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Decreto nº 3.152, de 26 de agosto de 1999

Presidência da República

Casa Civil

Subchefia para Assuntos Jurídicos

Aprova a Estrutura Regimental e o Quadro Demonstrativo dos Cargos em Comissão e Funções Gratificadas do Ministério da Agricultura e do Abastecimento, e dá outras providências.

O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, no uso das atribuições que lhe confere o art. 84, incisos IV e VI, da Constituição,

DECRETA:

Art. 1.
Ficam aprovados a Estrutura Regimental e o Quadro Demonstrativo dos Cargos em Comissão e Funções Gratificadas do Ministério da Agricultura e do Abastecimento, na forma dos Anexos I e II a este Decreto.
Art. 2.
Em decorrência do disposto no artigo anterior ficam remanejados, na forma deste artigo e do Anexo IV a este Decreto,os seguintes cargos em comissão:
Ido Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior para o Ministério da Agricultura e do Abastecimento: um DAS 101.6; dois DAS 101.5; seis DAS 101.4; oito DAS 101.3; dez DAS 101.2; dez DAS 101.1; dois DAS 102.2; sete FG-1; três FG-2 e quatro FG-3;
IIdo Ministério da Agricultura e do Abastecimento para o Gabinete do Ministro Extraordinário de Política Fundiária: dois DAS 101.3; seis DAS 101.1; oito DAS 102.4; uma FG-1; uma FG-2 e uma FG-3;
IIIdo Ministério da Agricultura e do Abastecimento para a Secretaria de Gestão, do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão: três DAS 101.2; quatro DAS 101.1; um DAS 102.2, uma FG-1 e seis FG-3;
IVda Secretaria de Gestão, do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão para o Ministério da Agricultura e do Abastecimento: um DAS 102.5; e
Vda Secretaria de Gestão, do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão para o Gabinete do Ministro Extraordinário de Política Fundiária: um DAS 101.5.
Art. 3.
Os apostilamentos decorrentes da aprovação da Estrutura Regimental de que trata o art. 1º deverão ocorrer no prazo de vinte dias, contados da data de publicação deste Decreto.
Parágrafo únicoApós os apostilamentos previstos no caput, o Ministro de Estado da Agricultura e do Abastecimento fará publicar no Diário Oficial da União, no prazo de trinta dias, contados da data de publicação deste Decreto, relação nominal dos titulares dos cargos em comissão do Grupo-Direção e Assessoramento Superiores - DAS a que se refere o anexo II, indicando, inclusive, o número de cargos vagos, sua denominação e respectivo nível.
Art. 4.
Os regimentos internos dos órgãos do Ministério da Agricultura e do Abastecimento serão aprovados pelo Ministro de Estado e publicados no Diário Oficial da União, no prazo de noventa dias contados da data de publicação deste Decreto.
Art. 5.
Em virtude do remanejamento de que trata o inciso I do art. 2º, o Anexo II ao Decreto nº 1.757, de 22 de dezembro de 1995, passa a vigorar na forma do Anexo III a este Decreto.
Art. 6.
Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação.
Art. 7.
Ficam revogados o inciso VIII, do art. 1º; as alíneas "b", do inciso III, e "c" do inciso IV do art. 2º, e os arts. 13, 14, 15 e 30 do Anexo I ao Decreto nº 1.757, de 22 de dezembro de 1995; os Decretos nos 2.047, de 29 de outubro de 1996; 3.056, de 7 de maio de 1999 e 2.681, de 21 de julho de 1998.

Brasília, 26 de agosto de 1999; 178º da Independência e 111º da República.

FERNANDO HENRIQUE CARDOSO

Marcus Vinicius Pratini de Moraes

Martus Tavares

Raul Belens Jungmann Pinto

Este texto não substitui o publicado no D.O.U. de 27.8.1999 e retificado no DOU de 28.8.1999, edição extra

ANEXO I

ESTRUTURA REGIMENTAL

MINISTÉRIO DA AGRICULTURA E DO ABASTECIMENTO

CAPÍTULO I

DA NATUREZA E COMPETÊNCIA

Art. 1.
O Ministério da Agricultura e do Abastecimento, órgão da administração direta, tem como área de competência os seguintes assuntos:
Ipolítica agrícola, abrangendo produção, comercialização, abastecimento, armazenagem e garantia de preços mínimos;
IIprodução e fomento agropecuário, inclusive das atividades pesqueira e da heveicultura;
IIImercado, comercialização e abastecimento agropecuário, inclusive estoques reguladores e estratégicos;
IVinformação agrícola;
Vdefesa sanitária animal e vegetal;
VIfiscalização dos insumos utilizados nas atividades agropecuárias e da prestação de serviços no setor;
VIIclassificação e inspeção de produtos e derivados animais e vegetais;
VIIIproteção, conservação e manejo do solo e água, voltados ao processo produtivo agrícola e pecuário;
IXpesquisa tecnológica em agricultura e pecuária;
Xmeteorologia e climatologia;
XIcooperativismo e associativismo rural;
XIIenergização rural, agroenergia, inclusive eletrificação rural;
XIIIassistência técnica e extensão rural;
XIVpolítica relativa ao café, açúcar e álcool; e
XVplanejamento e exercício da ação governamental nas atividades do setor agroindustrial canavieiro.

CAPÍTULO II

DA ESTRUTURA ORGANIZACIONAL

Art. 2.
O Ministério da Agricultura e do Abastecimento tem a seguinte Estrutura Organizacional:
Iórgãos de assistência direta e imediata ao Ministro de Estado:
a)Gabinete;
b)Secretaria-Executiva:

1. Subsecretaria de Planejamento, Orçamento e Administração;

2. Departamento de Pesca e Aqüicultura ;

IIórgão setorial: Consultoria Jurídica;
IIIórgãos específicos singulares:
a)Secretaria de Política Agrícola:

1. Departamento de Planejamento Agrícola;

2. Departamento de Economia Agrícola;

3. Departamento de Abastecimento Agropecuário;

b)Secretaria de Apoio Rural e Cooperativismo:

1. Departamento de Fiscalização e Fomento da Produção Animal;

2. Departamento de Fiscalização e Fomento da Produção Vegetal;

3. Departamento de Cooperativismo e Associativismo Rural;

4. Departamento de Infra-Estrutura Rural;

5. Departamento de Assistência Técnica e Extensão Rural;

c)Secretaria de Defesa Agropecuária:

1. Departamento de Defesa Animal;

2. Departamento de Defesa e Inspeção Vegetal;

3. Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Animal;

d)Secretaria de Produção e Comercialização:

1. Departamento do Açúcar e do Álcool ;

2. Departamento do Café;

3. Departamento de Comercialização;

e)Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira;
f)Instituto Nacional de Meteorologia;
IVunidades descentralizadas: Delegacias Federais de Agricultura;
Vórgãos colegiados:
a)Conselho Nacional de Política Agrícola - CNPA;
b)Comissão Especial de Recursos - CER;
c)Conselho Deliberativo da Política do Café - CDPC;
VIentidades vinculadas:
a)empresas públicas:

1. Companhia Nacional de Abastecimento - CONAB;

2. Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária - EMBRAPA;

b)sociedades de economia mista:

1. Companhia de Colonização do Nordeste - COLONE;

2. Central de Abastecimento do Amazonas S.A - CEASA/AMAZONAS;

3. Companhia de Entrepostos e Armazéns Gerais do Estado de São Paulo - CEAGESP.

Parágrafo únicoA Secretaria-Executiva exerce, ainda, o papel de órgão setorial dos Sistemas de Pessoal Civil da Administração Federal - SIPEC, de Organização e Modernização Administrativa - SOMAD, de Administração de Recursos da Informação e Informática - SISP, de Serviços Gerais - SISG e de Planejamento, Orçamento e Administração, por intermédio da Subsecretaria de Planejamento, Orçamento, e Administração a ela subordinada.

CAPÍTULO III

DA COMPETÊNCIA DOS ÓRGÃOS

SEÇÃO I

Dos Órgãos de Assistência Direta e Imediata ao Ministro de Estado

Art. 3.
Ao Gabinete do Ministro compete:
Iassistir o Ministro de Estado em sua representação política e social, ocupar-se das relações públicas e do preparo e despacho de seu expediente pessoal;
IIcoordenar e promover o desenvolvimento de atividades concernentes a relação do Ministério da Agricultura e do Abastecimento com o Congresso Nacional, especialmente no acompanhamento de projetos de interesse do Ministério e no atendimento às consultas e requerimentos por este formuladas ou por seus membros;
IIIprovidenciar a publicação oficial e a divulgação das matérias relacionadas com a área de atuação do Ministério;
IVcoordenar e promover o desenvolvimento de atividades, no âmbito internacional, nas áreas de cooperação, assistência técnica e financiamentos externos, em articulação com o Ministério das Relações Exteriores, e outros órgãos da administração pública;
Vexercer outras atribuições que lhe forem cometidas pelo Ministro de Estado.
Art. 4.
À Secretaria-Executiva compete:
Iassistir o Ministro de Estado na supervisão e coordenação das atividades das Secretarias integrantes da estrutura do Ministério e das entidades a ele vinculadas;
IIsupervisionar as atividades relacionadas com os sistemas federais de planejamento e orçamento, de organização e modernização administrativa, de recursos de informação e informática, de recursos humanos e de serviços gerais, no âmbito do Ministério;
IIIauxiliar o Ministro de Estado na definição das diretrizes e na implementação das ações da área de competência do Ministério;
IVgerir os recursos do Fundo Federal Agropecuário;
Vsupervisionar a execução de programas e ações na área de fomento e produção pesqueira e aqüicola.
Art. 5.
À Subsecretaria de Planejamento, Orçamento e Administração compete:
Iplanejar e coordenar a execução das atividades relacionadas com os sistemas federais de organização e modernização administrativa, de recursos de informação e informática, de recursos humanos, de planejamento e orçamento, e de serviços gerais, no âmbito do Ministério;
IIpromover a articulação com os órgãos centrais dos sistemas federais referidos no inciso anterior, e informar e orientar os órgãos do Ministério quanto ao cumprimento das normas administrativas estabelecidas;
IIIpromover e coordenar a elaboração e a consolidação do plano plurianual e da programação orçamentária do Ministério, e submetê-los à decisão superior;
IVacompanhar e promover a avaliação de projetos e atividades.
Art. 6.
Ao Departamento de Pesca e Aqüicultura compete:
Ielaborar as diretrizes para o desenvolvimento e o fomento da produção pesqueira e aqüícola, com vistas a subsidiar a formulação da política agrícola;
IIpromover a execução e a avaliação de medidas, programas e projetos de apoio ao desenvolvimento da pesca artesanal e industrial;
IIIpromover a execução e a avaliação de medidas, programas e projetos de apoio ao fomento da aqüicultura e ao povoamento e repovoamento de coleção de água com espécies aquáticas;
IVpromover ações que visem à implantação de infra-estrutura de apoio à produção e comercialização do pescado;
Vsupervisionar, coordenar e orientar as atividades referentes as infra-estruturas de apoio à produção e circulação do pescado e das estações e postos de aqüicultura;
VIelaborar estudos e propor procedimentos e normas com vistas ao aproveitamento adequado, racional e conveniente exploração dos recursos pesqueiros;
VIIsupervisionar e implementar as ações de povoamento de águas públicas da União;
VIIIidentificar e indicar a necessidade de geração de novos conhecimentos científicos e informações sobre o desenvolvimento da pesca e da aqüicultura;
IXdesenvolver, adotar e difundir formas, mecanismos e métodos para a classificação de produtos da pesca e da aqüicultura;
Xmanter, em articulação com o Distrito Federal, estados e municípios, programas racionais de exploração da aqüicultura em águas públicas e privadas, e apoiar iniciativas visando agregar, de forma sistemática, inovações tecnológicas, métodos de cultivo sustentáveis, a capacitação técnica e o aperfeiçoamento da mão-de-obra;
XIdefinir e implementar programas de fomento setoriais, regionalizados e segmentados, de forma compartilhada e descentralizada, tendo como base a premissa da interação institucional, participação comunitária e do cooperativismo;
XIIapoiar programas de estímulo à pesca esportiva atuando em sinergia com órgãos do governo federal, do Distrito Federal, dos estados, municípios, comunidades locais e segmentos produtores de bens, equipamentos e serviços;
XIIIsubsidiar, assessorar e participar, em interação com o órgão público competente, de negociações e eventos que envolvam o comprometimento de direitos e a interferência em interesses nacionais sobre a pesca, a produção e a comercialização do pescado e interesses do setor neste particular, seja a nível nacional ou internacional.

SEÇÃO II

Do Órgão Setorial

Art. 7.
À Consultoria Jurídica, órgão setorial da Advocacia-Geral da União, compete:
Iassessorar o Ministro de Estado em assuntos de natureza jurídica;
IIexercer a coordenação das atividades dos órgãos jurídicos das entidades vinculadas;
IIIfixar a interpretação da Constituição, das leis, dos tratados e dos demais atos normativos a ser uniformemente seguida em suas áreas de atuação e coordenação quando não houver orientação normativa do Advogado-Geral da União;
IVelaborar estudos e preparar informações e pareceres, por solicitação do Ministro de Estado;
Vassistir o Ministro de Estado no controle interno da legalidade administrativa dos atos a serem por ele praticados ou já efetivados, e daqueles oriundos de órgãos ou entidades sob sua coordenação jurídica;
VIexaminar, prévia e conclusivamente, no âmbito do Ministério:
a)os textos de edital de licitação, bem como os dos respectivos contratos ou instrumentos congêneres, a serem publicados e celebrados;
b)os atos pelos quais se vá reconhecer a inexigibilidade, ou decidir a dispensa de licitação;
VIIexaminar ordens e sentenças judiciais e orientar as autoridades do Ministério quanto a seu exato cumprimento;
VIIIcoligir elementos de fato e de direito e preparar as informações que devam ser prestadas por autoridades do Ministério em ações judiciais, bem como informações solicitadas pela Advocacia-Geral da União.

SEÇÃO III

Dos Órgãos Específicos Singulares

Art. 8.
À Secretaria de Política Agrícola compete:
Iformular as diretrizes de ação governamental para a política agrícola e para a segurança alimentar;
IIanalisar e formular proposições de ação governamental para o setor agropecuário;
IIIsupervisionar a elaboração e aplicação dos mecanismos de intervenção governamental referentes à comercialização e ao abastecimento agropecuários;
IVpromover estudos e diagnósticos sobre o sistema produtivo agropecuário, bem como avaliar os efeitos da política macro econômica sobre o setor;
Vadministrar o sistema de informação agrícola;
VIidentificar prioridades, dimensionar e propor o direcionamento dos recursos para custeio ou investimento e para comercialização agrícolas, inclusive dos orçamentários, no âmbito do Sistema Nacional de Crédito Rural;
VIIpromover estudos relacionados com o seguro agrícola;
VIIIprover os serviços de secretaria-executiva do Conselho Nacional de Política Agrícola.
Art. 9.
Ao Departamento de Planejamento Agrícola compete:
Iconsolidar as diretrizes de ação governamental relativas aos assuntos de competência do Ministério, com vistas à formulação da política agrícola;
IIavaliar os efeitos da política macro econômica, nacional e internacional, sobre a produção, a comercialização e o abastecimento agropecuários;
IIIcoordenar a elaboração dos planos de safras, acompanhar e avaliar a sua execução;
IVelaborar proposições de política agrícola, para compor a proposta do Ministério, referente ao Plano Plurianual, à Lei de Diretrizes Orçamentárias e à Lei Orçamentária Anual;
Vrealizar estudos e pesquisas referentes a problemas estruturais da cadeia produtiva agrícola e aos efeitos dos instrumentos de política econômica sobre a agropecuária;
VImanter sistema de informação agrícola.
Art. 10.
Ao Departamento de Economia Agrícola compete:
Ielaborar atos regulamentadores relacionados com a operacionalização da política agrícola e acompanhar a sua execução;
IIproceder à análise conjuntural de segmentos do setor agropecuário e agroindustrial;
IIIrealizar estudos econômicos pertinentes à programação dos recursos, inclusive dos orçamentários, de custeio, de investimento e de comercialização agrícolas relativos ao Sistema Nacional de Crédito Rural.
Art. 11.
Ao Departamento de Abastecimento Agropecuário compete:
Iacompanhar e analisar os complexos agropecuários e agroindustriais, nos mercados interno e externo, sob a ótica do abastecimento;
IIarticular e promover a integração entre o setor público e a iniciativa privada, nas atividades de abastecimento, comercialização e armazenamento de produtos agrícolas;
IIIelaborar, acompanhar e avaliar as normas relativas à Política de Garantia de Preços Mínimos - PGPM e ao abastecimento agropecuário;
IVsubsidiar a programação dos recursos, inclusive orçamentários, previstos no Sistema Nacional de Crédito Rural, relativos à remoção, armazenagem e comercialização de estoques públicos.
Art. 12.
À Secretaria de Apoio Rural e Cooperativismo compete:
Ipropor subsídios à formulação da política agrícola, no que se refere à produção e ao fomento agropecuário, inclusive da heveicultura;
IIsupervisionar a execução de programas e ações nas áreas de fomento à produção agropecuária, da heveicultura, de cooperativismo e associativismo rural, de infra-estrutura rural e de proteção, manejo e conservação do solo e da água, voltados ao processo produtivo agrícola e pecuário, inclusive agricultura irrigada e drenagem, em nível de propriedade rural;
IIInormatizar, na forma da legislação específica, e supervisionar as atividades de:
a)preservação e melhoramento das espécies animais e vegetais de interesse econômico;
b)fiscalização da produção e comércio de alimentos para animais, de materiais de reprodução animal, de sementes e mudas, de corretivos, fertilizantes, inoculantes e biofertilizantes, da classificação de produtos vegetais, subprodutos e resíduos de valor econômico, da prestação de serviços de reprodução animal, mecanização e aviação agrícolas, bem como do funcionamento dos estabelecimentos de promoções turfísticas e hípicas;
c)proteção de cultivares e do Cadastro Nacional dela decorrente, conforme previsto na Lei nº 9.456, de 25 de abril de 1997;
d)desenvolvimento e fomento à produção da heveicultura;
IVelaborar estudos e implementar ações relacionados com o controle, avaliação e recomendação de cultivares;
Vimplementar a execução e o acompanhamento da programação operacional dos recursos provenientes da Lei nº 9.456/97;
VIpromover estudos e compatibilizar ações para definição de critérios de classificação de animais vivos, couros, peles e lãs para comercialização;
VIIcoordenar:
a)o Sistema Nacional de Informação Documental Agrícola - SNIDA;
b)o Sistema Brasileiro de Assistência Técnica e Extensão Rural - SIBRATER;
VIIIpromover a compatibilização das programações de pesquisa agropecuária e de assistência técnica e extensão rural.
Art. 13.
Ao Departamento de Fiscalização e Fomento da Produção Animal compete:
Ielaborar as diretrizes de ação governamental para a produção e a promoção animal, com vistas a subsidiar a formulação da política agrícola;
IIimplementar ações, elaborar, promover e avaliar a execução de programas e projetos de fomento pecuário;
IIIprogramar e promover a execução das atividades de:
a)fiscalização da produção e comercialização de alimentos para animais, materiais de multiplicação animal e de prestadores de serviços de reprodução animal;
b)desenvolvimento da eqüideocultura do País;
c)registro genealógico;
d)realização de provas zootécnicas;
e)sistema de marcas para animais;
f)fiscalização do funcionamento de estabelecimentos de promoções turfísticas e hípicas;
IVefetuar o acompanhamento do desenvolvimento da produção animal e manter bases de dados;
Videntificar necessidade de pesquisa pecuária no que se refere à produção animal;
VIimplementar a execução e o acompanhamento da programação operacional dos recursos provenientes da Lei n° 7.291, de 19 de dezembro de 1984;
VIIrealizar estudos e implementar ações relacionadas com a classificação dos animais vivos de interesse econômico, para fins de acabamento e terminação, nos termos do art. 37 da Lei n° 8.171, de 17 de janeiro de 1991;
VIIIpromover auditorias técnico-fiscal e operacional das atividades pertinentes à sua área de competência.
Art. 14.
Ao Departamento de Fiscalização e Fomento da Produção Vegetal compete:
Ielaborar as diretrizes de ação governamental para a produção e a promoção vegetal, bem como para o fomento da heveicultura, com vistas a subsidiar a formulação da política agrícola;
IIimplementar ações, elaborar, promover e avaliar a execução de programas e projetos de fomento à produção agrícola e à heveicultura, de proteção, manejo e conservação do solo e da água, voltados ao processo produtivo agropecuário, inclusive agricultura irrigada e drenagem, em nível de propriedade rural;
IIIprogramar e promover a execução das atividades de:
a)fiscalização da produção e comercialização de sementes e mudas, de corretivos, fertilizantes, biofertilizantes e inoculantes, bem como dos prestadores de serviços de mecanização e de aviação agrícolas;
b)fiscalização da classificação de produtos vegetais, seus subprodutos e resíduos de valor econômico;
IVpromover o desenvolvimento e o ordenamento das ações relacionadas com a heveicultura e a cultura de outras espécies produtoras de borracha em áreas ecologicamente apropriadas;
Vefetuar o acompanhamento do desempenho técnico da produção vegetal, da heveicultura e manter bases de dados;
VIidentificar necessidade de pesquisa científica no que se refere a produção vegetal, solo e água, mecanização e aviação agrícolas, bem como produção da borracha;
VIIimplementar a execução e o acompanhamento da programação operacional dos recursos provenientes do Decreto-Lei nº 1.899, de 21 de dezembro de 1981;
VIIIformular, disciplinar e executar as ações de incentivo ao cultivo da borracha;
IXpromover auditorias técnico-fiscal e operacional das atividades pertinentes à sua área de competência;
Art. 15.
Ao Departamento de Cooperativismo e Associativismo Rural compete:
Ielaborar as diretrizes de ação governamental para o associativismo rural e o cooperativismo, com vistas a subsidiar a formulação da política agrícola;
IIelaborar programas e projetos que tenham por objeto o desenvolvimento do associativismo rural e do cooperativismo, bem como promover e avaliar sua execução;
IIIadministrar os recursos provenientes do Fundo Nacional de Cooperativismo - FUNACOOP, instituído pelo Decreto-Lei nº 59, de 21 de novembro de 1966, e mantido pela Lei nº 5.764, de 16 de dezembro de 1971.
Art. 16.
Ao Departamento de Infra-Estrutura Rural compete:
Ielaborar as diretrizes da ação governamental para infra-estrutura rural, com vistas a subsidiar a formulação da política agrícola;
IIelaborar programas e projetos que tenham por objeto o desenvolvimento da eletrificação rural, bem como promover e avaliar sua execução;
IIIapoiar ações, em articulação com outros organismos governamentais, voltadas para a infra-estrutura rural.
Art. 17.
Ao Departamento de Assistência Técnica e Extensão Rural compete:
Ielaborar as diretrizes de ação governamental para a assistência técnica e a extensão rural, com vistas a subsidiar a formulação das políticas agrícola e agrária;
IIpromover a modernização de processos de trabalho atualmente utilizados pelos extensionistas rurais, com vistas à melhoria da qualidade dos serviços de assistência técnica e extensão rural;
IIIelaborar programas e projetos de assistência técnica e extensão rural, bem como promover e avaliar sua execução, inclusive das ações decorrentes de acordos de empréstimos internacionais;
IVpromover e acompanhar a operacionalização do Sistema Brasileiro de Assistência Técnica e Extensão Rural - SIBRATER.
Art. 18.
À Secretaria de Defesa Agropecuáriacompete:
Ipropor subsídios à formulação da política agrícola no que se refere à defesa agropecuária;
IInormatizar e supervisionar, na forma da legislação específica, as atividades de:
a)defesa sanitária animal e vegetal;
b)inspeção de produtos e derivados de origem animal e de bebidas, vinagres, vinhos e derivados do vinho e da uva;
c)fiscalização da produção, da comercialização e da utilização de produtos veterinários e de agrotóxicos, seus componentes e afins;
d)análise laboratorial como suporte às ações de defesa sanitária, de inspeção de produtos de origem animal, de fiscalização de insumos agropecuários e de bebidas, vinagres, vinhos e derivados do vinho e da uva;
IIIimplementar as ações decorrentes de decisões de organismos internacionais e acordos com governos estrangeiros relativas aos assuntos de sua competência.
Art. 19.
Ao Departamento de Defesa Animal compete:
Ielaborar as diretrizes de ação governamental para a defesa sanitária animal, com vistas a subsidiar a formulação da política agrícola;
IIprogramar e promover a execução das atividades de:
a)vigilância zoossanitária;
b)profilaxia e combate às doenças dos animais;
c)fiscalização do trânsito internacional e interestadual de animais, de produtos e derivados de origem animal e de materiais diversos de uso na veterinária;
d)fiscalização da industrialização, comercialização e da utilização de produtos de uso veterinário;
e)promoção de campanhas de educação zoossanitária;
f)apoio laboratorial voltado para as ações de defesa sanitária animal, inspeção de produtos de origem animal e de fiscalização de insumos pecuários, bem como a produção, em caráter supletivo, de produtos biológicos;
IIIpromover auditorias técnico-fiscal e operacional das atividades pertinentes a sua área de competência.
Art. 20.
Ao Departamento de Defesa e Inspeção Vegetal compete:
Ielaborar as diretrizes de ação governamental para a defesa sanitária vegetal e de inspeção de produtos de origem vegetal, com vistas a subsidiar a formulação da política agrícola;
IIprogramar e promover a execução das atividades de:
a)vigilância fitossanitária;
b)profilaxia e combate às doenças e pragas dos vegetais;
c)fiscalização do trânsito internacional e interestadual de vegetais, partes de vegetais, seus produtos e subprodutos e de bebidas, vinagres, vinhos e derivados do vinho e da uva;
d)fiscalização da produção e comercialização de agrotóxicos, de seus componentes e afins, e de bebidas, vinagres, vinhos e derivados do vinho e da uva;
e)promoção de campanhas de educação fitossanitária;
f)apoio laboratorial voltado para as ações de defesa sanitária vegetal, de fiscalização de insumos agrícolas, de bebidas, vinagres, vinhos e derivados da uva e do vinho e de produtos vegetais;
IIIpromover auditorias técnico-fiscal e operacional das atividades pertinentes à sua área de competência.
Art. 21.
Ao Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Animal compete:
Ielaborar as diretrizes de ação governamental para a inspeção de produtos e derivados de origem animal, com vistas a subsidiar a formulação da política agrícola;
IIprogramar e promover a execução das atividades de inspeção sanitária e industrial de produtos de origem animal;
IIIpromover auditorias técnico-fiscal e operacional das atividades pertinentes à sua área de competência.
Art. 22.
À Secretaria de Produção e Comercialização compete:
Iformular e implementar programas de produção e comercialização no setor agropecuário;
IIdesenvolver e estimular ações e programas que visem a promoção e a comercialização de produtos agropecuários nos mercados interno e externo;
IIIformular propostas de políticas e programas para o setor cafeeiro e para o setor sucroalcooleiro, incluindo o planejamento e o exercício da ação governamental nas atividades do setor agroindustrial canavieiro, previstos em lei, bem como orientar, coordenar e avaliar a execução das medidas aprovadas;
IVformular propostas e participar de eventos sobre negociações de acordos ou convênios internacionais concernentes aos temas agropecuários e da agroindústria;
Vimplementar, controlar e supervisionar medidas para o incremento da qualidade e competitividade dos setores da agroindústria; e
VIcriar instrumentos para promover a utilização eficiente dos meios logísticos para o escoamento da produção de forma eficaz e competitiva.
Parágrafo únicoCompete ainda, à Secretaria da Produção e Comercialização na condição de Secretaria-Executiva do Conselho Deliberativo da Política do Café prestar-lhe o apoio técnico e administrativo necessário ao seu funcionamento.
Art. 23.
Ao Departamento do Açúcar e do Álcool compete:
Iplanejar, coordenar e supervisionar a execução de ações que visem subsidiar a formulação, implementação, controle e avaliação das políticas concernentes ao setor sucroalcooleiro;
IIsupervisionar e controlar as atividades do setor sucroalcooleiro previstas em leis e regulamentos; e
IIIelaborar os planos anuais de safra para o setor sucroalcooleiro com vistas à garantia do abastecimento interno de álcool e de açúcar e acompanhar a sua execução.
Art. 24.
Ao Departamento do Café compete:
Iplanejar, coordenar e supervisionar a execução das atividades e das ações que visem subsidiar a formulação, implementação, controle e avaliação das políticas públicas concernentes ao setor cafeeiro;
IIpropor, coordenar e aplicar medidas com vistas ao equilíbrio entre a oferta e a demanda para exportação e consumo interno de café; e
IIIplanejar, coordenar e executar ações para a aplicação dos recursos do Fundo de Defesa da Economia Cafeeira - FUNCAFÉ, inclusive a elaboração das propostas de orçamentos anuais e a contabilização dos atos e fatos relativos à sua operacionalização.
Art. 25.
Ao Departamento de Comercialização compete:
Itraçar planos de ação estratégicos que visem direcionar e estimular a comercialização interna e externa de produtos agropecuários;
IIorientar, coordenar e avaliar a execução de medidas na área de promoção da comercialização de produtos agropecuários;
IIIpropor diretrizes de política comercial para o incentivo das cadeias produtivas no setor do agronegócio;
IVexecutar atividades que visem subsidiar a formulação, controle e avaliação de políticas públicas concernentes ao incremento da qualidade e competitividade dos setores da agroindústria; e
Vpromover a interação entre os diversos agentes do setor agropecuário, considerando as diversas ações desenvolvidas pelo Ministério para os setores interno e externo.
Art. 26.
À Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueiracompete:
Ipromover o aperfeiçoamento da lavoura cacaueira e o desenvolvimento da produção de cacau no País;
IIadministrar os recursos provenientes do Fundo Geral do Cacau - FUNGECAU, criado pelo Decreto nº 86.179, de 6 de julho de 1981.
Art. 27.
Ao Instituto Nacional de Meteorologia compete:
Ipromover a execução de estudos e levantamentos meteorológicos e climatológicos aplicados à agricultura e a outras atividades;
IIcoordenar, elaborar e executar programas e projetos de pesquisas agrometeorológicas e de acompanhamento das modificações climáticas e ambientais;.
IIIelaborar e divulgar, diariamente, em nível nacional, a previsão de tempo, avisos e boletins meteorológicos especiais;
IVestabelecer, coordenar e operar as redes de observações meteorológicas e de transmissão de dados meteorológicos, inclusive aquelas integradas à rede internacional.

SEÇÃO IV

Das Unidades Descentralizadas

Art. 28.
Às Delegacias Federais de Agricultura compete, consoante orientações técnicas dos órgãos específicos singulares e setoriais do Ministério, a execução:
Idas atividades e programas de defesa agropecuária, cooperativismo, associativismo e assistência técnica e extensão rural;
IIda administração de recursos humanos e de serviços gerais;
IIIda programação, acompanhamento e execução orçamentária e financeira.
Parágrafo únicoAs Delegacias, têm jurisdição no âmbito de cada Estado, podendo haver alteração desse limite, no interesse comum, para execução das atividades de defesa agropecuária, cooperativismo, associativismo e assistência técnica e extensão rural, mediante ato do Ministro de Estado.

SEÇÃO V

Dos Órgãos Colegiados

Art. 29.
Ao Conselho Nacional de Política Agrícola - CNPA compete:
Iorientar a elaboração do Plano de Safra;
IIpropor ajustamentos ou alterações na política agrícola;
IIImanter sistema de análise e informação sobre a conjuntura econômica e social da atividade agrícola;
IVcontrolar a aplicação da Política Agrícola, especialmente no que concerne ao fiel cumprimento dos seus objetivos e a adequada aplicação dos recursos destinados ao setor;
Vorientar na identificação das prioridades a serem estabelecidas no Plano de Diretrizes Agrícolas, tendo em vista o disposto no inciso anterior;
VIopinar sobre a pauta dos produtos amparados pela política de garantia dos preços mínimos estabelecidos pelo Ministério da Agricultura e do Abastecimento, que deverão ser publicados, pelo menos, sessenta dias antes do plantio, mantendo-se atualizados até a comercialização da respectiva safra, considerando as sazonalidades regionais;
VIIassessorar o Ministério da Agricultura e do Abastecimento na fixação, anualmente, dos volumes mínimos do estoque regulador e estratégico para cada produto, tipo e localização, levando-se em conta as necessárias informações do Governo e da iniciativa privada.
Parágrafo únicoAo Conselho Nacional de Política Agrícola compete, ainda, coordenar a organização de Conselhos Estaduais e Municipais de Política Agrícola, com as mesmas finalidades, no âmbito de suas competências.
Art. 30.
À Comissão Especial de Recursos - CER compete decidir, em única instância administrativa, sobre recursos relativos à apuração de prejuízos e respectivas indenizações no âmbito do Programa de Garantia da Atividade Agropecuária - PROAGRO.
Parágrafo únicoFuncionará junto à CER o Comitê Permanente de Avaliação e Acompanhamento do PROAGRO, criado pelo Decreto nº 175, de 10 de julho de 1991.
Art. 31.
Ao Conselho Deliberativo da Política do Café compete:
Iaprovar plano de safra para o setor, compreendendo o programa de produção da exportação de café verde, solúvel, torrado e moído;
IIautorizar a realização de programas e projetos de pesquisa agronômica, mercadológica e de estimativa de safra;
IIIaprovar, anualmente, a proposta orçamentária referente aos recursos do Fundo de Defesa da Economia Cafeeira - FUNCAFÉ, criado pelo Decreto-Lei nº 2.295, de 21 de novembro de 1986;
IVregulamentar ações que visem à manutenção do equilíbrio entre a oferta e a demanda do café para exportação e consumo interno;
Vestabelecer cooperação técnica e financeira, nacional e internacional, com organismos oficiais ou privados no campo da cafeicultura;
VIaprovar políticas de estocagem e de administração dos armazéns de café;
VIIpropor ao Conselho Monetário Nacional o valor da quota de contribuição de que trata o Decreto-Lei nº 2.295, de 1986, e a aprovação de agente financeiro para atuar nas operações de financiamento de que trata o Decreto nº 94.874, de 15 de setembro de 1987.
Art. 32.
Conselho Deliberativo da Política do Café tem a seguinte composição:
Io Ministro de Estado da Agricultura e do Abastecimento, que o presidirá;
IIo Secretário-Executivo do Ministério da Agricultura e do Abastecimento;
IIIo Secretário da Produção e Comercialização do Ministério da Agricultura e do Abastecimento;
IVum representante do Ministério da Fazenda;
Vum representante do Ministério das Relações Exteriores;
VIum representante do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior;
VIIum representante do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão;
VIIIdois representantes do Conselho Nacional do Café;
IXum representante da Confederação Nacional de Agricultura;
Xum representante da Associação Brasileira da Indústria do Café;
XIum representante da Associação Brasileira da Indústria do Café Solúvel; e
XIIum representante do Conselho de Exportadores de Café Verde do Brasil.
§ 1ºOs representantes, e respectivos suplentes, dos Ministérios e das entidades mencionadas neste artigo serão designados pelo Ministro de Estado da Agricultura e do Abastecimento, com mandato de dois anos, permitida a recondução.
§ 2ºAs funções exercidas pelos representantes no Conselho não serão remuneradas, correndo as despesas com transporte e diárias por conta dos Ministérios e entidades representadas.
§ 3ºO Presidente do Conselho, em seus impedimentos eventuais, será substituído pelo Secretário-Executivo do Ministério da Agricultura e do Abastecimento.
Art. 33.
Conselho Deliberativo da Política do Café reunir-se-á, ordinariamente, a cada dois meses e, extraordinariamente, por convocação de seu presidente ou mediante requerimento subscrito por seis de seus membros.
Parágrafo únicoAs deliberações do Conselho serão tomadas por maioria simples e seu presidente só votará em caso de empate.
Art. 34.
Ao Presidente do Conselho Deliberativo da Política do Café incumbe:
Iconvocar as reuniões do Conselho;
IIdirigir as reuniões do Conselho, zelando pela sua ordem e regularidade;
IIIdecidir ad referendum do Conselho matérias urgentes;
IVfirmar atos bilaterais de cooperação técnico-financeira.
Art. 35.
As decisões do Conselho Deliberativo da Política do Café serão baixadas por resoluções assinadas pelo seu presidente e publicadas no Diário Oficial da União.

CAPÍTULO IV

DAS ATRIBUIÇÕES DOS DIRIGENTES

SEÇÃO I

Do Secretário-Executivo

Art. 36.
Ao Secretário-Executivo incumbe:
Icoordenar e promover a consolidação do plano de ação global do Ministério e submetê-lo a aprovação do Ministro de Estado;
IIsupervisionar e promover a avaliação da execução dos projetos e atividades do Ministério;
IIIsupervisionar e coordenar a articulação dos órgãos do Ministério com os órgãos centrais dos sistemas afetos à área de competência da Secretaria-Executiva;
IVexercer outras atribuições que lhe forem cometidas pelo Ministro de Estado.

SEÇÃO II

Dos Secretários

Art. 37.
Aos Secretários incumbe administrar a execução das atividades de suas respectivas unidades e exercer outras atribuições que lhes forem cometidas em regimento interno.
§ 1ºIncumbe, ainda, aos Secretários exercer as atribuições que lhes forem expressamente delegadas, admitida a subdelegação à autoridade diretamente subordinada.
§ 2ºAo Secretário de Política Agrícola incumbe, além das atribuições previstas neste artigo, exercer os encargos de Secretário-Executivo do Conselho Nacional de Política Agrícola - CNPA, na forma do disposto no § 3º do art. 5º da Lei nº 8.171, de 17 de janeiro de 1991.
§ 3ºAo Secretário de Produção e Comercialização incumbe, além das atribuições previstas neste artigo, exercer os encargos de Secretário-Executivo do Conselho Deliberativo da Política do Café.

SEÇÃO III

Dos Demais Dirigentes

Art. 38.
Ao Chefe de Gabinete do Ministro, ao Consultor Jurídico, aos Subsecretários, aos Diretores de Instituto, de Comissão, de Departamento e aos Delegados incumbe administrar a execução das atividades das respectivas unidades e exercer outras atribuições que lhes forem cometidas em suas respectivas áreas de competência.

CAPÍTULO V

DAS DISPOSIÇÕES GERAIS E TRANSITÓRIAS

Art. 39.
As Secretarias de Política Agrícola, Apoio Rural e Cooperativismo, de Defesa Agropecuária e de Produção e Comercialização prestarão apoio técnico ao Conselho Nacional de Política Agrícola e à Comissão Especial de Recursos, consoante suas competências específicas.
Art. 40.
s regimentos internos definirão o detalhamento dos órgãos integrantes da Estrutura Regimental, as competências das respectivas unidades e as atribuições dos seus dirigente.

ANEXO II

a)QUADRO DEMONSTRATIVO DE CARGOS EM COMISSÃO E FUNÇÕES GRATIFICADAS DO MINISTÉRIO DA AGRICULTURA E DO ABASTECIMENTO
UNIDADECARGO/ FUNÇÃO
Nº
DENOMINAÇÃO CARGOS/FUNÇÃONE/DAS/
FG
1Assessor Especial102.5
7Assessor do Ministro102.4
4Assessor102.3
2Assistente102.2
GABINETE DO MINISTRO1Chefe101.5
4Assistente102.2
9Auxiliar102.1
Coordenação2Coordenador101.3
Divisão1Chefe101.2
Serviço3Chefe101.1
Assessoria de Comunicação Social1Chefe de Assessoria101.4
Divisão2Chefe101.2
Assessoria de Assuntos Parlamentares1Chefe de Assessoria101.4
Divisão2Chefe101.2
Assessoria de Assuntos Internacionais1Chefe de Assessoria101.4
Divisão2Chefe101.2
Serviço1Chefe101.1
12FG-1
4FG-2
3FG-3
SECRETARIA EXECUTIVA1Secretário-ExecutivoNE
5Assessor do Secretário-Executivo102.4
4Assessor102.3
5Assistente102.2
Gabinete1Chefe101.4
Serviço2Chefe101.1
Coordenação-Geral de Gestão do Fundo Federal Agropecuário1Coordenador-Geral101.4
Serviço1Chefe101.1
4FG-1
1FG-2
4FG-3
SUBSECRETARIA DE PLANEJAMENTO, ORÇAMENTO E ADMINISTRAÇÃO1Subsecretário101.5
3Assistente102.2
Serviço1Chefe101.1
1Assessor102.3
1Gerente de Projeto101.1
Coordenação1Coordenador101.3
Serviço1Chefe101.1
Coordenação-Geral de Modernização e Informática1Coordenador-Geral101.4
1Auxiliar102.1
1Gerente de Programa101.2
Coordenação2Coordenador101.3
Divisão4Chefe101.2
Serviço5Chefe101.1
Coordenação-Geral de Recursos Humanos1Coordenador-Geral101.4
1Gerente de Projeto101.1
Coordenação4Coordenador101.3
Divisão4Chefe101.2
Serviço5Chefe101.1
Coordenação-Geral de Serviços Gerais1Coordenador-Geral101.4
1Auxiliar102.1
Coordenação2Coordenador101.3
Divisão4Chefe101.2
Serviço5Chefe101.1
Coordenação-Geral de Orçamento e Finanças1Coordenador-Geral101.4
1Auxiliar102.1
Coordenação2Coordenador101.3
Divisão4Chefe101.2
Serviço2Chefe101.1
Coordenação-Geral de Planejamento1Coordenador-Geral101.4
1Auxiliar102.1
Coordenação2Coordenador101.3
Divisão2Chefe101.2
Serviço1Chefe101.1
DEPARTAMENTO DE PESCA E AQÜICULTURA1Diretor101.5
Serviço1Chefe101.1
Coordenação-Geral de Aqüicultura1Coordenador-Geral101.4
2Gerente de Projeto101.1
Coordenação-Geral de Fomento à Pesca1Coordenador-Geral101.4
2Gerente de Projeto101.1
39FG-1
7FG-2
16FG-3
CONSULTORIA JURÍDICA1Consultor Jurídico101.5
2Assistente102.2
Coordenação-Geral de Assuntos Jurídicos1Coordenador-Geral101.4
Coordenação3Coordenador101.3
Divisão1Chefe101.2
Serviço2Chefe101.1
4FG-1
1FG-2
1FG-3
SECRETARIA DE POLÍTICA AGRÍCOLA1Secretário101.6
1Assessor do Secretário102.4
2Assistente102.2
2Auxiliar102.1
Gabinete1Chefe101.4
Coordenação1Coordenador101.3
Serviço2Chefe101.1
DEPARTAMENTO DE PLANEJAMENTO AGRÍCOLA1Diretor101.5
1Auxiliar102.1
4Gerente de Programa101.2
4Gerente de Projeto101.1
Coordenação-Geral de Planos e Políticas Setoriais1Coordenador-Geral101.4
Coordenação-Geral de Estatísticas e Informações Agrícolas1Coordenador-Geral101.4
DEPARTAMENTO DE ECONOMIA AGRÍCOLA1Diretor101.5
1Auxiliar102.1
4Gerente de Programa101.2
4Gerente de Projeto101.1
Coordenação-Geral de Análise Econômica1Coordenador-Geral101.4
Coordenação-Geral de Política e Acordos Comerciais1Coordenador-Geral101.4
DEPARTAMENTO DE ABASTECIMENTO AGROPECUÁRIO1Diretor101.5
1Auxiliar102.1
4Gerente de Programa101.2
4Gerente de Projeto101.1
Coordenação-Geral de Acompanhamento de Mercado1Coordenador-Geral101.4
Coordenação-Geral de Políticas de Abastecimento Agropecuário1Coordenador-Geral101.4
13FG-1
5FG-2
10FG-3
SECRETARIA DE APOIO RURAL E COOPERATIVISMO1Secretário101.6
2Assessor do Secretário102.4
3Assistente102.2
1Auxiliar102.1
Gabinete1Chefe101.4
Coordenação1Coordenador101.3
Serviço2Chefe101.1
Serviço Nacional de Proteção de Cultivares1Chefe do Serviço101.4
3Auxiliar102.1
Coordenação2Coordenador101.3
Coordenação-Geral de Informação Documental Agrícola1Coordenador-Geral101.4
Divisão1Chefe101.2
Serviço2Chefe101.1
DEPARTAMENTO DE FISCALIZAÇÃO E FOMENTO DA PRODUÇÃO ANIMAL1Diretor101.5
3Gerente de Programa101.2
3Gerente de Projeto101.1
Coordenação-Geral de Melhoramento Animal1Coordenador-Geral101.4
Coordenação-Geral de Promoção Animal1Coordenador-Geral101.4
DEPARTAMENTO DE FISCALIZAÇÃO E FOMENTO DA PRODUÇÃO VEGETAL1Diretor101.5
3Gerente de Programa101.2
4Gerente de Projeto101.1
Coordenação-Geral de Desenvolvimento Vegetal1Coordenador-Geral101.4
Coordenação-Geral de Solo e Água1Coordenador-Geral101.4
DEPARTAMENTO DE COOPERATIVISMO E ASSOCIATIVISMO RURAL1Diretor101.5
2Gerente de Programa101.2
4Gerente de Projeto101.1
Coordenação-Geral de Desenvolvimento das Organizações Associativistas1Coordenador-Geral101.4
Coordenação-Geral de Apoio à Gestão das Organizações Associativistas1Coordenador-Geral101.4
DEPARTAMENTO DE INFRA-ESTRUTURA RURAL1Diretor101.5
2Gerente de Programa101.2
2Gerente de Projeto101.1
DEPARTAMENTO DE ASSISTÊNCIA TÉCNICA E EXTENSÃO RURAL1Diretor101.5
2Gerente de Projeto101.1
14FG-1
6FG-2
12FG-3
SECRETARIA DE DEFESA AGROPECUÁRIA1Secretário101.6
1Assessor102.3
3Assistente102.2
2Gerente de Programa101.2
Gabinete1Chefe101.4
Coordenação1Coordenador101.3
Divisão3Chefe101.2
Serviço2Chefe101.1
DEPARTAMENTO DE DEFESA ANIMAL1Diretor101.5
1Auxiliar102.1
5Gerente de Projeto101.1
Coordenação3Coordenador101.3
Divisão4Chefe101.2
Serviço6Chefe101.1
Laboratório Regional3Chefe101.2
Laboratório de Apoio Animal2Chefe101.1
DEPARTAMENTO DE DEFESA E INSPEÇÃO VEGETAL1Diretor101.5
1Auxiliar102.1
5Gerente de Projeto101.1
Coordenação4Coordenador101.3
Divisão6Chefe101.2
Serviço6Chefe101.1
Laboratório Regional2Chefe101.2
Laboratório de Apoio Vegetal4Chefe101.1
DEPARTAMENTO DE INSPEÇÃO DE PRODUTOS DE ORIGEM ANIMAL1Diretor101.5
1Auxiliar102.1
Divisão4Chefe101.2
Serviço9Chefe101.1
47FG-1
16FG-2
23FG-3
SECRETARIA DE PRODUÇÃO E COMERCIALIZAÇÃO1Secretário101.6
1Assessor do Secretário102.4
Gabinete1Chefe101.4
2Assistente102.2
Serviço1Chefe101.1
DEPARTAMENTO DO AÇÚCAR E DO ÁLCOOL1Diretor101.5
Coordenação-Geral de Acompanhamento e Avaliação1Coordenador-Geral101.4
1Coordenador101.3
Divisão2Chefe101.2
Serviço1Chefe101.1
Coordenação-Geral de Operações1Coordenador-Geral101.4
2Coordenador101.3
Divisão1Chefe101.2
Serviço1Chefe101.1
DEPARTAMENTO DO CAFÉ1Diretor101.5
Coordenação-Geral de Planejamento1Coordenador-Geral101.4
1Coordenador101.3
Divisão1Chefe101.2
Coordenação-Geral de Operações1Coordenador-Geral101.4
2Coordenador101.3
Divisão1Chefe101.2
Serviço1Chefe101.1
DEPARTAMENTO DE COMERCIALIZAÇÃO1Diretor101.5
Coordenação-Geral de Comercialização1Coordenador-Geral101.4
2Coordenador101.3
Divisão2Chefe101.2
Serviço2Chefe101.1
6FG-1
3FG-2
2FG-3
COMISSÃO EXECUTIVA DO PLANO DA LAVOURA CACAUEIRA1Diretor101.5
2Auxiliar102.1
Superintendência Regional3Superintendente101.3
Divisão2Chefe101.2
Centro2Chefe101.2
Serviço11Chefe101.1
33FG-1
11FG-2
22FG-3
INSTITUTO NACIONAL DE METEOROLOGIA1Diretor101.5
1Auxiliar102.1
Distrito10Chefe101.2
Coordenação-Geral de Sistemas de Comunicação1Coordenador-Geral101.4
Divisão1Chefe101.2
Serviço1Chefe101.1
Coordenação-Geral de Agrometeorologia1Coordenador-Geral101.4
Centro1Chefe101.2
Divisão2Chefe101.2
Coordenação-Geral de Apoio Operacional1Coordenador-Geral101.4
Divisão1Chefe101.2
Serviço1Chefe101.1
39FG-1
8FG-2
22FG-3

DELEGACIAS FEDERAIS DE AGRICULTURA

DELEGACIAS DE CLASSE "A"
(Estados do RS, PR, SP. MG, SC, RJ e GO)
7Delegado101.3
7Auxiliar102.1
7Gerente de Projeto101.1
Divisão14Chefe101.2
Serviço56Chefe101.1
100FG-1
29FG-2
DELEGACIAS DE CLASSE "B"
(Estados do CE, PE, MA. MS, MT, PA, AL, ES, PB, BA e DF)
11Delegado101.3
Serviço33Chefe101.1
11Gerente de Projeto101.1
92FG-1
44FG-2
DELEGACIAS DE CLASSE "C"
(Estados do AC, RO, RR, AM, AP, TO, RN, SE e PI)
9Delegado101.3
9Gerente de Projeto101.1
Serviço9Chefe101.1
13FG-1
54FG-2
45FG-3

COMISSÃO ESPECIAL DE RECURSOS

Secretaria-Executiva1Secretário-Executivo101.4
Divisão2Chefe101.2
Serviço2Chefe101.1
1FG-2
1FG-3
b)QUADRO RESUMO DE CUSTOS DE CARGOS EM COMISSÃO E FUNÇÕES GRATIFICADAS DO MINISTÉRIO DA AGRICULTURA E DO ABASTECIMENTO
SITUAÇÃO ATUALSITUAÇÃO NOVA
CÓDIGODAS - UNITÁRIOQUANTIDADEVALOR TOTALQUANTIDADEVALOR TOTAL
DAS 101.66,52319,56426,08
DAS 101.54,941888,922098,80
DAS 101.43,0834104,7240123,20
DAS 101.31,246276,886884,32
DAS 101.21,11109120,99116128,76
DAS 101.11,00254254,00254254,00
DAS 102.54,94--14,94
DAS 102.43,082473,921649,28
DAS 102.31,241012,401012,40
DAS 102.21,112527,752628,86
DAS 102.11,003535,003535,00
SUBTOTAL 1574814,14590845,64
FG-10,31411127,41416128,96
FG-20,2418845,1219045,60
FG-30,1916431,1616130,59
SUBTOTAL 2763203,69767205,15
TOTAL (1+2)1.3371.017,831.3571.050,79

ANEXO III

a)QUADRO DEMONSTRATIVO DOS CARGOS EM COMISSÃO E FUNÇÕES GRATIFICADAS DO MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR
UNIDADECARGO/
FUNÇÃO
Nº
DENOMINAÇÃO
CARGO/FUNÇÃO
NE/DAS/
FG
1Assessor Especial do Ministro102.5
4Assessor do Ministro102.4
4Assistente do Ministro102.3
GABINETE DO MINISTRO1Chefe101.5
3Assistente102.2
4Auxiliar102.1
Serviço1Chefe101.1
5FG-1
7FG-2
6FG-3
Assessoria Parlamentar1Chefe da Assessoria101.4
Divisão2Chefe101.2
Serviço1Chefe101.1
Assessoria de Comunicação Social1Chefe da Assessoria101.4
Divisão2Chefe101.2
Serviço1Chefe101.1
Assessoria Internacional1Chefe da Assessoria101.4
SECRETARIA-EXECUTIVA1Secretário-ExecutivoNE
2Assessor do Secretário-Executivo102.4
4Assistente do Secretário-Executivo102.3
Gabinete1Chefe101.4
3Auxiliar102.1
Serviço1Chefe101.1
4FG-1
1FG-3
SUBSECRETARIA DE ASSUNTOS ADMINISTRATIVOS1Subsecretário101.5
2Assistente102.2
Serviço1Chefe101.1
17FG-1
5FG-2
4FG-3
Coordenação-Geral de Recursos Humanos1Coordenador-Geral101.4
Coordenação2Coordenador101.3
Divisão4Chefe101.2
Serviço4Chefe101.1
Coordenação-Geral de Serviços Gerais1Coordenador-Geral101.4
Coordenação2Coordenador101.3
Divisão4Chefe101.2
Serviço4Chefe101.1
Coordenação-Geral de Informação e Informática1Coordenador-Geral101.4
Coordenação2Coordenador101.3
Divisão2Chefe101.2
Coordenação-Geral de Organização e Desenvolvimento Institucional1Coordenador-Geral101.4
Coordenação2Coordenador101.3
Divisão1Chefe101.2
Serviço2Chefe101.1
SUBSECRETARIA DE PLANEJAMENTO E ORÇAMENTO1Subsecretário101.5
2Assistente102.2
Serviço1Chefe101.1
4FG-1
Coordenação-Geral de Planejamento1Coordenador-Geral101.4
Coordenação2Coordenador101.3
Divisão2Chefe101.2
Serviço1Chefe101.1
Coordenação-Geral de Orçamento1Coordenador-Geral101.4
Coordenação2Coordenador101.3
Divisão3Chefe101.2
CONSULTORIA JURÍDICA1Consultor Jurídico101.5
Coordenação-Geral de Assuntos Jurídicos1Coordenador-Geral101.4
Coordenação2Coordenador101.3
Divisão5Chefe101.2
Serviço1Chefe101.1
1FG-1
1FG-2
2FG-3
SECRETARIA DE POLÍTICA INDUSTRIAL1Secretário101.6
2Assistente102.2
Gabinete1Chefe101.4
3FG-1
7FG-2
8FG-3
DEPARTAMENTO DE COMPETITIVIDADE ESTRUTURAL1Diretor101.5
1Auxiliar102.1
Coordenação-Geral de Assuntos Internacionais1Coordenador-Geral101.4
Coordenação3Coordenador101.3
Coordenação-Geral de Infra-Estrutura1Coordenador-Geral101.4
Divisão3Chefe101.2
Serviço2Chefe101.1
DEPARTAMENTO DE COMPETITIVIDADE SETORIAL1Diretor101.5
2Auxiliar102.1
Coordenação-Geral da Indústria de Metal-Mecânica1Coordenador-Geral101.4
Divisão2Chefe101.2
Coordenação-Geral da Indústria Eletroeletrônica1Coordenador-Geral101.4
Serviço2Chefe101.1
Coordenação-Geral da Indústria Química e de Bens de Consumo1Coordenador-Geral101.4
Coordenação3Coordenador101.3
DEPARTAMENTO DE COMPETITIVIDADE EMPRESARIAL1Diretor101.5
1Auxiliar102.1
Coordenação-Geral de Micro, Pequenas e Médias Empresas1Coordenador-Geral101.4
Coordenação2Coordenador101.3
Serviço1Chefe101.1
Coordenação-Geral de Qualidade e Produtividade1Coordenador-Geral101.4
Divisão3Chefe101.2
Serviço1Chefe101.1
DEPARTAMENTO DE PLANEJAMENTO E ESTUDOS ECONÔMICOS1Diretor101.5
1Auxiliar102.1
Coordenação-Geral de Estudos Econômicos1Coordenador-Geral101.4
Divisão2Chefe101.2
Serviço2Chefe101.1
Coordenação-Geral de Articulações com os Estados1Coordenador-Geral101.4
Coordenação2Coordenador101.3
Serviço1Chefe101.1
SECRETARIA DE COMÉRCIO EXTERIOR1Secretário101.6
2Assistente102.2
Gabinete1Chefe101.4
Serviço1Chefe101.1
10FG-1
4FG-2
8FG-3
DEPARTAMENTO DE OPERAÇÕES
DE COMÉRCIO EXTERIOR
1Diretor101.5
2Auxiliar102.1
Coordenação-Geral de Desenvolvimento e Operações Comerciais1Coordenador-Geral101.4
Coordenação2Coordenador101.3
Serviço1Chefe101.1
Coordenação-Geral de Estatística e Sistemas1Coordenador-Geral101.4
Divisão3Chefe101.2
DEPARTAMENTO DE NEGOCIAÇÕES INTERNACIONAIS1Diretor101.5
2Auxiliar102.1
Coordenação-Geral de Integração e Organismos Internacionais1Coordenador-Geral101.4
Coordenação2Coordenador101.3
Divisão2Chefe101.2
Serviço1Chefe101.1
DEPARTAMENTO DE DEFESA COMERCIAL1Diretor101.5
2Auxiliar102.1
Coodenação-Geral de Investigação Comercial1Coordenador-Geral101.4
Coordenação3Coordenador101.3
Divisão2Chefe101.2
Serviço1Chefe101.1
DEPARTAMENTO DE POLÍTICAS DE COMÉRCIO EXTERIOR1Diretor101.5
Coordenação-Geral de Crédito e Financiamento1Coordenador-Geral101.4
Divisão2Chefe101.2
Serviço1Chefe101.1
Coordenação-Geral de Promoção Comercial1Coordenador-Geral101.4
Divisão2Chefe101.2
Serviço2Chefe101.1
Coordenação-Geral de Mercado Internacional1Coordenador-Geral101.4
Divisão2Chefe101.2
Serviço1Chefe101.1
Coordenação-Geral de Relações Internacionais1Coordenador-Geral101.4
Coordenação1Coordenador101.3
Serviço2Chefe101.1
SECRETARIA DE COMÉRCIO E SERVIÇOS1Secretário101.6
2Assistente102.2
Gabinete1Chefe101.4
Serviço1Chefe101.1
8FG-1
2FG-2
3FG-3
DEPARTAMENTO DE COMÉRCIO1Diretor101.5
1Auxiliar102.1
4Gerente de Programa101.4
8Supervisor de Programa101.2
DEPARTAMENTO NACIONAL DE REGISTRO DO COMÉRCIO1Diretor101.5
1Assistente102.2
2Auxiliar102.1
2Gerente de Programa101.4
6Supervisor de Programa101.2
Serviço1Chefe101.1
Junta Comercial do Distrito Federal1Presidente101.4
2Auxiliar102.1
1Secretário-Geral101.3
Serviço1Chefe101.1
DEPARTAMENTO DE SERVIÇOS1Diretor101.5
3Gerente de Programa101.4
3Gerente de Projeto101.3
5Supervisor de Programa101.2
Serviço1Chefe101.1
SECRETARIA DE TECNOLOGIA INDUSTRIAL1Secretário101.6
Gabinete1Chefe101.4
3FG-1
DEPARTAMENTO DE POLÍTICA TECNOLÓGICA1Diretor101.5
1Gerente de Programa101.4
2Gerente de Projeto101.3
1Supervisor de Programa101.2
DEPARTAMENTO DE ARTICULAÇÃO TECNOLÓGICA1Diretor101.5
2Gerente de Programa101.4
2Gerente de Projeto101.3
1Supervisor de Programa101.2

CONSELHO NACIONAL DAS ZONAS DE PROCESSAMENTO

Secretaria-Executiva1Secretário-Exexcutivo101.5
1Assistente102.2
Serviço1Chefe101.1
2FG-1
1FG-2
1FG-3
Coordenação-Geral de Análise e Acompanhamento de Projetos1Coordenador-Geral101.4
Divisão1Chefe101.2
Coordenação-Geral de Normas e Planejamento1Coordenador-Geral101.4
Divisão1Chefe101.2
b)QUADRO RESUMO DE CUSTOS DE CARGOS EM COMISSÃO E FUNÇÕES GRATIFICADAS DO MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E DO COMÉRCIO EXTERIOR
SITUAÇÃO ATUALSITUAÇÃO NOVA
CÓDIGO DAS-UNITÁRIOQTDE. VALOR TOTAL QTDE. VALOR TOTAL
DAS 106.66,52532,60426,08
DAS 101.54,942098,801888,92
DAS 101.43,0853163,2447144,76
DAS 101.31,244859,524049,60
DAS 101.21,118189,917178,81
DAS 101.11,005252,004242,00
DAS 102.54,9414,9414,94
DAS 102.43,08618,48618,48
DAS 102.31,2489,9289,92
DAS 102.21,111718,871516,65
DAS 102.11,002323,002323,00
SUBTOTAL 1314571,28275503,16
FG-10,316419,845717,67
FG-20,24307,20276,48
FG-30,19377,03336,27
SUBTOTAL 213134,0711730,42
TOTAL (1+2)445605,35392533,58

ANEXO IV

REMANEJAMENTO DE CARGOS

DO MDIC P/ O MADO MA P/ O MEPFDO MA P/ A SEGES/MP
CÓDIGODAS-UNIT.QTDE.VALOR TOTALQTDE.VALOR TOTALQTDE.VALOR TOTAL
DAS 101.66,5216,52----
DAS 101.54,9429,88----
DAS 101.43,08618,48----
DAS 101.31,2489,9222,48--
DAS 101.21,111011,10--33,33
DAS 101.11,001010,0066,0044,00
DAS 102.43,08--824,64--
DAS 102.21,1122,22--11,11
SUBTOTAL 13968,121633,1288,44
FG-10,3172,1710,3110,31
FG-20,2430,7210,24--
FG-30,1940,7610,1961,14
SUBTOTAL 2143,6530,7471,45
TOTAL (1+ 2)5371,771933,86159,89
DA SEGES/MP P/ O MADA SEGES/MP P/ O MEPF
CÓDIGODAS UNITÁRIO.QTDE.VALOR TOTALQTDE.VALOR TOTAL
DAS 101.54,9414,94
DAS 102.54,9414,94--
SUBTOTAL 114,9414,94

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