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Paraíba

Lei Estadual da Paraíba nº 10325, de 11 de junho de 2014

Lei nº 10325/2014

I

",

" ESTADO DA PAR A[OA ASSEMBLflA LEGISLATIVA C.1 ... .1 de Fpn;ll"1o Pl'S\O.l

LU N 1(' . 325 , DE l I DE ,Il ' i\' 11 O DE 20 l-l. AL'TORf..\: PODER EXECLlTlVO

Dispõe sohre a Política Es tadual de C ultura , in stitui o Sistema Es tadual de C ultura e dú outra s prn vidênci<l s.

o PR ESIDENTE I)A ASSEM HLE Ii\ LEGIS Li\ TIVA DO I~ S T.,\DO DA I'ARi\ÍB I\; I : a~:<l sabcr que () (iol'ern: ldo r cio I-:stacl o da Paraíba adotou a 1\1edida Prol'is(iri,1 n' 2 19, de: ~ de lllan,:o dc 20 1--1; que n 1\ ~se l llhlci,1 l , c gi~ lati' ,1 ~q1ro l '() U. c CII , Ricardp Marc<.:lo. Pn:sidcn tc da i\lcs <I da As sc rnhlcia Lcg i ,~ lati\ a, P:lI',l o, e feito s do disrOsln 11;1 1'lllc nd:1 C,1nstilllC in l1al 11" 12 ele 2001 da l'llnsl i tu it;~10 Federal c do  rl. 6~. ~ ~" d,l CI1I1S1 ilUiçiil1 do F:stado da Para íhn ele o Ârl. 2.16. ~ 2° da Reso luçào n 1,5 7, i20 12 (Rcgimcnto Int<.:l'Ilo) ela i\ssc lllbl ci<1 Leg is lali va, PROM ULGO, a segu inle Le i:

A rt. 10 f\ I)o lili ca '~ sladual de Cul lura da I'araíba obed<:cc ao d isposto na Constilui,,[io I-ecleral . 11:1 Co nst ilui çào do lstndo, 118 I kclaração l lni \ ersal soh re :1 I)il'ersidnde Cu llllral, na Co nvenç:'io s()bre: a I'm tcçào e I'I'OIlW Ç:'iO da I) i\'cr, iellldc da s I':x pl't.:sslies Cullma is, nas di sp(\s iç0cs desta Lei e nas demais Il('rllla ~ especílicas a el~l pcrt inl'ntes,

, \1'1. 2° léntl'Jl(k: -sc p\lr udlul'a (' C(1Il.jU!110 dl' tnlços. di stllltl\(h, l1l.ltt:ri:li s l' il1l3tcl'i' li s. illtclcL'tuai s e .tlctivns e as reprcsc lltaçü<.:s s imh\ ',liL'~IS . CO Ill prcc ncle mio:

V

I

III

XI

XV

XX

1

I

a

b

c

d

e

II

a

h

c

III

h

c

d

I

VI

VII

XII

XIII

2

Art. 8.
O CO ll se lho Lstadua l de Polí ti ca Cultu ral, órg:'io co lcgiuclo cio S iste ma [sl<1c1ual cl e C ultu ra, le lll a tribuiç(ies normativas, deliberativas, co ns ulti vas e li sca li/.i1 do ras, euja finalidade e prnlllo ver a ges l,in democrútic<J da Po lítica [st;Ji!ua l de lilt LII'<1. ~

I\ r'f. <) 0 () l'ollsc::l ho !-:slmlual de Polí ti c:1 C ult ural é cnnstilu ídl) pO I' ::4 (vinte e quatro) mcmhros litul ,u'cs e igualnl'lmcl'O ele s upl e nl cs , sc'nd() 50% (c inquent a pnr ccnto ) do poder públi co e 50% (cinqllcnla pO l' CCJ1IO) tI:1 ,oe iedacle c iv il. ligados :lOS sClores ar lísli co-c ulturai s, escolhid os dClllre pcssoas com clcti"a cnlltribuiç<io n:1 ;'lrl'<I Cl iltllra l, de rcco nh ec icJ:1 idoll c' id;lIk, rc,ickll lcs IlO I:sladc) da Pa rníha e Imm e,do\ pl ll' aiO do Cio"ern,ldor do htaclo, ~ 1° Os 12 (do ze) Co nselhcims representanles da sociedade c ivil senio eleitos de aco rd o co m ns 12 (do/.e) Re gionais el e C ultura , em pkn ~lri as ele itorais rea li zadas pe lo Conse lh o I:s tad ual de Polí ti ca C ultural, alendcnJo a critérios definidos em ato do Poder [ xce utivo.

~ 2° Ãs plcnciJ-ia s ck it(lJ': li s seriio convoca da s por Instrulllcnto pJ"OprJo, r ubiicados nos 1ll:1 is ti iversos me ins de CO llllln icação c na 1111 press;1

l)liáil

~ J" Os COl1sclhciros rcprescll t<inlCS da soc icdnde civil tcrJo mandato de: (tlois) :III<)S, rcn()\'ú"cl uma \'0, por iguall1L'ríocln .

§ ,f' Os Conse lhe iros represe nta ntes do podcr públicu tcr,lll manda to equ iva lente ao cio Chdc do Pode r [ xcc uli vo estadua l, podcndo ser su bstituídos 110 decorrer dest e período.

~ 5" i\ klll dos rn elllhro ~ do se tor público e da soc iedadc ci vil, podelll ter ilssen to no Co nselh o Estadual ele Polítieil Cultma l, COI1j() Ill cmbros ele hom;], eOIll di l'cito a voz, os n: rrcsc l1t ani es cujos nomes scjam aprovados pelo próprio C"lllsc lho I:stadllal de Po lí tica Cu llllra l, por inuic3ção ele UIll elps >;c'us Illemhr()s ou do (il)\'crnador d" I· SI,Ido.

~ l"unt;;io de ("')llSelhci ro St:r"1 cLllls ickradil de ITk\illliê

(l " , \ Interesse públi co . tendo o se u l' :\CI'cic io prilll"id ade sob re (lutros cargos c i'ullt,:()es púh li cas,

~ 7" I)"de rá ser conccdida aos l1lembros do Consc lho r:swdual de Cu ltura de Políticil Cu ltural 11111:1 :Ijud<l Ilnance ira para custe i(l das (kspesas com des loca mento, estabc lec iel 8 de aco relo co m a dis túncia dn reg iJo que rep resen tam.

. . f; 8" () Conselho Estadua l ele Po liti cn C ullural l'eUll lr-Sl'-;r " "hr'ig'llori:llllcrllc' (J I (l!ll "l) \\.'1. "(lr m':s .

. \rt. lO . Competl' ao ( ,'nselho l:s ladll;l!lk l'n litic<I C"uIILlf"aI:

Icont rihuir pal'a II l'lIm prilll CIlIO dos obic ti vo~ da P(ll íti cil I':slauua l ele C ult ura ddin idos Ilesta l e i:

'/Itr

IIarl"Ce i<lr e deliherar su bl'c a propost;1 do PI ,lllo 1·. sla du :i1 dc C" " "" , '" '" hme< ;d" , A"""b";, L'g;"";,." 111 - lIprova l' os pl :1l10' sc tmiai s de c llltllra~
IV1'\.:a li z'lr esp::tços de aval iação so bre a excc ução eI (, Pl ,lIl o Estad ual de Cultu ra ,
Vcst im lll (lr a di sc ussão e emitir p:1 reee r so hre tem:1 S relevantes pa ra a cultura dd Paraíba; V I - aeompiln lwr, fi sc ali/al' e Dva lia r a execução ela Po lit ica [ staelual de C ultura ~ , ' 1\ - pwpnr lIleclida ~ de e~ l i n1Ll1<l, l(lIllCI1l0. Dmparo. \ 'a lori/,a \~j(l. ti i "lIsào. desccn l ra I i/;H;iio, demllC/',i1 i 1,<1<,:,'\0 e ges t,lo co m pani I h,J(la ela cu lt ll ra ~ , ' 111 - propur c PI'Ol1l111Ci ,l r-sc sobrc proteç{io. lomham c nt o t: r\.:gistl'O (I\.: p,lt ril nÓ ll illll1:lIcrial c illl;ltC:I'i:l!; 1:\ - lirll1:lr ,lcordos d\.: coopc rayilü com l1lLw imcn tos ~()l' ia i ~ . cl1ti(J:ide s rcprescll tat ivilS de lin guD!;!cns :lrtístic as, sindi ca tos. org ,lni/,;lçÕl'~ nilo govc: rn ,1I11 Cl1t:li s, iniciati va Pl'i va dll c en tid:ld cs do Icrcc iro sdor. viS<J nelll ao dese nvü l v imento cu llUl'al c aní stico;
Xmanter int el'eâ mb io co m os Co nse lhos Estaduni s e Muni c ipai s el e C ultur,l, in ce nti va nd o a cri :lçiio de nov os Co nsel hos nos l1lunicípi os~ X I - elahorar c alt era r o seu I ~cg im en t o Intern o , su bmetendo-o ú li lllllologaçiio do C;o \c rnador dn 1':s t:I c!O : :\ 1I - ex c:recr ou tra s :It i \ id:ld êS cOi'rc:lata s,

l':ln'l graf'o único, () dcol11pa nh nment o. a li sc:di/,I(,:,io e ,I :l \:lli:l<;iil) . pl'C\ Iq()~ no 11 1l' IS() ,'I de~tc :l ni go. scr:}o cktll:ld(lS atr;I\L;S dL' 1'Clatc'lI' ins r')J'I1l'cidus pelo,; seus C\l'cu turc s e clema is mcios di sponi\eh. ca bc:nd o ao Conse lh o eneCllllinh;lr a, ilTcg ularicladcs constatadas il Secrctari ,l de r. stado da C u ltlll':l c <lO Gove rnad ol' do r.staclo,

AI 'f. 11. Siio componentes cio Co nsel ho I':s t:ldllal ele Po liti ca C ullLi ral :

IPlcn o',
IICÜ lllma s Sc tmiai s; 1II - Co mi ssôc,; I'c ln:;t icas ,

AI't. 12 , /\ prcsidc:nl'ia dI' Conselho I:stad ual dc Polílica Cullur;t\ ser:i cxci'eid n pe lo titul 81' ela Secret;JrIi1 de I': stil d" da Cu ltura ,

Ar!. 13. Ao I) rc' sidellle do Co nselho iswduul Po liti cil C lIltll ral cn hcrli. dentre o utras a tTibui ~'ões, l) vo to ele qualidade,

ArL 14. O Sccrc t;; rio (,era l cio Conse l ho I:::s tmlua l ele: Políti e; 1 Cu\\ur<l \ coordenar;) 8S <1tivida(ks i nt eJ'l1ilS c subs t il uirá o Pl'esidc nlc rJ<1 s ua

~ auscncia, IHI. 15. I\S dc li be raçõcs do Co n ~l! lh o Estadua l dc Po lítica Cultur~d se r<l o tom:Jllas po r ma iori a si llljl les, jl l'cscnte a maio ri a abso lut<1 ci o.; n:spl!C li VOS rn embros, sa l vo nos segui ntcs ca sos, q ue ex igem maio ria ab so luta:

1- c laho ra ç,!o c a l l cr ~ I\';i(, do l<cgillll:I1I D InlcrrlO; c ,c lu si)o dt' Ill CIlI b ro~ CI lillclrIllC os casos a scrclll IXl!" isto s no re g llll clll O.

A I·1. 16, O Cu nselho Estadllrl l de Políti ca C ultuml podcrú sol icit :lr a co nlrntaçiio el e co nsultores e cspeci ali slrls para auxili;i-I o c m slIa s 1"1 1l1ç(-les,

Ih!. J7. Os atos do Con sc lho I';stadual dc C ultura dil I';:m líha senlo publi ca dos no Di ário O tici al do I-:s tado,

..\ 1"1. 18. Todos os j1l'Ocedilllcntos do Co nsclho Estadual de Cullll r<l lia I'arníba paula rSc -;"i0 jlcl os prin c ípio s co nstil uci on ai s regentcs da /\ dlllin isl raç:io Públ ica,

19 , O Consclhtl h tadua l ele Po líli ca Cull ural l'cun ir-se<1 ,-\1'1. o rdillrlriallll!ntc el11 Joii o Pe ssoa. podcndo, CO Il1 :1 prévia ap rllvaç;l0 de St'u plc n;i rio. rcun il'-se cXll':\()rdina ri alllclllc CII1 ou l ra s c id ades d;1 Paraíb<l,

A rl. 20. Ato cio See l'l: l;'l rio ele Estado da C ultura da I)araíba desigl1<Jrú es trulu ra ele l'ul1cionall1 el11 0 e o Cll l'pO scc rc t~rial cio CO l1 selh o rS l aclu:J 1 de Cu ltura, dc ntre sC l'v icl ores pLlbl icos,

Parágrafo únicoFi c;) o Podc r Exec uti vo aUl ori za clo a in sliluir cO llli ssõ es bipartilt:s cnv ol ve ndo gcslo res ci o r.slaclo t: cio s IIlLlllicípi os para negoc iação e pactuação de é1~' clL!S govel'llarncnta is re lac ionadas ao desenvolv im cnto cu lt ural e ;] npcracil'llali/ aç,"io de Si, tCll1ilS de cu ltu r:1.

Suh,cçiio 111 Sistema s Sct(lriai~ d e C ultul"ll

i\ rI. 1 1. O s siStClll;I S sl! t()I'i"i s de c ullura, a serem ill ~ litLlidl) ~ mcdi"nlc DccreLO do 1'L1dL! I' I=: xec ulivo têm por lillillid ade integ rar c arti cul ar planos c pl'Ogr~11l13 s pertinc ntcs :\s S I/ri S i1 reas de aluação, conlribuind o com ações eS lrulul'<lIlI CS para cri açiio, t"ol ' llla ç~l O , nurmaliza<,:ilo téc. nic" I. doc um entação . rn ell1 ó l'i a, pcsq ui sa, pro tcç:'io e cO Il SCrVaç<lo, 1'L!s tnllraçCin . co rnunicaç<1 o , produçâo, elinalllizaçJ o, eli fusã o c fomento,

Pan'lgl'al"o único . Os sistema s se toriai s cl c clIlllll'a aS SOC léllll-SL! "'" , i" "n", "''' i " " , i, de e" " ",,, "", """ , e'r~" ; ,,'", de """ "" Art , 22 , Os sistema s seto ri ais de cult ura cOllstituem-se por:

Ii ll ~ titlliçôcs cultll r:li , criad:ls ou 1l1~lltidas pc.:los I'oderes I':x eellli \'o, L eg islat i\'o c .Judic i:i r'io elo "'1 :ldll da Paraih,r, pela /\ c!ministr:lç<lO Púhli ca I\ lunic ipal e por elltidades pri\'ad as ou da sociedade ei vil; 11 - insti tuiç i'ies de ensino n.:con hecidas pelo Minis t ~r'io ela I,' ducaçào ou pela Secreiaria da Lclucaçüo, que rnantenh~lm eursos na :'i re ,l ele COlllrctcncia elo r'cspect i\ o sistema sc tllri:tI: III ' instituições de classe e ou tras v inculadas :] úrca ele: competêllc i<l do re spectivo sistema seloria l e CjI IC tenham atunç<lo no Fstado da Paraíb;1: I V ' r'eprese lltalltes de irlieiati vas eOlllullitárias e ele g rupo s que j1nssuClI11 <l luaçih1 efet i va e recon hecid a Il:! área do sistema se tor ial;
Vpe ssoas com re!c\',llltcs Cl1 ntr'ihuições Ila úre<l de :ilunç:l0 cio

Par;Ígrufo IIII1CO, Na llrg:lIl izaçào dos sistema s se toriai s ele cultur,I, elC\'CIll scr prC\'is tas UIll:! inst:lllci:1 cole: g iada , represen tati va de sua CO lllpLlSiçào, c uma ill st,l llcia colegi:ld:I, :1 Cél l'gO ele organismo da Secretar' ia de Cultura, f'l.!laeionaelo com a {I rea, para apoio t-:cnico l' :ldrllinislrati\'() ao se u i'ullcinmllllcllt o ,

S llb se~ão IV Sistemas Mu ni cipais de C u\(ur'a

Ar'L 23 , Os ' is lellHl s fvluni cipai s de , ultura têm [lor finalidade al'l icular e integr:1r po lítica s, ações, instituit,:ões públi cas e privadas no <ÍmoilO municipal par:1 a pro llltlÇ:'iO elo descJl\'olvilllcnl0 com pleno c:\c reíci() d ns dirc'il {lS cullllrais c as silll seriio r'l'c\lrlhccidos <juanc!\) l(lI'IllallllCnlC instituídos,

Sc~ii() I I Dos l\ I ec:J lli slllos de Ces tão

SII h Sl'Ç '1O I Plano ES lad ual de C l1llur 'a

A I't. 24, () Plan o Estadll:1I de Culturn, ooriga tório para gestão ela po líti ca públi ca de cu ltu ra do Estadu, dcvci'Ó ser c labo racl0 COI1l pcriodicidadc Illínima clecenal e Ll Pro vaclo pela !\ssc lllhlci ~1 Legislaliva, develldo conSlnr:

IVcS I r<l tég i ~l s, 111 et;ls e açtlCS:
Vprn zos de C'xec ul;i'io ; V I - rG~u l lad()s l' i l11 fl: I CI()~ l'~I1L:r adus:
VIIrLCUr~(lS materiai s. hUIIl:lllllS c fillallcl'irus disl'ollív ( i ~ e necessal'los; VI II - mcclnisl11')s (' fllnl c~ dc ri nanciamcnlo;
IXindicadtll'cs de nl(ln i llJl'ilmCIl lo C :lv, di:Il,::"lo.

Par'úgrafo único. O 1'1;1110 Estadua l de Cu l tura. quc oril'llla a forl11ula<.;ú o do Plano I'lurianu:iI , dus planos lerrilOr i,lis e sel()r i ai~ G do Orçamento Anual, elaborado COIll parlicipação social, deve considerar as proposições da Conferência ESladual de Cu lt ura e [) di sposto no PI"no N,l c io nal dc C ull ura .

.-\rt. 25, Os planos se toriais dc cullU ra formu lados cu m a pa nicipal)u de reprG~en l aç()c;~ da~ rc;~pccl i v:ls <Í rl' as de illlIaç:ltl, S,IO :Jprnvados pclo ('onse lllll ESI:ldual de Cu ltura . devc ndo eSI:lhc!cccr os Oh,iCli"llS, :I" a<';(ll:s, a~ l \ lllll~ S pr e\' i ~I"~ dê financial11enlll e llS criléri{)~ de 111,)n i IOramcnlO c :I\·;t! ia<.;;-Io dos rcsullad(l~.

SlI hseçã o I r S istema de Fomento c F inanciamento à C ullura - SEFFIC

Art. 26.
, O Sistema de Fumelllo c financiamentu ú Cu l tura SEFFIC tem por Fi nali dade () incen li vo :1 cr iação, iJ pesq ui sa, à produ<';;lo , a c ircu lação . 11 f rui ção, ü mcmó ri :l, il prtll eção, Ü valoriz:t çiio . ~l dillall1 i zilç;IO . il fonnaç<in. ,I gestão, Ü conperaç:l o e an i nlc rcâ mb io nac io nal c inl er nilc ill l1 al. co m oh~crv;1Ilcia ao disp(l"to l1 eSl<i Lei c Ilas demais normas que l he seja m perl i 11<: Illes.

Ar!. 27, , ao ftlntcs de fin:lIlc i,llllcnlo da l"llílica Estadual d<: Cultura :

Irecursos dn Tc"ourD [st,ldual;
IIconvêIlios. acordos c cllIltratLls com a União (lU outros cn tc.., públicos nac ionai s e urga nislllos int L!rnacio nais: 11I - fune/os cO!lslil llídos ; I V - recursos I'es ulla nlcs de re núncia fi sc al ;
Vdoaçlics; V I - parcerias púh lico-pri vadas:
VIIdevolução de rl' CllrS(l~ dClc;rmi l1 " d ()~ pc lll núo cumpr i menlo ou l ks;lprova<,;Clo clt: COllt:lS dl' projctus l'ullurais l'u~lc:td,,~: \"111 - pl"ogn,',slicos c IOI<:rias:

1.\ 1 "(~!() r;lL' d", rc,liltiltlns l'CIlIHlll lil"l " I'rmTllll'lll<'S di] 1':lrlicipa<,:ào "m pl"(l"i cl"S culturilis (clin~i ,'s ~ulor~is): .\ - s:ddos dc c\crcic ips :1Il1c riorcs: :\1 - pmdulO (ltl rencJilllcllt() das aplicaç'õe s de rccu rsos; :\ 11 - cOlltribuições volllntúl" i:1S dc se torcs cul l lll"ai~, pcs,oas l"i" i("<lS c juridicils, pl'lhlieas ou pl" ivadas, 11;1Cioll :J i s ou eSlra ngeiras: .\ 111 - oulr;lS formas adlllilid,b em I, ei,

A, r!. 28, Co nsti tuem l11ec anismos el c IOlll c nt n (1 proJctos c ati v idad es eullurai s I"ca li za dos pOI" pcss oas fí sicas c ju r id ie:l s dc d ireito r ri \'a(/o:

1- l:un dl1 ele Inecnli\'o:i Cultura Áugus l o dos Á n jos I: IC

IIpl"llgr31mls de conccs s{IO de inccnlivo,; liscilis: 111 - linhas cSI'eciai s de credilo administradas 1'1'1" 0rg~los c at!cllClilS de dcscn\ (lh imcnlo c OUlr:h IIlSlilUições linélll ceiras" que L\) lllém com reeurSl1S eSladuilis: I V - palrocillin, pl"ogr:Ull as dc apo i o. Ill ce nlivo ou ma r kcting cullurill de aut<lrquias, rundaçik~ . emp reséls jlLlb li cas ou dc soc iedades de cC()fl\)lllia mista cOll l mlac.las relo I:slado :
Vprogramas cs pccia is elc apo io ins l ituidos pelo Es tado ou pe la Uni:lo COIl1 obj eti vos c I"CC LlI"SOS espcc ífi eos , gC I"c nc iados ror ó r"giios c cll l idades da Scc rc laria de C u ltur ~l ; V I - progl"éllllZlS c: j1 1"OJl'IOS l'SpeClill s ele apo Io dCCOl"rCllleS dc ilrticulay'lll cntre ,I Scudar ia ele Cullura c outl"OS ól"giios c cnlidalks Llu L Slado;
VIIli ll :lllcialllL' nllls Clllllp:ll"1i lhadlls cnt re (1 I:slado c' L' ntcs pri\ado s; V li I - p3 l u~rias pllhl ico-pl"i \ adas; 1\ - lornccilllcnlO de 11l:1Ini:lis, cqll lpa nlcn lns c scr"\ 'lçns p;lr;\ reali/ ;I~'iio ele projetos culturais; :\ - OUlros lllcc:1ni slllos previslos t'lll I c i "

,\ 1"1. 29, Os Ill cC[lnis lll os dc fO lll ento prev i stos no arl. 28 deve])) ol'l en lar-sc pe los prin c ip i0S e obj cti vos cS labclcc idos ncs ta L ei. obseJ"\"ando os scgui ntes critéri os:

Ipublic idade d;1 sckyilo: I1 - adcC]ua<;;lll :'1S cs pcc i licid;tdt:s dn ohjetll dll fn lllcnlO; "I - :ln:'l lis(' 1"llnL!anle lll;ld;t no ~k ,"i l\l , Ila ljll:1iid;\(lc Il'cllil';r l' 11:1 I i"hi 1id"dl cC! OH'''' ic" " ," I'Wj ",,>o f ~t I V - pi"imidad<: p:lrd :WÔC' c' s lrutllrad(1 I '<I~ de rrllCCSS PS clIlIlI I'"i, c da cadei a jJ I'oelutiva e' dc valo re's tI :1 cultura, ou quc bendi c icm pOjJul ,H;ôcs co m men or ace ss o a ben s c tl se l' vi\'os c ultura is;
Vclc , ct.:ntl':di/_aç ikl das clp<l rtunid, ldes, inc lu sivc c ntre /,o nas urb:ln 8s c ruril is; V I - compatibili dade CO I11 o 1>1,lno I~s l::ldu a l ele C ultu ra e C() l n os plan os se to ri ais de cultura,

A rt. 30, ( permitida a COflCt:SSi!O de apo io linanee iro diretamente pal'a açi'io o u in sti tu i \:;'io ela I\ drn inistraçiio Públi ca el e qll ;Jlql.l er esfe ra federativa nos seguint es ea sos:

Itransf'e l'cncias de I'CCursos para fund os de cul tura legalmen te con stituídn s, l'ar:1 ll1uni cíl'ins qUl' le nh :ull instit uido sistema s ll1un icip:lis de cul tura nos termos desta I.ei;
IIclaboraç:ào ou e,\CCU\',11l cl c projdos conj untos, cm eSJlccial p:lr,1 imrlL1 11laçiio, rc:cup<: ra<;iio e re stauro de inlálestr utu ra lisica c lL'c nologlca e bens ele va lor c ultural;
IIIc,'\eeu<;:'io de program as dos sistemas N aci o nal e Estaclual de \ ult ul'<! que ": ~ I :lbl~ l e<;all1 lin ane ial1lcni os e0ll1 parti lh 3dos,

Pa l'úg rafo ú nic o. O i\llu nicip io integrant e do Sistema Estadual ele C ul tura tem pri orid ade na ob tcnção de recursos para o fin anciamcnto d..: pro jet os c açeies c ultu rais,

Su hsc\:iio 111 Sistcm'l E,"t :1(III :1I de Info rlll:I \'I-Il" l' Ind ic a dores l ultunlis - SF:II('

.-\r1. J I. O Siste l1l ,l J:stat/ ual de In!lmn ,lçücs ..: Indi cadmes l'lIllllr,l is S I ~ II C lel11 por lin :lI idadc a COlcUl , a s i s teln:ili /, ;l<':~u , :1 i nt erp reta ção e a di spl\nibilil.açüo clc da"",; c inl() r f11:I ~'õ es par8 suhsid iar as pol Íi ic;ls cul turais dos pode res pl'lhl ico s c açõcs da soe ieelade civil.

§ I A Sccreta ri a de Lstadn ela C ullma, gcstOl"él do Si stema de

U

Informaçõ es c Indicadores C ulturais el evc pro movc r a integ ração da s hases dc cl8d os c informações estadua is ús di sponíveis na Un ião , nos ll1uni c ipi os. nélS unive rsid8de s pLlbli cas c pri vada s e el11 nulr:) s in st ilui ções eo m as quai s venlla :1 e<; til helcce r jl:1rcc ri:ts p:lr:l illtl:n;ún!lJiu e coo j)n:lção,

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An, 32, O S istema L::stadua l de formação em ;\rte e C lIlllIr:1 "I ~ I:O R tem flor linalidade a articllla«ão e a promoção da larm<l«ãll , capac iLação e ape r reiçoalllen to técnico, artístico e de gestão , sendo const it uído por instilUiçê\es púhli eas, entid ades priv ~l da s c ()rgan il.açê\es da sociedade ci\'il com atuaçiio no htado d:l Paraíba, que mantenham cursos lines, técnicos ou ,lc:ldcmieos li a :irea cultura l e tenham ade l'ido ao Sistema Fstadwll de ('ultur<l mediantc in stnlllll'lltn especílicn.

I'arág r:!fo úllico, r-\ I'orlllulaç:io e o acompanhamento de programa de I'ormaçiio cOlltinllad,1 cln cultura . a ca rgo d,l /\dministra<;iiCl PLlb lica Lstaelllal. s,jo de responsahilidade de CO llli ssiio tripartitc e par it,ú'ia , compus ta por rc prcse llt ,l'illL' S tIel S Sl'cl'c!<lrias dc' I:s tado d:) ( 'lIltllr:1 c tI ,1 Icducaçiio e de org:l lli 7.:lçôcs da socieda dc civil co m reco nhcc ida :Ituação na (Ire;! cullilr:!!.

SEÇÃO – 1/1 D'Is Instâ ll cias de C on sulta , Participação e C ontl'ole Social S ulJseção I C onferência Estadual de C'ultur:l - CONFECliLT

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