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Sergipe

Decreto Estadual de Sergipe nº 5257, de 31 de dezembro de 1981

Nº 5257/1981

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L í DECRETO N,'’í: 55'- ? » DS 2 0 DE £§2 lS8i H O E - .A. ■ v.'s > Rficergsanlza o Instituto "'Parrèit&a ta" - IPIí, e dã providências! eaçrela tas. i O GO/EEKADCR DO EF)M}0 OK SEKIIPS, «O USO das atrlbüiçosa ‘ quo 5he sio cos'iferldas :» 3 tcraos do Art. 78, Itea II, da ConutitúiçHo , , ^' HStadual, ® d© ixxEdo ecm o disposto no .psrãgrafo únloo do art. 56 - * ' l£i íí? 2.203, G0 14 de raarço da' 1979, í r í ■ ■ -t D E C R E T A: CAPtrom I O e ts Disposições X^eliiRlnaresi Art, 1 9 - 0 Instituto “Fsrreiras ífcrta" - IPH, transfonaâ do ®Q Autarquia pela Lei n9 717, d© 27 de janeiro ds 1956, pesteriorariente revogada pela loi n9 1.192, de 7 de jurtíjo de 1963, depois restaurada pela. I jsí r9 1.311, de 29 dc dszsnfcro da 1964, e csa seguida alterada paio | Deere to-Leá. Xí9 246, de 26 da dezínbro de 19S9, fica rocxrr^anizâdíJ! nos* tenac« clGstQ Decreto, que lha define o conoeito, a finalidade, as atrJUaaições, a organização bSsioa, a cxanpetêncla e estraturaÍAde seus ôrgâos, e as', ncar mas estruturais da situação cu reglne juridicó-dõ seu pctasõal © da sua acbilnlstraç&> patriscnled e financeira. CAPtlüIO II Do Conceito e Finalidade Art- 2 9 - 0 Instituto ''nnrrelms - IP?’ ' , ê xsr^ i enti integrante ds Aiiiiinistrsção Iiilire-ta do de S e rg ip e , vinculada i Secretaria de Estado ôa Saúde, na ccnfccsíldade do art. 25, item VH, da Lei n9 2.203, de 14 de laarço òe 1979.

Art. 59.
- A estrutura do Instituto *'Parreira» Hracta" -IHi, ocnqpreende, baslczraente, os sâgulntes crgãos:
I&!çãos de Direção ajperlor: 1. CcnsellTO Deliberativo (CD) ; 2, Scesidênclâ (I=R);
IICrgão Consultivo: 3. Ccsnlssão Técnico-Arâninistrativa (CPA); Z U - Qr^os do Assistência e Assesscrsra^ito: 4. Gabinete do Presidente (GP) ; 5. Assessoria Técnica (AT); T/ - &rgSo InstrvHsgaatal: 6. COordenadcaria Adroiniatrativa (CA) j V « Crgão Qperacicnal: 7. CcordGKa&ari a 'lécn ica (CT). DECRETO m 3 0 mj>eh£/nt2>HÕ DE 1981 C S A P S S K T jO V ■ ■ ' • Da OCKçvatêfsala e Esfcsutaira Ô cm &gios Seçmo I ros Ckgãos de Direção ©aptsrics* (i0 \ ♦ íl ■ ' ív i I f ■ í i i «li F'' Subseç^ I - 150 Cteneelho Dellbeseattw - ! / Art. f<? - O CcnasSliO Deliberativo, órgão crapertcr de dlr© ^Of orientação, dslihesração e flucalizaçao do XPB, cafocw3o-lhs, taanb&s , ^©clar e fi^ar diretriae» de pollLlcaa d© açSo da autísrnnla, t«m a m çuinte oaziposiçãoí !
Io Se<a‘ Gtãrlo da Estado da Saúde?
IIo Presidente do Snatiteto "Parreiras fJòrta^-ÍHíj ■ i
IIIun (rtl) representante da Universidade Faôeral de Sergipe (OTS), da Sr«a da Ciêrscias Biolsgl cas, por indicação do lísítar? j ” I W - UEJ (01) laetJàa» indicado pela Delegacia Federal de Síúde no rstacio d© Sergipe, representando o Mlrd.stêrlo da Saúde? I I V e VI - dol« (02) Twambros de livre escolha do Govemadca: do Estado, ncíReados por Decreto Executivo. , Faxâgrafo, único - Os inernbros do Conselho Deliberativo s& rio substituidos, siu suas faltós cu fc^feclbrcntos, pe3.cs substitutos .legais ou reguia-^tttstfios ncc crçãcs de crigesn, tx>s casos dcs itens 1 _ e II, e p^los ret^jctivos suplentes indicados cu escolhidos, nos oasos uou itens III a VI do “caput" deste artigo.
Art. 7.
V0 Conselho Dellhfanativo oerâ presidido palò % cretáriò de Estado da saúde, cabendo ao Presidente, alên do voto oonxn 7 o cfi qiualidadQ, este, pcarsn, carente no c? . íx> de enr-at®. j
§ 19º- • Nas ausâiciac cu bfspediínentos do Presidente . ti tular, o ConssUtô srrã presidido m.1o Píresidente rio 3PH, e, p^rsíetliKto o Iropasse, assumirá a pjreslddnciA o raemhro escolhido pela naiorta f dos presentes, ' I P 29 - O Ptesldant® do 2rH,n^ térá direito a veto qtsan do do e>*£ 2re o dc-311«^?çio £K±re ccntna, balanços, balancete», díananstra tivos flnanoelxos? e roiaixrics eapeclfico» da da aatarcnjja.
Art. 89.
~ O Conselho Dsllbenitivo re<«r*lr-se-ã, inensaili.^ te, m. sessão ordinária e extraordinariamente, çuardo necessário, pcff oon vocação do £sau ncr propostx-a iib PresiCísnte do IPíí, c?u ! rsedian te preposição da aialoria dt» ísmhros síessEo Comelho, J ? Hti • r ■ > 1 ífcS' V { DECRETO 5:^5 ? De 3I9 DEjpcrí-^/»7fí<?(5 DE 1981 -5« J^‘ 3ir?rafo único • » As ®&ssõ«»e Osn^JSro fssrão sacrefcsria das pcar ssarvidar do pora Is^ ãfô^lgrsco pelo Prcisídente do Ooley^iS áo, por Irtíloaçao do Presidente õa giutarquta.
Art. 94.
» “ 0 Conselho Delilssrativo reirnir-se-S csxn a pre esiça laüitea d© 3 Ctzês) dco seuo s^aros e decidirá pela aaiorla siasplei dos presentes. S 19 - A dscisio fflcxS por mioria absoluta dco saus sis^ hroa qiaanâo se tratar de matéria anisss ro sesa Peqliscr.to teteiono. . § 29 ~ Das docisões cto Conselho líellberativo caberá re osrso, no praso do 9 (oito) dias, ao Govcamadcr âo Eatado, forssa juridica de Rsi^luçio, assinada pelo seu Presidente,
Art. 10.
~ Ao Ccnselho Delílsearativo oorpsts:
IDecisões sujeitas a honologaiç^ postísrlxar poai: Dtxxeto do Goverradcr do Estadot a} apreciar c aprcívar o Bsgulaaento do IPil, e alt® raçrôs pofiteriorcs Taropostas pelo ^©«Idesit® àl\ autarquia ou psla sralorla dos íTiãmbros do coliegia do;
b)delihaarar gcbre o Ctadro, Flano de Cargcs, Salá rios, Vencl2ientoB, OL-atiflcações e Reajustes Sala riais do Pesscal do IPK; ^
c)analisar e aprovar o Ca:ça*r«nto Prograsa, anaÜtl C O e sintético, ca entidade; ””
d)d©llfccrac scfcce* c PogulKiíento do Pessoal do X SE ? f e ) ajiffcvar o Relixtcrio Arual do IPH;
f)autorisar a^execuçao de novos programas, não pea vistos ou rão ccntcsipiados ro cscça^tento anual; gc%f^nwec3ital:
IIEtecisõea oorKílusivas, não sujeitas a horologação
a)ajsrovar os planos ou programas anuais d© trába Lho;
b)apreciar e aprovar cs balancetes menseis, balan ços, dcnonstratlvoe flrance?d^os, relatórios . d© eKccução carçaiRcntária e prestação de contas;
c)apcwEir 03 pedidos da crõyJifcCB sspoalaís; iv /' DECRETO DE 3.0 r?E X931 • - S — dj dclibtxrac iwfars ao TSrcçostas de tsodifjcjeeção ou al tera^ú tío Carçssr<ento “
e)âellborar sobre a aá-.-desão c ámineSo gq dispensa ds osrviãcares; S ) ararcvaar atoa wanisativoo para cclísfaração de oot vÍni.oa, aeoedofs e oísntraÊbs a eerem fimadce pelo IPH;
g)au^izar aq^sição, gravaae ou alienação de beais Icjcweis;
h)autorizar a alienação de locvels;
i)sutcrizar a realização de operações nle credito , pcs: antiãcipeçao da r«x:eitã crçssncntãrla}
j)aprovar a obta;x?õo de fiitanclamcsítos e autor isar a cfôletTEção dc oon«f^ilos, oontratos ou accaxcs ocm entidadea públicas cu privadas, federais, es taduils e niuniclpais; ~ 1} aprovar o s< 2U I%^l£iU3nto Intemo; ra) aprcsvar ncwna» gerais prqrostas pelo Presidente da üularqúiu, cfae constan respectivo Sagu Xamento, referentes ao funclonart/ento e desssEcisnho de titJ.vi-lades administrativas e técnicas do IPH í
n)instituir corlssão e^DOclab cu contratar audito ria, se necessário, para exame de balancetes, ba lanços, relatórios linancelxos e prestações ã& ccntas; o} ‘ deliberar scòre imitações patrlraonials que se fi zistaa nGOCSsarias;
p)deliberar scbre lançamentos â& saldos de cada e xercicio no i^ux-do Patráraonlal, cu csa contas esf« ciale;
q)deferir ao PrrrJdcntc do IRí diroitoa, VFsntSLcern e parerrojativas legal cu re-jularírients pre.-istos que dsi^perdssn de cxsncessão expressa superior, no . ânliito da autarquia;
r)deliberar sobre os casos cndssoo e outros tos de intcaresse do IT*;;
XIIOitTcis atirlLuições:
a)dar pojsse ao PresldGnte do IF tit aesun í • D E C R E T O N .-Í^ S Í'? cít-í c . .
b)eccfflpaoihiir a í39£eej»ç5o dos i-eogorsnas e irojetãs b^i oerao éo erçars^to pcogxm& áo IPH;
c)discutir G pronanciar-ee sotoe assuntos qua liíe £orss aute^itidos p^Lo Presidente da autarquia; á ) vsiar pe3i» perfeito ateaválnssnto à finalidasSe t&> ZPfí, cspesialjaíinte quanto á easaosação de iTrograBSUs oa projetos clentiflcos de Intaareisso do Estado. Paxãqsafo fintoo - Para o rnslSasT deseapesúío das atividades & Hulesr eficiência no fvsncicKarriersto da a 2taEqíi.ía, o Canmlho Deliberativo p o â ^ dele;^, ao Pre^idaite do ZH:, algis&as de &sas atribuições. SXsb^^^o 11 Da Ersãidência -Z0Á \ ã \ . í Vi-.
Art. 11.
- A Presidência do IPS! exsccera a direcso supericsr de tcdos os esKviços da entidade autárquica, tanto eslalnlstxativoe quanto técnicos. ]^*^?refo único - O Preisidente do IPf? serâ nenriSdo . «n conissão, de livre escxslha do Govcjmadcr do Istado, disrrtre técnicos chs espscialistas on assuntos ligados cu zolstlvos à fiavü.idado da aut-«rqu.1a.
Art. 12.
- Ocnçjete ao Pcesldente do Instituto “ J^Exeiíras Darta” - IPEx
Idirigir, m qxuu hlerãriâlco tn^xerior, tcdas as atividades ou serviços da autarquia;
XIcoBiprir e fazer cunprir a legislaçio que estlveiã: ea vigor e as deliberações do Conselho Deliberativo; IIT - representar o IPRy ativa e rxtsr,ivmmits, em Jur zo cu fera dele; 3V - apresentar,, ao Concelho Dríllharatlvo, roiatç rios, balancetes, balanços, dctoi'.53trativos financeiros e prestações de oontas das atividades da autarquia c , se for o caso, da prõpria l^esidên cia;
Vpsresldlr a Ccrdesão Têcnico-A&slnlstrativa, exer oendo a direção des seus trebalhos. e designar o respectivo Secretario,. dentre os servidores da aijttarqula; VI " praaovear a aquisição e, se necessário, o gravaros s a alienação de bens l-acvsis, b m cano a ali«a;açao de bens rõvels do IPIi, depo.ls de «futorlzado polo Ccnsalho Delibswratlvo? V7X “ prc:^jí»r r . ■ frKcrsição crçs3:rjitár3a e a r?=alisaçSc das atividades financeiras do m:,' f . '-v.. I - -V DECRETO N.° 55^ 7 DE 3l 0 Ífrlp?eí4i fiia,t0 DB 1931 V33I “ prover os carigos cm csxiiafíSo e a» fundes oesiflisunça, e, autcariaasdo paio Ocasieli® Dslihssntivo, ai^átir e demiti g ou dispensar ôà eervldoree, na fozíRa da legislação e das noEras em vl gear;
IX«ooroer c exsoitar a rslltlca de oancessão o aplicação de direitos, iksveces « resspsnaablildadea aos ssor/ldores do 2PH? X ~ celefcarar oú firmar convênios, contratas, «®oS. dos CM ajustes, cfcsecvadoa os casos qu© esigna sutcrlssçSp prévia oa ofcedicncla a rccnas do Conselho Deliberativo; XZ - detffltJBiiar a realização de licitações e decidir quanto & apcovarâo das ccMclusões dos proeediiasntoa licitatórios; XIZ ~ ezeroar CMtrao atrlbui^es isiererítcs ao cargo , OQs Vistas ao deixsBKxsnho õ m atividades e ao ciriprimento fimlidade ú& autarquia. I^rãgrafo ünico - As decisõos do iresldenfe» poderio, ix> prazo de 8 (oito) dlaa de sua ciência, ser objeto d@ recurso paxa o Con selho Deliberativo, devenslo esto declarar o efeito dcwoiutlvo ou o sus penslvo em gue o receber.
Art. 13.
- Oo atos 6o ftresldcaite ào TPll rcjvestir-se-êb fcsma jurídica de PortarJa. da
Art. 14.
- Caberá so Presidente do TPíl designar, dentre os servidores técnicos da autarquia, o respartivo siôjstitufco eventual re® pcnsávõl pela Presidêrcia durante seus afastaaentc» ou ausências le^is ou «agulanerstares. Seção II Do Orgão Consultivo Subse^b Onlca Ob Cdniseão iScnloo-Admlnistrativa
Art. 15.
- A Conlscão léaiioo-Aâpalnlstratlva - CEA,- cxaKçjosta da 5 (cinco) r;.cabzc>6, ocn a ssgulnbe disposição;
Itiarfaros natos; ■ 1. PrealdOTte do IPH; 2, Diretcr do Cocardenação AdrrJ.nlstratlva; 3, Diretor de Cocsxlenaçco Técnica; seara I dento do XPH;
IIMcr»íbros dsslonfidos, de livr» escxslha, pelo Etesi . / V ^ i i ; V \ í ^ > - í: r " - D E C R E T O lízB O ím 1981 ' «9« 4, Qn íi) rerresaniasntô dc® seaviâaeen õo IPKi 5, tSs (1) Âp-eessüar. § IÇ - X panealdérscia da CTA ssvê. cscsancida paio iqresldm tn <k> 1^14, e, nas faltas cu iüüpeâJraente:® desta, paio Diretor de Ocxxnclcavã ção /aialRistxatlva osi, suoe3si,v<®snto, psio Diretor d® CccrtííariaçSo csa. iaç5©âÍK>eíifcoe, eereo substítul/ios pelo« re^MCtivos eufcstltutos evoítvsals Í50S cargos ôe çae são titulares. cp&nâa nccoasSrio, por corwoca<^ do Sftesidents do 324H cu raedlant© reçuffl riiasnto assínsí^ pela raaicriB õoe ^ws nrjrsabro».
§ 49º- A CTA jneunir-se-ã cxsn v^i Rsinliao de 3 (três) ts ^ Jr.roa, decidindo psla Kaslcerja dos presentes, © a snai d eclasc tcrs a fcnoa & n Pisreccar, asBinsOo por ta&?s os racssbros cps participarem da respectiva reurdão.
§ 59º- As reuniões da d ‘ A ser^ secreteriadas tsa: vss dos Ecsrvidores do 2SH, designado pelo rr.^lâento da autarqala. Airt, 16 ~ Cartpste à Cocnissâo í^cnico-ASninlstrativaí
Isugerir criterics de prlorijõads para utilização doB recursos Kiateii-iais e liuntanosldo IPS7 U - qpirar sclire trat«lhos técnicos^ estudos, pescíul sa», progríBaas, projetos e decaia trabalhos lizados, e t ü i rtsillsaçio ou a r©alj.zar pelos ^ gãos ou satcres da autarquia? ' m - sugerir diretrizes para a aãainlstxaçâo interm do IPH; TV — (•'plraf «otirí» a ronoeçpõo d» W iIcfis re ra ctsrsvF^ de especialização de interesse do 3PH, b@n ocnso o sai canoelaniento, quando assim exigir a convo niêrcla da mií-^arquia;
Veproelar Prfjgywsas de Peerwlsa apresentados re VI " Tironuncissr-se eohre 03 currículos apresentaâss ^ los mndidatos a estaqios no IKí.
§ 19º- A CTA emitirá o seu parecer nca assuntos de sua ocKpetência, quando solicitado ou quarxio a matéria fcr eultnetida à sua apreciação. ' J - C* p xJldD cjc prt-, jrcifiKsnTbo cu « u9 apreciação r ã acTí^fíejTviíio ?. C Í‘ A rcsr ;x-cpor.icno tio prr-siJdíSifct; do IP H , ç c r de, íK> ia3Lnltao, 2 ídoía) irjgaLícs ciâ Caulasão, ou mediante solicitação do Cor.£s®lho Deliberativo da autarquia. , ■'Ví-v* J if m Z O DF^(r^erY}iàl!lQ D3 15SI N H O ' Seção ir r Do» IkgSoa da Aesietênelft e Ase^sisramsnto SUbse^o X Do Gabinete do PresidfôíTtQ
Art. 17.
- Ao Gabljnete do Br^ldente eceerebe paestar tência e spolo adrainiatrativo e eocial à Preeiclêrscla do IPIí, asalra âes«¥t93enhar aa atividade» de Helaçcüâs i^úblioas da autarquia. a s s is coso .Art, IB - C Gabtneb® do rresldesnte serâ dirigido pelo pante âo cargo aa oocuicsHo de Chefe dc Gabiiiete. oou Subseção II La Aeseascria Técnica
Art. 19.
- X A.ssesaoria Técnica ooqsete prestar assepscs:^ Siento ã Presidência e aos cUsnaia õrqios ca setores do IBi, ncs assuntos tãcnlcoQ de hatureiBa administrativa, orçamentária, financeira, ^ jcrídioa & finallstica m geral, Lan ocmo nos de pianejarsento, programação, qui^, estatística e infocraatica.
Art. 2.
C • > A AT será dirigida pelo cxupante do cargo | ocsnlseão de CSiefe da‘ Assessoria Técnica. í es Do Seção 2V Crgão Instrussental Subseção Cnica Da Cocrdenadcriá Adnlnistratlva
Art. 21.
- X Oocord«iadcírla Aõninistrativa, cargao Instrunian tal encarregado das atlvldadesiacio da autarquia, caaoestc a prcsaoção e a €scecuç^ ôoa rerviçon de actainistração geral, m e áreas de pessoal,! mtc rlal, patrimônio; oantabllldade, flnfincas, capacitação de recurscjs nos e í»£«rviçcs auxillares. him Axt. 22 - A CSocsdCTadoria Adadnlstratlva exercerá as suau atribuições através das Subcocrtícnaéarias eob sua subordinação, csnrpreen clcndo & seguinte estrutura VJ&sica: '
IíSubcocrdenedorla de Pessoal; H - Subcocrdcnadcaría Contábil e Financeira? in ■ * . Ful KXXsrdcnacTorl a ce M aterial e PatrlTÔ nlo? ■ i i iJi l.^ - U r p s m s fo m ã O i : ^ e h e / n a n O iggi Tv' - * SuU xx> £d6naâo£la < 3 s S isrv iço is A iz x ilia r e s .
§ 19º- A CA sora dirigida pelo oci,çaEate do car^ éaa c» nássão Diretor de Osardenação Adiatiiistrativa. ""
§ 29º- As ffiáaocoiKiatódiociaa scxso ôixigldas por sarvi dbros designados psra a função de csonfira^-e. da aisio ds S^abco3tt3®iaiaòrla7 Seção V DO Cbgio Operacional Siibsação Onlca CKi Ctoorçksuujorla Técnica regado das ativldad G oontn>3.e õos aerviçoa de recepção para G j r s ! : > . ? . ' í , ool!>e.li-.a. nateilal peajuisas, anâJLisaa/tcotcs, ccntrole químico o Ijectcariológico, bem oütío Cãs ativ-lciaücs uapccIiTicãs da exa::vE3s laboratoriais. atribui fecgúinta ! i \ s ■
Art. 24.
- A OoardoíVüdoria Técnica eacercsírã suas çõss afcruv-éa cJcs orgãm sob sua sitír>riTiriarão, csxcçTinsarxisrit» a estrutura bõslca: I Central ds Colírfca; I I - IfóiLorábc-iiud O entraia;
IIISubocxarâsnadoria âe LsboratÕrioa Locais. ê 19 - A c r cçré_^ d irlg lõ i paio ocupante do c a ríp e s a os i£il£.íüb de Dlruuor ce CoordanHjãQ le u iic a . .
§ 29º- 03 õrgSoé intíyjrcntes da esti-nitura bãíiica da Goordsnadoria 'l%ailca serão dirigidos por servidoras tíasignadoa, cscnfojras o caao, para aa funç&s da confiança dc Gieie cia Ceiitrai da Coleta, Cnefa ds Laboratório e Chefo Oe Subcoortl^nacoria. aslTU LO V I Do Passoal oospceerx^)
Art. 25.
• “ O p->SKoal do Xnbtúía.Tto "S^axssilraâ itorta'' - IPH , b r ' & -r X ” * scrviâores acSaltitbs sob o r«glffie da iBglsls&ção txobôl^ilsta;
XXatuais uarviâostss efetivado© ou eotabilizaâ)© da autarqviia, cem íüreitcxs asserjvaradoe por disposi çSí^s estatutirlaa © demais l«Kjts3jção vlgentaj IXI ~ seirvidores públlcjos/ inclusive aotârqulcsís, 00 didoa ou colocados à disposição da autar.nda.
Parágrafo único- Para os fiivs «to distajsto rsaata artigo , o^XX^ mraíterã x s t í 'Jundro do Pessoíii, ooai dis?xindnação dos cargoa © fim . çõoffl dsfinidco 0 .dUstrllxiidos por níveis e aíabolos, respectivamente, « ^ indicação dos corrGsixaTdantes '^idzaantos ou salários a vaiosea. Art. ? X > - O B»guJa£fro/itx> do Pessoal do XPH disciplirtarã o tegiísss ju ríd io o e d s fin lrá os d ire ito s © vantagens doa SGXvldoros da êui tarqtda.
Art. 2.
7 - 0 pessoal do IPíí, por esanveniSncia ou intexvscsa da autargula, parestvycá seus serviços em regivas da 40 (quarenta) horas se manâls, observado o ©xpedlente óa 6 (oito) horas dlãrlas de traO^allao, em
§ 19º- l:3^<:^apcional^rentfô, justiftcsilR a vantagem da ção, 00a manifestação favoravil da Canissio Tccnioo-Aíicinist^ttva, e observada o . legislação especifica «n vioor, podarão scar prestados servi ÇV03 Gsn rpgin» de 25 (vinte e cinco) horas namaac-U.3, ccr.; oqpoc^Gato diãriÕ d© trabalíío de 5 (cIjxxí) horas, a r r . um úrd-cjo turno. ■ ■ K 29 - Os servidoras sütírotidos ao rogiiaa de trabairso ce 25 (vinte © cincxs) horas s‘ r.Torais terão ntnis vancimentos oornriponcea^ tC3 à prop>crçôo da horas trabalhadas, Gbservauos 03 rc-spcctivos cítrgc^ e nivais.
Art. 28.
- O. pessoal cxidlcio ou o^loCfSdo S dlsrxjsição cSo I r i i S *' ax. .v d .r. iC .lorta” ráo coxrcrã quaisc;wr ^rGiaíoí^ a.u s^ua «líxaitos - « - > i . < o nU « u ^ L O i^ iw A L a , ou aco.cú.ot:ctis suporiorGS aos do pasnoal do r©3p3ctivo -Juadro do IPü. i IV - 0 pessoal de cruc trota o "caput" àioto ortijo , sujeito a um horãrlo manor do tr.:àjalho na oua re.>artiçào ds orígssa, prc3 r t ^ i v r : serr/í.ooo. cr-r-jr?' Tx-rsr.fv !!, c*? 10 (-çuar-nta) h-ores .....avrLa, CE 3.(7 Tl & JT)G -hC ^rri B}i i O ES 3381 -X2Í â 2? - 03 sarviüozes a quis ae rafero o § 19 ússte curti çp pssrK^rS a ocaplcr?-n terão J.i vjacL..íi:'.to cu aalãrio corrcsriondente a diferença da jornada de tráballx>. QhPnULD VII Do Patrirrônio . • i s r t . 23 ~ 0 i^atri;.iinio úo Snolituco "Parreira# itorta"~IPa, oQRpreende: y / /■ rDECRETO d e JIO tí^ ^ e Z e / !» £ M í(Q v s 1 98 1 ’ -13-
I<» b«í^» ifi&;els e lirosels, triateorlaiR, erulpaiaan toi3 s instalAiçcíiS!, h(sn oopx> díreltm, cfua, a qualquca: titoolo, ll"» ft^mx asseigurados cai trsr^ feridos; XX > os bens e diroitCMS que, a qualquer tltuXa, adqul rir cai lhe fcarm outocrrados;
IIIOÍ5 s-^tldos de renda rrqx‘ ia, rwando transferjbSca S conta ]»trlB»nS£a; rz - o que vier a ser esaistltuido de forcma lefgal, avPíruLo v in Dos Rscursos, Aplicações e Fcginie Financeiro tes re c e ita s:
Art. 30.
- 05 recursos s 3 o IPH constltoidc^s das aeguin
Idcteçfes consiqmda® ea oarçsrasnto do Eetedb; U ~ dotações, subvenções, coaílllos e/ou contriltó. ções que H'!e forem atribiildos por r«s3Soas físi C2U? ou jurídicas, de direito pübiioo ou nrivadc; UI ~ doações e leaâóos que ihe fcrísn .iÇeitoa; \ \
IVreceita patrtoicr.lal, IrKJlusive a decorrente de juros, lucros, dividendos e frutbs; i_ V ~ retribuição de atividades recuneradas ou de prcstaç.ão ce serviços, inclusive enKJliTKntcs e taxas; VI r particiroçÃo ou© lhe coi±®r decorrência de esc picxéiçáo, USO, ojssão, cx>ncâssõo, ou quaii^jar ou ixci < k j uLili..ibâçao cu i.'c:La.ib<uiçao de ú^kJL tos de €?xcluslvidade ou de patentes que lhe psr tençam; Vll - receitas eventuais; V III - outros rf.ojTíJOH cjue IcTalTAcnte so cr»nstitír«n r ? r . re ce ita , Art» 31 “ * Cs rccurccis do ITís serão ijtilizadcs, exclusiva Piente, na nanutençõo e acr.plJ.?tr»o de suas instalações e de seus eruitsxmon tos, no funcicnacacnto e de«?eyTvolvimer»to dos seus serviços e na realização dos seus objetivos, dentro da sua flralldade, n-—*■— - Cc^o qer.vlnra -irr/a rcaceitn, tr* desTM feíS' . : íiLta a >ípj.awiç£b uC' recurstos para f^/terçao de r&r3a. í j. i \ \ , / r ^ _ •oge: i &Zi og j i zçssi i xo^oo q? o^ó»rx?tOíüC»í %* ^{7?u0i!uo^.3 ^ 3 jso d ■'s oA TqxuoqpxsQ o síto su o D o p o^^c*/ua3de s 'ep ep T ^u ® vp ox «xá ‘ 'opTiOür.jriS; j » ã ü v :,:^ x^^K> o q u aò » [n £ © it o « so ry fo a ia c fe q a e o»j[ ■ ■ '■ ; ^ yn^:ui'i3X^p s:,vv-'— .» x í5 o a siop a rc u o x .-iry s&.í^T^Tf.T'-!^ ogòs?írfi:rxx2«?]:p~w o a s x o u:sq ‘n u o o u/iir:^&ar:í5sxu-j:«í?s •â o ra n x is a ac/y fc.oO-VTr.-jf.x?,''' «itTp e í r c r f oi r ai i pdsi ÒD svp ' cr ôâezTt r sf xzo ep oqus ur c i í Ti s qop 5 - f ^ G • a p e r q iv J x g v n s o p a -ju e a t® n o soA ^q õÇ o5 s n a s s p o g ii? 2 x x ® « «-xeú '[íí2I o p cguajL'VJUoxom\j. n o c ? i-5?rjoo3p ó:iiK}eaBgu5iu£n:n£®x n o leiü o x soí5 s ís jq n o o p o id |O lk > x s o n õ n x o x o o t « ocjojodq o g s a u aB p cjK x im a s s a ò x r-c n x tB a e xa o3f i oc k xx > - ££ *:^jcv SBXJo:)XsaBa.j[, o spíjco-j ao^xscxlsxci ssg XI OlOUdWD ~ r'? í/ í ■ í::. .-; •QAxgBJ&aqíIsci oqxôSUOD op cf^BAosão eç ea soussósp sxBToaoso eogxpà'^ < i : a i : ^ 3 oq3 v - ooj'!» oj»ai:«ax?a ‘Op • J^SS op e®:>aqD op oe o-opaaqsujqns ^efnb ' x = > q . r v e ep STínuo» op onòeqsood e u.TeLxnL' OArgeasq f l®a OHxasuoy o 'oòatüi vp XT^U exp ouryqxs o - IA OBÒrooxji sp oxaoqexsíi (p oSaexpa (o íoorfsoinnjxj oòuexea (q ;oTçaB3UDv.sAaü o^uBjea {e :ap ^agu303oxsaq *qpuc?qsa'j>o 'oaroueÇ ap BXP <30fqxn o oga avjrqeasqxx^ aix^saoo cs íin op ®qu5ôpxPa3a"oxíxi íípBguasaüUe 'ejníjaéqna ®p «Kiuco op osóegsoad e sqTaj vxob ^oqitauixenue ~ a isquenbesqps oqus»is?5ao ou 'aquouaexx ^a&xaíío ‘ 'jceqsuoo ogxoAsp 'OTOJoaaxa op xeuç^ o •sssseásxjxn essoã OBõíios.rSií efno ^a^iV^íí^i^oqxx^ü aixo&iijico oítsa süpw»0üsiS o seuiáaÊoàd so - ai íaAxq-szsjq ' I t®(3 oqX33u:o o ^Tpxoop ®nõ o usx? op;?pxauojvzoo sp 'exero3c f a í 3 seques» n» no opuna €si eopeiíuex o«x»s otojo3»3«& »p k> ©y sopx»a *o - h x ííííeÇT^ so cj5 XA3SS op ssp^s»503U 8S 0jrÈ7 ôpsop ‘ ofojazexê» o ôqcBanp sxt'UK?pxp8 scgxPá'» 8oq.-C3qe :«íâ oeaapod - u í XTA jo ou® o nss» «xjpxoufco oafeouEUXJ oxoxaiKsa» o ~ 2 tsooxs^ scrjp^ii^jífxí soq uftí^B soo essosísqo KsíI op orjóoueuxg amfBají o - cG •H“ I8 6 I aa ri/gaa y ^ g - j^ o - h s o x a a D a a ™;s.íx»i opJ. c^;5fk;j ^o;©r»;i eqsan ocApoi : xc[ wà x r p tí ^ep êp soçv^tí oo srpp > - v ozvaa op .-:: i U5P ^opjwpcxi lüi op üofigvíqcqsa scoopp/oos 30 - p ^ / * 4xy •Xenj-eqíía ooToarcufd' m-sqaxs o ^'[Vibex anó ogòPX^Ti’ ^! » "S» opruor ap ]^s~-xep ííII op sofiequaía xvrc s soap-joari-v^xj côsmoci sc^ ouO£'4ao.-.q;.vjí.j V ~ £íz •BncTjTceri sn © n op vT CX XB xos sic © m soojtjosi scòxAJas © p or ànosx© « eoJTOO-:^»:^ r• . 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