163
Rodovia Pavimentada
Km
11
SC-497 Terrapl/Pavim/OAE/Supervisão - Trecho Palmitos - Ilha Redonda
Rodovia Pavimentada
Km
16
SC-494 Terrapl/Pavim/OAE/Supervisão - Trecho Iomerê - Bom Sucesso - Treze Tílias
Rodovia Pavimentada
Km
25
Construção, Supervisão de Pontes ou Viadutos
Obra Rodoviaria
Unidade
100
SCT-477 Terrapl/Pavim/OAE/Supervisão Trecho Papanduva - Itaiópolis - Dr. Pedrinho
Rodovia Pavimentada
Km
104
Programa 623 - Reforma e Aumento de Capacidade de Rodovias
Reabilitação SC-303 tr. Joaçaba-Lacerdópolis-Capinzal
Rodovia Reabilitada
Km
40
Capeamento Asfáltico SC-440, Trecho Guarda - BR-101
Rodovia Reabilitada
Km
10
Capeamento Asfáltico/Sup da Travessia Urbana de Mondaí (Ligação SCT-283 - SCT-386)
Rodovia Reabilitada
Km
5
Reabilitação Acesso Tapera - SC-405 em Fpolis
Rodovia Reabilitada
Km
4
SC-470 Reabilitação/Supervisão Trecho Gaspar - Ilhota - BR-101 e Contorno de Gaspar
Rodovia Reabilitada
Km
33
Programa 630 - Apoio aos Sistemas Viários Municipais
Apoio ao Sistema Viário Municipal
Município Atendido
Município
60
Apoio ao Sistema Viário Municipal - SDR - Jaraguá do Sul
Município Atendido
Município
5
Apoio ao Sistema Viário Municipal - SDR - Campos Novos
Município Atendido
Município
8
Apoio ao Sistema Viário Municipal - SDR - Joinville
Município Atendido
Município
8
Terrapl/Pavim/OAE/Supervisão -Trecho Garopaba - Paulo Lopes - BR-101
Rodovia Pavimentada
Km
20
Apoio ao Sistema Viário Municipal - SDR - Lages
Município Atendido
Município
12
Apoio à Implantação, Reabilitação e Conservação de Rodovias Municipais e Intermunicipais
Município Atendido
Município
60
Programa 675 - Construção e Adequação da Infra-estrutura Aeroportuária de Santa Catarina
Adequação e Melhoria da Infra-Estrutura dos Aeroportos
Aeroporto Adequado
Unidade
3
Programa 680 - Modernização do Porto de São Francisco do Sul
Aquisição e Desapropriação de Áreas de Expansão Portuária - APSFS
Área Adquirida
M²
20.000
Construção, Ampliação e Adequação de Berços de Atracação - APSFS
Berço de Atracação Ampliado
Metro Linear
380
Dragagem de Manutenção do Canal de Acesso, Bacia de Evolução e Berços - SDR - Joinville
Material Dragado
M³
500
Construção, Ampliação e Adequação de Pátio de Contêineres e Parques de Triagem - APSFS
Pátio e Área de Triagem Ampliada
M²
6.200
Construção de Ramais Ferroviários - APSFS
Ramal Ferroviário Construído
Metro Linear
150
Programa 710 - Desenvolvimento do Turismo - Prodetur/SC
Implementação da Infra-estrutura Básica e Turística da Área Prioritária
Infra-estrutura Turística
Obra
3
Capacitação e Qualificação dos Agentes das Áreas Prioritárias
Pessoa Capacitada
Unidade
100
Implementação do Plano de Marketing Integrado da Área Prioritária
Plano de Marketing Elaborado
Unidade
1
Programa 720 - Marketing Turístico Catarinense
Divulgação e Promoção de Eventos da Cultura, Turismo e Esporte
Campanha Realizada
Unidade
53
Campanhas de Caráter Promocional do Produto Turístico Catarinense
Plano de Marketing Elaborado
Unidade
8
Programa 730 - Fomento ao Desporto Catarinense
Resgate Histórico do Patrimônio Cultural Esportivo
Estudo Realizado
Unidade
15
Realização de Eventos Esportivos
Evento Esportivo Apoiado
Unidade
160
Programa 740 - Inclusão pelo Esporte
Apoio ao Jovem Atleta
Evento Esportivo Apoiado
Unidade
100
Projetos e Convênios Comunitários para o Desenvolvimento do Desporto e Inclusão Social
Evento Esportivo Apoiado
Unidade
90
Programa 750 - Melhoria da Infra-estrutura Cultural, Esportiva e Turística
Infra-estrutura para o Desenvolvimento da Atividade Turística
Obra Executada
Unidade
3
Construção de Espaço Multiuso
Centro de Evento Construído
Unidade
15
Costa do Encanto - SDRJoinville
Obra Executada
Unidade
1
Construção de Portal do Lazer
Portal Turístico Construído
Unidade
52
Programa 759 - Desenvolvimento de Atividades Especiais de Lazer
Participação em Eventos Nacionais e Internacionais voltados à Cultura, Turismo e Esporte
Pessoa Beneficiada
Unidade
10
Gestão do Plano de Desenvolvimento Integrado do Lazer
Plano do Lazer Gerenciado
Unidade
1
Programa 780 - Fomento da Atividade Turística em Santa Catarina
Elaboração de Pesquisas Mercadológicas e Avaliações de Demanda Turística
Estudo Realizado
Unidade
14
Regionalização da Atividade Turística - Programa de Regionalização Turística
Plano Elaborado
Unidade
1
Cooperação Técnica e Financeira para o Turismo
Projeto de Turismo Apoiado
Unidade
6
Programa 785 - Fomento à Cultura
Apoio à Divulgação e Distribuição da Produção Artística e Folclórica - COCALI
Projeto Cultural Apoiado
Unidade
4
Apoio à Cultura Catarinense
Projeto Cultural Apoiado
Unidade
3
Incentivo ao Jovem Talento das Artes
Projeto Cultural Apoiado
Unidade
50
Programa 798 - Portais do Lazer
Instalação de Portais de Informação
Portal Turístico Construído
Unidade
6
Programa 830 - Fortalecimento da Gestão - SUS
Auxílios à Entidades Municipais e Privadas sem Fins Lucrativos de Assistência a Saúde Conveniadas ao SUS - SDR - Brusque
Entidade de Saúde
Unidade
7
Manutenção das Unidades Assistenciais de Saúde Próprias da SES
Unidade Gestora Mantida
Unidade
12
Programa 835 - Regionalização da Assistência da Saúde
Implantar Hospital Regional de Atendimento em Urgência/ Emergência e outras Especialidades - SDR - Araranguá
Hospital Regional
Unidade
1
Implantar Hospital Regional de Atendim em Urgência/ Emerg e outras Especialidades - SDR - Campos Novos
Hospital Regional
Unidade
1
Estruturar, Implantar e Adaptar Centros de Referências Regionais para Atendimento em Diagnóstico e Terapia - SDR - Tubarão
Centro de Referência Estruturado
Unidade
1
Implantar Hospital Regional de Atendimento em Urgência/ Emergência e outras Especialidades - SDR - Jaraguá do Sul
Hospital Regional
Unidade
1
Implantar, Equipar e Mobiliar Hospital Regional de Atendimento em Urgência e Emergência e outras Especialidades - SDR - Blumenau
Hospital Regional
Unidade
1
Implantação ou Adaptação de Centros de Referências Regionais para Atendimento em Diagnóstico e Terapia - SDR - São Miguel do Oeste
Centro de Referência Estruturado
Unidade
1
Estruturar Centros de Referências Regionais para Atendimento em Diagnóstico e Terapia
Centro de Referência Estruturado
Unidade
1
Programação Pactuada e Integrada das Ações e Serviços de Assistência à Saúde
Programação Pactuada
Município
293
Mobiliário e Equipamentos para Implantar Hospital Regional de Atendimento em Urgência/ Emergência e outras Especialidades - SDR - Canoinhas
Hospital Equipado
Unidade
1
Implantar Hospital Regional de Atendimento em Urgência/ Emergência e outras Especialidades - SDR - Joaçaba
Hospital Regional
Unidade
1
Implantar Hospital Regional de Atendimento em Urgência/ Emergência e outras Especialidades - SDR - São Miguel do Oeste
Hospital Regional Implantado
Unidade
1
Programa 840 - Vigilância em Saúde
Ações Programáticas em Assistência Farmacêutica através do Programa de Inclusão Social - Procis
Pessoa Beneficiada
Unidade
29
Desenvolvimento e Manutenção do Sistema dos Complexos Reguladores
Instalação e Equip. Adequados
Unidade
8
Programa 845 - Adequação Física e Tecnológica da Saúde
Equipamentos para Assistência da Saúde - PDI - Plano Diretor de Investimentos
Complexos Reguladores Mantidos
Unidade
8
Implantar Hospital Regional de Atendimento em Urgência/Emergência e outras Espec. - SDR - Laguna
Hospital Regional
Unidade
1
Ampliar, Reformar, Equipar as Unidades Administrativas Assistenciais de Saúde
Obra Executada
Unidade
14
Programa 850 - Melhoria da Infra-estrutura da Segurança Pública
Construção, Reforma e Ampliação de Unidades
Edificação Construída / Reformada
Unidade
31
Construção de Centro de Atendimento a Adolescentes Dependentes de Substâncias Entorpecentes
Edificação Construída / Reformada
Unidade
1
Construção de Centro Educacional Regional
Centro de Educação Construído
M²
300
Construção de Penitenciária
Edificação Construída
Unidade
1
Programa 870 - Melhoria da Segurança Pública
Ampliar o Sistema de Fiscalização através do Vídeo Monitoramento
Proteção à Vida e ao Patrimônio
Ponto de Monitoramento
100
Proteção a Testemunhas e Vítimas de Crime
Pessoa Beneficiada
Unidade
100
Desenvolvimento Institucional, Científico, Tecnológico e Humano
Minimizar os Efeitos e Consequências
Município
75
Ampliação e Manutenção dos Convênios de LA, PSC e CIP
Pessoa Beneficiada
Unidade
300
Programa 970 - Desenvolvimento Regional e Municipal
Implantação do Projeto de Desenvolvimento Municipal (Prodem)
Município Beneficiado
Unidade
293
Empresas Estatais
Programa 299 - Abastecimento de Água e Esgoto Sanitário
Implementação, Ampliação e Melhoria do Sistema de Abastecimento de Água - SDR - Grande Florianópolis
Fornecimento de Água Tratada
Habitante
715.800
Implementação, Ampliação e Melhoria do Sistema de Abastecimento de Água - SDR - Tubarão
Fornecimento de Água Tratada
Habitante
116.100
Implementação, Ampliação e Melhoria do Sistema de Abastecimento de Água - SDR - São Joaquim
Fornecimento de Água Tratada
Habitante
17.000
Implementação, Ampliação e Melhoria do Sistema de Abastecimento de Água - SDR - Caçador
Fornecimento de Água Tratada
Habitante
56.800
Implementação, Ampliação e Melhoria do Sistema de Abastecimento de Água - SDR - Concórdia
Fornecimento de Água Tratada
Habitante
54.300
Implementação, Ampliação e Melhoria do Sistema de Abastecimento de Água - SDR - Criciúma
Fornecimento de Água Tratada
Habitante
240.765
Implantação de Rede Coletora, Tratamento e Destino Final de Esgoto Sanitário - SDR - Grande Florianópolis
População Atendida
Habitante
413.800
Ampliação de Sistema de Água e Esgoto e Instalação de Hidrômetros
Redução de Perdas
Índice
33
Programa 690 - Distribuição de Energia Elétrica
Construção Alimentador Distribuição
Alimentadores de Distribuição Construídos
Km
298
Construção de Linha de Alta Tensão - SDR - Rio do Sul
Linha Construída
Km
40
Construção Subestação de Alta Tensão - SDR - Itajaí
Subestação Construída
MVA
53
Construção Subestação de Alta Tensão - SDR - Joinville
Subestação Construída
MVA
45
Construção Subestação de Alta Tensão - SDR - Grande Florianópolis
Subestação Construída
MVA
62
Programa 595 - Expansão do Gás Natural
Construção da Rede de Distribuição do Gás Natural para o Alto Vale do Itajaí e para o Planalto Serrano
Rede de Distribuição de Gás Natural
Km
36
Expansão da Rede de Gás Canalizado
Rede de Distribuição de Gás Natural
Km
27
Anexo I - Prioridades e Metas para 2007
Programa / Meta
Produto
Unidade Medida
Quantidade
Ministério Público
Programa 899 - Apoio Administrativo - Ministério Público
Modernização e Desenvolvimento Institucional
Satisfação dos Usuários da Justiça
% de Realização
100
Coordenação e Manutenção dos Serviços Administrativos - MP
Unidade Gestora Mantida
Unidade
12
Programa 900 - Gestão Estratégica - Ministério Público
Formação Humana de Membros e Servidores do MP
Membro e Servidor Capacitado
Número
700
Poder Judiciário
Programa 910 - Defesa dos Interesses Sociais
Ministério Público de Primeiro Grau
Manifestações Exaradas
Número
333.396
Ministério Público de Segundo Grau
Pareceres Exarados
Número
15.980
Programa 930 - Construção, Ampliação e Reforma de Prédios
Reforma do Imóvel Adquirido para Instalação de Unidades Jurisdicionais e Academia Judicial
Imóvel Reformado
Unidade
1
Construção da Casa da Cidadania de Ouro
Casa da Cidadania Construída
M²
390
Construção da Casa da Cidadania de São João do Sul
Casa da Cidadania Construída
M²
390
Construção da Casa da Cidadania de Treze Tílias
Casa da Cidadania Construída
M²
390
Cabeamento Estruturado do Tribunal de Justiça
Obra Executada
Unidade
1
Ampliação e Reforma do Palácio da Justiça
Palácio da Justiça Ampliado
M²
1.000
Ampliação do Fórum de Rio do Sul
Fórum Ampliado
M²
1.300
Reforma do Fórum de Maravilha
Fórum Reformado
Unidade
1
Construção do Fórum de São Domingos
Fórum Construído
M²
1.192
Construção do Fórum de Palhoça
Fórum Construído
M²
2.500
Poder Legislativo
Programa 919 - Apoio Administrativo - Poder Legislativo
Ampliação e Reforma da Estrutura Física do Tribunal de Contas
Obra Executada
Unidade
1
Manutenção e Desenvolvimento de Tecnologias de Informação Aplicados ao Controle Externo
Estudo Realizado
Unidade
2
Ampliação e Reforma da Estrutura Física do Tribunal de Contas
Obra Executada
Unidade
1
Encargos Gerais com Inativos - TCE
Servidor Inativo
Unidade
220
Manutenção e Serviços Administrativos Gerais - TCE
Unidade Gestora Mantida
Unidade
1
Programa 920 - Fiscalização Contábil, Financeira, Orçamentária, Operacional e Patrimonial dos Municípios e do Estado de SC
Modernização do Tribunal de Contas do Estado - PROMOEX
Instalações e Equip. Adequados
Unidade
4
ANEXO DE METAS FISCAIS
(Artigo 4º, Parágrafo 1º da Lei nº 101, de 04 de maio de 2000)
LEI DE DIRETRIZES ORÇAMENTÁRIAS - 2007
RESULTADO FISCAL DO GOVERNO DO ESTADO DE SANTA CATARINA
Em 1.000 R$
Valor
% PIB
Valor
% PIB
Valor
% PIB
Valor
% PIB
Valor
% PIB
Valor
% PIB
Valor
% PIB
Valor
% PIB
RECEITA TOTAL
8.657.433,00
11,089
7.575.522,00
9,703
9.605.147,00
10,521
8.941.937,00
10,593
9.671.375,00
10,593
10.491.512,00
10,605
11.353.081,00
10,593
12.285.321,00
10,593
RECEITAS PRIMÁRIAS (I)
8.437.222,00
10,807
7.379.763,00
9,453
9.193.820,00
10,070
8.662.303,00
10,262
9.370.930,00
10,264
10.153.962,00
10,264
11.000.402,00
10,264
11.903.673,00
10,264
DESPESA TOTAL
8.918.856,00
11,424
7.671.103,00
9,826
9.287.399,00
10,173
9.957.894,00
11,797
9.645.775,00
10,565
10.396.645,00
10,510
11.261.328,00
10,508
12.190.547,00
10,512
DESPESAS PRIMÁRIAS (II)
8.107.078,00
10,384
6.940.017,00
8,889
8.516.323,00
9,328
8.139.786,00
9,643
8.760.930,00
9,596
9.437.962,00
9,540
10.222.620,00
9,539
11.066.548,00
9,542
RESULTADO PRIMÁRIO (I-II)
330.143,00
0,423
439.017,00
0,562
677.497,00
0,742
522.516,00
0,619
610.000,00
0,668
716.000,00
0,724
777.632,00
0,726
836.910,00
0,722
RESULTADO NOMINAL
477.229,00
0,611
-
(1.304.573,00)
(1,546)
-190.078,00
(0,208)
-195.746,00
(0,198)
-190.853,00
(0,178)
-186.080,00
(0,160)
DÍVIDA PÚBLICA CONSOLIDADA
-
10.019.296
12,834
9.159.284,00
10,032
10.622.083,00
12,584
10.346.971,00
11,333
10.088.297,00
10,198
9.836.089,00
9,178
9.590.187,00
8,269
DÍVIDA CONSOLIDADA LÍQUIDA
-
9.324.485
11,944
-
8.019.912,00
9,501
7.829.834,00
8,576
7.634.088,00
7,717
7.443.235,00
6,945
7.257.155,00
6,258
CRITÉRIOS DE PROJEÇÃO:
1 - PROJEÇÃO DA RECEITA :
2 - PROJEÇÃO DA DESPESA:
3 - O PIB, no valor de R$ 78.071.000.000,00, teve como base o ano de 2004 e foi corrigido com base no índice de crescimento(PIB-IPCA)
4 - A projeção da dívida líquida do governo estadual foi fornecida pela Diretoria da Dívida Pública, da Secretaria de Estado da Fazenda
Em 1.000 R$ médios de 2005
Valor
% PIB
Valor
% PIB
Valor
% PIB
Valor
% PIB
Valor
% PIB
Valor
% PIB
Valor
% PIB
Valor
% PIB
RECEITA TOTAL
9.993.274,91
11,089
8.744.425,04
9,703
10.489.781,04
11,379
9.765.489,40
10,593
10.107.554,01
10,593
10.491.512,00
10,605
10.856.951,36
10,593
11.256.282,00
10,150
RECEITAS PRIMÁRIAS (I)
9.739.085,35
10,807
8.518.460,43
9,453
10.040.570,82
10,892
9.460.101,11
10,262
9.793.558,94
10,264
10.153.962,00
10,264
10.519.684,43
10,264
10.904.680,00
9,833
DESPESA TOTAL
10.295.035,48
11,424
8.854.754,19
9,826
10.142.768,45
11,003
10.875.016,04
11,797
10.080.799,45
10,565
10.396.645,00
10,510
10.769.207,97
10,508
11.167.417,00
10,069
DESPESAS PRIMÁRIAS (II)
9.358.000,14
10,384
8.010.861,62
8,889
9.300.676,35
10,089
8.889.460,29
9,643
9.156.047,94
9,596
9.437.962,00
9,540
9.775.891,51
9,539
10.138.757,00
9,142
RESULTADO PRIMÁRIO (I-II)
381.084,06
0,423
506.757,32
0,562
739.894,47
0,803
570.639,72
0,619
637.511,00
0,668
716.000,00
0,724
743.649,48
0,726
765.923,00
0,691
RESULTADO NOMINAL
550.865,43
0,611
-
0,00
-
(1.424.724,17)
(1,546)
-198.650,52
(0,208)
-195.746,00
(0,198)
-182.512,72
(0,178)
(476.369,63)
(0,430)
DÍVIDA PÚBLICA CONSOLIDADA
0,00
11.565.273,37
12,834
10.002.854,06
10,851
11.600.376,84
12,584
10.813.619,39
11,333
10.088.297,00
10,198
9.406.251,91
9,178
9.171.094,00
8,269
DÍVIDA CONSOLIDADA LÍQUIDA
0,00
10.763.253,04
11,944
0,00
8.758.545,90
9,501
8.182.959,51
8,576
7.634.088,00
7,717
7.117.965,63
6,945
6.641.596,00
5,989
CRITÉRIOS DE PROJEÇÃO:
1 - Os valores das receitas e despesas de 2004 a 2005 foram corrigidos através do IPCA
2 - Os valores das receitas de 2007 a 2009 foram reajustados com os percentuais de incremento real do PIB
3 - Os valores das despesas de 2007 a 2009 foram reajustados pelo percentual de crescimento vegetativo da folha de pessoal
4 - A atualização dos valores teve como base o ano de 2007
ANEXO DE METAS FISCAIS - METAS ANUAIS
(Artigo 4º, Parágrafo 1º da Lei nº 101, de 04 de maio de 2000)
LEI DE DIRETRIZES ORÇAMENTÁRIAS - 2007
RESULTADO FISCAL DO GOVERNO DO ESTADO DE SANTA CATARINA
Em 1.000 R$
ESPECIFICAÇÃO
PLO 2007
PLO 2008
PLO 2009
Valor
% PIB
Valor
% PIB
Valor
% PIB
RECEITA TOTAL
10.479.512,00
10,593
11.353.091,00
10,593
12.285.321,00
10,593
RECEITAS PRIMÁRIAS (I)
10.153.962,00
10,264
11.000.402,00
10,264
11.903.673,00
10,264
DESPESA TOTAL
10.396.645,00
10,510
11.261.328,00
10,508
12.202.439,00
10,522
DESPESAS PRIMÁRIAS (II)
9.437.962,00
9,540
10.222.620,00
9,539
12.190.547,00
10,512
RESULTADO PRIMÁRIO (I-II)
716.000,00
0,724
777.632,00
0,726
836.910,00
0,722
RESULTADO NOMINAL
-195.746,00
(0,198)
-190.853,00
(0,178)
-186.080,00
(0,160)
DÍVIDA PÚBLICA CONSOLIDADA
10.088.297,00
10,198
9.836.089,00
9,178
9.590.187,00
8,269
DÍVIDA CONSOLIDADA LÍQUIDA
7.634.088,00
7,717
7.443.235,00
6,945
7.257.155,00
6,258
CRITÉRIOS DE PROJEÇÃO:
1 - PROJEÇÃO DA RECEITA :
2 - PROJEÇÃO DA DESPESA:
3 - O PIB, no valor de R$ 78.071.000.000,00, teve como base o ano de 2004 e foi corrigido com base no índice de crescimento(PIB-IPCA)
4 - A projeção da dívida líquida do governo estadual foi fornecida pela Diretoria da Dívida Pública, da Secretaria de Estado da Fazenda
Em 1.000 R$ médios de 2005
4 - A projeção da dívida líquida do governo estadual foi fornecida pela Diretoria da Dívida Pública, da Secretaria de Estado da Fazenda
Em 1.000 R$ médios de 2005
ESPECIFICAÇÃO
PLO 2007
PLO 2008
PLO 2009
Valor
% PIB
Valor
% PIB
Valor
% PIB
RECEITAS PRIMÁRIAS ADVINDAS DE PPP'S (IV)
0,00
0,00
0,00
DESPESAS PRIMÁRIAS GERADAS POR PPP'S (V)
0,00
0,00
0,00
IMPACTO DO SALDO DAS PPP'S (VI) = (IV-V)
CRITÉRIOS DE PROJEÇÃO:
1 - Os valores das receitas e despesas de 2004 a 2005 foram corrigidos através do IPCA
2 - Os valores das receitas de 2007 a 2009 foram reajustados com os percentuais de incremento real do PIB
3 - Os valores das despesas de 2007 a 2009 foram reajustados pelo percentual de crescimento vegetativo da folha de pessoal
4 - A atualização dos valores teve como base o ano de 2007
ANEXO DE METAS FISCAIS
(Artigo 4º, Parágrafo 1º da Lei nº 101, de 04 de maio de 2000)
AVALIAÇÃO DO CUMPRIMENTO DAS METAS FISCAIS DO EXERCÍCIO ANTERIOR
LEI DE DIRETRIZES ORÇAMENTÁRIAS - 2007
RESULTADO FISCAL DO GOVERNO DO ESTADO DE SANTA CATARINA
ESPECIFICAÇÃO
Lei 2005
Realizado 2005
VARIAÇÃO
Valor
% PIB
Valor
% PIB
Valor
% PIB
RECEITA TOTAL
9.605.147,00
10,521
8.941.937,00
10,593
-663.210,00
(0,670)
RECEITAS PRIMÁRIAS (I)
9.193.820,00
10,070
8.662.303,00
10,262
-531.517,00
(0,537)
DESPESA TOTAL
9.287.399,00
10,173
9.957.894,00
11,797
670.495,00
0,678
DESPESAS PRIMÁRIAS (II)
8.516.323,00
9,328
8.139.786,00
9,643
-376.537,00
(0,381)
RESULTADO PRIMÁRIO (I-II)
677.497,00
0,742
522.516,00
0,619
-154.981,00
(0,157)
RESULTADO NOMINAL
-
(1.294.651,00)
(1,534)
-1.294.651,00
(1,309)
DÍVIDA PÚBLICA CONSOLIDADA
9.159.284,00
10,032
10.622.083,00
12,584
1.462.799,00
1,479
DÍVIDA CONSOLIDADA LÍQUIDA
-
8.019.912,00
9,501
O Superávit financeiro apurado no exercício de 2005 ficou ligeiramente abaixo do valor projetado para o período, em decorrência, principalmente, do fraco desempenho da economia brasileira que registrou crescimento de apenas 2,3%, muito aquém do crescimento ocorrido em 2004 e propostos nos cenários realizados.
MEMÓRIA E METODOLOGIA DE CÁLCULO DAS METAS ANUAIS
(Art. 4º, Parágrafo 2º, inciso II, da Lei Complementar nº 101, de 04 de maio de 2000)
LEI DE DIRETRIZES ORÇAMENTÁRIAS - 2007
Para a projeção da receita para os exercícios financeiros de 2006 até 2009, levou-se em consideração a construção de cenários econômicos que procuram se aproximar o máximo possível da realidade.
Para o cálculo do resultado fiscal do Governo do Estado de Santa Catarina, adotou-se uma metodologia para a projeção da receita, que teve como base a arrecadada em 2005 e sobre ela aplicou-se o índice de inflação (IPCA) e de crescimento do PIB brasileiro, projetado pelo Banco Central do Brasil em março de 2006, para os anos seguintes.
As principais variáveis para estabelecer os indicadores que marcarão a evolução da receita foram:
A - Inflação
Previu-se para os anos de 2006, 2007, 2008, 2009 inflações de 4,50%, 4,51%, 4,37% e 4,30%, respectivamente.
B - Produto Interno Bruto
A estabilidade econômica e as reformas constitucionais previstas são pilares para que a economia brasileira e catarinense alcance um novo ciclo de prosperidade e sustentabilidade.
Em vista disso, projetou-se para os anos de 2006, 2007, 2008 e 2009 um crescimento de 3,50%, 3,68%, 3,80% e 3,75%, respectivamente.
Para o cálculo do resultado fiscal do Governo do Estado de Santa Catarina no que diz respeito à projeção da despesa, adotou-se os seguintes critérios: Pessoal e Encargos Sociais, correspondem a 60% do total das despesas e Demais Despesas Correntes e de Capital, correspondem a 40% do total das despesas.
As despesas com Pessoal e Encargos Sociais foram projetadas levando-se em conta o índice de 7% para os anos de 2007, 2008 e 2009, que corresponde ao crescimento vegetativo da folha de pessoal e encargos sociais e o Índice de Preço ao Consumidor Amplo - IPCA. As Demais Despesas Correntes e de Capital foram projetadas para os anos de 2007, 2008 e 2009, levando-se em consideração uma inflação medida pelo IPCA de 4,51%, 4,37% e 4,30%, respectivamente.
METODOLOGIA DE CÁLCULO DO RESULTADO FISCAL
LEI DE DIRETRIZES ORÇAMENTÁRIAS - 2007
A - RESULTADO PRIMÁRIO
O resultado primário procura medir o comportamento fiscal do Governo no período, representando a diferença entre a arrecadação de impostos, contribuições e outras receitas inerentes à função arrecadadora do Estado, excluindo-se as receitas de aplicações financeiras, e as despesas orçamentárias do Governo no período, excluindo-se as despesas com amortização, juros e encargos da dívida, bem como as despesas com concessão de empréstimos, conforme são mostradas a seguir:
1 - RECEITA: Receita Orçamentária
( - ) operações de créditos
( - ) receitas de privatização
( - ) receitas de alienação de ativos
( - ) amortização de empréstimos
( - ) receitas de rendimento de aplicações financeiras e retorno das operações de crédito
2 - DESPESA: Despesa Total
( - ) amortizações da dívida
( - ) aquisição de títulos de capital já integralizado
( - ) juros e encargos da dívida
( - ) concessão de empréstimos
B - RESULTADO NOMINAL
O resultado nominal corresponde à diferença entre o saldo da dívida fiscal líquida no período de referência e o saldo da dívida fiscal líquida no período anterior ao de referência.
DÍVIDA FISCAL LÍQUIDA (conforme a Portaria nº 471/STN) =
DÍVIDA CONSOLIDADA LÍQUIDA
Dívida Consolidada Líquida =
( + ) Dívida Consolidada
( - ) Disponibilidade de caixa, aplicações financeiras e demais haveres.
Observação: Para apuração dos dados constantes da Dívida Consolidada Líquida foram extraídos dos Balanços Gerais da Contabilidade:
1 - Dívida Fundada - Anexo TC - 01 - Balancete do Razão
2 - Disponibilidade - Anexo TC - 01 - Balancete do Razão - não foram considerados os recursos vinculados em conta bancária.
RECEITA DE PRIVATIZAÇÃO
1999
-
2000
572.104,00
2001
-
2002
-
2003
-
2004
-
DÍVIDA CONSOLIDADA
1999
5.818.024,00
2000
6.161.746,00
2001
6.191.645,00
2002
8.729.567,00
2003
9.159.284,00
2004
10.019.296,00
2005
10.622.083,00
2006*
10.346.971,00
DÍVIDA CONSOLIDADA LÍQUIDA
1999
5.711.737,00
2000
6.018.288,00
2001
5.989.549,00
2002
8.549.821,00
2003
8.676.906,00
2004
9.324.485,00
2005
8.019.912,00
2006
7.829.834,00*
* Valores projetados
PARÂMETROS E PROJEÇÕES PARA OS PRINCIPAIS AGREGADOS E VARIÁVEIS
(Art. 4º, Parágrafo 4º da Lei Complementar nº 101, de 04 de maio de 2000)
LEI DE DIRETRIZES ORÇAMENTÁRIAS - 2007
DISCRIMINAÇÃO
2003
2004
2005
2006
2007
2008
2009
Inflação Doméstica (IPCA)
9,30
7,60
5,69
4,50
4,51
4,37
4,30
Variação Real do PIB Nacional
0,50
5,20
2,30
3,50
3,68
3,80
3,75
Crescimento Veget. Folha Salarial
7,00
7,00
7,00
7,00
7,00
7,00
7,00
Fonte: Banco Central do Brasil - PIB e IPCA
Secretaria de Estado da Administração - Crescimento Vegetativo
RECEITAS E DESPESAS FINANCEIRAS
LEI DE DIRETRIZES ORÇAMENTÁRIA - 2007
R$ 1,00
ESPECIFICAÇÃO
REALIZADO 2005 *
REESTIMADO 2006
RECEITA TOTAL
8.941.937.006
9.671.375.517
RECEITAS FINANCEIRAS
279.633.886
300.445.028
Receitas de Rendimento de Aplicação Financeiras e Retorno das Operações Financeiras
164.966.142
176.455.711
Operação de Créditos Internas
3.400.000
3.677.355
Operação de Créditos Externas
84.579.560
91.479.137
Receita de alienação de Ativos
1.395.385
1.509.213
Amortização de Empréstimo
25.262.799
27.323.612
Receitas de Privativação
RECEITAS PRIMÁRIAS
8.662.303.120
9.370.930.489
DESPESA TOTAL
8.957.894.916
9.645.775.770
DESPESAS FINANCEIRAS
818.108.112
884.845.281
Juros e Encargos da Dívida
511.038.197
552.726.138
Concessão de Empréstimos
32.302.322
34.937.384
Aquisição de Títulos Repres. Cap. já Integralizado
Amortização da Dívida
274.767.593
297.181.759
TOTAL
DESPESAS PRIMÁRIAS
8.139.786.804
8.760.930.489
RESULTADO PRIMÁRIO
522.516.316
610.000.000
* Dados extraídos dos Relatório de Gestão Fiscal - DCG - SEF-SC
DEMONSTRATIVO DA EVOLUÇÃO DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO DOS EXERCÍCIOS DE 2003, 2004 E 2005
(Artigo 4º, Parágrafo 2º, inciso III, da Lei nº 101, de 04 de maio de 2000)
LEI DE DIRETRIZES ORÇAMENTÁRIAS - 2007
Em R$
PATRIMÔNIO LÍQUIDO
2003
2004
2005
PATRIMÔNIO DA UNIÃO
6.512.896,05
Patrimônio/Capital
2.383.719,48
Resultado Patrimonial Acumulado
(1.646.665.067,21)
(1.836.963.121,93)
(2.694.597.015,52)
Patrimônio Líquido (Saldo Patrimonial)
(1.640.152.171,16)
(1.836.963.121,93)
(2.692.213.296,04)
Fonte: Secretaria de Estado da Fazenda/Diretoria de Contabilidade Geral
DEMONSTRATIVO DA RECEITA DE ALIENAÇÃO DE ATIVOS E APLICAÇÃO DOS RECURSOS
RECEITAS
PREVISÃO ATUALIZADA
RECEITAS REALIZADAS
SALDO A REALIZAR
(a)
(b)
(a - b)
RECEITAS DE CAPITAL
1.340
1.395
(55)
ALIENAÇÃO DE ATIVOS
1.340
1.395
(55)
Alienação de Bens Móveis
1.290
1.265
25
Alienação de Bens Imóveis
50
130
(80)
TOTAL
1.340
1.395
(55)
DESPESAS
DOTAÇÃO ATUALIZADA
DESPESAS LIQUIDADAS
SALDO A REALIZAR
(c)
(d)
(c - d)
APLICAÇÃO DOS RECURSOS DA ALIENAÇÃO DE ATIVOS
1.290
1.290
Despesas de Capital
1.290
1.290
Investimentos
1.260
1.260
Inversões
30
30
Amortização da Dívida
-
-
TOTAL
1.290
1.290
SALDO FINANCEIRO A APLICAR
EXERCÍCIO ANTERIOR
DESPESAS LIQUIDADAS
SALDO ATUAL
(e)
(f) = (b-d)
(e + f)
135
1.395
1.530
Fonte: Secretaria de Estado da Fazenda/Diretoria de Contabilidade Geral
ANEXO DAS METAS FISCAIS
DEMONSTRATIVO DA ESTIMATIVA DA MARGEM DE EXPANSÃO DAS DESPESAS OBRIGATÓRIAS DE CARÁTER CONTINUADO
LEI DE DIRETRIZES ORÇAMENTÁRIA - 2007
(Art. 4º, Parágrafo 2º, Inciso V, da Lei Complementar nº 101, de 2000)
De acordo com o art. 17 da Lei de Responsabilidade Fiscal - LRF, é considerada obrigatória de caráter continuado a despesa corrente derivada de lei, medida provisória ou ato administrativo normativo que fixem para o ente a obrigação legal de sua execução por um período superior a dois anos.
O cenário econômico projetado para o exercício financeiro de 2007, aliado às mudanças decorrentes da Reforma Administrativa, têm importante impacto na execução orçamentária visto que afetam tradicionais centros de custos e diretamente o desempenho de receitas e despesas.
O incremento real do Produto Interno Bruto é uma variável econômica fundamental utilizada na projeção das contas fiscais. As receitas foram estimadas com base nos índices econômicos (PIB - IPCA) em estudo realizado pelo Banco Central do Brasil. Para o exercício financeiro de 2007, projetou-se o crescimento real do PIB em 3,68%. Este percentual aproxima-se do incremento real da arrecadação para o exercício. Conseqüentemente, o saldo estimado para a margem de expansão das despesas obrigatórias de caráter continuado em 2007 estará correlacionado ao incremento da receita projetada.
AVALIAÇÃO ATUARIAL DO SISTEMA PREVIDENCIÁRIO DO ESTADO DE SANTA CATARINA
RELATÓRIO FINAL
1 OBJETIVO
O presente estudo objetiva apresentar, de forma sucinta, os principais resultados e indicadores decorrentes da avaliação atuarial do sistema previdenciário do Estado de Santa Catarina, conforme previsto para a Atividade nº 5 - Apresentação dos Resultados e Relatório Final - do Contrato nº 02/424 firmado entre o PNUD e a DELPHOS, no âmbito do Projeto BRA/98-016 - PARSEP.
Dessa forma, são destacados os resultados e indicadores das quatro etapas anteriores componentes do estudo, a seguir descritas:
2 ETAPA I - CRÍTICA DOS DADOS E ESTATÍSTICAS
2.1 As informações cadastrais recebidas
Os dados cadastrais fornecidos pelo Instituto de Previdência de Santa Catarina - IPESC estavam posicionados em junho de 2003, compreendendo a quase totalidade dos servidores do Estado, dado que não foram disponibilizados apenas os dados correspondentes ao Ministério Público.
2.2 Características dos dados
Dentre os dados fornecidos, alguns apresentaram irregularidades e inconsistências que os impediram de constar das diversas estatísticas apresentadas. Dos documentos não incluídos nas estatísticas, alguns puderam ser ajustados e, conseqüentemente, aproveitados no estudo realizado, resultando o seguinte quadro resumo:
QUADRO I - Características dos Dados
Fornecidos
Com Irregularidades e Inconsistências
Constaram das Estatísticas
Aproveitados no Estudo
Ativos
61.147
229
60.918
60.918
Inativos
33.163
47
33.116
33.163
Pensionistas
8.680
684
7.996
8.679
Dependentes
173.558
93.954
grupos familiares
2.3 Estatísticas dos Servidores Ativos
O quadro a seguir dá uma idéia das médias das idades e das remunerações dos servidores ativos:
QUADRO II - Resumo dos Indicadores dos Servidores Ativos
Sexo Masculino
Sexo Feminino
Geral
Freqüência
29.536
31.382
60.918
Idade média (anos)
41,45
42,43
41,95
Remuneração média (R$)
1.613,12
1.134,78
1.366,70
2.3.1 Identificou-se um contingente de 40.112 servidores ativos com remuneração até R$ 1.200,00 e de 55.757 servidores com remuneração até R$ 2.400,00, representando, respectivamente, 65,84% e 91,53% do total.
2.3.2 Existem 9.881 servidores ativos (17,68% do total) que já reúnem condições para se aposentar e que foram enquadrados na avaliação como riscos iminentes.
2.4 Estatísticas dos Servidores Inativos
2.4.1 O quadro a seguir dá uma idéia das médias das idades e dos proventos dos servidores inativos:
QUADRO III - Resumo dos Indicadores dos Servidores Inativos
Sexo Masculino
Sexo Feminino
Geral
Freqüência
10.566
22.550
33.116
Idade média (anos)
63,50
61,78
62,33
Remuneração média (R$)
2.774,61
1.266,72
1.747,83
2.4.2 Identificou-se um contingente de 17.777 servidores inativos com proventos até R$ 1.200,00 e de 27.243 com proventos até R$ 2.400,00, representando, respectivamente, 53,68% e 82,27% do total.
2.4.3 Verificou-se que a idade média de entrada na inatividade é de 48,92 anos (50,43 anos para o sexo masculino e 48,21 anos para o sexo feminino) e que o tempo médio de inatividade desse grupo corresponde a 13,4 anos.
2.4.4 O número de servidores inativos representa cerca de 54,36% do número de servidores ativos. Já os proventos dos aposentados corresponde a 69,52% da remuneração dos ativos.
2.5 Estatísticas dos Pensionistas
2.5.1 O quadro a seguir dá uma idéia das médias das idades e dos benefícios dos pensionistas:
QUADRO IV - Resumo dos Indicadores dos Pensionistas
2.5.2 Somando-se o conjunto dos servidores inativos, o dos riscos iminentes (já em condições de aposentadoria) e o dos pensionistas tem-se uma relação 0,84/1 para o conjunto dos compromissos presentes e iminentes, comparativamente ao número de servidores ativos. Se considerarmos os riscos iminentes inseridos no grupo dos inativos, a relação passa a ser 0,999/1 [(9.881+33.116+7.996)((60.918-9.881)].
2.6 Estatísticas dos Dependentes
2.6.1 Identificou-se um contingente de 93.954 grupos familiares, compreendendo 88.216 dependentes temporários e 48.068 dependentes vitalícios.
3 ETAPA II - LEVANTAMENTO E DEMONSTRAÇÃO DOS CUSTOS DA SITUAÇÃO ATUAL
Foi realizada a avaliação atuarial do conjunto de benefícios de natureza previdenciária a que têm direito os servidores públicos do Estado de Santa Catarina, considerando a situação previdenciária e a legislação vigente na data base da avaliação: dezembro de 2003.
3.1 Planos de benefícios, regras e critérios de concessão
As descrições das regras e critérios de concessão dos seguintes benefícios constam do relatório da Etapa II:
· regra permanente;
· regra de transição;
3.2 Bases técnicas e premissas
· das aposentadorias ( capitalização (métodos PUC e AGG);
· das pensões ( repartição de capitais de cobertura - RCC;
· dos auxílios ( repartição simples.
Rotatividade
Não foi considerada
Taxas de sobrevivência
AT-49 - MALE
Taxas de invalidez (entrada e mortalidade de inválidos)
Álvaro Vindas
11%
Servidores ativos, servidores inativos e pensionistas
11%
Tesouro do Estado
3.3 Resultados da Avaliação Atuarial de Referência - Segmentação em riscos expirados e riscos não expirados
3.3.1 Balanço atuarial
QUADRO V - Balanço atuarial para fins gerenciais
BALANÇO ATUARIAL - (Com os efeitos da EC-41/03)
ATIVO
PASSIVO
Ativo
0,00
Valor presente das contribuições
2.244.968.399,13
Valor atuarial presente dos Benefícios concedidos
15.480.853.839,97
Sobre remuneração
1.450.539.995,80
Aposentadorias
10.797.613.724,72
Sobre benefícios
794.428.403,33
Pensões
4.683.240.115,25
Valor atuarial presente dos Benefícios a conceder
6.436.290.735,97
Déficit atuarial
19.672.176.176,82
Aposentadorias
4.631.803.992,34
Pensões
1.804.486.743,63
TOTAL
21.917.144.575,94
TOTAL
21.917.144.575,94
O balanço atuarial para fins gerenciais é elaborado no regime de capitalização, ainda que para a demonstração das taxas de equilíbrio sejam adotados os regimes de repartição de capitais de cobertura (para a avaliação das pensões) e de repartição simples (para a avaliação dos auxílios). O regime de repartição de capitais de cobertura só prevê a integralização das provisões matemáticas no momento do evento enquanto o regime de repartição simples não prevê a constituição de reservas em nenhuma fase.
3.3.2 Taxas de contribuição - Riscos não expirados
Adotando-se o Regime de Capitais de Cobertura (RCC) para o benefício de pensão, que exige a formação de provisões apenas na fase de concessão de benefícios, obteve-se:
QUADRO VI - Riscos não expirados - Taxas de contribuição ou de equilíbrio
BENEFÍCIO
REGIME FINANCEIRO
CUSTO NORMAL (%)
CUSTO SUPLEMENTAR (%)
TOTAL (%)
Aposentadoria - tempo de serviço e idade
Capitalização (PUC)
14,60
24,47
39,07
Invalidez
Capitalização (AGG)
0,95
0,95
Pensão e reversões
Rep. Cap. Cob. (RCC)
4,57
4,57
Auxílio-doença
Repartição simples
0,53
0,53
Salário-maternidade
Repartição simples
0,11
0,11
Salário-família
Repartição simples
0,05
0,05
Auxílio-reclusão
Repartição simples
0,02
0,02
TOTAL
20,83
24,47
45,30
As taxas representam a contribuição necessária ao custeio do plano, sendo referenciadas como percentuais da folha anual de ativos, de R$ 857.090.363,65.
3.4 Parecer Técnico - Conclusão
Os dados disponibilizados estão posicionados em junho de 2003, correspondendo à quase totalidade dos servidores do Estado de Santa Catarina. Apenas o Ministério Público não forneceu os dados cadastrais que, segundo informações do Estado, correspondem apenas a 519 servidores ativos e a 161 servidores inativos.
Os dados dos servidores ativos, inativos e pensionistas contemplavam as principais informações necessárias ao cálculo atuarial. O plano de benefício e os critérios de concessão considerados são aqueles definidos pela Emenda Constitucional nº 41, de 19 de dezembro de 2003, e a legislação que a complementa.
A população estudada foi segmentada em dois subgrupos. O primeiro subgrupo, correspondendo aos riscos expirados, compreendendo os pensionistas, os servidores inativos e os servidores ativos que já reúnem condições para aposentadoria. Os resultados obtidos são compatíveis com a maturidade da massa de servidores do Estado de Santa Catarina. O custo para esse primeiro subgrupo está representado pela provisão de benefícios concedidos. Em caso de adoção do regime de capitalização, os valores deveriam ser integralizados. Como os valores são muitos elevados, a solução mais comum é a criação de um fundo financeiro no regime de repartição simples, sob a responsabilidade do Tesouro Estadual.
Para o segundo subgrupo, que corresponde aos riscos não expirados e compreende os demais servidores ativos, apresentou-se para as aposentadorias, como referência, o regime financeiro de capitalização.
Cabe registrar o impacto positivo da aprovação da Emenda Constitucional nº 41, de 19 de dezembro de 2003, nos valores dos encargos do grupo relativo aos riscos não expirados. Os custos ou as taxas de equilíbrio ainda se apresentam elevadas, demandando um estudo de soluções alternativas. As alíquotas de contribuição existentes, de 11% para o servidor ativo, inativo e seus pensionistas, e de 11% para o Tesouro do Estado de Santa Catarina, se mostram insuficientes para o equacionamento do custo total.
4 ETAPA III - PROPOSTA DE MODELAGEM DOS PLANOS ATUARIAIS
O relatório correspondente à Etapa III apresentou a descrição da modelagem das hipóteses escolhidas pelo IPESC para a possível implantação de um novo regime previdenciário no Estado de Santa Catarina, conforme resumidamente registrado a seguir.
4.1 Segmentação da massa atual em dois grupos distintos - Criação do Fundo Financeiro e do Fundo Previdenciário
Para o estudo o conjunto dos atuais servidores foi dividido em dois grupos distintos. O primeiro grupo é formado pelos servidores inativos, pelos pensionistas, pelos servidores ativos com mais de 50 anos e pelas servidoras com mais de 45 anos de idade por ocasião da criação do Fundo. Esse conjunto formará o Fundo Financeiro de Aposentadoria e Pensões do Estado de Santa Catarina. Os servidores que ingressarem no serviço público do Estado nas mesmas condições etárias, também farão parte do Fundo Financeiro. O Fundo Financeiro se caracteriza pela adoção do Regime de Repartição Simples para o cálculo das responsabilidades.
O segundo grupo, que irá compor o Fundo Previdenciário de Aposentadoria e Pensões do Estado de Santa Catarina, é formado pelos servidores ativos com idade até 50 anos e pelas servidoras ativas com até 45 anos de idade na data de criação do Fundo. Os servidores que ingressarem no serviço público do Estado nas mesmas condições farão parte do Fundo Previdenciário. O Fundo Previdenciário se caracteriza pela adoção do regime de capitalização para a determinação das responsabilidades previdenciárias.
As simulações realizadas contemplaram os dois seguintes cenários:
· Cenário 1 - em que todos optam pela regra de transição, com a percepção de proventos calculados pela média e com as reduções percentuais estabelecidas na legislação; e
· Cenário 2 - em que todos optam por receber o benefício integral, permanecendo mais tempo em atividade.
As principais características são:
Características
Cenário 1
Cenário 2
10 anos de serviço público, com 5 anos de permanência no cargo
20 anos de serviço público, com 10 anos de carreira e 5 anos de permanência no cargo
- X -
11%
11%
Servidores que já detêm condição de aposentadoria e permanecem em atividade recebem abono equivalente à contribuição
11% - percentual incidente sobre os proventos e pensões que excedam o limite máximo dos benefícios do RGPS
11%
6% a. a.
Sem a criação de fundo complementar
Sem a criação de fundo complementar
4.2 Adoção do regime de Repartição Simples para os atuais servidores e o de Capitalização para os novos, sem a instituição de Plano de Previdência Complementar
A separação entre atuais e novos servidores decorre da lei que vier a estabelecer a criação dos fundos financeiro e previdenciário. Para o estudo, considerou-se a data base de avaliação como tal marco divisório.
Dentro destas condicionantes, as principais características são:
Características
Atuais servidores
Futuros servidores
10 anos de serviço público, com 5 anos de permanência no cargo
10 anos de serviço público, com 5 anos de permanência no cargo
- X -
11%
11%
11% - percentual incidente sobre os proventos e pensões que excedam o limite máximo dos benefícios do RGPS
11% - percentual incidente sobre os proventos e pensões que excedam o limite máximo dos benefícios do RGPS
Não
11%
6% a. a.
6% a. a.
Sem a criação de fundo complementar
Sem a criação de fundo complementar
4.3 Adoção do regime de Repartição Simples para os atuais servidores e o de Capitalização para os novos, com a instituição de Plano de Previdência Complementar
A separação entre atuais e novos servidores decorre da lei que vier a estabelecer a criação dos fundos financeiro e de previdência complementar. Para o estudo, considerou-se que os futuros servidores têm perfil equivalente aos que ingressaram no serviço público depois da EC-20, de 16 de dezembro de 1998, que no caso do Estado de Santa Catarina são cerca de 10.809 servidores com idade média de 34,20 anos.
Dentro destas condicionantes, as principais características são:
Características
Atuais servidores
Futuros servidores
10 anos de serviço público, com 5 anos de permanência no cargo
10 anos de serviço público, com 5 anos de permanência no cargo
Limite máximo dos benefícios do RGPS (R$ 2.400,00)
- X -
O benefício de inatividade contempla o salário de contribuição para outros regimes de aposentadoria, e o benefício de pensão é integral até o limite máximo dos benefícios do RGPS, acrescido de 70% da parcela excedente
Limite máximo dos benefícios do RGPS (R$ 2.400,00)
11%
11% - percentual incidente sobre a remuneração até o valor limite máximo dos benefícios do RGPS
(R$ 2.400,00)
11% - percentual incidente sobre os proventos e pensões que excedam o limite máximo dos benefícios do RGPS
- X -
Não
Para o fundo complementar
6% a. a.
6% a. a.
Sem a criação de fundo complementar
Com a criação de fundo complementar
5 ETAPA IV - LEVANTAMENTO E DEMONSTRAÇÃO DOS CUSTOS DA NOVA SITUAÇÃO
Foi realizada a avaliação atuarial segundo as três hipóteses definidas pelo Estado de Santa Catarina (itens 4.1, 4.2 e 4.3 acima) para o equacionamento da questão previdenciária.
5.1 Plano de benefícios, regras e critérios de concessão
Correspondem aos mesmos descritos no resumo da Etapa II, registrados nas alíneas a a i do item 3.1 deste relatório.
5.2 Bases técnicas e premissas
Correspondem às mesmas descritas no resumo da Etapa II, registradas nas alíneas a a e do item 3.2 deste relatório.
A única mudança em relação à Etapa II fica por conta da data base de cálculo, que no caso da Etapa IV correspondeu a 30 de setembro de 2004.
5.3 Segmentação da massa atual em dois grupos distintos - Criação do Fundo Financeiro e do Fundo Previdenciário
5.3.1 Resumo de remuneração e freqüência
QUADRO IX - Resumo de remuneração e freqüência
FFIN - FUNDO FINANCEIRO
GRUPO
FREQÜÊNCIA
TOTAL DOS BENEFÍCIOS E DAS REMUNERAÇÕES MENSAIS -
EC-41/03 (R$)
APOSENTADORIAS
(Inativos)
33.163
57.520.675,60
PENSÕES (Atuais e Reversões)
8.680
15.812.623,14
ATIVOS - Riscos iminentes - Que já reúnem condições de aposentadoria
10.989
18.029.344,43
ATIVOS
8.186
12.759.131,88
FPREV - FUNDO PREVIDENCIÁRIO
ATIVOS - Riscos Iminentes
475
794.958,17
ATIVOS
41.497
52.124.679,19
5.3.2 CENÁRIO 1
5.3.2.1 - FFIN - Fundo Financeiro de Aposentadoria e Pensões do Estado
QUADRO X - Demonstração dos custos
FFIN (Com os efeitos da EC-41/03)
GRUPO
PROVISÃO A CONSTITUIR - CAPITALIZAÇÃO E REPARTIÇÃO DE CAPITAIS DE COBERTURA - PASSIVO ATUARIAL (R$)
TOTAL DOS BENEFÍCIOS E DAS REMUNERAÇÕES MENSAIS - EC-41/03 (R$)
TOTAL DOS BENEFÍCIOS COMO PERCENTUAL DA FOLHA DE ATIVOS - REPARTIÇÃO SIMPLES (%)
APOSENTADORIAS (Inativos)
7.531.945.018,97
57.520.675,60
68,72
PENSÕES (Atuais e Reversões)
4.550.350.242,87
15.812.623,14
18,89
ATIVOS (Riscos Iminentes)
2.832.086.435,13
18.029.344,43
21,54
TOTAL
14.914.381.696,96
91.362.643,17
109,14
A folha salarial mensal utilizada foi de R$ 83.708.113,67 referente a todos os servidores ativos, incluindo-se os riscos iminentes.
5.3.2.2 - FPREV - Fundo Previdenciário de Aposentadoria e Pensões do Estado Demonstração dos custos dos riscos expirados:
QUADRO XI - Demonstração dos custos dos riscos expirados
FPREV - RISCOS EXPIRADOS
com os efeitos da EC-41/03, incluindo-se as contribuições)
GRUPO
PROVISÃO A CONSTITUIR - CAPITALIZAÇÃO E REPARTIÇÃO DE CAPITAIS DE COBERTURA - PASSIVO ATUARIAL (R$)
ATIVOS - Riscos Iminentes
147.605.741,79
ATIVOS - Pensão Riscos Iminentes
26.873.918,80
TOTAL
174.479.660,60
QUADRO XII - Demonstração dos custos dos riscos não expirados
FPREV-FUNDO PREVIDENCIÁRIO
BENEFÍCIO
VABF (R$)
APOSENTADORIA NORMAL
4.325.677.974,60
INVALIDEZ
60.223.726,07
PENSÃO
1.380.843.645,07
TOTAL
5.766.745.345,73
VACF (R$)
TOTAL
1.252.577.658,55
PROVISÃO A CONSTITUIR
VABF-VACF
4.514.167.687,19
QUADRO XIII - FPREV - Fundo Previdenciário - Taxas de contribuição ou de equilíbrio
FPREV - FUNDO PREVIDENCIÁRIO
Taxas de equilíbrio
BENEFÍCIO
REGIME FINANCEIRO
CUSTO NORMAL (%)
CUSTO SUPLEMENTAR (%)
TOTAL (%)
Aposentadoria - tempo de serviço e idade
Capitalização (PUC)
17,80
27,22
45,02
Invalidez
Capitalização (AGG)
0,95
0,95
Pensão e reversões
Rep. Cap. Cob. (RCC)
4,42
4,42
Auxílio-doença
Repartição simples
0,53
0,53
Salário-maternidade
Repartição simples
0,11
0,11
Salário-família
Repartição simples
0,05
0,05
Auxílio-reclusão
Repartição simples
0,02
0,02
TOTAL
23,87
27,22
51,10
As taxas representam a contribuição necessária ao custeio do plano, sendo referenciadas como percentuais da folha anual de ativos, de R$ 677.620.829,44, sem considerar os riscos iminentes.
5.3.2.3 - Balanço atuarial para fins gerenciais - FFIN e FPREV - Cenário 1
QUADRO XIV - Balanço atuarial para fins gerenciais - FFIN e FPREV - Cenário 1
ATIVO
PASSIVO
FFIN
Valor atuarial presente das contribuições
496.498.224,00
Valor atuarial presente dos benefícios concedidos
15.287.788.079,28
Sobre remuneração
100.987.758,25
Aposentadorias
10.619.064.807,30
Sobre benefícios
395.510.465,75
Pensões
4.668.723.271,98
Valor atuarial presente dos benefícios a conceder
1.772.811.778,08
Déficit atuarial
16.564.101.633,36
Aposentadorias
1.332.508.004,93
Pensões
440.303.773,15
TOTAL FFIN
17.060.599.857,36
17.060.599.857,36
FPREV
Valor atuarial presente das contribuições
1.373.129.474,20
Valor atuarial presente dos benefícios concedidos
176.709.879,94
Sobre remuneração
1.301.537.559,43
Aposentadorias
149.575.750,72
Sobre benefícios
71.591.914,77
Pensões
27.134.129,22
Valor atuarial presente dos benefícios a conceder
5.766.745.345,74
Déficit atuarial
4.570.325.751,48
Aposentadoria
4.385.901.700,67
Pensões
1.380.843.645,07
TOTAL FPREV
5.943.455.225,68
5.943.455.225,68
GERAL
Ativo
1.096.195.190,25
Valor atuarial presente das contribuições
1.869.627.698,21
Valor atuarial presente dos benefícios concedidos
15.464.497.959,22
Déficit atuarial total
20.038.232.194,58
Valor dos benefícios
a conceder
7.539.557.123,82
TOTAL
23.004.055.083,04
TOTAL
23.004.055.083,04
5.3.3 CENÁRIO 2
5.3.3.1 - FFIN - Fundo Financeiro de Aposentadoria e Pensões do Estado
QUADRO XV - Demonstração dos custos dos riscos expirados
FFIN (Com os efeitos da EC-41/03)
GRUPO
PROVISÃO A CONSTITUIR - CAPITALIZAÇÃO E REPARTIÇÃO DE CAPITAIS DE COBERTURA - PASSIVO ATUARIAL (R$)
TOTAL DOS BENEFÍCIOS E DAS REMUNERAÇÕES MENSAIS - EC-41/03 (R$)
TOTAL DOS BENEFÍCIOS COMO PERCENTUAL DA FOLHA DE ATIVOS - REPARTIÇÃO SIMPLES (%)
APOSENTADORIAS(Inativos)
7.531.945.018,97
57.520.675,60
68,72
PENSÕES (Atuais e Reversões)
4.525.637.492,33
15.812.623,14
18,89
ATIVOS
(Riscos Iminentes)
2.703.384.569,22
17.244.311,16
20,60
TOTAL
14.760.967.080,52
90.577.609,90
108,21
Os valores para os servidores inativos e pensionistas no Cenário 2 não se alteram em relação aos do Cenário 1 (vide alínea a do subitem 5.3.2.1 deste relatório), já que esta é uma opção somente para os servidores ativos.
5.3.3.2 - FPREV - Fundo Previdenciário de Aposentadoria e Pensões do Estado Demonstração dos custos dos riscos expirados:
QUADRO XVI - Demonstração dos custos dos riscos expirados
FPREV - FUNDO PREVIDENCIÁRIO (com os efeitos da EC-41/03)
GRUPO
RESERVA A CONSTITUIR - CAPITALIZAÇÃO E REPARTIÇÃO DE CAPITAIS DE COBERTURA -
PASSIVO ATUARIAL (R$)
ATIVOS - Riscos Iminentes
147.605.741,79
ATIVOS - Pensão - Riscos Iminentes
26.873.918,80
TOTAL
174.479.660,60
QUADRO XVII - Demonstração dos custos dos riscos não expirados
FPREV-FUNDO PREVIDENCIÁRIO
BENEFÍCIO
VABF (R$)
APOSENTADORIA NORMAL
4.396.515.274,18
INVALIDEZ
78.585.370,11
PENSÃO
1.372.224.454,55
TOTAL
5.847.325.098,85
VACF (R$)
TOTAL
1.386.626.206,76
PROVISÃO A CONSTITUIR
VABF-VACF
4.460.698.892,09
QUADRO XVIII - FPREV - Fundo Previdenciário - Taxas de contribuição ou de equilíbrio
FPREVFUNDO PREVIDENCIÁRIO
Taxas de Contribuição ou de equilíbrio
BENEFÍCIO
REGIME FINANCEIRO
CUSTO NORMAL (%)
CUSTO SUPLEMENTAR
(%)
TOTAL
(%)
Aposentadoria - tempo de serviço e idade
Capitalização (PUC)
17,53
26,66
44,20
Invalidez
Capitalização (AGG)
1,13
1,13
Pensão e reversões
Rep. Cap. Cob. (RCC)
4,32
4,32
Auxílio-doença
Repartição simples
0,53
0,53
Salário-maternidade
Repartição simples
0,11
0,11
Salário-família
Repartição simples
0,05
0,05
Auxílio-reclusão
Repartição simples
0,02
0,02
TOTAL
23,68
26,66
50,35
As taxas representam a contribuição necessária ao custeio do plano, sendo referenciadas como percentuais da folha anual de ativos, de R$ 677.620.829,44, sem considerar os riscos iminentes.
QUADRO XIX - Balanço atuarial para fins gerenciais - FFIN e FPREV - Cenário 2
ATIVO
PASSIVO
FFIN
Valor atuarial presente das contribuições
616.460.631,56
Valor atuarial presente dos benefícios concedidos
15.134.326.229,16
Sobre remuneração
210.017.788,60
Aposentadorias
10.490.321.750,31
Sobre benefícios
406.442.842,96
Pensões
4.644.004.478,85
Valor atuarial presente dos benefícios a conceder
1.909.315.257,35
Déficit atuarial
16.427.180.854,95
Aposentadorias
1.441.241.357,50
Pensões
468.073.899,85
TOTAL FFIN
17.043.641.486,51
17.043.641.486,51
FPREV
Valor atuarial presente das contribuições
1.388.856.426,11
Valor atuarial presente dos benefícios concedidos
176.709.879,94
Sobre remuneração
1.315.399.667,70
Aposentadorias
149.575.750,72
Sobre benefícios
73.456.758,41
Pensões
27.134.129,22
Valor atuarial presente dos benefícios a conceder
5.847.325.098,85
Déficit atuarial
4.635.178.552,68
Aposentadoria
4.475.100.644,30
Pensões
1.372.224.454,55
TOTAL FPREV
6.024.034.978,79
6.024.034.978,79
GERAL
Ativo
1.096.195.190,25
Valor atuarial presente das contribuições
2.005.317.057,67
Valor atuarial presente dos benefícios concedidos
15.311.036.109,10
Déficit atuarial total
19.966.164.217,38
Valor atuarial presente dos benefícios a conceder
7.756.640.356,20
TOTAL
23.067.676.465,30
TOTAL
23.067.676.465,30
5.4 Adoção do regime financeiro de Repartição Simples para os atuais servidores e o de Capitalização para os futuros servidores, sem a instituição de Fundo Complementar
5.4.1 Atuais servidores
QUADRO XX - Fluxo financeiro para os atuais servidores
FUNDO FINANCEIRO - ATIVOS, INATIVOS E PENSIONISTAS
TEMPO (anos)
TOTAL DE DESPESAS (R$)
TOTAL DE RECEITAS (R$)
SALDO (R$)
1
1.185.477.362,52
125.304.793,20
(1.060.172.569,32)
2
1.214.741.711,95
121.081.117,12
(1.093.660.594,83)
3
1.246.041.610,02
116.481.918,25
(1.129.559.691,77)
4
1.277.778.097,51
111.782.585,66
(1.165.995.511,85)
5
1.314.423.965,37
106.409.196,17
(1.208.014.769,20)
6
1.352.030.946,45
100.826.646,60
(1.251.204.299,85)
7
1.386.285.448,65
95.492.752,37
(1.290.792.696,27)
8
1.421.610.330,37
89.928.230,50
(1.331.682.099,87)
9
1.462.393.641,27
83.742.889,70
(1.378.650.751,56)
10
1.495.653.542,88
78.262.724,26
(1.417.390.818,62)
11
1.524.316.222,83
73.114.835,42
(1.451.201.387,40)
12
1.550.048.839,34
68.255.936,69
(1.481.792.902,65)
13
1.569.610.126,08
63.926.937,64
(1.505.683.188,43)
14
1.588.281.490,84
59.522.707,14
(1.528.758.783,71)
15
1.602.037.782,03
55.501.715,32
(1.546.536.066,71)
16
1.612.307.426,35
51.718.362,78
(1.560.589.063,57)
17
1.619.422.443,52
48.085.642,09
(1.571.336.801,44)
18
1.623.125.214,48
44.631.137,46
(1.578.494.077,02)
19
1.622.235.045,75
41.496.031,20
(1.580.739.014,55)
20
1.617.281.812,75
38.541.332,71
(1.578.740.480,04)
21
1.610.031.584,63
35.648.577,25
(1.574.383.007,38)
22
1.599.166.732,23
32.946.896,43
(1.566.219.835,80)
23
1.584.687.613,35
30.436.225,79
(1.554.251.387,57)
24
1.564.753.458,03
28.202.405,17
(1.536.551.052,86)
25
1.540.851.490,85
26.170.448,53
(1.514.681.042,32)
26
1.513.205.132,04
24.284.996,07
(1.488.920.135,97)
27
1.481.815.141,56
22.565.535,85
(1.459.249.605,71)
28
1.447.685.940,97
20.906.163,70
(1.426.779.777,27)
29
1.409.999.642,53
19.381.950,66
(1.390.617.691,88)
30
1.369.674.053,32
18.293.080,63
(1.351.380.972,69)
31
1.327.175.078,91
17.618.405,87
(1.309.556.673,04)
32
1.281.941.677,63
17.096.626,42
(1.264.845.051,22)
33
1.235.040.572,41
16.609.974,13
(1.218.430.598,27)
34
1.185.963.121,09
16.235.860,59
(1.169.727.260,50)
35
1.135.447.058,15
15.910.087,50
(1.119.536.970,66)
36
1.084.028.110,98
15.585.401,07
(1.068.442.709,91)
37
1.031.380.346,56
15.318.040,86
(1.016.062.305,71)
38
978.005.681,15
15.069.303,44
(962.936.377,71)
39
924.151.079,12
14.829.996,71
(909.321.082,41)
40
870.160.755,82
14.580.125,25
(855.580.630,57)
41
816.299.849,24
14.308.304,49
(801.991.544,75)
42
762.852.888,38
14.001.082,92
(748.851.805,47)
43
710.050.015,77
13.651.381,67
(696.398.634,10)
44
658.115.358,92
13.253.618,69
(644.861.740,23)
45
607.267.726,35
12.804.115,79
(594.463.610,56)
46
557.721.447,75
12.301.413,47
(545.420.034,28)
47
509.686.708,54
11.746.464,46
(497.940.244,08)
48
463.368.591,80
11.142.661,99
(452.225.929,81)
49
418.964.453,22
10.495.695,03
(408.468.758,18)
50
376.659.587,04
9.813.241,98
(366.846.345,06)
51
336.621.257,77
9.104.509,55
(327.516.748,22)
52
298.992.012,87
8.379.678,69
(290.612.334,18)
53
263.883.152,77
7.649.309,27
(256.233.843,50)
54
231.369.250,20
6.923.757,82
(224.445.492,37)
55
201.484.871,97
6.212.680,97
(195.272.191,00)
56
174.223.865,30
5.524.656,02
(168.699.209,28)
57
149.541.462,58
4.866.934,85
(144.674.527,73)
58
127.358.976,80
4.245.339,52
(123.113.637,28)
59
107.570.185,53
3.664.275,08
(103.905.910,46)
60
90.048.526,53
3.126.820,34
(86.921.706,20)
61
74.654.310,75
2.634.880,24
(72.019.430,51)
62
61.240.628,96
2.189.343,51
(59.051.285,44)
63
49.657.810,50
1.790.231,74
(47.867.578,76)
64
39.756.117,98
1.436.827,08
(38.319.290,90)
65
31.386.911,92
1.127.752,70
(30.259.159,22)
66
24.402.886,80
861.043,22
(23.541.843,58)
67
18.658.106,66
634.204,57
(18.023.902,08)
68
14.008.132,82
444.271,05
(13.563.861,76)
69
10.310.969,43
287.892,80
(10.023.076,63)
70
7.428.663,72
161.438,05
(7.267.225,66)
71
5.229.495,36
61.119,26
(5.168.376,10)
72
3.590.438,04
1.091,65
(3.589.346,39)
73
2.399.520,85
730,13
(2.398.790,72)
74
1.557.713,99
475,19
(1.557.238,80)
75
980.110,56
299,78
(979.810,79)
5.4.2 Futuros servidores
QUADRO XXI - Taxas de contribuição ou de equilíbrio
BENEFÍCIO
REGIME FINANCEIRO
CUSTO NORMAL (%)
CUSTO SUPLEMENTAR (%)
TOTAL
(%)
Aposentadoria - tempo de serviço e idade
Capitalização (PUC)
11,88
11,18
23,06
Invalidez
Capitalização (AGG)
0,66
0,66
Pensão e reversões
Rep. Cap. Cob. (RCC)
3,29
3,29
Auxílio-doença
Repartição simples
1,13
1,13
Salário-maternidade
Repartição simples
0,11
0,11
Salário-família
Repartição simples
0,23
0,23
Auxílio-reclusão
Repartição simples
0,05
0,05
TOTAL
17,45
11,18
28,53
O valor da folha anual adotada para o cálculo dessas taxas de equilíbrio correspondente a R$ 107.047.649,68 e se refere aos 10.809 servidores ingressos após 16 de dezembro de 1998, que traduzem melhor o perfil esperado dos futuros servidores para os próximos anos.
5.5 Adoção do regime financeiro de Repartição Simples para os atuais servidores e o de Capitalização para os futuros servidores (parcela do benefício excedente ao teto do RGPS), com a instituição de Fundo Complementar
5.5.1 Atuais servidores
QUADRO XXII - Fluxo financeiro para os atuais servidores
FUNDO FINANCEIRO - ATIVOS, INATIVOS E PENSIONISTAS
TEMPO (anos)
TOTAL DE DESPESAS (R$)
TOTAL DE RECEITAS (R$)
SALDO (R$)
1
1.185.477.362,52
125.304.793,20
(1.060.172.569,32)
2
1.214.741.711,95
121.081.117,12
(1.093.660.594,83)
3
1.246.041.610,02
116.481.918,25
(1.129.559.691,77)
4
1.277.778.097,51
111.782.585,66
(1.165.995.511,85)
5
1.314.423.965,37
106.409.196,17
(1.208.014.769,20)
6
1.352.030.946,45
100.826.646,60
(1.251.204.299,85)
7
1.386.285.448,65
95.492.752,37
(1.290.792.696,27)
8
1.421.610.330,37
89.928.230,50
(1.331.682.099,87)
9
1.462.393.641,27
83.742.889,70
(1.378.650.751,56)
10
1.495.653.542,88
78.262.724,26
(1.417.390.818,62)
11
1.524.316.222,83
73.114.835,42
(1.451.201.387,40)
12
1.550.048.839,34
68.255.936,69
(1.481.792.902,65)
13
1.569.610.126,08
63.926.937,64
(1.505.683.188,43)
14
1.588.281.490,84
59.522.707,14
(1.528.758.783,71)
15
1.602.037.782,03
55.501.715,32
(1.546.536.066,71)
16
1.612.307.426,35
51.718.362,78
(1.560.589.063,57)
17
1.619.422.443,52
48.085.642,09
(1.571.336.801,44)
18
1.623.125.214,48
44.631.137,46
(1.578.494.077,02)
19
1.622.235.045,75
41.496.031,20
(1.580.739.014,55)
20
1.617.281.812,75
38.541.332,71
(1.578.740.480,04)
21
1.610.031.584,63
35.648.577,25
(1.574.383.007,38)
22
1.599.166.732,23
32.946.896,43
(1.566.219.835,80)
23
1.584.687.613,35
30.436.225,79
(1.554.251.387,57)
24
1.564.753.458,03
28.202.405,17
(1.536.551.052,86)
25
1.540.851.490,85
26.170.448,53
(1.514.681.042,32)
26
1.513.205.132,04
24.284.996,07
(1.488.920.135,97)
27
1.481.815.141,56
22.565.535,85
(1.459.249.605,71)
28
1.447.685.940,97
20.906.163,70
(1.426.779.777,27)
29
1.409.999.642,53
19.381.950,66
(1.390.617.691,88)
30
1.369.674.053,32
18.293.080,63
(1.351.380.972,69)
31
1.327.175.078,91
17.618.405,87
(1.309.556.673,04)
32
1.281.941.677,63
17.096.626,42
(1.264.845.051,22)
33
1.235.040.572,41
16.609.974,13
(1.218.430.598,27)
34
1.185.963.121,09
16.235.860,59
(1.169.727.260,50)
35
1.135.447.058,15
15.910.087,50
(1.119.536.970,66)
36
1.084.028.110,98
15.585.401,07
(1.068.442.709,91)
37
1.031.380.346,56
15.318.040,86
(1.016.062.305,71)
38
978.005.681,15
15.069.303,44
(962.936.377,71)
39
924.151.079,12
14.829.996,71
(909.321.082,41)
40
870.160.755,82
14.580.125,25
(855.580.630,57)
41
816.299.849,24
14.308.304,49
(801.991.544,75)
42
762.852.888,38
14.001.082,92
(748.851.805,47)
43
710.050.015,77
13.651.381,67
(696.398.634,10)
44
658.115.358,92
13.253.618,69
(644.861.740,23)
45
607.267.726,35
12.804.115,79
(594.463.610,56)
46
557.721.447,75
12.301.413,47
(545.420.034,28)
47
509.686.708,54
11.746.464,46
(497.940.244,08)
48
463.368.591,80
11.142.661,99
(452.225.929,81)
49
418.964.453,22
10.495.695,03
(408.468.758,18)
50
376.659.587,04
9.813.241,98
(366.846.345,06)
51
336.621.257,77
9.104.509,55
(327.516.748,22)
52
298.992.012,87
8.379.678,69
(290.612.334,18)
53
263.883.152,77
7.649.309,27
(256.233.843,50)
54
231.369.250,20
6.923.757,82
(224.445.492,37)
55
201.484.871,97
6.212.680,97
(195.272.191,00)
56
174.223.865,30
5.524.656,02
(168.699.209,28)
57
149.541.462,58
4.866.934,85
(144.674.527,73)
58
127.358.976,80
4.245.339,52
(123.113.637,28)
59
107.570.185,53
3.664.275,08
(103.905.910,46)
60
90.048.526,53
3.126.820,34
(86.921.706,20)
61
74.654.310,75
2.634.880,24
(72.019.430,51)
62
61.240.628,96
2.189.343,51
(59.051.285,44)
63
49.657.810,50
1.790.231,74
(47.867.578,76)
64
39.756.117,98
1.436.827,08
(38.319.290,90)
65
31.386.911,92
1.127.752,70
(30.259.159,22)
66
24.402.886,80
861.043,22
(23.541.843,58)
67
18.658.106,66
634.204,57
(18.023.902,08)
68
14.008.132,82
444.271,05
(13.563.861,76)
69
10.310.969,43
287.892,80
(10.023.076,63)
70
7.428.663,72
161.438,05
(7.267.225,66)
71
5.229.495,36
61.119,26
(5.168.376,10)
72
3.590.438,04
1.091,65
(3.589.346,39)
73
2.399.520,85
730,13
(2.398.790,72)
74
1.557.713,99
475,19
(1.557.238,80)
75
980.110,56
299,78
(979.810,79)
5.5.2 Futuros servidores Parcela até o limite do RGPS
QUADRO XXIII - Fluxo financeiro para os futuros servidores
FUNDO FINANCEIRO - ATIVOS, INATIVOS E PENSIONISTAS
TEMPO (anos)
TOTAL DE DESPESAS (R$)
TOTAL DE RECEITAS (R$)
SALDO
(R$)
1
112.140,53
22.003.754,82
21.891.614,29
2
239.733,11
22.190.048,73
21.950.315,62
3
384.179,56
22.375.505,82
21.991.326,26
4
547.151,90
22.559.693,54
22.012.541,65
5
730.544,18
22.742.136,78
22.011.592,60
6
936.543,20
22.922.292,86
21.985.749,65
7
1.167.601,28
23.099.560,98
21.931.959,70
8
1.426.538,10
23.273.256,18
21.846.718,08
9
1.716.472,76
23.442.618,84
21.726.146,07
10
2.040.878,17
23.606.794,92
21.565.916,74
11
8.711.876,75
22.376.912,64
13.665.035,88
12
11.064.867,68
22.099.124,03
11.034.256,36
13
13.996.408,68
21.696.024,84
7.699.616,16
14
16.992.899,06
21.280.424,66
4.287.525,60
15
20.379.070,76
20.780.662,83
401.592,07
16
24.252.980,11
20.174.909,62
(4.078.070,48)
17
28.664.570,36
19.451.867,01
(9.212.703,35)
18
33.886.555,85
18.551.178,02
15.335.377,84)
19
39.012.341,51
17.671.878,84
(21.340.462,67)
20
44.691.373,00
16.670.586,41
(28.020.786,59)
21
50.778.353,44
15.578.697,06
(35.199.656,38)
22
56.978.343,90
14.460.437,83
(42.517.906,06)
23
64.791.327,25
12.985.046,45
(51.806.280,80)
24
73.358.738,81
11.340.518,67
(62.018.220,15)
25
82.106.811,14
9.652.063,77
(72.454.747,37)
26
91.150.129,63
7.893.295,96
(83.256.833,67)
27
99.619.909,78
6.254.025,13
(93.365.884,65)
28
106.928.551,13
4.862.001,90
(102.066.549,22)
29
112.715.779,81
3.794.754,56
(108.921.025,26)
30
117.432.367,84
2.951.162,20
(114.481.205,64)
31
121.264.287,33
2.288.095,51
(118.976.191,82)
32
124.288.685,25
1.786.093,54
(122.502.591,70)
33
126.767.239,18
1.384.819,17
(125.382.420,00)
34
128.732.196,22
1.074.094,24
(127.658.101,98)
35
130.353.473,84
813.123,35
(129.540.350,48)
36
131.602.928,43
604.360,87
(130.998.567,56)
37
132.468.544,34
446.391,74
(132.022.152,60)
38
133.318.816,46
253.758,32
(133.065.058,14)
39
133.760.179,95
108.402,46
(133.651.777,49)
40
133.530.627,76
63.117,57
(133.467.510,19)
41
133.034.186,20
24.005,00
(133.010.181,20)
42
132.207.236,52
-
(132.207.236,52)
43
130.986.635,36
-
(130.986.635,36)
44
129.459.672,77
-
(129.459.672,77)
45
127.606.112,66
-
(127.606.112,66)
46
125.408.051,08
-
(125.408.051,08)
47
122.850.692,26
-
(122.850.692,26)
48
119.923.128,58
-
(119.923.128,58)
49
116.619.080,99
-
(116.619.080,99)
50
112.937.600,39
-
(112.937.600,39)
51
108.883.636,79
-
(108.883.636,79)
52
104.468.514,24
-
(104.468.514,24)
53
99.710.284,00
-
(99.710.284,00)
54
94.633.909,93
-
(94.633.909,93)
55
89.271.336,14
-
(89.271.336,14)
56
83.661.393,98
-
(83.661.393,98)
57
77.849.595,06
-
(77.849.595,06)
58
71.887.705,44
-
(71.887.705,44)
59
65.833.135,15
-
(65.833.135,15)
60
59.748.117,81
-
(59.748.117,81)
61
53.698.575,09
-
(53.698.575,09)
62
47.752.682,10
-
(47.752.682,10)
63
41.979.108,32
-
(41.979.108,32)
64
36.444.947,58
-
(36.444.947,58)
65
31.213.364,51
-
(31.213.364,51)
66
26.341.115,49
-
(26.341.115,49)
67
21.876.058,08
-
(21.876.058,08)
68
17.854.831,23
-
(17.854.831,23)
69
14.300.935,04
-
(14.300.935,04)
70
11.223.453,47
-
(11.223.453,47)
71
8.616.612,09
-
(8.616.612,09)
72
6.460.324,89
-
(6.460.324,89)
73
4.721.793,75
-
(4.721.793,75)
74
3.358.066,69
-
(3.358.066,69)
75
2.319.329,68
-
(2.319.329,68)
QUADRO XXIV - Taxas de custeio ou de equilíbrio
TAXAS DE CUSTEIO OU DE EQUILÍBRIO
BENEFÍCIO
REGIME FINANCEIRO
CUSTO NORMAL (%)
Aposentadoria - tempo de serviço e idade
Capitalização (AGG)
16,12
Invalidez
Capitalização (AGG)
0,77
Pensão e reversões
Capitalização (AGG)
7,94
TOTAL
24,83
As taxas apuradas estão expressas em percentuais da folha de remuneração correspondente à parcela de R$ 529.827,82 que excede ao teto considerado de R$ 2.508,72, aplicável a 157 servidores.
5.6 Parecer Técnico
A criação de um fundo financeiro para os servidores acima de 50 anos e para as servidoras acima de 45 anos, além dos atuais inativos e pensionistas, onde a principal característica é adoção do regime de Repartição Simples para avaliar as responsabilidades isentaria o Estado da constituição das provisões de benefícios concedidos descritas no Quadro X (subitem 5.3.2.1 deste relatório ou Quadro III do relatório da Etapa IV).
A despesa com inativos e pensionistas pertencentes ao fundo, garantida pelo Estado, é atualmente 87,61% da folha referencial de ativos com um potencial de crescimento imediato de 21,54% (ou 20,60% se adotado o cenário 2) relativo aos servidores que já estariam, de acordo com as premissas do trabalho, em condições de aposentadoria. Os demais servidores fariam parte de um fundo previdenciário, avaliado no regime de capitalização cuja taxas de equilíbrio seriam mais baixas daquelas calculadas sem a referida segregação.
A opção por manter todos os atuais servidores em um fundo financeiro, em regime de Repartição Simples e com a garantia do Tesouro Estadual, adia o comprometimento de recursos do Tesouro com o pagamento de contribuições previdenciárias, mas não o isenta dessa responsabilidade.
Para os futuros servidores foram apurados os custos baseados na alteração da distribuição etária e salarial, com a reposição dos atuais servidores. Os valores encontrados, no caso de não ser constituído o fundo complementar para o Custo Normal (17,35%) e para o Custo Suplementar (11,18%), são compatíveis com os valores encontrados para a avaliação considerando essa renovação.
A opção de criar um fundo complementar para os novos servidores permitiria ao Estado estabelecer um limite para o benefício igual ao do RGPS, de R$ 2.508,72. Os valores dos benefícios até esse limite seriam de obrigação do Estado. Já para os que desejarem fazer jus ao complemento, só mediante a filiação e contribuição ao fundo complementar. O fundo complementar é permitido somente na modalidade Contribuição Definida, em que o valor do benefício depende das contribuições, do prazo e da rentabilidade auferida pelo fundo. A simulação efetuada serve apenas como referência para a definição de uma alíquota de contribuição que permita ao servidor alcançar o complemento desejado. É aconselhável a elaboração de avaliações periódicas e de simulações que permitam ao servidor acompanhar o montante das contribuições vertidas em seu nome e o valor do benefício projetado nas várias situações. As taxas encontradas se referem à simulação para o custeio do complemento (valores acima de R$ 2.508,72), considerando a aplicação para os novos servidores das mesmas regras aplicáveis ao grupo atual. A taxa de equilíbrio encontrada, em torno de 24,83%, expressa em percentual da parcela da remuneração que excede ao teto considerado, é compatível com as taxas de custeio dos fundos de pensão que se utilizam de modelos semelhantes.
O valor do ativo, para inserção no balanço atuarial para fins gerenciais, foi registrado como sendo de R$ 1.096.195.190,25 em 30 de setembro de 2004, em função de informação prestada pelo IPESC - Instituto de Previdência do Estado de Santa Catarina.
ANEXO DE RISCOS FISCAIS
(Art. 4º, § 3º, da Lei Complementar federal nº 101, de 04 de maio de 2000)
O Estado de Santa Catarina retomou esforços, desde 2003, buscando a geração pelo setor público de superávits primários, de forma continuada. Mudanças de caráter institucional acompanharam o esforço de ajuste fiscal com o objetivo de manter a solvência do setor público a longo prazo, por meio de adoção de medidas de estabilização do endividamento público, como também o de permitir maior transparência na gestão fiscal.
Embora os resultados do ajuste fiscal tenham sido bons, não há como desconsiderar riscos advindos de futuras decisões de natureza fiscal, o que requer cuidadoso exame dos administradores públicos. Esses riscos podem comprometer o atingimento de metas de resultado primário e afetar a relação dívida/receita corrente líquida almejada.
Os riscos que podem afetar as metas de resultado primário têm influência direta sobre os fluxos de receita e despesa previstas na proposta de execução orçamentária. São os chamados riscos orçamentários. Para os riscos orçamentários, o art. 9º da Lei de Responsabilidade Fiscal prevê limitação de empenho e movimentação financeira caso a realização da receita não comporte o cumprimento das metas de resultados estabelecidas no Anexo de Metas Fiscais. Este procedimento permite que os desvios sejam corrigidos ao longo do ano, mantendo o cumprimento das metas de resultado primário. Em síntese, os riscos orçamentários são contrabalançados por meio da realocação de despesa.
Os riscos que repercutem diretamente no estoque da dívida pública serão enfrentados principalmente pela geração de resultados primários maiores do que os previstos inicialmente, a fim de manter a relação dívida/receita corrente líquida desejada. Para a concretização desses resultados, haverá necessidade de maior esforço fiscal no médio prazo.
O Estado de Santa Catarina prossegue na direção de um regime fiscal responsável, em conformidade com os princípios, normas e limites estabelecidos na Lei de Responsabilidade Fiscal, que permitirá a sustentação do ajuste fiscal no longo prazo.
Com o cumprimento das metas fiscais, ensejando a redução da razão dívida/receita corrente líquida e avanços na institucionalização do ajuste fiscal, o equilíbrio fiscal do Estado está em fase de consolidação. Remanescem, no entanto, riscos para a concretização deste cenário no futuro. Os riscos estão concentrados, principalmente, em passivos contingentes decorrentes de ações judiciais que podem acarretar o acréscimo do estoque da dívida pública. O incremento do estoque, se ocorrer, deve ser compensado por um aumento do esforço fiscal, a fim de impedir a elevação da relação dívida/receita corrente líquida.
É importante ressaltar que os passivos contingentes mencionados neste Anexo não redundam em fatos inevitáveis, mas poderão exercer impactos sobre a política fiscal, caso se concretizem. São os que seguem:
Letras Financeiras do Tesouro do Estado de Santa Catarina - LFTSC
No exercício financeiro de 1996, o Governo do Estado de Santa Catarina decidiu, com base no art. 33 do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias - dispositivo da Constituição Federal, encaminhar o Projeto de Lei nº 138/96 à Assembléia Legislativa do Estado que, aprovado, deu origem à Lei nº 10.168, de 11 de julho de 1996, autorizando a criação, emissão, lançamento e colocação de Letras Financeiras do Tesouro do Estado de Santa Catarina - LTFSC.
Em 30 de maio de 1996, foram emitidos 239.855 títulos, cuja situação até 30 de dezembro de 2005 é a seguinte:
Em R$
CÓDIGO
QUANTIDADE
VALOR FINANCEIRO
LTESCEA - 001
9.855
63.698.691,30
LTESCEA - 003
100.000
646.359.120,34
LTESCEA - 004
130.000
840.266.856,43
TOTAL
239.855
1.550.324.668,07
Todos os títulos estão com os prazos vencidos e não foram liquidados.
As questões constitucionais e legais estão sendo apreciadas pelas diversas instâncias da justiça aguardando uma decisão final.
Santa Catarina Participação e Investimentos S/A - INVESC
Outro passivo contingente está relacionado à Santa Catarina Participação e Investimentos S.A. - INVESC, sociedade de economia mista, criada através da Lei nº 9.940, de 19 de outubro de 1995, com capital social no valor de R$ 200.000.000,00.
A lei que autorizou a sua constituição determinou que o Estado de Santa Catarina subscrevesse 199.000 ações no total de R$ 199.000.000,00, com a integralização de até R$ 99.000.000,00 no ato de subscrição com ações ordinárias nominativas (ON) das Centrais Elétricas de Santa Catarina S/A - CELESC e que a CODESC - Companhia de Desenvolvimento do Estado de Santa Catarina S/A subscrevesse 1.000 ações no total de R$ 1.000.000,00, integralizando-as no ato de subscrição com ações ordinárias nominativas (ON) das Centrais Elétricas de Santa Catarina S/A - CELESC.
A Santa Catarina Participação e Investimentos S.A. - INVESC, de acordo com o art. 2º da Lei de sua criação, tinha por objeto a captação de recursos através da emissão de obrigações para alocação em investimentos públicos no território catarinense.
Em assembléia geral extraordinária, realizada em 24 de novembro de 1995, foi deliberada a emissão, para subscrição pública, de 10.000 debêntures nominativas não conversíveis em ações, em série única, com data de emissão fixada em 1º de novembro de 1995, com valor nominal unitário de R$ 10.000,00 na data de emissão, perfazendo um montante de R$ 100.000.000,00, a serem subscritos pelo seu respectivo valor nominal, acrescido da base de remuneração, utilizando-se para a taxa de juros de longo prazo, calculada em bases pro-rata-temporis, juros remuneratórios proporcionais, a ser aplicado da data de emissão até a data de integralização.
Os valores repassados ao Governo do Estado de Santa Catarina, no montante de R$ 112.631.322,50, foram captados principalmente com a emissão de debêntures e não geraram nenhuma receita para a empresa.
A operação de debêntures é garantida com 90.224.000 ações ordinárias da CELESC, que se encontra condicionada em favor dos debenturistas.
O saldo atualizado em 31/12/2005 é de R$ 1.024.395.189,27 incluídos juros não pagos.
As questões constitucionais e legais referentes à INVESC estão sendo examinadas na Justiça Federal e no Juízo de Direito da 2ª Vara Cível de Florianópolis, e à espera da conclusão do julgamento.
Cia de Águas e Saneamento de Santa Catarina - CASAN
A situação financeira da Companhia de Águas e Saneamento de Santa Catarina - CASAN, embora tenha melhorado sensivelmente, ainda preocupa. O Estado é garantidor de uma série de empréstimos firmados com organismos internacionais.
O Estado ofereceu como garantias as quotas do FPE e IPI, a que faz jus, nos termos do art. 159, incisos I, alíneas “a” e “b”, e II, da Constituição Federal aos financiamentos feitos pela CASAN junto ao BIRD - Banco Internacional para Reconstrução e Desenvolvimento, contrato 3442-BR, para implementação do Programa de Modernização do Setor de Saneamento - PMSS e junto ao KFW - Kreditanstalt Für Wiederaufbau, financiamento para aquisição de equipamentos com o Banco Alemão.
O saldo devedor, em 31/12/2005, encontrava-se no patamar de R$ 35,991 milhões (em moeda local). A execução de tais garantias constitui-se em fator de risco orçamentário, cuja existência não se pode olvidar.
Ações de Natureza Trabalhista e Tributária
Por fim, devem ser relacionadas as ações de natureza trabalhista e tributária, principalmente as ações do Instituto Nacional de Previdência Social - INSS. Há um conjunto de demandas, muitas já julgadas. Cumpre lembrar que passivos desta natureza, já com sentenças definitivas foram tratados como precatórios. É muito difícil precisar o valor destes passivos contingentes. O valor da causa não é uma boa referência do que será efetivamente pago pelo Estado, no caso de uma eventual derrota na justiça. Isto acontece porque o valor pode ser acrescido de multa e correção monetária, assim como o valor a ser pago pode ser alterado na sentença, diferenciando bastante os valores liquidados e da causa. Assim, não é possível fornecer a estimativa desses passivos contingentes.
A divulgação dos passivos contingentes representa mais um passo importante rumo à transparência fiscal. Convém ressaltar que as ações judiciais representam apenas possíveis passivos contingentes. Podem onerar ou não o Estado. As ações judiciais estão ainda em julgamento e não foram reconhecidas pelo Estado. Ao contrário, o Estado vem desenvolvendo um grande esforço no sentido de defender a legalidade de seus atos. Além disso, caso o Estado perca algumas dessas ações, certamente irá exigir um esforço adicional na busca do equilíbrio fiscal, a fim de garantir a sua solvência a médio e longo prazos.
ANEXO DE METAS FISCAIS
Lei de Diretrizes Orçamentárias 2007
DEMONSTRATIVO DA ESTIMATIVA E COMPENSAÇÃO DA RENÚNCIA DA RECEITA
RENÚNCIA TRIBUTÁRIA - ICMS
Valores de renúncia tributária, decorrente de benefícios fiscais contidos no Regulamento do Imposto sobre Operações relativas à Circulação de Mercadorias e sobre a Prestação de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação do Estado de Santa Catarina - RICMS/SC, para efeito de cumprimento ao disposto no art. 121, § 1º da Constituição Estadual, art. 4º, inciso VI, da Lei nº 11.510, de 24 de julho de 2000, e art. 14 da Lei Complementar nº 101, de 2000.
BENEFÍCIO FISCAL
VALOR DA RENÚNCIA (R$)
produtos da cesta básica, inclusive leite (isenção, redução da base de cálculo e crédito presumido)
180.000.000,00
isenção saída de mexilhão, marisco, ostra, berbigão e vieira, em estado natural, resfriado ou congelado
1.000.000,00
isenção de água potável ou natural
63.240.000,00
isenção e manutenção de crédito sobre os produtos e insumos
180.000.000,00
isenção nas operações de saídas de produtos industrializados para a zona franca de manaus
30.000.000,00
exclusão do acréscimo financeiro nas vendas a prazo pelo comércio varejista
20.000.000,00
isenção no fornecimento de óleo diesel para embarcações pesqueiras
25.300.000,00
isenção maçã
27.000.000,00
operações de saída de tijolos, telhas, tubos e manilhas (redução base de cálculo)
17.100.000,00
operações de saída de ferro e aço não-planos (redução base de cálculo)
8.250.000,00
operações de saída interna promovida por atacadistas (redução base de cálculo)
35.200.000,00
operações de saída de gás liqüefeito de petróleo (redução base de cálculo)
16.400.000,00
operações de saída de areia, pedra britada e ardósia (redução base de cálculo)
35.000.000,00
operações de saída de produtos de informática e automação (crédito presumido)
30.000.000,00
BENEFÍCIO FISCAL
VALOR DA RENÚNCIA (R$)
operações de saída de veículos automotores usados (redução base de cálculo)
30.000.000,00
prestações de serviço de televisão por assinatura (redução base de cálculo)
8.000.000,00
prestações de serviço de provimento de acesso à internet (redução base de cálculo)
600.000,00
operações de saída de gás natural (redução base de cálculo)
3.000.000,00
operações de saídas tributadas de cristal e porcelana (redução base de cálculo)
10.000.000,00
saídas de carne tributadas a 7% para outros estados e o df (redução base de cálculo)
24.000.000,00
crédito presumido sobre saída interna de: açúcar, café, manteiga, óleo de soja e de milho, margarina, creme vegetal, vinagre, sal de cozinha, bolachas e biscoitos, saídas de óleo vegetal bruto degomado, óleo vegetal refinado, margarina, creme vegetal, gordura e farelo de soja - medida de proteção, atração e manutenção da competitividade de empresas catarinense do ramo
45.000.000,00
crédito presumido para celesc
25.000.000,00
carnes e miudezas comestíveis de aves e operações de entrada de suínos, gado bovino precoce e carnes e miúdos comestíveis de bovinos e bufalinos (crédito presumido)
70.000.000,00
lingotes e tarugos de metais não-ferrosos, bobinas, tiras e chapas de aço (crédito presumido)
70.000.000,00
crédito presumido sobre o incremento da geração de emprego
10.000.000,00
nas saídas de mercadorias importadas do exterior promovidas por importador autorizado por regime especial - programa de atração e manutenção de empresas importadoras de mercadorias que não concorram com a indústria catarinense (crédito presumido)
200.000.000,00*
compex - programa de modernização e desenvolvimento econômico, tecnológico e social de santa catarina
200.000.000,00*
BENEFÍCIO FISCAL
VALOR DA RENÚNCIA
(R$)
cesta básica construção civil (crédito presumido)
24.000.000,00
pró-cargas (crédito presumido)
18.000.000,00
fundosocial
200.000.000,00 **
seitec - sistema estadual de incentivo à cultura, turismo e esporte
200.000.000,00 ***
prodec - programa de desenvolvimento da empresa catarinense
200.000.000,00
ipva - isenções (táxi, ônibus, veículos de deficientes físicos, apae e outros)
39.500.000,00
itcmd - isenções (transmissões de pequeno valor, sociedades sem fins lucrativos, bens destinados a programas de habitação popular, e outros)
500.000,00
outros benefícios conforme relação em anexo
50.000.000,00
VALOR TOTAL DA RENÚNCIA
2.096.090.000,00
Notas explicativas:
* Embora sejam colocados como renúncia de receita, o COMPEX e o Programa Estadual de Importações por portos e aeroportos catarinenses são um atrativo de operações para o Estado, trazendo na verdade mais receitas. Os regimes atraem operações que não existiriam sem os referidos benefícios fiscais, pois tais operações estariam sendo realizadas por meio de portos e aeroportos localizados em outras unidades da Federação, como os Estados do Paraná e Espírito Santo.
** O Fundosocial em verdade, no valor expressado, não se trata de renúncia de receita, apenas deslocamento legal de arrecadação para outro fim. O que se pode considerar como renúncia de receita no caso, é a bonificação dada ao contribuinte de 6% sobre o valor doado.
*** As contribuições ao fundo SEITEC constituem-se em doação do ICMS aos Fundos Turismo, Esporte e Cultura. Portanto, canaliza-se a receita para os programas de governo que especifica.
**** Os valores do PRODEC ao final da carência, retornam ao Estado por intermédio do FADESC. Logo, constitui-se em fomentador da atividade econômica.
Lei de Diretrizes Orçamentárias 2007
DEMONSTRATIVO DA ESTIMATIVA E COMPENSAÇÃO DA RENÚNCIA DA RECEITA
RENÚNCIA TRIBUTÁRIA - ICMS
ANEXO - RELAÇÃO DE OUTRAS ISENÇÕES, REDUÇÃO DE BASE DE CÁLCULO E/OU CRÉDITO PRESUMIDO
1. veículos para deficientes, para táxis e veículos do corpo de bombeiros; produtos de artesanato; medicamentos, próteses e aparelhos; produtos para combate à AIDS; saída de máquinas, equipamentos, peças e acessórios para indústria naval ou náutica; pós-larva de camarão; sanduíche Big Mac;
2. equipamentos e acessórios destinados a portadores de deficiência; programa de Fortalecimento e Modernização da Área Fiscal Estadual; Coletores Eletrônicos de Voto; produtos e equipamentos utilizados em diagnóstico em imunohematologia, sorologia e coagulação; doação para assistência às vítimas de seca na área da SUDENE; doação à Secretaria Executiva de Articulação Nacional, em Brasília; pilhas e baterias usadas; mercadorias destinadas a programas de fortalecimento e modernização de áreas públicas estaduais e municipais com apoio do BID; bombas d’água a serem instaladas no semi-árido brasileiro dentro do Programa Bomba d’Água Popular; mercadorias importadas; diferencial de alíquota nas aquisições da Embrapa; nas prestações de serviço de transporte;
3. saída de veículos, quando adquiridos pela Secretaria de Estado da Segurança Pública e Defesa do Cidadão através do Programa de Reequipamento Policial da Polícia Militar ou pela Secretaria de Estado da Fazenda, para reequipamento da fiscalização estadual, dispensado o estorno de crédito de que trata o art. 36, I e II, do RICMS/SC (Convênios ICMS 34/92 e 56/00);
4. saída de veículo automotor, máquina e equipamento, quando adquiridos pelos Corpos de Bombeiros Voluntários, devidamente constituídos e reconhecidos de utilidade pública, através de Lei municipal, para utilização nas suas atividades específicas (Convênios ICMS 32/95, 20/97, 48/97, 67/97, 121/97, 23/98, 05/99, 07/00, 21/02 e 10/04);
5. fornecimento de energia elétrica destinada ao consumo pelos órgãos da administração pública estadual direta e suas fundações e autarquias, mantidas pelo poder público estadual, devendo o benefício ser transferido aos beneficiários, mediante redução do valor da operação, em montante correspondente ao imposto dispensado (Convênio ICMS 24/03);
6. saída de peças de argamassa armada destinadas à construção de obras com finalidades sociais, objeto de convênios ou contratos firmados com o Governo Federal, Estadual ou Municipal (Convênio ICMS 12/93);
7. a saída de produto resultante do trabalho de reeducação dos detentos, promovida pelos estabelecimentos do Sistema Penitenciário do Estado;
8. nas aquisições efetuadas por adjudicação de mercadorias que tenham sido oferecidas à penhora;
9. saída relativa à aquisição de bens e mercadorias promovidas pelos órgãos da administração pública estadual direta e suas fundações e autarquias, mantidas pelo poder público estadual;
10. saída de produtos hortifrutículas em estado natural;
11. saída de ovos;
12. saída com destino a estabelecimento agropecuário de reprodutor ou matriz de gado;
13. saída de sêmen de bovino, de ovino, de caprino e de suíno congelados ou resfriados e embriões de bovino, de ovino, de caprino e de suíno;
14. saída de pós-larva de camarão;
15. saída de vasilhames, recipientes e embalagens, inclusive sacaria;
16. saída relacionada com a destroca de botijões vazios (vasilhame);
17. saída de bens de estabelecimento de operadora de serviços públicos de telecomunicações;
18. saída de bens de estabelecimento de concessionária de serviços públicos de energia elétrica;
19. saída de equipamentos de propriedade da EMBRATEL;
20. saída de embarcação construída no país, bem como a aplicação de peça, parte ou componente utilizado no reparo, conserto e reconstrução de embarcações;
21. saída das mercadorias relacionadas em razão de doação ou cessão, em regime de comodato, efetuada pela indústria de máquinas e equipamentos, para SENAI;
22. saída dos equipamentos e acessórios que se destinam, exclusivamente, ao atendimento a pessoas portadoras de deficiência;
23. saída dos produtos relacionados destinados a portadores de deficiência física ou auditiva;
24. saída de obra de arte decorrente de operação realizada pelo próprio autor;
25. saída, a título de distribuição gratuita, de amostra de diminuto ou nenhum valor comercial;
26. saída de refeição fornecida por estabelecimento industrial, comercial ou produtor, agremiação estudantil, instituição de educação ou assistência social, sindicato ou associação de classe a seus empregados, associados, professores, alunos ou beneficiados;
27. saída de mercadoria em doação a entidades governamentais, para assistência a vítimas de calamidade pública;
28. saída de mercadoria de produção própria, promovida por instituição de assistência social e de educação, sem finalidade lucrativa;
29. saída de produto farmacêutico, em operação realizada entre órgãos ou entidades da administração pública federal, estadual ou municipal, direta ou indireta, e suas fundações, bem como a saída realizada pelos referidos órgãos ou entidades para consumidor final;
30. saída dos medicamentos de uso humano para o tratamento de portadores do vírus da AIDS e dos fármacos destinados à sua produção;
31. saída de trava-blocos para a construção de casas populares, vinculada a programas habitacionais para população de baixa renda, promovidos por Municípios ou por Associações de Municípios, por órgãos ou entidades de administração pública, direta ou indireta, estadual ou municipal, ou por fundações instituídas e mantidas pelo poder público estadual ou municipal;
32. saída realizada pela Fundação Pró-TAMAR;
33. saída de mercadoria para uso ou consumo de embarcação ou aeronave de bandeira estrangeira, aportada no país;
34. saída de combustível e lubrificante para abastecimento de embarcações e aeronaves nacionais com destino ao exterior;
35. saída de produto manufaturado de fabricação nacional quando promovida pelo fabricante e destinada às empresas nacionais exportadoras de serviços;
36. saída de papel-moeda, moeda metálica e cupons de distribuição do leite, promovidas pela Casa da Moeda do Brasil;
37. saída de mercadoria recebida por doação de organizações internacionais ou estrangeiras ou países estrangeiros para distribuição gratuita em programas;
38. saída de produto industrializado promovida por lojas francas instaladas nas zonas primárias de aeroportos de categoria internacional e autorizadas pelo órgão competente do Governo Federal;
39. saída de produto industrializado destinado à comercialização por lojas francas instaladas nas zonas primárias de aeroportos;
40. saída de Coletores Eletrônicos de Voto - CEV, suas partes, peças de reposição e acessórios;
41. saída dos produtos e equipamentos utilizados em diagnóstico em imunohematologia, sorologia e coagulação destinados a órgãos ou entidades da administração pública;
42. saída de preservativos;
43. saída dos produtos relacionados destinados ao aproveitamento das energias solar e eólica;
44. remessa de animais para a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária - EMBRAPA, para fins de inseminação e inovulação com animais de raça;
45. saídas de mercadorias, em decorrência de doação para assistência às vítimas de situação de seca nacionalmente reconhecida;
46. saída dos equipamentos e insumos destinados à prestação de serviços de saúde;
47. doações promovidas pela EMBRATEL, de material de consumo, equipamentos e outros bens móveis, para associações destinadas a portadores de deficiência física, comunidades carentes, órgãos da administração pública federal, estadual e municipal, especialmente escolas e universidades, bem como fundações de direito público, autarquias e corporações mantidas pelo poder público;
48. que destinem ao Ministério da Saúde os equipamentos médico-hospitalares;
49. devolução impositiva de embalagens vazias de agrotóxicos e respectivas tampas, realizadas sem ônus (Convênio ICMS 42/01);
50. saída de veículos quando adquiridos pela Polícia Rodoviária Federal, de acordo com o previsto no Plano Anual de Reaparelhamento da Polícia Rodoviária Federal (Convênio ICMS 69/01);
51. saída dos seguintes medicamentos: a) à base de mesilato de imatinib; b) interferon alfa-2A; c) interferon alfa-2B; d) peg interferon alfa-2A; e) peg intergeron alfa-2B;
52. saída de fármacos e medicamentos relacionados destinados a órgãos da administração pública, direta e indireta, federal, estadual e municipal, bem como suas fundações;
53. saída de mercadoria em doação à Secretaria Executiva de Articulação Nacional, com sede em Brasília, DF;
54. saída de mercadorias em doação para a Fundação Nova Vida, destinadas à Festa dos Estados realizada no Distrito Federal.
55. saídas de pilhas e baterias usadas, após seu esgotamento energético;
56. saída de mercadorias destinadas aos Programas de Fortalecimento e Modernização das Áreas de Gestão, de Planejamento e de Controle Externo dos Estados e do Distrito Federal
57. saída de bombas d’água popular de acionamento manual a serem instaladas no semi-árido brasileiro dentro do Programa Bomba d’Água Popular;
58. entrada de frutas frescas provenientes dos países membros da ALADI, exceto amêndoa, avelã, castanha, maçã, noz e pêra;
59. entrada, em estabelecimento comercial ou produtor, de matriz ou reprodutor de bovino, ovino, suíno ou bufalino, puro de origem ou puro por cruza, em condições de obter no país o registro genealógico oficial;
60. entrada, em estabelecimento de produtor, de matriz e reprodutor de caprino de comprovada superioridade genética, até 31 de outubro de 2007;
61. entrada de iodo metálico;
62. entrada de foguetes antigranizo e respectivas rampas ou plataformas de lançamento, sem similar nacional, desde que a operação esteja beneficiada com isenção ou alíquota reduzida a zero dos impostos de Importação e sobre Produtos Industrializados;
63. entrada de equipamentos gráficos destinados à impressão de livros, jornais e periódicos vinculados a projetos aprovados até 31 de março de 1989 pela Secretaria Especial de Desenvolvimento Industrial;
64. entrada de máquina de limpar e selecionar frutas classificada no código 8433.60.90 da NBM/SH, sem similar produzido no país, importada diretamente do exterior para integração no ativo imobilizado do importador e uso exclusivo na atividade por este realizada, devendo a inexistência de produto similar nacional ser atestada por órgão federal competente ou por entidade representativa do setor produtivo de máquinas, aparelhos e equipamentos com abrangência em todo o território nacional;
65. entrada de aparelhos, máquinas e equipamentos, instrumentos técnico-científicos laboratoriais, partes e peças de reposição, acessórios, matérias-primas e produtos intermediários, destinados à pesquisa científica e tecnológica, realizada diretamente pela EMBRAPA, com financiamento de empréstimos internacionais, firmados pelo Governo Federal;
66. entrada de aparelhos, máquinas, equipamentos e instrumentos médico-hospitalares ou técnico-científicos laboratoriais, sem similar produzido no país, importados do exterior diretamente por órgãos ou entidades da administração pública, direta ou indireta, bem como por fundações ou entidades beneficentes ou de assistência social portadoras do Certificado de Entidade de Fins Filantrópicos, fornecido pelo Conselho Nacional de Serviço Social;
67. entrada de partes e peças, para aplicação em máquinas, aparelhos, equipamentos e instrumentos, reagentes químicos destinados à pesquisa médico-hospitalar, e os medicamentos relacionados no Anexo 1, Seção X, do RICMS/SC, sem similar produzido no país, importados diretamente do exterior por órgãos ou entidades da administração pública, direta ou indireta, bem como por fundações ou entidades beneficentes ou de assistência social portadoras do Certificado de Entidade de Fins Filantrópicos, fornecido pelo Conselho Nacional de Serviço Social;
68. entrada de bens, decorrentes de concorrência internacional com participação de indústria do país, contra pagamento com recursos oriundos de divisas conversíveis provenientes de contrato de financiamento a longo prazo celebrado com entidades financeiras internacionais, destinados à implantação de projeto de saneamento básico pela CASAN, desde que a operação esteja beneficiada com isenção ou alíquota reduzida a zero dos impostos de Importação ou sobre Produtos Industrializados;
69. entrada de mercadoria, sem similar nacional, importada diretamente do exterior por órgão da administração pública estadual direta, suas autarquias ou fundações, destinadas a integrar o seu ativo imobilizado ou para seu uso ou consumo;
70. o recebimento, por doação, de produtos importados do exterior diretamente por órgãos ou entidades da administração pública direta ou indireta, bem como fundações ou entidades beneficentes ou de assistência social portadoras do Certificado de Entidade de Fins Filantrópicos, fornecido pelo Conselho Nacional de Serviço Social;
71. entrada de equipamentos científicos e de informática, suas partes, peças de reposição e acessórios, bem como reagentes químicos, importados do exterior diretamente por órgãos da administração pública direta e indireta (Convênio ICMS 80/95);
72. entrada de mercadorias a serem utilizadas no processo de fracionamento e industrialização de componentes e derivados do sangue ou na sua embalagem, acondicionamento ou recondicionamento, desde que realizadas por órgãos e entidades de hematologia e hemoterapia dos Governos Federal, Estadual ou Municipal, sem fins lucrativos, e a importação seja efetuada com isenção ou alíquota reduzida a zero do Imposto de Importação;
73. recebimento dos remédios denominados Milupa PKV 1, Milupa PKV 2, Leite Especial de Fenillamina, classificados no código NBM/SH 2106.90.9901, Kit de Radioimunoensaio e Farinha Hammermuhle, sem similar nacional, importados do exterior diretamente pela Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais - APAE;
74. recebimento de mercadorias doadas por organizações internacionais ou estrangeiras ou países estrangeiros para distribuição gratuita em programas implementados por instituição educacional ou de assistência social relacionados com suas finalidades essenciais;
75. entrada de equipamentos e acessórios relacionados no Anexo 1, Seção VIII, do RICMS/SC, sem similar nacional, importados do exterior por instituições públicas estaduais ou entidades assistenciais sem fins lucrativos vinculadas a programa de recuperação de portadores de deficiência e se destinem, exclusivamente, ao atendimento a pessoas portadoras de deficiência física, auditiva, mental, visual e múltipla, cuja aplicação seja indispensável ao tratamento ou locomoção dos mesmos;
76. recebimento pelo importador dos medicamentos de uso humano para o tratamento de portadores do vírus da AIDS, dos fármacos e dos produtos intermediários destinados à sua produção, relacionados no Anexo 1, Seção XXII, itens 1., 2.1. e 3.1., do RICMS/SC, desde que a importação esteja beneficiada com isenção ou alíquota reduzida a zero dos impostos de Importação ou sobre Produtos Industrializados;
77. entrada de produto industrializado importado do exterior por lojas francas instaladas nas zonas primárias de aeroportos de categoria internacional e autorizadas pelo órgão competente do Governo Federal, desde que seja destinado à comercialização;
78. entrada de Coletores Eletrônicos de Voto - CEV, suas partes, peças de reposição e acessórios, adquiridos diretamente pelo Tribunal Superior Eleitoral - TSE, condicionado a que o produto esteja beneficiado com isenção ou alíquota reduzida a zero dos impostos de Importação ou sobre Produtos Industrializados;
79. entrada dos produtos imunobiológicos, medicamentos e inseticidas relacionados no Anexo 1, Seção XVII, do RICMS/SC, importados pela Fundação Nacional de Saúde com destino às campanhas de vacinação e de combate à dengue, malária e febre amarela promovidas pelo Governo Federal;
80. entrada dos equipamentos e insumos relacionados no Anexo 1, Seção XX, do RICMS/SC, destinados à prestação de serviços de saúde, importados diretamente do exterior, desde que estejam isentos ou sujeitos a alíquota reduzida a zero dos impostos de Importação ou sobre Produtos Industrializados;
81. entrada de equipamentos médico-hospitalares relacionados no Anexo 1, Seção XXI, do RICMS/SC, importada do exterior pelo Ministério da Saúde para atender ao “Programa de Modernização Gerencial e Reequipamento da Rede Hospitalar”, instituído pela Portaria nº 2.432, de 23 de março de 1998, do Ministério da Saúde;
82. entrada de aparelhos, máquinas, equipamentos e instrumentos, sem similar produzido no país, importados do exterior por universidades públicas ou por fundações educacionais de ensino superior instituídas e mantidas pelo poder público;
83. entrada de partes e peças para aplicação nas máquinas, aparelhos, equipamentos e instrumentos e de reagentes químicos, sem similar produzido no país, importados do exterior por universidades públicas ou por fundações educacionais de ensino superior instituídas e mantidas pelo poder público;
84. entrada de aparelhos, máquinas, equipamentos e instrumentos, suas partes e peças de reposição e acessórios, e de matérias-primas e produtos intermediários, em que a importação seja beneficiada com as isenções previstas na Lei federal nº 8.010, de 29 de março de 1990, importados do exterior diretamente por pesquisadores e cientistas credenciados e no âmbito de projeto aprovado pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - CNPq, institutos de pesquisa federais ou estaduais, institutos de pesquisa sem fins lucrativos instituídos por leis federais ou estaduais, universidades federais ou estaduais, organizações sociais com contrato de gestão com o Ministério da Ciência e Tecnologia, ou pelas fundações sem fins lucrativos das instituições referidas anteriormente, que atendam aos requisitos do art. 14 do Código Tributário Nacional (Lei nº 5.172, de 25 de outubro de 1966), para o estrito atendimento de suas finalidades estatutárias de apoio às entidades beneficiadas por este inciso;
85. entrada de artigos de laboratório, sem similar produzido no país, importados do exterior diretamente por pesquisadores e cientistas credenciados e no âmbito de projeto aprovado pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - CNPq, institutos de pesquisa federais ou estaduais, institutos de pesquisa sem fins lucrativos instituídos por leis federais ou estaduais, universidades federais ou estaduais, organizações sociais com contrato de gestão com o Ministério da Ciência e Tecnologia, ou por fundações sem fins lucrativos das instituições referidas, que atendam aos requisitos do art. 14 do Código Tributário Nacional (Lei nº 5.172, de 25 de outubro de 1966), para o estrito atendimento de suas finalidades estatutárias de apoio às entidades beneficiadas;
86. entrada de fármacos e medicamentos relacionados no Anexo 1, Seção XXVI, do RICMS/SC, importados por órgãos da administração pública, direta e indireta, federal, estadual e municipal, bem como suas fundações;
87. entrada dos bens relacionados no Anexo 1, Seção XXX, do RICMS/SC, sem similar produzido no país, importados por empresa beneficiada pelo Regime Tributário para Incentivo à Modernização e à Ampliação da Estrutura Portuária - REPORTO, instituído pela Lei nº 11.033, de 21 de dezembro de 2004, para utilização exclusiva em porto localizado em território catarinense, na execução de serviços de carga, descarga e movimentação de mercadorias;
88. recebimento de amostra, sem valor comercial, tal como definida pela legislação federal que outorga a isenção do Imposto de Importação;
89. recebimento de bens contidos em encomendas aéreas internacionais ou remessas postais, destinados a pessoas físicas, de valor FOB não superior a US$ 50,00 (cinqüenta dólares dos Estados Unidos da América);
90. recebimento de medicamentos importados do exterior por pessoa física;
91. ingresso de bens procedentes do exterior integrantes de bagagem de viajante;
92. recebimento de mercadorias ou bens importados do exterior sujeitos ao regime de tributação simplificada que estejam isentos do Imposto de Importação;
93. saída de mercadoria com destino a exposição ou feira, para fins de exposição ao público em geral, e o respectivo retorno ao estabelecimento de origem desde que ocorra no prazo de sessenta dias contados da data da saída;
94. isentas as prestações de serviço de transporte:
Lei de Diretrizes Orçamentárias 2007
DEMONSTRATIVO DA COMPENSAÇÃO DA RENÚNCIA DA RECEITA
RENÚNCIA TRIBUTÁRIA - ICMS
A compensação da renúncia da receita dar-se-á com o esforço fiscal. Registre-se a diferença entre a efetiva arrecadação estadual e o potencial legal de arrecadação será buscada por intermédio da administração tributária eficaz: inadimplência zero; monitoramento 80/20; setorização, orientação e prevenção; simplificação e automatização dos serviços. Lembramos também, que a renúncia aqui colocada já está no contexto econômico estadual e trata-se de renúncia potencial e não efetiva.