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Decreto nº 44.045, de 19 de julho de 1958

Presidência da República

Casa Civil

Subchefia para Assuntos Jurídicos

Presidência da República

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Subchefia para Assuntos Jurídicos

Aprova o Regulamento do Conselho Federal e Conselhos regionais de Medicina a que se refere a Lei nº 3.268, de 30 de setembro de 1957.

O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, usando da atribuição que lhe confere o artigo 87, inciso I, da Constituição,

DECRETA:

Art. 1.
Fica aprovado o Regulamento do Conselho Federal de Medicina e Conselhos Regionais de Medicina que, assinado pelo Ministro de Estado dos Negócios da Saúde, com êste baixa.
Art. 2.
Êste decreto entrará em vigor na data da sua publicação, revogadas as disposições em contrário.

Rio de Janeiro, em 19 de julho de 1958; 137º da Independência e 70º da República.

JUSCELINO KUBITSCHEK

Mário Pinotti

Este texto não substitui o publicado no DOU de 12.8.1958

PROJETO DO REGULAMENTO A QUE SE REFERE A LEI Nº 3.268, DE 30 DE SETEMBRO DE 1957

CAPÍTULO I

DA INSCRIÇÃO

Art. 1.
Os médicos legalmente habilitados ao exercício da profissão em virtude dos diplomas que lhes foram conferidos pelas Faculdades de Medicina oficiais ou reconhecidas do país só poderão desempenhá-lo efetivamente depois de inscreverem-se nos Conselhos Regionais de Medicina que jurisdicionarem a área de sua atividade profissional.
Parágrafo únicoA obrigatoriedade da inscrição a que se refere o presente artigo abrange todos os profissionais militantes, sem distinção de cargos ou funções públicas.
Art. 2.
O pedido de inscrição do médico deverá ser dirigido ao Presidente do competente Conselho Regional de Medicina, com declaração de: O pedido de inscrição no Conselho Regional de Medicina competente será acompanhado da seguinte documentação:
a)nome por extenso; (Revogado pelo Decreto nº 10.911, de 2021) Vigência
b)nacionalidade; (Revogado pelo Decreto nº 10.911, de 2021) Vigência
c)estado civil; (Revogado pelo Decreto nº 10.911, de 2021) Vigência
d)data e lugar do nascimento; (Revogado pelo Decreto nº 10.911, de 2021) Vigência
e)filiação; e (Revogado pelo Decreto nº 10.911, de 2021) Vigência
f)Faculdade de Medicina pela qual se formou, sendo obrigatório o reconhecimento da firma do requerente. (Revogado pelo Decreto nº 10.911, de 2021) Vigência
§ 1ºO requerimento de inscrição deverá ser acompanhado da seguinte documentação:
a)original ou fotocópia autenticada do diploma de formatura, devidamente registrado no Ministério da Educação e Cultura; (Revogado pelo Decreto nº 10.911, de 2021) Vigência
b)prova de quitação com o serviço militar (se fôr varão); (Revogado pelo Decreto nº 10.911, de 2021) Vigência
c)prova de habilitação eleitoral, (Revogado pelo Decreto nº 10.911, de 2021) Vigência
d)prova de quitação do impôsto sindical; (Revogado pelo Decreto nº 10.911, de 2021) Vigência
e)declaração dos cargos particulares ou das funções públicas de natureza médica que o requerente tenha exercido antes do presente Regulamento; (Revogado pelo Decreto nº 10.911, de 2021) Vigência
f)prova de revalidação do diploma de formatura, de conformidade com a legislação em vigor, quando o requerente, brasileiro ou não, se tiver formado por Faculdade de Medicina estrangeira; e (Revogado pelo Decreto nº 10.911, de 2021) Vigência
g)prova de registro no Serviço Nacional de Fiscalização da Medicina e Farmácia. (Revogado pelo Decreto nº 10.911, de 2021) Vigência
§ 2ºQuando o médico já tiver sido registrado pelas Repartições do Ministério da Saúde até trinta (30) de setembro de 1957, sua inscrição nos Conselhos Regionais de Medicina prescindirá da apresentação de diplomas, certificados ou cartas registradas no Ministério da Educação e Cultura, contanto que conste prova de registro naquelas Repartições do Ministério da Saúde.
§ 3ºAlém dos documentos especificados nos parágrafos anteriores, os Conselhos Regionais de Medicina poderão exigir dos requerentes ainda outros documentos que sejam julgados necessários para a complementação da inscrição.
Ioriginal ou fotocópia autenticada do diploma de conclusão de curso, expedido por instituição de ensino superior, registrado no Ministério da Educação; (Incluído pelo Decreto nº 10.911, de 2021) (Vigência)
IIcópia do certificado de alistamento militar, com prova de regularidade; (Incluído pelo Decreto nº 10.911, de 2021) (Vigência)
IIIcópia do título de eleitor e da certidão de regularidade junto à Justiça Eleitoral; (Incluído pelo Decreto nº 10.911, de 2021) (Vigência)
IVcópia da carteira de identidade; e (Incluído pelo Decreto nº 10.911, de 2021) (Vigência)
Vcomprovante de situação cadastral no Cadastro de Pessoas Físicas - CPF da Secretaria Especial da Receita Federal do Brasil do Ministério da Economia. (Incluído pelo Decreto nº 10.911, de 2021) (Vigência)
§ 1ºNa hipótese de diploma expedido por instituição de ensino superior estrangeira, o requerente deverá apresentar o diploma original, previamente revalidado e registrado em instituição de ensino superior brasileira autorizada pelo Ministério da Educação, com tradução juramentada. (Redação dada pelo Decreto nº 10.911, de 2021) (Vigência)
§ 2ºNa hipótese do § 1º, em se tratando de requerente estrangeiro, não será exigida a apresentação dos documentos previstos nos incisos I, II e III do caput. (Redação dada pelo Decreto nº 10.911, de 2021) (Vigência)
§ 3ºOs Conselhos Regionais de Medicina poderão exigir documentos complementares aos referidos neste artigo, nas hipóteses previstas em resolução do Conselho Federal de Medicina. (Redação dada pelo Decreto nº 10.911, de 2021) (Vigência)
Art. 3.
A efetivação real do registro do médico só existirá depois da sua inscrição nos assentamentos dos Conselhos Regionais de Medicina e também depois da expedição da Carteira Profissional estatuída nos artigos 18 e 19 da Lei nº 3.268, de 30 de setembro de 1957, cuja obtenção pelos interessados exige o pagamento prévio dêsse documento e o pagamento prévio da primeira anuidade, nos têrmos do art. 7º, §§ 1º e 2º, do presente regulamento.
Parágrafo únicoPara todos os Conselhos Regionais de Medicina serão uniformes as normas de processar os pedidos de inscrição, os registros e as expedições da Carteira Profissional, valendo esta como prova de identidade e cabendo ao Conselho Federal de Medicina, disciplinar, por "atos resolutórios", a matéria constante dêste artigo.
Art. 4.
O pedido de inscrição a que se refere o artigo anterior, poderá ser feito por procurador quando o médico a inscrever-se não possa deslocar-se de seu local de trabalho. Nesses casos, ser-lhe-ão enviados registrados pelo Correio, por intermédio do Tabelião da comarca os documentos a serem por êle autenticados a fim de que o requerente, em presença do Tabelião, os assine e nêles aponha a impressão digital do polegar da mão direita, dentro do prazo máximo de três (3) dias, devolvendo-os com a firma reconhecida ao Presidente do Conselho Regional que então autorizará a expedição da carteira e a inscrição.
Art. 4-A.
Para formalizar o pedido de inscrição do médico, os Conselhos Regionais de Medicina deverão: (Incluído pelo Decreto nº 10.911, de 2021) (Vigência)
Icoletar os dados biométricos do médico; (Incluído pelo Decreto nº 10.911, de 2021) (Vigência)
IIverificar se o médico consta da relação de formandos enviada pela instituição de ensino superior; e (Incluído pelo Decreto nº 10.911, de 2021) (Vigência)
IIIrealizar a confirmação individual, por meio do encaminhamento de ofício à instituição de ensino superior na qual o médico se graduou, na hipótese de não constar da relação de formandos de que trata o inciso II. (Incluído pelo Decreto nº 10.911, de 2021) (Vigência)
Art. 5.
O pedido de inscrição do médico será indeferido quando: (Redação dada pelo Decreto nº 10.911, de 2021) (Vigência)
a)o Conselho Regional de Medicina ou, em caso de recurso, o Conselho Federal de Medicina não julgarem hábil ou considerarem insuficiente o diploma apresentado pelo requerente; (Revogado pelo Decreto nº 10.911, de 2021) Vigência
b)nas mesmas circunstâncias da alínea precedente, não se encontrarem em perfeita ordem os documentos complementares anexados pelo interessado; (Revogado pelo Decreto nº 10.911, de 2021) Vigência
c)não tiver sido satisfeito o pagamento relativo à taxa de inscrição correspondente. (Revogado pelo Decreto nº 10.911, de 2021) Vigência
Ios documentos apresentados não estiverem em conformidade com o disposto no art. 2º; e (Incluído pelo Decreto nº 10.911, de 2021) (Vigência)
IIo diploma de conclusão do curso de Medicina tiver sido expedido por instituição de ensino estrangeira e não cumprir os requisitos constantes do § 1º do art. 2º. (Incluído pelo Decreto nº 10.911, de 2021) (Vigência)
Art. 6.
Fica o médico obrigado a comunicar ao Conselho Regional de Medicina em que estiver inscrito a instalação do seu consultório ou local de trabalho profissional, assim como qualquer transferência de sede, ainda quando na mesma jurisdição.
§ 1ºQuando houver mudança de sede de trabalho, bem como no caso de abandono temporário ou definitivo da profissão, obedecer-se-á às disposições dos §§ 1º, 2º, 3º e 4º do art. 18 da Lei nº 3.268, de 30 de setembro de 1957, pagando nova anuidade ao Conselho da Região onde passar a exercer a profissão.
§ 2ºQuando houver mudança de sede de trabalho para região de competência de outro Conselho Regional, o profissional deverá quitar integralmente a anuidade no Conselho Regional de Medicina de origem. (Incluído pelo Decreto nº 10.911, de 2021) (Vigência)
§ 3ºNa hipótese do § 2º, o profissional ficará isento do recolhimento no Conselho Regional na localidade de destino. (Incluído pelo Decreto nº 10.911, de 2021) (Vigência)
§ 4ºO disposto no § 2º deverá constar de modo expresso no certificado de regularidade profissional, observado o disposto no parágrafo único do art. 4º da Lei nº 12.514, de 28 de outubro de 2011. (Incluído pelo Decreto nº 10.911, de 2021) (Vigência)

CAPÍTULO II

DAS TAXAS, CARTEIRAS PROFISSIONAIS E ANUIDADES

Art. 7.
Os profissionais inscritos de acôrdo com o que preceitua a Lei nº 3.268, de 30 de setembro de 1957, ficarão obrigados ao pagamento de anuidade a serem fixadas pelo Conselho federal de Medicina.
§ 1ºO pagamento da anuidade será efetuado até o dia 31 do mês de março de cada ano, salvo no primeiro ano, quando será feito na ocasião da expedição da carteira profissional do interessado.
§ 2ºO pagamento de anuidades fora do prazo prescrito no parágrafo antecedente será efetuado com acréscimo de 20% (vinte por cento) da importância fixada.
Art. 8.
Os profissionais inscritos na forma da Lei nº 3.268, de 30 de setembro de 1957 pagarão no ato do pedido de sua inscrição, uma taxa de inscrição fixada pelo Conselho Federal de Medicina.
Art. 9.
Ao médico inscrito de acôrdo com o presente Regulamento será entregue, mediante pagamento de taxa específica de expedição de carteira profissional e fixada pela Assembléia Geral, uma carteira profissional numerada e registrada no Conselho Regional, contendo:
a)nome por extenso;
b)filiação;
c)nacionalidade e naturalidade;
d)data do nascimento;
e)designação da Faculdade de Medicina diplomadora;
f)número da inscrição anotada nesse Conselho Regional;
g)data dessa mesma inscrição;
h)retrato do médico, de frente, de 3x4cm, exibindo a data dessa fotografia;
i)assinatura do portador;
j)impressão digital do polegar da mão direita;
k)data em que foi diplomado;
l)assinaturas do Presidente e do Secretário do Conselho Regional;
m)mínimo de três (3) fôlhas para vistos e anotações sôbre o exercício da medicina;
n)mínimo de três (3) fôlhas para anotações de elogios, impedimentos e proibições;
o)declaração da validade da carteira como documento de identidade e de sua fé pública (art. 19º da Lei nº 3.268, de 30 de setembro de 1957);
p)denominação do Conselho Regional respectivo.
Parágrafo únicoO modêlo da Carteira Profissional a que se refere o art. 18º da Lei nº 3.268, de 30 de setembro de 1957, será uniforme para todo o País e fixado pelo Conselho Federal de Medicina.

CAPÍTULO III

DAS PENALIDADES

Art. 10.
s processos relativos às infrações dos princípios da ética profissional deverão revestir a forma de "autos judiciais", sendo exarados em ordem cronológica os seus pareceres e despachos.
Art. 11.
As normas processuais para o recebimento de denúncia, a sua tramitação e a aplicação de penalidade seguirão as regras constantes das resoluções do Conselho Federal de Medicina, observados os princípios da ampla defesa e do contraditório. (Redação dada pelo Decreto nº 10.911, de 2021) (Vigência)
Parágrafo únicoO Conselho Federal e os Conselhos Regionais de Medicina ficam autorizados a adotar meio eletrônico para a tramitação das sindicâncias e dos processos administrativos éticos profissionais. (Incluído pelo Decreto nº 10.911, de 2021) (Vigência)
Art. 12.
Recebida a queixa ou denúncia o Presidente a encaminhará a uma Comissão de Instrução, que, ordenará as providências específicas para o caso e depois de serem elas executadas, determinará, então, a intimação do médico ou da pessoal jurídica denunciados para, no prazo de trinta dias a contar da data do recebimento dessa intimação oferecer a defesa que tiver, acompanhando-a das alegações e dos documentos que julgar convenientes.
§ 1ºA instrução a que se refere êste artigo poderá ser feita mediante depoimento pessoal do queixoso ou denunciante, arrolamento de testemunhas, perícias e demais provas consideradas hábeis.
§ 2ºA ambas as partes é facultada a representação por advogados militantes.
Art. 13.
As intimações poderão processar-se pessoalmente e ser certificadas nos autos, ou por carta registrada cuja cópia será a estes anexada, juntamente com o comprovante do registro. Se a parte intimada não fôr encontrada, ou se o documento de intimação fôr devolvido pelo Correio será ela publicada por edital em Diário Oficial do Estado dos Territórios ou do Distrito Federal e em jornal de grande circulação na região. (Revogado pelo Decreto nº 10.911, de 2021) Vigência
Art. 14.
Somente na Secretária do Conselho de Medicina poderão as partes ou seus procuradores ter "vista" do processo, podendo, nesta oportunidade, tomar as notas que julgarem necessárias à defesa. (Revogado pelo Decreto nº 10.911, de 2021) Vigência
Parágrafo únicoÉ expressamente vedada a retirada de processos pelas partes ou seus procuradores, sob qualquer pretexto, da Secretaria do Conselho Regional sendo igualmente vedado lançar notas nos autos ou sublinhá-los de qualquer forma. (Revogado pelo Decreto nº 10.911, de 2021) Vigência
Art. 15.
Esgotado o prazo de contestação, juntada ou não a defesa, a Secretaria do Conselho Regional remeterá o processo ao Relator designado pelo Presidente para emitir parecer. (Revogado pelo Decreto nº 10.911, de 2021) Vigência
Art. 16.
s processos atinentes à ética profissional terão, além do relator, um revisor, também designado pelo Presidente e os pareceres de ambos, sem transitarem em momento algum, pela Secretaria, só serão dados a conhecer na sessão Plenária de julgamento. (Revogado pelo Decreto nº 10.911, de 2021) Vigência
Parágrafo únicoQuando estiver redigido, o parecer do relator deverá ser entregue em sessão plenária e pessoalmente, ao Presidente e êste, também pessoalmente, passará o processo às mãos do revisor, respeitados os prazos regimentais. (Revogado pelo Decreto nº 10.911, de 2021) Vigência
Art. 17.
As penas disciplinares aplicáveis aos infratores da ética profissional são as seguintes:
a)advertência confidencial, em aviso reservado;
b)censura confidencial, em aviso reservado;
c)censura pública, em publicação oficial;
d)suspensão do exercício profissional, até 30 (trinta) dias; e
e)cassação do exercício profissional.
Art. 18.
Da imposição das penalidades previstas no art. 17, caberá recurso para o Conselho Federal de Medicina nos termos do disposto no § 4º do art. 22 da Lei nº 3.268, de 1957. (Redação dada pelo Decreto nº 10.911, de 2021) (Vigência)
Art. 19.
recurso de apelação poderá ser interposto:
a)por qualquer das partes;
b)ex-officio.
Parágrafo únicoO recurso de apelação será feito mediante petição e entregue na Secretária do Conselho Regional dentro do prazo de trinta (30) dias, a contar da data da cientificação ao interessado da decisão do julgamento, na forma do art. 13 dêste regulamento. (Revogado pelo Decreto nº 10.911, de 2021) Vigência
Art. 20.
Depois da competente "vista" ao recorrido, que será de dez (10) dias, a contar da ciência do despacho do Presidente designará êste novo Relator para redigir a informação a ser prestada ao Conselho Federal de Medicina. (Revogado pelo Decreto nº 10.911, de 2021) Vigência
Art. 21.
recurso "ex-officio" será obrigatório nas decisões de que resultar cassação da autorização para o exercício profissional. (Revogado pelo Decreto nº 10.911, de 2021) Vigência
Art. 22.
Julgado o recurso em qualquer dos casos e publicado o acórdão na forma estatuída pelo Regimento Interno do Conselho Federal de Medicina serão os autos devolvidos à instância de origem do processo, para a execução do decidido.
Art. 23.
As execuções das penalidades impostas pelos Conselhos Regionais e pelo Conselho Federal de Medicina processar-se-ão na forma estabelecida pelas respectivas decisões, sendo anotadas tais penalidades na carteira profissional do médico infrator, como estatuído no § 4º do art. 18º da Lei nº 3.268, de 30-9-957.
Parágrafo únicoNo caso de cassação do exercício profissional, além, dos editais e das comunicações endereçadas às autoridades interessadas no assunto, será apreendida a carteira profissional do médico infrator.

CAPÍTULO IV

DAS ELEIÇÕES

Art. 24.
s Conselhos Regionais de Medicina terão sede nas capitais dos Estados e no Distrito Federal e serão constituídos por vinte e um conselheiros efetivos e os seus suplentes, em conformidade com o disposto no § 1º do art. 4º da Lei nº 3.268, de 1957. (Redação dada pelo Decreto nº 10.911, de 2021) (Vigência)
a)cinco membros, quando a região possuir até cinqüenta (50) médicos inscritos; (Revogado pelo Decreto nº 10.911, de 2021) Vigência
b)dez (10) até cento e cinqüenta (150) inscrições; (Revogado pelo Decreto nº 10.911, de 2021) Vigência
c)quinze (15), até trezentas (300); e finalmente; (Revogado pelo Decreto nº 10.911, de 2021) Vigência
d)vinte e um (21) membros, quando houver mais de trezentas. (Revogado pelo Decreto nº 10.911, de 2021) Vigência
§ 1ºHaverá para cada Conselho Regional tantos suplentes, de nacionalidade brasileira, quantos os membros efetivos que o compõem, como para o Conselho Federal, e que deverão ser eleitos na mesma ocasião dos efetivos, em cédula distinta, cabendo-lhes entrar em exercício em caso de impedimento de qualquer Conselheiro, por mais de trinta dias ou em caso de vaga, para concluírem o mandato em curso. (Renumerado do parágrafo único pelo Decreto nº 6.821, de 2009)
§ 2ºIndependentemente do disposto no § 1o, os Conselheiros suplentes eleitos poderão ser designados para o exercício de atividades necessárias ao funcionamento do Conselho Regional de Medicina respectivo. (Incluído pelo Decreto nº 6.821, de 2009)
§ 1ºO conselheiro suplente eleito somente entrará em exercício na hipótese de impedimento do conselheiro efetivo, por mais de trinta dias, ou na hipótese de vacância, para concluírem o mandato em curso. (Redação dada pelo Decreto nº 10.911, de 2021) (Vigência)
§ 2ºIndependentemente do disposto no § 1º, os conselheiros suplentes eleitos poderão ser designados para o exercício de atividades necessárias ao funcionamento do Conselho Federal de Medicina e do Conselho Regional de Medicina respectivo, exceto para ocupar cargo diretivo. (Redação dada pelo Decreto nº 10.911, de 2021) (Vigência)
§ 3ºOs conselheiros serão indicados pela Associação Médica Brasileira sediada na capital do respectivo Estado ou do Distrito Federal entre os seus associados. (Incluído pelo Decreto nº 10.911, de 2021) (Vigência)
§ 4ºOs conselheiros indicados pela Associação Médica Brasileira e respectivo suplente serão designados para o período do mandato e, exceto na hipótese de renúncia, não poderão ser substituídos no curso do mandato. (Incluído pelo Decreto nº 10.911, de 2021) (Vigência)
Art. 24-A.
Aos Conselhos Regionais de Medicina compete: (Incluído pelo Decreto nº 10.911, de 2021) (Vigência)
Ideliberar sobre a inscrição e o cancelamento dos profissionais no quadro do Conselho; (Incluído pelo Decreto nº 10.911, de 2021) (Vigência)
IImanter registro dos médicos legalmente habilitados, com exercício na região; (Incluído pelo Decreto nº 10.911, de 2021) (Vigência)
IIIfiscalizar o exercício da profissão de médico e das pessoas jurídicas prestadoras de serviços médicos; (Incluído pelo Decreto nº 10.911, de 2021) (Vigência)
IVconhecer, apreciar e decidir sobre assuntos relativos à ética profissional, e impor as penalidades cabíveis; (Incluído pelo Decreto nº 10.911, de 2021) (Vigência)
Velaborar a proposta do seu regimento interno e submeter à aprovação do Conselho Federal de Medicina; (Incluído pelo Decreto nº 10.911, de 2021) (Vigência)
VIexpedir carteira profissional; (Incluído pelo Decreto nº 10.911, de 2021) (Vigência)
VIIzelar pela conservação da honra, da independência do Conselho e do livre exercício legal dos direitos dos médicos; (Incluído pelo Decreto nº 10.911, de 2021) (Vigência)
VIIIpromover, por todos os meios e o seu alcance, o perfeito desempenho técnico e moral, o prestigio e o bom conceito da Medicina e daqueles que a exerçam; (Incluído pelo Decreto nº 10.911, de 2021) (Vigência)
IXpublicar relatórios anuais de seus trabalhos e a relação dos profissionais registrados; (Incluído pelo Decreto nº 10.911, de 2021) (Vigência)
Xpraticar os atos e as decisões que lhes sejam cometidos por lei; e (Incluído pelo Decreto nº 10.911, de 2021) (Vigência)
XIrepresentar ao Conselho Federal de Medicina sobre providências necessárias para a regularidade dos serviços e da fiscalização do exercício da profissão. (Incluído pelo Decreto nº 10.911, de 2021) (Vigência)
Art. 25.
dia e a hora das eleições dos membros dos Conselhos Regionais e do Conselho Federal serão fixados pelo Conselho Federal de Medicina. (Redação dada pelo Decreto nº 10.911, de 2021 (Vigência)
Art. 26.
Cabe aos Conselhos Regionais de Medicina promover as eleições. (Redação dada pelo Decreto nº 10.911, de 2021 (Vigência)
§ 1º-A As eleições serão realizadas entre sessenta e trinta dias antes do término dos mandatos em curso, mediante escrutínio secreto. (Incluído pelo Decreto nº 10.911, de 2021 (Vigência)
§ 2ºNenhum candidato poderá figurar em mais de uma chapa.
§ 3ºAs eleições serão precedidas de divulgação por edital publicado no Diário Oficial do respectivo Estado ou do Distrito Federal, em jornal de grande circulação ou disponibilização eletrônica na região e na página do respectivo Conselho Regional. (Redação dada pelo Decreto nº 10.911, de 2021 (Vigência)
Art. 27.
voto será pessoal e obrigatório em tôdas as eleições, salvo doença ou ausência comprovada do votante da região, devidamente justificadas.
§ 1ºVotarão somente os médicos inscritos na jurisdição de cada Conselho Regional e quando provarem quitação de suas anuidades.
§ 2ºO processo eleitoral poderá ser realizado pela internet, na forma estabelecida em resolução do Conselho Federal de Medicina. (Redação dada pelo Decreto nº 10.911, de 2021 (Vigência)
§ 3ºAs cédulas recebidas com as formalidades do parágrafo anterior serão computadas até o momento de encerrar-se a votação, sendo aberta a sobrecarta maior pelo Presidente do Conselho Regional, que, sem violar o segredo do voto, depositará a sobrecarta menor numa urna especial. (Revogado pelo Decreto nº 10.911, de 2021) Vigência
§ 4ºNas eleições, os votos serão recebidos durante, pelo menos, seis (6) horas contínuas, podendo, a critério do Conselho Regional e caso haja mais de duzentas (200) votantes determinarem-se locais diversos na cidade-sede para recebimentos de votos, quando então, deverão permanecer em cada local de votação dois (2) diretores ou médicos inscritos designados pelo presidente do Conselho. (Revogado pelo Decreto nº 10.911, de 2021) Vigência
Art. 28.
Para os fins de eleição a Assembléia Geral funcionará de conformidade com o art. 25 da Lei número 3.268, de 30-9-957.
Art. 29.
As eleições para os Conselhos regionais serão feitas sem discriminação de cargos, que serão providos na sua primeira sessão ordinária de conformidade com os respectivos regimentos internos.
Art. 30.
Conselho Federal de Medicina normatizará o processo eleitoral e disporá sobre: (Redação dada pelo Decreto nº 10.911, de 2021 (Vigência)
Inomeação, competência e atuação da Comissão Regional Eleitoral pelo Conselho Regional de Medicina; (Incluído pelo Decreto nº 10.911, de 2021 (Vigência)
IInomeação, competência e atuação da Comissão Nacional Eleitoral pelo Conselho Federal de Medicina; (Incluído pelo Decreto nº 10.911, de 2021 (Vigência)
IIIcondições de elegibilidade; (Incluído pelo Decreto nº 10.911, de 2021 (Vigência)
IVcausas de inelegibilidade, inclusive funções públicas, cargos eletivos e cargos de direção em empresas que acarretam inelegibilidade; (Incluído pelo Decreto nº 10.911, de 2021 (Vigência)
Vregistro das chapas; (Incluído pelo Decreto nº 10.911, de 2021 (Vigência)
VIdatas das eleições; (Incluído pelo Decreto nº 10.911, de 2021 (Vigência)
VIIprocesso de votação; (Incluído pelo Decreto nº 10.911, de 2021 (Vigência)
VIIImesas receptoras; (Incluído pelo Decreto nº 10.911, de 2021 (Vigência)
IXprocesso de apuração; (Incluído pelo Decreto nº 10.911, de 2021 (Vigência)
Ximpugnações; (Incluído pelo Decreto nº 10.911, de 2021 (Vigência)
XIpropaganda eleitoral e seu controle; (Incluído pelo Decreto nº 10.911, de 2021 (Vigência)
XIIcondutas vedadas; e (Incluído pelo Decreto nº 10.911, de 2021 (Vigência)
XIIIpunições das chapas que infringirem as normas eleitorais, inclusive com possibilidade de exclusão do pleito. (Incluído pelo Decreto nº 10.911, de 2021 (Vigência)
Art. 31.
A falta injustificada do médico à eleição incorrerá no pagamento de multa estabelecida em lei. (Redação dada pelo Decreto nº 10.911, de 2021 (Vigência)

CAPÍTULO V

DO CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA

Art. 32.
Conselho Federal de Medicina será composto por vinte e oito conselheiros titulares eleitos, na forma prevista na Lei nº 3.268, de 1957, dos quais: (Redação dada pelo Decreto nº 10.911, de 2021 (Vigência)
Ium representante de cada Estado; (Incluído pelo Decreto nº 10.911, de 2021 (Vigência)
IIum representante do Distrito Federal; e (Incluído pelo Decreto nº 10.911, de 2021 (Vigência)
IIIum representante e respectivo suplente indicado pela Associação Médica Brasileira. (Incluído pelo Decreto nº 10.911, de 2021 (Vigência)
§ 1ºO quórum para as sessões plenárias do Conselho Federal de Medicina será de quinze conselheiros efetivos e para os Conselhos Regionais de Medicina será de onze conselheiros efetivos. (Incluído pelo Decreto nº 10.911, de 2021 (Vigência)
§ 2ºOs conselheiros suplentes somente poderão participar das sessões plenárias após regular convocação e na ausência do conselheiro efetivo. (Incluído pelo Decreto nº 10.911, de 2021 (Vigência)
§ 3ºOs conselheiros indicados pela Associação Médica Brasileira e respectivo suplente serão designados para o mandato e, exceto na hipótese de renúncia, não poderão ser substituídos no curso do mandato. (Incluído pelo Decreto nº 10.911, de 2021 (Vigência)
Art. 33.
Ao Conselho Federal de Medicina compete: (Redação dada pelo Decreto nº 10.911, de 2021 (Vigência)
Iorganizar o seu regimento interno; (Incluído pelo Decreto nº 10.911, de 2021 (Vigência)
IIaprovar os regimentos internos elaborados pelos Conselhos Regionais; (Incluído pelo Decreto nº 10.911, de 2021 (Vigência)
IIIeleger a Diretoria-Executiva do Conselho; (Incluído pelo Decreto nº 10.911, de 2021 (Vigência)
IVvotar e alterar o Código de Deontologia Médica, ouvidos os Conselhos Regionais; (Incluído pelo Decreto nº 10.911, de 2021 (Vigência)
Vpromover diligências ou verificações relativas ao funcionamento dos Conselhos Regionais de Medicina nos Estados e no Distrito Federal e adotar providências para sua eficiência e regularidade, quando necessárias; (Incluído pelo Decreto nº 10.911, de 2021 (Vigência)
VIintervir nos Conselhos Regionais de Medicina, inclusive com a designação de diretoria provisória, para a consecução do disposto no inciso V do caput; (Incluído pelo Decreto nº 10.911, de 2021 (Vigência)
VIIencaminhar proposta de alteração deste regulamento ao Poder Executivo federal; (Incluído pelo Decreto nº 10.911, de 2021 (Vigência)
VIIIexpedir as instruções necessárias ao bom funcionamento dos Conselhos Regionais e para a realização de sessões plenárias e de reuniões; (Incluído pelo Decreto nº 10.911, de 2021 (Vigência)
IXdirimir dúvidas suscitadas pelos Conselhos Regionais; (Incluído pelo Decreto nº 10.911, de 2021 (Vigência)
Xem grau de recurso, por provocação dos Conselhos Regionais ou de interessado, deliberar sobre: (Incluído pelo Decreto nº 10.911, de 2021 (Vigência)
a)inscrições de pessoas naturais nos Conselhos Regionais; (Incluído pelo Decreto nº 10.911, de 2021 (Vigência)
b)penalidades impostas aos inscritos pelos Conselhos Regionais; (Incluído pelo Decreto nº 10.911, de 2021 (Vigência)
c)regras de fiscalização de pessoas jurídicas prestadoras de serviços médicos; e (Incluído pelo Decreto nº 10.911, de 2021 (Vigência)
d)demais decisões proferidas pelos Conselhos Regionais de Medicina; (Incluído pelo Decreto nº 10.911, de 2021 (Vigência)
XIatualizar o valor da anuidade única cobrada aos inscritos nos Conselhos Regionais de Medicina, nos termos do disposto no § 1º do art. 6º da Lei nº 12.514, de 2011; (Incluído pelo Decreto nº 10.911, de 2021 (Vigência)
XIInormatizar a concessão de diárias, de jetons e de auxílio de representação, com a fixação do valor devido pelo Conselho Federal e pelos Conselhos Regionais; (Incluído pelo Decreto nº 10.911, de 2021 (Vigência)
XIIIexpedir normas para o desempenho ético da Medicina; (Incluído pelo Decreto nº 10.911, de 2021 (Vigência)
XIVeditar normas para estabelecer o caráter experimental de procedimentos em Medicina, a autorização ou a vedação de sua prática pelos médicos, no âmbito de sua competência, nos termos do disposto no art. 7º da Lei nº 12.842, de 10 de julho de 2013; e (Incluído pelo Decreto nº 10.911, de 2021 (Vigência)
XVofertar a educação continuada de médicos quanto ao desempenho ético da Medicina. (Incluído pelo Decreto nº 10.911, de 2021 (Vigência)
Art. 34.
A escolha do Delegado eleitor poderá recair em médicos residentes nas respectivas regiões ou em qualquer das outras, não lhes sendo permitido, todavia substabelecer credenciais. (Revogado pelo Decreto nº 10.911, de 2021) Vigência
Art. 35.
Haverá registro de chapas de candidatos ao Conselho Federal de Medicina mediante requerimento assinado, pelo menos, por três (3) Delegados eleitores em duas vias ao Presidente do mesmo, dentro do prazo de trinta (30) dias e amplamente divulgado pelo Diário Oficial da União e pela imprensa local. (Revogado pelo Decreto nº 10.911, de 2021) Vigência
Parágrafo únicoTendo recebido o regulamento, o Presidente do Conselho Federal de Medicina, depois de autenticar a primeira via dêsse documento com sua assinatura, devolverá a segunda com o competente recibo de entrega. (Revogado pelo Decreto nº 10.911, de 2021) Vigência
Art. 36.
A eleição para o Conselho Federal de Medicina será realizada entre sessenta e trinta dias antes do término do mandato em curso e a data escolhida deverá ser comunicada aos Conselhos Regionais, com antecedência mínima de trinta dias. (Redação dada pelo Decreto nº 10.911, de 2021 (Vigência)
Art. 37.
A mesa eleitoral será constituída, pelo menos, por três (3) membros da Diretoria do Conselho Federal. (Revogado pelo Decreto nº 10.911, de 2021) Vigência
§ 1ºDepois de lidas as chapas registradas, o Presidente procederá à chamada dos delegados eleitores que apresentarão suas credenciais. (Revogado pelo Decreto nº 10.911, de 2021) Vigência
§ 2ºCada delegado eleitor receberá uma sobrecarta rubricada pelo Presidente da mesa, dirigindo-se ao gabinete indevassável para encerrar as Chapas de Conselheiros efetivos e suplentes na sobrecarta que lhe foi entregue. (Revogado pelo Decreto nº 10.911, de 2021) Vigência
§ 3ºVoltando do gabinete indevassável, o Delegado assinará a lista dos votantes e, em seguida, depositará o voto na urna. (Revogado pelo Decreto nº 10.911, de 2021) Vigência
Art. 38.
Terminada a votação a mesa procederá à contagem das sobrecartas existentes na urna, cujo número deverá coincidir com o dos votantes. Verificada tal coincidência, serão abertas as sobrecartas e contadas as cédulas pelos mesários designados para tal fim. (Revogado pelo Decreto nº 10.911, de 2021) Vigência
Art. 39.
Caso nenhuma das chapas registradas obtenha maioria absoluta de votos no primeiro escrutínio, far-se-á imediatamente um segundo, no qual só serão sufragadas as duas chapas mais votadas. (Revogado pelo Decreto nº 10.911, de 2021) Vigência
Parágrafo únicoEm caso de empate, serão repetidos tantos escrutínios, quantos sejam necessários para decidir o pleito. (Revogado pelo Decreto nº 10.911, de 2021) Vigência
Art. 40.
comparecimento dos Delegados dos Conselhos Regionais de Medicina às eleições para membros do Conselho Federal será obrigatório, aplicando-se as sanções previstas em lei nos casos de ausência injustificada. (Revogado pelo Decreto nº 10.911, de 2021) Vigência

CAPÍTULO VI

DAS DISPOSIÇÕES GERAIS

Art. 41.
mandato dos Membros dos Conselhos Regionais de Medicina será meramente honorífico e durará cinco (5) anos, como o dos Membros do Conselho Federal de Medicina.
Art. 42.
As eleições para os Conselhos Regionais serão realizadas sem discriminação dos postos a serem ocupados. (Redação dada pelo Decreto nº 10.911, de 2021 (Vigência)
IA própria Diretoria do Conselho em questão, se ao menos os ocupantes dos cargos de Presidente, Primeiro Secretário e Terceiro coincidirem com os Conselheiros Regionais remanescentes ou com a integração de outros médicos, se o número dos diretores não fôr suficiente; (Revogado pelo Decreto nº 10.911, de 2021) Vigência
IIDiretoria provisória designada pelo Conselho Federal, entre os Conselheiros Regionais remanescentes ou com a integração de outros médicos, se o número dos primeiros não perfizer o necessário para o preenchimento dos três cargos essenciais, mencionados no item anterior, tudo no caso de não existir nenhum membro da Diretoria efetiva; (Revogado pelo Decreto nº 10.911, de 2021) Vigência
IIIDiretoria provisória livremente designada pelo Conselho Federal, se não houver conselheiros regionais remanescentes. (Revogado pelo Decreto nº 10.911, de 2021) Vigência
Parágrafo únicoOs membros efetivos e os suplentes eleitos nas condições do artigo 43 concluirão o mandato dos conselheiros que abriram vagas. (Revogado pelo Decreto nº 10.911, de 2021) Vigência
§ 1ºNa primeira sessão ordinária do Conselho Regional serão providos os diversos postos, nos termos do disposto em seu regimento interno. (Incluído pelo Decreto nº 10.911, de 2021 (Vigência)
§ 2ºNa hipótese de existirem vagas no Conselho Regional e não houver suplentes aptos à convocação em quantidade suficiente para o seu funcionamento, serão convocadas eleições suplementares para o preenchimento das vagas de membros efetivos e suplentes, nos termos das normas do Conselho Federal de Medicina. (Incluído pelo Decreto nº 10.911, de 2021 (Vigência)
Art. 43.
s casos omissos do presente regulamento serão resolvidos pelo Conselho Federal de Medicina.

CAPÍTULO VII

DAS DISPOSIÇÕES TRANSITÓRIAS

Art. 44.
Dentro do prazo de trinta (30) dias após a aprovação do presente Regulamento, o Conselho Federal baixará instruções com uma tabela de emolumentos (anuidades, taxas de inscrição, carteiras, etc.), a serem cobradas pelos Conselhos Regionais de todo o país.
Art. 45.
A exigência da apresentação da carteira profissional do médico, assim como a obrigatoriedade de indicar no seu receituário o respectivo número de sua carteira dos Conselhos Regionais, só se tornarão efetivos a partir de cento e oitenta (180) dias depois da publicação do presente Regulamento.
Art. 46.
s Conselhos Regionais de Medicina providenciarão a feitura ou a reforma de seus Regimentos Internos de conformidade com a Lei nº 3.268, de 30-9-1957.
Art. 47.
Revogam-se as disposições em contrário.

MÁRIO PINOTTI

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