Ceará
Lei Estadual do Ceará nº 14416, de 2009
Nº 14416/2009
Nesta página
Art. 1. CAPÍTULO I – DAS METAS E PRIORIDADES DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA ESTADUAL CAPÍTULO II – DA ESTRUTURA E ORGANIZAÇÃO DOS ORÇAMENTOS CAPÍTULO III – DAS DIRETRIZES GERAIS PARA A ELABORAÇÃO E EXECUÇÃO DOS ORÇAMENTOS DO ESTADO E SUAS ALTERAÇÕES CAPÍTULO IV – DAS DISPOSIÇÕES SOBRE ALTERAÇÕES CAPÍTULO V – DAS DISPOSIÇÕES RELATIVAS ÀS POLÍTICAS DE RECURSOS HUMANOS DA CAPÍTULO VI – DAS DISPOSIÇÕES RELATIVAS À DÍVIDA PÚBLICA ESTADUAL CAPÍTULO VII – DAS DISPOSIÇÕES FINAISLEI N° 14.416, DE 23.07.09 (D.O. DE 11.08.09)
DISPÕE SOBRE AS DIRETRIZES PARA A ELABORAÇÃO E EXECUÇÃO DA LEI ORÇAMENTÁRIA PARA O EXERCÍCIO DE 2010 E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS.
O GOVERNADOR DO ESTADO DO CEARÁ
Faço saber que a Assembleia Legislativa decretou e eu sanciono a seguinte Lei:
DISPOSIÇÕES PRELIMINARES
CAPÍTULO I
DAS METAS E PRIORIDADES DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA ESTADUAL
CAPÍTULO II
DA ESTRUTURA E ORGANIZAÇÃO DOS ORÇAMENTOS
V - unidade orçamentária, o menor nível da classificação institucional, agrupada em órgãos orçamentários, entendidos estes como os de maior nível da classificação institucional;
VI - concedente, o órgão ou a entidade da administração pública estadual direta ou indireta responsável pela transferência de recursos financeiros, inclusive os decorrentes de descentralização de créditos orçamentários;
VII - convenente, o órgão ou a entidade da administração pública direta ou indireta dos governos estaduais, municipais e as entidades privadas sem fins lucrativos, com os quais a Administração Estadual pactue a transferência de recursos financeiros, inclusive quando decorrentes de descentralização de créditos orçamentários entre órgãos e entidades estaduais constantes dos Orçamentos Fiscal e da Seguridade Social; e
VI - despesas com a admissão de pessoal sob regime especial de contratação, nos termos do inciso IX, do art. 37, da Constituição Federal;
VII - despesas dos contratos de terceirização de mão-de-obra, qualificadas como Outras Despesas de Pessoal, na forma do art. 66 desta Lei;
VIII – contrato de gestão.
CAPÍTULO III
DAS DIRETRIZES GERAIS PARA A ELABORAÇÃO E EXECUÇÃO DOS ORÇAMENTOS DO ESTADO E SUAS ALTERAÇÕES
SEÇÃO I
DAS DIRETRIZES GERAIS
SEÇÃO II
DA ELABORAÇÃO E EXECUÇÃO DO ORÇAMENTO
I - fixadas despesas sem que estejam definidas as fontes de recursos e legalmente instituídas as unidades executoras;
SEÇÃO III
DAS ALTERAÇÕES DA LEI ORÇAMENTÁRIA
SEÇÃO IV
DAS DIRETRIZES ESPECÍFICAS DO ORÇAMENTO DA SEGURIDADE SOCIAL
IV - da Contribuição Patronal;
SEÇÃO V
DAS DIRETRIZES ESPECÍFICAS PARA OS PODERES LEGISLATIVO E JUDICIÁRIO E PARA O MINISTÉRIO PÚBLICO E A DEFENSORIA PÚBLICA
SEÇÃO VI
DAS DIRETRIZES ESPECÍFICAS DO ORÇAMENTO DE INVESTIMENTOS DAS EMPRESAS CONTROLADAS PELO ESTADO
SEÇÃO VII
DA PROGRAMAÇÃO DA EXECUÇÃO ORÇAMENTÁRIA E FINANCEIRA E SUA LIMITAÇÃO
SEÇÃO VIII
DAS TRANSFERÊNCIAS PARA O SETOR PRIVADO E EMPRESAS CONTROLADAS PELO ESTADO
• Subvenções Sociais – código 43;
• Contribuições – código 41;
• Auxílios – código 42.
SEÇÃO IX
DAS TRANSFERÊNCIAS VOLUNTÁRIAS AOS MUNICÍPIOS
VI - no período de julho de 2008 a junho de 2009, matriculou na rede de ensino um percentual mínimo de 95% (noventa e cinco por cento) das crianças de 6 (seis) a 14 (quatorze) anos de idade;
CAPÍTULO IV
DAS DISPOSIÇÕES SOBRE ALTERAÇÕES
CAPÍTULO V
DAS DISPOSIÇÕES RELATIVAS ÀS POLÍTICAS DE RECURSOS HUMANOS DA
II - com servidores requisitados.
CAPÍTULO VI
DAS DISPOSIÇÕES RELATIVAS À DÍVIDA PÚBLICA ESTADUAL
CAPÍTULO VII
DAS DISPOSIÇÕES FINAIS
I - em relação a cada categoria de programação e grupo de despesa dos projetos originais, o total dos acréscimos e o total dos decréscimos, por fonte e macrorregião, realizados pela Assembléia Legislativa em razão de emendas;
PALÁCIO IRACEMA, DO GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ, em Fortaleza, 23 de julho de 2009.
Cid Ferreira Gomes
GOVERNADOR DO ESTADO DO CEARÁ
Iniciativa: Poder Executivo
LEI DE DIRETRIZES ORÇAMENTÁRIAS 2010
ANEXO I - ANEXO DE PRIORIDADES E METAS
| EIXO/ÁREA DE ATUAÇÃO/ PROGRAMA/ AÇÃO ORÇAMENTÁRIA/ PRODUTO | MACRORREGIÕES (1) | |||||||||||
| 1 | 2 | 3 | 4 | 5 | 6 | 7 | 8 | 22 | ||||
| SOCIEDADE JUSTA E SOLIDÁRIA | ||||||||||||
| CULTURA | ||||||||||||
| 26 - BIBLIOTECA CIDADÃ | ||||||||||||
| Aquisição de Acervos para Bibliotecas Publicas | ||||||||||||
| Aquisição de Acervos (Aquisição de 200.000 livros para serem distribuídos em 10 municípios e acervos culturais) | X | X | ||||||||||
| Aquisição de 100.000 Livros para a Biblioteca Pública Governador Menezes Pimentel | X | X | ||||||||||
Modernização e Dinamização da Biblioteca Pública Governador Menezes Pimentel
| Fortalecimento e Dinamização da Bilioteca Volante (aquisição de acervo, de material permanente e de consumo e realização de apresentações artísticas) | X |
110 - PROGRAMA DE INCENTIVO AS ARTES E CULTURAS DO CEARÁ
Formação em Arte e Cultura
| Dragão do Mar em Rede | X | X |
Valorização de Talentos Artísticos e Culturais Regionais
| Fortalecimento dos Circos do Ceará | X | X | X | X | X | X | X | X |
134 - MEMÓRIA CULTURAL
Construção, Aquisição, Conservação e Pós Uso de Bens de Relevância Cultural
| Parque Histórico Cultural do Caldeirão (construção do parque) | X |
Dinamização e Modernização do Museu da Imagem e do Som Mis
| Ampliação da Bilioteca do Museu da Imagem e do Som - MIS | X |
EDUCAÇÃO BÁSICA
41- PADRÕES BÁSICOS DE FUNCIONAMENTO DAS UNIDADES DE ENSINO
Expansão e Melhoria da Infra-Estrutura e Aquisição de Equipamento para as Unidades do Ensino Médio
| Construção de escolas em diversos municipios | X | X | X | X | X | X | X | |||||
| Construção de liceus em diversos municipios | X | X | X | |||||||||
| Construção de quadras esportivas em escolas de diversos municipios | X | X | X | X | X | X | X | X | ||||
| Reformas de Escolas de Ensino Médio | X | X | X | X | X | X | X | X | ||||
| Reformas de Escolas Estaduais de Ensino Fundamental | X | X | X | X | X | X | X | X | ||||
| Construção de Salas para instalação e funcionamento de Laboratórios de Ciências | X | X | X | X | X | X | X | X | ||||
| Construção de Salas para instalação e funcionamento de Laboratórios de Informática | X | X | X | X | X | X | X | X |
48 - QUALIDADE DA EDUCAÇÃO BÁSICA
Expansão do Atendimento e Melhoria da Qualidade da Educação de Jovens e Adultos
| Aperfeiçoamento Pedagógico nos Níveis e Modalidades de Ensino - FUNDEB | X | X | X | X | X | X | X | X |
Fortalecimento do Programa da Educação Escolar Indígena
| Aperfeiçoamento Pedagógico nos Níveis e Modalidades de Ensino - FUNDEB | X | X | X | X | X | X | X | X |
Melhoria da Aprendizagem dos Alunos do Ensino Fundamental
| Aperfeiçoamento Pedagógico nos Níveis e Modalidades de Ensino - FUNDEB | X | X | X | X | X | X | X | X |
Melhoria da Aprendizagem dos Alunos do Ensino Médio
| Apoio ao Desenvolvimento da iniciação Científica nas Escolas Estaduais | X | X | X | X | X | X | X |
Melhoria da Aprendizagem dos Alunos do Ensino Médio
| Aperfeiçoamento Pedagógico nos Níveis e Modalidades de Ensino - FUNDEB | X | X | X | X | X | X | X | X |
58 - COOPERAÇÃO ESTADO E MUNICÍPIO
Política de Cooperação entre Estado/Municípios - Alfabetização na Idade Certa ( Crianças de 6 e 7 Anos)
| Apoio ao Projeto Brasil Alfabetizado - FNDE | X | X | X | X | X | X | X | X | ||||
| Aquisição e distribuição de Livros de Literatura Infantil - PAIC | X | |||||||||||
| Construção e Reforma de Escolas - Icapuí | X | |||||||||||
| Apoio ao Desenvolvimento das Ações do PAIC | X | |||||||||||
| Confecção de Materiais Serigráficos para a Divulgação do PAIC | X | |||||||||||
| Reprodução do Material de Alfabetização do PAIC - 1º Ano do Ensino Fundamental - Plano de Ações Articuladas - Par | X | |||||||||||
| Aquisição de Tecnologias para a Alfabetização no âmbito do PAIC - 2º Ano do Ensino Fundamental | X | |||||||||||
| Apoio ao Desenvolvimento das Ações do PAIC - Fundeb | X | X | X | X | X | X | X | X | ||||
| Acordo de Cooperação Técnica entre Seduc/Funcap para Execução de Ações do PAIC. | X | X | X | X | X | X | X | X |
ESPORTE
9 - ESPORTE DE RENDIMENTO
| Desenvolvimento dos Esportes Radicais, de Aventura e Natureza | ||||||||||||
| Incentivo de Bolsa Esporte para 50 Atletas Alto Rendimento | X | |||||||||||
13 - GESTÃO DE EQUIPAMENTOS E INSTALAÇÕES ESPORTIVAS
| Implantação e Reforma de Equipamentos e Instalações Esportivas | ||||||||||||
| Construção de Cobertas em 140 Quadras Esportivas de Escolas Estaduais | X | X | X | X | X | X | X | X | ||||
| Construção de Quadra Coberta no Centro Comunitário de General Sampaio | X | |||||||||||
| Construção de uma Quadra Poliesportiva de Iguatu | X | |||||||||||
| Construção da Pista de Atletismo na Vila Olímpica - Sobral | X | |||||||||||
| Construção da 1ª Etapa do Estádio Municipal (Distrito Sede) - Paramoti FCG | X | |||||||||||
| Construção de Ginásio Coberto em Pacatuba | X | |||||||||||
| Reforma de 5 Vilas Olimpicas | X | |||||||||||
| Construção de Ginásio Coberto em Pacujá | X | |||||||||||
| Construção de Quadra Poliesportiva no distrito de Carnaubinha - Milhã | X | |||||||||||
15 - ESPORTE DE PARTICIPAÇÃO E LAZER
Promoção da Pratica Esportiva Participativa
| Jogos dos Povos Indígenas | X | |||||||||||
| Apoio à Eventos Locais (Geral) | X | |||||||||||
| Apoio a Eventos Regionais e Nacionais | X | |||||||||||
| Realização de Copa de Futebol Amador do Ceará | X |
ESSENCIAL A JUSTIÇA
| 405 - ASSISTÊNCIA JURÍDICA GRATUITA | ||||||||||||
Implantação de Atendimento Jurídico nas Comarcas da Capital e do Interior do Estado
| Criação de 13 Núcleos Avançados de Atendimento da Defensoria Publica nas Cidades de Limoeiro do Norte, Caucaia, Iguatu, Juazeiro do Norte, Maracanaú, Sobral, Crato, Tauá, Crateús, Camocim, Aracati, Quixadá e Tianguá | X | X | X | X | X | X | X | X | ||||
| Criação de 07 (Sete) Núcleos Avançados de Atendimento da Defensoria Pública em Fortaleza (Bom Jardim, Conjunto Ceará, Bairro Ellery, Mucuripe, Tancredo Neves, Messejana e João XXIII) | X | |||||||||||
| Projeto THEMIS Assistência Integral e Gratuita aos Presos Provisórios das Delegacias de Polícia da Região Metropolitana de Fortaleza | X |
SAÚDE
| 5 - SISTEMA INTEGRAL DE ASSISTÊNCIA FARMACEUTICA | ||||||||||||
| Assistência Farmacêutica na Alta Complexidade | ||||||||||||
| Aquisição de Medicamentos Excepcionais | X | X | X | X | X | X | X | X | ||||
| Assistência Farmacêutica na Atenção Básica | ||||||||||||
| Aquisição de Medicamentos Essenciais | X | X | X | X | X | X | X | X | ||||
| Assistência Farmacêutica na Média Complexidade | ||||||||||||
| Aquisição de Medicamentos Especiais | X | X | X | X | X | X | X | X | ||||
| 16 - SAÚDE DO SERVIDOR | ||||||||||||
Assistência Médica
| Assistência Médica | X | X | X | X | X | X | X | X |
Assistência Médico Hospitalar
| Assistência Hospitalar | X | X | X |
Residência Médica
| Residência Médica | X |
090 EXPANSÃO E MELHORIA DA ASSISTÊNCIA ESPECIALIZADA
Contrução do Hospital Regional Norte
| Construção do Hospital Regional Norte em Sobral | X |
535 - FORTALECIMENTO DA ATENÇÃO À SAÚDE NOS NÍVEIS SECUNDÁRIO E TERCIÁRIO
Auxílio Finaceiro a Hospitais de Pequeno Porte
| Garantia da Assistência aos Hospitais de Pequeno Porte na CRES de diversos municípios | X | X | X | X | X | X | X | X |
Contrução do Hospital Regional do Cariri
| Construção do Hospital Regional do Cariri em Juazeiro do Norte | X |
Funcionamento e Melhoria da Hemorrede
| Execução de Reformas e Ampliações da HEMORREDE (Fortaleza, Sobral, Iguatu, Quixadá, Juazeiro do Norte e Crato) | X | X | X | X |
Projeto de Atenção à Saúde Secundária e Terciária - Bid
| Construção do Centro Especializado em Odontologia - CEO, em Ubajara/CE | X | |||||||||||
| Construção do Centro Especializado em Odontologia - CEO, em Russas/CE | X | |||||||||||
| Construção de Policlínica Tipo 1 com 10 Especialidades em Tauá | X | |||||||||||
| Elaboração do Projeto Executivo para a Construção do Hospital do Cariri | X |
Reforço a Estruturação, Adequação Física e Tecnológica do Centro de Especialidades Odontológicas de Juazeiro do Norte
| Construção do Centro Especializado em Odontologia - CEO, em Juazeiro do Norte/CE | X |
Reforço À Estruturação, Adequação, Física e Tecnológica da Atenção nos Níveis Secundário e Terciário
| Conclusão da Construção do Centro de Especialidades Médicas de Itapipoca | X | |||||||||||
| Execução de Ampliação no Hospital São José (Bloco F) | X | |||||||||||
| Execução de Reformas e Ampliações da Rede de Unidades Ambulatoriais Próprios (CS D. Libânia, Centro Integrado de Diabete e Hipertensão, CEO Centro e CEO Joaquim Távora) | X | |||||||||||
| Execução de Reforma e Ampliação da Emergência do HGF | X | |||||||||||
| Construção do Centro Especializado em Odontologia - CEO, em Acaraú | X | |||||||||||
| REFORMA E AMPLIAÇÃO DO HOSPITAL DE SAÚDE MENTAL DE MESSEJANA | X | |||||||||||
| Reforma no Hospital São José, para implantação de sala de Imunobiológicos | X | |||||||||||
| Participação de eventos e treinamentos para profissionais de saúde do Instituto de Prevenção do Câncer - IPC | X | |||||||||||
| Conclusão da Construção do Centro de Especialidades Odontológicas do Crato | X | |||||||||||
| Conclusão da Ampliação do HGF | X | |||||||||||
| Ampliação do Hospital Dr. Carlos Alberto de Studart Gomes (Messejana) | X | |||||||||||
| Execução de Reforma no Hospital Mental | X | |||||||||||
| Execução de Ampliação no Hospital Waldemar de Alcântara (66 leitos) | X | |||||||||||
| Execução da Ampliação do Hospital São José | X | |||||||||||
| Reforma e ampliação do Hospital Natércia Rios no Município de Itarema contemplado pelo Programa de Cooperação Federativa - PCF | X | |||||||||||
| Ampliação do Centro de Dermatologia Sanitária Dona Libânia | X | |||||||||||
| Execução de Reforma e Ampliações em Hospitais Públicos Polo em Parceria com os Consórcios Municipais | X | X | ||||||||||
| Execução de reforma do Hospital Mental de Messejana | X | |||||||||||
| Reforma e pintura do CEO Joaquim Távora | X |
536 - FORTALECIMENTO DA ATENÇÃO PRIMÁRIA À SAÚDE
Auxílio Financeiro às Instituições na Área da Saúde
| Celebrar convênio com entidade para implantação do projeto Lar Nova Vida, que visa complementar as ações de saúde desenvolvidas pela SESA. | X | |||||||||||
| ASSISTÊNCIA AOS PORTADORES SEQUELADOS DE MAL DE HANSEN | X |
Reforço a Estruturação Física e Tecnológica da Atenção Primária à Saúde
| Construção de um Posto de Saúde na sede do Município de IPÚ. | X |
554 - GESTÃO DO TRABALHO E EDUCAÇÃO EM SAÚDE
| Educação Profissional | ||||||||||||
| Curso técnico de formação do agente comunitário de saúde | X | |||||||||||
| Curso de Formação se Cuidadores do Idoso | X | |||||||||||
| Curso Tecnico em Higiene Dental | X | |||||||||||
| Curso de Atendente em Consultorio Dentário | X | |||||||||||
| Curso Auxiliar em Patologia Clinica | X | |||||||||||
| Curso Tecnico de Aparelho Ingessavel | X | |||||||||||
559 - VIGILANCIA EM SAÚDE
Prevenção e Controle das Dst/Aids
| FORTALECIMENTO E EXPANSÃO DAS AÇÕES DE PROMOÇÃO, PREVENÇÃO E ASSISTÊNCIA ÀS DST/HIV/AIDS | X | X |
Prevenção, Controle e Assistência à Hanseníase e Tuberculose
| Implementar as Ações do Programa de Controle da Tuberculose no Estado do Ceará. | X | |||||||||||
| Implantar e Implementar as Ações de Controle da Hanseníase e Outras Dermatoses de Interesse Sanitária. | X |
Plano Emergencial de prevenção e combate ao uso de álcool e outas drogas
Fortalecimento e expansão das ações de prevenção e assistência ao uso de álcool e outras drogas
SEGURANÇA PÚBLICA, JUSTIÇA E CIDADANIA
| 1- RONDA | ||||||||||||
| Manutenção e Funcionamento Integrado da Atividade-Fim do Ronda | ||||||||||||
| Funcionamento Integrado da Atividade-Fim do Ronda | X | |||||||||||
| Modernização da Frota de Veículos do Policiamento do Ronda | ||||||||||||
| Complemento Programa Ronda da Região Metropolitana e Interior do Estado | X | X | X | |||||||||
| 10 - INFRA-ESTRUTURA DO SISTEMA PENITENCIÁRIO DO CEARÁ | ||||||||||||
| Construção de Cadeias Públicas | ||||||||||||
| Elaboração de Projetos e Construção de Cadeias Públicas em diversos municipios | X | X | X | X | X | X | X | X | ||||
Construção de Penitenciárias
| Elaboração de Projeto e Construção de Penitenciária nos municipios de Horizonte, Itaitinga, Caucaia e Aquiraz | X |
39 - CIDADANIA
Atendimento ao Cidadão - Casa, Caminhão e Centro de Referência
| Manutenção da Casa do Cidadão e das Unidades Móveis de Atendimento ao Cidadão | X | X |
204 - SEGURANÇA MODERNA E COM INTELIGÊNCIA
Construção das Unidades da Polícia Civil
| Construção de 50 Delegacias Municipais de Polícia Civil Integradas com Destacamento da PM nos Municípios de Viçosa do Ceará, Ipueiras e Lavras da Mangabeira | X | X | X | X | X | X | X | X |
Reaparelhamento e Modernização das Unidades da Polícia Civil
| Aquisição de Equipamentos para 50 Delegacias Municipais de Polícia Civil Integradas com Destacamento da PM | X | X | X | X | X |
TRABALHO, ASSISTENCIA SOCIAL E SEGURANÇA ALIMENTAR
| 3 - PROGRAMA DE APOIO ÀS REFORMAS SOCIAIS DO CEARÁ - PROARES - FASE II | ||||||||||||
| Implantação de Planos Participativos Municipais - Ppms | ||||||||||||
| Proares Bid Plano Participativo Municipal em Diversos Municipios | X | X | X | X | X | X | X | |||||
22 - PROTEÇÃO SOCIAL BÁSICA
Fortalecimento da Rede Sócio-Assistencial - Subvenção Social
| Fortalecimento da Rede Socioassistêncial (Subvenção Social Básica) | X |
Gestão Estadual do Bolsa Família
| Gestão Estadual do Bolsa Famíília | X |
Proteção Social a Crianças, Adolescentes e Famílias em Situação Vulnerabilidade Social
| Apoio a Famílias em Situação de Vulnerabilidade em 57 Municípios - ESTAÇÃO FAMÍLIA Piloto com 5700 | X | X | X | X | X | X | X | X | ||||
| Famílias Desafios e Inclusão Social | X | |||||||||||
| Inclusão Social com Arte, Esporte E Educação | X |
52 - TRABALHO COMPETITIVO, ALCANÇANDO A EMPREGABILIDADE
Criando Oportunidades: Qualificação Social e Profissional do Trabalhador Cearense
| Realização de Ações de Qualificação para o "Criando Oportunidades: Qualificação Social Profissional do Trabalhador Cearense" (14.401 Trabalhadores) | X | X | X | X | X | X | X | X | ||||
| Aquisição de KIT de 1440 trabalho/alimentação para o "Criando Oportunidades: Qualificação Social Profissional do Trabalhador Cearense" | X | X | X | X | X | X | X | X | ||||
| Implantação do Projeto de Monitoramento para o "Criando Oportunidades: Qualificação Social Profissional do Trabalhador Cearense" | X | |||||||||||
| Qualificação dos Internos dos Centros Educacionais de Internação e Semi Liberdade para o "Criando Oportunidades: Qualificação Social Profissional do Trabalhador Cearense" (818 jovens) | X |
66 - DESENVOLVENDO O EMPREENDEDORISMO E O ARTESANATO
Fomento a Gestão da Produção do Artesanato
| CONTRUÇÃO DO CENTRO DE ARTESANATO DE JUAZEIRO DO NORTE | X |
Gestão Administração do Complexo Ceart
| Reforma da Praça da CEART e 6 Castelinhos | X |
74 - PROGRAMA DE ATENÇÃO A PESSOA COM DEFICIÊNCIA
Adequação dos Espaços Públicos às Normas da Acessibilidade
| Adequação dos espaços públicos às normas da Acessibilidade | X |
Apoio à Melhoria das Ações de Educação Inclusiva
| Adaptação física de prédios escolares (500 unids) | X | X | X | X | X | X | X | X |
Proteção Social Especial à Pessoas Com Deficiência .
| ABRIGAMENTO DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES EM SITUAÇÃO DE ABANDONO - TIA JÚLIA / ADOC (Abrigo Desembargador Olivio Câmara) | X |
76 - PROGRAMA DE ATENDIMENTO À PESSOA IDOSA
Proteção á Pessoa Idosa
| Construção de Quadra Coberta para o Projeto 3a. Idade | X |
Proteção Social Especial à Pessoas Idosas em Situação de Risco
| IMPLEMENTAÇÃO DO CENTRO INTEGRADO DE ATENÇÃO E PREVENÇÃO À VIOLÊNCIA CONTRA A PESSOA IDOSA - CE | X | |||||||||||
| IDOSO: UM SUJEITO PLENO (ADBRIGO DO IDOSO) | X |
534 - DESENVOLVIMENTO E GESTÃO DE POLÍTICAS DE JUVENTUDE
Aprendizagem, Orientação e Integração Profissional do Jovem
| e-Jovem (Capacitação) Juventude Cidadã | X | X | X | X | X | X | X | X | ||||
| e-Jovem (Capacitação) JUVEMP | X | X | X | X | X | X |
713 - PROTEÇÃO SOCIAL ESPECIAL
Fortalecimento da Rede Socioassistenciais/Proteção Social Especial
| FORTALECIMENTO DE REDE SÓCIO ASSISTÊNCIAL ( SUBVENÇÃO SOCIAL - ESPECIAL) | X | X | X | X | X |
Implantação e Cofinanciamento dos Centros de Referência Especializados - Creas
| PROGRAMA CRIANÇA FORA DA RUA, DENTRO DA ESCOLA | X |
Proteção Social Especial À Pessoas em Situação de Risco/Cogestão
| PROTEÇÃO SOCIAL ESPECIAL À PESSOA EM SITUAÇÃO DE RISCO/GESTÃO DIRETA | X |
GESTÃO ÉTICA, EFICIENTE E PARTICIPATIVA
ÉTICA, TRANSPARÊNCIA E COMUNICAÇÃO SOCIAL
86 - OUVIDORIA: FOMENTANDO A BOA GOVERNANÇA
Atendimento ao Cidadão por Meio da Ouvidoria
| Serviços Públicos - Central de Atendimento | X |
GESTÃO FISCAL E FINANCEIRA
| 495 - GESTÃO TRIBUTÁRIA | ||||||||||||
Capacitação de Servidores Públicos - Formação Continuada, Qualificação e Requalificação
| Atendimento de Excelência ao Cidadão | X |
Melhoria da Infraestrutura da Sefaz.
| Automação da Fiscalização de Mercadoria em Trânsito | X | |||||||||||
| Melhoria das instalações físicas de 12 Postos Fiscais | X |
Melhoria das Ferramentas e Métodos de Gestão
| Automação da Fiscalização de Mercadoria em Trânsito | X | |||||||||||
| Atendimento de Excelência ao Cidadão | X |
Reequipamento da Sefaz
| Atendimento de Excelência ao Cidadão | X |
PLANEJAMENTO E GESTÃO
73 - GESTÃO ESTRATÉGICA DE TIC PARA O ESTADO
Projetos Estratégicos de TIC
| Cinturão Digital do Ceará | X |
ECONOMIA PARA UMA VIDA MELHOR
DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO
77 - INFRAESTRUTURA AOS INVESTIMENTOS ATRAÍDOS
Disponibilizar Infraestrutura Básica de Apoio à Indústria
| Construção de Infra-estrutura para a Implantação do Terminal Intermodal de Cargas na Região Centro-Norte (Sobral) | X |
DESENVOLVIMENTO RURAL E AGRICULTURA FAMILIAR
| 30 - DEFESA AGROPECUÁRIA | ||||||||||||
| Realização da Defesa Sanitária Animal | ||||||||||||
| Ações de defesa animal do Estado do Ceará | X | X | X | X | X | X | X | X | ||||
40 - DESENVOLVIMENTO TERRITORIAL SUSTENTÁVEL E COMBATE À POBREZA RURAL
Infraestrutura Básica e Hidroagrícola
| Construção de 13.650 cisternas | X | X | X | X | X | X | X |
Segurança Alimentar e Nutricional
| Aquisição e Distribuição de Leite Diários para 54.000 Famílias | X | X | X | X | X | X | X | X |
53 - DESENVOLVIMENTO DA AGRICULTURA FAMILIAR
Apoio ao Desenvolvimento das Culturas Agroindustriais
| Programa Biodiesel | X | X | X | X | X | X | X | X |
Apoio aos Agricultores de Base Familiar Atingidos Pela Estiagem - Garantia Safra
| Programa Garantia Safra | X | X | X | X | X | X | X | X |
Hora de Plantar
| Programa de Distribuição de Sementes | X | X | X | X | X | X | X | X |
127 - ASSITÊNCIA TÉCNICA E EXTENSÃO RURAL - ATER
Assistência Técnica e Extensão Rural - Agente Rural
| Programa Agente Rural | X | X | X | X | X | X | X | X |
Assistência Técnica e Extensão Rural na Agricultura Familiar
| Assistência técnica e extensão rural - inserção agente rural | X | X | X | X | X | X | X | X |
153 - PROGRAMA DE COMBATE À POBREZA RURAL DO CEARÁ - PROJETO SÃO JOSÉ II
Financiamento de Subprojetos de Infraestrutura(Abastecimento D´Água)
| Construção de 227 sistemas de abastecimento rural de água do Plano de Ações de Convivência com a Seca em convênio com a FUNASA | X | X | X | X | X | X | X |
Financiamento de Subprojetos de Infraestrutura(Abastecimento D´Água)
| Construção de 245 sistemas de abastecimento rural de água do Plano de Ações de Convivência com a Seca pelo São José | X | X | X | X | X | X | X |
Financiamento de Subprojetos Produtivos e Sociais
| 180 Projetos Produtivos nos Assentamentos do Ceará pelo Projeto São José | X | X | X | X | X | X | X | X |
154 - AÇÃO FUNDIÁRIA
Cadastro Técnico de Imóveis Rurais
| Cadastro e Titulação de 35.000 Imóveis Rurais Morada Nova, Russas e Trecho da Transnordestina entre Missão Velha e Fronteira com Pernambuco | X | X |
Gestão de Assentamento
| Crédito Fundiário - IDACE | X |
Regularização Fundiária
| Cadastro e Titulação de 35.000 Imóveis Rurais Morada Nova, Russas e Trecho da Transnordestina entre Missão Velha e Fronteira com Pernambuco | X | X |
DESENVOLVIMENTO URBANO E REGIONAL
| Pac - Melhorias Urbana e Ambiental do Rio Maranguapinho - Promurb Maranguapinho - Barragem, Dragagem e Urbanização. | ||||||||||||
Projeto de melhorias urbana e ambiental do rio Maranguapinho
222 - HABITACIONAL
Construção de Fogões com Eficiência Energética
| Construcao de 18.000 Fogoes com Eficiencia Energetica | X | X | X | X | X | X | X | X |
Construção de Kits Sanitários
| Construcao de 8.000 Kits Sanitários | X | X | X | X | X | X | X | X |
Construção de Moradia com Apoio Financeiro do Programa Pró-Moradia
| Construcao de 3785 Unidades Habitacionais em Fortaleza | X | X | X | X | X | X | X | X |
Construção de Moradia com Apoio Financeiro dos Programas Operações Coletivas, Programa de Subsídio
à Habitação de Interesse Social - Psh, Fundo Nacional de Habitação de Interesse Social - Fnhis e Orçamento Geral da União - Ogu
| Construcao de 5.000 Unidades Habitacionais em Parceria com Municípios através da Resolução 460 e PSH | X | X | X | X | X | X | X | X | X |
Construção de Moradia Com Recursos do Estado
| Construcao de 3.785 Unidades Habitacionais em Fortaleza | X | X | X | X | X | X | X | X | ||||
| Reassentamento das 150 famílias que estão ocupando área próxima ao IPPO II em Itaitinga | X | |||||||||||
| Construcao de 2.960 Kits Sanitarios | X | X | X | X | X | X | X |
Pac - Melhorias Urbana e Ambiental do Rio Maranguapinho - Promurb Maranguapinho - Barragem, Dragagem e Urbanização.
| Elaboração de Projeto e Construção de 9.214 habitações em Fortaleza, 100 em Maranguape e 108 em Maracanaú | X |
223 - CIDADES DO CEARÁ I
Componente 2: Investimentos em Inovações e Apoio ao Setor Privado na Região do Cariri Central.
| Investimentos em inovação e apoio ao setor privado | X |
Componente 3: Fortalecimento Institucional na Região do Cariri Central.
| Gerenciamento do Programa Cidades do Ceará e Elaboração de Estudos e Termos de Referência | X |
Implantação de Projetos Estruturantes de Inovação e Apoio ao Setor Privado
| Preparação da Proposta IV Conferência Internacional de GEOPARK - Crato | X |
523 - DESENVOLVIMENTO E INTEGRAÇÃO REGIONAL
Desenvolvimento e Integração Regional
| Apoio aos APLs | X | X | X | X | X | X | X |
711- SANEAMENTO AMBIENTAL
Estruturação de Abastecimento de Água em Localidades Rurais
| Conclusão da Obras de SAA, SES e Kits Sanitários em 31 Municípios | X | X | X | X | X | X | X | |||||
| Implantação de Sistemas de Abastecimento de Água em Comunidades Rurais em 30 Municípios | X | X | X | X |
Estruturação de Abastecimento de Água em Localidades Urbanas
| Implantação de Sistemas de Abastecimento de Água em Comunidades Rurais em 30 Municípios | X | X | X | X | ||||||||
| Conclusão da Obras de SAA, SES e Kits Sanitários em 31 Municípios | X | X | X | X | X | X | ||||||
| Implantacao de Sistema de Fluoretacao em 95 Localidades de 80 Municipios | X | X | X | X | X | X | X | X | ||||
| SANEAR II - Ampliação do SAA em Mombaça, Santa Quitèria, Aracati | X | X |
Estruturação de Esgotamento Sanitário em Localidades Rurais
| Conclusão da Obras de SAA, SES e Kits Sanitários em 31 Municípios | X | X | X | X | X | X | ||||||
| KfW II - Esgoto | X | X | X |
Estruturação de Esgotamento Sanitário em Localidades Urbanas
| Obra de Esgotamento Sanitário - PMSS - em Limoeiro do Norte | X | |||||||||||
| Conclusão da Obras de SAA, SES e Kits Sanitários em 31 Municípios | X | X | X | X | X | X | ||||||
| KfW II - Esgoto | X | X | X | |||||||||
| SANEAR II - Implantação do SES em Fortaleza, Crateus, Quixadá, Aracati, Maranguape | X | X | X | X |
EDUCAÇÃO SUPERIOR, CIÊNCIA, TECNOLOGIA E INOVAÇÃO
18 - TRANSFERÊNCIA DE TECNOLOGIA PARA O DESENVOLVIMENTO REGIONAL INTEGRADO
| Popularização da Ciência, Tecnologia e Inovação - Funcap | ||||||||||||
| Projeto Reinventar (Financiamento para capacitar jovens do ensino médio e superior através de reprodução de Equipamentos Eletrônicos/Mecânicos) | X | |||||||||||
33 - CEARÁ DIGITAL
Formação em Tic - Secitece
| Centro Digital do Ceará - CDC | X | X | X | X | X |
Tecnologias Inclusivas - Secitece
| Implantação de Projeto Piloto do Agente de Inovação em 10 Municípios de Menor IDM com Pólo nos 4 Centecs | X | X | X |
194 - FORTALECIMENTO DA EDUCAÇÃO SUPERIOR E DA EDUCAÇÃO PROFISSIONAL
Capacitação e Qualificação para a Melhoria do Ensino Fundamental e Médio
| Incentivo à Capacitação de Recursos Humanos para Melhoria do Ensino Fundamental e Médio (Fecop) | X | X | X | X | X | X | X |
Fomento ao Ensino, à Pesquisa e à Extensão - Funcap
| Bolsa de produtividade em Pesquisa e Estímulo à Interiorização - BPI | X | X | X | X | X | X | ||||||
| Programa de Recém-Mestre e Recém-Doutor ( Concessão de Bolsas para incentivar o fortalecimento da pós-graduação no Estado, através de fomento a produção científica, tecnológica e patentes) | X | |||||||||||
| Concessão de Bolsas Sandwich em áreas Estratégicas para o Desenvolvimento do Estado | X | |||||||||||
| Programa de Bolsas de Pós-Gradução (Concessão de Bolsas para o incentivo à Pós-Graduação do Estado em Convênio com a CAPES) | X |
Formação em Nível de Extensão - Funcap
| Bolsas de Extensão Tecnológica | X | |||||||||||
| Bolsa de produtividade em Pesquisa e Estímulo à Interiorização - BPI | X | X | X | X | X | X | ||||||
| Programa de Recém-Mestre e Recém-Doutor ( Concessão de Bolsas para incentivar o fortalecimento da pós-graduação no Estado, através de fomento a produção científica, tecnológica e patentes) | X |
Formação em Nível de Graduação - Funcap
| Bolsas de Iniciação Científica Júnior - CNPq/FUNCAP. | X | X | X | X | X | |||||||
| Bolsa de produtividade em Pesquisa e Estímulo à Interiorização - BPI | X | X | X | X | X | X |
Formação em Nível de Graduação - Secitece
| Incentivo à Capacitação de Recursos Humanos para Melhoria do Ensino Fundamental e Médio (Fecop) | X | X | X | X | X | X | X | |||||
| Concessão de Bolsas Sandwich em áreas Estratégicas para o Desenvolvimento do Estado | X | |||||||||||
| Programa de Bolsas de Pós-Gradução (Concessão de Bolsas para o incentivo a Pós-Graduação do Estado em Convênio com a CAPES) | X |
196 - INOVAÇÃO TECNOLÓGICA, PESQUISA E DESENVOLVIMENTO CIENTÍFICO
Fomento à Realização de Pesquisas e Inovações Tecnológicas - Funcap
| Financiamento de Projetos de Pesquisa e Desenvolvimento - DCR (Concessão de auxílio de Bolsas para absorção de Doutores de outras Regiões, Aquisição de equipamentos laboratoriais, materiais de consumo, pagamentos de pessoa física e jurídica) | X |
Melhoria da Infraestrutura para o Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Funece
| Criação do Laboratório de Análise de Projetos da Pró-Reitoria de Graduação da UECE | X |
Melhoria da Infraestrutura Pra o Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Nutec
| Reforma para a Modernização da Infra-estrutura dos Laboratórios do NUTEC | X |
Pesquisa Científica - Funcap
| Apoio a Projetos de Pesquisa para Implantação e/ou Modernização de Laboratórios e Bibliotecas (Auxílio a modernização laboratorial de Pesquisa - Aquisição de equipamentos laboratoriais, materiais de consumo, pagamentos de pessoa física e jurídica, passagens nacionais e internacionais) | X |
Pesquisa e Desenvolvimento - Funcap
| Implantação e Implementação do Instituto de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação - IPDI (Construção dos Laboratórios - Obras e instalações) | X |
Pesquisa e Desenvolvimento - Funece
| Aquisição de equipamentos para o projeto de Fitoterápico para tratamento de diabetes e dislipidemias, com recursos da FINEP | X |
197 - PROGRAMA DE CLIMATOLOGIA E MEIO AMBIENTE - PROCLIMA
Promoção e Suporte de Estudos e Pesquisas em Natureza e Clima.
| Implementação do Sistema de Alerta de Eventos Extremos - Rede de Monitoramento Hidroambiental | X | |||||||||||
| Elaboração em Meio Digital de Informações referentes a Reservatórios e entorno com vistas ao ordenamento Territorial | X | |||||||||||
| Atlas Solarimétrico do Estado do Ceará | X | |||||||||||
| Zoneamento Agroecológico - ZACE, para a Mesorregião Sul Cearense | X | X | ||||||||||
| Modernização do Radar Meteorológico de Fortaleza - Rede de Monitoramento Hidroambiental | X |
INFRAESTRUTURA HÍDRICA
55 - DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL DE RECURSOS HÍDRICOS PARA O SEMIÁRIDO - PROÁGUA
Construção da Adutora de Ibaretama (Ibaretama/CE)
| Construção da Adutora de Ibaretama | X |
Construção e Supervisão da Barragem Missi em Miraima
| Construção da Barragem Missi, em Miraíma, com Capacidade de acumulação d´água de 56.700.000 m³ | X |
Construção e Supervisão do Açude Riacho da Serra em Alto Santo
| Construção da Barragem Riacho da Serra, em Alto Santo, com Capacidade de acumulação d´água de 23.400.000 m³ | X |
692 - EXPANSÃO DA REDE DE ATENDIMENTO DE ÁGUA BRUTA PARA INDÚSTRIA E TURISMO
Construção da Adutora do Aquiraz Riviera Resort
| Construção de Adutora para o Setor Industrial e Turístico Aquiraz Riviera (5,0 Km ) | X |
710 - OFERTA HÍDRICA ESTRATÉGICA PARA MÚLTIPLOS USOS
Construção do Eixo de Integração - Trecho IV e V
| Construção e Supervisão do Trecho IV e V do Eixão | X |
Construção e Recuperação de Açudes Estratégicos
| Construção do Açude João Guerra - Itatira. FCG | X |
729 - SUPRIMENTO HÍDRICO PARA CENTROS URBANOS E RURAIS
Construção e Recuperação de Adutoras
| Construção de Ramal de Adutora para Juatama e para a Usina de Biodiesel em Quixadá | X | |||||||||||
| Conclusão das Obras de Instalação da Estação de Bombeamento Principal (EPB) do Projeto de Irrigação Mandacaru - PA 11096 | X | |||||||||||
| Adutora de Irapuan Pinheiro (Supervisão e Execução de Obras) | X | |||||||||||
| Ampliação de Sistemas de Abastecimento de Água e Esgotamento Sanitário - SISAR em 24 Localidades nos Municípios de Acaraú, Marco, Bela Cruz, Camocim, Coreaú, Cruz, Moraújo, Uruoca, Tianguá, Croatá, Pires Ferreira, Irauçuba, Cariré, Massapê, Meruoca e Santana do Acaraú. | X | |||||||||||
| Elaboração de Projeto Executivo, Construção e Supervisão da expansão do Sistema Adutor de Pereiro | X | |||||||||||
| Ampliação da adutora Gavião-Acarape | X |
Implementação de Pequenos Sistemas Simplificados de Abastecimento D'água em Comunidades Rurais.
| Implantação de 300 Sistemas de Abastecimento de Água Simplificado com Construção de poço e Instalação de Chafariz | X | X | X | X | X | X | X | |||||
| Implantação de 100 Sistemas de Abastecimento de Água Simplificado com Construção de poço e Instalação de Dessalinizador e Chafariz Eletrônico (II) | X | X | X | X | X | X | X | X |
LOGÍSTICA DE TRANSPORTE, COMUNICAÇÃO E ENERGIA
| 89 - COMPLEXO INDUSTRIAL E PORTUÁRIO DO PECÉM | ||||||||||||
| Implantação da Correia Transportadora | ||||||||||||
| Aquisição de Correia Transportadora e Descarregador de Carvão para o Complexo Industrial e Portuário do Pecém | X | |||||||||||
| Ampliação do Complexo Portuário do Pecém - Terminal de Múltiplo Uso - TMUT | X | |||||||||||
| 004 RODOVIÁRIO DO ESTADO DO CEARÁ - CEARÁ III | ||||||||||||
| Obras Civis - Duplic.da Rod.CE-025 - Entr.CE- 040-Porto das | ||||||||||||
| Duplicação da Rodovia CE 025 trecho Maestro Lisboa - Porto das Dunas) | X | |||||||||||
| Obras Civis - Pavimentação de Rodovias | ||||||||||||
| Rodovia Ce - 385 (Trecho Caririaçu - Quitaius) | X | |||||||||||
| 180 - RODOVIÁRIO DO ESTADO DO CEARÁ | ||||||||||||
| Conservação e Manutenção Rotineira em Rodovias do Estado do Ceará | ||||||||||||
| Conservação Rotineira das Rodovias Pavimentadas e Não Pavimentadas do Estado do Ceará | X | X | X | X | X | X | X | X | ||||
| Construção de Rodovias Estaduais | ||||||||||||
| Pavimentação do Contorno Rodoviário de Missão Velha, na Rodovia CE - 293 | X | |||||||||||
| Pavimentação Asfáltica da Estrada CE - 397 (Trecho Brejo Santo - Poço do Pau) | X | |||||||||||
| Pavimentação da CE - 386 No Trecho Arajara-Caldas, com uma Extensão de 11,10 Km | X | |||||||||||
| Implantação de Variante de 1,1km da CE - 060 Em Barbalha | X | |||||||||||
| Pavimentação de Rodovia Vicinal no Trecho Hidrolândia/Irajá, numa extensão de aproximadamente 12 Km | X | |||||||||||
| Construção da Rodovia de acesso as Praias do Litoral Leste - Aquiraz - Infraestrutura Turística | X | |||||||||||
Manutenção da Segurança Viária
| Manutenção da sinalização de rodovias através de tachas e tachões | X | X | X | X | X | X | ||||||
| Manutenção de placas e painéis de sinalização de trânsito | X | X | X | X | X | X | X | X | X | |||
| Manutenção de defensas metálicas | X | X | X | X | X | X | X | X | X | |||
| Segurança Viária Retirada de Animais nas Rodovias | X | |||||||||||
| Implantação de Sinalização Horizontal | X |
578 - TRANSPORTE METRO-FERROVIÁRIO
Implantação do Trem de Passageiros do Cariri
| Implantação do Trem de Passageiros do Cariri | X |
Implantação do Trem Metropolitano de Fortaleza -1º Estágio
| Metrô de Fortaleza - Primeiro Estágio - Linha Sul | X |
MEIO-AMBIENTE
59 - PROGRAMA DE GESTÃO AMBIENTAL ESTRATÉGICA
Fortalecimento Institucional do Estado e dos Municípios
| Realização de Seis Cursos e Doze Oficinas Regionais para Fortalecimento da Gestão Ambiental dos Municipios | X |
226 - PROGRAMA DE CONTROLE AMBIENTAL
Gestão Integrada dos Ativos Ambientais
| Desenvolvimento e Apoio a Projetos Ambientais | X | X |
474 - PROGRAMA ESTADUAL DE FLORESTA
Manutenção e Funcionamento do Pef
| Gerenciamento e Mapeamento da Cobertura Florestal do Estado | X |
475 - PROGRAMA DA BIODIVERSIDADE - PROBIO
Criação de Unidade de Conservação
| Criação de Unidades de Conservação em Granja, Meruoca e Aracati | X | X | X |
Revitalização do Parque do Rio Cocó
| Execução da Via Paisagistica do Parque do Cocó no Trecho Lateral à Raul Barbosa | X | |||||||||||
| Estudos e Avaliações para Nova Poligonal do Parque do Cocó | X | |||||||||||
| Cercamento do Parque do Rio Cocó | X |
TURISMO SUSTENTÁVEL
34 - DESENVOLVIMENTO DE DESTINOS E PRODUTOS TURISTICOS
Centro Multifuncional de Eventos e Captação de Negócios
| Aquisição de Terreno e Construção do Pavilhão de Feiras do Ceará | X |
Construção do Acquario Ceara
| Execução da 1ª Etapa do Acquário do Ceará | X |
Recuperação do Palácio da Abolição
| Elaboração e execução do Projeto de recuperação do Palácio da Abolição | X | |||||||||||
Nota:
(1) Macrorregiões: MR 1 RMF - MR 2 Litoral Oeste - MR 3 Sobral/Ibiapaba - MR 4 Sertões dos Inhamuns - MR 5 Sertão Central - MR 6 Baturité - MR 7 Litoral Leste/Jaguaribe - MR 8 Cariri/Centro Sul
MR 22 - Estado do Ceará
ANEXO II
ANEXO DE METAS ANUAIS
LEI DE DIRETRIZES ORÇAMENTÁRIAS – 2010
(art. 4º, § 2º, inciso II da Lei Complementar Nº 101, de 2000)
Os indicadores macroeconômicos para o triênio 2010-2012 refletem o cenário econômico nacional e internacional adverso iniciado em meados de 2008 com colapso financeiro dos mercados e forte desaquecimento da produção.
A crise financeira iniciada nos Estados Unidos como uma crise no pagamento de hipotecas se alastrou pela economia e contaminou o sistema mundial.
Os bancos brasileiros, por não possuírem papéis ligados às hipotecas de alto risco (“subprime”) que originaram o problema, não foram atingidos em cheio pela crise. No entanto, outros setores sofreram com a contração de crédito e a queda das exportações e da demanda interna, que foi a alavanca do crescimento do país nos últimos dois anos. Como reflexo imediato veio o avanço do desemprego e a desaceleração no crescimento econômico do último trimestre de 2008, deixando um ar de incerteza para 2009, embora que o Brasil fique melhor que a maioria dos países desenvolvidos e emergentes.
As medidas adotadas pelos governos das principais nações aparentemente surtem os efeitos, indicando que a deterioração das principais economias do mundo já perdeu muito da sua velocidade. A recente melhora das Bolsas é um reflexo positivo, demonstrando que os mercados começam a se entusiasmar com uma recuperação bem menos dolorosa.
No Brasil, para reduzir os efeitos da crise internacional, o BACEN (Banco Central) anunciou várias mudanças, com destaque para a liberação dos depósitos compulsórios das instituições financeiras, visando disponibilizar mais dinheiro para o crédito interno.
É esperado que esta medida estimule o consumo e o investimento das empresas, dois dos principais pilares de expansão da economia nos últimos anos. Eles cresceram justamente pela farta oferta de crédito. A equação é simples: mais dinheiro, gasta-se mais, produz-se mais e o crescimento é maior.
Mesmo assim, o reflexo da crise se evidenciará no desempenho do PIB (Produto Interno Bruto) brasileiro de 2009. As previsões dos analistas de mercado ouvidos pelo Banco Central na pesquisa Focus de março de 2009 é de crescimento de 1,8% - abaixo dos 3,2% esperados pelo próprio BACEM (Banco Central) e dos 4% esperados pelo Governo Federal.
Para 2010 o cenário é ainda de desconfiança quanto à recuperação das principais economias do mundo. A esperança é de que a oferta de crédito injete liquidez nos mercados e o aumento no consumo atinja escala sustentável a partir de 2010. Neste contexto, é razoável projetar para 2010 uma discreta retomada da recuperação da economia, com expectativas de crescimento do PIB Nacional da ordem de 2,5% e de 3,0% para o PIB do Estado do Ceará.
A partir desse cenário é possível pensar para os exercícios 2011 e 2012 uma melhora na confiança dos investidores, aumento das exportações e do consumo com possibilidade de alcançar crescimentos de 4,0% e 4,5%, respectivamente.
No caso do Ceará, a estimativa do IPECE/SEPLAG para o PIB Estadual de 2010, é de crescimento de 3%, reflexo também do momento atual da economia mundial com impacto na economia local. Para os demais anos espera-se um crescimento da ordem de 5% a.a em função das medidas de oferta do crédito e estimulo ao consumo, e principalmente por conta dos investimentos públicos do Governo Estadual, viabilizados pelos recursos do Tesouro Estadual, operações de créditos externos contratadas e com as transferências voluntárias do Governo Federal para execução dos projetos no âmbito do PAC.
O Estado do Ceará conseguiu obter superávits financeiros dos exercícios de 2007 e 2008 que supera a cifra de R$ 1,0 bilhão, e possui uma carteira de empréstimos com condições de assegurar um crescimento dos investimentos da ordem de no mínimo de 20% da Receita Líquida Real.
A expectativa é de que no triênio 2010 – 2011 os investimentos públicos ultrapassem a cifra de R$ 3,0 bilhões. Destacam-se os investimentos turísticos do Centro de Eventos do Ceará e duplicação de rodovias, a conclusão do primeiro estágio da linha sul do Metrofor, o Eixo das Águas para garantir oferta hídrica ao Complexo Industrial e Portuário do Pecém - CIPP, ampliação da infraestrutura do Terminal Portuário do Pecém, implantação da Siderúrgica e da Refinariao do Pecém, Drenagem e Urbanização do rio Maranguapinho, e investimentos dos Programas Habitacional, Saneamento Básico, Cidades do Ceará, Rodoviário III, PROARES e o PRODETUR Nacional, além dos investimentos sociais em educação e saúde, com a construção dos Hospitais Regionais do Cariri e da Região Norte.
No que diz respeito a inflação considerada para projeção das metas fiscais da LDO 2010, foi tomado como referência o Índice de Preços ao Consumidor Amplo – IPCA, estimado em 4,5% ao ano, para os exercícios 2010, 2011 e 2012, seguindo as indicações do Governo Federal e previsões do Relatório Focus do Banco Central.
O valor projetado para a taxa de câmbio seguiu os sentimentos de apreensão externa, valorizando-se em relação ao real neste último ano, em especial no último quadrimestre de 2008. A flutuação da moeda americana com a política de câmbio livre é imprevisível. Se não vejamos. No ano de 2005 a taxa de câmbio recuou de R$ 2,6544/US$ para R$ 2,3407/US$; em 2006, para R$ 2,1380/US$; em 2007, para R$ 1,7713/US$ e em 2008 elevou-se para R$ 2,3370/US$. Encontrar o ponto de equilíbrio na relação dólar-real é o desafio presente na atual política de câmbio livre uma vez que esta relação sofre influência de fatores exógenos sobre os quais o Estado do Ceará não possui qualquer controle.
Em síntese, os indicadores macroeconômicos para projeção das metas fiscais da LDO de 2010 são os seguintes:
Variáveis Macroeconômicas Projetadas – 2010 a 2012
| VARIÁVEIS – Expectativas | 2010 - % | 2011 - % | 2012 - % |
| Taxa de Inflação – Centro da Meta (IPCA) | 4,5 | 4,5 | 4,5 |
| Taxa de Crescimento para o PIB Nacional | 2,5 | 4,5 | 4,5 |
| Taxa de Crescimento para o PIB Estadual | 3,0 | 5,00 | 5,00 |
| Câmbio (R$/US$ - média) | 2,24 | 2,26 | 2,29 |
Fonte: BACEN/ SEPLAG/ IPECE
Concorrem também para melhorar o desempenho da economia local o modelo de gestão por resultados e de controle de custos implantado pelo Governo Estadual, desenvolvendo uma estratégia de racionalidade dos gastos de custeios administrativos e de eficiência na alocação dos recursos para as atividades finalísticas. Essas práticas têm permitido redirecionar recursos para ampliação das ações finalísticas e a melhoria da qualidade dos serviços prestados à sociedade. As diretrizes para o triênio são no sentido de intensificar o controle sobre os custeios administrativos e sobre a despesa com pessoal, observando-se, para esta última rubrica, sempre os limites legais da Lei de Responsabilidade Fiscal.
Algumas medidas de controle e racionalização dos gastos de custeio administrativo vêm se processando desde 2006, com destaque para aquisição e contratação dos seguintes itens:
<![if !supportLists]>· <![endif]>terceirizações;
<![if !supportLists]>· <![endif]>combustíveis;
<![if !supportLists]>· <![endif]>passagens aéreas;
<![if !supportLists]>· <![endif]>telefonia móvel;
<![if !supportLists]>· <![endif]>diárias;
<![if !supportLists]>· <![endif]>locação de mão de obra;
<![if !supportLists]>· <![endif]>contratação de serviços e compras coorporativas;
<![if !supportLists]>· <![endif]>redesenho dos processos;
<![if !supportLists]>· <![endif]>planejamento das licitações;
<![if !supportLists]>· <![endif]>compras de medicamentos.
As diretrizes orçamentárias de 2010 para fixação da despesa pública seguem as orientações de governo para garantir os recursos para os investimentos estruturantes e para o pleno funcionamento das áreas finalísticas, visando alcançar níveis de excelência na oferta de serviços públicos essenciais com qualidade. Setores da educação, saúde, saneamento básico, segurança e assistência social, estão entre as áreas de maior atenção na destinação de recursos.
A despesa de pessoal foi estimada para assegurar o poder aquisitivo dos servidores, com base na revisão geral anual dos salários, concedendo, no mínimo, uma reposição pela perda decorrente da inflação dos últimos doze meses, mais o crescimento vegetativo da folha de pagamento e uma previsão de ingresso de pessoal decorrente dos concursos realizados, além dos aumentos diferenciados acordados com algumas categorias.
Os juros e encargos da dívida, assim como as amortizações, foram estimados considerando os contratos já firmados e aqueles que se apresentam em avançado estágio de negociação, os quais deverão ser firmados ainda no exercício de 2009.
O Anexo de Metas Fiscais abrange os órgãos da Administração Direta, dos Poderes e entidades da Administração Indireta, constituídas pelas autarquias, fundações e fundos especiais, empresas públicas dependentes e sociedades de economia mista que recebem recursos do Orçamento Fiscal e da Seguridade Social.
As projeções indicam que, em 2010, a receita primária (receita total menos receitas de operações de crédito, receita patrimonial e alienações de bens) deverá alcançar a marca de R$ 11.599,5 milhões, correspondendo a 19,4% do PIB estadual previsto (R$ 59.820,1 milhões).
Por outro lado, a despesa primária (despesa total menos juros, encargos e amortizações da dívida pública), está projetada em R$ 11.449,5 milhões, equivalente a 19,1% do PIB projetado para 2010.
A meta de resultado primário, fixada em R$ 150,0 milhões, foi definida em função da necessidade do Estado elevar os gastos com investimentos a partir da utilização do superávit financeiro obtido em 2007 e 2008, todavia, sem comprometer as contas públicas e a capacidade de endividamento do Estado.
A Dívida Pública Consolidada do Estado em 2008 atingiu a soma de R$ 3.809,6 milhões equivalente a 6,7% do PIB. Nos próximos anos a dívida estadual, como proporção do PIB, se manterá nos níveis de 2008.
Gráfico I
Dívida Consolidada Líquida X PIB
<![if !vml]><![endif]>
A relação Dívida Consolidada Líquida/RCL apresenta comportamento estável para os próximos três anos, conforme gráfico abaixo. Vale ressaltar que mesmo com o crescimento da dívida fundada prevista para os próximos exercícios, a relação dívida consolidada líquida x receita corrente líquida, que representa o parâmetro para endividamento dos Estados (2 vezes a Receita Corrente Líquida), definido pela Lei de Responsabilidade Fiscal e a resolução 40 do Senado Federal, ainda é bastante confortável.
Gráfico II
Dívida Consolidada Líquida X RCL
<![if !vml]><![endif]>
Em cumprimento ao preceito da Lei Complementar 101, de 04 de maio de 2000, o Anexo de Metas Fiscais é composto pelos demonstrativos que se seguem, na forma definida pela Secretaria do Tesouro Nacional pela Portaria da Secretaria do Tesouro Nacional nº. 577, de 15 de outubro de 2008, que aprova a 1ª edição do Manual Técnico de Demonstrativos Fiscais.
<![if !vml]><![endif]>
Notas:
1. Não foram excluídas as duplicidades da receita e da despesa com a contribuição patronal e as transferências multigovernamentais do FUNDEB.
<![if !supportLists]>2. <![endif]>O cálculo das metas foi realizado considerando os seguintes parâmetros:
<![if !vml]><![endif]>
3. A projeção das receitas foi realizada utilizando o modelo incremental de aplicação de indicadores. A base de projeção é formada pela arrecadação dos anos anteriores com a utilização de parâmetros adequados, afinados com cada receita projetada.
Na projeção de algumas receitas foram excluídas da base de projeção ocorrências que não se repetirão nos próximos anos, livrando efeitos ocasionais ou atípicos, fora de sua sazonalidade.
4. A estimativa da despesa teve por base os parâmetros de inflação e de crescimento da economia, observado as especificidades de cada grupo de despesa. A base de projeção foi a despesa realizada no ano anterior, excluindo os gastos atípicos da base de referência.
O parâmetro para estimar as despesas de custeio de manutenção e de funcionamento administrativo foi a inflação do período como limite de crescimento desta despesa.
A despesa de pessoal foi projetada de forma que seja assegurado para todos os servidores ativos e inativos o reajuste anual pela inflação do período, além do crescimento vegetativo da folha de pagamento por conta da ascensão funcional dos servidores.
O gasto com investimento foi fixado com base na carteira de projetos do Estado, representando o maior incremento na despesa pública.
5. As metas de resultado primário, da ordem de R$ 150,0 milhões, têm como fator determinante a deliberação de acelerar o programa de investimento do Estado mediante a utilização das disponibilidades financeiras remanescentes de exercícios anteriores (superávit financeiro). As metas fixadas para o triênio 2010-2012 não comprometem o equilíbrio fiscal do Estado.
6. O Resultado Nominal evidencia que o Estado vem realizando diversos empréstimos para os investimentos do Estado. Embora apresente uma variação significativa quando comparada com o ano de 2008, isso não representa desequilíbrio no endividamento do Estado, haja vista que a relação Dívida Consolidada Líquida / Receita Corrente Líquida deverá se manter em torno de 0,6 nos próximos anos, situação bastante confortável frente a LRF e a Resolução 43 do Senado Federal que estabelece que o endividamento dos Estados pode ser de até 2 vezes a RCL.
<![if !vml]><![endif]>
Notas:
<![if !supportLists]>1. <![endif]>Não foram excluídas as duplicidades da receita e da despesa com a contribuição patronal e as transferências multigovernamentais do FUNDEB.
<![if !supportLists]>2. <![endif]>A política fiscal do Estado do Ceará continua sendo conduzida de forma responsável, garantindo a sustentabilidade das contas públicas. Isto é comprovado pelo resultado fiscal positivo tanto no conceito primário, como no nominal, para os quais se registraram respectivamente, R$ 1.115,2 milhões de superávit e -R$ 654,9 milhões de redução da dívida fiscal líquida.
<![if !supportLists]>3. <![endif]>O Resultado Nominal de -R$ 654,9 indica uma redução da dívida fiscal líquida do Estado, em função da disponibilidade de caixa realizada em 2008, da ordem de R$ 1.973,5 milhões.
<![if !supportLists]>4. <![endif]>O valor de alienação de ativos e os recursos aportados através de operações de crédito têm se mantido estáveis nos últimos quatro anos. O Resultado Nominal alcançado no ano de 2008 deriva de uma estratégia fiscal situada acima da linha do Resultado Primário, ou seja, o esforço tem se concentrado na ampliação da Receita Bruta e no controle das despesas não financeiras.
<![if !supportLists]>5. <![endif]>Bom destacar que o Estado não só gera resultados fiscais suficientes para pagar os juros da sua dívida, mas vem amortizando o principal de suas dívidas na medida requerida. Desta forma, o Estado vem melhorando substancialmente sua capacidade de pagamento, já que mantém uma trajetória descendente da relação Dívida/RCL, que, no ano de 2008, foi de 0,48. Este indicador que tem como limite duas vezes o valor da RCL. A capacidade de pagamento do Estado do Ceará também segue uma trajetória de melhora, o Estado cumpriu com 8,21 % a meta de 11,5 % da RCL, estabelecida pelo Senado Federal.
<![if !supportLists]>6. <![endif]>Com base na análise das despesas de investimentos, inversões e outras despesas correntes em relação a Receita Líquida Real no período 2005-2008, conforme a tabela abaixo, constata-se que ficaram estabilizadas. Na mesma situação encontra-se a despesa com pessoal que se mantém dentro do limite estabelecido pela Lei de Responsabilidade Fiscal (47,11% da RCL). Estes resultados demonstram a preocupação do governo no controle da despesa primária. Do lado da receita houve um esforço de arrecadação que propiciou aos cofres públicos um aumento expressivo no ano de 2008.
TABELA
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VALOR DA RECEITA LÍQUIDA REAL
<![if !supportLists]>7. <![endif]>Os Juros e Encargos da Divida, no ano de 2008, somaram R$. 212,11 milhões, representando 32,78 % do serviço da dívida. Este valor comparado ao ano anterior demonstra um decréscimo de 4,82% em termos nominais, em decorrência do maior volume de amortizações, do câmbio ter sido favorável até agosto/2008 em relação ao ano de 2007.
<![if !supportLists]>8. <![endif]>As amortizações alcançaram R$ 435,04 milhões, representando 67,22% do serviço da dívida, onde cresceu 3,71% se comparado com o ano anterior. O volume total do serviço da dívida em 2008 ficou em R$ 647,15 milhões estando equilibrado ao realizado em 2007, que foi de R$ 642,57 milhões.
<![if !supportLists]>9. <![endif]>Em relação à capacidade de pagamento anual limitada a 11,5 %, conforme a Resolução 43/2001 do Senado Federal, com amortizações, juros e demais encargos da dívida consolidada, o Estado do Ceará cumpriu a meta para 2008 com 8,21% de comprometimento, contra 9,80% do ano de 2007.
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Notas:
<![if !supportLists]>1. <![endif]>O cálculo dos valores constantes foi elaborado com base na inflação projetada pelo IPCA, conforme índices abaixo:
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<![if !supportLists]>2. <![endif]>No comparativo com os anos anteriores, a meta de resultado primário apresenta-se com uma trajetória descendente. Esta situação é explicada por dois movimentos. Primeiro a redução da atividade econômica e de crescimento do PIB para os próximos anos, conforme explicado no anexo de metas fiscais, e segundo por conta da deliberação do governo estadual de manter o ritmo dos investimentos públicos tendo em vista as disponibilidades de caixa e a confortável situação da capacidade de endividamento do Estado.
<![if !supportLists]>3. <![endif]>O Resultado Nominal, como já explicado anteriormente, evidencia que o Estado vem realizando diversos empréstimos para os investimentos do Estado. Embora apresente uma variação significativa quando comparada com o ano de 2008, isso não representa desequilíbrio no endividamento do Estado, haja vista que a relação Dívida / Receita Corrente Líquida deverá se manter em torno de 0,6 nos próximos anos, situação bastante confortável frente a LRF e a Resolução 43 do Senado Federal que estabelece que o endividamento dos Estados pode ser de até 2 vezes a RCL.
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Notas:
<![if !supportLists]>1. <![endif]>O Balanço Geral do Estado de 2008 explica que a evolução do patrimônio líquido decorre do aumento de 20,74% na disponibilidade de caixa, em relação ao exercício de 2007. Conforme o Balanço publicado, para cada R$ 1,00 de compromissos e obrigações a curto prazo, existem R$ 3,08 de disponibilidade financeira para sua liquidação no curto prazo.
<![if !supportLists]>2. <![endif]>A comparação entre os totais do Ativo Real e do Passivo Real resulta um Ativo Real Líquido de R$ 7.628,5 milhões, decorrente do superávit das variações patrimoniais no valor de R$ 2.648,1 milhões.
<![if !supportLists]>3. <![endif]>Conforme o Balanço Geral do Estado de 2008, influenciaram o superávit patrimonial, a receita orçamentária, as amortizações de empréstimos, as aquisições de materiais, as incorporações de bens e os cancelamentos de dívidas, dentre outras.
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Nota:
<![if !supportLists]>1. <![endif]>A receita de alienação de ativos é resultado da venda de bens móveis da administração direta e indireta, considerados dispensáveis para a administração pública.
<![if !supportLists]>2. <![endif]>A receita obtida em 2008 foi destinada para despesas de investimentos de projetos do Estado.
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Nota.
1. A disponibilidade financeira do exercício anterior ao exercício de 2006 era de R$ 35.371,0 mil.
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Notas:
1. O Governo do Estado do Ceará, tendo em vista as determinações da Constituição Federal e da legislação federal pertinente quanto à exigência de equilíbrio financeiro e atuarial para os Regimes Próprios de Previdência Social – RPPS do País, bem como dada a magnitude do déficit atuarial do SUPSEC, contratou, através de processo licitatório próprio, uma empresa de consultoria atuarial para a elaboração de estudo atuarial de reestruturação do RPPS do Estado do Ceará, denominado SUPSEC. Esse estudo apresentará propostas para a implantação da segregação da massa de segurados do SUPSEC, conforme previsão expressa inserida na nova Portaria MPS n.º 403, de 10 de dezembro de 2008, que dispõe sobre as normas aplicáveis às avaliações atuariais dos RPPS.
Referido estudo está em andamento, em decorrência da solicitação do Governo do Estado do Ceará de uma quarta proposta de segregação e da dependência da disponibilização dos dados necessários dos poderes Legislativo e Judiciário e dos Tribunais de Contas do Estado e dos Municípios.
Finalizados os referidos estudos atuarias para a apresentação de propostas para a segregação da massa de segurados do SUPSEC e definida, por parte do Governo do Estado do Ceará, qual a nova estrutura a ser dada ao RPPS do estado, implementar-se-á a criação dos Planos Financeiro e Previdenciário, nos termos da referida Portaria MPS n.º 403/2008.
Adicionalmente, está também em andamento a iniciativa da criação da unidade gestora do RPPS Estadual, observando os mandamentos da Legislação Federal pertinente, com destaque para a recente Portaria MPS n.º 402, de 10 de dezembro de 2008. A unidade gestora deve ser responsável pela administração, gerenciamento e operacionalização do RPPS, incluindo a arrecadação e gestão dos recursos e fundos previdenciários, a concessão, o pagamento e a manutenção dos benefícios. Deverá garantir também a representação dos segurados nos colegiados ou instâncias de decisão.
Quanto à configuração previdenciária corrente do SUPSEC, continua sendo retratada pela insuficiência do valor mensal arrecadado de contribuições normais do Estado e dos segurados ativos, aposentados e dos pensionistas, para cobrir as despesas com o pagamento dos benefícios mensais em fruição. Os percentuais vigentes para essas contribuições normais são de 22,0% para o Tesouro Estadual sobre a folha de remunerações de ativos e de 11,0% para os segurados ativos, aposentados e pensionistas sobre suas remunerações e parcelas de proventos, conforme disposições da Legislação Federal e Estadual vigentes.
Como tais contribuições normais mensais se apresentam insuficientes, o Tesouro Estadual tem que complementar essa deficiência financeira por meio de aportes extras para garantir que os segurados em fruição de benefícios possam efetivamente recebê-los. Observa-se, então, que o SUPSEC está hoje caracterizado por um regime orçamentário ou de repartição simples, com significativo desequilíbrio financeiro corrente.
De acordo com informações da Célula de Contadoria da CPREV, referidos aportes extras perfizeram no período de 2007 a 2008, uma média mensal próxima de R$ 35 milhões.
O valor médio da folha de remuneração mensal de 2008 dos segurados ativos (vinculados ao SUPSEC) foi de aproximadamente R$ 156,8 milhões mensais. A folha de benefícios perfez, a seu turno, um valor médio próximo de R$ 89,4 milhões por mês. Ressalte-se que a existência de número expressivo de servidores ativos já aptos a se aposentar ocasionará, quando efetivadas tais aposentadorias, a elevação dessa folha de benefícios ao patamar da folha de ativos.
As duas últimas avaliações atuariais elaboradas para o SUPSEC, nos anos de 2007 e 2008, indicaram que o déficit atuarial desse RPPS resultou, respectivamente, R$ 21,7 bilhões e R$ 26,3 bilhões. Registre-se que a avaliação de 2008 incluiu pela primeira vez no Estado do Ceará os dados cadastrais dos poderes Legislativo e Judiciário, bem como dos Tribunais de Contas do Estado e dos Municípios, causa primordial da elevação do déficit atuarial de uma avaliação para outra. Referidas avaliações foram elaboradas com a utilização do Módulo Atuarial do Sistema Integrado de Informações Previdenciárias – SIPREV, disponibilizado ao Governo do Estado do Ceará pelo Ministério da Previdência Social – MPS.
Registre-se ainda que está em andamento o recadastramento dos segurados aposentados e pensionistas do SUPSEC. Iniciou-se no mês de março de 2009 e tem previsão de término para o mês de junho de 2009.
O Sistema Previdenciário do Estado do Ceará foi criado com a Emenda Constitucional Estadual n.º 39, de 05 de maio de 1999, onde, em seu art. 330, determina que “A Previdência Social dos servidores públicos estaduais, civis e militares, agentes públicos e dos membros do Poder, ativos, inativos e pensionistas, dos Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário e do Ministério Público será mantida através de Sistema Único administrado pelo Poder Executivo, através da Secretaria da Fazenda do Estado do Ceará - SEFAZ, nos termos da Lei”.
Para cumprir a Emenda acima, foi instituído pela Lei Complementar n.º 12, de 23, de junho de 1999, o Sistema Único de Previdência Social dos Servidores Públicos Civis e Militares, dos Agentes Públicos e dos Membros de Poder do Estado do Ceará – SUPSEC, a fim de manter a previdência social do Estado do Ceará. Prevê essa Lei Complementar que esse sistema é financiado com recursos provenientes do orçamento do Estado e das contribuições previdenciárias dos segurados, compreendendo o pessoal civil, ativo e inativo, e militar do serviço ativo, da reserva remunerada e reformado, bem como dos seus pensionistas.
Em 15 de fevereiro de 2007 (DOE), através da Lei Complementar nº. 62, que alterou o art. 11 da Lei Complementar nº. 12, de 23 de junho de 1999, o SUPSEC, Fundo Especial de Natureza Contábil inscrito no CNPJ sob o nº 04.108.594/0001-00,passou a ser gerido pela Secretaria do Planejamento e Gestão - SEPLAG, cabendo a esta, através da Coordenadoria de Gestão Previdenciária – CPREV, o planejamento, a coordenação, a execução, a supervisão e o controle das atividades do Sistema.
Como registrado na seção anterior, a criação da Unidade Gestora do RPPS estadual está em andamento, devendo absorver as atividades hoje desenvolvidas pela CPREV. Essa unidade gestora ficará responsável por gerir um RPPS com a previsão de segregação da massa de segurados, implicando a necessidade da contabilização e tratamento separados, por grupo e plano previdenciário correspondente, dos segurados, das contribuições e dos recursos pertinentes. O Estado do Ceará deverá, assim, garantir uma estrutura adequada para que a Unidade Gestora possa efetivamente gerir o RPPS estadual e os investimentos dos recursos previdenciários desse RPPS.
Quanto às receitas e despesas previdenciárias, registra-se que são contabilizadas de acordo com as exigências da Lei n.º 4.320, de 17 de março de 1964, isto é, conforme o regime contábil misto: regime de caixa para as receitas e regime de competência para as despesas. No entanto, para realizar as prestações de contas com o Ministério da Previdência Social – MPS, faz-se controle paralelo para informar as receitas e despesas respeitando o regime de competência.
A conta bancária do SUPSEC, de n.º 706.194-9, agência 0919, banco n.º 104 – Caixa Econômica Ceará (CEF), é separada da conta do Tesouro Estadual como determina Legislação Previdenciária Federal.
Quanto aos repasses das contribuições dos segurados e do Tesouro do Estado (patronal), respectivamente de 11,0% e 22,0% sobre a folha de pagamento de remunerações e parcelas de benefícios, vêm sendo realizados regularmente no mês seguinte ao mês da folha de pagamento correspondente.
A execução orçamentária do exercício de 2008, em respeito ao regime contábil misto, registrou Receita no valor de R$ 1.172.751.118,07(um bilhão, cento e setenta e dois milhões, setecentos e cinquenta e um mil, cento e dezoito reais e sete centavos) eDespesana importância de R$ 1.173.122.701,96,(um bilhão, cento e setenta e três milhões, cento e vinte e dois mil, setecentos e um reais e noventa e seis centavos), cujo resultado foi deficitário em R$ 371.583,89 (trezentos e setenta e um mil, quinhentos e oitenta e três reais e oitenta e nove centavos). Entretanto, do total das receitas, apenasR$ 726.038.271,85 (setecentos e vinte e seis milhões, trinta e oito mil, duzentos e setenta e um reais e oitenta e cinco centavos) são provenientes de recursos próprios, sendo necessário, para cobrir o pagamento das folhas de Inativos e Pensionistas do SUPSEC, o montante de R$ 446.712.846,22 (quatrocentoe e quarenta e seis milhões, setecentos e doze mil, oitocentos e quarenta e seis reais e vinte e dois centavos), aportado pelo Tesouro Estadual, conforme Demonstrativo da Execução Orçamentária do Exercício de 2008.
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Nota 1 - O governo do Estado do Ceará não programou para o período 2010-2012, a concessão de benefícios tributários concedidos em caráter não geral, não devendo ocorrer previsão de renúncia de receita tributária, haja vista que não ocorrerá falta de arrecadação de receita prevista no planejamento orçamentário, em função das medidas implementadas. Deverão permanecer os mesmos benefícios tributários, concedidos em caráter geral, existentes em exercícios anteriores, tratando-se de mera continuação dos benefícios já existentes, não comprometendo as metas fiscais estabelecidas pelo Estado, uma vez que os mesmos já estão expurgados da receita estimada. Se houver necessidade do envio de algum projeto que configure renúncia de receita, este será acompanhado das devidas justificativas de diminuição de despesa ou do correspondente aumento de receita, de acordo com o artigo 14 da Lei de Responsabilidade Fiscal.
Nota 2 - O Estado possui, como quase a generalidade das Unidades da Federação, programa de atração de investimentos para empreendimentos produtivos, instituído através do Fundo de Desenvolvimento Industrial - FDI, desde 1979. As empresas inscritas no Programa se comprometem a gerar emprego e renda e a produção de bens que não eram produzidos no Estado. O FDI objetiva atrair empreendimentos novos, por conseguinte, a compensação se efetiva pelo incremento resultante da produção dos novos empreendimentos aqui instalados, pelo aumento do consumo dos fatores de produção, isto é salários, matéria prima, energia elétrica, comunicação dentre outros, que afetam diretamente e positivamente a arrecadação do ICMS. Entendemos que os valores estimados não configuram abdicação de arrecadação da receita prevista, não comprometendo as metas de resultados fiscais, na forma definida no art.14, inciso I, da Lei Complementar n° 101/2000. O entendimento aqui esboçado deriva e harmoniza-se com o entendimento manifestado pelas Procuradorias Estaduais dos Estados Brasileiros, emitido no âmbito do Conselho Nacional de Política Fazendária - CONFAZ, por motivação dos Secretários de Fazenda, objetivando o norteamento de suas posições.
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Notas:
<![if !supportLists]>1. <![endif]>Não existe previsão de aumento permanente de receita pela elevação de alíquotas e/ou ampliação da base de cálculo de tributos que são objeto de transferência constitucional, com base nos arts. 158 da Constituição Federal.
<![if !supportLists]>2. <![endif]>A margem para expansão da despesa é função do conjunto de ações de racionalização que foram implementadas pelo Governo do Estado do Ceará, desde 2006, sob a coordenação da Controladoria Geral e Ouvidoria. Para o ano de 2010, o principal item de despesa a se trabalhar é o de medicamentos. O valor de referência para se trabalhar a meta de economia foi estimado com base nas previsões orçamentárias de 2009, conforme demonstrativo abaixo:
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MEMÓRIA DE CÁLCULO DAS METAS ANUAIS
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ANEXO III
ANEXO DE RISCOS FISCAIS
LEI DE DIRETRIZES ORÇAMENTÁRIAS – 2010
( Art. 4o, § 3o , da Lei Complementar no 101, de 2000 )
A meta de resultado primário para o triênio 2010-2012 no patamar de R$ 150,0 milhões ano, está bastante influenciada pelo nível investimento público que o Estado está desenvolvendo atualmente, prolongando-se pelos próximos anos. Esta deliberação de implementar um vigoroso programa de investimento é fruto das condições financeiras alcançadas pelo Estado que mantém disponibilidade de caixa que supera a cifra de R$ 1,0 bilhão e uma confortável situação na capacidade de endividamento.
As metas fiscais de superávit primário renovam o compromisso do governo com a manutenção do equilíbrio das contas públicas, e posiciona-se em níveis que não comprima os investimentos e a expansão dos serviços públicos essenciais indispensáveis ao desenvolvimento do Estado.
As projeções com as quais o Estado trabalha baseiam-se em um conjunto de hipóteses sobre o comportamento das principais variáveis econômicas. Esse conjunto de hipóteses e os respectivos riscos associados compõem o cenário principal que o Estado tem que considerar e a partir do qual estima suas receitas e despesas, conforme demonstrado no anexo de metas fiscais.
O principal risco que poderá afetar o cumprimento das metas está diretamente relacionado com eventuais frustrações no cenário econômico, podendo ter impacto importante no comportamento da arrecadação direta das receitas tributárias, notadamente o ICMS e das receitas de transferências, em especial o Fundo de Participação dos Estados.
As duas principais variáveis que balizaram a projeção das receitas para o exercício de 2008 foram a taxa estimada de crescimento do PIB (nacional e estadual) e a inflação. Modificações nessas variáveis certamente afetarão o montante previsto para as receitas do Estado.
Outro fator de risco é a taxa de câmbio, considerando que cerca de 47,3% da dívida estadual está vinculada em moeda estrangeira, o que poderá provocar alterações significativas nos montantes previstos de amortização e juros.
Outros riscos estão relacionados às calamidades públicas, em especial os estios prolongados que regulamente assolam o Estado em intensidades variáveis, e enchentes que demandam ações emergenciais do Estado.
O acontecimento de forma isolada ou concomitante destes riscos causará impactos diversos, que vão desde a retração de receitas ao aumento das despesas de caráter emergencial e outras vinculadas ao pagamento da dívida pública em moeda estrangeira. Como forma de minimizar e equacionar o problema, adotar-se-á medidas de redução das despesas discricionárias ou de utilização da reserva de contingência, visando garantir o atingimento das metas fiscais do período
O quadro a seguir estima o impacto sobre as receitas, em função de variações negativas no índice de inflação e no crescimento do PIB estadual, como também o aumento da despesa com o serviço da dívida pela desvalorização da moeda Real em relação a moeda Dólar Americano, assim como as providências que deverão ser tomadas visando garantir o cumprimento das metas estipuladas.
ESTADO DO CEARÁ
LEI DE DIRETRIZES ORÇAMENTÁRIAS
ANEXO DE RISCOS FISCAIS
2010
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ANEXO IV
RELAÇÃO DOS QUADROS ORÇAMENTÁRIOS
LEI DE DIRETRIZES ORÇAMENTÁRIAS – 2010
<![if !supportLists]> I. <![endif]>Evolução das Receitas do Tesouro – Administração Direta;
<![if !supportLists]> II. <![endif]>Evolução das Receitas – Administração Indireta;
<![if !supportLists]> III. <![endif]>Evolução das Despesas do Tesouro – Administração Direta;
<![if !supportLists]> IV. <![endif]>Evolução das Despesas – Administração Indireta;
<![if !supportLists]> V. <![endif]>Desdobramento da Receita – Administração Direta;
<![if !supportLists]> VI. <![endif]>Desdobramento da Receita – Administração Indireta;
<![if !supportLists]> VII. <![endif]>Desdobramento da Receita – Fonte Tesouro;
<![if !supportLists]> VIII. <![endif]>Desdobramento da Receita – Outras Fontes;
<![if !supportLists]> IX. <![endif]>Legislação da Receita e da Despesa;
<![if !supportLists]> X. <![endif]>Consolidação das Despesas por Categoria Econômica, Grupo de Despesa e Fonte de Recursos;
<![if !supportLists]> XI. <![endif]>Consolidação do Orçamento por Poder, Órgão e Entidades - Fonte Tesouro;
<![if !supportLists]> XII. <![endif]>Consolidação do Orçamento por Poder, Órgão e Entidades – Outras Fontes;
<![if !supportLists]> XIII. <![endif]>Consolidação do Orçamento por Função, Subfunção, Programa e Projeto/Atividade/ Operação Especial;
<![if !supportLists]> XIV. <![endif]>Consolidação do Orçamento por Macrorregião;
<![if !supportLists]> XV. <![endif]>Programação dos Investimentos por Macrorregião – Despesas de Capital;
<![if !supportLists]> XVI. <![endif]>Macrorregiões de Planejamento;
<![if !supportLists]> XVII. <![endif]>Consolidação do Orçamento por Fonte de Recursos e Destinação - Todas as Fontes;
<![if !supportLists]> XVIII. <![endif]>Consolidação do Orçamento por Órgão, Entidade e Projeto/Atividade dos Recursos do Tesouro alocados para contrapartida de convênios e empréstimos internos e externos;
<![if !supportLists]> XIX. <![endif]>Consolidação do Orçamento por Macrorregião e Projeto/Atividade – Investimentos no Interior;
<![if !supportLists]> XX. <![endif]>Programação referente à Manutenção e ao Desenvolvimento do Ensino, acompanhada de Tabela Explicativa;
<![if !supportLists]> XXI. <![endif]>Programação referente à Manutenção e ao Desenvolvimento da Educação Básica e Valorização dos Profissionais da Educação;
<![if !supportLists]> XXII. <![endif]>Programação referente ao Fomento de Atividades de Pesquisa, Científica e Tecnológica, acompanhada de Tabela Explicativa;
<![if !supportLists]> XXIII. <![endif]>Despesa por Poder e Órgão – Gastos com Pessoal e Encargos Sociais;
<![if !supportLists]> XXIV. <![endif]>Consolidação do Orçamento por Poder, Ministério Público Estadual, Tribunal de Contas do Estado e Tribunal de Contas do Município – Previsão dos Gastos com Pessoal e Terceirizados;
<![if !supportLists]> XXV. <![endif]>Consolidação do Orçamento dos Recursos destinados às Ações Públicas de Saúde;
<![if !supportLists]> XXVI. <![endif]>Consolidação do Orçamento dos Recursos destinados às Políticas Públicas da Infância e Juventude;
<![if !supportLists]>XXVII. <![endif]>Indicação de Fonte de Consulta e Pesquisa de Tabela de Composição de Preços dos Principais itens de Investimento;
<![if !supportLists]>XXVIII. <![endif]>Demonstrativo Consolidado dos Recursos do FECOP;
<![if !supportLists]> XXIX. <![endif]>Demonstrativo das Despesas Relativas à Dívida Pública e Receitas que Atenderão.
(Redação dada pela Lei n.º 14.824, de 20.12.10)