CNJ — Resoluções
Resolução CNJ nº 60/2008
Res. CNJ 60/2008
Nesta página
Art. 1. Art. 2. CAPÍTULO I – DISPOSIÇÕES GERAIS CAPÍTULO II – INDEPENDÊNCIA CAPÍTULO III – IMPARCIALIDADE CAPÍTULO IV – TRANSPARÊNCIA CAPÍTULO V – INTEGRIDADE PESSOAL E PROFISSIONAL CAPÍTULO VI – DILIGÊNCIA E DEDICAÇÃO CAPÍTULO VII – CORTESIA CAPÍTULO VIII – PRUDÊNCIA CAPÍTULO IX – SIGILO PROFISSIONAL CAPÍTULO X – CONHECIMENTO E CAPACITAÇÃO CAPÍTULO XI – DIGNIDADE, HONRA E DECORO CAPÍTULO XII – DISPOSIÇÕES FINAISInstitui o Código de Ética da Magistratura Nacional.
Código: C-AJJ
CONSULTA 0004346-67.2013.2.00.0000
O PRESIDENTE DO CONSELHO NACIONAL DE JUSTIÇA, no uso da atribuição que lhe é conferida pelo Regimento Interno e considerando o decidido na 68ª Sessão Ordinária, do dia 2 de agosto de 2008,
RESOLVE:
Ministro GILMAR MENDES
CÓDIGO DE ÉTICA DA MAGISTRATURA NACIONAL
O CONSELHO NACIONAL DE JUSTIÇA, no exercício da competência que lhe atribuíram a Constituição Federal (art. 103-B, § 4º, I e II), a Lei Orgânica da Magistratura Nacional (art. 60 da LC nº 35/79) e seu Regimento Interno (art. 19, incisos I e II);
CONSIDERANDO que a adoção de Código de Ética da Magistratura é instrumento essencial para os juízes incrementarem a confiança da sociedade em sua autoridade moral;
CONSIDERANDO que o Código de Ética da Magistratura traduz compromisso institucional com a excelência na prestação do serviço público de distribuir Justiça e, assim, mecanismo para fortalecer a legitimidade do Poder Judiciário;
CONSIDERANDO que é fundamental para a magistratura brasileira cultivar princípios éticos, pois lhe cabe também função educativa e exemplar de cidadania em face dos demais grupos sociais;
CONSIDERANDO que a Lei veda ao magistrado "procedimento incompatível com a dignidade, a honra e o decoro de suas funções" e comete-lhe o dever de "manter conduta irrepreensível na vida pública e particular" (LC nº 35/79, arts. 35, inciso VIII, e 56, inciso II); e
CONSIDERANDO a necessidade de minudenciar os princípios erigidos nas aludidas normas jurídicas;
RESOLVE:
Aprovar e editar o presente CÓDIGO DE ÉTICA DA MAGISTRATURA NACIONAL, exortando todos os juízes brasileiros à sua fiel observância.
CAPÍTULO I
DISPOSIÇÕES GERAIS
CAPÍTULO II
INDEPENDÊNCIA
CAPÍTULO III
IMPARCIALIDADE
CAPÍTULO IV
TRANSPARÊNCIA
CAPÍTULO V
INTEGRIDADE PESSOAL E PROFISSIONAL
CAPÍTULO VI
DILIGÊNCIA E DEDICAÇÃO
CAPÍTULO VII
CORTESIA
CAPÍTULO VIII
PRUDÊNCIA
CAPÍTULO IX
SIGILO PROFISSIONAL
CAPÍTULO X
CONHECIMENTO E CAPACITAÇÃO
CAPÍTULO XI
DIGNIDADE, HONRA E DECORO
CAPÍTULO XII
DISPOSIÇÕES FINAIS
Brasília, 26 de agosto de 2008