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Decreto nº 4.962, de 22 de janeiro de 2004

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Art. 1.
O Fundo Garantia-Safra, instituído pela Lei nº 10.420, de 10 de abril de 2002, tem natureza financeira e destina-se a proporcionar recursos para o pagamento do benefício Garantia-Safra. (Revogado pelo Decreto nº 12.889, de 2026)
§ 1ºO benefício Garantia-Safra destina-se a garantir renda mínima para agricultores familiares de Municípios sistematicamente sujeitos a perda de safra em razão do fenômeno da estiagem ou excesso hídrico, situados na área de atuação da Superintendência do Desenvolvimento do Nordeste - Sudene, definida pela Lei Complementar no 125, de 3 de janeiro de 2007, e nos Municípios do Estado do Espírito Santo referidos na Lei no 9.690, de 15 de julho de 1998. (Redação dada pelo Decreto nº 6.760, de 2009) (Revogado pelo Decreto nº 12.889, de 2026)
§ 2ºO benefício Garantia-Safra é restrito aos agricultores familiares das regiões definidas no § 1º, que, tendo feito sua adesão, vierem a perder, no mínimo, cinquenta por cento do conjunto da produção de milho, feijão, arroz, mandioca ou algodão, ou de outras culturas a serem definidas pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário. (Redação dada pelo Decreto nº 8.472, de 2015) (Revogado pelo Decreto nº 12.889, de 2026)
§ 3ºÉ vedada a concessão do Garantia-Safra aos agricultores familiares que participem de programas similares de transferência de renda relacionados com a ocorrência de estiagem ou excesso hídrico, custeados, ainda que parcialmente, com recursos da União. (Redação dada pelo Decreto nº 6.760, de 2009) (Revogado pelo Decreto nº 12.889, de 2026)

II - um representante da Casa Civil da Presidência da República;

Presidência da República

Casa Civil

Subchefia para Assuntos Jurídicos

Regulamenta a Lei no 10.420, de 10 abril de 2002, que cria o Garantia-Safra, dispõe sobre o Comitê Gestor do Garantia-Safra, e dá outras providências.

O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, no uso da atribuição que lhe confere o art. 84, inciso IV, da Constituição, e tendo em vista o disposto na Lei nº 10.420, de 10 de abril de 2002,

DECRETA:

Art. 2.
O benefício Garantia-Safra será pago pela instituição financeira diretamente a cada família em até seis parcelas mensais, iguais e consecutivas. (Redação dada pelo Decreto nº 8.472, de 2015) (Revogado pelo Decreto nº 12.889, de 2026)
Art. 3.
O Comitê Gestor do Fundo Seguro Safra passa a denominar-se Comitê Gestor do Garantia-Safra e terá as seguintes atribuições:
Idefinir e assegurar as ações interinstitucionais, visando o gerenciamento integrado da concessão do benefício Garantia-Safra;
IIdefinir as diretrizes gerais e setoriais e as metas a serem atingidas pela ação;
IIIdefinir normas e medidas que permitam melhor atendimento para o público alvo do benefício;
IVpropor a consignação de dotações ordinárias no Orçamento da União, dos Estados e dos Municípios, bem como de dotações adicionais, com base nas informações recebidas dos Estados;
Vpromover, fomentar e definir a participação dos poderes públicos estaduais e municipais, além dos Conselhos Estaduais e Municipais de Desenvolvimento Rural Sustentável e outros, nas fases de implementação, inscrição, seleção e adesão dos interessados e, ainda, na execução e avaliação da concessão do benefício;
VIdeliberar sobre os critérios classificatórios para seleção dos beneficiários;
VIIaprovar datas-limites de adesão, apresentadas pelo órgão executivo do Garantia-Safra;
VIIIdefinir anualmente o valor da contribuição dos agricultores e o valor dos benefícios, observados os limites previstos em lei e a disponibilidade orçamentária e financeira; (Redação dada pelo Decreto nº 8.472, de 2015) (Revogado pelo Decreto nº 12.889, de 2026)
IXdefinir a forma de apuração de perdas prevista no art. 8º da Lei nº 10.420, de 2002; (Revogado pelo Decreto nº 6.760, de 2009)
Xavaliar, anualmente, as ações referidas no art. 6º-A da Lei nº 10.420, de 2002;
XIdefinir as condições sob as quais o benefício Garantia-Safra poderá ser estendido às atividades agrícolas decorrentes de ações destinadas a melhorar as condições de convivência com o semi-árido.
Art. 4.
São membros do Comitê Gestor do Garantia-Safra:
Ium representante do Ministério do Desenvolvimento Agrário, que o presidirá;
IIIum representante do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão;
IVum representante do Ministério da Fazenda;
Vum representante da unidade responsável pelo Zoneamento Agrícola do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento;
VIum representante da Secretaria Nacional de Defesa Civil do Ministério da Integração Nacional;
VIIum representante do Gabinete do Ministro de Estado Extraordinário de Segurança Alimentar e Combate à Fome;
VIIIum representante da unidade responsável pelo Cadastramento Único, do Ministério da Assistência Social;
IXum representante da Superintendência do Desenvolvimento do Nordeste – Sudene; (Redação dada pelo Decreto nº 6.760, de 2009)
Xum representante da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária - EMBRAPA;
XIum representante de instituição pagadora do benefício;
XIIdois representantes de organizações de representação dos trabalhadores rurais e dos agricultores familiares;
XIIIdois representantes de organizações não-governamentais com ampla atuação na área de abrangência da Sudene; (Redação dada pelo Decreto nº 6.760, de 2009)
XIVum representante dos Municípios da área de abrangência do Garantia-Safra;
XVum representante de cada Estado que formalizar sua adesão ao Garantia-Safra; (Redação dada pelo Decreto nº 8.472, de 2015)
XVIum representante do Instituto Nacional de Meteorologia - INMET do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento; e (Redação dada pelo Decreto nº 8.472, de 2015)
XVIIum representante do Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais - CEMADEN. (Incluído pelo Decreto nº 8.472, de 2015)
Parágrafo únicoOs membros e respectivos suplentes do Comitê Gestor serão designados pelo Ministro de Estado do Desenvolvimento Agrário, mediante indicação do titular do órgão ou entidade que se fará representar, cabendo ao órgão executivo do Garantia-Safra indicar os organismos não citados nominalmente neste Decreto.
Art. 5.
Ao órgão executivo do Garantia-Safra, designado pelo Ministro de Estado do Desenvolvimento Agrário como responsável por sua gestão contábil, financeira, patrimonial e administrativa, compete: (Revogado pelo Decreto nº 12.889, de 2026)
Ipromover a divulgação do Garantia-Safra na sua área de abrangência; (Revogado pelo Decreto nº 12.889, de 2026)
IIpropor, anualmente, o número de beneficiários a serem cobertos e o valor da contribuição em cada Estado participante, obedecida a previsão de recursos no orçamento da União; (Revogado pelo Decreto nº 12.889, de 2026)
IIIfornecer à instituição financeira as orientações necessárias à gestão financeira do Fundo Garantia-Safra; (Revogado pelo Decreto nº 12.889, de 2026)
IVprestar apoio administrativo ao Comitê Gestor; (Revogado pelo Decreto nº 12.889, de 2026)
Vorganizar e manter atualizado sistema informatizado com dados dos agricultores familiares aderidos, bem como da movimentação financeira do Fundo Garantia-Safra; (Revogado pelo Decreto nº 12.889, de 2026)
VIacompanhar, monitorar e avaliar os procedimentos utilizados na execução do Garantia-Safra em todas as etapas; (Revogado pelo Decreto nº 12.889, de 2026)
VIIrealizar auditoria nos procedimentos e nas ações contábeis e financeiras do Garantia-Safra; (Revogado pelo Decreto nº 12.889, de 2026)
VIIIautorizar a instituição financeira a efetuar os pagamentos dos benefícios aos agricultores nas hipóteses previstas em lei; (Revogado pelo Decreto nº 12.889, de 2026)
IXadotar os procedimentos para a recuperação dos valores pagos indevidamente; (Revogado pelo Decreto nº 12.889, de 2026)
Xapresentar ao Comitê Gestor relatório de acompanhamento e avaliação dos resultados globais da concessão do benefício, com base em seus dados e nos fornecidos pela instituição financeira, pelos Municípios e pelos Estados envolvidos. (Revogado pelo Decreto nº 12.889, de 2026)
XIadotar os procedimentos operacionais necessários à efetivação das contribuições de Municípios e Estados ao Fundo Garantia-Safra. (Incluído pelo Decreto nº 6.760, de 2009) (Revogado pelo Decreto nº 12.889, de 2026)
Art. 6.
Compete ao Estado que aderir ao Garantia-Safra: (Revogado pelo Decreto nº 12.889, de 2026)
Iproporcionar aos Municípios, quando necessário, os meios logísticos para a divulgação, inscrição, seleção e adesão dos agricultores familiares, mediante a celebração de parcerias, acordos e ajustes com entidades de base local; (Revogado pelo Decreto nº 12.889, de 2026)
IIarrecadar as contribuições financeiras dos agricultores para o Fundo Garantia-Safra na forma estabelecida pelo Comitê Gestor; (Revogado pelo Decreto nº 12.889, de 2026)
IIIcelebrar termo de adesão ao Garantia-Safra com os Municípios, definindo o valor das contribuições destes, observado o limite de até três por cento do valor da previsão de benefícios anuais para o respectivo Município, e acompanhar o recolhimento dessas contribuições junto à instituição financeira; (Revogado pelo Decreto nº 12.889, de 2026)
IVdistribuir, por meio de ajustes com os Municípios, as cotas de cada um deles, observando o percentual populacional de agricultores familiares neles existentes, com base em dados da Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE; (Revogado pelo Decreto nº 12.889, de 2026)
Vrecolher ao Fundo Garantia-Safra sua contribuição anual, já adicionada às contribuições dos agricultores e dos Municípios, em montante suficiente para complementar a contribuição de dez por cento do valor da previsão dos benefícios anuais para o respectivo Estado; (Revogado pelo Decreto nº 12.889, de 2026)
VIremeter ao órgão executivo do Garantia-Safra as listagens, por Município, com as informações relativas aos agricultores cadastrados. (Revogado pelo Decreto nº 12.889, de 2026)
Art. 7.
A participação da União no Fundo Garantia-Safra é condicionada à efetiva contribuição financeira dos agricultores familiares, dos Municípios e dos Estados, nos termos definidos pelo art. 6º da Lei nº 10.420, de 2002. (Revogado pelo Decreto nº 12.889, de 2026)
§ 1ºAs contribuições financeiras da União, dos Estados e dos Municípios serão realizadas em até seis parcelas, cada uma de, no mínimo, um sexto do valor devido, conforme calendário de aportes definido pelo Comitê Gestor, que levará em consideração o calendário de adesão dos agricultores. (Revogado pelo Decreto nº 12.889, de 2026)
§ 2ºA adesão do agricultor familiar é o fato gerador da obrigação legal que impõe ao Município, ao Estado e à União o dever de efetuarem os depósitos determinados, respectivamente, nos incisos II, III e IV do art. 6º da Lei nº 10.420, de 2002. (Revogado pelo Decreto nº 12.889, de 2026)
§ 3ºO aporte de recursos pela União somente será realizado após verificada a regularidade quanto ao recolhimento das contribuições individuais dos agricultores familiares, dos Municípios e dos Estados. (Revogado pelo Decreto nº 12.889, de 2026)
§ 4ºA partir da data do depósito da contribuição do Estado, a União efetivará o aporte financeiro correspondente em até trinta dias. (Revogado pelo Decreto nº 6.760, de 2009) (Revogado pelo Decreto nº 12.889, de 2026)
§ 5ºSerão suspensos os pagamentos de benefícios aos agricultores nos Estados e Municípios que não realizem os aportes de acordo com a programação prevista. (Revogado pelo Decreto nº 12.889, de 2026)
§ 6ºAs contribuições a que refere o art. 6º da Lei nº 10.420, de 2002, e o benefício de que trata o art. 2º deste Decreto poderão ser revistos anualmente pelo poder executivo federal, observada a existência de dotação orçamentária e o equilíbrio entre as contribuições e a previsão de desembolso a ser definida pelo Comitê Gestor. (Revogado pelo Decreto nº 12.889, de 2026)
§ 7ºOs Estados e os Municípios poderão adiantar parte de suas contribuições ao Fundo Garantia-Safra com base em previsão de adesões, conforme definido pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário em regulamento. (Incluído pelo Decreto nº 6.760, de 2009) (Revogado pelo Decreto nº 12.889, de 2026)
Art. 8.
A participação de Estados e Municípios no Garantia-Safra dar-se-á anualmente da seguinte forma: (Revogado pelo Decreto nº 12.889, de 2026)
Io Estado manifestará sua aceitação mediante termo de adesão a ser firmado perante a União; (Revogado pelo Decreto nº 12.889, de 2026)
IIo Município manifestará sua aceitação mediante termo de adesão a ser firmado perante o Estado regularmente aderido. (Revogado pelo Decreto nº 12.889, de 2026)
Art. 9.
O benefício a ser pago corresponderá sempre ao valor e às condições vigentes na data da adesão do agricultor, extinguindo-se o direito de acesso ao benefício em doze meses, a contar dessa data, se as condições legais para o pagamento não se efetivarem nesse prazo. (Revogado pelo Decreto nº 12.889, de 2026)
§ 1ºO atraso no reconhecimento de estado de calamidade pública ou de situação de emergência pelo governo federal não extinguirá o direito de acesso ao benefício, desde que o Município tenha decretado este estado ou situação no prazo estabelecido no caput. (Revogado pelo Decreto nº 6.760, de 2009)
§ 2ºO pagamento do benefício só será iniciado após o reconhecimento, pelo governo federal, da decretação municipal de estado de calamidade pública ou de situação de emergência. (Revogado pelo Decreto nº 6.760, de 2009)
Art. 10.
ingresso do agricultor familiar no Garantia-Safra será por adesão e observará as disposições a serem estabelecidas pelo Comitê Gestor, além das seguintes condições: (Revogado pelo Decreto nº 12.889, de 2026)
Iser agricultor familiar, conforme definido no Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar - PRONAF; (Revogado pelo Decreto nº 12.889, de 2026)
IInão ter renda familiar mensal superior a um e meio salários mínimos; (Revogado pelo Decreto nº 12.889, de 2026)
IIInão ter produção irrigada das culturas de feijão, milho, arroz, mandioca ou algodão. (Revogado pelo Decreto nº 12.889, de 2026)
§ 1ºA adesão ao Garantia-Safra dar-se-á antes do início do plantio, devendo constar do instrumento de inscrição a área a ser plantada com as culturas de feijão, milho, arroz, mandioca ou algodão, em cultivo isolado ou em regime de consórcio de lavouras. (Revogado pelo Decreto nº 12.889, de 2026)
§ 2ºÉ vedado realizar mais de uma adesão ao Garantia-Safra voltada para a mesma unidade familiar rural, sendo nulas as adesões posteriores. (Revogado pelo Decreto nº 12.889, de 2026)
§ 3ºO agricultor familiar, no ato de sua adesão, compromete-se a participar de programas de educação e capacitação em técnicas voltadas à convivência com o semi-árido, para ter acesso ao benefício Garantia-Safra. (Revogado pelo Decreto nº 12.889, de 2026)
§ 4ºNão será negado acesso ao benefício sob o fundamento do § 3º, enquanto não existir programa fornecido ou reconhecido pelo Poder Público no Município da unidade familiar rural. (Revogado pelo Decreto nº 12.889, de 2026)
Art. 11.
processo de adesão do agricultor dar-se-á mediante: (Revogado pelo Decreto nº 12.889, de 2026)
Iinscrição, que será universal e com prévia e ampla divulgação; (Revogado pelo Decreto nº 12.889, de 2026)
IIseleção, a ser aprovada pelo Conselho Municipal de Desenvolvimento Rural ou similar e conforme critérios classificatórios definidos pelo Comitê Gestor; (Revogado pelo Decreto nº 12.889, de 2026)
IIIadesão dos classificados por meio de contribuição não superior a 1,75% (um inteiro e setenta e cinco centésimos por cento) no ano de 2015 e de 2% (dois por cento) a partir do ano de 2016 do valor da previsão do benefício anual. (Redação dada pelo Decreto nº 8.472, de 2015) (Revogado pelo Decreto nº 12.889, de 2026)
Art. 11-A.
O pagamento do benefício ocorrerá após a adesão do Poder Executivo dos Municípios ao Garantia-Safra, conforme procedimento definido pela Secretaria de Agricultura Familiar do Ministério do Desenvolvimento Agrário. (Redação dada pelo Decreto nº 8.472, de 2015) (Revogado pelo Decreto nº 12.889, de 2026)
§ 1ºPara a avaliação das perdas, a Secretaria de Agricultura Familiar utilizará as informações: (Redação dada pelo Decreto nº 8.472, de 2015) (Revogado pelo Decreto nº 12.889, de 2026)
Ie análises meteorológicas fornecidas pelo INMET, baseadas em dados próprios ou fornecidos por outras instituições do País ou do exterior; (Incluído pelo Decreto nº 8.472, de 2015) (Revogado pelo Decreto nº 12.889, de 2026)
IIfornecidas pelo CEMADEN; (Incluído pelo Decreto nº 8.472, de 2015) (Revogado pelo Decreto nº 12.889, de 2026)
IIIproduzidas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE; e (Incluído pelo Decreto nº 8.472, de 2015) (Revogado pelo Decreto nº 12.889, de 2026)
IVconstantes de laudos técnicos, na forma definida em ato do Ministério do Desenvolvimento Agrário. (Incluído pelo Decreto nº 8.472, de 2015) (Revogado pelo Decreto nº 12.889, de 2026)
§ 2ºQuando o procedimento previsto no § 1o não permitir a conclusão da avaliação de perdas, a Secretaria de Agricultura Familiar poderá nomear perito para complementação da análise. (Incluído pelo Decreto nº 6.760, de 2009) (Revogado pelo Decreto nº 8.472, de 2015)
§ 3ºAs solicitações de pagamento do benefício e a avaliação de perdas deverão ser analisadas e aprovadas por comissão de avaliação de perdas do Garantia-Safra, a ser instituída pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário no âmbito da Secretaria de Agricultura Familiar. (Incluído pelo Decreto nº 6.760, de 2009) (Revogado pelo Decreto nº 12.889, de 2026)
§ 4ºA Secretaria de Agricultura Familiar, ouvido o Instituto Nacional de Meteorologia, definirá as normas operacionais que nortearão a comissão a que se refere o
§ 3º(Incluído pelo Decreto nº 6.760, de 2009)
§ 4ºA Secretaria de Agricultura Familiar definirá as normas operacionais que nortearão a comissão a que se refere o
§ 3º(Redação dada pelo Decreto nº 8.472, de 2015) (Revogado pelo Decreto nº 12.889, de 2026)
§ 5ºPara os pagamentos de benefícios relativos às safras anteriores a 2008-2009 é necessário que os Municípios tenham decretado situação de emergência ou calamidade pública reconhecida pelo Ministério da Integração Nacional. (Incluído pelo Decreto nº 6.760, de 2009) (Revogado pelo Decreto nº 12.889, de 2026)
Art. 12.
Ministro de Estado do Desenvolvimento Agrário baixará as normas complementares para execução do disposto neste Decreto. (Revogado pelo Decreto nº 12.889, de 2026)
Art. 13.
Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação.
Art. 14.
Fica revogado o Decreto nº 4.363, de 6 de setembro de 2002.

Brasília, 22 de janeiro de 2004; 183º da Independência e 116º da República.

LUIZ INÁCIO LULA DA SILVA

Miguel Soldatelli Rossetto

Este texto não substitui o publicado no DOU de 23.1.2004

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