Piauí
Lei Estadual do Piauí nº 6697, de 5 de agosto de 2015
Lei nº 6697/2015
Nesta página
Art. 1. CAPÍTULO I – DAS METAS E PRIORIDADES DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA ESTADUAL CAPÍTULO – 11 DA ESTRUTURA E ORGANIZAÇÃO DOS ORÇAMENTOS CAPÍTULO – 111 DAS DIRETRIZES. PARA A ELABORAÇÃO E EXECUÇÃO DOS ORÇAMENTOS DO ESTADO CAPÍTULO IV – DAS DISPOSIÇÕES PARA LIMITAÇÃO DE EMPENHO I CAPÍTULO V – DAS DISPOSIÇÕES RELATIVAS À POlÍTICA DE PESSOAL CAPÍTULO VI – DAS DISPOSIÇÕES SOBRE AS TRANSFERÊNCIAS VOLUNTÁRIAS CAPÍTULO VIL – DAS DISPOSIÇÕES SOBRE ALTERAÇÕES NA LEGISLAÇÃO TRIBUTÁRIA CAPÍTULO VIII – DAS DISPOSIÇÕES GERAIS' DE os DE /1tSOSTO DE 2015
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Dispõe sobre as Diretrizes para a elaboração Data: ();) I (r6 I J5 da Lei Orçamentária de 2016.
A GOVERNADORA DO ESTADO DO PIAUÍ em exercício,
Faço saber que o Poder Legislativo decreta e eu sanciono a seguinte Lei:
DISPOSIÇÕES PRELIMINARES
lia estrutura e organização dos orçamentos; 111 -as diretrizes para elaboração e execução dos orçamentos do Estado;
CAPÍTULO I
DAS METAS E PRIORIDADES DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA ESTADUAL
CAPÍTULO – 11 DA ESTRUTURA E ORGANIZAÇÃO DOS ORÇAMENTOS
I) demonstrativo da despesa por poder/órgão, desdobrado em recursos do tesouro e outras fontes, e em recurso da administração direta e indireta; m)demonstrativo da despesa por poder e órgão, desdobrada nos orçamentos fiscal e de seguridade social, por categoria econômica, projetos e atividades;
VIlAnexo IVDespesa, por Poderes, Órgãos e Unidades Orçamentárias.
CAPÍTULO – 111 DAS DIRETRIZES. PARA A ELABORAÇÃO E EXECUÇÃO DOS ORÇAMENTOS DO ESTADO
SEÇÃO I
Do Orçamento
.
i - cópia da Lei que reconhece a entidade como sendo de utilidade pública, devidamente aprovada pela Assembleia Legislativa do Estado do Piauí; 11 -cópia autenticada da ata da última eleição e cópia autenticada da posse da diretoria em exercício; 111 - declaração do Tribunal de Contas do Estado do Piauí comprovando adimplência quanto à prestação de contas de recursos recebidos do Tesouro Estadual.
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li - número do processo; 111 - data de expedição do precatório;
VIl - data do trânsito em ,julgado;
art. 2° desta Lei , a Lei Orçamentária e as de créditos adicionais somente incluirão novos programas se:
art. 172 da Constituição Estadual;
VIla concessão ou utilização de créditos ilimitados;
i - à concessão de subvenções econômicas e subsídios; 11 - à participação em constituição ou aumento de capital de empresas ; 111 - ao pagamento d~ precatórios judiciais, que constarão da unidade orçamentária responsável pelo débito;
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I
111 - oriundos de operações de crédito externas;
SEÇÃO – 11 Dos Créditos Adicionais, Transposição, Remanejamento e Transferência
I
CAPÍTULO IV
DAS DISPOSIÇÕES PARA LIMITAÇÃO DE EMPENHO I
CAPÍTULO V
DAS DISPOSIÇÕES RELATIVAS À POlÍTICA DE PESSOAL
CAPÍTULO VI
DAS DISPOSIÇÕES SOBRE AS TRANSFERÊNCIAS VOLUNTÁRIAS
~l assinatura do competente instrumento, observado o limite de suplementação autorizado na Lei Orçamentária .
CAPÍTULO VI
L – DAS DISPOSIÇÕES SOBRE ALTERAÇÕES NA LEGISLAÇÃO TRIBUTÁRIA
CAPÍTULO VIII
DAS DISPOSIÇÕES GERAIS
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PALÁCIO DE KARNAK, em Teresina (PI), 05de /;bOSrD de 2015.
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~~~XERCICIO
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ANEXO 11- METAS FISCAIS
Demonstrativos I, 11 e Ill (Art. 4°, § 1o e 2° da Lei Complementar no 1O1/2000)
METAS ANUAIS
Em cumprimento ao disposto na Lei Complementar n° 101 , de 04 de maio de 2000, Lei de Responsabilidade Fiscal - LRF, o Anexo de Metas Anuais da Lei de Diretrizes Orçamentárias para o exercício de 2016, LDO, estabelece a meta de resultado primário do setor público consolidado como percentual do Produto Interno Bruto - PIB para o exercício e indica as metas de 2017 e 2018. A cada exercÍcio, havendo mudanças ·no cenário macroeconômico, as metas são revistas objetivando manter unia política fiscal equilibrada.
As metas de resultado primário são fixadas de modo a garantir a solvência intertemporal da dívida pública, de modo que a possibilitar uma gestão eficiente. De sua parte, o resultado nominal e o estoque da dívida pública são indicativos, uma vez que são influenciados por uma gama de fatores que fogem ao controle direto do governo.
A política fiscal do governo tem como função precípua a promoção da gestão responsável dos recursos públicos, de forma a assegurar a manutenção do equilíbrio econômicofiscal e o desenvolvimento sustentado· do Estado. Essa política busca criar as condições necessárias para redução gradual do endividamento público em relação ao PIB e tem o compromisso de promover a melhoria dos resultados da gestão fiscal, com vistas à implementação de políticas sociais distributivas e à realização de investimentos em infraestrutura, de modo a garantir a prestação de serviços de qualidade à sociedade piauiense.
De outra parte, o governo vem s~. empenhando na melhoria da qualidade da tributação, no aperfeiçoamento dos mecanismos arrecadação, fiscalização e controle, o que tem reduzido a evasão e elisão fiscal, possibilitado o contínuo crescimento da receita tributária e, por consequência, o cumprimento das metas fiscais estabelecidas ano a ano. Do lado da despesa, os poderes constituídos do Estado estão imbuídos do inarredável compromisso de aprimorar permanentemente a qualidade do gasto público e cada vez mais ampliar os investimentos em educação, saúde, segurança e inclusão social.
Em 2014, o Resultado Primário foi de 0,46% do PIB, obtido por uma relação das Receitas Primárias de 21,76% e das Despesas Primárias de 22,05% do PIB no exercício.
I
Projeções para 2016 apontam um crescimento real do PIB da ordem de 1,01 %. Esse desempenho é esperado em razão da crise econômica mundial que se arrasta desde o final de 2008 e que afetou o Brasil mais agudamente em 2014 e persiste em 2015, que acena para um desempenho abaixo de 1,0% no PIB, devendo o crescimento ser retomado em 2016.
Para 2017 a meta de Superávit Primário para o setor público está fixada em 1,90% do PIB, subindo para 2,40% no ano seguinte. Essas metas são compatíveis com a relação dívida/PIB, conforme demonstram as tabelas do Anexo de Metas Fiscais. A Receita Fiscal do Estado deverá ser de 24,89% do PIB em 2016, mantendo-se neste patamar nos dois anos seguintes.
A Despesa Primária, por sua vez, deverá representar 26,09% do PIB em 2016, devendo se repetir esse percentual em 2016 e 2017. Esse desempenho possibilitará o cumprimento das metas de Superávit Primário estabelecidas pelo Governo do Estado para o período.
O atingimento do Superávit Pr~mário nos níveis consignados e o crescimento da economia a uma taxa real de 1,o 1% em 2016 e de 1,90% em 2017 e 2,40% em 2018 possibilitarão uma leve, mas contínua redução na relação Dívida Consolidada Líquida!PIB, que deverá sair de 12,64% em 2016, mantendo o mesmo índice no biênio seguinte, caso se confirmem as projeções das taxas de juros e de câmbio projetadas para o período.
As metas estabelecidas para o triênio 2016-2018 reafirmam o compromisso do governo do Estado com a responsabilidade fiscal, com o equilíbrio das contas públicas, com o crescimento sustentado da economia e a inclusão social.
ANEXO DE METAS FISCAIS METAS ANUAIS- 2016 ................. .....,-···'-'·-·~··,.....,·,.." .a. _ ........ ' ..... · · · 'X_.... ..._ ...,._ ,.,......... .._,.._.o.~ ·· ~_....,, - - - - - - u-·-··-· ...,·" '-'-- _,., ..._ · - ._.,._...,..., · ...1\-..-...., ..._ '-""'-' ·· _, ..., ., - - - - - - ...,...,..,. .. ro.~·...,. - - -""""' .. ....., ...... ....... -...
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2016 "' 2017 ·lJ 0, 2018 $!) ' s;,'!G YV
E~(E~JF~~AÇÃO:
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%PIB Valor %PIB Valor %PIB ' ' ',ff . Valor Corrente (a) Valor Constante (a I PIB) I Corrente Valor
Constante
(b I PIB) I Corrente Valor
Constante
(c/PIB) ' ··r h'~\ '~ ~i !lo X 100 (b) X 100 (c) X 100
Receita Total 9.113.356 8.630.072 27,77 9.704.403 8.844.295 27,77 10.384.487 9.509.386 27,77 Receitas Primárias (I) 8.168.493 7.735.315 24,89 8.698.260 7.927.328 24,89 9.307.834 8.117.583 24,89 Despesa Total 9.113.356 8.630.072 27,77 9.704.403 8.844.295 27,77 10.384.487 9.509.386 27,77 Despesas Primárias (11) 8.562.177 8.108.122 26,09 9.117.477 7.951.568 26,09 9.756.429 8.508.814 26,09 ,· - - .. - Resultado Primário (III) = (I- 11) -393 .684 -372.807 -1,20 -419.216 -365.609 -1 ,20 -448.595 -391.230 -1,20 Resultado Nominal 2.956.617 2.799.827 9,01 3.148.368 2.745.767 9,01 3.369.006 2.938.190 9,01 Dívida Pública Consolidada 4.796.194 4.541.850 14,61 5.107.251 4.454.155 14,61 5.465.167 4.766.302 14,61 Dívida Consolidada Líquida 4.147.490 3.927.547 12,64 4.416.475 3.851.713 12,64 4.725.982 4.121.641
----
12,64 FONTES: Núcleo de Estudos Econômico FiscaisNEEFI I Gerência de Contabilidade e Gerência da Dívida PúblicaSEFAZ (PI)
Nota: O cálculo das metas foi realizado considerando-se os seguintes parâmetros macroeconômicos:
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~ ?1!
i . VARIÁVEIS '·· '2015 2016 2017 2018 ~~
PlB -Crescimento real (%) 1,63 1,01 1,9 2,40
IPCA (%acumulado)
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"'\lo :~~ o -~,;
6,35 5,60 4,5 4,50
,. t? ~I
, Câmbio médio (R$ I üS$) ,-; ~'41~4 .,. u f ... -~-- ' ~~ · 3,30 3,22 3;10
s ' 1' ·. ,.l : ~ " r\t . '. i ' IPffi do E;tado (R$ milhares) ,-; " ' 30.772.922 32.821.168 34.949.785 37.399.066 ;
~ FONTE: 2016- Boletim FOCUS BCB de 02/04/2015 e PLDO da UNIÃO de 2016 e Núcleo de Estudos Econômico-FiscaisNEEFI/SEF AZ (PI) ANEXO DE METAS FISCAIS AVALIAÇÃO DO CUMPRIMENTO DAS METAS FISCAIS DO EXERCÍCIO ANTERIOR 2016
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11 ., Variação " ··<~ . Metas ~' /.
Metas Previstas* ~
B( ~ ~~ESPECIFICAÇÃO m; o~-- F Ofc;Pffi Realizadas em .%PIB., Valor(c) 0 /4! (e/a) ·;' ' em 2014 (a) .,. ' ~ ·tv:. ~, 2014 ( b) ,, ~
' ~-
(c)= (b-:;:a) (e/a) x 100 ' -454.046 -5,96 Receita Total 7.612.830 27,60 7.158.784 28,72 -55.938 -0,80 Receitas Primárias (I) 7.033.140 26,29 6.977.202 26,34 - - -140.277 -1,84 Despesa To tal- 7.612.830 ' 27,60 7.472.553 29;35 571.600 8,72 Despesas Primárias (li) 6.553.140 24,89 7.124.740 28,04 -627.538 -131 Resultado Primário (III) = (1-II) 480.000 1,40 -147.538 -1 ,70 917.247 -185,57 Resultado Nominal -494.292 -0,97 422.955 2,00 -613 .988 -12,33 Dívida Pública Consolidada 4.978.501 14,11 4.364.513 17,28 -128.189 -3,28 Dívida Consolidada Líquida 3.904.308 12,52 3.776.119 13,53 FONTE: LDO 2014 e Relatório Resumido de Execução OrçamentáriaLRF, 6° Bimestre de 2014.
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~ AMFDemonstrativo 3 (LRF, art.4·, §2·, inciso 11). Portaria STN n· 553, de 22 de setembro de 2014 e Resolução TCE n· 904, de 22 de outubro de 2009 R$ milhares i VALORES A PREÇOS CORRENTES ~,
s
" -:c;- ESPECIFICAÇÃO " ~, "fo ~ .· ' 2013 2014 % 2015 2016 % 2017 % 2018 %
Receita Total 6.914.159 7.612.830 10,10 8.230.942 8,12 9.113.356 10,72 9.704.403 6,49 10.384.487 7,01 Receitas Primárias (I) 6.584.729 7.033.140 6,81 7.314.490 4,00 8.168.493 11 ,68 8.698.260 6,49 9.307.834 7,01 Despesa Total 6.914.159 7.612.830 10,10 8.230.942 8,12 9.113.356 10,72 9.704.403 6,49 10.384.487 7,01 Despesas Primárias (11) 6.234.729 6.553.140 5,11 7.065.490 7,82 8.562.1n 21 ,18 9.117.477 6,49 9.756.429 7,01 Resultado Primário (111) = (1-11) 350.000 480.000 37,14 249.000 -48,13 -393.684 -258,11 -419.216 6,49 I -448.595 7,01 Resultado Nominal -243.928 -494.292 102,64 175.115 -135 2.956.617 1.588 3.148.368 6,49 3.369.006 7,01 Dívida Pública Consolidada 3.534.969 4.978.501 40,84 5.411.181 8,69 4.796.194 -11 ,37 5.107.251 6,49 5.465.167 7,01 Dívida Consolidada Líquida 3.136.379 3.904.308 24,48 4.157.290 6,48 4.147.490 -D,24 4.416.475 6,49 4.725.982 7,01
~ ' . ,, ·' ,..,.. ... ··-·,~;\r. ,. .
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·"~' - ,.ESPECIFICAÇÃO ª ' '<' - ~.. ~ VALORES A PREÇOS CONSTANTES < s !l'J 'N .t.' '' 'M 1\l' 11
"
'
.... ·;.· 2015 - % 2016 2017 ~ -;. . 2013 2014 ' % % 2018 % <1, ;.,;. ~ ií1 ~ '$ Receita Total 6.616.420 7.192.772 8,71 7.838.992 8,98 8.630.072 10,09 8.844.295 2,48 9.509.386 7,52 Receitas Primárias (I) 6.301.176 6.645.068 5,46 6.966.180 4,83 7.735.315 11 ,04 7.927.328 2,48 8.117.583 2,40 Despesa Total 6.616.420 7.192.772 8,71 7.838.992 8,98 8.630.072 10,09 8.844.295 2,48 9.509.386 7,52 Despesas Primárias (11) 5.966.248 6.191 .553 3,78 6.729.038 8,68 8.108.122 20,49 7.951 .568 -1,93 8.508.814 7,01 Resultado Primário (111) = (1-11) 334.928 453.515 35,41 237.143 -47,71 -372.807 -257,21 -365.609 -1,93 -391 .230 7,01 Resultado Nominal -233.424 -467.018 100,07 166.776 -135,71 2.799.827 1.579 2.745.767 -1,93 2.938.190 7,01 Dívida Pública Consolidada 3.382.745 4.703.799 39,05 5.178.164 10,08 4.541 .850 -12,29 4.454.155 -1,93 4.766.302 7,01 Dívida Consolidada Líquida 3.001.320 3.688.878 22,91 3.978.268 7,84 3.927.547 -1,27 3.851 .713 -1,93 4.121 .641 7,01
--- - - - · - -· - - - - - - --- -- '= FOt'f'rE:LDOs de 2(f'f3, 2014 e 2015/ Núcleo de Estudos Econômico-Fiscais e Unidade de Controle Contábii-UNICON I Gerência de Controle da Divida Pública - SEFAZ {PI)
i{Yc~ ANEXO 11 - METAS FISCAIS METAS ANUAIS (Art. 4°, § 1o e 2° da Lei Complementar n° 101/2000)
METODOLOGIA E MEMÓRIA DE CÁLCULO
A previsão de valores futuros normalmente representa um grande desafio. Os fatores que influenciam a arrecadação são vários e,podem ser alterados ao longo dos exercícios. Para muitos deles sequer se dispõe de metodologias seguras de estimativa e mensuração.
Em sendo assim, qualquer exercício de projeção de valores futuros de séries temporais deve ser, em primeiro lugar, considerado como decorrente de métodos relativamente limitados. Os valores estimados não devem ser interpretados como precisos, mas sim um dado em tomo do qual pode-se estabelecer uma probabilidade relativamente alta de ocorrência. ·
'
As projeções do ICMS, IPVA, ITCD e Taxas foram realizadas pelo Núcleo de Estudos Econômico-Fiscais - NEEFI, do Gabinete da Secretaria da Fazenda do Estado do Piauí, utilizando-se de premissas e de dados a seguir consignados.
O passado observado de séries temporais normalmente revela um padrão em termos de tendência e ciclos que permite a extragolação para valores futuros. Em função do exposto acima, esta extrapolação não deve necessariamente produzir valores exatos de previsão. Entretanto, ela representa o que de melhor se pode inferir acerca do comportamento futuro de uma variável, mediante padrões revelados em seu passado, sem a necessidade de se lançar mão de todas as informações que um modelo de descrição completo do comportamento dos agentes econômicos requerida.
Assim sendo, utilizou-se a série histórica dos Tributos objeto de medidas de projeções.
Além do método citado, con;iderou-se, ainda, as metas de crescimento do IPCA e dos PIB estadual e nacional, o esforço fiscal da Fazenda Estadual, bem como a modernização tecnológica em implantação, que tem permitido um maior e melhor controle sobre a arrecadação do Estado.
Relativamente às Transferências Correntes foram utilizados os dados disponibilizados pela Secretaria do Tesouro Nacional como referenciais, e os indicadores do IPCA e PIB.
Para as demais rubricas lançamos mão das informações nos encaminhadas oficialmente tanto pelos órgãos da Administração Direta quanto indireta, inclusive fundações e empresas públicas, bem como da análise das receitas realizadas, tendo como parâmetros o IPCA e o PIB constantes do Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias da União para 2015 estimados para o quadriênio 2014- 2017.
11- RESULTADO PRIMÁRIODiferença entre o total da receita e o total da despesa, excluídas, para ambos os casos, as parcelas relacionadas à dívida, aplicações financeiras, operações de crédito, amortizações de empréstimos e alienação de bens.
m - RESULTADO NOMINAL - Resultado primário, acrescidos j uros recebidos e subtraídos os j uros e encargos da dívida.
ANEXO DE METAS FISCAIS EVOLUÇÃO DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO
2016 AMFDemonstrativo 4 (LRF, art.4o, § 2o, inciso 111); Portaria STN N" 637/2012 e Resoluções do TCE R$ 1,00 PATRIMONIO 2014 % 2013 % 2012 % LÍQUIDO
Patrimônio/Capital 530.516.929 100% 605.067.072 100% 603.317.721 100%
Reservas - 0% - 0% - 0%
Resultado Acumulado - 0% - 0% - 0%
TOTAL 530.516.929 100% 605.067.072 100% 603.317.721 100%
REGIME PREVIDENCIÁRIO PATRIMONIO 2014 % 2013 % 2012 % LÍQUIDO
Patrimônio 69.809.450. 100% (15 .837.294.914) 100% (15.850.623 .259) 100%
Reservas - 0% - 0% - 0% Lucros ou Prejuízos Acumulados - 0% - 0% - 0%
TOTAL 69.809.450 100% (15.837.294.914) 100% (15.850.623.259) 100% FONTE: SIAFEM - Secretana da Fazenda do Estado do PmUIIUNICON/GECON
ANEXO DE METAS FISCAIS ORIGEM E APLICAÇÃO DOS RECURSOS OBTIDOS COM A ALIENAÇÃO DE ATIVOS
2016
doTCE R$ 1.000 2014 2013 2012
RECEITAS DE CAPITALATIVOS (I) 939 747 1.042
Alienação de Bens Móveis 939 747 1.042
de Bens Imóveis o o o
2014 2013 2012
440 696 529 DESPESAS DE CAPITAL 440 696 529 Investimentos 440 696 529 Inversões Financeiras o o o Amortização da Dívida o o o DESPESAS CORRENTES DOS REGIMES PREVIDENCIÁRIOS o o o Regime Geral da Previdência Social o o o ·o dos Servidores Públicos o o o
2013 2012 (h)= ((IbIIe) + (i)= (Ic+Illh 1.063 564 513 FONTE: SIAFEM - Secretaria da Fazenda do Estado do Piauí!UNICON/GECON
w~ rAMFDemonstrativo 6 (LRF, art.4o, § 2o, inciso IV, alínea "a"); Portaria STN N" 637/2012 e Resoluções do TCE R$1,00 RECEITAS 2012 2013 2014 R~~~~~f~tb~~~~~~IA')- ~~~~J~~g§!._9 IN!.~Q~Ç~§~! ~LI\!))JI) ....... 214.810.663,27
. . . . . 21-.{993:936,95
237.653.361,87 280.771.146,40 ······-ReCãftã-ae·-conbibú.iÇõesdos SeguradOs ·········-··-······· --· ·· · 24i114153;õ8 . 2ã'iüi79:829,92 .... . ·.... ..... ..... 2b2:436:6õ8,38 229.9õ7:4õ2.o9 ··· ---26õ:aob:39-8-,3á ---- fiessoaTcT~i-- --· -··· ---- ········ -· 178:441:573;1"1 .. 2õ2:o9s:146:4a ··· .. -229.868.622,96 Pessoal Mililar ··· · ··· ··· ············· ·· ····· ··· ---23995.635:2'7 . '27.81 1':26ü1 '30:93i :7i5,3i · · · ·au-tras-ReCãiias de COntribuiÇÕes Receilili'ãtriliioiiiãi - - - - 3.508.926,59 5A81849,06 . !!.303:064,94 Receita de Ser.iços outras-Receiias-Cõireriiãs · 9.048.401 98 ·· 7:72s.Ooú3 - 8.776.366,65 - · Compensação Pre'.idenciária doRGPSpãrâoRPPS - - · - - - .- - - - - - -.- ----a:9S0.5õT~7ã- ··-- -;.= ------- 6.675.031 ,56
-· 8.687.677,49 -·-- õêmais Receitas Conrentes ... · ··............ · --- --·· -- --- ···· · .......... --· ------- ......... -- ·--· ··· ----- 87.9õõ:2õ - ""'1':649.970,37 -·· .... .. 88.689,16 REéEIT .A.§ô'ECÃPif~- . ----- - ----- - ·-- o:oo ... "õ;õõ -· ·- o,oõ AJienação de Bens, Direitós e Ati10s hTiortiZãÇiio-êJã-Empréstimos - ·· · 0,00 0~66 0,00 - oütiã's'R'éceiiãs de-cãpiiãí - - · r ifiEõüÇóEsóA-RÊC-EifA - . , 183.273,68 5:46o:89(21 . -108.683,52 RECEil'ASPRÊViDENciAAiAS : RPPS(IN'r RA:óR'ÇMi ENfARIASj (uj 49fso(ó61,o3 ssi~4:f779:~i ··-- 51iü'41 .174,os RECEITAS-CORRENTES- ······ . ·· . - 401.808.061,03 491.543.779,92 519.741 '174,06 ReceitaiiãcoõtritiüiÇoes ··-·· ······· ·········· -- ······················· ··· ---- 4õ1:8õã:66(õ3 . " 491:543:779;92 -- -519:741:174,66 - - F'atrõõãi --- ---- -·- ···- ····· ···· -- -- · ····· ·· ·········· ········· --39f758.f21.42 489:678.-224.43 -5i9.474.Õ68,b1 ······· ······ ···· - · · · · -- 3so:2s8:s18:so · · · · · · · · 435:299:6iáfi ··· 4ss:üi8:7s2.3s · · · · ;::~~':~:-~:-~ficit~:~:~ ···· ..................... :················· ::· ·: ·· : - ~!A~~:@:92 _. . . . . . 54:~?8.610,66 : ~(~~s:J.i$.6.~ ................ ···········-·· ········---········ ............. . ......... i Ef_11... 13.~9i.l_ll_e.. dE).. [)~~ito~ ..El.earcei.~J11entqs 4.049.939,61 1.865.555,49 . 267.106,05 Receita Patrimonial Receita de Ser.iços Outras Receitas Conrentes .... ...RECEIT PS DE C.APIT AL -------·-·--··· ..--------- ---------· - --· ·--- ~Q_- .~- 00- .0- 00,ÕÓ 1 (: ) DÊDUCÕES DA RECEITA TOTAL D.A.S RECEiT .A.S PREVIDENCIARIAS (111) = (i + 11) 706.618.724,30 819.197.141,79 800.512.320,46 DESPESAS 2012 2013 2014 DESPESAS PREVIDENCIAAIASRPPS (EXCETO INTRA-ORÇAMENT ARIAS) (IV) 1.028.031.497,17 1.169.732.902,11 1133.718.856,58 Ab'MINisl'RI\ÇÃó . . . . . . . . .. .. . . . . .. . · 6.341.746.21 5.361 :887~9 · · ········ 3.583.162,62 1 Despesas Correntes 3.490.531,32 3723468,11 3.491.121,59 Despesas de Capital 2.851 .214,89 1.638.419,18 92.041,03 PREviDÜICIA SÓCIAL ....................... _ __ ____ _ 1.021.689.750,96 1.164.37úi4,82 1.230.135.693,96
Pessoal Militar · · ·· · ·· ·· · ·· · .· ····· ···· · i·.@A~~-~·~6.:~? ··.. . ··.. i.5E-~6.~-!i.9 .~? · · · · · · · 1:229861. :144.3~ oiliiã5'be5P8Sã5-i're\iaêriciãrias ····· · --- .. ··· ······ ····· ··· ··········· ··············· - ·
............ 2-?.~~·~0 . -~J.4 .549,§0 ·-·······-cõmpeOSãÇ.ãõ-P~dã.õdã.riã. (j'Q ..RPPS parãoRGPS ......... ·········-·····-·· .. 0'HHH-HHOo0'"·---------··0°H0'--'' ' ' ' '0°H0°0°H''''·'-H-·· · ····-··H-·········-·-····H··-~·- . ............... ········ Demais Despesas Pre'.idenciárias 4.304,54 2.294,90
..... ····· .. 334:549,60 ..... -- "ofsi>-ESÃSPRNDENciAAiAS: RPPS (INTAAÓRCAMENf'AAIAS)!Vl /IDMiNISTRACÃO - - - - - ---- - Des~sas Conrentes
- Despesas de Capilal _ --··----·· ._.... ·--- . _ ·------ TOTAL D.A.S DESPESAS PREVIDENCIARIAS (VI)= (IV +V) 1.028.031.497,17 1.169.732.902,11 1.233.718.856,58 RESUL T/IDO PREVIDENCIARIO (VIl) = (111 - IV) -321.412.772,87 ·350.535.760,32 -433106.536,12 APORTES DE RECURSOS PARA O REGIME PRÓPRIO DE PREVID~NCIA DO SER\nDOR 2012 2013 2014 TOTAL DOS .APORTES PARA O RPPS 302.914.287,33 321.328.643,14 465.913.756,89 Plãii~O Firlãnceiro ........ _ ..-..... ·............ ·~ .. ·- ········· 362.914.287,33 . . . 32fá2ã643;14 . . ..... 465:91 3756,89 Recursos pàiãcotJertu'fa .iie Insuficiências Financeiras 302.911.882,74 321 .328.643,14 465.913.756,89 Recursos para Formação de Reserva Ou tiOs ~ortes para o RPPS 2.404,59 Plano Pre'.idenciário Recursos para Cobertura de Déficit Financeiro ... _ . R~u~~P.ã@ç2~rii!.@ ~.e..P.~~~i~~~irfaf Outros ~rtes para o RPPS RESERVA ORÇAMENTARIA DO RPPS 2012 2013 2014 BENS E DIREITOS DO RPPS 2012 2013 2014 )CAIXA BÁNCOS CONTA MOVIMENTO 77.256.681 ,57 30.849.008,94 53.092.218,50 INVI:'STIMENTOS 104.815.632,34 83.236.543,70 .. 63.893.545,73 éiü'f'RÕSBENSE DIR.ÊITOS ........ ········ - "''f6ií6úií3,27 . --·:nsf2s4;a3 -- ---3.253325;86 !FONTE: SIAFEMSecretaria da Fazenda do Estado do P1aui/UNICON/GECON ANEXO DE METAS FISCAIS PROJEÇÃO ATUARIAL DO REGIME PRÓPRIO DE PREVIDÊNCIA DOS SERVIDORES 2016 AMFDemonstrativo 6.1 (LRF, art.4o, § 2o, inciso IV, alínea a); Portaria STN N" 637/2012 e Resoluções do TCE R$ milhares
RECEITAS DESPESAS RESULTADO SALDO FINANC DO PREVIDENCIÁRIAS PREVIDENCIÁRIAS PREVIDENCIÁRIO EXERCICIO ANO
' (a) (b) (d) = "d" exercício anterior
(c)= (a-b)
+"c"
2013 819.197.142 1.169.732.902 -350.535.760 -350.535.760
2014 724.721.713 1.264.024.717 -539.303 .004 -889.838.765
20 15 741.583.832 1.395 .891 .975 -654.308. 143 -1.544.146.907
I
2016 741.972.114 1.637.061.833 -895 .089.720 -2.439.236.627
2017 743.246.212 1.681.920.956 -938.674.744 -3 .377.911.371
2018 744.046.287 1.697.975 .838 -953.929.551 -4.331.840.922
' 2019 745 .021.409 1.710.382.138 -965 .360.729 -5.297.201.651
2020 746.552.045 1. 726.804.498 -980.252.453 -6.277.454.1 04
2021 747.891.958 1.743.203 .103 -995.311.145 -7.272.765 .249
2022 749.240.489 1.765.654.247 -1.016.413.758 -8.289.179.007
2023 750.598.831 1.785.293.013 -1.034.694.182 -9.323 .873 .190
2024 751.864.283 1.806.153 .250 -1.054.288.967 -10.378.162.156
2025 752.973 .573 1.822.955 . 172 -1.069.981.600 -11.448 .143.756
2026 753 .968.836 1.841.731.404 -1 .087.762.568 -12.535.906.324
2027 754.825 .360 1.853 .554.082 -1.098 .728.722 -13.634.635 .046
2028 755.941.225 1.871.533.031 -1.115 .591.806 -14.750.226.852
2029 756.815 .671 1.874.395.471 -1.117.579.801 -15 .867.806.652
2030 757.738.003 1.879.649.484 -1.121.911.481 -16.989.718.133
I
iWtC, ? 2031 758.483.444 1.879.590.937 - 1.12 1.107.493 -1 8.1 10.825.626
2032 759.368.127 1.887.234.670 -1. 127.866.543 -19.238.692. 170
' 2033 759.905.235 1.879.919.03 1 -1.120.013.796 -20.3 58.705 .966
2034 760.522.570 1.875.549.289 -1.115 .026.719 -21.473 .732.684
2035 761.432.403 1.874.545.308 -1.113 .112.905 -22.586.845.590
2036 762.701.996 1.879.457.985 -1.116.755 .989 -23.703 .601.578
I
2037 762.670.831 1.870.402.526 -1.107.731.695 -24.811 .333.273
2038 762.670.726 1.852.225.384 -1 .089.554.658 -25.900.887.931
2039 762.921.788 1.832.796.775 -1.069.874.986 -26.970.762.918
' 2040 763.492.632 1.816.720.130 -1.053.227.498 -28.023 .990.416
2041 764.463.307 1.808.963 .905 -1.044.500.598 -29.068.491.014
2042 765.578.632 1.815.901.774 -1.050.323 .142 -30.118.814. 156
2043 765 .602.964 1.823.536.405 -1.057.933.440 -31.1 76.747.597
2044 765.648.406 1.831 .760.682 -1.066.112.276 -32.242.859.873
2045 765.069.559 1.834.190.701 -1.069.121.142 -33.3 11.981.015
2046 764.894.739 1.838.346.540 -1.073.451.80 I -34.385.432.8 16
2047 763 .842.834 1.835.702.)62 -1.071.859.328 -35.457.292.144
2048 764.091.961 1.842.517.603 -1.078.425.643 -36.535.717.787
2049 762.344.350 1.835.383 .109 -1.073 .038.759 -37.608.756.546
2050 762.058.970 1.833.961.667 -1.071.902.697 -38.680.659.243
2051 753.739.209 1.827.223 .358 -1.073.484.148 -39.754.143.391
2052 754.390.380 1.827.624.037 -1.073.233 .657 -40.827.377.049
2053 752.992.596 1.815.256.994 -1.062.264.398 -41.889.64 1.446 2054 752.780.845 1.807.987.488 -1 .055.206.643 -42.944.848.089
2055 751.180.562 1.791.013 .727 - 1.039.833 .165 -43 .984.681.255
2056 750.924.867 I. 781.459.087 -1.030.534.220 -45.015.215.474
2057 750.173.430 1.773.503.297 -1.023.329.868 -46.038.545 .342
I
2058 749.183.897 1.763.053 .206 -I. O13.869.309 -47.052.414.651
2059 747.724.423 1.745.707.956 -997.983.533 -48.050.398.183
2060 747.196.958 1.731.069.650 -983 .872.692 -49.034.270.875
\
2061 746.061.321 1.711.922.101 -965 .860.780 -50.000.131.655
2062 745.869.990 1.697.965.426 -952.095.436 -50.952.227.091
2063 745.139.939 1.683.325.913 -938.185.974 -51.890.413 .065
2064 745.166.589 1.674.984.748 -929.818.158 -52.820.231.223
I
2065 744.357.710 1.663.689.530 -919.331 .820 -53 .739.563.043
2066 744.379.415 1.657.273.999 -912.894.585 -54.652.457.628
2067 743.806.107 1.649.409.816 -905 ..603.710 -55.558.061.338
·. 2068 743.733.482 1.644.338.979 -900.605.498 -56.458.666.836
2069 744.024.646 1.648.192.649 -904.168.003 -57.362.834.839
2070 743.118.713 1.644.333.929 -901.215.216 -58.264.050.055
2071 742.983.442 1.643.332.773 -900.349.330 -59.164.399.385
2072 742.815.445 1.643.305 .878 -900.490.432 -60.064.889.817
2073 742.508.200 1.643.198.249 -900.690.049 -60.965 .579.867
2074 741.338.118 1.634.3 85 .50 I -893 .047.384 -61.858.627.250
2075 741.611.395 1.636.541.477 ~894.930.082 -62.753.557.332
2076 740.570.333 1.629.838.038 -889.267.704 -63.642.825.036
1t~Qx~ 2077 740.569.426 1.627.1 33.637 -886.564.21 I -64.529.389.247
2078 740.443.857 1.625.8 19.242 -885.375.385 -65.414.764.632
2079 739.955.469 1.620.929.360 -880.973.89 1 -66.295.738.523
2080 739.326.173 1.610.826.030 -871.499.857 -67.167.238.380
208 1 739.762.892 1.608.650.982 -868.888.090 -68.036.126.470
2082 739.173.588 1.601.767.226 -862.593.638 -68.898.720. 109
2083 738.878.395 1.593.654.054 -854.775.658 -69.753.495 .767
2084 739.053.556 1.589.898.233 -850.844.678 -70.604.340.445
2085 738.901.894 1.585.954.543 -84 7.052.649 -71.451.393 .094
'
2086 738 .768.793 1.581.196.618 -842.427.825 -72.293.820.918
2087 738.802.077 I .577.372.894 -838.570.817 -73 .132.391.735
FONTE: Avaliação atuarial do FUNPREVlProjeção atuarial do Estado do Piauí elaborada pelo NAPNúcleo atuarial de Previdência, em Janeiro/2014.
ANEXO 11 - METAS FISCAIS
DEMONSTRATIVO VII ESTIMATIVA E COMPENSAÇÃO DA RENÚNCIA DE RECEITA (Art. 4°, § 2°, Inciso V da LC no 101 , de 04/05/2000)
R$ milhares
Anisna, ~enção, AGROINDÚSTRIA 95.116 101.447 108.557 Remissão e ICMS
Regimes INDúSTRlA. 192.668 205.492 219.893 Especiais COMÉRCIO 63.577 67.808 72.560 Delalhamen!o abaixo ,
IPVA
!fONTE:SEFAZ/ NEEFI/ Sistema n!egrado de Administração Tri!ubáriaSlA.T
MEDIDAS COMPENSATÓRIAS PARA 2016
!
ESPECIFICAÇÃO R$ milhares
r i 1.0 ·Modernização Tecnológica 104.531 ..
1.1 -mplementação do Prqeto "Nota Fiscal do Po~e" 51.247 1.2 - Automatização do Cálculo e Cobrança do ICMS Anteqipado, em razão da ' implantação do Sistema de Catálogo de Preços Referenciais de Produtos. 53.284
·-·- ~-·--·
.. ---~- ____, __ __ -,_ ~
2.0 ·Administração Tributária 103.689 ..
·-
l
~-~~· ·M .~- -~
2.1-Majoração de Alíquotas do ICMS I 59.432 !
: 2.2- Atualização da Lei das Taxas 12.589 -· 2.3- Registro de deiedores inscritos na Dí~da Ati..e Estadual no .Se~ço de Proteção . 25.392 '. 2.4- mplantação do Cadastro Geral de Inadimplentes do Estado do Piauí 6.276 ··-· 3.0- Ações de Fiscalização 167.967 -····-····· ..... l 3.1-Implementação do Sistema Agil de TransportadoraSISAT 11.436 ! i ! 3.2 - Modernização das Ações de Re~esentação Fiscal para fins Penais, ~
intensificando aparceria com Ministério Público, DelegaciaEspecializada ePGE. 66.605 3.3- ntensificação de Malhas Fiscais
- - - - - 55.087 3.4 - Implantação do no~e modelo de Gestão e Execução da Ação Fiscal, com foco na Arrecadação Potencial. ' 34.839 !
-- -···· ·----··-·
i TOTAL 376.187 - -- -- !FONTE: SEFAZ-PI/ Superintedência da Receita eNúcleo de Estudos Econômico-Fiscais · NEEFI. MEDIDAS COMPENSATÓRIAS
As desonerações fiscais decorrem essencialmente da política tributária implementada pelo Governo Estadual, consoante leis próprias e Convênios firmados com as demais Unidades Federadas, objetivando os seguintes pontos básicos: a defesa do mercado interno de oferta de mercadorias, a ampliação da oferta de emprego e geração de renda.
Para formação da po'Qpança interna, o Estado cria mecanismos tributários que visam atrair empresas obrigando-se, para tanto, a abdicar de parcela de receita potencial ou real. Por outro lado, outros compromissos decorrentes da política social do Governo precisam ser cumpridos dentro da execução orçamentária, fazendo-se necessário que se busque opções concretas de aumento de receitas tributárias que compensem as perdas verificadas em cada exercício.
Cumprindo o que deteànina a Lei de Responsabilidade Fiscal são apresentados, a seguir, as medidas compensatórias da renúncia fiscal projetada, bem assim o seu impacto nas receitas do Estado estimadas para o exercício de 2016:
visa estimular o consumidor à solicitar a Nota Fiscal ao contribuinte, que tem como dever legal emitir o documento fiscal, sob pena de punição pecuniária, oferecendo uma contrapartida por meio de dedução de impostos devidos ao fisco estadual e premiações diversas. De outra parte busca promover a educação fiscal tanto para o consumidor como para o contribuinte da fazenda estadual;
modalidade importante de obtenção de receita sem implicar em impacto negativo para o contribuinte e já é praticada no Estado. A medida será de ampliação e aperfeiçoamento do instrumento tributário;
convênios do CONF AZ, a Secretaria da Fazenda do Estado do Piauí utilizará desse mecanismo, de modo que não infrinja os princípios da anualidade e da anterioridade, para incrementar a receita estadual;
devedor inadimplente: essa medida tem se mostrada bastante eficaz nas unidades federativas que as têm adotado;
adotada em parceria com o Ministério Público e a Delegacia de Combate ao Crime Contra a Ordem Tributária e Economia do ConsumidorDECCORTEC, será ampliada e aperfeiçoada, o que, acredita-se trará resultados bastante positivos;
um maior controle sobre os produtos transportados por essas emp~~ L,
escola seletiva de segmentos e contribuintes previamente identificados e filtrados pelo Núcleo de Estudos Econômico-FiscaisNEEFI da SEF AZ (PI).
ponto de partida a mensuração do Gap tributário do ICMS, que vem ano a ano sendo calculado pelo NEEFIISEF AZ (PI), e que busca estabelecer parâmetros comparativos de desempenho da arrecadação por segmento de atividade econômica e por contribuinte, bem como padrões de anális~s e seleção de contribuintes para serem submetidos a regimes especiais de monitoramento e/ou auditoria.
ANEXO 11- METAS FISCAIS Demonstrativo VIII · Margem de Expansão da~ Despesas Obrigatórias de Caráter Continuado (Art. 4°, § 2°, Inciso V da LC n° I O1, de 04/05/2000)
A estimativa da Margem de Expansão das Despesas Obrigatórias de Caráter Continuado é requisito introduzido pela Lei de Responsabilidade Fiscal-LRF, Lei Complementar n° 1O1, de 04/05/2000, para assegurar que não haverá criação de nova despesa sem fontes consistentes de financiamento, entendidas estas como aumento permanente de receita ou redução permanente de despesa. O artigo 17 da LRF, em seu caput, define como obrigatória de caráter continuado a despesa corrente derivada de lei, medida provisória ou ato administrativo que fixe para o ente a obrigação legal de sua execução por um período superior a dois exercícios. De outra parte, considera-se aumento permanente de receita aquele proveniente de elevação de alíquotas, ampliação de base de cálculo, majoração ou criação de tributo ou contribuição (§ 3° do art. 17 da LRF). A presente estimativa está ancorada na ampliação da base de cálculo do ICMS em 6,656% e leva em consideração o crescimento real do Produto Interno Bruto-PIB do Estado, estimado em 1,01% para 2016, e, especialmente, ações conjugadas, alinhadas e integradas da Unidade de Administração Tributária (UNATRI), da Unidade de Fiscalização (UNIFIS) e do Núcleo de Estudos Econômico-Fiscais (NEEFI) da Secretaria da Fazenda do Estado do Piauí, com a utilização do BI e de outras ferramentas tecnológicas e científicas para estudar e trabalhar os diversos aspectos e fatores que envolvem todo o universo da administração tributária, o que possibilita uma análise acurada do desempenho da arrecadação administrada pelo Fisco do Estado, bem como a implementação de ações que ensejem no seu crescimento com justiça fiscal. Assim, considerando-se algumas novas despesas específicas, a margem líquida de expansão estimada é da ordem de R$ 43,41 milhões, conforme demonstrativo a seguir:
Demonstrativo 8 (LRF, art. 4°, § 2°, inciso V; Portaria STN n° 407/2011 e Resolução TCE n° 904/2009) R$1,00
EVENTOS Valor Previsto· 2016 &. :$;.illi
·"· Aumento Pennanente da Receita (*) 193.198.416 --·- --N ·NN·
- (-) Transferências Constitucionais v·-·-v v ·~ - ··-·· ~- 48.299.604 ~~-yy- --· 1 ~-) Transferências ao FUNDEB 38.639.683 Saldo Final do Aumento Permanente de Receita (I) 106.259.129 Redução Permanente de Despesa (11} 0,00 Margem Bruta (111} =(1+11} 106.259.129 Saldo Utiliza~o da Margem Bruta (IV) ------. -· -- -- __. _____ 62.846.038 . - ~p_acto do~l!!~~!o do Sal~r}9_Mínimo . . -·. - - 30.464.187 --ooyoo.v-·o·y
_ Enq~adr§~~~19~ e Prgmo~~~ --·-··Y·· · ·-·.
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9.947.489 ···-·· --~--··· · ·-
P!a.n~~-d~ C~~~.!..~~rrei_r~_e Sa!ári_9~. -- ·· ·-· ---- -
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12.434.362 ---··------- --~-
Novas DOCC geradas por PPP 10.000.000 Margem Liquidá de Expansão de DÕéC (V) =(III·IV) . '*''~J~s " i®'
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" 43.413.091 ··" . - 'FONTE: SEFAZ-PI I Nucleo de Estudos Econom!co F1sca1s-NEEFI eSEAD-PI I Umdade de Gestao de Pessoas ' ANEXO III - RISCOS FISCAIS
Demonstrativo de Riscos Fiscais e Providências (Art. 4°, § 3°, da LC n° 101, de 04/05/2000)
A Lei de Responsabilidade Fiscal - LRF estabeleceu que a Lei de Diretrizes Orçamentárias deve conter o Anexo de Riscos Fiscais, com a avaliação dos passivos contingentes e de outros riscos fiscais capazes de afetar as contas públicas quando da elaboração do orçamento anual~
Riscos Fiscais são a possibilidade de ocorrência de eventos, que, por incertos, podem causar impacto negativo nqs receitas públicas e são classificados em dois grupos: riscos orçamentários e riscos decorrentes da gestão da dívida.
Os riscos orçamentários referem-se à frustração de arrecadação, à restituição de tributos não prevista ou prevista a menor, diminuição da atividade econômica e situações de calamidade pública, dentre outros.
Os riscos de gestão da dívida referem-se a ocorrenc1as externas à administração, tais como variação da taxa de câmbio e de juros que afetem as obrigações vincendas.
Desse modo, sopesados as poss1ve1s ocorrenc~as, estimou-se um risco de aproximadamente R$ 42,42 milhões para o exercício de 2016, conforme demonstrativo que segue.
ARF (LRF, art 4°, §JO). Portaria STN n° 553, de 22 de setembro de 2014 eResolução TCE n° 904, de 22 de outubro de 2009 R~ 1.000
., RISCOS FISCAIS ~t PROVIDÊNCIAS Descrição Valor Descrição Valor Estia;! em prolongada eenchentes 22.639
Abertura de créditos adicionais apartir da Reserva de
28.050 Coooenações Judiciais 5.411 Contigência
Abertura de créditos adicionais apartir de anulação de despesas Restituiçoo de receitas intergovemamentais 14.371 14.371 I discricionârias TOTAL 42.421 TOTAL 42.421 FONTE: Núcleo de Estudos Econômico-FiscaisNEEFI/ SEFAZ (PI)