Santa Catarina
Lei Estadual de Santa Catarina nº 9801, de 25 de dezembro de 1994
Nº 9801/1994
Anexo único. Diagnóstico, diretrizes, objetivos, metas e quadro de despesas para cada um dos Poderes e suas respectivas unidades orçamentárias.
Dispõe sobre a revisão do Plano Plurianual, para o ano de 1995 e dá outras providências.
O GOVERNADOR DO ESTADO DE SANTA CATARINA,
Faço saber a todos os habitantes deste Estado de Santa Catarina que a Assembléia Legislativa decreta e eu sanciono a seguinte Lei:
Florianópolis, 25 de dezembro de 1994
ANTÔNIO CARLOS KONDER REIS
Governador do Estado
PLANO PLURIANUAL
TERCEIRA REVISÃO
1995
Setembro de 1994
ÍNDICE
INTRODUÇÃO..............................................04
DIAGNÓSTICOS, DIRETRIZES, OBJETIVOS E SETORIAIS..............................................06
PODER LEGISLATIVO..............................................08
1 ‑ Assembléia Legislativa do Estado de Santa Catarina..............................................08
2 ‑ Tribunal de Contas do Estado de Santa Catarina..............................................09
PODER JUDICIÁRIO..............................................16
Tribunal de Justiça do Estado..............................................16
MINISTÉRIO PÚBLICO..............................................25
PODER EXECUTIVO..............................................36
1 ‑ Gabinete do Governador do Estado..............................................36
1.1 ‑ Secretaria de Estado da Casa Civil..............................................36
1.2 ‑ Procuradoria Geral do Estado..............................................39
2 ‑ Gabinete do Vice‑Governador..............................................40
3 ‑ Procuradoria Geral da Fazenda Junto Tribunal de Contas..............................................41
4 ‑ Secret. de Estado da Agricultura e do Abastecimento..............................................42
4.1 ‑ Centrais de Abast. do Estado de Santa Catarina..............................................63
4.2 ‑ Empresa de Pesquisa Agropecuária e Difusão de Tecnologia de Santa Catarina..............................................69
4.3 ‑ Companhia Integrada Des. Agrícola de Santa Catarina..............................................76
5 ‑ Secretaria de Estado da Educação, Cultura e Desporto.................................................85
5.1 ‑ Fundação Catarinense de Educação Especial..............................................109
5.2 ‑ Fundação Catarinense de Cultura..............................................................117
5.3 ‑ Fundação Universidade do Estado de Santa Catarina..............................................127
5.4 ‑ Fundação Catarinense do Desporto......................................................134
6 ‑ Secretaria de Estado da Habitação, Saneamento e Desenvolvimento Comunitário..........142
6.1 ‑ Companhia de Habitação do Estado de Santa Catarina..............................................159
6.2 ‑ Companhia de Águas e Saneamento de Santa Catarina..............................................165
7 ‑ Secretaria de Estado da Justiça e Administração..............................................172
7.1 ‑ Imprensa Oficial do Estado de Santa Catarina..............................................187
7.2 ‑ Instituto de Previdência do Estado de Santa Catarina..............................................192
8 ‑ Secretaria de Estado da Saúde..............................................196
9 ‑ Secretaria de Estado da Segurança Pública..................................................215
10 ‑ Secret. de Estado da Tecnol. Energia e Meio Ambiente..............................................256
10.1 ‑ Fundação do Meio Ambiente..................................................................276
10.2 ‑ Junta Comercial do Estado de Santa Catarina..............................................288
10.3 ‑ Centrais Elétricas de Santa Catarina...................................................290
10.4 ‑ Santa Catarina Turismo............................................................................300
10.5 ‑ Santa Catarina Gás..................................................307
11 ‑ Secretaria de Estado da Comunicação Social..............................................308
12 ‑ Secretaria de Estado do Planejamento e Fazenda..............................................311
12.1 ‑ Companhia de Desenvol. do Estado de Santa Catarina.................................................328
12.2 ‑ Banco do Estado de Santa Catarina...................................................331
12.3 ‑ Banco de Desenvol. do Estado de Santa Catarina..................................................340
12.4 ‑ Centro de Informática e Automação do Estado de Santa Catarina.............................341
13 ‑ Secretaria de Estado dos Transportes e Obras..............................................345
13.1 ‑ Administração do Porto de São Francisco do Sul..............................................362
13.2 ‑ Departamento de Estradas de Rodagem.................................................368
13.3 ‑ Departamento de Transportes e Terminais..............................................380
13.4 ‑ Departamento de Edificações e Obras Hidráulicas.................................................387
INTRODUÇÃO
O Plano Plurianual é uma plataforma de trabalho detalhada, que se consolida na programação orçamentária do Governo Estadual para o ano de 1995. Ao tempo que atende a um preceito legal de revisão e atualização, apresenta à sociedade, as ações programáticas que irá impulsionar a construção da sociedade catarinense do futuro.
O Plano Plurianual é um instrumento que explicita a visão do Governo quanto ao desenvolvimento de Santa Catarina, além disso estabelece a programação das ações governamentais para o período.
Este Plano é também um mecanismo de coordenação das ações de governo.
O Plano Plurianual representa um rigoroso exercício de planejamento governamental, promovendo a convergência do conjunto de ações públicas e dos recursos orçamentários para os eixos que implementam as transformações na realidade catarinense.
Essa revisão do Plano Plurianual fundamenta-se em efetivas transformações na ação pública, nas instituições e na organização econômica brasileira e catarinense. Aperfeiçoa e detalha o programa de governo executado desde março de 1991, que promove uma ação combinada de saneamento das finanças públicas com medidas de modernização e reestruturação da economia.
Peça integrante do processo de planejamento é apenas a expressão formal do estágio de formulação das estratégias e ações de governo. Como processo sistemático de decisões no presente sobre o futuro, o planejamento não se conclui, evidentemente, com a elaboração do Plano. Tão importante quanto o Plano são os desdobramentos e as negociações que ele promove e estimula, especialmente no âmbito da Assembléia Legislativa, onde a proposta do Executivo será, certamente, aprimorada.
Essa revisão também contribui para o aperfeiçoamento do sistema de planejamento, com o qual o Governo irá assegurar a execução eficiente e eficaz das prioridades, mediante controle e avaliação da implementação das ações. No entanto, seu sucesso e efetividade dependem da co‑responsabilidade de todos os agentes públicos e privados com capacidade de decisão e de intervenção transformadora na realidade catarinense.
PRIORIDADES ESTRATÉGICAS
GRANDES OBJETIVOS PRIORITÁRIOS
Atingir níveis de Primeiro Mundo nos padrões de atendimento de saúde à população.
Enobrecer de forma consistente os padrões de instrução no Estado, atingindo níveis de eficácia comparáveis aos dos países mais desenvolvidos.
Reduzir substancialmente o déficit habitacional, melhorando a qualidade de moradia, construindo 40.000 casas no período.
Aumentar de modo significativo a malha viária do Estado, asfaltando 500 km de estradas.
Promover um salto tecnológico na Agricultura, desenvolvendo a capacidade de empreendimento do setor, resultando Santa Catarina como o maior produtor brasileiro de alimentos.
Promover a melhoria da gestão Pública, implantando a modernização da máquina do Estado e, sua desburocratização, com a rígida obediência ao índice máximo de 60% para a rubrica de pessoal em relação à receita.
Transformar Santa Catarina em um pólo de informática e de indústrias de vanguarda tecnológica com grande importância no contexto brasileiro.
Inserir a indústria de Santa Catarina no salto da modernidade e competitividade, minimizando qualquer hiato estratégico e tecnológico,
Restabelecer a capacidade de geração do energia própria do Estado.
Melhorar o perfil da dívida do Estado, diminuindo o nível de endividamento para o prazo de 10 meses.
DIAGNÓSTICO, DIRETRIZES, OBJETIVOS E METAS SETORIAIS
A programação setorial a seguir apresenta as diretrizes, objetivos e metas de política setorial, refletindo as ações prioritárias do Governo, agora desagregadas por órgãos e unidades orçamentárias da Administração Pública Estadual em cujas responsabilidades se inserem. Cabe salientar que, em alguns casos, há delegação de determinada prioridade a mais de um órgão.
As informações contidas nos textos referentes as entidades da Administração Pública Estadual foram fornecidas pelos próprios setores que por sua vez incorporam dados relativos aos subsetores respectivos.
São também explicitadas as despesas previstas, para o exercício de 1995.
Em atenção ao disposto no artigo 120 parágrafo 1º, da Constituição Estadual, incluíram-se no Plano as seguintes categorias de despesas:
No intuito de retratar fielmente as despesas referentes às prioridades governamentais e de vincular com maior clareza o Plano Plurianual à orçamentação futura, adotou-se ainda a discriminação em nível de programa, incluindo metas físicas, alocações financeiras e perfis regionais do gasto seguindo a classificação funcional programática.
As projeções de despesas basearam-se nas estimativas das receitas do Tesouro, construídas a partir dos dados observados no período 1991/1994.
A escassez de receitas, aliada à extrema rigidez do gasto público estadual, mesmo considerando o esforço de arrecadação do Governo, reduz sensivelmente as disponibilidades para programação, exigindo uma grande seletividade nas ações. Dadas as projeções de receita, a retomada dos investimentos só poderá ser viabilizada em decorrência de medidas de contenção das despesas correntes, de pessoal e outros custeios.
Quanto à distribuição dos recursos disponíveis, para programação, a estrutura observada na execução de 1992 foram considerados, ainda os seguintes critérios:
As despesas acham-se consignadas, nos Orçamentos Fiscais e da Seguridade Social, e no orçamento de investimento no órgão responsável por sua realização, não eliminando-se, no órgão de origem, as transferências intragovernamentais.
PODER LEGISLATIVO
1. ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA DO ESTADO DE SANTA CATARINA
DIAGNÓSTICO
A complexidade e abrangência das atribuições do Poder Legislativo foram substancialmente ampliadas pela nova Constituição. Sua ação legislativa, fiscalizadora e de controle, justifica o esforço para obtenção de um relacionamento mais equilibrado com áreas técnicas de outros poderes, principalmente do Executivo.
Dentro deste quadro elege-se como prioridade a continuidade ao projeto de reestruturação e dinamização dos serviços da Assembléia Legislativa, adequando seu quadro de pessoal às atribuições decorrentes do novo diploma, inclusive no tocante ao espaço físico.
Desta forma, também as despesas com investimentos tornam-se relevantes para o ano 1995 pois, além das novas prerrogativas constitucionais, o Palácio Barriga Verde, que serve de sede do Poder Legislativo, está a requerer reformas urgentes de recuperação dos bens móveis e imóveis.
DIRETRIZES E OBJETIVOS
- Dar continuidade ao projeto de reestruturação e dinamização dos serviços legislativos.
- Concluir e equipar o anexo do Palácio Barriga Verde.
- Dar prosseguimento ao projeto de informatização do Poder Legislativo.
- Uniformizar e consolidar a legislação estadual em vigor.
- Reaparelhar e modernizar os sistemas de som e outros.
- Dotar as Comissões permanentes e temporárias da Assembléia, bem como a Comissão prevista no art. 23 do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias, de condições financeiras, técnicas e administrativas que assegurem seus regular funcionamento, para o cumprimento de sua destinação constitucional e legal.
2. TRIBUNAL DE CONTAS DO ESTADO DE SANTA CATARINA
DIAGNÓSTICO
O Tribunal de Contas do Estado de Santa Catarina é uma instituição de direito público, com a finalidade de realizar, com efetividade, a fiscalização das contas e atos de gestão das administrações públicas estadual e municipais, auxiliando o Poder Legislativo no controle externo, segundo princípios de legitimidade, moralidade, economicidade, publicidade, impessoalidade e legalidade, visando a construção de uma sociedade catarinense mais justa e responsável.
Em função das crescentes exigências sociais quanto a atividade de controle da aplicação dos escassos recursos públicos e frente a complexidade de tal atividade, o Tribunal de Contas tem desencadeado medidas que visam a modernização dos critérios metodológicos de auditoria e inspeção.
Neste sentido, os papéis de auditoria têm sido repensados; o parque de "hardware" está sendo redesenhado e renovado; novas "softweres” foram adquiridos; o espaço físico foi ampliado e racionalizado; e, o corpo técnico sido submetido a um processo contínuo de aperfeiçoamento, seja através de cursos de reciclagem, seja através de cursos de pós-graduação, nível de especialização.
A dependência financeira decorrente da falta de recursos tem reduzido a capacidade da Instituição evoluir proporcionalmente a modernização exigida pela sociedade e unidades fiscalizadas.
Cabe destacar que o Tribunal de Contas só será eficaz em razão das suas potencialidades e que tais potencialidades só poderão ser exploradas caso a escassez de recursos não as asfixie.
DIRETRIZES
- Estar presente e com maior freqüência junto aos órgãos fiscalizados, objetivando a análise operacional oportuna das despesas geradas e permitindo o conseqüente acompanhamento e exame de gestão.
- Adequar as instalações físicas do Tribunal de Contas.
- Renovar e aumentar a frota de veículos.
- Desenvolver novos sistemas e técnicas de fiscalização.
- Emitir parecer prévio sobre as contas dos prefeitos municipais.
- Apreciar os atos emanados dos gestores e administradores públicos.
- Adequar sua estrutura de cargos e funções, inclusive, admitindo e capacitando pessoal técnico.
- Reavaliar os novas meios e técnicas relativamente à sua estrutura jurídico-organizacional.
- Dotar‑se de tecnologias modernas e de meios de fiscalização e julgamento condizentes às necessidades sociais.
OBJETIVOS
- Executar a auditoria operacional e de gestão.
- Fiscalizar a aplicação de quaisquer recursos repassados pelo Estado e Municípios.
- Expandir a área de informática, interligando sistemas e criando banco de dados próprio para uso do Tribunal.
- Minimizar o manuseio e arquivo de documentos, permitindo agilização e competência nos resultados.
- Manter frota de veículos condizente às necessidades de deslocamento, bem como se fazer presente, atuante e oportuno na realização de auditorias.
- Avaliar os meios, metas e mecanismos inerentes as suas necessidades e disponibilidades com vistas ao pleno exercício de suas funções.
- Responder aos anseios sociais e constitucionais.
PLANO PLURIANUAL
PROGRAMAÇÃO FÍSICO-FINANCEIRA 1995
TRIBUNAL DE CONTAS DO ESTADO
LEGISLATIVA
R$ 1,00
PROGRAMA/META FÍSICA
1995
UNIDADE DE MEDIDA
QUANTIDADE
CUSTO
Fiscalização Financeira e Orçament. Externa
Controle Externo da Administração Estadual
Análise de Balanços
Análise de Balancetes
Análise de Prestação de Contas
Análise de Prestação de Contas
Balanço
Balancete
Prest. Contas
Prest. Contas
77
660
15.600
13.500
In Loco
Análise de Processos Licitatórios
Análise de Atos de Pessoal
Auditoria in Loco
Consultas Informais
Processo
Processo
Auditoria
Consulta
1.400
4.550
730
1.200
Diligências Encaminhadas as diversas Unidades Gestoras da Administração Estadual
Diligência
2.400
Ações de Auditoria Especial
Auditorias Especiais junto aos Órgãos da Administração Estadual
Auditoria
6
Auditorias Especiais junto aos Órgãos das Administrações Municipais
Auditoria
20
Instruções de Consultas e Recursos das Esferas Estadual e Municipal
Pareceres em Processos, Expedientes e Recursos
Parecer
1.004
Informações em Ações Judiciais e Extra-Judiciais
Parecer
3
Organização da Jurisprudência das Decisões do Tribunal de Contas
Prejulgados
Decisões
Enunciados
60
1
1
Estudo
Parecer
1
Fiscalização e Controle da Arrecadação e Aplicação dos RecursosPúblicos nos Municípios Catarinenses
Análise de Balanços
Análise de Balancetes/Licitações/Prestação de Contas/Atos de Pessoal
Auditoria in Loco
Consultorias Informais
Diligências
Balanço
Balancete
Auditoria
Consulta
Diligência
595
7.128
106
8.250
700
PLANO PLURIANUAL
PROGRAMAÇÃO FÍSICO-FINANCEIRA 1995
TRIBUNAL DE CONTAS DO ESTADO
LEGISLATIVA
R$ 1,00
PROGRAMA/META FÍSICA
1995
UNIDADE DE MEDIDA
QUANTIDADE
CUSTO
Fiscalização Financeira e Orçament. Externa
Serviços Administrativos Mantidos
Custos de Pessoal
Serv. Efetivo
Serv. Comission.
363
49
Aquisição de Máquinas, Motores e Equipamentos
De Escritório
De Comunicação
Número
Número
20
5
Aquisição de Veículos, Aeronaves e Embarcações
Veículos
Aquisição de Material de Escritório
Aquisição de Mobiliário em Geral
Número
Número
Número
3
100
300
Aquisição de Equipamentos e Materiais Permanentes Diversos
Livros e Publicações Técnicas
Outros
Número
Número
20
10
Aquisição de Hardware
Microcomputadores
Impressora de Microcomputadores
Equipamento
Equipamento
10
5
Aquisição de Software
Software Básico
Utilitários/Aplicativos
Número
Número
4
4
Administração
Capacitação de Recursos Humanos
Cursos de Pequena Duração
Evento
Participante
5
700
Cursos de Especialização
Evento
Participante
1
30
PLANO PLURIANUAL
PROGRAMAÇÃO FÍSICO-FINANCEIRA 1995
TRIBUNAL DE CONTAS DO ESTADO
ASSISTÊNCIA E PREVIDÊNCIA
R$ 1,00
PROGRAMA/META FÍSICA
1995
UNIDADE DE MEDIDA
QUANTIDADE
CUSTO
Providência
Servidores Inativos e/ou Pensionistas Mantidos
Serv. Inativo
Serv. Pension
135
7
PLANO PLURIANUAL
PROGRAMAÇÃO FINANCEIRA 1995
TRIBUNAL DE CONTAS DO ESTADO
R$ 1,00
FUNÇÃO
FONTE
RECURSOS 1995
Legislativa
Assistência e Previdência
Recursos do Tesouro - Ordinários
Recursos do Tesouro - Ordinários
7.939.080
2.860.920
PLANO PLURIANUAL
PROGRAMAÇÃO FINANCEIRA 1995
TRIBUNAL DE CONTAS DO ESTADO
R$ 1,00
PROGRAMA
FONTE
RECURSOS 1995
Fiscalização Financeira e Orcament Externa
Administração
Assistência
Previdência
Recursos do Tesouro - Ordinários
Recursos do Tesouro - Ordinários
Recursos do Tesouro - Ordinários
Recursos do Tesouro - Ordinários
7.823.641
115.439
45.360
2.815.560
TOTAIS POR FONTE
Recursos do Tesouro - Ordinários
10.800.000
PODER JUDICIÁRIO
TRIBUNAL DE JUSTIÇA
DIAGNÓSTICO
O Judiciário Catarinense encontra-se em dificuldades financeiras para investimentos. Há necessidade de construção e ampliação e reforma de prédios, de informatização dos órgãos que compõem sua estrutura, de aquisição de máquinas, móveis e equipamentos diversos para dotar a Justiça de meios visando torná-la mais ágil e dinâmica.
A par dessas necessidades, outras se acrescem com a vigência da Constituição Federal e, na sua esteira, da Estadual. Por elas foram previstas a criação e implantação dos Juizados Especiais e das Turmas de Recursos, dos Juizados de Paz Eletivos, dos Juizados Especiais da Criança e do Adolescente, de Varas Distritais, de Comarcas em Municípios de população igual ou superior a 15.000 habitantes, bem como dos Juizados Informais de Pequenas Causas, todos a determinar a expansão de demanda de espaço físico e aparelhamento material.
A fim de que os recursos humanos acompanhem a filosofia de agilização, racionalização, economicidade e eficiência, através da modernização dos serviços forenses, torna-se necessário a sua capacitação.
DIRETRIZES
- Alcançar, no período abrangido pelo presente Plano, a plenitude da eficiência dos serviços judiciários, de forma a cumprir com sua destinação constitucional em favor do usuário, de forma ágil, segura, econômica e universal.
- Implantação e gerenciar eficazmente, os novos órgãos jurisdicionais constitucionalmente previstos, levar a justiça mais perto do cidadão comum, proporcionando-lhe, dest'arte, maior comodidade.
OBJETIVOS
- Evitar o pagamento de aluguéis.
- Devolver às Prefeituras, o espaço físico ocupado pelo Poder Judiciário.
- Melhorar as condições de atendimento ao usuário da Justiça
- Reformar os prédios que estão em precárias condições.
- Informatizar o órgão priorizando o primeiro grau de jurisdição com ênfase para as comarcas de maior movimento e imediata expansão para o segundo grau.
PLANO PLURIANUAL
PROGRAMAÇÃO FÍSICO-FINANCEIRA POR REGIÃO 1995
TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO
JUDICIÁRIA
R$ 1,00
PROGRAMA/META FÍSICA
1995
UNID. MEDIDA
QTIDADE
CUSTO
Processo Judiciário
Ampliação de Fórum
300.000
Região da Grande Florianópolis
Número
M2
1
800
300.000
Construção de Prédio Público de Apoio Administrativo
700.000
Região da Grande Florianópolis
Número
M2
3
3663
700.000
PLANO PLURIANUAL
PROGRAMAÇÃO FINANCEIRA 1995
TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO
R$ 1,00
FUNÇÃO
FONTE
RECURSOS 1995
JUDICIÁRIA
Recursos do Tesouro - Ordinários
Rec. Tesouro - Rec.Ord. Vinc.
51.336.467
190.000
ASSISTÊNCIA E PREVIDÊNCIA
Recursos do Tesouro - Ordinários
10.148.833
PLANO PLURIANUAL
PROGRAMAÇÃO FINANCEIRA 1995
TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO
R$ 1,00
PROGRAMA
FONTE
RECURSOS 1995
PROCESSO JUDICIÁRIO
Recursos do Tesouro - Ordinários
Rec. Tesouro - Rec. Ord. Vinc.
48.336.467
190.00
PREVIDÊNCIA
Recursos do Tesouro - Ordinários
13.148.833
TOTAIS POR FONTE
Recursos do Tesouro - Ordinários
Rec. Tesouro - Rec. Ord. Vinc.
61.485.300
190.000
PLANO PLURIANUAL
PROGRAMAÇÃO FÍSICO-FINANCEIRA 1995
FUNDO DE REAPARELHAMENTO DO PODER JUDICIÁRIO
R$ 1,00
1995
PROGRAMA/META FÍSICA
UNIDADE DE MEDIDA
QUANTIDADE
CUSTO
Processo Judiciário
Aquisição de Máquinas, Motores e Equipamentos
De Informática
Outros
Aquisição de Material de Escritório
Aquisição de Mobiliário em Geral
Número
Número
Número
Número
50
50
450
700
400.000
270.000
10.000
200.000
Aquisição de Equipamentos e Materiais Permanente Diversos
Outros
Número
150
80.000
PLANO PLURIANUAL
PROGRAMAÇÃO FÍSICO-FINANCEIRA POR REGIÃO 1995
Fundo de Reaparelhamento do Poder Judiciário
JUDICIÁRIA
R$ 1,00
PROGRAMA/META FÍSICA
1995
UNID.MEDIDA
QTIDADE
CUSTO
Processo Judiciário
Construção de Fórum
1.975.000
Região da Grande Florianópolis
Número
M2
1
2500
270.000
Região Nordeste
Número
M2
1
8800
525.000
Região do Planalto Serrano
Número
M2
1
2000
80.000
Região Oeste
Número
M2
1
810
300.000
Região Sul
Número
M2
1
4500
750.000
Ampliação de Fórum
150.000
Região Oeste
Número
M2
1
700
150.000
Construção de Prédio Público de Apoio Administrativo
75.000
Região da Grande Florianópolis
Número
M2
1
2500
75.000
PLANO PLURIANUAL
PROGRAMAÇÃO FINANCEIRA 1995
FUNDO DE REAPARELHAMENTO DO PODER JUDICIÁRIO
R$ 1,00
FUNÇÃO
FONTE
RECURSOS 1995
JUDICIÁRIA
Transf. Rec. Tes.-Rec. Ord. Vinc.
Rec. Out. Fontes - Rec. Dir. Arrec.
190.000
3.610.000
PLANO PLURIANUAL
PROGRAMAÇÃO FINANCEIRA 1995
FUNDO DE REAPARELHAMENTO DO PODER JUDICIÁRIO
R$ 1,00
PROGRAMA
FONTE
RECURSOS 1995
PROCESSO JUDICIÁRIO
Trans. Rec. Tes.-Rec. Ord. Vinc.
Rec. Out. Fontes - Rec. Dir. Arrec.
190.000
3.610.000
TOTAIS POR FONTES
Transf. Rec. Tes.-Rec.Ord.Vinc.
Rec. Out. Fontes - Rec. Dir. Arrec.
190.000
3.610.000
MINISTÉRIO PÚBLICO
DIAGNÓSTICO
O Ministério Público, por definição constitucional, é uma instituição permanente, essencial à distribuição da Justiça e à defesa dos interesses da sociedade. É ele quem promove, com exclusividade, a responsabilização penal dos autores de delito; quem defende, nos processos judiciais cíveis, o interesse público e, também, o dos menores, incapazes e carentes: também é ele quem exerce o controle externo da atividade policial e promove a ação civil pública para a defesa do consumidor, do meio ambiente, do patrimônio público e social e de quaisquer outros interesses coletivos e difusos. Também é atribuição sua fiscalizar, sob a ótica dos direitos sociais, os serviços de relevância pública.
Para atender a toda essa gama de atribuições, conta com um órgão central - a Procuradoria-Geral de Justiça - onde funciona a administração superior da instituição, e com 163 Promotorias de Justiça, instaladas em 81 comarcas. O órgão central, onde atuam 29 Procuradores de Justiça e 8 Assessores, dispõe de uma base física de 1.300 m2 e conta com o apoio de 59 servidores administrativos. Para atendimento às 163 Promotorias de Justiça, instalações em situações precárias junto aos Fóruns de Justiça, conta com apenas 11 servidores administrativos.
Face as novas atribuições constitucionais estabelecidas para o Ministério Público, ampliando assim o seus campo específico de atuação, tornou-se ainda mais evidente a insuficiência de pessoal de apoio, a deficiência das instalações físicas tanto do órgão central como das promotorias, a falta de especialização e deficiência numérica de promotores, carência de instrumentalização material, como por exemplo da necessidade imediata de informatização dos serviços da Procuradoria Geral de Justiça e das Promotorias.
DIRETRIZES
- Reduzir os índices de criminalidade e elevar o nível de segurança da população.
- Restaurar a moralidade do serviço público e a regularização da conduta dos contribuintes.
- Preservar o Erário e o incremento da Receita Pública.
- Sustentar os padrões de cidadania e a defesa sistemática dos direitos sociais e coletivos.
- Incrementar a produtividade funcional.
- Desenvolver ações integradas com organismos afins, especialmente com os órgãos da política administrativa que militam no âmbito de sua atuação.
- Aperfeiçoar e especializar seus profissionais.
- Preservar a moralidade administrativa no plano estadual e municipal e regularidade dos serviços de relevância pública.
- Intensificar o combate à criminalidade, em especial à criminalidade etilizada.
- Defender o patrimônio público, o meio ambiente, o consumidor e o patrimônio histórico e paisagístico.
- Promover a tutela da infância e da adolescência nos casos de abandono, delinqüência e maus tratos.
OBJETIVOS
- Adquirir a nova sede física da Procuradoria‑Geral de Justiça.
- Ampliar e qualificar o quadro de pessoal permanente do Ministério Público.
- Informatizar os serviços do Ministério Público, compreendendo a Procuradoria-Geral de Justiça e as Promotorias da Capital e do Interior.
- Reaparelhar materialmente a Procuradoria-Geral de Justiça e das Promotorias de Justiça.
- Construir, ampliar e ou adquirir prédios para Promotorias Regionais.
- Implantar e manter a Escola de Aperfeiçoamento do Ministério.
- Implantar e manter as Coordenadorias Especializadas (Meio Ambiente; Consumidor; Moralidade Administrativa e Serviços Públicos: Infância e Adolescência; Criminalidade Fiscal e Econômica; Controle Externo da Atividade Policial).
- Treinar e especializar os Membros do Ministério Publico.
- Ampliar o número de cargos de Promotores de Justiça, especialmente para sustentação das atividades ligadas à defesa dos interesses público, social e coletivo.
PLANO PLURIANUAL
PROGRAMAÇÃO FÍSICO-FINANCEIRA 1995
MINISTÉRIO PÚBLICO
JUDICIÁRIA
R$ 1,00
PROGRAMA/META FÍSICA
1995
UNIDADE DE MEDIDA
QUANTIDADE
CUSTO
PROCESSO JUDICIÁRIO
Inquéritos Policiais na Área Criminal
Inquéritos Recebidos
Inquéritos Arquivados
Inquéritos Baixados a Delegacia
Em Gabinete do Mês Anterior
Inquéritos Remetidos a Outra Comarca ou Vara
Inquéritos Devolvidos pela Delegacia
Inquéritos Remetidos ao Cartório (Ação Privada)
Inquérito em Poder no Último Dia Útil do Mês
Inquérito
Inquérito
Inquérito
Inquérito
Inquérito
Inquérito
Inquérito
Inquérito
39.292
10.214
5.575
8.337
780
3.360
1.173
45.444
Denúncias Oferecidas na Área Criminal
Crimes contra a Pessoa Homicídio/Aborto
Crimes contra a Pessoa Lesão Corporal
Crimes contra a Pessoa Crimes de Trânsito
Outros Crimes
Processo
Processo
Processo
Processo
933
4.756
3.717
765
Denúncias Oferecidas na Área Criminal contra o Patrimônio
Crimes contra o Patrimônio Furto
Crimes contra o Patrimônio Roubo ou Extorção
Crimes contra o Patrimônio Estelionato e outras Fraudes
Outros
Processo
Processo
Processo
Processo
3.585
549
1.792
974
Denúncias Oferecidas na Área Criminal Contra
Crimes contra os Costumes
Crimes contra a Família
Crimes contra a Incolumidade Pública
Crimes contra a Paz Pública e a Fé Pública
Crimes contra a Administração Pública
Processo
Processo
Processo
Processo
Processo
772
93
57
187
561
PLANO PLURIANUAL
PROGRAMAÇÃO FÍSICO-FINANCEIRA 1995
MINISTÉRIO PÚBLICO
JUDICIÁRIA
R$ 1,00
PROGRAMA/META FÍSICA
1995
UNIDADE DE MEDIDA
QUANTIDADE
CUSTO
PROCESSO JUDICIÁRIO
Processos em Leis Especiais na Área Criminal
Lei de Entorpecentes Artigo 12
Lei de Entorpecentes Artigo 16
Leis de Entorpecentes Outros Artigos
Lei de Sonegação Fiscal
Código de Defesa do Consumidor
Outras Leis
Contravenção Penal
Processo
Processo
Processo
Processo
Processo
Processo
Processo
448
506
12
396
24
259
1.101
Processo na Área Criminal
Alegações Finais
Razões de Recursos
Contra Razão de Recurso
Parecer em Extinção de Punidade
Parecer em Incidente Execução
Pareceres Diversos
Cotas Diversas
Audiência Realizadas
Ato
Ato
Ato
Ato
Ato
Ato
Ato
Ato
17.524
261
1.968
4.154
11.601
11.596
26.402
36.045
Atuação no Tribunal do Júri
Julgamentos Condenatórios
Julgamentos Absolvitórios
Libelos
Atuação
Atuação
Atuação
415
410
739
Inquéritos Civis, Pareceres Oferecidos em Processos, Recursos, Participação em Audiências, Atendimento ao Público na Área Cível
Inquéritos Civis Instaurados
Inquéritos Civis Arquivados
Ações Civis Pública Instauradas
Pareceres de Acidente de Trabalho
Pareceres de Separação Judicial
Pareceres de Divórcio
Pareceres de Falência/Concordatas
Inquérito
Inquérito
Ações
Parecer
Parecer
Parecer
Parecer
64
45
84
1.303
8.832
6.688
2.731
PLANO PLURIANUAL
PROGRAMAÇÃO FÍSICO-FINANCEIRA 1995
MINISTÉRIO PÚBLICO
JUDICIÁRIA
R$ 1,00
PROGRAMA/META FÍSICA
1995
UNIDADE DE MEDIDA
QUANTIDADE
CUSTO
PROCESSO JUDICIÁRIO
Pareceres de Inventários e Arrolamentos
Pareceres de Assuntos Versando sobre Registros Públicos
Pareceres de Alimentos
Pareceres de Interdições
Pareceres de Impugnação de Loteamento
Pareceres de Usocapião
Pareceres de Desapropriação
Pareceres de Mandatos de Segurança
Pareceres de Investigação de Paternidade
Pareceres do Meio Ambiente
Pareceres em Defesa do Consumidor
Pareceres de Execução Fiscal dos Municípios
Pareceres de Execução Fiscal do Estado
Pareceres de Execução Fiscal da União
Pareceres Previdenciários
Pareceres de Justificação e Alvarás
Pareceres de Habilitações de Casamentos Despachadas
Pareceres de Assistência em Rescisões de Contratos de Trabalho
Pareceres de Cotas Diversas
Outros Pareceres
Recursos de Razões
Recursos de Conta Razões
Recursos de Pareceres
Pareceres de Homologação de Declarações de Sindicatos Rurais
Participação em Audiências na Área Cível
Atendimento ao Público na Área Cível
Parecer
Parecer
Parecer
Parecer
Parecer
Parecer
Parecer
Parecer
Parecer
Parecer
Parecer
Parecer
Parecer
Parecer
Parecer
Parecer
Parecer
Parecer
Parecer
Parecer
Parecer
Parecer
Parecer
Parecer
Atuação
Atuação
9.518
5.918
5.284
1.214
127
2.450
482
1.540
2.618
228
211
218
924
657
7.903
2.712
30.103
11.925
28.963
14.172
96
739
3.933
29.457
25.675
68.637
PLANO PLURIANUAL
PROGRAMAÇÃO FÍSICO-FINANCEIRA 1995
MINISTÉRIO PÚBLICO
JUDICIÁRIA
R$ 1,00
PROGRAMA/META FÍSICA
1995
UNIDADE DE MEDIDA
QUANTIDADE
CUSTO
PROCESSO JUDICIÁRIO
Atos Infracionais Atribuídos a Adolescentes na Área da Infância e Juventude
Boletins de Ocorrência, Autos de Apreensão ou Relatórios de Investigação Recebidos
Ato
4.502
Audiências da Apresentação ao Promotor
Arquivamento de Notícia Infracional
Remissões Concedidas
Representações Oferecidas
Recursos de Razões
Recursos de
Contra-Razões
Outras Promoções
Ato
Ato
Ato
Ato
Ato
Ato
Ato
4.231
868
2.438
1.320
9
16
2.592
Pareceres Exarados em Segunda Instância Sobre
Processos da Área Cível
Processo da Área Criminal
Centro de Recursos Extraordinários e Especiais
Parecer
Parecer
Parecer
13.722
8.586
825
Atuação na Área Cível da Infância e Juventude
Ações de Verificação de Situação de Risco por Iniciativa do Ministério Público
Ações de Verificação de Risco por Iniciativa do Advogado
Ações
Ações
492
60
Ações de Verificação de Risco em Parecer do Promotor
Ações de Guarda por Iniciativa do Ministério Público
Ações de Guarda por Iniciativa do Advogado
Ações de Guarda em Pareceres do Promotor
Ações de Tutela por Iniciativa do Ministério Público
Ações de Tutela por Iniciativa do Advogado
Ações de Tutela em Pareceres do Promotor
Ações de Adoção por Brasileiros Iniciativa do Ministério Público
Ações
Ações
Ato
Ações
Ações
Ações
Ações
Ações
1.358
415
789
3.153
156
292
782
290
PLANO PLURIANUAL
PROGRAMAÇÃO FÍSICO-FINANCEIRA 1995
MINISTÉRIO PÚBLICO
JUDICIÁRIO
R$ 1,00
PROGRAMA/META FÍSICA
1995
UNIDADE DE MEDIDA
QUANTIDADE
CUSTO
PROCESSO JUDICIÁRIO
Ações de Adoção por Brasileiros Iniciativa do Advogado
Ações
868
Ações Adoção por Brasileiros Pareceres do Promotor
Ações
3.115
Ações de Adoção por Estrangeiros por Iniciativa do Ministério Público
Ações
55
Ações de Adoção por Estrangeiros por Iniciativa do Advogado
Ações
12
Ações de Adoção por Estrangeiros Parecer do Promotor
Ações
2
Ações de Perda ou Suspensão do Pátrio Poder por Iniciativa do Ministério Público
Ações
110
Ações de Perda ou Suspensão do Pátrio Poder por Iniciativa do Advogado
Ações
55
Ações de Perda ou Suspensão do Pátrio Poder em Parecer do Promotor
Ações
283
Ações de Suprimento da Capacidade ou Consentimento para Casar por Iniciativa Do Ministério Público
Ações
64
Ações de Suprimento da Capacidade ou Consentimento para Casar por Iniciativa Do Advogado
Ações
144
Ações de Cancelamento, Retificação ou Suprimento dos Registros de Nascimento e Óbito por Iniciativa do Ministério Público
Ações
28
Ações de Cancelamento, Retificação ou Suprimento dos Registros de Nascimento e Óbito por Iniciativa do Advogado
Ações
254
Ações de Cancelamento Retificação ou Suprimento dos Registros de Nascimento e Óbito em Parecer do Promotor
Ações
535
Ações de Alimento por Iniciativa do Ministério Público
Ações
86
Ações de Alimento por Iniciativa do Advogado
Ações
775
Ações de Alimentos em Parecer do Promotor
Ações
1.416
Ações Civil Pública em Defesa de Interesse Individuais Difusos ou Coletivos por Iniciativa do Ministério Público
Ações
4
Ações Civil Pública em Defesa de Interesses Individuais Difusos ou Coletivos por Iniciativa do Advogado
Ações
16
PLANO PLURIANUAL
PROGRAMAÇÃO FÍSICO-FINANCEIRA 1995
MINISTÉRIO PÚBLICO
JUDICIÁRIA
R$ 1,00
PROGRAMA/META FÍSICA
1995
UNIDADE PÚBLICA
QUANTIDADE
CUSTO
PROCESSO JUDICIÁRIO
Ações Civil Pública em Despesa de Interesses Individuais Difusos ou Coletivos em Parecer do Promotor
Ações
72
Outras Ações por Iniciativa do Ministério Público
Outras Ações por Iniciativa do Advogado
Outras Ações em Parecer do Promotor
Recursos de Razão
Recursos de Contra-Razão
Outras Promoções
Participação em Audiências
Ações
Ações
Ações
Ações
Ações
Ações
Atuação
129
108
945
2
19
2.695
5.169
Ações de Suprimento da Capacidade ou Consentimento para Casar em Parecer do Promotor
Ações
290
PLANO PLURIANUAL
PROGRAMAÇÃO FÍSICO-FINANCEIRA POR REGIÃO 1995
MINISTÉRIO PÚBLICO
JUDICIÁRIA
R$ 1,00
PROGRAMAÇÃO/META FÍSICA
1995
UNIDADE MEDIDA
QTIDADE
CUSTO
PROCESSO JUDICIÁRIO
Construção e/ou Aquisição de Prédio para Promotora Regional
207.050
Região da Grande Florianópolis
Número
M2
1
100
41.410
Região do Vale do Itajaí
Número
M2
1
100
41.410
Região Nordeste
Número
M2
1
100
41.410
Região do Planalto
Número
M2
1
100
41.410
Região Oeste
Número
M2
1
100
41.410
Aquisição de Prédio para o Ministério Público
4.553.074
Região da Grande Florianópolis
Número
1
2.276.537
PLANO PLURIANUAL
PROGRAMAÇÃO FINANCEIRA 1995
MINISTÉRIO PÚBLICO
R$ 1,00
FUNÇÃO
FONTE
RECURSOS 1995
Judiciária
Assistência e Previdências
Recursos do Tesouro - Ordinários
Recursos do TesouroOrdinários
13.073.800
4.926.200
PLANO PLURIANUAL
PROGRAMAÇÃO FINANCEIRA 1995
MINISTÉRIO PÚBLICO
R$ 1,00
PROGRAMA
FONTE
RECURSOS 1995
Processo Judiciário
Previdência
Recursos do Tesouro - Ordinários
Recursos do Tesouro - Ordinários
13.073.800
4.926.200
TOTAIS POR FONTE
Recursos do Tesouro - Ordinários
18.000.000
PODER EXECUTIVO
1. GABINETE DO GOVERNADOR DO ESTADO
1.1 - SECRETARIA DE ESTADO DA CASA CIVIL
DIAGNÓSTICO
A Secretaria de Estado da Casa Civil desenvolve ações de suporte e assessoramento político ao governador e ao seu gabinete.
Com a implantação de uma estrutura funcional mais ágil e enxuta, com economia de meios e racionalização de pessoal, a Secretaria preparou-se para criar o seu Quadro de Pessoal Permanente, permitindo a fixação, treinamento e avaliação de seus servidores que passariam a ter dentro das carreiras estabelecidas a perspectiva de progressão.
Está sendo incorporado de forma continuada e dinâmica os avanços tecnológicos, notadamente na área da informática, dependendo da ampliação dos recursos financeiros para operar a expansão aos demais setores.
Outra necessidade da Casa Civil é a capacitação de seus recursos humanos através de seminários, congressos, cursos.
Restaram problemas graves de reforma dos Palácios da Agronômica, Cruz e Souza e Santa Catarina que serão equacionados mediante a liberação de recursos financeiros.
DIRETRIZES
- Manter a harmonia interna e externa dos agentes políticos, auxiliando o Governador na manutenção da unidade de equipe.
- Coordenar o relacionamento do Governo com os demais poderes.
- Proporcionar a integridade da Coligação Partidária e a interação as ações de Governo com a representação parlamentar em todos os níveis.
- Promover uma efetiva integração da sociedade nos planos de ação do Governo.
- Estimular a sinergia de ação do Governo, através de uma atuação permanente junto ao Colegiado.
- Reformar o Palácio da Agronômica, o Museu Cruz e Souza e o Palácio Santa Catarina, permitindo o perfeito desenvolvimento de seus trabalhos.
OBJETIVOS
- Proporcionar condições ao Governador do Estado de exercer a direção superior da administração estadual, bem como o funcionamento das unidades encarregadas da representação Civil e Militar.
- Priorizar, nas audiências com o Governador, as de natureza político.
- Coordenar a ação política do Governo junto a Assembléia Legislativa, objetivando manter o apoio da maioria parlamentar.
- Estabelecer uma linha de ação com as demais Secretarias, visando a unidade administrativa.
- Manter um sistema de acompanhamento governamental e parlamentar visando o gerenciamento das ações do Governo.
- Identificar fontes de recursos no Governo Central e órgãos creditícios, mantendo um sistema de acompanhamento dos processos de interesse do Executivo Estadual, especialmente na Capital da Republica.
- Atender suplementarmente aos interesses dos municípios e entidades catarinenses.
- Elaborar programas que visem a conscientização dos jovens catarinenses quanta a importância da participação efetiva nos destinos político, econômico e social da sua comunidade, do Estado e do País.
- Coordenar a elaboração de atos, decretos, projetos de lei e mensagens legislativas.
- Dotar a Secretaria da Casa Civil de infra-estrutura necessária que proporcione condições adequadas a otimização dos serviços prestados.
- Incorporar, de forma continua e dinâmica, os avanços tecnológicos, notadamente na área de informática, tornando os serviços mais ágeis e eficientes.
- Contemplar a Casa Civil com quadro funcional próprio permanente.
- Treinar adequadamente e qualificar os recursos humanos para melhor desempenho de suas atividades.
- Racionalizar os custos operacionais correspondentes as atividades desempenhadas pelo Gabinete do Governador.
- Reformar os Palácios da Agronômica, Cruz e Souza e Santa Catarina.
- Atender a demanda da camada social mais necessitada da população, através de transferências a entidades públicas ou privadas diretamente ou por meio de convênio com a Fundação Vida.
1.2 - PROCURADORIA GERAL DO ESTADO
DIAGNÓSTICO
Órgão criado definido constitucionalmente como instituição permanente, tem por finalidade o assessoramento, defesa, representação e consultoria jurídica ao Estado.
Diversas disposições legais, Constituição Federal da Constituição Estadual, ampliaram as atribuições do órgão em todo o Estado, inclusive vinculando à Procuradoria Geral do Estado os serviços jurídicos das autarquias e fundações. Sua estrutura de pessoal e equipamentos está, porém, longe de atender e satisfazer as exigências para o adequado cumprimento desses atribuições.
Até a presente data não possui a Procuradoria Geral do Estado quadro de pessoal próprio, e seus quadro de Procuradores é incipiente. Essa insuficiência acentua-se, ainda mais, pelo fato do Procurador Geral do Estado ser o chefe de toda a advocacia do Estado, inclusive da Procuradoria Fiscal, face aos termos do art. 103, parágrafo 1 da Constituição Estadual.
DIRETRIZES E OBJETIVOS
- Prestar assessoria ao Governador do Estado em assuntos de natureza jurídica.
- Defender o Estado e propor ações em juízo, inclusive a execução da dívida ativa.
- Prestar consultoria jurídica ao poder executivo.
- Representar o Estado no Conselho Estadual de Contribuintes.
- Instituir um quadro de pessoal de apoio e de um número de Procuradores do Estado em condições de cumprir as tarefas que lhe são inerentes.
- Instrumentalizar o órgão com equipamentos, inclusive de informatização, para ter acesso aos principais bancos de jurisprudência e de legislação do País, bem como serem adequadamente informatizados seus serviços e atividades.
- Criar um centro de estudos e pesquisas jurídicas, visando acompanhar a evolução do direito público e subsidiar os Procuradores do Estado com informações e reciclagem no campo jurídico.
- Desenvolver ações no sentido de viabilizar a construção ou aquisição de sede própria.
2. GABINETE DO VICE-GOVERNADOR
O Gabinete do Vice-Governador tem como objetivo fundamental promover a representação Governamental em assuntos pertinentes ao âmbito de sua competência, bem como desempenhar missões especiais cujo alcance e abrangência correspondem ao cumprimento dos compromissos de Governo.
3. PROCURADORIA GERAL DA FAZENDA JUNTO AO TRIBUNAL DE CONTAS
DIAGNÓSTICO
O Ministério Público junto ao Tribunal de Contas, ao qual se aplicam os princípios institucionais da unidade, indivisibilidade e independência funcional, é exercido pela Procuradoria Geral Junto ao Tribunal de Contas.
Para atender todas as atribuições, conta com um corpo de sete Procuradores e sete Consultores. Dispõe de uma base física de 190m2 e conta com o apoio de vinte servidores administrativos.
Nessa conformidade, os principais problemas e necessidades são os seguintes:
- Insuficiência de pessoal de apoio;
- Deficiência de instalações físicas;
- Falta de programas de treinamento para a Consultoria Técnica e demais servidores administrativos;
- Carência de instrumentalização material. A Procuradoria precisa contar com sistema de computação que permita agilizar a demanda de novas processos.
DIRETRIZES
- Incrementar a produtividade funcional.
- Exaurir plena e eficazmente suas competências legais.
- Aperfeiçoar e especializar seus profissionais.
OBJETIVOS
- Alocar e adaptar a sede do órgão.
- Ampliar e qualificar o quadro de pessoal permanente.
- Informatizar e reaparelhar os serviços do órgão.
- Treinar e especializar os membros do Ministério Público Especial, bem como os Consultores Técnicos.
4. SECRETARIA DE ESTADO DA AGRICULTURA E DO ABASTECIMENTO
DIAGNÓSTICO
Ocupando pouco mais de 1,12% do território nacional, Santa Catarina participa com cerca de 3,33% do Produto Inferno Bruto agrícola brasileiro (1990), evidenciando, assim, um uso econômico do território mais eficiente do que a média do País. A participação interna do setor rural no Produto Inferno Bruto do Estado se situa ao redor de 17,8%. Considerando-se neste contexto as agroindústrias e o serviços ligados à agricultura, (comércio, transportes, intermediários, financeiros e outros), estima-se que essa participação supere alargamente os 38%, o que retrata a importância do agrobusiness na economia catarinense. Santa Catarina vem ocupando um espaço cada vez maior no valor das exportações; em 1993 chegou a exportar 5,67% do total nacional, ocupando a posição de 5. maior exportador.
Em termos sociais, a expressão do setor rural não é menos significativa. Dos 4,5 milhões de habitantes do Estado, cerca de 30% trabalham e vivem no meio rural.
Em 1980, o Estado possuia cerca de 216 mil estabelecimentos agrícolas, 89% dos quais com menos de 50 hectares. Em 1985 este número passou para 235 mil. O estrato com menos de 10 hectares foi o maior responsável por este aumento, fato que merece atenção já que a fragmentação da pequena propriedade traz problemas de subsistência para as famílias que ocupam esses estabelecimentos.
A produção catarinense está, dessa forma, assentada em uma estrutura fundiária caracterizada pela pequena propriedade, situando-se ao redor de 14 hectares. A área média dos estabelecimentos com menos de 50 hectares. Assim, apesar da pequena área territorial, da topografia eminentemente acidentada e da predominância da pequena propriedade, Santa Catarina destaca-se nacionalmente principalmente nas atividades que demandam pouca área (alto densidade econômica), cabendo ressaltar a produção de aves, suínos, mel, alho fumo, cebola e maçã, nas quais Santa Catarina ocupa as primeiras posições.
Na produção do feijão, o estado ocupa a segunda posição na produção nacional. Nos demais produtos alimentares básicos (milho, arroz, batata, mandioca e trigo), sua participação e menos significativa. Sendo auto-suficiente na maioria dos produtos, preocupa-se principalmente com a qualidade e redução de custos, visando atender às principais reivindicações do consumidor catarinense.
Os principais produtos agropecuários produzidos pelo Estado, (em termos de participação no Valor Bruto da Produção), em 1993 são, pela ordem: frango (20%), milho (14,2%), suíno (14,9%), bovinos (3,9%), fumo (15,4%), feijão (4,9%), leite (6,2%), arroz (3,7%), soja (3,2%) e maçã (2,8%).
Por outro lado, os grandes estabelecimentos agrícolas de Santa Catarina representam 4,78% do número de estabelecimentos e 14,45% do valor bruto da produção anual. Os médios estabelecimentos agrícolas representam 19,24% e 39,84% do valor bruto da produção. Os pequenos estabelecimentos representam 41,80% e 35,64% do valor bruto da produção. Os miniestabelecimentos representam 28,53% e 8,82% do valor bruto da produção. Os microestabelecimentos, 5,65% e 0,25% do Valor Bruto da Produção. A grande preocupação é apresentada através do conjunto de 29.170 estabelecimentos agrícolas cujo Valor Bruto da Produção anual é menor que US$ 1.000,00 ou US$ 83,33 mensais, e que em 1985 representaram 12,71% do número de estabelecimentos agrícolas de Santa Catarina.
No que se refere à produtividade, Santa Catarina destaca-se no país, tendo, na última década, aumentado significativamente a produção por área de algumas culturas (alho, arroz, maçã e cebola). Nos demais, no entanto, a produtividade apresenta-se estagnada, ocorrendo, mesmo, queda em alguns casos, principalmente devido ao desgaste, à erosão e à correção inadequada de nossos solos, que são pronunciadamente ácidos. Merecem destaque, também, as perdas que na colheita e na armazenagem na propriedade, que, no caso do milho, devem estar próximo de 20% da produção.
Numa análise ambiental da agricultura de Santa Catarina, podem ser destacados os seguintes aspectos.
- A produção "per cápita" de muitos alimentos tem diminuindo nos últimos anos.
- A produtividade de vários produtos está em queda.
- O setor público agrícola está dissociado dos agentes mais dinâmicos;
- Os agricultores apresentam um baixo nível gerencial.
- O nível de adoção de tecnologias é baixo por parte de um percentual significativo de agricultores.
- Os recursos naturais do estado estão severamente degredados.
Diante do cenário identificado, a agricultura catarinense precisa sofrer uma readaptação “para continuar sendo identificada como modelo para o país, melhorando sua competitividade internacional". Ou seja, "a agricultura catarinense, na década de 90, precisará ser competitiva, diversificada e diferenciada em produtos e mercados de alta qualidade, de elevado valor agregado e empregadora de tecnologias apropriadas". Algumas características desta agricultura seriam as seguintes.
- Familiar empresarial;
- mais inserida no mercado inferno e voltada para o mercado externo;
- geradora de produtos de alto valor agregado;
- utilizadora de tecnologias poupadoras de recursos naturais;
- mais articulada com o complexo industrial, e
- altos índices de rendimento dos fatores de produção.
Para que a agricultura catarinense atinja este novo patamar de desenvolvimento, a Secretaria da Agricultura e Abastecimento definiu o seus papel no futuro, escolhendo, através do planejamento estratégico, a seguinte Missão: "Antever oportunidades, identificar alternativas e prover os agentes de instrumentos e serviços que induzam à modernização da agricultura, melhorem o nível de renda dos produtores rurais e pescadores e o abastecimento das populações urbanas".
DIRETRIZES
- Promover o desenvolvimento tecnológico, ampliando o intercâmbio científico e os investimentos em tecnologias apropriadas, otimizando a gestão dos recursos naturais e as oportunidades de mercado.
- Conscientizar a população para a preservação ambiental e promover a recuperação, conservação e o manejo dos recursos naturais, visando ao aumento sustentado da produtividade agrícola.
- Buscar permanentemente a adequação dos instrumentos econômico-financeiros para estimular atividades competitivas e de alto valor agregado, de modo a tornar a agricultura menos vulnerável às crises.
- Promover ações para modernizar a agricultura familiar, conferindo-lhe competitividade e maior capacidade de articulação com o complexo agroindustrial.
- Implementar o planejamento estratégico no setor público agrícola, permitindo uma melhor visão do futuro, flexibilidade de ações e rapidez de decisões, buscando sempre a efetividade dos serviços e dos instrumentos.
- Estar permanentemente voltado para a identificação e implementação de ações que racionalizem a administração pública, comprometendo-a com os resultados.
- Implementar política permanente de valorização dos recursos humanos, privilegiando a criatividade como forma de assegurar a efetividade dos serviços.
OBJETIVOS
- Ampliar a abrangência dos serviços e instrumentos para 75% do público-meta.
- Modernizar 50% das exportações agrícolas, elevando sua margem bruta em 5% ao ano.
- Identificar novas oportunidades de mercado para produtos agrícolas e agroindustriais, gerando receitas adicionais de 100 milhões de dólares por ano.
- Identificar alternativas tecnológicas apropriadas, que sejam adotadas por, no mínimo, 20% dos produtores.
- Preparar 100% dos recursos humanos para a modernização dos serviços públicos.
PLANO PLURIANUAL
PROGRAMAÇÃO FÍSICO-FINANCEIRA 1995
SECRETARIA DE ESTADO DA AGRICULTURA E ABASTECIMENTO
AGRICULTURA
R$ 1,00
PROGRAMA/META FÍSICA
1995
UNIDADE DE MEDIDA
QUANTIDADE
CUSTO
Administração
Publicação de Documentos
Relatórios e Balanços Anuais
Jornal Interno da SAA
Jornal Externo
Exemplar
Exemplar
Exemplar
1
24
12
Divulgação e Veiculação através da Mídia
Campanha Institucional
Projeto
12
Serviços Administrativos Mantidos
Servidor Efetivo
Servidor Comissionado
Servidor a Disposição de outros
Órgãos
Servidor a disposição deste Órgão
Servidor Nível Superior
Servidor Nível Médio
Servidor outro Nível
Serv. Efetivo
Serv. Comission
Servidor
Servidor
Servidor
Servidor
Servidor
367
8
282
1
35
166
163
Administração Financeira
Municípios atendidos com Recursos para Custeio
Município
260
Recursos Humanos Alocados nos Municípios
Engenheiro Agrônomo
Médico Veterinário
Técnico Agrícola
Extencionista Rural
Auxiliares Administrativos
Outros Funcionários
Número
Número
Número
Número
Número
Número
103
47
143
164
228
135
Equipamentos e Material Permanente Alocados
Veículo
453
Planejamento Governamental
Monitoramento de Safras e Mercados
Elaboração e divulgação de Análises
Conjunturais do Comportamento das Safras e do Mercado
Tiragem
Edição
900
48
Análise e Informações do Setor Agrícola Via Telemática
Edição
260
PLANO PLURIANUAL
PROGRAMAÇÃO FÍSICO-FINANCEIRA 1995
SECRETARIA DE ESTADO DA AGRICULTURA E ABASTECIMENTO
AGRICULTURA
R$ 1,00
PROGRAMA/META FÍSICA
1995
UNIDADE DE MEDIDA
QUANTIDADE
CUSTO
PLANEJAMENTO GOVERNAMENTAL
Elaboração de Informativo de Preços S. Recebido e Custo de Produção
Edição
12
Edição Sistemática de Preços Agrícolas
Edição Diária
260
Desenvolvimento de Estudos e Projetos Especiais
Estudo
Projeto
10
5
Capacitação de Recursos Humanos
Continua no País
Evento
Participante
6
150
Continua no Exterior
Evento
Participante
10
10
A Nível de Especialização
Evento
Participante
2
2
A Nível de Mestrado
Evento
Participante
1
1
Elaboração e Distribuição da Síntese Anual da Agricultura de Santa Catarina
Edição
Imagem
1
600
Planejamento e Orçamento do Setor Público Agrícola
Elaboração da Proposta Orçamentária
Relatório de Monitoria e Avaliação
Documento
Documento
1
12
Divulgação das Principais Informações Agrícolas de Santa Catarina
Tiragem
3.000
Organização Agrária
Apoio a Execução de Obras de
Melhoria da Qualidade da Água
Destino Final de Dejetos
Obra
Obra
150
Gerenciamento dos Assentamentos de Agricultures
Assistência em Projetos de Assentamento de Trabalhadores Rurais
Município
Família
26
2.204
Diagnóstico Sócio Econômico dos Assentamentos e Comunidade Indígnas
Projeto
Município
54
26
Treinamento para Técnicos e
Trabalhadores Rurais Assentados
Participante
Evento
100
5
PLANO PLURIANUAL
PROGRAMAÇÃO FÍSICO-FINANCEIRA 1995
SECRETARIA DE ESTADO DA AGRICULTURA E ABASTECIMENTO
AGRICULTURA
R$ 1,00
PROGRAMA/META FÍSICA
1995
UNIDADE DE MEDIDA
QUANTIDADE
CUSTO
ORGANIZAÇÃO AGRÁRIA
Regularização Fundiária
Levantamento da Situação Fundiária
Município
3
Ação Discriminatória Administrativa
Imóvel
Família
4
250
Levantamento Topográfico
Imóvel
Município
5
6
Elaboração de Cadastro Técnico Rural
Elaboração de Cadastro Dominial
Município
Município
1
1
Produção Vegetal
Elaboração de Projetos para Obras de Infra-Estrutura Agrícola
De Macrodrenagem
De Captação e Aduação de Água
De Irrigação e Drenagem
Projeto
Projeto
Projeto
30
48
60
Preservação de Recursos Naturais Renováveis
Desenvolvimento de Pesquisa
Em Produção de Sementes Básicas de Adubo
Mapeamento, Planejamento e Monitoramento do Uso do Solo
Pesquisa em Andamento
KG/Sementes
Mapa
Experimento
34.000
210
96
Assistência Técnica e Extensão Rural em Microbacias Hidrográficas
Família
Microbacia
29.850
199
Desenvolvimento Florestal e Proteção dos Recursos Naturais
Implantação de Viveiros para a Produção de Mudas
Viveirista
Muda
Há Reflorestado
100
55.175.500
36.730
Capacitação e Desenvolvimento de Recursos Humanos
Em Microbacias Hidrográficas
Evento
Participante
98
2.960
Desenvolvimento Florestal
Mapeamento da Aptidão Florestal Regional
KM2
Elaboração e Distribuição de Folhetos Sobre Manejo Florestal
Tiragem
20.000
PLANO PLURIANUAL
PROGRAMAÇÃO FÍSICO-FINANCEIRA 1995
SECRETARIA DE ESTADO DA AGRICULTURA E ABASTECIMENTO
AGRICULTURA
R$ 1,00
PROGRAMA/META FÍSICA
1995
UNIDADE DE MEDIDA
QUANTIDADE
CUSTO
Preservação de Recursos Naturais Rendáveis
Instalação e Manutenção de Unidades Demonstrativas
Reflorestamento Intensivo e Recuperação da Mata Nativa
Elaboração de Relatório Informativo Sobre e comercialização Florestal
Realização de Pesquisa Florestal
Unidade
Hectare
Edição
Experimento
11
30
156
5
Promoção e Extensão Rural
Aquisição e distribuição de Formicida
Elaborar Calendários de Eventos
Integrar ações entre órgãos do Setor Agrícola
Celebrar Convênios com Entidades Privadas
Tonelada
Número
Visita
Número
50
5.000
34
10
Programas Integrados
Participação em Projetos de Apoio ao Desenvolvimento Rural
Projeto
20
Participação na Aquisição de Fatores de Produção Agrícola
Aquisição e distribuição de Sementes de Hortaliças
Aquisição e distribuição de Calcáreo
Aquisição e distribuição de Kit Ferramenta
Pacote
Tonelada
Número
200.000
110.000
3.000
Ensino supletivo
Capacitação de Recursos Humanos
Continua no País
Evento
Participante
60
1.720
Energia Elétrica
Ampliação da Rede de Eletrificação Rural
Através da CELESC
KM
Consumidor
100
700
PLANO PLURIANUAL
PROGRAMAÇÃO FÍSICO-FINANCEIRA 1995
SECRETARIA DE ESTADO DA AGRICULTURA E ABASTECIMENTO
ASSISTÊNCIA E PREVIDÊNCIA
R$ 1,00
PROGRAMA/META FÍSICA
1995
UNIDADE DE MEDIDA
QUANTIDADE
CUSTO
PREVIDÊNCIA
Servidores Inativos e/ou Pensionista
Mantidos
Serv. Inativo
Serv. Pension.
456
24
PLANO PLURIANUAL
PROGRAMAÇÃO FINANCEIRA 1995
SECRETARIA DE ESTADO DA AGRICULTURA E DO ABASTECIMENTO
R$ 1,00
FUNÇÃO
FONTE
RECURSOS 1995
Agricultura
Recursos do Tesouro - Ordinários
Rec. Tes-Op. de Crédito Externas
Rec. do Tes. - Rec. de Convênios
Rec. Out. Fontes – Rec. Dir. Arrec.
8.921.410
3.339.825
828.000
30.000
Assistência e Previdência
Recursos do Tesouro - Ordinários
1.349.524
PLANO PLURIANUAL
PROGRAMAÇÃO FINANCEIRA 1995
SECRETARIA DE ESTADO DA AGRICULTURA E DO ABASTECIMENTO
R$ 1,00
PROGRAMA
FONTE
RECURSOS
1995
Administração
Recursos do Tesouro - Ordinários
2.139.829
Administração Financeira
Recursos do Tesouro - Ordinários
1.512.000
Planejamento Governamental
Recursos do Tesouro - Ordinários
Rec. do Tes.–Rec. de Convênios
Rec. Out. Fontes-Rec. Dir. Arrec.
1.090.000
3.000
30.000
Organização Agrária
Recursos do Tesouro - Ordinários
35.000
Produção Vegetal
Recursos do Tesouro - Ordinários
Rec. do Tes.-Rec. de Convênios
721.000
720.000
Preservação de Recursos Naturais Renováveis
Recursos do Tesouro - Ordinários
Rec. Tes-Op. de Cred. Externas
1.963.048
3.339.825
Promoção e Extenso Rural
Recursos do Tesouro - Ordinários
13.000
Programas Integrados
Recursos do Tesouro - Ordinários
Rec. do Tes.-Rec. de Convênios
1.430.533
100.000
Ensino Supletivo
Recursos do Tesouro - Ordinários
12.000
Energia Elétrica
Recursos do Tesouro - Ordinários
Rec. do Tes.-Rec. de Convênios
5.000
5.000
Previdência
Recursos do Tesouro - Ordinários
1.349.524
TOTAIS POR FONTE
Recursos do Tesouro - Ordinários
Rec. Tes-Op. de Cred. Externas
Rec. do Tes.-Rec. de Convênios
Rec. Out. Fontes - Rec. Dir. Arrec.
10.270.934
3.339.825
828.000
30.000
PLANO PLURIANUAL
PROGRAMA FÍSICO-FINANCEIRA 1925
FUNDO ESTADUAL DE DESENVOLVIMENTO RURAL
AGRICULTURA
R$ 1,00
PROGRAMA/META FÍSICA
1995
UNIDADE DE MEDIDA
QUANTIDADE
CUSTO
PRODUÇÃO ANIMAL
Concessão de Financiamento
Para Pesca
Pescador
Colon. Pescad.
34
22
Para Maricultura
Maricultor
Assoc. Maricult.
20
5
Para Agricultor
Piscicultor
Assoc. Piscicult.
40
10
Preservação de Recursos Naturais Renováveis
Incentivo para
Aquisição de Equipamentos para Conservação do Solo ou Controle da Poluição
Aquisição de Sementes de Adubo Verde
Conservação do Solo
Reflorestamento
Construção de Esterqueira
Instalação de Viveiros Florestais
Equipamento
KG/Sementes
Hectare
Hectare
Número
Viveiro
1.520
338.000
28.050
7.768
760
18
Promoção e Extensão Rural
Revenda de Fatores de Produção
A Produtores Individuais
Contrato
Produtor
62.170
65.150
A Prefeituras
Contrato
260
A Cooperativas e Associações de Produtores
Contrato
39
Incentivo a Investimentos
Contrato
Produtor
Cooperativa
2.370
23.400
29
Aquisição de Fatores de Produção para Revenda
KG/Sementes
Muda
Animal
Kit Armazenagem
76.000
200.000
7.000
35
Pagamento de Subsídios a Contratos Anteriores
Contrato
Produtor
Cooperativa
3.220
26.480
21
Desenvolvimento de Estudos e Projetos Especiais
Estudo
Projeto
3
2
Concessão de Financiamento para Produtores Rurais
Contrato
Produtor
195
390
PLANO PLURIANUAL
PROGRAMAÇÃO FINANCEIRA 1995
FUNDO ESTADUAL DE DESENVOLVIMENTO RURAL
AGRICULTURA
R$ 1,00
PROGRAMA/META FÍSICA
1995
UNIDADE DE MEDIDA
QUANTIDADE
CUSTO
Programação e Extensão Rural
Acompanhamento na Implantação do Seguro Agrícola
Avaliação
2
Aquisição de Máquinas e Equipamentos Para Revenda
Maqui. Agric.
Conj. Insi. Artif.
Equip. Apícola
Outros Equipamen.
370
130
1.144
130
PLANO PLURIANUAL
PROGRAMAÇÃO FINANCEIRO 1995
FUNDO ESTADUAL DE DESENVOLVIMENTO RURAL
R$ 1,00
FUNÇÃO
FONTE
RECURSOS 1995
Agricultura
Tranf. Rec. do Tes. - Ordinários
Transf. Rec. Tes.-Op. C. Ext.
Rec. Out. Fontes - Rec. Dir. Arrec.
2.933.066
1.412.613
1.676.680
PLANO PLURIANUAL
PROGRAMAÇÃO FINANCEIRA 1995
FUNDO ESTADUAL DE DESENVOLVIMENTO RURAL
R$ 1,00
PROGRAMA
FONTE
RECURSOS 1995
Produção Animal
Tranf. Rec. do Tes. - Ordinários
Rec. Out. Fontes-Rec. Dir. Arrec.
80.000
75.000
Preservação de Recursos Naturais Renováveis
Transf. Rec. do Tes. – Ordinários
Transf. Rec. Tes. – Op. C. Ext.
Rec. Out. Fontes-Rec. Dir. Arrec.
372.467
1.412.613
74.000
Promoção e Extensão Rural
Tranf. Rec. do Tes. – Ordinários
Rec. Out. Fontes-Rec. Dir. Arrec.
2.480.599
1.527.680
TOTAIS POR FONTE
Tranf Rec. do Tes. – Ordinários
Tranf. Rec. Tes. – Op. C. Ext.
Rec. Out. Fontes - Rec. Dir. Arrec.
2.933.066
1.412.613
1.676.680
PLANO PLURIANUAL
PROGRAMAÇÃO FÍSICO-FINANCEIRA 1995
FUNDO DE TERRAS DO ESTADO DE SANTA CATARINA
AGRICULTURA
R$ 1,00
PROGRAMA/META FÍSICA
1995
UNIDADE DE MEDIDA
QUANTIDADE
CUSTO
ORGANIZAÇÃO AGRÁRIA
Concessão de Financiamento
Para Aquisição de Terras
Família
Hectare
650
7.150
Para Implantação de Infra-Estrutura na Propriedade
Família
650
Aquisição de Terras para Repasse
Hectare
200
PLANO PLURIANUAL
PROGRAMAÇÃO FINANCEIRA 1995
FUNDO DE TERRAS DO ESTADO DE SANTA CATARINA
R$ 1,00
FUNÇÃO
FONTE
RECURSOS 1995
Agricultura
Tranf. Rec. do Tes. - Ordinários
Rec. Out. Fontes - Rec. Dir.Arrec.
67.000
37.000
PLANO PLURIANUAL
PROGRAMAÇÃO FINANCEIRA 1995
FUNDO DE TERRAS DO ESTADO DE SANTA CATARINA
Organização Agrária
R$ 1,00
TOTAIS POR FONTE
Tranf. Rec. do Tes. - Ordinários
Rec. Out. Fontes - Rec. Dir. Arrec.
67.000
37.000
PLANO PLURIANUAL
PROGRAMAÇÃO FÍSICO-FINANCEIRA 1995
Fundo Rotativo de Estímulo à Pesquisa Agropecuária do Estado de Santa Catarina
AGRICULTURA
R$ 1,00
PROGRAMA/META FÍSICA
1995
UNIDADE DE MEDIDA
QUANTIDADE
CUSTO
CIÊNCIA E TECNOLOGIA
Apoio Financeiro para Desenvolvimento de Pesquisa
Em Agricultura
Em Biotecnologia
Em Genética
Em Fitotecnia
Em Fitopatologia
Em Patologia Animal
Em Melhoria de Sistemas Tradicionais
Em Apoio de Incremento e Custeio
Em Preservação e Recuperação Ambiental
Em Sócio-Economia
Em Desenvolvimento Profissional
Em Apoio e Eventos
Outros
Projeto
Projeto
Projeto
Projeto
Projeto
Projeto
Projeto
Projeto
Projeto
Projeto
Projeto
Projeto
Projeto
4
2
2
12
5
3
8
2
6
3
3
4
6
PLANO PLURIANUAL
PROGRAMAÇÃO FINANCEIRA 1995
Fundo Rotativo de Estímulo a Pesquisa Agropecuária do Estado de Santa Catarina
R$ 1,00
PROGRAMA
FONTE
RECURSOS 1995
Ciência e Tecnologia
Tranf. Rec. do Tes. - Ordinários
Rec. Out. Fontes - Rec. Dir. Arrec.
9.000.000
18.000
TOTAIS POR FONTE
Tranf. Rec. do Tes. - Ordinários
Rec. Out. Fontes - Rec. Dir. Arrec.
9.000.000
18.000
PLANO PLURIANUAL
PROGRAMAÇÃO FINANCEIRA 1995
Fundo Rotativo de Estímulo a Pesquisa Agropecuária do Estado de Santa Catarina
R$ 1,00
PROGRAMA
FONTE
RECURSOS 1995
Ciência e Tecnologia
Tranf. Rec. do Tes. - Ordinários
Rec. Out. Fontes - Rec. Dir. Arrec.
9.000.000
18.000
TOTAIS POR FONTES
Tranf. Rec. do Tes. - Ordinários
Rec. Out. Fontes - Rec. Dir. Arrec.
9.000.000
18.000
4.1. CENTRAIS DE ABASTECIMENTO DO ESTADO DE SANTA CATARINA S.A – CEASA
DIAGNÓSTICO
Empresa de economia mista, vinculada à Secretaria da Agricultura e Abastecimento do Estado de Santa Catarina, fundada em 1976 e estadualizada em 1989, a CEASA/SC tem por objetivo básico disciplinar a comercialização e promover a regularização do abastecimento de produtos hortifrutigranjeiros em todo o estado.
A unidade-sede localiza-se na Grande Florianópolis (São José), agregando unidades instaladas em Blumenau, Joinville (administrada pela Fundador 25 de Julho), Urubici (administrada pela prefeitura municipal), Chapecó (inauguração prevista para setembro/94), e unidade de Tubarão (em fase de licitação). Com esta infra-estrutura, a empresa tem como incumbência executar a política estadual de abastecimento urbano, estimulando a participação de governos municipais, associações de produtores, sindicatos de produtores, associações de bairros, centros comunitários, serviços de extensão rural e assistência técnica e iniciativa privada.
O desempenho da CEASA/SC na comercialização de hortifrutigranjeiros no atacado tem registrado um constante e significativo crescimento, resultado da ampliação e otimização dos serviços prestados ao produtor rural e ao consumidor urbano. As unidades da CEASA/SC têm beneficiado diretamente 1.850 famílias de produtores de hortifrutigranjeiros, bem como cerca de 15.000 indiretamente. Somente a unidade de São José comercializou 78.387 toneladas de hortigranjeiros no primeiro semestre de 1994, revelando um crescimento de 11,62% sobre a comercialização do atacado em igual período do ano anterior.
Para a execução da política de abastecimento, através da operacionalização das unidades atacadistas e execução do programa Sacolão, a CEASA/SC conta com apenas 25 funcionários efetivos, e com 23 servidores de outros órgãos colocados a disposição da empresa.
O programa Sacolão, implementado no início de 1993 com o objetivo de suprir as populações de baixa renda com produtos hortifrutigranjeiros básicos, encontra-se em pleno funcionamento no estado, registrando no mês de junho último 125 pontos de venda distribuídos em 41 importantes municípios, beneficiando cerca de 169.000 famílias mediante a comercialização de 6.491 toneladas de hortifrutigranjeiros, envolvendo um faturamento da ordem de R$ 1.580.469,00.
Da análise de conjuntura do abastecimento de hortifrutigranjeiros em Santa Catarina, podem ser destacados os seguintes aspectos:
‑ muitos hortifrutigranjeiros não são produzidos no estado por falta de uma política especifica voltada à pesquisa no setor:
‑ cerca de 30% dos hortifrutigranjeiros são perdidos entre a colheita e o consumo, sem gerar a necessária preocupação por parte do poder público;
- o setor público agrícola está dissociado dos agentes mais dinâmicos;
- os horticultores, na sua grande maioria, apresentam um baixo nível gerencial;
- o nível de adoção de novas tecnologias é baixo por parte de um percentual significativo de horticultores;
- a execução orçamentária dos programas de abastecimento está dissociada da programação elaborada pelas centrais de abastecimento.
Diante deste cenário, a CEASA/SC previsa tornar-se mais dinâmica e participativa na busca de mecanismos de soluções de problemas na área de comercialização e abastecimento estadual.
DIRETRIZES
- Ampliar o intercâmbio científico-tecnológico, otimizando as oportunidades de mercado.
- Buscar, permanentemente, a adequação dos instrumentos econômico-financeiros para estimular a busca de oportunidades de comercialização dos produtos hortifrutigranjeiros, de modo a aumentar a renda familiar e tornar o horticultor menos vulnerável às crises.
- Promover ações para o melhoramento da qualidade e quantidade dos produtos hortifrutigranjeiros.
- Implantar o planejamento estratégico no setor de abastecimento, permitindo uma visão conjuntural do futuro.
- Estar permanentemente voltado à identificação, instrumentação e implantação de programas de abastecimento em áreas carentes, consoante as políticas de governo voltadas para o setor.
- Valorizar permanentemente os recursos humanos, estimulando a criatividade e eficiência como forma de assegurar a efetividade dos serviços.
OBJETIVOS
- Construir, instalar e administrar Centrais de Abastecimento e mercados de quaisquer natureza, destinados a fomentar e disciplinar a distribuição e colocação de hortifrutigranjeiros e de outros produtos alimentícios.
- Reduzir, através da organização da produção a sazonalidade da oferta.
- Possibilitar a oferta de hortifrutigranjeiros a preços mais acessíveis, pela redução dos níveis de intermediação entre produção e consumo.
- Racionalizar os sistemas de abastecimento, reduzindo perdas e custos.
- Oferecer aos pequenos produtores novas alternativas de trabalho.
- Propiciar aos produtores, consumidores e demais segmentos socais, informações regulares sobre os preços do mercado de hortifrutigranjeiros, especialmente estações de preços.
- Auxiliar o controle inflacionário, através da oferta de produtos de consumo básico a preços competitivos.
PLANO PLURIANUAL
PROGRAMAÇÃO FÍSICO-FINANCEIRA 1995
CENTRAIS DE ABASTECIMENTO DO ESTADO DE SANTA CATARINA S.A.
AGRICULTURA
R$ 1,00
PROGRAMA/META FÍSICA
1995
UNIDADE DE MEDIDA
QUANTIDADE
CUSTO
Administração
Serviços Administrativos Mantidos
Servidor Efetivo
Servidor a Disposição deste Órgão
Serv. Efetivo
Servidor
29
3
Abastecimento
Construção de Mercado do Produtor
Número
M2
1
1.440
Reforma de Mercado do Produtor
Número
1
Suprimento Alimentar
Participação na Comercialização
Varejista
Atacadista
Tonelada
185.509
95
279.350
Produtores Beneficiados
Produtor
1.849
Aquisição de Veículos, Aeronaves e Embarcações
Veículos
Número
2
Aquisição de Equipamentos
Número
6
PLANO PLURIANUAL
PROGRAMAÇÃO FINANCEIRA 1995
Centrais de Abastecimento do Estado de Santa Catarina S.A.
R$ 1,00
FUNÇÃO
FONTE
RECURSOS 1995
Agricultura
Tranf. Rec. do Tes. - Ordinários
Rec. Out. Fontes - Rec. Dir. Arrec.
152.000
568.026
PLANO PLURIANUAL
PROGRAMAÇÃO FINANCEIRA 1995
Centrais de Abastecimento do Estado de Santa Catarina S. A.
R$ 1,00
PROGRAMA
FONTE
RECURSOS 1995
Administração
Tranf. Rec. do Tes. - Ordinários
Rec. Out. Fontes - Rec. Dir. Arrec.
5.000
376.530
Abastecimento
Tranf. Rec. do Tes. – Ordinários
Rec. Out. Fontes-Rec. Dir. Arrec.
147.000
191.496
TOTAIS POR FONTE
Tranf. Rec. do Tes. - Ordinários
Rec. Out. Fontes - Rec. Dir. Arrec.
152.000
568.026
4.2 - EMPRESA DE PESQUISA AGROPECUÁRIA E DIFUSÃO DE TECNOLOGIA DE SANTA CATARINA – EPAGRI
DIAGNÓSTICO
A empresa de Pesquisa Agropecuária e Difusão de Tecnologia de Santa Catarina S.A., é uma sociedade de economia mista, com personalidade jurídica de direito privado, constituída nos termos do artigo 99 da Lei Estadual n. 8.245 de 18 de abril de 1991, decorrente da transformação da natureza jurídica da Empresa Catarinense de Pesquisa Agropecuária S.A. - EMPASC, após esta ter incorporado a Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural de Santa Catarina EMATER/SC. É sucessora de ambas e vinculada à Secretaria de Estado da Agricultura e Abastecimento de Santa Catarina.
Na essência, reuniu numa mesma empresa as funções de geração e difusão de tecnologia agropecuária e da pesca, assim como da assistência técnica e extensão rural, na área pública.
Fruto destas incorporações e redefinições a EPAGRI se faz presente em todo o Estado Catarinense através de 1 (uma) Unidade em Florianópolis, 13 (treze) Centros de Tecnologia Agrícola, 8 (oito) Centros de Treinamento, 9 (nove) Estações Experimentais, 1 (uma) Unidade de Pesquisa a Assistência Técnica Apícola, 2 (duas) Campos Experimentais e 1 (um) Centro de Pesquisa em Pequenas Propriedades.
O Programa de pesquisa é realizado através de 13 (treze) grandes sub-programas na geração e difusão de tecnologia agropecuária, atuando nas áreas de fruticultura, hortaliças, culturas anuais, pecuária, recursos naturais, aquicultura e pesca, essências florestais, apicultura, sócio-economia e administração rural.
A execução do Programa de Assistência Técnica e Extensão Rural está municipalizada, e se dará pela parceria entre os Governos Estadual e Municipal
O Estado, através da EPAGRI, participa com 511 funcionários (338 - técnicos e 173 - administrativos) objetivando a execução do Plano Municipal de Desenvolvimento Rural - PMDR.
Cabe a EPAGRI o acompanhamento, assessoramento e complementação e avaliação do PMDR. É de sua inteira responsabilidade e execução de atividades desenvolvidas pela Empresa, nos Programas de Microbacias Hidrográficas e Profissionalização de Agricultores.
Exerce, ainda, ações de coordenação, assessoria e execução nos Sub-programas de Agricultura e Pesca, Difusão de Tecnologia em Produtos Estratégicos, Economia Doméstica, Metodologia e Comunicação e Preservação Ambiental.
O quadro técnico não municipalizado é constituído basicamente de profissionais de nível superior (399), com ênfase na área de ciências agrárias, dos quais 54,14% são pós-graduados.
A ação da EPAGRI se insere na política agrícola definida pela Secretaria de Estado da Agricultura e Abastecimento de "melhorar a competitividade nacional e internacional
da agricultura catarinense", tendo como clientes os produtores, técnicos, indústrias e instituições do setor agrícola. Ela tem como principal usuário o produtor rural e como negócio o Desenvolvimento Rural.
DIRETRIZES
- Compatibilizar os planos, programas e projetos de geração e difusão de tecnologia, de assistência técnica e de extensão rural nas áreas de agropecuária, florestal e de pesca com o planejamento estratégico estabelecido para o setor agropecuário catarinense.
- Articular-se com outras instituições públicas e/ou privadas que se dediquem a geração de tecnologia, assistência técnica e extensão rural, nos campos de agropecuária, florestal e de pesca, evitando a duplicidade de ações e compatibilizando, sempre que possível, sua política com a estabelecida pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária - EMBRAPA.
- Inter-relacionar-se com os poderes municipais, com os produtores rurais e pescadores, suas entidades associativas e representativas, com as agroindústrias e cooperativas, tanto para identificação das suas necessidades quanto para avaliação dos resultados e impactos sócio-econômicos das ações da geração de tecnologia, da assistência técnica e da extensão rural.
- Dar prioridade à formação e ao aperfeiçoamento dos Recursos Humanos, para geração e difusão de tecnologia agropecuária, florestal e pesqueira.
- Estabelecer e manter sistemas de acompanhamento, avaliação e controle das atividades de pesquisa e geração de tecnologia, assistência técnica e extensão rural, na área agropecuária, florestal e de pesca, objetivando a efetividade destes atividades e a eficiência e eficácia dos serviços prestados.
- Aperfeiçoar constantemente os métodos e meios de geração de tecnologia agropecuária, florestal e pesqueira.
- Buscar permanentemente a viabilidade econômica das unidades de produção, através da modernização e da inovação tecnológica das explorações, enfatizando o manejo auto-sustentado dos recursos naturais.
- Preocupar-se permanentemente com a abrangência, aceitação pelo cliente e impacto sócio-econômico dos produtos e serviços.
- Desenvolver projetos de produção buscando, ao mesmo tempo, o teste em escala da tecnologia gerada, a implementação de unidades de demonstração e a geração de produtos comercializáveis.
OBJETIVOS
- Participar, juntamente com os órgãos integrantes da Secretaria de Estado da Agricultura e Abastecimento, na formulação da política de geração de tecnologia e de assistência técnica e extensão rural.
- Executar a política estadual de geração e difusão de tecnologia agropecuária, florestal e pesqueira, de conformidade com as diretrizes e objetivos estratégicos da Secretaria da Agricultura e Abastecimento.
- Executar a política estadual de assistência técnica e extensão rural da Secretaria da Agricultura e do Abastecimento.
- Promover o desenvolvimento auto-sustentado da agropecuária catarinense, através da integração dos serviços de geração e difusão de tecnologia agropecuária, florestal e pesqueira.
- Coordenar e executar os planos, programas e projetos de geração e difusão de tecnologia agropecuária, florestal e pesqueira.
- Celebrar convênios, contratos ou ajustes com órgãos da administração pública direta ou indireta e/ou entidades privadas no campo da geração e difusão de tecnologia agropecuária, florestal e pesqueira.
PLANO PLURIANUAL
PROGRAMAÇÃO FÍSICO-FINANCEIRA l995
Empresa de Pesquisa Agropecuária e Difusão e Tecnologia de Santa Catarina S.A
AGRICULTURA
R$ 1,00
PROGRAMA/META FÍSICA
1995
UNIDADE DE MEDIDA
QUANTIDADE
CUSTO
Administração
11
Serviços Administrativos Mantidos
Servidor Efetivo
Servidor a Disposição de Outros Órgãos
Servidor a Disposição deste Órgão
Servidor Nível Superior
Servidor Nível Médio
Servidor outro Nível
Serv. Efetivo
Servidor
Servidor
Servidor
Servidor
Servidor
1.997
130
114
877
722
642
Ciência e Tecnologia
Ampliação de Estação Experimental de Pesquisa
Número
M2
6
540
Reforma de Estação Experimental de Pesquisa
Número
15
Melhoria de Estação Experimental de Pesquisa
Número
24
Construção de Centro de Treinamento
Número
M2
6
6.814
Reforma de Centro de Treinamento
Número
12
Melhoria de Centro de Treinamento
Número
20
Desenvolvimento de Pesquisa
Hortaliças
Plantas de Lavoura
Pecuária de clima CFA
Recursos Naturais
Agricultura e Pesca
Essências Florestais
Sócio Econômica
Fruticultura de Clima Temperado
Pecuária de Clima CBF
Mandioca
Fruticultura de Clima Tropical
Arroz Irrigado
Apicultura
Projeto
Projeto
Projeto
Projeto
Projeto
Projeto
Projeto
Projeto
Projeto
Projeto
Projeto
Projeto
Projeto
36
11
13
26
9
14
1
90
24
15
15
11
2
PLANO PLURIANUAL
PROGRAMAÇÃO FÍSICO-FINANCEIRA 1995
Empresa de Pesquisa Agropecuária e Difusão de Tecnologia de Santa Catarina S.A
AGRICULTURA
R$ 1,00
PROGRAMA/META FÍSICA
1995
UNIDADE DE MEDIDA
QUANTIDADE
CUSTO
Programa e Extensão rural
Assessoramento a Municípios
Formulação de Planos Munic. de Desenvolvimento Rural
Visita
Município
2.520
290
Treinamento de Comissões Municipais de Desenvolvimento Rural
Evento
Município
145
968
Divulgação dos Projetos – Atividades
Produção e Difusão de Programas de Rádio
PROGRAMA
10.490
Produção e Difusão de Programas de TV
PROGRAMA
104
Produção de Vídeos Educativos
Número
18
Edição de Impressos
Edição
Tiragem
83
182.600
Assistência Gerencial a Propriedades
Propriedade
Técnico
1.481
200
Difusão de Tecnologias em Produtos Estratégicos
Capacitação de Técnicos Municipais
Evento
Participante
206
2.715
Capacitação de Agricultores
Evento
Participante
665
29.680
Difusão de Tecnologias em Agricultura E Pesca
Capacitação de Técnicos Municipais
Evento
Participante
5
91
Capacitação de Agricultores e Pescadores
Evento
Participante
26
405
Aquisição de Equipamentos
Número
4
Ensino Supletivo
Profissionalização de Agricultores
Cursos de Profissionalização
Participante
Evento
9.920
668
Capacitação de Recursos Humanos
Continua no País
Evento
Participante
105
307
Continua no Exterior
Evento
Participante
45
63
A Nível de Especialização
Evento
Participante
47
47
PLANO PLURIANUAL
PROGRAMAÇÃO FINANCEIRA 1995
Empresa de Pesquisa Agropecuária e Difusão de Tecnológica de Santa Catarina
R$ 1,00
FUNÇÃO
FONTE
RECURSOS 1995
Agricultura
Rec. do Tes. - Rec. de Convênios
Tranf. Rec. do Tes. - Ordinários
Rec. Out. Fontes - Rec. Dir. Arrec.
200.000
29.619.000
6.340.818
PLANO PLURIANUAL
PROGRAMA FINANCEIRA 1995
Empresa de Pesquisa Agropecuária e Difusão de Tecnologia de Santa Catarina S.A.
R$ 1,00
FONTE
RECURSOS 1995
Administração
Tranf. Rec. do Tes. - Ordinários
Rec. do Tes. – Res. De Convênios
28.530.000
400.000
Ciência e Tecnologia
Rec. do Tes. - Rec. de Convênios
Tranf. Rec. do Tes. – Ordinários
Rec. Out. Fontes-Rec. Dir. Arrec.
50.000
75.000
5.233.600
Promoção e Extensão Rural
Rec. do Tes. - Rec. de Convênios
Tranf. Rec. do Tes. – Ordinários
Rec. Out. Fontes-Rec. Dir. Arrec.
150.000
409.000
357.218
Ensino Supletivo
Tranf. Rec. do Tes. – Ordinários
Rec. Out. Fontes-Rec. Dir. Arrec.
605.000
350.000
TOTAIS POR FONTE
Rec. do Tes.- Rec. de Convênios
Tranf. Rec. do Tes. - Ordinários
Rec. Out. Fontes - Rec. Dir. Arrec.
200.000
29.619.000
6.340.818
4.3 - COMPANHIA INTEGRADA DE DESENVOLVIMENTO AGRÍCOLA DE SANTA CATARINA - CIDASC
DIAGNÓSTICO
A CIDASC - Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina, é uma Empresa prestadora de serviços no setor agrícola, que esta procurando adaptar-se às mudanças havidas no meio em que está inserida. Não admite agir figuradamente como dinossauro (poderia extinguir por não identificar as ameaças à sua volta), assim frente a isto, adotou o planejamento estratégico como instrumento de definição do seu papel e da sua linha estratégica, desenvolveu uma administração mais participativa, tornando o corpo funcional mais comprometido com os resultados dos trabalhos realizados e investiu numa programação de trabalho mais ajustada às necessidades da sociedade. Ainda neste esforço de adaptação, deu ênfase ao desenvolvimento dos recursos humanos. Priorizou recursos para equipar a área de informática, a frota de veículos e equipamentos de drenagem, macrodrenagem e captação de água. É importante salientar o esforço realizado para captar recursos em outras fontes que não a usual do tesouro do Estado, com vistas a tornar a nossa Empresa "sócia” e não dependente totalmente do Estado, para tanto até o momento diminuimos nossa dependência para 60%, esperando diminuí-la mais nos próximos anos.
A CIDASC desenvolve atividades relacionadas aos programas de controle de qualidade, infra-estrutura agrícola, apoio à produção e apoio à comercialização.
Promovendo o controle de qualidade no aspecto relacionado à atividade defesa sanitária animal, a CIDASC vem desenvolvendo um controle rigoroso para a erradicação da febre aftosa, raiva, peste suína e de outras doenças de importância econômica. Com esse controle o Estado de Santa Catarina está há dois anos sem ocorrência de focos de febre aftosa.
A atividade de inspeção de produtos derivados de origem animal foi criada para cumprir o que determina a Lei Federal n. 7889 de 23 de novembro de 1989, combinado com a Lei Estadual n.8.534 de 19 de fevereiro de 1992, qual seja realizar a prévia inspeção de produtos derivados de origem animal oferecidos para o consumo à população. Seu principal objetivo é o de proteger a saúde pública contra a grave ameaça representada pelas zoonoses, dentre as quais a mais séria é a neurocisticercose. Não menos importante é o papel que desempenha na elevação tecnológica que imprimirá aos produtores catarinenses na disputa por melhores mercados, visando especialmente o MERCOSUL.
A fiscalização da inspeção da produção de sementes e mudas é executada visando atender as normas existentes nos sistemas de produção de sementes fiscalizadas e certificadas. Atualmente dá-se maior ênfase na fiscalização da produção de sementes certificadas, haja vista a obrigatoriedade no Estado em realizar esta atividade. Na área da semente fiscalizada a inspeção está sendo feita por amostragem. Um dos maiores problemas enfrentados hoje é a falta de fiscalização do comércio de sementes, que deveria ser realizada pelo Ministério da Agricultura e Reforma Agrária. Assim, nossa atividade fiscalizatória vai até o processo de armazenagem, sendo que daí em diante, não temos mais nenhum tipo de acompanhamento. Isto favorece a ocorrência de fraudes no momento da comercialização, com prejuízos ao comprador e também ao Governo pela sonegação fiscal. Já foram realizados projetos para efetuarmos a fiscalização no comércio de sementes, utilizando a estrutura do programa, dependendo apenas da delegação de competência pelo Ministério da Agricultura e Reforma Agrária.
No programa infra-estrutura agrícola, a atividade de dragagem tem como objetivo específico o aproveitamento hidro-agrícola de grandes áreas no litoral catarinense. Com a existência de grandes áreas de alto potencial agrícola, atualmente inaproveitáveis, o alto grau de assoreamento de todos os cursos d'água em Santa Catarina que prejudicam as comunidades agrícolas e urbanas, seja com prejuízos de cheias, sanitários, abastecimento d'água, irrigação e drenagem. Há uma demanda muito grande de solicitações de comunidades, cooperativas, sindicatos e prefeituras, no sentido de órgãos públicos via CIDASC, para solução destes problemas, através de obras de dragagem.
Na atividade macrodrenagem, o litoral catarinense, vale do rio Itajaí e norte do Estado, possuem terras alagadiças ou que sofrem inundações periódicas. Através da retificação e dragagem dos cursos d'água, estas terras serão recuperadas e incorporadas ao processo produtivo.
Na captação de água as regiões oeste e meio oeste, catarinense são constantemente assoladas por estiagens, o que compromete o assentamento humano, a criação animal, lavouras e pastagens, piscicultura e reflorestamento.
No programa apoio à produção, a atividade de treinamento e atualização em reprodução animal é desenvolvida no posto agropecuário de Indaial. A Empresa mantém uma unidade de capacitação e atualização em reprodução, junto a Central de Tecnologia de Sêmen, com a finalidade de colaborar para o aumento da produção e a qualidade do rebanho catarinense. Nela a empresa está realizando cursos de reconhecida qualidade, tanto de atualização para médicos veterinários, quanta na formação de inseminadores. Ali estão recebendo treinamento não somente integrantes do setor público agrícola, como pessoas pertencentes a cooperativas, prefeituras e os próprios produtores rurais.
Na atividade análise e diagnósticos laboratoriais o suporte laboratorial ao controle de qualidade é feito por exames, diagnósticos a análises, as amostras coletadas pelos técnicos das diversas atividades fins da empresa. Para isto existe uma rede de laboratórios, distribuidos pelo Estado, alguns de propriedades da Empresa, outros conveniados, outros em cooperação técnica além da possibilidade de remessa de amostras para instituições de outros Estados. Assim realiza-se exames parasitológicos, bacteriológicos, sorológicos, histopatológicos, biológicos, complementares de brucelose, anemia infecciosa equina, rações, concentrados, farelo, fertilizantes, corretivos, pellets de soja, produtos amiláceos, erva mate e água. Os recursos financeiros estão escassos, principalmente no meio rural. Assim sendo, a CIDASC através de sua estrutura laboratorial propiciou que produtores realizassem suas análises se solos. Este trabalho possibilitou que, quando do plantio das lavouras as quantidades de adubos e corretivos fossem aquelas ideais para cada caso, reduzindo o custo de produção na ordem de 20%, aumentando assim a renda do produtor rural. Fica a nossa mensagem: "Racionalize o uso de insumos e aumente a renda, através de análises de solos periódicas".
Na atividade apoio à comercialização destacamos a atividade de administração do Terminal Graneleiro de São Francisco do Sul, representa mais de 80% do volume de cargas movimentado pelo porto de São Francisco do Sul, importante salientar nossa contribuição em favor do incremento do corredor de exportação catarinense, ampliando o volume de produtos, o que gerou significativo aumento da oferta de empregos e o aquecimento da economia da região. Buscando antecipar-se à necessidade de modernização imposta pela sociedade, inovamos na busca de um parceiro na iniciativa privada, para ampliação de nossa capacidade de armazenagem em mais de 30.000 toneladas, o que possibilitará um incremento de 18.8% na receita bruta do Terminal, isto traduz-se como um aval de confiança da iniciativa privada à administração de nossa Empresa.
A atividade classificação de produtos de origem vegetal, produto classificado é garantia de bons negócios. A crescente exigência dos consumidores por alimentos de melhor qualidade, o interesse de melhor remunerar os produtores para premiar os esforços pela a obtenção de produtos de melhor qualidade, a necessidade das agroindústrias em adquirir matéria prima de boa qualidade, a imposição do setor agrícola em se preparar para atuar em um mercado mais competitivo e a necessidade de atender às solicitações dos produtores em classificar os produtos para realizar EGF ‑ empréstimo do governo federal e AGF ‑ aquisição do governo federal, fez com que a CIDASC elevasse substancialmente a quantidade classificada de produtos agrícolas. Destaca-se, especialmente o arroz, feijão, farinha de mandioca, soja, trigo e o tabaco em folha. Para isto, reestruturou o serviço, promoveu a reciclagem de seus técnicos e habilitou-se à classificação de outros produtos de interesse do Estado.
DIRETRIZES
- Estar permanentemente voltado para uma administração baseada no planejamento.
- Estar voltado para uma visão sistêmica da organização, otimizando os recursos.
- Promover o desenvolvimento de RH priorizando a formação e a rotatividade do quadro gerencial.
- Preocupar-se, permanentemente, com a melhoria da qualidade dos insumos, dos produtos agrícolas e agroindustriais.
- Conferir caráter proativo e educativo aos serviços tomando decisões antecipadas aos eventos.
- Fomentar o uso racional de recursos hídricos através de obras de infra-estrutura coletiva, com o objetivo de viabilizar a irrigação nas propriedades.
- Projetar o emprego das dragas para uso exclusivo no aproveitamento agrícola e pesqueiro.
- Projetar o emprego da macrodrenagem para a exploração das várzeas e canais de irrigação.
- Conferir caráter educativo às ações de fomento agropecuário, apoio laboratorial e preservação de áreas florestais.
- Auxiliar a agricultura e agroindústria catarinense nas suas necessidades de exportação e importação de produtos agrícolas.
OBJETIVOS
- Reorganizar as atividades administrativas, tornando-as mais eficientes e adequadas.
- Desenvolver a capacidade criativa e de permanente solução de problemas.
- Assegurar aos insumos, produtos agropecuários e agroindustriais padrão de qualidade internacional que os habilite à competitividade imposta pelo mercado inferno e externo.
- Prestar serviços de infra-estrutura, prioritariamente em pequenas propriedades rurais, visando à recuperação de áreas inaproveitáveis, ao uso racional de recursos em exploração, diversificação das atividades e a proteção do meio ambiente.
- Desenvolver programas de reprodução animal.
- Incrementar a utilização de análise de solo para aproveitamento de fertilizantes e corretivos.
- Promover a reintegração gradativa do equilíbrio da fauna e flora, buscando a integração do homem ao meio ambiente.
- Armazenar, manter a conservação e escoar produtos agrícolas in natura e semi-elaborados.
- Permitir a adequação do setor produtivo aos padrões e normas da realidade internacional, na busca da melhoria da qualidade, da maximização dos lucros do produtor.
PLANO PLURIANUAL
PROGRAMAÇÃO FÍSICO-FINANCEIRA 1995
Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina S.A
AGRICULTURA
R$ 1,00
PROGRAMA/META FÍSICA
1995
UNIDADE DE MEDIDA
QUANTIDADE
CUSTO
Administração
Serviços Administrativos Mantidos
Servidor Efetivo
Serv. Efetivo
1.199
Servidor Comissionado
Serv. Comission.
32
Servidor a Disposição de outros Órgãos
Servidor
117
Servidor a Disposição deste Órgão
Servidor
27
Servidor Nível Superior
Servidor
367
Servidor Nível Médio
Servidor
257
Servidor outro Nível
Servidor
575
Promoção e Extensão Rural
Construção de Laboratório
Número
M2
1
700
Infra-Estrutura Agrícola e Engenharia Rural
Abertura de Açudes
Perfuração de Poços
Açude
Poço
408
259
Controle de Qualidade de Insumos e de Produtos através de Laboratórios
Classificação de Produtos de Origem Vegetal
Tonelada
1.235.460
Apoio Laboratorial a Produção
Amostra
Determinação
63.730
125.778
Defesa Sanitária Animal
Controle da Febre Aftosa
Dose
Animal
9.202.000
460.100
Defesa Sanitária Vegetal
Fiscalização de Insumos Agrícolas
Estabelecimento
1.812
Fiscalização da Comercialização de Insumos e Produtos
De Origem Vegetal
Estabelecimento
1.495
Inspeção de Produtos
De Origem Vegetal
De Origem Animal
Campo Sementes
Viveiro Mudas
Estabelecimento
16.037
258
13
Aquisição de Equipamentos
Número
234
PLANO PLURIANUAL
PROGRAMAÇÃO FÍSICO-FINANCEIRA 1995
Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina S.A
AGRÍCOLA
R$ 1,00
PROGRAMA/METAFÍSICA
1995
UNIDADE DE MEDIDA
QUANTIDADE
CUSTO
Ensino Supletivo
Capacitação de Recursos Humanos
Continua no País
Evento
Participante
70
750
PLANO PLURIANUAL
PROGRAMAÇÃO FINANCEIRA 1995
Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina S. A.
R$ 1,00
FUNÇÃO
FONTE
RECURSOS 1995
Agricultura
Rec. do Tes. - Rec. de Convênios
Tranf. Rec. do Tes. - Ordinários
Rec. Out. Fontes - Rec. Dir. Arrec.
2.601.932
17.560.000
9.971.308
PLANO PLURIANUAL
PROGRAMAÇÃO FINANCEIRA 1995
Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina S.A.
R$ 1,00
PROGRAMA
FONTE
RECURSOS 1995
Administração
Tranf. Rec. do Tes. - Ordinários
Rec. Out. Fontes - Rec. Dir. Arrec.
17.550.000
2.063.635
Promoção e Extensão Rural
Rec. do Tes. - Rec. de Convênios
Tranf. Rec. do Tes. – Ordinários
Rec. Out. Fontes - Rec. Dir. Arrec.
2.061.932
10.000
7.649.411
Ensino Supletivo
Rec. Out. Fontes - Rec. Dir. Arrec.
258.262
TOTAIS POR FONTE
Rec. do Tes. - Rec. de Convênios
Tranf. Rec. do Tes. - Ordinários
Rec. Out. Fontes - Rec. Dir. Arrec.
2.601.932
17.560.000
9.971.308
5. SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO, CULTURA E DESPORTO
DIAGNÓSTICO
Sob o pressuposto de que a "educação deve preparar o ser humano para a cidadania, para o trabalho e para a vida social" o Governo do Estado de Santa Catarina assume o compromisso de encarar a educação como principal instrumento de que dispõe para melhorar também o perfil de renda da sociedade, cabendo-lhe o papel de propiciar a igualdade de oportunidades. Engloba, portanto, não só o repasse da instrução puramente dos conhecimentos científicos, mas, de forma concomitante à valorização da vida e à formação integral do indivíduo dentro da sociedade. Para tanto, necessita de um sistema educacional e técnico-administrativo contínuo no desenvolvimento das ações.
Pré-Escolar e Ensino Fundamental
Na rede pública estadual, em 1991, a Educação Pré-Escolar contou com 1.656 professores para atender 38.298 alunos, em 1.022 unidades escolares. Apenas 10% possuem habilitação específica na área.
O Ensino Fundamental contou com 28.374 professores para atender 579.370 alunos, em 4.422 unidades escolares. Do total dos professores, 55% possuem formação de 2. grau, com habilitação em magistério e cerca de 40% com formação superior. Até 1991, a taxa de evasão e repetência, tem sido, respectivamente, de 7,5% e 14,82% . Há necessidade constante de construção de novas unidades escolares, reforma e/ou ampliação para atender a demanda escolar.
Ensino Médio
O ensino de 2. grau da rede pública estadual, em 1991, contou com 7.048 professores atuando em 370 unidades escolares para atender 85. 697 alunos. A taxa de evasão e repetência, tem sido, respectivamente, de 22,86% e 9,20%.
Observa-se crescentemente que o ensino profissionalizante encontra-se dissociado da realidade econômica, colocando o mercado de trabalho profissionais de nível médio com perspectivas empregatícias.
Ensino Supletivo
A fim de dar oportunidade de escolaridade de 1. e 2. graus àqueles que não tiveram condições de freqüência em escola regular, o ensino supletivo vem desenvolvendo programas e projetos em todas as regiões do Estado.
Para realização de exames supletivos de educação geral, em 1992 teve o registro de 9.391 inscritos. Também realizados exames no campo profissional, com 2.226 inscritos (auxiliar de enfermagem).
Com a implantação de novos centros de atendimentos locais, distribuidos pelo Estado - 44 Núcleos (CES, Projetos NEMO e NAEs) e 15 Centros (CEA e Projeto Logos II), o ensino supletivo através do atendimento modularizado (40.204 módulos) registra 26.682 matriculados.
Ensino Superior
O Ensino Superior em Santa Catarina está se mobilizando em torno da reformulação de suas diretrizes e estratégias em vista dos compromissos voltados ao desenvolvimento social, cultural e científico.
Rede Física Escolar
A rede física escolar Estadual contava, em 1991, com 5.814 Unidades Escolares, sendo 370 Colégios Estaduais, 1.077 Escolas Básicas, 59 Grupos Escolares, 303 Escolas Reunidas, 2.983 Escolas Isoladas e 1.022 Pré-Escolares.
Deste total de Unidades Escolares, 895 das Escolas Isoladas, Reunidas e Grupos Escolares estão sendo municipalizados (localizadas em 233 municípios, totalizando 2.924 Unidades, através de convênios para ampliação, reforma e substituição dos mesmos. Fica sob responsabilidade da Secretaria da Educação o atendimento às Escolas Básicas e Colégios Estaduais com serviços de construção, ampliação, reforma e manutenção, bem como atender com mobiliário e material de consumo em geral.
A rede física escolar encontra-se em precário estado de conservação, tendo em vista o exíguo recurso para mantê-la.
DIRETRIZES
Os pressupostos básicos que fundamentam a educação no Estado, estabelecem que todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, com direitos e garantias individuais e coletivas, socais e políticas em atendimento ao que determina as Constituições Federal e Estadual.
Sendo a educação direito de todos e dever do Estado e da família, cabe ao Estado garantir atendimento formal entendido como Educação Pré-Escolar oferecidas por creches, jardins de infância, escolas maternais ou similares, e Ensino Fundamental obrigatório, inclusive aos que não tiverem acesso na idade própria, constituindo-se como direito público subjetivo, tendo como diretrizes:
- Oferecer às crianças e adolescentes, ensino de boa qualidade e conhecimentos úteis ao seu auto-crescimento, além de condições para que a criança e o adolescente encontrem nas escolas um ambiente propício que leve em conta a realidade concreta e os conhecimentos trazidos, ampliando-os através de atividades significativas, onde sintam-se amparadas, seguras e motivadas para nela permanecer. Isto porque a educação Pré-Escolar e o Ensino Fundamental são fases de um processo educativo contínuo.
- Garantir à clientela escolar o respeito a sua condição sócio-econômica-familiar enquanto ser em desenvolvimento e integrante de um contexto cultural, sendo fator relevante o direito de matrícula, oportunizando o acesso à escola mais próxima de sua residência. Isto exigirá a disponibilidade de uma rede física adequada, dotada de um corpo administrativo e pedagógico, com todas as condições para o desenvolvimento das ações educacionais. É importante ressaltar que haverá entre Estado e Municipio a união de esforços, com a descentralização gradativa da Pré-Escola e do Ensino Fundamental.
- Estabelecer mecanismos inovadores que viabilizem assegurar a unidade de ações no Sistema de Ensino, objetivando dotando gradativamente as Unidades Escolares com orçamento próprio, para que possam desenvolver suas ações com maior rapidez e eficiência, objetivando oferecer a toda clientela escolar igualdade de oportunidades educacionais, melhorar o atendimento e a qualidade do ensino e reduzir significativamente os índices de reprovação e evasão escolar.
- Implantar um sistema estadual de registro escolar "PROJETO SÉRIE", para racionalizar as atividades administrativas operacionais da Secretaria através do conhecimento e quantificação permanente dos alunos por curso/série e o registro e acompanhamento das ocorrências significativas da vida escolar, na rede pública.
- Aprimorar e valorizar os recursos humanos é compromisso do governo, uma vez que considera o professor peça vital no desenvolvimento do currículo escolar, enfatizando que o êxito do processo educacional está, também, diretamente ligado aos recursos humanos nele envolvidos.
- Reelaborar o Plano Político-Pedagógico, com base em estudos profundos que contemplem a concepção de mundo, de sociedade, de homem e de Educação Formal, em sua totalidade.
A elaboração de um Plano-Político-Pedagógico atual e comprometido com a melhoria da qualidade do ensino e o acesso e permanência do aluno na escola, não implica apenas em mudanças de currículos, mas implica necessariamente em uma tomada de decisão, uma escolha sobre que tipo de escola queremos e, para isto, qual o conteúdo e a metodologia que permitirão a superação das posições conservadoras e o avanço em direção a uma educação transformadora.
Esta totalidade significa uma visão global e objetiva do mundo, da natureza, e da sociedade, por conseqüência, a inclusão da dimensão ambiental como função geradora de uma consciência que coloque a interdependência da natureza e sociedade no centro das preocupações do homem.
- Resgatar a Escola, sua função social que seleciona, organiza e seqüência o conteúdo, buscando instrumentalizar os educandos para que possam produzir um novo saber capaz de transformar as relações socais no meio em que viva.
Entretanto sabemos que esta é uma definição política e deve ultrapassar o nível do discurso, assegurando as condições necessárias à prática desta política.
- Estimular as instituições de Ensino Superior em Santa Catarina a desenvolverem sua vocação em consonância com o meio onde estão inseridas, comprometendo-se com o mesmo.
- Viabilizar formas alternativas com vista à construção de um contexto democrático de acesso ao ensino superior.
As Instituições de Ensino Superior Fundacionais emergiram da sociedade catarinense oriundas de movimentos tipicamente comunitários. Nasceram com a finalidade de promover e desenvolver o ambiente social. Requer-se delas uma intervenção racional e planejada de tal forma que suas ações em torno do ensino, da pesquisa e da extensão sejam fatores de fortalecimento das instituições socais.
- Capacitar as instituições de Ensino Superior de Santa Catarina com vista a transformarem-se em organismos dinâmicos e capazes de absorver, adaptar e desenvolver tecnologias aplicáveis ao desenvolvimento sócio-econômico do Estado.
- Incentivar as instituições de Ensino Superior a envolverem-se com o desenvolvimento qualitativo do processo educacional nos diferentes níveis de ensino, dada a carência manifestada em relação ao treinamento e capacitação do quadro docente e administrativo do sistema estadual de educação.
- Sintonizar as Instituições de Ensino Superior com o contexto social visando a discussão e a configuração dos perfis desejáveis para os diferentes profissionais requeridos pelo mercado de trabalho presente e futuro.
OBJETIVOS
- Assegurar o acesso à educação Pré-Escolar a crianças na faixa etária de 0 a 6 anos e melhorar as condições de atendimento visando o aumento da qualidade dos serviços educacionais.
- Assegurar o acesso ao Ensino Fundamental a crianças e adolescentes na faixa etária de 7 a 14 anos, e garantir a permanência das mesmas na escola, visando uma significativa redução nos índices de reprovação e evasão escolar.
- Assegurar o acesso ao Ensino Médio à população na faixa etária de 15 a 18 anos e garantir a permanência da mesma na escola através da melhoria da qualidade do ensino.
- Oferecer oportunidade de alfabetização e educação continuada de 1. a 4. séries a jovens e adultos e atender a população maior de 14 anos que não concluiu escolaridade de 1. e 2. graus.
- Proporcionar habilitação para o exercício legal da profissão através de exames de 2. grau ao pessoal engajado na força de trabalho. Iniciar e qualificar profissionalmente jovens e adultos através de cursos.
- Proporcionar infra-estrutura adequada ao desenvolvimento das atividades dos Centros de Educação de Adultos.
- Incorporar a prática da Educação Física e do Esporte na escola como instrumento de educação integral ao indivíduo, possibilitando a realização de competições locais, regionais e estaduais e a participação em competições nacionais.
- Desenvolver o esporte amador através da promoção de competições, treinamento e aperfeiçoamento de atletas e técnicos bem como prestar o apoio necessário a dinamização das atividades esportivas.
- Integrar, através do esporte, regiões e municípios do estado promovendo jogos e joguinhos micro-regionais, regionais e abertos.
- Participar do desenvolvimento e expansão do Ensino Superior Catarinense. Integrar as instituições de Ensino Superior ao Sistema Estadual de Educação, proporcionando melhoria da qualidade do ensino, desenvolvimento cultural, científico e tecnológico da sociedade catarinense.
- Assegurar a melhoria do processo educativo no Estado através da coordenação, supervisão e controle das atividades pedagógicas e técnico-administrativas das escolas dos municípios vinculadas às Secretarias Executivas.
- Desenvolver estudos e projetos para melhoria dos serviços educacionais, executar ações que contribuam para a formação psico-social e intelectual do educando através de programas especiais, bem como manter atualizado o sistema de informações estatístico-educacionais do Estado.
- Promover, de forma integrada, a qualificação de pessoal em todos os níveis de graduação e serviços de modo que se obtenha melhores condições de trabalho e mais altos índices de produtividade.
- Inspecionar e avaliar a realidade do processo educativo junto as Unidades Escolares, proporcionando a melhoria da qualidade do ensino.
- Subsidiar técnica e financeiramente as fundações educacionais de ensino superior, instituídas por Lei Municipal, conforme artigo 170 da Constituição Estadual, visando elevar o nível de aprendizagem e proporcionar melhores oportunidades educacionais.
- Proporcionar assistência financeira a entidades privadas de 2. grau, visando elevar o nível de aprendizagem e oportunidades educacionais ao jovem catarinense.
- Prestar assistência a alunos carentes com distribuição de merenda escolar, material escolar básico, uniformes, agasalhos, atendimento médico-odontológico e oftalmológico a alunos de 7 a 14 anos, conceder bolsas de estudo a alunos carentes de 1. e 2. e bolsas de trabalho a alunos de 2. grau que não tenham condições de custear seus estudos
- Proporcionar infra-estrutura física adequada ao desenvolvimento das atividades administrativas.
- Possibilitar atendimento imediato as situações de emergência que ocorrem junto a rede física escolar como enchentes, vendavais, incêndios e outros sinistros.
- Agilizar as ações de conservação e manutenção de unidades escolares através de administração descentralizada.
- Proporcionar espaços esportivos adequados à promoção e desenvolvimento da prática esportiva.
- Dotar a rede física escolar de infra-estrutura adequada ao desenvolvimento das atividades escolares.
- Dotar as instalações físicas educacionais com equipamento, mobiliário, material didático e escolar necessários ao desenvolvimento de suas atividades técnico-administrativas e pedagógicas.
- Criar condições favoráveis à participação comunitária no processo educacional, nos aspectos físicos, sociais, administrativos e pedagógicos da escola.
PLANO PLURIANUAL
PROGRAMAÇÃO FÍSICO-FINANCEIRA 1995
SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO CULTURA E DESPORTO
EUDUCAÇÃO E CULTURA
R$ 1,00
PROGRAMAÇÃO/META FÍSICA
1995
UNIDADE DE MEDIDA
QUANTIDADE
CUSTO
Administração
Elaboração e Distribuição de Documentos e Informativos Técnicos e Didáticos
Documento
Exemplar
12
2.520
Apoio Técnico ao Desenvolvimento do Programa de Capacitação de Recursos Humanos
Visita
Reunião
Município
Unidade Escolar
88
66
52
88
Programa de Desenvolvimento de Ações Complementares para Melhoria do Sistema Educacional
Visita
Reunião
Município
Unidade Escolar
3
27
22
22
Capacitação de Recursos Humanos da Área Educacional
Docente
Evento
Participante
Hora/Aula
262
28.010
10.480
Administrativo
Evento
Participante
Hora/Aula
57
5.500
1.140
Assessoramento Técnico Pedagógico Ao Serviço comunitário Educacional
Visita
Reunião
Unidade Escolar
Município
1
4
110
22
Implementação do Ensino de Informática na Educação
Centro
Aluno
17
3.000
Distribuição de Material
Fanfarras Escolares
Números
Unidade Escolar
50
50
Avaliação de Desempenho das Unidades Escolares
Unidade Escolar
Visita
Inspetor
Técnico
1.100
22
110
2
Apoio Institucional a Agremiações Educativas
Número
Unidade Escolar
36
36
Realização de Mutirões visando a Melhoria das Condições Físicas das Unidades de Ensino
Mutirão
Unidade Escolar
Município
40
40
22
PLANO PLURIANUAL
PROGRAMAÇÃO FÍSICO-FINANCEIRA 1995
SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO, CULTURA E DESPORTO
EDUCAÇÃO E CULTURA
R$ 1,00
PROGRAMA/META FÍSICA
1995
UNIDADE DE MEDIDA
QUANTIDADE
CUSTO
Administração
Serviços Administrativos
Custos de Pessoal
Diária
Serv. Efetivo
Serv.
Comission
Diária
912
578
61
3.250
Material de Consumo
Produto
419.223
Serviços de Terceiros e Encargos
Serviço
618
Material de Limpeza
Número
Unidade Escolar
6.132
1
Material de Expediente
Número
Unidade Escolar
6.349
1
Material Didático/Pedagógico
Número
Unidade Escolar
3.188
1
Transferência de Recursos para Prestação de Serviços e Outras Aplicações
Prefeituras
Número
Entidade
370
260
4.573.457
APPS
Número
Unidade Escolar
4.603
1.183
9.774.400
Conselhos Comunitários
Número
Entidade
5
5
64.845
Agremiações Culturais, Esportivas, Recreativas e Escolares
Número
Entidade
5
5
50.000
Aquisição de Máquinas, Motores e Equipamentos
De Escritório
De Informática
Outros
Máquinas em Geral
Número
Número
Número
Número
223
237
106
1
22.129
680.000
408.346
210.781
Educação da Criança de 0 a 6 Anos
Pré-Escolar
Matrícula
Unidade Escolar
Professor
38.298
1.022
1.656
Elaboração e Distribuição de Documentos e Informativos Técnicos e Didáticos
Documento
Exemplar
5
4.600
PLANO PLURIANUAL
PROGRAMAÇÃO FÍSICO-FINANCEIRA 1995
SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO, CULTURA E DESPORTO
EDUCAÇÃO E CULTURA
R$ 1,00
PROGRAMAÇÃO/META FÍSICA
1995
UNIDADE DE MEDIDA
QUANTIDADE
CUSTO
Educação da Criança de 0 a 6 Anos
Assessoramento Técnico Pedagógico a Pré-Escola e Creches Institucionais
Visita
Reunião
Unidade Escolar
Instituição
50
10
925
22
Atendimento Integral a Crianças Carentes de 0 a 3 Anos na Periferia Urbana
Creches para Crianças de 0 a 3 Anos
Centro
Criança
Professor
12
1.582
297
Alimentação
Centro
Criança
Refeição (Mil)
12
1.582
166
Serviços Administrativos Mantidos
Custos de Pessoal
Serv. Efetivo
100
Material de Consumo
Serviços de Terceiros e Encargos
Produto
Serviço
2.152
3
Material de Limpeza
Número
Unidade Escolar
Aluno
5.000
12
1.582
Material de Expediente
Número
Unidade Escolar
Aluno
1.000
12
1.582
Material Didático/Pedagógico
Número
Unidade Escolar
Aluno
6.000
12
1.582
Transferência de Recursos para Prestação de Serviços e Outras Aplicações
Creches e Jardins de Infância
Número
Entidade
2.220
46
Aquisição de Máquinas, Motores e Equipamentos
Outros
Número
28
218.456
Ensino Fundamental
I Grau
Matrícula
Unidade Escolar
Professor
579.370
4.422
28.374
Elaboração e Distribuição de Documentos e Informativos Técnicos e Didáticos
Documento
Exemplar
13
160.000
Assistência Técnica e Administrativa aos Municípios
Reunião
Visita
Municípios
20
10
20
PLANO PLURIANUAL
PROGRAMAÇÃO FÍSICO-FINANCEIRA 1995
SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO, CULTURA E DESPORTO
EDUCAÇÃO E CULTURA
R$ 1,00
PROGRAMAÇÃO/META FÍSICA
1995
UNIDADE DE MEDIDA
QUANTIDADE
CUSTO
Ensino Fundamental
Programação de Eventos Ligados a Educação
Campanhas
Número
Unidade Escolar
Município
Cartaz
21
4.422
260
187.000
Assessoramento Técnico-Pedagógico
As Unidades Escolares e Prefeituras Municipais
Visita
Reunião
Município
Unidade Escolar
44
44
22
44
Distribuição de Material
Acervo Bibliográfico
LIVRO – 23
LIVRO – Entidade
a
b
LIVRO – Cartaz
TÍTULO – Edição
a