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Mato Grosso do Sul

DECRETO Nº 15.880, DE 3 DE MARÇO DE 2022.

Nº 15880/2022

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Art. 1.
O Decreto nº 12.415, de 3 de outubro de 2007, passa a vigorar com as seguintes alterações:

“

ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL

DECRETO Nº 15.880, DE 3 DE MARÇO DE 2022.

Altera e revoga dispositivos do Decreto nº 12.415, de 3 de outubro de 2007, e altera, acrescenta e revoga dispositivos do Decreto nº 13.275, de 5 de outubro de 2011, e dá outras providências.

Publicado no Diário Oficial nº 10.770, de 4 de março de 2022, páginas 7 a 10.

O GOVERNADOR DO ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL, no exercício da competência que lhe confere o art. 89, inciso VII, da Constituição Estadual,

Considerando a necessidade de atualizar as regras concernentes às obrigações acessórias, em virtude da evolução na área de tecnologia da informação, com implantação de sistemas digitais de emissão e de escrituração de documentos fiscais, e

Considerando a necessidade de readequação das disposições sobre o tratamento tributário relativo às operações com álcool etílico combustível,

D E C R E T A:

Art. 3.
..........................

.......................................

§ 5º...............................:
Ipode ser feita no mesmo período de apuração a que corresponder a emissão da respectiva nota fiscal, desde que tenha sido lavrado, à vista do processo pelo qual se realizou a verificação fiscal relativa à autenticidade das operações e à exatidão do crédito outorgado, termo específico consignando o atendimento dos requisitos exigidos para a utilização do referido crédito outorgado, até a data limite para o recolhimento do ICMS devido ou a ser repassado a este Estado;
IIdeve ser feita mediante a indicação do respectivo valor na Escrituração Fiscal Digital (EFD), na forma disciplinada pelo Subanexo XIV ao Anexo XV ao Regulamento do ICMS.

.......................................

§ 7ºO termo a que se refere o inciso I do § 5º deste artigo deve ser homologado pelo Superintendente de Administração Tributária.

..............................” (NR)

Art. 2.
O Decreto nº 13.275, de 5 de outubro de 2011, passa a vigorar com as seguintes alterações e acréscimos:

“Art. 2º ............................

.......................................

IIde saída de álcool etílico hidratado combustível, realizadas por destilaria, cooperativa de produção ou comercialização de etanol, empresa comercializadora de etanol ou importador de AEHC, localizados neste Estado destinando o produto a:

.......................................

h)transportador revendedor retalhista;
III...............................:

.......................................

d)por transportador revendedor retalhista;

.......................................

Vde entrada de álcool etílico hidratado combustível no território do Estado, quando destinado à comercialização e o adquirente for:
a)distribuidora de combustíveis localizada neste Estado;
b)outra destilaria localizada neste Estado;
c)transportador revendedor retalhista;
d)revendedor varejista.

..............................” (NR)

“Art. 5º ..........................:

.......................................

II................................:
a)nas hipóteses do item 3 da alínea “a” do inciso I e das alíneas “d”, “e” e “h” do inciso II, do art. 2º deste Decreto;
b)nas hipóteses das alíneas “c” e “d” do inciso III do art. 2º deste Decreto, relativamente ao álcool fornecido por ela diretamente ao revendedor varejista ou ao transportador revendedor retalhista;

.......................................

IV................................:

.......................................

b)na hipótese da alínea “c” e “d” do inciso III do art. 2º deste Decreto, por substituição tributária, ressalvado o disposto no inciso V deste artigo;

.......................................

VIIIo remetente, por substituição tributária, no caso de entrada de álcool etílico hidratado combustível no território do Estado nas hipóteses das alíneas “a”, “b”, “c” e “d” do inciso V do art. 2º deste Decreto;
IXa cooperativa de produção ou comercialização de etanol, a empresa comercializadora de etanol e o importador de AEHC remetente:
a)nas hipóteses das alíneas “b”, “c”, “d”, “f” e “h” do inciso II do art. 2º deste Decreto;
b)nas hipóteses das alíneas “c” e “d” do inciso III do art. 2º deste Decreto, relativamente ao álcool fornecido por ela diretamente ao revendedor varejista ou ao transportador revendedor retalhista. ” (NR)

“Art. 6º Nas hipóteses dos incisos V, VII e VIII do caput do art. 5º deste Decreto, a responsabilidade por substituição tributária fica condicionada a que o remetente esteja inscrito no Cadastro de Contribuintes deste Estado.

..............................” (NR)

“Art. 7º ..........................:

.......................................

Vnas hipóteses das alíneas “c” e “d” do inciso III do art. 2º e alíneas “c” e “d” do inciso V do art. 2º deste Decreto, o preço máximo ou único de venda a consumidor fixado pela autoridade competente, observado o disposto no inciso X do caput e nos §§ 1º ao 5º deste artigo, bem como no art. 8º deste Decreto;
VInas saídas interestaduais de álcool hidratado promovidas por destilarias, cooperativas de produção ou comercialização de etanol, empresas comercializadoras de etanol ou importadores deste Estado, o valor da operação;

.......................................

VIIInas saídas promovidas por destilarias, cooperativas de produção ou comercialização de etanol, empresas comercializadoras de etanol ou importadores deste Estado destinando álcool hidratado a distribuidora, revendedor varejista, transportador revendedor retalhista, ou a outra destilaria, deste Estado, o valor da operação;

.......................................

XIIInas hipóteses das alíneas “a” e “b” do inciso V do art. 2º deste Decreto, o valor da operação.

.............................” (NR)

“

Art. 21.
........................

.......................................

§ 5º...............................:

.......................................

IV..................................
a)podem ser feitos no mesmo período de apuração a que corresponder o crédito ou o valor transferido, desde que a nota fiscal a que se refere o inciso I deste parágrafo seja emitida até a data limite para o recolhimento do ICMS devido ou a ser repassado a este Estado;

.......................................

§ 8ºSem prejuízo da apropriação do respectivo valor pelo destinatário, a transferência de que trata este artigo deve ser submetida à homologação do Superintendente de Administração Tributária, observado o seguinte:
Io pedido de homologação deve ser apresentado, pela distribuidora, à Coordenadoria de Fiscalização do ICMS Substituição Tributária, juntamente com o DANFE da respectiva NF-e;
IIa Coordenadoria de Fiscalização do ICMS Substituição Tributária deve formalizar processo contendo o pedido de homologação e uma cópia do DANFE;

..............................” (NR)

Art. 3.
Revogam-se:
Ios incisos II e III do § 2º e o § 6º do art. 3º do Decreto nº 12.415, de 3 de outubro de 2007;
IIdo Decreto nº 13.275, de 5 de outubro de 2011:
a)o inciso IV do § 1º do art. 13-A; Obs: retificada no Diário Oficial nº 10.773, de 9 de março de 2022, página 5.
b)o inciso I do § 1º do art. 21;
c)os incisos II e III do § 6º e o § 7º do art. 21.
Art. 4.
Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação.

Campo Grande, 3 de março de 2022.

REINALDO AZAMBUJA SILVA

Governador do Estado

FELIPE MATTOS DE LIMA RIBEIRO Secretário de Estado de Fazenda

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