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Decreto nº 4.089, de 15 de janeiro de 2002
Nesta página
Art. 1. Art. 2. Art. 3. CAPÍTULO II – DEFINIÇÕES CAPÍTULO IV – MEMBROS CAPÍTULO V – ORGANIZAÇÃO INTERNACIONAL DO CAFÉ CAPÍTULO VI – CONSELHO INTERNACIONAL DO CAFÉ CAPÍTULO VII – JUNTA EXECUTIVA CAPÍTULO VIII – SETOR CAFEEIRO PRIVADO CAPÍTULO XI – INFORMAÇÕES, ESTUDOS E PESQUISAS CAPÍTULO XII – DISPOSIÇÕES GERAIS CAPÍTULO XIII – CONSULTAS, LITÍGIOS E RECLAMAÇÕES CAPÍTULO XIV – DISPOSIÇÕES FINAISPresidência da República
Casa Civil
Subchefia para Assuntos Jurídicos
Presidência da República
Casa Civil
Subchefia para Assuntos Jurídicos
Promulga a Convenção Internacional do Café - AICafé/2001.
O VICE-PRESIDENTE DA REPÚBLICA, no exercício do cargo de Presidente da República, usando da atribuição que lhe confere o art. 84, inciso VIII, da Constituição;
Considerando que o Congresso Nacional aprovou o texto da Convenção Internacional do Café - AICafé/2001 por meio do Decreto Legislativo no 354, de 18 de setembro de 2001;
Considerando que a Convenção entrou em vigor, para o Brasil, em 1o de outubro de 2001, nos termos do parágrafo 3o de seu art. 45;
DECRETA:
Brasília, 15 de janeiro de 2002; 181o da Independência e 114o da República.
MARCO ANTONIO DE OLIVEIRA MACIEL
Osmar Vladimir Chohfi
Este texto não substitui o publicado no D.O.U. 16.1.2002
CONVÊNIO INTERNACIONAL DO CAFÉ DE 2001
Os Governos signatários do presente Convênio,
Reconhecendo a excepcional importância do café para as economias de muitos países que dependem consideravelmente deste produto para suas receitas de exportação e, por conseguinte, para a continuação de seus programas de desenvolvimento econômico e social;
Reconhecendo a importância do setor cafeeiro para a subsistência de milhões de pessoas, sobretudo nos países em desenvolvimento, e tendo em conta que em muitos desses países a produção se faz em pequenas propriedades familiares;
Reconhecendo a necessidade de fomentar o desenvolvimento dos recursos produtivos e de elevar e manter os níveis de emprego e de renda no setor cafeeiro dos países Membros, e assim concorrer para a obtenção de salários justos, padrões de vida mais elevados e melhores condições de trabalho;
Considerando que uma estreita cooperação internacional no comércio de café fomentará a diversificação econômica e o desenvolvimento dos países produtores de café e contribuirá para a melhoria das relações políticas e econômicas entre países exportadores e importadores de café e para o aumento do consumo de café;
Reconhecendo a conveniência de evitar que entre a produção e o consumo haja dese-quilíbrio capaz de provocar acentuadas flutuações de preço, prejudiciais a produtores e consumidores;
Considerando a relação que existe entre a estabilidade do comércio cafeeiro e a estabilidade dos mercados de produtos manufaturados;
Reconhecendo as vantagens decorrentes da cooperação internacional que resultou da aplicação dos Convênios Internacionais do Café de 1962, de 1968, de 1976, de 1983 e de 1994,
Acordam o seguinte:
CAPÍTULO II
DEFINIÇÕES
a
b
c
d
e
f
g
CAPÍTULO IV
MEMBROS
a
b
i
a
b
a
b
a
b
CAPÍTULO V
ORGANIZAÇÃO INTERNACIONAL DO CAFÉ
a
b
c
CAPÍTULO VI
CONSELHO INTERNACIONAL DO CAFÉ
a
b
c
d
CAPÍTULO VII
JUNTA EXECUTIVA
a
b
c
d
e
f
g
CAPÍTULO VIII
SETOR CAFEEIRO PRIVADO
a
b
CAPÍTULO XI
INFORMAÇÕES, ESTUDOS E PESQUISAS
a
b
CAPÍTULO XII
DISPOSIÇÕES GERAIS
a
b
c
CAPÍTULO XIII
CONSULTAS, LITÍGIOS E RECLAMAÇÕES
i
b
c
d
CAPÍTULO XIV
DISPOSIÇÕES FINAIS
a
b