- Revogam-se as disposições em contrario. Sala de-Reuniões "Doutor João de Andrade Garcez", ■ ■ i ■ ^ ^ i ■ -.'0 : ^ ' ^ - GOVERNO DO ESTADO DE SERGIPE V,- . . - • SUPERINTENDÊNCIA DA AGRICULTURA E PRODUÇÃO - SUDAP * ASSESSORIA SETORIAL DO PLANEJAMENTO - ASPLAN y ■ ■ A ' : « ■ V PLANO ANUAL DE TRABALHO (1985) PÕ ARACAJU/SERGIPE 198A "'.V -* ■ 7 T ■ * - T - - l - APRESENTAÇÃO ' • r I A Superintendência da Agricultura e Produção - SUDA?, or_ g'ão vinculado à Secretaria de Estado da Agricultura, vem através de£ te documento apresentar o seu Programa de Trabalho para o exercíciode 1985, que tem como meta principal fornecer melhores condiçois p£ “"ra o homem do campo, através do fortalecimento constante das açois voltadas para as atividades agropecuárias. As açois preconizadas neste plano, representa a cor.tinui^ dade de um trabalho, cuja estratégia visa alcançar a todas as faixas de produtores do setor agropecuário e que está em perfeita consonan cia com os objetivos do Governo João Alves Filho, através do Prcjet;o Chapeu de Co.uro . Para sua implementação serão dispendidos recursos da ordem de Cr$ 7.637 .39^0.000 (sete bilhões seiscentos e trinta e se^ te mi lhoi s , t r e en t o s e noventa mil cruzeiros), dos quais Cr$ ^5.565.390.000 (cinco bilhoés quinhentos e sessenta e cinco milhoês - trezentos e noventa miljcruzeiros) serão financiados com recursos e£ ataduais, Cr$ 2.026.000.000 (dois bilhoés vinte e seis milhoês de cru zeiros) com recursos dejconvênios e Cr$ 46.000.000 (quarenta e seis milhoês de cruzeiros) recursos próprios. A contrapartida de 73% de recursos estaduais, vem compr£ var a preocupação do Governo em estimular, o-desenvolvimento do setor agropecuãrip do Estado.j C . i Visando fortalecer economicamente o setor primário bem como promover socialmente o homem do campo é que a SUDAP comprometese em levar a frente es'te Programa de Trabalho, ^que sintetiza asre_ ais necessidad.is da agricultura sergipana e está em perfeita harmo nia com os recursos di'sponíveis . /s ETÉLIO DE CARVALHO PRADO Superintendente da SUDAP t r t I N D 1 C E PROJETO ATIVIDADE pag. 01. Coordenadoria dos Serviços Administrativos. ...1........... 01 02. Coordenação do Planejamento Setorial........................ 06 03. Desenvolvimento de Pesquisas Agropecuárias................. 11 04. Fomento ã Produção e Comercialização de Sementes e Mudas.. 20 05. Regularização Fundiária............ 26 06. Fomento ã Colonização......................................... 31 07. Vigilância e Defesa Fitossanitária.......................... 36 .08. Defesa Zoosanitária............................................ 41 09. Realização de Exposição e Feiras Agropecuárias............ 46 10. Inseminação Artificial........................................ 51 ] . 11. Fomento ã Caprino/Ovinocultura............;................. 56 12. Classificação de Produtos de Origem Vegetal................ 61 13. Fortalecimento e Integração do Sistema Cooperativista 66 14. Projeto Sertanejo.............................................. 71 DESCRIÇÃO DE P R O JETO / ATIVIDADE J ^ . P j ^ 01 J ID E N T IF IC A Ç Ã O ^ ESTRUTURA CÓDIGO D EN O M IN A Ç Ã O . ^ FUNÇÃO 04 Agricultura PROGRAMA SUBPROGRAMA 021 Administração Geral PROJETO ATIVIDADE Coordenadoria dos Serviços Administrativos c o o r d e n a ç ã o H1/2 ?| EXECUÇÃO SAGRI SUDAP/SAG ^ O B J E T IV O ■ i I i í í » n I H ■ i I Execução da política de suporte institucional quanto ao cumprimento da legislação púbK ca e execução das atividades ligadas as áreas de administração de pessoal, material, p£ trimônio, protocolo, arquivo e contabilidade de todos os atos da gestão financeira e pa trimonial. '3 g J U S T I F IC A T IV A A Necessidade de uma estrufUra organizacional e funcional servindo de apoio aos trabalhos a serem desenvolvidos. Essa atividade, considerada rotina, serve' de apoio ãs coordenado rias técnicas, colaborando de forma decisiva para a consecução dos-objetivos traçados - pelo orgão, sendo suas tarefas realizadas através das seçoês deiPessoal, Documentação e .Biblioteca, Seção Contábil e Financeira, Seção de Serviços Gerais e outros. Vale ressaltar qua a compatibilização de todas as linhas de execução do orgão só será - possível graças ao desenvolvimento de um bom nível de organização e atuàlizeção da má quina administrativa. M E T A S E T A P A S . ^ PAG. ! 02 u E S P E C I F I C A Ç Ã O LOCALIZAÇAO UNIOAOE OUANTIOAOE Manter os serviços de apoio ás coordenadorias técnicas, GS e GSA e propiciar os meios nece£ sários ao melhor desempenho das atividades ad ministrativas, através da .execução dós traba lhos desenvolvidos pelas seguintes seçoês: 1. Seção de Pessoal 2. Seção Contábil e Financeira ■3. Seção de Documentação e Biblioteca 4. Seção de Serviços Gerais o FONTE E USO DOS RECURSOS CLASSIFICAÇÃO ECONÔMICA OAS DESPESAS ÒOTAÇÃO T O T A L Cr^ 1.00 ------------------------ \ F O N T E DE RE CURSOS ESTADO CONVÊNIO OUTROS PESSOAL 0 • Vencimentos e Vantagens fixas 835.000.000 835.000.000 - e . Despesas Variáveis 150.000.000 150.000.000 - p . Obrigações Patronais 150.500.000 150.500.000 - E MATERIAL DE CONSUMO • 109.000.000 105.000.000 4.000.000 S A SERVIÇOS DE TERCEIROS E ENCARGOS S . Remuneração de Serv. Pessoais' 37.000.000 33.000.000 4.000.000 . Outros. Serviços e Encargos 378.000.000 370.000.000 8.000.000 c ^DIVERSAS DESPESAS DE CUSTEIO . - R . Desp. de Exercícios Anteriores 6.500.000 6.500.000 - R F TRANSFERÊNCIAS A PESSOAS • I . Salário Família 9.500.000 9.500.000 ~ CONTRIBUIÇÃO PARA FORMAÇÃO DO PATRl Ie is MONIO DO SERVIDOR PUBLICO 45.000.000 45.000.000 “ SUB — T O T A L 1.721.00a000 1.705 .000.000 16.000.000 ? I INVESTIMENTOS , s p . Obras e Instalações 2.000.000 2 . . 000.000 r E . Equipamento e Mat. Permanente 65.000.000 50.000.000 15.000.000 S .. Invest. em Regime de Execução 15.000.000 15.000.000 - A S y A - Especial • 1 c A P 1 T A L SUB - T O T A L 82.000.000 67.000.000 15.000.00^ T O T A L G E R A L '^.803j000.0^1772.000.6^^ ^ 31.000.00^ y^asasse®» , SUOAP DESCRIÇÃO DE P R O JETO / ATIVIDADE j ps' ) ID E N T IF IC A Ç Ã O > • < * ^ ESTRUTURA cdolGO D EN O M IN A Ç Ã O \ fJUNÇÃO 04 . Agricultura ^ PROGRAMA ' SU8PR0GRAMA PROJETO ATIVIDADE V Coordenação de Planejamento Setorial ^ COORDENAÇÃO jjT Ã T il EXECUÇÃO SAGRI SUDAP/ASPLAN ^ O B J E T IV O ___________ ^ L - Fornecer subsídios necessários ã formulação da programação agrícola estadual; - Executar e acompanhar a programação agrícola; - Fornecer assessoramento técnico, realizar contatos e elaborar estudos específicos de assuntos relacionados ao setor agrícola. J U S T I F IC A T IV A I Acreditando na importância do Planejamento através dos seus instrumentos como elemento racionalizador das suas açois, é que a SUDAP mantém ã ASPLAN que coordena as açois de planejamento e fornece os elementos necessários para tornar a utilização dos recursosdisponíveis mais eficiente. M E T A S / E T A P A S ) 07 j ESPECIFICAÇÃO • LOCALIZAÇÃO UNIOAOe OUANTIOAOE - Realizar pesquisas sócio-economicas de inte >- resse para o setor agropecuário; - Elaborar o-Plano de Trabalho e o Orçamento Estado uma variável • Programa para o exercício de 19&6 da SUDAP; - Elaborar Planos,Programas e projetos para o setor agropecuário, consistentes com as me i tas estabelecidas pelo Governo Estadual e Estado Documento 02 diretrizes do Governo Federal; Estado um variável - • - Realizar o acompanhamento, controle e avali ação dos seus projetos e atividades; Estado Relatório 12 - Elaborar o Relatório Ânual de Atividades Estado Relatório 01 - Acompanhar a Execução do Orçamento Estado variável - Executar treinamento para servidores nas di versas áreas de trabalho, bem como partici par de estágios, seminários, congressos etc. Estado e fora do • Estado Pessoa variável • • • s • m • ,.... • • • . > r ; - • • METO D 0 L 0 G I A D PAG. 08 >- No que diz respeito ao planejamento, os trabalhos serão desenvolvidos com a pre£ cupação precípua de se resquardafem os principios que norteiam o chamado Planej£ mento Indicativo, no qual|as tarefas de diagnósticos, a montagem dos Planos e Projetos e o controle e avaliação, se apresentam como' caráter normativo para as Unidades de Execução da SUDÂP e com características de orientação e estímulo pa ra as empresas privadas, tanto as que estão voltadas para o processo de produção como aquelas que integram o circuito da comercialização e abastecimento dos pr£ dutos agrícolas. FONTE E USO DOS RECURSOS CLASSI FICAÇAO ECONOMICA DAS DESPESAS OOTAÇAO T O T A L Cri 1.00 F O N T E OE RE CURSOS A ESTAOO CONVÊNIO OUTROS 0 £ S P E S A S C 0 R R Vencimentos e Vastagens fixas Despesas Variáveis Obrigações Patronais Material de Consumo Remuneração de Serv. Pessoais Outros Serviços e Encargos Salário Família 70-.000.000 5.000.000 16.000.000 5.000.000 2.500.000 2.500.000 1.000.000 70.000.000 5.000.000 16.000.000 5.000.000 2.500.000 2.500.000 1.000.000 K SUB - T O T A L 102.000.000 102.000.000 I D E S P C A P I T A L Equipamento e Material Permanente 6.000.000 6.000.000 SUB - T O T A L 6.000.000 6.000.000 -A T O T A L GERA L ) ( D E S C R IÇ Ã O D E P R O JETO / ATIVIDADE J f;.^ A lOEN TI F I C A ç A o ' I 11 ( , ESTRU TURA FUNÇAO i PROGRAMA COOIGO 04 10 O E N O M IN A Ç AO Agricultura Ciincia e Tecnologia SUBPROGRAMA 055 Pesquisa Tecnológica PROJETO ATIVIDADE Desenvolvimento de Pesquisas Agropecuárias ^ COORDENAÇÃO 1/2*4 EXECUÇÃO SAGRI COPEA/SUDAP 3 O B J E T IV O geral - Gerar, adaptar e difundir tecnologias com vistas a propiciar a elevação da produ ção, da produi.ividade e da renda de produtores de frutiferas no Estado de Sergipe. ESPECÍFICOS - Obter resultados experimentais relativos às culturas de citros, maracujá, abacaxi, ma mão, caju e outras fruteiras visando ao aumento da produtividade e. da estabilidade - das unidades de produção: - Testar a interação de técnicas individualmente provadas, bem como a interação de cul turas, com vistas a racionalização do uso dos fatores de produção. J U S T I F I C A T I V A - 0 Estado de Sergipe detém a posição de primeiro produtor de citros do Nordeste e o se gundo exportador do Brasil. 0 incremento médio da cultura nos últimos anos foi de a proximadamente 12% ao anò. Estima-se que no momento, existem cerca de 33 mil hectares com citros em Sergipe, e qúe em 1984 tenham sido produzidos 450 mil toneladas de frutos cítricos. ; -’ A cultura do maracujá é a segunda frutícola mais importante do Estado. Após ter passa do por situação difícil,.em face do baixo preço pago pelo produto a nível de produtor já se observa recuperação da atividade que se constitui em alternativa rentável para -^pequenos agricultores. - Ha entretanto, necessidade que outras fruteiras venham a ser cultivadas em Sergipe,ta is como: mamão, abacaxi, banana e abacate uma vez que existem condiçois em potencial- ■para que isto venha ocorrer. É necessário estudá-las e resolver os seus problemas, fa zer consórcio com culturas alimentares com vistas a definir as melhores combinaçoès - para a pequena propriedade. - Considerando que para o desenvolvimento racional de qualquer cultura em uma região,se faz necessário o suporte tecnológico, a.continuidade dos trabalhos de pesquisa ora en andamento c de fundamental importância. METAS / ETAPAS ) ^ S G l Z ) ESPECIFICAÇÃO LOCALIZAÇÃO UNIOAOE QUANTIOAOe^ Programa SUDAP/Centro Nacional de Pesquisa de Mandioca e Fruticultura - EMBRAPA 1. Citrosa)Melhoramento 1.1. Seleção de plantas matrizes de citros. 1.1.1. Coleção de cultivares EEB um 01 1.1.2. Ouiipetição de clones novos x clones velhos de laranjas 'Bahia' e 'Pera' ^:FR um 01 1.1.3. Ocnpetição de clones novos de laranjas meia-estação KKB um 01 1.1.4. Competição de clones KEB de laranjas meia-estação EEAM * um 01 1.1.5. Competição de clones novos de laranjas • tardias KKB um 01 \ 1.1.6. Competição de clones novos EKB de la ranjas tardias eeam um 01 1.1.7. Carpetição de clones de Pomielos KKB um 01 1 1.1.8. Seleção de cultivares de limão galego AEU um 01 1 1.1.9. Competição de porta-enxerto para lar^ jeira 'Bahia' KKB ' um 01 1.1.10.Competição de porta-enxertos para la 1 ranjeira 'Pera' EFB um 01 l.l.ll.Ccxipetição de porta-^nxertos para Tm gor Muroote EFB um 01
b)Práticas Culturais 1.2. Densidade de plantio em citros 1.2.1. Ccxipetição de espaçamento para laran jeira 'Bahia' KKB um 01 1.2.2. Competição de espaçamento para laran jeira 'Pera' FRR \mi 01 1.2.3. Competição de espaçamento para laran jeira 'Natal' eeam um 01 1.2.4. Competição de espaçamento para laran jeira 'Baianinha' EEAM um 01 1.2.5. Culturas intercalares no panar cítrico AEU um 01 1.2.6. Culturas alimentares na formação do po mar cítrico Prop. Part um 01 METAS / ETAPAS 13 E S P E C I F I C A Ç Ã O LOCALIZAÇÃO UNIOAOE OUANTIOAOE 1.3.1. Ensaios de NPK em 03 níveis sohre Ias tros de erocofre e micronutrientes 1.3.2. Ensaios de fontes e f racionamentos de nitrogênio 1.3.3. Enasio de ocxtibinação de fosfatos natu rais e industrializados 1.3.4. Levantamento do estado nutricional dos panares de citros em Sergipe pela análise foliar (*) 1.3.5. Ensaio de aplicação de micronutrien tes (*) EEB/EEAM eeb/eeam EEAM Reg.Citríco] Prpp. Part.
d)Fitopatologia 1.4. Ocorrência e evolução do declínio em po mares cítricos sergipanos ' RegiCitríao]
e)Entcnologia 1.5^ Criação massal de predadores da ortézia dos citros EEB 1.6. Amostragem e nível de dano econômico do ácaro da ferru^m dos citros (*) EEB FROS»HA/SlDSP - VOHXÍM3ESIE Citros
a)Práticas Culturais 1.1. Culturas aliinentares na formação do po mar cítrioo Prop. Part.
b)Nutrição e Mubação 1.2. T^licação de micronutrientes na laran jeira Pera 1.3. Estudo de formação e aplicação de oaivpostos orgânicos na citriçultura
c)Entonologia i Controle auímíço e I?íoÃóçríc?o 4^ nrttyj^^i Prop. Part. EEB um um um a um um a um um lan im um 02 02 01 01 01 01 Oí 01 01 01 02 METAS / ETAPAS LOCALIZAÇÃO UNIOAOE OUANTIOAOr\
d)Fisiologia Pós-Cblheira 1.4. Desenvolvimento de técnicas de manviselo de frutos cítricos (*) EEB um 01
e)Teste de Sistema 1.5. Ensaio de sistema de produção de cítros (*)
f)Eoonomia AEU um 01 Estiado econômico de uma unidade de pro dução (*) 2. Maracujá
a)Nutrição e Mubação Prop. Part. um • 01 1 2.1. Pontes de nitrogênio para maracujazei ro EEÃM um 01
b)Ifelhoramento • • 1 1 • r 2.2. Introdução e seleção de cultivares do ^ maracujazeiro • 1 2.2.1. Ctoleção de cultivares 2.2.2. Seleção de clones 2.2.3. Gorapetição de cultivares 2.3. Métodos de propagação do maracujazeiro EEAM tegião Prop. AEU* um um um 01 01 01 t 2.3.1. Multiplicação sexuada e assexuada 2.3.2. Estudo de porta-enxerto AEÜ AEU um um 01 01
c)Práticas Culturais 2.4. Influência da época de plantio na pro dução do maracujazeiro
d)Teste de Sistema eeam • um 01 2.5. Ensaio de teste de sistemas de produ ção de mudas de maracujazeiro EEftM um 01 2.6. Ensaio de teste de sistemas de produ ção (*) Etqp. Part. um 01
e)Fitopatologia - - _ - ■ - j METAS / ETAPAS ) C ^ g 15 ) LOCALIZAÇÃO UNIOAOE OUANTIOAOr^ 2.7.2. Tcansmissibilldade EF.B \jm 01 ! 1 2..8. Oontrole de Phytpphtihora ciiinanoni R. do naracujazelro através o uso de por ta-enxex±o tolerantes (*) Prop. Part. um 01 2.9. Amostragem e avaliação do grau de inci dência da antracnose do maracujazeiro ÃEU um 01 2.10.Oontrole químioo da antracnose do mara cujazeiro 3. Abacaxi
a)Nutrição e Adubação Prop. Part. um • 3.1. Níveis NPK em abacaxizeiro (*) AEU voa 01 i
b)Práticas Culturais t 3.2. Influências de épocas de plantio sobre a produção e qualidade do abacaxi. — r 3i3. Ciclo Natural do abacaxizeiro em Sergi , ■ pe. ■ 4. Mamão . i 1 t - I 4.1. Introdução e seleção de cultivares de mamoeiro 4.1.1. Coleção de cultivares 4.1.2. Coleção de clones de mamoeiro oomum EBAM AEU um um 01 01 Nutrição e Adubação 4.2. Influência da adubação orgânica e mire ral na cultura do mamoeiro AEU . m 01 5. Abacate
a)Melhoramento 5.1. Introdução e seleção 5.1.1. Coleção de cultivares eeam um . 01 6. Goiaba Melhoramento • M E T O D O L O G I A As âçoês de pesquisa agropecuária a serem desenvolvidas pela SUDAP no período do programático terão dois marcos balizadores: 1. Comitê Estadual de Pesquisas Agropecuárias - Constituido pela Secretaria da agricultura, EMBRAPA, SUDAP, DFA, UF*S, ITPS, lAA e representações de produ tores e trabalhadores rurais; 0 Comiti terá funçois de assessoramento = . aos õrgãos de Pesquisa, promovendo estudos básicos para a formulação de diretr£ zes setoriais ;de sugerir o estabelecimento e a execução de linhas de pe£ quisa, através da fixação de prioridades; de avaliar o programa estadual - de pesquisa agropecuária, dentre outras. 2. Convênio EHBRAPA/GOVERNO DO ESTADO - 0 Convênio em tela constitui-se num m£ canismo de formalização de açoês conjuntas a serem desenvolvidas pela EMBBA PA e pela SUDAP, no tocante ao segmento pesquisa, através da execução de um porgrama integrado de pesquisa agropecuária a nível estadual. Dentre cutros propósitos, o convênio preconiza a utilização conjunta de equipamentos, in£ talaçoês e serviços em comum, para efetiva viabilização de uma ação ir.ter - institucional. A ação da USDAP permanecerá voltada prioritariamente para pesquisa e experj^ mentação em fruticultura tropical, utilizando-se da metodologia seguida ’ p£ la EMBRAPA’ .Serão buscados resultados úteis de pesquisa e experimentação, principalmen te os voltados para o atendimento dos requisitos das pequenas unidades de produção, numericamente e em volume de produção de extrema importância no contexto estadual. A metodologia a ser seguida procurará: através de experimentos, gerar informaçois básicas sobre tecnologias po£ síveis de adoção;
b)através de testes de sistemas de produção, avaliar as combinaçoei de téc - » nicas agronomicamente conhecidas, para análise da interação e economicidade do sêu uso. Como metas, serão buscadas a melhoria da produtividade física e da rentabi lidade da unidade de produção. I Como atividade de suporte, a Coordenadoria desenvolverá açoés voltadas para o apoio â produção de mudas de fruteiras mediante fornecimento de material vegetativo de alta qualidade, bem como açoés de suporte tecnológico ã Extensão Ru ral. Através dos mecanismos específicos da Unidade Técnica do Polonordeste e do Pr£ jeto Nordeste, buscar-se-á desenvolver uma efetiva articulação pesquisa/exten são, visando a difusão das tecnologias geradas e/ou adaptadas as condiçois e£ taduais. 6^ ORGÃOS ENVOLVIDOS ________ J ^ j ^ J SAGRI - Coordenação SUDAP - Planejamento e Execução EMBílAPA - Orientação Técnica e Co-participação SUDENE (POLONORDESTE - Colaboração Financeira EMATER/SE - Co-participaçao na execução e difusão de tecnologias M . RECURSOS HUMANOS Para a consecução dos objetivos colimados neste projeto,-se faz necessário a ampliação do quadro de pessoal existente, de conformidade com a especificação abaixo: ' ' CARGO DISPONÍVEL ADICIONAL TOTAL Engenheiro Agrôiiómo 9 . 2 11 Técnico Agrícola 7 . • 1 . 8 Téc. Contabilidade 1 - 1 Auxiliar Administrativo 5 1 6 ■ * % Servente * 2 - 2 Tratorista 4 - 4 Motorista ' 3 . - 3 Vigia ' í 8 . 8 Auxiliar Rural 9 . - 9 Trabalhador Rural ^ . 1 ^ ' ^ TOTAL GERAL 69 ' 5 74
V............ V SITUAÇÃO ATUAL N FONTE E USO DOS RECURSOS r C L A S S I FICAÇAO ECONOMICA OAS D E S P E S A S OOTAÇAO T O T A L Cri 1>00 F O N T E OE R E C U R S O S ESTAOO CONVÊNIO OUTROS ri PESSOAL . Vencimentos e vantagens fixás . Despesas Variáveis . Obrigações Patronais . Salário Família MATERIAL DE CONSUMO REMUNERAÇÃO DE SERV. PESSOAIS OUTROS SERVIÇOS E ENCARGOS 183.000.000 15.000.000 41.000.000 3.500.000 26.500.000 11.500.000 9.000.000 183.000.000 15.000.000 41.000.000 3.500.000 26.500.000 11.500.000 9.000.000 S U B - T O T AL 289.500.000 289.500.000 f : I EQUIPAMENTO E MATERIAL PERMANENTE INVESTIMENTOS EM REGIME DE EXECU •ÇÃO ESPECIAL 10.000.000 66.000.000 10.000.000 66.000.000 I SUB - TO T A L 76.000.000 10.000.000 66.000.000 < T O T A L G E R A L )^365.500^00^99.500.00^ 66.000 .OOO^ DESCRIÇÃO DE P R O JETO / ATIVIDADE , ESTRUTURA .CÓOIGO D EN O M IN A Ç ÃO ^ F 1 4 NÇÃO ' I 04 Agricultura ^-íPROGRAMA j SUBPROGRAMA 080 Sementes-e Mudas PROJETO ATIVIOAOE 1 i Fomento à Prod. e Comerc. Sementes e Mudas j COORDENAÇÃO f l ~ / 2 VI EXECUÇÃO V SAGRI CODEV/SUDAP érFl O B J E T IV O ■ l ' j__7 Fortalecer a infra-estrutura básica destinada ã produção de sementes e mudas Ofereceti altenartiva de renda ao produtor rural engajando-o no processo produt.ivo de sementes e mudas. 1 - I - Contribuir para reposição da cobertura vegetal no semi-árido através da produção ’ e distribuição de mudas de essencias adaptadas, ã região. - Contribuir para a oferta de alimentos através da difusão de miidas de fruteiras tropi cai^. - Atender tros Estados. a necessidade Estadual de Sementes e Mudas e se possível exportá-las para ou J U S T I F IC A T IV A Jo Estado ainda é comum a negligencia do produtor quanto ao uso e escolha de sementes e mudas destinadas ao plantio; utilizando-se em larga escala grãos de safras anteriores,-, bem como mudas de pé franco,- portanto, materiais de qualidade e origem genética descon hecida. No entanto, a prática tem demonstrado que a utilização de sementes e mudas de boa qualijdade podera imprimir aumento de produtividade notadamente em função.de outrosmelhoramentos tecnológicos. ■ J METAS / ETAPAS M ESPEC1 Fl C AÇÃO LOCALIZAÇÃO UNIDADE ouantioade\ 1. Aquisição de sementes básicas: . Milho . j EMBRAPA t. 4,5 . Algodão EMBRAPA t. 3,0 . Sorgo 1 EMBRAPA t. 0,5 2. Produção de Sementes Fiscalizadas: . Milho . • * • Própria ha 130 . Algodão Propriã ha 100 . Sorgo Própria ha 20 3. Produção e Comercialização de Mudas: . Algaroba Estado Muda 960.000 . Leucena Estado Mtda 960.000 . Sabia Estado. ^tudai: 480.000 ■ . Abacate Es^do N&ida 6.000 • . Caju Estado Muda 31.000 . . . . Cajá Estado Hida . 6.500 ; ■ . Goiaba Estado. Muda 16.500 . Graviola Estado Nfuda 10.000 < Mamão Estado Nfijda 21.000 ■> r . Manga. Estado Muda 6.000 . Mangaba Estado * Muda 6.500 I I . Pinha Estado Níuda 13.500 . Sapoti Estado Níuda 2.500 . Capim de corte (estaca) G.Pedro II t. 500 • • - - • V. METAS / ETAPAS E S P E C I F I C A Ç Ã O UOCALIZAÇAO UNIDADE QUANTIDADE Atravesdò.POUONÕRDÊSl® uo segmento Produção e Comercialização de Sementes e NLidas serão executadas as seguintes metas.
1)Instalação de campos de prpdução de semen te.s.e mudas. - Banana ‘ (Lagarto - Abacaxi (Lagarto (Estância (Riachão 'do Dantas (Salgado (Itaporanga C Lagarto (Lagárto - Mamão - Citros - Mandioca ■ (ümbaúba (Lagarto .„i..,(Salgado (Estancia Ütaporanga
2)Manutenção de campos de produção de se mentes e mudas. = ' ~ - Banana Abacaxi - Mamão - Citros - Mandioca (Umbauba (Lagarto (Lagarto (Arauã (Estância (Riachão do Dantas (Salgado Ütaporanga (Lagarto (Lagarto (Umbaúba (Lagarto (Salgado (Es-tancia (Itaporanga ha ha ha Jja há ha ha ha ha ha 0-,7 3,0 0.2 0.1 10,0 1,0 4,0 0.1 30,0 / * . M E T A S / E T A P A S ) C m ESPEC1 Fl C AÇÃO LOCALIZAÇÃO UNIOAOE OUANTIOAOE^ 1 • 3. Produção e distribuição de mudas: . Abacaxizeiro Lagarto Estância Arauâ Mil 200,0 . Bananeira Unbaúba Mil 3,0 l.-.- • Lagarto 1 . Abacateiro Lagarto Mil 2,0 1 . Mamoeiro Lagarto Mil 20,0- . Citros Lagarto Mil 0.5 . . Cajueiro Lagarto Mil 2,0 ' . Goiabeira • Lagarto Mil 2,0 . Gravioleira ■ Lágarto Mil 2,0 •. . Maracujazeiro Lágarto Mil 20,0 ■ . Coqueiro Estância Mil 20,0' 4. Produção e distribuição de sementes: - • : . Mamão Lagarto Kg. 05 . Mandioca (maniva) • ■ Umbauba • . Lagarto * • • Estância • m^ 100 * Salgado • • Itaporanga -- ; 1 METO 0 O L 0 G I A As sementes, selecionadas classe fiscalizadas serão produzidas pela iniciativa privada e eiitidades oficiais no caso: SUDAP e DFA/SE. A Coordenação e Assis - tência Técnica, serão dadas pela SUDÂP e EMÂTER/SE respectivamente. Â Inspe ção e Fiscalização da produção e do comércio ficará a cargo da DFA/SE. ! Com relação ã produção de' mudas estas deverão ser produzidas em locais que £a cilitem a sua melhor distribuição. FONTE E USO DOS RECURSOS PAG 25 D CLASSIFICAÇÃO ECONÔMICA OAS DESPESAS OOTAÇAO TOTAL Cr^ 1.00 FONT E OE RiECU R SO S ESTAOO CONVÊNIO OUTROS Vencimentos e Vantagens Fixas Despesas Variáveis Obrigações Patronais Material de Consumo Remuneração de Serv. Pessoais Outros Serviços e Encargos ^Salário Família 52.000.000 5.500.000 11. 000.000 10.000.000 10.000.000 200.000.000 1.500.000 52.000.000 5.500.000 11. 000.000 10. 000.000 10. 000.000 200.000.000 1.500.000 SUB — T O T A L 290.000.000 290.000.000 Equipamento e Material Permanente Investimento em Regime de Execução v^special 80.000.000 135.000.000 80.000.000 135.000.000 c A P I T «A L SUB - T O T A L 215.000.000 80.000.000 135.000.000 T O T A L GERA L ^505. OOP. 00^3 70. OOP. 00^ 135.000.00tf '4_ ■ ‘ • . - T t - - DESCRIÇÃO DE P R O JETO / A T I V Í D A d F ^ 26 ESTRUTURA CÓOIGO D EN O M IN A Ç Ã O ^ FUNÇÃO ni Agricultura PROGRAMA SUBPROGRAMA ^ PROJETO ATIVIDADE / ’ Regularização Fundiária ^ ^T / 4 g COORDENAÇÃO HT/2 tj EXECUÇÃO ^ V uSAGRI COOTER/SUDAP ^ • OBJETIVO discriminar terras particulares das devolutas Titular as terras encontradas devolutas aos posseiros que as ocupam Redistribuir terras aos lavradores que não as possuem Dotar o Estado de uma visão global fundiária de todos os seus municípios J U S T I F IC A T IV A priedade e da produtividade da terra, quando se propos a assistir o pequeno produtor - nos seus anseios de segurança quanto a terra em que trabalha. Entendido o que seja terra devoluta, isto é, não só a terra vaga como também a terra o cupada ilegitimamente, víslumbrou-se a necessidade de promover-se uma ação que possibi^ ritasse a separação das terras públicas das particulares com a finalidade precípua de dotar o pequeno produtor de seu título de dominio, para que assim tivesse acesso aos - -líiecanisraos governamentais de estímulo ã agricultura, explorando com segurança e nacio nalmente a terra para dela obter uma maior produtividade. A par dos benefícios levados ao pequeno produtor, o Estado, terminada a ação discrimi natória, ficará conhecedor de todo seu patrimônio fundiário para destiná-lo criteriosa mente, bem como da situação fundiária de todos seus municipiçs. M E T A S / E T A P A S
L - J ESPECIFICAÇÃO LOCALIZAÇÃO UNIOAOE OUANTIOAOE POLONORDESTE S. Dias Salgado ■ Boquim Poço Verde T. Barreto Riachão 'Discriminação Demarcação Arrecadação titulação CONVÊNIO INCRA Pirambu Japaratuba Japoatã Discriminação Demarcação Arrecadação Titulação ha ha ha ha Títulos ha ha ha ha Títulos 293.800 293.800 117.520 293.800 15.277 93.200 93.200 37.280 93.200 3.610 M E T O D O L O G I A Será executada através da ação discriminatória administrativa que consiste no processo de conhecer e separar as terras devolutas das particulares, e está - dividida nas seguintes etapas: nos 160 (cento e sessenta) dias envolvehdo no séu bojo a demarcação,, o que se dilui nas fases abaixo: a. Definição da ãrea de atuação; b. Identificação das ocupaçoés; c. Levantamento de titulos e registro de transcrições; d. Diagnóstico da área e. Memorial descritivo da área a ser discriminada; f. Constituiçáo do projeto piloto; g. Análises dos processos e definição da via mais adequada; h. Constituição da Comissão Especial; i. Elaboração do Edital; j. Publicação do.Edital; 1. Autuação dos Processos Individuais m. Julgamento dos Processos . . . • n. Celebração dos Termos ' , o. Demarcação ' , p. Encerramento da Discriminatória. devolutas serão 'arrecadadas, nos termos da Lei Estadual n9 2.435 de 30 de setembro de 1983, e registradas pela Secretaria da Agricultura, no Cartó rio de Registros de Imóveis, em nome do Estado para, se ocupadas serem. - posterior e imediatamente tituladas e, se vagas, serem redistribuídas £ través da colonização.' dos através da aplicação das Legislaçoês Federal e Estadual, no que se refere a Usucapião Especial Administrativo, Legitimação' de Posse e Regul£ 'rização de Ocupação. J - Q J 2 VI ORGÃÒS E N V O L V ID O S I P, P A G . 1 vy 1 SAGRI - Coordenação SUDAP - Execução INCRA>^ SUDENE ^>*Colaboração na Execução SEPLAN^ [ 7 \ i RECURSOS HUMANOS Nível Superior - 36 Nível Médio - 22 Out. Níveis - 49 TOTAL 107 Os Projetos estão em execução "N SITUAÇÃO ATUAL A FONTE E USO DOS RECURSOS CLASSI FiCAÇAO ECONOMICA ■ « DAS DESPESAS DOTAÇAO T O T A L Cr$ 1,00 F O N T E DE R E C U R S O S A ESTADO CONVÊNIO OUTROS Vencimentos e Vantagens fixas Obrigações Patronais Material de Consumo Remuneração de Serv. Pessoais 75.000.000 21.000.000 5.000.000 8.000.000 75.000.000 21.000.000 5.000.0CO 8.000.000 SUB — T O T A L 109.000.000 109.000.000 L Investimentos em Regime de Execia ção Especial 970.000.000 970.000.000 SUB -- T O T A L 970.000.000 970.000.000 T O T A L G E R A L ^.079.000.0^ 109.000.0^ 970.000.00^|^ D 0 B S E V A ç õ E S
LX - -- 1-4 SUÜAil d e s c r i ç ã o d e p r o j e t o / ATIVIDADE ||ff 1 > 1 IDENTIFICAÇÃO ESTRUTURA CÓDIGO DEN O M IN A ÇÃO \ F,UNÇÃO 04 agricultura , PROGRAMA 13 organização agrária SUBPROGRAMA ^ P R O J E T O ATIVIDADE / Fomento â Colonização ^ COORDENAÇÃO ^ SAGRI 1/2 ii EXECUÇÃO COPAC/SUDAP 3 OBJETIV O Promover o assentamento de colonos em áreas adquiridas em anos anteriores Adquirir novas áreas para assentamento Fortalecer o processo de colonização no Estado Aumentar a produção agrícola estadual através da incorporação no processo produtivo de áreas agricultáveis não exploradas. Absorver a mão de obra rural no processo produtivo a fim dereduzir o fluxo campo x cidade'." JUSTIFICATIVA A estrutura fundiária do Estado ressénte-se de uma melhor distribuição, apesar da ação do Governo Estadual e das, Sociedades Cooperativas no sentido de assentar famílias. Por tanto todo esforço será desenvolvido afim de que as áreas já adquiridas sejam implanta das, possibilitando a incorporação de novas áreas no processo produtivo. M E T A S / E T A P A S B Im h i iliiil ^ ^jwfaiiaaaw " ^ , í P A G : i sssL especificação COLONIZAÇÃO - TABULEIRO NORTE . Assentamento de Famílias . Construção de Estradas ; . Construção de Posto de Saúde . Construção de Lavanderia . Construção de chafariz . Constr. Reservatório d'água . Constr. e implantação de rede de alta e baixa tensão . Construção de Escola . Constr. de Escritório p/Assist. Técnica . Constr. do Centro de Apoio Comunitário . Constr. de residência p/técnico . Constr. de Posto Policial COLONIZAÇÃO - TABULEIRO SUL Assentamento de famílias Constr. de Postó de Saúde Constr. de Escola .Instalação de Rede Elétrica Constr. de Poços p/abastecimento d'ãgua Constr. de Estrada LOCALIZAÇAO Ladeirinhas . > Sul/Estado II tt UNIOAOE nília 135 Km . 40 Um 01 Uma 03 um 03 um 01 km .50 uma 01 um 02 um 01 uma 02 um 01 família 250 um 03 uma 03 km 25 lim 03 Km 40 OUANTIOAOE METO D 0 L 0 6 I A Será dado continuidade ao processo de assentamento de famílias, mediante a seleção de colonos, elaboi^ação de projeto e acompanhamento e implantação lias colônias, atividades estas que ficarão a cargo da equipe técnica existente ' na COPAC/SUDAP. No que diz respeito ã assistência técnica agronômica'prestada p£ la EMATER/SE em convênio com a SUDAP, a COPAC, especificamente, manterá J um técnico responsável por cada colônia, desenvolvendo trabalho de coordenação e ■ • . - I supervisão. . . I I . Por outro lado, serã dada continuidade ao trabalho desenvolvido junto ' aos sindicatos e grupos de produtores mediante a aquisição de áreas próximas ' aos povoados, com vistas a aproveitar a infra-estrutura mínima existente o qué cilitara a execução do Projeto. Com relação ao Projeto Ladeirinhas, está previsto o assentamento de 185 f^ mílias que complementarão o número previsto para o projeto (370). No que diz respeito a's inversões serão contruídas estradas, escolas,. po£ tos de sãúde, rede de energia e abastecifnento d'água cujas obras obedecerão um cronograma de execução estabelecido. c ORGÃOS ENVOLVIDOS PAG. S.2S5SCEiáil. J ) SAGRI - Coordenação SUDAP - Execução EMATER/SE - Colaboração na Execução INCRA - Colaboração na Execução SEPLAN - UT POLONORDESTE - Colaboração na Execução SUDENE - Colaboração na Execução w m RECURSOS HUMANOS I PROJETO N.SUPERIOR N. MÉDIO ADMINISTRATIVO TOTAL Colonização Sul 15- 07 08 30 Colonização Norte 04 06 15 25 TOTAL 19 13 23 55 S IT U A Ç A O ATUAL .9 FONTE E USO DOS RECURSOS PAG szL 35 : ) CLASSI FICAÇAO ECONOMICA OAS DESPESAS OOTAÇAO TO TAL Cr^ 1,00 FONTE DE R E C U R S O S ESTADO CONVÊNIO OUTROS Material de Consumo Remuneração de Serv. Pessoais Outros Serviços e Encargos 50.000.000 50.000.000 300.000.000 50.000.000 50.000.000 300.000.000 C O R T e [ s SUB — T O T A L 400.000.000 400.000.000 0 E S P E S Ai s! Equip. e Material Permanente Aquisição de Imóveis 10.000.000 90.000.000 10.000.000 90.000.000 Investimento em Regime de Exec£ ção Especial 605.000.000 600.000.000 5.000.000 SUB - T O T A L .7P,5.,Q00.000 100 . 000.000 600.000.000 5.000.000y T OT AL G E R A L .105.000.0^ 500. OOP. 0 ^ 600. OOP. OÕ^ 5.000.000 ^ B 4S E R III Í ^ S Ü ü A ? ^ C DESCRIÇà d e p r o j e t o / AT{VIdà D £ ~ ^ (? ^ ^ IDENTIFICAÇÃO ^ • 1------- fLfclNÇÃO ^ SUBPROGRAMA 075 Defesa Sanitária Vegetal a^PROJETO ATIVIDADE Vigilância e Defesa Fitossanitári^ V COOROENAÇAO S f f i É EXECUÇÃO 1. 3 OBJETIVO 1 1. GERAL . Contribuir para a elevação da produtividade e redução dos danos causados por pragas e doenças às culturas de citros, olerícolas, algodão e cõco. . Estabelecer um esquema de vigilância ao bicudo^algodoeiro nos municípios produtores de algodão e nas unidades de beneficiamento.. 2. ESPECÍFICOS . Vigilância e controle de pragas e doenças das’culturas assistidas pelo Programa . Difusão de práticas de controle fitossanitário . Implantar armadilhas de feromõnios nos municípios produtores de algodão. ^ JUS TIFICATIVA ;rincia ã parte fitossanitária, .principalmente em relação as culturas de citros, côco,pl£ 1^ rícola e algodão. Como sabemos, essas culturas constituem-se como geradoras de renda das pequenas unidades de produção, no entando, os danos provocados pela infestação de pragas e doenças tendema afetar a renda dos produtores e a oferta de produtos ao mercado. A exemplo, o apareci mento do bicudo do algodoeiro nos algodoais de Sergipe poderá comprometer a sua produção tornando inviável o seu cultivo, uma vez que a produtividade média estadual é de 300Kg/ha inferior a do país. Diante dessa fato, torna-se necessário a manutenção de um mecanismo de prevenção e con - trole de pragas e doenças capaz de, em articulação com a pesquisa e assistência técnicae extensão, se constituir num elemento de ação efetiva de controle fitossanirário. i| M E T A S / E T A P A S PA 37 E S P E C I F I C A Ç Ã O LOCALIZAÇÃO UNIOAOE OUANTIOAOE 1. CITROS . Levantamento populacional de pragas e in£ migos naturais . Orientação sobre aplicação dè Agrotóxicos . Inspeção Fitossanitãi;ia em barreiras . Inspeção Ftossanitária em pomares . Palestras para técnicos e produtores 2. CÕCO: . Levantamento da incidência da lixa do c£ queiro 3. OLERÍCOLAS; . Orientação sobre o uso de agrotóxicos . Vigilância fitossanitária . Palestras para produtores e técnicos 4. ALGODÃO: •.Inspeção fitossanitária em plantio . Vigilância em Usinas de Beneficiamento . Instalação de Armadilhas com iscas de f.ero mônio . Propriedades com armadilha a implantar . ' Inspeção em barreiras . Palestras para produtores e técnicos R.Citrícola It It II II II II II II R. Produtora R.Itabaiana Região Pro dutora e B£ neficiádora um var. uma uma um um var. um uma um uma um um um um lOi ■ 12 I 06 01 I 100 ( ' 10 ' 24 , 36 1.500- 20 c n M E T O D O L O G I A D G 3 Z H Z D A ação a ser desencadeada pelo Programa constitui-se de; 1. Fiscalização do trânsito de materiais vegetativos das espécies alvos do projeto, com vistas a detecção de Irregularidades quanto ao aspecto s£ nitário; 2. Fiscalização de unidades beneficiadoras de algodão e de frutas citricas com vistas ã verificação do estado fitossanitário, particularmente aqu£ • les oriundas de Estados onde haja ocorrência do bicudo e do cancro ci trico. 3. Inspeção fitossanitãria era pomares e em barreiras 4. Levantamento populacional de pragas, doenças e inimigos naturais objet£ vando a difusão de orientação de controle. - C 3 ORGÍOS ENVOLVfrDOS PAG 39 3 • SAGRI - Coordenação ..... ’"N L SUDAP - Execução e Acompanhamento EMATER/SE - Execução e Acompanhamento DFA/SE - Execução e Fiscalização UEPAE/SE - Assessoramento Técnico 1 i ' i > r j y RECURSOS HUMANOS • N SUDAP DISPONiVEL NECESSIDADE TOTAL Eng.Agrônomo 01 01 02 Téc. Agrícola 01- 02 03 Vig. Fitossanitário - 10 10 D.F.A. . Eng.Agrônomo 01 - 01 Prático Agrícola . 01 - 01 Tratorista 04 • 04 Dl 9 FONTE USO DOS RECURSOS CLASSI FICAÇAO ECONOMICA OAS DESPESAS DOTAÇAO T O T A L Cr$ 1,00 FONTE OE R E C U R S O S ESTAOO CONVÊNIO OUTROS p E S |p E S |a s T E |S Vancimentos e vantagens fixas Despesas Variáveis j Obrigações Patronais \ i Material de Consumo í Remuneração de Ser. Pessoais Outros Serviços e Encargos Salãrio Família 42.000.000 15.000.000 10.800.000 15.000.000 5.000.000 3.000.000 . 200.000 42.000.000 15.000.000 10.800.000 15.000.000 5.000.000 3.000.000 200.000 SUB — T O T A L 91.000.000 91.000.000 . ‘ Cl A P I T A L Equipamento e Material Permanente Investimentos em Regime de Execu- -çio Especial 30.000.000 39.000.000 30.000.000 39.000.000 SUB - T O T A L 69.000.000 30.000.00C 39.000.000 TO TA L G E R A L J^60.000^00^21.000.000^ 39 .000.000 (0 B Is E R V A Ç õ DESCRIÇÃO DE FROJETO / ATIVIDADE ) % „ 41 i d e n t i f i c a ç ã o ^ • r ESTRUTURA CÓDIGO DENOMINAÇÃO . ^ í PROGRAMA 15 Produção Animal > PROJETO ATIVIDADE DEFESA ZOOSANITÂRIA y *1/41 COORDENAÇÃO SAGRI EXECUÇÃO SUDAP - CODEA 3 OBJETIVO Diminuir a incidência da Febre Aftosa, Brucelose, Raiva e outras enfermidades dos an^ mais domésticos de interesse econômico, através da vigilância Epidemiológica, assis - tência a focos, controle sanitário do trânsito de animais, produtos e sub-produtos, e de educação sanitária. JUSTIFICATIVA A incidência a níveis epidêmicos e endêmicos das diversas enfermidades objetos dos •Programas, associada as perdas.físicas e econômicas na exploração pecuária, requerem uma ação efetiva do Governo, no controle e erradicação das mesmas. te maior oferta de produtos e sub-produtos de origem animal para o consumo interno. i - X M E T A S / E T A P A S ■V . /&SS3BS3SBÍ^ ri'TEM t ESPECIFICAÇÃO. • LOCALIZAÇÃO UNIOAOE A OUANTIOAOE . Levantamento de ocorrências' Estado foco 700 . Visita rebanho afetado . visita 21.000 . Coleta de material para diagnóstico coleta • 420 . Visita periferia do foco visita 1.400 2 VACINAÇÃO ■ ! 1 Estado j . Criador atendido criador 8.000 . Propriedade atendida ■ prop. '7.000 >• • Febre aftosa dose. 500.000 Brucelose cabeça 10.000 Raiva cabeça 50.000 Çarbunculo sintomático/Hemático cabeça 20.000 Outras enfermidades cabeça 20.000 Estado • . Vermifucação dose 30.000 Estado . Propriedades trabalhadas prop; 30 • . Regugio trabalhado ref. 05 . Animais tratados com vampiricidas cabeça 500 . Morcegos capturados e tratados morcego 100 5 y EDUCAÇÃO SANITÁRIA Estado . Atendimentos clínicos e cirúrgicos Cria/Cab. 1000/10.000 . Reuniões Reunião 12 ? . Palestras Palestra 24 . k . Demonstrações Demons t. 24; . Divulgação Divulg. 500' . Enquetes Enquete ,2.000 . . Cursò de M.O. Rural Curso ' 12 ' ^ “ ■ . Dia de Campo dia 03 6 FISCALIZAÇÃO SANITÃRIA Estado . Revendedor Revend. 30 . . Visita a revendedor visita 1.200 . . Emissão de Guia de Trânsito Guia 5.000 1 1 ■ » €]1 M E T O D O L O G I A  metodologia utilizada pelo Projeto será fundamentada na ação técnica efetiva do orgão executor, através de: i 1. Promoção da Educação Sanitária - Palestras - Reuniões • - Enquetes -- Divulgações - Dia de campo 2. Capacitação da mão-de-obra rural, visando a formação de vacinadorès autônomos 3. Atuação em focos de doenças, objetivando, o controle e erradicação 4. Controle de vetores de doenças 5. Atendimentos clínicos e cirúrgicos aos criadores •6. Fiscalização sanitária ao Trânsito de animais, Produtos e sub-produtos de Ori gem Animal 7. Realização de Reciclagem para Pessoal Técnico de Apoio 8. Fiscalização á comercialização e manipulação de vacinas. ■ w u ' I 4-t r P T ' - i : SAGRI - Coordenação I SUDAP - Execução e Planejamento J MINISTÉRIO DA AGRICULTURA - Planejamento, participação, assessoramênto e cola boração na execução. COMASE - Colaboração na Execução CSL - Colaboração na Execução ACES - Colaboração na Execução EMBRAPA - Difusão de Tecnologia Médico Veterinário 7 20 Guarda Sanitário - 110 . f v f Aux. Administrativo - 20 I • dotação de recursos financeiros por parte do Ministério da Agricultura. FONTE E USO DOS RECURSOS PAG. 45 r CLASSI FICAÇAO ECONOMICA OAS DESPESAS DOTAÇAO T O T A L Cr^ 1.00 FONT E OE R E C U R S O S ESTADO CONVÊNIO OUTROS Vencimentos e Vantagens Fixas Despesas Variáveis Obrigações Patronais Material de Consumo Remuneração de Serv. Pessoais .^Outros Serviços e Encargos Salário Família 203.000.90c 20.000.00C 45. 000. 00c 5. 000. 00c 15.000.00C 15.000.00C 1.000.00C 203.000.000 20.000.000 45.000.C00 5.000.000 15.000.000 15.000.000 l;000.000 ! T E S SUB — T O T A L 304.000.000 304.000.00C p E .s p E |S .A |S Equipamento e Material Permanente Investimento em Regime de Execuçãc .Especial 10.000.000 13.000.000 10.000.000 13.000.000 1 1'. ,P i : i . SUB - T O T A L 23.000.000 10.000.000 13.000.000 : ) ■N TOT A L GERA L .OOP.00^314.OOP. 00^ 13. OOP. 000^" { liUUAf» DESCRIÇÃO DE PROJETO / ATIVIDADE } ( 46 J IDENTIFICAÇÃO ] . ESTRUTURA CÓOIGO DENOMINAÇÃO \ ■ ^i^NÇÃO ^ PROGRAMA 15 PROJETO ATIVIDADE V ' Realização de Exposição e Feira Agropecuári^ 1/4R COORDENAÇÃO 1/2 r| EXECUÇÃO A . SAGRI CODEA/SÜDAP 3 OBJETIV O - Reuni II Reunir os produtores através da realização de exposiçois feiras e leilois, para discutir "e mostrar o desenvolvimento alcançado pela Pecuária Sergipana. - Promover uma rí.elhor condição de intercâmbio comercial entre os pecuaristas e os produto res de insumos e equipamentos; - Estimular o trabalho de melhoramento genético do rebanho desenvolvido pelos produtores; ^ - comparar á evolução da pecuária sergipana em relação aos demais Estados no Nordeste que freqüentam nossos certames. X _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ / JUSTIFICATIVA i II de grande importância para o Estado a realização das Exposiçois Feira e Leilois Agropecuarios tendo em vista a comercialização de matrizes e reprodutores de boa caracteristica genetica, possibilitando assim a melhoria do rebanho existente, bem como a difusão de téc nicos. METAS / ETAPAS j;,------ - * 1 # ...^ ITEM E S P E C I F I C AÇAO LOCAUIZAÇAO UNIOAOE OUANTIOAOE 02 03 04 Realização de Exposiçoês e feiras Melhoria de Estrutura dos Parques
a)Connstrução do Parque
b)Construção de pavilhão para equídeos
c)Constr. de pavilhão p/ovinos e caprinos
d)Calçamento de parte interna do Parque
e)Construção de sanitário Público Realização de Leilão de matrizes mestiças e/ ou registradas e reprodutores registrados e/ ou controlados (bovinos, equídeos) de ovinos e caprinos Colaborar com ACES, visando o envio de anii:i£ • is selecionados para exposição em outros Cen tros do País, e Registros de equídeos e bov£ nos da raça holandesa. Lagarto T.Barreto Aracaju Sergipe uma . uma uma 01 01 01 T.Barreto um 01 Aracaju ,um 01 N.S.Glória um 02 Aracaju um 01 Lagarto um 01 Aracaju m2 360 Lagarto m2 1 250 Lagarto um 1 ■ 1 02 Aracaju 1 1 1 um 01 M E T O D O L O G I A Com relação ao projeto de Exposição e Feira Agropecuária a metodologia é dese£ volvida em duas etapas distintas,.a primeira que compreende as fases de manu - tenção, conservação e preparo de parques, tratos culturais e .manejo das ãreasprodutoras de forragens, utilizadas durante os certames. A segunda Etapa consta da execução propriamente dita, composta de revisão do regulamento, divulgaçãoe através de comissoés específicas dos.trabalhos de recepção, julgamento dos animais. Quanto a realização do leilão de matrizes ^reprodutores de equideos, bovinos, C£ prinos e ovinos, o período propício seria durante a Esposição Agropecuária deAracaju, onde poderia contar com a participação dos Agentes Financeiros e me - lhor afluência do público. Na colaboração com a ACES, a SUDAP repassa recursos, visando oferecer condi - çois aos seus associados para expor animais em exposição representativas de P£ cuãria Nacional e/ou Regional. o ORGÃOS ENVOLVIDOS PAG. j '•^SSSSSS&J- { SAGRI - Coordenação - I SUDAP - Planejamento, Execução e Participação Financeira [ DFA/SE - Colaboração na Execução 1 COMASE - Colaboração na Execução j EMATER/SE - Colaboração na Execução ABCZ - Colaboração no planejamento e na execução (zebu) ’ | ACES - Colaboração no planejamento e na Execução (equideos eBovinos de raça holan desa). ■ ASCCO - (caprinos e ovinos) colaboração do planejamento e execução. | Prefeitura Municipal de Lagarto ; Prefeitura Municipal-de N.S. da Glória - ' .Prefeitura Municipal de Tobias Barreto- ' RECURSOS HUMANOS NÍvel Superior - 01 NÍvel Médio - 01 Aux. Administrativo..- 03 NÍvel Elementar-- 10 SITUAÇAO ATUAL leilão que estava previsto não foi possivel a sua realização. , FONTE E USO DOS RECURSOS 50 :) f CLASSI FICAÇAO ECONOMICA ^ DAS DESPESAS DOTAÇAO TO TAL Cr^ 1,00 FONTE OE R E C U R S O S ESTADO CONVÊNIO OUTROS - Pessoal . Despesas variáveis . Material de consumo . Rem.de Serviços Pessoais . Outros serviços e encargos 10.000.000 33.070.000 30.000.000 100.000.000 10.000.000 33.070.000 30.000.000 100.000.000 SUB — T O T A L 173.070.000 173.070.000 Investimentos em Regime de Execu ção Especial. . Obras e Instalações 677.820.000 10.000.000 677.820.000 10.000.000 SUB - T O T A L 687.820.000 687.820.000 TO T A L G E R A L J^60.890.00^860.890.00^ Ç1 i l i J <23® Í-;UUAH DESCRIÇÃO DE P R ^ Õ je T o / ATIVIDADE ) 3i j IDENTIFICAÇÃO ^ ■ • ESTRUTURA CÓDIGO DENOMINAÇÃO . ^ FUNÇÃO PROGRAMA 15 Produção Animal SUBPROGRAMA 08R Desenvolvimento Animal PROJETO ATIVtOAOE V Inseminação Artificial' ^ COORDENAÇÃO j l/ 2 f] EXECUÇÃO ' ^ SAGRI SUDAP/CODEA m m m B m Ê Ê m ____________________________________________^ - Difundir e incentivar a Inseminação Artificial - Proporcionar o acesso do pequeno produtor a Inseminação Artificial - Possibilitar a utilização de semem de melhores reprodutores c/baixo investimento - Melhorar o padrão genético do rebanho e aumentar sua produtividade. .JÜÀ M E T A S / E T A P A S ITEM E S P E C I F I C AÇAO LOCALIZAÇAO UNIOAOE OUANTIOAOE , 1 C. 2 3 4 5 6 7 8 13 • I Implantação e Inseminação Artificial Curso para formação de inseminadores Curso para técnico Visita a propriedade assistida Levantamento Sanitário Preparo de. Rufião Inseminação Realizada Cadastramento de Produtores Levantamento ginecológico Palestra Reunião Dia de campo Excursão a Central de Inseminação Artificial Estado BA prop. curso curso visita cabeça cabeça ins. cabeça cabeça palestra reunião ! dia I excursão 50 04 01 400 2.000 50 300 50 2.000 12 06 02 02 ORGÃOS E NVOLVID OS. ) #? PAG. 'i • 54 ) y V --givrTii y SAGRI - Coordenação SUDAP - Planejamento e Execução CABANA DA PONTE - Colaboração e Execução ACES - Colaboração na Execução LAPA/DFA - Colaboração na Execução EMBRAPA - Difusão de Tecnologia RECURSOS HUMANOS Médico Veterinário - 20 Guarda Sanitário - 110 Aux. Administrativo - 20 'X® }j SITUAÇÃO ATUAL FONTE E USO DOS RECURSOS / CLASSIFICAÇÃO ECONOMICA J . . 4 ^ OAS DESPESAS OOTAÇAO TOTAL Cr$ 1,00 FONT E OE RECU R SO S ESTAOO CONVÊNIO OUTROS Vencimentos e Vantagens Fixas Despesas Variáveis Obrigação Patronal Material de Consumo Remuneração de Serv. Pessoais Outros Serviços e Encargos Salário Família 88.000.000 5.500.000 18.b00.000 20.000.000 10.000.000 10.000.000 1.500.000 88.000.000 5.500.000 18.000.000 20.000.000 10.000.000 10.000.000 1.500.000 T E s SUB — TOTAL L53.000.000 153.000.000 Equipamento e Material Permanente 10.000.000 10.000.000 Investimento em Regime de Execução Especial 12.000.000 12.000.000 C A |p| I í |T |A L SUB - TOTAL 22.000.000 10.000.000 12.000.00C c TOTAL GERA L ^175. OOP. 00^163. OOP. 00^ 12. OOP. 000^ 3 C d e s c r i ç ã o d e p r o j e t o / ATIVIDADE I D E N T I F I C A Ç Ã O ' • estrutura CÓDIGO D E N O M I N A Ç Ã O . ^ I^INÇÃO 04 Agricultura PROGRAMA 15 Produção animal SUBPROGRAMA 088 . PROJETO ATIVIDADE ......... Fomento ã Caprino/Ovinocultura COOROENAÇAO EXECUÇÃO SAGRI SUDAP/CODEA 3 O B J E T IV O - Desenvolver no Estado a pecuária de.médio porte, partindo de um ma terial genético considerando dos melhores,’ -Criar novas alternativas de exploração para o médio e pequeno pec£ arista. * “ * • y V S J U S T I F I C A T I V A A pecuária de médio j)orte, tem se destacado dentro do contexto economico s * do Estado, tanto pelos altos preços alcançados e nível de produtores, C£ mo pelas ofertas de novas opçoés de alimento aos consumidores. Devido ã menor exigência, em água e em alimento, a ovino/caprinocultura, tem tido um aumento -considerável nos últimos anos junto aos pequenos e médios produtores, principalmente na região semi-árida do Estado. que o trabalho ora desenvolvido tem melhorado a qualidade do mesmo, bem- ^ como seus índices de produtividade. 01 02 - - ‘ l ■ 03 ^ 05 06 07 09 11 12 . J . - . M E T A S / ET A PA S J ^vZ3S235i. 57 1 E S P E C I F I C AÇAO Formar plantei composto de: . -matrizes - Reprodutores - Rugião Natalidade Registro do Plantei Promover Leiloês Construção de Aprisco Promover Reuniões c/produtores de ovinos Visita a Unidade Produtora de Ovinos Dia de Campo Permuta de animais com o Programa de Estímulo ã pecuária de médio porte Coleta de simem dos reprodutores Distribuição ,de animais Produtores beneficiados LOCALIZAÇAO R.do Dantas N.S. Glória R.do Dantaa N.S. Gória R.do Dantas R.do Dantas N.S. Glória R.do Dantas N.S. Glória Estado R.do Dantas R.do Dantas N.S. Glória Estado R.do Dantas Estado Batalha-AL Estado. Estado UNIOAOE cab cab. cab. cab. cab. cab. cab. cab. cab. um um 1 uma I uma I uma I um I 1 cab. I I mini-tubo cab.' I Prod.' QUANTIDADE 100 40 05 02 05 98 39 105 45 02. 01 02 01 10 01 80 500 5.500 500 M E T O D O L O G I A rar o padrão racial e o manejo do rebanho. Através de visitas ãs propriedades dos criadores e/ou destes as Bases Físicas, serão mantidos intercâmbios de informa - çoês técnicas, com vistas a um aprimoramento racional de esploração. Periodicamente serão efetuados leilois e permutas de matrizes e reprodutores de alto padrão racial dando prioridade ao programa de Estimula ã Pecuária de Médio - Porte desenvolvido pela EMATER/SE e Projeto Sertanejo. A fim. de agilizar a melhoria dos rebanhos haverá estação de monte onde os animais serão insemidados por reprodutores das Bases Físicas, em períodos pré-estabe.lecidos. A estratégia obedecida para o atendimento, ao pequeno e médio produtor do semi- £ rido será através de cessão de lotes de animais (10 fSmeas e 01 macho no máximo), pelo período de 02 anos com a devolução do mesmo número de animais. ORGÃOS ENVOLVkOOS J i PAG j ssrssB. L 59 SAGRI - Coordenação SUDAP - Planejamento e Execução DFA/SE - Colaboração naPlanejamento e Execução Cessão da Base Física DNOCS - Colaboração no Planejamento e Execução Cessão da Base Física EMATER/SE - Colaboração na distribuição de Animais ASCCO.- Colaboração na Execução EMBRAPA - Colaboração nâ Execução RECURSOS HUMANOS V Nível Superior - 02 Aüx. Administrativo - 01 Nível Médio - 01 Nível Elementar - 04' 21 SITUAÇÃO ATUAL 1 Â situação atual do Programa ainda está a desejar, visto que somente em setembro deste ano foi possível manter uma ficha de controle zootecnicos, devido a melhora do padrão do rebanho existente. FONTE E USO DOS RECURSOS CLASSI FICAÇAO ECONOMICA OAS DESPESAS - Vencimentos e vantagens fixas - Despesas Variáveis - Obrigações Patronais - Material de Consumo - Rem. de Serviços Pessoais - Outros serviços e encargos - Salário Família T E S OOTAÇAO T O T A L Cr| 1.00 17.000.000 10.000.000 4.000.000 35.000.000 15.000.000 15.000.000 1.000.000 FONTE OE R E C U R S O S ESTAOO 17.000.000 10.000.000 4.000.000 35.000.000 15.000.000 15.000.000 1.000.000 CONVÊNIO OUTROS SUB - T O T A L 97.000.000 97.000.000 | 0B Investimentos em Regime de Execução Especial: P e 1 Equip. Material Permanente S - Obras e Instalações ' 13.0001000 10.000.000 10.000.000 13.000.000 10.000.000 10.000.000 SUB - T O T A L 33.000.000 20.000.000 13.000.000 TO T A L G E R A L 130. OOP. 0 0 ^ 17. OOP. 0 0 ^ 13. OOP. 0 0 0 ^ “ DESCRIÇÃO DE PROJETO / A T IV ID A D E ^ JLíl 61 V IDENTIFICAÇÃO ^ . ■ • ■ e s t r u t u r a CÓOIGO DENOMINAÇÃO ^ FÜTNÇÃO 04 Agricultura PROGRAMA 16 SUBPROGRAMA PROJETO ATIVIOAOE S. Apoio ã Produção e ao Abastecimento (Classif. de Produtos Vegetais) ^ COORDENAÇÃO \ á 1 /2 ■ EXECUÇÃO ^ ^ SACRI CODEV/SUDAP ^ O BJETIV O Desenvolver as atividades de Classificação dos Produtos Vegetais, Subprodutos e Resí duos de Origem Vegetal de valor economico para o' Mercado Interno, visando facilitaras operaçoês comerciais entre as Unidades da Federação e atender a Política de Pre ços mínimos do Governo. ( V J JUSTIFICATIVA A Classificação de Produtos de Origem Vegetal constitui mais um veículo de apoio ao setor agrícola, que visa contribuir de forma positiva com os produtores, compradore/ou consumidores, assegurando ao produtor um preço justo de sua produção e permi - tindo aos compradores e/ou consumidores saberem o que estão adquirindo. Simplificar e tornar mais segura as operaçoês comerciais que se realizam no Estado e fora dele A classificação também constitui um instrumento de estímulo ã melhoria das safras - dos processps de beneficiamento e preservação dos produtos, justificando, desta for ma sua presença nos processos de comercialização. METAS / ETAPAS E S P E C l FI C AÇAO LOCALIZAÇAO UNIOAOE OUANTIOACE 001 002 003 004 • - t ^ 6 » . 008 005 Coleta de amosttas para fins de classificação Classificação de produtos ■ . - Algodão em pluma - Algodão êm caroço - Arroz beneficiado • ■ , . -.Arroz em casca - Feijão - Milho - Farinha de mandioca - Outros produtos Treinamento para pessoal Reciclagem para clnss.i.ficador • Reciclagem para classificador Instalação de Posto de classificação Instalação de Posta de classificação Reforma de prédio de classificação Complementação de equipamentos em posto de classificação Oiq_ Aquisição de veículo marca Fiat/Panorama Aracaju/ Paraná Aracaju/ Paraná Parana B. Grande . I. Flores Neópolis Interior do estado Aracaju uma 40.000 t ■ 20.000 t • B.OCG t 3.000 • t 3.000 t 2.000 • , t 2.0Q0 t 1 .GüO t 500 .• t 500 um 02. um 09 um 01 um 01 um 01 um 01 um 04 um 01 m __________- M E T O D O L O G I A I ) A metodologia utilizada pelo Serviço de Classificação de Produtos de Origem Vegetal, segue a linha de Sistema de Classificação orientado pela Secreta - ria Nacional de Abastecimento -SNAB/MA. o Trabalho desdobra-se em várias fases, compreendendo coleta de amostras de produtos ã sua classificação, cadastramento e fiscalização de estabelecimen tos' envolvidos no processo de classificação. Sua execução se processa através dos Postos de classificação localizados em Aracaju e municípios do interior, mediante a ação direta dos classificado - res. UNIDADES OPERATIVAS 1. Unidade Central c Posto de Classificação: Aracaju 2. Postos de classificação nos seguintes municípios:
a)Estância
b)Itabaiana
c)Propriá
d)Neõpolis
e)Brejo Grande (a ser instalado)
f)Ilha das Flores ( a ser instalado) ■y^ORGÃOS E N V O L V ID O S )(^PAG.i 64 ) il . . - Vrsagrarfú , . . . . ✓ r ' - SECRETARIA DA AGRICULTURA - Coordenação - MINISTÉRIO DA AGRICULTURA - F iscaiização e determinação de normas e padroês - SUDAP - Execução RECURSOS HUMANOS EXISTENTES PREVISTOS Nível Superior:. ' . _ . Engenheiro Agrônomo: 01 ■ • Nível Médio: . Auxiliar Administrativo - 01 ..Classificador - 10 . Técnico em Contabilidade - 01 Outros Níveis . Motorista - 01 . * « . Servente - 01 ' . Auxiliar Rural - 01 OBS: dos'10 (dez) classificadores, 01 (hum) pertence ao quadro de pessoal do 1 FONTE E USO DOS RECURSOS 65 D CLASSi FICAÇAO ECONOMICA DAS DESPESAS DOTAÇAO TO TAL Cr^ 1,00 FONT E DE R E C U R S O S ESTADO CONVÊNIO OUTROS PESSOAL Vencimentos e vantagens fixas Despesas Viriáveis Obrigaçois Patronais Material de consumo Remuneração de Serv. Pessoais Outros Serviços e Encargos Salário Família 44.000.000 10.000.000 10.000.000 15.000.000 10.000.000 10.000.000 1.000.000 44.000.000 10.000.000 10.000.000 15.000.000 10.000.000 10.000.000 SUB — T O T A L 100.000.000 100.000.000 Equipamento e Material Permanente Investimento em Regime de Execução 25.000.000 25.000.000 ^special 18.000.000 18.000.000 SUB - T O T A L 43.000.000 25.000.000 18.000.000 TO T A L G E R A L ^ 4 3 . OOP. 000^125. OOP. 00^ 18. OOP. 000^" D IVU-l)AK_ i d e n t i f i c a ção r n m i t i i i iMmm t ■ , . ■ ■ - 1 I I ! " ■ . ■ ! ■ ' >^SSSZ3S61 DESCRIÇÃO DE PROJETO / ATIVIDADE J J * I 66 ESTRUTURA COOlGO OENOMINAÇAO "FUN^AO 04 • AGRICULTURA PROGRAMA 'SUBPROGRAMA -iia. rnnPFRflTTVT<;Mn PROJETO ATIVIDADE FORTALECIMENTO E INTEGRAÇÃO DO SIST. COOPERATIVjtgTA r f ? s » agw COOROENAÇAO I gaaugr 1/2 i EXECUÇÃO 3 SAGRI CODEC/SUDAP - Desenvolver junto as Cooperativas ações e/ou atividades concernentes a assessoria administrativa a gerencial, a fim de promover o fortaleci mento da Cooperativa no atendimento dos seus objetivos; - Desenvolver atividades voltadas para.a motivação e conscientização e ações inerente.3 a capacitação de recursos humanos; - Assessoramento .técnico aos Conselhos Fiscais das Cooperativas e im plementar serviços de auditoria e acompanhamento contábil e financei ro. ’ JUSTIFICATIVA As Cooperativas Agrícolas do Estado, por serem constituídas de peque nos produtores, carentes na sua grande maioria de terra e capital, de pendem de um programa de apoio do Governo, principalmente, no tocante a reestruturação fundiária e na organização de uma estrutura gerencial e administrativa suficiente para gerir as ações empresariais, com vis ta a formação de 'uma economia de mercado. ‘ 0 Cooperativismo evidenciase como instrumento de integração do mini e pequenos produtores no prc cesso de. geração de renda, sobretudo, nà organização da produção e no equilibrio das desigualdades sociais regionais existentes, portanto, torna-se necessário uma participação integrada Governo do E^ do e Cooperativa no sentido de desenvolverem ações de aooio e somacão de esforços a fim de que forma complementar torne as Cooperativas mais fortalecidas e operantes. M E T A S / E T A P A S \ i 67 ) L'JEXÍ E S P E C I F I C A Ç Ã O LOCALIZAÇAO UNIDAOE A OUANTIOAOE 1. ASSESSORP^ENIO «MNISIRATIVO E GEPEICM_ 1.1. Participação reunião do Conselho de Adminis COOPEGRESTE tração ■ COESP.ITRASE COOPAME,COO • FERTFEZE, COO PERGLORIA, . COBASF, CAMU RUPIM, JAR- - dim. LM\ 120 1.2. Assessoramento na área Comercial, Adminis Tcdas do item LM 176 ■ trativa e Financeira . 1.1 • 2. ASSESSORIA CONTÁBIL 2.1. Participação reunião Conselho Fiscal Todas do itán 1.1 IMA rm 2.2. . Acompanhamento das atividades do Conselho Fiscal Todas do itér il.l VUM 060 2.3. Treinamento dos'membros do Conselho Fis Tocte do iten lM ■ 009 1 cal 1.1 ■ 1 2.4. Estudos e Análises Contábil e Financeira Todas do itém IM 009 'T" ■ i ■ 3. CONSCIENTIZAÇãO E EDUCAÇãD COOPERATIVISTA , 3.1. Formação de Comitês Educativos COOPAME - COOPEGRESTE ' CAMURUPIM . J \ COESP UM 004: ■ 3.2. Partipação em Reuniões de A.G. das Coopera tivas T n r l a s do item 1.1 IM\ 060 X 3.3. Palestras, encontros e reuniões com Dirigein 1 tes e Associados das Cooperativas Tnrhs do item 100 3 M E T O D O L O G I A DGZl Z j lD Para a consecução dos objetivos e metas estabelecidas no r£ ferido Plano de Trabalho, com relação ao Segmento Cooperativista, as atividades serão coordenadas e executadas pela Coordenadoria de Cooperativismo da SUDAP, através dos técnicos já existentes,' sediados em Aracaju e no interior em algumas Cooperativas. No tocante ao, trabalho de Assessoria Administrativa e Gereji ciai, as ações serão executas mediante visitas semanais às Cooperatj vas, principalmente, naquelas que não dispoêm de assessores adminis trativos e participarão nas reuniões do Conselho de Administração. Nas Cooperativas que contam'com o trabalho direto do assessor admi nistrativo, terá da Coordenadoria de Cooperativismo da SUDAP, um acompanhamento a nível de supervisão das atividades desenvolvidas djj ranteomêscom apresentação de um Relatório. Com relação a atuação na área gerencial propriamente dita, a SUDAP deverá firmar convênios com a Organização das Cooperativas objetivando repassar recursos para a contratação de profissionais experientes parâ assumirem essa função de Gerente na Cooperativa. Quanto ao trabalho de conscientização cooperativista, deverá ser implementado um trabalho de caráter experimental nas Cooperati vas de Comitês educativos, junto as comunidades, utilizando métodos apropriados para esse tipo de trabalho que contará com a participa ção da equipe técnica da Coordenadoria de Cooperativismo da SUDAP. Ainda com relação a conscientização Cooperativista, serão promovi dos encontros, reuniões e-palestras nas comunidades no sentido de motivar os associados a melhorar o nível de participação e atuação nas Cooperativas e nas reuniões de Assembléias. No que se refere ao trabalho de assessoramento técnico aos Conselhos Fiscais, serviços de auditoria e acompanhamento contábil e financeiro, a equipe técnica da Coordenadoria de Cooperativismo da SUDAP em comum acordo com as Cooperativas executará um trabalho per manenté de levantamentos e análises financeira e contábil com emis são de relatórios que serão levadas ao conhecimento dos Conselheiros bem como, será prestado ao Conselho Fiscal um assessoramento técnico contábil e treinamentos. A SUDAP contará com o apoiq da OC£SE e manterá com essa organiz£ ção convênios visando a somação de esforços humamos e financeiro a fim de desenvolverem ações de apoio e colaboração ao fortalecimento do sistema cooperativista estadual. ( 6 ORGÃOS E N V O L V ID O S ii.. - ulT~r'-.Tl------- ^CEEj ) SAGRI - COORDENAÇãO SUDAP - EXECUÇãO OCESE - Colaboração na Execução COOPERATIVAS AGRÍCOLAS 00 ESTADO - .Colaboração na execução EMATER/SE - Colaboração na Execução ■N RECURSOS HUMANOS SEGMENTO COOPERATIVISMO ■ EQUIPE EXISTENTE ( Força de Trabalho) PROFISSIONAIS NS NM ND TOTAL ATUAL PREVISTO ATUAL * PREVISTO ATUAL PREVISTO ENG9 AGR9 01 • 01 02 ECONOMISTA ■'01 - - -" - . - ■ 01 BEL, ADMINIST. 01 — - — - 01 ASSIST-. SOCIAL 01 — — — 01 ADVOGADO - . 01 — — - \ 01 TéC. EM COOPERAT. 06 02 _ — , ‘ 08 TéC. EM CONTABILIDADE - - AUX. ADMINISTRATIVO - - - 01 02 03 "N S IT U A Ç A O ATUAL rrrr FONTE E USO DOS RECURSOS PAG 70 D r C L A S S I FICAÇAO ECONOMICA OAS D E S P E S A S Vencimento e vant. fixas Despesas Variáveis Obrigações Patronais Material de Consumo Remuneração de Serv. Pessoais Outros Serviços e Encargos I Salário Família OOTAÇAO TO TAL Cr^ 1,00 150.000.000 100.000.000 33.000.000 150.000.00D 40.000.000 150.000.000 3.000.000 F O N T E DE R E C U R S O S A ESTADO 150.000.000 100. 000.000 33.000.000 150.000.000 40.000.000 150.000.000 3.000.000 CONVÊNIO OUTROS S U B — TOTAL 626.000.000 626.000.000 Equip. e Material Permanente Investimento em Regime de Execução Especial 80.000.000 100.000.000 80.000 .-000 100.000.000 SUB - TOTAL 180.000.000 80.000.000 100. 000.000 T O T A L G ER AL ~ ^806.000,C]00 ^06.00o'^ÕÕ^100.000.000y 0 B s| E Ri V A| Ç á <" SSS3F3 I ÜUüAii. ____________________________ . . . t t a i V . - i W i J H J i i - J M B H I DESCRIÇÃO DE PROJETO / ATIVIDADE 7i I D E N T I F I C A Ç Ã O ^ • . ESTRU TU RA CÒOIGO D E N O M I N A Ç Ã O . \ FJJNÇÃO 04 Agricultura . PROGRAMA 40 Programas Integrados SUBPROGRAMA PROJETO ATIVIDADE V PROJETO SERTANEJO y 1/4jj COOROENAÇAO SUDENE/SAGRI 1/2 tá EXECUÇÃO SUDAP/PROJETO SERTANEJO 3 O B J E T IV O Fortalecer e consolidar a infra-estrutura hidroagrícola integrada ã expio ração agropecuária, visando permitir a convivência do agricultor e de sua família com os efeitos, bem como visando fortalecer a economia da região' semi-árida do Estado. JUSTIFICATIVA Necessidade fortalecer a economia do Semi-Arido de Sergipe, afetada pela constância da seca, b\iscando-se para tanto os meios adequados, visando â elevação da sua produtividade, baseada no desdobramento destas atividades; - Estabelecimento da produção agrícola nas pequenas unidades de produção; - Expansão dos serviços de apoio ao desenvolvimento agrícola que reforçem a estabilização do emprego e da renda; - Acelerar o processo de desenvolvimento agrícola das unidades de produ ' ção, proporcionando consequentemente renda e poupança; -dE sobretudo criar uma infra-estrutura hídrica capaz de amenizar os efei. tos das prolongadas estiagens. í I METAS / ETAPAS ^ 72 J ESPECI FI CAÇÃO LOCALIZAÇÃO UNIOAOE quantioaoT^ RESUMO GERAL DAS AÇÕES • '
IPRODUTORES BENEFICIADOS um 900 . Extrato II um 630 ' . Extrato III um 270
IICRÉDITO RURAL • - Projetos Elaborados 300 . Valor (Cr$) 12.000.000 . Projetos Contratados 300 . Valor (Cr$) 12.000.000 ■ — ^
IIICONSTRUÇÕES RURAIS 1. Pequenas Obras para Captação e • * ■ Armazenamento d'água 1.1. Barreiros um 180 1.2. Cisternas . uma 120 1.3. Poço Artesiano um 15 1.4. Barreiro de Salvação - ■ um 15 2. Edificações .e Instalações 2.1. Construção e Reforma de. ^ ■ Residência uma 90 2.2. Construção e Reforma de Curral ^um 90 2.3. Construção de Sanitário um 300 2.4. Construção.de Aprisco um *• 150 2.5. Construção de Biodigestoi uni ^ ' 09
IVSEMOVENTES . Bovinos Cab 6.000 . Ovinos Cab 4.000 . Caprinos Cab 300 ^ V - IRRIGAÇÃO . Convencional • Pfopried 18 Ha 54 . Não Convencional • Propried 15 Ha 30 ■
VIFRUTEIRAS TROPICAIS Mudas 15.000
VIIPASTAGENS E FORRAGEIRAS . Leucena Ha 60 . Gramíneas para Pisoteio Ha . 1.500 . Gramíneas para Corte Ka 45 Dal ma va/-r/s • ! > • • > • t ^ ^ ^ 9 METAS / ETAPAS E S P E C I F I C A Ç Ã O LOCALIZAÇAO UNIDADE QUANTIDADE
IXconservaçAo de forragem l Fenação . Sllagem
XtraçAo animal XI I METODOLOGIA . ) ■ Dia de Campo J Excursão . Reunião Técnica . Unidades de Demonstração Ben. /Tor Ben. /Toi Ben./Ha N 9 / P a r t N9/Part N9/Part N9 90/450 15/225 105/1.25C 3/450 5/75 6/240 15 METAS / ETAPAS E S PE C I F I C AÇ Ã O LOCALIZAÇAO UNIOAOE QUANTIOAOE RESUMO DAS AÇOES DO SEGMENTO DE APOIO SOCIAL
IEMPREGOS CRIADOS - Permanentes — Temporários ^
IIÃREA DE NUTRIÇÃO E SAÜDE . Gestantes orientadas . Orientação alimentar . Parteiras orientadas . Orientação para melhoria de captação d'água . Tratamento d'água . Higiene da residência e arredo res . Horta escolar instalada . Horta doméstica instalada . Assistência a mini-farmácia co munitária . Conservação de alimentos . Primeiros Socorros . Construção de fossas sépticas s . Orientação sôbre prevenção de doenças transmissíveis . Cursos um um maes t’ amília uma Família Família Família uma uma uma Família Família uma Família N9/Pess. 900 3.500 89 235 12 132 132 83 04 160 03 122 . 80 235 15/225 METAS / ETAPAS ES PE C I F I C AÇ ÃO LOCALIZAÇÃO UNIOAOE QUANTIOAOE PROGRAMAS DE APOIO AO PROJETO SERTANE JO
IAPICULTURA . Apiários instalados , ■ -Colméias instaladas OVINO-CAPRINOCULTURA . Produtores beneficiados . Animais distribuídos . Ovinos . Caprinos DIFUSÃO LIMITADA DE TECNOLOGIA . Irrigação não convencional . Caprinocultura de leite . Apiário . Forragem.
IIIum uma um Cab Cab Unidade Demonst 04 40 450 4.895 55 03 03 03 03 M E T O D O L O G I A Diante das circunstâncias atuais em que passa a região Semi-Arida do Nordeste e.particularmente a de Sergipe, necessário se torna o esta' belecimento de uma metodologia de ação que permita a reorganização ' das unidades de produção agropecuária e a melhoria do nível de empre go nas unidades agrícolasrde modo que as famílias participantes da I unidade produtiva não yenham se flagelar durante a ocorrência das se cas. Para. qua se atinja este nível, o Programa enfocará ações orientadas, para os seguintes aspectos abaixo relacionados: - Formação de reserva de água; - Intensificar a produção irrigada; - Recionalização no uso da água; - Fomentar a agricultura de sequeiro adequada â região; - Intensificar a produção pecuária; - Conservação e melhoria do solo; - Reorganização da estrutura fundiária; . - Fornecimento de assistência técnica e financeira; e - Orientação do sistema de comercialização, principalmente através ' do Cooperativismo. ORGÃOS E N V O L V ID O S . - . , '] .77 J = = = = = ^ PROJETO SERTANEJO/SUDAP - Seleção dos Agricultores, Elaboração do Plano de investimento; e Elaboração de Sistemas de Exploração. SUDENE/SAGRI - Planejamento, Acompanhamento e Supervisão. AGENTES FINANCEIROS - Informações Bancárias e Elaboração de Sistemas de Exploração. COMASE - Construção de Obras de Engenharia e Comercialização de Insumos Agrícolas. EMATER/SE - Elaboração de Sistemas de Exploração. EMBRAPA - Elaboração de Sistemas de Exploração. EMP. DE SERV. MACANIZADOS - Construção de Obras de Engenharia. OCESETreinamento para Produtores. MM K O 1 RECURSOS HUMANOS _ . . .1 Nível Superior - .18 Nível Médio - 19 Pessoal de.Apoio - 35 TOTAL . - 72 SIT U A Ç Ã O ATUAL o básico do seu trabalho seria com Crédito Rural é este encontra-se pa ralizado désde janeiro do corrente ano. , além de um atraso de 04 m*eses na liberação dos recursos de operacionalização dos Núcleos. n I m - - . . L FONTE E USO DOS RECURSOS CLASSIFICAÇAO ECONOMICA DAS DESPESAS OOTAÇAO TOTAL Cri ^00 PONT E OE RECU R SO S ESTADO CONVÊNIO OUTROS SUB ~ T O T A L Investimento em Regime de Exe IgH cução Especial sf P Ê 70.000.000 60.000.000 10.000.000 SUB - T O T A L 70.000.000 60.000.000 10.000.000 t o t a l ge r al ^ 7 0 . OOP. 000^ ^ 60. OOP. 000 ^ 10.000. OOP ^ foH No que pese ter sido estabelecido pela SEPLAN, o valor de Cr$ 70.000.000 I D ■ li ° exercício de 1985, o orçamento seguinte mostrará nossas reais ne cessidades de recursos para o atingimento das metas que se pretende rea' lizar no próximo exercício. FONTE E USO DOS RECURSOS/85 .1 CLASSIFICAÇÃO ECONÔMICA DAS DESPESAS DOTAÇÃO TOTAL Cr$ l.OCO FONTE DE RECURSOS convEnio E/OÕ' ESTADO . PESSOAL 833.430 Convênio e/ou E£ tado - Vencimento e vantagens fixas 565.073 Convênio - Despesas variáveis 60.000 II ~ Obrigações Patronais 208.357 II . MATERIAL DE CONSUMO 120.000 ft t . REMUNERAÇÃO DE SERVIÇOS PESSOAIS 30.000 II . OUTROS SERVIÇOS E ENCARGOS 90.000 II . EQUIPAMENTO E MATERIAL PERMANENTE 100.000 TOTAL 1.173.430; 1